TRIBUNA DA 
.,. 1 
,•rrr 
1 
Abrem-se os Portôes 
OMEÇII O ESPETÁCULO, INAUGURA O 1 16; EXPOBEL 
f I Jl ') t !' J• ,,, ,.· ,< fJ' ,;..~ 1 C<> 
.e Fio pa 1. Iu 
Vi t 1, l( v,, : t 11:; pn1·­ 
toe· ·tortos...'A se 
ma te mnç;' core 
... , ,11 t· ,,~ 11•·1 t11 , l t1t) ,·s­ 
prial 
' b..rturn to, e- Ncy 'pgalh'is, Dele- trns autoridades d: 
1
1• nt11 , pr,·.-"r": • dr, ,'. 1Ch.J : , ,. •·, l d1.• /gr~ 'rt:>giUo. 
,, 1 
I_, 
l l t:-1 l, l . l I i 1 , • 
n1·i. 1o Brasil 
li J 1ll I l, 
'om prsnça do 
,retorio t srieul 
tura E·cu sri. W 
:· 1 ·w i, n, r :· 1  1 , t , , , r­ 
presentando o Goverr 
dor Marcel, Mirando 
i n:1uru ruu-s• 
1 8, saboto. 
1-r ,· 1.. 
! f i.  r irn 
n l 1;; 
• 1 ú 
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e ;1rnpo e; 1·,H 1<J.. . Mu rc,, 
Att.on l o Hodon, Pre­ 
:, i ril'n t•..: rJ.:i lJDR dt' Bc: 
1,, Vlr,t.n; r:o Pn:f,·i- 
1.o rk Puni a l'ul ?:n /ll 
r•·.J 1-1-'.lt'ql>,",: do Pre­ 
sident,~ J,1 Ft,·•l.'SUL , 
Ocu•i, D'Avi la; de 
C'11 l tur··; ,1,, n,epllt,HlO 
'.-1 , l <l•·rnl 1 1 ;inda l,lu­ 
lc, <1-- Rritu; d,· a11tu 
ri e: • ,J" s <I" fk l :.:i Vis­ 
ta Paraguai; do Côn­ 
::11 l ,.,(J P·,r 1guai L"ffi 
H-:•lit Vi:·t.é~. Fdunrdo 
Justo Qcnriz /lynla; 
Jus V,·rc·adv1·,·-• Cas - ta em tpoca de expo­ 
sio Acioly, Prcsidt•~ siçÕe-s
1 a abtJrtura 
t ,_ "!:-t c:-,m tru r-tunj ci­ 
p:il eh- ikl'--' Vis,a.An 
:>· • 1 mo : . :)• • s, Ev i 1 ~ - 
,;io >li.r:111r!·t
1 í'lé1lHiio_ 
nur 
1
~udrj_r.u•·~. !van 
qtH•r,; do Prc,sicJenl.e 
do c~~drn Municipal 
de /lntoniu Joio, /lr­ 
n.:ildo Marq1H'S du SI.!_ 
vu, do PresJdente do 
Po tary C I ubc d,, !!e],. 
Vista, Jornalista I­ 
valdo Pereira e ou 
A "S<:mttna d<' .:mo­ 
çÕes
11
, 1'rvmcl,:"' sur - 
preendc:r a Lodos. O 
footboi continua de 
pert.andr> o intercsst 
dos expectadores, " 
upesar do frio, cos­ 
tumeiro"~ Bc:la Vis- 
da 16' EXPOuEL con 
tou cort, a pr<·s"nça 
d.t: inÚmPrns visilnn- 
1 CS, 'l)s r',i:;.ci:"""'½S Ót' W 
scn Hores e rao Zca 
r 
Liga por'iv Bclavis vnse , 
r<'dll~0u-su suxta feira no Gre 
mio Pedro Rufino, o }t Concur­ 
so ~iss ao ~nport~ d· Bela Vi! 
ta. SR randc-~~ v~nce.ora ar~ 
pru::-uncantu do Clubu [sporcivo 
Belavis ense, G!SLENE 9RU , em 
seundo lugar DENISE MENDONÇA, 
" u':1· ,--rcuiro KÂTIA DFDÉ, re - 
Pru-unt~nte da AA3B. 
O evento contou com a orga­ 
niz,c-::;o d•~ léli.o DiÓrio; Pre­ 
:i1 !• ute da Liga Esportiva Be­ 
:3·,!::-L ns<.! d,· Fu <:bol. 
