TRIBUNA DA 
l 
BELA VHSTA - MATO GROSSO DO SUL ANO:XVII N?: 927 12 DE NOVFMPRO DE 1988 - REDATOR-CHEFE· IVALDO PEREIRA 
0 POVO QUER ORDEM 
E PROCiRESSO, UM 
NÃO AOS RADICAIS 
Há vários dias de guerrilha". 
que esta Tribuna da Vimos, até aqui 
Fronteira, vem aler -- em Bela Vista, e em 
tando os poli ticos en Amambai, o inc i tamen 
volvidos na atual cam to à violência, .,. ;:;­ 
panha política, e a.- clima para uma dis~~ 
lertando, também pa- ta violenta, ameaças 
ra a atual situação e até tiros cm dis - 
do pais. Greves quase cussões políticas. 
todos os dias, mani - Não é isto o que 
festações, desrespei- o povo quer, o povo 
to à autoridade, às quer ORDEM E PROGRES 
familias, à pessoa h~ SO. 
mana. 
Em Volta Redonda 
radicais da esquerda 
se infiltraram no mo­ 
vimento grevista, re­ 
sultado, morte de 3 
operários.Choques com 
militares do exérci ~ 
to, agressões, coque­ 
teis molotov, barras 
de ferro, pedras, as­ 
sim os manifestantes 
receberam us milita - 
res.Segundo o Ministro 
do Exército, general 
Leõnidas Pires, " uma 
verdadeira operação 
Seria bom, muito 
bom, para tranquili­ 
dade da familia bela 
vistense que o poli­ 
ciamento fosse redo­ 
brado no dia 15. Até 
mesmo um alerta às 
nossas autoridades 
militares. 
OS RADICAIS DE ES 
QUERDA ESTIO VOLTAN­ 
DO. Isto só prejudi­ 
cará a nossa DEMO 
CRACIA. 
O Centro de Comunica - 
,ão Social do Exército di 
vulgou a seguinte nota o= 
ficial sobre os inciden - 
tes ocorridos na Última 
quarta-feira, na Compa 
nhia Siderúrgica Nacional, 
em Volta Redonda (RJ): 
"Para que os deplorá - 
veis acontecimentos na 
usina de Volta Redonda se 
Ja conhecidos e correta­ 
mente interpretados em to 
dos os seus aspectos es - 
senciais, o Centro de Co­ 
tunicação Social do Exér­ 
cito presta aos meios de 
comunicação e ao público 
em geral, os esclarecimen 
tos que·se seguem. 
Todos reconhecem que 
a greve é um direito cons 
titucional, mas o ocorri­ 
do na Companhia Siderúrgt 
o 
O 
ca Nacional nao se ateve 
a um movimento trabalhis 
ta. A ocupação pela for­ 
ça das instalações e a 
aça0 agressiva de pique­ 
tes caracterizaram um 
clima de desordem, com 
sérios danos ao patrimô­ 
nio e à economia nacio - 
na 1. 
Na suposição de tra - 
tar-se de mais um movi - 
mente reivindicatório 
foi deslocada a mesma 
tropa que, em vezes ante 
riores, conseguiu obviar 
os inconvenientes assi - 
nalados sem chocar-se 
com os grevistas. 
Desta feita, lideran- 
. as cujos objetivos eram 
a provocação do confron­ 
to e a quebra do prineí­ 
pio de autoridade, e não 
. CARTÕES DE' NIT8L 
Venha conhecer os modernos e 
CARTOES DE NATAL TRIBUNA. 
Impressos a cores. 
Diferentes padrões. 
Não imite ninguém; faça com que a sua 
mensagem de Natai demonstre a sua PERSONA­ 
tDAnE. 
pessoais 
Venha ver, os nossos cártões sao boni­ 
tos, com arte e simples, mas diferentes.Te 
mos para pronta entrega. 
Todos em alto relevo. 
!INFORME TF 
LEIA NA PÃGINA - 03 
_._..-. I 
GIBINO É O EQUILIBRIO 
Cheqamos ao fi - 
nal de uma campanha 
olei oral. 
O povo foi ao 
comícios, ouviu os 
programas gra uito 
na rádio Bela Vista 
e leu os jornais. 
Ouviu a todos os 
candidatos. 
E, hoje, pude 
chegar n umn conclu­ 
são: QUEM QUEM. 
E neste contexto 
nesta conste lação, 11 
ma estrela brilou ma 
is forte, pelo qui­ 
l{brio, seriedade e 
competência. Falamos 
de GARINO LOUREIRC 
GJBINIO. 
Não há mais o que 
falar, caber· à voce 
agora, el itor, Vo - 
TAR CONSCIENTE, pen· 
sando em nossa cida­ 
de, nos seus proble­ 
mas,e elegendo pes - 
soas EQUILIBRADAS. t 
isto o que Bela Vis­ 
ta mais precisa.EQUI 
L!BRIO e SERIEDADE. 
T' E JO 
Comunicamos o falecimento do senhor 
Z02 PINHEIRO, ocorrido nesta cidade dia 
08/11/88. 
Produtor Rural, homem simples e dedi 
cado, ZOÉ PINHEIRO deixa esposa,filhos 
filhas e netos.Deixou uma vida de exem 
plo. 
o 
i t d 
apenas a defesa de rei - 
vindicações trabalhistas 
criaram uma ambiência de 
hostilidade,insuflando-a 
até atingir seu real ob­ 
jetivo:a confrontação. 
Na escalada que estes 
falsos líderes trabalhis 
tas engendraram e execu­ 
taram, a tropa foi rece­ 
bida com agrcssoes ver - 
bais e barrada-no seu in 
tento de desocupar a usi 
na com açoes hostis bem 
coordenadas cm que, cres 
centemente, das pedradas 
e golpes com barras de fer 
ros passou-se ao arrenes 
so de coquetéis molotov 
uso de piquetes e também 
disparos com armas de fo 
go:uma verdadeira opera­ 
cão de guerrilha urbana. 
Para cumprir a missão 
de defesa do patri□Ônio 
público, determinada·pe­ 
lo Governo de modo claro 
e legal, tornou-se impe­ 
rioso reforçar a tropa 
com outros efetivos, in­ 
clusive da Polícia Mi1i­ 
tar. 
No cumprimento da or­ 
dem de desocupação e pa­ 
ra defender-se da violn 
eia das agressoes, as 
tropas viram-se compeli­ 
das a enfrentar os ages 
sores de modo também vi 
lento. 
As vítimas resultad - 
tes sao, em verdade, v{-­ 
tinas daqueles que, lide 
rando arruaceiros profis 
sionais e insuflando era 
balhndores, urdiram e 
executaram um plano cm 
que o choque por eles 
o 
GD 
ERNANDO FPANCISCO 
mesmos desejados e provo 
cados, e apenas uma fa = 
se. A próxima sera, sem 
dúvida, a da exploração 
dos acontecimentos com 
versoes tendenciosas em 
que os provocadores vao 
se apresentar como líde­ 
res trabalhistas que nao 
sao, "denunciando" as 
violências que desejaram 
planejaram e promoveram. 
O episódio, dos mais 
lamentáveis, so poderia 
ser evitado se aqueles 
que o provocaram tives - 
sem buscado a consecus - 
sao de seus propósitos 
pela via democrática, pe 
lo respeito à lei e aos 
bens públicos. 
O Brasil não pode 
deslisar pelo plano in - 
clinado da desordem . 
o 
Este nao e o camin.,o 
desejado pela maioria 
dos brasileiros. É uma 
senda equivocada que o 
Governo e a Nação estão 
determinados a evitar. 
Estejam todos certos 
de que o Exército cum - 
prirá, sempre que as 
circunstâncias exigirem 
com as açoes adequadas, 
por duras que sejam,sua 
missão constitucional 
a garantia da lei e da 
ordem. 
Brasília l0,de Nove­ 
bro de 1988. 
Assinado: General de 
Brigada José Ary Lacon­ 
be. 
Chefe do Cecomsex. 
O IIMIGO DO POVO 
GASCO 
Se tivéssemos por obrigação hoje,vo 
tar em um candidato a vereador do PDB , 
nao pensariarnos duas vezes,nosso candida 
to seria Frnando Fransisco Gasco, o Gas 
co. 
Radialista,comunicador, homem de prin 
c1p1os morais, devoto de Deus e acima a 
tudo humanitario,Gasco,sem desmerecer os 
demais candidatos do PMDB,é um dos úni _ 
cos nomes do partido que nunca subiu em 
palanque para falar mal de quem quer aue 
fosse.Fez sua campanha de forma decon+ 
e honesta e os eleitores belavistens 
saborão julgar o trabalho desse home 
que hã mais de quinze anos cheqou em nos 
sa cidade, fincou raizes e hoje está c. 
lhendo os trutos de seu trabalho t - 
d • 	a ravos 
o reconhecimento de nossa comunidd 
"G - 11 	• 	• 1 a e. 
» iascao', o amigo do povão é um nome 
certo para estar,a partir de lo de Jan . 
ro,representando a comunidade bel, el 
se no Legislativo municia1 4,,Viste? 
