MATO GROSSO DO SUL ANO XVIII N0 949 
sexta feira passa 
o Rotary Club de 
la Vista, em reuni 
fes iva, homena­ 
ou todas as enfer­ 
e enfermeiros 
27 DE MAIO DE 1989 
• 
omeaga 
de Bela Vista. A ho­ 
menagem foi pelo "Dia 
da Enfermeira",essas 
abnegadas funcioniri 
as que se dedicam dia 
e noite a cuidar dos 
enfermos. Mais de 20 
enfermeiras e enfer­ 
meiros estiveram jan 
tando com os rotari~ 
nos. 
Na oportunidade,a 
En ermeiras 
Casa da Amizade sor­ 
teou diversos brin­ 
des e virias enfer - 
meiras foram agracia 
das. A sra. Neuza Vi 
eira, enfermeira, a- 
eili:a 
SENHOR PRESIDENTE, 
ANTES DE MAIS NADA, OS NOSSOS RESPEITOS E A 
1r.:·~.'OSSA ADMIRAÇÃO PELO GOVERNO DE QUE V. EX A. 
EM FAZENDO NESTE DIFÍCIL PERIODO DE TRANSIÇÃO 
DEMOCRÁTICA. ~ MUITO FÁCIL CRITICAR, VER AS FA 
LHAS, MAS OS ACERTOS SÓ A HISTÓRIA OS JULGARA. 
E A HISTÓRIA, MEU PRESIDENTE, ESTA A SEU FAVOR. 
EREMOS ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE DA "REPÚBLICA, 
A IMPRENSA ESTA LIVRE, OS MUNICÍPIOS MAIS FOR­ 
TALECIDOS, OS TRABALHADORES ESTÃO NAS RUAS REI 
INDICANDO MELHORIAS (ALGUNS ATÉ ABUSANDO DO DR 
REITO DE GREVE), ENFIM, O BRASIL VIVE A DEMOCRã 
CIA. 
SU PRESIDENTE: QUANDO O ENTÃO PRESIDENTE MÉ 
DICI, INIUGUROU A PONTE INTERNACIONAL SOBRE O 
RIQ APA, EM NOSSA CIDADE, COM A PRESENÇA DO EN 
i';'O PRESIDENTE STROESNER') DO PARAGUAI, LIGANDO 
BELA VISTA (BRASIL) A BELLA VISTA (PARAGUAI) , SUA 
INTENÇÃO ERA "INTEGRAR AS DUAS CIDADES", ABRIR 
UM NOVO POLO DE DESF.NVOLVIMEN'T'O. 
NA PÁGINI 03 DESTA EDIÇÃO, VEJA CARTA AO PRE 
/SIDENTE DÃ REPCBLíCÃ, JOSÉ SnR EY, ENVIADA PE­ 
LO JORNILISTA IVALDO PEREIRA ESTA SEMANA. 
Presidente José Sarney. 
REDATOR CHEFE·IVALDO PER IRA - CZ O, 20 
gradeceu cm nome de 
todas,as homenagens. 
Os ro arianos I­ 
valdo e Rahal, fala 
rama respeito do 
trabalho das enfer- 
meiras "o médico G 
a técnica, a enfer­ 
meira, esse anjo 
branco, é o coração, 
o carinho, a dedica­ 
cão". 
ESTE SIL 
COLÉ<il 
Temos bons colégi­ 
s em Bela Vista,ape­ 
ar de tantas dificu 1 
ades que o setor edü 
acional a travessa -; 
ão só em nossa cida­ 
e e no Estado,mas em 
do Brasil, ainda 
~ pontos positivos a 
stacar. Entre os 
ns colégios belavis 
nses, destaca-se o 
ster Silva". . 
Atualmente tendo na 
•tretoria a Professo- 
Francisca Peixoto 
Jurema Loubet Viana 
retora Adjunta), o 
·egio vem superando 
~s dificuldades com 
~ta criatividade e 
"logo entre profes­ 
:•:s, alunos e dire­ 
·1>, 
atual diretora_, 
'ancisca Peixoto ao 
su: 	' 
: ·ir, sofreu algu- 
• Pressões, mas sou 
Com serenidade e 
Reza mostrar a sua 
A" U 
ODEL 
capacidade de traba 
lho e aparar possi­ 
veis arestas que po 
deriam surgir.Hoje, 
" Chica" , como é ma­ 
is conhecida, têm o 
carinho dos alunos 
e o respeito dos 
professores. 
Ainda há esperan 
ça de que, em ou= 
tros setores, Bela 
Vista possa se unir 
e todos trabalharem 
pelo progresso da ci 
dade e de seus morado 
res. 0 que é preciso e 
um grande entcndime.!! 
to(municipal,estadu 
ale nacional) para q/ 
possamos sair desta 
crise e alcançar,afi 
nal,o esperado desen 
volvimento material 
e espiritual, forjan 
do uma Nação cu 1 ta • e 
forte.Parabéns Dire 
tora. Gostamos de 
ver gente vencenrlo 
desafio!c 
4 IS MAS ROGAS: IUM PROMLEM OE TOS 
s drogas não apa 
recem apenas no enre 
do de um livro famo­ 
so ou num drama de um 
programa de televi - 
são. Elas fazem par­ 
te da realidade de 
nossas cidades, esco 
las e trabalhos. Não 
Marcelo Inaugurou flrmazém de Sidrolândia 
O Governador Mar 
cela Miranda inaugu 
rou quarta feira,2ã 
a Unidade Armazena­ 
dora de Grãos em Si 
drolándia, com capa 
cidade para 50 mil 
toneladas . 
A programação o­ 
ficial do município 
incluiu também ai­ 
nauouraçáo do escri 
tório do IAGRO e da 
Unidade de Seguran­ 
ça Pública bem como 
a assinatura de con 
vênios pela Presi­ 
dente do FASUL, Pri 
meira Dama do Esta= 
do Mariita Cancado 
afetam apenas as cc 
lebridades, como 1@ 
mos nos jornais,nas 
são uma ameaça poten 
cial a nossos filhos; 
cônj'uges e companhei 
ros de trabalho.- 
Todos sabemos que 
esse vício ajuda a 
Soares. 
"Da mesma forma que 
estamos oferecendo ma- 
rp refeito de Dela Vista 
Apoia Collor de Mello 
Quem chega no C-abi 
nete do Prefeito Muni 
cipal de Bela Vista, 
logo se depara com u­ 
ma foto de Edson Mora 
es e o candidato à Pre ,­ 
sidentc da República-; 
Collor de Mello, que 
vem liderando as pes­ 
quisas de opinião pú­ 
blica. 
O Prefeito argumen 
ta· "Não é montage; 
não, fui o primeiro prefeito de Mato 
Grosso do Sul a externar o apoio à Col 
lor de Melo". VEJA MATÉRIA NA PÁGINA 97 
Comentando 
AS NOTICIAS SOCIAIS, NA PÁGINA 08. 
destruir milhões de 
vidas e contribui ao 
crime, por isso é um 
problema que nos afe 
ta a todos. - 
Os Rotarys Clubs 
do mundo inteiro es­ 
tão procurando uma 
forma de solucioná - 
TELEFONES EM BELI VISTI 
is 510 mil tonela­ 
das decapacidade es 
tática aos agricul­ 
tores de ~ato Gros­ 
so do Sul, por meio 
do Programa Fstadu- 
lo oferecendo progra­ 
mas que englobam des­ 
de campanhas educa­ 
cionais, até progra­ 
mas de reabilitação, 
a exemplo do "Proje­ 
to Esperança". 
Participe você tam 
bém. 	- 
al de Armazenamento 
estamos buscando re 
cursos para ampliar 
ainda mais a capaci 
dacle armazenadora do 
Estado". PÁGINA 07. 
MarUú Debate Questões­ 
- da Mulher em Manaus 
A Deputaàa Marilú guimarães partici • 
pou como convidada esoecial do Congresso 
Nacional da Mulher, denominado "Atitude 
Atual", em Manaus, e foi responsável pe­ 
la abertura do painel "Revolucionando Con 
ceitos". 	- 
EIA_MATRIACOPLETA NA PÁGINA 07. 
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_" Preciso que al- 
G tome providênci 
urc,+, 
~ - n-.es a respei 
,Çs serviccs pre 
"?s pela TELES é 
"a cidade. 
+. verdadeiro CA- ~. 
L' 
"'- · lnhas cruzadas 
uad, 	+ 
'4,"2s, demora_ nas 
oes, ligações in 
terurbanas defeituo­ 
sas, linhas que caem 
constantemente, en­ 
fim, tudo está 'ocor­ 
rendo em Bela Vista 
no tocante ao siste­ 
ma telefônico e nos 
serviços prestados. 
Até programa de 
Rádio da Rádio Bela 
Vista podem ser ouvi 
dos através do tele 
fone ... sim, é fácil-; 
basta levantar o a­ 
parelho que a voz do 
Gasco(locutor), soa 
forte e entusiásti­ 
ca. 
O problema maior 
se verifica quando 
fazemos urna ligação 
interurbana. Para se 
conseguir a ligação 
interurbana é uma ver 
<ladeira guerra, quan 
do se consegue, demo 
ra apenas alguns se= 
gundos e a linha caí, 
é um caos total. 
Esse problema com 
os telefones em Bela 
Vista vem ocorrendo 
já há algum tempo,de 
••• 
núncias, reclamações 
criticas e pedidos de 
soluções do problema 
são feitos semanal­ 
mente s'em crue nada se 
ja feito. 
Esperanos que o Dr 
Silvio Lopes de Arau 
jo, Presidente·.da TE 
LE1S, tome conheci= 
:nento do fato pro- 
videncie uma solu­ 
cão de imediato. 
Agora, a conta 
telefônica chega di 
reitinho, sem ne­ 
nhum problema e 
não pagou, cortou. 
PROVIDENCIAS,OS 
SERVIÇOS ESTÃO P2S­ 
'HMOS l !

!}', M/Tv 
Edital de I timação com o prazo de vinte dia 
,1 
1 1 ,r o , , r>· 1 ,10 l wl I e 1 , ln til ' • 
,,,. lnp 1 !rt·,rt(, n11, 1, h1dn. 
11.c n.,!.O: 11'· ]( !l/11/ ri• fx• cur; H pot 
quantia r contra Devedor Solvn 
01 .ll- ·r r vu: 1 tl' 1111• ,;;,) ,t, .)()• ; o,·v. 1 rio 
rt ir, ptn, qs tendo, , 11 nlJ .11u no 
r«?o de cinec dia, do J li 'o li ,,vrol 11 - 
e ,11,. " r l i:lll l 1 • dr : "Lo t , cl , ,. r<·nc 1Jr 'r r 
I11
.n,,(opr!oIIe 1•;, ,·cm 1°n·,<l< ?f.Orn2, 
medindo 1o,0om d frente onde cor.fron 1 
Cl>íll / 1 ,li Pt·( J<·l uh B; 10,00 11· 1 e, 1unoc 
c1•11f'nn 111do cc,r, o 10.1• 119 07, 26,00 m do 
1.,r1, . q1JC nlc, c<,nl 1 0111 n com o lote n0 14, 
;>t,, m I Indo di ,., i to of'd'· co11 fron L• 
t'(IP'l e lrt( nu l•>, r;il11·
1do n·, Vtl·1 L,ci­ 
ria, nu. idade d Por,ta Por/M., ccm um 
c: , ti' 1>lv111111·!·1, 1tp<, C-2, ctr,tc•ndc. 02 
tlormi'Ót·los. <l fü•l:,, r.,1 co:7.lnh.i, 01 ba- 
r 111, 
'J 1 • 
frrm 
: . . Í. r 'J/, Ul 
íl 
u d,. 1,·1/t :,/89 ficutt ruvdo na memo­ 
ri d todos os blavistenses que assisti 
rm no Etdio Oet vro Fortours a rande 
p:ogramgçio da Prefeita: , Muni e ip;:l etc !lc· 
la Vist e Prcnv/LB MUNICIPAL que ccm-­ 
morou comn er.tusisno ci:atividade o DIA 
DAS MÃFS. 
