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/NO XVIII N 952 
J EDi'fOR C!!El'T· 
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liit 
Opinião 
Ante da elefçôes de 
ov,•mhro d • 1988, cm co­ 
entár lo neste Jornal,a­ 
il rmóv,1nos que haver ln u 
renovação total nas Cã 
iras Munfe1pais não só 
le nossa refio, mas de 
todo o Drnotl. t:m nosso 
fetão, nas cfdades de e 
la Vista, Jnrdlm, Cnro­ 
' ol, Porto Mnrt inho, llo­ 
nl to, Guin Lope-. e Anto­ 
nio Joílo, a rcnovaçilo, se 
nio foi total, rit lni;iu o 
, ais ele 70 . 
Falávamos que essa.re 
~mur.e,,· novaçao ern um sintoma 
ente 
O 
dos "Sinais dos Tempos" 
erecie! a então classe política 
no poder, e, por que não, 
anos e: J Inda no poder. no cnso 
se. Era los Deputados Estaduais, 
arrec:: federais, Senn<lores e Go 
',Hnndores. 
Em novemhro de 1990 te 
fetos novas eleições, pa 
ta Deputados Estaduais , 
:edernls, Senadores e Go 
sara IL' 
scnlac •. 
incur.!!. 
tos. 
minaci: 
a bio. 
,·ernadores. 
O fen5meno Collor 
elo é o efeito de 
todas: 
adie- 
·5ic° ' 
•1a.-n 
a 0F 
a su- 
de 
uma 
tausa. Esta causa, desde 
novembro de 1988, pres­ 
entimos e avfsan!os, aos 
"tienos avisados". 
A ntual classe pol!ti 
a, com excessão dos e­ 
leitos em nov,!mhro, está 
lesgastada. Cor raríssi­ 
s excessôes, um .iqu i, 
outro acolá ... são pou- 
17 DE JUNHO DE 1989 ______ _,, _ 
BRÍINÕlÕ: ''RI O É UM OPO TUNISTI, 
N ~ O SERÍ· BENVINDO 110 PRI' 
MlTO GílotlSO DO SUL 
Ao tom,1r conhecimento, através da imprensa da 
cnpitnl, de que o Deputado Estadual Arl Rtgo, elo 
PFI., lado ao governador Marcelo Mlrnndo, vnl "col 
lorlr", ou sejn, apoiur Fernando Collor de Melo a' 
Prns ldentc cl,1 RepÚblicn, o ndvogndo Nelson llrandiío, 
Presidente cio Partido da Rcconstruç~o Nacional em 
'ardim, solicitou que publicássemos a seguinte no­ 
tn: 
Nelson Hrnndio, Presidente do Pnrtido da Recons­ 
truç3o Nncionnl(PRS) ele Jnrdim. 
OPORTUNISTA, NÃO SERÁ BENINDO AO i'R',". 
:u.sos BRA::•),o - PRFS rIH NTE DO DIRETÓRIO DO PRN­ 
PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL - DE JARDIM. 
Mordomias, snlcírios al Fernando Nunes Rondon 
tíssimos, marnjâs, polí= frente ao Sindicnto Ru - 
tica de perseguições, fa ral de llela Vista cnrre­ 
,·orecimentos, apadrinha= ga hoje o estigma da 
~entos, promessas I menti "marca da competência" , 
ras, negociatas, falta de prova disto é mais um su 
friedade, são vários os cesso alcançado pelo Si; 
fatores que provocaram o dicato Rural Belavisten­ 
rompimento desses políti se no dia 10 de junho,s:i 
cos com o povo. - hado pp. , quando da rea- 
E o fenõoeno Collor é lização do 129 LEILÃO A­ 
f~cil de expHcar.Collor P, CORTE já tradicional 
nao quer alianças, nem a na região sudoeste do n~ 
erros, fala a linguagem to Grosso do Sul. 
que o povo quer ouvir. É A chuva e o frio que 
Jovem. Diz que não adian se abaêeu sobre a Prince 
ta fazer olano num País sa do Apa não intimidou - 
pnde a corrupção grassa os criadores e pecuaris­ 
r todos os setores. Fa- tas que comparecem ao Ta 
:la unicamente em morali- tersal do Parque de Expo 
, sr. E é ±so o que o po siçÕes Rio Apa para mais 
l:,_;.,- o quer. 	- um grande leilão. 
Os atuais deputados· e Mais uma vez o dinâmi 
nadores, podem, desde co Leiloeiro Josias Vlto 
•
1
, colocar as suas bar- rino do Nascimento dÕ 
de molho. No ano que LElLOBOI esteve marc:rndo 
a "limpa" será ainda presença em nossa cida- 
1.or. 	de. 
' 
co!l ,·l !:': aos que se elegeram 
<oseh' "svebro, prefeitos e 
l)Ol • ,adores, aí est:Í a li 
as. s5 não vai aprender 
1 
•e:i nao quiser. 
"l~ O povo é um juiz radi 
L "»sn.g- 
'J :~ente e inocente. Nao 
::eios ci.• advogados pro 
'a::em o contrário. - 
E o povo jâ deu o seu 
eredito: CULPAUOS. 