1 
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t l,J 
IJLf.f 'II ''TT. - • 
UOR em lção 
, 
"OUEIXftOI FORA 00 BaNDO COMIDA OE ONÇA" 
N,io pOdf'rÍ.1!llO!'I c1Pi >UH r1 form,t nlqumn, 
de manifestar contra ostos elementos que 
í osão denear indo a imagem e o trabna "­ 
lho, ,lf' um., nt i dado qui tem como filoso­ 
fia e o objetivo do dofonder os direitos 
o deveres de uma classe que até pouco era 
considerada a mais desunida do Pais, uma 
entidado que não discrimina seus associa­ 
don por quantidade ou qualidade, Ela sim­ 
i' lC'!Jll1C'n C' é ,1 llDH - IJN Il  OF.MOCR/TTC/1 RU 
Hl!.JS'J'l, 11 r fPnnoru do P0q11 no, Mé>dio C' 
Grande Produtor Rur l, uma Pntidadc que 
niio luta por i11 t'r<'os<.> político, niio vin­ 
,·ulamos nosno trabnlho à Secre aria ou Mi 
niu é-rio ulgum, vinculamos sim, nosso ap~ 
io s pessoàs de capacidade e <JUC tenham 
º" in C'resses ligados ii classe produtorm. 
"NÕo m· lhamos em ferro frio". Não apoia - 
mos e nem lutamos por aqueles que nada co 
nh0cem <los nossos problemas e tenham a ver 
conosco. 
llgora, admiramos e "repudiamos" ague - 
lPs que sP dizem Produtores Rurais, detcn 
tores de centenas ou wilhares de cabeça 
de qado, ou ate mesmo, de toneladas de 
graos, vir C'm palanque, em 0pocas como cs 
ta que estamos atravessando, ou seja, de 
Eleições, e denegrir a imagem do homem do 
campo, que luta e produz alimentos para 
toda a populaçao em geral, Porque na hora 
do almoço e do Jantar, nao fritar0mos papel 
e nem omaremos sopa de automóveis. t por 
esta e outras, <JUe conh0ccmos os homens' , 
a sua capacidade de trabalho, de honesti­ 
dade, de interesse pela sociedade em re - 
solver seus problemas, qual é o maior pro 
blcma de hoje? Não é a alim0ntação? Pois 
então, ao invés dos Srs. Néqo Zacarias 
Marcos Barbosa, Abraao e Rachid Saldanha 
Derzi, este "Excelcntissimo SC'nador Lidcr 
do Governo do PMDR", pessoa de confiança 
do Sr. Sarney, Produtor Rural, travf'.Stido 
de medico 0m 6pocas dC' campanha, SC' diz 
defensor dos m0nos favorecidos, dos sem 
terras, enfim de todos aqueles que se di­ 
zem nao terem nada. Mentira, ladr5o devo 
os, vem a Bela Vista com mentiras e calu 
nias para levar votos e de~ois s6 cm ou= 
tras campanhas, porque Rachid, nunca trou 
xe nada para Bela Vista, o que ele faz e 
s6 levar o dinheiro que aqui arrecada com 
venda de touros cm épocas de exposições , 
e que nem a sua presença é notada. Admira 
mos a sua atitude e dupla personalidade 
em palanque, ficamos perolexos em vê - lo 
voltado contra a sua classe, homem nue hã 
noucos meses atrasem Rrasilia, 0ra consl 
,derado pela Esquerda o Coronel da UDR, oo 
is o seu gabinete era o nosso Quartel Ge­ 
neral. Mas como eu dizia, ao inves dos se 
nhores estarem se preocupando com o traba 
lho da UDR, coloquem na mesa Planos e nrÕ 
postas, para lutarem por uma política~= 
grícola e pecuãria, não com juros subsí - 
diados, mas com juros diferenciados de In 
dustrial. "Seriá o Juro Rural", propostas 
de melhorias de vida para os Bclavisten - 
ses, independente de Cli.l!'.JSf' social, lutar 
e reivindicar o asfal o Jardim-Hela Vis a 
para que pudéssemos receber produtos cOn 
menos custo do fretes, assim estariam be­ 
neficiando também os menos favorecidos 
asfalto das 40 quadras na cidade, benefi­ 
ciando mais de 1,000 familias, ou enão 
renunciem ao cargo que exercerm por não 
terem. cumprido as promessas emn palanques. 
Eu, como representante da UDR em nossa cl 
dadc, não poderia deixar de dar meu apoio 
ao Canclicl.t ·o ci,l Coligaçiio PTB, PFI. (' PDT, 
Sr. EDSO! MEDEIROS DE MORAES, Produtor Ru 
ral, pessoa que se iden.ifica conosco , 
que tenho ccrte,.a, lu ·ará Laml><?m pela Cl<.1~ 
s Rural, apesar de que; os Srs. _N@goZa­ 
carias, J.braio Zacarias e Marcos ~arbosa, 
fazerem parte do nosso quadro d0 associa­ 
dos, aJudan<lo ~ fundar a UDR cm nossa ci­ 
dade e hoje volLados contra a classC' <le 
produtores e Lr.abalha<lorcs Hurais, da c:iual 
fazem parte. 
"QUEIXJDl FOR/ DO BANDO t COMIDA DE ON 
Cl". E agoril ch0go11 a hora ela onça lwlwr ãguÜ. 
CELSO CORHf:A-Pr0sid0n e IJDR Municipal dC' fie­ 
la Vista. 
os 
BENEFICENCIJ. HOSPI'l'ALlR 
DE BELJ VISTJ 
f«is a ?nula;ião 
elmiistese 
ESTIBELECIMENTOS DE ~ERVIÇOS 
SAÚDE DO F.STADO DE MATO GROSSO DO SUL , 
EM ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDDJ/RIJ REI­ 
LIZADA NO DIA 03 DE NOVEMBRO DE 1988 NO 
HOSPITAL UNIVERSIT/RIO DE CJ.MPO 
COM A PRESEKÇA DE 60 DIRIGENTES l!OSPITA 
LARES - TOMOU l SEGUINTE DECISÃO: 
1 - SUSPENDER EM ÂMBITO ESTADUAL, NO 
DIA 10 DE NOVEMBRO .DE 1988 O ATENDIMf.N­ 
TO ~os BENF.FICIÃRIOS, DO INJMPS/SUDS EM 
ClR/TER DE J.DVERTÊNCil, FESSILVADOS 
CASOS DE RISCO DE VIDA. 
lTENCIOSAMF.NTE; 
Lto· RENITO MIRJNDJ 
PRESIDENTE DA BlillV. 
DE 
GRANDE 
os 
o Juiz de Direi:o da vara da <.:o 'e 
Hela Vista-MS na forma da lei, etc. 
FAZ SABER quc, em cumpri' 
e eaais do processo d :cuçio 
perante este Juízo entre partes, 
+' ± ,O ar(Ar c 
xequente (s) PT • li l »tis o » • 
xccttaoo(:;) /LT/IH f'(,l).I";ll'!' e·::, Il 
Of<'I'lZ RODRIGlll'.S (Au 05 nQ 4•;/87), :.o 
elo FcH r íc 10 c!o ! óru:n ,1, ., t:a cc. r • , 
Barão do Ladário, no 1595, nesta cid 
e 14:00 horas do dia 09 de Dezembro 
19 será(ão) levados(s) a público pra7e 
do venda e arrematação em praça pública, 
quem mais der acima da avalia;ao menciona- 
da abaixo, o(s) hcm(ns) .rc,,horado(s/ ao(sJ 
Executado(s) no referido processo, a se - 
quir descrito(s): 50 ha (cinquenta hecta - 
rcs) de terras pas t.:u s e lavradias da Fa - 
zonda São Vicente, posso denominada São 
Martins, si ua<la no Município<lr> C,1r.ico:-:i: 
confronta .c1o ao Norte com terras de Joio 
cand1<lo Rodrigues; ao Sul com a DR-267; 
Leste com /lltair Rodrigues C' a Oeste> co 
terras ele ,João Cannido Podriaues, :-i'ltrici:­ 
lada sob o r,o 1.105, área esta for:ada cor 
capim brachiaria, avaliada em sua totalida 
de por CZ$ 1.000.000,00 (um milhão de c:Ç 
zados). Não havendo expediente em qualquer 
dos dias clesignadas para as praças, estas 
rcalizar-sc>-áo no mcs:no lotr e :10 :-ies:,-:o ::e 
rário dos dias fiteis imc<liata~cnte s gu!~ 
tes. 
Avaliado em CZS 1. 000. 000, 00 (um milhãc 
de cruzados) . 
Não consta nos autos a existência de~ 
nus sobre o(s) bem(ns) e o feito não está 
sujeito a recurso pendente de julgamento. 
Se, na data indicada, o(s) b0m(ns) ~o 
alcançar (em) lanço superior à avaliação ·, 
no mesmo local, às 14:00 horas do dia i9 
de dezembro de 1988, será(ão) levado (s) 
novamente ii v,:,nda e arrematação em segunda 
e filtima praça, d0sprezada a avaliação e 
v0nclido(s) a aucm mais der. 
