MATO r.aonso !)O SIJI, 
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ris 
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robl 
as5. 
Sob a coordenação 
do Ivaldo Pereira e 
Supervisão de Eduar­ 
do Ocariz, o Rotary 
Club de Bela Vista 
rrializou domingo pas 
sado, em sua séde, o 
to Seminário ds Infor 
mação Rot5ria. - 
Vários paies ran­ 
es falaram a respe1 
o do Rotnry e s ui 
objetivos. 
O Prenidcn e n­ 
trante, binio 89/90, 
Sydncy Nunes Leite, 
desLacou o tema "Fo­ 
calizando o Rotary", 
• 
Sydn y Nunes Leito 
as e 
: 
·º 
" sc" 
3:° 
1a' 
1h0° 
/ 
lnfor · 1f 
FALTA REMETO NO POSTO 
DE S,IJDE "llR. •·10Rl NU­ 
RANO"; CIGARROS NOS ONI 
'S, UM PRO!LEMA S~RI? 
CLUBES. DE LAÇO SE PREPA 
RANDO PARA JULHO; 11 TÀ 
çA CIDADE DF. BELA VIS­ 
TA; ETC ... Do jeito q/ 
os leitores gostam,o In 
forme TF está nn • ,ô3 
ANO XVIII ti 0 951 10 DC JUmO l)g 1989 
r SEMINIRIO _DE FORMICAO ROTÁRII 
A Secretaria de Ação Social e Comunitá- pl~ntação de rede de esgoto e para cons­ 
ria-SASC-órgão vinculado ao SADEN, liberou trução de quadra polivalente. 
recursos para onze associações do municí - Também receberam recursos a Associação 
pio de nela Vista, num total de NCZS de Moradores da Vila Cohab, do Jardim Es- 
33.090,00, para projetos que vão desde a- pírito Santo, Baixada Fl11minense, do Dair 
quisição de caixas d'água, telefonia comu ro das Primaveras, do Bairro Costa e Sil­ 
nitária, quadra de esportes, até material va e outros. 
para apicultura. 	A Princípio, também esse repasse de ver 
Foram beneficiadas, entre outras, a So- bas serviu substancialmente para as Asso= 
ciedadc Comunitária de Habitação P_ppular de ciações agilizarem suas documentações pen 
Bela vista, que recebeu NCZ$ 1.200,00 para dentes, e agora somam mais do que nunca as 
aquisição de caixa d'água, tanques e padrõ forças de suas comunidades, para num tra­ 
es monofásicos. 	- balho conjunto encontrar a solução para os 
A Associação de Moradores da Baixada Co seus problemas. 
rinthiana recebeu NCZ$ 3.190,00 que serão As Associações bclavistenses,. com ore 
destinados ii aquisição de material passe da S'/SC estão mais fortalecidas. 
r-- .:......:, _ _;__ _ _...:__.;....:..__.:..._.:....__::....::....::....;.:...., 
CIIS) OE ILI 
Pronav Municipal , 
comandada pela Sra. 
Cecília Moraes, pro­ 
move curso de Culiná 
ria na sede da ASPU­ 
BE - Associação dos 
Servidores Públicos 
Belavistense, com o 
único objetivo de es 
pecializar em prntos 
simples, econ6micos 
e saborosos ás 32 a­ 
lunas matriculadas , 
que em turmas alter­ 
nadas de 20 à 60 fei 
ra, aprenderão em 
três meses a arte de 
cozinhar. 
As alunas são pas 
sados gs segredos de, 
E /GEMI. 
um simples arroz e 
feijão até lazanhas, 
bolos e sobremesas 
ficando com o curso 
completo no final do 
período, dando capa­ 
cidade para cozinhar 
bem tanto na própria 
casa como no traba­ 
lho, onde profissio­ 
nais que cozinham cs 
tão cada vez mais dÍ 
ficeis de se en­ 
contrar, gerando 
consequentemente uma 
valorização profis­ 
sional dessa ca - 
tegoria. 
abrangendo .odos os 
setores do Ro ary e 
os tr balhos desen­ 
volvidos pelo RI em 
dezenas de paínes. 
Sydney deu um cn 
foque especial a reG 
peito da Campanha PÕ 
lio Plus, que o RI 
-------,-------- 
O Vereador Jorge de Souza Rosa, do PTB apresen­ 
tou requerimento na Câmara ~tunicipal para que se 
oficie o atual Presidente da Associação de Morado­ 
res do Distrito Nossa Senhora de Fntima, para que 
traga à esta Casa de Leis os livros (iscais e to­ 
das as notas, bem corno os Editais de Concorrência 
Para venda da; Sucatas daquela Associação, se 
que houve venda. 
Eo sua justificativa, o edil argument:a: "tendo 
e vista os boatos que correm pela nossa municipa­ 
ltdade sobre o envolvimento de um Vereador em nc~o 
cia'as naquela Associação, pedimos o comparecimen­ 
~- Jo citado Presidente daquela entidade munido 
:ys respectivos documentos, para que esta edilida­ 
oe possa analisar e se defender de futuros envolv! 
:ientos". 
e 
MOÇÃO DE CONDOLENXCIAS 
O Vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, apresen­ 
tou Moção de Condolências à família do Sr. Guilher 
e da Ros·, pelo seu falecimento no dia 06/06 pp. 
VEJA AS NOT!CIAS DO LEGISLATIVO 
SEM PÁGINA 02 DESTA EDIÇÃO. 
BELAVISTEN 
o Deputado Estadual Henrique Moraes 
Dedé; a respeito da matéria publicada pe 
la imprensa escrita da capital no Último 
dia 20 de maio sob o título "EX-PREFEITO 
DE BELA VISTA É ACUSADO DE SER CORRUPTO" 
vem de público esclarecer o seguinte: 
- Em nenhum momento foram citados no­ 
mes de prefeitos e ex-prefeitos como en­ 
volvidos em atos de corrupção; 
O surgimento do nome da empreiteira na 
citada matéria partiu de pesquisa jorna­ 
lística efetuada pela própria reportagem 
do veículo que publicou o artigo; 
Como membro do Poder Legislativo, ape 
nas cumpriu o seu papel constitucional 
que é de fisculizar os atos do Poder Exe 
cutivo, ficando a apuração dos fatos sob 
a responsabilidade dos envolvidos ou do 
Poder Executivo, se assim o caso reque - 
rer; 
- Questionou-se apenas a posição da SU 
~EC~ com relação ao fato, visto que este 
orgão foi arguido pelo parlamentar atra­ 
v~s da Mesa da Assembléia Legislativa,po 
remi nenhum esclarecimento foi prestado; 
Finalizando, não é postura deste par 
lamentar, como é do conhecimento da popu 
laçao de Bela Vista,nortear sua conduta 
na vida pública através de acusaçõ~s a 
qualquer segmento político. 
desenvolve visa,do 
erradicaço da Polio 
mielite do mundo e os 
diversos projetos da 
Fundação Rotária.Dis 
sr ou a respei.o da 
es rutura tuncional 
do Ro ary e o seu pa 
pcl no mundo de hoje. 
Bela Vista·- MS, 30 de Maio de 1989 
HENRIQUE MORAES DEDt - Dep. Estadual . 
aiile 
Dentária 
O Prefeito de Bela 
Vista, preocupado com 
o alto índice de cárie 
dentária entre crian­ 
ças na idade escolar 
de 06 à 12 anos, que 
chega a 98% nessa fai 
xa etária, contratou~ 
junto a Fundação SESP 
um dentista que aten­ 
derá oito horas/dia a 
estudantes das esco - 
las municipais, êanto 
na zona rural quanto 
urbana, bem como das 
estaduais, com um mo­ 
derno gabinete odonto 
lógico portátil. - 
Na opinião dos pro­ 
fessores, esse tipo de 
atendimento é impres­ 
cindível uma vez que 
diversas crianças fal 
tam aulas por causa da 
dôr de dente, inclusi 
ve sendo necessário 
muitas escolas Possui 
ren anestésicos- para 
socorrerem os alunos 
que se queixam de dôr. 
• O atendimento terá 
início ainda este mês. 
0,20 
Svdney e um dos 
candidatos a Governa 
dor elo Rol .ry Club-; 
Dis rito 447. 
A cober ura com­ 
plet do 1o Seminã - 
rio de Informação Rg 
aria es r,as pag1- 
nas 4, 5 e 6, 
Saneàmento 
Básico 
No sequndo semes­ 
tre deste ano vão a­ 
con ecer melhoras no 
nível de saúde da po 
pulação belavistense 
uma vez que já foram 
liberados 80 mil cru 
zados novos pela Fun 
dação SESP, através 
do Dr. Haroldo Fer­ 
reira Galvão, para o­ 
bras de saneamento bá 
sico, ou sejam, 
desde esgotos. 
A falta de sanea- 
7ento na cidade au­ 
menta a incidência de 
doenças causadas por 
micróbios, vermes e 
outras substãncias no 
civas à população, a 
lém do mau cheiro pro 
pagado pelo esgoto a 
céu aberto, como vêm 
ocorrendo em nossa ci 
dade. 
Ainda através do 
Dr. Haroldo Ferreira 
Galvão, o Prefeito Ed 
son Moraes conseguiu 
200 módulos sanitári 
os "Privadas" oré-fa 
bricadas, para for 
cer à população ca= 
rente. 
O Prefeito 
re- 
mona­ 
rá em Bela Vista uma 
fábrica desses sani­ 
tários, já que 100% 
dos moradores de bai 
xa renda possuem pés 
simas instalações,on 
de a precariedade de 
banheiros chega a ser 
uma afronta as condi 
çÕes mínimas de hi~ 
giene humana. 
O M E N T A ' D O 
udo sobre a socie­ 
ade belavistense e 
s fatos marcantes, 
a P GINA 08. 
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÃ.RIA 
CONVOCAÇÃO 
A Diretoria da· Socieda.de Aerodesporciva ".are­ 
chal do Ar Alberto Santos Dumont, convoca todos os 
Sócios Fundadores, para ura Assembléia Geral Ord! 
na ria, que se realizará às 19 :00 horas do dia ll. de 
Junho do corrente aro, nas dependências do Grênio 
dos Subtenentes.e Sargentos P. Rufino, por delibe, 
raren a ma teria abaixo declarada na orde do dia' 
ORDn-1 DO DIA: Eleição da nova Diretoria para O e­ 
xercicio 89/90. Bela Vista-MS, 07 de Junho de 1989. 
DIO:-IEDES SAKDHt DE ÁVl.LA - Dir.Pres.da SAMAASD. 
Sudego doa mais mi Ambul@n@i@ para e Vista 
volvimento da Região Centro-Oeste presen po Grande a disoos· - .' • 'an Tambem sao feitos socorros de emeroên- 
teou B 
1 
. 	• - - 	. v r açao donossomunicipio cia à pacientes do Ho • t 1 s- • ~ 
. e a Vista com uma moderna ambulan- • A Secretaria Munici al d S -d • • 	psi a ao Vicente de 
eia que deverá chegar a nossa cidade den nha em média 40 doe,i. " ?ude encani- Paul3, quando por algum motivo o Hospital 
tro de . . . - .- . . 	s as c 1nicas espe- se ve na inoossibilidade d f - 1 • 
do _Poucos dias. A inforacão partiu cializadas que vão desde a • • + 	l 	• e aze- o em sua 
Feito dson Medeiros de "oraes que pericia médica em loja,Piquiatria até Própria ambulância. Com o recebimento de 
eve na capital contactand ~o~ o or- Graride, Dourados e Acª·à a es como Campo ma~s uma =~ulancia, o municíoio estará 
ui auana. 	mui to ber.t ··a tendido nesse setor.

