MATO r.aonso !)O SIJI, ua flr • l do s, o itor dov orar, f'ILF0 ·re uni: de L ·stão 6 r aos ' idaé1 (o e;. sal) • p•· tão é de' 'lte i ris a, ' robl as5. Sob a coordenação do Ivaldo Pereira e Supervisão de Eduar­ do Ocariz, o Rotary Club de Bela Vista rrializou domingo pas sado, em sua séde, o to Seminário ds Infor mação Rot5ria. - Vários paies ran­ es falaram a respe1 o do Rotnry e s ui objetivos. O Prenidcn e n­ trante, binio 89/90, Sydncy Nunes Leite, desLacou o tema "Fo­ calizando o Rotary", • Sydn y Nunes Leito as e : ·º " sc" 3:° 1a' 1h0° / lnfor · 1f FALTA REMETO NO POSTO DE S,IJDE "llR. •·10Rl NU­ RANO"; CIGARROS NOS ONI 'S, UM PRO!LEMA S~RI? CLUBES. DE LAÇO SE PREPA RANDO PARA JULHO; 11 TÀ çA CIDADE DF. BELA VIS­ TA; ETC ... Do jeito q/ os leitores gostam,o In forme TF está nn • ,ô3 ANO XVIII ti 0 951 10 DC JUmO l)g 1989 r SEMINIRIO _DE FORMICAO ROTÁRII A Secretaria de Ação Social e Comunitá- pl~ntação de rede de esgoto e para cons­ ria-SASC-órgão vinculado ao SADEN, liberou trução de quadra polivalente. recursos para onze associações do municí - Também receberam recursos a Associação pio de nela Vista, num total de NCZS de Moradores da Vila Cohab, do Jardim Es- 33.090,00, para projetos que vão desde a- pírito Santo, Baixada Fl11minense, do Dair quisição de caixas d'água, telefonia comu ro das Primaveras, do Bairro Costa e Sil­ nitária, quadra de esportes, até material va e outros. para apicultura. A Princípio, também esse repasse de ver Foram beneficiadas, entre outras, a So- bas serviu substancialmente para as Asso= ciedadc Comunitária de Habitação P_ppular de ciações agilizarem suas documentações pen Bela vista, que recebeu NCZ$ 1.200,00 para dentes, e agora somam mais do que nunca as aquisição de caixa d'água, tanques e padrõ forças de suas comunidades, para num tra­ es monofásicos. - balho conjunto encontrar a solução para os A Associação de Moradores da Baixada Co seus problemas. rinthiana recebeu NCZ$ 3.190,00 que serão As Associações bclavistenses,. com ore destinados ii aquisição de material passe da S'/SC estão mais fortalecidas. r-- .:......:, _ _;__ _ _...:__.;....:..__.:..._.:....__::....::....::....;.:...., CIIS) OE ILI Pronav Municipal , comandada pela Sra. Cecília Moraes, pro­ move curso de Culiná ria na sede da ASPU­ BE - Associação dos Servidores Públicos Belavistense, com o único objetivo de es pecializar em prntos simples, econ6micos e saborosos ás 32 a­ lunas matriculadas , que em turmas alter­ nadas de 20 à 60 fei ra, aprenderão em três meses a arte de cozinhar. As alunas são pas sados gs segredos de, E /GEMI. um simples arroz e feijão até lazanhas, bolos e sobremesas ficando com o curso completo no final do período, dando capa­ cidade para cozinhar bem tanto na própria casa como no traba­ lho, onde profissio­ nais que cozinham cs tão cada vez mais dÍ ficeis de se en­ contrar, gerando consequentemente uma valorização profis­ sional dessa ca - tegoria. abrangendo .odos os setores do Ro ary e os tr balhos desen­ volvidos pelo RI em dezenas de paínes. Sydney deu um cn foque especial a reG peito da Campanha PÕ lio Plus, que o RI -------,-------- O Vereador Jorge de Souza Rosa, do PTB apresen­ tou requerimento na Câmara ~tunicipal para que se oficie o atual Presidente da Associação de Morado­ res do Distrito Nossa Senhora de Fntima, para que traga à esta Casa de Leis os livros (iscais e to­ das as notas, bem corno os Editais de Concorrência Para venda da; Sucatas daquela Associação, se que houve venda. Eo sua justificativa, o edil argument:a: "tendo e vista os boatos que correm pela nossa municipa­ ltdade sobre o envolvimento de um Vereador em nc~o cia'as naquela Associação, pedimos o comparecimen­ ~- Jo citado Presidente daquela entidade munido :ys respectivos documentos, para que esta edilida­ oe possa analisar e se defender de futuros envolv! :ientos". e MOÇÃO DE CONDOLENXCIAS O Vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, apresen­ tou Moção de Condolências à família do Sr. Guilher e da Ros·, pelo seu falecimento no dia 06/06 pp. VEJA AS NOT!CIAS DO LEGISLATIVO SEM PÁGINA 02 DESTA EDIÇÃO. BELAVISTEN o Deputado Estadual Henrique Moraes Dedé; a respeito da matéria publicada pe la imprensa escrita da capital no Último dia 20 de maio sob o título "EX-PREFEITO DE BELA VISTA É ACUSADO DE SER CORRUPTO" vem de público esclarecer o seguinte: - Em nenhum momento foram citados no­ mes de prefeitos e ex-prefeitos como en­ volvidos em atos de corrupção; O surgimento do nome da empreiteira na citada matéria partiu de pesquisa jorna­ lística efetuada pela própria reportagem do veículo que publicou o artigo; Como membro do Poder Legislativo, ape nas cumpriu o seu papel constitucional que é de fisculizar os atos do Poder Exe cutivo, ficando a apuração dos fatos sob a responsabilidade dos envolvidos ou do Poder Executivo, se assim o caso reque - rer; - Questionou-se apenas a posição da SU ~EC~ com relação ao fato, visto que este orgão foi arguido pelo parlamentar atra­ v~s da Mesa da Assembléia Legislativa,po remi nenhum esclarecimento foi prestado; Finalizando, não é postura deste par lamentar, como é do conhecimento da popu laçao de Bela Vista,nortear sua conduta na vida pública através de acusaçõ~s a qualquer segmento político. desenvolve visa,do erradicaço da Polio mielite do mundo e os diversos projetos da Fundação Rotária.Dis sr ou a respei.o da es rutura tuncional do Ro ary e o seu pa pcl no mundo de hoje. Bela Vista·- MS, 30 de Maio de 1989 HENRIQUE MORAES DEDt - Dep. Estadual . aiile Dentária O Prefeito de Bela Vista, preocupado com o alto índice de cárie dentária entre crian­ ças na idade escolar de 06 à 12 anos, que chega a 98% nessa fai xa etária, contratou~ junto a Fundação SESP um dentista que aten­ derá oito horas/dia a estudantes das esco - las municipais, êanto na zona rural quanto urbana, bem como das estaduais, com um mo­ derno gabinete odonto lógico portátil. - Na opinião dos pro­ fessores, esse tipo de atendimento é impres­ cindível uma vez que diversas crianças fal tam aulas por causa da dôr de dente, inclusi ve sendo necessário muitas escolas Possui ren anestésicos- para socorrerem os alunos que se queixam de dôr. • O atendimento terá início ainda este mês. 0,20 Svdney e um dos candidatos a Governa dor elo Rol .ry Club-; Dis rito 447. A cober ura com­ plet do 1o Seminã - rio de Informação Rg aria es r,as pag1- nas 4, 5 e 6, Saneàmento Básico No sequndo semes­ tre deste ano vão a­ con ecer melhoras no nível de saúde da po pulação belavistense uma vez que já foram liberados 80 mil cru zados novos pela Fun dação SESP, através do Dr. Haroldo Fer­ reira Galvão, para o­ bras de saneamento bá sico, ou sejam, desde esgotos. A falta de sanea- 7ento na cidade au­ menta a incidência de doenças causadas por micróbios, vermes e outras substãncias no civas à população, a lém do mau cheiro pro pagado pelo esgoto a céu aberto, como vêm ocorrendo em nossa ci dade. Ainda através do Dr. Haroldo Ferreira Galvão, o Prefeito Ed son Moraes conseguiu 200 módulos sanitári os "Privadas" oré-fa bricadas, para for cer à população ca= rente. O Prefeito re- mona­ rá em Bela Vista uma fábrica desses sani­ tários, já que 100% dos moradores de bai xa renda possuem pés simas instalações,on de a precariedade de banheiros chega a ser uma afronta as condi çÕes mínimas de hi~ giene humana. O M E N T A ' D O udo sobre a socie­ ade belavistense e s fatos marcantes, a P GINA 08. ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÃ.RIA CONVOCAÇÃO A Diretoria da· Socieda.de Aerodesporciva ".are­ chal do Ar Alberto Santos Dumont, convoca todos os Sócios Fundadores, para ura Assembléia Geral Ord! na ria, que se realizará às 19 :00 horas do dia ll. de Junho do corrente aro, nas dependências do Grênio dos Subtenentes.e Sargentos P. Rufino, por delibe, raren a ma teria abaixo declarada na orde do dia' ORDn-1 DO DIA: Eleição da nova Diretoria para O e­ xercicio 89/90. Bela Vista-MS, 07 de Junho de 1989. DIO:-IEDES SAKDHt DE ÁVl.LA - Dir.Pres.da SAMAASD. Sudego doa mais mi Ambul@n@i@ para e Vista volvimento da Região Centro-Oeste presen po Grande a disoos· - .' • 'an Tambem sao feitos socorros de emeroên- teou B 1 . • - - . v r açao donossomunicipio cia à pacientes do Ho • t 1 s- • ~ . e a Vista com uma moderna ambulan- • A Secretaria Munici al d S -d • • psi a ao Vicente de eia que deverá chegar a nossa cidade den nha em média 40 doe,i. " ?ude encani- Paul3, quando por algum motivo o Hospital tro de . . . - .- . . s as c 1nicas espe- se ve na inoossibilidade d f - 1 • do _Poucos dias. A inforacão partiu cializadas que vão desde a • • + l • e aze- o em sua Feito dson Medeiros de "oraes que pericia médica em loja,Piquiatria até Própria ambulância. Com o recebimento de eve na capital contactand ~o~ o or- Graride, Dourados e Acª·à a es como Campo ma~s uma =~ulancia, o municíoio estará ui auana. mui to ber.t ··a tendido nesse setor. 1 - Câ■ara é t , eia !t!OfC'i<"/(O Ili ll'J',/H9 WvToR±_VEffR_ÜõRGE DE OUZA ROA Para que eja dispensadnu as formlida de, quo seja endereçado expediente a0 Exmo. Sr. Pre'eto Municipal com cop1 ao encarreqado do AAE, para que informe à f'!l a Casa o por quê do não fornecimento do áqua no bairro Costa e Silva, ----------------------------------------- ----------------------------------------- I4D1CAÇO NO 101/9 Nri? VER+jf JORGE DE SOUZA ROSA Para que seja endereçado expediente 1o I1mo. Sr. Joé da Cruz Toledo, Chefe do escritório local da Enersul, da possibili dade de colocar luminárias na Rua Afonso P0nn, enLrc o oficina do Sr. nira e oco­ léqio Dr. Joaquim Murtinho. Tendo cm vista, que os .a parto da Run /lfonoo Pen,, 0ncontri1-SC eomplct-nm<'ntc no e neuro, e por ali, circula uma boa quant1 dnde dn alunos que sncm tnrd do col~gio. INDIC'AÇ • ~ ivTóR: E"v""!-: !OS ALBFFTQ cfR1z l r• tar orni' A Cc conclu:u- e de Lei. ----------- ------------ ----------------------------------------- INDICAÇAO NO 102/89 IUTOR: VEREIDOH JO!lGF. DE SOUZA ROSA Que seja cndorcr;ndo expediente ao Ilmo Sr. José da Cruz Toledo, Chefe encarrega­ do do escritório locnl da Encrsul, no sen tido da po,:;sibilidede de colocar luminá:: rias na Ruo Coronel Poncc, entre Voluntá­ rios da Pátria e Afonso Pena. O local encontre-se na escuridão, sen­ do necessária a colocação dessas luminá - rias com a máxima urgência. ----------------------------------------- INDIC/ÇÂO NO 103/89 AUTOR: VEREADOR JORGE DF. SOUZI ROSA Pede-se que seja nndcrccado expediente ao Ilmo. Sr. Josi da Cru~ Toledo, Chc'e encarregado do escritório locnl da Ener­ sul, no sentido da possibilidade de colo­ car luminárias na Rua Barão do Triunfo entrada do Bairro Espírito Santo, pois por ali passam todos os moradores do refe rido Bairro, e esta é uma antiga reivindÍ cação dos mesmos, pois o local está com­ plctamente no escuro. ----------------------------------------- Pede-ne que seja endereçado ezp+diente ao Ilmo. Sr, Nelson Pedro Pereira, Geren­ Lc da Viação Cruzeiro do Sul, nesta cida­ de, para que compareça à esta Casa Leq1" lativa no dia 07/06 do correne aio, para que preto esclarecimento obre os requ rimen'os nog 025/99 do Vereador ydney N! nes Leite, e no 038/8!J rlo nr••ndoc !,1rc"­ lino Cássio B. Acioli, is 19.00 horas. ----------------------------- ----------- INDICAÇÂO NO 110/89 TUTOR: VERE7Don SVDNEY VUFS LEITE INDICAÇÃO NO 104/89 AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA Solicita-se que seja endereçado expe­ diente ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo , Chefe do cscrit6rio local da Enersul, no sentido da possibilidade de colocar lumi­ nárias na Rua Tiradentes, entre a Rua Ba­ rão do Ladário e Rua Alccbiadcs Bobndilha da Cunha. Tendo em vista, que esta parte da ci­ tada rua, encontra-se em completa escuri­ dão. ----------------------------------------- E!VENTA: Subs i ui;ão de Luminárias o Repo ição do Braço do Sustentação do Luminária. Indico ao Exmo. Sr. Prc-fni o Municipal dispensadns as formalidades rr-qimc-n aiB , no sentido de: l) A Subs ti tu ição de luminã ria, ne osqu ina dn Run Alccbiades Robadilha da Cunhn, com a Rua Tirndontes. 2) à Substituição de Luminária, na esqui­ na da Rua Santo lfonso, com n Pua da Repi blica. 3) A Reposição do braço do sustentação da luminária, Rua Alccbíadcs nobanr.ir~:· médico, devido a distância e as dificl des pare se atingir as ~on"es r(' i:c>cun· -------------------------------- PEQUFRIMF"TO NO 060/89 ÃvTOR: V5PDOP ROE? 'ORAFS SIMUES Pede-se que seja endereçado ei:;it?c:ic:: te ao !lmo. ~r. Fernando Jorce de n"~ Ena?. Cheo da 160 Residência do Ders­ nesta cidado, co cópia ao chefe da Civil, ~r. Olavo Vilela no sentido •· determinem a colocação de Placa de i"] li7.ação, conserto e pintura (brancal ~ Ponte sobre o C6rreqo Candelão. JUSTIFICNTVA: Solicitamos o atendo] deste regeste comn a máxima urcncia, " vido aos vários acidentes ocorridos re:'eric'a ;::,onte. Pede-se que seja endereçado cxpcãiente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com có­ pia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo chc fe do escritório local da Enersul, solici tando reparos nas luminárias que estão quel..llladas, no Conjunto Habitacional da Co hab. • t INDICAÇÃO NO 107/89 AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÁSSIO 13 .ACIOLI Solicito que seja endereçaào expedien­ te ao Sr. Prefeito Municipal, àa possibi­ lidaàe àe iluminar a Quaàra de Esportes da E.M.P.G. "Jarbas Passarinho", já que a mesma atenàe os moradores da Cohab sendo que, os mesmos só podem usufruir da refe­ rida quadra a noite. INDICAÇÃO NO 108/89 AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO B.. ACIOLI Para que seja endereçado exoediente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com cópia ao Ilno: ~r: JOse da Cruz Toledo, Chefe do escritorio local da Enersul, para ente os mesmos atendam o abaixo-assinado dos -------- ----------- ----- P,EQUERHAE:-:~n ~•o (151;/89 A~ missão de Finanças e Orçamento da AUTOR - Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de : EFOF CARDOS ALERTO QC> Mato Crosso do Sul, examinanào o Projeto Para que seja endereçado expedie~~ de Le1. no 005/!lº - Vereador Jorge de Sou- Pelegada do MEC, Prof. Mariza Ser: za Rosa - "Dispõe sobre a regularização Ferzelli, no sentido que informe à "", de academias e 1tidad :t5: Casa Legislati: i ,missão, após estudar atentamente , conclui-se F/VORÂVBL ao referido Projeto de Lei. ----- -------------------------------- ":c R o 11/89 cone=!o n LEGISLACIO TSTICA E REDACO Fn ±> A r.om.issão de Lcqislação, Justiça e _ JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (rUNDADO ~! 