F.u,-------..'.---------, Escrivão do Juízo 
fiz e::trair o presente dos autos indicados 
o conferi e subscrevi, nesta cidade e co • 
marca de Bela Vista aos 27 de outubro de 
19 8 8.r. VILSON eERTELLI _ J ui:: de Direito, 
E X P E D I E N T E 
TRI;A DA FR0NTEIRA 
(FUXDADO E 2O i FEVEREIR0 E 1972) 
Fl''DAD0R: l',',LDC PE?EIRA 
REll,TOR Cl't:~·E: I'AJ.')t) PFREIRA 
;'ERE':TE: G[!.S0:S Sll.', SA'.':TOS 
,(EPORTAGEi:s: LUIS l!E);RlQUE :,;, CÜRREA E r:,.LIJH,0 ?.~ 
DPlGt:ES. 
R~ll,ÇAO ,Dm"lSTRAÇ,  E PARQt:E GR,FlC0: Ru3 da Re· 
pública, 564-Caixa Postal-23 - FONE: (067) 43% 
!AIO Sede Propria. Registro no Cart6rlo de Titu~• 
e Documentos nQ )S. 
Q 
:!st 
COLABORADOR 
Õl,RC0S L<lR IS 
Gaun@ora um soo@.- @oi#oi4,ali#a. 
quem acredita em sonhos sabe o que é melhor para$l 
l 
t:~I Fi ,.IADO À AD.IORl E AllRÃJORl - 
SEMANÁRIO DA REDE BELAVISTE'.,;SE DE JO:l:--AIS- 
C.G.C-F 15 513. 	s. 
- ::,.:, .203/0001-59 - 1:--:scR.EST. 2s.2
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')00 3-1. 
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GGrto_oKA: QUEM_ ESTARÁ COM _MÁS INTENÇÕES?2 
usou surpresa e Inúmeros comentário a decl 
ação do Deputado Estadual aldemlr Hokn, que diz 
er belavfstene mas que virou as costas para nos- 
11 
cldndc e nqui ao vem qunndo tem fesa ou em cnm 
,
3
n1ta pol!tfcn pedir votos. Disse o deputado, em um 
afeto do PMDI, que "ninguém em sã consctencfa faz 
Investimentos vultuosos em uma compouha politlca , 
qu,o oaGlm procede é porque está com mns intenções'.' 
Sobre Deputado, se Va. Exc1a. fosse mais Inteligen 
te um pouquinho nao diria tamanha asneira, pols tÕ 
dos sabem que ciue':' está )Fintando n vontndc, quem pÕ 
de gasrnr 10 milhoeH para trazer Grctclu·n, ~lillon~ 
rio e Jooé llico, quem está cllstrlbuinclo paclrÕen ele 
luz, cestas de nUmentos, mncleirns, tijolos, cimen 
10 e outros favores pela cidade, nlém de farta dts 
trlbulçiio de prêmios em fosta realizado no r.inúsiÕ 
de Fsportes é o seu (amip, •rndo PMDll. Oeputado Moka 
•:enhn sempre a Beln Vista, mos venha com boas notí 
elos, com novns idélus, com verbos para realizar as 
ohros promctidns por Vossos Excelências e Governa­ 
lor do Estado à nosso povo e niio com demagogia ha­ 
rnia e ataques pessonis n candiclotos somente por se 
re seus ndvcrsã r 1 os pol! tices, pois i.uas atitudes 
o,o fornm digna,s ele um deputado estnclual. 
10 SENADOR RACIIID? SERÁ Qllf. VOI.TA À BELA VISTA?? 
Tem muita gente pcrguntnnclo, scrâ que o Senador 
todo poderoso, líder do Govcrno Snrncy no Senado da 
3epbltca, Rachid derzi, voltará à Bela Vista corno 
havia prometido, se provocndo fosse? Tem gente que 
rendo subir em palanque cara a cara com o ilustre 
Senador e mostrar quem é clemagogo e mentiroso. Ou­ 
v!do que ele volte!! S6 na pr6xirna campanha políti 
ca, como a maioria deles sabe fazer! ! - 
nossrt EOSON MOllAES f.SCLAFECE A VERDADE! ! 
Quando abrimos n boca pnra falar alguma coisa,é 
olster pensar. bem e tomar cuidado para niio falar ne 
ohuoo besteira. Pois é, essa tramela, os peemede - 
listas, candidatos cio partido situacionista e .tarn­ 
bê~ o Sr. Prefeito Municipal não tiveram e sairan, 
~los quatro cantos ela citlade, nos palanques, di­ 
rendo que Edson }loracs, candidato ela Coligaçiio das 
~osiçÕcs de Bela Vista cra tudo de ruim que podc­ 
rln existir. Agrediram tanto, espalharam calúnias 
que resolvemos apurar a verdade. Em edição extra cs 
ta secana mostramos aos belavistenses a vcrdddc sÕ 
bre o candidato oposicionista no Dossiê Edson Mora 
!S, E resuo, Edson não deve nada a ninguém, con:: 
'crze co:provam os documentos transcritos na edição 
' que se encontram cm nossos arquivos a disposição 
lc quec interessar possa. 
ABRAÃO ZACARIAS OECLARA f.DSO~ INATAC,VEL ! ! 
Agora, o que mais chamou a atcnçao cm nossa re­ 
!Ortagec foi urna declaração do Prefeito Municipal, 
~raão Zacarias, dizendo que Edson Moracs é inata­ 
avel, datada de maio deste ano. De setembro para 
a, por ser seu adversário político o homem nao 
Resta mais Sr. Prefeito?? Parece que va. Excia.pi 
sou na bola dessa vez!! Vamos à Declaração: - 
"DECLARAÇÃO". 
Declaro, para que produza seus legais efeitos que 
'cidadão EDSON MEDEIROS DE MORAES, lirasileiro, ca 
Sado, pecuarista, residente e domiciliado na Rua XV 
!• ~ovembro, 559, Centro, nesta cidade e coarca de 
ela Vista, neste Estado, desfruta no seio de sua 
classe e no da coletividade em geral, como pessoa, 
co~o administrador, como patrão, corno Presidente do 
5
bd!cato Rural ele Bela Vista, da maior admiração 
t estima. t INATACÁVEL. 
Bela Vista - MS, 18 ele Maio de 1988. 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
Prefeito Municipal. 
CUTUCARAM, CUTUCARAM E SE DERAM MAL! ! 
~is é, desde o início ela campanha política cm 
:ela Vista, os integrantes cio PHllB, Prefeito Abra­ 
s, candidatos a vereadores e até gente que niio é 
C
3
ndidnto a nada e sem nível e competência, talvez 
':4 falta do que apresentar ao povo e ao verem a COE, 
Q.ldntura de Edson Horaes se agigantar a cada ,dia, 
º'
s
cacbarm:i para O lado dos ataques e das agressõ­ 
s, falara tanta besteira e tanta.s.,,.p:entiras, ata­ 
car.io até a família dos candidatos da Coligação das 
°"ºsiçÕes que eles não aguentaram mais e resolve - 
rai:, dar um basta em tudo isso. Todos sabemos que Ed 
'on u 	í 	- d 
~l noracs, desde o in cio de sua campanha nao a - 
- ti.i que candidato nenhum da Coligação atacasse os 
,!Us adversários. Mas ninguém é de ferro e o homem 
ao, 
Co em sangue de barata. Em um com cio no Bairro 
st
a e Silva, 0 Nharon, as verdades foram ditas, 
º·Povo ficou sabendo quem são esses que hoje ata- 
as 	- 	d 
da 
0
s candidatos da oposiçao. Resultado, os can 1 
; tos do PMDB e eia. Ltda. viraram -todos "santos de 
!
1
anque" e parece que o alto nível vai retornar 
~esse final de campanha. Taí, n:io se cutuca onça 
var curta, pois quem procura acha!! 
' 
• ln: no PRETO E BRAlCO NESTE DIA 12 NO GRl:MIO! ! 
~ Olha a sociedade em geral, juventude, senhoras 
, S<1nhores, como falam os políticos. Neste dia 12, 
,"Ir das 22:00 Hs, a sensacional e esperada No! 
i e Preto e Branco, numa promoçao do Grcmio Pe- 
ta Rufino e ,1arcos L6ris. Novidades:! Niio percam!! 
·x PLAR: 50,00 
!"ALA 'lO(J EM »JT )0 PRE O. 
pai,a.-e par , eco 
furar: a oportunidade, línd 8 u 
seis super gatas da capital estarão s 
em trajes super sexye. Vale a pena c 
ela 11 
I? TORNEIO DE DUPLAS DE VOLf.[ !JE f1U ',. 
Organizado pelo jovem Vinicius Mores, foi reu­ 
llzado neste último domingo na praia do Rio Apn, o 
1~ Torne lo de Volei de Areia em duplas. proveftan 
cio o forte calor que fazia na Princesa do Apa, ui 
tn gente' esteve prestlglnndo n inlciativn que con­ 
tou cou.a participação de virias duplas formadas 
pelos prntlcnntes do voleibol de Bela Vista. Na fo 
to abaixo um flagrante de bon!to evento. 
