TRIBUNADA 
ll!'.tA VlSTA - MATO GROSSO 00 ,SUL - A .O XVI - , ~ O!>;> - 18 DF. JUU!O DY. 1987 
Guerra anuncia verbas para Hotéis do Estado 
Bela Vista precis.a ser incluida na programação 
EEotel em Constnição 
no.l. • O Secretário de Es 
ado de Indústria e 
Conércio, Waldir Guer 
ro., esteve semana pas 
sada em DrasÍlia, on: 
de reuniu-ze com ou­ 
tros secretários da 
mesma pasta, de todo 
o território nacio 
Nesta ocasiao, o 
Diretor Presidrntc 
da EMBRATUR, comun! 
cou aos secret;rios 
a liberaçio das ver 
bas FUNGETUR e FI - 
SET pnra aplicaçio 
- cm infru-estrutura 
ho c-lc-ira nacionnl. agorn r::ai:; do qu•· 
Em Mato Grosso·do nunca, precisa de um 
Sul estes recursos ho c-1 que acnmp~~hL 
r•rnm 1111unrrJados pc - o Sf'u desr-nvolvi:~en­ 
los ·empresários do to. É bom lembrar a/ 
setor aue, ja com as nesta época d expo­ 
obras em andamento. s!cão todos oc hoté­ 
rncstrnva,, impaciên - is (4) encontram se 
eia com a morosidade lotados, sem nenhum 
do repasse do Minis- classificado pela MS 
tério da IndC1stria é TUR. ccntcce aue um 
Com~rc:o para a EM - hotel está sendo 
BRATUR, e esta para construido gr"'ç;,s a 
as empresas que assi iniciativa de ULl cre- 
naram o ccnvenio. prcsário, que- cst; 
O mcntante dos re lutando cbm muitas 
cursos par,, Mato dificuldades para 
Grosso do Sul gira dotar Bela Vista de 
6m torno de czS 150 um hotel duas estrE­ 
mil cruza.dos. las (projcLo classi- 
Até agora quatro ficado pt·la. MS TUR 
hotéis no Estado, um em novembro de 85,p9 
era Doura.dos, dois cm dcndo chegar a 
roxlm e um cm Corum- tr;s estrelas,dcpe~ 
bá jél apresentam a- d(•ndo do atcndimen- çn de vossa par·t 
diantado estado de to. 	[atenção neccs±ria. 
ccnsLruçao. i----~----------=-----------------.i 
E ô.ELA VlSTA? 
E a nossa cidade 
M rn 
Nesta data quando 
-· 
Nao podé!rÍamos 
nos calar neste e - 
vento e. por isto , 
vimnos trazer nosso 
abraça respeitoso~ 
ela Vista comemora o cada morador dc:sta 
cidade;a nossa Suu­ 
daçio á todos aque­ 
POBEL, os meus mais les que tt·a.bz.lham 
sinceros votos de pa- p~ra torná-ia cada 
' dia maior. 
seu g aniversario, 
e realiza-se a 1a EX 
rabéns. 
Congratulo-me cem 
o povo desta histÓri-. 
ca cidade, alro~jando 
ao Senhor prefeito mg 
nicipal, Abraio Zaca­ 
rias, sucesso frente 
ao nobre ideal de ad- 
Sindicato Rural de 
Be]a Vista 
A significati­ 
va data da em2ncip~ 
ção politicc-acmi - 
nistrativa do Muni­ 
cipio é motivo de 
orgulho para um po­ 
vo que acredita na 
liberdade e no di­ 
reito de decidir se 
us destinos,de escg 
lher seus caminhos. 
Nós caro todos os 
belav:i stenses esta:nos 
e::, f<Jsta e OL:C!'eITOS 
t hoj o rpr 
ir.o RICARDO LF c ' 
ZA HúS/1. , :11' •i,h , :· 
não recebeu qulqu t 
tl pc ! • a,juta ou 
nancaren' o. 
Tentou por d'vt­ 
as vez s, utrv 
1o BASA, LMAT, A!- 
CO DO BPSIL, na n 
da, e..;t!:i c0nstr1.11nr! J 
C..:C::l rt..•C"ur-:;o,s prr Í r•i­ 
o::. com muita lura. 
Es'á aí, Senhor 
Secr ário, BELA VIS 
TA P:-<ECISA DE U:,; H',­ 
TEL, está sendo conz 
truido un com pdr@o 
internacional, va7os 
ajudar a quem prc!­ 
sa.. 
Confiamos nu s-::.i 
bem senso, esp·•r:~~ s 
que ola Vista : r E;:?R.:-::S}._;,::_o E EliCE­ 
a E;IRC RICAEO DE SGU 
ministrar a Princesa 
do Apa. 
Aos organizadoresc , 
"' expositores os vo- 1 
.:.os de bt. ns ncgóc ios ; 
e que a EXPOBEL seja,, 
mais uma vez, prenun­ 
cio de um novo tempo. i,-------------..11------------=!...,.,_=---=--------~ 
sempre junco com 	SCIEDE EVA:.GIC: :07E22 AS ESA<PARAS: 
Bela Vista, lutando 	Registro no SiiA - SOCIAL - DE UTILIDADE ?ÚBLIC, 
por seu povc, s:nto- 
1 
Rua Barão do Lactário - Bairro _Água Doce - BELA VIS 
me a vontade para di- 	TA. 
zer: "ESTAMOS NC C:AM::: 
HO CERTO, COM DEMO • 
vRACIA E. SERIEDADE FA 
RE~lOS DE MS UM GRANDE 
1 
• 
----'-...o..---=~- ..... 'A 
EDSCN EEIROS DE MORAES - PRESIDE.:i<fTE 
tra::!j:tffi tir a todos o 
nósso rvccnhecimento e 
aplauso pela pujan.ça • 
desta cidade que caeno 
ra seus 69 ar.os. 
-?A'lA.BÉNS BELA VISí'A- 
i':STADO". 
DEP. YILOEMIR MOKR 
PMDB 
A Diretoria da Soc1edaàe Evangélica de ?roteçãc aos Desampa­ 
rados (As:lo dos Velhos). ~nforma que vem receoendo doações effi 
dinhe~ro a ravés da conta bancária ne 4.258-7 Agência o Banco 
do Brasil desta c.dade e/ou cem o tescurro da sociedade, Sr. 
NELVIDE MACHADO DE SOUZA. 
Para as doações feitas atravás da csouraria da soc:ecade,se 
ra fornecido recibo no ato da doação. O re:erido recibo é váli~ 
do como comprovante ~ara deduçio do impostc de renda. 
Para as doações depositadas na agência b~r.cária acima citada 
s~rá fornecido r~cibu median e apr-esentação do comprovante de 
depósito em nome da sociedade. 
(Publicação Co~ es:a ào 
Vi Sta).

IDMINISTÍIIÇÍIO ABRIAD ARMOI ZACIRUIS 
PREFFI'TO " JIICIPA. ARAO A. TACAR AS 
pc: 
do 
te 
de 
Quando Abraão Zacartas reuniu sua qui- com a cons r·uçao de m,11i dois f'l•Sc'r·v·1LÓr,­ 
de assessores visando elaborar um plano I os. um no bairro Água Doce e outro ,.m fn·n 
argumentos para serem utilizados durun- te ao 102 RC MEc. 
n companhp eleitoral de 1985, a palavra 
ordem criada por exigência do próprio ' 	(CE:;;;JI'll'ÉRI'J 
condidolo era "nÕo prometer aquilo que não 
se pode cumprir", Para tanto, vi,rios conta 
tos foram mantidos Junto a órgãos públicos 
cm Campo G randr " Br·D:-: Í 1 ia, visando um pro 
grama feito com "os pés no chão". Esse meg 
mo programo tcrla quP sRir da pasta de uma 
campanha eleitoral par o gabinete princi­ 
pal do Paço Municipal de Bela Vista sem so 
frer o menor doa!o, p l o excesso de pro 
messas de cabos eleitorais e assessores eu 
fóricos. Surgiam então os primeiros traços 
do perfil do atual Prrfeito de nossa cida­ 
de. 
Hoje, quando o atual mandato do prefei­ 
to ainda esta pela metade, vimos que não 
será nRda difícil cumprir com todos os com 
promissos de palanque e ainda acrescentar­ 
alguma coisa. 
ESCOLIS 
Várias Escolas foram reformadas e todas 
receberam um aparelhamento melhor para fa­ 
cilitar seu funcionamento e oferecer mais 
conforto aos estudantes. 
