1 
TRIBUNA DA 
li, 
>: 
'•Jaclc 
DF.­ 
tlcrn- 
s; Mui 
::> s":. 
r, Cri 
de 
1em1os 
fi­ 
()C 
o, 
ços 
♦S­ 
a Vis 
dad 
na ín 
,aã 
ado, 
f 10: XVII 	).2 ar.LA VISTl - MlTO r.1msso DO SlJL 
---------------------------~---------------- 
• 
P' 1, .Ifll 
• 
sta 
e- 
I 
&;:==-::;y:,r: 
U' por todos e todos 
Por uo, trabalhando por 
"=a vida mais humana e 
"-lis diE;na. O nosso povo 
:erece o celhor e se jtin 
'arzos nossas forcas, i 
?lentaremos ec Bela vis­ 
tê nelhores condições de 
•
1
1oa para criarmos uoa 
,eraçào de fortes. • 
Convido o povo bela - 
'•'stense a governar comi 
go os destinos de nossa 
idade, porque só atra - 
"-es da união de esforços 
ªtingiremos nossos objeti 
,..os.. 	- 
LUMINADA" 
aszssasas 
Sas ruas nas casas e 
to • 
• olhar de nossa gente. 
~=rar luz ê gerar pro 
esso e Bela Vista r.icre 
te 	- 
> Caoinhar para frente, 
•U~nada n:io s6 pela ~ 
~ergta elêtrica, mas pe­ 
.J luz do saber e do co 
hc±rente. 
:.~~º-- VER BELA VISTA 
a ugugasz ps a 
4E2:E±" 
"s raees de nossas 
~ <-:, 	- 
t~·;.· ças, na di.sposiç:10 
,e do capo, na e 
• é 	- 
1
-. nossas f:1míli:1s. , 
:,":e ~ feita com ol imcn 
--t;ao 	- 
:-,4
1 
' co::-i. vac inus, com 
. • Cõs e postos ele atcn 
eno, o homem d:, cidã 
co o hoe do campo 
i..:cc c1 r.os::;-,3 ~ tenção e 
li:ªº esforco no sc,nt_!. 
° Teceberem tendf -- 
mcnto midico-hospitalnr. 
A criança bclavistcnse ~ 
um potencial muito grnn­ 
de parn o futuro destn c_! 
dnde e p:1rn cln executn­ 
rcoos um Plano de Trnba­ 
lho minucioso no que diz 
respeitÓ à alimentação , 
vacinação e serviço pc­ 
d iá t rico. 
"9E9. EESAEYISEM.g 
MAIS AMOR" 
e:>.:::==--===== 
Na convivência entre 
vizinhos, no relaciona - 
mcnt0 entre colegas, no 
dia-a-dia de nossa cida­ 
de. r preciso reacender 
·em nossa. gente :,.chama à 
muito apagada, da nmizn­ 
de e dn solidariedade. O 
sentimento de amor a.o pr§. 
xlmo, une ns pessoas e o 
nosso objetivo maior é 
primeiro unir Bela Vista 
pnra depois , coesos rea 
lizaroos todos os benef_i 
.cios que O cidade neces­ 
sita. E quando falarmos 
em uni~o, há cm nós, um 
sentimento abrangente 
onde no cabe rival ida - 
des. os adversários de hg 
jc, serão os amigos de~ 
manhã, porque em nosso 
Plano ele Trabalho, quere 
mos contar com a colabo­ 
rnçno de todos. üma and~ 
rinhn sozinh:1 não faz ve 
r5o e se queremos sentir 
em Bela Vista o c:,lor da 
nmizade, é preciso come­ 
ç:,.rmos ngora. Unidos te­ 
remos u::m e ide de com m~ 
is :imor. 
"gyESg.."ES..±EEM..YIST3 
CRESCER" 
t.iresas 
A olhos vistos, na 
construção de novas ca 
sas, nu ampliaçio de cs 
tradas, na abertura de 
novas escolas, no apoio 
ao homcra do campo e na 
expansão dns redes de cs 
goto. Ãgua i ponto vi - 
tal na minha futura ael­ 
oinistraçào, trabnlharc 
aos lntensivaaen~e no 
sentido de levar água as 
populações mais c:,ren - 
tes. A nossa gentP mere 
ce :igua para lavar toda 
a descrença ele tempos 
passodos. Com amor e con 
fiança construiremos u; 
futuro melhor. 
"9E89.SES..EEEM.-EIST 
REALIZAR SEUS SONHOS" 
===~=====e=========== 
Atravis da alfabeti 
zaçao e do ensino. Cri:: 
anças alfabetizadas a 
pliam seus horizontes e 
chegam mais longe. For­ 
mar profissionais siE;n_!:. 
fica abrir novos canpos 
de trabalho e gerar pro 
gresso. Mns pnrn atin = 
gir esse degrau ê preci 
so começar do inÍ~io -;­ 
com muita paciência e 
perseverança. Realizar 
um sonho e todo um cami 
nho de nprcndizndo e 1~ 
ta, e no que puderros , 
proporcionaremos as fe! 
ramentas para isso. 
"SES."EM..AEM..YI9TA 
C99ESTA.2E.E9SEEB!A" 
Acreditando nos suas 
possibilid:idcs. A espe­ 
rança é um sentimento 
que como a pr6pria p:11~ 
vra di:, significa espe 
rar que aconteça aquil'õ 
que mais se dese}a. Por 
isso vamos cobrir de es 
perança pelos jovens 
que pàder.:in acontl'CCr n., 
dia de aman3, como gran - 
des homens, construidores 
do futuro. '!as para que 
isso ocorrn, é necess~ri0 
criarmos hoje, condiç()e~ 1 
para que eles cstudêm, 
prendam um 011c 10 e se pre 
parem para o dia de amn - 
nhã. 
"gEE3g.-YES. _.EE±-.-YI9E 
XELHOR,R DE VIDA" 
z:s r : a zar.rrEe 
No amplo sentido da pa 
lavra, uma casinha medes= 
ta que seja, significa se 
gurançn e trnnquilidade.- 
ílon nli~cntncão, por 
simples que seja, signifi 
ca saüde e desenvolvirncn: 
to. 
• Escolas, por primárias 
que scj:,m, significam por 
tas abertas e novos hori:: 
zontes~ 
Atendimento médico, por 
elementar que seja, signi 
fica prevenção e soluçii~ 
de doenças. E assim por 
diante, qualquer melhora 
de vida, por pequen:, que 
seja, será sempre un pas­ 
so a mnis eo direcno ao 
dcsenvolvi1aento e o pro - 
gressó de nossa cidade. 
"9EE9.-"E8..BEL-.--VISTA 
co~ , PiXELA CHEIA" 
gata.sapatarz rrrrg 
Porque . .:ilimcnt.1çào sa 
dia, ~~rn popultlçilo fort; 
capaz e tua11tc Sta pol{ 
t ica de preços tcar um r; 
mo rnJ.is coerente com o pÕ 
dcr aquisitivo de nossi 
ente, as mesas serão za­ 
is fartas e as pessoas ma 
• is feli;:cs. 
O p.ao nosso de cada dia 
deve ser sagrado e a cad 
esr do o direito de 
,: 1 !· cr'I r !,, sou f .:·.! 
liure .  .u -,:l'. '1[!1- 
(l .:·1.,-,~ 1 r .. ,
1
0· .. 1 !: 
eauela irreversfye! , 
d t i P ); l rui o J J -, t eiiyên - 
,cl 1  fcta, q•,c- 
tes ver •·[ta ., • l 1 
hei to povo feliz. 
)E CAEÇA, ERGUI" 
llr,. 'J ]!,osa de si res­ 
,.1, P11volt.- ao .,.;~ti'."'"'.t:n 
to de a.or ao solo e, 
que vive, Se nossa pen­ 
te se ufanar de ter nas 
L i<lt1 n, ~:;,: rinc1~1, :·.t!iÕ 
('.1'1Ínho t~st 1r,Í anc!.Jc!a 
no sentido de relhorar 
r: preciso que 
p 
lffl 
•;1.:r bl:lavistcnse 1Jt1j11. r.o 
tivo de alegria para c 
d·1 t.n dl
1 nc)s, que aeja - 
vos defensores de nos 
::.e ,_1os, incluintlo naquc­ 
!e • que nos cercam, a f 
e a confiança em Bela Vic; 
t : •. 
"4$ S0E9S.±.SI2E.E.FA 
E%OS.E! 9.9E.PESE!% 
:•o.; O!ºE ELA Sr:JA" 
- atsssrssa serra 
?cço que Deu• me llu­ 
mine e me d@ forças para 
enfrentar esta luta a 
que me disponho, vencen­ 
do todo tipo de dificul­ 
d,ldc. 
EDSO! MORAES 
raba h 
i ia 
Não se faz política sua ente. 
co:1 Ódio, isto é p!"Óp:"io :'alv~L por Si!r de ori 
de reg!!:.tc~ àit . .1toriais._0rm hucilde, t:! gente do 
?ara Bela 'i.st.::i, e p.:íra povo, coro a gente, e por 
todos aqueles que real- :ão estar envolvido em 
~ente de;endcm os inte- grandes negociatas lí- 
ress 'S d • • • • 	po 
e. o ::iun1c1p1.o, e ticas, vem sofrendo diver 
um~ honra ter na Asse- sas críticas de políti:: 
leia Legislativa um DE cos lieados ao PNDB, ati 
PUTADO belavistense. De do senhor Prefeito Muni­ 
pois c!e r.iuitos anos, vo_!. cipal de Bela Vista, Pe 
tan:os a ter um b_elavis- cuarista e Produc;or Rural 
tens e na Assembleia. Hcn Abraão za a rias. 
rique ~orne~ Dedi leo = E Dedé já é notícia . 
brando que isto so::'!a ::iu_! Eis a transcrição âe una 
to no contexto político matéria publicada no DI{ 
estadual. 	RIO DA SF.RRA, de 13/10.~ 
Qua:1do a ü:prensa do REFORMA DE HOSPITAL 
Estado se referir a De- 
dé, o nosso DEPUTADO DE 
D, vai lembrar a sua 
rise. "g depurado de @ 
la Vista . E falamos ma 
!s, o deputado c!o ~unci 
Te-Vi. 
., lgr.,n:; adv<>rs.:ir ios po 
líticos do Deputado, e 
comícios, estão criti - 
cando-c sem nenhum fun­ 
ª"~~nto. E o povo preci • 
sa saber a verdade. De­ 
dé encontra-se, como os 
demais deputados, insta 
lado em seu Gabinete A 
A:: se~~1!in, despathando 
coo sun equipe de trnbu 
lho e, desde jã, traba­ 
lhando por Bela Vista 
Fundamentado no Arti­ 
go 375 e subsequente do 
regimento interno da As­ 
se::.blêia Legislativa, Hen 
rique Dedê solicitou ai; 
dn que fosse enviado ex­ 
pediente ao Secretário de 
Saúde do Estado, Alfredo 
Pinto ele Arruda, indar,an 
do sobre o projeto der~ 
for:na do P.ospital Mu.nicl 
pal de Bel Vista. 
