co, 1 •'( 11 ,t, inico +orri­ vida mune •r r, mui reco - :irmato :iso .idas de­ que l 1ão f0 9.S a si i tJ - ;J BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUi, - /NO XVII - 'O 904 - 04 DE JUNHO DE 19!lll - SFANÁRIO - REDATOR C ! . - VIAÇÃO CRUZEIRO • DO SUL EXPLICI N,1 rr.un i.in elo Rota ry Club,do sexta fei­ ra passada, o rotaria no G<'rirdo Docci.i a".:' presentou várias quoi­ xas da população a reg prlto tlos GP1·viço,; preulados pela Viação Cruzeiro do Sul. Não s6 pelas dificuldades que os usu:ir ios da om­ pr sa 0ncontram em Jar dirn, por ocasião dai baldcaç6es, mas tam - bém pela superlotação. Este Jornal hã al­ gun-; dias publicou al gumas queixas de um senhora. O Presidente do Ro tary, atendendo soli­ citação dos intf'qran­ tes do Clube, encami­ nhou correspondência ao Diretor da Empresa Osvaldo Possari,o qual • O Rotary Club de Bela Vista, em reuni ão festiva, a eali­ zar-sc nos sal6es do Grêmio Pedro Rufino, dia 08 de Julho, em­ possará a nova dire­ toria para o biênio 88/89. O Presidente elei to para o biênio e EDUARDO JUSTO OCAIHZ, TRIBUNA DA respondeu explicando os fatos e justifican do as próprias defi­ ciências dos servi­ ç0(a qualidade dos ônibus que ser vem Doe la Vista). Eis a ín­ t'<:•gra da car a envia da ao Rotary, - ' 1 RrccbcmoG sun cor rcspondêncla t0cJa".:' mando rlos serviços prestados por nossa Pmpresa. Fala rm su­ per lotação que só o­ corre cm 0pocas de fo riados nacional,por".:' tanto não 0. constan­ te. Fala om baldeação de Jardim, pois os ônibus não podem pros seguir até Rela Vis".:' ta porque a estrada não permite. Acredito e tomei C6nsul do Paraguay em Dela Vista e ro­ tariano há mais de dez anos. Como é praxe om Rotary, o Presidcn­ tc para o biP.nio 89/ 90 também já foi e­ leito, trata-se rle SIDNBY NUNES LEITE, Juiz de Direito apo sentado, companhei- Telefonesººº .Ah! Os Telefones Parece aue a bruxa anda mesmo solta em Bela Vista: Atê os nossos telefones, a e­ xemolo da crise, estão chiando. "E como Chi~rn•. Chiam iguais os usuários ao paga- , remas suas contas. E atrasou ... cortou . Sem perdão. Ljnhas cruzadas é.uma constante, você trava o seguinte diálogo em• Bela Vista via telefone: - Pois é, Manuel, vamos ver se o neg6- cio dá certo. ' - Se insistir no.preço vai dar. - Maria, quero saber se vocé vem traba lhar? Que Maria, Manuel? Não vou, estou doente. - Quem está doente? - Alô, é ao· Banco do Brasil? Interurbano, por favor. - Quero falar é com o Pedro. E assim por diante ... ti do jeito que o diabo gosta. E VIVA RELA VISTA. providências ne:e sPntido que nosso p0f;no,1 l df' J ,., rd l rn f tt lho na bldoacão, mas não quer dizer que é uma constante. Quanto a supor lo tacão, não existo + Bras L l r nrnn f'm l U·· g.:ir ll<'nllllm c;n11dicõ .. es de atondor a do · manda em pocas do movimento otraordi nário como v0spcras de Natal, Páscoa P etc. Tndos querem viajar ao mesmo dia e sentados. Visitamos a re­ clamante e a mesma solicitou que nao despedíssrmos nin · guém, pedindo quc orientássemos o pos soa 1 , o que foi foi to. ro Paul l!arris e rota riano que vive o Ro­ tary com intensidade. Para a reuni ão fcs tiva de posse do no­ vo Conselho Diretor, o Rotary convidará as autoridades do muni­ cípio e tamb0m d" Bel la Vista Paraguav. - No dia 30 de ju­ nho, em Aracntuba-SP •• il Q11,1n•n ,i() ô[,',1lt.oj - no acreditamos ser nossa culpa, Assim sendo solicitei ao nossn DPp1t'Ltlí"l•·n o dei Tráfego que providen ciasso a roca do • nibu•; no hor,írin no­ turno entro Jardim / Bela Vista para mo- 1 hu. -,:,.,. ;i regi­ iÍo com ônibus m.its no vo. Cientes das res­ ponsabt lidades q/ nos cabr>, do respei to q / l j temos por BPla Vist.ij acreditamo~ que quan rln o ;isfalto chegar-: poderemos mostrar a nossa disposição nm bem servir com uma frota nova, mPlhoran 1 do as condições do [! servLço. ltenciosa ·· ·.....: _ mente OSVAT,00 POSSART será empossado o no­ vo Governador do Ois trito 447, Reinaldo Caetano da Silveira, provávelmente o atu­ al Presidente, Ival­ do Pereira, estará naquela cidade reprc sr>ntando o RotarG Club de Sela Vista e prestigiando o novo Governador entrante. Ai'ID, EST 10S ESPEL.ANDO E J Bela Vista não esqueceu. Ainda estamos esperando o Governo do Estado anunciar a pavimentação asfiltica da BR 060, trecho de nossa cidade a Jardim. (VEA A ATERIA COPETA NA PÃGINA 02). OSVALDO POSSARI - DIRETOR Governacor Marcelo Miranda em visita ao início do asfalto ara Porto Murtinho! ! 