1 
RESERVATÓRIOS DE ÁGUA 
A solução do problema de falta de agua 
·~m B010 Vista está prcs es a ser resolvido 
Uma das obras em andamento e o necroté­ 
rió e capela que estão sendo construidos 
no cemitério de Água Doce, além do muro q/ • 
já foi levantado. 
R:A 
----- 
A nova séde da Pronav, uma obra que fa- 
cilita o trabalho de uma equipe dinâmica e 
incansável, que não perde tempo e atua le­ 
vando apoio a população carente e tem como 
coordena'r a Primeira Dama do Municipio, 
Sra. Olga Blanchi Zacarias. 
CENTRO DE ATIVIKDES SÓCIO CUL' URAIS 
 
, 
f : • 
-». .oi.atlas.... l 
Funciona_no antigo Clube Paroquial e a­ 
tende a nada menos· que setenta criancas e 
vários adultos·com aproximadamente vinte 
cursos de preparação profissionaf. 
FA!lilNHEIRA c·o ÁGUA DOCE 
A Farinheira e Olaria do Bairro Água Do 
ce além de fornecerem emprego fixo a vári­ 
os moradores, tem um caráter comunitário 
visto que serão administrados pela Associa 
çao de Moradores do Bairro. 
SiliLu:n:ZAÇÃO 
As placas de sinalização deram um novo 
aspecto às ruas da cidade e ainda corrigi­ 
ram dúvidas auanto ao~rânsito e localiza­ 
çao. 
CIDADE LIRPA... ESPALHE ESSA IDEIA 
. ÚBL.C S 
Uma idéia criativa, e prÓ.tica do ::::1::creta 
rio de Obras Fernando Jorge de 3arros,r.:ui 
to bem ace1ta pelos moradores d0 alguns 
bairros onde forar:: implantadas. 
Uma das obras ma· • 	1 
• 1s importantes da sua 
administraçã c 
s < 
0
._o entro de Saude, foi con~ 
ruido em convênio com a Fundação SESP e 
devera diminuir o deficit que havia e 
termos de serviços de saúde. 
Bastante divcrsi-"icaaa - • ia d3 
• -- . a rarmac 
Secretaria de s 'a , . 
aute do Município recebe 
medicamentos da CEM atr: d SE S 
- 	1 ave5 a ..

TRIBUNI N A 
r 
RASA. «TA, U R J T U	I 	E ARAGUIL . O SCU O 	P A S S 	D 0 . 141E 0 S 3AS1 iiüS [li r- CO .. Cl 
or' to con! ln r 
ra suja, o nos, Vfetna', A definição do 
cineant Sylvio Back e o conflito é a Guer­ 
ra da 'Triplice Aliança contra o Pnraguui,a/ 
clurou ,t,· lB '1 fl 1fl70., qui ola é conheci'nu 
como "Guerra do Par uni'. Mas Sylvio Back 
deu, apropriadamente, o ltulo de "Gu •rrn 
do Bras!l' ao documnent rio 1onga-mc.trogr·m 
que realizou sobre o conflito, resultado de 
4 anos de pesquisas no Paraguai, Argentina, 
Urupuai e Brasil, muitas en revistas e um 
l,·vnntom,·nLo llleLÓri co como .J:;mni, se fez 
obre o assunto. O que reu J Lou do f i lrn•: 
não foi a história do vencedor - c:sso. que a 
gene aprende nos livros com um desfile in- 
erminav' de nomes de heróis - num a histó 
ri:., do VC'r.cldo. 
"A vcrdud,: ;, concr.: n". A conLundênciu 
dessn frase de Heel, epigrafa de Guerrp do 
Brasi 1, 1~ug1camente condu.::iu-m<..: a um ponto· 
de equilibrio entre as versões e visões que 
cada um~~~ poises envolvidos procura ele - 
ger como sendo o absoluto - afirma Sylvio. 
Che~ur à essa verdade foi o mais difícil.Se 
do lado do vencedor é flagrante o "esqueci­ 
mento ofi.c l al", do J ado do vencido também é 
rara a literatura que procura reinterpretar 
os mnotivos e a tragedia da guerra que marca 
ram to profundamente o povo paraguaio. O 
que nao é de ~stranhar porque depois do tér 
mino do. góerra ~ Hros11 manteve durante ma­ 
is de 6 anos as suas tropas no pais, fazen­ 
do guvernus tlteres, obedientes aos intere~ 
ses brasiluiros. Na verdade:, só a partir 
dos anos 30 que Solano LÓpez foi resgatado 
como.herói nacional. Já na Argentina e Uru­ 
guai existe uma espécie de vergonha nacio - 
nal em se falar nessa "guerra suja". que re­ 
sultoa num verdadeiro massac!"e da população 
civil, embora a partlcipacão desses países 
nesse co~flito tenha sido bem menor que a 
do Brasil. ".O.. partir de 1966-67, diz Sylvio 
- a guerra passou a ser ussunto exclusiva - 
mente do Brasil. Na batalha de Curupaity,on 
de houve 4 mil mortos, a maioria era de bra 
sileiros. Não foi uma guerra da Tríplice A­ 
lianca ou do Pnraguai. Foi uma guerra do 
7r3sl mesmo". 
~~ impossibilidade de abranger todos os 
pontos desse conflito tão complexo, Sylvio 
procurou se ater a 20 nssuntos chaves, onde 
são feitas denúncias da incompetência, co­ 
vardia e selvageria dos brasileiros até a 
desmistificação . de alguns dogmas, como o de 
que o Paraguai era um país desenvolvido,po­ 
tincia de primeira categoria.· Outro mito é 
em relação à figura de Solano LÓpez, que sg 
gundo SylviQ, uma parte da esquerda tenta 
- aprese.ntar como um "déspota esclarecido". 
"LÓpez era um ditador, dono da maioria das 
terras do Paraguai, tanto que se usava a e~ 
pressbo ''Hacienda de los López", para desig 
nar o pais. Ele eia um ditador como o seu 
pai Carla Antonio LÓpez e antes dele, José 
Francia. Mas possuia um cari.sma enorme que 
envolvia todo o povo paraguaio e era inegá­ 
vel que lutava para qye.seu país se desen - 
volvesse e •ivessc voz· ativa na America ào 
Sul. LÓpez tinha uma personalidade fascinan 
te e eu o vejo como um personagen. sheakspe- 
are trágico. Nesta guerra para a qual 
foi empurraào polÍ tica e econcmicamcnte pa- 
ra o Brasil e Argentina, Solano LÓpez tinha 
que aese~penhar o difícil napel de chefe de 
Estado e Comandante das ?orças Armadas, ta 
to que as Vez fo! obrigado a deslocar o 
governo de A3Jnc1Ón pa,·a outras ciàades 
para esto.r 1:ais próximo das batalhas. 
O CEáIO" 
Em meados !elo nssado o Paraguai 
era um pais que tentava marcar presença na 
América do Sul. Pobre, bem menos desenvol - 
vide que o Brasil, Argenêina e Uruguai,come 
çavP. a militarizar-se para te-r voz ativa. A 
- 	1 	• 
Argentina nao perdoavà ao Paraguai o fato 
de ter perdido a Província de Missiones com 
a ir:dependênciz daquele pais. A!tás não per 
doava o fat ao Pararuai ter-se tornado 
lll"l nd•n'"· ou,· 
iruu. l, odiava a Ar,en ina e 	a t 
pemona do Cone-Sul, Acima de tado Isso, 
p irava a Inla rra, dominando economic 
mente os paises. 
"Os mo Ivo da urra o nebulosos-in 
sise Sylvio. É um reperário muito ran­ 
dr de motivos onde nenhum pode ser privi-. 
Jer,iado". Uma coisa porém, é certa, fir­ 
mna o cineas .a: a guerra não foi d senca 
de ada a purt ir de Londres, poir o•· lne;l• - 
ses não tinham interesse econômico nem po 
lltico na ocorr·êncin d,.. um cor.ili o no 
Prn n. "li Inp_l-1 r·rr•1 Já <lominnvri cconomi­ 
camene os países. Dizem que a d'vida ex- 
erna do Brasil começou com a guerra. Bo­ 
bagem, o Brasil já es ava endividado an­ 
es dela. Mas depois que a guerra estou - 
rou, diz Sylvio, a Inglaterra passou a ft 
nanciá-la e o .: r i :76mo inglês deitou 
que oz ingleses teriam forcnan!o ' __ •• ,,. ·.·:. • 
'para dominar o Paraguai e, consequcnLtcrn,'!.: 
Lc, a sua produção àe algodão, base para 
a indústria tê~til da Inglaterra.que ha - 
via perdido o grande mercado do sul dos 
Estados Unidos depois a Guerra da Scces - 
são. Nessa época, a guerra já havia teri 
nado, o sul estnva plantando algodão e o 
comércio continuava. Além disso, 0 °~~? - 
guai produzia pouco algodão e os ingleses 
já. tinham um domlnio econômico do r::i.íb :;er.1 
ser necessária uma guerra. Prefiro acrcd~ 
taro conflito mais a um imperialismo lo­ 
cal de. Drusil e Argentina, explica. 
