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TRIBUNA DA 
ANO: XVII 
- •. ,1),j( .J': !   l.lO 1• 
Edson quer mude 
I 
. ._., a_·nto, ::1.111 r 1 plen:c.!!_ 
to das ,1 e i"l l d.:,te,. i ndus­ 
triais e comerciais; uma 
pecuária vibrante e uma 
,lt,!r1cultur,1 pr()grcs!->!•,tJ 
e.orno ':'r< t.1:-i priori ltÍrL1s, 
'for 1t:c.; l!tltl.'nclc que ·) se­ 
tor de assistência soci­ 
.,l dev~ ser rcdinensiun~ 
do, ou seja, o povo bela 
vi.-..ten ... e n,lo é pt:!<lint,~ -; 
é um povotrah3lh3dor, lu 
ta coc.1 diflculdndcs, pr; 
'- i sa apenas de maiores g 
Jh1rtun id.idt.!S. Prcc io.;.t de 
empregos e melhores sali 
rios . 
O povo, hojL', est,i c.1~ 
sado de palavreado, de 
discursos, de pro:nessas, 
o povo quer :10 poder 1:0- 
E!S DE AÇÃO, homens que 
provaram na prática suas 
qualidades de administra 
dores, mais FAZEDORES 
~~nos oradores, o povo 
brasileiro cst~ can~ndo 
de ouvir palavras vaz1as 
.: se:-i"'contcúdo. 
Edson Moraes provou , 
no decorrer destes an10s, 
a sua imensa capacidade 
de ~rabalho, realizou vJ 
riJs exposiç~es, divcr - 
sos leilÕ~s. construiu~ 
codcrna sede do Sindica­ 
to Rural. E o ma!s i:por 
' tante, todos os anos, e: 
-'------~~-------~-----=~ Jt'l.liO, durnn te a EXPOBEL 
O CAXDIDATO À PREFEITO }ll'l(lCIPAL EDSO ORAES PELA COLIGAÇÃO D,S O?OSIÇÕES E O VICE DR. FERNANDO DE centenas de belavisti:,n _ 
íRElT,S ELIAS. 
SL.'S ,.:..:iriha:u ur:: novo a lento 
com epregos gerados pe­ 
la exposição. 
Isto o bt!lavistensc re 
conhece - co~ Edson ~or~ 
es e Fernando de Freitas 
Elias na Prefeitura Muni 
cipal, a nossa cidade r; 
nascer:i. O i:,es::1O clima vi 
vido durante a Expobel 7 
Bela Vista ter:i o ano to 
edo. 
E é isto que precisa­ 
mos, de agilização, de c:a 
is empregos, de ge:1 te t rã 
balhando e ganhando dig­ 
namente o seu sustento. 
Edson já arrancou, e 
não é de hoje, o belavis 
tense sabe reconheceC 
quem trabalha. XÕs preci­ 
samos de pessoas que 
" oderniza,ão de Be 
la Vista é imperativo pa 
ra se implantar aqui ·a 
possibilidade dt' uma vi­ 
Ca celhor para todos. Pre 
cisa::ms .:iP,il iza':" o nossÕ 
com~rcio, indústria e o 
turismo. Preçisamos for 
taleccr a atividade a­ 
gropecu:Íria e transfor­ 
mar a nossa cidade num 
amplo polo de desenvol- 
''Tudo é questão de mentalidaden 
Afirma Gabino 
Para o C3ndidato·a ve 
reador, Gabino Lourei:-,· 
Cabinio,do PFL., militar 
da reserva e produtor ru 
ra1, "o problemc. de Belã 
Vista. hoje, ê ap~nas 
questão de mentalida~ . 
~ Prec lso PENSAR GRADE. 
osso povo não aceita a 
"
0
1 ( t ic.:i do s;,1co lãa, da 
·:
1
1J~1 -:''TI ter:,pos de elei­ 
ocs, :anJso povo quer as 
Slstência soe ia l o ano t 
do, não quer esmolas - 
uer trabalhar, ganhar 
salários dignos e· ter con 
<lições de criar os seus 
f ilhos
11
• i 
Para Gabino, "a elei- ' 
,ao de Edson Moracs é cer GABI!O LOVRElRO GABIXlO 
ta e garantida, Bela Vis 
ta precisa de uma nova 
~ntalidade; precisa de 
·•
0
--. .. ns que acreditam no 
;rogresso. em homens que 
tncnrem a vi<l~ com oti - 
iso, de homens que es­ 
ao na política p:uo ser 
vir - 	- 
d e nao p.1r.1 t r;:impo l im 
• suas ambições pcsso - 
;;.ls
11 
• 
"Tudo é quêstào de men 
taJidnd-, - afim;, - ã 
a
nd
e±a de Bel± Vista , 
~o "if!u povo~ ,:io pode: ser 
vimcnto n.1 fronteiLt"- !!S 
·sas são dec l:tr,11,Õcs de Ed 
son Medeiros de !'orae 
candidato a Prefeito ~tu:ii 
cipal pela uniiio d:ts opo­ 
sições PTB/PFL e PDT. 
.,um .. l prv11 ... .1~ao <ln Liga 
Esport;va Bel3vlstense , 
o Taveirõpolis, tine pro 
fissional de Ca□po Gran= 
de, estar:i jogando con - 
tr3 a Seleçâ_o de Bela Vis 
ta·no prõxi~o dia 4, no 
Est:Ídio Municipal Octá - 
V io Fon coura. 
vilipendiada, devemos RES 
PEITAR o povo, reconhe • 
ccr que a situação está 
difícil para todos, para 
o rico, para o mêdio e 
para o pobre. A filoso - 
fia de Edson noraes se 
co.1duna com a minha, é a 
filosofin da prosperida­ 
de para todos, e isto só 
será obtido com a dina! 
zação da administração 
municipal. que deve ntu­ 
ar em todos os setores', 
FinalizJndo. GABTKO 
LOCREIRO GABlXIO, lança 
um BRADO OE ALERTA ao p~ 
vo de Bela Vista: 
"Precisamos de hor::iens 
empreendedores, necessá­ 
rio. se (az neste momento 
de extreáa gravidade, e­ 
leger para Prefeito u□
PROM. 
faleceu dia 18, de ma 
drugada, vítima de aet 
dente autornobilístlco 
na rodovia Miranda-Aqui­ 
dnunnn, o Secrctnrio dê. 
Meio Ambiente de MS, Dr. 
HARRY ,.'IORTN COST.. 
O cnrro em que o 
cretirio viajava se 
cou cor1 u1:t caminh:io 
deiro. 
Se - 
cho 
boia 
• 
a 
Fdson entende que a 
0derni:ação de :ela Vis 
ta t.: f:1tor t:SScncL:11 P!! 
ra o seu progresso. 
endo na Saúde, Edu­ 
cação, Urbanização, Sa 
liO~trn DE AÇÃO, e para 'E 
READORES pessoas RESPO 
SÃVElS e que pensem nn 
Bela Vista de a~anhâ, fru 
to do trabalho dos que h 
j e atuam na conun idade. É 
a esta reflex~o que con - 
c bmo a todos . 
Na preliminar joga - 
rão a equipe juvenil de 
Dela Vista contra a se­ 
leção Bella Vista - Pa 
raguai. 
Vamos prestigiar o 
nosso futebol. Compare­ 
ça ao Estádio Octâvio 
Fontoura. 
NOTA DE FALECIMENTO 
Harry Amorim Costa 
foi o primeiro Governa­ 
dor de Mato Grosso do 
Sul. 
O seu corpo [oi vela 
do nn Assembl.;ia Legis= 
lnt iv.1. 
f uma grande perda 
para o nosso Estado. o 
falecimento de E-Depu­ 
tado Federal por MS. 
!AR: e 7-$: ,tJ,0 
ela Vista 
construas que acredi­ 
tem na força clll tr ,bilho 
e que acreditem, acima 
de tudo, em Eela Vi:,tr1. 
'recisamos de um Pre 
feito e de vcn•,1dnn·-;:­ 
com capacidade e baga - 
em de ir até os pol[ti 
cos da área estadual e 
federal e cxirtr Rc!ho­ 
rl ,,, para llc!J Vist,>. 
1
1;t,rr:o~ órf.ios. 
~.io c011 •1c>;u imos o ns 
falto para Jardim. 
Faltou FOl(Ç, POt.fTI­ 
CA. 
Agê nc l.1 
Regional de Ensino. 
FALTO; roHc;, PCJl rn - 
C,. 
Não conseguimos cons 
truir a Rodoviária. 
No temos sequer um 
Matadouro Municipal. 
As 0 quadras de as­ 
falto na cidade ficou 
so na pro7essa. 
Co:ílO votar nur:, cnndi 
dato deste Gn"t:rno, se: 
llela Vista ficou a ~ar­ 
e do pro esso desen­ 
volvienti ta" 
Fir7;,,1s Ít.::ch,1:-7: StWS 
portas. Er:prezados sao 
despedidos. 
a dura realidade . 
Precisa~os =udnr esse 
quadro. E :udaremos no 
dia 15 de nove:bro, po­ 
is os helavistenscs sa­ 
be;-:" que vivc:1osu:.1::!or.1cn 
to cruciante, ou adota= 
:os n polític, de obras 
de geração de empregos, 
de otimismo e de crença 
no futuro, ou ficarecos 
à espE:ra do progresso 
enquanto ele iã chegou 
e~ outras localidades. 
BELA 'ISTA XÀO 
n . .us ESPERAR ... 
Qt:ER 
BELA 'ISTA EXIGE !A 
AD~I!ISTRAÇÃO ~!UNICIPAL 
HO>!EXS QUE ?ROVARA.'i A 
St:A CAPAJ:IDADE OE"TRABA 
LHO NA ?R.~TICA. - 
PRECISA}!QS DE CONS - 
TRUTORES, UM BASTA AOS 
QUE SÔ PRO:-!ETEM. 
REU:--IÀO DA AD.IORI EM DOURADOS 
:--estes dias 19 e 20 estará.sendo ~ealizado na 
cidade de Dourados reunião da Associação de Dire­ 
tores de Jornais do Interior. Dia 20 també~ esta­ 
rá acontecendo a segunda noite dourada numa promo 
ção do Jornal Gazeta Popular, sob a direção do 
jornalista Dorival Quintana, a promoção contará 
1----------------------------~ co~ a presença do cantor Aguinaldo Timóteo . 
