TRIBUNADA ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL JNO: XVI 1 9J0 03 A IO DE DEZEMBRO DE 1988 REDATOR CHEFE: IVALDO 1'1.RURA ±te, ao d seu­ n t. ' r.í - 3 Ur­ as , :; rlo• •é moáa 2upa; adas, S Uni 2re o '·IS pelo i tado no:o sfi? >, d± ora ;te a ocsso ,z a­ vez : in essa , a 1 co_:: - se jui· pa:± que u75 u ser ~I CONGRESSO BRASILEIRO DE JORNAIS 00 INTERIOR EM GUIRAPARI - ES Jornalistas de todo o Brasil Debatem o Papel da Imprensa Interiorana CÂMD t CIP 9 CAJU.os ALBERTO OCARI; dpesar de alguns boa­ s e coentãrios de que Poderia haver uma cisão RONEY MORAES na eleição da nova- mesa Diretora da Câmara Muni­ cipal, tudo não passou 9 NIIIO· CONTINUI mesmo de boatos e comen­ tários. A verdade é que a Coligação está mais U­ NIDA do que nunca, prova disso é que através do consenso, os vereadores eleitos a l5 de novembro já escolheram o presiden te da Câmara. Trata - se do médico e vereador ma­ is votado no Último plei to, Carlos Alberto Oca - riz, o "Cachito". O Secretário também já foi escolhido, sera o jovem Roney Moraes Si moes. Os dois vereadores são do PFL. Segundo .entendimentos haverá revezamento en­ tre os vereadores da Co ligação na formação dã Mesa nos próximos anos. Um fato ficou bem definido, a Coligação não abrirá brechas'para a oposição.· Sem possibi lidade de acertos. Lem­ brames que o PMDB ele - geu quatro vereadores. Com isto, o prefeito eleito Edson Medeiros de Moraes terá tranqui­ lidade para trabalhar , pois contará com apoio da maioria dos vereado- res eleitos para o Le gislativo Municipal. IGREJA REPUDII PRISÕO DE BISPO NO PIRIGUII , 1 O bispo Dom Anibal Ma desrespeito à Igreja e ao solidariedade irrestrita naliza o documento que icev!e+ .- = I, j: d. - L, d s. " Freitas, da ci- povo paraguaio. Este ato a gre a paragua a e ao e ass na o por: Dom Ono r, e. de Concepción no Pa é fruto do regime autori seu povo. Sabemos que fre Cândido Rosa, SOB -; ,[?"d· foi reso e re- ir1o e ditatorial que este conflito de que é ví presidente regional , d domciliar e manti- há mais de três décadas tima a pessoa de Dom Ani Bispo de Jardim, Dom Vi e: e,:, incomunicabilida - vem se perpetuando no Pg bal, é consequência do a tório Pavanello, SOB -; 1 • Diante do fato "a raguai", conforme trecho núncio do Evangelho e sua vice-presidente regio - &rey, -. - + " no Mato Grosso do do manifesto. pratica f:i.rme, profetica nal, arcebispo de Campo l!gi • bispos, padres, re "A Assembléia reconhe e coerente assumida pela Grande; Dom Isidoro Ko­ teu ~sos(a), leigos(a) -;- ce que esta repressão nãÕ Igreja paraguaia". sinski, bispo de Três ,""os na 2a Assemblé- atinge somente o bispo e "Comprometemo-nos adi Lagoas; Dom Pedro Fre , e O Regional Oeste l - sua Igreja, mas a todo o vulgar o fato em todas ai bispo de Corumbá, Dom ~ !!A 88 JJ 20) zo1 • -..... Tl·ll•, A [li 11 r ·:r,:1 1 / fll 1,/ VI TI 03 A 10 r,·· Restaurante Cassino araguay Diversificando suas Atividades Quando hã mais de dezessete anos atrás, às vezes paramos para pensar e ficamo! o emproário Rodolfo Pereira resolveu cons imaginando, não fosse a perspicácia de un t.ruir em polla Vista Paraquay o Restauran- homem, sua vontado o doterminação om cns- . p, não sabia ole que a-- fruir um don main boniton e rrquint dos to Cassino araquay, d '' t a : h nos mais tardo sua empresa e tornaria um, Cansinoo dr nosnn r.gião, o que crian ~ coqueluche na fronteira entro dois povoo , jc os belavis .enses, do Brasil e do Pnra­ brasileiros e paraguaios. quay, como a ração para as Ruas noi es? A f, quas que imponstvcl non qur! vinitnm rcnpo;it<_1, nado. . . C "1•·,1 rPqliio <1cix,1rPm de conhecer o Caosino,.. 