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J .li 
1&· EXPOBEL - MUITI EMOCAO EM BELA VISTI 
Produtores Rurais, Empresários e Comerciantes stã • 
1 
r. 
Convtrnnndo on 
com o Preidon <· 
S1nrllc11t..o Hurul 
, m 
rJo 
rJ,, 
!l(•ln Vir;tn, Edson Me 
deiros de Moraes,ele 
informou que "pela 
VinLn e Lodn n rcgl­ 
io ~stb vibrando rom 
a realização da 16 
EXPOBEL, n molor rx­ 
posiçio do inLel'ior·'! 
Para Edson Moraes 
"até agora ª" pcrs - 
pcc tivas siio an i Ili 'leio 
ras, pols já confir: 
mamos as reservas de 
quase todos os pavi­ 
lhões e argolas, no 
tocante a barracas e 
lotes, acontece o 
mesmo, e isto é moti 
vo dr muita aleria, 
po ls e a pr i rr. . r 
vez que acontec •". 
oraes diss 
bém que. •·, 1.1 n,, 1.,, 
Vl..;Ln o·, pro•lu ore., 
·,n 
r·u ra i:;, come t·~ i 1,n - 
e3 e Pmprc:,nrto.: 
''D iio eufórico.;, L'd 
vez ~ .... Ja < !";la a ,,:-1._!. 
or exposição <I< no:; 
:;a hisLÓrln, odos 
lucrarão com n mes­ 
ma, sera algo dr 
fantástico". 
Lembrando que u­ 
ma das grandes atra 
ções da Expobel é~ 
rodeio, Mornes ln - 
formou que o mesmo 
é livre, lodo o pe­ 
ão poderá parlici - 
par, as inscriçÕts 
u:na molo, 1 
sagrado Foo boi. As 
inscrições para esa 
Lli.Jpul.n dc:vt r::;o .. , - 
nm f<'iln::; com o Ju - 
rundir Fc:,li Filho. 
Para Edson,'a nog 
so Expobel é a maior 
resta cio povo, e qu~ 
remos que o povo cor 
pareça em massa, pa­ 
ra lsto contratnmos 
Lrês Ônibus q~l fn - 
rno ~ linha cidaciL - 
1 1 
t Li • 
- : f V(; I - 
, ter 
mnaior vn' 
LÓrio d, A l , li. ' 
~ 16' Fxpob 1. E de~ 
xo um c:r.nvi•,. ao.: r ~~ 
radors 'e todas 
cidades ao rg!ão,v_ 
nh:un ::i. i1••1;, '!isr;, no 
pcrloJo dr 18 a 2, 
de julho, u1:1n ~c:m-n-, 
de: emoçÕ,·s cspt:r:.1 
por você, venha par­ 
Licipar conosco. 
/ 
PRESI!Hr!T!:-. r () SH!DICATC' HURA! ['f" t'ELA 
VISTA. EDSON MEDEIROS DE MORA+S 
C POVO 0 B3?'SI1 4 BISOL. 
Dí:iílCR TI ZAÇ.010 D/ IPFGRiUÇÀO, 
0 i0O FIEL AGRE: A SCUIAE ACIO:I± . 
~ DIF!CIL LEGISLAÇ~O DO ABSUJDO, 
Cll LI BfRAL I SF.O D::1S EVf1:lfÉLI CDS 
f.il EUSCA DA FELICIAE 
RADICAL IS;O 1TERESSE1?3 
3TEEC0 1.O DEPOIS 
P?.AZO FATAL 
Cultura e __ C.uhecimento 
A história conta pouco a respeito do 
aparecimento da publicidode e da propa­ 
gando., r.ias é f:icil imaginar os ce.rr.inhos 
tortuosos por que passou até chegar aos 
dias de hoje, com crescente progresso 
das comunicações. 
Por volta d€' 1. 600 aparece_ a prir:iei ra 
máquina impressora, a qual abre caminhos 
intermináveis para a publicidade e a prg 
Paganda. 
Em 1.622, por intern:édio de um grupo 
interessado em impressos, e montada e 
lançado à ooreciação pública o primeiro 
jornal: o 'eekly News".(Noticias da Se­ 
r:i::ina), nos Estad;s Unidos, no qual ja se 
delincavQ os primeiros· passos da propa­ 
ganda. Temos noticias de que a p:-imeira 
agência de propaganda foi criada em 1849 
ainda nos Estados Unidos. 	. 
Posteriormente; pelos idos de 1920, e 
Criada a primeira estação de radio-trans 
missão (nos Estados Unidos) tendo progra 
mas curtos, diÓrios, bastante diversos 
U:nctos outros. u..e!anai?á iraa<Yl. 
Mato Grosso do Sul 87 
Reportam: Luiz Hcnriqu,·. 
T. Miss Eleny Miliorine, co:no que 
voe v este de"i1.. ! Chaplin Calçados? 
F:LF.f!Y: É, primeira vE 1u v, r 
1
•11 aqui 
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LER: ) anor u::a 
u faz parte d . : 
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Vis La. 
ELENY; Auo ~-,, j I 01 
nho que• ,·stiv-_· ·1111 •• , 
logo. 
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TF: Você Já reetea 
lar fora co rasil? :. 
EL!::l!Y: J.'1 ,., C•'bi ;,· r 
tou aguardando a; r: 
TF: Como foi o e 'c:-° 
' • J : ... • .-.,v·,1 d:,- 
ri ótimo. 
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,,·-,vi lhcsa 
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ri pouqui - 
·_ ·,r logo, 
r:.as es 
Grosso do Sul? 
ELENY: O conc11 •. • - : --' • l l. 
TF: Qual n !>lia ~ , , :::oncurso de 
Miss Brasil R'I?. 
ELENY: Fiquei en':. as do. 
TF: Quunto an..? 
F:i.fd':': Tcnht) i ó .:.mos. 
• > ou° cê acha da Amizade? 
~l~~Y: A amizade para mim, é outra coi­ 
sa que faz parte da vida. 
TF: O que é mais importanLe em sua vi - 
da? 