1 l FUNDAC40 SESP ESCLAREC 1 1 Na edicão de n 896, deste semanário, foi publicada maté­ ia envolvendo a Fundação SESP, Secretaria Municipal de Educa çao e o Odontologo Dr. Reinaldo Paes Juliani, em a ounl o pro fissional denunciava a falta de cond{,6es para exercer o tra- balho para o qual foi contratado, entre elas a de que o equi­ Pa:nento instalado no Posto da referida Fundação não oferecia condições ncnhumil de trabalho. Na oportunidade afirmou ainda. 0 Mêdico oue a Secretaria Municipal de Educação havia seres- [POnsabilizado em fornecer o transporte para a sua locomoção a J tê a zon rural e nunca o fez. 1 esse respeito a FSESP enviou Carta a Redação prestando esclarecimentos. (VF:JA NA P!iGI'lA 08). Previdência A falta de pla­ nejamento tem siào um dos grandes ma­ les da Previdência Social Brasileira. Essa é a ooinião ao Deputado paulista Farabulini Junior, aue disse ser "es­ se um mal crônico" aue se estende a ou Eros setores. Por Ubaldino Rodrigues. De maneira clara c obetiva os fatos que são notícias e as criticas que se fa z.em necessárias. Nesta Edição alguns as­ suntos polêmicos, tais como: ASSENTAMEKTO BARRh DO IT ! ! Toda vez oue falamos nos assent~àos e trabalhadorei rurais, aguçamos a curiosi dade de muitos, Pntre el,...s politicos, au toridades e, por que niio, candidatos c;ue já estão de olho grande nos votos daque­ les qu'e até bem pouco tenpo erar:i taxa,'os de agitaàores devido terem exigido e :ri tado por seus direitos. - POLICIA PRENDE ARRO~s,;ooRES E ASSALTAtiTES Desta vez os "muos leves" se deram mal e estão vendo o sol nascer ouadraào. (VEJA NO INFORME TF 'sA PÃGiiA 05). Seu Vidêncio esrava furioso-E.ste Pa­ ís vai mal. É a grande locupletacâo. Jâo existe mais honestidade. Não há mais res peito! Os amigos já sabiam, quando ele come­ çava com esse discurso não adiantava ten tar 4nterrornper. O jeito era ouvir ati; fim. (Veja esse interessante artigo de Al­ berto Centurião de Carvalho na Pigina 3) -PEDRO lnformand - ~ ando Com sua maneira direta e ObJetiva, Pe dro Pedreira está de volta às pági:1as de a Tribuna da Fronteira, analisando e co­ nentando as notícias que são destaques e. colaborando para melhor informar os lei­ tores. (VEJA NA PÃGINA 08). Curiosidade O termo se encaixa bem à algumas ato ridades políticas do município, que ares peito da matéria publicada na edição as sada da TF "ASSENTENTO BARRA Do 1' 5 DERS TER UM REEPRESENTANTE NA CAMARA yU NICTPAL", estio par ndo para saber anuem e o candidato. Posso informar de antemão que nao se trata de um político ,·ici.'!oo! ( 'R) L An(1ncio V .',f) - ,T. u 'l }'/ZI.'ll)I :.o Mil'. rcr- Jll() r;r: J'IJ}! 1) ,1m1·r ,l!O, Cl.l L·dital que· nc•r.5. afix,,do na !lüdl' cJ01;l0 ,Juízo 0 publicado na forma cl,1 lrt ,no ()llill 1.lca CIT/D/ MARIA IZAPEL flOR­ nA flISPO, brani]rirn,lidcs elo lar, n•si­ clPnl0 em lugar incerto 0 não sabido,para, r;ucrendo contestar o pl'dido do a11tor no nrazo de quinz0. dias,pena de reveli.a. 11,J vc~ L<'-se de que niio S<'ndo cont,•stacla ,, a"'.: Seu Vid~ncio cGtnva furioso:Ente Paic v,1i n·•t f' a gran.z mnis politicoG como antigamente. Não existe mais partido,agora ó tudo uma coisa O. çào, presumir-e-ão coi verdadeiro o fa tos articulados pelo autor. F para que nin] q u al ·que ignoranci 1 ,. e! ,, >U<' c10 conhec1 ;::nnLo· dos ln (.'t'<'S ;:ido., foi t·xp• diclo o prc• sente Edital que será arixado no lugar d costume e publicado na forma da Lei. D do o passado nesta Cidade o Com.rca de Hela Vista-MS., aos dois d ss do meg de maio do ano de mil novoconto o oitonts o oito. E,(mira Lope )," r vente .Tu5icia!,o datilografei.Eu, (Pedro Vera?io d 1 +), E,·crivo Hudicinal,o fiz dat ili rfr + a • sino. DR. JOSC PAIJLO CI NOTI ,JUIZ DE DI PEITO Central de Adv cacia * Dr. Sidney Nunes Leile Dr. Oder Bozzano Rosa Dr. Roner Loubet da Rosa -1 O!JLI.. S JJ. ur:r.r. ., "ffl'!'O D .. /! !J,IJ -rm;u.TN,.:ÃO JUT ll)IC,. CAUSAS C'VEIS , - I f, t.J!.