7 rr1buna da Ptontc-1ra, oo lon~o ';ºº ª .. , h d t b lho c,o e, ire­ Paraquav que por nua loco liznc3.o, qunl ida- nos, v m acomran an o o ra a ,1c• no atendimento e umn enorme- variodnd<" de tor-propric ário do Res'auran:e Cassino "L serviços que presta, conquiRtn 11 simpo ia rnguay, Rodolfo Pereira, e pode afirmar ~P todou. com segurança que tanto Dela V13tn BraJil comó Bella Vista Paraguay muito lhe deve, pois a maioria dos turidtas, das pessoas, enfim, dos que visitam a nossa (rontcira, vêm com um pensamento, conhecer e passar momentos agradáveis no Restaurante C11ss1- no Paraguay que ofc>rcce tuno o que- um gr11~ de Cassino pode oferecer. _ Aos nossos lcitor<"s, da reqiao (' aos mais distantes rinc6es, ac visitar Rel;i Vista, ou o região, não deixe de conhecer o R8staurante Cassino Pàraquav, cm 'Rella Vista Paraquay, onde temos certeza, você• passará momentos agradáveis e aconchegan­ tes juntamPnte com sua família. IIJR). I l F.mpresario Rodolfo Pereira. Co~sidcrado o ponto de encontro na so - ciedade belavistense, o Restauronte Cassi­ no Paraguay tem no tradição_de hem servir, na grande variedade de pratos, bebidas fi­ nas e importadas e ambiente acolhedor, sua marca registrada. Este ano o empresário Rodolfo Pereira , diretor-proprietário do Restaurante Cassi­ no Paraguay realizou várias modificaç6es e construiu novas alas na estrutura física czs 53.000,00 respectivamente,.., salário mínimo. , João Ramos alertou que nenhuma destas é beneficiária aos micro-empresârios. o ideal, na opinião dele, é restahelecer 0 aumento do salário, para que até? mês de maio ele ohre. (Diário da Serra). Nós acreditamos no progresso e temos o Hotel PGUSADA DA FRONTEIRA _1 1 fio ia»ará faliria Primavera em Brasilia 'an"r1in2_Mr ão precisa nem dizer que o qover mal, fraco, desorqanizado, confuso, zoes acéfalo, às vezes biceflo, com siden:e aqui o outro viajando co: .oda mltiva que julga ter diri n. inqué>m cn f'nd<> na ria, quando u lo O 0 6 Minis 6rio entre ou quer entrar oem ar, som Minis:ro para neqociar. Coro Bras]y só faz economia nos fins de semana e n frrlaclor;, porque- ai o Govt>rno nao ,O''<' 11 _ tar mui .a qen.e ba .e palmas quando tua os:á parado, sem desperdícios. Interesra.. tíssimas as mancho:es dos jornais, º" co­ montário da olovisão e do rádio, as f{­ xas e os car azos do espaços monumentais , só assim para se ver qente em Hrasilia, a­ lém dos transeuntes da passarela acima d .rodoviária, entrP os Conjuntos Nacional n Conic. Mas, S<' tudo é confuso na vísão da ,C'r& poctiva humana - aoverno con.ra povo e p­ vo contra qovcrno - porgur> e 1nposs1vrl 0 en tend imen to pelo jogo de i n tcressPs SC!;,• pre contrariado, há o outro lado bonito e quase transcc>raldino mar rdc escuro elas folhas