A 1 ( stividnad cor ou ca ·, 
1as Ecclos brasil.iras v pruayas q, 
c11.. tau: um show no c impo lo fut t·bt 1 <.: nc, 
p.: lco «rodo no :r do ae Esta0io. 
A, B pi, do Rcimrt Antonio J0o fez 
v abtturs do vrt acompanhada pelo co­ 
e a l rt e 1 nst i t li t o !, F ! u .. : 1 ~~o d l. l • 1 V 1 r- - 
ta; loc após Bnsu to IO RC Mi€ fez u­ 
ma benit attesenteio ar+nicando aplau - 
cs do publico present 
Do Par:guy virou pvra o festa o Celé 
io Noria Auxiliadora e Escuela lRe, sc·n­ 
ao q..•' o Col~'Dio tl'.'lri·, t,uxilindc,r,: con­ 
quistou dois trorZ•us nn ccmpetic;âo er;t rc 
scol;,,s. Cs !"-Pl'~'Sl:1t3;1tC'S de Bn;l"sil na Festa 
do Dia das • fcrsn as Ecolas: Gen. Porce, Cas 
t1.... l ir!10 r·· ...... 2-..,t: de .. J. :~~lS$=.u ir.ho, Dr. Jooouim ~t,ur 
d f f ri t, ! <•t t 
coberturn+ 
r I 
, . t itJr c1r CCf1 .. , rV.i 
Av·Jll;,J,.•, e. NCZ$ 4.500,00 (,w·• ro rll 
quir.h<r, o·. cn;z rlc" nove:,). 
Gíü.l)Oli: H I C/,ílDu C/,LF/d:o bfit.rl!JÃO. 
íl l; 1 . n. Ob cJ•· Medo (,' 
Fu, (S.irn'. 11, Lopu.:), l•.:;cr<·v, r.lP Judlc.!. 
1!1, o datilografei. 
Fu, (f'cdr·c VtrrllJ,, cJ;, Silv:i). Ei·criv:::n 
JucJJcin.J. o !,,ubscrt'V<",. 
MãES NO 
ONTOURD 
tinho, Ester Silva e V. G. Loureiro. 
o Palhaço "Ca1·linhos" alegrou a petiza­ 
d.::, mostr2ndo m..ito dinamismo e alegria. 
A Aldeia Piracua com dança tlpica con - 
qui stou o tr·oféu "originê.lidade". 
No Shcw dr Ce1lourcs a prc.sr-nça do Locu­ 
tc.r Francisco Ernando Gvscc d» RBV e suas 
Gosquctes, sendo que 'Os filhos de Bcl:­ 
Vista" foram os vencedores dc..s "cz.lour·os". 
A rn,nina GcorgC'tta do Castelinho Encan- 
tndo g;c.nhou o troféu destaqle joveom por 
ter dublado a Angélica. 
A scnoriz?çi'ío est~ve a c2rg0 do TOP 13, 
nA sonnplastin de Mussum Junior, Josb Car­ 
los c LccuçGo do Lile. 
Ainda n,, 
Pronav / LB/, 
prl.miou ,r "n 
"a 
"a 
mae 
mae p;,raguaya 
brasileira m5e 
VI LSON BERTELt:I 
JUIZ DE DIREITO. 
Fef' ta do 
Municipal 
mn«is velha, 
1. 98'). 
Diá das 
de BEela 
muis 
mais 
com mrti;;; 
, . 
Mães á 
Vist,. 
ido- 
idosa", 
tlcscenden 
tes en; Bela Vista" e "a mae que tem 
rné,is filhcs". 
r·a. Maria Cêleste da Costa 
e 5ilia 
1ml OlB/MS 
l!1. CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - DIREITO 
V, 
do 
t l 
rn• 
dt· 
rio cr • r 
'1 r o,, • , 
Mr•r 'J[ C I' ! I 
1 
r: o I S!r t ; , 
o: rtt'r, .. r, 
ry, sua historia, ia .I e fim lida, 
For. C''.''·º o ... ubJ• • J: 
tor) r!c ~:• !Vl' 
o.· p·,lr•: t r n t r· (J (J'· r • ·•r l' r. 
vn Marques (ovara); Luiz Crlos Ft 
( c-rr p J '-' ~ ;, l' i o J : l v ', l : r', n i :: • I J < ! r: • l. • • 
Edui...rdo Oc·!riz (p,t:u::...r1':t"
1 
, • .:.'u 1 Prt - 
cJr·nt(.•); :' idi r•y IlurL, :j L
1
: tr (p'::., r ~..;•: 
!'rt:sidPrtt(: ele!to pra o bni é9-a0 
Fenando c Freitas lias (zd co ; Ger 
,Jo Docci-i (dr~tist;,) •· ',.'i L. r, :,, 1•
1
,.: 
(Juiz,!( airito).' 
O atual Presider.te a Rotu:y, Eduar 
Qc;,riz, vm sc dct;crc pr suss p •• - 
c_;ÕL'S fj rtes cm defs da comunidade, sr­ 
pre vinculado ao ideal uior ac clube,qut 
é SERVIR e levar a PAZ a tos os hor:cr.::, 
objetivo m,,ior· do Rot;,ry Ir t, 1r,.:,cicr, .. l.' 
Seminário está scb a coordn ç?:o d·· Iva!­ 
clo Pcrc-irn, e Supercio Geral do Presa 
te Eduardo 0cariz. 
JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(FUNDADO DI 20 DE FEVEREIRO DE 1972). 
FONDADOR: IVALDO PEREIRA 
REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA 
GERENTE: GILSON SILVA SA."TOS 
REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES~ LUIZ HENRIQUE 
NUNES CORREA. 
KOT{CIAS: ABTM. AE, PLA."ALTO E CORRESPONDENTES. 
REDAÇÃO, ADMIKIS'l'R,ÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da 
República, 564 -'Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 
439-1410 - Sêde Própria - Registro no Cartório 
de T{tulos e Documentos n~ 35'. 
l'lLLDO A AiiJmí.TTAííRAJORI. 
~ -===..;.;,..;;;...;= ....... ===.;;.;.-- 
TRABALHISTA 
ADVOGADA 
3281 141.490.101-10. 
QUESTÕES DE TERRAS. 
ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 638 
UM SEl-L.l,;ÃRIO DA REDE BELAVISTEl SE DE JORNAIS. 
CGC MF - 15,513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28, 
219.0003-1. 
_pUETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PERE_IRA. 
i:..--------~----------..;;. ___ 
FONE: 439-1302 - CENTRO - CEP: 79.260 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL. 
1 f lDO D ~ OlEl 
'.PARIA.'!ENTOS C0!-1 AR REFRIGERADO. ATE.NDIMTh"rD Cai CAr~ D,I •.!· 
:JlÃ CO:-ll'w.""TO E REFE1Çôts. 
"RESERVAS D1 AQU1DAUANA FO~'t: 241 - J4Só". 
._... ll=."1.10 ALVES DE ARil.L1lA • E:ii'RESÁRIO E PECt:AR!S:A- ri 
RUA: 'DR. CORREA 55 E!-1 FRD'TE A SAXESl1.. 
PORTO RTIHO - W..IO GROSSO DO SIJL. 
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ltscritóri de·- -~ cacia 
... -  .. 
RUA: 
CARLOS A. NAZARI BORGES 
.. 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINÀIS 
15 DE NOVEMBRO NO: 505 
TELEFONE: 439 - 1382 
MS. 
'Qu:indo-fa:~rmina um sonho ... ·começa a realidà(Íe ffSÓ 
quem acredita em sonhos sabe o que: é rp.elhor para si 
r- ------- ,

Carta ao Exmo Sr. Presidente da Rep 'bJ.ica 
pr, 
i;, 
.(' 
o!. 
'or 
teg do na n da, o no ao reste itor 
a no a admiração polo Governo que V, 
f: a. ven fazendo, nes e difícil per1odo de 
tran: içáo democrática. f mui .o ',wi.l c;rit i 
ar, vor as falhas, n s oi acerto, ' a 
1 tória o julgará. E a história, meu Pro 
{4ente, etá a eu favor. 'Teremo o1eiç6- 
en para proidente da República, a impren­ 
a esta livre, os municipion mais for ale-­ 
·ido, o trabalhadores estão nas ruas rei 
vindicando melhoria (alquns até abusando do 
direito de greve), enfim, o Brasil vive a 
Democracia. 
Meu Preidonto: Quando o então Presidon 
to édici, iniqrou a Ponte In .ernacional 
r,ol,ro o Hio 7pn, com u prose nçil elo entiio 
Presidente paraguaio +roenor, liqando o 
la 'Vista(Brasil) a Polla Vista(Nlorto--Para­ 
gual), :JUü inl.cnçiio crn integrar as duas ci 
cl11clcs, obr lr um novo polo de• <lesenvpl vimen 
to. 
Somos um só povo aqui na fron Pira, fa­ 
míljas sem sclnm, so(remos os mesmos pro­ 
blemas, vibramos com as mesma!; conr-;11istm;. 
Es amos mpenhados em erra<licar o con­ 
trabando e o tráfico de drogas. Somos con­ 
tra todo e qunlqucr desvio, nossas famili­ 
as querem pnz para rabalhar e oportunida­ 
des para progredir. 
Dela Vista(~S) 6 o portal do nrasil,ne~ 
ta fronteira com o Paraquai. f uma cidade 
histôrica, berço dr filhos nobres e o seu 
povo honra as tradicões. 
O nosso flrasil, meu Presidente, 6 um Pa­ 
is continente, nem tudo o que ocorre no in 
terior é do conhecimento de V. Exa. So­ 
bretudo üqui. Nosso maior riqueza e a pe­ 
cuária, a agricultura ainda engatinha, mas 
com a ajuda do nanco do nrasil, vamos agi­ 
lizá-ln. Entendemos que o futuro do País 
<?stá no campo. 
'!eu Presidente: Nosso comércio defin!la, 
!ccham-se lojüs, mercados, nossos jovens 
são obrigados a se mudarem para outras ci­ 
dadps, porque aqui não há empregos. Somos 
uma ilha de vcrdc(graças,a ~cus), cercada 
de terra por todos os lados(infclizmente), 
pois o promcti<lo e promclido asfalto para 
Jardim(RG Kms) não foi executado, muito me 
nos o as(allo para Antonio Joáo(60 Kms). - 
Nosso maior mal, é a estagnação do comér 
cio, a falta de perspectivas, o~csür de e~ 
tarmos na fronteira, nem mesmo o turismo po 
de ser explorado. 	- 
Com o a~vento de qran<les avanços so­ 
ciais, especialmente a partir da década 
de sessenta, novas dimensões <la criminali­ 
dade configuram-se em macrocriminalidadc , 
ao nível transnacional. Este se define nos 
fer.ômenos delitivos como o tráfico de dro 
gas, o terrorismo, os delitos ecológicos~ 
entre outros. 
A macrocriminalidade, como um criro 
organizado ao nível transnacional, está rr 
lacionada a uma série de fatores, dentre 
os quais, a discrepãncia existente nas lc 
gislações dos países onde atuam, o que a­ 
Vorece consideravelmente a impuni<ladc. 