E sua justificativa, 
o Deputado defende que o 
município de 2ela Vista, 
por ser muito populoso 
sifre a car@neta e in - 
era-estrutura.básica na- 
quele hospital. j 
11

~~-------------------------- 
J()f( l/1, 'I' • J I' ,li/ J,/ 
Terro 
• 
1smo ')lítico 
Vl:H/ JHl,JIS 
Por volta rlah 16:00 horas rlr dnrninqo 
pp. na Nv. Edson Moraos que dá acosso ao 
Parque de Exposiç60s Rio lpa, o carro <la 
Candidata à Vereadora polo PFL, Vera Rojas 
foi encontrado com os quatro pneus "no a­ 
ro , ou se)a, esvaziaram os quatro pneus e 
os "vândalos" onu "vândalo" não o conten - 
tando ain<ln colocou um pedaço de cartaz 
(DO PMDR) no parahrisa do carro que dizia: 
"Tsso é aviso"! 
COMO 1CONTECEll 
Soqundo Verinha do PofolG o seu 
r rJl r 
proble a eci ni :o ,a Candidat 
cão da Oposiciys de el 
nava pra um carreto ro na cha 
Cruz quando vol ava para consequir 
lio encontrou seu carro dorrodado. 
O ;(t HJU<' .,-1n lnlo norlnr ia ter pa ::; rio 
desapercebido se nao fosso o "bilhete" do 
ameaça avisando do que poderá acontecr 
com ,, Canrlidii La no f11 turo • l J>ol ícia i 1 i 
tar foi notificada do ocorrido o o cn P 
Marques jun:amen:e com policiais milita " 
res atenderam a ocorrência endo que o CB 
PM Marques araumentou que "dove ter sido 
trabalho de moleques, não podemos fazer 
·nada pois com a Novn ,onntiLulGio (s6 a 
prin3o com o flaarant0). 
Vera Rojas disse à reportaaem da TF q/ 
"fiquei sem palavras para protestar, pois 
fazem isto no mou carro,pois «ou rlher ••• 
por<jUC' não fc1zr•m noi1 r•,,rruh do nosso:; 
cand ida Los? 
N, terça , 1 ra pr . ! oi r,•,11 •; t rarln ocor 
r6ncin na Drlrqncii dr> Policia local P o 
Dclcqado Osmnr Prdrosn do Frias pro- 
meteu tomar as providências ca i - 
veis com o o<:orrido. 
Drmor.rnci;, s0 faz com 
pnrticipnç5o e não com 
<los<' terroristas! 
trahalho e 
ntos isola 
(LILE) 
S CA 
Ba1rr C sta e Silva t 
-seu Representante 
- 
~JIZ CIRlnS CILLilRI. 
E X P E D 1 E N T E 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(FUNDADO D! 20 :>E FEVEREIRO DE 1972) 
FUlOADOR: IVALDO PEREIRA 
REDATOR CHEéE: lVAL:JO PEREIRA 
GERENTE: GILSOX SILVA SANTOS 
REPORTAGD.S: LUlS llENRIQUE N. CÕRREA E UBALDINO RO 
·DRlGUES. 
COLABORADOR 
MARCOS LORIS 
1 ccrv0in custará mais caro.O CIP -Con 
sclho InterministC'rial clf' Preços -,antorI 
zou um aumonto do 44,22% para a cervcia ln 
tarcticil e l 1, 'iO, parn ;:i Rrahma. Se esses 
índices torem ohedecir!os,a cerv0ia lntarc 
tica, passará a custar, de CZS 320,00 p7 
CZS 461,50, o a Prahma, do Czs 320,00 n! 
CZS 45q,20. Tamb5m soh0m os preços do sal 
grosso, cm 3'l,Slº C' elos sa'hon0trs Lnx ,sua 
ve e Pa lrno li ve vercl,:, <lC' '1 O qramél s o 
26,351. Foi também publicado no Diário O­ 
ficial <la Uniio, n r0njuste médio, de 
39,708 para as pilhas oltricas socas ta­ 
manho qrande, o 39,86%, médio, para as pi 
lhas elctricas secas tamanho pequeno, mar 
cas Bvere<ly, fllational e ~licrolite. Os no­ 
vos_precos começam a viqorar <lia,11/10. 
Estao mais caro 37,63% os nreços dos do­ 
tergentes líquidos Minerva, Limpol e onn 
de 500 miligramas. Na mesma data suhiram 
cm 40,931 os ~reços dos <letcrgentes Orno e 
ODD de 600 gramas e em 40,341, o Minerva 
e o Veo de 600 aramns. Poi. reajustado cm 
52,62% o preço da sorinaa Plastipak do 20 
miligramas com agulha e, em 57,70 a aau­ 
lha descartável. O CIP autorizou ainda, 0 
aumento de 25,331, a nartir de hoje, para 
os larn1nados_planos não revestidos e pro-. 
dutos exclusivos da CSN (Companhia Side 
rurqica Nacional) e 24,631 para as tari - 
fas rodoviárias rlc proautos. 
R~DAÇAO AD~lllISTR,Ç,O E PARQUE GR,FICO: Rua da Rc­ 
publicn, 564-: Caixa Postal-23 - FONE: (067) 439 - 
1410 Sede Propria. Registro no Cart6rio de Titulo& 
e Documentos n9 JS. 
FILIADO À ADJ OR l E ,BR,~ OR I 
UH SD'.AX,RlO DA REDE llEl.AVISTEXSE DE 
. G.C-}lF 
'JOO J-1. 
JORlAlS . 
- lS.SlJ.203/0001-59 - llSCR.EST. 28.219." 
DIRETORA: },RIA ESTELA VEtASQUi:Z PERElgA 
RE 
T MA 
l9 1a lena 
t; is Peso 
RESTAURAN'rE, 
tr da 
ES'l'ACIONAMENTO 
PASSE 
U:TERNACIONAL 1 
GUARDA SUA VTSITA. 
MOMENTOS 
□
O qaúcho veio de lonae fixar residn. 
eia em Rl"l<l Vista, aoui cheqou, ll'On r,u, 
ill'to-clétrica 
I constituiu fnmíli.a e sr•·· 
nou conhecido na ci<la<lc pelo seu ici~ ~ 
pr<' a lr>qrc e rc>spr.insávf> 1 no trato éom ,: 
coisns, nl,;m ,1,... ser um dns aran<les incer.'.: 
vadoros do esporte belavistense. 
Morac1or há mui to anos no Bairro ~s:, 
e Si 1 va, um rios ma is poou losns da cir'aãe 
ele é <:andic1ato a Ver<?ador pelo Partié~ 
Trabalhista nrasileiro, f"ndado pelo •• 
correligionário gaúc'io Getúlio Varqas, ': 
ma is vf' l hns tem sa udadcs da<jll" lc ter-.po E.:. 
quo mitos benefícios de quo dispõem ri: 
cipalmcnte os mais carentes desto País f 
ram criac1os nelo incs0,uecí·1el ex-presice'.· 
t<> da RppÚhlica. 
Viiz Carlos caracteriza-se oela sua-,· 
neira sria o direta 'o tratar os assu"?' 
mais rl iversos <jue lhe di-zem respeito, é-· 
homem respc i ta do até nor seus aciversárics 
nolíticos riu<> niio tem como atinqir conr.:;~ 
sempre ilibada do gaúcho que já se t1" 
um belavistense onr ar:loção. 
Sempre mui to aplaud i<lo e contando co- ( 
aooi<; maciço "lo Rairro Costa e silva,L~:r, 
com,c mais conhecido iá está sendo comi~ 
raclo um dos prováveis vercador0s da próxi· 
ma legislatura o que para a sua comunià
3
i.: 
': para a cidade de modo qeral será n!:.: 
importante, pois terio no Executivo~~!~ 
pal um homem cxpcrirnentarlo vivido e cor:: 
codor das dificuldades enfrentadas por 5 
povo. 
. Rnirro Costa e Silva nio pode 
iz Carlos Calliari Machado é seu 
renresentante. 
**************** 
errar, -; 
1e51ri° 
:/l~~ÔNIO MARIA COELHO. 590 
GUDY 
ociedade Be!avistcnse 
PRÓPRIO, AMBIENTE 
INESQUEC1VEIS NO 
REQUINTADO, SOM. 
CARDÃV:O 
CASSINO PARAGUAY. 
DAS IMPORTADAS. 
AO VISITAR RELA VISTA, x~o 
SINO PARAGUAY, SINTL DE B0;1· DEIXE DE CONHECER O RESTAURANTE e cé 
GOSTO, PARA 
LHOR. MARCA REGISTRADA DAS NOITES 	PESSOAS QUE APRECIAM 0° 
,:. PARAGUAIAS' 	,u· 
O RESTAURANTE CASSINO PARAGUA 
VARIADO 
. ' 
EXCELENTE ATENDÚlENTO 
T 
Ci

BRI, 
tem 
t@ 
dn - 
'to! Sta 
se tor 
eito sei 
om as 
inccntt 
Costa 
1dade , 
rtido 
lo se . : 
po e 
nrin· 
rtaís o­ 
residen- 
sua ra· 
1ssunt0 
, é u· 
-sários 
conduta 
torno" 
lo c0" 
·a,Lui? 
·nsi 
• próxi 
unida° 
rsi 
Mun12 
o 
por s"" 
% 
1 
i 
 
5 
o 
fl, 
INDICADOR 
·Escritório de Advocacia 
IR CARLOS A. IZMRL ORGtS 
CAIIS/S CIVEIS E CRIMINAIS 
RUA: 15 DE NOV[MBRO - N" 170 
LA :IS! 
--r . 	-. 
ESCRITÔRIO JURÍDICO 
NELSON CHAGAS 
ADVOµJllO 
FONE: 
OAB = MS 2.4 1-A. 
251 - 1721 ESC, 
251- 112 RES, 
ESCRITOR I O: RtJA DR, ARY COELHO OL I VE I - 
RA N 
2 
660, 
JARDI - RATO mosso DO SUL 
r. 1aiio • ie Barros 
C R O 	3 4 O - M S 
CONSULTÓRIO: RUA MARECHAL RONOON S/N, 
FONE: 251 - 1757 JARDIM - MS, 
Odontologia Restauradora 
CLf~ICA E CIRURGIA DENTÁRIA - CIRURGIA 
DE DENTE INCLUSO E SEMI-INCLUSO TRATA­ 
MENTO DE CANAL CONFECÇÕES DE PONTES MO 
VEIS-DENTADURAS BLOCOS METÁLICOS P!VÕ • 
E COROAS DE JAQUETAS E ORIENTAÇÃO NA 
ESCOVA E PROFILAXIA ORAL. 
