• 
•• 
1 
i::AA-.Ct O, O 
e rii Bela Vista 
o 
Representantes de vin e o um jornais, 
tear antes da AIORI -- Associação de Di­ 
ores de Jornais do Interior de Mato Gror 
do Sul - reuniram-se no sábado e domin­ 
, dias l5 o l6 pp., para debaterem diver 
problemas de interesse da imprensa in- 
riorann. 	, 
A reunião 1 oi presidida pelo Presidente 
iíl,lORI, jornali!ita nuprê Garcia Coelho, 
e após a abertura, passou a direção dos 
nbalhos ao jornalista Ivaldo Pereira, illl 
itrião do encontro, junturnente com sua es 
sa Maria Estela Velasquez Pereira. Veja 
sqPáina 05 a cobertura com leta. 
+ .. a;~·:J ~-----------------------~ 
as. MO ÁS Í(· 
30, : 
de:. 
ode 
íl 
Cor relação ao incidente ocorrido nos dias 1 
5 de Abril, em que l3 menores se dirigiram pa­ 
a região do Morro da Margarida, propriedade da 
!ào e sob a administração do 1O! RC Me., o Co­ 
do do Regimento informa que não deu pcrmis­ 
io, e nem tomou conhecimento da referida excur­ 
io, até que responsáveis viessem no Qu:irtcl sol.:!_ 
ltar.o resgate desses menores, o que foi reuliz!'_ 
por cquip~ especializada. 
So intuito de esclarecer e evitar mal maior, o 
tandante do Reimento alerta a população sobre 
, riscos de excursões deste tipo, ser.i u1:ia direç-no 
.sponsãvcl, pois a regina além de oferecer os pe 
ips natur:iis e característicos de mata fechada 
terreno acidentado, tem sido palco para exerc í 
ios coc, grnn:id.1s e explosivos 
releis Mentir 
triar le hlístis 
, 
a 
Através de proje­ 
de Lei, aprovado 
la Câmara foi doa- 
pela Prefeitura um 
~ de terreno urba 
no Bairro3oa vis­ 
, sito à Rua .1ntc­ 
de oraes, ao Sr. 
eu Alves Teixei- 
, que construirá u 
::Uni-indústria de 
es, numa área de 
o +: 
Visando incenti­ 
: tanto a :ruticul 
a como a instala­ 
Pde novos empreen 
~ntos em nossa ci 
,_já que o com6r 
ao absorve a de 
da d, - - 
, .. e mao-de-obra 
nivel, a cons- 
Mio da indústria, 
mediato gerará 
p	r e g o s d i r e t o s 	e 
lizará pequenos 
C:! tores de frutas 
Ptras variedades 
-zadas na fabri­ 
ao de doces em cal 
• sendo co:num atu-= 
nte a constata - 
_&e deserdicio e 
:--oveitarnento de 
Prefeito Edson Moraes. 
diversas qualidades 
de frutas, abÓbQras, 
etc., eminúmeraspr.2_ 
priedadcs, até mesmo 
na área urbana, onde 
é grande o número de 
árvores frutíferas. 
O Sr. Irineu pos­ 
sui larga experiên - 
eia no ramo, além àc 
intcncionar expandir 
progressivamente sua 
emoresa em nossa ci­ 
daàe, onde todas as 
características lhe 
são favoráveis. 
Entre os presentes no almoço oferecido aos jornalistas pelo Prefeito Edson Medeiros 
Moraes, o Dr. Vilson Bertelli, Juiz de Direito, Cel. Edson Gonct, Comandante do 10 RC 
'tec.,Prefeito Edson Moraes, Jornalistas Dupre Garcia Coelho e Ivaldo Pereira. 
íl 
A situação da BR 060 
é r.iotivo rle preocupaçno 
do Deputarlo Henrique De 
dê, do PTB. Apesar de s:;;: 
as constantes reivindi­ 
çÕes junto ao Governo do 
Estado, a precariedade 
da estrada é cada dia pi 
or. Nesse sentido o De= 
putado resolveu apelar, 
para o Presidente da Re 
pública, segundo o Diá­ 
rio da Serra, cuja até 
ria transcreveos aba­ 
xo: 
'A identificação par­ 
tidária que vem nortean 
do os passos do Governo 
do Estado, onde nota-se 
com frequência, o desca 
so governar.iental 'sobre 
os reivindicações de po 
líticos da oposiçâo,vem 
causando uma situação q/ 
dia-a-dia se agrava,tra 
zendo em seu bojo soe 
te prejuízos para a po­ 
pulação sul-e:itogrossen 
se. Esse descaso teve 
ressonância principal - 
mente na Assembléia Le­ 
gislativa,e :nais uma vez 
a população. e os munici 
pios foram colocados em 
.PSICÓLOGA FALD SOBRE AIS 
~{eve eo Bela Vista saúde. Coe a apresento- o salão do clube est►ve 
o.dia 14, i- cão de vídeos mostrando completamente tomado por 
ª
000 
u.-:,a icportante as v:irins fases da pott.!;_ estudantes, professores e 
«cativa palestra so- ça, suas formas de con- interessados pelo tema. 
,'S o crGt Pedro tágio, sintomas e os cu! De parabéns a EMPAER e 
ê~; ª Psicóloga Ma- dados que devem ser to- Secretaria Municipal de 
õc ra, ::ie:;ibro do Cru mados par:i evitar o do- • Soude. !ô muito iI::porcan.:­ 
IDs do Estado. A e;a mort:' a psic:Ólo- te que nossa juventude ~ 
"foi da EMPAER e ga ministrou palestras prenda u pcuco mais sg 
sr±2Municipal de em dois horários, onde brcessa tcrrívelmolestia 
terceiro plano junto à ad 
ministração estadual. U 
dcsses,cxernplos pode ser 
notado através da situa­ 
ção do municÍ?iO de Bela 
Vista, região que detém 
uma das maiores arrecada 
çÕes de impostes para os 
cofres do Governo, e que 
em contrapartida, nada re 
cebe em se tratando de e 
nefícios indispensáveis~ 
O asfalto da BR 060, 
que dá acesso à cidade de 
Bela Vista foi tema de i 
números requerimentos e 
indicações oriundos do Go 
binete do Deputado Henri 
que Moraes Dedé(PTB), pÕ 
rém, verificou-se,ao lon 
go desses episódios odes 
caso do Governo pára com 
aquela população. 
Inicialmente Henrique· 
Dedé solicitou esses ser 
viços para o DERSUL, que 
por sua vez alegou ser o 
trabalho de responsabili 
dade do DNER. Na verdade 
o que realmente existe é 
um convênio de Delegaçõ­ 
es celebrado entre o Go­ 
verno do Estado e o D!-!ER 
distribuindo responsabi- 
lidade. Corno a solicita­ 
cão rão saiu dos gabine­ 
te's, o caso certamente de 
ve ter ido parar e algu 
ma gaveta, o que fez coo 
que o Deputado Henrique 
Dedê viesse a formular a 
solicitação asfáltica da 
BR 060, através de afi­ 
e io, ao Presidente Sarney. 
Em sua solicitação, o 
parlamentar esclarece ao 
Presidente que, além dos 
produtores rurais, qu~ 
não possuem boas estra­ 
das para o escoamento da 
safra, :i co=unidade estu 
<lancil t:i::ibém vêm sendÕ 
prejudicada com este des 
caso. Os escudantes que 
cursam o 32 grau necessi 
toe deslocar-se para ou= 
tros cunicÍpios, e, e é 
pocas de chuvas esse tra­ 
jeto torna-se praticaen 
te impossível, o que 1e­ 
va c:uitos estudantes a de 
siscirec de cursaro grau 
superior escolar. 
Alê desses aspectos, 
Henrique Dêdé lecbrou ao 
Presidente Sarney o fato 
do tt:unicípio de Bela Vis 
ta estar incluído na .4rea 
, 
Deputado Henrique Dedê 
de Segurança Xacional, 
o que na!s una vez en­ 
dossa a necessidade da 
quele ounicÍpio pode~ 
contar com infra-estru 
tura co::ipatível coe: sua 
posição. 
"São podemos nos per 
der ee discussões =-= 
gas, exaltando a posi­ 
cão partidária deste ou 
daquele representante 
da população.Antes de 
tudo, a população deve 
ria ser levada e co­ 
sideração independente 
c:ente de partidos poli 
ticos", afiroou o DepÜ 
tado Henrique Dedé. - 
Policia no Rastro das Ti;adores' 
Ultimacente Bela Vista 
vêm sendo invadida por u­ 
ea onde da "pixadores" q/ 
fazem·de euros, paredes, 
cal,;odas, lugares para des 
carregarem SlklS energlaS 
:irtísticas e suas criati­ 
vidades, i::uitas vezes a­ 
&ressivas e crininosas. 
Temos exett: los ar to- 
dos os cantos da cidade, 
desde poesias, declarocõ 
es amorosas, até palavr 
es. Recebemos infora;ão 
de que a Polícia está in 
vestigondo no intuito de 
descobri·r os autores de 
inúc:eras pi.xa,;Ões, inclu 
sive em paredes de·resi­ 
dê:icias na cid.ade. Os au- 
tores(ou autoras) serão 
ir.diciacos eo inquérito 
para respondere::: por se-1 
us atos. 
1 
Teos informações se 
gurns de que alguns pi= 
xadores estao na crlra da 
polícia e provovekeo - 
te nos prÕxioos dias de 
verão seren resas. -

., 
.. 
li PIOR DITIOURI É DQUELD OUf O 
PERMITE I DISCUSSAO DE 10111S 
O integrante do Movimen.o Parlamena 
rinta Monárquico - MpM, ora em estruturo­ 
ção em todo o pais, começam a veicular ln 
formações obre o Plebiscito do 7 de e - 
t ombro do 1993 que a nova Const i tuiç::ío do 
ranil manda realizar, pera que o povo e3 
colha a orma e o is ema de qovorno dos 
Ano 90 o 'Terceiro Milênio - monarquia 
constitucional ou república, par lamenta - 
rl rnno ou prPniclrncL•l i.r·mo. 
Quero lembrar que o MPM está cima das 
j clc,o loqias e dos partidos. E por riu e? Por 
que a Monarquia tem de estar acima das 
p».iões e das conjunturas, a fim de que 
possa abrigar a servir todan as corroentes 
do pensamento e da militância política. 
Caberá, entretanto, a dinastia d Bra­ 
qança, que remona a própria naclonnlidn­ 
de brasileira na sua formação histórica , 
ser o c-lo entre o passado e o futuro, per 
soni ficando 'a perenidade da Nação. 