Naquela época quP o Partido Blanco do 
Uruguai tinha uma posição extremamente na 
cionalista e, diante do ataque do Brasil 
a Montevidéu, pediu socorro ao também na­ 
cionalista Solano LÓpez. Para ajudar os g 
ruguaios, as tropas de LÓpez entraram em 
26 de dezembro de 186'1 pelo Mafo Grosso e 
àepois Rio Grande do Sul. O motivo "técni 
co" para a guerra estava dado e é formada 
ent~o a Triplice Aliança, que na prática 
era extremamente difícil, dado os senti - 
mentas que Argcn:inos, Brasileiros e Uru­ 
puaios nutriam entre sl. Para SylviG• esta 
união foi poss'vel além dos motivos ex - 
pansionistas do Erasil e lrgentina, atra - 
vês da Maçonaria. Ela era fortissima no 
século passado, superando até diverginci­ 
as muito grandes. D ?edro II, Caxias, o 
argentino Bartolomé Mitre e o Uruguaio. Vg 
nancio Flores eram maçons e essa e uma 
hipbtese que deve ser levada em considera 
cão. Na verdade Solano LÓpez tambérr. erã 
Maçon e a Maçonaria Internacional fez for 
tcs pressões para que ele não fosse morto 
no final da guerra. ,.a tr.e chegou a acenar 
corn uma saido para que LÓpez aba:idonasse 
o Paraguai permitindo que levasse granàes 
somas em dinheiro. Mas LÓpez era um nacio 
nalista incorruptivel e recusou-se. 
A AO' 
O filme bota os r.~s no banco dos reus. Não 
inves:e em fofocos da história, mas através de do 
currentos tirado:- inclusive c!a "Biblioteca do Ex 
cito", "tira ,1 calça dos heróis, desmistifica-os", 
assegura Sylv.:.J. A guerra dlz ele, foi un festi - 
val de incapetência de par:<: a parte. Por mais 
10 vezes os Paraguaios poderisn ter -error.ado 
os i.-umigos e obtido un acordo negociado como na 
Batalha de Curupai ty. "Qualquer rranual de guerra 
cnsir.;; que depois de infligir uma derrota ao ini­ 
migo é preciso sair atrase acabar cem ele. Os pa 
raguaios e brasileiros no fizeram isso, as vi• 
rias eram sempre parciais". De qualquer rroéo, a 
guerra foi um ensaio para um conflito de p!"oporçÕ 
es rrundiais envo1vendo vários países que foi a­ 
guerra de 1914, 40 anos depois. Am.as, equipamen­ 
tos e navios foram os rresrros utili:Í:aõos nas cruas 
guerras e l·'-= a ~usação sobre os aliados de u­ 
sa guerra bacteriológica no.front paragul?.io. 
A verdade é que a guerra começou cem ua deban 
dada. geral por parte dos brasileiros. Ao gri o de 
"os Pa.ragu.:;uos estão ch~gando" o Cel. Eerne.negil­ 
do Portccarréro, Comanc!a."'lte do For e Coi::- :-a, e.: 
Mato Grosso. fu u com toda a troa e foi levado 
<:_ .... 
dos "ar...gos' s • _ 
avam. 
"Esta urra, afirma o eines.sl , é o no r,o Vie 
n, não só porque resultou em u milho de mortos, 
não SÓ p::lo:, n ,•~t..es de selvageria de dot:; gran­ 
des paises sobre u pequeno país, mas porque nin - 
guém tinha ., cor.vieção d • que a guerra valesse a 
pena. Os Únicos que tin.hu:i e.: wn o..; ;:>LJl"'l,'}.l:ÚO:J qur•, 
corro o..; v1 e tm . .r,i tv.s. t t verem o SL'U pUÍ.:c invadi do e.. 
lutaram comn o desespero de quem defende a própria 
, 
• «.e do n::i.:; feric!:ls da hlsgia, o filme revela 
o Alnún.-,te Barrcso como un militar sinzularmente 
sujel,t:, :i. "crises ne:-vos2.5'' no rre1o das batalhas. 
Na do Riachuclo, por ex<:.mplo, o hcroisno do Alm1 - 
rante é '.lltarente conteste.do. Corria de boca em bo 
cano Rio da Prata que a vitória só foi possível - 
porque u:n prático argentino que estava num dos na­ 
vios c!a frota brasileira teve a idéia de jogá-los 
literalmente em cL7.a dos pcqucnoc. navios e barca - 
çes paraguaias, erqua:,to o Almirante tinha uma das 
sua:; c::-ises nervosas, ccnta Sylvio. t::::.;tn c!esmisti 
ficação de heróis nir.gué:r. esccpa: Caxias é ta±én 
contestado. Além da fa'l'.:i. àe ladrão de cavalos que 
obteve. com a· guerra rmli tas das vi tÓrias não~ de­ 
VC.'m a idéias suas r.as de a;tros. A tcnac.a do Forte 
de Euraita, por exlo, havia sido tcc:tliZ-3!:ia pe­ 
lo argentino Bartolo::-é ;.a tre. 
A guerra ia se tornando cada vez m::i.1s bra~ilei­ 
ra e os cm.batentes argenti.~os e uruguaios iam di­ 
m.inuindo muito. Para 40 mil soldados brasileiros, 
por exerrplo, havia mil uruguaios. Além das grandes 
batalhas, eram ruito freçuentes as escara.'11.lças,ur:ia , 
guerra de guerrilhas, onàe os paraguaios invadia'lt 
os aca.rnpa'l'cntos brasileiros e fazia.11 grandes baJ - 
xas. 
OSCE" 
O final desta guerra foi marcado por tristes e­ 
piSÓdlos onde estão ressaltados a selvageria e a 
crueldade dos b-"'Bsileiros. O conde D'u, por exem­ 
plo, LL'!l sanguinario jovem de 27 anos, :na.-rlcu fec!iar 
. as portas àe .?11 hospital paraguato e bo':.21· fogo, pa 
ra que todos morressem quimd5.O 3rui tendo 
perdido a maioria dos seus ho:~n::;, lu:,~·., cem meni 
nos de 12 anos que era rssacrzdos por cavalaria­ 
nos brasileiros. A ordem ura não c::a:Solano Ló­ 
pez v::.vo, evitar fazê-lo prisior.eiro :.. todo custo, 
porque poderia tomar-se herói. D. Pedro II, que 
nunca teve a '?.r· com :1..,'Je:a :'lgu..r-a bondosa. e pater 
nalista de barbas brnncas, se recusava a qualquer 
acorào. "Um !íf?erador não negocia cem ur:i simples cr..r..:-q 
?residente", diz.ia ele. 
?or is...."O, diz Sylvio, .é· "inexplicável" que apÓs 2oqs e 
a Bata.Lha de Lemas Va!.entinas, em 1868, • Sol= Ló- ~t&-2 
pcz, com õO homens, -::er.ha ra:,,,ido o cerco de 25 ç.?':-.::>~ 
mil soldados brasilei:-cs e esc::!pado. A guerra du - ub fil:!' 
rou dois anos ainda e na atalha de Cerro Corá ma-.sm S'lo::J e 
tara Solano Lpez e Seu :'iL"lo ?a'1cJ1.1 to que, aos ·-"'~.ft! 
12 anos de idade, era Connel do Sxériro Paraguaus « 
io. Depois de morto, ip2z teve cu corpo violado dnsôrv 
pelas brasileiros que cortarei sus oelhas para E"l.SQ 2.! 
levarere cerno souvenir. OSqe de Assunin foi • =' 
out:-a. obra prima da selva_zeria brasileira. Os sol- 
dados levar~ tudo o que pudera da cidade e os na 
vics de guer-ra quase não podie.11 sair do porto,pois 
estavan: abarrotacbs ccrn móveis, utensílios, jbias 
e ruro. Até os téulcs eran violados ponque corria 
a histÕr-ia de que os paraguaios era11 -ente::-r---acios é/ 
suas joias.~~.1Lheres e cria"'lças eram violentadas 
(os soldados faziam filas), o~sf-rva Syl io 1; os 
homens passados pelo fio da es±... que os brasi 
leiros nao pudera rubar, que:Lrnaram ou arreben .;;: 
ra.. 