O tráfico de drogas apresenta-se co­ 
rno uma das inúmeras 0pcrações da delinquên 
eia organizada, cujo efeito nocivo se re= 
Vela na saúde e intcgriaade social ocasio 
nando sérios danos físicos e psicolôgicos 
Principalmente na iunventudc, cm crise de 
valores. • 
• As barreiras internacionais na preven 
cão e controle do tráfico e uso ilícito de 
drogas representam um desafio, devido às 
praticas corruptas neste processo, aliadas 
a_capacidade crescentes destas organiza­ 
Coes, no renovar e ape:rfeiçoar os· métodos 
de fabricação e comercialização das referi 
das drogas. 	- 
O narcotráfico e a toxicomania também 
Podem ser analisados como vinculados avas 
tas redes de prostituição organizada, para 
!Plamcnte ao· tráfico de mulheres, alicia= 
Mente e corrupções de menores. 
O alto in~icc de taxas delitivas in­ 
corre ta~bém como consequência da busca de 
Sc>sperada de fundos para sustentar o comér 
cio e o uso ilicito de drogas. - 
A grave ameaça da violência terroris- 
a com estrPitas lioações de narcotráfico 
exige um t: 'alho de prevenção e defesa s 
c
1a1, através de urna legislação apcrf~içoa 
na, eficaz, com jurisdição e cooperação em 
toda a comunidade internacional, com a oreo 
cupação esscn ial em torno da defesa ' da 
ianidade e integridade da pessoa humana. 
• Os deli os Pcológiccs, notadamente co 
·;
0 
resultado de ativiaêcs comerciais e in 
'Ustriais, rcdunàam cm efeitos destruidÕ 
::es d qualic
1ade de vida e hem estar mat@ 
' 
qent ina, 
! ( çr 
1 
)< !11 I 
agilizar o nonso co&rcio, 
laço especí ica, proporcionando proqre - 
so para Pela Vista(Brasil) e polla Vista­ 
Paraquai. 
Oue o comércio en re a duas cidades se 
ja livre, coibindo-se os abusos, que se i 
plante aqui dois polos comerciais, para 
que os dois povos, brasilei ros e J a.rag11nj, 
os, oam se desenvolverem e alcançarem 
o r.;onhado e esperado desenvolvimen .o. 
Bola Vista e Bella Vista são duas cida 
deo pücíf.icas, o índice <la crirninalidütlc 
é o menor do Es ado, não t0r.os ~urginais. 
Tcmoa d fendido, como ningurm, oo inte 
resses das duas cidades, afinal, nossos f{ 
lhos querem um J.lraoil for e, r rnilil, uinda~ 
uma. América Lnti.na unida, progr,'Rsio n e 
j usta. Os r:s ados unidos Lo i c-ot.mn O no so 
comércio exterior, sofremos retaliações e 
retaliações, é hora, meu Presidentr, de 
cria rmoo os F:s arlos Unidos <la /mér ir-a Ln­ 
ti no, um sonho üntiqo, mas não uma utopia. 
Não queremos uma zona frar,cil,. qucrr-:~on 
apenas que os nossos produtos, nossas mner 
cadorias, possam transitar livreren e, dG 
uma ci<ladc para outra - rk 'lela Vistá"rir~ 
sll para nnlla Vista Paraguai e vice-ver­ 
sa. 
Com isto meu Presidcntr, fortalcceriü­ 
mos o comércio e a indústria <las duas ci­ 
dades. 
Os abusos e os excessos seriam punidos 
de acordo com a Lei, mas, para BELA VISTA 
E BELLJ VISTI, teriamas que ter uma lcgis' 
lação especial. 	- 
7credite, meu Presidente, construiria­ 
mos aqui na fronteira duas cidades que s~ 
riam exemplo para as demais. Duas pérolas-:­ 
E os nossos filhos, e os filhos de nossos 
filhos, veriam o sonho realizado: 7 INTE­ 
GRJÇJI.O DE DOIS POVOS; uma fronteira irma­ 
nadü nos ideais de JUS~IÇA, PlZ E PROGRES 
SO P/Rl 'l'ODOS. 
Pespei tosas cumprimentos, e coragem, V. 
Exa. está vencendo os desafios. 
Jornalista Ivaldo Pereira 
PS: Encaminhamos à v. Exa. alguns e­ 
xemplares de nossos jornais. 
EDIT Al DE EILÃO 
ria 1 das pop'.1laçÕcs. 
Os programas e políticas de prevenção 
do delito devem adaptar-se às diferentes 
conjunturas das sociedades e das culturas 
se na importação de soluções alieníge 
nas. Entretanto, no combate a macrocr1m1.na 
lidade organizadâ, em âmhito tr~nsnacio 
nal, é necessário aliar-se certo grau de 
cooperação internacional, em apoio cons­ 
ciente e rcsponsável,sem que hajn int:e~"~ 
r0ncin indevida na soheranin nacional. Mari,~ 
'1iza Pias do Almeida Rerger 6professora dc 
Sociologia e ?olítica na Universidade Fe­ 
deral de Santa laria- RS. 
E E 
"O contribuinte <lo Imposto de Renfa , 
quando pessoa física, sô terá de pagar 
tributo mensalmente na fonte pagadora de 
salários", se for aprovado projeto de lei 
apresentado pela deputada Rita Camata (PM 
DE-ES): A proposta isenta do pagamento 
desse tributo os aposentados e maiores de 
65 anos, mesmo quando percebem salário em 
outra atividade. As demais rubricas do Irn 
posto de Renda, tais como proventos de ga 
nho de capital, aluguéis e outros, deve= 
rao ser pagas uma vez por ano, no exerci­ 
cio seguinte ao ano-base. No entender da 
representante capixaba, segundo art. 150 
da Constituição, não cabe a cobrança do 
Imposto de Renda simultaneamente na fonte 
e por outras formas de arrecadação no 
mesmo exercício do ano-base, tratando- se 
de pessoa física. 
.E$TUDO DO ~DRURU SELYDGEM 
?esquisadores do Instituto ~lolôgico da Secreta 
ria de Agricultura e abastecimento de são Pnulo 
nnalisa:::1 os efeito~ tóxicos do "caruru bravo" ou 
"caruru selvagen
11
• A planto, cujo none científico 
e phytolnccn thysi(lorn, t~m provoc:,do n t::ortc de 
bovinos criados em regime de pasto. Suas folhas , 
frutos e rnízcs liber:un ur., princípio qui,:iico iden- 
pregio de venda e 
or lnnco oferecer 
3.592,24(Três MI1, 
zados ovos e Vnt 
vuo letllo o e 
I'a(01) 1!r a t n 	< 	• 
a!a Lopes aa L av.liada em NCZ$ 712, 
tecentos e Doze Cruzados Novos e 'Vinte e quatro Cen 
t avos); 
Quinze(l5) vacas neloradas, boas para procriar, 
de três anos acima e oito anos abaixo, sem defeitos 
ffetcos, avaliadas em NCZS 192,00(Cento e Noventa e 
llois Cruz:,do., ovos) cada uma, perfazendo um total 
de, ~CZ' 2.880,00(Dois '"11, O!toccntos e Olcenta Cru 
zados Novos), que encontram-se empastadas na Faze 
da Natal, depor itadas e mãos do Sr. Ermfl!ano Va! 
dez de barros. Para o eventual 22 leilão foi deslg 
nndo o dia 27 de Junho pr6xit::o, is 15:J0 hnras, no 
mesmo local acirra citado. 
Caso os devedores não sejam encontrados, ficam, 
desde já, intimados por este Edital da data desig­ 
nadn para o leilão dos bens penhorados. Outrossim, 
veriflcou-se dos autos que sobre os mes~us conRta 
não e>:istir Ônus n"r.i recurso pendente de julgnmen­ 
to. Dado e pnssado nesta cidade e Cocarca de Jar - 
dim-MS.,.aos quinze dias do eis d~ ~aio de nil no­ 
vecentos e oitenta e nove. Eu, Geraldo M. Leite(Es 
creventc Judicinl) que datilografei. Eu,Gislene J 
rn :-eves(Escrivã Judicial) que conferi e subescrevo 
DR: VLADIMIR AHREl' DA SILVA 
Juiz de Direito 
ESTADO DE ATO GROSSO i)O St:L - PODER Jl'llICIÁRIO 
2 ARA C1E - cIoRto o 25 ortcro 
COMARCA DE JARDI-S PROCESSO N? 175/8 
e 
DO(S) RE'.·1(:-1S) PE:Sl!ORADO(S) , l.l'SO CO~'ERCIAL LTDA E 
ERELI DO MARTINHO COES NOS AUTOS DE EXECl:ÇÀO CO.' 
TRA DEVEDOR SOLVE:STF: QUE LHE ~ O/IDA POR BANCO BRã 
DESCO DE INVESTIME:STO. 
·o Doutor Paschoal C;irmelo Lenndro, ~leritissino 
Juiz de Direito da 22 Vara Cível da Caarca de Jar 
dim-MS, na forra da Lei, etc. 
Faz saber, a todos quantos o presente edital vl 
remou dele conhecimento tiverem interessar pos 
sa, que, ~o dia 12 de junho de 1989, às 13:30 G 
ras, no local destinado às hastas públicas, na 
rua Cel Stuc~ n~ 051, o leiloeiro nor.ieado levará 
a público pregão de venda e arre~atação n quem 
mais der e maior lanço oferecer, importando a ava 
liaçào Pm ~Cz$ 34.897,63 (Trinta e quatro nil, oi 
tocc.ntos e novcnt1. e sete cruzados novos e sessenta 
e trs centavos), porquanto vai (ão) a leilão o(s) 
bem (rs) que assim se descreve (): 0l secador ar 
ca D'andrcn, nodelo Q-J50, n" 22.767 - RPu 950, tI 
po 07, com todos os seus equipacPnros avaliado er.: 
,c~s 21.397.63 e 01 conjunto classificador de se 
orntes, com seis Trieurs coo todos os seus acesso 
rios, marca D'andrea, avaliado e NCz$ 13.500,00, 
totalizando Crz$ 34.897,63. Se no primeiro lei 
lao nao ocorrer lanço superior ao valor da aval 
o, desde já fica designado o segundo leilão parã 
o dia 28 do mesmo mês, às 14:30 horas, no ces::co lo 
cal, ~correrá o segundo e Último leilão desprezado 
o valor da avaliacão e vendido a queo oais der. ?o 
dendo ser exa::linado {s) à Secador da Luso eo Cuiã 
Lopes da Laguna. Caso o devedor não seja encontrado 
fica, desde já, DITI~~DO por este edital, da data 
designada para o leilão do (s) bem (ns) penhorado 
{s). 
Outrossin, Yerifico~-se, dos autos, que sobre o 
{s) mesmo_{s) consta nao existir ônus neo recurso 
pendente de julgaoento. 
Dndo e passado nesta cidade e comarca de Jardio 
15, em l5 de mnio de 1989. Eu, Tadeu j_ Bueno dos 
Santos, Fscrivào, datilografei e subscrevi. 
Dr. Paschoal Camelo Lenndro, 
Juiz da Direito 
ti.fic~do pelos pesquisodores co:r.o ur.: conjunto de 
saponinas de natureza triterpenica (substências • 
com propriedades semelhantes às dos sabões). Os 
estudos tem apoio da Universidnde de Osak.a, no Ja­ 
_°· e do1sriuto de Quioica da U:1iversidade de 
.:io ?nulo. 