O MP1 enlcn<ln que o depositante e o ou 
torqante do poder imperial é o povo. o 
sistema de ascensão e de sucessão no go - 
verno parlamentarista monárquico é montn­ 
do sobre o intcrnsse do Estado, nio dizen 
do respeito a reivindicações patrimoninis 
a nin, a direito ncion is, que d 
resguardados 'o Roa, a quer 
porticularis a. . 	. 
Desse modo, o Movimento Parla. ntar1s- 
1.l Monárquico entende que o Congresso Na-­ 
cional, como legí imo representan.e do po 
vo, rcconhrccri o nohcrnno I ain adequado 
ao momen o do pais, cap.z de exercer, cor 
moderação, o objetivo maior da neutralidg 
de perante odas as correnes ideológicas 
par idárias. Nessa ordem de idéias 
qualquer prlncipc que, int grr rtido ou 
facção - TFP, PT, PMDB, PD ou PC já +em 
involldocln, de lmcdin o, a nu cvcntu, 1 
pretensão no Trono hrnsllclro. 
Considerando, portanto, a Monarquia co 
mo hipótese realizável, ela será necessa­ 
riament representa iva no en ido de ser 
assegurada ao povo a participação no po - 
der mediante a instituição parlamentar. 
Nilo ne Lrnta, nssim, como muitos rrra­ 
rlamrntc pensam - de uma Monarquia llbsolu­ 
tistn dr "direito divino" - algo re róqrg 
do e alienado hã muitos séculos, mas uma 
Monarquia adstrita e nmarrada aos precci­ 
tos constitucionais. /tencionas Saudações 
Deputado CUN!l/1 BUENO. 
O governo federal vai tentar conter o 
comércio i.legal rle soja como Paraguai. Des 
de meados de março, quando se intensifi - 
cou a colheita de grãos no Centro-Sul, rc 
presentantes na Receita F'ec1eral, ~'.inisté= 
rios na Agricultura e Relações Exteriores 
Companhia rle Financiamento c1a Produção , 
Associação Brasileira de óleos Vegetais - 
(Ahiove) e Policia FedPral vêm estudando 
uma estratégia para rec1uzir? comércio i­ 
legal, com uma fiscalizaçib mais rigirla 
do movimento ne cnrgas na fronteira com 
o Paracuai no Paraná e no Mato Grosso do 
Sul. • 
Nesta safra, devem ser contrabandeadns 
por volta de 400 mil toneladas de soja 
com o Paraguai, um recorde. Este número 
representa si do total da safra de soja do 
E#ti tsísi Erti 
lID [ID (ill i (ID ffil asL/ @L' 
Pronunciamento do A utilização no dará a· arrancada pa 
Denutado ~osã~io aás desoertará avo- ra a tio almejada 
Congro Neto, da Tri ~ação siderúrgica de integração latino - 
buna da Câmara Fede Corumbá ensejando me americana. 
ralem 18/04/89. - lhor e mais rápido a Diante de tama - 
Senhor Presiden- proveitnmento das ja nhos benefícios que 
te; 	zidas de Urucum, sem a utilização do gás 
Senhores Deputa- comprometer o meio- natural acarretará 
dos; 	ambiente, conforme aos dois paises, ma 
disse, umn vez que o nifestamos o nosso 
Há muitos nnos transporte por duto desejo de vermos ul 
os governos do Bra- desse gás não coloca timadas as providén 
sil e <la Bolívia es rã em risco a preser elas para a celebra 
tabeleceram conver- vação da preciosa fau ção do ,cordo e imc 
sações com o objeti na e flora desso ver diata construção de 
vo de se dar apro dadciro santuário e= tão importante obra 
vcitamento com0rci- cológico da nossa na que em muito contri 
al ao gás natural tureza. - buirã para maior de 
disponível no pais Eliminará ainda o scnvolvimento e me= 
vizinho. grande déficit ener-- lhor entrelaçamento 
Esse aproveita~ gético da Região e da fraterna amizade 
mente ensejará a possibilitará o cqui que une os nossos 
construção de um ga_ librio da balança cõ povos. 
soduto que partira mercial entre o Bra­ 
àe Santa Cruz de La sil e a Bolívia, pro 
ierra com deriva -. piciando significatn 
cao para Mato Gros- vo incremento comer­ 
so do Sul, Minas Ge cial entre os países 
rais e Mato Grosso. irmãos. E finaimente, Congro Neto. 
sabido que o 
gás natural, além 
de combustível lim­ 
po e de múltipla u­ 
tilização, poàe ser 
empregado no oroces 
so de industrializa 
cão do Estado de Ma 
to Grosso do Sul , 
totadamente na regi 
ao do Pantanal, po= 
is além ne não cau­ 
sar poluição atmos­ 
férica preservará a 
qualidade de vida 
das pessoas e não 
agredirá o meio-aro­ 
p...i,rntc. 
de FinanciAmento c1e Pro'1ução, o ('entro-Sul 
tono, incluindo o Paraná, <leve colher at6 
22 milhões Je toneladas <lo soja. Com asa 
ca de 60Kg sendo comercializada à média 
de•NCZ$ 14,00, as perdas dos governos fe­ 
deral e estadual pelo não-recolhimento no 
impostos como ICMS, Funrural e "IS chPgam 
a quase NCZ$ 19 milhões. "E uma qunntia 
muito alta para o governo mas para o pro­ 
dutor, tudo bem, o ganho é maior", diz 
llntonio Licio chefe do Departamento de E­ 
conomia da Sociedade Rural Brasileira. 
Quem vende ilegalmente ao Paraguai es­ 
tá tendo um lucro alto. No Paraguai, asa 
ca de soja está cotada um US$ 14,00 NCzS 
30 no mercado paralelo - NCZS 16 a mais 
que a cotação da semana no oeste do Para 
na. 
'I'HJ11/L!ll S"!'c 
ESCF 1TRIO: 
UCLl VISTi, 
QUESTS DE 
Rua Coronel Cam ão, 
FONE: 429-1302 - CENTRO - Cep: 
ATO GROSSO DO S" 
RUA: 
E. X P E D T r T E 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(FUNÃO E 2o E FEVEREiRo E 1972). 
ft.":-,'OADOR: I'ALDO PEREIRA 
REDATOR CHEH: I'.'ALDO PERl-. lRA 
GERENTE: GILSON SILVA SANTOS 
REPORTAGENS: BALDIO RODRIGUES 
NL'NES CORREA. 
NOTICIAS: A3IM, AE., PLANALTO E CORRES: "DENTES. 
REDAÇÃO, AD:'-!I:-ISTR,ÇÃO E i'ARQL'E GR/,Fl<:o: Ru~ d1 
República, 564 - Cafxa Postal 23 - Fone:(067) - 
4)9-1410 - Sédc Própria - Registro no Carcóri 
de Títulos e Docu~cntos n2 35. 
Ftz1Ao 1 AoroAr E IAAJOY. 
===== 
LY. SE.'!A:s'ÁRIO DA REDE BELAVISTE:-SE DE JOR.'iAIS. 
CGC MF - 15.513.203/0001-59- ISCR. EST. 
219. 0003-1. 
L nrRF.TORA: MARIA ESTELA VELASQt:EZ PEREIRA. 
CARLOS A. NAZARI 
• 
a1à 
BORGES 
CAUSAS 
15 
C!VEIS 
DE 
E 
NOVEMBRO 
CRIMINAIS 
NO: 505 
TELEFONE: 439- 1382 
23. 
A 
'ar jornal 
'el de 
=:-ético l 
Muito obrigado! 
/ - 
Deputado Rosário 
RUA: 
T U B O S D E C o N C R E 
T O S 
G E N E R A L 
FONES: 255-1205 
R O N D O N 
255-1202 
NO: 2 5 l 
255-1376 
B O N I T O 
MA •r O 
G R O S S O 
D O SUL. 
_Exprêsso Aracatuba 
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Realizamos nuai 
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transportes de 
J A R D I M 
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PROCURE-Nos. 
• 
M A T O 
G R O S S O 
D O

. As l 
~111,,no l'Hrcli.1 dn SI lvn, para prestar algu- 
r. - 	• 
Informaçoes a respeito da materla velculnda nu 
l,i,,~.c:? 91,2, <ll• Oíl n l'.> de Aht 11/89, Jntltulndoll~ 
!OI rsPA~CilJO l'LI.A POr.fCJA'/ 
Se a moda pea, Intimar repórteres para prestar 
fer»ações à Polfefa, não haverá mi is necessidade 
Polfelais e investigadores. O Jornallstn npuro­ 
la as deminc las e depois levarfa o cnHo ,,o MM Juiz 
d, Otrrlto, 
Repetimos, mal:s uma vez, recebemos denúncia de 
(UM MENOR FORA ESPANCADO. E redigimos a matéria 
, untando: "MENOR FOI ESPANCADO PELA l'OL(ClA"? 
rol bem, fos a cump para apurar a denún- 
lJ, Encontramos uma barreira de medo e temor. O 
rprfo menor futu da Imprensa, mas, amigos e vi­ 
Lhos confirmaram o fato. Cabe apurá-los e não 1n 
:l sr o repórter para saber quem fez 11 dt'mÍncia. 
),., CO!STJTI.Jl(,;,O, Alffll:O 5'2, ITEN XIV, reza: "J; 
sser ado a todos O acesso à informação e ressuar 
do o slt;!lo da fonte, quando neccss;Írio AO exer­ 
dct,, profbsional". 
~l, cdicjo posterior, comentamos nov,1mente o .1s­ 
unto, afinal se os interessados não quiserem a pu 
ti;ão dos culpados(medo?) o que fazer, mas fica um 
kez'rete, jornalist não é dedo duro e se, por aca 
o, vdcu1'lnao~ mJtéria lnvcr(dlca ou deturpada, aI 
tá a Justiça para nos puni.r, ntravés da Lei de I 
rensa e do próprio código Penal. 
Se foros intimn<los novamente, iremos com o mni 
r prazer, pois aprendemos com o chefe que todas as 
utoridades merecem respeito. Mas continuaremos a 
~i?nuncl.1r ,1rhitraried,1dt.!s, ahusos. erros e dcsm.1.n­ 
s, e, nossas FONTES são saradas. Não adianta 1n 
tb:ir jorn,1list3 p~r:1 "dizer quem é a fonte", isto 
nível de jornalismo. é simplesmente inaceitável, 
e contrar todas .'.IS B.Íhlias da Comuni- 
505 
Recebemos notlcl.ts ,•s 
ta se::mna que o nosso n­ 
;dgo )bnoel Rodrigues de 
d:anda, o "seu aneco", 
j:i se encontra em bom es 
tJdo de saúde, ele que so 
fteu u:n problema de pân~ 
:reas alguns dias atrâs 
't esteve internado em Cam 
0 Grande. desejamos ao 
Sr. Maneco una hoa recu- 
:•o:ra,ào e que em breve Maneco Miranda e Dona Nice. 
r ssa estar em nosso me- 
!o novaoente. li. Dona !ice, unimo-nos em sua fê ina 
'is ui ia» 
Por ocasiao da rcuniao da Associnçoo de Direto­ 
Res de Jornais do In.terior de }IS, realizada em nos 
s cidade nos ,íltir:os dias 15 e 16, nas conversas 
-~::i os jorn:ilistas que visitavam Bela Vista, um as 
tt destacava-se: O os fa 1 tamento das rodovias 1 i­ 
do a ''Princesa do Apn'
1 
:l Jardim-e Antonio João. 