ELEllY: Para r.iim o rr ;,is importante é a 
minha f3mÍliü.. 
TF: O que você acha da sua mãe? 
ELENY: Minha mãe é minha melhor ami~a. 
me dá conselhos; é para ela que sempre 
pergunto sobre alguma coisa ... 
TF': E o seu pai.? 
ELENY: Papai também é um grande amigo , 
soe um pouco ciumento. 
TF: O que o Chaplin repre-enta em s a 
vida? 
ELENY: Ele é uma gracinha! 
Eleny Miglioine demons rou seu carinho 
Tribuna da Fronteira, ser. o simpatica e 
cor ia 1 com nossa rrport.3.ge- . ·, r ravbs de u­ 
ma dedicaco. Veja em Canal Livre.PÁG.05 
• 
 
../ / 
s 
. I 
Conversa"ldo com diversas pessoas belavistenses 
na os ou aéotivos, isto não i::porta, sen::imos que 
Bela Vista precisa de: 1..:.-:ia "sacudida". T,c;!""'OS o pro 
ble:na do asfa1 to pa::-a i'"'Cl.L-: o? e..::S:: -_<;~'alto s'"e 
tra'""Sfo • num desaf o para as lideranças da Ali 
ariça e=r· :ica em Bela v·sta. Mas o proble.-na d; 
Bela v·s n:io é "apenas" o asfalto, e nesta con- 
. ji.:ntura a Ii·?HEl'SA bclavistense, falada e escri _ 
ta, deve participar de mar.eira objetiva, sem ou 
cros inte:-esses a não ser o de agilizar o nosso 
processo desenvolvir.-en isca. 
EIA E"PEDRO PEREIRA'A PÁGINA 06.

CONDICIONANTES BRIZOLISTAS 
•IJ p,1rll1ln,n !•D!, 
• • t J Vt J C)<J ' <J ( L J P.'•.'... 
11rr,t,dr, ·, r:ul;ml,s;o, 
d :·:ttucn1no Br8,{t.1 1 
1,11,1 von t nrl,·), llr I i'.o­ 
la deverá et e •rtO i - 
dato a prefeitura do 
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0 EJl'll l 1'1l'npo l l fíl 
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il'l.1111 11,,,~, • 1) ... ,f,lr em omrmor«Mo ao onerário da idade a ru llarfo «do Lad+rio 
tom presença de autoridade« «e rondado 
12) HLrs - L.rala to I' Hall, tlipieo r frente 3o pso Municipal 
1,:00 l l11r•• • l ou I BOI • p..,rti~'II Al ... •,lu,c ('Jrl Comc-rnorJI 'io ll'l :n1t't• .:Hm <l,1 cirl.uJ..- 
19:31 Hora« Rodeio luternacional comi Slous de Tera«dns- Pote« ! + 
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O Jopo aconteceu"no Girá o de Eport 
de Bela Vista., meninas do [ir·,· d: Í 
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cendo por I a l;porém aconteceu a r ç0 do Pa 
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]tiro se.. 
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3r.C<"ü,o fJ;,lta;Pr'019 H·, 
f.1'1t t.oi;;Sr.lHlzo Mar·tlr 
dore., do esporte. ' 
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11pÓ:, o jogo d•.• vuJ,-Jlx>l,;,cont,·c<..u Lm nini:". 
t.o:.;o d ... ful1·bol de !.;al?io rn !'! a, equl 1.x·s d l ídiV 
e n Escolr1 Eslc·r :;i lva,f;<:ndo qu.• o:; g.:u-uL111ho.; d:i. 	c;,t:.J,S 
HÓd o venceram por 7 a 4 surpreendendo os presen- O domln;,v 
te9,O3 olgdRádlo foram marcados por LIle (3) apresentação de 
ah.agi	« • o« _ ... _ "-" ... - 
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O POVO DO BRASIL PAR4 
BISOL 
JJ .J tJ I } i! 
, t• 1 .ior J, 
! fJ } I , 1 1. O~ .1 ' 
ili' r r.or.' /tJ111 ri11n.i 
cc,nt r· r·I n. /IJ 01·ri r::· o o 
de Imíprantes que 
movimentos de critica ont rr, o c·,,w·, 11,, J • 
"pc,vo do Brasil" definido por Bisol. ur 
d o ! , , 11 ri I d o r , e· r ;I " p ove, ,·, <· o II L 1 ' u ido p :_ 
lo., n ,.,ciclo!: no Ili ,l!Hl; pc lu, n,, ·c-idt ,; r. l 
, . tranpeiro rlC' pai brasileiro ou mie bra ·1 
leira, desde que qualquer deles esteja 
serviço do Pais; pelos nascidos no estran­ 
rr1 l ro, cJ,, pai:, h,·nall"J ro ou m:'í, bi:a•,11• i­ 
ra, dede que registrados em repr iça0 
competente, ou desde que V( nll/JIO n r SI cl 1 r 
no Brasil antes dn rnnlorltl.1de e, ilc·inçnda 
esta, op Lem pc lo noc l onal i<ladt> brasi l I l r·n 
<·m ri"unlqucr L,·mpo; pelo:; bra:;11,•lr·o:.; nalu- 
1·ul lzados. Segundo o jorn,il i .; La porLupu~·s, 
A. Gom s da Costa (do jornal 
11
/1 Critica" , 
de> Mannu:i): "vi vemos, como Lnn Los ou Lroc , 
portuuêses, italianos, Japoneses, alemães 
s Í ri os, cspanhÓ1 s, e t.c, há dezenas de anos 
nesLo Lerra; crPscemos P e~luclamos aqui 
Lemos filhos· t• esposas brns ileiras, L raba- 
1 hamos, lutamos e invPsLimos e eJ~ que ªP2 
rec•-nos o senador Disol, de vara na mão , 
como se estivesse a separar o gndo nns co­ 
xilhas do Rio GranUe e, inexorável a scn­ 
Lença, aponLa-nos: "est.t.!s pertcnct•r~ .10 po­ 
·'o do Pnil• vós no'' 
Democratização 
DA INFORMACÃO 
Aroldo de Oliveira (PFL-RJ) Lem sido um 
dos mais combativos consLiLuintes na defe­ 
sa da não estatização dos.meios de comuni­ 
cação so'cial, contrário à tese da formaçiio 
de conselhos editoriais na área ele jorna - 
lismo, em veicules impressos ou cm veicu - 
los eletrônicos. No seu entendimcnLo, a b~ 
se da democracia se fundamenta na educaçã0 
e na formação da sociedade através da mul­ 
Liplicidade de ldéias e de opiniões livre­ 
mente circuladas. A concessão pelo governo 
para o uso de eahais de rádio e televisões 
tem justiflcall v·a no espectro de frequên - 
eia que deve ser preservado, mas a cassa - 
ção ou a não renovação desLas concessões 
somente podem ser.decididas por ato judi - 
cial, não por ato ditatoriai de um gover - 
nante, levado por razões de preferências 
pessoais ou de simp~tias políticas. 