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FUNDADO EM IO DE MAIO m: l'J7', 
MlO XIV r:o 4 7 
27 DE MAIO DE 19!!9 
Vitalização da Aliança 
Para alimentar a vida que lhe corre nas se apegou tanto e nós, seus irmãos, que ao 
veias, o omem deve alimentar-te diáriamen partir para o Pai, arrumou um jeio de con 
to. Assim também: para alimentar a vida di tinuar conosco. Inventou encontros, e mar 
vina da Graça, o filho de Deus necessita de cou c!15C'::l cnconlron. f.ncon ros nos qua1s 
um alimento adequado. Aqui Cristo deu amai continuaria a se comunicar conosco, a nos 
or ,·.i1n ich<1da qu,i pod,• d" ter dado, como uó comunicar r,un V ida, a V l da dn Gra ·a: r.n­ 
Ele mesmo poderia ter feito. Uencon.ro pa contro com Ele e com os irmãos. E, entre 
r alimentar o Amor: o •·,1c-1,1ml'nto d,, t:Ur.1::- PfiSC'S cncontron, um, espccinlír;simo, <lo 
RISTIA. Sacramento através do qual Cristo jeito Dele e também respeitando nosso )el 
reune o irmãos a sua mesa para ul imcnt-.ii - to. Inr:; J.tuiu um Sacrarnr.nto Pm auc F.lC' não 
lor. com o néctnr <lo /mor, ondn Ele, pesno- só nos comunica a ~raça, como n~s dcrnai::; 
almente, está presente e se d& como alimen sacramentos, mao onde J::le mesmo, cm pcs­ 
ln, N, EucarinL11,, crnno Sacrificio(Missa): soa, fico realmente pl'."cscnte. Por que? Pa 
Ele reatualiza o maior ato clc /mor jamais l'."a que? - Porque tendo nos feito partici­ 
conbcci<lo: quando alquém morreu por outro; pantcs da Vida divina, r.le quis dar - nos 
como /limento, dá-n0 na Comunhão; como ami um alimento adequado para essa Vida. F co 
go, além do mais, fica presente em nossoi mo cssu Vida é Ele mesmo, é Ele mesmo, eri 
sacrários, para o papo amigo a qualquer h~ pessoa, que fica presente. e o sacrnmcnto 
ro. 	da Eucaristia, Ele vai atualizar, diiirin- 
Vai além é!n nosé,a 
0
fnntasia imagina-, s:]UC mente, o mesmo sacrifício da Cruz para "E 
Deus, em Jesus do Nazaré, é!cpois de chegar xerccr continuamente a obra da redenção", 
aos 0xtrcmos do /mor nos quais chegou, po- para reunir os irmãos ao redor da mesa e 
d~r1~ ainda cxcoqitar e realizar mais pro- alimentá-los, para o /mor, com a sua Car­ 
va5 de /Jni;~adc.: /mor. O Filho de Deus fei nc-Pão. Na Eucaristia, Jesus fica a nossa 
to nosso Irmão, tendo convivido conosco o disposição, dia e noite, visível no sinal 
con<livi<li<lo tudo, até a pr6pria vida, Ele do Pão. (Paróquia de Santo /fonso) 
Eucarfst1a, 
l)- Converse com as pessoas: nada há de 
tão agradável qunnto uma palavra ele saucln­ 
cão. 
2) - Sorria para as pc::;soas. O sorriso ma 
nifesta alegria. Não custa nada para quem 
o dá e faz nascer a esperança cm quem o rc 
ccbc. 
3)- Seja amigo,prcstntivo. Se você qui­ 
ser ter amigos, seja amigo. 
4)- Seja cordial e simples. Coloque oco 
ração em primeiro lugar, quando você con­ 
versa e dialoga com as pessoas. 
5)- Procure interessar-se nclos outros. 
Muitas vezes é muito mais importante escu­ 
tar <lo que falar. 
DÊ um passo. Um passo em sua direção. 
Aproxime-se, sem cerimônia. Dê um pouco 
de calor do seu sentimento. 
Sente-se bem perto e deixe-se ficar. Al 
gum tempo, ou muito tempo, não conte o tci 
pode se dar. 	- 
Deixe o so:::-riso acontecer. Liberte um i­ 
menso !:'Orriso. Olhe nos olhos, aponte um de 
feito, com jeito. 	- 
Respeite urna lágriraa. Ouça uma história. 
Ou muit~s, com atenção. 
Escreva uma carta. E mande. 
Lembre-se de um caso. Converse sério 
Converse fiado. conte uma piada. 
6)- Procure elogiar, animar, incenti­ 
var. Seja muito reservado ao criticar. 
7) - Respeite os scntime·ntos dos ou­ 
tros. Não pl'."ocurc impor suas idéias. Lcm 
brc-se de que os outros também têm a sua 
verdade. 
8) - Preocupe - se com os problemas dos 
outros./ solidariedade nas horas difícc 
is e de sofrimentos faz nascer amizadei 
eternas. 
9)- Seja disponível e procure ajudar. 
O que vale na vida é o que fazemos pelos ou­ 
tros. Servir é o verdadeiro sentido da vida 
10) - Toda a amizade verdadeira leva ao 
encontro com Deus. Nenliuma amizade humana 
dura, se Deus não estiver presente. 
Felicidade 
e - 
A familia havia passado duas semanas de 
férias inesquecíveis e.:i Porto Seguro, no 
Sul da Balua. Lugar de desemba::-que de Pe­ 
dro Alvares Cabral, em 1500, é uma região 
?ürad::siaca, de mares muito verdes e uma ve 
getacão luxuriante, fruto do clima tempera 
do. Como e natural, ao regressarem, trata= 
ram de trazer folhagens, mudas de arvores 
e ser.entes de frutas tropicais. Aoesar de 
todo o carinho da viagem e no posterior 
plantio, o resultado foi desastroso. /s fo 
lhagens eª: nudas de árvores definharam e 
morreram. Nao haviam resistido ao frio da 
região sul. Elas estavam fora de seu haôi- 
tüt. 	• 
O cajueiro, que resiste bravamente ao ca 
lor noraestino, nao aguenta o clima temoe~ 
rado do Sul, a_parreira precisa do frio e, 
lcgicanente, da-se mal em climas mais auen 
tes. :st~ vale ta~bém para os animais.· õ 
Dourado_e um peixe que quer águas corren­ 
tes e nao consegue viver e se reproduzir 
nas aguas paradas de um lago. Ârvorcs e a­ 
nimais têm suas preferências e exigem de­ 
tcrrn.inadas conciçocs de solo e clima para 
poderem crcsc reproduzir. 
Isto acontece tanbé~ com o honem sobre 
tudo na infância. Um lar harmonioso é o • 
~-co habitat onde a crinça têm cor.diçôes 
ie cre sc im en to ha rm on io so . Em la re s de s fei 
/che graça da piada. 
Ajude a resolver um problema. pergunte 
por que, como vai, como tem passado, o que 
tem feito de bom, que há de novo, preste 
atenção. 
• Sugira um bom passeio. Um bom livro.Um 
bom filme. Mesmo um programa de televisão. 
Diga de vez em quando, "desculpe", "muito 
obrigado", "não têm importãncia", "que se 
ha de fazer", "dá-se um jeito":.. 
Tente, de alguma maneira. . 
E nao se espante se a pessoa mais fe­ 
liz for você. 
Autor desconhecido. 
Nem todos somo:, fnr61 r;, mas toé!os ilu­ 
minamos. Poucos ficam na história escrita, 
mas na história de Denis nosso registro é 
perpétuo. ôcl 10s, l'."il 1. va r., ar!':,lrgurilS, rl's­ 
sentimentos e medos são venenos que matar 
o corpo, mas não pasHam na alfãnde']a e r.e 
têm curso no céu. 
O amanhã pode começar hoje: humildemer 
te, de modo incompleto, mas com a doçurã 
inexorável do sol que dcs~onta. S0:706 
pós tolos e não deuses. coitando simula­ 
neamente a grandeza o a dependência, 
contramos nossa medida cxa a. Deus prec1- 
sa dos homens porque os ~o~ens lhP pcrten 
cem, o anunciam e representam. 
Perante n tristeza, senos a alegru; 
contra a dcsoncst1dadr,, podemos ser il cors 
ciência profissional, a seriedade; no m­ 
io da escuridão, erguemos a luz teimosa e 
trêmufa que nos guia e llu::11nA. 
Nada nos é a 1 hc ia, de ninguém nos de­ 
sin tcressamos, porque a vida cristã e e 
sentido apost6lico .L:.,orccna::i e deriva::i é? 
verdadeira Vida. O som, o movimento, as e 
moções, as idéias provén da r..csna fonte é 
convergem para o rnC'smo • lvo· DEUS. 
. Pai de quatro filhos, o psicólogo a:êe­ 
rica~o Henry Biller estabeleceu un decálo 
go basice para quem deseja ser rec0<1hec1: 
do como bom Pai. 
1)- Ser severo com os filhos mas ncn­ 
ca rude. E não amenrontar, o que pode a­ 
carretar no futuro uma personalidade ins~ 
gura . 
2)- Dar a cada filho uma atenção espe 
cial e individual d 
favoritismo. ' sem emonstrar ja.-:1a1s 
t'tJ~- Decidir, juntamente com a Mãe, a !1, 
1. u e a ser adotada em relação à "a:níliil 
e desemoenhar f • 1 	- '' 
1e mente o seu papel. 
4) - Combater • • 
cesso A . 
0 
capricho, sem cometer e~ 
raiva· a ~riança_precisa experime~tar a 
tá-la; ontrariedade e aprender a en:re; 
• 	J 
5)- Fazer se • 
abraçá-los sem ~pre_c~rinho aos filhos e 
aproximac6e, ?-Pibices. Uma família c 
anças descontra~~cas tenae a produzir c:i 
6)- r ias e afetuosas 
,evar as cr 	• 
trabalho pa 1.anças ao seu local ae 
fato, 
0 
~ue ~a qu~ elas possam tender, ée 
ra de casa. "> pais fazem quando estão "2 
71- Jamais e 	• 
ança • ela Pr . spera r per .:eição de u1na cr; 
t 
' - ec1sa de libe s 	-e- 
er erros. 	- e reade para co •• - 
S) - Permitir . 	. ~ 
daguilo que e1 i os filhos participe 
ate ouvir mú • az, _ desde lavar o car::o, 
9)- Sab~ s1.cas classicas. 
idéia, desder reconhecer o erro ou rnuàar õi 
que surj 	·c 
Por parte do i;1, 'd um bom arque 
inralivel • O pai nao orecisa 
5
~ 
. 1 O) - Tomar a cr . . • • 
minnut0s 'lança no colo por a!g" 
b
. . ' • 0 pre~is 	• - • b~- 
sa iao que 
O 
h ~ a exagerar, oois e ..... 
e • 	o::iem r a 	• • - - 
ia para fie . ramente tem pacie 
ar mui to t 	• • -- 
ç a nos braços. .empo com uma cr14i 
tos,_cu onde não existem amor, diálogo, e 
quilibrio, acontece com as crianças o que 
aco:1t-2cc com os vegetais: definham. E as 
marcas destas carências acompanham pela vi 
da afora. As vezes, às duras penas, o equT 
librio acontece tle alguma forma. No entan 
to, e inquestionável que o lar harmonioso 
e o lbgar ideal para o desenvolvimento da 
pessoa, sobretudo nos !)rimeiros e importan 
tes anos. Um veterano diretor de escola 
cosuna afirmar: "deoois de dois dias de 
aula, com segurança,-posso indicar quais 
os alunos que vêm de lares normais e auais 
os provenientes de lares desfeitos. Ê is­ 
to é definitivo. e nos orimeiros anos de 
vida que se elabora o futuro de alguém. 
_ Sabidamente, hoje, hi crise na familia. 