ATENDIMENTO SOMENTE COM HORA MARCADA. 
ADVOGAOA 
CAUSAS CfVEIS E CRIMINAIS, TRABALl!!S 
TAS, DIREITO DE FAMILIA, TERRAS'E lr'!VEN 
TÃR lOS, 
RUA: CUIABA S/N FONE: 439~1290 
EP: 79260 GELA VISTA - 1IS 
o 
AOVOGAD.~ 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS, TRABAHIS 
IS, DIREITO DE FN!ILIA. TERRAS E INVEN 
TMIOS, 
Rll'!E: 439-1290 
xU/1: CUI/BÃ S/N 
BIA VISTA - FS 
Em Bola Vista sta acon cendo u fato 
",ui qeneris", mos uma gráfica instalada 
no municipio - Gráfica e Edi ora Apa - 
outra, funcionando aqui, man com os equipa 
men os em Jardim - GRÁFICA BELA VISTA. Am­ 
bas as gráficas rabalham OBEDECENDO <l TA­ 
ílF.f,71 do Sindica .o das Indústrias Grã ica 
de Ma o Grosso do Sul, e, a ravés de acor­ 
do, tonas s gráficas obedecem a s.a .abe 
la de PRF.ÇOS MÍNIMOS. 
Acontece que uma Gráfica n<' FÂTI li no 
SUL (Gráfica São Marcos), envia um viajan­ 
tc periódico a nossa cidade e também em An 
tonlo João pegando serviços AB/IXO do pre­ 
ço da tabela. Concorrência desleal e atitu 
de deselegante d0Hsa gráfica, que vem a­ 
qui, pega serviços, leva o dinheiro para 
Fátima do Sul, lá pagando imposto~, nao 
Mesmo com a campanha politica tendo a­ 
tingicl.o seu au<Je, a procura r.o setor gráf_!_ 
co no Estado está muito aquém das expecta­ 
tivas e os em~resários do setor, acreditam 
que terão frustradas as suas proqramaçSes 
no que diz respeito a faturamento. A afir­ 
mação é de Joel Reis, cmpresá~io do ramo 
gráfico. Para ele, 05 altos custos <los se! 
viços ostá tornando praticamente proibiti­ 
va a confecção elos trabalhos, mesmo os es­ 
senciais. 
"Nós,quc estamos vindo de um lonqo pe - 
rioelo praticamente som serviços, acreditá­ 
vamos que com n desrnrolar da campanha po­ 
lítica teríanos condições de realizar um 
hem trabalho e, conseauentemente, ter algu 
ma folga para cumprir os nossos compromis­ 
sos financeiros. Entretanto, não está son­ 
dn bem assim e a classe <'Stá se sentin­ 
do frustracla", comenta Joel. 
O setor 9ráfico do F.staelo está 
çSes d.e atender torla a demanda de 
Grosso do Sul. Inclusive, procurando 
em concli 
MatÕ 
dotar 
- 
No inicio da sua gestão, o atual presi­ 
dente da Assembléia Legislativa,JonatanRar 
bosa (PMDR)deitou falação pra todo mundo,con 
ton papo 'para a imprensa, garantindo que 
iria acabar com os fantasmas e os funcioná 
rios ociosos da Assem~léia. A principio 
ele anelou publicando no Diário Oficial Al­ 
gumas dezenas de funcionários que appreci­ 
am na Assembléia somente para receber no 
final ele cada mês. Entretanto, com o pas - 
sar do tempo, aquela ação "saneadora" do 
deputado Jonatan Barbosa foi entrando em 
parafuso e hoje o pêssoal ocioso da Assem­ 
bléia-Legislativa é igual ou até maior de 
quando Jonatan Aarbosa assumiu a presidên­ 
cia do poder legislativo estadual. 
Hoje é comum os comentários pos corredo 
' res do Palácio Tancredo Neves de que o pr 
<lio tremeria nas bases se todos os que re­ 
ccbem pela casa ~esse~· trabalhar. o número 
de funcionários que trahalham, funcionári- 
_ os fantasmas e funcionários ociosos é tan­ 
to que se fossem convocados a prestar ser­ 
viço de fato uão haveria e,spaço suficiente 
muprsqando mão de obra local e ui o 
nrs con•rihiindo cc a cid do. 
O qu 
+hs e irdicatn "oir rovjncie' 
F a Gráfica Na lança um desafio: 
TRAGA O OPÇNF'TO DA RPICA DE PT1MA 
DO II,, e para cobrar AAIO da TMLO 
t u d o 	h	T , 	N ó s faremo 	o 	m e s m o , 
Setor Gráfico com pouco 
lucro nas Campanhas 
de meios para suprir as necessidades de 
cada candida to, houve um acordo cn tre os 
empresários com a uniformização dos pro­ 
ço~<' criação de uma tahela especial pa­ 
ra o atrndimrnto dos políticos, sem preo­ 
cupação coM preços oferecidos por outros 
Estados. 
"Acrerlitanns que mesmo que tenham in - 
tenção de procurar realizar seus traba­ 
lhos em outros centros, os candida os se­ 
riam melhor beneficiados procurando as cm 
presas locais,até porque nós temos condi­ 
çSes de cumprir prazos. Outro fator impor 
tanta é que com os serviços realizados a= 
qui não implica em custo de fretes, entre 
outros",dissc. Outro aspecto que cleveria 
levar os candidatos a se utilizarem das em 
presas locais é o social,uma vez ql com Õ 
fluxo de trabalho há condiçSes de melhor 
absorção de mão-de-obra. o imposto é reco 
lhido aqui mesmo e, logicamente revertidÕ 
em favor da pppulaçáo local. 
(DIÃRIO OI SERRA). 
li 
s 
para a naior parte deles e o trânsito no 
int0rior d0 prPdio ficaria tio conryestio­ 
nano ~u0 os pr0prios parlamentares teriam 
nuitas dific11lda<les para chegar a seus ga 
binotes. Quem quiser m exemplo do exces­ 
so de funcionários que existe na Assemblé 
ia Legislativa administraéla por ,Tonatan Bãi­ 
bosa, basta verificar o núnerc de servido 
res lotados no "Correio" (o setor cue di 
tribui correspondência da casa). Segun­ 
do consta,o numero e extament:e quatro vé­ 
zes maior do que o mirimo necessário para 
realizar o trabalhio com eficiência. 
Enquanto isso o presidente da Casa,ca­ 
da vez engordando mais e não conseguindo 
agradar nem mesmo os membros da sua banca 
da, se delicia com o conforto do seu am 
plo gabinete, onde ele sonha em algum dia 
ser o prefeito de Campo Grande. nesta vez 
o seu próprio partido passou-lhe a perna 
entendendo que na agremiação há um punhado 
de gente mais importante. E competente. 
(JORNAL DA PRAÇA) 
Ponta P rim 
DE: ORLANDO KUNTZEL (GAÚCHO). 
Na estrada Jardim a Porto urtinho 
você encontra no KM 126 o "PONTO PRI­ 
MAVERA - Almoço (comida caseira), re 
, frigerantes, lanchonete. 
ANF.XO: Borracharia e,um serviço de a 
tendimento volante de solda elétricã 
e oxigênio. 	-. 
t isso aí, você tem no PRIMAVERA o seu 
posto de atendimento 
FACA O TESTE, PARE ALGUNS MINUTOS 
NO POSTO PRIMAVERA E •CO:<lPROVE O QUE 
DIVULGAMOS. ., 
=O ATENDIMENTO E AQUELA COMIDA GOSTO 
SA COM O TEMPERO DO GACCHO. 
}BR 267-Km 126-Jardim/Porto urtinho.' 
a 
E

PromovJda pela Escola Ester Silva para 
alunos do primário, foi realizada dia 11 
pp, no (;rê-mio Pedro nufino. 
Gll/NDE 
um ro d crianças assistiram Tcatri - 
nho, danças, cantos, etc ... encenados po 
lon próprios alunos sob a direção das pro= 
fessoras do primário em especial Ana Rita 
~- Pinto, C6lia MO França e Jacira Rocha 
, banhes. 
I 
O RlDIJLISTI 
E-colunista L,ilo foi o apresentador fa 
zcndo muitas brincadeiras e <listribuinrlÕ 
balas nos intervalos. 
FOI UMA 
Manhã dP muito divertimen~o às crian - 
ças, pais e professores que lá compar0ce­ 
ram. Parabéns ao Ester Silva pela inicia­ 
tiva! 
REPRESENTANTE 
Da CO!llfl, que está autorizada a avisar 
o mutuário sobre prestações atrasadas e 
esclarecer dúvidas quanto a seguro e FGTS 
cm Bela Vista é a Elizabeth Cuevas, mora­ 
dora da R. Projetada "F" Q 3 L.4,. conjun­ 
to Ilela Vista. 
VERIANA ROJAS 
Mais conhecida .como 
Vera do Pefelê, já-é fi 
gura obrigatória no tr~ 
balho junto às comunida 
des mais carentes, sem 
pre batalhando na oposI 
cão construtiva pela me 
lhoria da qualida<le de 
vida e trabalho do nos- 
so povo. 
Anseia participar ainda mais efetiva - 
mente como membro da Câmara ~lunicipal pa 
ra tornar realidade seus sonhos de garan:: 
tir progresso para Bela Vista. Como legí­ 
tima representante das classes mais humil 
des pretende lutar em especial pela Assis 
tência Social incentivando programas de a 
juda aos carentes, como criação de Cre - 
ches, áreas de lazer e contribuir assim pa 
ra que tambêm a mulher humilde que não pÕ 
de pagar babás, tenha opções de onde dei­ 
xar seus filhos e possa sair a trabalhar 
fora e ajudar no orçamento familiar. 
CRÔNICA Ã U~1A CRIANÇA ABANDONADA 
Autor: João yiana Portela. 
.,,. 
Eu não sei se você se lembra, já faz 
tanto tempo, não é mesmo? Eu nem havia che 
gado ainda, aliás eu ainda estava em esta 
do de formação, é issc mesmo, eu era aoe:: 
nas uma coisinha a toa, não é verdade.' 
Mas eu lhe pedia, eu lhe implorava, q/ 
pelo o amor de Deus me deixasse nascer . 
Você se compadeceu e finalmente eu vim ao 
mundo. Confesso que não estou decepciona­ 
ªª• mas sinceramente nao era isso o que 
eu esperava! Eu sonhava caminhar por um ca 
minho mais florido. Ter mais amigas e amI 
gos. Ser mais livre. Visitar o parque - 
Ver os animais. Para ser sincera, eu até 
sonhava em ter alguns animais de estima - 
çao, como: passarinhos, cachorro, gatos e 
ccel~os. Eu sonhava até em comprar um pa­ 
.ragaio para cu conversar com ele quando 
me sentisse sozinha. 