No final, o Paraguai era um pai~ e..rras:c.do onde 
só havia mulheres, velhos e crianças. De um país 
pequeno que queria se de±envolver o Paraguai se 
transforu num pals destruído, capo féril para 
as cii tacuras que sugira depois.

EDITAL DE CITACAO COM PRAZO DE VINTE DIAS 
O Doutor DIVONCIR SCHREINER MAR, 
. hd;: dr Dtr-r ! to em Substlul;ão Legal da 
e ela Vista,Estado de Mato Gros 
so do Sul, 
C0rma ria lr:l, (:lc,, . 
l AZ. SABER aos que o presente Edital 
virem ou dele conhecimento tiverem,expe­ 
d1do nos autos n» 314/86 de USUCAPIÃO, re 
q111 1·tdo poJ· f)ll!TF.L FLOREIITINO e nua n,u 
lil"r' 111.TCE GUtMJ·,IIF.S DE Fl.0!1ENTIIW con ra 
o ESPÓLIO DE JOSÉ RITO ECHEVERRIA em tr­ 
m1 te· por rs tL' JuÍ:to e Cor Ó rio .JudiclonaJ 
Dionísio Serviun e Fda.Candinho-cu d Jo­ 
sé Carlos Delfim Miranda,3-De. quando 4 
tem a posse do referido imóvel, o: requ-­ 
ren es vêm pagando regularmente .0dos 0s 
imposos que incidem sobre o mesmo,4 Face 
ao exposto, com amnparo nos dispositivos 
legas anes invocados,propõem a compeet 
te ação d usucapião,cuja sentença se 
cons tuirá em titulo hábil para ranscri 
ção no registro de Imóveis Compe ente.Re­ 
querem a V.Exa; a designação de dia e ho­ 
ra para audiência de justificação,ocasiâo 
em que seráo ouvidas as tes .emunhas no 
fim arroladas.Requerem mais, caso V.Exa; 
o quiser: _I- a citação dos confron an ·es 
assim relacionados,cujos endereços constarr 
de documentos acostado aos autos.a) Carlos 
Alberto do Amaral, b) Dionisio Scrvian, 
e) Orestes Godoy, d)Aurélia Echeverria, 
f'. Cândida Echeverria, g) José Carlos De! 
fim Miranda; II- intimação do douto repre­ 
sentante do Ministério PÚblico; III- Noti 
ficação dos representantes da Fazenda P 
blica Federal.Estadual e Municipal; IV-e! 
que em seu cumprimen o e atendendo 
mais que dos autos consta,pelo presente 
Edital, que será afixado na sede deste 
.Jufzo P publicado na forma du lei ,fica CI 
TIDO com o prazo de vinte dias, o EspÓll~ 
ele JOSt RITO ECHEVEílRIA e seus eventuais 
sucessores a tltulo singular ou universal, 
os réus ausentes, incertos e desconhecidos 
para responderem os termos da referida 
Açno,oob pena de se prosseguir à sua reve­ 
lia.PETIÇÃO: Exm~ Sr. Doutor Juiz de Di 
reito da Comarca de Bela Vista-MS, DANIEL 
FLORENTINO e sua mulher, Dn' ALICE GUIME - 
P
edição de editais oara que tomem conhe 
NES DE FLORENTINO, brasileiros, casHdos, 	• 	- 
pecuaristas residentes e domiciliados ncs- cimento da presente ação os interessados 
ausentes, incertos e desconhecidos.Rcque- 
ao 
ta cidade à Rua Voluntários da Pátria n 
660, porLadores do CIC sob o n 003.819. 
851-72,por seu procurador infra-assinado, 
confoime inslrumcntc de mandato incluso, 
v m, mui respeitosamente, a presença de 
V.Exa, com amparo no art,550 do CÓdigo Ci 
vil Brasilclro, e art. 941 e sgts. do có: 
digo de Processo CÍvil,cxpor e requerer 
o que segue: 1- Os r"equerentcs mantêm, 
desde 1948, portanto, há mais de 20 (vin­ 
te) anos, a posse mansa e pacífica do imÓ 
vela seguir descrito,situado no Munici 
pio de Caracol-MS, no lugar denominado 
"SANTA ELISA", dentro dos -limites da Fda."SM'IA 
RITA" ,ora englobando 66 ha. e 0664 ms2 
legalizadas por força da Matrículi n2 4. 
627 do RI local e oriundas de Salvador Flo 
rentin e de Elisa Echeverria Florentin, 
pais do requerente varão, a saber: Partin­ 
do Marco MPl, cravado em comum com a Fda. 
Lagoinha de Dionísio Servian. DiÍ segue­ 
se em uma linha reta aramadà, confrontan­ 
do-se com a Fda. Candinh_o-Cuê de José ar­ 
los Delfim Miranda,dist. l.945,08 m, lz. _ 
41° 26', até o M-II.Daí segue-se em uma 
linha reta aramada, confrontando-se com 
terras de cândida Echeverria,dist. 1.705, 
07 m, Az.1322 07,até o M-III.Dai segue-se 
em linha reta aramada,confrontando-se com 
a Fda.Santa Rita de Aurélia Echeverria,dis 
tante 1.713,96 m, A2. 2188 52' até o 
IV. Daí segue em linha reta aramada, con - 
frontando-se com a Fda.Santa Rosa de Ores­ 
tes Godoy, dist. 1.477,31 m, Az.225 24' 
até o M-V.DaÍ segue-se em linha arámada,' 
confrontando-se com a Fda. Santa Rita de 
Carlos Alberto do Amaral,dist.982,13 m,Az. 
3142 46', até o M-VI. Dai segue-se em li - 
nha reta aramada,confrontando-se com o mes 
mo, distante de 179,26 m, até o -VII.Dai 
scguc-se em uma linha reta aramada, dist. 
1.524,40 ~. Az. 692 42, até o M-VIII. Dai 
segue-se em linha reta aramada,dist.1250, 
82 m. Az. 3052 02', até, o MPI, também o 
ponto de fechamento.Do M-VIi 
MP-1, confrontando-se com~ Fda.Laguinha 
de Dionísio Servian, perfazendo um total 
geral de 438,9857 ha, sendo que,a área 
usucapindo e que é pleiteada pelos reque­ 
rentes,e de 372,9193 ha.Neste local,sem 
que_houvessem em tempo algum, qualquer opo 
siçao,os Requerentes, por delegação dos~~ 
primitivos proprietários e pais destes 
localizaram uma posse e construiram casa e 
demais benfeitorias onde vivem desde o ano 
acima. refe_rido e onde vêm, até hoje, crian 
do animais e pla~tação de lavoura de sub - 
sistência. 
2- Conforme_mapa que instrui este pedido 
as terras (area) possui as seguintes con _ 
frontacoes: NORTE:Terras de Cândida Eche 
verria; SUL: Fda.Santa Rita de Aurelia • 
Echeverria,digo de Carlos Alberto do Ama­ 
ral e Fda. Lagoinha; LESTE: Fda.Santa Rita 
de Aurelia h 	i 
'. cnueverria e Fda. Santa Rosa de 
,restes Godoy e OESTE: Fda. Lagoinha de 
cuG, 
dade P, T. 
da Car'sr' 
. r, 
6,78-4%,pr < r r· i • • r1o5 
de Fda. CANDINHO CU, par 
rem a V.Exa. a ci ação do 
acima qual ! ficados e r· 1 ,c 
que tomem conhecimento d 
Requerem mais, que, uma vez promovid 
c ta,ões na forma da lei,tenha prosseg i­ 
ment.o o feito »té final sen en;a qu • ju_!:. 