O.:l 
f !ILG ,:,1)0 A O A DA 11,ÇA BF!ll R MIJA''!! 
ta 15. rsita era i«ir a at, «Gao rs 
»,e passada pelo candidatos a 
diversos c tarao sendo julgados pelos elel- 
tor. . Epe que c belavfsten aiban, esco- 
Hher os representantes, tanto para o Executl- 
vo como para o Legislativo, mister salientar que 
cada um te+ uas preferências, suas Idéias e essas 
devem ser respeitadas, mas todos nós devemos votam 
conscientemente, não em partidos e sim em pessoas, 
cm candidatos, pois partidos hoje são uma verdade1 
ra salada de letras apenas e tão somente. Que ven- 
2a melhore sorte para todos!! 
1 
1 
1 
- 1 
1 
"Voces estao proibido's de conversar com aquele re 
porterzinho la da Tribuna". Do Sr. Ayres Caure, c 
didata a Vice-Prefeito pelo PMllR, para seus cabos e:: 
lcitorais em reuniao no comitê do Partido. 
"Eu quero pegar aquele cara, eu tenho una sede des 
se tal de Ubaldi.no". Também do Sr. Ayres Cafure par 
amigos no comitê do PDB. 
"É P.sse cara a{ que é o tal de Ubaldino, rep6r _ 
ter da.Tribuna". Essa ele disse à um anigo no clube 
Esportivo Belavistcnse, muito curioso em saber se e­ 
ra essc_redator que se encontra= no clube. Infeliz 
mente nao se tratava de minha pessoa e sim do amigÕ 
Afonso Marin, funcionirio do Bnmerlndus e de sece _ 
lhança pnrecida. 
"Po QUE O lNTE'lESSE KO FUNCIO"l,RIO DA TF"?? 
Particularmente nao trmos nada contra o candida­ 
to a v.i.ce-prefeito do PMD!l. S6 n.~o concordamos com 
suas atitudes políticas. Quanto ao faro dele decla­ 
rar para os seus anos que não gosta do redator da 
coluna Informe TF, deve de ser pelo motivo de hã al 
guns clJ.as termos veiculado _umas verdades a seu res­ 
peito, onde afirmamos que quand. da eleição para Go 
vcrnador e deputados, de 86, ele mentiu e enganou a 
muitos bclavistcnses humildes. Es e fato ê uma rea­ 
lidadc e pode ser comprovada a hora que quiser. 
"OLHA AQUl SR.CAXOIDATO A VICE PELO ,P~IDB"! 
Se acha que fnl tamos com ,, verdade nos processe, 
existe a justiça para esses casos, mais especi~ica­ 
mente, a Lei de Imprensa. De :nais a □~is, u:n- dia não 
tivemos medo nem do infeliz que assassinou covarde­ 
rnenrc nossa rc.ãc. ha alguns anos atris, acha 
O 
sr.que 
com essa "panca" de "Presidenciivel" e conversa fia 
da e□nosso norr.e por af vai nos intimidar? Gostart":i 
rle snber o que o Sr. que cr:n diretor cio DETRAX cm 
DO SR. AYRES CAFU'l.E" ! ! 
a on e unca-Te-Yi 
ompromisso Selado 
com uiz Calliari 
Es~e gaúcho que uo dia cm Bela Vista a 
portou, veio para fazer hist6ria. Quando: 
err. meados de 88 se cogitou a sua candida­ 
tura para Vereador pelo PTR, até alguns a 
iços não ncrcditavam em suas capacidadei 
polfticns. Se engnnaram, Luiz saiu n cam­ 
po, trabalhou incnnsavclmente e hoje está 
praticanente eleito, faltando apenas a su­ 
fragaçio popular de seu nome. 
"DEPOIS DESSE cmtfCJO DO PTII PERDEMOS , f.LEIÇÃO" ! ! 
A frase é de um candidnto do PHDR, reconhecendo 
a eminente derrota nas eleições pr6xicias,.ap6s o 
maior comício dn hist6ria de Bela Vista que foi rea 
lizado na Avenida Teodoro Sativa com a presença d; 
Ldfo Martins Coelho. 
VILA NOVA TA!BÉ ESTÁ CO EDSON MORAES! ! 
Em conício realizado esta semana na Vila Nova,o 
candidato da Coligação das Oposições de Bela Vista 
juntamente com seu vice, Fernando de Freitas Elias 
pudcrnm constatar que os eleitores da Vila Nova e 
do Prcvlsul estão apoiando cm massa a Coligação ele 
Oposições de llcla "ista. Na oportunicl.:dc, no local 
foi registrada a presença de mais de três mil pes- i "; 
soas. (veja foto). 
ir=:::;:;:;:;::::::::==---===::;:~~=======:::::.:;='----~--- 	J 
1 Para o Bairro Costa e Silva, o popular 
I
• "~haron", assim cano também para o Distri 
I to de Nunca-Te-Vi, a eleição de Luiz e 
ponto de honra, pols s6 assim essas duas 
coounidades terão seu legítimo represen - 
santc no Legislativo Municipal. Para n6s 
que conhece□os Luiz Carlos Calliari Macha 
do de longa data, a certeza de que tere 
cios na Câmara Municipal um homem voltado, 
acima de tudo, para os interesses maiores 
de Bela Vista. • 
Mais conhecido como "Luiz Eletrecista': 
Calliari realiza sua campanha política ba 
seada em sua vasta área de conhecicento: 
pois além de pro:issional autonômo é um 
desportista e homem que esteve sempre vol 
tado às iniciativas sociais. 
Nestas eleições próximas, o "Kharon" e 
o llistrito de Nossa Senhora de Fátima tem 
um compromisso selado, a eleição de seu represen­ 
tante legÍtico, Luiz Carlos Calliari Machado. 
INSPIRADA El1 BRECHT, UMA CRÍTICA AO LEITO~ 0:-fISSO 
O dramaturgo, romancista, roteirista e poeta a 
lemao Bertholt Brecht(l898-1956), criador da dou= 
trina de participaCio política no teatro conside 
rava gu<õ "o homem não pode agir sem ser injusto - 
mas nao_pode_rc~unciar à açào,sem ser inútil". ; 
Brecht e atribuida a autoria do texto "O analfabe 
to político", adaptado e utilizado hoje como ins­ 
trumento contra o voto nulo 
'O analfabeto político" te o seguinte texto: 
p1or analfabeto e o analfabeto político 
Ele nao ouve não f 1 - 	• 
cimentos 1{ a..a, nao participa dos aconte- 
• po t cos, 
Ele não sabe que o custo de vid 
jão, do peixe, da farinha do a1ª' o preço do fe! 
ds reiais acenas= aas é.s.,"""}:,sapatos 
o aa1rase±o 1fico é tão urro que ~Z, ,A4 
c_estufa o peito dizendo que odeia polític gu a, 
Nao sabe o imbecil que, 	a. 
de sua ignorância política nasce a prostit t 
o menor abandonado, o pior de todos os ,' 
que e o pol:i.tico vigarista ·1 	dos, 
, p1 antro, 
Fvt e 1acato das epresas nacionais 
T nac. onais. 	e mul- 
, PESE__Isso E:Q'Aro LHES DIco. 
atar e li□dever cívico vot ....:.. 
é - 	' ar conscient 
u~a questao de honra e de moral. 'emente 
Na hora em que você, eleitor 
cara com a urna pense q • estiver cara a 
que□estará voi~ndo - uc somente voei saberá em 
' nao aceite o - - •• 
te n polític;1 de favores • ressao, nao acei 
dato 1he deu uma ajuaa, ,"_este ou aquele candR 
votar nele. Não concorda Por isso que dever 
favores a ro o de " com essa política a 
votos. Doas eleições!! 	'e

,oJ MAL. TRIRIU'A DA FRONTEIRA Til !.A V í S JA - 
CONTINUAÇÃO DA EDIÇÃO ANTERIOR 
- R<•qucrlmcnLo S/N - de 0)/12/1!4 - 11 
solicita provfd@netas_quanto aos cortes 
Ia elétrica. 
- lluqucrinwnto 
sollclLn connurLo 
!'. CKSl'l. 
de ener - 
S/N - de OJ/l2/84 - n DLRSUL 
nu ponte cm frente a Fazenda Es 
tero Grande, 
- Requerimento S/N - de 28/11/84 - no Prefeito 
li Ruo Bor~o do Municipal, solicita casca. hamento na 
Triunfo. 	_ 
- Requerimento N? 009/85 de 14/03/85 - a T[U.­ 
MAT, i;olicltn cxpnnsõo dn rede tclcfonlca cl srn e_!. 
dade até a Vila Mi1Jt5o L, de Almeida - PreviHul. 
Presidente: Vexcador AnLonio Silveira Xov ler, Prn 
foi to: 11 dcfonso P inhciro. 
----Requerimento N2 010/85 de 14/03/85 - no Se - 
crut~rio de Estado de Segurança, solicita medidas 
concretas de segurança nn cidode e estradas de nos 
sa fronteira. 	. 
- Requerimento Ng 011/85 de 14/03/85 - a DER_­ 
SUl, solicita provid~ncias urgentes na manutençao 
e reparos na BR 060 - Belo Vista/Jardim. 
- Requerimento NQ 019/85 de 25/03/85 - ao secre 
tório de Desenvolvimento Social do Êstado, solic,! 
ta. providêncins'quanto a man11tençào e zelo do Gi­ 
násio de Esportes. 