elas árvores. Asma7 gueiras, os ahacateiros, as sucupiras, os cedros, estio diqnos do uma vereda do a raiso. Livres, na imensidão dos espaços,h_ lançam o vento e à brisa, seduzem a visi do caminhante calmo e sem pressa,isento da violência ou do perigo ainda não existr:1 - • tes no Plano Piloto. O verde, o vermelho,IJ amare ln, o violeta, dezenas, dezenas ou C~:! tenas de matizes maravilhosamente belos co~ trastam com a branquidão dos edifícios pú· blicos, branquíssimos pela pessoal escolha de_Niemeyer, significativos da paz e da P ciencia brasileiras. Tudo brilha com o sol de Brasília, pois não há luz mais clara mais transparente. • . Com cerca de vinte metros quadrados de} rea verde para cada habitante; a cidade ~a e~perança e um convite à r1legria e ã solr dao ao mesmo tempo. :-ião existe em nenhP og tro lugar do mundo, uma amplitudo maior. - so d:-stanc ias, lonj uras de ·nuncc1 acabar ,ge~ metria quase divina U ;e ·e !i IS 03 10 n D , e, Nl 1. ' HIHll'l/ !Jt, 1 TltJ:.'11 II A 1>1.1 / VI3'f/ 1/'fl) C,W)';.;O 0 1 ) ,'1' OPiNião DT€5 I-1 .' ,- ' ' PESQUISA SOCIAL O PAULO- (Aq,Planalto) - A pesqui- a Social 6,atualmente ,um elemento do vi- .. tal importância na atuação das instituiçõ- ' 1; púhlic.io ou pri vatlar. qu<' pr0stom servi­ coa d~ hcrn-0ntnr nocinl à população. De fa n, o 0mpr090 mC'tÓdico dn pesqu_!:. a, , enquanto instrumento de conhecimento d~ rr,üid dc,permit.c um dimensionamc>nto cl, ro do,; problem.is nobre> os quais o quer intervir , evitando dispersão do esforços, e r cursos. A tarefa da pesquisa é,justamente possibilitar umn aniílise aprofunc'lada das problcmáticns inerc>ntes à popnlaciio alvo dn atuação ,e com isso,possibilitar uma mC' lhor adequacão dos serviços oforocidos. Um dos maiores desafios da pesquisa al6m daqueles que siio inerentrs à própria atividnde investigatória , reside na quan­ tidade restrita c'le verbas para a sua roali zação. Esse é um fcnõmeno geral , típico­ das conjunturas õificeis , como a ~ue viv~ mos. De imediato,csse fato tem duas impli cacões : primeiro,a necessic'lade de uma ao­ limitação precisa do objeto da invcstiqa­ cão ,. evitando-se dispersão de· objetivos ~u generalizações excessivas. Scgunc'lo , a vinculação da pesquisa is programações , a fim de possibilitar a utilização efetivn de seus diagnósticos e avaliacões,nas ati­ vidades a serem desempenhadas. A observância dessrs dois pontos,sem ,lúv ida, produz irá trabalhos qual i ta tivamon­ :e superiores e,ao mesmo tempo,eficazes pa :a a ação desejada. - O SESI de S.Paulo,quc mantém 1nume­ ,as atividades assistcnciais,educacionais, ? esportivas para os trabalhadores da in­ iústria e atividades asscmelhadas;com fre­ quência,à pesquisa social,antcs de dar iní cio a qualquer nova atividade. [S.B.A]* - BA O Exército e a Amazônia UMA NOVA F.SCOT,A ã REGTo] ãê 'í O Plebiscito e a República SIO P/lJr,o - (Ag. Planal o) - "O Plr bicito o Ropih1f r.a" foi o terna clã palestra que o dopu tado fodoral 1 ienrT que Cunha Puno-PDS de SP fez dia 23 úl tlmo,às 17 horns,nã sodo do rnstituto Hl.stórico c Geoqrá­ fico Brasileiro ,no Rio de JanC'iro. Na ocasião ,o parlnmen tar paulista tomoÜ posse como sócio ho norário do InstitÜ to Histórico