} f , cru r•:11S ! ,.,.,.1 bcst01ra.Nioé> sêrio,u:-,,, f>l CJllr este Pais não vai pra frente. nóia!-1qor.1 ScuTcrênciocsta·,amesmofurin --r. niia ,,ai rnesmo,enquanto existir gente la ±o-Só samba e futebol,e?E ·você,q/nunca pr tuil laia, botando o moral do po·;o a pó de> tou ne:n pra um r.r•m pra outro, sení que tua -✓i t'I tanq11r-Seu Terêncio cct;iv, furioso.Logo ele intrir,1 de trdhalho,nio ê um exrmplo? Po que nii.o gostava do dicus:ão.Sou Vidêncio cuo 6 aue atê as nossas c:ualidades têm que d arroqalou os olhos e silonciou,onqucento Sou u&dar contra nós?Não sonos sérios porque ta 1'<'rêncio deSp<"java; mos hu: 0r,so:nos pacíficos dar-o:o um jei inho -Tem muita gente boa à sua volta,Seu Vi caímnosnosamba?Bendita falta do seriedade! dêncio.O senhor é que não quor ver. Produto ALBERTO CFNTURI{O DE CARVILHO. ü [fil ''.t-, ;,:!TOS t.~:OS.P/N, SF:'1•10S fXP.TOS, DESDE ~C:n,(]lJF. /TEl'DffOS D! - YE.P.SOS ~·,;rc··~'ERC/DOS DE SU, C I D/DE, Nossos PfiEÇOS, / CU/LI D/:JE DE. NOSS/S l·FCADO:< 1/S E / COP.P.EÇJO NOS t'EGOCIOS. CUF PPA ROS E su~w·rnrE 11:PORTM,TE, ~'OTIY/R/M / PF.EFF.P.HCIA PCR NOSS/ EM­ PPES/. E CCNTINU/~OS / ATENDER OS CLIENTES DE BELA VtST/, E QUEREMOS AMPL!/P- ESSE ATENDIMENTO, QuEREMOS NOV05 CL!ENTES E NOVOS AMIGOS.E ISTO MESMO.OS CL !ENTES nos SUPERfü:RCJDOS SÃC JOSÉ TORNAM-SE Nossos 1/H!IIJ ESPER 'OS / SUi ljSIT/. ------ -------- [ID AM[- GOS, . BONS PRECOS,/TGND!MENTO 'DE PP.IMEIRA QUALIDADE E /DUELE ALGO ~1A IS QUE só UMA Er',P RESA coM A TRAD I e~ o Dos SUPERtU:RC - DOS Sfi@ ,10SÉ PODE DAP-,ESTA ESPEr.ANDO Por. vocF EM ~'ARDH:1 íl o D Trnos TrES SUPEP.MERCADOS ?/lR/ /ITEr!DE-LO Tonas NO CENTP.o DA ctDADE,A AVENIDA DIQ~E :E CAX tf5. FALE co •osco, VOCE OlJE POSSUI MEPCIDO, PEOUEr:o,r.•,É D!O OU GRANDE, AO IMPORTA, D1/r.1AME"NTE CG~!QU!STANDO NOVOS CLIEt!TES E t:ovos AMIGOS, AVENI A DUQUE DE CAXIAS . (FALAR COM JOSÉ DESTEFANl) I - i.ATO G. OSSO _Q S - . ITICADO E VIREJ • A.P o 11 ta. para - lVIilê ,,. 10 ca •11 l r-.· '"tl, .. , n inunrltJ ( t , ri rp1P conh()t:~ J,l()/;) J•I,l,Í VIV('IH10 ll!ll•l l.i l' cli• 'Jl'dnd, lran~ form,1<;01",. fios ,11 111l.ofi do Apocali p·,1.: 1 1 ica 11m hl't>V•' l rn1bn• l.P: ,, inda acontecerá o n,,s - cim,•11Lo du•, 1:.,L,1do, Unidrn; clu T,•rr . No,; e m,·i,1110 Ji.l.o c],1 u1d lic,1ç;,o "elo pl <1nr• il Ll't r,1. Urna t,•ri·,1 :;1•111 p.'itrin ,. r;, m bandeiras. Um rnunclo srm fron­ teiras. Semana pasnada a revista Veja publ i Ç()U uma rcporlct<._p:m ,'. r,iHpc:i Lo cl,1 unifi.c1çi'io d;i Europa. /1 cri,ir;-i'io crn 1990 dos ESTADOS U!II­ DOS OI EUROP/1, com ;i livrn comcrcializaçi'io trânsito, leis, cnEim, U!' só País enqlobun do tocl;1 ;i c-omunidadc eunipéia. - Gorbaehrv r- Rcagan convr-rr:am C'i11 ~,oscou. A llHBl:i, a Chl11a e oi; países do leste cu t'o[:lcU (comunista) iniciam um processo de abor l:u rn. Hc.:1lmo11to, os pro(ctils rlo lpocalipse eA tão pordendo n "cp1nrrn. EstamoF; no in1clo 1 [oi npcnas u1rt passo, 1nct11, a longn Mnrcha comc1;ou com um pusso, depois outro n OF; chinosos caminharnm mi­ lhnros rir! qui lôme>l::ros_, Sabe>m onde moro o pnrigo? • São os grupos isolnclos dr t0rrrnristas, radicais da direita ou itor, penrtrilr em todas as cois,11-;, <'Xi1111i11,'l-li1r,, i1pi1lpii - l,1A ·om os olhai-; da mrntc, viver om paz consi- o mesmo e eom ou outros. 1:: niio se dr.sesp11rr?, no final triunf.,rii nmor, a vertl,1r!P " ,, justi çn. E uor01110G corno ou DcunPM,. ,C' vlajar0mos o lo cosmos, cerno um r,Õ povo, um :,Ô pens,1- onl·o C' GCt'C'InO'l ch,1m,1doc; 01; 'lTHliOLI!:os, o o A U[olClj,i.1 ,·l,•nt-!(lcn tern npenaei r·rintu :rnou de <:ixistência. ~ln9 relatou ele vl,;itantcs do c,;poço viu tou comÔ dcusc1_; ou semi -d1. 1uH~n, dPscldnf; ô terra pr ro .cnoinnr os homens, são comuns a quase todas as civilizoçÕ,•r. e cm tod11H .