·o ··-~ovo~--- MIL·n-- .R : 
A Seguridade Nacional 
Eis o nome novo para todos os males so­ 
ciais do Brasil: seguridade nacional·. Se - 
gundo alguns constituintes eleitos peio po 
vo, tudo estaria.garantido: desemprego - 
doença, baixos salários, transportes defi­ 
citários, frio excessivo, secacenchentcs, 
tufões e ventanias. Haveria sempre o solu- 
11 
n t ( l 1 •~ :i t, t .. ~ t 1. ,r 
r r,
1 
rl 'l"I f j t • l lt f " 
ri mais trabalho, depois, 
us itrumn n'os .ais 
prl,1 Coni llUH,-o". 1-.S' lo 
do dr puU11Jo f•d••1·al AnLi;n,o 
R<cls (PDS.~C), mr·mbr·o d·1 Cc. 
t.tmnt!.• ,ç;o, ''(J r:r,::mdr• probl<'n,, - 
Anlonío (' ,1 los ; a visão eois 1, 
dualista e inlcrc>r-,·glonnlir; a de alunt 
constit intes que atuumn pensando mais em 
;; i e no hoje•, do que no toclo da soc! ()daclr 
brasil,·lra;, no ·rn1nnh";. T<:r:10!; d" p<nr;;,r 
cm rundamcn .nr o b~;;fro onra o P,is que é 
uma democracia organizada coa condiges de Iiber 
dos conmica para o cu desenvolvim nto'. 
lll MO D 
EVANGÉLICOS 
/1 bancacl, dos consLiLuinl.er; 11u,· prof,·.:.: 
snm o culto ,,v:.ingêlico conta com Lrinl'> ,. 
três inLer,r .• nLC's que, "Embora rt:pr<·c-,•n'rH( 
do regiões diferentes - de acordo com F­ 
ust.o Rocha (PFL,SP) - cs.tiici unidos a de­ 
fesa de condições rcnlisLns fJitf'i.l a rr,.-lho­ 
ria do bem cstàr' social, sem r:,di<'alisr.cos 
perLubadorcs ou retóricas discursivas que 
desviam a atençio do principal. Dcscj~mos 
uma Constiuiç:io que pres1.:1·vc o,; ideais d·• 
mocraticos, politicos e económicos, em " 
-respeito~ pessoa e~ famili,, com lib•·r­ 
dade de ser e de viver, usufruindo de se­ 
us idcnis éticos, morais e rellgiosos." 
Daqui pé,1 ..i frente a Cons Ll tu 1çáo devl!­ 
ria gar-anLir a felicidade de todos os br::., 
sileiros, do Oiapoque ao Chui. f.íagnífico­ 
Pais! Todos felizes lamentando a má sorte 
dos demais· irmãos terrestres, obrigados a 
sofrer e a Lrabalhar para poder gozar al - 
guma felicidade terrena. Aqui não. Em nome d 
"progressismo" ou de qualquer outra coisa 
de igual valor, alguns constituintes arro 
,. gararn-se o direit•o de decidir naquilo que 
o Criador, ou quem sabe a Natureza, teve 
vergonha de não interferir: decidiram que 
a Constituição deve garantir a felicidade. 
Vida, trabalho, alimentação, sa~de, laze~ 
não bastam. O homem, por ~estinação, deve 
ser feliz. Convencidos de que sua inteli­ 
géneia e engenhosidade são capazes de 
transformar em realidade os sonhos de to­ 
dos,os segmentos da sociedade e em todos 
os momentos da vida,'·os constituint:-es qu.::. 
Radicalism 
11
lr:oc nt ut 
entes, pars s 
Cü. 
Cronof ogia do o der 
(',•r.;i :, ra:-,:, ::;, i"plantaçao do ist: c1 
parlamentarista, a!uns analistas politi­ 
cos montar cu ronoi piu do poder ado- 
quado a ida! 
lcarç±dos na 
interesseiro 
" , C')!lC" 1 n ee ou 
, r· e.· o . !", v 1 ":: L n to 
J':" r, .to..; qup d< v,·!'!'1 .·r r 
"d'r•·i r.:i f')olÍ t.ic:,. Pt>l ·i r,•- 
ferida cronol ai, '·mos, i. 2 a 3 an105: 
verança e le e!ativo estadual; do 75 , 
4, leislu'to f ral • overno cstadu- 
al; de 4 ministério inclusive para 
o 1? ministro d. '5 u 65, senatori; e 
acima de 65 anos a Presidência Farlamenta 
ri S L:,. 
TI 
'ler.e i .:!a no i. ... t .. ori o. c!.:c s~as propo.s t..i1. "J..,-: v.-__:.~ .::; 
sisLa,,·". 'l csqu,..rja com-.:ça a d•:?st:nvolvt:r· il i:str::;.=­ 
tégia J. ;:;,poi.:ir •7.~ co .. stituiçâo o r...-.:.is sint~ti~a 
possÍvcl que pos a permitir a ampliação dos fns - 
tru:nentos legisladores e reguladores. Quando che­ 
gar o li'O.'nr,n:..o d!.: '"'Si..óbelec~r é1.3 ["Y'1e,f"~ oa Cc:--.s:.i­ 
tuição, a es:iu•-r'J,_,_ pr<::v;; qur, t•:·rá ca.'l'irho livre 
para i~;))r suas ·:S<.•s: 1?) porque pretende que co 
contin:::•·· vivor;;r-, ) ;i, :r'lio~·la sirr.ples paro. sua a­ 
prov:1-;ao; 2º) po jt;•.: os prin.cipais lideres rodera 
dos est::ir20 0nvotvidos e:n elcic.Ões · · · - 
C:-.ill": l C l pa.: S ... 