Nao que a família esteja em crise, há ca­ 
sais em crise. E por causa desta crise e­ 
xistenn muitos interessados em uma legisla 
çao mais liberal, onde passe o div6rcio,o 
aborto e outras coisas mais. Seria muito 
mais inteligente que nos preocupássenos 
com a preparação dos jovens que se encani 
nham para o casamento. se as bases não fÕ 
rem solidas, depois não há como remediar. 
E os filhos, provenientes de lares dcsa­ 
Justados • carregarão por toda a vida as mar 
cas da àeficiêncüLUm lar harmonioso é a pri 
me ira escola de pessoas felizes. - 
t; 
DCC/LOGO UO BOM PAI 
!fegração 
ano --000. t'. o II;o _homem para a chegada ", 
te dns 	l_ "ile:'li • ,_ 
.- trevas pnra d.. • o que surgir::i n::i r.o• 
Não existe an.,_spertar o homem novo. 
cathos que ."g un "cai±o". sová!s, 
da Reli 1- ao '-
8
Sn do S 	1 • • 
$.a0.0 da "1{ - e:n.hor entre e e 
"O c« .ação" d h' : 
- 'A!IRO" p ·· !O or::en coo o ci!ll • 
pagina na Tr d< ortnl do Infinito - serj ~ 
te-os b ... spostn a a .d 	-;:--: 
- a crtos à t d Ju nr no despertilr• -~ 
coadu- 
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anação aior d, +,o, partícula do todo e " 
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PREFEITURA MUNICIPII DE BEL VI 
Lei Municipal n: 855/89 
• 
I !:_ ?_?___!J.!_~~ T ~) DE 1 'J8'J 
tlr, 1 rirlt I' r )'1 ( 111 IVO Mi. 
pt 1 1 'J('f ,H', :1 ,o 1·11 gr lJjJO e:, e..;( rl­ 
,., 1r () 1 l /,1 dt• ;odqu i t· Ir '"' l'1H•IJ. 
provi@nela", 
' 1 n: on Ma 1 )'(J:; (li· MOr '' r;. 
lp J cl• ,r•J;i Vlr,l:i, F.r;tnclo d, 
f'.11,:n r t r, qu a 
,, 1 or indo 
Lo1 'L , sem Cumuru, semi po! or, mat - 
FIESTONE., fabricação nacional,a tuvés 
ccn:.,·qt. .. nt• subscriçíio <k /II'U- 
rec.• 
hc J,1 VinL:1-MS, 'll'J1ovo,r, ,, 1•1, 
no 'l !,1•pt1intt1 Li: 
JP - 1- Jc; o JlOO( I' 1-.x, CUI Jvo •1ur,icl- 
r.. ! i 
adquirir 24 pnus,9Ox20, 
TIGO 2 - A a sao ao rupo de consórcio 
----,- 
fars, cxc)u'vamn' m« diunt u formal i 
ço de C(,llC'( 1 ,.;- , Cid puu liea, de acordo 
19 d, 
!rt, ·k .1 ,r·•·lrc• d, l'11" ,. decreto N? 113 
ig,' , e abril d 1973 • de acord com a 
ti gio aplicvel specie. 
L<rr:UTIVO: 
-- - - 
o;,c,;,.. f,hDJlll;l'LlliLtlllliliQ: 
300-De:pese Corren 
'j] 'l?-l'1. t 1 '> • ,;1 : v iço. ! 
o~ o',- ::ü:;c.L.llli_..lIlli..lil.l.S~ .Ã D : 
Jlll.01- v .. tcImn os € V ntaens Fixas 
. 	10.000,00 
I' I ( 1 1 o ;J ,'. ':, 1 -1 nt J vos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . '> . (J( 0 , 0O 
Mrtlll 3ê'ú'-i'('l1!'Jonlsl.f'!' 	r','.:,00,(JO 
CÔrnnrP 
0?0 ·SEC/ DE FAZEND~: 
'lOJO .[),, pes;,i· Corrl'rt l.t>!º. 
3131-íli munr-rnçiio Serviços Pesonis.1.000,00 
31'.l?-Out.ro:., SPrvlçc, e Enc.:rpo:; ... 2.000,00 
0207- SEC/ DE SAÚDE PROMOÇÃO SOéIAL: 
:iOUO-D,•:.;p<.sói::; Co!Tl'n {·S. 
311 1 . O l - Ver. e ! rn<' r: los t' 
3132-Outro Servi;cs o ncrgos.... 1.:.00,00 
0~08- SEC/ DE EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO: 
Ciel1(.; Bdrbo<·;. C1' .. '"'il·, . pr«feito Muni- 
cJc- Jl J l .01- V, r·ciml'n o~ V·.tnt.ai;,·n, Fixas 
l - 
4
0.000,úU c,pol d· C·r:,co:, E:,•.:.r.o <J ·-r-.to Gr·o.:o r!o 
- 	Sul, no usc das atribui qu lht· cc r.f, - 
3Jê!J-ílcrn1mcrr.çi'!c- Sl.rviços Pcr::~ouis.5.000,00 
r O Itcrr: I, d Ar.g 1/0, !a L CCJ.f lc..- 
m.ntar tu 7 de 20 de Iovbro aro 1.91, ' 
qt isi 
b.J, •. o 
0209-SEC/ DE V/ OBRAS SERVIÇOS PÚBLICOS: 
c:.1bili +ç , csiderando s o vler 
co 3111.01- Vcncimcr,tc,s 
··cidc nu. montar'e da compra, prço 
L!':-1.·, o dl Ligo l é dc,,t;t L, i. 
dos valores da pc:taçoes 'serao 
t«bili:a t t!tulo 'srvicos da Bivi 
4ir ' 
A aesao ao rupo d cnsó!'cio, 
cstrita vincia do respec'i 
nac pcara aceder a l(do:e 
pra::o vaxi:o para liquidac?lo. 
d::,s dc-spcsas dLve­ 
fJo :::c-r cl:bcr,cos rlol:::ilrncr,t,~. niic obst;;:::_ 
os pagamentos deles decorrentes ocorrem 
nc exercicio(partc) l' nc, exercici subse 
.:!utntc, -r:t:Ci:,ntc ir.scriç3o cm rc.:=.tos à pc­ 
ar nãc processada, na hipótese. de reajus 
te de pr·,•ços, hvverôc d<' ser fc·i tos crr,pe 
lhos complementares, pcr estimativa. ate o 
• rmino da parlicipaçÜo. 
A TlGO 82- Estú ,rnto1·izaca .:i antecipação 
<l, prestaçÕt:s vinccdas. i, Ti lulo de Lance· 
:.ivr·t 1 dr-sdv qt..l: t,1i~ pa!,H:.rr(ntos. acs pr-t''- 
os vlg<..:ntt•s do d: a l.iquid, m p;:irccl!ls ri - 
nis dc grupo, com o fin· de abreviar;; p;:!'. 
•ic:p.:,çZ.o Cú. Mur.ic.:pio rc consórcio, Lt..dc 
C!1dici011..l1'(!1., à t.)Xi!::>t;;ncia de t"f"CUl'SC'S fi­ 
eires cisponiveis. 
GO ~y - 0 '!., f,• ctc: l oder EXt..CUtivc, dP. 
p1 l
1visôc. o: ("',"J.menlilri0 e finon 
,11,t 'S da ,•laboroç,i;o dr, e'ital c!P ci 
Dr CIU ":!,: 
t r.c • r J1'J ...... l .000, CO 
Vanloptns Fixh. 
.....•..... J 2 .coo ,uo 
0?10-SEC/ DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: 
3000-Despesus Correntes. 
3111.0J- Ver.cimentos e Vantagens Flxas 
.................................. 15. 000, 00 
SOI•IA ..... l 21 . 000, 00 
ARTlGü 22)- Pord c0bcrtura dn prcserLe crc- 
AHTIGO-;> - E,t Decreto en 
na d d su r 1t, 1·; o, 
disposições em, contrário. 
Bel Vi'e-M , ?C 
1
, 10 d, 1.91:P. 
Edson Mcu Iro de re±-Prefeito Muni- 
e 1 r, • l . 
DECRETO N 002/89 
GABlflETE DO PREFr 'Tí' E.M O;> D.E M/,IO DE 1989 
rlv Art i 
................................. 18 .000, 00 
3131-Rr·mun~raçiio Serviços P~ssoDis.8.000,00 DECRETA: 
l .'.:.4 
v l ,, r 
c, 5 1- 
AflTIGO P)- Fica dispor.sou d licituçio 
as compras d materiais ncessotio poro 
uso do Muni:ipio, realizadas nu f:r:o a 
RITA VIEJRA FARIAS(Supcr~0rcL1,o D-Jlh~nt0) 
localizado sito i Aveniua Brasil S/II, ns­ 
te: l•lur.icipio de Crcol-S, por sr o Úr,i- 
rJr 
n i to Suplr·n,L·ntar- fr i cancf'lada a ir;,portân 
cia ac r1czs 121.oco,OO(Ccnto e Vinte e !-:urr 
das seguintes Dotações Or- AF.TIGO 2
2
0-Es:.c D<>cr.-t,o ,,r.~r:::.ra , 1 vigo! 
na duta de: SL:ú publiCé>Ç~O , r<=VOf.é-0',!; u., 
dispr·siçÕcs cn, contrário . 
C ruzaCO!:. NOVOE) ' 
ç,,mcrt,:;rias. 
EXECUTIVO: 
0202- GABINETE DO PREFEITO: 
4000-DcspcSES de Capital. 
4120-Equipémentos e ffiélerial Permanente . 
................................... 3 .000,CO 
cc Supermercado fornctor notadumr.t 
notbria LSpecializ2çio. 
Célracol MS, 02 dt: r·a.o de: 1. 9ó'.?. 
C.1cero Barbo~.a da Silv;;-P:-lft:ito :;.ur.ic. 
pâl . 
0206~ SEC/ DE FAZENDA: 
4000- Despesas_de Capital . 
4251- Amortização da Divida Contratada. 
................................... 8.000,00,... 	__ 
0;'07- SEC/ DE SAÚDE PROMOCÃO SOCIAL: ·ve'iculos grandes 
1
- ego'ci·os·· 
4000-Dcspesas de Capitfl. 	• 
4Jl0-0bras e Instalações 	8.000,00, 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA. 
PARA ASSIN/..R LIGUE -439.1410. 
0208-SEC/ DE EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO: 
3000-De&pesas Corren .es. 
3111-0?-Di~riélS 	3.000,00 
4000-- Despsas de Capital. 
4,10- Obras e Instnl;::,çÕes 30.000,00 
4120- Equipamc:nlo e. Material per:n:-,nen 
•...•............................. 10.000,00 
10- Revogadzs as iisposições en: 
-~.:...c- 
rerio, sta Lei entrara em vigor no ªª 
<l.' sue:: publicação. 	0209- SEC/ DE V/ OBRAS SERVICOS PÚBLICOS: 
Bela Vis a-M,22 de maio de 1. 89. 4000-Desoesas 
F.DSOi: :.,~DFIRC' DE MCRAES-Prci'ei o Muni- 4110-0brs 
DECRETO H= 0-13/89 
DO PREFEITO EM,10 DE MAIO DE 1989. 
f·1cCc!:::o·j.._ orat:, Pr :'eitc 
a, Estado de Mato Grosso cc Sul 
lhe sãc con1 .. ri 
:s 1.: de ·,cor.:o cor:: o 01sr.:ros o er: urtigo 
l?o da Lei cor]ementar e7 de 20 de novembro 
,ue 
dL. C:-,pi a l. 