Rgu:o eles "os belavstenses têm que se unirem, 
Mobilizarem e lutaren por esse asfalto para que 
la 'ist3 seja inte •rada ao resto do Estado ~ do 
,L''.. ,., 
- --- ----- -- - - 
ALGl':SS TÓPICOS 8-! REfERfSCIA AO ASSUNTO! ! 
'n~alist.'.l Pedro ,rizoli Correu Batista - JORNAL 
~ E DE :-O'A ,.lJRADilA - "Sou do partido gover­ 
sta, as n.io tenho procuração para defender o Ma_E 
D""!'tranda. O problema do asfalto ligando à Ant~ 
., Joao e Jardic é cuito sério, pudemos sentir is 
, ªº transitarmos por essns estradas, ê inadimis­ 
el que o governador não enxergue esse problema'.' 
~ê G~~cia Coelho - Presidente da ADJORI e Di 
~ do Jornal Folha de noto Grosso do Sul e ou- 
Rtes. ; 	G 1o do 
-;--.::.::• ,,ao conseguinos entender porque o overn 
ado deixa rclegnda no totnl abandono uma cidade 
0
.8 la Vista, a nossa Bela Vista que é o Portal 
•
st
ocico da Retirada do Laguna e da Guerra do Pa- 
nao recebeu nem un a ulha 
Governador vive dfzendo qu v,J! 
os munlcfpfon adminfs rado por prefeftosde outros 
partidos que nio o seu, através dos dire ir!o mu­ 
nIcipals do PMDh, pots que traga, não sonos radi­ 
cais, queremos sim o progresso de nossa c1dad ". 
JUíZ J.N/1.H.CE O PAPEI. DA 11-'1'1(1.",SA l.':ITl<IOR/1'1.. 
O Juiz dr DJrrJto do Comnrcn de BPln Visto, Dr. 
Vilson Bertell, fez uso do palavra par: enaltecer 
o papel da imprensa Interiorana, segundo o mais­ 
crodo "é através da comunlcaciio doo p<>qu rio~ Órgão» 
de Imprensa locais que tomamos conhecimento dos fa 
tos fnerent<JH it sociedade em que vivemos;, da rea- 
1 Idade dos nossos munfe[pios". Referiu-sá também o 
chefe do JudfcLárlo belavistense ao jornalista I­ 
vn)do l'erclrn, tllrctor <ln Rede Helnvlste~Me t!e Jor 
nais, S<'gundo ,•lc, "conhecia o lvaldo nntes ,;Ó de' 
nome, tinha Informaçóes de que tratava-se de um 1- 
dealista, um apaixonado pelo jornal!smo sério, act 
ma de tu<lo. i!~ .. iO pude comprov.1r npós contmcê-lo". 
l'RES [Ili•.:; 1i::riAcA'lAIIA CAl<t.OS A. OC,R IZ: 
"ESSA IUT:SliO :•!OSTRA O PREST{G!O tll'. NOSSA IMPRENSA" 
O Dr."Cachítn",l'r<,sic!cnte do Legislativo bel,­ 
vistense, pres~nte ~ reuni:io fnlou da lmpnrt3ncin 
da realiznc:io em nela Vlsta de umo reunlio da ADJO 
RÍ, "o evento ir.ostr,, o prestígio dos jornais de nos 
sa cidade e refio e serve para que os homens de Lt 
prensa que nns visltnm levem para outras plaas o 
que viram e o que sentiram em Bela Vista, espera­ 
mos que todus t0nh.1m as melhores impressões de nos 
sa cidade". 
,! 
IJ 
Lopes da La.qu 
na um Encon- 
ro de Club 
de Laço filia 
do à Federa­ 
cão de Clube 
de laço de M.:,. 
O cv nto cst,i 
sendo promovi 
do pelo Club,; 
de Laço daquc 
la cidade e es 
pera-se a par 
ticipacão de 
gr ndc nÚMcro 
de laçadores. 
Na fo o ao la 
do o Patriiõ 
do Clube de La ,.....,_~:....---..1 
ço Guia Lopes da I ii.gun i, 
AF:L/ VIST/ PARTICIP/1, co•.; :.,01s (j_,.!_'..f:T'!· J 
De bela Vista estar1o 
seguindo para Cuia Lope 
da Laguna n CJuh, d0 1 ,­ 
ço Bela Vist,1, p.Jtro11<' 1- 
do por José l.ul✓- lour, l­ 
ro e o Clube de laç0 São 
Geraldo, do Patrão 'It r 
Felix Rajas. 
Kos Últimos dl:is o.; ln 
1 
1 
çadores belavistenses 1~ 1 
tenslficarar.. os trein,:::c:.: j 
tos com vi.st,"ls a fazer t• 1 
ma bonita apresentação e 
Gula Lopes, onde, p(,r tr~ 1 
dição, Rela Vista se:::pre 1 
se apresenta muito !,~:::. 1 
Esperam os organi;·arln j 
res do Encontro de Jaca= 
dores em Guia Lopes que o 1 
recorde de mais de tre­ 
zentos laçadores partici 
pantes seja quebrado. o 
P,ttrao Josc Luiz Lourt.:1 ro. 
12 OE MIO - GRNIOE f'ESTA Bi C/..2J.OJL! ! 
Vista earcial da reunião da ADJORI em Bela Vista. 
"MOKA PROMETE P.ECUPERAÇ;O TI-!EDIATA D/ BR 060" 
1 1 
Muito onita a mate­ 
ria de primeira página 
do Jornal Correio Jardi­ 
ncnse desta semana. onde 
o Deputado }loka promete 
intervenção junto ao DER 
SUL para q_ue a rodovia 
060, "A RODOVIA DA ESPE­ 
~A:SÇA E T,}!BJ:}I RODOVIA DA 
MENTIRA", seja conserta­ 
da pelo Órgão. Tomara que 
consertem, mas já apren­ 
demos que e promessas de 
deputados e Governador 
nio se deve acreditar.A- 
final, eles já promete -..._ 	J 
ram muito mais, princi- Deoutado Waldemir Moka 
palmente paro os belavistenses, ou nao? 
"E O DESUL, O QUE A:SDA FAZE1'1)0"? .1 
Nao dá parn entender, em 9ela Vista e Jardim e­ 
xistem residências rodoviárias do DEIISl'L, órgão res 
ponsável pela conservação e manutenção das rodovi­ 
as que ligam as cidàdes da região. Gostaria de sa­ 
ber o que eles andamn fazendo! Trabalhos particula­ 
res? Para os "cupinchas" do PHDB? 
ESTRADA VICI:SAIS ABANDONADAS"! ! 
Em Bela Vista entao é uma verdadeira vergonha, 
nossas estradas municipais estio sendo consertadas 
pela Secretaria M~nlcipal de Obras, se dependesse 
do DERSIJL viraria trilheiros e só serviria para 
viagens a cavalo! Temos também recebido várias re­ 
clamaçoes no sentido de que o órgâo{1)ERSIJL) presta 
serviços nos municípios circuvizinhos(desde que os 
prefeitos sejam do PMDB, ê claro), faz trabalhos a 
qui e ali, para um e outro. Tem muita gente queren 
do saber o que a residência de Bela Vista anda fa= 
zendo realmente que não atende as suas obrigações 
com o município, principalmente no tocante às es­ 
tradas. 
DESnBnFO 00 PREFEITO' 
"~?toveitnnco 3 opcrt.Uniduàe, muito oportu~a por 
.,}, _o Prefeito Municipal Edson Moraes, apos sua 
'-l:..3 ... 
eva""? aos jornalistas, pediu para que os mesmos 
•ld•~ -~::i a todos os rincocs de nosso Estado a ren­ 
• ;~~ e::, que se encontra a nossa c.cace. Segundo o 
etts "até hoje, desde que assucimos, Bela Vista 
Quando se fala em !'.! DE :'.AIO, lovo vê::, â ner:te 
as gostosas e anir:i.3das fest.1~ que sao rea) :::z.J.das 
nesta data na nossa v{zirha fiado Ao (»roo ro­ 
memorando mais un 3110 de ~::,ancipaçào polÍtico-atlml 
nistrativa, Caracol promove este ano una rande fes 
ta, a começar pelo baile no dia 30, se estendendo 
pelo dia 12 com esportes, churrascos, laçadas e ou 
tras pror.ioçÕes que estarão a data. Se De­ 
us .nos permitir, estaremos presentes e Caracol. 
RECLAMAÇÃO CONTRA O "ATACADO" DO ITKAIA! ! 
Essa semana, olcoçondo em um restaurante da ci­ 
dade, a proprietária nos cha::,ou oara mostrar um sa 
co de cebolas, fazendo também u~ s~ria reclamaçãÕ 
contra o"Atacado do Fukaia".Segundo ela,"quero que 
isso seja publicado, se tiver que pagar eu pngo,p.'.l 
ra ver se comerciantes inescrupulosos criem vergo= 
nha na cara e nio hajam mais de mi fé co seus cli 
entes". Segundo .'.l proprietária, co::,prou no "Ataca= 
do do Fukaia~,como sempre faz nos co□êrcios da ci­ 
dade, um saco de cebolas que deveria pesar 20 qui­ 
los. la verdade o peso do "s.'.lco" estava certo, 20 
quilos, o problema é que pelo :::eio existiam cebo­ 
las com todo a sua palha, do jeitinho que foi co­ 
lhida, alim de vários legu:aes estragados". Ao pe­ 
sar o produto pode se certificar de que de cebolas 
mesmo existiam menos de quinze quilos. Disse ainda 
a reclamante que não foi :a.Lar cor., o ":'ukaía" por­ 
que "sou muito estourada e poderia ac.'.lbar fazendo 
besteiras". 
AVISO AOS INTERESSADOS EM FOl'OS DA SULA MIRANDA 
Comunicamos as inúmeras pessoas que nos procura 
ram interessadas em fotografias da cantora sula ME­ 
randa que na quarta feira, dia 26, essas fotos de­ 
vem ser procurados na rednção da TF com este reda­ 
tor. Sula Miranda esteve'fazendo uo bonito show no 
Ginásio de Esportes no snbado, dia 15. Na oportuni 
dade muit:a gente foi ver a "Rainha dos Ca:nínhonei= 
ros do Brasil". (As fotos na próxir.10 ediçio). 