CO~l!CIOS POL!TICOS ACO!TECERÃO EM BREVE! 
Dentro de poucos dias ter3o início os co~Ícios 
políticos em Bela Vista. Espera-se com ansiedade 
os comícios dos integrantes do partido do Governo. 
Nuito ente pergunto. o que eles ir5o falar para 
o povo, principalmente nqui que não fizeram nada, 
mentir? 
ºEJA 1:-IFOR~fE TF, POR 1'1'<LDINO RODRIGUES. N,>, "Á- 
GI 05. 	• 
Professores desmentem 
Governo do Estado 
LEIA 1'. P.G1KA 08. 
) 
- 
s 
li 1

! LJ A , 1 ; 1 
f ditai de Citação com prazn 
de vinte dias (Resumido) 
Neta de Esclarecime t 
iro,ouz ae vil 
u Dout or ao P l ! • i 
to em, Sub Itulç4o Leal da Comarca d Be- 
1 tt V1 ta Est nclo d 't o Gro:o do Sul, no 
lo r'r.l 1 <1 , 1 t i ' ' t , •• 
1 Ed l ·'1 V 1 - 
f•AZ ',/Ili· i< ,o:, fjlJI () f>l'"''••fl ,. 
r, m 011 rJc l•· •·c,nll•, ln ••nlo l iv1•1·• m, exp1i J ido 
!() 1
utn· n 1·111/H!I c!t ~;uprJm0n o Judir:J·1l 
1 
• ' _, 	1 f 
lc1. c·u
11
: ·nt ! ·" r.lc,, r· qurjda por' M/HT/ TE.- 
!
'// ,oll/./ ('üHi<f.'./ r;ontru M')fl~L/H !!~''/ ~OR - 
{RÊA, em trmi te por e tr• J•1lzo •' CarLorio 
J11ti1rJ;tl ,flll' 1 J11 Ul'U r:un,pr•inH'fl O (' (1 (•!ldl'n- 
dn 'll)f; Hi'IÍ,, que dos autos consta,pelo prc•­ 
ente EdI 1 :, 1 que G ·rá a i x ·:ido n:i sede df'!"- 
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; .. ,1, dv r-,O[ICL/H HOSA 
coRRA, bra ileiro, asado,sem profissão de 
finda,rid nt.c..• vm lugnc inr:Pt'lo l' n·,o □ê..i 
.bido,pnr·a,qu,•r1•ndo,no pra✓.o de: d<•z dlas lm 
pupnar o pedido da rcqul.'rvnlv bvm como a 
l 
!MTlM/ÇÃO do ílll'SlllO do despacho do MM. Jul z 
dl' Di r.:i Lo d,:sta Comnrr:a exarado as I ls. 
02 do teor seguinte: D. R. /, Ci LC-Sl! o requeg 
rido pe>r cclit.al para,quen·ndo,im~ur,na1· o 

pedido 
0m ct.:z dias,bcm r:omo passiveis in - 
Lcrcssados L,•ndo o edi Lu l " prazo de vin- 
1 ~ ' 	- i 
!Lc di:,s.ApÓs, r:om ou sem lmpugn;;içao,r:crL - 

fique-se 0 ~uça-sc o MP,qela Vista, 08/08/ 
88 (a) Dr. José Paulo Cinoti Juiz de Direi 
to. E para que ningu~m alegu0 ignor5nr:la e 
r:heguc ao r:onhcr: imeno dos inter-essaào~ 
foi C'xpedido 
O 
pr-C'sente edital que sera a- to de acordo com o divulp a:io n<l T' !.or,•cié:. 
fixado no lugar de r:ostume e publir:ado na e o nosso vencimento real? 
forma da lei. Dado e p;;issado nesta r:idadC' 
e Comarr;;i de Bcl;;i Vista,Estado de Mato 
Gros~o do Sul, aos dez dias domes de Ago~ 
't 
O 
do ano de mil nover:,•ntos oi tenta e oi - 

Lo. Eu --------(Petronio Leão) Esr:rcventc 
Judir:ial,o datilografei: Eu---------(Pedr·o O 1oi Regimento de Cavala:--i,, f,:,-~ ·.i;· - 
vergilio da Silva) Esr:rivào o conferi e do -Regimento Antonio João. comunica' • ') 
suhsr:rcvo). DR.JOSf. PAULO C1i'10rI -Juiz de Dir•.-i- pul::ição em geral que, o r:urso ",!'Cú:•," .éu­ 
r:iedade de Preparação pr!r.> Curso) rii!'Jpic10 
-------------------; pelo Professor Geraldo Assis de Medi - 
ros, r:om sede na r.iàadc• ele· R:·:1si 
1 
l ,­ 
DF, nao possui aval e ne:c foi ::--·~.,­ 
mendado pelo Minint~::-io do Ex~rr.1'0 
nao te:ndo pois nenhum vi:v:ulo r.o-, 
Unidades Militares dei at'.:a, 
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do 
r•·• 'l '/ 
P· oc .. : 
oler s dif r 
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- cale w.a 
Dr. Sidney Nunes Leite 
Dr. Oder Bozzano Rosa 
Dr~ Roner Loubet da Rosa 
e 11llf! CI. '7'!;>1 
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oral frita ta Froiei­ 
ra, ara assinar iije: 
43%-141 
•!) M11í'i::;L11·io: (fo-:ri ·)- 2Í'.. 
b ) Cu L t, ~ pc r- j Q 1 : ( ,. l • r t) - • ,' . •• 
Lir;, r:1a ur .. C rta. 
.) Curso Superior LIoencit1r Pler 
m,,t;) Cz$ 3 .384,• l 
d) Curso Superior nio lh!Jtl1: dr 
de d1• D1r1•i o -Rairrun:Ju) (',<' ll.'l 
salariais sim +55·utar a tut r 
nossos dit·cit.os Jri adqull'idor.Di: tl'r, 
tt'S r:onqulstados npos 10 ;mo:; d•_ 1u•.,,r l' 
uprovação do I::o t ·ltu o n:, Ass,•rnb l L t. - 
!ativo., no dia 05 de eh z,•rr.br0 !• 1°8/ 
que possou a vigor-.ir a partir do dia I 
abril do r:orrcntv àno. 
Outrossim, quc1·c•mos c•srlcu·,rc•,· 'l'"· n. 
vencimentos do magistério foram conpelado: 
r:om base' no mês de julho e n:> o rm n.·':'. cc 
agosto r;omo foi divulgado na ~elvvi:·;,Q,l r r 
sinal não rer:ebemos aind:-i ,. n,o t,·::,•)::; r.•· - 
nhuma previsão para rcr.cber-. 
Onde estará a diferença 
ESC 
EDSON GONST 
TEN CEL CAV CMT DO 102 RC MEC. 
TIIDJ 
"·r••lr•• ,1,, 1'17 ) 
r., 
. , )() , r:u: r e, 
'- sr·., e: ·:rns 
. 1'IS 'ENRIQUE ,CORRA E IM'D!NO R9. 
1 • 
(p t$RI .	-­ 
G;;ão AO1STRAC E PARO"T CRKFICO:Rua r.., '•• , 
H4a,56. Caia Postal--23-0N3;(067) 439-1410- 
le Própria.Por! tro no Cartório de Títulos e Doo - 
vento +' 35. 
-- F.1.1"CI À ,
1).Jll'll E ,ll>lfllORl 
I''; SE.'u'!,i_10 íJA lrlll•. llf.1./1'ISTl'.ISI' DE JORNAIS. 
r.G.r-~v- 15.511.!0]/0001-59- LNSCP .. 5T. ~s.21q, 
PRES NIES 
±AVC EM GA DANAPOS, COURO, PLÁS- 
••• r•" .,.., Cll''/r1··--·· ·••ncT>,,•C '""'-1 
• f;· " E . vr-o. a 
.,C.,!11 .z,- .. L•,.) PHL.:>l' .. ,1::.S. 
PLi T;: PERS- 
NALI 7T: !õ'j/, PPO!'r,-1 
Gt'.:'D . .; r:A 'TY!..G 
p p ESSiiTES 
fOr!E:: 439-lO::é 
5= VIS7A -ES 
IITENÇÃO ENHORE EM RESIÍRID 
LIGUND, BELII VISTA, CIIIIICOL, 
GUIA LOPE 08 
INHO E BONITO. 
COLÉGIOS,CARTÕRIOS,PEQUENAS.MÉD'WS E GRANDES EMPREStrS, 
PROFISSIONAIS LIBERAIS (M~DlCOS.DENTISTAS.ETC), 
:ENCOi"1ENDEM OS SEUS IMPRESSOS NA DIVISÃO GRÁFICA DESTE ,JORNALCGPÂFIC/ E EDIT0'1A 
APA) -Tr/BALHAMOS OBEDECEfl!Do RIGORvSM
1ENTE / TABELA nO SINDICATO DAS lNDÚSTPl/S 
·GRÁFICAS, 
TEMOS UM/ MODERílA MAQUINA IMPRESSORA noFF SETTn -CATO - COM CAPACIDADE PAPA 
10.000 iMPRESS6Es- HORA, 
É A O N I C A 1 A R E 6 I Ã O 
l I P 0 GR Â F I C O S S E R V I C O S 	E O F F S E T T 
TEMOS REPPESENT~NTES EM TOD/S AS CIDADES DA REGlAO,E SO PROCURAR A SEDE 
UM DOS JORNAIS DA R~E BELAVISTENSE EM SU/ CIDADE, 
S+!ORES CMP!DTOS AGOA V0CE NAO PRECISA 1R A CAi'iPO GnM:Dê PAPA FA 
OS SEUS FOLHETOS, SANTINHOS,C/RTAZES, ETC, E 
DF 
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ME/1 
i às coar.AREMOS us SEUS sERVl~os RIGOROSAMIENTE 
V E H H A e o N o s e o 
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: Corden 
" rària, 
c.nista 
• As m­ 
"s,cs ca 
s dos m, 
PAGAíl MAIS. se 
T/BELA COMEílC!AL, 
POFOUE E POL JT l CA, 
-EM· BON lTO (FALAR COM ÜUCES TRELH/- JORNAL DE - BoN iT_O) - EM PORTO (·iURT 1 :HO (F,'LM 
COi• i'AüH 
No? 
AZEVEDO -TR!BUNA .:.: 
T!NHENSE) EM ANTOr!I O JOÃO ( F/LAR COM NENA, JORNAL DE A ITQNIO 'oi o)- EN ... 
