j J .li 1&· EXPOBEL - MUITI EMOCAO EM BELA VISTI Produtores Rurais, Empresários e Comerciantes stã • 1 r. Convtrnnndo on com o Preidon <· S1nrllc11t..o Hurul , m rJo rJ,, !l(•ln Vir;tn, Edson Me deiros de Moraes,ele informou que "pela VinLn e Lodn n rcgl­ io ~stb vibrando rom a realização da 16 EXPOBEL, n molor rx­ posiçio do inLel'ior·'! Para Edson Moraes "até agora ª" pcrs - pcc tivas siio an i Ili 'leio ras, pols já confir: mamos as reservas de quase todos os pavi­ lhões e argolas, no tocante a barracas e lotes, acontece o mesmo, e isto é moti vo dr muita aleria, po ls e a pr i rr. . r vez que acontec •". oraes diss bém que. •·, 1.1 n,, 1.,, Vl..;Ln o·, pro•lu ore., ·,n r·u ra i:;, come t·~ i 1,n - e3 e Pmprc:,nrto.: ''D iio eufórico.;, L'd vez ~ .... Ja < !";la a ,,:-1._!. or exposição lia ~ , , :::oncurso de Miss Brasil R'I?. ELENY: Fiquei en':. as do. TF: Quunto an..? F:i.fd':': Tcnht) i ó .:.mos. • > ou° cê acha da Amizade? ~l~~Y: A amizade para mim, é outra coi­ sa que faz parte da vida. TF: O que é mais importanLe em sua vi - da? ELEllY: Para r.iim o rr ;,is importante é a minha f3mÍliü.. TF: O que você acha da sua mãe? ELENY: Minha mãe é minha melhor ami~a. me dá conselhos; é para ela que sempre pergunto sobre alguma coisa ... TF': E o seu pai.? ELENY: Papai também é um grande amigo , soe um pouco ciumento. TF: O que o Chaplin repre-enta em s a vida? ELENY: Ele é uma gracinha! Eleny Miglioine demons rou seu carinho Tribuna da Fronteira, ser. o simpatica e cor ia 1 com nossa rrport.3.ge- . ·, r ravbs de u­ ma dedicaco. Veja em Canal Livre.PÁG.05 • ../ / s . I Conversa"ldo com diversas pessoas belavistenses na os ou aéotivos, isto não i::porta, sen::imos que Bela Vista precisa de: 1..:.-:ia "sacudida". T,c;!""'OS o pro ble:na do asfa1 to pa::-a i'"'Cl.L-: o? e..::S:: -_<;~'alto s'"e tra'""Sfo • num desaf o para as lideranças da Ali ariça e=r· :ica em Bela v·sta. Mas o proble.-na d; Bela v·s n:io é "apenas" o asfalto, e nesta con- . ji.:ntura a Ii·?HEl'SA bclavistense, falada e escri _ ta, deve participar de mar.eira objetiva, sem ou cros inte:-esses a não ser o de agilizar o nosso processo desenvolvir.-en isca. EIA E"PEDRO PEREIRA'A PÁGINA 06. CONDICIONANTES BRIZOLISTAS •IJ p,1rll1ln,n !•D!, • • t J Vt J C)CHITAS FISCAIS'E CONTÁBEIS Vanderley Cassaroti- CRO/MT 3.857 AV. Eugênio Penzo. 