TRIBUNADA 
BELA VISTA - MS /llO XVI - NO 871 - 07 DE OUTUBRO DE 1987 - BI-SEMANÁRIO - REDATOR CHEFE: IVALDO EREIRA 
Incidente na Fronteira Brasil/ Paraguai 
"Comissário de Polícia prende, ameaça 
e acaba com Baile" 
Sábado a noite, vá 
rios brasileiroo, mui 
tos jovens acompanha= 
dos de suas namoradas 
cidadãos moradores de 
Bela Vista, em compa­ 
nhia de suas esposas, 
dirigiram-se à Bella 
Vista Paraguay para, 
como é comum na fron­ 
teira, prestigiarem 
um baile que estava 
sendo realizado no Clu 
be São Geraldo (dos 
padres). 
Surpresa das sur - 
presas, ao chegarem na 
barreira, do lado pa­ 
raguaio, o Comissãrio 
de Polícia de Bella 
Vista LUCIO FRETES A- 
1 
LARCÔN, solicitava 
os documentos "pesso 
ais e do veículo", e 
muita gente foi deti 
da por não portar do 
cumentos. - 
Não é um fato nor 
mal, pois as duas ci 
dades, Bela Vista Bra 
sil e Bella Vista Pa 
raguai, convivem har 
moniosamente, e to - 
dos se conhecem. 
Anormal foi a ati 
tude do Comissário~ 
que até se mostrou 
pocesso, não queren­ 
do diálogo e muito 
menos explicações. 
Mas o pior, . se­ 
undo informações de 
pessoas presantes ao 
baile, foi quando o 
Comissário, sabe lá 
Deus porque resolveu 
"acabar com .o baile: 
é isto mesmo, sem ma 
is nem menos, o todo 
poderoso Comissário, 
resolveu "e acabou 
mesmo com o baile". 
e bom lembrar que 
haviam muitas pesso­ 
as de destaque da so 
ciedade fronteiriça~ 
sem falar nos jovens 
que lá assistiram um 
exemplo marcante de 
como não deve se com 
portar um policial.- 
Segundo informaçõ 
es trazidas a nossã 
redação, um jovem bc 
lavistense foi preso 
sendo que foi neces­ 
sária a interferên - 
eia de alguns amigos 
paraguaios para que 
fosse libertado. 
E agora? 
Resposta simples. 
Que as autoridades 
paraguaias tomem as 
devidas providéncias 
transferindo o refe­ 
rido comissário,pois 
não é a primeira vez 
que ele age dessa for 
ma e algo de ruim, 
muito ruim, ainda po 
derá acontecer, seme 
ando a discórdia e a 
inimizade entre dois 
povos, de duaG cida 
des, que sempre con 
viveram como irmãoS: 
Outra denúncia , 
muito grave, chegou 
a redação, o Comis­ 
sário apreendeu os 
documentos de um car 
ro pertencente ao 
advogado e pecuaris 
ta Adhemar Godoy, e 
até o momento do fe 
chamento desta edi­ 
cão ainda não havia 
sido devolvido os 
referidos documen - 
tos. E agora,como é 
que fica? Fica com 
os documentos ou de 
volve? O nome da e 
ra: LUCIO F. ALARCO. 
Vereador pede Recupera­ 
ção de Estradas 
VEREADOR LAUDIONOR RODRIGUES 
Em Requerimento a ' Em sua justificati 
presentado na câmara tva, o Vereador afir - 
Municipal, em sessão ou: "Considerando a 
realizada no dia 30 estrada ser muito uti 
PP., o Vereador Clau lizada por veículos 
dionor Rodrigues so- pesados, principalmen 
licitou que seja en- te no transporte de 
viado expediente ao cal e animais de cor­ 
Diretor Geral do Der te, necessário se faz 
sul, com cópia ao sr. [que esteja constante­ 
Prefeito Municipal , mente conservada. 
pedindo o patrolamen 
to da rodovia que li 
ga Bela Vista/Cara - 
col, bem como are- LAVANDERIAS POBLICAS 
cuperação dos tre­ 
chos que se encon 
tram em péssimas con 
dições de trânsito. 
CONSTRUÇÃO DE 
RECUPERAÇÃO DA ES­ 
TRADA BELA VISTA AS 
CAIEIRAS 
Na mesma sessão , 
o Vereador Claudio - 
nor Rodrigues solic! 
tou também a recupe­ 
ração da estrada que 
liga Bela Vista ao 
Distrito das Caiei - 
ras, através de expe 
diente encaminhado 
ao Diretor Geral do 
DERSUL, com cópia ao 
Sr. Prefeito Munici­ 
Pal de Bela Vista, 
braão Armoa acarias 
Através de Reque­ 
rimento apresentado, 
0 
mesmo vereador so­ 
licita que seja en - 
viado expediente ao 
Sr. Prefeito Mun1c1 
pal, para que se)a 
construida uma Lavan 
deria Pública nas cg 
munidades de São Pa­ 
tricio e Água Doce. 
Em sua justifica- 
tiva o vereador dis- 
e que essa edifica 
s'_ m muito colabo- 
çao ._,,, . . . 
raria para min1mm1zar 
os problamas das do 
nas de casas,_que em 
sua maioria não pos 
oços em suas 
suem P • tem como 
casas e nao 
solucionar o problema 
BR - O eralor Solicita lornar;ão 
referente ao Asfaltamento 
Em sessão da Cãma 
ra Municipal de Belã 
Vista, o Vereador I­ 
van Afonso da Costa 
Marques requereu pa­ 
ra que seja encami - 
nhado expediente ao 
Excentíssimo Senhor 
Presidente da Repú - 
blica, Dr. José Sar­ 
ney, 'com cópia ao Ex 
centíssimo Senhor Mi 
nistro dos Transpor= 
tes, Dr. José Reinal 
do Tavares, solici 
tando informações re 
ferentes ao asfalta­ 
mento da BR-O60, tre 
cho Bela vista/aar ]ri= / 
dim. 
"Em sua justifica­ 
tiva, disse o verea­ 
dor: "Considerando 
que já fora lançada 
oficialmente por vá­ 
rios governadores, e 
constando em alguns 
mapas rodoviários co 
mo trecho pavimenta­ 
do, até agora a no - 
bre região ainda se 
encontra na expecta­ 
tiva da sensibilida­ 
de e conscientizacão 
das nobres qutorida­ 
des responsave1s pe­ 
la solução de tão ne 
VEREADOR IVAN A. C. MARQUES 
cessária e impres­ 
cindível obra para 
a nossa região. 
É necessário re 
lembrar que o no= 
bre saudoso Presi­ 
dente Médici quan­ 
do lançara oficial 
mente a BR-060, lT 
gando Brasília à ca 
pital do Paraguai, 
tinha plena convie 
cão que esse obje­ 
tivo, se concluído 
seria inapelavel - 
mente a ,redenção 
dessa rica região, 
que por falta da pa­ 
vimentação asfáltica 
de apenas 86 Km,ain­ 
da não conseguira de 
senvolver as suas i= 
negáveis potenciali­ 
dades, sobretudo na 
pecuária e indústri­ 
as, eis que em nosso 
municipio se encon - 
tra um respeitável 
rebanho bovino e uma 
das maiores reservas 
de calcáreo do Bra­ 
sil, finalizou ove­ 
reador pefelista Ivan 
A. Costa Marques. 
P-restacão de Contas· 
Em mais uma sessão ordinária realizada pela Câmara·Munici­ 
pal, o Vereador do PFL, Ivan Afonso da Costa Marques apresen­ 
tou requerimento pedindo para que seja endereçado expediente 
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal solicitando que o mesmo envie 
à Câmara Municipal, uma cópia das prestacões de contas dos con 
vênios firmados com este Executivo até a presente data. - 
Na explanação de sua justificativa, o vereador disse "con­ 
siderando que vários convênios foram firmados durante o pre - 
sente exerc1c1o, e esta Camara so teve conhecimento através 
dos meios de comunicacão de nossa cidade, carecemos pois da 
mínima condição de acompanhar o cumprimento e prest~cão d; con 
tas dos mesmos, eis que, notoriamente os convites para a efe 
ti~açã~ ~e tai~ eventos, são discrimina~amente dirigidos com 
ex lusividade a bancada do senhor prefeito, ficando os demais 
ve eadores desinformados com a realidade administrativa de 
noJso município~ Finalizou dizendo que esse era o motivo de 
equerimento. 