20 DE FEVEREI.RO DE 1972)· ~"DADOR: IVALDO PEREIRA REDATO~ CHEFE: IVALDO PEREIRA PRESTE: GILso SIA sANTos REPORTAGENS: UALDIXO RODRIGUES E LUIZ E" NUNES CORREA. - NOT!CT AS· ABDI ••✓--,. - • · • , AE, PLANALTO E CORRÉS?OSD:-'i-- REDAÇÃO, ADI!IS: :A <» R - • • • TRAÇ o E Pr..Rou- GRÃ►1co: o ., epublic:a 56' C • , • e. • • (0 3-141o'-s< !ia Posa1 23- F;".g de Titul ~ Prop~ia - Registro no .,.. os e Documentos ng 35. tlu . ' 19 Falta Remédio· no Posto de Saúde Dr Q Fiori Murano - --- ----- ..., sta semana, em conversa com alguns amigos do DIs jto Nossa Senhora de Fátima, recebemos alumas re laações ontra a falta de remédios no Posto de Sai l Dr. Flori Murano, daquela localidade. Segundo e­ les, estão fal tnndo desde os mais comuns analgésf - os até materiais para curativos e atendimento aos a s o s m a f s simples.Entendemo q u e a medicaçao pre- ésa antes de prescrição médica, mas cxlstem os ca­ s em que o funcionário do Posto, que no caso do lstrlto Nossa Senhora de FntJmn trota-se ele Ulll pro ilHslonal competente, pode receltor o medicaçiio in- .. dlcado, o que não vem acontecendo pela [o! to total ité mesmo de um melhora!. Temos a informaçao de que esse ano apenas umn vez um profissional de saüde e.'! teve naquele Posto, o que, convenhamos, é muito pou o nr, , o para atender o Distrito Nossa Senhora de F.itlmo, que conta com uma população numerosa. AIG Secreta - ria Munlclpol de Smide, os "nuncativlanos" pedem um e dizd thor atendimento à sua saúde. al d ) ( . i, an . [TE l]o Pre:: de ! Ç3M ! a muni· Corri cor.( cajú .. d ~- A Cigarre s liir llena Sério H,Os. , saúrl' aae " Todos snhcM q~~ o fumo foi proibido por lei den­ tro dos Õnlbu,: de transportes de passageiros. Acon­ tece que tcis alf:Ull>S fumantes inescrupulosos que in­ ilsten e poluir as narinas alheias com o seu vícto. Esta semnnn, no linhn Ponta Porii/Bela Vista,ho­ ate· rõrio das 17: 00 horas, quase que duas senhoras se Pea no tnpa devido o cigarro. Uma delas não esta tan.'a nem aí para o "estômago" n]hcio e insistia cm "pitar" o seu "estoura peito". Ao ser interpelada or uma das passagcirns .que t inha em sua companhia , a senhorn grávida, se lintitou a retrucar e cont_! nuou polulnd,, o ambiente. Disse à reportagem a ci­ tada senhora que "o cobrador do Ôn lbus foi comuni- 'ilÍS tado do fato e não deu nem bola". Afinal de contas t lel ou aquc la placa dentro dos carros onde está -: • -. di d ·±.. sr!to "É PROIBIDO FUMAR" é só para stra r os , e:lssageiros? d"" ei" dc° da nossa tradicional exposição agropecurla, a EX­ POIIEl., no próximo me; de Julho, proov1da pelo in­ d{cato Rural de Bela Vsti S gundo os laçadores bclnvlstennes, "quem qui ser lcvnr o t {tulo de no sa cidade vul ter que ln ar muito". Na próxima e dtçio estaremos batendo um papo coia um dos populnres 1uçadores nossn cidade. Aguar4em. No foto oo lado, o Pa triio cio Clube de Loco n= la Vistn, Jos~ Lulz Lou­ reiro, qu<• juntamente com n suo cl1retorin vem a1l zundo os trabalhos para o ténnino da moderna e acolhedora instalações do clube, Ao Pntrõo José Lu­ iz, Patrão Vitor Fclix Ro jas e lnçoclores belavis= tenses, desejamos suces­ so na festa de Bela Vis­ ta que se aproxima e que rem, honrando a tradição pre grandes laçadores. façam o melhor que belavistense ele ter pude- sem- Expoiel Prometem oito Acreditamos que este ano a Exposiciio Agropecuá­ ria ele Bela Vista vai ser uma das mais concorri - das dos Ültimos anos, quando deverão estar eia nos­ sa cidade milhares de visitantes, expositores e par ticipantcs da maior festa de nossa fronteira. Sin­ dicato Rural de Bela Vista, Prefeitura Municipal e derais envolvidos na promoção da EXPOBEL vim trab~ lhando cm ritmo acelerado no sentido de fazer uma festa em Bela Vista que atinja as melhores expec­ ta t ivos. Pelas pessoas envol v ldas na organização de nossa EXPOBEL acreditamos no seu pleno sucesso. ara Ciiale l Mela Vista ' BRIGAS , ÂGRESSÕES AO ÁRBITRO E MUITA "BAGU);ÇA" ! Festas Juninas_ ae co. rafs bonf na a Escola da" é Eco a anças das boas G!! Oiscoteques no Grêmio em Clima de Namoro lfo sC"xtn feira pp. o Escola Dr . .lo:,quir.i :'urti­ nho promoveu no Grêmlo Pcrlro Rufino a "cllRCOtt'quP dos Namorados". •:n oportunidade o clube esteve to mado por gatinhas e 1atões, todos procurando Coe que não tinhnm, é claro) um(u) pnrceJro(a) pn10 dar(ou ganhar) presente :10 dia l2. OH que tinham (ou arrumaram) só reclamavam das luzes(estava mui to claro), eles queriam mesmo o cscurinho do cin~ ma!! NO SÁBADO AS LUZES FORAM APAGADAS! ! E a moçada pulou e dançou até a r.10clrugndn. Des sa vez não reclamaram, cava do jeito que eles gos tam. E os diretores avisaran· "o escurinho vai CO!:_ tinuar, mas o pessoal teia que se comportar". Está certo chefia, m7as te7os certeza que eles vão se comportar sim, afinal de contas quem náo gosta de um escurinho para dançar? COMO XÀO SE conEXTA A GREGOS E TRO!A);OS .... Teve uns que ~o sábado também reclamaram, des­ ta vez do escurinho. Segundo eles, "não enxergo n~ da aqui, como vou arrumar uma gata? Ou tava cego (não era tio escuro assim) ou era dcculpa por não conseguir uma gatinha. '.-las denos a sugestão: "Fl­ ca na portaria (é claro), quando passar uma voce pula ant-,s de chcpar no escur1nho"!! BRINCADEIRAS A PARTE, VA.V.OS AO Ql'E l!TERESSA! ! O final de semana esteve movimentado em nossa cidade, festas caipiras, dlscoteques nos dois cl~ bes, desfile de moda no Paraguay, enfim, o bela­ vistcnse, pelo menos nesses Ültimos dias, nao po­ de dlzer que a nossa cidade está parada. "O duro ê ver as minhas lágr lmas escorrerem Por eu nà ter vencido, mas o pior de tudo, é l !:linha vergon.,a por eu nao ter lutado"!! Clubes de Laço se Prepa­ rando para Julho Cl Os Clubes de Laço de Rela Vista, São Geraldo e ube de Laço Bela·Vista, estão em 'ranco prepara- Ivo A V. e para a grande Festa do Laço se a sta qu stará acontecendo simultaneamente coma realização l Quem foi ao Estádio Municipal Octávio Fontourà na Ültima rodada de classificação da Taça Cidade de 1 Bela vista, pode assistir ao incidente nojento,ba_! xo e inescrupuloso acontecidos quando a equipe da, Baixada Fluminense enfrentava o Clube Atlético !'ia~ 1 tico. Naquela oportunidade o árbitro da partida, / Mauro, foi simplesmente agredido por alguns atle - •· tas da Baixada Fluminense que, ao se verem comple- •• , tamente envolvidos pelo clube Atlético Nautico,pe! dendo a partida e sem as mínimas perspectivas de u-[' ma reação, resolveram apelar para a violência, co- 1 mo se tal atitude resolvesse alguma coisa. O pior é que até mesmo um diretor do clube andou dizendo pela cidade que "se estivesse lá ajudava a bater". O que é isso, o futebol deve ser, acima de tudo um esporte. E esporte quer dizer lazer, diversão, aperfeiçoamento físico e espiritual. Atitudes como essas proporcionam um momento muito feio para o es­ porte belavistense. Hoje já não se lembram mais que na partida decisiva do Belavistio/88, entre a Bai- • xada Fluminense e o Grêmio Esportivo União, o mes- mo árbit-ro deixou de marcar um penalty muito claro contra a Baixada (não viu), o que poderia ter dado ou ' tro rumo à aquela decisão, já que com a conver =-~~-C f_i_l __ f f ....;.. i ..:::, - d - - . orno o oe otogra 1co esta nu to caro,estive- sgo o penalty O Gremio seria o campeao. Hoje, por mos nas festas uninas observando os casais de dan nao conseguirem vencer o Nautico, o arbitro apa - . J nha. Sem comentários!! Nos reservamos o direito de çarinos das musicas caipiras e apelamos para a ca criticarmos tais atitudes, pois quando da conquis- netinha. Vejam so O que saiu. ±e±E:E.