570 Ao lado da ExRtoria) CEP: 79910 Affi'OlHO JOÃO -;.s CAIXA --fOSYAI~ 23 • .. • f 1 , 1 , ' pror,r r• ..... - !'I,H rJ :t , ,, ; ll" ! tl , ) r., ~ ! T , f•CI·, [i/' rJr1 lj, • las "progress1s 1 a," do P'lfJ ! l'fJH. t·0n i!.;r,v f·, r,, um1.1 1,n.p l 11 (' rt. n e popular, vis,n- do a uma ll,HlC,,d J i'<'rJ,, 1 a] ro r• ,. , e par ir daí, chegar a primeiro- minis- . rc; in' rnac!or • ! c1 1,; i e t a (V.ar 1 e; • •; .! r .. , Fell l i •• • tr em mir com,-- plr• .nr o seu ·:'- quema Rlo e N9 197 qu noj • Hio GC'r.r:rJn <10 Gul, cvn são 1 ·,ulo (l'1-Lula) e p,.. r n.:t-r,buco ( Pr DB - Ar-racs). ie d v o e a e ia DbUTOH CARLOS A. NiZARI BORGE::i I CAUSAS CÍVEIS ~ CRIMINAIS. RUA': 15 DE l':O E»mRO - 170 - 'i'Ed.EFOME- 439-1382 -.----·· Advogada.s VD.J:IA DA SILVA E 'DIA L TINVQ0O_ Causu Civeis e Criminait, Trabalhista. Direito de F'a±fl, T'erras e lnvcnt6rios- . '-- Rua CuiaM .S/N - Fone: (067) '3!H200 CEP: 79260 BELA VISTA MS Ronei·-Silva F u c"h s ADVOGADO ..... c.USAS CIVEIS E OUIDNAJS , .. Rua Victorio Penzo 5«', - 1-'onc: 435-1203 CEP:•iOOi0 .NTONI0 JOÃO MS e i r u r o i ã o o e n t _i s t a OOLTOR LAUCIDIO VALDE7. DE BARROS CRO 3to/HS - Conaultório: Rua llal. Rondon S/N - Fone: 25t-17:i7 leaidêcia: Av. Cel. Camisão 109 - Fone: 2511224 .... IARDIM ...,. YS l lia IS/7 _- S,Í B,IJO Ivo Hras- ertos OE«l «da 1' FXPODFL Ir:t, Hera«. [tearento do« Pvilhe: Naional, Ftsda«', h{tunicipal e do Parauwi I1 H,«. Vi«it ao Par«que de Fposie« 11:00 llm,,, • lo om os autoridades e conila«dos no Clul e do La,,, ort«is do Prefeito Abrao Zari« 17·fl0 11.,,,,. HJflJ' 1101 l'l•ltl llur, .Releio letra ioral t I nor,, M JlCA ll()) 22w Moras [tale de Mhetur 4 f(• f"}1'()11 J.. C' f"UI C'f"ff,f'nwr1t<,iO ao •niVt"r"I.Ít11) ,f.,. Hrb 'i-.t, un ( lul,.- 1:...-purti,·n U, l11d"l<"nSr I 1 ,wj,. 1.,,,r,lt• l 1110) IJi., 1 1 > í • 1>0,'11:'CO tu uo flori«.Abertura do baque 17:IJII 11 .. ,,., - f"()()'J' HUI 111:JO llr•rn, Rodeio lutaionl. Slonu« «de louradas i::-r11 11 .. ,.:'I - ale Soial no Chale do Laço (.' u.,ile i)'opul.ir na Barr1H;'.I de, PrnnJI.-' Ili., W/7. Sl'GIINOA l· t:IIU t+,7 Horas • Abertur do D'arque il'l.1111 11,,,~, • 1) ... ,f,lr em omrmor«Mo ao onerário da idade a ru llarfo «do Lad+rio tom presença de autoridade« «e rondado 12) HLrs - L.rala to I' Hall, tlipieo r frente 3o pso Municipal 1,:00 l l11r•• • l ou I BOI • p..,rti~'II Al ... •,lu,c ('Jrl Comc-rnorJI 'io ll'l :n1t't• .:Hm : E . ,._ ,i 30--!30 ELA VISTA MATO GROSSO !» ST, f 1 Brasil perde para o Paraguai no Volei u J ·c, l ' , , ; , f arte +, ra o br 1lei •'O . . • / tJOI J1vuu '1 rJ, 1 '1\lr t· •lll Vinl I llf,••ill p r-l,;,cont,·c<..u Lm nini:". t.o:.;o d ... ful1·bol de !.;al?io rn !'! a, equl 1.x·s d l ídiV e n Escolr1 Eslc·r :;i lva,f;<:ndo qu.• o:; g.:u-uL111ho.; d:i. c;,t:.J,S HÓd o venceram por 7 a 4 surpreendendo os presen- O domln;,v te9,O3 olgdRádlo foram marcados por LIle (3) apresentação de ah.agi « • o« _ ... _ "-" ... - . ,L .. _;-,- . =-z...