3 
;.:

,Af'/ IJJI./ Vl i'A 
1111./Vl!iiMJ 1) 
H:'l'.i/1. 
V<•l,l·.lJll,L "l>" 
Vt LEIOL "A" 
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04/junho/H 
Ol1/M111 o / • 
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J .,/.)111.hn/íl'i 
or. / : T li' 
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do a rircn,e no 
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•r,r,l111, :,cor-do con 
d,d V< !l(•J' J't !;( V ( 0 l l 
OI• e I ub, r: li a IJ 1 ,., l OI' l  d 1 1.EII, q1H• 
rcon 
l 'JÍIJIO 
J LTÂIJ1C 
e; UIA:; H 
c·r:hnu 
GTIIÍ,'.>JC, 
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r, 11'1 f ~,I O 
HI ,llr.HTO O .. ;. ;,o:/, 
.J/,TH 11.l'AIJl /, 
DTHNLY /. PIIHO 
M/HIA /. 11 TLLLT 
JOl!GI ll. CI ::i/f< 
M/HIO i .
1
:IIH!'! 
., TJt./1!1; ; . CAL!-./ Irll 
u';L' I / f . f- . 
lffl,P t . i í/ 
trará n m lhor sol u<; ,u, 
VEHEADOH cAss I0 ,(' f('L 1 
(l 
VEH!r.ADOR CARLOS ALBEHíO OCARIZ 
' 
Na sessio do d:a 1@pp.o Presidert do 
Legislativo Bclavistens,vereador Carlos 
Alberto Ocatiz pre ntuu h, qt,•'r ir-t r.Lr pC:­ 
d±ndo para que fosse enviado expediente a 
llrr:o. Sr. P11sid1nL,• d., :-~!l'f'SliL,~;c:lic1t,n­ 
d a inst.'1·,c;°;o eh .. leis t1;,n!'..,forn,í1r1ores r.:
1 
maior potência pra atender ucs rraaore: 
no Birro dos Primaveras,bem ccmo pura ilu 
m'nação pública e novas lir,;.c.;Õt:s rt :;ià1...nc2._ 
~ e- n< (lL';'.'} ~-., pur:dü o Vt'! t.:· oo!, '
1 
i.'i.<•~(,..!r;;o::. 
,-4«ndic.cão at:vés de ata1xe assinado 
Eh rquerimnt upnsentado nu serbleia Le 
gisl.1tivc: Estadual ,o deputado Henrique Moraes De 
dé,do P'f!3,e n.pn·scnl,c'1t,· ele nossa rgiao na /ssC'!:'.1 
bléi.1 Lcgislctiva, sclíci rc,u que fosse envi:1c:o l· •. .:::_ 
dicntc oo Sqx:·intcnd..:nL•' d:-. S1.füECO,~,-'T.CZ Tcbct,P!:_ 
ra que fc,ssc f,,:1'1.:Cido cópia àn Cor.vcnio 080/Se,c::, 
lcbt,,c.'O cem a Prefeitura Municipal de Bela Vista , 
que ;Jl'C:V0 a CO"-'-.n.Jç~o t'c' u-:i;, P-; :1tt st,brc, o_ Ri.o !:: 
pa dar.do acesso a Aldeia Piracua,nc munuc1p1o, OC'm 
cerno inform:-çÕ. s :<.tn.: vcrb~s j::i r,ps ssnd.: s crr, e!::_ 
corn3n::ia co Ct'-.IVt..nio. 
o n,qu':!rim<.nto do deputado fci muito opor tuno 
pois a cmstruç:i.o àcS.."";1 p,,ntc e· ~pit(.çno .:;:-t1p.:. 
déqUC'lil comunidade indigna,de vitl irprtar1 
p,,ra os hubi..'1."1tc·s é,, Aldvi..l Piracua ,· Ql,(', r;,cs.r 
d:: e>:i:;tC'ncü, dr fcnvênio com a SUECO prv a a 
cc-nslruçÕO,cdl·b:':"'o nr, ad:ninistroçao or.t.cr1or, ., 
nferid pnt aind no foi construica. 
J 
I 
1 . ~,: 1 '1 r ! • r 1 
1 e, i-> r< .:, J ! • r. :. ' , J e .... 
e plcsp: ;or , r.•~ '. 
DUTO ETAL. E=!EIZEZES E5 
At? avés Ci.: t:.T rcqt.:.:r·i~-:1 c,o Ct:putado !:stccuul 
Henrique Deé,peaiu para que fosse erc«zirhvdo ex_ 
dite a. Sr. Di n. tor· cr D,p,•r•;.,.-rt. n:o c!c Cbr2S ?u 
~-.icE.S.Dr. Eo o Gc-r.C"VLZ r-crrari,CC'IT cépi('.S é•(; Sr .. S.=_ 
cretáric de Obros PÚbl :c,,s,Dr. Dj,.lma r :-r ·ira e• 
Rc:.:cm .. , e ao Sr. Sec:re~;,rio d, S,JJce,Dr. l•liltcn l-ii- 
-: r:.nct· ~Oc:...'"'t.:S, sc1 icitndo informações a respeito da 
pé.i-al
1zaç~o das cbr.s e···. rcfom;, de ho:-p1 tal S~o '!' 
cr:nt, ae Paules.,c;"t. no~n cidr!dc .. 
, •- :":.L r·( ; ,J ... 
GIIBH'.C, LúUílEiílO G/,BÍ!!ICl 
Presidon' 
Dr. I'Il,tl f. fJ/, csT :QvES 
?t.cmbro 
JOSÉ Bc-í!IFACIO DE ·1CR/ ES 
Mm7bro 
Hqr,<Jlor,c• e·!'. tcac..s o: 
02/89,que trat:, d: ce:: ;:,,•t: __; : Jr u:- .r!~ : - 
ilr. ctunil 2'1'1xll0,5C un.c ps pra ets 
nit,lC un. l·r.;:i e·:::·•:~- ;,c,·.--,ú~- ur. 
l-:rrp,•<1:,s :'i·i"' L;(' ,:.o( u:-:. c·.:·:·ir•ho ;;:-:e,_. 
r;n.: 
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maciço,05 unu. pá la:g c cabo,05 
eh. r.,o:-: t1 396,05 ur.0. f, cr. • :• ! =- r. 
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----------------- 
J ........ 
'ª 
a O te ea 
NDO O MU ICIP LISM 
presentantes de vinte e um jornais , 
ran e da ADJORI - Aocição de Diro 
re de Jornais de Mato Grosso do Sul, reu 
ri-e ábado e domingo, em nossa cidade 
, debaterem diversos problemas de in.e­ 
e da imprensa interiorana. 
!l. : ..... -------==------------' 
omioralistas 	reunião cm Be- 
a Vista aco 	osas e filhos. 
5. 
A reunião foi na Cãmara Municipal de Be 
1 Vista, gentilmente cedida pelo presiden 
e Carlos Alberto Ocariz. Foi presidida pc 
o presidente da lDJORI, Dupré Garcia Coe= 
~ que, ap6s a abertura, passou a direção 
s trabalhos ao jornalista Ivaldo Perei - 
, anfitrião do encontro, juntamente com 
a esposa Maria Estela Velasquez Pereira, 
irctora de a Tribuna da Fronteira. 
Presenças de Predro Arizoli Corréa Ba - 
1sta, diretor do jornal de Ivinhema e No­ 
Andradina; de José Valadares, de Navi - 
ü,Jque edita mais quatro jornais naquela 
giao; representante dos jornais de Corum 
i, onde são editados quatro jornais; João 
atalicio de Oliveira, do Jornal da Praça 
e Ponta Porã; de Ãlvaro Pereira, da Tribu 
a Popular, de Jardim; Jorge Pacheco, de K 
bai, além dos jornais editados por Du = 
re em Rio Verde, Costa Rica, Anaurilãndia 
Mapuã e Nioaque. Também os jornais da Re 
Belavistense,Tribuna Murtinhense, Jornal 
Bonito, Tribuna ele Caracol, Jornal de in 
cnio João, Correio Jardinense, Jornal da 
.cuária e Agricultura. 
is estes jornais já provaram suas forç s 
não é preciso provar mais nada. 56 se 
lembram dos jornais em époc de eleições, 
ai reconhecem suas potcnc. lidades. 
ro 
d C , , 
cretár a d 
léa Oc, riz, 
ro P 1 e ar <lo , , .1, 
Zeca toraes, Cel. 
do I C R c 
Bertelli, Ver . 
Côn:rn] do Par aai e 
dente do Rotary Eduardo 
[ A REUNIÃó J 
Os diretores de jornais do interior de­ 
ateram vários assim tos, entre eles o rela 
ionamento dos jornais com as agências de 
blicidade, tabela de oreços, participa - 
o na Constituinte Estadual e fortaleci - 
ento da entidude com maior participação 
s filiados. 
lNALISTAS DUPRE GARCIA, IVALDO PEREIRA E 
PRESIDENTE DA . RA CARLOS A. OCARIZ. 
Falou-se na missão da imprensa do inte­ 
:
0
r, co:n suas conquistas, suas lutas e Pe 
0 
Arizoli, de Nova Andradina, lembrou que 
:Jrante ouatro anos combateu o orefeito da 
ela cidade, Getúlio Gideão, hoje sentia­ 
gratificado pois Gideão fora preso em 
Sgnpo1is, eia Policia Federal, por cor 
·~ªº· Foi um exemplo marcante do papel 
"Prensa, um jornal valente que comba - 
. um Prefeito corrupto e que, apos qua - 
0 
anos, teve todas as denúncias confirma 
se o prefeito na cadeia. 
O jornalista Ivaldo Pereira lembrou que 
camin, - 	d - 
te. 'Fio é o fortalecimento lo municia 
::io, e nada fala mais alto, bate mais for 
' Sue os jornais das pequenas cidades.Fa 
que e preciso haver RESPEITO por parte 
_Governo do Estado com os jornais do in- 
«lgy 	· 	- 
e, ' que não precisam do Governo, nao 
" esmolas, querem o respito, que pro 
"em os jornais do interio. n como fa 
mas como estratégia de marketing, po 
Diretores de Jornais José Valadares, Alva 
ro Pereira e Joao Natalício de Oliveira. 
Duprê Garcia Coelho falou de sua inten 
cão em entregar uma JDJORI mais forte, m~ 
is autante e mais unida. João Natalício 
de Oliveira lembrou que precisamos reali­ 
zar reuniões técnicas, com a apresentação 
de palestras de publicitários e técnicos, 
visando melhorar os jornais do interior. 