Prazo Fatal 
1 nc n~~· 1 
anára I- 
o prazo torta! para a aprovas da No- 
va Consti tuiç?;.J ~st· -· • 
• e a previsto para meados 
de nov1embro, no enL::nLo tudos os segi-rentos 
da Constituinc-• · e 
es.ao conscientes de que 
o prazo fcJ.tal > até o final d 5,1 
_ • --- '- e JU no ,aua'l- 
do ficarao clarii 	4 	• 
·++ cadas as forças de cada 
~egm:.:n. ~• r,, Primeira E,rande olenária ée 
c1scussao,do projeto constitucional. 
POSTO NACIONAL> 
. 	. 
FUNCIONÁ NÍ O EM,_ NOVAS E MOINER '­ 
-N,h§ JIN §_'J{..A.JLAÇOJE§: ÁJLC~ ,DJ[E sn, 
G~§OILJINA,JLA-WAGJEM DE CA.IUlOS 
Rua, Barão .. do- .Ladário SN 
fon_e: 439 ~ 1025 B,eJ.a .Vista_ MS

-PONTO OE VISTA- 
Ccbl 
vera na tvsldrit d 
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·•·······,·····•"1t., 	111,111 	. 
IJ. JÁ. 00 <2J' JRX> 
fl, m o C'lii;o 1 .,corr,·r••,rlJo con:..·•giJlu ., •gii- 
1 'H' O embalo do pessoal que apt ,r e• li r.J 1'· LI j - 
nina da Escola Generoso Ponce, 
i·c,r;un r,om·ntm, d•.: aJ,•pri;, ,, <r:1polp,·;r;::Ío 
·u·:i a i•nrot ao com a presença do '.'.nocp< , Fori';o 1· 
C:uca.ll;o !'Ob Ll n<cnhum H,tlfp'iirlho ... foi Ull !,UC(':!_ 
!,O totnl O evento para n erosão dos oranizadores 
d<.> nrmicÍ. 
A.Pi!BJlA /1 11 DI 
l'oi8 •··,pinlil no pique total o G·,uchlnho 
ELTON ensinando para a g; l'Ol "r:h tb Cicl,•i,. Sorri.;o 
a maneira mais divertida de dançar discotequ. 
!.1gu1• 139 - l?tt:J ,. ful, cem H,tc!io Tc>st.:? 
inscr-·va-s,· ainda hoje. 
CIIAPI.lll F. R O C I O N O U 
Apar,aré,Jll-se as lu 
z•·s,0 novãnentc vi ne 
surgir o "tenomneno",di 
nnle de nós t'lf' se en-=: 
contrava parado;então 
[lc'rcebc'rros que o pai 
do Carli t.os: CHARLES 
CI IAPLI N es Lava personi 
: i c ado no r,aro t.i rho E..!_ 
t.on Silva .Fem.,ndcs. 
Sinc-cr.:r1>:nle foi 
um :;prcscnt::iç?io qu,' 
t 1.:VC' un acontecimren to 
dlfc ".'nlc·. Cllapl in ,An.'.l 
Carolina e a Miss Ekny 
i-lip,Jiarino ... foran os 
dcst;:iqucs do d»sfile. 
Palma:; p.'.lr::i !•!JRCOS 
LRIS incansável onzani 
zador:"Etu cansado,é lr.l monte de Lrabalho. :.m:tS 
valeu a !)('na,eslou mui to feliz" ,disse LÓris ,}inda 
rnostrnndo sinais de cansaço no encerra.Tento do 
evento. A Sr~ Rita os parabéns pelo sucesso.e es­ 
pera110s un outro.brilhante desfile. 
Participara~ do desfile os manequins: 
Denise - Flavio - Regian;:i - Eder Moraes - Rosan!?f_ 
la - Nelson Areco - Gislaine - Ana Carolina - Li­ 
diane - Rosana - Daiane - Vanuci - Patrícia - Di­ 
f'.ha - Luiz Pericles - Maikon - Puruca - Crlsli.J..'1<.' 
Andréa - Ma'leca . 
FESTIIL. OE FÉRIAS 
Jrá acontecer nesta sc•xta-frir:i no Grib.MlO 
Pmso RUFH:O, o l ~ rcs:..i val re Fé:-ias, prxxno.; ";o de 
Anrondo '-' Li lt.: (Voc0 e· os recados da RBV). • 
O festiv::il cvntará cem a apresE:ntação do 
cantor da MPB - ~'"'-"''" Pivcta,ccm quatro comµac­ 
tos de sucessos gravados.O evento 1.a.-nbém contará 
ccn a apresentaç?io do praLa da cas~ de·da'1Ç;:is 
guÚchas,além do 8a.i IP co:r, o anilr_qção do Conjunto· 
THE WINTER 87. 
•Haverá reca.dinhos :,.r:ioro:-.os ... no intervalo 
-Recadinhos- 
!,<lA:IJo {t;u V .per-·,ro • ,!.<!r ... ,., 
"Quando a v,•jo qu• rido,sinto meu cor -; vil r t, 
por Isso Juruis meu bem deixa e! d· ' . 1!''. 