ue procedente a ação.Protestam, ainda P_ 
1 a prÓdução de provas, e as requere, , por· 
todos os meios admi idos em direito,incla 
sive depoimentos pessoais.Rei eram, final 
men e,os demais requerimentos constantes 
da exordial; a juntnda do Mapa e Memorial 
Descritivo da área usucapienda contendo o 
roteiro e demarcação de limites e confron 
taçõcs (doe. anexo) , tudo, de acordo, d igÕ 
de conformidade com o art. supra citado e 
demais pcrtin1~ntcs a ação.rlestes termos 
pede deferimento.Bela Vis ·a, 19 de Feverei 
rode 1.987.(a) Oder Bozzano Rosa Advoga= 
do.Despacho de fls. 46,do teor seguinte: 
Proc.314/86.Dcsigno o dia 21.09.87,às 09:00 hs, 
para a audiência de justificação.Cite-se caro réus 
o EspÓlio de José Rito Echevcrria e seus cvtntuais 
sucessores a título singular ou u.,ivcrsal, os con­ 
finantes e o MP, sendo por edital, cem o prazo de 
vinte dias, os réus ausentes, incertos e desconhe­ 
cidos e por mandado os demais.Oficie-se à Fazenda 
PÚblica da Vnião e do Estado Mcnbro, bc:n cano ao 
INCRA,em sua regional de Jardl.lTH"iS.Intlme-sc.Bela 
Vista 26,0C,.87. (a) Dr. José Paulo Cinoti-Juiz de 
Direito.E para que não se alegu·e. ig.rrorâr.ci~,foi de 
tenninada a expedição do presente Edital ca pra­ 
zo de vinte (20) dias,através do qual ficam cita - 
dos: ESPÓLIO DC: JOSÉ RITO ECf-1.EVERRIA e seu.:; evcn - 
tuais sucessores e réus ausen:es, incertos e des - 
conhecidos.para contestarem a ação, querendo,no 
prazo de 15 (quinze) dias,a partir da Justifica - 
çao da Posse, designada para o dia 21.09.87, às 
9:00 horas.O presente Edital será afixa'.:io na sede 
deste JUÍzo,no lugar de costtr.ie e publicada na 
forma da lei. Dado e passado nesta cidade e Ccrnar-­ 
ca de Bela Vista,Estado de Mato Grosso do Sul, aos 
dois dias do mês de julho do ano de mil novecen - 
to: oitenta e sete. Eu--------- (Petronio 
Leao) Escrevente Judicial,o datilografei. 
Dr. DIVONCIR SCHREINER MARAN - Juiz de Din::ito 
E, Subst.Legal. 
rem, ainda, que uma vez provida,digo,pro­ 
movidas as citações na forma da lei,tenha 
prosseguimento o feito até final senten­ 
ça que·julgue procedente,condenando· os 
constantes,se houver, no pagamento das 
·custas processuais e honorários advocati­ 
cios calculados na base de 20% sobre o 
valor da causa.Protesta pela produçã_o de 
provas e as requerem, por todos os meios 
admitidos em direito, inclusive depoimen­ 
tos pessoais.Valor da causa: Cz$ 20.000 , 
00. Nestes termos pede deferimento. Bela 
Vista, 02 de Dezembro de 1.a86.(a) Óder 
Bozzano Rosa- Advogado-OAB-MS, n? 2905-B. 
Rol de testemunhas: a) Francisco Duarte, 
b) Hipolito Godoy. c)Oscar AraÚjo,todos 
residentes nesta cidade e comparecerão à 
audiência de Justificação independente de 
intimação. Complementação de petição de 
fls.15 Exmo Sr. Doutor Juiz de Direito de 
Comarca de Bela Vista-MS. DANIEL FLORENTI 
NO e s/ mulher Dn~ Alice Guimenes de Flo= 
rentino, nos autos de Ação de Usucapião, 
feito n2 314/86 em que são autores e,em 
acatamento ao respeitável despacho de ris 
13- ve:so, vem, através de seu advogado 
signatario,oferecer o esse MM.Juizo,os no 
mes, pronomes,estado civil,profissão domii---------~-----_; _j 
cilio e residência de seus confrontantes 
e réus, conforme o que dispõe o art. 282 
do código de Processo Civil, e afinal re 
querer. Confrontantes: Conforme mapa e 
memorial descritivo anexo: 1- CÂNDIDA PESO. PARA ASSINAR LIGUE - 439-1410 
ECHEVERRIA,brasileira,solteira,pecuarista~----------------=---~~.:.:.:2'...... _ _J 
residente e domiciliada nesta cidade à 	E X !? E:IE HT E 
rua José Bonifácio,465,inscrita no C~F 
sob o n 045.429.321-68,proprietária de 
parte do imóvel denominado de Fda.SANTA 
RITA. 2- AURÉLIA ECHEVERRIA,brasileira, 
solteira,pecuarista,residente e domicilia 
da nesta cidade, a Rua José Bonifácio,4s 
portadora da Ccdula de Identidade RG-- ne 
150.254 SSP/MT, proprietária de parte do 
imóvel denominado de Fda.SANTA RITA. 3- 
0RESTES GODOY, e sua mulher dn~ TEREZIN~! 
LOPES AJALA GODOY, brasileiros,casados, 
pecuaristas, residentes e domiciliados 
na Fazenda San ta ··Rosa, munic Ípio de Cara _ 
col(podendo serem encontrados naquela ci­ 
dade); ele portador da Carteira de Inden­ 
tidade RG- Nº 98.729-~SP/MT e inscritos 
no CPF, sob o n 076.711.34,proprietários 
do imovel denominado de Faz. SANTA ROSA 
4- DANIEL.FLORENTINO e s/mulher; dn~ Ali~ 
ce ·Guimenes de Florentino,proprietário 
do imovel SANTA ELIZA e autores da acão 
5. DIONISIO SERVIAN, brasileiro, vi~vo' 
pecuarista, residente e domiciliado n 
Faz. Lagoinha, município de Caracol-MS ~ 
inscrito no CPF sob o n2 048.651.541-04 
proprietário do irióvel denominado de FAz. 
LAGOINHA. 6- JOSE CARLOS DELFIM MIRANDA · 
sua mulher d+ MARIA PEDROSO FERETTI MIRA!_ 
DA, brasileiros, casados, pecuaristas, • 
sidentes e domiciliados na rAZ. "CANDií!HL 
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INSC, EST. 28.219.003-1. 
Registro no Cartório de ' 
tos· N2 35. 	Titulas e Docui,:e_!'.! 
FILIADO À ARJOnI E ADJonr - 
REPRESENTAÇÃO NACIONAL: NS 
Rua Sete de abril na 282 
Fones: (011) 255-2579 
lo - SP. 
- 5
2 
Andar Cj.5/l 
0u 255-3492-5ão Pa± 
Presidente Varas n? gO 
11, . 	' 1-11? Indar - 
09-rone (021) 263-1129 
de Janiro -- RJ, 
Edificio Migul pndya - 45 Andar - c! 
- Fone (61) 226-3861-Brasília-DF.

--------------~--------------- 
___ .__,.,_. 	_ 
1-------:----------------------- 
É A P~RTICIPAÇAO OU AZ 
A FORCA DE UM ,, 
COMUNIDAD 
 
 . 
l mfl(cgn;ic1o nõt h1;tó11õ1 de Bota V1st; desde 
os idos dõt f1ct11 ada da Laquna, encontramos 
relatos dn esforços sobre-humm1os. 01zer11 
tdr sido bravos os sertarnstas que aqui apor­ 
t.uarn, plõtnlando o pequeno núcleo , beua 
das águns crrstal,nas do 110 Ar,;i. 
Uma história de enrqa o participação, 
IOfça mlerror, qllO no pl,mo extcmo lc,-se 
mamilestar no espluto solidário e hospitaleiro 
que faz com quo o visitante esteja cm cas.:i. 
. Um povo alegro o quo gosta do lesta. 
roí corno presidente d;i Enersul (de 
1903 a 1986), nos Ir ao.ilhes que aq1J1 d!'sen­ 
volvemos em conjunto com a cornu111dade, 
Qlle r,ude comprovar a gõtrrn dos bcla-v1sten· 
ses que ;i1ud;ir;irn õt tomar a cidade fllars 
ilumunada, dando-lho vida não apenas du­ 
mante o da mas também à note 
Pro'.t disso t:, ;i 1111õtqcrn aqui colh,cla no 
t.lul11;io dõt L11, que por s, :;ó lõtla t!o que é 
um trabalho de participação e que por sua 
IO<Ç:J IC'rtlOtl·Sn slrnholo ele lodos os MullfÓf'S 
que o Gove1110 de IAS r P:-tl+zou crn 81 e 8'> 
ern v;r,as c,dades do Est,1do. 
Our;mte a c.11llpanha 1•fe1toral do mo 
p;iss;ido, IPndo corno sloqan "/1 r orç.1 da 
Parl1c:tpaç;io", sont munlo de pnrto o a[lOtO 
dn povo do ílPla v,~ta qllf' culn1111ou na, tJt· 
nas em uma expressiva votação., 
Na oporlurudade do arn,orsàr,o d;i c1da· 
ele quero agradecer à gento bela-vstense to­ 
da a confiança cm 
num depositada e 
roalumm o com­ 
r,rorn1sso de, atr;i­ 
vés do meu tr;iba· 
lho n<1 Assumblé1a 
Leg,sla!tva, lazer 
jus à responsabih­ 
dado colocada em 
i l 
r cesa e ipa 
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• .. r: rdi- 
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TR13Ut!A DA Fi:Wi1TEIR/, CünREIO • fl')I:rs::s::, .iOR[;,,: n·: r-cm'ic, 
JORNAL DE ANTONIO JOÃO. TRTBUN ''RTI!HENS. 5 R;AI DA PECUÁ­ 
RIA E AGITICULTURA. 