Instalações 25.000,00 
4120-Equipamento e interial Perm,,nente 
•••••••••••.•..................... 26 .000, 00 
SOMA .... 121.000,00 
ARTIGO 32)-Estc Decr•to entrará em vigc.:- riu 
data dé sua publicação revogadas as Dispos! 
çoc-s r:: contrario. 
ac;a Vista MS, 10 de maio de 1.969. 
Edson Meueiros dr Moraes-· Prefeito Muni­ 
e ip;;;l. 
l.·1. 
:::ÕCílETA· 
7--==2 
··,,.r O 19 )- 1!0: . =.e:; da Lei :-lunicipal N2 
S0/89, Artigo 1, rica aberto ur. crédl O GABINi':TE DO PREFEITO EM 20 DE MAIO D>"l.989. 
dc .n, I suplementar no valo de NCZS 0 Frefetto Municip,::l de BelD Visi.a, !.S- 
.::l .OCO.OC( .r·o, vir"'· 11ll., ciuzocos ado de Mato Gros.,o o Sul, no use e.as Atr:!. 
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dottt rt'z. er otr :...toH, <Jlz •·u:a <r
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vo d x irtçóes ou neços ·d 1
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101 t l·. N~ :.:.::._: 
glzgfn!_9!P!± o paciente isola-s._' 
lu soitto, tm, as vzt , !!tttlC..1lr1çn,r; 
lt, rutlv ., ou npct ln,!·, <li ~-cultl,,-r, cI,, hl­ 
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cois;us prece!cus, uvs frase: soe sem snti 
de, dsconxes. Os c.tutonicos fiem p6«t- 
ll L ;, l rr.t r t f t 11 f t • dos, obntecem passivamente, 
r- 1 01 1 :.·. JUU~J com !;ur.s ;d uc- i n :ç0c ! r,un l L l v.•, 
m;,s pc<h-111, rt pt ntin,1111,'i tt, ;iprt·strt~.r· un 
1ªr·~r,ttJ.~
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dt• tlrstz·ut 1VlC1(,(li• t' .".lirt !i~ê•. ~- Os 
hebfr&nices, wi l ;,no,:, ri, st r·u tivos, vi U  E 
ts. Os prnóids upuesntam delirios de 
pana ou a ptsuição. Su liua 
Ct'l'ít. t .. ' n:s o Ct.nttÍH10· t
0 
f:-:1!-"C f:•ntlt!::iíl{lf~ 
ri C( • 
Em rpra u equizofr ni:"I ir icitir-~t a· 
reco dos 17 aros, e o lipds à herrça. 
As VLZ(~, d( form:, .int:J...t10Sl.t, ll pt,C1L .. r.t~ 
jsolé'-St-
1 
1tlx· ,:,~· <rnif)!:.', rt.Cu!·:-;·t L1 i! ,1 
escola ou ac trob:lho, pi actt-se alvo 
de caco·das(dlirios de auto-rtr:cio) ou 
ut xi ng,,çÕ1 s  ,, l uc i" ,ç;;, s ,,ud i t ! v·,,·): o 1. 1·;1- 
, ,:),:a:ntc prt·COCC· tVit .. u i; :1 int.t rn:--Ç~I. V'" 
h ..... snitrtl t)::;1qui trico. Quand paciet te 
fh.1:::·
0
t r.1 ( rl t ~.lo l; pt : i gt•:..-o( fur íl :1 t),. h< r l C'tl 
ou catatonies) é bst.ate útil v crvulsot_ 
rapa pelo eletrochqu, qvnto crtet­ 
t indicado e aplicado não oferece te!i· 
ncs;rio, tos usamos um: t· 
asrvelvidu d aplicvçic ' a 
a4um. Quando 
cnica per no::: 
S.~C'üu St-1:., pc:,rt·•nto, iHh!:ilt.Si~i{.:t r.t.U VL! 
senp:e prigsa pelo possivel cheque arefi­ 
l[.tic,.). f,l~r. cc fé;;•,·r· ":, ::-ccc",prolong~mo!' 
a Dvssgm d correrte até 5 a 7 segundes , 
o qt,t. cvitnri,:? o LXCi:.açôo pc,~lL•r·iür au 
'Ct'.oque bLr", cc-rro rrodL•Z uma cui 1n~·si;J rL·t ro­ 
graco de, mais ou mr.os, mia hera e, Dr 
trto, o pciente ná terá ma algum de ou 
tras aplicações, se necsárias, ja de que 
nota se rccords. 'atém fzemos a contenção 
apcnus de queixe C' dc-s oGbrcs, o que evita 
q~alqupr•possibilic~dc de fraturPs. O trat! 
mc,rto ari 1gc, crbc:ré: b;,stanLc cfica::, do:,; 
ccin?.s isulinott:rÓpico-, tem sido nc,uco usa- 
e p,11· c<c1••;: d; s a:ficuld2.dcs <'cnlccs, de 
fiil a OL p .. ssa:.l cc:paci taco. e, mesmo, certu 
m:-.rgL'it: .~ p ripo. 
O t·atamcnto clÓssicc, ainda 
u ili72ao, ~ o halopcrldul or&l 
b-stantc 
com dcs<.-s 
vsidas d 5 até 25 mg. diárias acompanh- 
•• • d, u•~ nl"'ti-p::.rkinsoniano ccn:o o • c;ór.!_ 
cl • '" de· b pirindtn, por c,.usa d:-.s ir.prcgr,~ 
e;,,,~: "s::dvt-is. O •·,p~rldcl, muito bom tam 
bé, inf<:llzm,nte não tem sioo m,,ls roduzi 
, . los l.1bora Ó rios. Igu.dmc-r.te P rio 
:'1 LP ·r,,zina pé.ra D!' agitações ps:.carot.on:s , 
·r,;;;o m.,j • s,· f bricr, nG rasi_l, enquanto can 
.nua ser usado os ES ados Unidos e na 
_..r·epa crr large C"colha. É mt:í to efic&z e b 
rto, pcis com lG gotas scd~-se um p&cicnte 
Por cs.se r:10 1vo o labo.ratÓri o qt:e a proau - 
zla t:Sin eressou-s<'. E os ctocn ts que se 
danem...Falta m legislção cue obriguC' 6s 
l [.bor,3 Ór10s a vcnd re .. o~ prooutn~ caros 
sc~cntc quar.ao sc·jam efici:>z, ti:íl'b~rr. ccmo a­ 
quels bra os. No tra .:.me,nto o;: ~,quizofre 
nia ·s~-se, ainds, a cloporzina e a levo: 
~eprr,'::"'21na. ?or-é:J., a gr·ancie nuviac e ~er.: 
sido o holdcl-decenoa~o. injcç3c de ,o 
prclonsada e sem efeitos colatLrBis. 
•Jcst e. FERRAZ SlLLES• 
Um oc, d, 
li ' 
C l '' 1 
asuntcs de 	n o ion .1, 
Brz< 7Íl1!.,kl 	J 1 •li! lO, 
< !'I ·, prc p111 ,,11<Jt llfl J !vr t qt • l· 
Ç ,no CC IT• u t Í tu lc Q_ G I'~~ ~ '. 
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me r n ,. :-1ortc• d<, Comun! 3m no _'.___· 
No !'I U ili ire 
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(t..íl)(.';iJO I tum rttr 
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f r e b 1 . r,. b t i e n <J l . Cu t l <J ' n 1, ! l l l l V r 1 ; r 
n,.ld ,icr·,vcu: '0 j~,rc,rl ,nt, .:t,, 
Cl•r:.u1d!.,nc1 . <•Vit.  iCl,, !. t '1 c.vc,lu1nr!< e... 
slstm nsivlr mr.o rp!.v 
iriuVl.1Clor !. t l :t dcc ,indc ou St 
-1'1:,prn,rilc.nr.c". cf. OF1;1,,-:c,,-, s;, P-ll 
t.c!ic;;,o (• 2 Cll" c,t1·1l Clt I.
0
E.
0
). 
claro qve o licor scvitice,Gcrt 
nt, ...... u ir.t1..'ntc, dt ::--;,lv,,r ... si t Ul..JÇ:-: • e l' 
íl 'c:1 r· j URSS { evitar um colapso d 't - 
sr· t.:< tc
1di1 n r!·t rutur • do Eetdo, d..s. 
ir t :odv;,:.1 ir ()v:.co, .. , ju:t;_!'Y:1'( 
,vittt (1r.ltt(•(1(,C(fT.lln:!r;or.t :-~t-·l .. jl'lJ._ 
Gcrb~chlV Ut..St•j;_ qut..: L' :...~.:.Slt1:·1 ~" J· 
vpuessivo, pois s reptes faz ot 
mn: e não cria bn tcssario. p.ti 
Vi Vl I'. 
t I't r,UI C: i :: ar l c.çao do 
~irr:tfic;-., ('('!,t.u--:c.. () 
to no Hus: iu. sol 
fim ,e, 
! to! 
l ti t i.1 l i 
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. R. 
vi·tice, costuma:» dcs: sul 
e r c·o«te os czu., co! ' ir.u; 
t r : r: ,, :- T:: 1Ta Stu br i !. .. ~' : < !--·, • , • ~ !: 
mr., ol! s<:ja, 
não cc.n$tituem 
totnl rcijeiçÕo 
pl"inc:ipios de, 
x;smo-lcninismo 
Qu,mdo aceitam 
:·- 
l! -- 
Movin entos Gr 
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í n. 
ADVOG/DO 
FOt--:ES: 251 
251 
!IELS0:,1 C!IAGAS 
0113-"'.S ;'. 491-A. 
1721 - ~SCRITÓRIO 
1712 Ri:SIDf'.:;crA 
ESCRITÓRIO: Ruil. Tcr.cr.tc Bernard0s no 
RESIDÊNCIA: Av. Cel'. Carni:;.Zo r,? 657 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL. 
onsultório édico 
dontológico 
sas reformas, fzem 
no somente para g- 
nl,ar opor ún:.c&.oc 
de orgEnizarem-sc 
m<:lhor na l tape­ 
lE inae endêrcia. 
Na PolÔri2.o ro­ 
vo criou o sindica- 
e "SolidiJricdaàe"c 
a~ualmcnte, o gcv ~ 
no, incapaz de apli 
cvr o tC:"rror, fc•i 
forçado a reconhe - 
ccr a ua l0f&lid~­ 
c!c. Pnra n. se ie:cP­ 
de, isto L n.pt·:1.::s e 
primeiro passo n, 
cor.qlli~ti, éa libcr­ 
dude e independn - 
ci a. ~Ô.e hnvcr:'! t.t'L 
R U A: G E N E n l L R o 
" 
l; o N 
NO:?. 5 1 
F o N E s: ?55-1205 - ?.55-1202 
255-13'6 
D O N I TO - MA T o G R O s s o D o s u L 
(jlº•~ r=====~~f===.;:::========~~======~~====-===- 
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Servimos bem pa- , 
ra servir sempre. 