DE :Ma.rl, y -------------------------------------- 
PAHA: lbndl 
"Cada dia qu passa,voc ct 1 j .. ~ 
11ln". Dr: ,.C 
PARA:As Panteras do Ester Silva (Márcia - Catali 
na - M'Arley - Eser - Sandra - Lucimar Vania­ 
H.::::11CJna. - Diana - Flnlne) 
"Vocês estão arrasando a nossa escola,: abiam ra 
Cif'hns!" DE:Garotos da Rua 
PARA: 13e 1 
"O anor que sinto por você é que nem o avanhecer 
L:.Ío boni ti nho ! " DE: Huhens 
1 'AflJ: osi lene 
"Você- pocJ~ sc>r timirl ... r!'....S n:io -,nlo,s..,n:io v:>­ 
cê arrasa com rrru coroçÕO!" DE:AlV.ür 
-------------------------------------------- 
PARA: Terezinha (Joaquim f.lurtirillo) 
"A•loro Sc:U j,•ilo de ser.você: COrl:':(','UÍU ocupar tg 
chs os lílt'll!" eFpaços V,'17.io.:;". DE: G'.1Uchlnho Fl lrC'I 
----------------------------------------------- 
PARA:Galera da Baixada Flunin r.sc· 
"Etou comn saudades ds nossas baun;as,nio 
c::~.qu1.:ç.::.:n _ l~L _r11im". _ Dr : HÔ 	_ 
PARA:.A;mri lcl0 
"Te conhc:ce r foi melhor coisa do 87. '!oc': r, cs- 
peci.::tl ! "_DE: Esrer;.mç;; 	_ 
P,RI: PÓca 
"o consio te esquecer desde o cn.!n-.v:11. Voe~ 
rr.e rna.rcou de· u;r.a man1; ira es trn...'1h3 ...1s ostcsa'' 
DE:Kiki 
?;RJ:,
1
ov,·ns ílc'l;ivistenses 
"Veos acordar pessoal,acho que ja est na hora 
de_ t..corr.;:,.:i:1.,ar a cvol uçào
11 
• DE:: r-1cduza _ 
PAR/:Jorgt.: 
"A esperança é a Últim.:i que rrorrc,m3s a prür.·,ira 
que_ nasce"._ DE :~:nnequin 	_ 
PARA:Manir.ho Ede!"' 
"Eu te cha110 de maninho,pois somos "-'~i;:;os.:•las c~ 
mo gostaria de te cor."1ecer para te- ch.J."r.m- de meu 
m10r". DE: C.M.A 
PAR, :Alberto 
"Seja sempre assim, 1 i­ 
vrc sem p rcconc" i tos. 
Assim Le cor.heci e as­ 
sim te a·,.orei J .indo". 
DE: f.i.C 
r ,f'  :Caio (T. Frcntcir.:i.) 
"V~ Sf! l rgn L1r.! pouco 
as cadcaturas e pensa 
SÓ 1:n pouquinho em mim 
sou fX'quc•nin:1,w.as te 
aro!" DE: ,.B (Coelhi­ 
r-Ju) 
"Eu 
de C'SLO 
violência' 
--0uf=.'Tl SOU 
•. ,·fi~~ ,•-~· 
.És ' 
k - ~ 	•:~.~• 
- - 
e 
' 
lf 
1 
Rc,;no 
DE: :i t-or G-0::::es Dias 
"SECOS e t-1OLHADOS - FRIOS em GERAL" 
Nercado Pioneiro o preferido da City 
na Avenida ?ila.d ?.etµá n2 985 - :m::'l'i:','.) 
Espaço Li 
,i 
,  
L A !: C fl O ;; F T J-: 
?.::.r.::.kY:c::; GHfmo PE!,PO r,,if 1·; 
Ihnt 1dí ·ia. 
N DE 
1,L ... 
. , • • ' l 1 • ,. 
I O 
lha i pnt • • . t .. ta pit' : . 1r» G; MI I f-J; .. 
Ffr Ir. t.r oracional 1 :r c.t ... .r1 , 1 
11 r .1 L ..11 ·ru· 
o uraço da Cidade Sorri o. 
A LAUCH'VETE orvirà p!zza: ,vodka:,' rtIni, 
:.::tJCC!), ;x.,. Õt.,:; ... f',--. 1 m, bi :t 7 ' .:;o 
is cur'inn- .:i •ioi.3,ou f''J.J•,"1 dr "'i")ttZl 
u3 í!..'7' ! , ·o::; e curtir ... , 1-':l ~;..,,.;", JL.b i n • • . F ' •• ~ r " .. t o 
l:- ""':.
1
•r1dir:-!t:1:..v i rs..rD.li7.n.;o e• ► .. ~...1 t 1cr1r:;.ro .. 
Ar no {a;vi. .cur.cor da :·. ,d.iv be­ 
la. Vista,ccr.pletou 21 Q!li:-.h:is nesta quarta,8/7. 
Loro nossos voLos d-, felicic!ad-:::s! 
ce 2ela Vis:::a - ~a 15 
êe 
sua visita. 
F'AL:': COM A 
pelo ::.ele.f"<D.:-i.e: 
agt.:arJa a 
439 - 1022 
% 
c-;NTER 
+ ) .. 
"PREÇOS C O G é: L / D O S 
• • • LA vo:::s ::r:co:1TRA: 
+++ CALCAS JEANS +++ FITAS (Elton ohn,D.Sraits) 
D:scos (Si~one,Mora~s ~oreira,Zero ... ) 
Sobres nosso aror de onze (Romance) 
-ackues Cousteau Documentário sobre a Amazôn..a) 
! ! li

IJ o C O ,, E " T /1. n » 0 
li.E fÇOF.:!; 08 
A1nd e coa, 57 i na hora,mas to­ 
do: comentam... a eleições 88, para Pre-­ 
feito Municipal de Bela Vista. Mui en­ 
te não quer falar de eleições apora, mas 
fala- a é a rc·.,pr 1 o rl,.1 proi•ropncii.o de 
mr,ntl ,  oll. 
H::STÁ IA l!OrtA SI • 
Entendemos que o debae pltlco nem - 
pre deve existir e a formação de quadros 
político Inicia-se pelo debate f)Ol tlco, 
e hoje mais do qur nuncn, (., preciso reno 
va;ão nos quadros. TRIBUNA DA FRONTEIRA , 
no decorrer de lú nos de circulaçao em 
Bela Vista e reido, lançou e; formou dl­ 
vl'rnor; polÍUcos. Se algumns vez s erra­ 
mos, no geral acertamos mais, há muto po 
lítico "por ai" que deve a sua. corrcira, 
direta ou indiretamente, /l 'rf. E vamos n 
pnr i r de ap;ora, a.p'cnnr de sei· mui Lo c, - 
do, lançar novos valores e for alecer os 
Jn cxlstcnlos e que merecem espaços no 
jo nal ( e no c'omunidade). 