_ Mas, infelizmente, mamãe, eu nem casa 
não tenho.mais! Finalmente, eu pensava po 
der abraça-la de manhã, à tarde e à noit~ 
Sabe, você está ficando tão distante de 
mim. Eu sinto que você está me deixando 
de la<lo. Está se tornando cana vcimais di 
5cil eu conversar com vocij. - 
Pico dias sem pod ·r lh~ abraçar lhe 
ir bênção ao adormecer e ao acordar o os 
•sscios, essPs já não existem rais. Eu 
ainda tão pequena e às vczrs já me sino 
s6. Eu sinto tanto a falta de voe~. 
Eu não sabia que eu vinha aqui para a 
guerra o o pior, é que eu estou numa que 
não m diz nada a r0spcito. Talvez PU te­ 
nha sido a causa, ou uom sabo o ofeito e 
não sei s0 qanho,mns de uma coisa PU já 
tenho certeza, nessa batalha, eu talvez se 
ja a única perdedora. Se fui causa ou o - 
feito, sincrramcntP cu me desculpo, não 
Pra isso tambi?m o oue cu queria. E se vo­ 
cê nessa confusão ~e jogou' a prop6sito • 
por culpa ou por ignorância, eu também a 
perdão, cu não n,1sci para cond0nar, eu não 
conheço rancor, por que na verdade mamãe, 
cu amo muito você. Eu amo você com o amor 
maior do mundo e se você mamãe, não me que 
ria porque me deixou nascer, para me vr~ 
crcscPr <l0haixo dos caprichos dos outros, 
srm leite, sPm pão, sem casa para morar e 
quem sabr, sem nem poder estudar. É PU a­ 
cho que você foi um pouco egoísta, mas 
mesmo assim cu a per<iôo, pois cu amo mui­ 
to você, afinal, eu estou viva, você mn 
deixou na5cPr. (Transcrito do Jornal O PPO 
GRESSO). 
O PROFESSOR E O SALÁRIO 
/o deparar-me com o Progresso em sal - 
tos da Indústria e do Com~rcio, perguntei 
me certo dia: 
Estou contribuindo com este Progresso? 
OndP? Quanc'lo? 
la luta cio dia a dia, ao galgar os do 
graus de um velho portão, preso por ara - 
mes e pedaços de madeira, um pensamento 
ncs :a rotina diária me acompanhn: ê aqui 
o múu Brasil, cs~c Brasil Gigante, que se 
transforma cm miniatura, é uma sala de au 
la, com velhas carteiras oue a minha P5 
tria espera por mim. ' 
A vida deprimida do Professor Primário 
é quase uma tragédia constante e ignorada. 
Recebendo salário pequeníssimo, ê ain­ 
da obrigado a trajar-se decentemente e 
frequentar a sociedade em que vive, muito 
embora, necessitando de uma economia para 
este ou aquele melhoramento de seu pró 
prio Lar, ou talvez sem a suficiente cora 
gcm de Trocar de Profissão, pois seu ide 
al é ser Mestra, com o ·simples consôlo de 
ter deiado parte de Si, nos Homens de a­ 
manhã. 
Em nosso Estado (MT) o Professor Perce 
be duas ou três vezes menos que qualquer 
continuo ce muitas ~epartiçõés Federais . 
Que adiantam bonitos programas, Reformas 
de Ensino, belas palavras de combate ao A 
nalfahctismo, se o quisto de profundas raI 
zes, continua sem tratamento? Se o remé:: 
dio inicial para o Mal, é melhor nível Sa 
larial? 	• 
Não desejamos pingues proventos, quere 
mos apenas que nos dêem o direito de vi:: 
ver mais condignamente perante os olhos da 
Sociedade Fscolar. 
O Mestre Escolar, verdadeiro constru -· 
ter dos alicerces da nacionali<ladé como 
vai impulsionar o rendimento de seu traba 
• lho Escolar,- se um Estabelecimento Estadu 
al só fornece giz e quadro negro? - 
Por maior que seja nosso esforço e boa 
.vontade de pouco vale ao aluno as informa 
çôes meramente livrescas e teóricas, pois 
estudar, pesquisar é apenas uma ciência e 
não é· a sabedoria! ! ! • 
,Ciência é-cabedal de conhecimento àas 
co1sas. 
Sabedoria e a construção dos conheci - 
mentas. 
_ A_atúalização dos processos de Ensino 
nao e fer.ônemo espontãneo, ao contrário 
requer manejo e prática, por auc o alunó 
não aprende na fantasia, sonhando, imagi­ 
nando ou estudando, senão, vendo tratando 
manuseando e pelejando. 
Mas... o Professor deve apresentar o ma 
tcrial. Não imnorta de onde vem. 
A vida encarece espantosamente. O Go - 
verno Federal aumenta VPncimento de seus 
servidores, os comércios as indústrias fa 
zen o mesmc. 
y 
de r 
clur, 
Se 
que a 
sensíveis 
parc1 c-c,n- < 
bom funcio , 
• o r.1 i or razão 
no! 
Prof. KNGELA LOPES", 
Transcri o elo .Torn I l '!"n 
puna da Fronteira do 5 de 
qosto ck 1972. 
MP.STRE 
Apenas o Professor v~i com s u salãrio 
dos saltinhos de Lesma!!! • 
Enquanto os Governos não firmarem os 
A vida que vivemos, e o que essa vida 
rovel il ao crlucanclo, xcrccm õpicos r,.:ir - 
cantos omn sua personalidade. 
O ruo amamos, cremos e esperamos - r­ 
fim as' coisas que·os:ão no mais ln timo de 
nosso ser influem muitas vezes mais do q/ 
aq simples palavras que pronunciamos em 
sala de aula. 
Quando algu·m diz lenciono-mas não ~o~ 
to de ser professor, esta pessoa cstà en 
tando moldar pcrsr,nallrJades sem umR verdiÍ 
deira vocação então que moldará ela? Anã 
humana nlio é ar'}il,'1. 
No entanto, quando alguém diz leciono 
porque gosto, esta pessoa está desonvol - 
vendo dupla função: formar e informar. In 
formar P o mesmo que transmitir conhPci 
mentos. 
Formar só o porJ0mos fazer rp1ando cre - 
mos profundamrntr cm nossa missão o não 
podemos fornecer aquilo que não temos. 
Se não somos uma lâmpada que brilhe e/ 
intensidade sejamos uma simplrs candeia. 
ROSITA ROSA GOMES*. 
Transcrito no Jornal Tribuna ãa Fron - 
teira do 6 de Maio de 1972. 
MAC-ISTtRIO PODE PAPAR 
Depois de três pedidos de audiência , 
protocola<las junto à Secretaria de Educa­ 
ção, a Federação de Professores de Mato 
Grosso do Sul conseguiu finalmente uma rc.!!_ 
n1ao com o secretário de Educação, Valter 
P~rcira. A audiência, que durou mais de 
cinco horas, teve como hásico um documen­ 
to de sete páginas contendo todas as rei­ 
vindicacõcs da categoria: pisosalariade 
3 salarios minimos de referência concur­ 
so público, eleições diretas nas escol8s, 
estabilidade do servidor público, progres 
são funcional, aumento do quantitativo de 
cargos, o ~ireito a licença sindical,are 
gulamentação do Estatuto do Magistério a­ 
lem da alteração e revogação de vários de 
cretos baixados na área e<lucacional. 
Ao final da reunião, o secretário val­ 
ter Pereira apontou a data do 'ia 27 pró 
""gomo um prazo para a definicão da 
qes ao salarial junto à classe embora ha 
ja determinação na categoria de nova para 
lisa;ão caso alguma providência não seja 
tome.da. 	• 
Segundo cálculos apresentados no docu- 
mento e • • 
l 
'. 
1 
impossivel sobreviv~r com o piso 
sa aria do prof 	• • • 
3 s - . :ssor que em julho era oe 
MR (Salário Minimo de Referência) e pa_!! 
"?? Pra_
1
,
5 
- una reducão inicia1 de 5o° 
sa ario do ed d 	- · à 
. . uca or com a poli tica e 
rajus
t
e trimestral com base na arrecada 
cao de_ma_inflaco diária de 1%. Ainda 
na au encia doi 	• 
pela FEPROSUí, ·s nomes foram indicados 
de clab - para participar da conissao 
bl. • oraçao das normas do concurso pú - 
ice, os Profess 	• 
Cunha • . ores Ordalino Martins da 
a e Cacildo F • 	• 
ração deverá ._erreira de Souza. A Feo~ 
nara a co . :naicar também outros nomes 
estuda, '1ssao SE/FEPROSTIL que além de 
r as reivines - ' 
documento d _aicaçoes apresentadas no 
cão do rs""Yra proceder a regulamenta 
• u o do Mag· t· • 
Caso a sit; .- as.er1o. 
sista os 
1 
uacao atual do Magistério pef 
té es~erarª unas da rede pública podem a­ 
ainda esi, a nova greve dos professores 
ria so oi,O, se as previsões da categg 
• 1varem - o 	ndO 
desde 
O prin - - que vem acontece 
cor.âmicas d cipio 
00 pacote de medidas e: 
'},inhanêo 
O 
governo. O professor estara 
menos de um salário em novembr0• 
A DIRETORIA. 
IS DE OUTUBRO 
IA Do PRoFSsOI 
Ns 
ta aos 
ra do g 
, c!as l 
.:-ir o r 
• rurerc 
1 .. " lo 
0e2a 
•. feira, 
ré acord 
. , esta:.ra1 
·, :?.lo sal 
sendo , 
+'1 1 
. , 
is 13 Hs 
±tes as 
7a pro 
filio ! 
•·:a, que ,., 
;o res 
pstava 
ia!ra 
-te ca: 
iélo e 
sra uma

, 
i ., 
' i l'lq 
1 - 
5 ln 
ina 
in 
.. º'º 
d 
Ili i­ 
a - 
l!f.r,I VISTA r· 
l rln 
t' - 
+n 
G 
.Lnúi 
In 
1o 
e/ 
,.e 
d_ 
1 
C 
'º 
. {/BALD	INO ORIç(ir ] 
,{4e-"CANDIDATO !FNTI "Sy1EIRA 	«roAl u! 
'AOS F. l.1.1.GI: Nll C/1 ' 	...;.;.._....;_--'-,;_;;~;;;.;::y::-,;::-::: 
itio íissociro"z? 