1,RD IM (F Altº 
COM ... 
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0Ã o PE RE r RA -Cor.FEIO 
' JAP.I>INENSE) En CARACOL (T.RIBUNA DE .CARACOL ( FALAR CM CÍCERO) E EM BELA VI STA 
439-1410. 
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• si] 
4 STYL 
IL 
ta promoçao e presentação deste 
Colwilstn , um do:; <Vl'í1LO:.; múi~; b,rbltdo:.:; q/ 
a Princesa do Apa presenciou no sabado pp 
no G~mío l'edr-o Rurlno 
• Produção do cnario e cororafis do Colu­ 
nista Sor.ial do Jornnl. du P"<;u:,!'i ;J ,, Jr,l'ir:ul lura, 
MARCO LÓHlS 
• J mqui agm dos participnt ,s <lo Conr:urso a 
r..:;rgo da Sr» Zulema Loubet da Rosa com Os produ­ 
tos da Margarvth Ihurly 
• O corpo de jur:dos de alto nivel,conseguindo 
ºª 
ro. 
Cl:.c;:.;if'i
1•aç?io fin,l Em 1" lug r ficou M'+y 
kon da Silv, e Hosenild a Rodrigues ; na 2' colo 
r.,.ç(Ío Leiz Ferreirae Josó unto ; coa o 3% lu 
r fIOa Mire Godoy Dnil Gr·s ; G 110Lo Sim- 
patia, co Antônio G.nota 'irpt!a,'von a 
r:ontentar a gregos e trines,na foto o i!!':"'t o r:l:?_ 
se da Canissno Julgédora : Fl:Ívio 'i~s•,n:1. - Garoto 
Jeans do Grêmio Er.•.·rsul ; Djalma Loubct da Rosa ; 
Alexmdre Bilo - Coluni.s':a Sor:i:il d,' C·,rpo Gr:ndc 
e Cooroenédor do Evento :i niv,·l Est:d..i"l ; Ancli­ 
se Faria Ctnha -- Miss 1-!S 83 e Marilmc Femmdes 
Colunista Sor.ial da Tribu:1::i de: Cara-:ol 
• As mminas uso.ra:n roupffi de i-'.:.u-ilmc Fcman­ 
des,os <:alçados dos Candidct:os(as) além déS rou­ 
pas dos mminos foran d.:,. Status Cálçédos 
• No "r.lir:k" a<:inn o Pr· idmt:e do Grêmio Pedro 
!lut'tno - Diomedcs S=dL11 de Ávila cntrq!a à Rose- 
11.!lcta Rodrigues o. . la .a de 10 r,olor.a:la 
• Os p rtir:ip.:inL do concurso fora: 
~!za Ferreira Ramos , ir-1 lY Ror.ro , Olga !rala , 
:~etc Semna , Meirc Go:ioy , Rosenild:i Rodrigues 
"ºae Augusto Souza, !-ley.· n da Silva , johny Villal 
"- ,.__ . -- 
~-:."" f.lnttos . Paulo Scrgio , r-· .o Antonio , Jn- 
ir Garcia,Regina Duarte, Frcisa Aura M eco , 
e Va."ld_rléia i-!edi..a 
• r:o "fl.:grâ' c.~i-:~ u::;v J.",d,;rt.s do Cor,,;urso 
e Bela Viga 
Pr(mi a;:ão : O r.asal. vcnr.eào!' rcr:cbeu pla-:as 
ce 12 lug.:c,CzS 10 r.ül <:rJza:ios do-x!os pelo 111i r 
Loureiro,além de "una carta autorização" que pcnni 
tirá aos vencedores una melhor preparação na CCRFÕ 
RE JCADEi-lIA sem Ô:.us algu11 p/ eles 	- 
O .-:asal que fir.ou cm 2
2 lug.:,r rcr.cbeu pla- 
r.as P= la r;olo-: a:;ão e o r.asal qu-2 fi <nu r.o 33 r::_ 
r.ebeu r.ano prer.io produtos da Pierre Alg 
xa.cer doacos pela Sr~ A.rmmd a Florentino Cavalhei 
ro Ainda em ter.:po, vale registrar que as placs p 
os venr, a:lor es for an doadas pc la TRIBUNA DA rRONTi':I 
RA e P= lo Dr RO~E.'1 I.DlB 2:' DA ROSA 
Ratifir.ams os nossos .;gradc:i::êntos à tocbs 
que nos a;:ioiaran e inr:entivaram para que a promo-­ 
çao do Concurso Garoto(a) jeêl1S 63 ée nela Vista, 
a-;onter.essc ! 
4«	t	4 
. . 
: Fotos p/ esta Coluna: ANTÔNIO CARLOS - ffiV . 
4ta 4 t	4	4 d * ....... 
• ATRAÇCES DA NOITE 
Por r.onquistarem os 
aplausos do pÚblir.o pr~ 
sente no Gremio , eles 
rer.ebem o d cs taque e :;p ~ 
r.ial da noite, ou seja, 
as atrações da roi te f2:_ 
r.ou para o desfile da 
moda '
1
jca'1.S'
1 
<:orn a par­ 
tir.ipação dos m;ncr.as .: 
Hosile-ie , Flávia e Ma­ 
ga.li Godoy - Hiss.C~­ 
r.ol 88 
no ,o "mudinho",o "parguayo",o "pr'inh " c a 
1 damnata" aprovd ..... ra par rrtr t.U'­ 
V,r rJo 1ntwior· d,., Clube,:.;,•;._, r.i'llç;xJor, All !' 
doi:; c ntos,aval l :uo., Cz$ 4 mil cruz do ' 
;uoste<s quenosfora emprestais pela St 
Calçados Porém,a sorte no estava do l io do 
noras delinquntes,pois cons uir rouperar doi 
pres decalçzos intatcs dpois com os pqunos 
ddinqunts que haviaesondido atrás do clube; ' 
Policia Militar atada, ao meu chanab e os polii 
ais r-:....1 i'. •. !; B ,1~.?"1:"' '//·!.1 l'H ,. CAC.RES rruprra 
aindanamsmanoite utr par Ao t&ris 
Oco foi ntrmnue,à Polic!a Civil e o In:;e 
torCHERRC cneuiu rrup·rar outro pur de tC­ 
niscam o "ruditho' 
e rl·l•.g:co c~:-:m rrn:---.:,t, De. FPI/..!:: :.::; ) ::,«liu 
,~d'orçospa·<.!qu•_ 5'· r.:h•.f-~ .. c. · r;orr: un r,....:ul· :.do r>­ 
sitivo '.lO firnl Jc•::;:, .. cco,at hoje,qun.do e 'ou 
rdiindo minha Coluna (11hd 5» fdr : _· lt ·'lln 
upen1E Ser ouvido pla D? local um dos:rres qu 
ainJ anohvia caparrido pra prestardqoimn- 
o • .., po s:c!'ior::i u,t <: d 0✓01 v, ·:- o p rcx:lu:.o rouinco 
f: lantavel ver que "estsmnorc!' podai­ 
amn eu rbalhar:o,mns prfeira entrar no tu­ 
do cJ.:.i.~:i;:tin2ij d·; ÇJU:1 ," o culpado ? 
- A U'i úr"3ih:irnr.ê:.opcn:1i:r•qu< ::, rJivul­ 
ue O :.I:? 
dCnirés 
_>.. NAJSA CALÇAIXS 
>:Cu &..7ligo Os---;~ e !r.á r:;c:7i nwidaj,:s n:J. sua 
lojaMa.isaCalça:!os,:iaBarão co Ladário, vá .-:or­ 
r (r.C!o poi s todo :ar.do aào!"Cu os r, ru.cwcs 
@@ccwvry 
DE: MENn:os DA RUA 
PARA: GAEOT ,:S DA E SffiADA (Porto M'urtinho) 
''3eijos , sa.iàa:lcs r:úl ... " 
D E: WCIA (Jardim) 
P/IRA: PEDílO PAULO (Su;xn:· i'.er,;ado r:ishika..,,a) 
"A primeira vez. que te vi foi na Expcbel , e 
:n e apaixonei ! " 
" ~ 	(la/08/58) 
''De que adi ént ai. a nosso trabalho na redação, 
i1cpressão etr.;sc vo,;ê não entregasse par-a os leito 
res assincntes o nosso trabalho" 	- 
A!lDRÉ I.ECHNER , Feliz /1."'liversário 
Todos EóJ 
VIDEO CENTER na rua 13 
TELEFONE: 439 -- 1022 
de junho 
ó,- 
! 
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--- -- . ------ ---- --------====-- 
ARNOULD SCHW!úlZENêGGER 
Por dentro 
de músr.ulos sangra um r.o 
r ao vermelho 
e u:na parede 
Tmbé m fez sur. csso o 
Grupo SH K (Patrir,io , 
Jairo,Alexnnáre e Paulo) 
r.an a dublag.:m do DaninÓ 
O GRUPO BAD e si;eve na 
noite,r:om a aprcscnur:;ão 
de uno boni a r.oreogra­ 
fi a ao som de piQk 
f'loyd ; o grupo estava 
r:ar.posto oor Elton,jur.é- 
11.a , Cris"..in:l: , Billy e 
-
-:---------------------=E:::l;.::iane:::.:;- :.__--,-------L---------------:-...:..L~--,~-.;.,_--..:!~~!:::::::=:::!::==lJ ') 
- A serviço da 1 ei sovié ti 
r, , DANKON (um polir.ial e tnÍ. 
vcl "r.Ônir.o) dese.:-:b'"'rr. nas­ 
ru s d e Chicago·par a ex emi-­ 
nnr ,J ·s o vez,a corrupção e 
o ::r:lfir:.o e drb 
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fnauuracoe da Creche e entro do Pue 
rfeultur 'o toqulm Monteiro de antro" em 
homenaem ao pr 11111· J rr, m,;d ico d11 r. 1 dade, mnls umn 
obra do grande construtor da refio, Eng! José VI­ 
cente de Snnrt J,, l'Jn·G, Prcfrdto Munfcfp,t1 que ne 
e anos de ua admfnintraçao simp emente I rnnu­ 
formou Jardim numa dan cidades mals progressistas 
rlo f.,,1 ndn. Nn opnrtunJrlud,,, c·m rontllt'O com fnúmc­ 
ra pessoas, políticos, sentimos o clima da dspu­ 
ta eleltoral 1•ntc nno, todos abem que a eleição 
pnrn n 1:xPc11tlvo lh111lci.pol niio vnt i;i•r f1ictl p1Jra 
nMhon os lndnn .. mas cada um, à sua maneira, e em 
c.tmp11nh11 df' nlto nível, Já estão na lutn pelos pre 
eloson votos dos jardinensen, cnnd l dnto pc•em<"dc­ 
h ! ntn, Dr, Joelllon lnrtlnl'z i'Plxoto, ndvognrlo, pe­ 
cuartsta, homem integrado com a realidade [ardinen 
'h· e com muiln vontadP ele servir dn melhor r11..1nclril 
µotHlÍVl'I o !H'll povo, cont,1 com urn forL" nli;iclo, ., 
exce l •nL<• admInIstraço do Eng! Pires, respel tudn 
uté por seus adversirlos políticos. Do outro ladn, 
um homem que sabe como ninguém fazer pnlftlca, ex­ 
prefeito munlrlpal, tnmhim advogado e considerado 
por mu I Los cnmn uni homem que tem o car lsma do povo 
jardinense, Fernando de Freitas, do PTB. 