~ .. ,. , _ ; 1 • '> , , r e 1 l r• Primei?e uther a saltar terntc. ira tarpr s amt os •:;xct doe, • ltn Livr., e domingo • al r do avi 180 d r: do :"r. 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E fEsta ONTEIRI TF a CD O POVO DO BRASIL PAR4 BISOL JJ .J tJ I } i! , t• 1 .ior J, ! fJ } I , 1 1. O~ .1 ' ili' r r.or.' /tJ111 ri11n.i cc,nt r· r·I n. /IJ 01·ri r::· o o de Imíprantes que movimentos de critica ont rr, o c·,,w·, 11,, J • "pc,vo do Brasil" definido por Bisol. ur d o ! , , 11 ri I d o r , e· r ;I " p ove, ,·, <· o II L 1 ' u ido p :_ lo., n ,.,ciclo!: no Ili ,l!Hl; pc lu, n,, ·c-idt ,; r. l , . tranpeiro rlC' pai brasileiro ou mie bra ·1 leira, desde que qualquer deles esteja serviço do Pais; pelos nascidos no estran­ rr1 l ro, cJ,, pai:, h,·nall"J ro ou m:'í, bi:a•,11• i­ ra, dede que registrados em repr iça0 competente, ou desde que V( nll/JIO n r SI cl 1 r no Brasil antes dn rnnlorltl.1de e, ilc·inçnda esta, op Lem pc lo noc l onal i brasi l I l r·n <·m ri"unlqucr L,·mpo; pelo:; bra:;11,•lr·o:.; nalu- 1·ul lzados. Segundo o jorn,il i .; La porLupu~·s, A. Gom s da Costa (do jornal 11 /1 Critica" , de> Mannu:i): "vi vemos, como Lnn Los ou Lroc , portuuêses, italianos, Japoneses, alemães s Í ri os, cspanhÓ1 s, e t.c, há dezenas de anos nesLo Lerra; crPscemos P e~luclamos aqui Lemos filhos· t• esposas brns ileiras, L raba- 1 hamos, lutamos e invPsLimos e eJ~ que ªP2 rec•-nos o senador Disol, de vara na mão , como se estivesse a separar o gndo nns co­ xilhas do Rio GranUe e, inexorável a scn­ Lença, aponLa-nos: "est.t.!s pertcnct•r~ .10 po­ ·'o do Pnil• vós no'' Democratização DA INFORMACÃO Aroldo de Oliveira (PFL-RJ) Lem sido um dos mais combativos consLiLuintes na defe­ sa da não estatização dos.meios de comuni­ cação so'cial, contrário à tese da formaçiio de conselhos editoriais na área ele jorna - lismo, em veicules impressos ou cm veicu - los eletrônicos. No seu entendimcnLo, a b~ se da democracia se fundamenta na educaçã0 e na formação da sociedade através da mul­ Liplicidade de ldéias e de opiniões livre­ mente circuladas. A concessão pelo governo para o uso de eahais de rádio e televisões tem justiflcall v·a no espectro de frequên - eia que deve ser preservado, mas a cassa - ção ou a não renovação desLas concessões somente podem ser.decididas por ato judi - cial, não por ato ditatoriai de um gover - nante, levado por razões de preferências pessoais ou de simp~tias políticas. ·o ··-~ovo~--- MIL·n-- .R : A Seguridade Nacional Eis o nome novo para todos os males so­ ciais do Brasil: seguridade nacional·. Se - gundo alguns constituintes eleitos peio po vo, tudo estaria.garantido: desemprego - doença, baixos salários, transportes defi­ citários, frio excessivo, secacenchentcs, tufões e ventanias. Haveria sempre o solu- 11 n t ( l 1 •~ :i t, t .. ~ t 1. ,r r r, 1 rl 'l"I f j t • l lt f " ri mais trabalho, depois, us itrumn n'os .ais prl,1 Coni llUH,-o". 