O ... d:--.:ib~"'lS !!:·li"o D-!.Ório e 
com 
um i., tlho todo 
espe:cial. 
Sob todos os aspectos a pro­ 
mcrão da Liga Esp rtiva Belavis 
tense foi um sucesso: - 
:a édi ç:io de qu rta fei r1-1. d,, 
Tribuna d:.i Fronteira, cobert·i: a 
completa do concurso. 
Cká ta fasa ia liaie e Desfile de 
M a riza Me tas ii um sr :ess 
O d--·sfilt'.'.l ;""°!"O~T' ,' - 
do pela f.íAM17'", ·.;on;,!;, 
durante o chá da CASA 
DA IZADE c;u,· con 
grega <.:Sf,0S'1 d" !"'O'.:él­ 
rianos) foi um suces­ 
so absollito. 
Realizado no Club,­ 
Esportivo 3,!!~vistcn­ 
se, com a coreografia 
de Denize MLndonça ~ 
a produçio an Regina 
Gonçalves, o c~sfil~ 
agradou as quase 500 
p·soas presentes. 
. :_ç, ' '....S '· 
•• os 5:bl.ando algu- 
22s fotos das mane - 
qutns que desfilararn 
e na quarta feira c 
aremos publicando 
uma a.7pla reportagem 
sobr!2 o c:VL:nlo. 
D,::sfil·1ram para a 
A;ZA MAS as se 
fuinLes manequins: 
Adriana (Canpo Gran­ 
de), Cristina (C,~po 
Grand~), Crisci~n- , 
t:,~lva, r-~::i.ri l· r.-_-·, :_..u- 
Grande), Nazaré, Re­ 
giana, Caio, Luiz P½ 
ricles, Maikon, Oc - 
tair e José Roberto. 
Foi uma noite com 
rito charmne, beleza 
e elegância, e aqu­ 
lc atcndir~er.to por 
parte das senhoras 
da CASA DA AMIZADE 
oue :em co~o presi - 
•1r-nte i•iari::i :::s:cla 
V~lasquez PPreira. 
De parabéns os or 
~3niza~ores cto bor.1- 
~ o : .... s f.::. 1 , .· 
-Edição~ 
EXT.RA 
.. 
---

IBRIIO ZICIRIIS: EST MOS f IIZ DO 
MUITO MAIS DO QUE SUPÚNHAMOS·E EST MOS CUMPRINDO CO 
- OS COMPROMISSOS A$SUMIOOS INlERIORMENTE - 
me rcados. 
Fxplor:ir , 1.1•rr , 
cultivar cera.r·" 
scnvo t ver pecaria 
é concor er pa1·a ,;:_: 
tisfação d:is ::i.:,L· ' 
prerocnter- r.1•ce:- ,lna - 
des do homem. 
Essa é a razão a 
nos leva a fixar-se 
nessa atividade,nes 
sa profissão,que ~ 
das mais altas e q/ 
cerLamcntc a q/ nos 
dá o prazer de se 
manter em cor.talo ' 
com a natureza ,que 
A nossa pecuária é ainda a fcn te mal :J 
produz • a mátéria- pura de onde emana 
lorosos,que traba - ~omos,volLados sem - prima q/grandc par- a satisfação humna - 
lham -pensarid0· no prc para O bem co- te das indústrias na. 
futuro . 	mum,devemos reconhe- consomem,razão pela Amigos! A Expo - 
Hoje 
I abre , cm 	• • 	• i t d e 
Expobcl e t1 Lulo ccr o mer o o ·ve qual devemos, a qada bel, neste momento 
nossa querida B.Vlsta • • t 'dade de 
de glorla,dc negoc~ ·o,a capac
1 dia que passa,cond_! deve ser encarada ' 
as portas de um acon- 	i dores 
os,de vendas,de re- seus organ za • clonar nossa pecua- com aquele otimismo- 
tecimcnto que,por si - 	d f 1 e 
creaçao.Somos gra - @tuam/o se a a m ria bem mais orien- embora moderado . o 
sÓ,t• mar·co de uma his 	b l 	· 
tos por isso. Cõrno Expo e ,um nome apa- tada por uma técni- que e uma caracte - 
tÓria, de um povo, de • 	• Ed 
homens publicos ouc rcce em acsLaquc: - ca e por uma ciên-- rística nossa, mas 
uma raça de homens va 	M d i d M 
g_:;.::,::.,~~•:,;;:,~;;_~;;:,:,;;.;,;.;;:...~i.A.----------~~ ~on •e e ros e o eia objetiva. um otimismo que nos 
r· E X T E I EN T E 	raes .Independente - Não podemos vi - leva a progredir, a 
ente de corrente ver de forma desor- avançar nos diver - 
de pensamentos ou de de nada. Na época em sos.ramos da pecua - 
polÍtica,cabe-nos e~ que vivemos,o plane ria.· 
nal tecer a capacida_: jamento,a técnica-;- Somos cientes õJ 
de deste cidadão be- vem substituir os· o momento não é dos 
lavistense q/a fren~ métodos ··rótineiros mais propícios, mas 
te do Sind~cato Ru- de antigamente. Há não somos homens de 
ral,acreditou na Ex- toda uma ciência a desespero,nunca fo­ 
posição e nela lan- serviço d~ Pecuária mos e nunca sere 
çou-se de corpo e al buscando soluções • mos. 