1 
- 
Câ■ara é t 
, 
eia 
!t!OfC'i<"/(O Ili ll'J',/H9 
WvToR±_VEffR_ÜõRGE DE OUZA ROA 
Para que eja dispensadnu as formlida 
de, quo seja endereçado expediente a0 
Exmo. Sr. Pre'eto Municipal com cop1 ao 
encarreqado do AAE, para que informe à 
f'!l a Casa o por quê do não fornecimento 
do áqua no bairro Costa e Silva, 
----------------------------------------- 
----------------------------------------- 
I4D1CAÇO NO 101/9 
Nri? VER+jf JORGE DE SOUZA ROSA 
Para que seja endereçado expediente 1o 
I1mo. Sr. Joé da Cruz Toledo, Chefe do 
escritório local da Enersul, da possibili 
dade de colocar luminárias na Rua Afonso 
P0nn, enLrc o oficina do Sr. nira e oco­ 
léqio Dr. Joaquim Murtinho. 
Tendo cm vista, que os .a parto da Run 
/lfonoo Pen,, 0ncontri1-SC eomplct-nm<'ntc no 
e neuro, e por ali, circula uma boa quant1 
dnde dn alunos que sncm tnrd do col~gio. 
INDIC'AÇ • ~ 
ivTóR: E"v""!-: !OS ALBFFTQ cfR1z 
l r• 
tar 
orni' 
A Cc 
conclu:u- e 
de Lei. 
----------- ------------ 
----------------------------------------- 
INDICAÇAO NO 102/89 
IUTOR: VEREIDOH JO!lGF. DE SOUZA ROSA 
Que seja cndorcr;ndo expediente ao Ilmo 
Sr. José da Cruz Toledo, Chefe encarrega­ 
do do escritório locnl da Encrsul, no sen 
tido da po,:;sibilidede de colocar luminá:: 
rias na Ruo Coronel Poncc, entre Voluntá­ 
rios da Pátria e Afonso Pena. 
O local encontre-se na escuridão, sen­ 
do necessária a colocação dessas luminá - 
rias com a máxima urgência. 
----------------------------------------- 
INDIC/ÇÂO NO 103/89 
AUTOR: VEREADOR JORGE DF. SOUZI ROSA 
Pede-se que seja nndcrccado expediente 
ao Ilmo. Sr. Josi da Cru~ Toledo, Chc'e 
encarregado do escritório locnl da Ener­ 
sul, no sentido da possibilidade de colo­ 
car luminárias na Rua Barão do Triunfo 
entrada do Bairro Espírito Santo, pois 
por ali passam todos os moradores do refe 
rido Bairro, e esta é uma antiga reivindÍ 
cação dos mesmos, pois o local está com­ 
plctamente no escuro. 
----------------------------------------- 
Pede-ne que seja endereçado ezp+diente 
ao Ilmo. Sr, Nelson Pedro Pereira, Geren­ 
Lc da Viação Cruzeiro do Sul, nesta cida­ 
de, para que compareça à esta Casa Leq1" 
lativa no dia 07/06 do correne aio, para 
que preto esclarecimento obre os requ 
rimen'os nog 025/99 do Vereador ydney N! 
nes Leite, e no 038/8!J rlo nr••ndoc !,1rc"­ 
lino Cássio B. Acioli, is 19.00 horas. 
----------------------------- ----------- 
INDICAÇÂO NO 110/89 
TUTOR: VERE7Don SVDNEY VUFS LEITE 
INDICAÇÃO NO 104/89 
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA 
Solicita-se que seja endereçado expe­ 
diente ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo , 
Chefe do cscrit6rio local da Enersul, no 
sentido da possibilidade de colocar lumi­ 
nárias na Rua Tiradentes, entre a Rua Ba­ 
rão do Ladário e Rua Alccbiadcs Bobndilha 
da Cunha. 
Tendo em vista, que esta parte da ci­ 
tada rua, encontra-se em completa escuri­ 
dão. 
----------------------------------------- 
E!VENTA: Subs i ui;ão de Luminárias o Repo 
ição do Braço do Sustentação do 
Luminária. 
Indico ao Exmo. Sr. Prc-fni o Municipal 
dispensadns as formalidades rr-qimc-n aiB , 
no sentido de: 
l) A Subs ti tu ição de luminã ria, ne osqu ina 
dn Run Alccbiades Robadilha da Cunhn, com 
a Rua Tirndontes. 
2) à Substituição de Luminária, na esqui­ 
na da Rua Santo lfonso, com n Pua da Repi 
blica. 
3) A Reposição do braço do sustentação da 
luminária, Rua Alccbíadcs noba<lilha dn Cu 
nha ( cm frente a residência do Cabo Man- 
gel) 
/s luminárias apontadas nos itens 1 e 
2 estão queimadas. 
Os braços d<' snst<'ntacãr Ide l uminár Íil ( 
citado no item 3 ) há muito foi r~tirado, 
uma vez que representava defeito, mas, a­ 
té o momento não foi reposto. 
O contribuinte recolhe a TAXA DE ILUMI 
NAÇÃO POBLICA, portanto, é justo que usu­ 
frua desse beneficio. 
As fnlhas acima apontadas, tem ocasio­ 
nando dificuldades ou transtornos aos 
transeuntes, no período noturno, especial 
mente os alunos que regressam a seus 1a­ 
res após o período de aula. 
----------------------------------------- 
INDICAÇÃO NO 111/89 
AUTOR: VEREADOR SYDNEY NUNES LEITE 
--------------------------------------- 
PARECER NO 006/89 
COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAflENTO 
A Comissão de Finanças e Orçamento da 
Câmara lunicipal de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso do Sul, examinando o Projeto 
de Lei no 012/89 - Gabinete do Prefeito - 
"Disp6e sobre a revogação da Lei no 769 / 
86 de 08.04.86 - Doação". 
A Comissão, após àstudar atentamente 
concluí-se favorável ao rgferido Projeto 
de LeL 
PARECER NQ 007/89 
CÕMiSSÃO DE rI !AJ,IÇAS E ORÇAMENTO 
-- -------------------~- ... 
---------------- 
REVERTENro "o 063/%? 
AUTOR: VERF.ADOP EY NUNES LE IT!:: 
EMENTA: Pl10,1ETO Dl-: MlJllICI P/L 1 ZAÇÃO 01 
DE 
INDICAÇÃO NO 105/89 
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA 
Para que seja endereçado expediente ao 
Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo, Chefe do 
Escritório local da Enersul, solicitando 
reparos nas luminárias da Rua Voluntários 
da Pátria, em toda sua extensão. 
INDICAÇÃO NO 106/89 
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÂSSIO B. ACIOLI 
Solicita-se que seja endereçado expedi 
ente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com 
cópia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo , 
chefe do escritório local da F.nersul, da 
possibilidade de extender a rede de ener­ 
gia elétrica na Rua Euzébia Martins San­ 
tos e ne Rua Zenóbia Ocampos, no Rairro 
Primavera_ 
REQUEIRO, ouvindo o PLENÁRIO e dispel .e 
sadas as demais formalidades, seja enck 
ninhando expediente ao EXMO. Sr. Prefcit 
Münicipal, no sentido de informar: L 
1- se já foi elaborado o Projc o de va,.· li 
cipalizeção da saúde. 
2- Caso positivo, se já foi c-nviado i ~ 
crctaria de Saúde do Estado. 
3- Outras informaç6cs que 0sclercçar.1 a'. 
tuação da saúde pública, <1uanto a ir.un:c. 
palização da saúde. 
Lemos em matéria publicada no Corre'.' --~,a 
do Estado, <"~ição de 03/04 <lo corre:· dts 
mês, que somente a cidac'!e de ~1aracajú ! ~q,~ 
presentara o projeto e o Convênio ser. ,,~ " 
assinado no último dia 06, ou seja on ':' ~-ta 
P.. saúde de nosso povo é'cve ser ater.~: :•!_ da 
da'em caráter prioritário, e, cm nos: 
cidade, em especial, o caso ê bastan:e: 
rissimo. 
Basta dar uma passada pelo 'os"l:e 
Sao Vicente de nau 1 a e Postos de sauoe ., -- St-!t• 
observar, rima facia, a gravidae 
têria. 
Na zona rural, o caso ai nela j, r,;iis ;: 
ve, clevido a dificuldade df' ate>nr.ir~:· 
médico, devido a distância e as dificl 
des pare se atingir as ~on"es r(' i:c>cun· 
-------------------------------- 
PEQUFRIMF"TO NO 060/89 
ÃvTOR: V5PDOP ROE? 'ORAFS SIMUES 
Pede-se que seja endereçado ei:;it?c:ic:: 
te ao !lmo. ~r. Fernando Jorce de n"~ 
Ena?. Cheo da 160 Residência do Ders­ 
nesta cidado, co cópia ao chefe da 
Civil, ~r. Olavo Vilela no sentido •· 
determinem a colocação de Placa de i"] 
li7.ação, conserto e pintura (brancal ~ 
Ponte sobre o C6rreqo Candelão. 
JUSTIFICNTVA: Solicitamos o atendo] 
deste regeste comn a máxima urcncia, " 
vido aos vários acidentes ocorridos 
re:'eric'a ;::,onte. 
Pede-se que seja endereçado cxpcãiente 
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com có­ 
pia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo chc 
fe do escritório local da Enersul, solici 
tando reparos nas luminárias que estão 
quel..llladas, no Conjunto Habitacional da Co 
hab. • 
t 
INDICAÇÃO NO 107/89 
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÁSSIO 13 .ACIOLI 
Solicito que seja endereçaào expedien­ 
te ao Sr. Prefeito Municipal, àa possibi­ 
lidaàe àe iluminar a Quaàra de Esportes 
da E.M.P.G. "Jarbas Passarinho", já que a 
mesma atenàe os moradores da Cohab sendo 
que, os mesmos só podem usufruir da refe­ 
rida quadra a noite. 
INDICAÇÃO NO 108/89 
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO B.. ACIOLI 
Para que seja endereçado exoediente ao 
Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com cópia 
ao Ilno: ~r: JOse da Cruz Toledo, Chefe 
do escritorio local da Enersul, para ente 
os mesmos atendam o abaixo-assinado dos 
-------- ----------- ----- 
P,EQUERHAE:-:~n ~•o (151;/89 
A~ missão de Finanças e Orçamento da AUTOR 	- 
Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de : EFOF CARDOS ALERTO QC> 
Mato Crosso do Sul, examinanào o Projeto Para que seja endereçado expedie~~ 
de Le1. no 005/!lº - Vereador Jorge de Sou- Pelegada do MEC, Prof. Mariza Ser: 
za Rosa - "Dispõe sobre a regularização Ferzelli, no sentido que informe à "", 
de academias e 1tidad 	:t5: 	Casa Legislati: i ,<as:' e en 1 a es espor ivas". 	a iva, quais as provi e,• 
A Comissão, após estudar atentam~nte ~ornadas no tocante aos convênios fi~: 
conch_ii-se favorável ao referido Projeto' os_ com o Executivo no exe-cício de _.. 