e Geo= gráfico Brasileiro, cuja fundacão data dr 1838. Cunha Buc no apoia a volta dÕ Brasil ao rcqime mo nárqu ico, ic'lé ia f1Ue­ vem sendo difundida pelo MMC - MDvimen­ to Monárquico Cons­ titucional. No dia das recentes elei­ ções municipais cm todo o Brasil, o M. M.C distribuiu um impresso lembrando que naquela data(lS de novembro) o Pais estava comemoranc'lo: l?. estados de sítio 17 Atos Institur.io­ nais;seis dissolu­ ções do Congresso ; 19 roholios milita ros;duas renúncia preidonciais; .rês proidontos impodi dos do tomar posse; qua ro pr0sidcn "º dopostos;; goto Conr-­ tituir.nrs diferen­ tes;dois lonqos pr­ riodos ditatoriais; e nn•,r governos au­ toritrios. Houve , ainc'la um s,-.m-número dia. ;e )U 1e - J .. - - - "' ., DE:A.L : PJPA:C/ClLDO(Jl.Go,tol "pare de me olhar.. ..desse jeito". E !l1'lll~ OllTR/S • VIA CORREIO = Recebi cartão postal dr Guorulhon-sr cn­ vindo pelo omigo /LE XANDRE BILO, Colunis a Social da Capita Sul Mntogrooornse. ALEXANDRE BILO está tirando merecidas 'cê rias naquela cidade. 11/GR/DEÇO = l cari nhasa mensagem nata-­ lina endrrcçada para Este Colunista peln amiga LUCIENE PROEN­ ÇA. Obriqado pela bo nita mensagem. • - * FEL H'TD/DES = Sem fim é o que desejo à NILSON FÉLIX DA ROS/ o camioneiro que no dia l0/12 pp. comole tou mais um ano ·a0 vida. Parabéns dos a migas e familiares.- •. li MINHAS MOS Os HoI ins Cultura is,publicação esta que já está no seu )O ano de edição no bre a responsabili­ dado do escritor 1o SÉ ALBERTO,o popu- 1 ar BE'TO que já pu­ bll cou os livros de sua autoria:Prdrns, e lpnrrntr Vcrdadr. /o amigo BETO,vo tos de sucessos sem (im e que continue acreditando na "for ça jovem" que omanã do seu interior.Va­ le resnltar que RE­ TO é comunicador do Programa Brasil /mi go na Rádio Cuarein de /rtigas - R.O.U. * VIA FONE = Rece­ i informação que a opulação Quaraien­ se comemorou erttusi asticamente a vitó­ ria de JUAREZ CUSTÔ DIO GOMES eleito Prefeito da minha aaudosa Quaraí. Parabéns aos ve­ readores eleitos:Ma medes Rodrigues de Quadros;Saul Rosa ; Lourd,es Meneqola;An tõnio Pedro; Luizã ~aria; Lahire da Luz (que foi meu es timado Professor)en tre outros. - * RETORNF.I = ao es porte pois faz bem à saúde . F.ste Colu nista integra à e= quipe CANAL LIVRE , que està participan do do campeonato de Basquetebol promovi do pela Profa Silmã ra;Robson e claudi­ nei; no Ginásio de Esportes Municipal, nos finais de sema­ na. Na la Rodada do evento CANAL LIVRE venceu por 6_7x29 a equipe NOSSO que jo gava com : Silmara, Antõnio,Viniciu~ , Valdir e Elizeu. O CL jogou com: Jail­ son,Ncuro,James, ~r condi,Lile e ,Jaques. 1,··~·oi:::ALU~!o no11z1 110 ''' PARA:PROPO SIL ARA ~ • "67x29 ... cabeça in­ = chodo,d6i,d6i ... a6i". --------------­ .------ --------------------- DE:Amigos(as) P/RA:MARILENE ARCf. "Feliz aniversário! uitos anos dê vida." --------------------- CJV:PF.