JAR.OIM 
'! A T O 
D 0

B.LA VI" A - «a 
Marcelo Miranda Inaugurou 
Armazém de Sidrolândia 
o Governador Mar Idas cada, em 'Taquarumu, Ana6l ico, Laguna 
r<'ln 'lirnnrlo in,1111Ju rnrnpií, 7nnurllJ.nrljo r- nodoouann. O projcro 
rou quar.a-feira, ;plan/PR nvolve a construção de dunr; un_i_ 
cl ia 4, Uniddo Ar dades armazenadoras em o1viria (cinco i U 
mzonadora do ro toneladas) e I aquirai (cinco mil .on •lada:,) 
rir, ;,lc
1rol,inclin, cn 
s Marili lelate %nestes ±#is là 
±pl a Mler em /nas 
do r,r.crit6rio ilo Tl 
O o da unld;Hle ele l. dc>pulnclc ~ari llÍ dndãos. 
quranca Pública cimarães participou[--...1 
1c>ni como il _ assinat como convidada cspc• 
ra do convênios pgeia1, do Congresso a 
presidente do F? etonal d Mulher, d@ 
., JL, a prime i ra d nominado "l ti t.uc'lc / 
ma Mariita Cançado 4++1", em Manaus, o 
., 	•oi ret·ponsãvel pela 
l:rl 	Da mesma forma quortura do painel r 
, ,1r~?!.l o f rocondo mai :s 51 O m f 1 tcrne J ndas devo J uc iona ndo conceitos 
pcidade aos,_"9FiCu'tores do Mato Grov59cu·ndo diversos aspeg 
Sul, por rnc1 e o programa Esti1dna1 e e tos oue C>nvolvr.m a si 
jazenamento, estamos buscando recurso tua;ão da mulher brã 
ra ampllilr inda mais a capacidade ar ei leira foram discuti l eyyp»t 
tenadora do Ectado, visando de uma ve' aos cm mesa redonda.- , , ✓J'/ 
o. dc;ict t, <]Ur agora foi Esse congresso é- ' Ji 
Pilhão de toneladas Pr? presidido pela deputa ' 
. . .om a contr1b':1içao da in~ dn federal Eunice T '··( 1 
ativa privada estamos capacitados a aE chi lies (PFL/7M), nue>------------=--J 
zenar trcs milhões e quinhentas mil to a oportunidade lançou Marilú Guimarães 
seu livro "Mulher po entende que a mulher 
O Programa Estadual de Armazenamento 1{tica e poder no mun está consequindo ob 
hclui três projetos: do Panco Nacional ao contemporâneo". Do ter seu espaço cor 
Desenvolvimento conomico e Social- BN evento participam tam garra, competência c 
S; do Ministério da Agricultura; e_ da 16m 
O 
governador do A determinação. 
cretaria de Planejamento da Presidência razonas, Amazonino A nova mentalidade 
Republica- SEPLl~/PR. Os tr~s proJctos Mendes, a Ministrn do da sociedade, atra 
t rnderam ao Estado 24 novas unidades ar Trabalho,Dorothéa Wer vés dessas mudanças-:- 
zenanoras, com capacidade cstatic;i t~ ncclc e representantes é que resultará "na 
1 de 510 mil toneladas. 	. de todo Brasil. mulher nova, no ho 
O projeto "NDES tem orçamento de 50 m1 A - d 1 mem novo" e para is 
Ões de dólares, cabendo ao Estado cor atuacao le "ari ,o, na opinião aa de 
rapartida de 20 por cento, ou 10 mi1166G ÇUimaraes como deputa 	E= 
t 
putada, é que tal 
dÕlarPs. Ele foi lançado dcoois ilc, em ª e suas propos as_~ 
novado 	conquista seja feita 
rco de 17 Marcelo lliranda ter rcali d • ras, convergi.!;!. via processo educa 
arlo de forma emergoncial o armazenamento 
O 
para mundanças vi 
a 	d cional de outros se 
céu aberto de 300 mil toneladas de grão, Sanao assequrar os ' tores. A Constitui 
Após a elaboração do projeto pela 7gro rcitos da I;>opulaçao cão que trouxe deter 
uJ, em novembro ele 1987 foi publicado ã ?",""a Fota1idade, sg 
' t 
1 
- · . - . 	n aram cs taque a ni minadas mudanças, im 
1 a de concorn'nc1a publ 1.ca para a 
1 
. 
1 
- oulsiona a mulher ã 
strucão de 17 armazéns dc capacidade "?' "gcionai. Cg"?$? a responsai1ida 
ntre 20 e 50 mil toneladas - cm Dourados d ora css~ tra a 
O 
de ainda maior, ou 
lo Brilhante, Sidrolãndia, são Gabric1 "??S"Olvido por "à ja integrando-a em 
'Oeste, Chapadão do Sul, Costa Riça . ,} gamar3g,,,,g?" +ovancntos organiza 
~ncfo Novo, F2tima do Sul, Itaoorã, ª uaçao na ons 1 u1n 
te Estadual a d t dos, de forma parti 
:iapuã ' Pedro Gomes, Coxim, Bonito 	, . epu ~ cipativa, fiscalizan 
,bcceira do Apa, Aral lloreira, Rio Verde ~~ii'?deral E11:nice Mi do e exigindo a apli 
o Sul e Amambai - C' r>m março de 1988 ti ies, convidou I;>ª.;. cação dos direitos a-d 
rami : : br 	- lamentar para partici 
- n1c1o as o ras. 	par d Co f .-· quir. idos. - 
Esses novos armaz8:--~ ,,stão .sendo priva d 
O 
ntgredsso ª im 
• 	- e que- cs a esse sua 
izados entre os oroé'utores rurais da re t 'b . -' d b 
ião sob a forma de ~~~rr~as de economia con ri uicao nos º-~ 
ista 	d · 
0 
G tes sobre a questao 
-' num prazo e oito anos. ioverna da mulher. • 
º· destaca esta privatizaçao come de 
rande importância. As unidades armazena MULHER PARTICIPATIVA 
iras estão sendo adouiridas pelos agri 
~ltores oue se tornám sócios mediante ã 
uisição "ac ações (cotas) conforme sua 
:odução, sem exceder 2 por cento da capa 
tda~c armazenadora das empresas de eco 
mia mista, criadas com o ohjrtivo ai 
0
1ucionar a ouestão do arma~c~amento da 
'fra. - 
O projeto Ministério da Agricultura 
~,cretizou a construçéo, com recursos. f,i 
a~cciros do MA, de cinco unié'ndes armaze 
oras de menor porte, do dus mil tone 
Pref eit de Bel 
Apoia Coll r de 
Segundo a deputada 
~arilú Guimarães ape 
sardas conquistas da 
mulher até agora te 
rom sido fundarentais 
é necessário ainda que 
haja wra'. preocupação 
da sociedade cw pro 
curar mudanças <'Ue aos 
som assegurar ~s • di 
reitos de todos os cI 
Para ruem che a 
l.Jin P. elo l>rcfa ! •.o 
Bela Vista no Paço 
nicipal, logo 
com w. foto de Edon 
Moraes e o candid to a 
Presidcn e da Hopúblic ,1 
o alaooano Collor de 
ello que vem lideran 
do as pesquisas de opt 
n iiio púhlica. 
O Prefeito arqumen a 
"não é mon agem não" , 
diz com erg lho "fui o 
prirnP.iro Prefeito do 
Ma o Grosso do Sul a 
externar o apoio à Co1 
lor de ello'' ;,;' 
Scoundo Edson de Mo 
racG•fala que "Collorci, porque elr> CM 
os mesmos propÓ<-itnc que ou tenho; mora 
lizar a admini:; ração Ública do pab. cfo 
é a grande eap0ranca do Brasil". 
'os Poportaaem nostionou ao m»o"o]to 
o ola Vista ane 6 ili=lo à União Demo 
crtica Puralisa- tnn, se ole não daria 
apoio à Ronaldo Caiarlo, o p0cuaristn fc­ 
clarou " tonal'o Caiado em as mesmas pro 
'Jostas cic rollor, r,orPm su;i candirla 11rn 
não rlPcolou", cm alus;'ío as rC>squir;as fr>i 
tas até o momento. 
7inna o Prefeito enfatízo1i "Caindo se­ 
ria a luz no findo únel, o que deveria 
acontecer com Caiado, aconteceu com Fcr­ 
nanilo Collor ile Mello, por isso, c~tamos 
co!l' ele". 
"Sou Collor", "vou de collor" , são a 
penas algumas dcclardçÕes que encontramos 
no Paço Municipal, ou seja, 91)'1. dos q1Jc~ 
tionados "Collorararn". ~ntrc tantos es­ 
tão ,· Rubens Rodrigues-Secretário fe Pla­ 
nejamento, ~aroldo Rracra Cavalheiro- Se­ 
cretário da Câmara, Aarilcne !"oraes, SecrC> 
tária, José Bonifácio de t1oraes- Secreta 
rio de Fazenda, Carmela oraes- Diretora 
da Escola Jarbas Passarinho, entre> outros. 
1 
l::..____::=:::~ 
l'rt'ft•l to 
---- 
PRESIDENTE Dl CÃMJR.l • "VOU OE COLLOR" 
O ~ornem· cios 500 vo 
tos, o número um ros 
edis helavistcnses, 
nr. Carlos A. Ocariz, 
declarou à repor 
tagem da TF que CollÕr 
P a esperanç_a jovem, a 
íinica alternativa de 
mudança apresentada 
até o momento e que 
merece a nossa consi 
deração e apreciação , 
.questionamos e o PFL? ~•"-~----=--=---"-==.i 
Qual será o candidato 
do Partido? Respondeu Dr. Cachitd "O Par 
tido da Frente Li>-icral fez uma prévia 
entre Marcos Maciel e Aureliano Chaves", 
ainda o Prcsidente da Câmara opinou "eu 
acho que o PFL deveria fazer uma dobradi 
nha com o PRN ou seja Collor e Maciel se 
ria muito bom por TemFo de Servi- 	_ 
çb(FGTS) ao eqniva­ 
lente a 209 do to - 
tal de salários per 
cebidos pelo traba­ 
~hador. Projeto a­ 
presentado neste sen 
tido cria duas con­ 
tas distintas: A e 
B. 
DEPÓSITO DO FGTS 
O denutado Osval 
do Lima - (PMDB-PE) 
quPr P]evar o des­ 
c01:t:o ao Deoósi to ao 
Fur.do de ·Garantia 
Jornal rlbun da 
eira, ia 
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Co a Nossa F 
----t· - 
ron e 
SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO 
A. 
Onibus para Excursões 
LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MURTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÃO, PONTA PORÃ, 
BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAUANA, CORUMBÂ, NIOAQOE, BODO­ 
QUENA, S'IDROLÃNDIA E CAMPO GRANDE. 
VIAJE BEM, VIAJE COM 
A CRUZEIRO DO SUL.

! ,J(JI •,11, , RTJIIH 1 í)/1 1 ,,o•:-n.rra- 
f 
Pi. [,l '✓I !.., TA 
da min! rt ? 
tr 1 «oso e 
Maria e f rs dias 
or que alcnç 
graça, por mais difícil que ela se 
)a, mandar publicar 3 dias se4» " 
dos, m cio ex remo fz-se oração à 
horas. 	0.R. 
l l'Pm.lV 
unicipal ainda recebendo muitos elogios pe 
l bonita promoção realizada no Dia das 
Mães no En nd10 Oc ávio Fon oura. 
,'TUNINAS 
estão s nrlo 
preparadas pe­ 
lar, r.ocolan com 
muito carinho parn 
atender qrande públi 
co. Danças, quadrilhas, 
casamentos, etc.e como não 
poderá faltar: quentão, ar- 
ro:l carreteiro, pode mole­ 
que, pipocas, etc. 
NO DIA 
de junho, com início às 17:00 hs, 
será na Esc. Estadual de Primeiro e Se­ 
gundo Graus Professora Vera Guimarães Lou 
reiro, que enviou_bonito convite amarrado 
' wn pequeno chapou preto e vermelho. Pres 
tigieml 1 
FLORICULTURA 
Tulipa, e a nova casa que est~ a disp~ 
sição dos bclavistenses, começara a aten­ 
der dia 03 de junho, às 13 horas. Atende-­ 
rã na confecção de arranjos e decoraçoes 
para festas e conferências, ramalhetes,co 
roas, plantas ornamentais, jardinagens e 
mudas cm geral. As pro9rietarias! Sras.E­ 
va e Efher esperam a sua visita a Rua XV 
de Novembro 548, Fone: 439-1418. 