~s épocnq. A:, cscriturua vi? d1.cns, ind1.nnns, falam de npnrelhr,s voudm·,•~ que t.rouxcr1111 t•ntr1• C"t h1,:!', . ort • ·tl"'!i tlri tr <• s0 e ±,»! r n»» a J.t().,.,;J{;?:" 1 ' ofi,1, ,, S;,Clí, 1):11,·1, E,pirítír•no , não <:. 4 nas hamadas soi iodados Cil,, o,;u l l ns, qllf' ) 1,orn,•rn b sc,1 ,1 1 111ru n,1 ç;i"J. N:io 0 :.;Ó frt•· rPliqtõc,=;, SPJl1r:1 P]t1' qu, l., ior •rn. J::xisl<· um caminho mais prático e tarb espiri ual para o l.01rr•m clf'<;p••rt,1r o lt1cl, oc u l ln ,, , :~<' •1 t ,. Só tt:it gr,,H], prnpõn1 to f' :.lfni" r;r<1ndP , - ué u1 i;nbrc•v i vo à noi Lr clr,5 LC'mpos. Quão arando id6ia cósmica escondo o "f,1H D••: SI S l·.1-1 PJ-:NS/H EM S f" , l r•m,1 elo Po- t 1 ry Club.. . . " Se 1 m1101 1,1 ílos sPUfi assoei dos pon-- sasS(!tn" ,, r<'!nsamcnto de seus in .......................................... Mui tas pP.SSCJilB vlVr!Hlin uma !':FC (l,xp,,ri_ 1 éncin Forn do Corpo) pela primeira voz ao sofrprem um nciu j rm dPcorr8ncli! elos fnrimC'nLos. Pnstnrior­ mcnte, dcsrrcve11 il8 sensações d;iqunl,-, mo m0nlo te>rrivrl ·"Tínht1m0s dirigido atrn = v6s da reserva do unimais e uc-1b~vilmos de cntri'lr na rstrnda principal para Mosl1i.A- 11oitcciu e 011 r1ormia ao ladom cuda citlddr•, por mais oeqHPni'l que scju, APriÍ. como um;i. brilhan" :,uprr nova iluminando caminhos. tros de disrânci,1- Eu me senti como s,:, p,1i rasse suspenso acima da estrada. iuando o nosso auto h,tl ,•u contra o e: 1r:11nl.ito fui a ti r:ido lon,J". M•1u ilr.1 i go, <-PI" 1,,1 i u tl 0so ri,: trombada, caminhava em minha direção pra "'Xilmi na r m"ll co 1·pn. O cam i nhJo (n i nmborn n mr•u crF:.J, [J•lí"Ciu um ;,r::,rrí"cl ,,rmnto;irlo jogado na estrada. üulquei qur rtiv0o f1!;icn1,,nt" rnnrlo, o~poi!l disso ln" •;i ncrir 1 dnndo num leito de hospital, em Mohi.Per manrccrn inçonscirnte por rlois dins "~ rl~ ,;0rr,;nci,1 d'lr; ;,,riu,..nl o:;. Cont.0 i. ,, ;TP'l a­ ,1:niq>J o CJII'! tinhn vis1.o 0 C'l" confi rmnu c;n dc1 ile L,11 h<' e;,, rn i nh,, h istória Nosso ca I rÕ , ,1,:, fato l>.'1tcu num c,1minhão, '{li,., fugiu ~ir. nrq11idu. :-linha 11icla fni salv,1 qrnç;rn A um carro que passou pela strada lo1o depoie; r m~ l0vou no hoApital. Eesa cxp0ri6ncin mr- clr,Jxou i::nmplr-t-Dmnnt"' r'iem m,-,f1o â,1 morto. lpr0ndi n .-.ncnr.'i- tu com no tura 1 ic't,idr>", A certtti:~n rln qu+ o f{m da vldn e pnsn pnra CHI tro plano comnpnanh an exper{@zelas d quaso·ort ,..:- mrnto~ O mcHmo dizem a tadtccna dn ~csopot5mln, do Or{ente Pró{mo, dos chineses escandinavo+, po­ linciulos e aborftnen americanos. S@neca fnln de "cHcudos Íflneo~ que > rio 1 1 ,28, cxl~t<' 11:in nota: "IJ:an lômpodo de foo Apare ~••u no l'r, "· d11ro11 cln l horn da moclru~ndn ncé as ) vorns.. Gaet de Nurerberg, de I56l, renc10na dicos cor de sue que renlizaram evoluções du r1111tl! m,1Li- dl! u,nn lior:i", no rlin 1 de abr!l. rc: pÕ clt!rf:::nr,,i cnntln1111r com ccnt,•naR de r,:,lato,;. " Corumbá E (BOLÍVf A): "C ,HE A A NOSSA FRONTEIRA, 'IIRU5 ~-o FORTÁVEl::i, ALT PADRÃO í'E 1TEN! I\ENT ". :i,Í[IAS DI: PO TA POI- ANT NI d Àu, ELA VISTA, JARDIM, RUNT , 1 A E. 'OIWMR;. V I A .1 E PC LA (' R lJ Z EI 'EGURANÇA E PJ.~.·, l llENA, )IRA (1 N ::;, SlüS I L Pantanal, uma das Maravilhas da Natureza te, te/; ue els lH'i.11 nn r.i•~i.n rur:1l e Õ t10H40 oh t:!Llvu ,; cnni"in-;1r, s.c j:t nH,..;.tr.'.l1Hto ?1s :111tn rld1tdl'~ ~li ueflri,~11cf,1R t•xlRtenrcs, scj:i dcnunci.tn dn ,1 ln~Oclencln de nlguns ,iq:iins públicos rcspon sivota is vez:en prlo sofrimento de milhares de pes nn, "ll01( tH: CllTllV"l.ll" Tem ente que anda coa este problema ult{mar:en­ te, provnv~lmc1ttP tlt!Vidc, itn forte frio que vem fn­ ten,tn ?Ol nonsn refio Queremo esclarecer àqueles que ,1t1clo1n f1dn•Hlo por n{ qur qunncln defendemuH n clnRHO don nnsentado e trabalhadors rurnln temor se~u11tl.1H lnte11,iien, que, l>rm ,u,leA d!Aso Sllll fllt11 de trnbalhador r11rn, 1Hlncldn" ~rlnrln nn c~mp,,, e pur lr.110, pn,t',111 elo!coes para prefeiton e verendores atnd l!s:-, 1r"11,, n1,1ltllf' niovimcncncôus uRtiio uo.ndo d,•Hon vn1 ,•t14 récepcio11,1rnm OH conv Ldndon nu tH.!cll! Uo BD KGporte Clube, 11 l'l'OS". . p,• ·, ,u ,1 , <'r 1·11r-h,., Ido ntl! ti n••, t.JlllCJf 1 ritH (1 o nhn·vi t1tr,s. to. Vo,dnr,*"-1 nio lchnltt1c1dos 11 , (MI - representa o nome mafs co a nar um objeto, nave, ou vefculo, n»r J do, procedente do espaço exterior, 11 Pn:l·u1(, por li'"•' 011 1r,tls c;lvflfr;.,çn, .. !I ,-,c:.r.1t,•rr1•·, - tres em es ágfo tecnológico upertor ao nosuo, pa­ ra, segundo as teorias mais atuais, estabelecer ·se t.:nn tac to 1 1 cnnh,--.c lmento c.;om 11,,.,-,:1 oc J ,sd,,dí•. i~k o­ portun idade foram mostrada inúmera foto ., ,.,,. pro vadas cientificamente como sendo reafs e vi rdado. ras, de "IIJ'OS'' e-m viirLlR parte do mundo, f 1 1c.:lur.t-,-.