- Requerimento NQ 028/85 de l 1 /04 /85 - ao Secrg 
tório de Estado de Saúde solicita providencias 
quanto a aquisiçio de soro antio([dico na cidade 
e capital. 
- Requerimento N? 029/85 de 11/04/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita iluminaçao da ponte so­ 
bre o Rio Apa. 
- Requerimento N? 042/85 de 06/05/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita iluminaçao publica na 
Rua da República. 
Requerimento NQ 043/85 de 06/05/85 - a DER - 
SUL, solicita reparos na Rodovia Apa Porc. 
- Requerimento NQ 062/85 de 03/06/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita reparos e cascalhamcnto 
no aterro do açude do Sr. Abraão Armoa Zacarias 
estrada que liga no Fuguá da Rodovia Bela Vista / 
Caracol; reparos e cascalhnmento na Rua Visconde 
de Taunay; construção com urgência de 02 fbrlgos 
nos pontos de parada da Empresa Cruzeiro do Sul. 
- Requerimento N? 071/85 de 12/06/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita cópia de Última folha de 
pagamento dos funcionários e seus cargos. 
- Requerimento N? 079/85 de 17 /06/85 - a ílERSUL 
reitera patrolamento da Rodovia que liga Bela Vi! 
ta/Caracol. 
- Requerimento N? 078/85 de 17/06/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita patrolamento da estrada 
na região da Pirapoca. 
- Requerimento NQ 081/85 de 24/06/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita regulamentação da cole­ 
ta do lixo em nossa cidade. 
- Requerimento NQ 082/85 de 12/08/85 - ao Prg 
feito Municipal, reitera o Requerimento·NQ 071/85 
- Requerimento NQ 08~/85 de 12/08/85 - ao Pre 
feito Municipal, reitera Requerimento NQ 062/85. 
- Requerimento N? 085/85 de 12/08/85 - aó Pre 
feito Municipal, reitera Requerimehto nQ 042/85. 
- Requerimento N? 086/85 de 12/08/85 - ao Pre 
feito Municipal, solicita iluminaçio do trecho da 
Receita federal até aPonte Internacional. 
- Requerimento N? 087/85 de 12/08/85 - ao Pre 
feito Municipal, solicita ,informação do não cum - 
pri.mento de solicitação de Suplementaçio de ver - 
bas. 
- Requerimento N~ 097/85 de 05/09/85 - ao Dire 
tor E.B.C.T, no sentido de contratar ou transfe - 
rir mais um funcionário para Agência desta cidade 
- Requerimento N? 100/85 de 23/10/85 - ao Dele 
gado de Polícia, para que solicite.aos proprietá­ 
rios dos hóteis da cidade, que enviem diariamente 
à Delegacia de Polícia, ficha cadastral dos hóspe 
des. 	- 
- Requerimento NQ 101/85 de 30/09/85 - a DER - 
SUL, reitera requerimento Ng 079/85. 
- Requerimento NQ 108/85 de 18/10/85 - a Tele­ 
mat, no sentido de sanar os problemas existentes 
nos aparalhos telefônicos desta cidade. 
- Requerimento NQ 080/85 de 24/06/85 - ao Pre­ 
feito Municipal, sõlicita informação do nao repa! 
se de verbas a esta Casa Legislativa, 
- Requerimento N? 01/86 de 03/03/86 - ao Pre - 
feiro Municipal, solicita construçio de Matadouro 
Municipal. - Presidente: Antonio Silveira Xavier. 
Prefeito: /lbraao Armon Zacarias. 
- Requerimento N? 03/86 de 03/03/86 - ao Pre­ 
feito Municipal, solicita ;:impliaçêo do campo de f.!!_ 
tebol atrás da Escola Municipal Ernsmo Medeiros. 
- Requerimento N? 06/86 de 03/03/86 - ao Prefei 
to Municipal, solicita. construcao de abrigos nas 
p,:radas de Ônibus da AV. Teodoro Sativa. 
- Requerimento N? 016/86 de 10/03/86 - a ENER­ 
SUL solicita instalaç5o da rede de energia elê - 
triea no trecho da Receita Federal até a Ponte do 
Rio Apa. 	• 
- Requerimento Ng 0!7/86 de_ 10/03/86 - ao Pre­ 
:cito i:unJ.cipal, solicita criaçao de urn Distrito Ia 
custrial. 
- Requerimento N? 018/86 de 10/03/86 - no Pre­ 
feito Municipal, solicita criação de hortas COI:Iun_!: 
tárIas em todos os Bairros. 
- Requerimento N? 019/86 de 10/03/8 - no t'r< fc_!. 
to Municipal, solicita cria,ao de um viveiro de mu- 
das. 	pife 
- Requer1tento N9 030/86 de 17 /03/86 - ao re e_ 
to Municipal, solicita opcrnçao capa-buracos no a - 
falto da Rua Duque de Caxias. 
- Requerimento Kg 0'4/86 de_Jl/03/86 - ao Prefei 
to Municipal, solicita colocação de quebra-1ola na 
Av. Tnternncional. 	_ 
- Kcqucrlmcnto ~q 045/86 d~ JI/OJ/8n 
to Municipal, solicita o cumprimento da 
pal Ng 766/86 -- "Estabelece a E trutura 
tiva do l'rcfeiturJ }lunlclpal dL• Bt•l,1 V! ta, e dá ou 
tras providências. 
- Requerimento NU 046/86 de Jl/03/86 - ao inspe­ 
tor da Reccl ta Federal, sol1cJ tn modifica. 1° do di­ 
recionamento da l lumlnaçÕo ,dos holofotes, 
- ao Pref i 
Lei MunleI­ 
Ad !n!stri- 
- Requerimento N9 050/86 de O? /04/86 - a SUCA! , 
solicita providências, com relaçao ao surto de mala 
ria cm nossa cl<lride. 
- Requerimento NQ 065/86 de l8/04/8fi - ao Pre•ef 
to Municipal, solicita isentar pelo prazo de 10 a­ 
nos de Imposto P red-Ia I da FI nnu Ricardo t!e Souza R~ 
sa, 	f . 
- Requerimento NÇ 082/86 de 12/05/86 - ao P_re e~ 
to Municipal, solicita contratação de mais tresser 
véntes para auxiliar na manutençao do Cemiterio do 
Bairro Água Doce. 
- Requerimento N2 083/86 de 12/05/86 - a DERSUL, 
solicita conserto ela ponte do Rio Piripucú da Rodo- 
u ia Apa Por é. . 
- Requerimento N2 084/86 de [2/05/86 - ao Prefe_!: 
to Municipal, reiteração da construção de abrigos 
nas paradas de Ônibus. 
- Requerimento N~ 095/86 de 11/06/85 - ao Prefei 
to Municipal, reiterando Req. N2 064/86 de 28/04/86 
em que solicita isentar pelo prazo de 10 anos de 
Imposto Predial a Firma llicardo de Souza Rosa. 
- Requerimento N? 096/86 de 18/06/86 - ao Prefe_! 
to Municipal, solicita colocação de bueiro. 
- Requerimento N2 105/86 de 20/08/86 - a DERSUL, 
solicita patrolamento e casco?hnmento na Rodovia que 
liga Bela Vista a Caracol. 
- Requerimento K2 111/86 de 27/08/86 - ao Dire - · 
tor Presidente da Empresa Cruzeiro do Sul, reitera 
do Req. ~2 079/86-A do Vereador Ivan Afonso da C . 
Marques. 
- Requerimento K2 127/86 de 22/09/86 - a DERSUL 
solicita recuperação da ponte sobre o Rio Piripucú. 
- Requerimento K0 128/86 de 22/09/86 - a DERSUL, 
solicita patrolamento e cascalhamento da Rodovia R~ 
la Vista a Caracol. 
- Requerimento NQ 129/86 de 22/09/86 - ao Prefe_! 
to P.unicipal, reiterando quanto a recuperação urgen 
te da ponte sobre o rio Candelão. 
- Requerimento N? 130/86 de 22/09/86 - a DERSUL, 
solicita patrolamento da Rodovia Apa Poré. 
- Requerimento N? 131/86 de 22/09/86 - ao Prefe_!: 
to, reiterando quanto a construção de abrigos nas 
paradas de Ônibus. 
- Requerimento NQ 132/86 de 22/09/86 - a TELEMAT 
solicita informaçio quanto a expansão da linha tele 
Cônica. 
- Requerimento N? 132/86-A de 22/09/86 - ao P;e­ 
feito Municipal, solicita coloca cio de luminária,; na 
Rua Alvares Cabral. 
- Requerimento N2 140/86 de 30/09/86 
solicita patrolamento na BR 060. 
- Requerimento XQ 142/86 de 01/10/86 ao Prefei 
to }!uni.cipal, solicita ) impcza no canal da Av. Teo= 
doro Sativa. 
- Rcquerlmcnc~ ~r 145/?6 de OD/10/86 - ao Prefei 
to unfcipai, 5excita canaliza;ir de esgoto. 
- Requerimento N? 146/86 de OD/10/86 - ao Prefe1 
to Municipal. solicita constraça. de banheiro i±]? 
co na i'raça Castro Alves. 	• - 
- ~equerimento N2 147/86 de 08/10/86 - ao Prefei 
to Municipal, solicita cancelamento de trânsito de 
máquinas pesadas no asfalto. 