mo .É um dcverbon~ p/os problemàs que Vamos encarar a 
oquel.es que por méri surgem.É Importante realidade tam como 
tos fazem jus. à ad: estar atento a0s a- Se apresenta: acre­ 
atracão e à sra",as't ll 
de scus semelhantes. 
...""..2 .""] Pediatria Clinica e Puericultura 
mos homens afetos a 
campo,à agricultura 
e à pecuária. 
Há em nós um ins­ 
tinto natural q/ nos 
leva a amar a terra 
para dela tirarmos 
nosso sustento.Não 
pois,outro que nã 
seja o fato, de~,. te 
llm·cavalo ,um re,ba 
nillo,um curral,um ro 
deio;tudo isso fa· 
parte de nosso dia­ 
dia,faz oarte de no 
-BELA".'!S"1:-:iiSF.S E VI­ 
SITA. ES- 
.JOJtNhL VRJDUHA DA FROln!'EllRA 
Fnddo eI 20 de Fevereiro de 1972. 
DIRETOR,,: l·lAIU A ESTELA VELJSQllEl PEílEiíl/1 
aEDf,YOR: UD/LDitlO D'E OLIVEJ ílA ílODíl:IGUES 
ED CIIE:FS: IVALDO PF..flEIHJ 
GEff9ITE: G1LSON SILVA SANTOS 
EEPOí!i',iCEHS: LUIZ IIENflIQUE N. COílflEA 
CO!..AEOElADORES: 
LÓris e Caio Bo- Giovani cbsor, Marcos 
nn. tcs. 
HEDAÇÃO, ADMINISTflAÇÃO E 
• flua da República,· 268 - 
: fone: (067) 439-1410 
PAílQUE GRÁFICO: 
Caixa Postal 23. 
Sede propria; 
JORNALISTA ílESPONSÁVEL: IVALDO PEílEiílA. 
• Prop::-icdadc do 
REDE DSLAVISTENSS DE JO~NAlS LTD/1. 
CGC-MF: 15.513.203/0001-59 
ISC. EST. 20.219.003-1. 
ílcgisl:ro no Cartório de Tltulos e Docuen 
lcs· NQ 35. 
,. FE IADO À /131lAJOíll E /DJOR I MS 
REPRESEKTAÇÃO NACION/L: 
Rua Sete de abril n9 282 - 5° Andar Cj.5'1 
fones: (011) 255-2579 ou 255-3492-São Pau 
1 o - SP. 
Av. Presidente Vargos n2 590-11 ~""7mdar - 
CJ. 1109-Fo!1'e (021) 263-1129 
Rio '·· Janiro - RJ. 
SDS Eoiflcio Miguel Bndya - 4 Andar - c] 
1 
4Cl - Fone (061) 226-3861-Brasilia-DF. 
'---'- 	-- r, __ .- ' 
so ganha pão.A no­ 
:;o l.ndÚntrin-110;: f' 
pecuár1,onde de­ 
do cn º" 
eligênc!a. 
E com efeito,nos 
empos modcrnos,urnn 
série enorme de In­ 
dÚs r!an existe que 
nobrevive d pecuá 
ria e uma outra se­ 
ri que vive para 
nuxiliar,pnro q/9eu 
rcndimenLo seja mui 
or. 
Se é verdadC' que 
a indÚstriallzação• 
é a característica 
da civillzação,tom­ 
bém é verdade que a 
industrialização se 
baseia nos rrorrcs - 
sos da Agricultura 
e Pecuária, 
D.E: 
C R f:í SP Q2731 
l u 1 ,, . • t,b r 
téria. 