Motocross 
Garra e Raca 
imuto se 
s,der 
or, · 
e mo' orlza­ 
dur que se 
conhece: o Motor 
Para muitos este 
esport é praticado 
por "- lucos", ma a 
contr rfo que muitos 
pen ,o Mo ocross e 
xfe uita lucidez - 
lê da prática, con - 
entrção e dedicação 
dados fundamentaf pa 
ra que pretende ob - 
ter o ucesso, onde a 
vitória no depende 
só da miquina; o pilo 
to tam! i precisa es­ 
tar em forma. 
no peito, na raça, 
e na arra Juarez Fer 
reira, natural de sai 
to Veloso-5C,23 anos, 
a muito tepo deseja­ 
va estar no rol dos 
melhores pilotos do 
Estado. Este ano foi 
coroado de êxito para 
o catarinense que faz 
de Bela Visto sua ci­ 
dade natal há mais de 
três anos. 
EM BUSCA DE 
PATROGJNADORES 
A luta por patrocf 
n1o não é apenas n 
voleibol ou basquete­ 
bol, no Motocross é 
que se vê os entus1as 
tas do esporte briga= 
rem palg a palmo por 
um "patrbctnador". 
"Gostaria que ti - 
vesse outras firmas 
me patrocinando, mos 
por enquanto só o ME­ 
CÃNICA SARTORI tem me 
dado o apoio que pre­ 
ciso", disse Juarez. 
Juarez é integran­ 
te da categoria B,dos 
estreantes, para sair 
dessa categoria é pre 
ciso passar um ano, e 
o teste de fogo para 
saber quem são os "co 
bras" que estão sur 
gindo. 
Atualmente, o lí 
der do Campeonato Es­ 
tadual, já na sua 52 
etapa é Jean Carlo na 
categoria B e na cate 
gor1a A Osrar Ferre! 
ra. 
JUAREZ DESPONTOU 
PARA O SUCESSO 
Na l? etapa,em Ca 
po Grande e na segun­ 
da, e Ponta Porà Jua 
rez não participou.S­ 
mente há dois mese 
atrás que integrou 
0 
campeonato e na ter - 
ceira etapa, e Ladã­ 
rio, ficou com O 52 
lugar. Já em Bonito 
por ocasião da 42 eta 
po ficou com o 32 1u= 
8F e e Maracafu, na 
5_ etapa, nao levou 
sorte e seu rotor fun 
diu. 	- 
A próximo etapa pro 
vavelmente seja em A= 
quidauana ou em Doura 
dos e ele novan:ente 
vai lutar entre os 10 
para chegar e 1g 1u­ 
gar. 
Representando Bela 
Visto, na categoria B 
alê de Juarez FerreI 
ro, está Jurandir e 
na categoria A Eder. 
Segundo o catari - 
nense "em Bela Vista 
está in.iciando O Moto 
cross, agora a roçada 
jovem está querendo• 
aderir, mas tudo de - 
pende de respando fi­ 
nanceiro•. (Llle).

cu,,caca 
3 
251-1903 
Tratores • Peças 
Implementas Agrícolas , . 
ti 
EXPEDIENTE 
'l'RIBUNA DA FHüN'l'tlHA 1-'UNDAIJO EM 20 DE FE 
VEREIRO DE 1972. • 	- 
DIRETORA: Maria Estela Velasquez Pereira 
REDATOR: Ubaldino Rodrigues 
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira 
GERENTE: Gilson Silva Santos 
REPORTAG~NS: Luiz Henrique N. Córrea 
COLABORADORES 
Giovanni César, Marcos Loris. 
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: 
Rua da República, 268 - Caixa Postal 23. 
Fone: (067) 439 - 1410 - Sede Própria 
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA 
Proprieda_de da 
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA. 
CGC-MF: 15.513.203/0001-59 
INSC. EST. 28 219.003-1 
Registro no Cartório de Títulos e Doeu - 
mentes NO 35. 
SISTEMA OE GOVERNO INDICADOR PROFISSIONAL 
Advogado 
AO PALO,r'la lto)- 
vo do relator Bernardo Cabral n 
pregos e nem a troianos no que diz respeito 
ao lstema de governo.Tanto o parlimentarl 
tas quanto os presidencialistas vão aprusvn­ 
tar pedidos de destaque na comfssão para ten 
tarem mudar o texto ref rente ao slstema de 
ses 
mento 
listas 
governo. 
Os presidencialistas não concorda com 
o parlamentar1mo previsto no substitutivo 
os parlamentarista c/o mandato de seis anos 
para Sarney, 
A sugestão do grupo parlamentarista do 
Congresso Constituinte foi mantida no novo 
bubstltutivo, e o coordenador do grupo,sena­ 
dor /(onso Arlnos(PFL-RJ) entregou o texto 
ao prcsldentc da Constituinte,Ulisses Guima­ 
riics (PHD!I-SP), No encontro, estive ram tambem 
presentes os senadores José Richa (PMDB-PR) 
Ronon Tito(PMDfl-MG), José Foaça (PMDB-RS) e 
Ncluon Cume iro (PMDB-RJ); e os deputados Oc 
trivio E11sio (PMDB-MG) ,Artur da Távola(PMDB­ 
!U), Isrot!l Pinheiro Filho (PMDB-MG),Cid Cu;: 
volho (P~IDB-MA) ,Antonio Brito (PMDB-RS) ,Eu - 
elides Scalco(PMDB-RJ) ,Oswaldo Lima Filho(PJ:! 
Dll-PE), Antonio Marlz(PMDB-PB) e Bonifácio 
Andrade (PDS-MG). 
"Os parlamentaristas cstiio- se tor­ 
nando maioria. na comissão". A afirmação 
e do líder do PFL na CÕmaru e no 
Congresso Constituinte, José Lourenço(BA) 
Outro lidcr'ança sorneyzlsta no Congresso 
a admitir essa hipÕtese,foi deputado Prisco 
Viana (PMDB- BA), Já o Hder do governo 
no Constituinte, deputado Carlos Sane' 
Anna,continua afirmando que os presiden­ 
cialistas são a maioria. 
O presidente da Constituinte, Ulis 
Guim~rães, está defendendo o entendi 
dos parlamentaristas e presldelciã 
e pretende trabalhar para rea­ 
lizar esse objetivo. 
HORÁRIO DE ÓNIBUS. 
VIAÇÃO CRUZBRO DO SUL 
DE BElA VISTA I AOUIOAUAAA • CAMPO GRANDE 
s 30 - 11:00 - 1500 Tadis CI baldea;lo em ardimn 
OE BHA /STA I CAMPO GRAIIDE NOT1JRNO 23:00 hs. 