- Requerimento N? 18/86 de OR/10/86 - ao Prefei 
to Municipal, solicita quebra-molas em frente ao Pos 
to Sio Cristovio. ' 	- 
- Requerimento NQ 149/86 de 08/10/86 - ao Prefei 
to Hun;icipal, reitera solicitação de quebra-molas 
em frente ao Brodesco. 
- Requerimento NQ 154/86 de 03/12/86 - a DERSIJL, 
solicita patrolmnento da Rodovia Apa Poré. 
- Requerimento NQ 155/86 de 0-3/12/86 - a DERSUL, 
solicita patrolamento da Rodovia Bela Vista/Caracol 
- Requerimento N? 156/86 de 03/12/86 - ao Prefei 
to Municipal, solicit:J colocação àe quebra-molas nã 
Rua Conde de_ Porto Alegre. 
- Requerimento N? 0OI/S7 de 09/93/87 - ao Pres­ 
dente ENERSUL, solicita inforacão quanto a consta 
te.oscilação de energia elétrica. PRESIDENTE: a_ 
lino Cnssio B!glia Acioli. PREFEITO ~!1JNlCIPAL· - 
braão Armou Zacarias. 	• · , - 
- Requerimento N? 02/87 de 09/03/87 _ a DERS 
solicita patrolamento e cascalhamento d R à . UL, 
pa Poré. 	1a todovia A- 
- Requerimento N 003/87 de 11/03/87 _ 
to Municipal, solicita operação tapa-, ao PreeA 
das as ruas asfaltadas. - uracos c!o to: 
a nERSUL, 
- Req 	o N 
feito un 1L 
calha ent 
ro L,p!ri 
- Kequ 
solicita 
trução de aterroo 
Fazenda Itamaratt. 	3/5/8
7 - Requerimento 038/87 de 13'0. a 
solicita colocação de ber I de 
br O Rfo Pidruni - h' IH, Bela 
- Requerfento N2 050/87 d I 
feito Municipal, reitera Requeri 
-- RequerLento N? 051/87 de 1u/05/87 - 
sol!cita pro [de! uanta a anute 1€ 
to da Ponte sobre o C rr o ipz! . 
- Requerimento N! 057/87 de L
7
/U5/8/ 
solicita patrolarnento da R 060. 
_ R,,querinento N'2 058/87 d: L7 /OJ/81 - ao l ,.r 
to Municipal, solicita providencias urgcn~u• 
to a construção do Matadouro Municipal. 
- Req11erim;,nto :,si 059/87 de 27 /05/87 -_ ao Ser 
tário de Lstado de S,:nid.:, sollclt, 111•1peç~u nr> l 
tamento feito na água em nossa cidade. 
- Requerimento N! 060/87 de 26/05/87 ,_ 
todos Estaduais e Federais, sol lei tJndo I conllr.; 
cio da pavimentaçio asfiltlca da Rodovl1 l~O. 
Requerimento Ng 061/87 de 27/5/7 - ao 6ova 
nudor do Estado, solicitando a 
ncntação asfáltica da BR 060. 
- Requerimento N? 062/87 de /05} 7 - 
solicita pntrolan:ento da kd via que liga 
das Caieiras. 
- Requerimento N? 063/87 de 26/05/87 - ao Sena± 
dor Wilson B. Martins, no sentido <jUC interfi_ra J•~ 
to ao Governo do Estado, quanto a pavimentaça ase 
fáltico da BR 060. 
- Requerimento ? 064/87 de 2i/05/87 - ao Se~ - 
dor Rachld D. Serzi, no sentido que interfira jus 
to ao Governo do Estado quanto a pavlment.ição a;· 
fáltica da BR 060. 
- Requerimento :-;Q Oó7 /87 de 27 /05/87 - ao 11re; 
feito Municipal, solicita informação quanto ao ~1 
cio da construçio da Rodoviária no Município. 
- Requerimento N? 069/87 de 03/06/87 - ao Sec:_ 
tário de Estado de Fazenda, solicitando construfó~ 
de uma residêncià para o Posto Fiscal de Santa 'l'.· 
ta rodovia Bela Vista/Ponta Porâ. 
• 	1E5 - Requerimento N2 070/87 de 10/06/87 -_A 
solicita a recuperação da Rodovia Apa Pore. 
- Requerimento NQ 071/87 de l0/0ó/87 - ao csft 
do escritório da Enersul, solicitando troca de· 
mináriàs que se encontram queimadas. , 
- Requerimento Ng 075/87 de 17 /06/87 - A Ders-­ 
e Deputados Estaduais solicitando o patr-olar:erit0 __ 
encascalhamento nas rodovias Apa Poré, BR 060 e ·­ 
dovia Bela Vista/Caracol. 
- Requerimento ~Q 089/87 de 
·do escritório local da Enersul 
deres da bancada do PFL e P!!DB 
F.stado, solicitando informacio 
tante de energia elétrica. 
- Requer tento Ng 105/87 4e 16/09/87 - A ?"; 
feito Municipal, solicita o envio do trcJetcn 
criando a Justiça Tributária no ~unicipío. d.a 
_ - Requerimento NQ 121/87 de 23/09/67 - t- ;uc ~; 
çao SESP, solicitando a expansão àe ::ede d aguarcrl 
Bairros Primavera 1,II.III.lV, Itaboray, -~~ • 
zonte e Serradinho. 
-··• - Requerimento N2 131/87 de 14/10/87 - A :ier, 
solicitando o patrolamento da Rodovia Bel l 'ir.ta 
Caracol. 	~• , 
• ?euerimento 132/87 de 1/10/87 - Ao ncrs •• 
Prefeito Municipal, solicitando reparos ur~ :it• ~ 
Ponte sobre o Córrego Candelão, rodovia Bela 1,'ist 
Caracol. 
- Requerimento NQ 133/87 de 14/10/87 - s , 
da Polícia H.ilitar, solicitando a crinçr- di:tC··• 
to Militar nas proximidades da Receita r.,;ernl•,. 
• - Requerimento KQ 134/87 de 21/l0/87 - ,o ?r- •. 
feito Municipal, para que determine 
O 
nomcncl~_r•:. 
da Travessa entre as Ruas José Bonifácio ~sar~~ 
Triunfo. 
02/09/87 - Ao chef 
1' 
e ao President<?; ; 
e ao Governador d 
quanto ao corte zj ; 
:; 
- Requerirr.ento 
feito Municipal e 
da rede d'áw_a na 
e Silva. 
_ - Requerimento N2 136/87 de 21/10/87 - º" 
cario de Estado de Desenvolvimento do Desport 5
0 
, 
zer • solicitando informação quanto a conserva 
do Ginásio de Esporte. , 
- Requerimento N? 142/87 de 21/l0/87 - • no ;e~· 
Consul do Brasil na República do Paraguay, ,orri~ 
tido que tor::e providências quanto ao fato o. , 
en Bella Vista Paraguay. 	,, e e 
- Requerimento Ng 144/87 ae 28/10/87.,,,ro 
regado do SAAE, solicitado providGnc4."jc! 
vazamento ~a rede d'ngua na Rua Antonio o- 
bi. 	r", 
- Requerimento N? 148/S7 de 04/ l l/87 - ~u.:i e,·· 
feito Municipal, que determine reparos na 
Dias em toda sua extensao. 
g 135/87 ae 21/10/s7 - é "",, 
ao SAA.E, solicitando a ex". 
Rua Amélia P. Rosa no airr° 
C, 
o 
iste 
'atut 
"e:a 
<±± 
ve 
s,

- 
A Pode Telavistenso de Jornais, edito­ 
a dos jornais Tribuna da Fronteira, Cor­ 
eia Jardinense, Tribuna de Caracol, 0or 
al do onito, 'Tribuna Murtinhense, Jor 
al do Antonio João e Jornal da Pecuária 
e Aaricul ura, aposar d a 	c r i s e que atra - 
9essa o nosso comércio o indús'.ria, us 
cenáculos de nossas publicações, não su5 
ondcu a circulação de nenhum dos jornais 
ditados pela empresa. 
Mui to [H.' J o con L rií rio, sem cleponrler dr>, 
verbas do GOVERNO DO ESTADO OU ASSEMBLÉIA 
LCGISLATlV/, nonsoe jorn~ie iniciaram uma 
maciça campanha de assinaturas e umna pol 
ica comercial agressiva no se ·or de anGn 
cion, cn i.lmo:i iniciando vii rios investimen 
REDE: MAIS IHVESTIME TOS 
os' em Jardim, Ant onio João e Por o urti 
nho, sem falar na compra de alguns equipa 
menos para melhorar o visu, l de no!isas 
publ ic-uçõr-n. 
Em 1989, os jornais da REDE continua - 
rão com a mesma postur, inves indo no tra 
balho, na produção e mantendo a indopen - 
dncia jornalis ica que tan o roz mos. E 
teremos novidades na área de publicaçôs. 