.-;;;-; ,t1'íl7 r11• Scr<·mbro, 
, ·estava no desfle cI 
escolar uma prof e+o 
• 
1 
dua jovens e uma e-- 
_ ,.,r,
1 
t1lar11r Jn<lo o unnun­ 
,, de romo cnnrH!j11 Ir uma 
dução para os Jovens, 
iterantes do Grupo de 
, ,,,nq rln lJ;rcja A<lvcnt!s 
ado 79 D1a, para parti­ 
:ipHe□tlc um uncont ro no 
':J~onrliziio, que fol rca­ 
lado nos d1as 23, 2 e 
!de Setembro PP· 
1C0lltCCC que O llustrf' 
:.iodidato a Vereador llé- 
1~ ~ssocato, do PHOB,cs 
IJl'íl por perto e ouvlnd-;; 
! conversa, prontamente se 
fereceu a deixar a dispo 
slçâo uma Combl para lc­ 
,ir os jovcnE à Campo Gran 
!,, part!nclo no dia 23, u: 
u sexta feira, às 12 ho­ 
ras, e_,üncl.:i disse que nln 
1.ia poderia sr, atrnsnr!! 
,,j!u aos jovens e a clire 
tra do grupo que fossem 
s dias 17 ou 18 para con 
f!mar o horário, o local 
e0número de pessoas que 
lrln:i lotar a Comb i. 
Chagado o ,lia 23, sex­ 
ta feira, jã eram 12 lls. 
!de acordo com o trata­ 
!J, estavam todos esperan 
lo, não sabiam que esta : 
u sendo enganados, pois 
Ceb! não dava nem si­ 
:.il! 
às 13 Hs., todos impa­ 
cientes mas ainda con fian 
:> na promessa do candtd 
:o Héllo Massocato, foi aí 
!:itào que dois rílpazes do 
ftupo re~o lveram saber o 
).e jStavn acontecenrlo. 
Saira a procura do i- 
1::stre candirlato, profes­ 
:or Hêlio e o cncontr.:inrlo 
Sera uma grande decep- 
30: 
Hélio Massocato teve a 
coragem e a cara Je pau 
de dizer aos rapazes 
1; seguintes palavras: 
"l>arece que houve um mal 
~tendido, eu não arru­ 
:Jr!a a condução nem pa 
onte nen para hoje, 
;co eo.bora, v.io, vão, e 
.a prôxima vez que qui­ 
l~reo falar comigo man­ 
i-t;i ucà pessoa bem res­ 
~nsãvel e de rnentalida 
' orada"!! Sendo que 
s! ele quem se ofere­ 
eu., 
Esse jovem diz o se­ 
. lnte: 
• "A centalidade não 
~ loporta, desde que a 
ssoa seja limpa e curo 
,:a O que el.:i diz ou prÕ 
te ainda mais se es 
~ se oferece. E eu,c/ 
"dade que tenho, te- 
o 	d 
~a . esperança e um 
, ,er a mcnt.:ilidadc 
"ada. Pergunto: E o 
• p,,, 	- -~ ro ·essor, Secreta- 
;_ de Educac;ão, candi­ 
::t? a Vereador, será q/ 
·"22 
; Depois do acontecido 
; ,ue os integr.:intes do 
po de Jovens e a sua 
''etora foram se infor 
r a 	- 
<, espeito desse can 
"" entiroso e pude 
:.ip ~onfirmar que essa 
11
~ e_a primeira vez q/ 
,,"do cumpre co suas 
2"as, ois é conhe- 
4"YF ur onte de zen 
, "> aplicadas em var 
•• Pessoas na cidade. - 
. ~ RA E O GRUPO 
##gr i is+s se­ 
u psi±; 
,~ DE SOUZA ROSA 
..__, CC_ADO E PROFESSOR. 
.J 
) . I 'J 8 
E T 
• I 
Na Rua Eclunrdo Peixoto, fundos com a Oficina Mccânlca Sartorl, em nossa ci 
dadc, existe ·um verdadeiro lamaçal podre (veja foto acima), formado por dejec 
tos que são expelidos da citada oficina, formado principalmente por Óleos fc~ 
rlorcntos. lnclusive já foi feito um ab.:iixo assinado pelos moradores das redon 
dczas e enviado no Prefeito Municipal, que não tomou nenhuma providência. Po~ 
teriormcntc a Vigilância Sanitária foi comunicada, sabemos que o proprietário 
da oficina foi fnt~mado a resolver o problcm.:i, mas não o fez até agora. Quan­ 
do os moradores resolveram acabar com o problema, atulhando u verdadeira vala 
que se formou, o proprietário da oficina simplesmente mandou uma máquina abrir 
tudo de novo. Essas informações foram prestadas por moradores das residências 
prejudicadas por esse fato. 
AlÕ Prefeitura Munlcipal, alÕ Vigilância Sanitária, a lei é (cita para ser 
aplicada inrlistintamente e independentemente de cores partidárlas, políticas, 
os moradores daquela área pedem providências urgentes, pois já fazem mais de 
ano que são obrigados a conviver com o mau cheiro e .:i constante ameaça rle do­ 
enças que podem ser causadas pelos dejectos porlres e fcdorentes com os qu.:iis 
são obrigados a conviver diáriamente!! 
"SOGRO DE CANDIDATO DEMITE PE,O POR SER SIMPATIZANTE OA OPOSIÇÃO"!! 
Deu até para rimar, mas é verdade, o sogro de um certo candidato a ve­ 
reador, muito conhecido por não pagar suas contas e fazer campanha até com a 
merenda escolar· d.:i Prefeitura, demitiu um peão por ele ser simpatizantedacan 
didatura oposicionista. Acontece que o pouco informado sogro de candidato e pã 
trio, achou que o trabalhador não tinha rlireito nenhum e simplesmente o boto~ 
no olho d.:i rua . .gora, .:stá sendo chamado na justiça, através do Sinclicato dos 
Trabalhadores Rurais de Bela lista, onde terá de acertar tudo direitinho, nas 
conformidades com a lei trabalhista. Bem feito!! 
FRASE DA SEMANA: Essa ouvi cm Campo Grande, quando assistia uma sessão da 
Assembléia Legislativa, do Deputado Waldemir Moka, quando chamado a pronunci­ 
.:ir-se:Jonathan: "Agora o Dcp. Moka, do PifDB"; Ele: "Por pouco tempo"!! 
TRl!l'INA íl, FRO'iTElRA, h:Í 1/l ;ino~ co"' 
VOCC". 
no 
de a 
bfu en palanque para at ear 
11rupinho deJ,•s) o t:, r-11 ,to 
s1çóes de 'ela Vista, Ed 
va de de estabilizar a capn 
cre ce assustadoramen e no amnlrfpfo. Acc te 
0 Hustr..: e já desacreditado nolft fco, lni i•1felll! 
mais uma vez, já havia pisado na boi 1 nterfn,r.:~~ 
te. Lançou ur: !TIOn e ri" d I f . ;.Õr.•;, bando d 1',.bo • 
1,clrM;, nobn• o condid1to or,ohlcloni,,t,. Aco.1t1•c,• 
que todo homP"1 tem seus defeitos, não exl te o ho 
mem per f p l to, só Deus, e sendo assim, ,. " que an 
dn falnndo essas bobagens, que não tnteres a a nin 
quem, também tem os seus e que, por t•nqu.,nt o. :(1- 
Jam bem, por enquanto, não são divulgados. Acone 
lh;,r.;oq o Ilustre político a mudar de estilo, poi 
seu passado não é nada recomendável e seu futuro 
menos afnda a continuar assim, pois quem tem rabo 
grosso tPm cfe sentar em cima e ficar bem quieto p4 
ra nao o pegarem!! 
"J: O !>OSSO l)fPU1ADO í)Ufil SA!lFH AO'l;llf' ESTÃO AS 
Vf.lOlAS DO ASSL:NT/'.lFNTO GUA TCJf!IJS J: ll/HRA DO l TÁ" 1 
Henrique Dede apresentou na A·,scmhléla l.er,[sl!:: 
tiva esta semana, requrrlm~nto snlicltnndo lnfor­ 
m[1t;Õcs ao Secretrlrio rlc Asr;unto.s Fun<ILÍrJot~ do Fs 
e.ido Aparício Rorlrigurs e ao SupPrlntPndentc cio ~ff 
llAD, Alberto Manna, sollcltando lnfonnnçÕcs rlaÜ 
verbas liberadas para os Ass~ntar.,:c-ntos r.on1curus, 
em Bonito e Barra do !tá, e:-: !leia Vlst.~. Snbe - se 
que essas verbas existem, onde estao e onde foram 
aplicadas que é a questão!! 
"BAIXADA CORINTHIANA MOSTRA A FORCA DE SEU 
"l:PRF.SF.'T/lt-:H'. '.'F.Rr'Aílí1R Jl'I I,O COIJOY" ! 
1 
L/ 
1 
1 
/ 
nalistas defendem o povo de Bela Vista. 
TRIBUNA DA FRPNTEIRA. 
JORNAL, NOSSA LUTA É PELO PROGRESSO 
GENTE"!! 
So comíclo realizado terça feir.:i pp. na Baixa­ 
da Corinthiana, pudemos constatar todo o carisma 
do Vereador Julião r.odoy, representante daquele 
bairro na Câmara Municipal. Uma nultidâo de pesso 
as esteve presente aplaudindo e demonstrando seu 
apoio ã candidatura da Coligação das OPosiçÕes de 
Bela Vista e ao seu vereador que é candidato a ree 
leição pelo PFL. Parabéns Verearlor Julião, é de hÕ 
mens que se identificam com o povo que una conuni 
darle recisa ara ter como seu representante no pÕ 
n 	• der legislativo nunici:: 
1ornal mais lido na região, 
pal! ! 
.JUSTIÇA HElTORAL! ! 
Providencias devem 
ser tomadas pela just!­ 
ca eleitoral contra as 
atitudes que ferem ;i le 
&lslacão eleitoral, co:: 
metidas pelo P'IDR nesta 
semana: Prtnciro, exis­ 
tiam carros oficiais da 
Prefeitura Municipal fa 
7.endo o transporte de 
pessonl pnra o com.feio; 
segunclo, realizaram co­ 
m{cin no Centro Comuni­ 
tário do Ra lrro :fossa Se 
nhora de Fátima. Provi:: 
dêncins dcv~n ser toma­ 
das antes que abusos i:,ai 
ores sejam cometidos. 
comentarlo, criticado atê em comícios, lido por todos, por aqueles que con- 
com suas idéias e por aqueles que nao concordam. 
TRIRUNA ílA FRONTEIRA, "O EXTERMINADOR DE RATOS, COB¼S, VAMPIROS, ER!AS OANINH,S 
DA COMUNIOADE. o JORNAL QUF. ílEFENDE BELA VISTA E SUA GENTE CONTRA 
DEMAGOGOS, EN- 
E PESSIMISTAS, GENTE QUE EM NADA SOA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE. 