• ,i±=te trff:.áii 
PARECER NO 008/89 
COMISSXO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO 
FINAL . 
~ Comissão de Legislação, Justiça e Re 
d':'çao _Final da Câmara Municipal de Bela 
Vista; Fstado de Mato Grosso do Sul, e.xa­ 
minando o Projeto de Lei no 004/89, de au 
toria do Vereador Sydney Nunes Leite 
"Disp6e sobre modificação de denomi~ação 
de via pública. 
A C<;>missão, após estudar atentamente , 
conclui-se F/VORÂVBL ao referido Projeto 
de Lei. 
----- -------------------------------- 
":c R o 11/89 
cone=!o n LEGISLACIO TSTICA E REDACO 
Fn 	±> 
A r.om.issão de Lcqislação, Justiça e 
_ JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(rUNDADO ~! 20 DE FEVEREI.RO DE 1972)· 
~"DADOR: IVALDO PEREIRA 
REDATO~ CHEFE: IVALDO PEREIRA 
PRESTE: GILso SIA sANTos 
REPORTAGENS: UALDIXO RODRIGUES E LUIZ E" 
NUNES CORREA. 	- 
NOT!CT AS· ABDI 	••✓--,. 
- • · • , AE, PLANALTO E CORRÉS?OSD:-'i-- 
REDAÇÃO, ADI!IS: :A 	<» 
R 
- • • • TRAÇ o E Pr..Rou- GRÃ►1co: o ., 
epublic:a 56' C • , • e. • • (0 
3-141o'-s< !ia Posa1 23- F;".g 
de Titul ~ Prop~ia - Registro no .,.. 
os e Documentos ng 35. 
tlu 
. '

19 
Falta Remédio· no Posto de 
Saúde Dr Q Fiori Murano 
- --- ----- 	..., 
sta semana, em conversa com alguns amigos do DIs 
jto Nossa Senhora de Fátima, recebemos alumas re 
laações ontra a falta de remédios no Posto de Sai 
l Dr. Flori Murano, daquela localidade. Segundo e­ 
les, estão fal tnndo desde os mais comuns analgésf - 
os até materiais para curativos e atendimento aos 
a s o s m a f s simples.Entendemo 	q u e 	a medicaçao pre- 
ésa antes de prescrição médica, mas cxlstem os ca­ 
s em que o funcionário do Posto, que no caso do 
lstrlto Nossa Senhora de FntJmn trota-se ele Ulll pro 
ilHslonal competente, pode receltor o medicaçiio in- 
.. dlcado, o que não vem acontecendo pela [o! to total 
ité mesmo de um melhora!. Temos a informaçao de que 
esse ano apenas umn vez um profissional de saüde e.'! 
teve naquele Posto, o que, convenhamos, é muito pou 
o nr, , 
o para atender o Distrito Nossa Senhora de F.itlmo, 
que conta com uma população numerosa. AIG Secreta - 
ria Munlclpol de Smide, os "nuncativlanos" pedem um 
e dizd thor atendimento à sua saúde. 
al 
d 
) ( 
. 
i, 
an 
. 
[TE 
l]o 
Pre:: 
de ! 
Ç3M ! 
a muni· 
Corri 
cor.( 
cajú 
.. d ~- 
A 
Cigarre s liir 
llena Sério 
H,Os. 
, saúrl' 
aae " 
Todos snhcM q~~ o fumo foi proibido por lei den­ 
tro dos Õnlbu,: de transportes de passageiros. Acon­ 
tece que tcis alf:Ull>S fumantes inescrupulosos que in­ 
ilsten e poluir as narinas alheias com o seu vícto. 
Esta semnnn, no linhn Ponta Porii/Bela Vista,ho­ 
ate· rõrio das 17: 00 horas, quase que duas senhoras se 
Pea no tnpa devido o cigarro. Uma delas não esta 
tan.'a nem aí para o "estômago" n]hcio e insistia cm 
"pitar" o seu "estoura peito". Ao ser interpelada 
or uma das passagcirns .que t inha em sua companhia 
, a senhorn grávida, se lintitou a retrucar e cont_! 
nuou polulnd,, o ambiente. Disse à reportagem a ci­ 
tada senhora que "o cobrador do Ôn lbus foi comuni- 
'ilÍS tado do fato e não deu nem bola". Afinal de contas 
t lel ou aquc la placa dentro dos carros onde está 
-: 	• -. di d 
·±.. sr!to "É PROIBIDO FUMAR" é só para stra r os 
, e:lssageiros? 
d"" 
ei" 
dc° 
da nossa tradicional exposição agropecurla, a EX­ 
POIIEl., no próximo me; de Julho, proov1da pelo in­ 
d{cato Rural de Bela Vsti 
S gundo os laçadores 
bclnvlstennes, "quem qui 
ser lcvnr o t {tulo de no 
sa cidade vul ter que ln 
ar muito". Na próxima e 
dtçio estaremos batendo 
um papo coia um dos 
populnres 1uçadores 
nossn cidade. Aguar4em. 
No foto oo lado, o Pa 
triio cio Clube de Loco n= 
la Vistn, Jos~ Lulz Lou­ 
reiro, qu<• juntamente com 
n suo cl1retorin vem a1l 
zundo os trabalhos para 
o ténnino da moderna e 
acolhedora instalações do 
clube, Ao Pntrõo José Lu­ 
iz, Patrão Vitor Fclix Ro 
jas e lnçoclores belavis= 
tenses, desejamos suces­ 
so na festa de Bela Vis­ 
ta que se aproxima e que 
rem, honrando a tradição 
pre grandes laçadores. 
façam o melhor que 
belavistense ele ter 
pude- 
sem- 
Expoiel Prometem oito 
Acreditamos que este ano a Exposiciio Agropecuá­ 
ria ele Bela Vista vai ser uma das mais concorri - 
das dos Ültimos anos, quando deverão estar eia nos­ 
sa cidade milhares de visitantes, expositores e par 
ticipantcs da maior festa de nossa fronteira. Sin­ 
dicato Rural de Bela Vista, Prefeitura Municipal e 
derais envolvidos na promoção da EXPOBEL vim trab~ 
lhando cm ritmo acelerado no sentido de fazer uma 
festa em Bela Vista que atinja as melhores expec­ 
ta t ivos. Pelas pessoas envol v ldas na organização de 
nossa EXPOBEL acreditamos no seu pleno sucesso. 
ara Ciiale l Mela Vista 
' 
BRIGAS , ÂGRESSÕES AO ÁRBITRO E MUITA "BAGU);ÇA" ! 
Festas Juninas_ 
ae 
co. 
rafs bonf 
na a Escola 
da" é Eco a 
anças das boas G!! 
Oiscoteques no Grêmio 
em Clima de Namoro 
lfo sC"xtn feira pp. o Escola Dr . .lo:,quir.i :'urti­ 
nho promoveu no Grêmlo Pcrlro Rufino a "cllRCOtt'quP 
dos Namorados". •:n oportunidade o clube esteve to 
mado por gatinhas e 1atões, todos procurando Coe 
que não tinhnm, é claro) um(u) pnrceJro(a) pn10 
dar(ou ganhar) presente :10 dia l2. OH que tinham 
(ou arrumaram) só reclamavam das luzes(estava mui 
to claro), eles queriam mesmo o cscurinho do cin~ 
ma!! 
NO SÁBADO AS LUZES FORAM APAGADAS! ! 
E a moçada pulou e dançou até a r.10clrugndn. Des 
sa vez não reclamaram, cava do jeito que eles gos 
tam. E os diretores avisaran· "o escurinho vai CO!:_ 
tinuar, mas o pessoal teia que se comportar". Está 
certo chefia, m7as te7os certeza que eles vão se 
comportar sim, afinal de contas quem náo gosta de 
um escurinho para dançar? 
COMO XÀO SE conEXTA A GREGOS E TRO!A);OS .... 
Teve uns que ~o sábado também reclamaram, des­ 
ta vez do escurinho. Segundo eles, "não enxergo n~ 
da aqui, como vou arrumar uma gata? Ou tava cego 
(não era tio escuro assim) ou era dcculpa por não 
conseguir uma gatinha. '.-las denos a sugestão: "Fl­ 
ca na portaria (é claro), quando passar uma voce 
pula ant-,s de chcpar no escur1nho"!! 
BRINCADEIRAS A PARTE, VA.V.OS AO Ql'E l!TERESSA! ! 
O final de semana esteve movimentado em nossa 
cidade, festas caipiras, dlscoteques nos dois cl~ 
bes, desfile de moda no Paraguay, enfim, o bela­ 
vistcnse, pelo menos nesses Ültimos dias, nao po­ 
de dlzer que a nossa cidade está parada. 
"O duro ê ver as minhas lágr lmas escorrerem 
Por eu nà ter vencido, mas o pior de tudo, é 
l !:linha vergon.,a por eu nao ter lutado"!! 
Clubes de Laço se Prepa­ 
rando para Julho 
Cl Os Clubes de Laço de Rela Vista, São Geraldo e 
ube de Laço Bela·Vista, estão em 'ranco prepara- 
Ivo 	A V. e 
para a grande Festa do Laço se a sta qu 
stará acontecendo simultaneamente coma realização 
l 
Quem foi ao Estádio Municipal Octávio Fontourà  
na Ültima rodada de classificação da Taça Cidade de 1 
Bela vista, pode assistir ao incidente nojento,ba_! 
xo e inescrupuloso acontecidos quando a equipe da, 
Baixada Fluminense enfrentava o Clube Atlético !'ia~ 1 
tico. Naquela oportunidade o árbitro da partida, / 
Mauro, foi simplesmente agredido por alguns atle - •· 
tas da Baixada Fluminense que, ao se verem comple- •• , 
tamente envolvidos pelo clube Atlético Nautico,pe! 
dendo a partida e sem as mínimas perspectivas de u-[' 
ma reação, resolveram apelar para a violência, co- 1 
mo se tal atitude resolvesse alguma coisa. O pior 
é que até mesmo um diretor do clube andou dizendo 
pela cidade que "se estivesse lá ajudava a bater". 
O que é isso, o futebol deve ser, acima de tudo 
um esporte. E esporte quer dizer lazer, diversão, 
aperfeiçoamento físico e espiritual. Atitudes como 
essas proporcionam um momento muito feio para o es­ 
porte belavistense. Hoje já não se lembram mais que 
na partida decisiva do Belavistio/88, entre a Bai- 
• xada Fluminense e o Grêmio Esportivo União, o mes- 
mo árbit-ro deixou de marcar um penalty muito claro 
contra a Baixada (não viu), o que poderia ter dado ou ' 
tro rumo à aquela decisão, já que com a conver =-~~-C f_i_l __ f f ....;.. i 	..:::, 
- d 	- 	- . orno o oe otogra 1co esta nu to caro,estive- 
sgo o penalty 
O 
Gremio seria o campeao. Hoje, por mos nas festas uninas observando os casais de dan 
nao conseguirem vencer o Nautico, o arbitro apa - 	. J 
nha. Sem comentários!! Nos reservamos o direito de çarinos das musicas caipiras e apelamos para a ca 
criticarmos tais atitudes, pois quando da conquis- netinha. Vejam so 
O que saiu. 