O presidente marcou a pr6xima reunião 
para a cidade de Naviraí, onde os direto­ 
res serão recepcionados pelo jornalista 
José Valadares, do Diário do Interior. Es 
ta reunião será nos dias 17 e 18 de ju 
nho. 
CANDIDATURA DE IVALDO 
Nesta reunião, o presidente da entida­ 
de, Duprê Garcia Coelho, lançou o nome do 
jornalista Ivaldo Pereira para a presidên 
eia da Adjori. A eleição será no dia 10 
de julho, em Campo Grande. 
Ivaldo, inicialmente, agradeceu e acci 
tou o convite, mas deixou bem claro que 
"se os companheiros quiserem, serei o pre 
sidente, mas procurarei, junto com a <lirc 
toria, desenvolver um trabalho mais técnI 
co, não poderemos ser corretores de anún= 
cios, ou seja, servir de intermediário jun 
to ao Governo, Assembléia ou Agências, is 
to cabe a cada jornul em particular. Te= 
mos é que tornar a lDJORI forte, resreita 
da, com jornais livres e progressist~s•.- 
Pedro Arizoli-Nova Andradina, Reoresentan 
te de Corumba e Jorge Pacheco de Amambai. 
1 ALMOÇO J 
Logo ap6s a reunião os jornalistas em 
companhia de suas esposas e filhos segui­ 
ram para a sede do Rotary Club, onde o pre 
feito Edson Moraes ofereceu uma deliciosa 
feijoada, acompanhada de muita cerveja ge 
lada. • 	- 
Jornalistas, esposas, filhos em flagrante 
no almoço oferecido no Rotary Club. 
Presenças do preteito Edson, presiden- 
Após o almoço vários jornalista 
ram uso da palavra, todos lembraram 
lamonto de Bela Vista no tocante ao a.f 
to para ordim e Antonio Joo. O pref to 
Edson Moras falou de suas dificuldades , 
do desafio que está nfrentando, sem a 
a j urla do Governo do Estado que discrimina 
Bela Vista. Falaram também o Dr. Vil:on 
Bertelli, o presidente da Câmara, C rlos 
Alberto, o anfitrião Ivaldo, Dupré e o - 
dos levaram de Bela Vista um grata rocor 
dação. O jornalista Ivaldo Pereira cntr = 
gou a cada um dos participantes um Diplo­ 
ma de Honra ao Méri .o por suas participa­ 
ções nas comunidades, editando jornais e 
fortalecendo o municipalismo. 
O prefeito Edson Moraes e o emptesário 
Ricardo de Souza Rosa, proprieário do lo 
tel Pousada da fronteira recepcionaram os 
jornalistas dignamente, desde sábado à tar 
de estiveram com o grupo e Bela Vista, m~ 
is uma vez, mostra a sua tradição em bem 
receber. 
PODER JUDICIÃRIO DO ESTADO DE MJTO GROS­ 
SO DO SUL - COMARCA DE BELA VISTA. 
z 1 
M 
O Doutor Vilson Hertelli, Juiz de Direito da 
Comarca de Bela Vista, Estado de ~ato Grosso 
do Sul, na forma da lei, etc ... 
FAZ SABER a todos que o presente Edital vIren 
ou dele conhecimento tiverem que fora arcados 
os dias 02 e 16 de maio de 1989, respectivamente 
às' 14:30 horas, para realizações dos leilões, d<­ 
signados nos autos de Carta Precatória n2 55/8E: 
oriunda da 12;! ,,'ara Cível da Comarca der. Grande­ 
S, ext ra!da dos autos de Execução ng 1291 /87. q /Don 
tcl Comercial Leda move contra Albertino Rodrigues­ 
Russo e s/-:r.'1 Hilária Arruda Russo, referentes ao be 
penhorado nos autos acima mencionados e abaixo carac 
terizados: Um lote de terreno urbano, deter!nado , 
sob o n2 16 da Av. Paraguai, situada nesta cidade, r.,e 
d indo dito lote l5x45m da frente aos fundos e::, at::bos 
os lados, dev!da□~ntc transcrito no RGI desta Cor.ar­ 
ca sob ong 20. 771, às fls 91 do Livro 3-L,cofrente 
p/ Av. Paraguai; Lado Direito, coe o lote n2 15; 
Lado Esquerdo com a Rua 03 de Outubro e Fundos 
coo o lote ng 09. ,valiado por XCZS 300, 00 (tre­ 
zentos cruzados novos), e abos os leilões o 
beo Ioóvel não será alienado por preço inferior 
ao da avaliação. Do auto de Penhora consta que 
o referido irável foi hipotecado à firoa Exequen 
te. Nao havendo expediente em qualquer dos dias 
designados para os leilões, estes realizar-se-ão 
no mesmo horário e local dos dias Úteis seguia•­ 
tes. Caso os devedores não sejam encontrados, fi 
ca desde já ITIAD0S por este edital, da dac.ã 
designado para o leilão dos bens penhorados. E 
para que ningué::i possa alegar ignorância, foi ex 
pedido o presente edital que será afixado no lu= 
gar de costupe e publicado na foma da lei. Dado 
e passado nesta cidade e Cooarca de Bela Vista - 
MS, aos 20 de abril de 1989. Eu, Petronio Leão, 
Escrever:te Judicial a datilografei. Eu, Pedro Vir 
g[lio da Silva, Escrivão a conferi e subscrevo.- 
V1LSO'. BERTELLI 
Juiz de Direito. 
E 
M 
.Jornal Tribuna da f ron­ 
eira, Leia e · Assine

- 
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V Violência e Comunidade 
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n I .· v l , l u, d ,; 
t,ht hu•n r,o , no cor seuem !' e i e n lm nte 
o'ver problcms terrenos diu urnos pc­ 
l n v to l ~ rw t., 1Í f l e .o Iota I e tn l' 1 
qtit p,1 ,l ;, .,('!' i1 t ~,nj e,• dd !WC 1 < d:tdt • 
(" Clu 110c· j t•d,1;.Jc· L, rn <l<·ll r·o c..l< :;i os f 
or, :1 r,1· rr,don n de odCJ.; on :;r•u:, dJ :· lln b .1:. 
os, al quul o CC•I[lO bioJÓplco. Cnbr ·10:, 
m;•dlCC'fl i;c,c i ;d:; ,, cc,11LÍ nua ci<- LCÇ:;O <· lf' - 
vnnLnmPnt.o dt• .. n~n!~ Cí•usns e: r•ft. 1 tos. Para 
Lnl Fenôrn, no - ·1 violrnc ia nflo ul t1 .1pr,s:;c 
os lirnlLe..; elo l'C!ullibrio :;ccl,ll ncclL:,vtl, 
sob pena de ·,t·tnp.lc o cnon, él insLabilJeh­ 
dL' e n desordem socl .tl. 
No resta duvida que todo povo lt·m 
-'-< ., 
G!.:U r,r é.lU ele Cll llll'él, fr·uto de- Sll;'o c-voiUÇ'IO 
histórica, d seu:s valores, de suas tradi­ 
coes, onde a pg. básica é a educação, mnol 
dr..d<.1 na escola, na familia, na Igreja e na 
p1·op1·i-1 c'UCiLd,HlC', o grnnde denomin,-,doc co 
mum dnt inslituiç~<'6 soclnis. 
A Con::;tiluiç~o Fc.:dcrnl nsscgurn, no 
Grt. 1'14 "cnput", "A s<'gu1•,,nça pÚblicél, de 
ver do Est:,do, dJrt:il.o e rcspons.:tbilidnd, 
de.: tcdos, é exercida pela preservação da 
ordem pÚbllcé.1 e ircolumidnd~ ctus pessoas e 
do pirimónio, através dos se guin <'S Ór­ 
os: INC. 1- !'.Federal; 11 - P. Hocl. Fede· 
rnl; 111 - Pol. Ferroviária Federal; IV - 
Policin civil e V - Policio Milil.:r. 
A Pol iciG tc•rn sido o gr,nde p2lL,tivo 
dus dPsajustcs da scclcd.idc; sc,bre ,•1:-. u 
comunidnde des.igua L0dos os s~us dc.:sac~r 
tc.,s. 
Cerca de 50% dos ntos anti-sociais 
que ocorrem no mc:o socinl, fruto d.:: seus 
desajustes, independem da ação preventiva 
dr, PolÍciG, ni'io raro ocol'rl'nc!o dentro dela 
pr·Óprin. NZw r-c-sta dÚvicln que .i Pol ic i.· ino 
bili:::,d,, contJ•a o uso ,, tr·áfico de er,torp~ 
ccnlcs. contra o porte llcgal de ncmas,tcm 
popc·l c::;s:c-ncialmcnte ccle,vantc e pc,sitl - 
vo. Quanto nuis age a Policia nesses seto­ 
res. nJ.cis occrrêncin dctecté. cxistl um<1 
relação direta entre a ação policial e o 
1:.ici~o. Quar,to m,,is age· a policia mnis 
ilÍcito dc·tect"'. 
E o Policial? Fruto do propcio meio , 
pt,r m;,.is vcação, aptidão e cap,:cidaclc que 
possa ter o~ adquirir, terá outras tantas 
1 i mi t<'çÔes, f1·u to do me reado de· t1·ab. lho 
ond~ o s~lácio não condiz com a magnitude 
da profissão. Pouco tem entencido a ccmuni 
dudc- de qu~n o b ncbre, dignificante, ai: 
truísta e sacerdo al missão policial. 
Se cxjstem tnis limitações n« ação 
pc,l icid pela própria formação, outras li­ 
m, tnçÕes exJ stcm p,•ln própria escrutura po 
lic:al, não beneficiando o combate ao cri: 
V V l:"" IJ 
,.r,n:-c'. nt1.,,H;;."":o r:..ciç 
V·ilr r-,1.:dt·ir '1' 
<: o p(.Jtci·,l, pde pr 
çno dt• pe•vo, p r, <t"' J e 
termo a unu dupla t 
pr·, v, 1 Ir· f' nprlmir 
i f' fH I i .. ) I l 
t v d• l 1 ' li 
j mp' ,,r d 
Do dsJo puro 
<Hl nc,J!HlS pcil icins, !it rvir Jo 
po a corr.un I rJ,,dL bv ! , vi,· t 
1 
1 r ,,· 
ts consiuerçóes, fut 
---,,...,...--=--=-~--n 
dv quem :;r p r·r·OCIIP-' 
cc,m o pi-obl,·ma cc 
pol ici:imento cm no.:.. 
f;O E s t ... ,do. 