DA FRONTElRA, UM JORNAL DE COR,GF.M E PESO NA COMUKlDADE, 
porque seus jor 
T 
E 
NOSSO A3RAÇO SINCERO 
-À senhora Ronifácia 
Rodrigues Antunes, fica 
mos felizes e saber que 
e leitora assídua da Co­ 
luna INFOR.•(E TF. F.spero 
brevemente ter o prazer 
de conhecii-la p~ssoal _ 
mente. Ur:1 nhr,,co ! ! 
BAILE nnO POE<<ORç 
Ho'e no rerio Podro 
Rufino estará acontecen 
rio o sensacional bail; 
elos profer.snres. !ale a 
pena conferir e presti­ 
far essa promociio da 
classe que vem senrlo, cs 
polieda pelo Governo d, 
Fstado. A, esta semana 
completaram-se dois me­ 
ses que os professores, 
<ln rede estadual,não ri' 
J~'.- h;'~ 	cebem f.cus salário .. e os 
"V, .J -=> que receberam, foi. l"<!la 
L 
_, 	_::...:__~ j rnetad-e t: n lnguén sabe ex 
Pli.cnr oorque. Pode?? - 
• --- -- 
- 
'1

,1()1 l 11, 1'!1 r 1l!J'll fl/ l l·')'l'f ; r lt/ 	BE.LA VISTM/M; 15 D E O'TU PO D 	1 'J 	• 
ESTIDO DE IBINDONO 
/lnll r , .. , 11<' 1 ;1 V ln t,1' no con t· r,'i ri.? dr 
' 	a 1" ,, él)IJO er alquma coisa tipo "agradave , 
irritante o rlPi1<1nimaclor. Prirnc1ro porqu'! 
Jf'lCP lvm que' nntl,ir no meio rla rua; rua 0.!2_ 
tlllr<1c;Hli1, com v,ilc>Las ri carrou 0m ,il~, vI 
1 oc i rl ,d,,, por odon o lados que voc Vil 
não tom saída, se você cima em andar su- 
pont 1m0nt·0 P"lo que dcv0rin n'!r calçndn ' 
' ' • J l r formado" p<'loa <'B t "111 que pulnr or. r ilc 10., - o 	- 
CJolo• clomicil lnr0r., 9110 nlPm d con~am1. - 
'' • . h iro ;:. insuportavC'l nar com doençan o c e 	+ 
não faltando mato, lixo, etc. , 
Passando diante das portas comerciais» 
a ristoza 6 imensa: lojas vazias, portas 
fechadas, mercadorias empoeiradas, Caiu 
nivn) de vida do todas as classes 
ta dívidas, muitos encargos trabalhig 
tas, enfim o descontentamento e geral. 
Em equida o que vejo! 
Diversas lixeiras públicas_arrancadas, 
dretruidng e queimadas. Mas não é possi - 
voel não digo que serviu para alguma col.­ 
sa, mas custou mui to caro. As. "Caixas do 
correio" corno muitas pessoas as chamaram, 
sio pr6rrias pari' recintos publ~cos como 
aeroportos, rodoviárias, c>tc. Nao era ne­ 
cnssfirio adquirir tantas, pois 11cabar1am 
mesmo sondo destruidas, 
F. a rodoviária? 0 locAl de desPmbarquc 
da cidn<l<' ~ SC'm dúvida o ponto mais feio 
que se tem. 	- - 
A FunC'rária, tão prometida tambem, so 
é lembrada por aqueles que perdem um ente 
querido e quc> para enterra-lo levam em ca 
minhõcs ·ou caminhonetes, muitas vezes cm 
baixo de chuva. • . , 
o transporte coletivo urbano,_prcc~r10 
e insuficiente, 'não se conscientizouainda 
que os moradores dos bairros também neces 
sitam vir aos bancos, correio, comercio_, 
etc; pois atendem só determinadas locali­ 
zacões e assim mesmo largam sc~s.passage~ 
rosna rua Santo Afonso e proximidades 
Não implantaram até hoje novas linhas pa­ 
ra atender a população onde a dificuldade 
de locomoção é enorme para os trabalhado­ 
res donas-de-casa" estudantes. _ • 
Ós nossos pontos turisticos estão en - 
cobertos pelo mato, depredados e sem con­ 
servação. Até hoje nada se fez para embe 
lczar as margens do Rio. Apa, local que bem 
aproveitado, seria uma fonte de lazer das 
mais preciosas a todos moril.dores e visi - 
tantos. 	• 
o lixo é comum ser visto empilhado em 
inúmeras latas e sacos, devido ao acumulo 
e a falta de um serviço de coleta regular 
Nós só vemos as ruas limpas, varridas 
e lavadas quando recebemos a visita de um 
moderno veículo da Prefeitura de Ponta Po 
rã trabalhando na cidade na época de seu 
aniversário, Pobre Bela Vista... . 
Não vemos caminhão de lixo apropriado; 
Não vemos ônibus coletivo; 
Não vemos caminhão caçamba 
~o centro da cidade; 
Não vemos veiculo equipado para aten - 
der incêndio, afogamento, buscas e outras 
calamidades. 
A noite a escuridão é grande, princi - 
palmentc nos bairros. A entrada da cidade 
é totalmente escura, inclusive o bairro lo 
, h . , , t<l 
calizado naquela região que aé 1o)e 
sem iluminação. 
E ex ensão da rede d 
no abastecimento, qalrias 
vê>nios foram assinados mas 
pnr11li.snrlo. 	. 	t 
0 1-:nfim, o que nc prc>cisa e dar um sus 
no ProgrnsGo de rela Viota. Ncccns1 nwos ~ 
l a dar ,,_s cardar sta cidade, fnzc>r a go par 
pcrnnça aos que aqui vivem. 
ªrpcranca ao trahalhador, acabando com 
r.a4 	• -. ·ofissio 
rub-cmprngo e a dcsvalor1zacao pr i 
O -' - • • 	s pais do f a- 
nal. Esperança aos Jovenr,, ao.., ' · 
·11·•- ■or morcsários e aos produ ores. 
m.1. • u, '· .. ., • 	• t ocu 
Em muitas coisas na VJ.da, a grn r pr - 
rn não voltar AO passado, porque geralmen- 
' • • 	t a com rclaç110 	J 
te e pior que o presen , m s • L----------------------- à Rela Vist. isso tem que ser ao contra 	- 
rio. 
Que volte o passado! 
ãqua , melhorias 
pluvi.iin, os cor 
0 rabalho esta 
JJN8TE FF:STJ* 
_CIRTD EM VIGOR 
Mesmo prornuigada, a nova Constituição 
ainda apresent~ t6picos que dependem de 
regulamentação por lei complementar. No 
t nto uma série cnor~e de rn~ndamentos 
en a • - • 1 • or com 
constitucionais ja esta em p cno vig 
mudanças profundas para a vida de cada um. 
Alguns exemplos: 	- fi 
_ A jornada diária de tr_abalho esta 
44 xada em 8 horas e a jornada semanal em 
horas. 
-· o trabalhador agora t-cm dirri~o 
33i a mais cm seu salário no momento 
que entra em férias. 
- Para cada hora extra de trabalho 
pessoa ganhará soi a mais sobre o valor de 
uma hora normal trabalhada. . 
- o empregado demitido sem Justa causa 
tem d.lrcito à indenizaçao de 40% do seu 
FGTS, atê que a lei compleme~tar ~etc:1111- 
ne o valor definitivo dessa 1ndcn1z;içao. 
- l jornada diária de trabalho para tur 
nos ininterruptos de revezamento passa. a 
ser de 6 horas. Caso os empregados acei 
tem continuar trabalhando 8 horas, terao r.,---,---r-~--r--,-;:r-,o---,--,-,-T-7 
direito ao pagamento de 2 horas extras .. 
- o trabalhador rural tem os mesmos di 
reitos do trabalhador urbano. 
- o governo não dispõe mais de poder pa 
ra intervir em nenhum sindicato. 
- Qualquer entidade sindical pode ser 
criada sem necessitar da autorizar.ao do 
.governo. 	. . 
- Está assegurado o direito de greve , 
inclusive para os empregados em serv1ços 
considerados essenciais. A greve no funcio 
nalisrno depende de regulamentaçao por lei 
complementar. 
- Os cidadãos q/desejarem ter acesso aos 
seus dados pessoais arquivados em orgaos pu­ 
blicos ou privados e quiserem mod1f1ca-los Jª 
podem fazê-lo através do habeas data. Esse r---r----H 
instrumento permite, por exemplo, a qualq_uer 
pessoa conhecer sua "ficha armazenada em or­ 
gãos como o serviço Nacional de ~nformaçoes 
ou o Serviço de Protecao ao Credito. 
a 
em 
a 
m Central d Adv cacia: 
Dr! Sidney Nunes Leite 
Dr. Oder Bozzano Rosa 
Dr: Roner Loubet da Rosa 
LHISTA 
T/ÇÃO 
1 / 
ll • 
IR 1TO 
Lrnn1 n 1 C/. 
p· ...,1 
CLEMENTE .. 
flf r. 
ºUA: sl'io,. 
e 
79?(i0 Cl'P: 
L A V r S T A ; 
n r: 	, ~ 
, 1 
- qp I 
Para vereador 
GABINO LOUREIRO GABINIO 
''GAB IN I N HO )l 
e 
o 
1 
í . 
g 
a 
t 
o 
d 
a 
.$ 
o 
p 
o 
.$ 
i 
I --- 
com EDSON! e FERNANDO 
5 
e 
s 
r---r---~'ll -LAVIGFJ-1 DE llO!JPAS EM í.ERAL 
-CORTINAS,TAPETES. 
~ -LAYAGE~ A SECO 
+ l-BUSCAMOS E ENTREGAMOS !A 
CASA. 
., 
1 ·-~ 1 
leh 
p.i 
!ra 
r., 
3p0 
y.;,po, 
7-te 
us4 a 
;t0 
'un 
er«o 
·: f:11 t, 
l•) D 
'e a 
·,s;,ons, 
htlust 
·-0, 
p 
, ho::-en 
?lo par 
a& 
a 
;1 
trabalhar 
RlJA:EílUARDO 
FO'.'IE (Rec.ado) 
SI.:A t----r-7 
PEIXOTO - Ng 1440 
439-1416 
• 
'='--=--=::r-------".;-;-:-----------::---r---- 
Nós acreditamos no progresso e temos 
o Hotel POUSADA DA FRONTEIRA 
o moderno Américan Bar 
Avenida Teodoro 
- 
ó que é inelor para voce 
Apartamentos com ar condicionado 
com um delicioso Chopp 
Sativa Bela Vista Mato Grosso do Sul 
.Reservas: 4.39.J48.7-·e 439-136.6_ 
tem 
Lanchonete 
e--J 
·,!• 
• •. " A 
e,

) 
a 
)sa 
TPA} 
() f I l . 