±e±E:E.±E±±  ALMOÇO NO GREMI 
a Baixada Fluminense e sua diretoria. Hoje, quando 	• • · 
:rs±: " - 
te belavistense, não podemos aceitar que tais ati= 
tudes anti-desportivas venham levar por água abai­ 
xo todo um trabalho de abenegados esportistas bela 
vis tenses. 
.. Grêmio União é Campeãó-. 
Neste domingo, dia li, a equipe do Grêmio Espor 
tivo União sagrou-se campeão da H! TAÇA CIDADE DE 
EELA VISTA ao derrotar o Clube Atlético Nautico p~ 
lo placar de três(03) gols a um(Ol). 
O resultodo final da competição ficou assin· lQ 
Lugar: GREMIO ESPORTIVO UNIÃO; 22 Lugar: CLUBE A­ 
TLETICO NAUTICO; 3g Lugar: ASSOCIAÇÃO ATIÉTICA BAN 
CO DO BRASIL; 4g Lugar: BAIXADA FLUMINENSE. 
Aos canpeoes e a diretoria do GREMIO ESPORTIVO 
UNIÃO nossos parabéns pelo título. 
O Grêmio dos Sub-Tenentes e Sargentos Pedro Ru 
fino está oferecendo a toda a socledodc belavis = 
tense, aos doru.ngos, alnoço com cardápio variado, 
desde a tradicional feijoada, frangos, comida ca­ 
seira, etc. Aceita-se também encomendas de almoço 
para festas , tanto no clube coo fora. Os inte­ 
ressados é só entrar em contato con o clube, fa­ 
lar com as senhoras Irone, Maria da Penha ou Mer­ 
cedez, que são as componentes do Departamento Fe­ 
o.inino do clube e encarregadas da área. Falei!! 
A,BB PROMOVE TORNEIO DE SENIOR E FESTA CAI.PIRA! 
E.~ homengaem ao saudoso Luiz Carlos Nazareth , 
que foi serente em Bela Vista e Superintendente do 
Banco cio Brasil no Estado, a As~ociação Atlitica. 
Banco do Brasil de nossa cidade está promovendo a 
3 COPA SOÇAITE DE SENIOR(nais de 30 anos) contan 
do coo a participação de vã rias equipes. No dia 02 
de julho a MBB_promov.e a sua festa junina, na o­ 
porunidade serão sorteados vários prêmios. Bay!!

I A 
COM MUITO • BRILHA TISMO, f OI Z 
F SEMINÁRIO DE INF ORMIÇ- O ·Rolá li 
o 
No dfa 4 de Junho, domingo em sua ede, o Rota­ 
ry Club de tela Vista promoveu o [2 Ser/lnárlo de 
Informação Kotir la, sob Coordenação de Ivaldo Pe 
relr e Supervtão Geral de Eduardo 0cárlz, Prei­ 
dente do rluh. ) Semfnirfo abrangeu diversas pules 
1r,l/ n r,•qpi•I o ,lo Rotary, wua filosofia, obfeti - 
vos e estrutura func lona l. 
A nhoru,rn foi g 09 horas, com o Presidente - 
nldnndo ori tr11b11lho•, " falando do fJi)lnlflcndo da­ 
que la reunfio, "um/1 J.nlclotivu vJ,rnndo c1prit:1ornr 
on conlwcirll'nLos do Hotnry e fortalecer o compn- 
nh<' lrl omo". ' 
Iv,,tdo Pcrelr11 nbrlu o cl.cló de pnlestrnn com o 
te11111 "l'ilor.of ln do HoLary"; Sidney Nunes Leite, "Fo 
cotizando Rotnry'', Luiz Cariou Ruhnl, "Serviços ln 
tcrnoa", Eduardo 0curiz, "Servlçofl Tnternacio: 
nois"; Jva11 Mnrques, "Scrvlçon it Comunl.dode"; Vll­ 
son Berte 111, "Serviços Pro[ iuslonais"; Fernando 
de Freitnu EI inH, "Fundnçiio Rotár la" e Geraldo !loc 
cln, "At lvldudeA Pró .Juventude". 	- 
No final do Seminirio, Carlos Alberto 0cáriz, o 
voliou os trnbalhos, afirmando que "foi um dos me: 
lhores acontecimentos do lotnry nos ,iltimos nove 
anos". 
Presenças 
Fora~ registradas as presenças dos seguintes ro 
tarianos e esposas: 
Eduardo 0cáriz e Ana Maria; 
Gobino Loureiro Gabinio; 
Simon Echevcrrio; 
Uaroldo Braga Cavalheiro; 
Miguel Brandão Delvalle e Heith; 
Ivoldo Pereira e Hario Estela; 
Carlos Alberto Ocáriz; 
Sidney Nunes Leite; 
Gerardo Boccia e Dorinha; 
Fernando de Freitas Elias; 
Luiz Carlos Rahol e Maruce; 
Ivan Hnrques e Graça; 
Vilson Bertelli e senhora; 
Suleiman Tebicherane; 
Estavan Bozzano e Nida. 
O Presidente Eduardo, após n reuni;o, sorteou 
brindes aos rotnrianos que tiveram frequência 1007., 
e entregues, pelo Coordenador, "Diplomas de Parti­ 
cipaçno". 
Palestras 
t 
SERVIÇOS À cmruNIDADE 
Ilhe de dólares asto atualmente para mi rar 
o sofrimento dos mais carentes, Senti o or ,Jt,,:, 
em contribulr, com nossnts cotas, para a Funda 
ciio Rot,irto. Apln11dlc!o. 
O companheiro Ber - 
telli, com sua cultura 
brilhante orador, conse 
guiu sintetizar, com pou­ 
cas palavras, o reol sig­ 
nificado da ÉTICA nas re­ 
lações humanas, sobretudo 
no trabalho. Falou de ex­ 
periência de sua juventu­ 
de, quando conheceu o pen 
sarnento de Gandi. E disse 
quc_a ética e a busca da 
verdade são objetivos per 
menentcs do homen que PEN 
SA. Foi brilhante. Fa­ 
lou sobre SERVIÇOS PRO­ 
FISSIONAIS. 
lJ0CCIA f. ESPOSA. 
Com o seu entnslnsno o vibração, Gernrdo falou 
.: respeito de "Atividade, Pró .Juventude", discar - 
r~ndo sobre a crlnção do· intcrecat e Rotaracts, fa 
lando dos jovens e do mu,,do de hoje, dn ncccssid.~= 
de de entendimento e compreensão. Lc!'lhrou tn:::bén 
que o Rotary deve continunr a sua luta pnra escla 
recer os jovens a respeito do uso de drogas. Tra­ 
çou um paralelo do jovem do futuro e do joven de 
hoje, afirmando que o Rotary pode e deve ser un 
dos caminhos para a formação de um mundo melhor. 
Foi o tema do Ivan,con 
ouitu segurança e com A­ 
quela verve que lhe é pe- 
1 
culinr, enumerou ns obras 
do Rotary no i:.undo, de 
suas ioplicaçÕes coo a Co 
ounidadc e do Campanha PÕ 
lio Plus, vacinação con - 
tra o FOLIO, canpanha que 
o Rotary está er:ipenhado l 
há vários anos, buscando , i 
erradicar a o1tete1ire. ln!! Cl 
Discorreu sobre os traba- IVAN.DA 0STA MARQUES. 
lhps do Rotary e Bela Vista, de sua luta cocunitá 
ria, da campanha contra o uso de drog:is (ProjctÕ 
Esperanço) e de outras iniciativas, seja do Clube 
ou de rotarianos individuol.nente. Mereceu elogios. 
DR. FERNANDO DE FREITAS ELIAS 
Seu tema foi a Funda­ 
ção Rotária e disse es­ 
tar cada vez mais apaixo 
nado pela filosofia dÕ 
Rotary. Conhecendo o Fun 
dação Rotário e suas 0:: 
bras no oundo,entendecos 
o por quê do Rotary ser o 
que é. Também lembrou 
das diversas campanhas,a 
nível :::u=dial, dcsenvol­ 
vldnc pelo Rotary. são 
Almoço 
Após as palestras e congraçamcnto, todos os ro­ 
tarianos cm companhia de suas esposos e filhos,par 
ticiparam de um almoço, foto este (dominueira) a­ 
provado e que se repetir~ mais vezes. 
Resumindo, foi um domingo diferente para os ro­ 
tarianos, que renovaram suas forças e ideal rotá­ 
rio. 
 
O Rotary Clube começa 
básicamente através da A­ 
venida de Serviços Inter­ 
nos. 
O ano Rotário' começa 
cn lQ de Julho. 
DIRETOR DE SERVIÇOS IN 
TERNOS: 
Esta é a maior Conis 
são do Rotary são 11 (on­ 
ze) sub-comissões Frequên 
cio, Classificação, Revis 
tas, Adcissão, Relação p~ 
blica Informação Rotári:i~ 
Boletim, Companheirismo , 
Desenvolvimento do quadro 
social, Programa, Diretor 
de Protocolo, outras (se 
necessário). 
O Conselho Diretor do 
. 	Clube é fo=ado por: 
?resicente - Vice-Presidente - Secretjrio - Tesou- 
re'- ·etor-Protocolo. 
e universo de Rotary Clube Internacio _ 
nal, nasceu dos fundadores SILVESTER SCHIELE ( 
c i t d . - 	- nego 
.in e e corvao) PAUL HARRIS (advogado) HlR/X SFO 
REY-: (alfaiate), CUS LOCHR (engenheiro de -' • ·­ 
çao). 	,Cl..l.nera- 
LUIZ CARLOS 
A 1g reuni;o do Rotary foL realizada em 23 
Fevereiro de 1905 as quatro categorias de 
sao: • 
de 
sócio 
Sócio Representativo (incluindo sócio represen­ 
tativo adicional). 
s- Sócio Ve:erano, Sócio por serviços anteriores , 
ocio honorario somente os Sócios representativos 
podem ocupar uma classificação. 
Os Scios Veteranos e os sócios por serviços an 
teriores ja ocuparam classificação, porém nao as 0 
cupac mais. 
E se tornando Sócio Veterano ou por servicos 
~:~eriores, eles permitec que suas classificações 
Jam er:iprestadas a novos sócios ,contribuindo desta 
fora para o crescimento do seu Rotary Clube • 
Socio Honorário é um indivíduo que reside.oure 
sidiu dentro dos licJtes territorJais do Clube 
se _tenha distinguido por serviços ~erJtÓrios e: 
pri~~ da divulgação dos ideais rotários naquel• 
g na ou CM l 	a re- 
El --· qua quer outra parte. 
d e nao tem direito a voto, não paga taxas e só 
~o e participar das reuniões do Clube pelo qual 
.oi eleito. 
O quadro social do Rotary 1 b i • eng o a nueras cren 
vir. 
DesenvolvI 
t' de respon 
malar e contci 
cess ldadi- dt' "l 
ro de vJcl,1 1k ,. 
Após a apresentação um futuro sócio, el 
ve passar por todas as colssóes necessarias, 
ra avalfaçio do meimo, em seguida duve-se o 
var or- S (e inco) r qui, 1 tos h,Íli1Co'1 par , 1 
siio "º ilot1r> C:lube. 