Os resultados s6 depois das leices, mas de a! 
go c•moR cc.rtcz1-1, com A vltÕrln d~ 111n ou de ou.tro, 
.Jardim tem tudo para se tornar de vez nova meca 
do interior do Estado, pnln trntam-KP d~ dols can­ 
didatos de lnPg~vrl cnpncidndc administrativa e q/ 
só iro somnr pnrn o pro~resso dn cl<lad~. 
( 
 
HI (.l.,}1,l,c)I,~ 
+no a se 	w 
OH f lRC",1ifl d., '.'j 	,.--J.1 '.'f rJ ~ 
fetnrnm multa ao seu estabelrcfmento devido a con 
centração de lo em frente o eu comércio. Segun 
do o comerciante {á olfeltou vir!as vezes à Prefet 
tura unicfpal que retfrase o lixo pois para Isso 
paga a taxa de limpeza pública como qualquer mun{­ 
cipwe e nio foi atendido, Agora os fIsca!a viio Li ,. 
nio querem nem saber, apl lc11m a :oultn. E um proble 
mn que precisa ser melhor Pxpllcndo!! 
AYRES CAFIJRE MAIS Al.FGIH·.Ol'f "l.N!llAHI OE SA'r.A"! 
O Sr, José Ayres Cafure, candidato a Vice- Pre­ 
feito pelo partido itueionf,ta, que sempre foi 
todo pomposo e empinado quando nio er candidato, 
ora senta até no degrau do l',tc;o .. 1unfcip.i1 p.1r:1 b~ 
ter um papo com os amigos. A polftlcn é dinâmica e 
mucln oi; homens J,i diz la um v1•lho pnlftlco! ! Dnqul 
uns dias niio estrnn1a .. mn e encontrarem algum candf­ 
dnto que nunca entronu na reja, rezando H'aí Nosso 
de triz para frente!! 
LUMA OE OJ.l VE IRA EM NOSSA COLIIN, 
cln 
t
1 n,1 , 
L. ado. "1n'rll, ent1.: 
deres que ,: o I x,•c11t l , 
rio. No entanto quem decide 
vo. Os deputado da chamada "AI 
sao uns verdadeiros traido»re", 
ainda, "o deputado Schimidt está 
TrIbunal de contas, porque ele foi o I ri" t, 
sador de tudo fsso. A incompetêncfa é tanta 
almente acreditamos que tl'I r••,ll ld.trl•• 1 nclo,; 
l 
.1r.1h:ir co1 ·, Lduc,,ç;r, r.n '.'!ln <,ros o rln ~-11' 
I :o,· 1c,.ft.1~ as. rPfor,•:1,:; prnpor;t ,~ r'l,1•, n.ic 11h, 
rPI ·1ciP Jo ,1n,1,poJ• V,li .1C.-lhil( rnm o t r1~;lho j; J1•1t~1. 
: Indicador 
j 
i 
Quem niio gostarlri de ver uma dns m11lhP.r<'S mnl<: 
bonitns dn munrlo, mesmo em fotografia. Não vamos pr'.:! 
meter, mas possivelmente parn n pr6xima fiPnana PRta 
remos recebendo su;,s fotos. Est.1 scmnna l.11m:1 dr 011 
veira est~ cm Campn r.rnnde participnndn de um drsfi 
le beneficente, tivemos a nportunidnde de conheci: 
la, mas, infrlizmentr estnvn sem n minha Ynshicn,nn 
oportunidade recebemos ., prnm,•ssn de nm lgo,; da cn­ 
pital de que estarão nos mandando umas fotos super 
chocnntrs. Aguardem!! 
ANDRI: FALCÃO E BERTO IJASSO EM CAPO GRADE! 
Estnrão ministrando na capttal do Estado, a pâr'... 
tir de 12 de Setcmbrn um curso de mnnP.qulm e mndclo 
'ntogrifico os nossos nmigos André Fnlcào e Berto 
llnsso, depois de umas merecidas férins pelo Estado 
de São Paulo. Parn os amigos e nmigns que quiserem 
contactnr com eles o telefone é 382-66~5. 
MAIS RECLAMAÇÕES r:o:-TRA O SAAE! 
Esta semana outra reclamação contra os serviços 
do SAAE - Servico Autônomo de Água e Esgotn de Bc 
la Vista. Estn semnna o Sr. );ntril[cio Vieira d; 
Lima no pagar n sua cnnta dr ~gun do m~s dP. Agosto 
foi informado que o mês de julho estava atrasndo . 
Como não conseguiu achar o comprnvantP pngn11 nova­ 
mente n citnda conto. logo depnis acabou encnntron 
do o comprovante de pngamento do mês de julho qui­ 
tado. Casos como esse não são esporádicos, a( está 
a prova de que o SPrviço público essencial de Bela 
Vista está pecando pela falta de qunlidilde e ngili 
zacão de suns incumbênc~,is .. Providências sérias d; ' 
vem ser tomndns peln administrnção do Órgão em Be= 1 
la Vista e os usuários que guardem seus cG .. q.,rovan- 1 
tes para não terem de pagnr o que não devem!! 1 
El>TULHOS NAS RUAS DO BAIRRO A);'f0);10 JO,O! 
Escritório de lidvocacia 
R E l A li ,- .
1
.1 S 
NELSO'I ClfAG,S 
ADVOGAl'O 
ADV. JOELSON MARTil(EZ PEIXOTO. 
PMDB lNVESTlRÁ rn SEIS CANDIDATOS, E OS OUTROS? 
Ê sabido por todos em Bel~ Vist;i que o PMDB - Par 
+tido das Mentiras e Demagogias Barata- nesta camip 
nha para as eleições municipais cm Bela Vista con­ 
centrará seus esforços em apenas sei.s candidatos de 
seu quadro à Câmara Municipal na tentativa de ele­ 
gê-los. E os outros perguntamos, ~stào sendo usa­ 
dos pelo partido oara arrumar uns votinhos nqui e 
acolá, e o pior é que muitos, achando muito impor­ 
tante serem candidatos n vereador, aceitam esse ti 
pode política mesquinha. Tem dinheiro sim, mas so 
por a os seis "intocáveis de Ildefonso", o resto que 
se vire!! 
Moradores do Bairro A~tonio João estãn reclaman 
do dos entulhos exis~c:itc-s nas ruas do cit:,dn botr 
roque foram feitos pelas patrolas da mun;~iorilida 
de. Serã que não tem um Cilminhào basculantP ~ uma 
pá carregadeira para dar um jeito nos montP.s de ter 
ra que estão atrapalhando a veículos e pedestres - 
Quem pergunta são os moradores do bairro! 
XOVA LA 'CHOKETE SERÁ llAUGUR,DA E~! BREVE! 
Bela Vista terá br~v~mentc mais uma lanchonete 
de alto padrão.. Trata-se de umn inicl.1tiva do sem­ 
pre atuante Luiz Antunes e sua esposa Marta, foto­ 
grnfndos abaixo em recente aconteC'icento social: 
 E IRA 
J R 
f 0, E : l::C 1.' . ~ 'i 1 - 1 721 
RES. 251 - 1 'i 1 ~ 
V' (lln'. 
CJfLfl0 
DR:. LAUCl'DIO .VALDEZ 
DE BARROS 
3 4 l - :: 
r· , e 
N?ic 
0u 
orr <; 
~ ,., , 6, 
ro .. mp 
pruram 
Pagara 
o o / 
tos Ao 
GASCO E PENINHA NÃO SÃO CANDIDATOS. CONFIÁVEIS!! 
Sob a alegação de que o atual vereador e candi­ 
dato à reeleição Anselmo Lopes, o "Peninha" e o ra­ 
dialista Ernando Francisco Gasco não são candida­ 
tos confiáveis, o P}IDB não investirá nestas candi­ 
daturas, como quem diz, se quiserem se eleger que 
o façno sozinho. Ac_ontece que se trata de dois can 
didatos que possuem aceitação popular e quem pode 
acabar sozinho logo ap6s as eleições ê o 1'1DB! Já 
tem gente dizendo que gostaria que eles fossem e­ 
leitos, "depois ficava mais fãcil negociar"!! 
E O AGE 'TE DE EDUCAÇÃO AINDA 1: CANDIDATO? 
O "ex-agente" de Educas;ão de Bela Vist.!': Prnfes­ 
sor Paulo de Melo, estã n~ma situação difícil, ele 
e candidato~ vereador, já tinha pouquíssimas chan 
ces de el~içao, agora com o ~echamento da Agênct 
de Educaçao por pura falta de força pol{ticn e com 
petên:ia dos dirigentes municipais, menos ainda!!- 
CONVERSA DE PROFESSORAS NO ÕNIBUSI ! 