-------------------------.,...,--...,j VC! no Hr.ir:;ll. P;1rl fin.1I l✓.11r, ol11én .:1 .tut0ri~ ele v,Írios outrns furtos. NG último arrombamento que real!zarar os elemPntos lc v:1r.,m da Sra. Terezinha Vargas da Rosa '6tas e ou­ tros obetos, sendo que as jóias foram encontradas cm pndrr dos rPCCptnd0res Jos~ Cirilo Filhn, Ander son Echevertia Pinheiro e um outro elemento conhe­ e ido pr "Cabrera". Em podC'r do<.; "mnlgos cio .,lh~tn" fora□e11cn01trocloq nindn vários obj<'tos c0mo ventl­ dores, bulien de gás, snndilias, tênis, ferro e­ lêtrlco, npilrelho de ttnm, l iqu!dlficntlor " □uit:is J,i lns, SP.J!Uttdn :i lndri n pulíd:i, /IR lnve,;tlllnçÜes e çom1bate na essen elementos vio conttnunr }iá ter µnnte nn mlrn cio lPJ. /l'l:Lt 'A !l/NTA "A (' ldod" rle /pnr,•c l!111, cnnh1Jc !cl:i como n t· 11J t • tal da fá, entni enfrentando na rnls rave rls eco 11,irnlcu-flnnnc,•lrn dP. Alln hlHtÓrJn". QuP.m n ,ti"~ê fnl 11 dcputn 111 1 1 l, 1 lr1h 1 t,111 Jll t ' l 1 1 (• f j '/ 'iltl" r l 1 1 f l, ,J' V ,l,•11 ,,, •• r o! lmyirel no reorncn 4tnt fel rcorda so do, mitos Greny,M 0d»to,Ioé Galdtno,E1- I 011, l· d11.tt ,1, . ' 1 1 11 , , 1 1 i., l ,, • Ln­ d ,111,1, l'r r I lll ",tPI 1 1,ll,,,,11,11n, r, L111C'111i ••• '"'' r f'II' 1 ,1•;. í ,... voce ' 1 -- ,--- GRUP .HOR DE Na sexla-felra pp.no CED aconteceu a finalíssima do Con curso que el<'qru o GRUPO 01D • como o Melhor grupo de d ancas 88; nil categoria inrlividual o ga6cho Elton Silva Frrnandcs levou o cana co de Melhor Dançarino de 88. 1 prim,.'ira rl iminatória do Concurso promovido pcl0 Rá­ dio Tcste--Rnv (I,ile) c Eduardo Gavilan,contou com a participaç~o do 5 qrupos:Ncw Flash Dnncls:Rollv Days;Dad;Ãquia de Foqo e Cami sa de V6nus.Na ratrqnria individnal:Carla;Rosana;F.lton e Francii co Gauna. Os urados da lil eliminatória:Florisvalno; til F.stC'r (Mã na) ;r.rlson ,lor tnrde a Fesc.1 .lunin:i d-• Castelinho esteve hiper animada;fuf preso pela pnllcia da escola (fes­ ta funín tem dessas... , ninguém escapa). e Parabéns aos promo 1 tnres dn evento. 1.=.- Marilda 'ishtka«a e Ildefonso Vllalba esti­ vernm cqntrnt.1nrescnçn a MISS Neto e Valdcmir Galcano. uns aos outrns,corao eu vos amPl. ~iio h~ mnlnr HS 88,Anclyse Farias cu amor do que dar a própria vida pelos.seus anl- - DESTAQUE ilO "A"GE 88" " 1 - 5 3 nha;a Mulata de Ouro de - u gns • • n:io 1 • l?.-t 1 C:impo Grandc,Lulza }!unis "Espero o reconheci- A exemplo do escrito ;,cima· a Sr" Ãn alêm da ~arota Jc:ins 86 mento do meu trabalho co ~el~ Loureiro há mais de 20 anos sempre faz n do NS,Rosilnn. Tambêm re mo profi,sslnnal",,t,,cl,,r,,ü ul~1mo domingo d,:, maio uma festa par;i. os p:·csl-1 gistrarc,m presença os jo Malu Azevedo que vêm rea- diarlos,aos quais vem s" dedicandn ao longo de vens Luiz M~rio,o Garot; lizando trabalhos de ri- tMnto tempn. SÓ que este ano Tia ngela,como é Jeans 86 do HS;e de Bela co valor na sociedade Hur conhecicla de todos,nio r~alizou esta festa. Per 1 Vista o Garoto Jeans 87 tinhcose. gunt,da a r,:,spelto ela nos disse que ''muita cni Edson Jorge.Na apresenta Registrei a prcsrnça sa murlou;n<; presns não sao os mesmos ... pare, evi I çcio do AUGE 88 o Locutor do incansável incentiva tar probl,.mas e~te ano foi dift í ! f I l l ,11'() V!SlJAL O T n..:utor . úl!n r,.