±E±± ALMOÇO NO GREMI a Baixada Fluminense e sua diretoria. Hoje, quando • • · :rs±: " - te belavistense, não podemos aceitar que tais ati= tudes anti-desportivas venham levar por água abai­ xo todo um trabalho de abenegados esportistas bela vis tenses. .. Grêmio União é Campeãó-. Neste domingo, dia li, a equipe do Grêmio Espor tivo União sagrou-se campeão da H! TAÇA CIDADE DE EELA VISTA ao derrotar o Clube Atlético Nautico p~ lo placar de três(03) gols a um(Ol). O resultodo final da competição ficou assin· lQ Lugar: GREMIO ESPORTIVO UNIÃO; 22 Lugar: CLUBE A­ TLETICO NAUTICO; 3g Lugar: ASSOCIAÇÃO ATIÉTICA BAN CO DO BRASIL; 4g Lugar: BAIXADA FLUMINENSE. Aos canpeoes e a diretoria do GREMIO ESPORTIVO UNIÃO nossos parabéns pelo título. O Grêmio dos Sub-Tenentes e Sargentos Pedro Ru fino está oferecendo a toda a socledodc belavis = tense, aos doru.ngos, alnoço com cardápio variado, desde a tradicional feijoada, frangos, comida ca­ seira, etc. Aceita-se também encomendas de almoço para festas , tanto no clube coo fora. Os inte­ ressados é só entrar em contato con o clube, fa­ lar com as senhoras Irone, Maria da Penha ou Mer­ cedez, que são as componentes do Departamento Fe­ o.inino do clube e encarregadas da área. Falei!! A,BB PROMOVE TORNEIO DE SENIOR E FESTA CAI.PIRA! E.~ homengaem ao saudoso Luiz Carlos Nazareth , que foi serente em Bela Vista e Superintendente do Banco cio Brasil no Estado, a As~ociação Atlitica. Banco do Brasil de nossa cidade está promovendo a 3 COPA SOÇAITE DE SENIOR(nais de 30 anos) contan do coo a participação de vã rias equipes. No dia 02 de julho a MBB_promov.e a sua festa junina, na o­ porunidade serão sorteados vários prêmios. Bay!! I A COM MUITO • BRILHA TISMO, f OI Z F SEMINÁRIO DE INF ORMIÇ- O ·Rolá li o No dfa 4 de Junho, domingo em sua ede, o Rota­ ry Club de tela Vista promoveu o [2 Ser/lnárlo de Informação Kotir la, sob Coordenação de Ivaldo Pe relr e Supervtão Geral de Eduardo 0cárlz, Prei­ dente do rluh. ) Semfnirfo abrangeu diversas pules 1r,l/ n r,•qpi•I o ,lo Rotary, wua filosofia, obfeti - vos e estrutura func lona l. A nhoru,rn foi g 09 horas, com o Presidente - nldnndo ori tr11b11lho•, " falando do fJi)lnlflcndo da­ que la reunfio, "um/1 J.nlclotivu vJ,rnndo c1prit:1ornr on conlwcirll'nLos do Hotnry e fortalecer o compn- nh<' lrl omo". ' Iv,,tdo Pcrelr11 nbrlu o cl.cló de pnlestrnn com o te11111 "l'ilor.of ln do HoLary"; Sidney Nunes Leite, "Fo cotizando Rotnry'', Luiz Cariou Ruhnl, "Serviços ln tcrnoa", Eduardo 0curiz, "Servlçofl Tnternacio: nois"; Jva11 Mnrques, "Scrvlçon it Comunl.dode"; Vll­ son Berte 111, "Serviços Pro[ iuslonais"; Fernando de Freitnu EI inH, "Fundnçiio Rotár la" e Geraldo !loc cln, "At lvldudeA Pró .Juventude". - No final do Seminirio, Carlos Alberto 0cáriz, o voliou os trnbalhos, afirmando que "foi um dos me: lhores acontecimentos do lotnry nos ,iltimos nove anos". Presenças Fora~ registradas as presenças dos seguintes ro tarianos e esposas: Eduardo 0cáriz e Ana Maria; Gobino Loureiro Gabinio; Simon Echevcrrio; Uaroldo Braga Cavalheiro; Miguel Brandão Delvalle e Heith; Ivoldo Pereira e Hario Estela; Carlos Alberto Ocáriz; Sidney Nunes Leite; Gerardo Boccia e Dorinha; Fernando de Freitas Elias; Luiz Carlos Rahol e Maruce; Ivan Hnrques e Graça; Vilson Bertelli e senhora; Suleiman Tebicherane; Estavan Bozzano e Nida. O Presidente Eduardo, após n reuni;o, sorteou brindes aos rotnrianos que tiveram frequência 1007., e entregues, pelo Coordenador, "Diplomas de Parti­ cipaçno". Palestras t SERVIÇOS À cmruNIDADE Ilhe de dólares asto atualmente para mi rar o sofrimento dos mais carentes, Senti o or ,Jt,,:, em contribulr, com nossnts cotas, para a Funda ciio Rot,irto. Apln11dlc!o. O companheiro Ber - telli, com sua cultura brilhante orador, conse guiu sintetizar, com pou­ cas palavras, o reol sig­ nificado da ÉTICA nas re­ lações humanas, sobretudo no trabalho. Falou de ex­ periência de sua juventu­ de, quando conheceu o pen sarnento de Gandi. E disse quc_a ética e a busca da verdade são objetivos per menentcs do homen que PEN SA. Foi brilhante. Fa­ lou sobre SERVIÇOS PRO­ FISSIONAIS. lJ0CCIA f. ESPOSA. Com o seu entnslnsno o vibração, Gernrdo falou .: respeito de "Atividade, Pró .Juventude", discar - r~ndo sobre a crlnção do· intcrecat e Rotaracts, fa lando dos jovens e do mu,,do de hoje, dn ncccssid.~= de de entendimento e compreensão. Lc!'lhrou tn:::bén que o Rotary deve continunr a sua luta pnra escla recer os jovens a respeito do uso de drogas. Tra­ çou um paralelo do jovem do futuro e do joven de hoje, afirmando que o Rotary pode e deve ser un dos caminhos para a formação de um mundo melhor. Foi o tema do Ivan,con ouitu segurança e com A­ quela verve que lhe é pe- 1 culinr, enumerou ns obras do Rotary no i:.undo, de suas ioplicaçÕes coo a Co ounidadc e do Campanha PÕ lio Plus, vacinação con - tra o FOLIO, canpanha que o Rotary está er:ipenhado l há vários anos, buscando , i erradicar a o1tete1ire. ln!! Cl Discorreu sobre os traba- IVAN.DA 0STA MARQUES. lhps do Rotary e Bela Vista, de sua luta cocunitá ria, da campanha contra o uso de drog:is (ProjctÕ Esperanço) e de outras iniciativas, seja do Clube ou de rotarianos individuol.nente. Mereceu elogios. DR. FERNANDO DE FREITAS ELIAS Seu tema foi a Funda­ ção Rotária e disse es­ tar cada vez mais apaixo nado pela filosofia dÕ Rotary. Conhecendo o Fun dação Rotário e suas 0:: bras no oundo,entendecos o por quê do Rotary ser o que é. Também lembrou das diversas campanhas,a nível :::u=dial, dcsenvol­ vldnc pelo Rotary. são Almoço Após as palestras e congraçamcnto, todos os ro­ tarianos cm companhia de suas esposos e filhos,par ticiparam de um almoço, foto este (dominueira) a­ provado e que se repetir~ mais vezes. Resumindo, foi um domingo diferente para os ro­ tarianos, que renovaram suas forças e ideal rotá­ rio. O Rotary Clube começa básicamente através da A­ venida de Serviços Inter­ nos. O ano Rotário' começa cn lQ de Julho. DIRETOR DE SERVIÇOS IN TERNOS: Esta é a maior Conis são do Rotary são 11 (on­ ze) sub-comissões Frequên cio, Classificação, Revis tas, Adcissão, Relação p~ blica Informação Rotári:i~ Boletim, Companheirismo , Desenvolvimento do quadro social, Programa, Diretor de Protocolo, outras (se necessário). O Conselho Diretor do . Clube é fo=ado por: ?resicente - Vice-Presidente - Secretjrio - Tesou- re'- ·etor-Protocolo. e universo de Rotary Clube Internacio _ nal, nasceu dos fundadores SILVESTER SCHIELE ( c i t d . - - nego .in e e corvao) PAUL HARRIS (advogado) HlR/X SFO REY-: (alfaiate), CUS LOCHR (engenheiro de -' • ·­ çao). ,Cl..l.nera- LUIZ CARLOS A 1g reuni;o do Rotary foL realizada em 23 Fevereiro de 1905 as quatro categorias de sao: • de sócio Sócio Representativo (incluindo sócio represen­ tativo adicional). s- Sócio Ve:erano, Sócio por serviços