1 
V~ltando da cnpital do Estndo estn semnna, pela 
 iaçao Cruzei1;0 do Sul, meus ouvidos cnptaram 
O 
se­ 
guinte cornentnrio de professoras de Bela Vl~ta que 
haviao_ ido à Campo Grande tratar de assuntos refe­ 
rente a greve da classe: "Sabem o que estão falan­ 
do fulana, que esse" •.. " do r.overnador está fazen 
do tudo isso para o P:-IDB se estrepar nas eleições: 
porque ele, na verdade, nunca foi peemedebisto, é 
s~ um aproveitador de situação, ogora, corno ele 
nao precisn mais de política, Já está realizado, é 
un dos homens mais ricos do País, está aprontando 
principa~~ente porque não quer que o Plínio ganh; 
"S elciçoe e G d ",, c d • - 	Em foco Luiz Antunf's e espos:i Martn. 
u se□ampo ran e .• oito o, e tao ino- 	- 	1 
cente que nÕo vê que não precisava aprontar nadri GAROTO(A) JEANS E M1SS EU .'ÃO FAÇO MAIS!! 1 
disso par~ o Plfn~o perder as eleições cm Cnmpo 	- 
Grande. La qu~::, da as cnt'tns de mão é 
O 
Sr. LÚdio . A afirmaçno ê do core6grafo e produtor 1:ircos 
Mnrtins Coelho e a Sra. Hnri.lú Guimarães, com Mar- Loris, que participou da organ.ização dn Gn_rn:o e G!! l 
1 "· 1 	- 	rota Jeans de Bela 'isto este ª"º e ajudou na prn- · 1 cc o ou sem •wrce o que para eles nao tem peso ne- 	1 
h ! 1 F' l d • 	rnnçao do ~lisc; lleln 'ist.1 .;no p:1ssado. Isso, exnli.- , 
n uo .• a nn o e□Ludio Coelho, ê bem provável que 	· 1 
f f 	ca ele, enquanto ,lexnnrlre lli lo for o coordenador 1 
9 utur~ pre eito de Ca□po Grnnde fnta uma 'visita d 
~
_a ...... B ... •_•l_o ...... -:i::s;;..;;.ta;;.....;;.d.;;.u.;;.r.:.:a.:.:n..:t::e~a__:;c~a~m:..tp:.::a:.:,n:.:.h:.:.,
1
:._:e~l:_:e:..1:.t:..:o:r:.o:!.:.l-.!:'.p~n_::r~a~c.'.:o~E_~.E"~"!.!t:f.,~u!..:a~ls.....!d!.e&:r~.s~"!;.·sf.E.
2
e_v:!,e!n~t~n~s~,~v~o~c~i~t~r~.,..:b~a~lhfajf~cii~t!o~l~o~u~c;o~l~~~~~~~~~~~~:~~~:~~j~;::...;:...::._.;.• 
ardrdthe!rode_não_be11ada_à_ele_que_não a- ' RliA: LilASÁ $/ _ é3ELA 	jl 
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JACUETAS. E 'RI E .• TACÃO t-.A ESCQ, E pr;C -: 
FILAXIA ORAL; 
ATENDIMEt--TO SOET COM HORA MARCADA. 
-ora. Vera Loureír1 
i,DVOliAL',, 
CAUSAS CÍVEIS E 
TAS,. DIREITO DE 
VENT,RIOS. 
RUA: CU I SÁ S/,' 
CEP: 7926 
CRIMINAIS, TRA6ALHIS- 
FAMÍLIA, TERRA' E·I: 
FNE: -D9-129C 
SELA ·v ITA- MS. 
Dra. Vilnia da Silva 
A VOGADA 
C Í EIS 
DIREI T 
N H, TÁ R I uS . 
F E. 
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CRl~INAIS, TRA6,LHl5- 
FAI.IÍLI,, TERRAS E 
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Anistia. Anerexia, Aooolexia, Anemia, Assepsia, Amnésia 
•Jc, (]U• . ol.Jrc,u, cl• 
lcl•;tt P"rÍo•Jri dr <,pnu ,,, d 
privil'pios, estatizações, prote 
tuIn rJJ 1 :,dur, lr·r,v,·.:Llrl, ri•· !J, mo- 
o retru o, apenas 2x2, do nosso 
Brinca-se de fazer Constituição em capi 
tulos ar' los, sobre assuntos que jama-­ 
Is d vri am constar de um tcxlo Cons !tu - 
ional serlo e sim através de Leis Ordiná­ 
r1a, 
A; 11111· ",·111, r, lnliaçêi, !'..;, n< gor.ln ns 
promessas de vinditas, e~tampam-se e sao 
feitas diariamente nos jornais, rádios e 
lev1sões, É o Presidente que ameaça re .!_ 
rr os aros e mamatas dos que lhe reti - 
rem dois anos de ur rnundalo, t..r¼o ,·spÚrio 
quanto o sistema pretensamente terminado e 
:;ubstituÍ<lo. Mlnlst.c·os qur• r:hant.agelmn se 
n,ulor·,•:; L' dcput.ados qu,• npur;un roubos, des 
potismo, nepotismo e não apresentam os ta­ 
tos, E, como se não bastasse, ameaçam hi 
drofÚbir::.1rn.,nl,· rl•é•dulos ,, pobres; mlr.ros , 
pequenos e médios, agricultores e empresa­ 
rios. 
Queremos suportar tudo. Mas até quando? 
Será que Já não bas la? 
Nno qucrt•mo!J anistia. Qu,•,·cmos justiça. 
Quando esse governo decretou o flm da 
r.orrcç?10 monvLiÍria, cm 28 de fevereiro de 
1986, o "finado plano r:ruzado", todos os 
emprrs;rios, r.omcrr:ianlcs, ngrir.ultorcs 
industri·ds, povo em geral, tomaram dinht!i 
ro emprestado sem r:orr,:oçào monetária, r.om 
prarnm a crédito sem r:orrcçào monetária 
pagaram impostos sem r.orreçào monetária e 
o que é ainda mols crave; todos os r:rédi 
os ele- ,'mpr,,sárlos, ngrir:ultores e indus 
triais, salvo o governo ~orn seus impostos, 
tivPr:un a dvrlaçiio r:ompulsÓria de 14,367., 
cumulativamente, nos 12 meses do fatídico 
Plano Cruzado, ou scja uma r.orrcçào maneta 
ria ao contrário (o quc só pode ser der.or­ 
rêrr.ia lÓgir.a, uma inr.orreçào). 
No dia 28 de mnrço de 1987, esse mesmo 
eoverno, já totalmente dcsgovc'rnado, dcr:rc 
ta o fim do seu plano r.ruzado, rer.ria a 
correção monetária, mas para ar:obertar se­ 
us peculatos, roubos e saqueamentos, já i 
nir.ia o período r.om r.crr.a de 701. da r.orre­ 
çio monetária pois a OTN, de CZS 106,40 
passa para 181,61 cm março e cm abril pas­ 
sa para CZS 207,97, aumento de 96%, em ma­ 
io passa para 251,56, aumento de 140% e 
não para mais de disparar até chegar, em 
termos ofir.iais, cm 400% em 1987. 
Ora, quem dcvip nos banr.os, até feverei 
rode 1987, não devia r.orreção monetária , 
portnnto, não podia já sair de um ar.~mula­ 
do cm sua divida, de r:crr.a de 70% que e 
quase o dobro sem sofrer um r.hoque e uma 
decorrente incapacidade de pagar. Denuncia 
:nos isso. Rer:lamamos. Mas todos os protes­ 
tos não foram ouvidos. Os protestos de tí­ 
tulos nos r.artÓrios, parte em amea9as, Pª.!: 
te efetivada, esses, foram ouvidos, junto 
r.om os "estouros" e "falêrr.ias" r:onstando 
a é hoje nas r:ertidÕes "positivas", dos q/ 
-ir.reditaram nesse "r.onto do vigário". 
Os banr.os ofir,iais, 70%, e partir.ulares 
30% - dados do Ministério da Fazenda - fo 
ram debitando cm r.onta todos os rer:ursos 
depositados nas nossàs r:ontas banr:árias a 
titulo de: juros, r.orreção monetária, Isof 
roe, IOF, permanênr:ia, mora, r.ustas, pror.~ 
dimentos judiciais, honorários, r:ontratos, 
ex ra os, r.heques, emissões, saldos deved~ 
res, Arre! uem agüenta? 
Em maio vem a famosa Resolução 1,335 do 
Banr.o Central. Novamente achaques, ameaças 
r.réditos r.ortados, disr:riminação, pressao, 
e: tr.. Enquanto isso, os saldos devedores a 
meneando em a é três vezes ou 300¾. 
Os mir:ros, pequenos, médios ... , esfar.e- 
ados, gritando r.om o pour.o de voz q/ lhes 
r·reava, assinaram seus atestados de morte 
a prazo.' Sim, nesta altura, os banr.os já 
haviam recebido quase a totalidade das di­ 
Vidas. mns protegidos pelo der.reto de r.or­ 
rão de 70%, para inir: iar, quando o r.orr!c. 
'o seria zero, recolheram, confiscaram, a 
propriaram-se dos bens dos enganados. 
.!. 
dir. 
l.!P.J,l', 'IT:.,Tt,/',,. 
e n.; ,Jí 
ram mais 
, .. 
at íl Y 
cita;0 
r.1uno no 
quc• t·L mo.; rJr,yno:· 
Não queremos p do. Queremo 
cer o, o Justo, o legal. Qu remos 
de provar, nas contabilidades dos 
que as dívidas Já foram pagas vária, zes 
rom os saques - d saquamen o feito por 
saqueadores - das nossas contas, 
Queremos provar as Dações de pagamento, 
por preços aviltantes, do nosso patrimônio 
que ofe uamos aos bancos, 
Queremos e r o d irei I o de nao :;c·r·mo:; , 
re:;ponsab i 11 zados p los roubos, estouros , 
desmandos, brigas, ódios, negociatas, des­ 
ses detentores de umn poder, casuis a, a/não 
foi dado pelo ,·nean:1do povo br·a..,i l,·iro. 
Queremos provar que os bancos, privile­ 
glados p •los der.r,'Los, r,·soluçõr-s ,. porta­ 
rias desse gov,·rno ,•spÚrio - j:, r.on ·,bi 11- 
zaram varias vezes, em ou trezentos ou 
700 bilhões de• r:ru;,arlos, ~stirnndos pl!lo 
"bando saqueador" que fariam parte dessa 
prrtcnsa, absurda anistln. 
Anistia: Perdoar o quê? Um.roubo, um as 
salto , praticado pelo overno e seus nss:..:. 
las, os bancos. 
Anorexia: A inapcLênr.ia do ngrir:ultor e 
empresario decorre dn sua inr.opa<:idadc dr 
opeti te cm lrab.:ilh.ir· e produzir, depois de 
roubado e vilipendiado. 