~ • - surpreendeu cn-:- n aoy novo visual. + 0PINIAO/D UM BANCO PARA A ACiRICUL TURA 1 l 1 t 1 • 1 "l l q u, , r cin "I 1 l,, r C, 1J J l t ~ ... e rir i l l II e t I t , apt•1, 1 ul1Jr t • u11lln11 U'II ±+n ri 1P J u11c.t l. r,11'.'"; UM TABELAME·HTO ABSURDO Estudos Brasileiros l t 1,1 • Pon 'fl f1 e ,n no ora/ .j n i:í'' e,; •Cl. ' r 11NTADíl +sábado a,nln~ u _vc hiru ;?SO pt: ! la (fes­ :lnssnc; ... j . nos pro o. 11AL shkaa t lb,1 ,•rt 1 . " e,, .. :;, Ó n,l ,,, fnnS 1l, rececl :.adn.:. !l"' nao significa aceitar os abusos qu e sobre a qual ele ofereceu amplas explicg +ot!dos em nome de uma economia de <;Õt•~; at t·•1v,·,., do 11 1or·n:,J da Con.;t 1 tuint,", ;:v 1do Gonçalves defende a cria;áo de un: bano par a arriou l t-ura t· just i fir:-a n n:t•­ di ,., ;lfu1'rn, !J qu,· vl11 roi u:na d:is su,is rri -ei l'd!; i1rvor·un:1çÕt.·~;: um b·u1r;o (i .. dt.:Sf•nvol­ vim·nto rural para o Nordeste do Srasi l L', ate,nora as der«is reies subdesenvolvi - .1,~ oo P:iis. 11 ')l r'<'lh.· ·«se b no tio teria oo:· :l11ilicl,,,•t. u Jur,i·o.niio tcriil p1·,·o•~t,1x1- cÕes Pl)'.1 íl"-~ ou1.•··1s ativicJr~d~"'!; L•ronÔ;:-:jr:as , ~o. Um t.:rro n?to j 11:3•itira ouro. Do Lab~J~.vnto dos juros pode-s0 z·i t' o :'ldv .... ·nirncnlo de ,no mlnimo, t.rê-!~ si;, 15 rons~qu~ n-~ias p:ir . uma soried de u jos novernos teimam emn não levar a serio OS riS"OS ternamente. i n:'c·­ P:r--,v i ~ n,v1ru r.onsc,quZ.nsi"l prevista é que,na impo sibi J J cl.ld,· t.io gover·no r,aptar dinhei r·o no mercado a,no maximo,l2% para cobrir seu pc- r.om isto,o caminho para uma hlperin:laçio. ~uâria e cl;i agrir.ultura". Segundo •·lr•,sua Fm s,'gundo lur,ar,dest:ruir;Í ur~. dos :~"'r.anis­ s·lpss•ão vis, v,1lor'i7.,,r o llo:n,'11 t!o ~a:npo. ~.-~envolvimento da d .... :.:;~c.;."'r.iJasso cntrt..· a receita e desrcsa, ver­ SP-~ obriRado a emitir ~oeda, ar.clerando ·:-:os rle ra,lrolc• d.:-l dc·ni.lndi) ;ipr:!p,adu,r,ç-ran­ i.: ensider a ,·orr·t·t::l sua l!1i· ·iaiva por-do impo:mia ove ... rna::,t. ·ntal para n.ctr.,!.nis - q.J• ,conforme ressalta, "estar ,:. .t;,or '-- 1 i:.t·s-; t..rt!.! .. a peracão de poupança. Em te .. rr:eiro lu 0 numna situuc.ao de falecia total no r ... u7',- t~c:ir,·r:ri:1t·á problc-rnas legais intranspon~- 00 11 •• Flt .. di1. quf' r.0:1hui.1 pr·ooutor rural l'S- vc·is f)a!";-t r;c,nt rntag.?1 pelos ~:rros CP ~ão ~~oior.r~ for:nD. :ão 1amando por medidas excepcionais de d j)t'ns'.'.lt·. E;-:, ver,J-:d· .... ,0:5 b:tnr•cs têm formas so~u!·ro ; su,: rrono:ni~ ;,ri:~Úri·,,Evl-lldo Gon d1,• cs,...apnr dt..'s•·t..· rr(•ténso r:on"..~ ... ole através çalves volta a falar da situação nordesti- Ven d.as do Ipanema O ctvia o Tp;,:"'•·::· ating I u o v0lt..~.·~ ; . F •• :i ,.,, :­ C 1Jr: .• ..! • . ·:· com: a entre;a do FI-u! ropuar.a Rosso.t.o,dl~ Poo-c:. Gr-os:::;- .. ,:-·--..-lr'c:,..:'1. :~: ;~!'! r;r•ari-: cio as lnovac-Õ•.:s cispor..f.v, if-: r.o í.' :·':--! .. J Lr, ~f'•:--nar:ioni.tl, t..nn':o t"St.r..J .. urt"tis ":o-r ...... ;., ro_ii nicas, o Ipanema apresenta notáveis nr grt..·Ssos t.' :ilt'.1 pr~r~·ur~~1::,...,. d·• .. ;· l.1,... .1:'"; -~•,.._. Outros Llsp,·r:•os n1'f,C"tt.ivos rio mt:did~ di- pur"l. ·1inc!.:.i r:cr.::o u:-:-.,..1 • Xí"'º!'t• -::i·. :- .. ..,"'• ír- zem respeito a necessidade de criar um bo- na aviaçao aricola,contribui:: :·o ele de expiatório-o sistema bancrio-ao qual] v· r .::i ;:,ro-iu:.jvia·1n•. ,., J~,. •• - . . . . • . ·.:l ------------ suo Jt!"'lp,1-ius ._odo~ ()!-:; _,..,rH'1,,.r•,•r1os. por a- da riprocidade. r.:, ob_--;,.•:·v tfl lO. Dç•r.tro deste• ror.t,·x:·o,o problLma dos j~ 11 ':•:.1,imrJ.l7in..· ·o que esta contecc nd o no :-·cs l o ~or.si..:quvnL•· 1 ..... :-::--i('jU-.: ... r::ir..t::1 :o dcs ban lo;deste. O Nordeste estáa ralimente falido] i:os é m.:-iis u;n p:--oblt'1::a i:..10 dt.!sr:ontroi~ r-;aÓ-= •;'."'1 U·r:nos de nprir.ultur, : pt..•runrit, mns tir::o do :._~OVl'rr:c tlo ~LH: Co ""r.J[)italist:-;1., o f elido mesmo, a ponto de n0nhum produtor qual uso os ban<:os r:omo ínL:.::~;.1t.."'diários nas de-briaaa José Ary I- ... _.·.bl. ;u s põe a desenvolve: a.pla tividuu lt.: v:--_3an LS!i!O qttf! dev : de liacão no ó •·r:· ! .. L [.1[ 0- r, >1U' - ':.J:""Ul ;-.,d, ---~:,, t r· .· Quando termina uni so·nho_ooo Começa a reali ade e· só quem acredita em sonhos sabe o qu~ é-melhor-para si ( . . - . ..