') l-:AIS :l.Ol'ER::o ?AROUE· GRÁ!""!:CO DA Rl::GIÃ0 - _ .. ?:i.,·S:,cs 1::i-: u:-1/, 
ou AIS CORES. 
OFF SETT E 'flP0GRÁFICOS 
Sl.R/lCOS DE EC7.1PAGEM. 
LIVROS, REVISTAS, JORNAIS , CONVITS. 
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1 FOR·ça MOTIYIDO 
~ST/1105 ti/ ÉPOC/ Di ATIV!DADt, Ü MOl'EM '.~ AÇAO E HOJ D' 
PRECISM10S ílE GEMTE OUE PErlSE Gf'Af D[, CO!ISTRWO,iE<, '~ ,', 
{ FO:~çr. 0(1 P~OGRESSO CHAM/ SE i',OT I V/,ÇÃO, 
Parabéns Bela 
PIRIBENS EXPUS T 
IBER XIVIER - PREFEITO M 
iT 
- 
~ OLE MELHO~ MOTIVAÇAO DO üUE O AMOR PlLA CIDADE 
FILHOS? 
ESA CIDADE OUE HOJE COMEMORA O SEU B6S' AN.V?S?10. 
- 
E A BELA VISTA DE TRADIÇÃO. DAS POLCAS E DO TE?E?E. 
É A BELA VISTA DAS FESTAS, DOS ~ODf!OS E ílA EXPOBlL. 
VAMOS, HOJE, T0DOS JUNTOS, ENTOR~/RMOS U~ H!MO DE TRABALHO A IIOSS/ 
. / , l 
CIDADE, 
' 
DE NTONIO 101 
DED Ê COM(RCIO E REPRESENTAÇ~E 1!í3 !!à~ 
SANCTOS & BRUM • L TOA engesa li ~ 
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D=E>t - C0·'1ÉRCIO E RE?RES:=:NTAÇÕES D;;: l·'.ÁOUII:J..S __ ... ? ~.:.!· . .:.:,. '):, 
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AGORA ODO0UNA.BON!70.Po70 UIHC.CARACOL.ELA V:sr 
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a dc::;inib1ç:Í.o para 
ocupar a trlbuna 
deba er, o conh ci - 
mento da maquina 
minis ra Jvn rcc6m 
ainda, 
das as ''manhas" 
üd 
o­ 
da 
aluaçao parlamentar. 
"NÜo vim para a 
Assembléia sabendo 
como ser deputado 
tinha algumas propos 
tas e cm geral me 
sinto realizado nes- 
!'-P ...... , wtir 'ro se - 
mesL:.·t, --.._,,_,..r1 
sinto melhor povque 
acho que é uma ques­ 
tão que extrapola ao 
meu poder pessoal de 
deputado eleito, po­ 
is o Legislativo in­ 
felizmente é um po - 
der anulado ao longo 
dos 20 anos de dita­ 
dura; eu questiono 
se o Legislativo de 
fato é um Poder, po­ 
is ele é atrelado e 
dependente do Poder 
Executivo e sua auto 
nomia realmente nao 
existe, ou seja, en­ 
quanto o Legislativo 
-não recuperar de uma 
f'orma ampla os Pode­ 
res que de fato deve 
ter não dá muita sa­ 
tisfação a um cida - 
dão bem intencionado 
ser deputado", afir­ 
mou. 
Uma das maiores 
causas da atuação r~ 
duzida dus deputados 
se deve ao fato de 
que eles se limitam 
a algumas modifica - 
çÕes, mas não podem 
legislar em matéria 
financeira, e o que 
move a máquina admi­ 
nistrativa de um go­ 
verno realmente são 
os recursos e sem 
fazer pronunci' 
·os qu , ' r,tro 
1..m cc;n~,x·o, foi 1 
F. lt:.. )•,í)Ol" :: 
peso, como por ex _ 
plo no caso da Vi i­ 
lência (a!n 26/0,); 
Divida Externa ( I 
07/04); !;Obr ~. 
nas de Urucu 
06) e por último o 
Concurso Público 
(24/06); outros tra 
balhos como F, ira - 
. •i:;eu e o folhe:+ o 
c.on -. história 
Tia Eva. 
rln 
Além disso Bacha 
fala sobre os gr r.­ 
des companheiros q/ 
encontrou dentro da 
Assembléia Legisla­ 
tiva, tan o na si t~ 
aça0 como na oposi­ 
ção, onde, segundo 
ele, "tentamos fa - 
zer uma política 
grande, sem ataques 
de ordem pessoal 
uma política que mg 
difique em alguna 
coisa a estrutura 
do poder que está 
ai e dar urna efeti- 
1 va contribuição·•. _ 
Durante o Se7.es­ 
tre o deputado aprg 
sentou muitas indi­ 
cações dentro da Ag 
sembliia, atendendo 
a todas as reivindi 
sancuiches. 
caçoes que lhe fo -. -EFTE: 
439 
_ 
1268 
ram feitas peios 
prefeitos, vereado­ 
res, lideranças e 
também outras pes - 
soas que lhe procu­ 
raram. 
IIiiIDICI.ÇÕES 
O deputado fez a 
solicitação para q/ 
seja implantado de·, 
inediatoatendimento 
eles não existem o- de energiaelétrica 
bras, serviços novos 
não há possibilidade 
Luso COME'RCIAL LT-DA 
. , . 	. , . 
AGRO PECUARIA LUSO LTDA. LUSO COMERCIO, 
, 	' 
.F. INDUSTRIA DE -MADEIRAS-SECAGEM E ARMAZE_NÀ_ 
MPHO _ COMPRA E VENDA DE GADO_ MADEIRA_ COM~RCIALIZAÇÀO_ • 
Bons Negócios.Lucros Certos. Produtividade 
.RUA DUQUE OE CAXIAS SN_GUJA LOPES DA 'LAGUNA_FONE: 
~ ~.. 251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO 'DE COMPRA 
, E VENDA· DE GADO [URGENTE]. tRATAR PELO TE_ 
FONE. 251 1364 
.,. 
vista:e Carco , e 
posterior n e cong 
tra'da linha de 138 
Km com subestação 
rebaixadora; projt­ 
to c·nch, na loc:ili 
dade de Itaboraí se 
;,, arC'ndido c/crv. rg1a 
elé rica; inclusão de 
3. 'lista no Plano de 0- 
bras da Cohab p/ a cons- 
r ·cão de no mínimo lSO 
casa.;; nsfal t.8mcn to da 
ER 060, ligando De­ 
la Vista a Jardim ; 
e encaminhou varias 
reivindicações para 
a área de Saneamen­ 
to Básico, MDU-Fre­ 
derico Valente- em 
íJr-asÍlia. 
4D.AI 
inderela 
D""· ...A!UA CRc:;ÓR.LA 
?EaEIRA 
Comunica aos prezados 
clientes que aceitaros 
c:-:ca:iendas para festas. 
Ace itaos de mar:ni tex, 
r;,.anni ta e sortidos. Te­ 
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p, qu••nln, 11:-ir r , 1 !rr,1r, 
.. ,, pc 1 o pu I rn,- o. F. l,• "1 , 
nhPC I rto o ll;ibl.Lo <h.l 1 . 
soas que ebe rt. m, ccnq: 1 ..r 1- 
10 e saibn que o • h .r'<, 
depende mais das ubgtn .. 
cias vlaterais mistura - 
das i bebida,do que pro - 
prirm nt.,• do .'.1lcool . 1/;, ·, 
porLc é elimin'1da ,·,·lo.s 
rl ns, variando na propor - 
c;Üo entre 2% a 10 da do­ 
se tomada.De qualquer for 
ma,a C'liminoçÕo toLal do 
álcool não passa, em re - 
. gra ,de l~.Os oulros 9 ;'. 
fican no organimno, e são 
por ele oxidados. A ox!d~ 
ção do álcool rctl do no 
organisrTXJ não se faz i.r::e­ 
diatamen Le; é fcnÔ!n·~no q/ 
se vai processando com 
vagar, queimando-se, por ilo 
ra,de sete a det: ccntÍn.c: 
tros cúbicos nu~ adulto 
de setenta quilos:.Assim, 
um individuo que haja be­ 
bido cem centímetros cÚbi 
cos de álcool absoluto.­ 
(200 cc de .:iguardentc por 
exemplo) perderá 10 cc 
peles pulrrões e rins. Os 
outros 90 cc serão inuti 
lizados em nove cu dez ho 
ras. 