OXES EH EVIDÊNCIA 
Em nossa cidade ha varies nomes cm cv! 
d~ncin, Edson Medeiros de Mornes (PTB);I! 
defonso Pinheiro (PMDB); Fernando Jorge 
dr Barros (PMDB); Ricardo de Souza Rosa 
(PTB); Cássio Acioli (PFL); ~vilásio Ni - 
ronda (PMDB); Rubens Rodriuss (PFL), Hor 
c~ncio Capil~ Escobar- (ainda sem partido), 
Carlos Alb('l'O:-Ocariz (PFL). SaÕ nomes res­ 
pei tveis, daqui provavelmente sairão dois 
ou cr&s cnndldntos (n prcfrito e vice). 
•• 
r.l de Bel vist esta de n nas lia - 
das, pron o para trabalhar, mas sozinho, 
sempre é mais difícil, Max espera a cola 
boração de Idéias para tornar a nossa As 
soci ação mais dinâmica. 
OORÉ 
r- o nosso amigo BORÉ ·ativando a sua 
empresa ligada a SEMENTES de pastagens • 
Ao Boré sucessos e muitas, muitas vendas. 
CASA OVA 
o ifonucl, da Casa Nova, informando _q/ 
r('c;cbru novo cs oque de presentes, tudo 
u preço de fÓbrlca e com a radiçc,o do 
Casa Nova. 
GERENTES- 
NA FOTO ACIMA O PREFEITO ABRAÃO AO LADO 
DE ILDEFONSO PINHEIRO - UM DOS PROVÁVEIS 
CANDIDATOS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES. 
POLÍTICA À PARTE 
No momento enfoque especial para a rea 
lização de mais uma exposição agropecuá: 
ria, e novamente Bela Vista se une para 
realizar a sua maior festa. União do Sin­ 
dicato Rural com Prefeitura e demais enti 
dades, tudo para o bem de Bela Vista. Es­ 
peramos sucesso absoluto. 
OOB!ERWRA co:-,.1?LE'i'A 
E a TRIBUNA DA· FRONTEIRA estará cobrin 
do o evento com uma equipe dinâmica, nos­ 
sos repórteres UBALDJINO E LUIZ HENRIQUE 
estarão lá, na linha de frente. 
Enr oçtue P.P .. 
3CV:. CHURRASCARIA 
E a empresária Ana Rocha de Oliveira 
leia-se MAK'S RESTAURANTE, com o seu fi 
lho Ma.x de Oliveira, inaugurando uma nova 
e moderna churrascaria, que atenderá dia 
e noite durante a Expobel, ~om música e 
aquele àtendimento personalizado. 
FALANDO ER AX 
o jovem empresário, Presidente da Assc­ 
ciação. Comercial, Industriai e Agro Pasto- 
AO CENTRO O DINÂt-lICO BRÁS, GEnEIITE DO 
BANCO DO BRASIL EM NOSSA CIDADE. 
E o Banco do Brasil ganhando de gole 
da em Bela Vista, o Gerente Brás e equi­ 
pe, que tem a Elza, Carlos, Edson, Gari­ 
baldi, Izilda e tantos outros, mostrando 
que nos tempos dificeis é que se conhece 
as grandes empresas (e bancos). O Rober­ 
to, da Caixa, ali, lado a lado, também 
procurando resolver problemas; e o ·Epa~! 
nondas, do Bamerindus, procurando ocupar 
espaços. Quapto ao Bradesco, ainda algu­ 
mas reclamações, mas o Isaac cumpre or - 
dens. Não é mesmo? 
CUIBES 
O Grêmio (pra quem nao sabe, sou gre­ 
mista há dezessete anos), com o Maria 
Vargas, promovendo o baile de encerramen 
to da Expobel, com a presença de Jane e 
Herondi. O Belavistense, dia 18, promove 
ra o Baile de abertura. 
NA FOTO ACIMA O PRESIDENTE DO GRÊiUO ?E­ 
DRO RUFINO MARIO VARGAS E ESPOSA SÔNIA. 
COJWITE. 
Estou aguardando o convite do sessenta 
para o churrasco e as fotos das reformas 
feitas no clube. 
Aos sessentinos parabéns pelà dedica­ 
çao e conservação de sua séde sôcial. 
- OPINIIO 
porla, ,-crll 1 
uma "ac 1d! •J 
to.para Jard 
mou num desafo 
ança Democrática 
blem de B la '1:·tn 
o". reta conjunt 
tense, fala escr 
dr- manrira obj ·iv , 
a no ser o ele ·,gil 1 zru' o 
desenvolvi~ n Jrtn. 	. 
A verdade é uma só e· o scu contr rio 
a mentira. E verdade é que Bela Vista 
nível de comércio e indastr a parou no ter 
po. Sabemos que a nossa economia e e - 
falmene pecuária e se a pecuaria vai_ l 
os demais setores acompanham essa tenaen- 
cia. 
Mas algo precisa ser feito. 
Pontn Porõ. esta conseguindo a 
- 
z.0n 
franca, Bela Vista permanece a espera, al­ 
vcz de um nilagr~. 
Antes de inlc iarmos urna campanln. de 
conscicntização, lembramos que a TF, há 
questão de dois anos, iniciou a ~;éric "IT)f' 
IAS PARA O .DESENVOLVIMENTO DE BELA VISTA', 
na verdade a rc·sposta ao chmnamcnLo foi 
muito pequena. Mas continuamos otimistas o 
acreditando no progresso de nossa cidade e 
por acreditarnos é que lançamos hoje um no 
vo repto. Que tal unirmos todas as classes 
produtoras, profissionais liberais, rmpre­ 
sários, comerciantes, iMdustriais. etc.etc 
e formarmos um Conselho de Desenvolvimento 
Co_muni tário ( idéia também lançadél. por cstr: 
jornal) procurando alte,nativas para o nos 
so desenvolvimento? 