Tudo qu. cl i S!::<' - 
mos, sob forma d, 
crítica, sugestl 
ou orientação, ter 
si elo insp1 c.:tdo n·,­ 
qt,i io que vimos 
St.:ntimc.1s d:.: pt·rt.o, 
como campo pucmun•~ 
lc de· nc,ssaz é1 Li vi - 
dad- profissio - 
l! ll r 
n.- is. 
Criticando, su­ 
gerindo ou ocicntan 
do, fá-lo-emos coh ZA BE!E'V1», 
despretcn~ão e hu- 
mildade e SLm inlcnç~o d~ ferir, 
tadamente, a quem quer qve seja. 
TEN. PM - DANIEL SGUZA BENEVIDES. 
EM ! 
- Ei 
.... , 
li 
"D,:SPÕE S(;BRE A rx•:.:;Ão D!- L:-i LC'f:: D:- Tffiqs'.'.) 
URBJNO" _ 
Eu, Ed~ori Me-dei ros de r-:or:..cs, Pn. :''---i co :-:u.'1 i­ 
c::.pal dt· fü:la Vista, Estõno d,- í-i.:;.tc. Grosso elo 
Sul, f;;ço Sébcc que :.i cZ,,r ,ra r.;u1icip~ l, c.;;:c'✓<.L:, 
<: eL:, s:,nciono a sE:guinte lei: 
ARTIGO 1e - Fi C-c.1 o Pode 1· :=:x._cu ri vo CL.­ 
tori zado a dour ac SL""r.hor lr·irn .. .:u i ... ·:-,. .i. - 
xeir&, portéJor ao RG. 335716 e CPF. 
105.671-72, parte do lote determinado sob 
o nº 09, ds quadra 267-B, no bit:o 
Vis&, medindo 20.00n de frente 
50,00n de· fundo, p(·rf'.lzer. .ou.--: :o·al 
1.oor-2, sito à Rua Antero de Mores. 
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ATICO 22 - c0aço ' , :, d(•Stlt.o t..' 
fico pura área de construç c una ."° .. 
L ri '1 C(: UúC L S. 
ARTIGO 39 - A doação tornar-se- 
d p!eno direito, independente ce qu·" 
interpelcuo Judicial ou ex:-juc..o· 
tüdc,; ou e : parte, se v.r sr d .. e ....... 
çao diversz a prvis no artigo 2 d 
Lt:i e se inobserveco o prazo d, {seis 
ses por: inicio d construc 
A±TIO 4 Es: Lei cnr e. vi 
r e-: 
A 
níb 
Vil 
1: 
V!ACÃO CRUZEIRO DO 
SUL 
SEGURANÇA - TR.l_ QUI:.IDADE _ CO!-,FORTO 
8 para Excursões 
LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MURTINF.O, JARDIM, 
BONITO, GUIA LOPES DA LAGUXA, llRlC.AJLJ, 
QUE.NA, SIDROLÃNDIA E C.MlPO GRANO'::. 
•:osso 
rnté 
::,is des 
lo campa 
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Al'l'O(IO JOÃO, PONTA 
AQUIDAUANA, C.ORUMEÃ, NIOAQUE,

( .. 
E.CRIVE IVADO PENEI A 
n 
')I 
pF McNaughton, jornalista americano,e 
prietárlo de um jornal no interior, dl 
'que "se estiver disposto a mo dedicar 
' trabalho, o diretor do um pequeno 
,l do interior poderá fazer um aran­ 
à ua comunidade o a si próprio". 
0 H .. •" 	- 	.., , 	• 
r IR dallanahor, também diretor de Jornal 
o interior dos Estados Unidos, dizia que 
·•,Jidc;ir e• eclltnr um :;emanário int:oriora­ 
o não oferece oportunidades de_e enco - 
±ar grandes cruzadas que aba lar ao o mun­ 
to, Mas, de qualquer forma, uma lança é 
i instrumento muito adequado quando se 
quer lembrar aos culpados de corrupção do 
que a imprensa está vigiando-os. E para 
desenvolver cruzadas c:omunitiirino, pois 
toda parte há alvos apropr lados". 
L Temos no interior sulmatogroso0nse,o 
1 r xi?mplo5 de jornalistar o diretores ele joE 
mais, vitoriosos, bem sucedidos, que hon­ 
ram e dignificam a profissão o são moti- 
vos de orgulho para suas cidades. Lembra­ 
~.cs rlr. 11.diles do Joaral 'J'orres (O Progre~ 
- so, de Dourados); João Nntalicio de Oli­ 
eira (Jornal da Praça, Ponta Porã); José 
u /Lia Neto (O Pantaneiro, Jquidauana); Iri 
.,,, . ncu Ferrari (,Jornal de Miranda); Nelson 
·y ias da Rosa (O Momento, ~e Corumbá); Teo 
cioríco Luiz Vie>gas (Folha de Dourados) ;Ou 
.... prê Coelho (edi tan<lo cinco semanáx:ios no 
interior); Pedro 11.rizoli (Nova 11.ndradi­ 
!i,;-· na); Vanderley e Francisco (de Cassilãn - 
.J dia, ParaniÍba}, enfim, vãrios companhei­ 
_; .·.· ros que encaram com mui ta seriedade a mis 
são da imprensa. E o nosso amigo valada 
tx:-_- res, de Navirai, hoje editando quatro jor 
ais. Lembramos com carinho, também, do 
telavistense Dorival Quintana, hoje radi­ 
-·.cando em Dourados, editando a Gazeta Popu 
·,r,r. lar. 	- 
Nosso interior 6 ricg. E é rico tam­ 
,r; t:, bém cm matéria de jornais. E todos estes 
'J'.:. Jornais desenvolveram ou estão desenvol - 
a rendo campanhas comunitárias em pról doe 
,nt..! ~elhorias para os seus municípios. 
wi: ' Participei de alguns Congressos da 
lúlRAJORI, Associação Brasileira de Jor­ 
r.ais do Interior, em Niterói, Gramado, Ca 
~ ,.. Xill:ú e São José dos Campos; fui diretor· 
na gestão de João Batista dos Santos e 
h~r.: reeleito na atual gestão, de Jordan Joo­ 
ra. Sou um apaixonado pela imprensa do in 
terior. 	- 
Lembro, com carinho, as palavras do 
S. 
1:x Ministro Chefe da Secretaria de Comuni 
tacão Social, Said Farhat, e as transcro­ 
·:o, pois espelham mui to bem o que P. a im­ 
prensa do interior -... " despreocupados 
e::i atingir milhões de lei tores, os jor- 
~is do interior podem e devem consolidar 
sua posição nas comunidades a· que servem 
e da qual vi vem. só eles poderão prestar, 
rs;-·. e:n escala crescente, serviços vi tais, no 
,:./Pino local, mas de escasso ou nenhum in­ 
P&esse para o grande jornal, a grande r 
, _. •
0
, ou a grande estaçao de TV. 
Nunca sr, destacou tanto, como em nos 
;.'l~ ros dias, o ,·alor das atividades comunita 
;l•'·' tias. Nas mctropóles, as oml tidões redu= 
,e:e tudo e todos ao anonimato. Por isso, 
e;,;: ~s pequenas cidades, bairros e simples 
.,· és procuram expressar sua individualida 
l· :: e os anseios comuns. O jornal local e~ 
·.;
1
ha o universp concreto das pessoas que 
vi "C, trabalham, estudam, compram, ven­ 
. ~ e locomovem-se. Nele r.ncontram respos 
'ª· a seus objetivos de cultura e lazer". 
0 jornal local conta a vida da comu- 
Planam MI MEL 
gzs cog_AR RE1cERAo. ATEDIENTO CO CAFE DA A­ 
- ..,..,.tro E REFEIÇÕES. 
J:h<rRVAS !:{ AQUlDAUANA FONE: 241 - 3.56", 
I .. ,,-. 	·, 
, =Io .!.VES DE ARRUDA • "IMPRESÃRlO E PECUARISTA• 
F; DA. COEI 55 E FRENTE A SANESUL. 
5to TIMO - NATO CROSSO DO SUL. 
nidadoe. 'Todos os jornais da Pede elavis­ 
tcnne de Jornais, tem como meta principal 
"Fortalecer o Municipalismo - e para nós, 
parafraseando o ex Minis ro Farhat'', o d0 
phuparamento dos jornais e revistas do ir 
terior não convém à vida das comunidades. 
Se vicsem a desaparecer, ficaria compro­ 
metido o princípio do doacnvolvlmento e.ó­ 
cio-económico dcacentralizado. Sua morte 
;itingiria a vitalidade das instituiçSes 
políticas e democrática,; nncionais. 
Se não existiosem, perderia a cultu­ 
ra sua ~cgítima exproosão local. Sufocada 
na uniformidade, sem poder exprimir-se na 
sua individualidada, a cultura regional a 
cabaria. por. f_enecor, E, com c>la, o pn:: 
triotismo, a cidadania, o amor às tradi­ 
çSP.s - en (im, tudo o que faz um povo, e 
não uma simples massa de gente. 
Nestas palavras encontramos a eso6n­ 
cia da filosofia.editorial e empresarial 
de nossa empresa. t por este motivo que 
editamos oito jornais, é por isto que par 
ticipamos ativamento do Congressos, Encoh 
tros e procuramos, sempre, UNIR a i ren­ 
a interiorana, e fortalecê-la. 
Precisamos criar no interior jornais 
fortes, empresas jornalísticas sólidas , 
sem que seja preciso misturar o jornalis­ 
mo com o faturamento, lembrando palavras 
de_, Alberto Dines, "jamais se deve mistu - 
raro jornalismo com o faturamento, o que 
resulta naquilo que, em gíria de jornal, 
convencionou-se chamar de picaretagem. Mas, 
com a ajuda do discernimertto e imaginação 
do jornalista, pode o gerente comercial 
descobrir novas áreas de publicidade e o 
gerente de circulação novos contingentes. 
de leitores". 
O pequeno jornal, semanário ou quin­ 
zenal, com 4 ou 12 páginas, pode desenvol 
ver grandes campanhas comunitárias, desde 
que esteja li.FINADO com a comunidade onde 
circula. 
Também nos embalamos nos doces so­ 
nhos do Plano Cruzado, do crédito f.ácil a 
juros baixos e sem correção. Ficamos es­ 
trangulados, após o Plano, mas nem por is 
to fechamos jornais ou dr.spedimos funcio':' 
nários. Muito pelo contrário, e ai entra 
DEDICAÇÃO, EFICIENCIA e MUITO IDEAL, redu 
zir custos, criatividade, muito trabalho 
e dedicação ainda maior à comunidade. 
Criticamos o Banco do Brasil, os ban 
cos particulares, (Bradesco, Bamerindus), 
o Governo e criticaremos sempre que neces 
sário, mas também elogiamos quanclo o elo= 
gio é merecido. 