- .:--·-- - -:........ .... __ ,,, • - Nós acreditamos no progresso o Hotel POUSADA DA FRONTEIRA o e temos o tem Lanchonete Sativa Bela Reservas: 439-14.87 ~ .... - que é melhor para Apartamentos com um delicioso Mato Grosso e 439-1366 ,,_.., • .. . moderno Avenida Américan Bar Teodoro com Vista você ar condicionado Chopp do Sul ta à Re dator Che e, terço reportagem veicula- 96, desse emanário,pre eh os tinentes à0 a4stun ndo ta Fundação, a Secretaria io do Município ,, o odontÍ)loc­ r ia as partos renovar ou n::ío o comprornit:­ o, dependendo dos in oresses 'omuns; 20) O reqime de trabalho previsto era ele 8 horas/dia com dedicação exclusiva. Isso siqnifica que o profissional estaria à disposição do Centro de Saúde durante to do o dia, sendo vetado o atendimento em onnnltório ou clinil.:<1 partlculur; JO) Ournnle os 90 dias em que o profissio nal esteve respondendo pelos serviços d~ odontologia no Centro do Saúde, nenhum pa ciente [oi atendido, gerando com isso um clima de constrangimento para o serviço público; 40} Segundo o profissional, o equipamento ali instalado não oferecia as melhores , condições de trabalho. Em duas ocasiões , enviamos um técnico a Bela Vista, com o intuito de proceder manutenção no Pquipa­ mento. As informações repassadas pelo téc nico assegurava que faltava "boa vontade" ao odontólogo para iniciar o atendimento à população. Essa informação foi repassa­ da ao profissional, onde foi encarecida a necessidade de reverter o quadro de ocio­ sidade, cuja repercussão era extremamente perniciosa ao serviço público; 50) Diante da insistência para que o pro­ fissional tomasse a iniciativa de cumprir sua obrigação com as Instituições e sobre tudo com o povo de Dela Vista; 60) Considerando ai:aa, o fato do Servi - dor incorrer seguidamente em infrações , disciplindres (falta de assiduidade atra­ so nos horários de trabalho); Foi decidido pela Diretoria da Funda - cão SESP, não renovar o contrato de pros­ tação de serviços mantido com o profissio nal. - Salientamos entretanto, que a citada decisão foi adotada levando-se em conta critérios de ordem profissional-discipli­ nar. Equivocadamente, .o profissional ci - tou na_ reportagem, uma possível participa cão da Prefeitura Municipal nesse episõ = dio. Entendemos que qualquer referência fei ta a Prefeitura Municipal, em nome do se= cretário Municipal de Educação, é descabi .-.w ca da tar to , CONVITE 1 CONTA­ MOS COM vocEs, PA­ RA PARTICI­ PAREM DOS rES'l'EJOS DE SANTO , )ITO!HO, PEDRO, A EM NOSSA d e infurd da, de ndo pirito de leviandade e i siona l. '!'oda ,, qualquer critica deveria ser l ribuída à Fundação SES, que na condição, de empreqadora do odontólogo, caberia res­ ponder pela demissão. O que e viu foi um nto mesquinho de ataque à figura do Secrc-­ t.írio de Educação Municipal, co:r·o for::.a de justificar uma situação de negligencia ab­ soluta indolência. A Secretaria de Educação do Municip10 nunca mediu esforços para auxiliar às a­ çÕes de saúde desenvolvida pelo Centro de Saúde. No nosso conceito, a administração do ProfO Hlio a frente da Secretaria de E ducaç5o do Município, tPm sido dignd de - plauso face a preocupação di.·r,0nsada. à ::rnu de do escolar. Foram muitos os trab, lhos desenvolvidos clp forma intC'grada. Por cer­ to muitos ainda virão. O ataque desferido a Secretaria Munici­ pal de Educação, numa tentativa de aqretlir um Secretário Municipal, cujo carãter e a comp0tência são reconhecidos publicamente, acaba transformando-se num ato vil e rev«'s tido de boçalidade, porquanto apresenta-se inconsistente. A prova maior da má vontade do profissional em relação ao trabalho, es tá no .fato dos alunos do Colégio CastrlÕ 13ranco nunca nem mesmo t:crem recebido a vi sita do citado profissional. O Colégio es= tá situado junto ao Centro de s~úde e pode ria receber por parte do Dentista uma sé= rie de trabalho no campo da higiene oral . Várias solicitações nesse sentido foram fei tas. Mesmo CJUe o equipamento instalado nãÕ oferecesse condições de uso (fato desmenti