anteriores , ocio honorario somente os Sócios representativos podem ocupar uma classificação. Os Scios Veteranos e os sócios por serviços an teriores ja ocuparam classificação, porém nao as 0 cupac mais. E se tornando Sócio Veterano ou por servicos ~:~eriores, eles permitec que suas classificações Jam er:iprestadas a novos sócios ,contribuindo desta fora para o crescimento do seu Rotary Clube • Socio Honorário é um indivíduo que reside.oure sidiu dentro dos licJtes territorJais do Clube se _tenha distinguido por serviços ~erJtÓrios e: pri~~ da divulgação dos ideais rotários naquel• g na ou CM l a re- El --· qua quer outra parte. d e nao tem direito a voto, não paga taxas e só ~o e participar das reuniões do Clube pelo qual .oi eleito. O quadro social do Rotary 1 b i • eng o a nueras cren vir. DesenvolvI t' de respon malar e contci cess ldadi- dt' "l ro de vJcl,1 1k ,. Após a apresentação um futuro sócio, el ve passar por todas as colssóes necessarias, ra avalfaçio do meimo, em seguida duve-se o var or- S (e inco) r qui, 1 tos h,Íli1Co'1 par , 1 siio "º ilot1r> C:lube. Seu caráter e reputação sio frrepreenslvela A reputação de sua empresa é exemplar. Está ele Lncl{nado a servir? Pode fazer face às obrigações financeiras um sóc!o do Rotary? Pode participar regularmente das reuntes, sembléfas e conferPncin,? No sentido mais a .p1o, a !nformnçiio rotãrJ, o conhecimento e a apreciação do cc.p!rito do ~ento rot,Írio. f esta sub-comissão que deve levar ao conhec!- mente do Cluhbe " princlpalr:iente :ioii novos a!:. formação como ex: Quem é o Presidente, Covernador, coo nic!oJ Rotary, sna fln:ilidade. Ur prorara rotário deve promover algum ase to do ideal de ~ervlr, conforme t ivo Je Rot,1ry. A comissão de programas deve exercer a fui de coordenador d, reunl;o promovendo inclusive· lestras, con pessoas que falam sobre assunto interesse dos cor:ipanhelros e da cor:Junidadc. PARA Qt;E A REC:'1ÃO TOR:;r.-SE '!AIS AGRADÁVEL ACG1- LlA-SE Ql:ALQ1'ER C0~'.i'A'.HEIR0 A FALAR SOBRE SE~'.'" I , 1 . adro s e fo da c ue é a apólt BALH0 E SEU "IIOBBY". A frequência é um dev~r. U Governador do Distrito no Japão, se profundamente eo carta à Secretaria Internacional, porque a frequência dos sua area caira abaixo de 957.. Um fazendeiro no Uruguai dirigia pontualct~:i seu trator a ais de 30 KilÕcetros para coza: ceras reunioes do seu Clube. • . Na Austrã~ia é cooum que um hoceo dirija Km ~ara recuperar a falta a uma reunião. fatos como estes que sentir::os O valor de ::o tos rotarianos a frequência do Clube. Penalidades para pouca frequência pode:> ser!: veras. Se um sócio falta a quatro (4) reuniões seg;::· das, ou se nu seestre rotário não co:parece pelo menos 307 das reunioes em seu próprio C['.:• ou não tem { i Í O m n mo de frequência de presença•- seu t tulo de sóci • ,,. do ( 0 sera automaticamente ca~ce~ justificativa). O cocpanheirismo é a força vital A exem 1 1 b • d _ P O em ramos quando PAUL HARRIS cJ:C-, ou, tres- (3) aci _ ~ Rotary aos 2 3 ,'os para a primeira reuniao .. nentes da 'e fevereiro de 1905 u dos cc-? nhei i quela reuniao foi a amizade - ou co::r· - dr soo, tem sido a principal força de ct: çao o Rotary. r • O grau de co h • t;? ::1Uito da atitud cp:n e irismo - e::, um Clu:,e de?,.... Com e os seus soe ios. • o ponto de partid 1 - • • d desecbora,; d a e es sao sociave1s a os, para co - .~ dos eo sua , versar, estão itere counidade e n - O co::,panheirismo d em suas oc.upaçoes. ,!:, vras do fund d po e ser resumido nas , < ator PAUL HARR "2 panheirismo é • • ''-"' IS, que escreveu maravilhosi 1l q.E:s vida, irradia 1 . 0 , umina os ca -- 0s jorn::1is ª egr1.a e tem un alto valor". Bolei.'Sepre desperta curiosidade. Um b 1 •. - 0 Jornal do Clube ., . o.eti public d • - ,,. sario para u:n Cl b ª 0 regulamente é tao '.t•; c.ozunidade. u e quanto un jornal ã para Relações Públicas· O elo entre o Club O Rotariano e e a comunidade. ,., i • participa d - -·•·· r a e tanbê traz i 'a organização c- Co::ioanheiro formaçao para O Clube, • • a col - • lapela regulan:t ocaçao do distintivo e::.: de trasa1i, "Fe, principalmente e ses " - de .xa cl - - ' voce pertence e • aro a nossa organiznçl' Companheir orgulha-se dela • 'os te;h, • ' Pouco de Rota-, """ a certeza de uma coisa,'ª,: re eshez-1]; cada ata. cada ±sr·? servir é ut, ! que realente viver o ide° onito. desculr do Rcta:­ Clubes I• ROTARY UMA Fi.OS0FÃ' vi} o que ns ip, "osaeruz, cHrtsta ser"; F'a onde quer que nos ec' ,. CONTIA MA ?GIM ,, 0 .;;. ao z±o, ".f na is de ±sra: ·±,ou ±rate ±, nu :a -.do. C!lset ;°s s .. :;, J, - .. Sabe ·:ege ::: a - s COM MUITO BRIL li O, f OI RE LIZ DO r SEMINÁRIO DE INFORMIÇIO OI , RI r. Jl',LJ,I rotar, i to do . 1nicfoJ u as so nO e: a fe .. clus!I: ssunto 1ade. L AC _. se +ua .. :07% ja ,r :e • s' s se; ec o e:. e' e ea:" 1s. ,uni•• [os e ct•" onde quer que trabalhemos é fazer bem aquilo que i foi solicitado e cumprlr nossa tarefa da me­ i•or rn11nelru poi,sfvc•l, de- ncordo co:n 11011•,.,, co111 ,-p nossos princIpfos e respeito pela humanfda - Procure o lado hum d, rodnn nn col&HH e louve publfcamente o que desco l>rtr. Não rl.'pnr,• no cnni­ ter mutável do E' exteri­ or, man procure deHcohrJr o rc-nl FlJ Jnu•rlor. Mas, o que tem haver o Rotary cnm estas dlvnga - coes fIlosó lcas? O Rotary envida seu ,sfor os pura apcr(cJçour o indivíduo e, dessa ma­ nelrw, hnbllitn-lo n encontrar a sua po,;ição na co unidade e a SERVIR dentro dela; a fazer com que ele cncore sua cidudania cm relaçiio ao mundo; à Na ciio e à comunidade; e 11 valer-se de seu negócio o~ profissiio como u:n meio de SERVIR. Fundamentalmente, o Rotary e uma concepção de vida que se propõe solucionar o eterno conflito en trc o desejo de lucro pessoal e o dever e conse­ quente empenho de nuxilinr o próximo. É esta uma conccp,iio que promove o ideal de servir - "DAR DE Si A!iTES DE PENSAR EM SI - e que se baseia no prin dpio ético seguinte: Mnls se benc(ici11 quem me­ lhor serve". Se o ROTARY é uma filosofia de vida, é também uc,n nanelra eficaz de se atuar visando melhorar o cundo, porque aquele que serve precisa AGIR, o Ro­ tary não é apenas uma at ltutlc mental,nem a concep­ ção de Rotary uma concepção puramente subjetiva; e o rotariano individualmente, bem corno o Rotarv Club devem pôr em práticn a ARTE DE SERVIR. • O hornc,n continua "argila" e vai se moldando no decorrer dos séculos. Estamos às portas do III? MIIênio, a ACO!ifECE QUE O HOTARY IJ~!, F I LOSOFl A DE V ll)A. ciência avançou, em todos os setores, mas, ainda, o homem pemanece um "desconhecido". E, no Rotary, meus companheiros, estamos viven­ do a caravilhosa aventura de construir o homem e o i:iundo. Observe a seu redor, nas reuniões, veja o quan­ to os seus companheiros estão crescendo, como cida dãos, pessoas humanas. E a ''argila" vai se molda do. Sabemos que hâ vár los caminhos para o homet:1 se ~tegrar ao cósmico, ou seja, uma ligaç;o maior co a Divindade, com Deus, Ser Supremo, Luz, Fon­ e, seja qual for O Nome, o homem BUSCA essa liga­ tao, A prova QUÁDRUPLA encarna bem a filosofia de Ro tary, em sua simplicidade, reúne a essência dos en Sinaoentos maiores de Rotary. Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos. 1) É A VERDADE? 2) É JUSTO para todos os interessados? 