Aos que antes de lançarem idéias, criti 
carem D nosso propbsito, lembro que hoje 
temos menos de 10 empresas cm 3ela VisLa 
de porte médio, o restante são pequenas 
firmas. Então pergunto: Como gerar cmprc - 
gos e riquezas se o proprio comercio nao 
oferece perspectivas? 
É preêiso sacudir Bela Vista, com idéi­ 
as, projetos novos, esquecer um pouco as 
divergências politicas e pensar na cidade 
como um todo. É preciso despertar a comuni 
dade, não ter medo de errar, de sonhar, dc 
fazer. Sim, precisamos mais de fazedores 
do que de oradores, estamos r.o tempo e na 
época da atividade. É hora de despertar 
TRIBUNA DA FRONTEIRA está aberta aos que 
lutam pelo progresso, aos que defendem a 
Bela Vista cidade boa para se morar e tam­ 
bém PARA SE TRABALHAR. 
Contamos com você, vamos iniciar hoje~ 
ma caminhada, tranquila, mas firme, espera 
mos a sua colaboração, com idéias, criti = 
cas e sugestões, Bela Vista pr,ecisa c.:e 
CONSTRUTORES, de gente que acredita e que, 
diáriamente, vivem uma vida de missão e de 
trabalho. VAMOS À LUTA. 
Brasileiros e 
rasileiras, o Bra _ 
sil Precisa de voces, 
o PLANO BRESSER vai 
dar certo ... Se não 
der, óéooóóóóó .. 
;----,--r- 
,per a;,

lP S(" 	for i"peso.] (1 .. 
J 
F [ 00 ill 
1 
o o 
D 
• 
tu.a 1 
CULTOR 
A 111 '.·,r l 
do apureimen to 
gnnct 11, ,. ·tJ •, 
tortuoso por que pi 
dir,t; d<' lloJr•,con. c-r•. ••n 
rorn1inic1,,,õ, n.l'or vul a d 
prl r11· Ira máquina 
caminhos i nt, rrr,I ni-.v, 1 r; par 
e a propaeandt.1. Em l ? ? , por· J n • <' rr·,;.,J 1 r, cJ• 
um nrupo in eressado em impresso,é mon a 
dn e lnnçndo • prPcl ·1çno pÚbl lr: 1 o Lri 
rnnJ ro jornal :o "~J"l kly ll•·w:" (ilot 1rJ ,., d., 
Scmnn;,), nos Fs ados Unido.;, no qual Já 
delineavam os primeiros passos do propa t 
da,'Temos no icias de que a primeira agén - 
eia d• propognnd,1 foJ criada em 1849,ainda vend dor. Too 
noa Estudoa Unidoa. 
Po::;tcriorrn nLe,pPlos idoc ele l!J?O,é- c·r,r prador· 1.· 
criodu a prirnciru s .ação de rádio trans - Jnl• f'' ~s , 1,• , j, ; 1 • 
missão(nos Estados Unidos,ainda), tendo Atenção despertada traves na 
programas curtos,diários,bastante diversos conhecimento de qualquer pr· duto, por qua 
uns dos outros.o prorvsso .ecnotótco p- ------_-l '_ 
acarretou o aumento da potência nas trans­ 
missÕc>s,dnndo oport.unidad,· a outro.; povo..; 
de tornbém Lornnr!'m conlwcimcnLo dw,; noti 
elas da época.Parn rn1iltos au orc•s,public1- 
dade e propaganda ipnificam a mesm coi - 
sn,islo é.possuem uro1a concl'iluac;;Ío comum. 
Para outros autor, s , n pub l l e J dadv • ',, 1w. 
senlido bem diverso elo sr•ntido qu(' :;e d:1 
à propaganda, c>rnbora a <1 i rc r1·nç,1 nrio l.c•nl!:, 
influência alguma na p,·ofissão.rar·,J os S"­ 
gundos,por exemplo, nn prrpagnnda o aulor 
da maté-rL.1 é desconhecido, não se encontr·:, 
presente e, na publicidocl,•,a l'onlt· f'l'ra<lo­ 
ra é, clara,perfeitamente determinada 
impresso. 
Empresa alguma pode dispensar a uL1li­ 
zação do propognnc!a,pois ,'xist..,rn as ,·mpr"­ 
sas concorrentes com as quais eleve dispL­ 
tnr a preferência do publico consumidor,ou 
seja, cio mercado.Seu sucesso depende de 
uma propaganda bc~ diririda, quL s· utili­ 
ze dos diversos ve.Í.culos dt• com11nicnçÕ,•s.1 
definição mais lÓpicá •k pror.,ga!"lda ~ n <h 
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OE BElA VISTA l C>.1110 GRANO NOTURNO 23 00 
OC OI.LA V,SlA l P l'ORÃ • 6'00 • ()2 00 • 16 00 hs 
0C SélA V STA l OOUAADOS • 6 00 ti~ tm Alfl N,O .IOÃ0 M.l 
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<!;:":RF.1,7E: GJ LSOfi SJ LV/1 S/TITOS 
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ílua da República, 268 - Caixa Postal 23. 
Fone: (067) 439-1410 Sédo própria. 
.JOílíl/LIST/1 ílF:SPOTISÁVEL: IV/LDO PEHEiílA. 
Propricdnde do. 
ílEDE DSL/VISTEtíSE DE JOílií/1 IS LTDA. 
CGC-MF: 15.513.203/0001-59 
rnsr:. EST. 28.219.003-1. 
Registro no Cartório de Titulos e Documcr 
tos !19 35. 
FILIADO Ã fl□ílAJOílI E ADJORI = MS 
ílEPílESE!:TAÇÍÍO !IACIO!I/L: 
ílua Sexc de abril n? 282 - 5 Andar CJ.5 
fones:' (011) 255-2579 ou 255-3'192-São Pat.. 
lo - SP. 
/v. Presidente Vareas n9 590-119 Andar - 
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! 1 • n 
l) A 1pp. 