Em Porto .lur inho, com iJ Vl. ·óri:i de f!c1 
or Miranda dos Santos, edi:aremos um jor 
nal popular, voltado para o despertar cul 
tural dos menos favorecidos e que ~r cn - 
contram marginalizados do processo cul u­ 
ral. 
PODr.ll ,TODICI1IHO DO ES'l'/DO nr. MJ'l'O GROSSO no SUL - COM1PCI nE BE[,/ VIS'l'/ 
e 
A - 
aç CD al 
O Doutor Vilso B0rtellj, Juiz de Di 
reito da Comarca de n la Vista, Estado 
de Mato Grosso do Sul, na forma da lei, 
e e ... 
F/Z SIDER a todos quantos o pr0scntc 
Edital virem ou dele conhecimento tive­ 
rem, qu0 por este Juizo e Cartório Judi 
cial, Lramita os autos no 166/88 de Ex~ 
cução que Ubirajara Gomes de Campos mo= 
ve contra ROOSEVELT LINO G/RCI/, brasi­ 
leiro, criador, r<'sidentc cm lugar in 
certo o não sabido, foi determinada a ex 
pcdição do presente Edital para CI'f/R 
a ROOSE/ELT LINO GIRCI/, parn que no pra 
zo do 24:00 horas, pagar a importãncii 
de CZ$ 200.000,00 (duzrntos mil cruza - 
dos), acrescidos de juros, correção mo­ 
netária, custas processuais<' honorári­ 
os advocatícios, sob pena de não fazcn­ 
do,ser transformado o auto de Arresto em 
penhora, do bem constante de: Um lote 
de terreno urbnno determinado sob o nQ 
16, da quadra 90-B, situado no <lesmem.- 
bramento "Antonio João", nc>sta cidad<' 
medindo dito lote 15,00 x 30,00 me ros 
da (rente aos fundos cm ambos os lados , 
com frente para a Rua Afonso Pena; Lado 
Direilo ~ com n Rua /lcebindcs Robadilha 
da Cunha; Ludo Esquerdo com o lote no 15 
e Fundos com o lote no 12, dc-v idamc-n t,. 
matriculndo no RGI desta Comarca sob o 
n° 4.055, bem como para qu<'rPndo, no pra 
zo de dez dias cmhnrgar a execução. /d= 
verte-se que não sc-ndo embargada a cxccu 
cão presumir-se-ão como v0rdadciros os ri 
tos ar iculados pelo cxequcntc. E pari 
que chegue- ao conhecimc>nto de todos e nin 
guém possa alc-gar ignorância foi 0xpcai= 
do o presente Edital que será afixado no 
lugar de- costume e publicado na forma da 
lei. Dado e passado nesta cidade e Comar 
ca de Bela Vista, Estado de Mato GrossÕ 
do Sul, aos onze dias do mõs de outubro 
do ano de mil novecentos oitenta e oito. 
Eu Pctronio Lc>ão, Escrev0nte Judicial, o 
datilografei. Eu Pedro Virgilio da Silva 
Escrivão o conferi e subscrevi. 
CLUBE ESPORTIVO BELAVIS'l'ENSF. 
EDIT/L NQ 001/88 
O Presidente do Clube Esportivo Bela - 
vistense, com amparo do artigo 48 dos es 
tatutos do Clube, convoca os senhores as= 
sociados para uma Assembléia Geral Extra­ 
ordinária, a ser realizada no dia 30 de 
novembro de 1988, com início às 19:30 ho 
ras, na sede Social do Clube, com a seguin· 
te ordem do dia: 	- 
1 - ELEIÇÃO PARA DIRETORIA/89. 
A Assembléia Geral Extraordinãria deve 
rã ser instalada,•às 19:30 horas do dia 
30 de Novembro de 1988, com a presença de 
ais da metade dos sócios cm pleno gozo 
ae seus direitos, e não havendo nGmero su 
ficicntc de associados, haverá nova convo 
caç~o 3q (trinta} minutos depois, quando~========::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::===::! 
entao se realizará com qualquer nGmero as TINI RR Epp, 'TI ] a 
socios presentes (art. 38 s1e». liíl)' 1l UM I A! lLAI MA, 
".-" 9IIE A SI ME.SMIE 
.o registro de chapas concorrentes, deve TE M ~$ rt$@ 
ra ser efetuado até o dia 25/11/88 às 
l7:00 horas, na Secretaria do Clube. 
Dr: Sidney Nunes Leite 
Dr.·Oder Bozzano Rosa 
·or: Roner LoubAt da Rosa 
PROBLEMAS DE 
LHISTI DIREITO DE FAMÍLIA 
ENT/ÇÃO JUR1DIC/. 
TP.RRJS 
RUI: SÃO 
CEP: 79260 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
CLEMENTE NO 888 
TRAB/ 
ORI 
INDICAD 
Escritirio de Mi 
R LA: 15 
ESCRITÓ 1 
I_ OIIT'.1R ( /RI OS ~. 
CAUSAS IV IS E CIIM!MAIS 
170 
JURÍDICO 
MEL,SOL. CHAGAS 
/DVOGADO 0/P • MS 7.491-A. 
ror,E: 251 - 1721 [se. 
251 - 1117 RES. 
SCRITRIO: RuA D, ARY COELHO 0LI 
1 
- 
R N 660, 
M .. 
C R O 
aros 
3 4 () - MS 
cor SULTOR lo: RUI MIR[CHAL Rormon S/~J. 
F0
1
lE: 751 - 1757 J1RD I Vi - i' . 
lontolojja !ex tanurador 
CLINICA E CIRURGIA DENTARIA - CIRURGIA 
DE DENTE IHCLüSO E SEMI-INCLUSO TRITA­ 
MEiHO DE CANAL CONr-ECCOf S DE POtiTE S Mó 
VEIS-DENTADURAS BLOCOS ~ETALICOS PIVÕ 
E COROAS DE JAQUETAS E ORIENTA,AO MA 
ESCOVA E PROF iLIXI A ORAL, . 
ATENDIMENTO S01ENTE COM HORA MARClílA. 
ADVOGADA 
CAIJSAS CIVEIS E CRIMINAIS, TRABILfll'; 
TS. DIREITO DE FMILIA. TERRAS E INVÉ! 
TARTOS. 
~UA: ClllABÁ S/N 
CEP: 792fi0 
A D VOGA DA 
CAllS
1S CIVEIS E CRil~f'J/1,JS, TR/RAI_HIS - 
TAS, DIREI TO DE ALIA. TERKAS E I: VEN 
TM.IOS. 
50#E: 439-1290 
~l!f: Cl!IABI S/N. 
a 
ESTACIONAf',ENTO PRÓPRIO, AMBIE. TE RECUI:>;TADO, SO'.·l. 
PASSE MOME.
1
TOS INESQUECÍVEIS NO CASSINO PARAGUAY. 
' 
RESTAURA lTE, INTERNJCIO ·IL, C/RDÂ!?_IO VARIADO, 
DAS IMPORTADAS. 
AO VISITAR BELA VISTA, NO 
SI'º PiRAGUAY' SI. AL DE ao:~ 
L!iOR. MARCA REGISTRADA DAS 
GUARDA SUA VISITA 
Bela 
FOtlE: 439-1290 
ELA VISTA - 1IS 
DEIXE 
GOSTO, 
DE 
PlRA 
CO:c!HECER 
PESSOAS 
o RESTAURA. TE 
UE APRECIAM 
E 
se 
E>.:CF.LENTF: ATE.:DÚlENTO BEBI 
CAS 
NOITES PARAGUAIAS, O RESTAURANTE CASSIO 
PARAGUAAY A 
Vista-Paraguay

IORMAL TRIH! A D TO' TIRA 	BELA VISTA - MS 
RELI WSIA É M GRANDE FMMIIi 
ROY MORAES 
''Renovar é Preciso'' 
Bela Vista é uma {rande família, uma cidade de 
tradição, com iam[lia tradicionais, onde> todos se 
repeltam (ou se respeitavam). 
Ser adversário político no campo das Idéias é 
normal, anormal é tornar uma campanha polítfcna ob 
Jeto de ataques, retaliaçoes, xingamentos, perse­ 
guiçóes, ofensas e provocar, com palavras e ges - 
tos, divisão na rande família belavistense. 
Temo o maior respeito pclns fomílian Hoscore­ 
nhas, Pinheiro, Vasconcelos, Melo, Moraes, Esco - 
bar, Rondon, Loureiro, Miranda, Almeida, Rosa, Car 
dinnl, Ocnrlz, Leite, Lino e tontaG outros, cujos 
antepassados regaram o solo desta terra, adubaram 
no com trabalho e o legaram aos que hoje aqui se 
dcdJcnm o viver com dignidade e honradez, «+ 
Hela VI stn e os bclavistcnses niio se sentem bem 
ao ver seus fIlhos se degladiarem em praça pibli­ 
ca, 
Em toda n região somos invejados, uma invejo 
sadio, palas nossas tradiçoes, costumes e maneira 
de viver. 
Não faz mito tempo4, há alguns anos atrás, vi 
juntos, no Sessenta, no Sindicato Rural, nn Expo­ 
bcl, esses mesmos homens que hoje divergem no cam 
po político saboreando o mesmo churrasco, bebendÕ 
o mesmo wisky e falando a mesma linguagem. Eram a 
mlgos. Alguns até compadres. • 	- 
Muita gente pode não gostar disso que escrevo, 
mas sou CONTRA, completamente CONTRA essa "pol{ti 
ca", essa maneira de ver e encarar n função poli:: 
tico. 