Seu caráter e reputação sio frrepreenslvela 
A reputação de sua empresa é exemplar. 
Está ele Lncl{nado a servir? 
Pode fazer face às obrigações financeiras 
um sóc!o do Rotary? 
Pode participar regularmente das reuntes, 
sembléfas e conferPncin,? 
No sentido mais a .p1o, a !nformnçiio rotãrJ, 
o conhecimento e a apreciação do cc.p!rito do 
~ento rot,Írio. 
f esta sub-comissão que deve levar ao conhec!- 
mente do Cluhbe " princlpalr:iente :ioii novos a!:. 
formação como ex: 
Quem é o Presidente, Covernador, coo nic!oJ 
Rotary, sna fln:ilidade. 
Ur prorara rotário deve promover algum ase 
to do ideal de ~ervlr, conforme 
t ivo Je Rot,1ry. 
A comissão de programas deve exercer a fui 
de coordenador d, reunl;o promovendo inclusive· 
lestras, con pessoas que falam sobre assunto 
interesse dos cor:ipanhelros e da cor:Junidadc. 
PARA Qt;E A REC:'1ÃO TOR:;r.-SE '!AIS AGRADÁVEL ACG1- 
LlA-SE Ql:ALQ1'ER C0~'.i'A'.HEIR0 A FALAR SOBRE SE~'.'" 
I , 1 . 
adro s 
e fo da c 
ue é a apólt 
BALH0 E SEU "IIOBBY". 
A frequência é um dev~r. 
U Governador do Distrito no Japão, 
se profundamente eo carta à Secretaria 
Internacional, porque a frequência dos 
sua area caira abaixo de 957.. 
Um fazendeiro no Uruguai dirigia pontualct~:i 
seu trator a ais de 30 KilÕcetros para coza: 
ceras reunioes do seu Clube. • 
. Na Austrã~ia é cooum que um hoceo dirija 
Km ~ara recuperar a falta a uma reunião. 
fatos como estes que sentir::os O valor de ::o 
tos rotarianos a frequência do Clube. 
Penalidades para pouca frequência pode:> ser!: 
veras. 
Se um sócio falta a quatro (4) reuniões seg;::· 
das, ou se nu seestre rotário não co:parece 
pelo menos 307 das reunioes em seu próprio C['.:• 
ou não tem { i 
Í 
O m n mo de frequência de presença•- 
seu t tulo de sóci • 	,,. 
do ( 	0 sera automaticamente ca~ce~ 
justificativa). 
O cocpanheirismo é a força vital 
A exem 1 1 b 	• 
d _ P O em ramos quando PAUL HARRIS cJ:C-, 
ou, tres- (3) aci 	_ ~ 
Rotary aos 2
3 
,'os para a primeira reuniao .. 
nentes da 'e fevereiro de 1905 u dos cc-? 
nhei i quela reuniao foi a amizade - ou co::r· 
- dr soo, tem sido a principal força de ct: 
çao o Rotary. 	r • 
O grau de co h • 	t;? 
::1Uito da atitud cp:n e irismo - e::, um Clu:,e de?,.... 
Com e os seus soe ios. • 
o ponto de partid 1 - • • d 
desecbora,; d a e es sao sociave1s 
a os, para co - .~ 
dos eo sua , versar, estão itere 
counidade e n 	- 
O co::,panheirismo d em suas oc.upaçoes. ,!:, 
vras do fund d po e ser resumido nas , < 
ator PAUL HARR 	"2 
panheirismo é • • ''-"' IS, que escreveu 
maravilhosi 1l 	q.E:s 
vida, irradia 
1 
. 
0
, umina os ca -- 
0s jorn::1is ª egr1.a e tem un alto valor". 
Bolei.'Sepre desperta curiosidade. 
Um b 1 •. - 
0 
Jornal do Clube 	., 
. o.eti public d • - ,,. 
sario para u:n Cl b ª 
0 
regulamente é tao '.t•; 
c.ozunidade. u e quanto un jornal ã para 
Relações Públicas· 
O elo entre o Club 
O Rotariano e e a comunidade. ,., 
i 
• participa d - -·•·· 
r a e tanbê traz i 'a organização c- 
Co::ioanheiro formaçao para O Clube, • 
• a col - 	• 
lapela regulan:t ocaçao do distintivo e::.: 
de trasa1i, "Fe, principalmente e ses " 
- 	de .xa cl - 	- ' 
voce pertence e • aro a nossa organiznçl' 
Companheir orgulha-se dela 
• 'os te;h, 	• 	' 
Pouco de Rota-, """ a certeza de uma coisa,'ª,: 
re eshez-1]; cada ata. cada ±sr·? 
servir é ut, ! que realente viver o ide° 
onito. 
desculr 
do Rcta:­ 
Clubes I• 
ROTARY UMA 
Fi.OS0FÃ' vi} 
o que ns ip, "osaeruz, cHrtsta ser"; 
F'a onde quer que nos ec' ,. 
CONTIA MA ?GIM 
,, 0 
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z±o, 
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±sra: 
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±rate 
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J, 
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COM MUITO BRIL li O, f OI RE LIZ DO 
r SEMINÁRIO DE INFORMIÇIO OI , RI 
r. 
Jl',LJ,I 
rotar, 
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onde quer que trabalhemos é fazer bem aquilo que 
i foi solicitado e cumprlr nossa tarefa da me­ 
i•or rn11nelru poi,sfvc•l, de- ncordo co:n 11011•,.,, co111 ,-p 
nossos princIpfos e respeito pela humanfda - 
Procure o lado hum d, 
rodnn nn col&HH e louve 
publfcamente o que desco 
l>rtr. Não rl.'pnr,• no cnni­ 
ter mutável do E' exteri­ 
or, man procure deHcohrJr 
o rc-nl FlJ Jnu•rlor. 
Mas, o que tem haver o 
Rotary cnm estas dlvnga - 
coes fIlosó lcas? 
O Rotary envida seu 
,sfor os pura apcr(cJçour o indivíduo e, dessa ma­ 
nelrw, hnbllitn-lo n encontrar a sua po,;ição na co 
unidade e a SERVIR dentro dela; a fazer com que 
ele cncore sua cidudania cm relaçiio ao mundo; à Na 
ciio e à comunidade; e 11 valer-se de seu negócio o~ 
profissiio como u:n meio de SERVIR. 
Fundamentalmente, o Rotary e uma concepção de 
vida que se propõe solucionar o eterno conflito en 
trc o desejo de lucro pessoal e o dever e conse­ 
quente empenho de nuxilinr o próximo. É esta uma 
conccp,iio que promove o ideal de servir - "DAR DE 
Si A!iTES DE PENSAR EM SI - e que se baseia no prin 
dpio ético seguinte: Mnls se benc(ici11 quem me­ 
lhor serve". 
Se o ROTARY é uma filosofia de vida, é também 
uc,n nanelra eficaz de se atuar visando melhorar o 
cundo, porque aquele que serve precisa AGIR, o Ro­ 
tary não é apenas uma at ltutlc mental,nem a concep­ 
ção de Rotary uma concepção puramente subjetiva; e 
o rotariano individualmente, bem corno o Rotarv 
Club devem pôr em práticn a ARTE DE SERVIR. • 
O hornc,n continua "argila" e vai se moldando no 
decorrer dos séculos. 
Estamos às portas do III? MIIênio, a 
ACO!ifECE QUE O HOTARY 
IJ~!, F I LOSOFl A DE V ll)A. 
ciência 
avançou, em todos os setores, mas, ainda, o homem 
pemanece um "desconhecido". 
E, no Rotary, meus companheiros, estamos viven­ 
do a caravilhosa aventura de construir o homem e 
o i:iundo. 
Observe a seu redor, nas reuniões, veja o quan­ 
to os seus companheiros estão crescendo, como cida 
dãos, pessoas humanas. E a ''argila" vai se molda 
do. 
Sabemos que hâ vár los caminhos para o homet:1 se 
~tegrar ao cósmico, ou seja, uma ligaç;o maior 
co a Divindade, com Deus, Ser Supremo, Luz, Fon­ 
e, seja qual for O Nome, o homem BUSCA essa liga­ 
tao, 
A prova QUÁDRUPLA encarna bem a filosofia de Ro 
tary, em sua simplicidade, reúne a essência dos en 
Sinaoentos maiores de Rotary. 
Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos. 
1) É A VERDADE? 
2) É JUSTO para todos os interessados? 
3) CRIAR,l BOA VONTADE melhores amizades? 
4) Será BENÉFICO para todos os interessados? 
l;::, verdadeiro guia de Relações PÜblicas. Mais a 
inda, síntese perfeita para um entendimento entre 
s hoens. 
SERVIR 
hmos exemplos marcantes na hi.tÓria da hu:nanida 
de de pessoas que fizeram do SERVIR um ato de fé. 
- CANDI - sua teoria do ahinsa; 
- JESUS 
- SAB1N 
- BL1)A 
- SÓCRATES 
-. exemplos ocultos de mestres que serviram e 
l°'""' a humanidade. 
homec está cansado. 
Temos visto tantas e tantas injustiças, há gen­ 
te correndo de fome, outros de frio, de sede; con­ 
Vivei:os coo grandes fortunas, e a nosso larlo íamí­ 
!.i«s, cri,::1-nças, não sabem se vão ter o que comer 
Ro dia seguinte. 
Revoluç;es, guerras, desuniões. Justos pagando 
Pr pecadores. Usa-se de tudo para iludir o homem, 
•te algucas religiões. O homem jâ não olha para o 
Alto, para us estrelas. E lá está o caminho. 
Políticas e discursos. Discursos e políticas. 
E.stâ fnltando no nundo, entre nós, uma PONTE 
Ponte do entendimento, e ROTARY é isto, uma PO!iTE, 
~esde que os rotarianos vivam o Rotary com intensi 
ade, 	- 
Se ismos de qualquer esoécies, comunismo, copi 
t■lisoo, socialismo, nazism~, e outros isr::os. Oh~ 
e está cansado de rótulos. 
ão, não defendemos os ricos e muito menos os 
Pobres d 	• 1 ' 
0
~
00 
• • enten mos que o que inporta e a prosper_- 
a.Para todos. Melhor qualidade de vida, padrao 
~~ de r::oradia, soude, cst'udos, prosperidades. 
, ao s=.os contra. a riquezn nem co. : 1 11 pobre­ 
"' em lugar algum est:i escrito que o homem deve 
er míserivel. O0 que falta é conuci@nela, de ns,to 
do, para sairmo da arca do ego[ o e abrir s o 
braços para os que nos cerca. ISTO f ROTARY, Voce 
cresce, e com a ua capacidade, carrega outros co 
você. E a espiral da evolução. 
O!har com os olhos radiant 
que outras pessoas comungam 
Ili!,, 
E o Rotary pode encarnar tudo Isto. Hoje, aqui , 
am.111h:i nl!, dPpoli, aco],i, e a rod.J vai i,In1r.do, c>.­ 
pul ando de nossas mentens o nefasto pensamento do 
EU, apenas eu, e vivermos o Nós, sempre em ecala 
maior. 
Poderemos ser o arco Irf depois da tormenta. Já 
estamos penetrando no mundo comunista, que se abre 
para a liberdade, pois não se admite ROTARY em LI-­ 
llt.HllADL e a l Ih rdadc do Hotnry ,; ninônimo de cres- 
cimento. 