. J 
t 
e 
s 
• 
1 P l 1,1 .;f, llA FRONTE.IRA 
••••••• ••••••• • • • • 
,. .... 
• • • 
1 • 
• • • • • . 
• ••••••• : .. • 
• • . • 
• • • • • • . • 
• • • . • • 
• • • • • • 
••••••• • • • 
., 
• 
F I A V l '., T -" ; 	l ·, i1 
••••••• 
• • 
• • 
• • 
••••••• 
• • 
• • 
• • 
• • 
• • 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
••••••• 
: ••••••• . I 
• 	•·'J : • :·····: :······ 
: . . . : : . . . . ... .. . 
: : ·•.,. I : ·::·· :······ 
" . .. . . : .. : 
~----------------_::_ __ _!• __ ._._._._._._ ... •...;. 	__i 
l'O'ITO llP. VISTA 
Ele f o ! muttnas vezes 
ao meu programa Rido Te 
te-RIV e fol mu 1 to ben 
recebfdo pois entava cn­ 
mo presidente do um en-­ 
tidade de renpr!to como 
11 LEll;hojc nfnntndn(PRP" 
i o ) deste cargo e 	c o m 
candidato à uma cndofra 
110 lrA1nlat1vo el<! f;,1:, 
uma nova l!nua?em,na do 
"ataque pessoal" o que 
carateriza o seu despre 
pnro pnrn n pol{t1cn: lln 
homem que considerava co 
r.o :iml.An,o promovi. vá 
rlan VCZf':1 no CA!lAL L l 
VRE e na TRIBUNA ESPORTT 
l,,tlc p,r11ç.~.,, !Sem cobrnr 
um cruzado,quem não se 
lenbrn da reportagen de 
páglna intci r11 sohre n 
final dn Belav!stão 88. 
Convcnhnmos,se ele a­ 
tAcar os am1.p.os... lmagi 
ncn o que va l fazer quan 
do eleito? - 
Promovl e continuarei 
promovendo a LEB pois é 
una cntidncle prencupadn 
com o de.envolvimento do 
esporte dn Princesa do A 
fn,por lsso rrpud1.o vee­ 
aente ~<;te candidato que 
usn a entidade para se 
promover, 
Nunca cobrei favores 
pessoais(o que ele fez 
na emissora belavisten - 
se) pois a vida pessoal 
de rada ner humann é de 
responsab11.rlnrle ünica e 
excluslvamcnte do indivi 
duo, 	- 
A pol[tlcn transforma 
os homens, o fnnntlsf'IO 
pelo partido do í.overno 
faz ntê "nlguns" aderi - 
rem ~o terrorismo polfti 
co; ~ lamentivel. 
F.QUIPF: CANAL LIVRE DE VO 
LHIOL 
O problemn das camtse 
tas tenn1.nnra'l1,nindn len 
bro com cari.nhn a vitÕ ■: 
tia do Campeonato 88 de 
voleibol na éidnde qunn­ 
do o CL me5mo scn ter 
Suas camisas (hote a CO 
PROVEL +i deu un 1o&o p1 
r,a o Cl.) vencia em gran­ 
de ftnnl contra os Sar - 
&entos. 
Alemão e C1a estao 
de parabéns polis Iro te 
prese,t ar o GRPIo PEpO 
R!FINO no pró{mo dia 
22/1) e Campo Grande quan 
do o@aro contra a thn« 
io rlr Snrgcntn1S no C)ubr 
Unliin. 
Alemiin,lvnn,nnnicl,Dn - 
n(s,Fder,Hetio, Amar f1do 
e Lfco ão o guerreiros 
<111 Cidade Sorr 1 <;n qu,; com 
certeza faro um belo es 
peticulo na dd» More-. 
nn.Avnnte guerrrlronl 
J.g ulha de f)uro 
,, 
FESTA DAS CRIANÇAS 
De repente me v I nn inc• lo 
de centenas de "batxt 
nhon" " nJ t I nhos e cnr,, - 
preendi a alcgrin dr n - 
prcscntadnrPn de TV ir­ 
xemplo de Sereto Malan - 
clro,Xuxa,Mnrn,Simonv,An­ 
gélica. 
Acriança esperança a/ 
cxi1Stc dentro rle cada um 
de nós trnns'orma o nos­ 
so ser.Como foi hncAnn 
conviver nquP.Las horas a 
gradáveis de brincadet 
ras junto ao alunos da 
Escola Estrr Sllva que 
comemoraram com alegria 
a festa do na das Cran 
ças. 
Esta terca-feira pp ft 
cou gravada na memória 
de quem viveu aquelas cn 
cennçêics "e teo"lt-ro como7 
Chnpcuzlnho Vr.rmr,lho, o 
Coelho Sahido, o Bailado 
da Primavera,··· 
Parabéns Ester Silva, 
as crianças agradecem o 
espetáculo. 
2!:' CO:>:CURSD Df: DU!ILAGE"! 
Dla lfi de outubro no 
r.tube Bulavlsten9P au 
20 hora A. Niio f'ercnm! ! ! 
= 
= 
a da Sandra 
lJ!·IA HJF1 linAOr. Df. 1RT!r,os or. 
r, HJlflS 
ZIPF:RS - l"l
1,1011Tl';RTJS • CI !.OS 
SUTIP.NS = CILCUllfJS DI/Di"'AS (<l" Courr,) 
JRTH;os PJRJ PR
1'.ST:NTF:S (Cfl'1' - Co, inhnl 
+++ Rua: CORONEL, POCE n0 9 -- Rola Vis o 
Ig TR i RTLD 
BELA VI STA M.5. 
+r5- 
. 1 • 
6A(DA 1 D?v& p Ar 
a«PÉ 
@,as» I 
f • ) 
1 
.1 
f / 
li 
V 
't--+.I 
/ 
-1 
I _____ _/ 
€ 
~ I 
I 
/ 
/ 
/ 
y 
/ 
/ 
/ 
/ 
/ 
I 
/ 
DIA. 06 NOVEMBRO 
LOCAL: HOTCL POUSADA D FRONTEiRA 
c°icL15..-i0 - 
CORRIDA. 
Nr4cio 
Ac;.ut>E. 
5a. MECO 
PAQUERA NA AVENIDA 
Desta vez a gnlcrn 
vai vibrar,com mais um 
PAQUERA NA AVENIDA no Ho 
tel Pousada da Fronteira 
(leia-se Gão e Tati),par 
ticipe você também! - 
A animação estará a 
cargo deste Colunista,do 
!Locutor_ Maurício de Cam 
po Grande e do sonoplas­ 
ta Zezinho. 
Venha curti.r 3000 
Wats de som quente no Pou 
sada da Fronteira no do­ 
mingo dia 16/10,a partir 
das 14 hs. 
Esta voce não. pode per 
der! 
CANTE COM A GENTE 
MlJSICA DA COLIGAÇÃO 
RECAOINHOS 
DE:Job PARA: Luciene 
Que no dia l5(seu ni­ 
ver) você seja a pessoa 
mai,; feliz do mundo.Fel! 
cidades. 
tttt4#ttkttttt 
DE:Rose PARA: Julinho 
"Sab1a que te amo"! 
*************** 
DE:Rosaly PARA:Bonitão 
. Estou te esperando, pa­ 
ra conquistur meu cora - 
ção! 
********** 
DE:Jailson -PARA: Mandi:o- 
ca. 
Atacar!! 1 
ONDE ESTÁ O ASFALTO 
ONDE ESTÁ O ASFALTO 
QUE NINGIJÉM VIU 
O GOVERNO YENTIU 
O GOVF:RNO MENTIU 
ONDE ESTÁ O CRUZADO 
ESTÁ ACA!IADO 
O POVO SE ILUDIU 
O.GOVf.RNO MENTIU 
O GOVERNO MENTIU 
ONDE ESTÁ A AGENCIA 
ONnE ESTÁ A AGÊNCIA 
QUE TAHBÉM SUMlll 
O GOVERNO MENTIU 
O GOVERNO MENTIU 
O GOVERNO '!ENTIU 
O GOVERNO MENTIU 
CADÊ A SOLUÇÃO 
CADÊ A SOLUÇÃO 
AGORA SURGIU 
AGORA SURGIU 
COM A COLIGAÇÃO 
COM ESSA UNIÃO 
QUE O POVO SENTIU 
AGORA l1Ell POVO 
AGORA EU POVO 
É HORA OE MUDAR 
É HOllA DE MUDAR 
BELA VISTA UNIDA 
Dr. CABf.ÇA F.RGUIDA 
VAI RECOMEÇAR. 
PARA CRIANÇA DO HEU CORA 
CAO 
Essa criança que exis 
te em você me conquisto~ 
Seu sorriso; 
Seu olhar; 
Tudo em você me fez re 
nascer uma criança dentrÕ 
de mim. 
Quando )ado a lado es­ 
tamos me sinto tão feliz 
aprendemos com o tenpo a 
convivermos um com o ou­ 
tro. 
E às vezes esqueço que 
cresci,mas rnesoo assi□
sei que dentro de ~ira e 
dentro de ti. existe ainda 
uma criança. 
~oje não sabemos viver 
separados. 
Hoje somos un so uni - 
dos no Ac:or. 
AZARETH ACTEL. 
*************** 
************ 
************ 
, 
INSTITUTO DE BELEZA JULI 
REFLEXOS 
PERMMIEtlTES 
GEtlERAL osór:!O Ef", Fí!EtlTE A Iarejn do Evangélho 
Quadrangul3r 
"SA DN LS: !'udou o endereço, ias o atendimento 
continua 
O mesmo, persohalizado. Visite - nos!º 
ETC ... 
Em Novo Endereço 
VÃ· "fl7.ER SllCF:SSO lSSIM 
COM OS LANCAMENTOS PONT 
CO LOTAR O CINEMA nA SIA 
DIC:l. T)l_ 51".MlNI.: 
BIG [Ouero ser crandc} cm 
MAPHAII,, 
RIJA 13 de Junho 
FIRMR 
ClSA.. 
OUE FAZ'::M o 
- 
439-1022 -

----------------·- 
------------------- 
)l}l t,/1. •rJHJ11Hl/ 
CANTINHO 00 PROFESSOR 
-~(.. ll!l/!1P,1:lHO ~•r;r.T 1i~11~/c'i0- n~: ll' JlO - 
. 
1 
I I VO • ,TOHGE /l. POST 
--'/.<' frn
1
;1 ,, ro 
Mais quanto +omnolg 15.666 -PT-PDr-Pr'._ 
tudo bem? 
z6 nrqailoiro 6 homem do mi+ trah0 
]ho o pc tempo para fotas,divoróos , 
oncontr oiai... 
f, homom ao'rido, bom vivido,donro do 
es quaso quinhonons anon. 