FELICIDADES 
E muito amor e comnrecnsão, é o que de 
sejamos à Amauri Lino e Amada que uniram 
se em matrimônio no dia 20 pp. 
ELA LINDA 
Em seu vestido de noiva, após a cer1mo 
nia religiosa recebeu os cumprimentos sem 
pre sorridente, assim como o noivo. Os con 
vidados foram recepcionados no Estadio San 
Gerardo. 
• :o LJ • 
O ROTARY CLUB, dia 26 pp. recebeu em 
sua séde as abnegadas enfermeiras do Hos­ 
pital são Vicente de Paula para um jantar 
em homenagem às mesmas, pela passagem do 
Dia da Enfermeira. Estiveram presentes tam 
bém grande número de rotarianos e espo- 
sas. 
; 
As alunas do 30 Magistério da 'Sscola E~ 
tadual de Primeiro e Segundo Graus Caste­ 
lo Branco promoveu dia 24 pp. no Grêmio Pe 
dro Rufino, o concurso Miss Pantcrinha I.!! 
fantil/89. Participaram as lindas panteri 
nhas: Jocelia do Nascimento Peixoto, Ga­ 
briela Andrade Melo, Fabíola Cardoso, Da­ 
nielle Doilly da Silva, Silvia Escobar A­ 
zevedo, Fernanda Barbosa Rangel, Juliana 
Mello Festi, Marcela Andrade de Melo, Dé­ 
bbora da Silva Velilha, Jaqueline Aranda 
e Silva, 
FIZERN-1 PARTE 
Da mesa de jurados, Sra. Joanita Ba­ 
tillanc, Edson Gonet, Luis Henrique - Li­ 
le, Rosenilda Rodrigues, Sra. Dalva (espo 
sa Major Lucas), Profa Rita Caniza, entre. 
outros. 
AS COLOCAÇÕES 
em l lugar: Débora com 173 pontos, 
20 lugar: Jocélia com 172 pontos e em 
lugar: Fabíola.-- -- 
ANIVERSÃRIOS 
em 
30 
No dia 22 pp., recebeu primos e amigos 
para o tradi'cional "?arab~ns à você" a ga­ 
tinha Adriane Velasquez, filha do casal Ti 
to e Iêda. Parabéns! 	""' 
TAMBÉM 
No dia 24 pp., recebeu muitos cumprimen 
tos por mais um ano de vida o empresário 
Miguel Delvalles. 
ORAÇÃO N. S. APARECIDA 
Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida,võs 
que nos ama e nos guia todos os dias, vós 
que sois a mais bela das Mães e que.m eu 
a~o co~ todo o coração, cu vos peço mais 
uma v que me ajude a alcancar esta graca 
por mas cura que ela seja, sei que vos me 
ajudar e ~e acompanhará sempre até a hora 
A CRIINÇA E O DESENHO - PSICOLOGIA 
FOI NO 
dia 27 o tão esperado concurso Garota Es - 
ter Silvo, Tev início às ?0 horas no Clu­ 
be Belavistonse. A promoção e do Grémio 
Estudantil com a Produção da Ou nde fPas - 
choal Mi idiéri). A v ncedora foi a bonita 
Marilú da Silva Rocha. 
NO PRÓXIMO 
dia 11 de junho a Paróquia S. Afonso estará 
promovendo sua festa junina.Muitos e varia­ 
dos cornos e bebes cs ão sendo preparados pa 
ra atender grande público.As prendas jã es­ 
tão vendendo voto~. Colaborem! 
E NO DIA 
3 de junho, a grande "festança" sera na E.. 
Ester Silva. Você é esperado! 
A personalidade da criança analisada pe 
lo desenho: uma criança que desenha utili­ 
zando linhas firmes, bem delineadas e uti­ 
lza cores claras, como o amarelo, azul 
pálido, etc., rode-se dizer que possui um 
temperamento calmo e tranquilo, nao e afo­ 
bada. 
Se usa com frequência as cores escuras, 
fortes, como o vermelho, o verde, o azul 
escuro, certamente terá um,temperamento 
explosivo e dinâmico. É uma cr,iança agit~ 
da e impaciente. 
O desenho infantil não só mostra a per­ 
sonalidade infantil como também as rela 
çÕes sociais da criança e os problemas que 
ela enfrenta no âmbito social. 
Uma criança que se sente inferior aos 
colegas, revela-se no desenho.Sua figura 
irá aparecer pequena demais em relação aos 
outros. 
Uma criança que sente a ausência do pai,' 
exporá no desenho um pai muito pequenino e 
longe de casa e dos familiares ou ainda a 
figura nem aparecerá no desenho. 
Um desenho de uma casa com janelas e 
portas gfadeadas e sem teto revela tensões 
familiares. 
Um desenho·exprime tudo o que sente 
não é capaz de falar. 
Para ajudar uma criança, devemos estar 
sempre observando suas reações - ela sem­ 
pre se manifesta de uma maneira ou oura. 
Tudo que se fizer para ajudá-la, para que 
amanhã ela seja um adulto feliz e responsá 
vel por seus atos, aj~stado no seu meio a~ 
biente.É importante. E dever nosso e de to 
dos fazer uma criança feliz. 	- 
Clande Medeiros. 
Uma Boa ftdministração· 
e 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Ed­ 
son Medeiros de Moraes, tem sido muito elo 
giado pelo brilhante trabalho que vem de= 
senvolvendo naquele município. Ele já conse­ 
gu.i.u reativar o Centro de Atividades ,q/ propor 
ciona cursos profissionalizantes a jovens 
e adultos. Além de três creches oue benefi 
ciam a comunidade em qeral, já providenci­ 
ou a abertura da Ca5?. do Artesanato Munici 
pal, oferecendo assim, oportunidade de tra 
balho a diversas pessoas, tanto de Bela 
Vista como do Paraguai. 
(DIÃRIO DA SERRA). 
BELA VISTA: O ponceituado jornalista Ival 
do Pereira, diretor da Rede Belavistense 
de Jornais, preparando com muita serieda­ 
de a sua plataforma de trabalho para con­ 
correr à Presidência da ADJORI. A eleição 
está marcada para o dia 10 de Julho e I-­ 
valdo, graças à sua competência e respal­ 
do, é consequentemente um dos fortes can 
didatos. 	- 
(DIÃRIO DA SERRA}. 
BONITO: A cidade de Bonito, um dos pólos 
turistices do F.stado, também vai esco­ 
lher a sua Miss Turismo. A =esta será no 
dia 3 de junho, e será organizada por 
Nilson Ajala. Também marcaremos presença 
naquela interessante cidade. 
(DIÃRIO DA SERRA}. 
Literatura 
•ffJ DO 
o :ar de ler é u co1 
ler boas obras é diferen 
ras edificam, nos tornam 
± i ou ea tu 
qualquer co. '' 4 d 
os faz continuar na +d1ocri 
• ila cscolhrr o que 1 r - 
0
, ~•· ' 	l o I•• 
um pouco daquilo que s • ., 
so alimen.o espiri u, l. 
sno O nOSo 
A obra do Padre Roque 
lor das Pequen s Coisas , 
fundo moral religioso, uma 
crio ã. - b 
Já n. in rodução da obra, 
an:o é longa a caminhada 
0 
qu e soros eternon vcn 1hular.'L
1 viver, qu - o 
escola da existência: 'O que rcn a ar 
d
., _< menso· o que res a assimilar 
er e 1 , 	- - 
inito; 0 que resta integrar e oc. dn.,~· 
Em cada página desse pequeno livro 
• m~ li'ção de vida: "anuncio urc; 
1na unlà 	. 
necessi amos sem falta: De espiritos 
tes, num século de mediocridade; de 
amiqos que arregacem as mangas conosco 
de menos der.olidorcs que nos apon P t 
feitos. 
Para você meditar - o valor das ~­ 
nas coisas: "Em cada inde l1cadeza, as! 
sino um pouco aqueles que me amam.!:':" 
da gesto de impaciência dou. uma bofe:,. 
invisível nos que vivem comigo, ao~~ 
do. Em cada sorriso que espalho, eu p!;,: 
to alguma esperança". 
o homem e as coisas - você encontra· 
mens e mulheres assim: "Homens-vassoun· 
SÓ andam onde há 1 ixo. Adoram o mundo • 
fofoca; homem árvor'e: dão galho por cua. 
quer motivo: homens posto de gasolina:~. 
vem enchendo; homens carroça: quanto -,. 
vazios mais IJarulho fazem; homens vít: 
mas: Só encontram a felicidade, quando i 
gente fica com pena deles; homens es~~ 
ça: acredtiam nos homens e num mundo T 
lhor; homens alegria: por onde passa=s 
meam bondade e amor. 
O livro todo é uma poema de vida. Mi: 
vilhoso demais. Levanta o astral de qi:,. 
quer um. É um amigo que espalha perfure 
sabedoria. 
Não deixe de ler essa pequena obra c 
lições de amor. É lindo! E: feito de peél 
ços de corações, de vidas, de amores, ~­ 
tristezas e sorrisos. São muitos cqP 
çÕes, num só coração. 
Passei a ama= a vida e ela deixou 
ser um enigma pãra mim. FAÇA O MESMO. 
Clande Medeiros, 
PCB e PT Lutam pelo 
Domínio de Universida~~ 
Afirma o· "Jornal do Brasil", de 21-
1
• 
89 ,· que, por trás das denúncias de irre· 
gularidades e nepotismo na Universi 
Federal do Rio de Janeiro há uma luta; 
deolôgica. 	' 
De um lado, o Partido Comunista sras; 
leiro, que deseja a reeleição do reit:' 
Horácio Macedo. no outro, 
0 
PT e seus 7: 
gregados, que querem colocar na reitor!' 
Luis Pinguelli Rosa. 	. 
Conquistar postos chaves como são ª', 
reitorias, é mais poderoso trampolim =•· 
ra dominar posteriormente a nação .. - 
(1a12· 
Mulher no CongresSo 
O Presidente da Câmara, deputado ?< 
d:: 7:'ndrade, está convidanào para a ce.r:. 
monia de lançamento da obra do conc 
Nacional de Monografia para a coce°,, 
sao
1 
do 4o Prêmio Poder Legislativo - ., 
mu her Bras • 1 • 	·ona• 
_ · 1 era no Congresso Naci · r 
ndo proximo dia 15, às 17 horas no sal: 
e Recepções a c 	' a. r° 
f 	a asa. De autoria a '.. 
essora Fanny Tabak, da Pontifícia >, 
"er8idade católica do Rio de Janeiro, ' 
es udo .. e • - · e • 
b5. @ve como um de seus principal; 
]??"g· ressarar e as d aer ? 
po-"Yo na elaboracão das 1eis e a? 
gress~cNia ~a presença da mulher no co-• 
acional. 
PENSAMENTO 
Ninguém aprende algo de bom, e e ", 
lhora a si me: 	' 
guém pode d. smo, sem os outros, mas t"~; 
nas reali eee
nd
er totalmente ·dos ou • 
zacoes que demande. 
sa, 
mo. 
Não te 
mas a 
************ 
esqueças: a união começa 
calma geral começa em ti 
19 
r a 
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dai 
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G t 
MA? 
P, 
ano. 
00 O! 
Brasl 
períc 
de 
falar 
des 
Verrt 
Est 
RO 
l..v•. 
de e 
os pa: 
ver: 
cut 
r!a 
a vez 
andava 
na1! 
P. 
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esta' 
Jornal 
ter, 
So1a, 
Tal a. 
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