Ern 1.902,nos Estados~ 
nidos ,Atwater e Ruth Peng 
di.ct pralicar~~ expcriên­ 
cias,q/sc tomar:::n cé·lc - 
bres,pois através das mes 
mas ficou aprovado q 1, na 
produção de energio,o Í:11- 
d tiur: "O álc • 
r ! rrb,rstmru li­ 
tr ,1111 • htutvl alirntn 
AUOCL. E 'TEMVPERATU 
w i covo?sunião a 
crença vular,o alcool 
Plt v J. 1 U·ll.fJl'•r;:it.uru tb 
co:-po: 11'11 c:11 ice d,, 
"cnIrha" pnr "esqucn 
lar", rll:
1
. <i rn:1Lutu.Ou~ 
se todos utores,no en 
Lant.o,cp1c:r· por c,xp0rl­ 
~nCiél cm nnlm;lis, • quer 
por cb.c;crv.ic;Õcs no ho­ 
mem ,cu:-icluem om senti 
do contrário. i posso~ 
que bebe senle de fato 
cillor,cm virtude da 
vc1sodi l ... taçÕo cut:âne.:1, 
qus traz mais sangue 
para a superfície do 
corpo.Ma:, a trn:peratu­ 
ra central desce,pouen 
do sofrer .:t baixa 'de 
ali,1U11s g:--aus. Em indi. vi. 
duos crrbriagad<'s , Pu­ 
che t viu a temperatura 
cair n 2ô graus.Ésa­ 
bido que o ,mu.so do á_l 
cool diminui· o poder 
de resisLência do Ot'- 
5an470 e n:laço as 
infecções .s grandes 
dvses inibem as rca - 
Ç<X's fagociLárias ké­ 
lul '.15 orgânicas capaz 
de digerir m!crÓbios 
orgânicos) e hu-:iorais. 
A conclus3o rcsul ta 
de investigações nume­ 
rosas,prosseguidas de~ 
de Rubin,e:n 1.94 ,até 
'ut rculose".Hoje,a ten­ 
, -; nc i u. do!.> '...ü orc!J <~ r;, 
r,o!, afl rmaLiva.Em surr.:i,
1 
• r,•:nrando o conjunlo da::; 
dv n;a:· i nfec Luos.:l.'.J , as 
rondes doses de alcool 
!no S<:n.pr prcjudlcioL,' 
l - Ir r r. 
ótimo par 
TE 4PLIC 5 4 DI 
o ir'v 
r r ,. o. 
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l - ,urr rio !'x', jn o ao 	. 
p,·c lal 	• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • .z 
1 - T •, r, !,O l , ,50x30 no a fa!t, í r , • J 
·tl tnm,-n r- v,:iJ ri z:Jdo ......• • . • • • • • • • • • • • • 
"r 
Terr no 13,f;Q,c2$ 
.JO netr• •lfl; ilS pequens do- :; z '5 1 ,, . 000 , 00 
es,se não causun prejut 
ZO.L'lllh'..·" n'.Ío lr1um VJ:'1 
tagem.É bem conhecida a[ 3 - Terrenos 12x24, 
frase de Las·ue: "A de- Cz$ 15,000,00 
' ) 
Tr·rreno J2x2', - Lotem:,cn o t: t.or· y r.:?$ 
juntos, 
1 r l / ! .. . •.•.•••••.•.••• 
! '1 , e q J ~ - • - . 
sigualdade existe peran, _ Chácaras no Nunca Te Vi, curcad., formada cm parte , ca 
te o álcool";Há indivfdu] 	C,R 7O 0O 
os d" cxl.remn suscclibi- ,orua, Vt.:r paril comp!',H'. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • /,: J. ' 
lidade,aos quais o sim- 'J - Chácara no Nunca Te Vi, formada, braquiária, aguada Lva, 
ples cheiro do álcool fios farpados. Acei tn carro como parte do nepÓcio. 
foz mal ,parecendo dcpen- 
der o seu esLodo de con­ 
dições absolutamente pes 
soais. Por outro lado,c~ 1 - Casa resid"ncial, Rua i3ara_, 
nhecem-se casos de notá- no 20x30. 
vel tolerimcia,uns naeu- 
rais,out!'Os adquiridos' 
por moléstia ou pelo há­ 
b1to.Pidoux cita a estÓ­ 
ria d~ u~ poliÚrico(se - 
cr-eção abundante de u:--i­ 
na)que bebia 20 litros 
de vinho p/ dia.Boll me~ 
ciona un dipsónano (im - 
pulso irresistível q/lc- 
via 24 litros de vinho 
nas vinte e quatro horas . 
o q/significa um litro 
p/ hora.A maior tolerân 
eia da célula nervosa d 
viciado,à ação do Ólcool 
nio é limitada. Hansen, 
cts s..m exp2riô-cias, jJlg3. 
p::,±r o:rcluir q/ o crgnism 
h:bi tum a l1tera:;êes fre - 
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' •

--PONTO DE VISTA- 
1 FESTIVAL. DE FRIAS 
Na última sexta-feira p.p;aconteceu o 1" 
Festival de Férias da CIdade Sorriso. 
O evento conLou com D p,~•r;<•nça <IP un 
grande numero de Jovens e cn.:ois qu,• vlbr.,r;,m '-' 
contai armn-se com o som do 'll lE IHN IH! íl7. 
O Grêmto PNlro Hufino fo1 o pnlco da feg 
Livid;idc que con ou com a ap scntnç?io dç Gl10't1 de 
Calouros;apresenLaçiio do Grupo d<> /rl<' NaLiva f'os­ 
tc!ros de Dcln Visto e show do NJU'1AR PIVET/,alérn 
de• DiscoLeque cem a Máquina Quente do Grêmio. 
/u~ llI'J'J;Af) 00 FES'i'IV;U. 
Ficou a coreo dos gnrotinhos organizndo­ 
res do Festival de Fér!os,que foram incansáveis no 
agito jovem. /rmancto e Lile demm um show a parte 
no entusiasmo e otimismo,contagiaramn à todos ... 
"Ideal do estudante" de auLoria de LuÍ.s 
Henrique foi a música que abriu o festival e os g~ 
ratinhos da Radio Dela Vista comandaran can ener-­ 
gia. 
Nilmar Piveta 
SHO DE CALOUROS 
Som alto.força de vontade ... erros,acer-­ 
Los ••. cnfim tudo pronto e lá for= os seis jovens 
que fizeram da noite de sexta inesquecivel. 
A Canissiio julgadora canposta por: 
{MARCUS LRIS - Co1mista do Jornal da Pecuária e 
1/gricultura; LUDGERO Sf.NHOHtNF: - 1'Pcnico de Som; 
AILCAR FERNANDES - Musico Profissional dn Banda 
Bliss de Caracol; VANDUIL CABR,'L - 13anda do lOQRC 
Mec ; MARIO VARGAS - Presidente do Grêmio indica­ 
r'dll O clintieiro cc::;>ra woo inLerpreLaclo por Leo-­ 
cir e Jo::ccd.r cano a vencedora ào 12 Feslival de 
Férias de Bela Vista. 
O segundo lugar ficou para a rrúsica_mais 
popular da noite,interpretada por PITER : "Meu rrel!' 
Em terceiro lugar ficou CAPACHO interp~ t---------------.-.-~-------4 
te da rrúsica "Trem do Pantanal". 
Caio Bonattes (Knife);Nilson Candia (Por 
causa de você) e ºNilson Roberto (Amigo do sol e 
ai0 da lua) também foramn premiados por participa 
çao. 
Gru?ô E ARTE NATIVA PuSfrl-iUi DE Er:IA VISrP. 
No intervalo,quando foi efetuaào a conla 
gem da pontuação dos calouros.surgiu no pique to- - 
tal. . . pilthados e com disposição para embelezar à 
noite o Gnço àe Arte Nativa Pcsteiros àe ela Vis 
ta ... alegria no salão,chote e vanerão,era o Rio 
Grande do Sul e sua tradição. 
Na composição do Grupo de Arte Nativa 
Posteiros•de Bela Vista,os élll'a~tes do folclore: 
Dejair Barreto Silva.Sandra Maria Talline,ElLon S. 
Femandes,Emilia Talline,Jorge Mareco,Marivete 89E 
ges Lazarim,Dejair Martins da Silva,1-laria /pared­ 
da ca Silva, Elizete Borges L:iza.rir:1 e Alcir MendÕn- . 
'Ça ... que dera11 um espetáculo de elegância. ' • 
Palmas aos promotores da trndicão! ! 
11:eio Limido ... cheio de emoço,com torça 
de um eigante ... vi ressurgir naquele jcvem o::; 
Lempos de outrora;cmeçou devagar - Beatl s ... 