Entre nós há homens de todas as tendêncins, reli 
losas e polltfcas, cada um de nós procura compre­ 
ender o companheiro, act•lt;Í-lo e viver a filosofia 
do ~otary :19111 no <'lube, em casn, no trabalho,viven 
clar essa filosofia no seu bairro, na sua cldade,vã' 
mos criando um mundo melhor. O que i preciso,~ aceT 
tara liberdade de cudn um como condição para n 11= 
berdode de todos. 
Temos assistido ocontecfmentos paradoxais nos ~l 
timos tempos, e o rotariano não deve nunca abdicar 
do companheirismo como fator de fortalecimento do 
grupo, do Hotary. 
Companheirismo é a mola mestra para alicerçar o 
nosso clube. 
Chego a ser-até radical, depois de tentar todas 
as altern11llvas, se algum companheiro nio se afinar 
com o grupo, então seu corte será necessário para o 
fortalecimento do Rotary; e 11 busca de novos compa­ 
nheiros mais necessjrio ainda. Não se pode brincar 
com o Rotary e seus ideais, pois assim o fazendo es 
taremos ofendendo companheiros que realmente pensa; 
e vivem o Rotnry com intensidade. 
E no Rotary ninguém é mais do que ninguém, todos 
são necessários, e para fechar estas nossas pala - 
vras,.r<!petirei um texto de Martin Luther King aque 
lc grande líder negro dos Estados Unidos. 
A QUE sm1os Cll,,'!ADOS? 
Deus deu a cada ser humano, normalmente consti - 
tufdo, certas possibilidades de realizar qualquer 
coisa em sua vida. Logicamente, alguns foram melhor 
aquinhoados que outros, mas Deus n3o deixou ninguém 
sem talento. Cada um de nós traz em si,guardadas no 
mais Íntimo, (orças criadoras. E nós temos o dever 
de descobri-las e utilizá-las. 
Quando alguém descobriu porque foi criado, deve 
fazer todo o possível para realizar ao máximo o pla 
no do Criador, segundo suas prõprias possibilidades. 
Se a tua missão for a de varredor de rua, deves 
varrer as ruas com o mesmo espírito que Miguel Ãnge 
lo pintou suas telas, com que Beethoven compôs s~ai 
sinfonias, com que Shakespeare escreveu dramas. De­ 
ves varrer a rua de tal maneira, com tal perfeição, 
que cada passante possa dizer: "aqui trabalhou um 
varredor esforçado; cumpriu muito bem o seu dever"! 
E um pouco isso que disse o poeta Douglas Mal­ 
lock, quando escreveu: "Se não poàes ser uma árvore 
sobre a colina, sejas um graveto no vale; mas sejas 
o melhor graveto, nas léguas em derredor. Se não po 
des ser uma estrada, sejas uma vereda; se não podes 
ser o sol, sejas uma estrela". 
O valor não se mede pelas dimensões. 
Sejas o que fores, mas sejas isto profundamen - 
te.· 
A parte do Objetivo do Rota 
ry, que trata dos Serviços rn= 
ternacionais declara: "Estimu 
lar e promover o progresso da 
compreensão internacional, boa 
vontade e paz através de una a­ 
mieade mundial de profissionais 
e hocens de negócios,unidos nu~ 
::,esmo ideal de servir". 
A "LlTER,TURA.,BÁSlCA DE ROTA 
RY" detalha os emp:-eendir.ientos 
dos Serviços 1nternncio:rnis , se 
us principios, seu crescimento e objetivos, envol = 
vendo a participação de rotarianos de todas as par­ 
tes do mundo no socorro as comunidades quando so­ 
frc~ cnlamid~des e info,tunios, nos programas de au 
x{lio_aos refugiados, de imunização e assa, de • 
ducaca~ e de _nutriçao, e no apoio aos prograzas da 
FJndnçao Rot~rin que, desde 1947, já doou acima de 
USS 100 ilhoes em bolsas internacionais de estudos 
e cm outros investimentos visando a compreensão uh 
1 
beleceu por toda 
esclareid 
cont Itur c 
remedíav 
lavam a 
agir, to 
uerra. 
À medida que o Rot ry cresceu, logo - 
dente que seu dose! tento e qualqu 
pcr:dia c1,, u 1 h í ,1 encl 11 con !!ç 
9 pelos Direitos H "onde a IL±. a 
tiça, verdade, hom de palavra mp e 
respeito pelos direito. ano não existem, Rota 
ry não pode sobreviver nem prevalecere tuas f-­ 
défas" Esta é a resolução acerca do "RESPEITO PE 
LOS IHREITOS HUMANOS" aprovada por Rotary em su 
convenção de 1.940, realizada em Havana, Cuba. 
Em 192, durante a Segunda Guerra Mundial, uma 
conferência do Rotary onde compareceram vir1os mL 
nistros da educação e importantes observadores pa 
ra considerarem maneiras de promover o fntorca • 
bio cultural e ~c!uc,Jcional. ln•pJro•1 n criação d,1 
Organização das Nações Ln!das para Educação, CA@n 
c1as e Cultura (UNESCO). No preâmbulo dessa Orga­ 
nizoçio existe ur.i desafio de paz aos homens de to 
das as partes do mundo: "Como as guerras começam 
nas mentes dos honens, será também nas mentes dos 
horcens que as defesas da p:tz deve:n ser construí - 
das". 
Na primavera de 1.945, un grupo de representan 
res do governo e conselheiros reuniram-se em São 
Francisco, Califórnia, E.U.A., onde 46 nações ado 
taram a célebre carta das Nações Unidas. Dentro 
deste grupo, ·acuando como dele~ados, conselheiros 
ou consultores, estavam 49 rcLarianos incluindo o 
Ex-Vice-Presidente do Rotary lnternational Carlos 
Romulo, que posterior:?>ente, e= 1949, tornou-se 
Presidente da ,ssembléia Ger.,l d;as 'açÕep Unidas. 
Um dos passos mais eficientes que o rotariano 
individualmente pede dar para colaborar com o ob­ 
jetivo dos Serviços Internacionais do Hotary é a­ 
poiar ativamente o seu clube. A oportunidade de 
servir a nível internacional está aí, e as ferra­ 
mentas necessárias est3o disponíveis. É só o rota 
riano comproceter o seu tepo e energia para fa= 
zer co:n que funcionec os prograc:as dos Serviços 
Internacionais. 
Os serviços à Comunidade Mundial, o apoio • a 
Fundação Rotária, o patrocínio ao intercâmbio de 
Jovens, são talvez os três meios mais eficientes 
e importantes através dos quais os Rotarv Clubs 
se engajam nos serviços internacionais. Ó grau de 
efi~iencia de qualquer Rotary Club neste sentido 
depende da dedicação de sua comissão de serviços 
internacionais. Para começar, o Diretor resoonsá­ 
vel pelas atividades dos Serviço·s Internaci~:1ais 
nomeia companheiros para trabalhare:: nessas três 
áreas. Dependendo do tamanho do clubbe a tarefa 
é executnda por suhcomissÕes ou por só~ios indivi 
dualmente. 
MES DA COMPREENSÃO UNIAL 
Anualmente no calendário do Rotary é· dedicado 
a um período especial para dar ênfase à icportân­ 
cia dos Serviços Internacionais e suas metas, na 
promoç3o da co:nprecnsão, boa vontade e paz mun­ 
dial. É em fevereiro que se co::ecora o "Gs da 
Compreensão ~undial'' celebrando o nascimento do 
Rotary que ocorreu em 23 de Fev~reiro de 1.905.Du 
rance esse mês, todos os Rotary Clubs são estimu­ 
lados a apresentar projetos e atividades voltadas 
especialnente à promoç3o da cor.ipreensão e boa von 
tade mundial. O Conselho Diretor do R.I. decidiu 
que o dia 23 de Fevereiro será comemorado anual - 
mente como "O DIA DA CO~!PREE'.IISÃO ,fUXDIAL E DA PAZ. 
SERVIÇOS À CO~lfüIDADE .!m.1)IAL 
_ Uc ele:nento básico dos Serviços Internacionais 
sao os Serviços à Comunidade Mundial. Esse progra­ 
ma oferece a um Rotary Club, que enfrenta um pro - 
blema local rima de seus prÕprios recursos,u e- 
10 de conseguir o auxílio de Rocary Clubs do exte­ 
rior • Os Serviços à Co::iunidade ~[undial co::ieçara::, 
0 
ficialente e 1.962, coo o objetivo de ::ielhorar ã" 
educaçao, a produção_ de alimentos, n saüde e os 
,serviços sociais, fazendo assim um verdadeiro ser­ 
viço co~unitário no exterior. 
Fl,;'.l)AÇÃO !WTÁ.'>llA 
Através dos programas da Fundação Rotária, 
0 
~.I. envia anualoente ao estrangeiro maior nunero 
de pessoas para esc-udar do que ,virtuabence qual­ 
quer outra organização. 
A cada ano, o R. I. oferece a mais de mil jo,·ens 
de abos os sexos a oportunidade de viajarem e re­ 
cebere treinamento educacional ou prof{se , 
· -sona 
CONTTXUA :0:A P,GlNA _ 06.

O Objetivo do Rotary nos 
Serviços Internacionais 
comi a ator parte das despe as paa, em paf tens fo 
ra de seu próprfos, Estudante graduado e pré­ 
graduados, fornalftas, professores de excepcfona­ 
Ls, técnicos e outros Jovens de ambos ol e.os e-­ 
tuda por períodos varlávefs no estrangeiro atra 
vês da Fundação Rotárla, uma orantzaçio criada pa 
ra custear projetos de natureza educacional, car!­ 
lutJv,1 011 rtlnntr,iplcn. A runcl1 ciio é ma11tlda pela<; 
lt11irrlbulçÕ011 volunuírl11s de rotnrlnnoa e n:io rota 
ri mon do mundo lnu•lro. 
Apesar de seu modesto prtne[plo, Fundação Rocii­ 
r 1,, t,1111011-11c um !l t11m1té. No ln (e lo dn décndn de 
l.980, eln havia outorgado mais de US$ 100 ml­ 
lhÕ,•u, pnrn mlllH ,le 20.000 hcncflcl1irlou cm nprox! 
m. damente 110 pnlacH, Somente entre J ,980 e 1.982, 
afs de US$ 30 mf1hõen foram npllcndon cm fnvor de 
J.000 cnnd11lntos cutd,tdosnml'ttte ucleclonndos. 
O PROGRMl1 S/ IJE, FmlE E lllJHANIOAIJI: (3 - li). 
Por que é que as pessoas nos países pobres nio 
pnrnm dc ter tantos fllhou7 A 1inlcn ,ioluçiio pnrn o 
µroblc1.1o1 dn tome é o controle du natu11dadc. / mu­ 
lher poderio ser umn cidudii de qualquer nação ln - 
dustrtnllzncln do mundo. On pensamentos dela siio os 
pensamentos de multas. O argumento~ persuasivo 
mns contêm uma falhu cr1tlcn-lgnora a conexao para 
doxal entre u fome e o aumento populacional d~ 
mundo. 