Aplopcxin: Essa privação de sentidos 
esse derrame cerbral de um governo ridÍr.u 
lo, desar.rcditado e dcspÓlir.o. - 
Anemia: A fraqueza .moral e funcional 
desse governo r:asulsta cuc nos desalenta, 
todos nós. 
Assepsia: Nossa urgente necessidade de 
limpeza desses germes e mir.rÓbios daninhos 
que infer.r.ionam nosso pais. e por conseguin 
te nossas. vidas e nossas r.hanr.cs d e progrg 
Amnésia: Esses mesmos pilantras traves­ 
tidos de defensores do povo, r:ontam r.om n 
r.rÔnir.a falta de memÓri; e r:onstante csque 
r:imento do povo brasileiro, e, novamente , 
r.om medidas r.asuistas ,qut! subvertem a lei 
e a or:dem natural, qu0r,-m e pretendem r:on­ 
tinuar disputando r.argos e eleições para 
maior irtfelir.itação do povo que quer ape - 
nas paz e r.ondiçÕes de trabalhar. 
Vamos deixar de engôdo. Vamos trazer à 
tona a verdade verdadeira. Esse mesmo vor.i 
ferante ministro da Fazenda, que r.omo "um 
qualquer bandoleiro do morro da ror.inha" , 
ameaça os que querem o r.aminho da lei e 
"oferer,e garantias" aos que lhe apaniguam, 
volta a enganar o povo brasileiro r.om um 
acordo fajuto r.om o FMI e banr.os r.redores 
diz ele que melhor do que o do México, o 
que não é verdade, é muito pior e mais r.a­ 
ro. Vamos nos livrar· de um Presidente que 
loteia o poder tror:ando por um ano mais de 
manda to, que se; traduz em desmandos e ar.ha­ 
ques, r:ompletando essa grande farsa: Nova 
RepÚblir:a. 
Queremos pagar nossas r:ontas - a maio - 
ria delas já pagas, se lhe forem expurgada 
a inexistente r.orreção monetária do. peri e>­ 
do de fevereiro de 86 a fevereiro de 87 
pois os banr.os nos saquearam dos valores 
de nossas r:ontas r.orrentes - de forma jus­ 
ta e r.orreta, ainda que para uma parr.ela 
desses devedores s_ejam r.onr:edidos prazos , 
agora sim ~om r.orreção monetária. 
Queremos que esse governo - sem r.aráter 
e seus apaniguados e protegidos, os Banr.os 
mostrem a realidade dos seus lur:ros, já 
desr.ontadas as vultosas irnporcireias, r.ons 
cantes de seus balanços nas rÚbrir.as . de 
"Reservas de Contigê rr.i s", '
1ProvisÕes pa­ 
ra devedores duvidosos", "deduções de im - 
postos de renda", "liberação de aplir:açào 
de vultosas quantias do depÓ si to r.ompul sé­ 
rio", OTN'S, LTN'S, "vantagens nas aplir:n­ 
çÕcs de saldos de depósitos de Cadernetas 
_de Poupanças" e um;;. infinid.::rde ce va:1ta 
gcns r:asuístas e de "patocadas e pacra 
r".O. 
Vamo; passar a viver e trabulh 
paz. 
É so o que quer ::o,. 
lo d um democrata lit ra!, 
um capitalisn adio, qu nao ' 
da Academia de Ltre como o Pr 
um imortnl m:as e ''M rbi'o d Ar ,1 
ileira de Lutas omo o povo br 
quase morto". coyghoree@o_tumpf 
GÉI H. M. RI 
. ---------- 
2 U D F2O»rei? 
R A21 9siga 
l3iaue: 439 
PE 
Jnf armando e 
AGENCIA PEGIONJi; flJ. ~.NSlNü 
Não me venham com desculpas, a 
Agência Regional de F.nsino foi fechada 
s~gundo o Governo do Estado para conten - 
çao de despesas. Para quem não sabe a A-""' 
gência Regional de Ensino estava funcio - 
nando há mais de 20 anos. É isto mesmo , ' 
VINTE ANOS. 2 mais uma do senhor Marcelo'• 
Miranda. 
ENQUANTO ISSO ... 
Jardim terá também a sua DELEGACIA FA-­ 
ZENDÁRIA, mais um importante melhoramento 
para a cidade que mais cresce na região. 
OUTRA... 	1 
. Segundo informações, o asfalto de Jar- !J' 
dim a Porto Murtinho ganhou mais uma eta- U, 
pa. Era até o Calcáreo Bodoquena, agora 
vai ate a Ponte do Perdido. Parabéns ao [ 
povo de Jardim. 
.., 
E BELA VISTA? 	E 
_? asfalto de Bela Vista a Jardin é uma~ 
pagina negra ~a Administração do PNDB, es 
se_PMDB que nao cumpriu com as pro~e~sas' 
feitas ao povo de Bela Vista. 1 
ESCLARECIMENTO MILIONÁRIO 
O povo precisa saber quanto o Governo 
do Estado_esta pagando para "ESCLARECER " 
a populacão a respeito da GREVE dos pro - 
fessores. Televisão e jornais, e está pa­ 
?ªh~do com o dinheiro ao povo. Muitos ni _ 
oes. 
ENERGIA ELtTRICA 
r 
E a energia elétrica para o Distrito] 
N. Senhora de Fatima? Os fios de alta~ 
sa0Jaestão1- • 	.. en, 
a ••• mas, energia oara a~1 
casas, arre, será só para quem tem dinhei i 
ro para comprar TRANSFORMADOR. • - 
CONVERSA FIADA 
Chega de conversa fiada, o povo de B ' · 
+» 	• Is-- 
'"ª quer a s_ua cidade PROGREDINDO, c/mais em- 
presas se instalando no município,mais em 
p,regos, agilizaçao do comêrcio e indust ; - 
asfalto p/Jardim, asfalto na cidade r-;"'-.' 
• vrsrA precisa de TUo. cEcA p ia.ç km 
LEMBRETE 	- • ,. .. 
Paravotardial5de b 
"l - • •. _ novem ro faca una re- 
-.exao. Veja asituação do oaís . . ~ 
tido do Governo cumpriu c • • e)aseopar 
pare os candidatos . om as promessas. Co. 
=_e series à! ??},g; e» s 
E VOTE CERTO. • "

1 s 
A Classe Pro­ 
d u.tora Ru_ral 
lf!CI 1 , • ,1 1 lll' TC l ,,li I l>AI 11 I I.l CAL l llflll DA 
('OI !<AI,('/ DA (;C ;} FÇÍ11 1, 1.IP.IÍll:JA rw.: ~ l!M!i­ 
(' 1 /!1El:H1:; IHJ 1A í 
ll,illzo11 n,.·d11,Jli1 l'Jrl Jull,o 
iltImos em Bra: Í li·,, p I t r•ur i wilo pela UDI< 
um Semi,rio Jur'dieo que tratou sobre in 
rid&nela da rorreçao monetária nos crédi­ 
l o.; nu·.1l'.. 
!lo 	p II t ! ,. l p 11·:i,n m I i ., 
l , 1 , 1 1 r· • r. 1 
de 
jr, 
1 
·d 	1011 t1 ·1, o,~ 
r ,z t'◄pi·, ~ , it 1 
1 
1 1 J r 1 ,u 1, Qul i roz 
advoado militnt n:ta Comarrcn, que es­ 
tá apto a prestar esclarecimentos aos pro 
dutores rurais da replio, orientando-os 
promovendo as necessárias açóes judiciais 
nn d •fc','1 cl:is :::;c'U'.l lc'pi limos direi as ,. inl e1~:::;."c•~· 
No o.ludldo Seminário Juridico onde foram profe 
ridas palestras c realizados dobes en­ 
tre os presentes, ficou demonstrado e prg 
vado à evidência que a rurr, çao mon,•t ·11·i·1 
não inr:i,k, por· f1lta Ó<' dclPrmiw1ç:;o k­ 
r,al csp,•r: Í fir·, em qualquer financiamento 
rural, SL•,ia :rnlcs do Plnno Cruz·1do, s,·Ja 
cm sun viP-0n,:la ou após o ch ... r.ut"so dcsla. 
A UDR-Nacional já desafiou as autorida 
des monc't:u•i ,::; :1 indir:ar o di sposi ti vo l:.:_ 
gal autorizativo da cobrança d .. r.ort·cç:-,o 
monr-titria nos créditos rurais. Lamentavel 
mente h.1 ,iani r,•stn rvr.usa no ;itenrii:nr•nto 
das justas pretensões dos ruralistas por 
via adrninislr:itivn. 
Assim, só resta a cada devedor prou - 
rara viu judir.inl, visando a declaração 
de nulidade da cláusula edular :frente 
a correção monetária, por ação ou embar - 
gos à cxcr.uç~o ou, mt'!:H:10, prorr:ovendo :,ção 
de r:onsignnção cm pacnmcnlo; aquele que 
já pagou '1 indevido. r.orr:ção, pod? rer:l.'.'1- 
mar em Juizo a restituiçao do indebito pg 
go. 
' Como último julgamento sobre a matéria 
a Segundo. Turm:1 do STF, no RE 95.285-SF , 
tendo r.omo i<,•Litor o Ministro Djnr:i Fnl - 
r:ao, que reformulou o entendimento susten 
tado no RE 92,343, deixou estnbeler.ido a 
"não inr.idênr.in da r:orreção monetário. nos 
títulos de ~r~dito rural, por se tratnr 
de obrigação de dinheiro e não de vnlor". 
A solução por via anistia r:onstitur.io­ 
nal também nao é a preferida pela r:lasse 
rural, que nao quer o perdão e sim o r:um- 
A DÉCADA PEROID 
A Cr 
PE 
lr 
l 
o 
ZeIrO 
(P 
Primeiro, foi um grande e 4. ar1o do 
:·etor· •let.l'O"it·LrÔnir:o. AtlO!",, e o .·• •:re­ 
trio d • Pl,,m J·,m• nt,c, do F • t!o t • s·: o 
Paulo, economista Frederico Mxzzut Ili 
, 	r ! • t· .,. t ! i 
q11, rn v, 1 , p 11>] lr u nf"l ,:· JU 
a 8) foi perdi is p lo ir il, D)ir-.o - 
mnos são apenas um '+timo 'em!p 0 QU•' l 'Z 
rn vid,, de um·1 Ilaçrio, o qu, ~ --:crt o, m·,5, 
qu·m O 5(' trata d•· lll'll ff~çi',o t'(,, d<'SPllVOI-_ 
vlm,•nl.o, Lodos os anos sao d·· rande im - 
portincia e precisam ser aproveitados em 
racl·_t um cJos seus ditÚ.i. 