1-.S' lo do dr puU11Jo f•d••1·al AnLi;n,o Rr-,·glonnlir; a de alunt constit intes que atuumn pensando mais em ;; i e no hoje•, do que no toclo da soc! ()daclr brasil,·lra;, no ·rn1nnh";. T<:r:10!; d" p ,. três inLer,r .• nLC's que, "Embora rt:pr<·c-,•n'rH( do regiões diferentes - de acordo com F­ ust.o Rocha (PFL,SP) - cs.tiici unidos a de­ fesa de condições rcnlisLns fJitf'i.l a rr,.-lho­ ria do bem cstàr' social, sem r:,di<'alisr.cos perLubadorcs ou retóricas discursivas que desviam a atençio do principal. Dcscj~mos uma Constiuiç:io que pres1.:1·vc o,; ideais d·• mocraticos, politicos e económicos, em " -respeito~ pessoa e~ famili,, com lib•·r­ dade de ser e de viver, usufruindo de se­ us idcnis éticos, morais e rellgiosos." Daqui pé,1 ..i frente a Cons Ll tu 1çáo devl!­ ria gar-anLir a felicidade de todos os br::., sileiros, do Oiapoque ao Chui. f.íagnífico­ Pais! Todos felizes lamentando a má sorte dos demais· irmãos terrestres, obrigados a sofrer e a Lrabalhar para poder gozar al - guma felicidade terrena. Aqui não. Em nome d "progressismo" ou de qualquer outra coisa de igual valor, alguns constituintes arro ,. gararn-se o direit•o de decidir naquilo que o Criador, ou quem sabe a Natureza, teve vergonha de não interferir: decidiram que a Constituição deve garantir a felicidade. Vida, trabalho, alimentação, sa~de, laze~ não bastam. O homem, por ~estinação, deve ser feliz. Convencidos de que sua inteli­ géneia e engenhosidade são capazes de transformar em realidade os sonhos de to­ dos,os segmentos da sociedade e em todos os momentos da vida,'·os constituint:-es qu.::. Radicalism 11 lr:oc nt ut entes, pars s Cü. Cronof ogia do o der (',•r.;i :, ra:-,:, ::;, i"plantaçao do ist: c1 parlamentarista, a!uns analistas politi­ cos montar cu ronoi piu do poder ado- quado a ida! lcarç±dos na interesseiro " , C')!lC" 1 n ee ou , r· e.· o . !", v 1 ":: L n to J':" r, .to..; qup d< v,·!'!'1 .·r r "d'r•·i r.:i f')olÍ t.ic:,. Pt>l ·i r,•- ferida cronol ai, '·mos, i. 2 a 3 an105: verança e le e!ativo estadual; do 75 , 4, leislu'to f ral • overno cstadu- al; de 4 ministério inclusive para o 1? ministro d. '5 u 65, senatori; e acima de 65 anos a Presidência Farlamenta ri S L:,. TI 'ler.e i .:!a no i. ... t .. ori o. c!.:c s~as propo.s t..i1. "J..,-: v.-__:.~ .::; sisLa,,·". 'l csqu,..rja com-.:ça a d•:?st:nvolvt:r· il i:str::;.