E na Expob 
gem oportuni • 
de roer. <..l 
I l D E F O I S O 
CONSULTÓRIO: RuA Dr., 
AR COELHO DE O+ __ VE.IRA, 
FONE: 251-1957 
F. D O S 
251-1755 (RESIDÊNCIA) 
URGÊNCIAS- HOSPITAL MARECHAL R0NDON - FORE- 251-1131 
J A R D ! fi - NATO RSSO 
~ONCICONAND.o· JEM .NOVAS EM.ODER 
NAS INSTAUL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL• 
GASOLINA, L AVAGEM D CáRRos' 
Rua Barão .. do- Lad~rio SN 
o.· ccrnpro1.11.: o ·, __,, 
r :!.do· rnu•riorr, nt,. 
Essa firma;ao,nes 
abertura da Exposi - 
ca0,náo vem de der -,­ 
gogia, mas de ·xmpl 
de comparação,de pro 
porção do quanto 
pode fazer e ob er , 
quando se quer,quan­ 
do se analisa fria - 
mine todos o pro - 
blemas e os enfrenta 
com coragem. 
Estamos aleres ' 
pela berrura de ma­ 
is urr.;; Expob•:l.í·s·a­ 
mos contentes com a 
ap0ximcão de mais 
um aniversario de 
nossa querida Bela 
Vi2ta. Essh alenria 
e pura e permanente' 
porque acreditamos 
no futuro,acredi·, - 
mos no ser humano e 
acrediLamos em Deus. 
-MUITO OBRIGADO- 
Di se urso Pro - 
ferice por Abraão 
Armôa ·zacorias-Pre 
feito Municipal- 
S A { T O S 
D O S U L 
480

EOSON MORIES: O PLI D 
elaborado pela Nova República d e· didam 
• 
a 
,, 
Com . 
<' t.L 
1 grárjas. Bem recen 
xprfencia do méxico, que 
1vr o pis para a imprody 
,. ,,;,, 1. •·conôrr.Jc· .. 
i . 0 '1Ut• r!1•:,l' jr,m f)/1. Stí' 
r, trl.'..l calamidade e pe - 
plano que aí está: vamos conj 
t•l
1·,·t.,1 11nn
11?; ;1lt·!'.t.:.L',clii.!ril.t> de> Lo - 
dos que qui estão pura prestipiar a inau 
(lUl'Açao !,O J r ne da 16 EXPOBEL, os nossos 
respeitaveis cumpr1menlor:. 
Ab::-imos l'8J),"lços mui lo especial, 
pnr::i tornar publico o nosso 1'cco11hecimcn­ 
Lo de ratidão pelo apoio recr.l.licto d.1 co­ 
munidaLle, o trabalho incansável dos copa 
nlwiros c1,, di1Tloria de, Si.nrticato Rural, 
ni:io m0clinclo esforços para que Luuo csti - 
vcssc concluirto denLro do Lt'mpo preciso 
ao alo ln:,up,ural. 
A Prefeitura Municipal, através da 
colab,,raç;;o f)!'c:-;Limos,1 do prPfci Lo AbraÕ.o 
Zacarias, nos foi passivei realizar Lodos 
os serviços necessarios para que o parque 
{l,• ,•xposiçÜv!c> Riu Apa, ot'erc·c,•sse as conr . 
diçôes ideais a realização da 16' Expobel. 
O upoiu do ilustre com.:inJdntc do 10! 
Regimento de Cavalaria Mcanizuda, Cel. 
Ivar Elll'?'Y B-i1-roso, nos foi grallficantc. 
Agradecemos L,1111b,: rn aos b.::irr:iquei ros, c,xp~ 
sitores,os peões,rfim, toda esta ente 
humilde,c frm~os bclavistcnses que contr! 
buiram com suns parcelas de otimismo e 
muita garra, que ira proporcionar uma ver 
dadeira sPmana J~ cmo~Ões, a partir de 
agora, at~- u p1·Óximo dia 26. 