Críticas sim, crítica aos métodos, aos parti - 
dos, à estratégia, mas nÃo à PESSOAS, à famílias, 
à INSTITUIÇÃO como um todo, 
Belo Vista sempre foi uma cidade de paz. En 
quanto cm outras cidades proliferava o banditismÕ 
nós scmpr~ donnlamosdejanclas nbertas.e os mnis 
S: PMDB FAZ POLÍ· 
NHEIRO DO POVO 
vclhon H<mtovnm-se ãs portas de suas casas para co 
mentar os últimos acontecimentos do dia. 
CIdade onde o bailes e os churrascos são trad! 
clonols e onde té os adversárfos políticos se e­ 
conrrovam e r I nm muito dos d lvcrgêncins. 
Nossas crianças não sabiam o que era RETALIA 
COES, ameaças e perseguições. 
Dcmocrocin implica Pm olternânclo do poder. Ve­ 
jam o exemplo de São Paulo, ontem um Quércin, hoje 
um Jíinlo, omnnltii um Leiva ou um Maluf, enfim, al - 
ternãncta do poder. Isto € NORMAL. 
Cabe no povo encolher os seus governantes. E o 
povo gosta de escolhê-los sem PRESSÕES. 
Não, não vamos ESTRAGAR llcla Visto, fazer com 
que a pol{tlcn não sejn uma ARENA onde feras se cn 
contrnm,• mas um palco decente e carregado de idéi:: 
as onde homens bem intencionadas defendam seus prl.n 
clplos e planos de Governo. 	- 
Não, não vamos legar aos nossos filhos esse cll 
ma de ódio e de rancor, por amor aos nossos nntc - 
passados, aos que aqui fincaram as primeiros esta­ 
cas do progresso. 
Por incrível que pareço, há muita gente, hoje 
em Bela Vista, lembrando dos tempos em que o Pre - 
ieito era nomeado. E é isto o que queremos corba - 
ter a saudade da ditadura. Por isto, apP.lamos nos 
senhores líderes, vamos fazer umn política que s!r 
va de exemplo aos nossos filhos e que honrem o pas 
sado desta terra de heróis e portal da esperanca. 
Somos a sentinela avançado do Brasil, vamos ser 
vir de exemplo aos nossos vizinhos, _vivendo Jma de 
mocracia altamente qualificada e respeitando se ns 
divergências no campo das idéias. 
PAZ, meus senhores, e a PAZ é possível. (IP). 
*************** 
************************* 
IV 
didntos do PMDII, pensem bem, sejam conscientes e a 
noliscm a atual situação, O que acontece é que ho­ 
je, devido a componha, vocês tem o que comer, ama­ 
nhã est-nrão todos passando fome se continuar o otu 
nl sistema político~ Nestas eleições de 15 de No:: 
vembro, vamos mudar, vamos fazer uso do nosso di 
rcito universal de votar livre e democraticamente~ 
Não podemos pensar somente em nós, devemos sim pen 
sar também cm nossos irmãos bclavistenses, nos ma­ 
is humildes, que hoje ainda tem aonde recorrer a 
trás de uma 'sacola de alimentos,,nos cômites poli:: 
ticos, mas amanhã, quando tudo isso acabar, muitos 
poderão morrer de fome, essa é uma realidade, o 
P'IDB.hoje faz política com o dinheiro público, dis 
tribui favores pelos quatro cantos da cidade, o di 
nheiro não é deles mesmos". Palavras do vereador 
candidato a reeleição, pelo PFL, Ivan Afonso da 
Costa Marques, se mostrando indignado com o tipo 
de política que vem sendo executada pelo PMDB em 
Bela Vista e nas outras cidades da região. "Eles 
dizem_de boca cheia aqui em Bela Vista se ganha as 
eleiçoes na marra, na forca se for preciso.· Tem gen. 
te dizendo que no dia das eleições eles vão distrn 
buir 30.000 por eleitor. Que distribuam, os eleto 
rcs devem mais é pegar esse dinheiro que é do povÕ 
mesmo e votar no que é melhor para Bela Vista,q/hoje tem 
nome, Edson Moraes e Dr. Fernando de Freitas Elias". 
IVAN AFONSO DA COSTA MARQUES 
llelavistcnses, vocês que estão recebendo canos, 
telhas, cternit, caixas d'água, padrões de luz 
cimento, tiboas e outros tipos de favores dos can 
RONEY MORAES SIM ES 
"Entendo que na político a renovação é preciso',' o 
jovem Roncy Moraes Simões é candidato a vereador pe 
lo PFL e integrante da caravana da Coligação das O: 
posições de Pela Vista. 
Esta semana, em conversa com a reportagem Roney 
se mostrou indignado com a maneira como vem sendo 
conduzida esta camp,1nba política, ·principalmente pe 
los integrantes do PMDB que, segundo Roney, "desde 
o início só souberam nos atacar e nos agredir, ~s 
o povo belavistense sabe que isso deve-se aofatode 
que eles não sabem mais o que dizer ao povo, pois 
ji mentiram tanto que ninguêm mais acredita neles". 
Continuando, "agora andam eles por aí, distribuindo 
caixas d'água, telhas, eternit, cimento, tijolos , 
bujões de gás, tentando comprar as consciências dos 
belavistenses, mos estão enganados, ninguém cais é 
bobo para deixar se enganar assim, pois sabem que 
na hora de votarec só eles saberão em quem estarão 
votando e nessa hora então, um nome, o que há de C! 
lhor para Bela Vista, estará sendo consagrado nu 
urnas, o nome de Edson Medeiros de Moraes e Dr. Fe! 
·nando de Freitas Elias~ 
Disse ainda Roney que "renovar é preciso, por l 
so sou candidato a vereador, tenho muita Vontade de 
servir à minha Belo Vista, sou jovem e quero deixar 
um trabalho em pról de minha cidade", finalizou 
0 
UM MAGISTRADO NI CÂMARA 
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LIDA. 
- Qu O POVú s'EJA l:3EM INFORMADO- 
Joau TA DA FOTIu tu vti 
J0ai COLO LAAO N LLANA; 
JOAL O ACAMOI GOA LOS DA ANa, 
JO MAL TuA, MaT PoTO ut»O, 
.JOIIIJtAL ot torro eoTo 
1OAt D ATO JOIO aNTO 20lO 
MAIS D DEI ANOS EDITANDO JOt+IS 
t 'OrTLICIDO O MUNICIPALISMO 
GRAFICA E EDITORA APA 
8VDNFY NUNES LEITE LADEADO POR SUA ESPOSA 
- PADRÃO DE QUALIDA - 
PRESSOS EM GERAL • SERVIÇO DOE LUNOTPAGEM 
COVFECÇES DE LIVROS E REVISTAS - BOLETINS 
IMPRESSOS A CORES 
UMA PRA DO GRUPO MEDE EUSTESE DE JOraI 
RUA DA Ra'ÜBUC...S.tN!..-JlUA.YISTA . MS. 
'A partir de Janeiro, com a Nova Constituição a 
todo vigor, as Câmàras Municipais terão maior for- 
ca de atuação. 	> 
Seri preciso que haja, no Legislativo, vereado­ 
res preparados, homens comprometidos com os ideais 
da democracia, liberdade·e·responsabilidade, e nós 
em Bela Vista, temos o orgulho de ter entre os can 
didatas a vereador um homem ilustre, cóm. um passa:: 
do de serviços prestados o Mato Grosso e Mato Gros 
so do Sul. 	.,.. 
Falamos do Dr. Sydney Nunes Leite, Juiz de Di _ 
reito aposentado, pecuarista, ex-diretor de colé 
gio, o seu curriculum ê muito vasto, assim como 
0 
seu imenso coração. 
Um homem culto, idealista e bom. 
Não é preciso dizer o quanto Bela Vista e a câ­ 
mara precisam de Sydney Nunes Leite. Chegou a hora 
de o povo mostrar, não só o seu reconhecimento 
mas acima de tudo, a sua visão política. • 
O eleitor consciente, com .certeza, não deixará 
de conduzir ao Legislativo Municipal, um homem com 
o gabarito de Dr. Sydncy Nunes Leite, sem dÜvidas 
um passado de trabalho que responde por uma • ação 
futura, sao qualidades fundamentais à um boa postu 
lante a cargo no Legislativo Municipal. - 
Entre vârios bons candidatos que hoje concorrem 
ao Legislativo, Dr. Sydney é um nome de respeito. 
VOCÊ QUE E EXIGENTE, TEM Bo 
VIDADES, DE UM CHECO N A 	C RA	C I 
RA PRESENTES. 
MU 
coa,""8S ATIcos DE PR1EIRA QUAL1xE ?%}z 
,, "REsNrEs. você s ArENtx c0€$, 
E SIPATIA PELA PROPRIETÁRIA Sr Jf" 
FICA NA RUA 
BELA VISTA 
15 DE 
- MATO 
NOVEMBRO 
GROSSO DO