=­ tégia J. ;:;,poi.:ir •7.~ co .. stituiçâo o r...-.:.is sint~ti~a possÍvcl que pos a permitir a ampliação dos fns - tru:nentos legisladores e reguladores. Quando che­ gar o li'O.'nr,n:..o d!.: '"'Si..óbelec~r é1.3 ["Y'1e,f"~ oa Cc:--.s:.i­ tuição, a es:iu•-r'J,_,_ pr<::v;; qur, t•:·rá ca.'l'irho livre para i~;))r suas ·:S<.•s: 1?) porque pretende que co contin:::•·· vivor;;r-, ) ;i, :r'lio~·la sirr.ples paro. sua a­ prov:1-;ao; 2º) po jt;•.: os prin.cipais lideres rodera dos est::ir20 0nvotvidos e:n elcic.Ões · · · - C:-.ill": l C l pa.: S ... Prazo Fatal 1 nc n~~· 1 anára I- o prazo torta! para a aprovas da No- va Consti tuiç?;.J ~st· -· • • e a previsto para meados de nov1embro, no enL::nLo tudos os segi-rentos da Constituinc-• · e es.ao conscientes de que o prazo fcJ.tal > até o final d 5,1 _ • --- '- e JU no ,aua'l- do ficarao clarii 4 • ·++ cadas as forças de cada ~egm:.:n. ~• r,, Primeira E,rande olenária ée c1scussao,do projeto constitucional. POSTO NACIONAL> . . FUNCIONÁ NÍ O EM,_ NOVAS E MOINER '­ -N,h§ JIN §_'J{..A.JLAÇOJE§: ÁJLC~ ,DJ[E sn, G~§OILJINA,JLA-WAGJEM DE CA.IUlOS Rua, Barão .. do- .Ladário SN fon_e: 439 ~ 1025 B,eJ.a .Vista_ MS -PONTO OE VISTA- Ccbl vera na tvsldrit d I• 1·· lo 1 •i 1- a Ju­ ra e 1ta :a ·re 1e cO 1 a- r2 ; ... r-o­ ad0s os qu­ qus ca4% 1 de C ÃI I voto r1 • ff l I r . . . -''• ·•·······,·····•"1t., 111,111 . IJ. JÁ. 00 <2J' JRX> fl, m o C'lii;o 1 .,corr,·r••,rlJo con:..·•giJlu ., •gii- 1 'H' O embalo do pessoal que apt ,r e• li r.J 1'· LI j - nina da Escola Generoso Ponce, i·c,r;un r,om·ntm, d•.: aJ,•pri;, ,, nrmicÍ. A.Pi!BJlA /1 11 DI l'oi8 •··,pinlil no pique total o G·,uchlnho ELTON ensinando para a g; l'Ol "r:h tb Cicl,•i,. Sorri.;o a maneira mais divertida de dançar discotequ. !.1gu1• 139 - l?tt:J ,. ful, cem H,tc!io Tc>st.:? inscr-·va-s,· ainda hoje. CIIAPI.lll F. R O C I O N O U Apar,aré,Jll-se as lu z•·s,0 novãnentc vi ne surgir o "tenomneno",di nnle de nós t'lf' se en-=: contrava parado;então [lc'rcebc'rros que o pai do Carli t.os: CHARLES CI IAPLI N es Lava personi : i c ado no r,aro t.i rho E..!_ t.on Silva .Fem.,ndcs. Sinc-cr.:r1>:nle foi um :;prcscnt::iç?io qu,' t 1.:VC' un acontecimren to dlfc ".'nlc·. Cllapl in ,An.'.l Carolina e a Miss Ekny i-lip,Jiarino ... foran os dcst;:iqucs do d»sfile. Palma:; p.'.lr::i !•!JRCOS LRIS incansável onzani zador:"Etu cansado,é lr.l monte de Lrabalho. :.m:tS valeu a !)