Chaplin Calçados e Detalhe's num ennn 
e lnn.11 Desfile exibiramn lindos calçados t 
modernos 'TraJ. 
A PR w0çÃo 
Que foi do Depto, Feminino da Acácia 
Branca, aconteceu no Grémio que contou 
com a presença de grande públ ico. 
A O!lC.AI. I,..IIÇÃO 
FoJ de Compnny rh0 Life, que d sf1lou 
na passarela as mr:uwc:ur; v1 ndas de.' Campo 
G,·undc: /ndrc:-n MPndonçn, /nd réa San Los e 
nis Gislaine. 
AS KMECAS IRIAS 
Pratn da cnsa:Carolina Melo de Souza 
Rosa, Rosana Melo, Dainne PalÚcio,Lidianc 
Melo Sá, Wanuci Kr·up,l'rson,PatrÍcia Ribas. 
Esparramando charme e elegância os m~ 
nequins:Regiann,Fl;vio, Puruca, Maikon,Ro­ 
sangela, Luis p;,ricles, Denise· (que também 
apresentou uma coreografia de dança), Di. - 
dinha, CristJane, Nelson e Eder Moracs. 
/ atraçio principal dessa Promoçio foi 
a presença na passnrela• da Miss MS/87, a 
gatissima Eleny Nigliorine, que pela sua 
graça e beleza foi muito aplàudida.Eleny 
na passarela foi acompanhada por um rapaz 
vestido de Chaplin bastante crriginall 
Parabéns aos organizadores dessa bont 
'n noiLP qu1! agi ou a socir y bel visten- 
A CASA D lóiiZADF. 
Estará no dia 16, promovendo um Chá: 
D0sr11u e BlnHO, no Clube Bclavls ensc o 
pnrLir das 19 horas. 
AS HOUPAS 
MoeculJnas e femininas a serem exibi 
das será de Marlza Modas e no bingo os 
pr·•~rnios: l li Lro wisky, l blusa, 1 jogo 
pPq.de lnox, 1 jogo xlcara, l TV.de quar­ 
to. 
:â0 PERCA 
Por apenas 200,00 o ingresso.você 
desfrutará de uma noitada de muita gente 
bonita, deliciosos salgadinhos,biscoitos, 
bolo e chá e um.animado bingo. Ingressos 
a venda pelos fones- 439-1410 ou 439-1063 
SÁ:.!AOO P.P. 
churrasquinho 
hmitenageados 
seus pais que 
O casal Gão e Tati ofereceram um 
para alguns amigos onde os 
eram: a Mlss MS/87. Eleny e 
foram hóspedes do casal. 
Eleny com sua simpatia, meiguice e beleza 
conquistou a todos que a conheceram. 
Prov~velmente, a teremos no baile do ani­ 
versario da cidade no pr6ximo dia 18 
no Belavistense. 
EilLACE 
INDUSlíllfl E COM[RCIO • S[RHASUl UD~ 
f abritaAte ,e P ALLETS {Estrado) 
Qualidade acima de.-Tudo , 
Com Melhores Preços e Condições de Mercado 
r ohricomos: Pallets - em joloha . (onofistolo : Perobá e 
1 "ado para empilhar caixas,sa 
eos, ta'Ti:>ores, rolos de 1x1[xii.- 
3 
U~ado para enpilhar o mesmo 
. po de mercadoria. 
----------.1111 
2 
Pe.rmite ·a entrada dos garfos 
da épiinadeira de 4 1ados. 
4 
O máximo em economia: usado co 
' mo os outros estrados. 
_De Elizete, fi - 
lha de Alfredo e AnÍ 
sia 
' riey 
lo 
Loureiro e Mau 
filho de Pau 
e Jconninha O r- 
[uld 
lo. 
7AXIS 
l 1 
da 
ALÔ ... AU-; PCLÍCf.A 
r veriam fazer 
so,._; pr·Jnr•ip;l·.en·, n,· 
Escolas,p ra vitar f os 
reram esta s mat 1 n • L.,c. Jo quim Mut 
nho onde alunos rocaram sopapo. e o 
pior; estavam armados.Por pouco r,O.íl .. e, r,- 
ece uma rgédia.Também jovens que fre- 
quen am clubes adentran os mesmo r:a - 
dos.Se a policia está nas imediações,n 
inicio da festa e no final ja evita mui­ 
to tiroteio.A policia deveri agir com 
mais rigor (revistar mesmo) nes.és dias 
de festas! 
Ganham do Presid.do Sindicato staclo­ 
narncn o • cobertu ra no Parque de Expos i - 
. - 
;0es, com o proposito de melhor atenderem 
os usuarios. 
Do Primavera I esta sendo fito cm 
mutirão pelos r.ioradores q/ lt:'.TI como incenti­ 
vador e csp. Pc.i3ento, 1·ne1.::nht·Jro !Jr. Ri­ 
ca,·do Rosa e coordenador João Edmundo 
Bazzano, Ludo cm convênio com B Prefcit~ 
ra.A Igreja ta~,bém está ajudanao finan 
ceiramc:ntc. 
"Falta é democracia neste pais: a que temos 
é pouca,mal dá para a gente respirar e espernear. 
Espemeio:os polilicos já falara:n demais sobre a 
nossa crise. Curr.pre-lhes, azora, resolvê-la". 
(Félix ge Athayde, jornalista). 
Gfb· 1 N D U S T RI A E COM E R C I O S ERRAS U l l T D A. 
~didos: pelos Fones (167)439-129& e 439-1016 • 
lua la lepiblica, 100 - :: _Cep 11210 - ela 'isa-#$. 
. - 
DE: 
Pediatria Clínicà. e 
I LDE F o n s o 
f R ~ - SP. 42731 
CONSIJLTÕRIO: RuA ílr.. 
FONE: 251-1957 
F. D OS 
AR COELHO 
URGÊNCIA~: HOSPITAL MARECHAL 
J A R D l ~ - N A T o 
DE 
ÜLIVEIRA, 
251-l755 (RESIDÊNCIA) 
RONDON- - FO'.E- 251-1131 
G R O S S O D O S U l 
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