A Autoridade 
No .. pises latino-americanos enfrenta 
mos hoje, de um ladc, um grave crise de 
autoridade, NOssos overnos vivem a perma 
n,::ntc tentação eh· pcuco respeito pelos di 
reitcs dos cid:dos, d um modo especial , 
p~los m&IH hure!ldts. De oetro, surrem for 
mas popularistas dc democracia que nc 
vndo a srio os vvrc!aclciros p,'oblemns, T 
ludem o povo habilmente com promessas f4 
ceis. Os ge-vLrnos autoritarios apoiam- se 
n:-: experiência de al>usos da libcrd:-:dc: e d;• 
desorganizaçie anárquica. Oscilamos as­ 
sim, entre a nnnr~quia e n diladurn. 
O velho problena da autoridade é seu 
ccnflito ir.evitável com a libcrdodE. Como 
cnciliar valores ir.clivlcluais e scciois 
dn pessena? Embcra, na historia, ainda nao 
se tLnha tltmonstrado que o democracia sL­ 
Ja a mc·lho1· fcrm.:, de gcvtorno crr. ~odas at, 
situaç;cs, ela é hoje intgavclm('nte .· u□a 
a~piraçiio universal. Na& ncss&s dEmocra - 
ciRE, e~ geral, s;o .mrdlocrcs e formais. 
Por 1sso_fevorecem, como ruaçio, rtgi­ 
m:cs autorita rios pc is pr·ocur;:,m impor, só 
aoar~ntemrntc, a iguc.ldade.Para mudar tal 
s1tuaçiio nijo b~sta mudar de partidos de 
nomes, mas é preciso que também ncssc pc­ 
vc mude profundamente sua m~ntalidodc e 
ccndula. A democracia só podf furcionar 
onde o povo luta n~c só por seus direitos 
ms onde todos também cumpram e faç.:•m cum 
prir os deveres em respeito mutuo. 
autoridsde é a forçn mor:11 e f.Í.sic.:, 
que irpoe direitos e obrigações er;tre 
os homens. De modo geral é a capacidade 
de imror e influir noutros, graças a ccr- 
,, :·q,l·rioridc.dc pc,r eles reconhcciclas.Po 
de distinguir-se autoridade puré.Jllentc mo: 
rl, que se impõe pelo prestigio ou pela 
d:gnidode da pessoa. Esta nio deveria fal 
trr hunco aos governantes e hcmens pÚbli: 
cos. Infelismente continua havendo outori 
andes qt.:e impõem simplesnte pela toro 
lsso provoca uma reação de rel .dia a anar 
qui:;mo. 
-· prblema do fundamento da autoriCé:de é 
V1..lho n~. historia da- filosofia. Há . . . 
. - 	' • • res pnnc1pã1s 
pcs tçoes a respeito: a)• a na tu reza, segurd ual 
deve ~ ... .::;nec1;:r a ai..:toridi.rle e o gcve: - _ 
0 
a q 
res( P .. . 	mno aos melho 
.' :, • r .ata Aristoteles '; b) a d.l.vindõ.dc(Tcmás dê 
quino e outros); c) o consenso daqueles scbre os 
quais e exerc1d-(C1çero e nuitos mode ) • 
6 a0tortas é ±rorante e1e,"" ,,, 
-. 	+ iO Cai/jo 
hUlT.-"10, pois- assegu,-- U."' id·de - ' 
• !" ' ,, e ccesao a socied'-'clE: 
Seu de_ocntor d.:ve fa::.er s-;a superiorioade em f~r 
dqels que ele lhe subo!'."Cl.ina. O e>..erc.Í.cio dó. 
aitorid.éi.ce e UJ:! servi-ço e se desvirtua quando usa 
da para interesse egoísta({pessoal e/ou de grupo) 
ou q1,:..i·x:o _pretende ·ex 1""'--'JJCló.!' de seu âr.bito, r:;ns 
r.. .:::ncter-se e,, ::u...ttiritar' smo. 
P.:.réx;uici cc s to Afonso. 
O vale tudo 
Nacional 
/ 
Paroc consenso opintão pública n 
tonal que otamon vivendo o período u­ 
ro do cinismo, do valo-tudo, da impun 
dado o da irresponsabilidao, que an 
t· 1ompre foi condor vol, comanda, hoje 
em "ola perte, não omen.o na nolítica , 
ma ogqrnçadamen e m toda vida nacio­ 
nal, o que orna tudo e todos inseguron. 
Uns acusam levianamente, Ou ros e de 
fendem clnicnmPntn. Já nin se nnbP on<l­ 
termina a hone idade, a sinceridade e 
onde coça a desones' idade, a mentira , 
o debocho· g honos os o inocentes são 
confundidos com dononeston o culpndos, e 
os;o passam por acento correta no hem-in- 
oncionada, e assim por dinntc. 
Nn vidn púhlicn é onde cxp0rimnn·nmns 
mais claramente tal situacão. Mas, " as 
bruxns andam nol►ns Pm ►oda pnrtP". Ocar 
re que uma das piores consequências do 
um proccsno inflncionário violento, é a 
plena <lnstruicão <ln~ noções de valor dn 
umn sociedade, n d0rrocarl11 plena da ar­ 
dem moral, a licenciosidade, o desrespe1 
to, o império do mais for e, do mais es= 
perto, do aventureiro, da cinismo, enfim 
do antivalar. 
Podo dia e a toda hora, no serviço pú 
blico ou na vida privarln, omn-se conhe= 
cimento de um nova safadeza. Tantas e 
tais que já não se sabn o que fazer, se 
a tudo e a todos denunciar, e n que? 
Um casal, amigo meu, foi assaltado à 
saída de um supernercndo e cm meio a uma 
multidão. O marido reagiu, foi esfaquoa­ 
do, ferjmcnto leve, •elizmentc; a mulher 
gritou, pediu socorro, mas a multidão ao 
redor não se abalou. Todos indiferentes 
ao assalto. Aliás, observou alguém·- e 
os que morrom de fome, os sem-teto, sem 
casa, sem saída, sem trahalho, sem renda 
e sem persp0ctivns? r. o salve-se· quem pu 
der, no vale-tudo da ntualidade naciona- 
Na estrada, motarjstas dirigindo em 
sentido oposto, fazem r,inal de luz para 
mo avisar que logo adiante eu iria depa­ 
rar com a Polícia 
0ndoviária. Será que 
eu seria av1sado se 1090 arliante estives 
sem assaltando? Ou nlguém avisaria à PolI 
eia Rodoviârin se 11m motorista fosse vis 
to dirigindo embriagado, pondo cm riscÕ 
o tránsit" na estrada? 
Assisti ao último capítulo da novela 
"vale-tudo", e depois ao primeiro de "O 
Salvador da Pátria". Fiquei indignado ao 
ver_os "valores" ou pseudovalorPs ai oro 
movidos, e imaginando a repercussão n 
."';?Va geração, na nova sociedade em forma 
çao: Mais que isso, saber da liderançã 
nacional de audiência, seus personagens 
transformados em "íntimos" em herõis e 
e:emplo para todos os lares do Rrasil. 
. ~ntão, alguém disse: que nada, isso 
ai o Brasil, e ai? Não, no creio,quer 
di
7er nno e_bem assim, nem tudo é assim 
nem todos r,ao assim. Ou não? ' 
VICTOR FACCTOI 
CORRIDA DO FOGO 
EM DOURDDOS 
A Fundnç5o Cultural de Esportes de Dou 
rados, p omcvcrá junt2mente com o 22 SGT: 
do corp0 de Bombeiros no dia 02 de julho 
:, V_ :-lnn on,s d0 fc,go, que faz p?rte dccs 
come!!Jor2çÕcs da semam:. Nac i on,,l do Bombei 
rc, i prov& terá a largada ás 7:30hs du 
cidade d~ Fátima do Sul e chegada em fren 
te ac- corpc de bcmbeiros de Doura doe, nuõ' 
pcrcursc t'otal de 42.195 mEtros, sendo 
0 
recorde de 2 hc, 21m e 35 seg~ndcs. 
Os prêmios alc&ncan( a cifra de NCZ$ 1. 
600,0C·, méiis 31 t~fet...s e 90 mf,d?.lhas. 
As inscrições poderio serem feitas pe­ 
lc telefone 421-7247 podendo particjpêr 
homens e mulheres acimG de 15 aros. 
Indicador 
Escrítóri de Advoca ia 
RUA: 
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'tCL'FONE: 
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>r·t•si J1•nt,_ de, CRUB p:·nµtl!:; urr.;, ?"'t.:.f}r-- 
x·10 ~;<•~,n ,'1! p? ior 1 dr,r...!t•~ n;,c ior,ais pt 
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zcçao Ce 
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5.v1.'L. 
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!..< l• CC nVOC •,; ~ ( (!(J!:;-; •·S!._:••:: s~ [-· :-'. • C 
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1/ ~ . 	·,1tJi,1 ,. cor . ,,a E cr.1- 
1 uril. r• por isso, o Papa troa6rio IX o C 9- 
nominou " rca do Te,t monto". Nos "Pioret­ 
i", de São Francisco de Assis, ele apure- 
ce como "o maravilhoso vaso do Espirito Alv "cenouras ' 
San'o", em virtude do dom das Jír·qU/.lfJ . 'ln) cbrA dlr'illca. 
es ado nun conr-in ório. Pf'lo d1rnt • or e <' "ou m df ar apnas 
à 	ficácia com qu combateu os albigenss - dor: Porque e tornar 
- ~ 	guc• in fc •; tavu:n o nor t da I tá 1 ia e o Su J nnbrc do qu d Jc<1r • 
$ 	Dr_rAnyg, d Franca, mereceu o "ir@1o d ·sr1o ""1,"", "7]"..~aa 
don heregcr;". 
A Dire'oria do Gr& Nascido em Lisboa, em 1105, Antônio era atual!ze todas suas poten 
mio Pedro Rufino que descendente de Gorlofrerl0 de Bouillon, o he que educação ê a base de uua 
vrri fnzcn,lo mui ilG pro- rico chefe da primeira Cruzada, liberta - 'gear é criar, e rdo to de 
cõe,, n f1m de o.c-rcccr ao dor do Sun o Sepulcro e undador do 
- p, 	L, 	d 1, 	I+m, df+solução dai 'oras éclero+adnus qu 
bplnvir;lt·nr.c rnlll/J opçoes pa- t•Jno ,a·1no e , crusa ,• • 	~ 
lcizrr. 	Tinha 23 anos de 1dndc quanclo nbraçou a po~s!vcl. C o qu..- ocorri.! r, crla,ii" cf 
san':a pobreza franciscana. 	Quem quer ser Criador tem qu destr 
Assim que recebeu o hábi o, obteve per- or!"ose, tal qual a aarta que deve 
missão para ir à Africa, onde cnpcrava al- parn que 11 borbolct!l apar çn. 
cançar o mart í.rio. Mas a Providência reser A tarefa do filósofo não L criar, tt• 
C'avalhciro vara para ele ou ro campo de apon olarlo, ã que a<Juilo ,;ue srá sendo crludo v~n~l à 
foi c;uccsso rcnovnçüo espiritual da P.uropa. 	O cientista peRqulsa, está ser.do dif' ... 