3) CRIAR,l BOA VONTADE melhores amizades? 4) Será BENÉFICO para todos os interessados? l;::, verdadeiro guia de Relações PÜblicas. Mais a inda, síntese perfeita para um entendimento entre s hoens. SERVIR hmos exemplos marcantes na hi.tÓria da hu:nanida de de pessoas que fizeram do SERVIR um ato de fé. - CANDI - sua teoria do ahinsa; - JESUS - SAB1N - BL1)A - SÓCRATES -. exemplos ocultos de mestres que serviram e l°'""' a humanidade. homec está cansado. Temos visto tantas e tantas injustiças, há gen­ te correndo de fome, outros de frio, de sede; con­ Vivei:os coo grandes fortunas, e a nosso larlo íamí­ !.i«s, cri,::1-nças, não sabem se vão ter o que comer Ro dia seguinte. Revoluç;es, guerras, desuniões. Justos pagando Pr pecadores. Usa-se de tudo para iludir o homem, •te algucas religiões. O homem jâ não olha para o Alto, para us estrelas. E lá está o caminho. Políticas e discursos. Discursos e políticas. E.stâ fnltando no nundo, entre nós, uma PONTE Ponte do entendimento, e ROTARY é isto, uma PO!iTE, ~esde que os rotarianos vivam o Rotary com intensi ade, - Se ismos de qualquer esoécies, comunismo, copi t■lisoo, socialismo, nazism~, e outros isr::os. Oh~ e está cansado de rótulos. ão, não defendemos os ricos e muito menos os Pobres d • 1 ' 0 ~ 00 • • enten mos que o que inporta e a prosper_- a.Para todos. Melhor qualidade de vida, padrao ~~ de r::oradia, soude, cst'udos, prosperidades. , ao s=.os contra. a riquezn nem co. : 1 11 pobre­ "' em lugar algum est:i escrito que o homem deve er míserivel. O0 que falta é conuci@nela, de ns,to do, para sairmo da arca do ego[ o e abrir s o braços para os que nos cerca. ISTO f ROTARY, Voce cresce, e com a ua capacidade, carrega outros co você. E a espiral da evolução. O!har com os olhos radiant que outras pessoas comungam Ili!,, E o Rotary pode encarnar tudo Isto. Hoje, aqui , am.111h:i nl!, dPpoli, aco],i, e a rod.J vai i,In1r.do, c>.­ pul ando de nossas mentens o nefasto pensamento do EU, apenas eu, e vivermos o Nós, sempre em ecala maior. Poderemos ser o arco Irf depois da tormenta. Já estamos penetrando no mundo comunista, que se abre para a liberdade, pois não se admite ROTARY em LI-­ llt.HllADL e a l Ih rdadc do Hotnry ,; ninônimo de cres- cimento. Entre nós há homens de todas as tendêncins, reli losas e polltfcas, cada um de nós procura compre­ ender o companheiro, act•lt;Í-lo e viver a filosofia do ~otary :19111 no <'lube, em casn, no trabalho,viven clar essa filosofia no seu bairro, na sua cldade,vã' mos criando um mundo melhor. O que i preciso,~ aceT tara liberdade de cudn um como condição para n 11= berdode de todos. Temos assistido ocontecfmentos paradoxais nos ~l timos tempos, e o rotariano não deve nunca abdicar do companheirismo como fator de fortalecimento do grupo, do Hotary. Companheirismo é a mola mestra para alicerçar o nosso clube. Chego a ser-até radical, depois de tentar todas as altern11llvas, se algum companheiro nio se afinar com o grupo, então seu corte será necessário para o fortalecimento do Rotary; e 11 busca de novos compa­ nheiros mais necessjrio ainda. Não se pode brincar com o Rotary e seus ideais, pois assim o fazendo es taremos ofendendo companheiros que realmente pensa; e vivem o Rotnry com intensidade. E no Rotary ninguém é mais do que ninguém, todos são necessários, e para fechar estas nossas pala - vras,.rente, e= 1949, tornou-se Presidente da ,ssembléia Ger.,l d;as 'açÕep Unidas. Um dos passos mais eficientes que o rotariano individualmente pede dar para colaborar com o ob­ jetivo dos Serviços Internacionais do Hotary é a­ poiar ativamente o seu clube. A oportunidade de servir a nível internacional está aí, e as ferra­ mentas necessárias est3o disponíveis. É só o rota riano comproceter o seu tepo e energia para fa= zer co:n que funcionec os prograc:as dos Serviços Internacionais. Os serviços à Comunidade Mundial, o apoio • a Fundação Rotária, o patrocínio ao intercâmbio de Jovens, são talvez os três meios mais eficientes e importantes através dos quais os Rotarv Clubs se engajam nos serviços internacionais. Ó grau de efi~iencia de qualquer Rotary Club neste sentido depende da dedicação de sua comissão de serviços internacionais. Para começar, o Diretor resoonsá­ vel pelas atividades dos Serviço·s Internaci~:1ais nomeia companheiros para trabalhare:: nessas três áreas. Dependendo do tamanho do clubbe a tarefa é executnda por suhcomissÕes ou por só~ios indivi dualmente. MES DA COMPREENSÃO UNIAL Anualmente no calendário do Rotary é· dedicado a um período especial para dar ênfase à icportân­ cia dos Serviços Internacionais e suas metas, na promoç3o da co:nprecnsão, boa vontade e paz mun­ dial. É em fevereiro que se co::ecora o "Gs da Compreensão ~undial'' celebrando o nascimento do Rotary que ocorreu em 23 de Fev~reiro de 1.905.Du rance esse mês, todos os Rotary Clubs são estimu­ lados a apresentar projetos e atividades voltadas especialnente à promoç3o da cor.ipreensão e boa von tade mundial. O Conselho Diretor do R.I. decidiu que o dia 23 de Fevereiro será comemorado anual - mente como "O DIA DA CO~!PREE'.IISÃO ,fUXDIAL E DA PAZ. SERVIÇOS À CO~lfüIDADE .!m.1)IAL _ Uc ele:nento básico dos Serviços Internacionais sao os Serviços à Comunidade Mundial. Esse progra­ ma oferece a um Rotary Club, que enfrenta um pro - blema local rima de seus prÕprios recursos,u e- 10 de conseguir o auxílio de Rocary Clubs do exte­ rior • Os Serviços à Co::iunidade ~[undial co::ieçara::, 0 ficialente e 1.962, coo o objetivo de ::ielhorar ã" educaçao, a produção_ de alimentos, n saüde e os ,serviços sociais, fazendo assim um verdadeiro ser­ viço co~unitário no exterior. Fl,;'.l)AÇÃO !WTÁ.'>llA Através dos programas da Fundação Rotária, 0 ~.I. envia anualoente ao estrangeiro maior nunero de pessoas para esc-udar do que ,virtuabence qual­ quer outra organização. A cada ano, o R. I. oferece a mais de mil jo,·ens de abos os sexos a oportunidade de viajarem e re­ cebere treinamento educacional ou prof{se , · -sona CONTTXUA :0:A P,GlNA _ 06. O Objetivo do Rotary nos Serviços Internacionais comi a ator parte das despe as paa, em paf tens fo ra de seu próprfos, Estudante graduado e pré­ graduados, fornalftas, professores de excepcfona­ Ls, técnicos e outros Jovens de ambos ol e.os e-­ tuda por períodos varlávefs no estrangeiro atra vês da Fundação Rotárla, uma orantzaçio criada pa ra custear projetos de natureza educacional, car!