OE &V, VISTA I P. PORÃ - 600- 02:00 • 16.00 hs. 
DE sa>. VISTA I OOURADOS • 6:00 ti t>aldeaç3o em ANTÔNIO JOÃO MS 
FONE: 439.1495 
. Rua ANTÓNIO JOÃO sm.· BELA VISTA MS. 
, .. ( 474 - 
t. 
A 1. - ( - 2809 
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TERRAS, DIREITO DE FAMÍLIA 'RABALHISTA. 
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RESIDÊNCIA - AV. RIO BRANCO N? 197 
FONE: 705 - e P: 79?80 
P O ! KUR I 	+O-	MS 
Escritório de Advocacia 
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1 
CARLOS 
CAUSAS 
A. ílAZAHI í.!ORGES 
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RUA: 15 DE N VEXBRO - 170 
FONE: 439 
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1382 ll LA VISTA - KS 
VILMA DA SlL,A ~ VERA L. J'Ifü>CO 
FILIADO A ABRAJORI E ADJORI-MS 
REPRESENTACÃO NACIONi)L: TÂBULA VEICULO 
E COMUNICAÇÃO S/C LTDA. 
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1 	*JARDIM MATO GROSSO DO SUL* 
gl"d 
{onlieça a lossa 'romeira 
A _Cruzeiro do Sul Ligou Ponta Porã à Corumbá 
PEDRO JUAN (PARAGUAI)_ A PUERTO SOARES (BOLNYIA) 
IJR. ITAMAR DA SILVA OUTRA 
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PADRÃO DE ATENDIMENTO". SAÍDAS DE PONTA POR, PASSANDO 	O 
+a 	POR ANTONIO J 
ÃO, BELA VISTA, JARDIM, BONITO, BODOQUENA, MIRANDA 	E CORUMBA. 
VIAJE PELA CRUZEIRO DO SUL E CONHEÇA O NOSSO BRASIL 
Pantanal, uma das 
Maravilhas da Natureza 
SAÍDAS DE PONTA POR: 09:00 HORAS 
SAIDAS DE CORUMBÁ: 09:00 HORAS 
,__ __ COM EXCEÇÃO DOS DOMINGOS E FERIADOS. 
• 
: t 
, do 
.: cr 
±:

1 
I UNA 
OPINl.lO/DEB 
Charlatismo 
ALBERTO MEDEIROS 
São Paulo(Ag.Planalto)- Nada fácil e­ 
colher o termo adequado para expressar , 
com exatidão,a realidade das coisas dos 
eventos.Por vezes a palavra usada parece 
filmar o projeto da comunicação sem dei - 
xar sobras ou arestas _na sombra.A adequa­ 
ção entre_o signo falado ou escrito e o 
conceito e en ao perfeita.Em geral isso a­ 
contece com as definições de cunho filos6 
fico que )a possuem certo passado e tive= 
ram tempo de ser buriladas.Mesmo assim 
ao definições tidas como acabadas estão 
submetidas ao processo das re fonnul çõcs. 
_ No linguajar comum,por·m,não se dis - 
poc de ~anta precisão lógico-formal. Daí 
porque e corrente o recurso ao mecanismo 
das comparaçoes cujo resultado é sempre a 
proximativo.Predomina,aqui,a analogia.Ape­ 
sar da distancia que medeia entre os ter 
mos análogos,a força expressiva do termo­ 
analogante ó suficiente para derramar um 
facho de. luz no entendimento da realidade 
circuns tan te. 
Seja,por cxcmplo,o caso famoso de cor 
rupção em banca examinadora ocorrido,re - 
cente,na Universidade Paulista "Julie Mcs­ 
quita", no seu Campus de Franca-SP.Promo - 
veu-se, ali, o concurso para admissão de 
professor para lecionar História da Filoso 
fia .No dia das provas escrita e oral, a 
banca estava composta de professores sem 
titulação na área e de alunos.t de ver o 
absurdo.Além de juízes sem competência aca 
dêmica,dois alunos imaturos compõem o cole 
giado.O resultado só poderia ser um parto 
de montanha l 
Esse o evento singularíssimo a regis­ 
trar.Qual o termo apropriado para tradu - 
zir tamanha aberração? Embora o vocábulo 
'charlatanice"dc persi não tip'ifique atitu 
de dolosa corno é o caso em estudo, vamos 
empregá-lo cm nível análogo.Diz o dicioná­ 
rio que "charlatão" é aquele que exerce 
profissão sem estar habilitado. Eis aí . 
Quem se põe a julgar professores titula - 
dos e experientes em certo segmento dosa­ 
ber, sem possuir, no ~ínimo,igual gradua­ 
ção científica,não passa de impostor ou de 
charlatão .E pensar que isso acontece numa 
respeitável Universidade do Estado de são 
Paulo! 
Estivesse o .velho Cícero vivo, diria 
ele: "o tempora,ó mares,ubinam gentium su­ 
mus?" Ou seja: que tempos são este.s agora? 
Que inovações obtusas são essas? A que 
ponto de ultraje chegou a nossa cultura 
universitária! 
Cícero diria ainda:"Onde-estio os pais 
da pátria?.A UNESP está ou não regida 
Por leis decentes? Até quando teremos que 
suportar essas sandices cerebrinas de· um 
mentecpato ou de um tiranete? 
No .Princípio 
SÃO PJULO(Ag.Planalto)- Não é exagero 
dizer que o homem contemporâneo está em de 
bito com as exigências da espiritualidade. 
A filosofia e a religião,fonte sadias da 
Cultura humanística do Ocidente, hoje atra 
Vessam uma crise que jamais se viu igual: 
Quando esperávamos ver magistrados e teo­ 
logos errarem tanto é tão repetidas vezes? 
Ou quem podia imaginar que a institui€ao 
da família ou das liberdades individug-s_ 
Públicas iriam sofrer tantas dr formaçoes: 
Em poucas palavras, a contemplação. do nos 
so momento humano não franqueia um sereno 
Otimismo mas ?t·eocupação • 
. Talvez a denúncia, ou sinal de alerta 
i população, quando procede de um ambien­ 
te filosófico naõ tenha força para apre 
Sentar-se como algo importante .Permitam 
e citar uma experiência subjetiva:conhe­ 
ci e convivi com pessoas de elevadas es - 
atura moral, mestres,homens públicos e 
Profissionais coro q/nascidos para promo 
Ver um benefício influxo criador de melh 
tes caminhos. NO entanto, são eles coro que 
ba3 	dados a compor ura mnentali 
d 
ttad.os e convi ª b . ar um eso1.rito 
ade l te parece e1r '- - 
d gera qu 
1 
vras a adverten - 
cadente.Em outras pa-, o bom senso 
ia acue proceue 	_' 
d 
! a censu_a - . • 
1 
entavelmente nao 
O êt d racional .am 
; ico, o _ quase ninguêm não 
compreendida,não move 
tem auditõrio. 
Mas La dizendo cin do pouco e [ 
ço que em, hoje,a análi e da r li de 
com base nos principio , a maneira dos fi 
lósofos.E também, a retrita divulgação q/ 
merece atualmente a filosofia nacional cu 
tólica ou o tomismo.f pos.o para escan - 
cio jus .amente o que d via ser anunciado 
e frequentado: a a.enção ao vigor da ca - 
pacidade pens n e m direção ao conjunto 
dos seres, para alcançar o largo sen ido 
do ermo verdade. 