O sucesso •·stá prat1camenle garanli­ 
do, porque sempre acreditamos no Xrabalho 
de cada um cm pa:·ticular.F toJos voces . 
aqui presente, vieram para sowal' e da 
Para Sela Vista, mais uma alegria a 
exemplo Jc ou• r.::is cxposiç~cs,divulgando o 
nosso ooL,ncial cconÕmJco e produtivo, 
através desta f,·st:i já bem con!wcida em 
odo Estado e até além fronte 1 ras, para 
orgulho d0 Lodos belnvislenses. _ 
Ni:;o foi contratada nenhumna atraçao es­ 
pecial. 
Somente aLraGocs lig.::idas a festa agro­ 
PCcuiria que ora se inicia, onde o povo 
com suas LradiçÕes se faz presente, coSC~ 
rtes próprios, temas da terra. Alegria,so­ 
mcn e a lcgri a, co.n;;;.taró da programaçao 
elaborada oara proporcionar a todos in - 
' • 	tl • • e des- 
d is tin 001entc, mo1.""nLos a1;1-.o aveis 
contra.Laos. 
Nossos portões estorao abPrtos para 
acolher carinhosamenle a todos que nos 
» pe e assim se 
Dres igiam com suas presença - 
rá até o final do nessa mandato de presi-- 
dente do Sindica o Rural. 
il Stres visi tan 
Povo de Bela Vista, u 
A hora é bem oportuna poro que em nos 
so nome e dos demais classes produtoras 
tio nosso município, seja dirigido uma men 
• . so novernador 
Gagem reivindicatoria ao no5. . 
3, 	nda atraves do 
-o Es ado flr Harcelo ,. ira • 
, • • 	a·o solene, Dr. 
;:.,J reorcsent.:int.l'-a-cste e • de 
Flávio Derzi, digníssima secretario 
·.'.a o d•· ogr•1cu'i··turo e pc•cu ria. - 
- - 	1 deste 
A maior aspira@o da popu açao 
municipio continua sendo o a..;féll L,,rn(•nto 
da BR. GO, p1·ogromada r pro:n,-1 icrn p<>1' 
governos passuclos, Espe r;,rnos l" com pa- 
c i inc ia, agora no governo do Dr. Marcelo 
Miranda, o rc1nic10 e concluso dessa 
obra.Compreendemos o momc>nto de di ficul<'., 
de s, mas deposita mos um vo Lo <;P con f 1 :::11. - 
ça no poverno pnra que vlab1llz~ recur - 
sos para esse asfalto, realizando assimn o 
sonho de nossa gente. 
Pedimos ajuda do gov,• rno ao nosso 
pr·e(eito, par·a que ele possa 1·.::oliznr 
obras prometidas do mais nlLc inccreS8• 
dos beluvistenses, como asf,lL-;;·:r-:-,ro b·.,: 
co, tão impor tan Le para a hii 
de de nosso povo. 
É preciso corrigir distorçoes na atual 
administração cta nação brasileir~. C po­ 
vo está com Come e as coisas pr<·ci::;0:n rra . .:­ 
dar. As cÍ:.· lebr,·s mudanças tÕ.o ;H'<Jf,.-i[.:: L!, . 
mas que ate agora, ainda acha-s 1 ;e .. ,1. - 
e ida. 
Somos paciente e nossas sp u ;a5 
tá no amanhã, que podE'ri, cr.<'f<élr r!, '·"· 
alentadora e amiga. llunca ~ , .. , 
acreditar no que e nosso. ;:: ,, ··~:.: 
de todos. Formamos umas~ ccr·r· 
EFCEXA AGRÁRIA, PREOCUPA-S E EX:5--s • 
'llf-.S. 
O Plano de Reforma Agrária elabora! 
pela neva RepÚblJca, decidirinm-·nt~ r;o 
deu certo. O Mirad com pouco ~a!E d~ 
dois anos, já teve 3 ministras e ~s pr0 - 
gramas de assentamen tos de col ,..-:e::-,, • • 11 
sido de forma desordenad,1 e 3L~ esck:~--~ 
da República, a quem o prÓpt·i0 p!·c·s!c,:: - 
te confiou a execução do plano. 
Este plano que ai est~, :ião prLser 
vou o mais sagrado direito cons~i•ucionn: 
que é o direito de propricdad,. 
At~ os imóveis produtivos foram atin 
gidos atraves de expedientes de interes­ 
se pollt1co ou de grupos apadrinhados, 1~ 
vando ao desespero, pessoas que Lrabalhru. 
e produ~ alimento. 