Quando falamos no Banco do Brasil,fa 
lamos a nível de Bela Vista, aqui ele e 
realmente o sustentáculo de nossa econo­ 
mia. E ninguem pode dizer o contrario,por 
que o contrário da verdade é a mentira. - 
Quando criticávamos o RB (Ou os ban­ 
cos particulares),defendia,.nos os interes­ 
ses de todos os empresários belavistenses 
que possuiam débitos junto ao banco e que 
riam a renegociação de seus débitos. Com 
a chegada do novo gerente, novos métodos, 
novas alternativas, várias renegociaçSes 
foram feitas, pois os pequenos e médios 
empresários não queriam dar o calote e 
nem "favorecimento" devido a intervenção 
de políticos. O Brasil está cansado dis 
llCBJTORíO JURIDICO 
--- - ---- . - 
bvocxo 
NELSON CHAGAS 
! 
2.491-A. cC" 	OAB-MS 
° 
os, 
251 - 1721 - 
ESCRITÓRIO 
251 - 1712 - RESIDENCIA 
cronro. . ., 
sreen. 
Rua Tenente Bernardes no 826 
Av. Cel. Camisão no 657 
' 
-.MATO GROSSO DO SUL. 
so. 
E o BB mereceu elogios. E continuará 
a merecê-los desde que comungue com os 
mesmos ideais da comunidade belavistense, 
oue é de trabalho, honradez, ·crença no fu 
turo e honestidade de propósitos. 
Sim, um jornal pequeno pode se tor - 
nar grande quando desenvolve grandes cam 
panhas comunitrias. A renegociação jun­ 
to aos bancos foi uma luta nossa, de pei­ 
to aberto, sem política e, hoje, podemos 
afirmar, DEVER COMPRIDO, muitos colocaram 
a casa em ordem e voltaram a trabalhar 
com tranquilidade. Apesar da crise,já sn 
vislumbra a luz no fundo do túnel. 
Mas a luta continua. Lembrando as no 
velas globais, aqui em Bela Vista se de­ 
senrola uma novela que polariza as aten­ 
ções dos belavistenses e faz inveja aos 
Lnuros da vida, aos Dias Gomes, aos Pli­ 
nios Marcos, t:rata-se da novela COO EN­ 
GAAR UM POVO PROMETENDO ASFALTO, GANPAN­ 
êO ELEIÇÃO E DEPOIS ESQUECER AS PROMES­ 
SAS. 
Pois é, temos o asfalto para Jardim; 
Temos a reforma do Hospital; 
Temos a construção da Rodoviária; 
Temos as 40 quadras de asfalto na ci 
dade; 
Temos a constr·ução das casas popula­ 
res (também prometidas); 
Temos o dever e a missão de trans­ 
formar Bela Vista numa cidade progressis­ 
ta, justa, com o seu povo mais feliz º 
com as crianças_radian_tes de esperança. - 
Vale a pena fazer jornal no interi 
or, desde que esteja se fazendo o que go~ 
-------------~ 
ta, com ideal e coa f6 no futuro. A pender 
cla empresa versus i rrena exi te pen 
para quem não sabe vlorizar ojornali o. 
A empresa deve ervir do La à institui 
;ão pública que é m jornal este, quan- 
o mais bem feito, mais a'inado com a com! 
nidado, ma's independente influente, - 
lhor servirá a presa e à couunidade. 
EDITAL 
Nos termos da legislação em vigor, 
ficam convocadoo, por c_,str f.DJT1.L, todoJ 
os eleitores filiados ao PARTIDO DA RE­ 
CONSTRUÇÃO NACIONAL, neste Municlplo,pa­ 
ra a CONVENÇÃO MUNICIPAL, que eró reali 
zada no dia JO de abril de 
0
1989, co:,• :.nT 
cio às 09:00 horas e encerramento G 
17:00 horas, na Av. Duque de Caxias, nn 
CÂMARA MUNICIPAL DE JARDIM, nesta cida 
de, com a sC!guinte OP.DCM DO DIA: - 
a) APROVAÇÃO 00 MANJFESTC, progran; e> En' 
tatudo do Partido. 
b) Eleição por voto direto e secro~o, do 
DIRETÓRIO MUNICIPAL, <JUI? será conotituí­ 
do de 21 Membros e 07 suplcnlcs. 
c) Eleição por voto direto e secreto de 
02 Delegados e respectivos suplentes à 
Convenção Regional. 
d) Eleição por voto dir~to e secreto da 
Comissão Executiva e seus suplentes, pe­ 
lo Diretório Vunicipal Eleito. 
Jardim/MS, 21 de abril de 1989. 
NELSON GONÇALVES BRANDÃO 
Presidente Comissão Provisória Municipal 
do PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONJ.L. 
Os professores, seja de rede privada, 
ou pública de ensino, poderão ter seus sa­ 
lários definidos em lei e ainda assegurada 
uma reposição salarial que lhes garantirá 
a eliminação de perdas do poder de 'compra 
trazidas pela inflação, caso seja aprovado 
pelo Congresso projeto de lei dos deputa - 
dos Gumercindo Milhomem e Florestan Fernan 
des, ambos do PT paulista. 	- 
Segundo o projeto, os professores bra 
sileiros terão como piso nacional de salá= 
rio o valor de 434 cruzados novos e 99 cen 
tavos, para uma jornada semanal de até 20 
horas. A proposta prevê que, na data da 
promulgação dessa lei, haja ainda u acrês 
cimo baseado na variação do 1ndice de Pr­ 
ços ao Consumidor (!PC), ou outro índice, 
seu sucedãneo, a parir de março de 1989. 
Povo no PDT 
O PDT deu um salto qualitativo ao de­ 
terminar, por proposiçÃo de seu líder, e 
presidente, Leonel Brizola, que todos os ór 
gãos de direção partidária sejam compostos 
de 508 de trabalhadores,negros, mulheres e 
Jovens, garantiu o deputado !.ysaneas Maciel 
(PDT-RJ), para quem tal fato pode mudar os 
destinos do Pais. Enfatizando que, enquan­ 
to as massas populares não penetrarem nos 
partidos, o povo estará ausente do proces­ 
so deliberativo, o parlamentar lembrou que 
o futuro ministerio de Brizola contará o­ 
brigatoriamente>, com 50% de trabalhadores 
negros,mulhcres e jovens em sua composiçã~. 
Segundo o representante fluminense, a 
decisão, tomada a nível de estatuto,visa a 
deselitizar os diretórios e 'órgãos afins 
"permitindo que estes sejam ocupados por 
pessoas comuns e mesmo pelos setores margi 
nalizados, no sentido nato da expressão,cm 
vez de serem_conduzidos somente pelos notá 
veis, pela cupulado partido". - 
'cosmo_DELTRGuzlüTS- RRãST. 
AVISO 
_ No próximo dia lQ de Maio serão realizadas elei 
coes ger:i.is para Presidente da República, Senado 
res, Deputados e Membros das Juntas Eleitorais, a 
fim de completar o peclodo 1989/93. 
Conforme as le.is en vigor, são dispensados devo 
tar todos os cidadãos parnguai.os que se encontra 
fora do País. 
Por esse motivo, o Consulado Paraguaio, em Beln 
Vista-MS, Rua Guia Lopes 550, ficará aberto das 
Oi:00 às !ó:00 horas sem interrupção pnra crrpedir 
a Certidão de Ausência a todos os compatriotas que 
estejam.devidamente documentados. 
EDUARDO J .- 0CAR.IZ ,. CÕNSUL PA.llACUAIO. 
llktk4%%%44%k

( ( { 
qraca t 
, t> rJ, n J . 1 • 
• 	•d 1 do e ande publi 
r no 3o dia e ob •• 
.. r•J , o qu » acon ece 
&6 	no «o«to. .P. 
V4 	o1- 
o sabe CONVERSA COM JESUS 
sas "mlg 
inhas" que 
acontecem em re 
lação ao ginúnio? 
ll ncln vo 1 to r< mo□ilO 
11G!1Untol 
E O DP.RSUL 
No dio 15 PP , 
comemorou mais um 
ano de vida D [ofi­ 
·nha Moina, ilha do 
casal Ello e Elainc.l 
fcntinha ncontccau na 
rcoidéncia dos avós: 
Laurindo e Iraccmil. l 
nimação é o que nãÕ 
[altou aos convidados 
mirins da bonita ani 
versariantc.ParabénsT 
TAMBÉM NO DIA 
15 pp, festejaram ani 
versirios os garotocs 
Carlinhos e Diego, fi 
lhos dos médicos Ca - 
chito e Azaléa. Os a­ 
niversariantes é que 
organizaram a lista 
de convidados e o car 
dipio: muito churras­ 
quinho e refrigeran - 
tes. 
VlRilDAS MOSICAS 
quo tem reeidência 
cm noesa cldadc? A­ 
cho que nó serve pa 
radar mordomias 
tamb&m a um grupi - 
nho. lfinal nosnas 
stradas estão com­ 
pletamente abandon~ 
das, e o Dcrnul que 
tem obrigação de 
mantê-las em condi­ 
ções favorivcis de 
trânsito, que seus 
funcionários são pa 
gos com o dinheirÕ 
do povo estão fazen 
do o que? Trabalho 
e muito Trabalho es 
sa é a função- dÕ 
mesmo. 
animaram os amigui 
nhos de Carlinhos e 
Diego. Até dança do 
chapéu·aconteceu pois 
por li as "damas" e 
ram poucas. Enfim,foi 
uma agradivel reunião 
que fez a alegria da 
meninada. Felicidades 
ao Carlinhos e Die - 
go. 
NOSSOS PARABÊNS 
JÃ NO DIA 
16 pp. fez aninhos a 
gatinha Aline filha 
do casal Santos e Ke­ 
na. A data foi comem2 
rada com a aniversa - 
riante rodeada de ami 
guinhos que foram a 
braça-la. Parabéns! 
ao casal Dr. Ricar­ 
do e Tati, proprie­ 
tários do Hotel PoE_ 
sada da Fronteira 
pelo excelente aten 
dimento que dispen­ 
sam a seus hóspe 
des. No final da se 
mana pp. muitos jor 
nalistas e suas [a­ 
mílias estiveram em 
nossa cidade e fica - 
ram hospedados no 
Pousada e t.odos elo 
giaram· o bom atendi 
mcnto e excelente ca 
fé da manhã. 
PARABÉNS TAMBÉM 
às Polícias da city 
que tem feito um po 
liciamento mais fre 
quente nas imedia - 
ções das Escolas 
principalmente à 
noite, isso é ótimo 
pois proporciona ma 
ior segurança aos 
nossos estudantes! 