Enfim não é demais recordar, a respei 
to, a oporuna apologé ica do professor G 
Gusdorf (Ed.Convívio-sP) que vê nos anais 
da igreja os ·bens modelos para a vida hu- 
mana esplrJtu;il e a iva.1 lembrança do 
prlnclp1os dos deveres é um anteparo 3s 
tão numerosas quan o oupcr[ici is ~oluç6es 
ao problema humano do nosso tempo. 
______________________ M.LOMBAkDl-. _ 
oo· Fracasso ao Convite 
re 
quer 
' 
nham d+envolvido a l 	and 
es ratéqia, da qual a 	rna é 
uma das peça .Essa gr 	ia le- 
va em con a o« tntre do Es 
tado nas suas r la 	na s e 
deve ter em mente d 	e d a.. 
intervenção armada .cr • p·ra 
afirmar esses ineress s.Essa previsão 
deve orientar a doutrina do emprego a a 
consequente organização (e cooperação cn 
tre as) das Forças Armadas.Deve-se er 
em mente, porém, que se faz apelo ao Di 
reito e se o privilegia sobr o Poder 
nas relações internacionais,não fará sen 
tido rejeitar o padrão de defesa colctI 
va ou associada.O triunfo do Direi .o so 
pro o Poder significa que em última ins­ 
tãnci~ o Estado remete a entidades supra 
cionais ou tribunais internacionais 	a 
defesa e garantia de algum de seus íntc­ 
resses.A grande questão na escolha do 
padrão de defesa coletiva ou associada é 
a subordinação de forças nacionais a um 
comando supranacional, quase sempre exer 
cido por nacional do Estado preponderan­ 
te na organização supranacional, ou do 
Estado a ele subordinado. 
. No traçar a grande estratégia, o 
diplomata e o militar devem avaliar as 
situações para que nenhum deles seja co 
locado cm má posição no desempenho de 
sua função específica. O diplomata neces 
sita saber qual o estado de preparo das­ 
Forças Armadas e o militar deve saber 
até que ponto no diplomata irá conduzir 
sua ação, e em que linhas,a fim de ele • 
militar,poder avaliar qual partido de 
açao devera adotar na hipótese de,malo - 
grada a negociação, dever empreagr a for 
a.Cabe suscitar questão da maior impor= 
tancia na relação entre o Estado e as 
Forças Armadas: apesar de subordinado ao 
chefe de Estado, o chefe militar sempre 
deve fazer valer a relevância dos aspec 
tos estra~égicos na execução da políticã 
externa.So assim o objetivo político dei 
xara de flutuar no abstrato e de ser me 
ra opção de vontade .Segue-se que o che 
fe de Estado(·:! cor.i ele o diplomata) deve 
atentar para as realidades estratégicas 
sob pena àc comprometer a execução do 
plano de guerra na eventualidade de ele 
dever ser posto em prática. 
RONALDO LUPINACCI. 
São Paulo (Ag,Planalto)- Como todos 
sabem, a gtevc é,genericamcnte,a paraliza­ 
cão do trabalho pelos empregados desconten 
tes com a respectiva situação. Esse des - 
contentamento se volta contra a conduta 
dos patrões,às vezes contra atos dos gover 
nantes,ou cm algumas oportunidades visa a 
tingir uns e outros.Poucos atentam porém 
para a importãncia da luta de classes, no 
contexto d~s revoluções,violentas ou não. 
E sobretudo para o papel das greves na 
criação da artificial luta de classes. O 
descontentamento, se for habitualmente in 
suflado e explorado pela agitação e pela 
propaganda, pode desestabilizar um País.No 
seio de greves,engendradas em meio à dis - 
córdia, turbulência e revolta surgem con­ 
dições propícias para a revolução social. 
No auge de desordem,forma-se clima favorá 
vel ao lançamento de idéias e programas qf 
em situação normal,seriam reieitados.A ln - 
trodução acima é fundamental p/medir ó alcance do 
fracasso da greve geral marcada p/o Último dia 20. 
As explicações dos líderes do movimento gre­ 
vista não deixam dúvidas,no sentido de que 
os apelos em prol da reforma agrária, de 
um confronto com os credores externos, de 
eleições diretas .!enquanto mero artifício 
para guindar dirigentes sindicais ao Po 
der) ,de apoio ao governo comunista da Nica 
ragua ,e aos não menos comunistas guerri 
lheiros de El Salvador,não sensibilizaram 
nossos trabalhadores.Ora, essa recusa maçi 
ça de um ponderável setor da opinião pú= 
blica em aderir ao canto da sereia dases­ 
querdas ostensivas indica q/pelo menos sob 
tal aspecto,os respectivos deslgnios no plano elei 
coral (e tambêm naõ eleitoral) podem cõ 
meçar a enfrentar obstáculos mais difíceis­ 
de transpor.Mais um sintor.ia inegãvel, de 
que.os trabalhadores não são socialistas, 
nem revoltosos,constitui novo convite aos 
setores responsáveis da Nação para que cum 
pram seu dever, e façam-na retornar à or 
dem e ao progresso autênticos.Nesse senti­ 
do um amplo e didático esclarecimento dos 
setores empresariais sobre os males da es- 
tatização,da burocracia, do intervencio - 
nismo,vale dizer das mil formas de cercea:-------------------------1 
mente de propriedade particular e da li= 
vre iniciativa, abrirá caminho a médio ora 
zo para alterações bcnfazelas na socieda­ 
de,na estrutura do Estado e no meio polí­ 
tico. 
rar de 
FORÇAS ARMADAS 
COMO INSTRUMENTO 
DE POLÍTICA EXTERNA 
•t conhecida.a caracterização que o 
general de Gaulle fazia no Exército: " O 
Exército está a serviço do Estado- com a 
condição de que haja um Estado". No Bra 
sil, o general Góes Monteiro costumava 
dizer que as Forças Armadas são o instru­ 
mento da política externa de um Estado- e 
acrescentamos, para fraseando De Gaulle: com 
a condição de que haja uma política ex­ 
ternu".- A afirmação é do prof.e jornali 
OLiveiros S.Ferreira, que aqui apre - 
senta um resumo do trabalho que escreveu 
para a revista Política e Est~atéa·a • 
e 
9 
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economar 
dinheiro é coro 
parar o relógio 
• 	. •. 
paro econonuzar 
tempo.

I A 
7 
PÁI A 04 
PREFEITURA MUNICIPAL-DE 8. VISTA 
Off CIO N· 0305/87 - PROJETO OE LEI N· 011/87 
Prezado Senhor Marcelino Cassio Biqlia 
Acioly, MD. Presidente da Camara Municipal 
de Dela Vista, 
Tenho a honra de fazer o envio a esta 
Colenda Câmara, do ORÇAMENTO DE 1988, para 
aprovaçio, num esforço conjunto mm f vor 
do dsenvolvimento do nosso município. Em­ 
bora estejamos passando por período reces­ 
sivo. Com base nesse suporte é que procura 
mos nortsar toda a nossa conduta orçamenta 
ria, que dentro do esquema de prioridade a 
tende as reais necessidades de Bela Vista 
" Mensagem 
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES MEMBkO vo O­ 
DER LEGISl,l'l'IVO, 
Cumprindo preceito constitucional, foz 
mos chegar às mãos de Vossas Excelências a 
pres n f' Mensagem. 
Viv mos ainda tempos difíceis, de recur 
eos escassos e necessidades crescente. O 
esforco que vem sendo desenvolvido através 
do governo municipal e de sua equipe de tra 
balho no sentido de solucionar os proble -' 
mas mais urgentes de nossa comunidade, re­ 
fletem idéia e os anseios da população be­ 
lavistense. 