­ lutJv,1 011 rtlnntr,iplcn. A runcl1 ciio é ma11tlda pela<; lt11irrlbulçÕ011 volunuírl11s de rotnrlnnoa e n:io rota ri mon do mundo lnu•lro. Apesar de seu modesto prtne[plo, Fundação Rocii­ r 1,, t,1111011-11c um !l t11m1té. No ln (e lo dn décndn de l.980, eln havia outorgado mais de US$ 100 ml­ lhÕ,•u, pnrn mlllH ,le 20.000 hcncflcl1irlou cm nprox! m. damente 110 pnlacH, Somente entre J ,980 e 1.982, afs de US$ 30 mf1hõen foram npllcndon cm fnvor de J.000 cnnd11lntos cutd,tdosnml'ttte ucleclonndos. O PROGRMl1 S/IJE, FmlE E lllJHANIOAIJI: (3 - li). Por que é que as pessoas nos países pobres nio pnrnm dc ter tantos fllhou7 A 1inlcn ,ioluçiio pnrn o µroblc1.1o1 dn tome é o controle du natu11dadc. / mu­ lher poderio ser umn cidudii de qualquer nação ln - dustrtnllzncln do mundo. On pensamentos dela siio os pensamentos de multas. O argumento~ persuasivo mns contêm uma falhu cr1tlcn-lgnora a conexao para doxal entre u fome e o aumento populacional d~ mundo. A Autoridade No .. pises latino-americanos enfrenta mos hoje, de um ladc, um grave crise de autoridade, NOssos overnos vivem a perma n,::ntc tentação eh· pcuco respeito pelos di reitcs dos cid:dos, d um modo especial , p~los m&IH hure!ldts. De oetro, surrem for mas popularistas dc democracia que nc vndo a srio os vvrc!aclciros p,'oblemns, T ludem o povo habilmente com promessas f4 ceis. Os ge-vLrnos autoritarios apoiam- se n:-: experiência de al>usos da libcrd:-:dc: e d;• desorganizaçie anárquica. Oscilamos as­ sim, entre a nnnr~quia e n diladurn. O velho problena da autoridade é seu ccnflito ir.evitável com a libcrdodE. Como cnciliar valores ir.clivlcluais e scciois dn pessena? Embcra, na historia, ainda nao se tLnha tltmonstrado que o democracia sL­ Ja a mc·lho1· fcrm.:, de gcvtorno crr. ~odas at, situaç;cs, ela é hoje intgavclm('nte .· u□a a~piraçiio universal. Na& ncss&s dEmocra - ciRE, e~ geral, s;o .mrdlocrcs e formais. Por 1sso_fevorecem, como ruaçio, rtgi­ m:cs autorita rios pc is pr·ocur;:,m impor, só aoar~ntemrntc, a iguc.ldade.Para mudar tal s1tuaçiio nijo b~sta mudar de partidos de nomes, mas é preciso que também ncssc pc­ vc mude profundamente sua m~ntalidodc e ccndula. A democracia só podf furcionar onde o povo luta n~c só por seus direitos ms onde todos também cumpram e faç.:•m cum prir os deveres em respeito mutuo. autoridsde é a forçn mor:11 e f.Í.sic.:, que irpoe direitos e obrigações er;tre os homens. De modo geral é a capacidade de imror e influir noutros, graças a ccr- ,, :·q,l·rioridc.dc pc,r eles reconhcciclas.Po de distinguir-se autoridade puré.Jllentc mo: rl, que se impõe pelo prestigio ou pela d:gnidode da pessoa. Esta nio deveria fal trr hunco aos governantes e hcmens pÚbli: cos. Infelismente continua havendo outori andes qt.:e impõem simplesnte pela toro lsso provoca uma reação de rel .dia a anar qui:;mo. -· prblema do fundamento da autoriCé:de é V1..lho n~. historia da- filosofia. Há . . . . - ' • • res pnnc1pã1s pcs tçoes a respeito: a)• a na tu reza, segurd ual deve ~ ... .::;nec1;:r a ai..:toridi.rle e o gcve: - _ 0 a q res( P .. . mno aos melho .' :, • r .ata Aristoteles '; b) a d.l.vindõ.dc(Tcmás dê quino e outros); c) o consenso daqueles scbre os quais e exerc1d-(C1çero e nuitos mode ) • 6 a0tortas é ±rorante e1e,"" ,,, -. + iO Cai/jo hUlT.-"10, pois- assegu,-- U."' id·de - ' • !" ' ,, e ccesao a socied'-'clE: Seu de_ocntor d.:ve fa::.er s-;a superiorioade em f~r dqels que ele lhe subo!'."Cl.ina. O e>..erc.Í.cio dó. aitorid.éi.ce e UJ:! servi-ço e se desvirtua quando usa da para interesse egoísta({pessoal e/ou de grupo) ou q1,:..i·x:o _pretende ·ex 1""'--'JJCló.!' de seu âr.bito, r:;ns r.. .:::ncter-se e,, ::u...ttiritar' smo. P.:.réx;uici cc s to Afonso. O vale tudo Nacional / Paroc consenso opintão pública n tonal que otamon vivendo o período u­ ro do cinismo, do valo-tudo, da impun dado o da irresponsabilidao, que an t· 1ompre foi condor vol, comanda, hoje em "ola perte, não omen.o na nolítica , ma ogqrnçadamen e m toda vida nacio­ nal, o que orna tudo e todos inseguron. Uns acusam levianamente, Ou ros e de fendem clnicnmPntn. Já nin se nnbP on ·: i t , J, : . t. r o. IX t»si tr tot +."lr t:- 660 MS, 1 '· ·, t ! .... ! 1 : ' ., l !." • , r :· ! '; '! ;-, "•; !J· •• ' .. ._ l 1 ,,._ 1 ! ', .. ~ : !.: : i: .. !. .• • º<'l,1 :- . , } • 1 - !t !' 1 ~ ' i . r • l , {l ' 1 :· 0 1 ., i i 1 - 1 " ; l!:• r 1-••· l!. :. 1 i 1: ,- V 1 [. .. 1 Educação DIRETR qut t 1 a [11 1 • t r J z, <1.VllJ 1Jr(1r·t•si J1•nt,_ de, CRUB p:·nµtl!:; urr.;, ?"'t.:.f}r-- x·10 ~;<•~,n ,'1! p? ior 1 dr,r...!t•~ n;,c ior,ais pt .,, DEP~ ROS R O UP 1 ~- • • .ot1staça qu :puro a r olí- r .stu msr.is, do 1? Encontro (.lt· F- 1c1ça rbintal do Centro-O. se, na ci­ !·· Dout ao., t m7 u Est si a e Sul, sb a crpeter ,. ,"o:·:, r.·,ç::o d" SUDEC cm huvi tu almna, o tm. feliz+.o ,1· , .<.' r·, :;, . i7prtrcia na rtulidag, vez qu s ir:por· o preparo dc pssoas pata,ir ., :i·:r. JO 0:.:: p: inclpio~ t1éJ L'...uc·,ç~c arr.bir~ , •. l , u ti l i z •· r ,cc-qu ,d;;c.t n L, os nossos rc·­ cursos naturais. cr-,loc;.nno-os :-, SúlVú ,.....!:'.'1 ~,.,:(•;..., r t. 1r1c ;r t· a s, rv i cc 1o hor!1r·rn .. !, SUDECO, Ç·. l:-, !,çio dinc..ndc·, do SC'U Su p,'r intcnC'!t•r:t....-, o cx-GovPrr.~GO?' R:1r..c-z Tf'­ bvt. pt•r'C:l'!'!'L cor:. firr71t z,-. 0~;!::t.: c:~minho no 1f';-,. •""!e CL'np~t1biliz;,r ~ ocup:c~r cc Ccr, - vuçao a sua • xt.:bcr,ntc ni.ltt..:rc·z::. Vale a propositc ressltar o pioneiris me da SUDECO ne execução de projeto d zg w·--:H:,E nto oiro-cccióicc na rerio Crtro­ v0~-tL. Cor., l'SS0 objt>tivo, :i~sir,ou Conv!:: n1O c0r.i os g,:v,'rnos de t•iato G:·osso de Sul ,. Goi:3S, • p.:,r;, su~• irr.plementóção er., umó pr?me1r·n f·,st.·. D, sjandc ind to-rossens, aloc l ;,ç.=ic, d, pc. ter a acc pred,'ria .':,urio cruicc corto, obytiv zcçao Ce ~).._• ,! l !' ( ·, <. rV ,:· r r,;r, .. 1:-"' 1 ·., ç. V! .·, r, • Deputado Rosáric Congro ?eo' 5.v1.'L. ': . .:. .,, .. i proposta of rt:.c1·· r· lr. ;;;. r.~-;1 b t 1 , S L.· ç , r i r: -- (' n r: ,_ :-. !.. • , ! • . SUD C , . • e ~ !..< l• CC nVOC •,; ~ ( (!(J!:;-; •·S!._:••:: s~ [-· :-'. • C i~t-rií;•o J~ .... ç-ipllnamentc u;, r.,;1· r·i--, tê'·r.,b:~ co;;:c!" .. Ct. C'C'IO ;::,!• Vif:to. de um campurha d formag?o d T r - o r ,,,... vcltados exclusivamente p:ra .2 • .. r éu ·cucçuo arbien aço. Sornt um dninisrador cn v. p?ofu:-'ldo ccn~1 ~.1;.t.;.to r:• ss;.,, ::-:rr ... :. ·r-i '? ,...l :T.c v.- '.!'. ,cor rc 11rJ,. r, v: s:;c : Üc i'l" • fu'uri empolgante g fur.dane: tal pr a vid ... l g~raçoes futuras. MUITO OBRIGADO! ' 1 )1 li Conheça a VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUD " • ' Onibus para Excursões. 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A Dire'oria do Gr& Nascido em Lisboa, em 1105, Antônio era atual!ze todas suas poten mio Pedro Rufino que descendente de Gorlofrerl0 de Bouillon, o he que educação ê a base de uua vrri fnzcn,lo mui ilG pro- rico chefe da primeira Cruzada, liberta - 'gear é criar, e rdo to de cõe,, n f1m de o.c-rcccr ao dor do Sun o Sepulcro e undador do - p, L, d 1, I+m, df+solução dai 'oras éclero+adnus qu bplnvir;lt·nr.c rnlll/J opçoes pa- t•Jno ,a·1no e , crusa ,• • ~ lcizrr. Tinha 23 anos de 1dndc quanclo nbraçou a po~s!vcl. C o qu..- ocorri.! r, crla,ii" cf san':a pobreza franciscana. Quem quer ser Criador tem qu destr Assim que recebeu o hábi o, obteve per- or!"ose, tal qual a aarta que deve missão para ir à Africa, onde cnpcrava al- parn que 11 borbolct!l apar çn. cançar o mart í.rio. Mas a Providência reser A tarefa do filósofo não L criar, tt• C'avalhciro vara para ele ou ro campo de apon olarlo, ã que aquena cela isolada e talha ce de um grande acor e de uu:u grande sper da na rocha. llí, no mais absoluto recolhi- Os educadores são cooo as velhos érvor .. mento, consagrou-se à meditação das Sagra- suem uca face, um nome, uma histórta a ser das Escrituras e a exercícios de penitên - _ Habitao ur.1 nundo e:o que , o que vale c1 eia. çao que os liga aos alunos, sendo que cada Depois de ordenado sacerdote, exerceu uma entidade "Suis Gene ris", portador de .