I• r o 
nita 
1 id l, 
d 
da SEDL. 
lendário está 
viso para o dia 
7/5/9 a realizaçao 
do Proj,,to "Do:,i ,go 
Feliz" em Bela Vis- 
a. Desejamos que a 
parLiclpn<;iio de no_ 
sos es udan e 
ja maci ça. 
SUCESSO 
Total, foi o show 
de Sula Miranda em 
nossa cidade. SÓ que 
o show "quase não sa 
iu" como estava·pre - 
visto no Ginásio de 
Esportes. O motivo?sg 
gundo o empresário 
Bastos "por que está­ 
vamos anunciando que 
a Pronav Municipal te 
ria uma% de partici­ 
pacão do dinheiro da 
Portaria" e segundo 
os responsáveis pelo 
Ginisio é "ordem do 
governo do • Estaào 
não alugar ou ceder o 
ginásio para promo 
ções da Pronav .Q,1.l que 
tenha aval da Prefei­ 
tura". Ao saber disso 
fiquei estarrecida. 
Quer dizer: o Ginásio 
de Esportes pertence 
a um partido, a umn 
grupinho? Pelo que 
sempre soube, o mesmo 
foi construido con o 
dinheiro público, PDE 
'.anto dinheiro do po­ 
vo. Será aue o Secre­ 
tário de Esportes Pag 
no Japão, fazendo 
cursos de aperfei­ 
çoamento, já entre 
nós a cabeleireira 
Geny Nishikawa e e~ 
tá atendendo em seu 
salão com muitas no 
vidades. 
KM. 
APÔS 6 MESES 
Conv roa com Je­ 
suns, todo os dias 
durnn e 9 dias. Orar 
meu Jesus, eu vos de 
ponitri minhn ron - 
fiança, vdn nabcin 
de tudo, Pai e Se 
nhor do Univrrno.So­ 
is o Rei dos reis, 
vón que [jzestr o p~ 
ralítico andar,o mo_;: No próximo d!a 
to voltnr a viver, o 1o do Maio, serao 
leproso snrnr, v6s realizadas rlciçõnr 
que vedes as minhas gerais para Presi - 
angGstias, ao minhas drntr da República, 
lágrimas, bem sabes Senadores, Depu ª - 
Divino Amigo como dos o Membros das 
preciso alcançnr de Juntas Eleitoriar.,a 
vós esta grande gra- fim de completar o 
ça (pode-se a graça período 1989/93.Co~ 
com fé) a minha con- [orme as leis cm vi 
versa convo~co mes - gor, são dispensa - 
treme dá ânimo e a- dos d votar, todos 
lcgrla para viver.Só os cidadãos pnra 
de vós espero com fc guaios que se cn~o~ 
3 confiança (pede-se trem fora do pais. 
n graça com fé) Fa - Por esse motivo. o 
zei divino Jesus que Consulado Paraguaio 
antes de terminar cg em Bela Vista-MS 
ta conversa que te - Rua Guia Lopes, 550 
rei convosco 09 dias ficará aberto das 
cu alcance esta gra- 7:00 às 16:00 horas 
ca que peco com fé. sem interrupcão, Pa 
como'gratidão publi- ra expedir a certi 
carei esta oração pa dão de ausência a 
ra que os outros que todos os compatrio­ 
precisem de vós, a - tas que estejam de­ 
prendam a fé e con - vidamente documenta 
fiança na Vossa Mise dos. 
ricórdia. Iluminem~ EDUARDO J.OCARIZ A; 
us passos, assim co- Consul Paraguaio 
mo o sol ilumina to-':::==========~ 
dos os dias o amanhe 
cer, e testemunha i 
nossa conversa Jesus 
tenho confiança em 
vós. Cada vez mais 
aumenta minha fé.A - 
gradcço graça alcan- 
çada. N.P. 
CONSULADO DEL PARA­ 
GUNY - Bela Viata - 
is- i rasi1 
AVISO 
MONZl SLE-ZERO 
é o que o Sindicato 
.Rural rifará no dia 
28/05/89 no Parque 
de Exposições. São 
apenas 50 números a 
serem vendidos a 
500,00 cada. A ren­ 
da seri para a cons 
trução do salão so­ 
cial do Sindicato. 
Vale a pena arris - 
car. 
ORAÇÃO DOS AFLITOS 
SENHORA MARIA lMCLIA 
GRCMIO DOS SUBTENEN 
TESE SlRGENTOS PE­ 
DRO RUFINO. 
ASSEM~LtIA GERAL EX 
TRAORDINÃRIA - DIA 
01 DE MAIO DE 1989. 
Aflita se viu a 
Virgem Maria aos 
nés da Cruz. Aflita 
eu me vejo. Valei - 
me Mãe de Jesus ,-con 
fio em Deus com to~ 
das as minhas for - 
ças, por isso peço 
eficiente funcioná - 
ria da Receita Fede­ 
ral, que sempre aten 
de a todos com mui= 
ta rapidez e simpa - 
tia. 
A ATIVIDADE 
esportiva formal e 
não formal, exerce 
grande influincia na 
formação do cidadão 
sul-matogrossnnse , 
constituindo num fe­ 
nômeno social, com 
implicação em ireas 
prioritárias na vida 
humana, com a educa­ 
ção e a saúde (Se 
1- A Diretoria do 
GSSPR, atrav.és do 
seu Presidente-DIO­ 
MEDES SANDIM DE ÃVI 
LA- e de acordo com 
os Art. 60 e 63 do 
seu Estatuto,convo­ 
ca os Senhores SÓ - 
cios Portadores de 
Títul.o Patrimoni­ 
al que estejam ou 
não quites, para cm 
AGE, ouvirem, apre­ 
ciarem, debaterem,a 
provarem ou nao, as 
pautas abaixo: 
Transformação 
da categoria em SÓ­ 
CIOS REMIDOS, me - 
diante a cessão do 
Título Patrimonial 
em paga de remis­ 
são. 
- Estabelecimen 
to das vantagens da 
remissão, registra-· 
das no referido di­ 
plorr.a. 
-Acerto de data 
para nova AGE para 
formalizar os resul 
tados obtidos. 
2- A ASSEMBLCIA GE­ 
RAL EXTRAORDINÂRIA, 
fica marcada para 
as 20:00 hs, do dia 
01 de Maio de 1989, 
em primeira chamada 
e as 20:30 hs em se 
gunda. 
Bela Vista,MS, 20 
deAb.ril de 1989. 
qu' 
ltl 'i ta,' 
ficácia cu 
lho frente 3 
uxílio 
-PreYeito volta 
bairros aos 
*************~*** 
A Prefeitura Municipal, mais uma 
realizou mutirão nor. bairros non dini; C:, 
07 e 08 de abril, aconteceu nas primave - 
ras J,II,III e IV uma verdadeira faxiyg 
non terrenos baldios, patrolamento das 
ruas, retirada de lixo e entulhos acumulg 
dos. 	. . e - 
Os moradores demonstram satistaçao 
ver de perto a efici5ncia <lo pensoal & 
Prefeitura, nur verdadeiro trabalho e 
conjunto, onde viírias pessoas ilproveita - 
ram para limpar seus quintais e manter 
contato direto com o Prefeito Sr.Edson li.e 
raes, expondo seus problemas e carénc~ 
do bairro, observaram inclusive que aquc· 
la era a li! vez que um Prefeito visitava 
o bairro e ouvia a comunidade. 
Foram trés dias de muito trabalho, OE, 
de a população sentiu o interesse do ór • 
gão público para com o bem estar da pou 
lação. Conforme relatório da Secretar~ 
de Saúde Municipal e da Pronav Municipal, 
constatamos que dentre ·outros dados, ape· 
nas 58 casas possuem poço morto, de 31:> 
casas somente 135 poss~cm água encanada e 
de 996 moradores, 104 são analfabetos U:: 
Índice que a secretaria de Educação es~ 
procurando reduzir, através do programa f 
ducar, incentivando a alfabetização cios 
belavis tenses. Preocupados com o grar.c!e 
numero <le pessoas sem documentação, efe • 
tuaram um trabalho nesse sentido encani • 
nhanco. 209 reivindicações de docu.-:tento, 
diversos. 
o último dia do mutirão a comunida· 
de, participou de palestra com 
O Prefei· 
to, onde agradeceram o atendimento e dis· 
cutiram os diversos oroblemas.dos bairros 
apontando como o mais sério a falta de i· 
lumir:iação pública, observaram que há ne • 
cessidade ca r.nersul instalar 02 trans:c~ 
madores com maior potência, pois não re 
condições de se ter uma geladeira, una t 
levisão ou qualquer outro eletrodoméstic? 
u:na vez que a luz é fraca. o ,baixo assin~ 
do dos moradores foi encaminhado à Cãrar? 
Municipal e à Enersul para providências 
Houve reivindicação também de u clube d° 
"a9s. O Pronav 5á_iniciou levantamento $? 
2}'o Antonio doão, onde a Prefeitura i 
ge daaos sobre os moradores re:era; 
e ª.s~ude, eàucação saneamen~o básico e 
condiçoes de • d 	'- zc 
. vi a revelando com isso 
Prefeito a ;::,rincipal carência daq;ele b;:ii.r,o• 
DIOMEDES SANDIM 
DE ÃVILA - Presiden' 
te do G.S.S.P.R. - 
AV s.o 
Ko prÕxic:o dia 14 de caio,a p " nic'oa.l e~· 
ta rã r<> 
11 
d • ronav .. u -. _,.J_': 
a zan4o varias f<>stividadcs c:n co::e::o•-r 
ao Dia das Mães no Estádio Me + i 1 Ocdvi.o ,~, 
toura. 	une pa 
Para a - cowerioracão estão sendo programadas l a: 
presentac;ao de dancas, n:Üsicas concursos encr~ ~; 
escolas n:unic ipais • - 
coral da . e estaduais. aprcsencacao 
O i s Igrejas Batista e Assembléia de Deu> , 
an nador t.rnando Gasco estará aprcsentandJ -· 
~u prograna de calouros e transm.itindo a festa~: 
vo. Lembramos que t A" 	do 
concurso de e1, ·a eo estará acontccen r.:~:! 
sados • hor tocador de Berrante, os i~ . ::.J 
Casa d e::i participar devco fazer suas inscriçot',-. 
o artesanato Municipal at o dia 06 da i:,:l•:, 
A Pronav i f 	, ft,· 
,,•u~t~ip-l n _omou que nesse dl.a a Pre. 
• 
1
• ... ~ estar l 	.... ., 
as e todo " colocando conduzo para tr"",- 
vl.da::ios todos ~~ssoal, da periferia da cid.:1dC· .,; , 
ge:n às Rai.nh partictpareo dessa linda ho:::- 
as de nossos lares. 
1 
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: . E P 
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r; tr balh 
ur plano 
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Ice:te de 
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