Um esforco constante tem sido feito, no 
sentido de ajustar, no plano interno, os 
programas do governo para alcançar resulta 
dos positivos. A austeridade, o realismo , 
a objetividade, tem estado sempre presente 
no nosso espírito, o que tem possibilitado 
ao governo municipal bom desempenho. 
Novas secretarias fazem parte da nossa 
estrutura administrativa, tornando a admi­ 
nistração municipal mais atual, mais ãgil, 
e sobretudo, mais eficiente, nesse particu 
lar, contamos com a contribuição decisivã 
do Poder Legislativo. 
Restaurada a credibilidade da adminis - 
tração pública, poderemos retomar o desen­ 
volvimento, mercê de obras de infra-estru­ 
tura e estímulo aos setores de produção. 
Teremos o progresso, que não será só 
crédito do Executivo, mas do governo como 
um todo, soma de todos os Poderes. 
Com uma nova e saudável relação entre 
os Poderes é que se possibilitará um profí 
cuo ambiente de trabalho, de justiça e de 
segurança suficiente para restaurar, no es 
pirito da população, o ânimo e a confiança 
sem os quais não haverá progresso, eis que 
ele só vem do labor do povo. 
Ao lado da contribuição legislativa, e 
em razão dela poderemos aprimorar, comple­ 
tamente, a máquina administrativa. 
Senhor Presidente, Senhores Vereadores, 
na conjuntura atual, entendemos que estí - 
mulas devem ser dirigidos e concentrados 
no sentido de desenvolvimento e promoção de 
nossas potencialidades. 
Paralelamente devemos aperfeiçoar os me 
canismos administrativos, com destaque pa­ 
ra as áreas de saúde, com a inclusão de a­ 
tividades sociais de inegável importância. 
Para tanto, elegemos as metas prioritá­ 
rias municipais, as constantes dos anexos 
integrantes desta Proposta Orçamentária,on 
de evidencias as codificações "Projetos/A:: 
tividades", metas e dotações respectivas , 
sintetizados na seguinte forma: • 
a)- CMARA MUNICIPAL 
Recursos na ordem de cz$ 7.365.400,00 
(sete milhões, trezentos e sessenta e cin­ 
co mil e quatrocentos cruzdos) destinados 
ao Legislativo Municipal para atendimento 
de despesas de custeio e capital. 
b)- GABINETE DO PREFEITO 
Recursos na ordem de cz$ 4.850.000,00 
(quatro milhões, oitocentos e cincoen ta mil 
cruzados) para as atividades de coordena - 
ção da ação política governamental junto a 
todos os segmentos da sociedade, com a fi­ 
nalidade de proporcionar apoio às metas a 
serem propostas pelas "Diretrizes da Ação 
do Governo" no exercício de 1988. 
~ P-romover a divulgação das atividades 
do Governo Municipal e o aprimoramento das 
formas e procedimentos no setor de comuni­ 
cação social buscando maior aproximação en 
tre o governo e a população. 
c)- SECRETARIA DE-PLANEJAMENTO 
Orçado em cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão, 
cento e vinte e cinco mil cruzados). 
_- Entendemos que o futuro governo deve~ 
ra adotar o planejamento como método ae ges 
tão dos negóçios públicos, desenvolvendÕ 
esforços no sentido de efetivã-la sob os 
sem onerá-la em suas possibilidades. - 
Enquan.o aguardamos a reforma tributa­ 
ria, que nos proporcione au .onomia finan 
ceira, é que nos devemos nos ater àquilo 
que nos cabe, enquadrado no presente orça 
mnento. 
Convencido de que Lodos os nossos es - 
forços de cada parte, envidados no senti­ 
do de superar dificuldades, beneficiar a 
comunidade d•ntro do escopo de bem servir 
o nosso município, contamos com a aprova­ 
cão do Orçamento do Município para o pro- 
aspectos institucional e instrumental,bus 
cando para isso racionalizar a aplicação 
de recursos m benefício do desenvolvimen 
to sócio-económico do Município e da con­ 
tínua elevação dos níveis de bem-estar de 
sua população. 
- Dotar o Município de um sistema de 
informação para. o planejamento que permi­ 
ta o melhor conhecimento da realidade só­ 
cio-econômica e a formulação de programas 
e projetos condizentes com a realidade mu 
nicipal; 	- 
- Estabelecer uma política de desenvol 
vimento capaz de produzir técnicas inova= 
doras e aptas a dar suporte ao desenvolvi 
menta econômico e social do município; 
- Promover processo contínuo de moder­ 
nização administrativa, a partir da racio 
nalização de métodos e procedimentos,· com 
vistas à maior eficiência e eficácia da 
administração municipal, no interesse da 
melhoria da prestação dos serviços pübli­ 
cos à população e do melhor desempenho do 
processo de desenvolvimento do Municipio; 
- Dotar o Planejamento dos meios neces 
sários ao acompanhamento e avaliação dã 
programação do governo e dos gastos pübli 
cos. 
d)- ASSESSORIA JURÍDICA 
Cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão, cento e 
vinte e cinco mil cruzados), visando are 
presentação judicial do Município, na de= 
fesa de seus direitos e interesses na ã - 
rea administrativa, de consultoria juridi 
ca dos orgaos da Administração Direta, cÕ 
laborando ainda com o prefeito no contra= 
leda legalidade dos atos praticados pelo 
Poder Executivo. 
e)- SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO 
Cz$ 17.000.000,00 (Dezessete milhões 
de cruzados),· visando direcionar seus es­ 
forcas no sentido de valorizar o servidor 
público, procurando dotar a Administração 
Municipal de elementos necessários ao seu 
melhor desempenho, dando ainda, aos servi 
dores, a oportunidade de participarem de 
diversos cursos especificos em diferentes 
areas. 
f)- SECRETARIA DE FAZENDA 
Cz$ 11.000.000,00 (Onze milhões de Cru 
zados), órgãos encarregados da efetivação 
das medidas necessãrias à obtenção de re­ 
cursos financeiros, da administração da 
receita, da despesa, da execução orçamen­ 
taria e financeira, do crédito público e 
dos procedimentos contábeis deverá condu­ 
zir suas ações para o aprimoramento dos 
serviços fazendários procurando dotá - los 
de mecanismos financeiros e fiscais compa 
t1veis com o ritmo de crescimento do muni 
c1p1o. 
g)- SECRETARIA DE.DUCAÇÃO, CULTURA E 
DESPORTO 
Com base nas prioridades detectadas 
0 
Governo Municipal deverá atuar no seta; e 
ducacional no sentido de promover a expan 
sao e melhoria do ensino. Procurar, simul 
tanearnente, melhorar o nível de atendimen 
to do corpo docente, proporcionando maior 
dinamismo a Rede Escolar, para torná-la 
mais eficiente na consecução dos objeti - 
vos para a area. 
- Criação e desenvolvimento de mecanis 
mos que possibilitem à comunidade detec 
tara identidade cultural do Município. 
.- Promover o apoio ao desporto amador, 
a capacitação de recursos humanos, visan­ 
do a elevação das atividades desportivas. 
- Para tanto, foi orçado em CZ$....... 
34.450.000,00 (Trinta e quatro milhões 
e quatrocentos e cincoenta mil cruzados). 
h)- SECRETARIA_DE SAODE E PROMOÇÃO SO­ 
SOCIAL: 
ximo no. 	. 
leste nível, aberto ao di.logo, buscan 
do alcançar a representação que melhor a­ 
tende aos interesses de nosso povo, para 
um futuro promissor, solicitamos a aprova 
;ão do Orçamento. 