- seu minist-ério especialmente em Montpel- ria, _sofrendo tristezas C? alimentando es~1: lier, Bolonha, Pádua e Toulouse. Ja os professores são entidades descart, Os milagres brotavam continuamentl'! sob habitam uo rr:undo diferente, onde O educ,dcr seus passos, como acontecia com São Fran- importa, o que interessa é um crédito Cu!: cisco de Assis, do qual foi contemporâneo. que o aluno adquire numa disciplina lde,tl'. E'm Toulouse (França) fez com que urna mu por uma sigla, sendo que para fins in&tlt..; la faminta desprezasse o feno e se. proster nenhuma diferença faz aquele que a adctnlsi: nasse diante da Hóstia Consagrada, parã O fato é que não dispomos de critérios; provar aos albigenses a presença real de liar esta coisa imponderável, que é a ed•~u Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. _ É um paradoxo que para conhecer o rund E'm Rimini (Itália), para confundir os e n~cessário silenciar sobre os hocens. Muitos, ricos ou pobres, fazem no dinhei- hereges e nd urecidos e· obS t inados, pregou O educador é um fundador de cundos, ro O valor supremo da vida. aos peixes, que vinham à tona ouvi-lo, e o de esperanças e pastor de projetos". Seria muito útil que estes adoranores :~zcde_i<;>rma taodmaravi~h:>sa que reduziu a Nao se prepara o c<'ucado.-, devecos acor,; de Mamon lessem o sea_uintc> trecho do os- 'e 'ato,ica gran e rnultidao de almas. que desperte de se sono 0 N · d d d • - · · u P r um a to de a::o: 1 critor l!enrik Ibsen, autor da obra "ca- a c1.a e e Padua (Italia), quando fa- gem. Acordados repeti - 11 nard Sauvage" (Pato Selvagem): lava em pleno campo para cerca de 30 mi] de novos mundos. rao O rn aira da fo;:! "O dinheiro pode ser a casca d~ ~.od,~.s pessoas, formou-se, ameaçadora, uma forte O educador trab lh • - t t d O - - a a com as alavras e 51'. as coisas, mas não o cerne. Traz-nos o a- ernpes ª e· santo pos-se em oraçao e a ue carre ao i lirnento; mas não o apetite, o médico; mas ~:mpeStad~ caiudapen';-s e~ orno da multi - as expectativ~~~s O as roibi oes,as ex!,r: não a saúde, relações, mas não amigos ; ao, sem incomo ar ninguem. As pess b servidores, mas não O devotamento; momen- Santo Antônio entregou sua alma a Deus fonna oas i tra alham com as palavras, t, tendo apenas 35 anos de idade De tal modo que O P. ntor trabalha com as tintas;: tos de alegria, mas nem a paz de alma d. . . _ . • ro com o couro· o pedreiro 1los. ' nem a felicidade". que a ivina providencia quiz man'i.festar são coi e Í - coo os t J 0 0 • • Na realidade, só a prá ti· ca da vi· rtude seu beneplácito para com tudo que dizia o que s s~s. r ar e renovar a cada insta~t, " 1 d · e vc e aprendeu pode proporcionar ao homem a verdadeira 'marte O os hereJea", que sua língua bem É a • • - - - • nova roupagem at - d •• felicidade possível nesta Terra. c:>mo. seus o:i;gaos de fonaçao, até hoje es- até que t h • raves e intensa ,, i-------------------------~tao intactos. en amos ª capacidade de falar e (, • coo uma linguagem nossa. CLAXDE MEDEIROS S• an'o Antônio d De modas que a Sr0 Armanda e- equipe promovrratn no C.r0mi o to al. Jà 1 0 OI /1 11, domingo, a Comissio das Srrs da Sec­ cional Colorada, prornoverno um Desfile de Modas 3n 16:30 horas no Cassino Paraguay. /Is roupas serão de DIAN/1 MODAS e a pro dução de Marco LÓris. Um ó irno programã para a tarcle de domingo, esse Chi-Desfile EST/ DE Parab0ns os organizadores da Festa Junina na Escola Ester Silva. A festa aconteceu ~ia 03 pp .Muitas dunças, barracas com de liciosos salgadinhos, arroz carreteiro - churrasquinho, doces, forum armadas para atender grande número de pessoas quc> lá compareceram o ficaram satisfeitas com o que viram e ouviram. Fo1 sucesso total. O DINHEIRO N/1.0 t. VALOR SUPRO :·o! .o E sc! !'" 1tÕ [ ' - I LSt ·isa l vi, :>e a! do sc a s ·:na " injc ?lqur 'Esc e, 4 e±;1 •3:ra Vem feteji nu arraii du Jarbas Passa rinho! ossa festança •ai sê nu Dia: l0 de junho de 1989 Eoras: 17:0Q hs Vai tê: Quen nho e inté forró. ão, quadrilha, espeti- Aguardar.ias a sua presença. A DIREÇ/1.0 FERNANDO RIBEIRO DA COSTA EGO!SMO _ Herança ev.idente de nossa antiga anima-. lidade, por toda parte, ainda vemos O e­ goismo a repontar em toda extensão do mun­ do ... • . 01 a;Gee adia +ria Seia •2.±, ,:, . "Tudo comec;ou ... Tudo continuou.... ,.. ·•e:. Tudo terminou, e ,ra1 felizmente reco:::eço✓. ::e~ Tudo começou nuo simples olhar, que e:-..:~ '::cc;ª nossos caminhos no caminhar. E cacir.he :~ •. tinuamos seguindo no •. : ·Cje O egoísmo! flores for ao surgin~: campo de nosso co:!,., . _Set. d' Em família, é o exclusivismo do sancrJe Tudo cooeçou de u.-:i.modo difereute, ~::e '._~_:_~º•u.: No lar, é o narcisismo doméstico. ~ • com nosso coração. -- ., Na ofici d t b lh - Tudo começou - d#·•, •• 0 ~ 1:1ª e ra a o e o despeito. nosso c _ • e nos nos apaixona::os, " 'tr•i;' Na propriedade transitória, é a ambição dr sólido, º~~~ao, um mundo inteiro cria::os, ~ -:,~~ 0 • posse desnecessária tal al 1 _ de fantasia, uo nundo valioso ~s--: Na cultura da inteligência é a vaidade in- • egr G. .,, :--ra telectual. Tudo começou de e el., ?i- N · · - a partir do i u aror fascinante es ° ao ' a i"?norancia, é a agressividade. fa nstante em que se tornou co-·. •,: j ~ Na riqueza amoedada - - • t - _ u O cooeçou e: •• ' e » rrcs, @si$G2%4. rs@,gg » ...M.": :.5..f 'z, . Na madureza, é o azedume. u O começou n b i•~= •• --ho Na ·., - e então pr um eijo apaixonado e ·,◄ ,'..,,~ • mOc1a ade, e a ingratidão. • 0 mete"'os no te ..,, 0 S No ateismo, é a impiedade - tudo foi felicid d s amar eterna=e"."e Na f 1 , tioento i ª e, eu sentia um esçra--.✓ , e re igiosa, é a intolerãncia. o.i.m. • po s era triste Pensar e vê-l " Na alegria, é o excesso. Na tristeza, é o isolamento. Tudo continou - • ,,: ~ - • Nos fortes, é a tirania_ nha acabad so tristeza, e que o!:,.. ~:;i Nos fracos, é a astúcia. grande von~a:ra d quase certeza, n:as sent ,,..., '(__::-:-;;-?é:i. Na afetividade, é o ei@e. zg=4isto,,""?ar. de ter sr"fR?5 N d - P • e no tornarmos perfeit0 5 ~ ~➔ 3 or, e o dese,,;:>ero. • s aoar _ -é'·:e No mimetismo oue lhe ;;. oróorio Tudo recome _,.<' d - as' , usa en to- cresce.os a çou, e desta vez para s..-,· ,. os os setores as mais 1 versas mascaras e esenvol al-,,. e qual o joio que abafa c trigo, conoarec~ gora podemos ser fel~emos nossa perso:.,:o~/ igualmente nos corações qve a iuz 5 zer e resposa±1a,,"°» Pois te,,:s' cite, em forma de colera e irritação, desã Tudo recooeçou par': muitos ~ c5i: n:uno e secura... Junho, que é data para nos dois. :. n ,,::, Se desejamos dar combate à praga do e o- - ra os jovens que cenamorada, deixo uo,_-~__... mo na aleba da alma saiba!êos est<>nd g 1s xe de amar me 01:let;aram a caoinhada, ~ d d -: , • -ª er senti , smo que t h lutar, ca a ia, as nossas disposições de • ' rec necessid en ao que •: Pl . . _ mais an par d ade de er w o serviço ao oroximo, e aorenr>endo - .a epois rec se sepnrar p de d - • • • a ce- p, :omeçar r 'e_nos mesmos, entre a humildade e O ois o amor - • ,1t:' sacrificio, no bem de todos, conquistare ckc~tos, um cam.1ne uma caminhada ae mos com o Cristo a olenitude do amor nu:, unico pens ha florido, trilhné 0 • • que ::U,,ento -- zz- ---- ----. ..: --------=====--=--:::---- ,"NAMôRADOS"