Assim c:omo nao se consegue ver a mesma 
i1eua que r.orn· ,:m um rio porque novas '1- 
F.ll'IS f I u,'m :1  orlo mor1•. n to, pass·,nrlo P· ·lo 
mesmo local para ond estamos olhando, as 
sim também não se consegue r -,v,,r ·, opot•"::' 
nidadl' p,•rrlid'1, po:-qu,· a qu,• vir;, depoi.; 
será outra oportunidade, nem sempre com7 a 
mvsma van t:,g,:m da qut• o Pais deixou pas -­ 
sar sem ao menos se aperceber da sua pre­ 
svnça. 
Em termos dr c"onomia, wn'1 d~r.ad~ e 
tempo sufir.icnt,, par;, faz•..:r· ur:n f!:1ç?., chr 
um pulo p,r, ;i fri•n·". O ,·x - pres iden':,' 
Jus~vlino Kubit.f;,-;hvk fvz ,!;-uns sc·-or, s 
da economia brasileira (industria automo­ 
bilistica, construo naval, eletroelerr& 
nir;os) avnnçarem :-:o anos ..~:";"; ~1p--·né.ls, r:inr;o 
·_tn:Js d•..: rovt.:rno; • ::1 vin•·c-1.__ -urr, J.!10S 
vcrnos t·c:volur:ion;rios o Br· ,sil nvnnçou 
mais do que no governo do .'K, 3provi t·•n­ 
do naturalmcnt0 o prq;rl·sso ric·nt:ifi~o :-: 
tecnologico em maior do que o cxistente 
na dér:ada de 50. Ai csL~o vxcmplos r:omo o 
das r:omunir;nçÕt:.:i, d-! f'•·.b1· 1• r·, 1..!.:..:. Er.rcs:l ' .. 
e o aue foi r:onscguido no sc:or acrocspa­ 
r:ial .' No governo da trcv·, Rq,,-ibl ir qu,) 
tem havido é pratir:amC;nt1...~ r-~·-ror:esso, st.1 
o r:ompararmos r:om aqueles que o antecede­ 
ram de 1956 para r:á. Claro que o governo 
Sarney está erurcntando o poder dos téno­ 
buror:ratas enr.astelndos nas empresas esta 
tais inefir:ientes, responsáveis pelo gra 
de défir:it pÚblir:o do Pais. E foram elas 
(r:om exr:eção de meia-dúzia que dá lu--:ro ) 
ns responsáveis por essa década perdida,a 
. • ivncJ.i 
a xa bem pequena p ra que ela 
•JIJ<>S o!3 no:.. 1, 8 í'li lh;;_o O" novo!.! , 
ssários para a en 
o mercado de ra 
F' t r 
r; 1 go.;, CIJ 
±r os Jovens que hegam 
b·dno. 
o + , 
:;u 0%, OJ S j 
LUIZ FERREIRA LIMA" 
PRINCÍPIO MAS 
liMINAR · JUROS 
A 1.3:--,n,1,_ exp• ~· .. ,~i•r, p ,,.-, o sPgundo tu_!: 
no no Conpr<·sso i:·,r:ion ,ê Cons i tuinte, se­ 
;,un<J0 opinião do rJc ;:,u: .. do federal Antonio 
c-,r-êos r-t,·nrl,•:::; Th,,r:i, (í-FL/ .;p), sra a manu- 
nao da tax~c5o <.los juros n 12% 
·10 nr.o. 
Para o deput::ido o plenário esta dividi­ 
J'J au::in ·o n :r:é'dida: "As esquerdas certaen 
votarão pela manuteníço da taxa de ju - 
!'OS a 12?'. Al;,uns r:.adc,~dos querem deixar 
:::,(, o prin--:Ípio de lim· tação de juros. E 
--:o;n os partidos de -::squc-rca, ur.1é! outra pa_!: 
~,,:::: d· mod,:·!·ados deverá optar pela manu - 
t· nç=io de juros, alguns por interesses pr 
prics". 
Segundo o parlamentar, e diz isso por 
cxpcri: rria própria, os juros estão esr:or­ 
rh.:mtcs, "mas nem por isso a Constituir.;:;é 
pua,~ p1·•.:·.,,:1cer fazer polÍtir.a monc-tária". 
"Há um equivor:o nn r:ompre:cnsão do pro - 
blc::ia dos juros. Louvo o prinr:i pio de que 
·juros n um r.erto limite vir-a extorsão. :,1as 
':enho plena r:onvir.ção de que fazer tabela­ 
mento na Constituição é, muitas vezes, tor 
nar implar:ável quaJ.quer nçao do governo" - 
nssinala Thame·. 
ro.nt.eira 
do Sul Ligou Ponta Porã à Corumbá- 
({fü !) A • PUER O SOARES (BOLÍVIA) 
"CONHEÇA A SSA fR NTEIRA, ô, IBUS C ON FOR TÁ V E I S SEGURANÇA· E 
ALTO PADRÃO DE ATENDIMENTO". SAÍ DAS r. E PONTA PORÃ. PASSANDO 
POR 
. 
ANT Nll! .IOÃ BELA VI ST,, .J ARf' 1 1, BON !TO, 
SC'DOQUENA, MIRANDA 
E 
C RUMBÁ. 
VIA.IE PELA RUZEIR DO t::UL E C NHEÇA o NOSS BRASIL. 
antanal, uma das 
Maravilhas da Natureza 
SAÍD.S l'E 
• i;: 'J 11 
1eis I 
: tU Í O 
1anos 
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pro - 
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Mas 
abela­ 
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±no" - 
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poR 
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1 I 
SENHORES 
f'Íl f•IJ P',tdl f! 1!' V 
o alti o rerurso que por ruo, 
hoJ , •. ,r,•J(J r,· ln r. !r,r• l"l'i. '· 
pr,IÍ li•· t do P' ,.;odn p1·,•:;icl•·n•·i:,J t.Jl.t, ,.. 
r.i',,,povo,trr~o,, 1·,:,pc,r1,J bllirl11!!', rt1lpl'.l 
rJ1 ,,r fato histórico, 
No sou r Jlll.1 l povrno por J} r ! fl'!Cr tl 
.ll nu .i11111, p,rt Ide,. lliio :,011 •·or,•r .. rn• 
1ld, 1 Lom'l't:1; ">fll ,, inLul Lo de dJmlnutr o:; 
r
11
. lo:, , 1•vi t 11·,a:,•,!111, 'J !1tl;:nr.in •Jo f.:.1t-1- 
tlo cp1, 111 ar:c 1 !11·. 1-!Íio L<•1iho pr·< t, 11:;iio d,• 
ornar-me "marajá d I Pciur;açrl e/', :.,Ó quPro 
qu,· ,1 cl,•rn•J"t"1r.l;1 prl'v:lf:Ç<1 ,. quc• o que , !.l 
t:, t'rl'ado !;l j t t"'f>n!it•rtn<io,qth· o abr;ur<Jo ct:: 
;t<[Hll'"I" ·1, flll • .i <'dU" :1ç?i o pru:·p, • 1·, • , po i :,; po·,o 
instruído é povo progressista e so atru 
vós da educação alcançar1os o progresso 
qU<' qu, rt!lllO!.i po.rn no:;so~~ fl lho.;. 
Exis c·m at.ualrnPnt,: m,lis eh r, 111 r:rev,·, 
em oclo o p11is:(•lvt.rir.íti1rios,prof,·ssor·,:s, 
scrv1dor0s pÚbli~os, crono111iários,bnn"~ 
dos, r.omc't'" i;ll'ios '-' oulro:..,. Por qu,· lanl:1 
greve? Será o f'inal dos Ll'mpos? Ou scr·i1 o 
Úl t.irno rcr.urso que nos resla para alcançar 
mos o progresso? 
Eslarnos prestes a g,nhar urna nova r.ons­ 
tltuiçào (dor.urnc'nLo que dt'I.Cl'lninc todas ·,s 
leis b&sir.as do Pai s).Será essa nova r.ons­ 
t i luiçào rurnpr ida? / atual é respei Lncla?I~ 
jnmos algumas lei s qu,· rons tnm da atual. 
-Todo ridad~o tem rilrcito a liberdade 
de r.ulto,moradia, cdu~ação,snÚdc·,lazc:r,ir 
e vir dentro do TC!TilcÍrio N,v:ion·1l,vtr. 
-Direito ao lrnbalho. 
-Pl r,: i to n um s,ll.;irio mln imo qu,' sus - 
tente a ele e sua fami lia (4 pessoas' 
-Obr i gaç o de respeitar as Leis "'-' d· 
nunriar ,> niit> rumprim,·nto d,·stas ... 
-Honrar a Pátria,guardar as armas na - 
rionis (Hino,inantci). 
-D l t 1 <, l •, i J l ·1 
o ''U"IJ>l'l t ,, 1 i 
c;io? 
Voe tom t 
'o) 
E<lur·,çi:r:, 1,ar-, 11 !illo 
doo,,,,.('/) 10 'lU't'Or?c•flll; 
Di r ,1 o "' ";li ( ur do o CM -Or niz 
çr'i o Mund j a l dr• !~ .... iti'i , !"' ·un 1 ~e., <!, ! t.t or 
íjUL: t r-:- z m br st r d um povo, l. '...o ~-, 
p1 :_;~;on .Jt.íll t,Ol'cJdií .. l itJ ,·,jarJ, ,..JC.!1 • :•f!o! l 
sem lazer, sem alimentação é u 
dorntL:) 
lu.•. 
Vo trabalha? Tem, car: ira ·...:; ir, rl •?T,!~ In.,ti­ 
u .o qu • lht• • p ,r,:• pl· n 11 ·n .,·?T, ·n t..rn s ,li,rio j· - 
to? Se funeionrio público m uni l••l qu• lh, ô!'l- 
pa!'·? 
Bt·m, se vore tem tudo isso,vr& urr.a p<!.;!.:tYl 
r,l'ivil•·ei:d,,por·qu<· mis da mt d· do, trabalhado­ 
r,s do Br,i:;il niioo~ t.,m, 
i·.xiSLL· no lJ1-:1si l un :.:'.11:,l'io ri,lnir:-o? Fxi ·t . r, 
arordo com a lei, isto ·, com a constituição tu 
I? No.Claro que no. Para mantemos hoje a nas­ 
sa familia seria reressario un salário mini:o 
flllill cu sup,.·rior " Cz.;; uO.L,-0,G .Por qu ? 