Atenciosamente, 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA 
Orçamentária " 
Cz$ 4.830.000,00 (Quatro Milhões, oito 
centos e trinta mil cruzados) para garan­ 
tira qualidade dos serviços básicos de 
saúde, além disso, adequar e ampliar a Re 
de Básica permitindo a população maior a= 
cesso aos serviços de saúde do município. 
- Promover o controle de doenças redu­ 
tíveis por· saneamento e garantir os requi 
sitos higiênico-sanitários imprescindíve­ 
is à defesa da saúde do consumidor no que 
concerne a produtos e locais de interesse 
da saúde pública. 
- Dar prioridade à medicina preventiva; 
- Objetivar melhor nível de saúde d 
mãe e da criança, através de ações de co 
trole de saúde e alimentação; 
- Desenvolver, em todo o município, a 
tividades de assistência materno-infanti 
i)- SECRETARIA DE VIAÇÃO, OBRAS E SER 
VIÇOS URBANOS 
Cz$ 96.129.600,00 (Noventa e seis m 
lhões, cento e vinte e nove mil e seisce 
tos cruzados). 
- Os trabalhos a serem desenvolvidos 
pela SVOSP, devem ser dirigidos, consoan­ 
tes as diretrizes governamentais, princi­ 
palmente para a implantação dê infra- es 
trutura necessária ao crescimento econõmi 
co = à melhoria do nível de vida da popu 
lação. 	• 
- Desenvolver programação composta d 
diversos projetos voltados para o escoa 
menta da produção das áreas de maior po 
tencial produtice com a preocupação cons 
tante de oferecer transporte confiável 
ao menor custo possível e a integração e 
tre as microregiões do Município. 
- Construção e reforma para diversas 
secretarias do município. 
)- SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECO 
NOMICO 
As diretrizes que nortearão as açõe 
desta Secretar'ia, para a Agricultura e P 
cuaria, estarão voltadas, sobretudo ara 
os pequenos e midios produtores, com vis­ 
tas a elevar-lhes o nível de renda atra - 
vis do aumento da produção e da produtivi 
dade, com o objetivo de se obter a diver­ 
sificação de culturas. 
_- As ações na Indústria e Comércio, se 
ra em busca da diversificação da estrutu 
ra produtiva municipal, da geração de em 
pregos e renda, desenvolverão no sentido 
de promover as potencialidades do municí 
pio e estimular os investimentos na indú 
tria e turismo. 
- Para tanto, foi orçado Cz$.........· 
2.625.000,00 (Dois milhões, seiscentos 
vinte e cinco mil cruzados). 
Isto, Senhor Presidente e Senhores Ve 
readores, é que pretendemos 
Reafirmamos nosso propósito de, espec 
almente no plano político continuarmo 
abertos ao diálogo e ao entendimento, ca 
minha reconhecidamente mais difícil de 
percorrer, mas sobejamente mais proveito 
so para a gestão dos negócios públicos. 
No ensejo,_os nossos votos da mais al 
'à consideração, extensivo a todos os se 
n ores vereadores. 
ABRAAO ARMOA ZACARIAS 
PREFEITO MUNICIPAL 
LEIA E ASSINE O JORNAL MAIS ANTIGO 
DA REGIAO - JORNAL TRIBUNA DA 
FRONTEIRA PARA ASSINAR LIGUE 
PARA 439-1410 
RUA DA REPCBLICA 268-BELA VISTA-MS

de 
Re 
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'HIA llA 11(,f'fl'.JIA 
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Dedé Comércio e Representações 
SANCTOS & BRUM LTDA . 
iOZA TRN T O , E S. F O D. AGES SEP 
 6 R O F f R T Il l, SELAR I D 
e O, R Aço E s soe I L. ADUBOS 
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D E D É 
DEDÉ. CONRCIO E REPRESENTAES DE MIUL SE IM .E- 
rlENTOS GRfCúLAS, CEREAIS E IHSU',OS 
CgRAJO DE BONITO- IS 
AGORA BODO UENA. BONITO, PÓRTO f URTINHO, CAR COL. lA 
VISTA, G
1
JIA LOPES DA LAGUNA E t IOAQUE COTA C0'1 A' MM! 
NOVA '?E.SA E COPl:RCIO E REPi<fSDHAÇÕES D REGIÃO• 
R E P E S E 
COMl:RC I O E REPRESENTAÇÕES L TOA EM BO'. no NA RUA P ILAD REBUÁ IP' 129 
FONE: 255-1250 
EN JARDIM - RUA VEREADOR ROIIEO DE MEDEIROS 'V" 688 - FOME ; 251 - 1624 
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I alnals de lrtnalto exl1tem pera c:on..-var sua vida, proto­ 
ger o seu veiculo, regular o trtnllto • • convlv6nc:I■dvlllm­ 
da entro mtqulnus e homens. O■lln■ia de lrtnal~ dtmm 
quando • predlO pa,w, andar, COl1W; OI lln■il de lrtmltci ■vtsan 
quando erists perigo, quando ludo NÚ bom; OI ain■Ja de lrtnllto 
existem pana pedKIN • per quem dirige; • diferença entro obdecsr 
• n6o o■aln■la de 1rtna1to • ■d/terça entre vtvar ■monw. Nlo 
:Sta c:on1- ■alnellzaÇio; • preciso obdcd-la pera continuar v 
wo e nAo matat! 
MI NOTRAISITO. '1IIIOSVIVB SIIIVIOllllaA!

.. 
' 
+dr+a- -o'ta..W/ TI,TI,TIS 
Ao n,1 ·e 1,1' ria pr1.rn ,v<·r·n wn n,,vo 
'-' tral tom conta das pessons,pois chega 
o momento de dar s maos ao renasci r da 
novu vlcl,1. .. 0, j,r·<llnn flc::ur, !loricJoo e 
escolas demons rum seu carinho aos alu 
nos promovendo even os ' mor: ionan e', 
Com entusiasmo e criatividade a 
1. <.:e>l l ,10/Qllltl MU!!TINIIO promovc·u (111 (11u­ 
mo sábado p.p;a 2» FESTA DA PRIMAVERA com 
1 • 1 el;ão da MISS l'llTM/VfHA B'/. 
O evento es eve repleto de apr 
·ntaçoes de teatro, danças e dramatiza­ 
çõe que deram um colorido especial a fes 
·Li vi clnclc. Nn produc;ão d s cor 011,rof lns ,g; 
professoras No mia Nogucira;Crlc>nir: V ra 
LÚcin;Célin Fr nçe;CJlca Lino e Ilme Dri­ 
tes. Na participação dos námneros artisti­ 
cos os alunos do Pré-vscolar:2 série ves 
pertino,34 sries 5 séries vespertinos 
dn Escola Joaquim Murtinho. 
üil:R11ffl!#.1 .tID1Jl COC:CURSO 
A beleza Juvenil belavistense 
foi para a passarela.na abertura do MISS 
PRIMAVERA 87 a pr sença do Garoto (a) Pro 
» 
paganda B87 - Ma!kon e Waldirene. Tambem 
na abertura oficial os jovens eleitos PA 
ra· representar Bela Vista como Garoto(a) 
Jeans 87 - Edson Jorge e Daniele. 
CONISSAO JULc.AD RA 
Una comissão julpadora seleta 
e de 11llc1 n!vc.:l pontou a vencedora do 
conouroo que elegeu a arota 
da primavera. 
Na composição do corpo de ju- 
radon: Renato Vargas;Ktia Velasques 
Ludgero Augusto Senhorinc;Mareorida Car- 
• 1 
doso;Rcnato Lopcs;Froilon Cardoso;Maykon 
da Sllva;Marcús LÓris entre outros. 