('na,eslou mui to feliz" ,disse LÓris ,}inda rnostrnndo sinais de cansaço no encerra.Tento do evento. A Sr~ Rita os parabéns pelo sucesso.e es­ pera110s un outro.brilhante desfile. Participara~ do desfile os manequins: Denise - Flavio - Regian;:i - Eder Moraes - Rosan!?f_ la - Nelson Areco - Gislaine - Ana Carolina - Li­ diane - Rosana - Daiane - Vanuci - Patrícia - Di­ f'.ha - Luiz Pericles - Maikon - Puruca - Crlsli.J..'1<.' Andréa - Ma'leca . FESTIIL. OE FÉRIAS Jrá acontecer nesta sc•xta-frir:i no Grib.MlO Pmso RUFH:O, o l ~ rcs:..i val re Fé:-ias, prxxno.; ";o de Anrondo '-' Li lt.: (Voc0 e· os recados da RBV). • O festiv::il cvntará cem a apresE:ntação do cantor da MPB - ~'"'-"''" Pivcta,ccm quatro comµac­ tos de sucessos gravados.O evento 1.a.-nbém contará ccn a apresentaç?io do praLa da cas~ de·da'1Ç;:is guÚchas,além do 8a.i IP co:r, o anilr_qção do Conjunto· THE WINTER 87. •Haverá reca.dinhos :,.r:ioro:-.os ... no intervalo -Recadinhos- !,r timirl ... r!'....S n:io -,nlo,s..,n:io v:>­ cê arrasa com rrru coroçÕO!" DE:AlV.ür -------------------------------------------- PARA: Terezinha (Joaquim f.lurtirillo) "A•loro Sc:U j,•ilo de ser.você: COrl:':(','UÍU ocupar tg chs os lílt'll!" eFpaços V,'17.io.:;". DE: G'.1Uchlnho Fl lrC'I ----------------------------------------------- PARA:Galera da Baixada Flunin r.sc· "Etou comn saudades ds nossas baun;as,nio c::~.qu1.:ç.::.:n _ l~L _r11im". _ Dr : HÔ _ PARA:.A;mri lcl0 "Te conhc:ce r foi melhor coisa do 87. '!oc': r, cs- peci.::tl ! "_DE: Esrer;.mç;; _ P,RI: PÓca "o consio te esquecer desde o cn.!n-.v:11. Voe~ rr.e rna.rcou de· u;r.a man1; ira es trn...'1h3 ...1s ostcsa'' DE:Kiki ?;RJ:, 1 ov,·ns ílc'l;ivistenses "Veos acordar pessoal,acho que ja est na hora de_ t..corr.;:,.:i:1.,ar a cvol uçào 11 • DE:: r-1cduza _ PAR/:Jorgt.: "A esperança é a Últim.:i que rrorrc,m3s a prür.·,ira que_ nasce"._ DE :~:nnequin _ PARA:Manir.ho Ede!"' "Eu te cha110 de maninho,pois somos "-'~i;:;os.:•las c~ mo gostaria de te cor."1ecer para te- ch.J."r.m- de meu m10r". DE: C.M.A PAR, :Alberto "Seja sempre assim, 1 i­ vrc sem p rcconc" i tos. Assim Le cor.heci e as­ sim te a·,.orei J .indo". DE: f.i.C r ,f' :Caio (T. Frcntcir.:i.) "V~ Sf! l rgn L1r.! pouco as cadcaturas e pensa SÓ 1:n pouquinho em mim sou fX'quc•nin:1,w.as te aro!" DE: ,.B (Coelhi­ r-Ju) "Eu de C'SLO violência' --0uf=.'Tl SOU •. ,·fi~~ ,•-~· .És ' k - ~ •:~.~• - - e ' lf 1 Rc,;no DE: :i t-or G-0::::es Dias "SECOS e t-1OLHADOS - FRIOS em GERAL" Nercado Pioneiro o preferido da City na Avenida ?ila.d ?.etµá n2 985 - :m::'l'i:','.) Espaço Li ,i , L A !: C fl O ;; F T J-: ?.::.r.::.kY:c::; GHfmo PE!,PO r,,if 1·; Ihnt 1dí ·ia. N DE 1,L ... . , • • ' l 1 • ,. I O lha i pnt • • . t .. ta pit' : . 1r» G; MI I f-J; .. Ffr Ir. t.r oracional 1 :r c.t ... .r1 , 1 11 r .1 L ..11 ·ru· o uraço da Cidade Sorri o. A LAUCH'VETE orvirà p!zza: ,vodka:,' rtIni, :.::tJCC!), ;x.,. Õt.,:; ... f',--. 