Se não curprum a atual irão respeitar a nova? 
Vor:ê rt..::;pv1la as lt·is? I•;:2: d ·r.l.Jrr i,·.1 Üt.S r.--.lo ':lJn 
prido.s? Honra .:, su3 f';,t r• et? 
I}··m s ... ·rihor,,s,t.·u ~< ·--o puvo,,...o·:o :::old·tdo qu Sau 
( n...•!-.i. • rvi st.:i), rano .._ rlU ... ador,pai,cumpridor das leis, 
cidado honesto ja cnsado de tnta injustiça,dei­ 
xo de• ser o:nisso e entro na briga p••los rr.·.,us clin:l_ 
tos. 
Disse: .:u,ti~,tar~~·.,, h rinior r.ris,· polÍ:ir.a cb 
história r,r,ubli,-·,:i;:;, dlssv v~:.b::m s•·ITr.os rt..Spon­ 
siivds por esse fato. E som:as. 
{;i.Ltl o c,.,_-vc.:r p;im•iro do r·idad?.v? .-:·.:ir ·1. !3u·t Pii 
trio. . Amos de fato ... t noss=t P:°tlria?.-.1':;.:nos. Ent.~o 
por qu,' ·: 1, v,.=s :io r: .. os ,a d· spraça,a pobreza, a 
rodr-i :1o? ~" .. -r qu...: 1...-l,:r,,·:-:-o~ p,.•:.·o~:, dt.sp:--cp'.'1r::-:1d:-tS 
r . mnt 	, 
ix"l.., rJ-:or·•,i,n~l.o €" qt.> . ., 
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·,.t qv~ n r:...v ss70s t ·, col 
pr-i:., ir.) reir t.'.3 (1 ' u-n p 1i . ( r. 
L 11r. a s·it u. ( &.i t.od , .. ;; " p , 11 
(i.J<r~: • ~~ot;_ ,b<,n:- livroo,bor.n prüf<"!G::xJ 
n1·,(Dt
1x;,ri.•r1., ,Libc!'dnd ).U:n riàlu:ÍO qu 
qu se dura,qu tem um lar,a ·, f Í r-l'l t' l lb rrl 1 
n 10:.;. rom:rµ.. S. ,; por qu, .. .,G<:> f..''t,Jor.: .':IJ ~/ 
;, , tJr;,çi:;o tlo f.r;t•ido? Da ~1·....;t.,.• m:ii;; :icbr, d'.) ir1- 
do,·sto fazendo a mis anti.Do licor: fe' ± 
' .rvs de estudos,sotrimenta:,hnrd , 1. •• , • ir ... '1 
do a pedra principal.Da nação,do E:talo,m na» d 
una talnc que cles nsmos fizer,so ti r .r.­ 
do ºdt..-:ra-:câtir:r....rrx.nt•:" o rJi n·l!..o ~.1 vir.!.:-1. 
Por i:..:;o, . .:;c:-J1on.s ç1i.J •· :: u:..; aluna, :tou r·-. 
rUve.Ao só por estar hi quatro meses sen rreber 
s;:,JÓ!•io~ por r.:io ·u· :·:,;.er.s.! r!ic;·,•i"J r ·.:·1 tr:,bi.­ 
lhar,por no possuir a Escola estrutura física de 
escola,7s si,por tudo qus !lação, o Estado 
l·'....L"lif'ipio v fazendo p ,ra ·r:.b::.ã· r.cr.1 , , •Jraç?.o ~ 
G" nossos filhos. 
aJE:P.O o DIREITO DE EY.Ef-1::J< mr:;v, PP(F1, s7.o ,·rr 
Prof,ssor ASER l·'.OEET DE All·'.EIIA -!'..SN1la '!,·:-, 
Gulrr.,:1.r:àcs Loure:L"O. 
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ir;formar quo o nosso ronc1 - 
11 •nto roforont ao ms de Julho, ,dn•l 
no foi liberado. (Queremos lembrar) que 
ohreviver4os mos que pagar nos d! 
em dia, caso contrário paqaromos o 
preço tual ou enta moama conta sorá acre@ 
•·i•l (!,, Juro; r> • ultas. 
T 00 ISSO r; t'L'l'l'O '.-1111!' t. Pf.Lf, "lll '1Nl I Z'f, 
çAO DO PROGRESSO"...(Associação do Prof6 
,-, 
A ASSOCIA,AO BELNVISTENSE DE PRO - 
RES, vc>m atrav~s dc>st0,contrstnr ns in·or­ 
m,1çÕc>s mrntirosar; CJUC' o GovPrno divulga pc­ 
la tc-lcvisão, com o único ohjr>tivo de io ~ 
gar a opiniilo pública contra os profr>sso - 
rcs. 
Esclarr>ccmos qu0 n5o estamos lutando 
por aumr>nto de snlirio, e, sim pnra mant01 
alguns direitos conqnistados com muita lu­ 
ta e garrn e que> o Gov0rno, covnrdPmr>nt.r 
quPr nos 'tirar. 
O GovPrno Pstá dizendo que ganhamos mui,_ 
co dinhPiro. 
Vejam a seguinte tabPla e jul,gt1em os S" 
nhores mesmos: 	- 
a) ProfPssor (a) Normalista -CzS 23.369,00 
(LÍC]Uido) 
b) Profcssor (a) com Curso Superior com Ha 
bilitação -CzS 50.526,00 (Rruto) 
e) Profcssor(a) com Curso Superior sem lla- 
bilitaçiio - CzS 11. 898, 00 (Liquido) ~ ---· -=------- 
A comunidade não dovo sb osquocor qur 
nlém dP profcssores,somos tamb6m oais, e 
jamais faríamos algo que pudosso prejudi - 
caros nossos filhos.Estamos nc>sta lutn 
é a única maneira de tentarmos ga 
1 
dir0itos já conquistados. 
ABEP. 
ORAÇÃO AO DIVINO ESPÍRITO Sll'1'0 
ENTRS 
muitos aplausos e parabéns 
voei Gabric-1 P Mariana apaga­ 
ram vclinhas. 
OS AVÓS 
corujas Gersi e Salomé,Tios e os 
colcgui, s de> classe dos anivor­ 
sariantes iizeram uma carde de a­ 
legria e descontração cm homenagem 
aos pimpolhos. Parabéns! 
FALAKDO / VERDADE 
Mnis urna vc::, os orofessorr~s 
Mato Grosso ào Sul, citão sPndo alvos àe 
medidas ~ípicas de uma Dita ura. TabPlas 
mon'iroas estão sendo divugadas por de - 
termin'ldos Órgãos de c<Jmun i ,ação ('l'I Mrn-r - 
na) ,CUJO intuito 6 drncgrir a imaac>m do 
pro!cssor.As tabelas do vencimentos não 
' condizem com a verdade,pois nosso vencimon 
to real,está muito lonao dê atingir o cu6 
esta sondo lovado ao ar na TV Morena. 
P e r g u n t a m o s , e n t 	o , r o 	e s t á 	o 	" H u m a n i 	- 
zan1O O Progresso?" o! o·, " Parti 
i sso es desment m 
o ern • d : s 
1 
Espírito S~nto_vocP quP mr_c>scla-
1 
oco tudo que ilumina todos os mcus] 
ninhos para que ou atinja o moeu] 
·a0al,vocé CJU" me dã o dom divi 1 
do perdoar e PsquecPr o maT' 
que me fi1ZPm e quP cm todos os 
instantes rstã comigo cu quPro 
diálogo agradecer-lhe por tu 
P confirmnr mais uma vez au 
nunca quero mo separar do vo 
maior qua seja a ilusãÕ 
não SPri o minimo de von 
sinto de um dia estar, 
com você- e todos os meus irmãos na 
giória Perpetua. Obrigado mais uma vez. 1 ~ • 
~ ~-1- 
M~dita nas pessoas queridas para asJ ~ 
quais, muitas vezes,trás do impetrar a be ~ Status Calçados 
nc>volê-ncia dos outros, algumas vPzcs, ate fez-se prcscntc> na 
mesmo desses nutras a CJUCm talvez prcten - 
d 	passarela do Grê- 
as constranger com desafios e> exigincias. mio atrav~s da 
-----------//---------- 	gatinha Fli~ia 
Pensa nas ocasiões pm CJUC coraçÕc>s ami- <loy, filha do Go 
aos tr> haverão d,~scu lpa'1o as próprias fa l sal Xi tr ca 
CDS. 	f1il 
PENSAMENTOS 	w.v. 
A objetiva do Ubaldino registro: olise 
Faria Miss MS omn bate papo com n .-,lma '.ou 
hot,Paul Abílio(colunista da .urtinhon 
se) o Flávio;Garoro oans da Enersul(Can­ 
po Gr,rndc) . 
1 
1 
1 ' 
1 
i 
1 
1 
1 
_j 
------ 
' agalv da Silva Gg 
---·7 dov, Miss Caracol 
que distribuiu char 
me e elegância na 
passarela do Grêmio. 
:,os LEITORES 
PROCURE 
SUA 
NUA!... 
QUITAR 
ASSINATURA A 
A DIREÇÃO. 
MaH 
o !it 
f ouo 
Govo 
.rase 
- :-:i:.e", r 
~ jur.:li 
rdim,C 
Pfi 
O Ponto e Encontro da o 
ESTACIONAMENTO PRÓPRIO, AMBIE.TE 
DY 
1 vis ense 
PASSE MOMENTOS INESQUECÍVEIS ,O 
RESTAURANTE, INTERNACIONAL, CARDÂPIO VARIADO, 
DAS IMPORTADAS. 
REí.,l,.t: 'l'ADv, Sun. 
AO VISITAR BELA VISTA, NÃO DEIXE DE 
SINO PARAGUAY, SINAL DE BOM GOSTO, PAR.i 
LHOR. MARCA REGISTRADA DAS CITES P/_RAGUAIAS, 
GUARDA SUA VISITA. 
CAssr.o PARAGUAY. 
EXCELENTE ATENDIMENTO BEBI 
CO:JHECER o 
REST UR.n .. ·re E CA_?. 
PESSOAS QUF 
t. APRECIAM O ME - 
O RESTAURA. TE CASSINO PARAGUAY A 
Bela Vista-Paraguay