'Traz a marca dog do+atino,da do+von-- 
tras,das rocrdoo om no rosto cana 
do., 
o P"··º d<l!I "rn l on" • r:nn•r>r-r i ,1 is m ou cor 
p rotil[noo,sol+o om roupas molidn, 
Em ou modo do falar,oncutar o observar, 
no n-r.r o il1tn qrfllt d0 cultura <' roducaciio. 
--'Tudo bom.E o senhor como está? Recebo sua 
visita todo dia, só que niio o vejo há al - 
gum tempo.Por que? 	. , 
-Amiqo Zé,6 o trabalho,menus negócios,via 
<J<'nR .. 
Jucob StrnuRS 6 r0mnneRcente <l0 familia 
Turco-ãrahe -judia.~ pPssoa dP olhos vivoR 
cérebro "off setado": só faz dinheiro.Esta 
tura bnixa, carrancudo.R muito esperto.Co­ 
me,deqlute só não 0xcretn: pois tudo n010 
é <linheiro que não cheira bem. 
-Coinci<lPncia encontrá-lo Sr.StrausR? 
-É e não é, amiqo z6.S0mpre sou convidado 
pela nossa associação,o nunca ou quase nun 
ca,venho a estas chaticeR <le reuniões, a 
não ser qu~ pr0cise vir para neaficios.VocP 
zé,o que está avendo,dificuldades parasa! 
dar seus compromissos? 
-Preciso d~ uma nova reneqociaciio em ter 
mos mais justos. Toda produção vai e di 
nheiro não vem. Rstou sem saida. 
Jac9b Strauss 6 o principal sócio <ln 
Clube.É atrav6s dele que todo o univers0 
financeiro se desenrola.tele quem faz os 
principais contratos negociatas,"rolos" , 
contrata,descontrata,impõe suas inéiaR, só 
nunca aparece ... 
E Zé Brasileiro sabe.SÓ não adianta pro­ 
curá-lo.São negócios feitos através do clu 
bc.Só o clube pode resolvê-los:niz o onhor 
Strauss sempre. 
Zé Brasileiro possui a Terra mais nobre 
do mundo.Nela ele planta:Soja,milho,amen - 
doim,banana,laranja,feijão,arroz,cria qado 
>ves,porcos ... 
Em tudo é sempre o 10,20 ou 30 na produ 
ção,qualidade e preço. 
Possui muitos filhos:~ngenheiros,cien - 
tistas,artistas,economistas, trabalhadores 
bracais.~omens inegávelmente inteliqente , 
trabalhadores ... 
Porquê seu zé Rrasileiro deve tanto se 
é rico, trabalha e é inteliqente? 
zé Brasileiro está arruinado graças a 
alguns de seus filhos. unca procuraram a - 
gir com a sabedoria que o pai lhes ensina­ 
ra, muito pelo contrário.Sempre o poder fa 
lou mais alto.A riqueza rápirla e pessoRl 
está sempre na frcute de todos os ½ons 
princípios,mesmo que estas atitudes levem 
o pai a ruína total e todos os seus irmãos 
a grande maioria, passem fome, não tenham 
onde morar,escolas,saúde. 
O que importa é dinheiro e o senhor 
Strauss me dá grandes comissões quando pe­ 
co-lhe emprestado, mesmo não tendo meu nai 
necc-ssidade. 
Assim pensam alguns de seus filhos:Del­ 
fins,Robertos,Funaros,Nobrcqas .•. 
Até quando ... o senhor z6.Rrasileiro vai 
deixar isto áCOntecer? 
PROFO TSER MORET DE TLMEIDA 
IFDIO CUL TRAL 
EDSON MORDES 
r; 
O can'ida o 
PI· L con i nua 
MIRCH DO C 
GIRINO lOUREIRO 
,ln 
'1 ll 1 
AOS NOSSOS ASSINANTES 
RONEY MORDES SIMOES 
"Umn atuacio vol­ 
tada para o proaros­ 
~0 d0 ncln Vista"-es 
to é o qvia do condu 
ta <lo candidato,v0 ~ 
rcador Roncy MoraeR 
Simões. 
F.mprcsário e pro­ 
dutor Rural,Ronoy já 
iniciou contatos vi­ 
sando dinamizar a As 
so.cinçi'io Comercial 
de Bela Vista e 
Luiz 
O vibrante desportista vem catalisanrln 
as atenções pelos seus pronunciamPnt0s sin 
ceros e altamente favoráveis a mdança do 
sistema palitice ora vigente 0m nossa cida 
de-. Para Luiz "nota-se um climil de pessi - 
mismo em RF.~/ VISTA, isto reflPte um siste 
ma quo não condiz com as reais aspirac6ei 
do povo b0lavistense.~udam-se ns qovernnn­ 
tes quando estc-s não correspondem às ex 
poctativas populars, por isto temos ue 
eleqer F.dson e F0rnando.Ser~ um novo tempo 
pnra Bela Vista,um tempo de paz, calma, 
Ivan Marques 
o advoqado <lo povo continua a correr Pela pr~meira vez ouvi um oroqrama 
solto pelas ruas da liher<lar:le,é isto o nue político na rádio, e qost<>i do pronu~ 
o vereador Ivan representa a luta pela li- ciam<>nto <lo professor HÉ>li0 !lassocato. 
berdadc.R o pnvo sabp rlisso.V0taria em mas Coerente, sem ataques pessoais, culto,de 
sano Dr.Ivan. 	fendendo as obras do prefeito e até 1om - 
Proietos e lnrli 	hran<lo que o momento ostá realente 
cações do vereador,na 	difícil, mas que ainda resta espera 
Câmara. são centenas ; 	ca para o Rrasil. . 
do fensor de Rela 'li~ 	Gostei, é se qostei, Req istro. ~ isso 
ta e um verea - 	ai, uma campanha si::M ÓDIO política tam- 
<lor de coragem, dcn11n 	½ém se faz com amor (PP) . ' 
ciou por várias vc-zes 
os c-rros <la Adminis 
tração e cobrou as 
promP.ssas de campa­ 
nhas (las voltaram) 
E v-erear:lor têm nue 
ser assim, com½ativo 
e LIVRE.Ele é preso 
somonto ao povo. 
Precisamos de 
Ivan na Câmara, pois 
ele representa o povo que quer a liherdadc 
para viver com DIGNIDADf: e SEM HEDO. 
Já que apenas um ou dois candidatos a 
vereadores do PMDB consequirão os votos D? 
cessários para cheqar à carleirR da cãm~ 
ra Municipal, é bom para o povo que 
um <leles seja o Gasco. É um dos nO 
cos Peemedehistas que mantém a linba nos 
discursos,não ofendendo aos ~<lvnrsárioS 
j~ prestou mais aiuda ao povo ae Rela 
Vista do que todos os Rcus companheiros 
de partido, candidatos a verenr:lor como 
ele, nos seus programas de utilidade 
,--------------------------publica na Radio. 
É homem de bom coração, puro,hone~­ 
t.o, trabalhador e educado. ~ducacão es­ 
sa que ostá faltando em todos os.co 
micios do p !J'~ . 
... 
Ti-. 
e 
i" ··-· . 
'.',··:-:. 
maratona pelos bair 
ros da cidade, V. 
mitando a fami 
lias, conhocon!o o 
problemas o e in 
oirando das neco; 
sidades de ceada 
bairro. 
criar tamh0m um Clu­ 
be rle Lojistas. 
Sequnrlo 11.on<>Y , 
precisamos criar al 
ternativas para ro­ 
erquor o nosso com·r 
cio e unirlos, atinqI 
rcmns OS n<lSSOS ohjc 
tivos.'l.onPY lembrou 
também que Pela Vis­ 
ta precisa de ace 
lcrnr o seu dcsenvol 
vimonto, 
Calliari Machado. 
COLABORE COM O !';NTREGTDOR DO SErJ 
JORNAL PROCURANDO QUITTR SUA IISSINA- 
TURJ ANUAL. 	A DIREÇÃO 
"estamos 
I 
l orr ,:, ; ·I r ,, } 11 ' 
tar pela, instalacã 
, ma Pcnla 'Técni- 
ca Aaricola do Mun 
o, To Vi têm gido - 
cor,+tanto nos pro 
nunciamento do ahi 
nio. 
llorn<>m 1 ir.ado ao can aail i 
7 
i r 
po,cabinio na câmara ma. 
dia a dia perdendo 
torreno na reaião,is 
to po.rrt1<' não há ps= 
timulo rlos poderes 
públicos parn a ins­ 
talaci'io de novas em­ 
p.rcRab na cidade, o 
quP. geraria mais cm­ 
preqos e mais impos­ 
tos. 
************* 
************ 
LUTE! 
9l E2Z 
E 
ci: 
- . ~ 
J-OSSIVEl Â i 
~ 
rorrari cri r ums 
•olí.Hc,1 ar.ríco1 
n a vist , f t1 
orce inclu 
r»roarama de A 
'ração,ma a/1 
ro 1 l ~ ',vio n 
í•~ ,,., ;-,ronr 1 
RONF.Y MORAES SIS 
trannuilidane,união r muito progresso. 
A respeito do esporto Luiz afirmou que 
o potencial ele Bela Vista é imenso, preci 
samos aprnas descentralizar o osporte,a 
tenclcndo a tocloR os clubes e criando es 
colinhas nos setores ele voleihol,nataçâo~ 
fut0½ol,fntel)nl <le salão,ntletismo organi 
zar a nossa ciclarlP ??ra participar ele P ~ 
ventos 0sportivns. 
Luiz na Câmara, será o pr,·10 traba - 
lhando. 
GOSTEI - 
GASCO 
(AFVE) 
A 
RELA VISTA 
PARTIR DA 
CIAREMOS 
CO,M 
A 
s:::MAl>IA Qm: VEM INI­ 
SÉRIB "BELA VISTA lJRG~- 
FOTOS E 
--------//!---------- 
IUBON 
• Fábrica de Tubos l TDA. 
7 
T U B O S D E c o N C R E T o s 
' U A: G E N E R A L R O N D O N N9: 2 5 l 
FONES: 255-1205 255-1202 ?.55 1376 
B NI T O M 1 T O G R Q S_ s o n o S U L.. 
SERV"íCO DE 
ULTRA-SONOGRAFIA 
· OE JARDIM 
TELEFONE: 
?51.1529 
ULTRA-SONOGRAFIA EM GINECOLOGIA 
OBSETRICIA E MEDICINA INTERNA. 
COM HORA MAf!CADJ. 
RUA 14 DE MAIO, 164 
- CE RO - JARDIM..