ÃO = Se con­ tinuar sendo vitima, de furor. de bicicle ta,o 'c;'àrotão / DRI LF.CIINF.Jl,17,funcioná­ rio da Gráfica e F.di tora Apa será o Cam­ peão de 88 como v{ti ma de assaltos ocor­ rido cm Rela Vista. P. a terceira vez, que André~ assalta­ do cm plena luz do dia,o Último roubo a contcccu no corredor da Escola Dr.Joaquim Murtinho na quinta - feira pp. dia- 24/11, por volta das 9hs , quando o estudante participava do Canse lho de Classe do 2~ Ano R Contador. / Bi cicleta , como as ou tras,estava com ca­ dcado ... mas o Gatu­ no levou assim mesmo do interior da esco­ la. lgora,André não larqa sua Ricy(a 4a) nem para dormir. APROVADO = Segun­ do comentários na Ci dadc Sorriso o pro­ grama CANAL LIVPE nos 1480 khz na Difu sora Mcal Lopes será GAROTA JEANS 88 em breve a coquelu- Rosenil- PRESENTES. • • MUTTOS ARTIGOS DE PRIMF.lRA QUALI.DADE PÁRA DE CORAÇÕES E PRESENTES. VOCE E ATENDIDA(o) COM COR= DIALIDADE E SIMPATIA PELA PROPRIETÁRIA Sr~ JANETE FICA NA RUA 15 DE NOVEMBRO N2 825. llf.LA VISTA - MATO GROSSO DO SUL. EM NOVEMBRO TAMBf:M - 03 A 1O DE DEZI O DE sucesno! Lindo Postal de uma ilha do Japão (o 1~ gar mais frio) onde a Geny Nishikawa este­ ve visitando no dia 2 de novembro. Assim escreveu. "Estou morrendo de saudades da Prinçcsa do Apa. Em abril de 89 se Deus quizer, estarei aí". Felicidades Geny, os também estamos com saudades! Circularam pela city, para matar sauda­ des e rever amigos Glaucy Flores e Ely atu almente residindo em Cuiahá. Nos visitaram o Cel. Aldo Ramos e Adibe Aldo quando na ativa serviu por a1Juns a - nos em Bela Vista. Atualmente residem em Santa Catarinae um dos filhos Alexandre Ra mos edita interessante e criativo jornal u tilizado como toalha de mesa para bares~ restaurantes, etc. Tem o nome de Folha de Bar. Ficamos fe­ lizes em tê-los por alguns dias entre nós. Voltem sempre!!! tttttttttttttttttttt Reflita: "Não faça da desilusão de dia o fracasso de uma vida". CANTINHO DO PROFESSOR um ser Moret de Almeida* COISAS DE BELA VISTA (3). _Seu Chindango voltava para casa. Já ha­ via mais de trinta dias que saíra e agora, finalmente retornava cansado de trabalho e xaustivo:Construíra em um mês 5 Km de cer­ ca, preparou 10 He de pasto, carpiu, roçou Levantava às 4:00 e voltava para o rancho as 7:00. Estava cansado. Pensou: - Vou em.casa, tomo banho, vejo os filhos, mulher e vou receber. Assim fez. Saiu. Passou no bolicho do seu Pancrácio, tomou uma e seguiu. Chegou na casa do seu patrão, lá pelas tantas A­ jeitou o chapéu, bateu o pó vermelho • do seu traje e gritou: O de casa! - Sim atendeu uma mulata gorda com cara de poucos amigos. O que deseja? - Quero falar com o Sr. Pafüncio Rolo. - Gritou o seu Pafuncio, acomoda-se Fez o trabalho? A cercd, o pasto e O açu - de? - O pasto tá pronto. A cerca em seu lu­ gar. Só o açude não deu tempo. ·- Mas, seu Chindango, preciso do açude antes das águas. Quando o Sr. vai fazer? _- Seu Pafüncio, vim receber e ver a fa­ milia, os meus ja os vi. Assim que receber vou embora. - Impossível seu Chindango, sem O traba lho pronto nem valet· Sinto muito no f d b • d • im o com, 1na o • te dou o dinhei- ro. Seu Chindango tentou reclamar just"f• car. Trinta dias sem dinheiro d! - _ 1- comida, pinga ... nada... , iversao Enfim concordou. Voltou. Mais qui d . . • anze di as e o açu e enfim, ficou pronto Tomou banho b b - • . . , se ar eou, pos roupa l i- pa, foi direto para a casa do seu p f- 1':' : Chegou. Bateu. Esperou. Nada. a uncio Bateu. Esperou. Seu Pafúncio d . cado: Viajara