L.INDAS GATINHAS 
O Concurso contou com a parti­ 
cipação de "lindas" gatinhas que deram o 
brilho mágico paro a noite no Joaquim 
Murtinho. A torcida ficou super animada, 
e com a eleição da mais divertida galera 
ficou muito mais ernoeionantc. A melhor e 
mais organizada Lorcid_a f'oi a da ESCOLA 
GENEROSO PONCE;sendo que a galera da Es­ 
cola JOAQUIM MURT INHO também agitou. 
Participaram do MISS PRIMAVERA 
87 as· gatinhas: Rosenilda Rodrigues (Es­ 
ter Silva) ;Elaine Martins (Ester Silva); 
Elizangela Rodrigues (Ester Silva);Adeli 
na Espinosa(Generoso Ponce);Josayne Ri-' 
beiro e Adelaine Ramos (Generoso Ponce); 
Flávia Fernandes (Vera) ;Edilza Candia é 
Andria Rios (Vera Gtiimarães);Leiza Fer­ 
reira Ramos (Castelo Branco); Olga Jane 
Amaral (Joaquim Murtinho); Cristiane Sil 
va Pereira e Catia Silva (J.Murtinho). _. 
No total de 13 lindos broti­ 
nhos fizeram da passarela o palco da be­ 
leza juvenil. 
A 
Todo evento que reune competi 
çao tem que apontar uma vencedora.agrade 
ou não agrade à todos a_ função das elei­ 
ções i dar o primeiro lugar aos melhores 
e assim· aconteceu no parecer . da éomis 
sao julgadora do MISS PRIMAVERA 87. 
"Cada ser humano é importante 
por isso tentem fazê-lo feliz ... ",tauri­ 
na de olhos castanhos claros,com 15 anos 
e representando a Escola ESTER SILVA - 
ROSENILDA RODRIGUES foi a vencedora com 
151 pontos. Em 2ºlugar ficou ANDRÉA RIOS 
da Escola Vera Guimarães Loureiro com um 
ponto atrás da lilcolocada (150 pontos). 
ELAINE MARTINS ROMEIRO da Es- 
De:Frank Para:Sônia 
"Eu Le ..UOO t: VOU 
p:ri tar pra todo rr.undo 
ouvir ... pois n1.ngu::n 
=n~ ~diC 
De: Adelaine 
Para:Félix Hojas 
"Sorria para a vlda 
pois ela é bela pois 
você ·r<lZ part..! dela" 
De:RÔ 
De:N.M 
Para:Oscor 
"Mca coração continua 
a admira-lo...meu ami • 
go do pr:i to!" 
Para:Monir 
"Adorei ter te come­ 
cido. Esse seu jeito 
meigo me cativou.Cari 
nhosaente Simone! 
11 
De:M.N Para:Sergio 
Cada dia que passa 
te admiro mais e mais 
los,no h, 'eófi1o,n.r 
"ADORO TODOS OXÊ1.S 
De:Amigos(as) Para:Ce­ 
sar Lobo. 
'Parabéns pelo seu 
anivers-'rio está. 
~ ~inho,hoin' 
De:Marcelo Para:Vcra 
''Sou menino • seu 
amnór é o que m e foz 
crcsct:r ... " 
De: Ubaldino-Para: Vera 
Conhect:r você foi a mt..'-­ 
lhor coisa que me aco­ 
teceu. Te gosto muito!! 
De:Elton Para:Jucélia 
"Não sei se te chamo 
de prenda ou de fofi 
nha ... por isso te 
charro de 'aror' ! 
11 
Para:BaciÚ 
"Cuidado com o Lobo 
mauuuuuu ! ! t 
CENTER NO CENTRO D E 
TO PERSONALIZADO POR 
BELA. VISTA 
GENTE AMIGA: 
TELEFONE: 439 - 1022 
DESTAQUES DA SEMANA: 
• • •SEH PERDÃO = POLICIAL 
• NADA E 1 COMUM = COMÉDIA 
DESTEMIDO_ '.'S_R." DA GUERRA = AVENTURA 
SID E NANCY= DRAMA 
LIGUE-SE NA VIDEO MANIA = 439 - 1022 
0c 
t r«

.1 
TODOS CAMINHOS 
LEVAM A CiRAMADO 
Mutuários versus BNH 
Este ano orá em Gramado-RS o 6 Con obedecer variação 
reno Brasileiro dos jornais do Interior do salrio mínimo. 
Paralelamente acontecerá o 9 Congros- A decisão é do 
o Latino Americano dos Jornais do Inte Tribunal Poder..l de 
rior, opor unidade em que sera criada a 
Recurso, (TFR) dan­ 
Associação Latino Americana dos Jornais 
elo <J 1nho de- Ci.lUS'-' o 
do Tn f! ri or - /11,l,JOIU. 	mui ; de mil mutuá - 
0 !JUCf'fHJO dr:,l(•,; dois eventos depende-- 
1 
• 	rion qut> r~ov,.r,un n- 
rã exc usivamente do apoio e da participa 
-- ções contra o extin 
;ão dos coleqas de todo os pontos do pa- to Banco Nacional 
s e cln Arnérict1 La in,1, por isto é impor- 
da Habi ação incor- 
tante que desde já cada companheiro da om 
P
rc::Jn do lnt<'rior prepare-se para particj porado pcl.:i caixn E 
conómica Federal. 
pnr don evcnton c•rn Novembro próximo. Gra:: A decinão é rcfe 
mado, a cidade sede dos Congressos é co - r n e aos contratos 
nhccidu por suas belezas naturais, sendo firmados antes de 
o principal pólo urí:; ·.lco do serra gaú - 
• 	1984 - a partirdes 
cha. Ln o urista poderá além doe apreciar a ta da ta [oi cri.adÕ 
paieog•m e nrquitelurn, visitar ar- 
LcbonalvH de 15, Lnpoçaria e madeira, bem 
O 
Plano de Equiva - 
léncia Salarial - e 
corno os div rons lojar; d• chocolater; ca - 
beneficiará cerca 
seiros, com seus irresistíveis fondues e de setecentos mil 
car·s ao estilo colonial. 
mutuários, cm todo 
Palcstrns de grande relevãncin serão o 
o Pais, ue a par - 
ponto alto da parto técnica dos congres-.-J,.,:;:...:;.:;!.!.:~~::.;:...:;:..J;:;~-.l...-------------------------------""'."'t 
IFORRE SUAI ECASA 
lar sobre dingramação; dos Estados Uni - 
dos teremos palestrantes que desenvolve­ 
rá um trabalho sobre circulação e princi 
palmente a área da distribuição do jor = 
nal e a nível de América Latina contare­ 
mos com a presença do presidente dn SIP 
Sociedad Inter-Americana de Prensa. a e A ' • J á T . ' 
Não bastasse isso, teremos também 'a e r a m I e a 	I 
II Exposição de Materiais e Equipamentos 	• 	. 	. 
para jornais, num recorde de empresas 
participantes. 
Tudo isso no Hotel Serrano, que está 
sendo preparado com muito carinho para 
receber aos companheiros do Brasil e da 
América Latina inteira. 
'Jrcl 'J 
n Ju 
alter 
cor:tr 
O ot- j, 
co er 
T II l:l l' ( 
IWA 
TUBON • f ABRICA OE TUBOS L TOA. 
G r: 
F [ s 
s 
255- 1205 , 
O • '- R 
IJ76. 