1 m, bi :t 7 ' .:;o is cur'inn- .:i •ioi.3,ou f''J.J•,"1 dr "'i")ttZl u3 í!..'7' ! , ·o::; e curtir ... , 1-':l ~;..,,.;", JL.b i n • • . F ' •• ~ r " .. t o l:- ""':. 1 •r1dir:-!t:1:..v i rs..rD.li7.n.;o e• ► .. ~...1 t 1cr1r:;.ro .. Ar no {a;vi. .cur.cor da :·. ,d.iv be­ la. Vista,ccr.pletou 21 Q!li:-.h:is nesta quarta,8/7. Loro nossos voLos d-, felicic!ad-:::s! ce 2ela Vis:::a - ~a 15 êe sua visita. F'AL:': COM A pelo ::.ele.f"s,dnndo oport.unidad,· a outro.; povo..; de tornbém Lornnr!'m conlwcimcnLo dw,; noti elas da época.Parn rn1iltos au orc•s,public1- dade e propaganda ipnificam a mesm coi - sn,islo é.possuem uro1a concl'iluac;;Ío comum. Para outros autor, s , n pub l l e J dadv • ',, 1w. senlido bem diverso elo sr•ntido qu(' :;e d:1 à propaganda, c>rnbora a <1 i rc r1·nç,1 nrio l.c•nl!:, influência alguma na p,·ofissão.rar·,J os S"­ gundos,por exemplo, nn prrpagnnda o aulor da maté-rL.1 é desconhecido, não se encontr·:, presente e, na publicidocl,•,a l'onlt· f'l'ra.1110 GRANO NOTURNO 23 00 OC OI.LA V,SlA l P l'ORà • 6'00 • ()2 00 • 16 00 hs 0C SélA V STA l OOUAADOS • 6 00 ti~ tm Alfl N,O .IOÃ0 M.l FONE: 439.I495 Rua ANTÓNIO JOÀO SIN.• DEU! VISTA MS. 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Jo quim Mut nho onde alunos rocaram sopapo. e o pior; estavam armados.Por pouco r,O.íl .. e, r,- ece uma rgédia.Também jovens que fre- quen am clubes adentran os mesmo r:a - dos.Se a policia está nas imediações,n inicio da festa e no final ja evita mui­ to tiroteio.A policia deveri agir com mais rigor (revistar mesmo) nes.és dias de festas! Ganham do Presid.do Sindicato staclo­ narncn o • cobertu ra no Parque de Expos i - . - ;0es, com o proposito de melhor atenderem os usuarios. Do Primavera I esta sendo fito cm mutirão pelos r.ioradores q/ lt:'.TI como incenti­ vador e csp. Pc.i3ento, 1·ne1.::nht·Jro !Jr. Ri­ ca,·do Rosa e coordenador João Edmundo Bazzano, Ludo cm convênio com B Prefcit~ ra.A Igreja ta~,bém está ajudanao finan ceiramc:ntc. "Falta é democracia neste pais: a que temos é pouca,mal dá para a gente respirar e espernear. Espemeio:os polilicos já falara:n demais sobre a nossa crise. Curr.pre-lhes, azora, resolvê-la". (Félix ge Athayde, jornalista). Gfb· 1 N D U S T RI A E COM E R C I O S ERRAS U l l T D A. ~didos: pelos Fones (167)439-129& e 439-1016 • lua la lepiblica, 100 - :: _Cep 11210 - ela 'isa-#$. . - DE: Pediatria Clínicà. e I LDE F o n s o f R ~ - SP. 42731 CONSIJLTÕRIO: RuA ílr.. FONE: 251-1957 F. D OS AR COELHO URGÊNCIA~: HOSPITAL MARECHAL J A R D l ~ - N A T o DE ÜLIVEIRA, 251-l755 (RESIDÊNCIA) RONDON- - FO'.E- 251-1131 G R O S S O D O S U l ·1882 480