Felicidades para uns a troco da in.e 
licidade dos outros, não será o melhor 
caminho paro quem pretende executar a ver 
dadeira reforma agrária. NÕ.o via desa­ 
propriação, o passo inicial par. reforma 
agrária. A experi~ncia nos ensinou atr·a - 
ves dos resultados obtidos nos mais diver 
sos assen t:amen tos de colonos Já .:,xecu t;;, - 
dos pelo INCRA e outros orgÕ.os dos GOv~1- 
nos estaduais. 
A pr-.:ocupnçÕ.o não i- somcnle nossa. /1. Ip:rcja. 
os sindicatos dos trabalhadores o propr!o 
goverro, cte fcndenL uma refor, a arria :c­ 
mocrá tica e objetiva denLro d~ te~~11rl_j_ 
respei t"ndo-se os direi tos al' .. c-r. A e: - 
cribuiç5o natur.::il de ·erro~, ~ 
ciativll. ou mesmo ur.i p!ano cv.,c n ·, • 
í-x ,, 1· c,u, ro.· ·, Jo::: para que nao s 
prjadiqu o ;.,ropr-l• t.Ór10 ruri.il, b·tstn o 
c,r,v, rno l•,nç:.,r• •r::ic ·!éJ., t, r-ras improcluti - 
v.s do podr público, verdadeiros latifur 
dio: r,,11,,:0· rwlc! qualro cantos da 
. ."• r l 
rosa e sem onus, investindo-se 
ss ntmentos. 
":ÃO SE DEVE BICAR C 
TER. E : SE INCA 
ilo 1.oc-inv- étos pr·odulores 
sts cst d fito ::.regendo odas as 
nossas consideracs,pela resposta dada 
atr vós da xprcssiva safra agrícola que 
rtd a urna das r ires colheitas de toda 
. . . 	11·..1. ".lu .•cj;; ó4 milhões de• 
J. 1 • - .. 
rr • :·-.o u1·, r:i,•dida menos onc 
.,., 1·· c•.n·-.,::; r.:c'éJd.:i,; anunciadas pelo 
,-;x,·:0 . .:e :'",hu:· Pr•·S1drntc· dê! RepÚblica e 
:···r,r::;c,rJ·i.~ pelo S· r.hor l-hnistro Iris Re­ 
cnde, con'Iram que havera recursos sufi 
e-.· ~.' .... ~ ., p:·1 ços cor.ipt:nsadores para os 
! j' • rur·_1 i.~- 
;.,;, •·., r rr·ços serão corrigidos mensal­ 
n' .. cc,:ror:::, variação da OT!·l, como Pil_:'. 
n w·c,,iv0 para o setor agrícola, prese!:' 
, .•• :.e ~!":r,dc riut.irão da construção desle 
::~o poir· .. os dnixar de ma:1i.festar o nog 
so r conhecimento ao Exmo. Senhor Governa 
~., ~,-cela Mirand:i, que tem prestigiado 
,r hr~~ns do campo e a prova ai está: a 
i· li:: "SCOlha co companheiro e ler;Í timo 
i:-onr.··c·-dor de todos os problemas da agrÍ 
cuJ o:ur=, e da pecuárL,, ,senhor Flávio Der- 
7., r.osso secret;rio de Sstado de agricul 
'ura e pecuaria.Suas origens como homem 
•.r,~.b;.,,-_ vir.do do c::.r.:po, se identifica per­ 
feita·nte com suas novas funções e Ma - 
to G :--oss,, do Sul está de parabéns. 
!. ·!nb r'1:nos também, para felicidades no: 
s~. a r,·c~nte nomeação do Dr. Ney Maga 
'lh~~-", agricultor da fronteira, e· um téc­ 
nico conhecedor profundo das nossas neces 
~ic!::.:!es '1 que:n re:-idemos votos de pleno .êxi 
to a frente àa delegacja federal da agri- 
cultura no nosso Estado. 
Tanto o secretário de Estado Dr. Flá- • 
via Derz1, como o Dr. Ney Magalhães, con­ 
tarão com todo nosso apoio, ficando cer­ 
,os vossas excelências que Bela Vista tu­ 
ao fará para que a agricultura e a pecuá­ 
ri3, bem co:no os de:nais segmentos da eco 
nomia local, tenham seu destaque especiaT 
na pr;dução àe alimentos para a me­ 
sa do povo brasileiro. 
A odas, o nosso muito obrigado. 
Ma deva; te7 
/ 
P!,i>, AS l :!AR LIGUE: 
439-1410

ite Màaica no Belaviste 
,. 
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