/lo pisar o solo africano, foi acome ido que depende de recursos para que es A « 
de grave enfermidade, sendo obrigado a re- zada. O educador ao crl.,r algo dt.ve ter/ 
tornar. Aportando na Sicília, dirigiu-se ciência, do cfent{sta para d!vulgar a «ua 
para Assis, participando do Capítulo (;eral dasJc,enrão será válido o seu eRforço. 
da Ordem Franciscana. 	llá, poré:o, u:011 diferença l!ntre edutarl., 
. Retirou-se em seguida para a ermida do fessorcs. Profclisores, há muitos, r.:.as et 
Monte são Paulo, perto de Bolonha, insta- que niio é uoa profissão, é uca vocação e 
lando-se numa pc>quena cela isolada e talha ce de um grande acor e de uu:u grande sper 
da na rocha. llí, no mais absoluto recolhi- Os educadores são cooo as velhos érvor .. 
mento, consagrou-se à meditação das Sagra- suem uca face, um nome, uma histórta a ser 
das Escrituras e a exercícios de penitên - _ Habitao ur.1 nundo e:o que , o que vale c1 
eia. 	çao que os liga aos alunos, sendo que cada 
Depois de ordenado sacerdote, exerceu uma entidade "Suis Gene ris", portador de .- 
seu minist-ério especialmente em Montpel- ria, _sofrendo tristezas C? alimentando es~1: 
lier, Bolonha, Pádua e Toulouse. 	Ja os professores são entidades descart, 
Os milagres brotavam continuamentl'! sob habitam uo rr:undo diferente, onde O educ,dcr 
seus passos, como acontecia com São Fran- importa, o que interessa é um crédito Cu!: 
cisco de Assis, do qual foi contemporâneo. que o aluno adquire numa disciplina lde,tl'. 
E'm Toulouse (França) fez com que urna mu por uma sigla, sendo que para fins in&tlt..; 
la faminta desprezasse o feno e se. proster nenhuma diferença faz aquele que a adctnlsi: 
nasse diante da Hóstia Consagrada, parã O fato é que não dispomos de critérios; 
provar aos albigenses a presença real de liar esta coisa imponderável, que é a ed•~u 
Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. _ É um paradoxo que para conhecer o rund 
E'm Rimini (Itália), para confundir os e n~cessário silenciar sobre os hocens. 
Muitos, ricos ou pobres, fazem no dinhei- hereges e
nd
urecidos e· obS
t
inados, pregou O educador é um fundador de cundos, 
ro 
O 
valor supremo da vida. 	aos peixes, que vinham à tona ouvi-lo, e o de esperanças e pastor de projetos". 
Seria muito útil que estes adoranores :~zcde_i<;>rma taodmaravi~h:>sa que reduziu a Nao se prepara o c<'ucado.-, devecos acor,; 
de Mamon lessem o sea_uintc> trecho do os- 'e 'ato,ica gran e rnultidao de almas. que desperte de se sono 0 
N · d d d • - · 	· 	u P r um a to de a::o: 1 
critor l!enrik Ibsen, autor da obra "ca- a c1.a e e Padua (Italia), quando fa- gem. Acordados repeti - 
11 
nard Sauvage" (Pato Selvagem): 	lava em pleno campo para cerca de 30 mi] de novos mundos. rao 
O 
rn aira da fo;:! 
"O dinheiro pode ser a casca d~ ~.od,~.s pessoas, formou-se, ameaçadora, uma forte O educador trab lh 	• 
- t t d O - 	- 	a a com as alavras e 51'. 
as coisas, mas não o cerne. Traz-nos o a- ernpes ª e· santo pos-se em oraçao e a ue carre ao i 
lirnento; mas não o apetite, o médico; mas ~:mpeStad~ caiudapen';-s e~ orno da multi - as expectativ~~~s 
O 
as roibi oes,as ex!,r: 
não a saúde, relações, mas não amigos ; ao, sem incomo ar ninguem. 	As pess b 
servidores, mas não 
O 
devotamento; momen- Santo Antônio entregou sua alma a Deus fonna oas i tra alham com as palavras, t, 
tendo apenas 35 anos de idade De tal modo que 
O 
P. ntor trabalha com as tintas;: 
tos de alegria, mas nem a paz de alma 	d. . . _ . • 	ro com o couro· o pedreiro 1los. ' 
nem a felicidade". 	que a ivina providencia quiz man'i.festar são coi e Í - coo os t J
0 0 
• • 
Na realidade, só a prá ti· ca da vi· rtude seu beneplácito para com tudo que dizia o que s s~s. r ar e renovar a cada insta~t, 
" 1 d · 	e vc e aprendeu 
pode proporcionar ao homem a verdadeira 'marte 
O 
os hereJea", que sua língua bem É a 	• • 
- - 	- 	• 	nova roupagem at - d •• 
felicidade possível nesta Terra. 	c:>mo. seus o:i;gaos de fonaçao, até hoje es- até que t h • raves e intensa ,, 
i-------------------------~tao intactos. 	en amos ª capacidade de falar e (, • 
coo uma linguagem nossa. 
CLAXDE MEDEIROS 
S• 
an'o Antônio d 
De modas que a Sr0 Armanda 
e- equipe promovrratn no C.r0mi o 
to al. 
JÃ 
1
0 OI /1 
11, domingo, a Comissio das Srrs da Sec­ 
cional Colorada, prornoverno um Desfile de 
Modas 3n 16:30 horas no Cassino Paraguay. 
/Is roupas serão de DIAN/1 MODAS e a pro 
dução de Marco LÓris. Um ó irno programã 
para a tarcle de domingo, esse Chi-Desfile 
EST/  DE 
Parab0ns os organizadores da Festa Junina 
na Escola Ester Silva. A festa aconteceu 
~ia 03 pp .Muitas dunças, barracas com de 
liciosos salgadinhos, arroz carreteiro - 
churrasquinho, doces, forum armadas para 
atender grande número de pessoas quc> lá 
compareceram o ficaram satisfeitas com o 
que viram e ouviram. Fo1 sucesso total. 
O DINHEIRO N/1.0 t. VALOR SUPRO 
:·o! 
.o E 
sc! 
!'" 1tÕ 
[ 
' - 
I LSt 
·isa 
l vi, 
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a! 
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·:na 
" injc 
?lqur 
'Esc 
e, 4 
e±;1 
•3:ra 
Vem feteji nu arraii du Jarbas Passa 
rinho! 
ossa festança •ai sê nu 
Dia: l0 de junho de 1989 
Eoras: 17:0Q hs 
Vai tê: Quen 
nho e inté forró. 
ão, quadrilha, espeti- 
Aguardar.ias a sua presença. 
A DIREÇ/1.0 
FERNANDO RIBEIRO DA COSTA 
EGO!SMO 
_ Herança ev.idente de nossa antiga anima-. 
lidade, por toda parte, ainda vemos O e­ 
goismo a repontar em toda extensão do mun­ 
do ... 
• . 01 
a;Gee 
adia 
+ria 
Seia 
•2.±, 
,:, . 
"Tudo comec;ou ... Tudo continuou.... ,.. ·•e:. 
Tudo terminou, e 	,ra1 
felizmente reco:::eço✓. ::e~ 
Tudo começou nuo simples olhar, que e:-..:~ '::cc;ª 
nossos caminhos no caminhar. E cacir.he :~ •. 
tinuamos seguindo 	no •. : ·Cje 
O egoísmo! 	flores for ao surgin~: campo de nosso co:!,., . _Set. d' 
Em família, é o exclusivismo do sancrJe Tudo cooeçou de u.-:i.modo difereute, ~::e '._~_:_~º•u.: 
No lar, é o narcisismo doméstico. ~ • com nosso coração. 	-- ., 
Na ofici d t b lh - 	Tudo começou - 	d#·•, ••
0
~ 
1:1ª e ra a o e o despeito. nosso c _ • e nos nos apaixona::os, " 'tr•i;' 
Na propriedade transitória, é a ambição dr sólido, º~~~ao, um mundo inteiro cria::os, ~ -:,~~
0
• 
posse desnecessária 	tal al 
1
_ de fantasia, uo nundo valioso ~s--: 
Na cultura da inteligência é a vaidade in- • egr G. 	.,, :--ra 
telectual. 	Tudo começou de 	e el., ?i- 
N · · - 	a partir do i u aror fascinante es ° ao 
' a i"?norancia, é a agressividade. 	fa nstante em que se tornou co-·. •,: j ~ 
Na riqueza amoedada - - • t - _ u 
O 
cooeçou 	e: •• ' e 
» rrcs, @si$G2%4. rs@,gg » ...M.": :.5..f 'z, 
. Na madureza, é o azedume. 	u 
O 
começou n b 	i•~= •• --ho 
Na ·., - 	e então pr um eijo apaixonado e ·,◄ ,'..,,~ • 
mOc1a ade, e a ingratidão. 	• 
0
mete"'os no 	te ..,, 
0
S 
No ateismo, é a impiedade - 	tudo foi felicid d s amar eterna=e"."e 
Na f 
1
, 	tioento i ª e, eu sentia um esçra--.✓ , 
e re igiosa, é a intolerãncia. o.i.m. • po s era triste Pensar e vê-l " 
Na alegria, é o excesso. 
Na tristeza, é o isolamento. 	Tudo continou - • ,,: ~ - • 
Nos fortes, é a tirania_ 	nha acabad so tristeza, e que o!:,.. ~:;i 
Nos fracos, é a astúcia. 	grande von~a:ra d quase certeza, n:as sent ,,..., '(__::-:-;;-?é:i. 
Na afetividade, é o ei@e. 	zg=4isto,,""?ar. de ter sr"fR?5 
N d 
- 	P • e no 	tornarmos perfeit0
5 
~ ~➔
3 or, e o dese,,;:>ero. 	• s aoar _ 	-é'·:e 
No mimetismo oue lhe ;;. oróorio 	Tudo recome 	_,.<' 
d 	- 	as' , usa en to- cresce.os a çou, e desta vez para s..-,· ,. 
os os setores as mais 1 versas mascaras 	e esenvol 	al-,,. 
e qual o joio que abafa c trigo, conoarec~ gora podemos ser fel~emos nossa perso:.,:o~/ 
igualmente nos corações qve a iuz 5 zer e resposa±1a,,"°» Pois te,,:s' 
cite, em forma de colera e irritação, desã Tudo recooeçou par': muitos ~ c5i: 
n:uno e secura... 	Junho, que é data para nos dois. :. n ,,::, 
Se desejamos dar combate à praga do e o- - ra os jovens que cenamorada, deixo uo,_-~__... 
mo na aleba da alma saiba!êos est<>nd g 1s xe de amar me 01:let;aram a caoinhada, ~ 
d d
-: 	, • -ª er senti , smo que t h lutar, 
ca a ia, as nossas disposições de • ' rec necessid en ao que •: 
Pl 
. . _ 	mais an par d ade de 	er w 
o serviço ao oroximo, e aorenr>endo - .a epois rec se sepnrar p 
de d - • 	• • a ce- p, :omeçar 
r 'e_nos mesmos, entre a humildade e 
O 
ois o amor - • 	,1t:' 
sacrificio, no bem de todos, conquistare ckc~tos, um cam.1ne uma caminhada ae 
mos com o Cristo a olenitude do amor nu:, unico pens ha florido, trilhné
0 
• 	• que 	::U,,ento 
-- zz- ---- ----. 	..: 
--------=====--=--:::---- 
,"NAMôRADOS"