John Lennon •.. seus sucessos,por UfU~.c;, inrlês, 
italiano... e assim foi de una em una musica;co­ 
mandou um espc táculo que emocionou os espectado­ 
res. 
Sua esposa e· filho cst.avéXn pr:sd-:l,'S e 
fora-n até o fim, acreditando no sucesso St. :=r;:..;,?. 
PI,TIA ,então senti o jovem gignntc qu•. 1.:i. re­ 
nascia para não mais parar. 
Parabéns llIU•1AH,r.osso sir.c ono aradeci­ 
mento e esperaros você no 2? Festival de Férias. 
ô A S i." I iJ ORES 
Equipe 407 em açao,·ra muita azitação; 
co:r.eçou cc~ o aquecime:-ito d,:, quinla-'..:tra no Clu­ 
be 13elavistcnse cc.n, discoteque.Depois de un mês 
de divulgação,de trabalho,aconteceu.Ss valeu... 
só quem sabe é você! 
Espaço Livre 
Cidade sorriso 
Do meu querer 
.És n princesa do Apa 
Do alvorecer 
-Recadinho.s- 
gino c indo !e unas 
.. : r o I t 
-~------------------------------ 
ARA:'obra iI 
"Eu na. resinha Baiana,nem tão pouco 
i t l ,r, , ... , -, ho um m do danado de cobriJ 
DI .i r 1th . i I 
'MA:CiJ 
11
;. '! 1 d1 para compc r í r 
RA:F1avio 
·-_ niio _, ,-_pr:,;c ! "_:i:-:: L<:i la _ 
ARA:i. nh,a 
'' Juonctc, • ,..J ". idade para casar,quero 
que voe seja a no e...enquanto isso,va- 
Criança tão bela 
Hospitaleira e ·angelical. 
Trarist.'onna em verdade 
A tradição maternal 
No abraço anigo 
O recado iro 
Mos versos ào poeta 
Tua história é cançao 
PARA: IzL.da 
Po:-_qu,,_:;-~u_:;cor·t_niio_é_ -✓erde?"_DE:Millco_ 
·PARA:João 
"Sintonize! ?n,cisa:,,os fazer amor por tele 
p:)'"""!.a
11._DE::E3trr:-la 	_ 
PARA:0ç0 Compro:issado 
"Eu fico no lugar dela pagando aluguel ... 
:c,pas? "_DE: Tê 	. _ 
2ARA:5ague! 
"Você é j rna! 6. ont•·::.; já 1 i, 
a55i..· 5ozuci 
PARA. (Sogra) 
,,ur nr;:J BV) 
Jf pouc ·, chuv,.,". 
re 11 ... 
no lixd. - DE: Caio. 
---------------------- 
"Vê se CC!Scc:-üio. e ceixc sua filha mals a vontade' 
úi'::/,1 ta.ir 
--------------------------------------- 
PARA: Rosi J ,-ne 
"i!ão G.Che1 que c•stá de:rorado esses nossos enccn­ 
lros". D2:Ch:-,.r:-:ioso /. (Grafica Apa) 
-------------------------- ----- 
PA;lA:Luls P.cnriqi..:e (Bela Vista) 
"Hoje r.o•~i que você estava se afastando de mim, 
Sentinela natucha 	. 
é·spe rno ter acordado tão tarde ... continuo a 
De rena sr igual te ar se: me declarar". DE:Cristiane (Guaiba) 
Em tu3.3 ru"-5 e- :~crac:.,sJ-------------------------1 
O abraço fraternal 
lile 
P,E1o 
o=-· Vitor Gces Dias 
"Si::COS e 'MOLr!ADOS - FRIOS em GERAL" 
Rercado Pioneiro o preferido da City 
na Avenida Pilad ebuá ns 986 - BONITO 
''?REÇOS e o N e E :... A D o s ! ! ! " 
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Pegamos o Elcon 
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A ccsta do csquito (Aventura) 
Co:~ Harrison Ford (Ator de Indiana Joe) 
••• PARASiNs BELA VISTA POR MAIS UM ANIVERSÁRIO ! !!

1 t 
IDMINISTRICID IBRIID IRMDII ZACARIAS 
Uma n la reivindicn,ao dos motor1s ns 
dr t, x I era a cons I rução de novos abr1os 
para taxistas e usuário. 
SECRETARIA USICIPAL DE ED:CAÇÃO 
O novo prédio onde funciona a Secreta - 
ria de Educação demonstra a preocupação da 
atual equipe em oferecer melhores condiçõ­ 
es de trabalho, melhorando também o espaço 
onde o servidor atua. 
Af.AHBRA.00 DA RECE.I::TA FEIDIERAL 
• 5bm dúvida a maior prova de crinho da 
e u ln•· do l'flOl/AV para s mães que trba -­ 
lham fora de casa e não tem onde ou com 
quem deixarem eus filhos, fo1 a criação 
• de creche em locai corno o Bairro Cr1GlR 
•e Silva. r.• C•:ntro. 
Deu um visual tais apreciávele acalçada 
maior segurança aos pedestres. 
A arborização das ruas e avenidas ~­ 
nossa cidade é uma iniciativa louvável e 
P.>HAÇA CJS'JCRO AlLY'ES 
Urn verdadeiro cartão de visitns, a Pro 
ça Castro Alves foi completamente remode­ 
loda, passando a contar com um lindo par­ 
que infantil, um rclbgio, banheiro p~bli­ 
co, lJxciraG c arborização. 
i50RTO FLOflESYAL 
Uma ntjvidadc desenvolvida pela equipe 
da administração municipal com o cultivo 
d frutas, verduras e lcgumes,o horto flo 
restai era necessário em nossa cidade e 
todos apoiaram o inlclntiva. 
-, 
Em plena atividade o Centro de A iv da 
des sbcio-Cul urais. 
As prbximas obras a serem in1 
ciadas pela equipe de ABRAÃO ZACARIAS de: 
ve ser a delegacia, forum e reforma do E~ 
tádio Octávio Fontoura, o Clube do Servi­ 
dor P~blico e ainda as Escolas Pedro Aja­ 
la (Água Doce), Itaboraí, Bento GonGalves, 
Princesa Isabel, na estrada paro Jardim e 
Godofredo Gonçalves na estrada para Ponta 
Pora. As obras citadas cstao para serem 
lançadas ainda este ano, enquan o que pa­ 
ra 1988 ainda restariam a nova Rodoviária 
e o Matadouro Municipal. Se todas essas o 
bras. aliadas ao asfalto da avenida Duqut 
de Caxias forem lniciadas e concluídas, a 
Administração ABRAÃO ZACARIAS poderá pas­ 
sar para a histbria como uma das poucas, 
que se tem notícia, que cumpriu-com nada. 
mais nada menos que ccm por 'cento de seus 
compromissos, o que daria, com toda tran­ 
quilidade, ao atual pprefeito, o aval po­ 
pular para indicar e eleger o seu Suces - 
sor sem muito esforço. 
dignO: de elogios. pois atualmente a nossa,CE.X-E"=ê;EIA x. xgcr2. .U. 
cidade se encontra mais bonita. com um vi - - 
sual alegre . 
Em algumas oportunidades esse trabalho 
desenvolvido por uma equipe que procura o 
melhor para a cidade auase foi por água 
abaixo, pois alguns elementos, que, no mi 
nimo não tem noção do que representa um; 
cidade arborizada, ou por não ter o que 
fazer, quebraram e destruiram várias pal­ 
meiras ao longo da Rua Conde de Porto Ale 
gre. Mas isso não desanimou a equipe da 
administração municipal. que teve muito..-- 
serviço para embelezar a nossa cidade. s.,.._ _ 
to PRA E CSS CIADE 
1F EIFEL 
_9E_18/4 2 .DE JULHO 
T0111.dôS Dt LAÇO,. BAILtS, PENCAS, PARQUE DE DIVERSô~S, LEILÕES~ OS 1-'iAI , · • . 
MACIO#IS. VEMA PARTICIAR CONOSCO DA RAIO FESTA DA FRorE1a, ,R#os ANAIS E! EX?OS1CES MC10M41s : 1rR- 
ÇD'"S R1"' 'PA B. • • 	• .• t, • ri ... AVISiA n~ 18 Ar o- JULH 
t ' Y A • ELA VISTA ESPERA POR VOCÊ PARA PARTICIPAR A MAIOR : , ''' " t O flO PAAQ!.fE DE EXPOSI- 
• i ' ... 11POS l ÇAO AGROPtCUAR IA DO CENTRO - ÓESTE_, , 
,E ffltP11TlCIPIILCONOSCO_QA MAIOR fES.11 OI FROITEIRi~