B O r..i I r 
******************** 
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19 CURSO DE EOUIM 
E modelo foto -­ 
gráfico na city será 
ministrado por Fal­ 
cão e Berto. A dura­ 
cão será de 45 di s 
e t,rã: Noção d Tea 
tro,Maquiaqens,Técni 
cas de passarela 
descontração e pro­ 
qramação visual. o 
curso será para adul 
ton in(antil.Inl ::­ 
cio a partir do dia 
14/10/87. 
NO DIJ 03 pp. 
A gatinha Sil - 
via Azevedo comemo - 
rou com muitos ami­ 
guinhos seu 7o ani 
nho. 
OS PAPAIS 
Reinaldo e Mai 
sa receberam os con= 
vidados de Silvia 
'com deliciosos salga 
dinhos refrigerantes 
gostoso bolo e do 
ces. • 
1. 
1 
Pile ohow 
do Casino de Sevi - 
lha dia 12(equnda 
feira no Grmlo P 
iro Rufino.Traje E­ 
porte Pino,Reservas 
de mesa pelos Fones 
439-- 1339 0 43 -1476. 
FELICIDADES 
Mil pela data, 
é o que lhe deseja 
mos,Tá Silvia? 
TAMBÉM 
No dia 3 feste·­ 
jou mais um ano de 
vida a gata Eloise 
,filha do casal So 
nia-Nélio Diório. 
ENTRE 
Gostosos salgadi 
nhos,cachorro quente 
. e refrigerantes,con­ 
vidados agitavam ao 
som de animadas músi 
casl • - 
BOLOS,DOCINHOS 
E saquinhos sur - 
presa fizeram· a ale­ 
gria da petizada 
que foi toda captada 
pela filmadora do Nê 
lio, 	- 
E que essa ale­ 
qria de viver etam 
pada em seu some 
lhant, lhe acompa - 
nhe sempre! 
Promovido pela 
Pronav dia 2 pp. no 
Clube Belavistense 
foi sucesso! 
AS ROUPAS 
Foi da Boutiqu 
de Léa e Hilda Ma - 
ria Borq s. 
O SHOW FOI 
Dado pelos ga­ 
tos e gatinhas que 
exibiram lindos e 
modernos Trajos. Os 
"manequins" desfila 
ram pela passarela 
com muito charme e 
descontração ao som 
de animadas músicas. 
O DESFILE 
Foi encerrado 
com danças, muitos 
balões e muitos 
aplausos! 
DELICIOSOS 
Salgadinhos,bis 
coitos e bombons fo 
ram postos a venda­ 
pela Pronav.Para 
bens pelo sucesso 
alcançado! 
E O CONCURSO 
Miss Primavera/ 
87 realizado na Esc. 
Dr. Joaquim .Murtinho 
foi coroado de êxi­ 
tos lindas candida - 
tas. Concorreram ao 
título em nome das 
Escolas da cidade . 
Saiu vencedora a can 
didata da Esc.Ester 
Silva a jovem Rose - 
nilda Rodrigues.Para 
béns pela vitória! - 
CHÃ E BINGO 
Da Casa da Amiza 
de será dia 08,qui? 
ta feira no Clube B 
lavistense com iní = 
cio ãs 17: 30 hs. 
Não percam! 
São ofer a dos 
produtos de beleza 
da Linha Pierr Ale­ 
xander .Não deixe de 
comparecer. J!avor;i 
também um Stander c/ 
os produtos a vendai 
ORAÇÃO AO DIVINO ES­ 
IRro SNTO. 
Espírito Santo 
você que me esclare­ 
ce tudo, que ilumi­ 
na todos os meus ca 
minhos, para que eu 
atinja o meu ideal , 
você que me dá o 
dom divino de per 
doar e de esquecer o 
mal que me fazem e 
que em todos os ins­ 
tantes de minha vida 
está comigo eu quero 
neste curto diálogo 
agradecer-lhe por tu 
do e confirmar mais 
uma vez que eu nunca 
quero me separar de 
você por maior que 
seja a ilusão mate - 
rial não será o mi­ 
nimo de vontade que 
sinto de um dia es - 
tar com você e todos 
os meus irmãos na 
Glória Perpétua.Obri 
gado. 
FERMINA MIRANDA 
DE MELO. 
MOSICA DE DESPEDIDA 
Abotoa essa boca,a­ 
botoa; Fica nessa,fi 
ca numa boa. - 
Meta na cara tua 
máscara à prova de 
bala.E se tentarem 
arrancá-la com per - 
guntas idiotas.Você 
pode sumir ... 
Por trás de teus 
olhos de paranóia. 
Faça tua cara mais 
valente e caia na 
estrada como se(fos 
se para sempre) . se= 
gure essa careta de 
brucado na birita e 
toque pra(frente). 
Entre essa gente bo 
nita que gargalha - 
no meio da (gente). 
Você pode su 
mir ... 
Por triis desses 
olhos de pedra. 
Você entrou naque­ 
la de fama, fortu­ 
na e glória. 
Agora você se dos 
controla numa nu - 
vem de álcool e 
ninguém (dá bola) 
O sonho lá em ci 
acabou sendo a= ma 
penas uma rima. 
Você pode sumir, 
sumir, sum.:.r ... 
Por trás desses 
(undos olhos escu- 
ros. 
(LETRA DE PARANOID 
EYES/PINK FLOYD, E 
TRADUZIDA PELO CE­ 
SlR PARA TODOS SÔ 
MENTE LEREM ... ) 
PENSAMENTOS DA SEMA­ 
NA. 
NÃO TENHO PAI 
saudade de você. 
Não entendo porque o 
destino foi tão in­ 
grato. 
Levou-o e não 
permitiu,que . 
Você·deíxasse pelo 
menos o endereço ... 
CREMILDO VIAL. 
(Ouro Preto do Oes­ 
te- RO). 
CIDADES MORTAS 
Como são tristes· 
estas cidades'! 
Constituídas de fer­ 
ro e cimento. 
Não têm vidas, não 
têm verdes, 
Nada além de concre- 
PAI. .. 
Sou triste porque e­ 
xiste a distância; 
A distância me ma 
chuca porque existe 
a saudade; 
A saudade 'é insupor-1-------------"------------t 
tável porque existe 
você . • 
Você me faz cho­ 
rar,sofrer,' porque 
não está aqui. . 
E,o pior de tu­ 
do,é que não tenho 
esperanças de jamais 
vã-lo. 
O único lugar que 
ainda o procuro é 
na imensidão do 
azul do Céu. 
Mas, que tristeza! 
Nem lá,porém, eu 
o vejo. 
Não 1 ..• Não O ve­ 
jo em .carne, . 
Mas o vejo em lem 
brancas; 
Não o tenho para a­ 
braçar, 
Mas o abraço em 
pensamento, 
Não posso tê-lo para 
tocar,eu sei ... 
Mas está sempre pre­ 
sente,tocando meu co 
ração. 
Pai, eu o amo. 
Não aauento·mais a 
to. 
Como são tris - 
tes estas cidades! 
Cheias de ruídos ~ 
fumaças; 
Mendigos famintos pe 
las calçadas; 
Homens embriagados 
pela cachaça. 
Como são tristes 
estas cidades! 
Que não têm seres 
humanos, 
E sim máquinas auto 
mãticas, robô andan 
tos. 
Como memórias, mas 
não são pensantes. 
Como são tris - 
tes estas cidades! 
Há muito tempo es - 
tão mortas. 
o verde e paz foram 
destruídos; 
Para a vida fe­ 
charam-se as por - 
tas. 
JOSt GERALDO 
MAGNO ASSIS. 
(Coronel Fabriciano 
MG.) 
> 
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