do pelo técnico), aguardamos durante três meses que o profissional tivesse a sensa - tez de desenvolver pelo menos uma das mui­ tas atividades, cuja execução independe do Estado do Gabinete Odontológico. Por exem­ plo: bochecho, levantamento indice CPOD escovação, Palestras, etc. Em respeito a tradição de .trabalho e aos princípios da Fundação SESP, não poderia - mos tolerar a manutenção de um profissio - nal relapso e pernicioso ao ambiente de tra balho. As condições mínimas para o desempe nho das atividades foram dadas. Infeli~men te, pecamos por ter escolhido um elemento errado para o cargo. O dinheiro público , com o qual se paga Servidores contratados, para servir ao público merece- um tratamen­ to condigno. Aproveitamos a oportunidade para reno - var à Vossa Senhoria, protestos de elevada estima e distinta consideração. "Engo Aroldo Ferreira Galvão Diretor Setor Saúde Saneamento MS." Ju CONVITE NO S!TIO r "URSINHO FELIZ" UMA FESTA :VAMOS DAR E VOCE QUE ~ NOSSO ser de!it da ao e turidad prof LOUREIRO. DIA 11/06/88 AS 16:00 COMPAR2ÇA ! PASSARINHO" NO 10/06/88 17:00hs. PED O Informa, d O' 'lodo nós rabalho voraram na! , mos mais exatos, palhar. Deveriam CAUSA. l, ca•·o os senhores deputados e senado res resolvam trabalhar, vão votar aanis­ tia d,1 correção monetária para s peque - ns e médias empresas e produ ores rurais para os débitos contraído& até J0/12/87. Isto é mais do que Justo, é coerente, po­ is são wais de 10 milhões de pessoas que serão favorecidas. E são essas pequenas e médias empresas que ccguram a barra no tg cante a cnpregos. CLCIÇÔCS •F. votarão também a aprovação ou rejei­ ção da emenda regulamen ando as eleições municipais. Estão falando em mandato tam­ pão. Seja lá o que for, mas DEMOCRJCIA se faz com eleições. Olha, tem nego querendo a prorrogação dos mandatos. Guardem bem os nomes deles. são os adeptos do CONTINU ISMO, aqueles que sempr~ gostaram das NÕ MEAÇÕES. Democrata de FACHADA. - E O ASFALTO? E o asfalto para Jardim vai sair sim, meu filho falou que o neto dele vai parti cipar da inauguração. E aposta nisso. TRIBUNA DEMOCRÁTICA ., o nosso repórter Ubaltlino Rodrigues filiou-se ao PDT. E será candidato ave - reador. Agora é entrar om entendimentos com o Gilson (PMDB). Até aqui haverá col! gação e acertos, só que nesse acerto não entra GRANA. Ê um acerto entre homens de­ centes e bem intencionados. DIA 8 No próximo dia 8 assumirá a presidén - eia do Rotary Club de Bela Vista~ cõ~~ul do Paraguai em nossa cidade, EDUARDO OCA­ RIZ. E o ritmo continuará o mesrr.o com o clube atuante na comunidade. CRUZEIRO DO SUL E o Rotary reivindicou e a Cruzeiro do Sul atendeu, novos ônibus servindo os usu ários belavistenses. Foi um trabalho do Rotary. Parabéns ao clube. CO T e ment ANISTIA ------ -Extremistas do o. m" - o i 1 1á no i tra se edidos por JUSTA ~ó exisce uma saída para o·governo fedei ral recuperar a popularidade perdida em de correncia do Plano Cruzado: "contar a l dade sobre a situação da economia brasilei ra", afirma o deputado Darcy Pozza (PDS 7 RS). -~egun~o ele, o que ocorre hojé é a proliferação do que chama "milagre do Cru­ zada, ~~v7 nao. com a suspensão dos oagamen tos da divida externa apresentada ao povo comno uma questão de soberania, ouando à 7POca do~ em?restimos dos bancos credbres Internacionais. a opinião do deputado Del Bosco ~-aral do PMDB d e:::- "··' - M e ao Paulo, tanto o sindicalista 0a1r 2eneghelli, presidente da CUT, co.o o medico Ronaldo Caiado, presidente da UDR cump;:ir~m o rr..esmo papel entremista durante a vota;ao da reforma agrária pelo Congres so Nacional Constituinte. ISENCÃO PARA AP4ES 's + T ·!a1: • J -zv 3A : res a;3 to ez «dvo Reuniões das Assoei - . . gos dos -x . . açoes dos Pais e Ai d c.cepcionais :resultaram em vários ocumentos que O de . d diu fosse · 1 . puta o Luiz Salomão pe- por cont~~r-alnc ~l.~OS·nos Anais da Câmara, e m reivindi - _ dades assisten .- caçoes daquelas enti- tra-soo '.c1ais, entre as quais encon- - "' pedJ.do ' - • 72 P/torn ce revogac;;ao do Decteto-I.ei 15 ' ' arasApaes isentas do pagamento. -