e vcltaria em 1e1xou re- 0 d . poucos dias r enara que fizesse uma carpida n • sul e voltasse outro dia parar 0 b lado L < eceler a se oi de mau humor o seu Ch" • de volta para a roça.' . indango Carpiu. Voltou. Bateu palma. Só recado: v,] manha. Boa noite. • o ta a - Não dá: trabalhei de sol a eoi de bom, nem bebi para ente±,, na@a recebi ••• volto e acabo com este ' nao de uma vez. Pensou alto O seu Ch; d traste Na volta para casa encontrou in ango. do se t - D um ex-peão upa rao. a conversa, o seu Ch" go ficou sabendo que o homem era 'andan­ mesmol Daqueles que dava nó e _vigarista gua e ainda desatava. Daquele: pingo_d'á ~ que não ten elo cha;d tr aquele infeliz. Pegou o revólver. - Mulher vou à casa de seu Pafúne] sumir' foi porque morri, ou fuji, por matei. se voltar, voce vat notar p.la, nha cara que recebi. 5e não, nao vo!», " Foi. Pouco tenro d poi.; voltou trt: acabrunhado, cabisbaixo... - Que foi marido, recebeu? - Não. SÓ vou receber, )un.o com o vólver que vendi para o seu Pa fÚ1Jcio r • lo. q+ GOVERNO ASSEGURA PROGRESSM 1-m:no'.iL MAGISTÉRIO. --= CAMPO GRANDE, MS - Todos os preces% de professores que requereram proorc~s • funcional com base em ti:ulos de espec, lização na área do Magistério serão der{ ridos. Es.a é a orientação da Procurado­ ria Geral do Estado, prontamente acatada pelo Governador Marcelo Miranda e anun -. ciada pelo secretário de Educação, Val - ter Pereira, na última quar a-feira, 30. Os processos estavam pendentes na Ca­ sa Civil para efeito de exame jurídico dos requerimentos, encaminhados com base no artigo 16 do Estatuto do Magis.rio que determina a concessão de progressão funcional aos professores especializados em áreas específicas de sua atuação. "O Governo acaba de dirimir uma dúvi­ da que estava deixar1do pendentes inúme - ros requerimentos de progressão funcio - nal. Com a orientação da Procuradoria e a determinação do governador, todos os pedidos serão deferidos e os professores em sua totalidade, receberão mais este benefício que será incorporado aos salá­ rios já a partir de dezembro", explicou Valter Pereira. *************** NOVENA A SANTA RITA OE CÃSSIA I - ô Santa dos impossiveis, padroei­ ra nos casos desesperados, volve a mi teus olhos piedosos e vê a angustia que me oprime. ô Santa Rita, potente e pia, socorre­ me nesta extrema necessidade e concede - me a graça que peço (Pede-se a graça) Pai Nosso, Ave-Maria e Glória. II - _Tu foste alvo dos mais duros g~ pes de amargura nesta terra, por isto.DE us te constituiu Padroeira dos ImposslV~ is e advogada nos casos desesperados. Tu que sabes o que é a dor socorre-me. HA! Sim, por tantas dores t~as ajuda-me: não permitas que eu gema por mais tempo nes ta amargura: concede-me ô piedosa santa a graça que te peço (Pede-se a graça) Pai Nosso, Ave e Glória. III - Ó Santa dos Impossíveis ve e meu socorro, tira-me desta ãnsia, n~ • deixeis no abandono, esmagado sob o pes~ das amarguras. Sim ó poderosa Santa, h je que todo o mundo te venera e glorifl~ ca, faz-me sentir também o poder do te braço. Mostra-me a tua misericórdia, c cedendo-me a graça que peço (Pede-se graça) Pai Nosso Ave e Glória . "-z g a • - ,:~:-' ··~; .- ·, . ~ , l