Do jeito que vai, fá­ 
cil, vai dar Collor tran 
s!lazente. E não adian­ 
a grita dos outros pre 
iéenciãveis, quanto ma­ 
CTiticare::i o "CAÇADOR 
E MARAJÁS", mn is o novo 
icará ao seu lodo. • 
Fenêzeno ou nio o ex­ 
vernador de Alagoas po 
Por que não, ser a 
luação do Brasil. 
(IP). 
A adminlstr.:1c30 Luís Gonznles. 
COMPRADORES 
Quem participou ativa 
mente do 122 LEILÃO APA 
CORTE, foram os pecuaris 
tas que levaram para su­ 
as fazendas o excelente 
rebanho comercializado. 
Foram os criadores: Ma­ 
noel Carlos Barbosa, Sô­ 
nia Romano '!arqucz, Fn - 
zenda Marangatu, Atana - 
sio Loureiro, Valter Oli 
veira Alves, Edson Mo= 
rnes (Prefeito de Bela 
Vista), Fazenda São Feli 
pc, Josê Carlos Miranda, 
Julio ~urano, ~•arcos Ron 
<lon, Alberto · Saraivn 
Rranco, Edgar ,unes e Ra 
,-,,io llocirt.gues. 
'OTA oe PROTESTO 
Protestamos veemente­ 
mente contrn o Ingresso 
do Deputado ArJ Rlgo nne 
fileiras de nosso parti­ 
do. Oemonstrnndo mnls u­ 
mn vez o se11 oportunismo 
o deputado resolve npoinr 
Collor de Melo, numa de­ 
monstrnção J.nequívocn ele 
seus princípios po!Iti - 
cos, que se resumem npe­ 
nas numa frase: "O PODER 
A QUALQUER CUSTO". 
Sabendo que o seu can 
didata, Ulisses Guimarã­ 
es, ou é Aureliano? não 
possui condições de sen­ 
sibilizar o povo brasi­ 
leiro, o deputado oportu 
nista resolve agora apoI 
ar Fernando C">llor.É co~ 
tra esse tipo de manobra, 
de princípios ,que estamos 
lutando,não queremos,nâo 
precisamos do apoio do De­ 
putado, fica aqui o nos­ 
so protesto, "RICO ~ UM 
VENDEDORES 
·Registramos o noce 
dos criadores que leva - 
ram ao Tatersal do Par - 
que de Exposições bela - 
viseense um gndo Nelore 
de Ótima qualidade são 
eles: Josê Carlos Pache­ 
co, Antonio Carlos Pache 
co, Alcssandro Rondon,~Õ 
mo Godoy, Luiz Fernan­ 
éo Xunes Rondon, Candido 
Loureiro Pinheiro, Paulo 
iões, Antonio Maria "u 
1.s Rondon, José Flávio 
Campos Nunes, Ramo Cani 
•a. Celso "ora e Linei 
Foi comercializado um 
total geral de ~czs 273. 
930,00 sendo que 844 ant 
mais para cria, recria e 
engorda foram vendidos , 
ficando a mêdia de ven - 
das por onimal no monta~•· • 	1 
te de CZ$ 324,57. LUIS FERINDO X. ROO. 
DOAÇÕES 
Oswaldo nello NCZS 380, 
00. Com estas doações o 
caixa da União Democráti 
ca Ruralista Jovem ficou 
mais "recheado" totali - 
zou o montante NCZS 
3.320,00. 
O Pronav/LBA sob a 
direção da 1~ Dama Cecí- 
lia Moraes recebeu 
doação da Fazenda 
Paula no valor de 
1.000,00. 
O pecuarista Antonio 
Carlos Barbosa fez duas 
doações, urna à Casa do 
fenor Abandonado no va- 
N 
uma 
Santa 
NCZS 
1 
l _ 
Depuc.,do ri R1go - O ·rendo "Collorir' 
lorde NCZS 500,00 e ou 
tra ao Asilo .'CZS 420,- 
00. 
O Sindicato Rural de 
Bela Vista tambêm foi 
contemplado com doa- 
çÕes,dos pecuaristas:Li 
neu Gonzales doou NCZ 
550,00; Edson ~. XCl5 
600,00; Fazenda B. Vis­ 
ta NCZS 360,00; Joaquim 
de Jesus (TCPÉ) NCZS 
420,00; Racão Godoy 
NCZS 330,00, totalizan­ 
do um montante de 
3.010,00. 
LILE. 
tac,bér.1. 
~VEREADOR PftUL 
O pecuarista Candido 
Loureiro Pinheiro doou ·classe e, sobretudo, 
à Paróquia de Santo Afon ~o povo de nossa regi, 
so NCZS 1.000,00 e- Jo:i;- ao. 	• 
Louret.ro Pinheiro CzS Liderança jovem,li 
3
40,00 tambe·m a· p - i der emergente, Paulo 
aroqu.d· elo é filho de um dos 
A UDR jovem marcou 
120 
L.-YLÀO mais tradicionais lei 
presença no - tores de a TRIBUNA 
APA CORTE recebeu vartas p FRONTEIRA -_ 
doaçoe~: Pnu lo Si moes 1 • • 	• Atana 
"CZ~40000·"' d ,,_.s1.odel'llme1.aa Melo, 
tazn.a . o 1 ! . d 
vn NCZ$ 450, 00; Fazenda que mu. to_nos aJu!ou 
Pontal NCZ$ 500,00; Ade-~ p~r ocas1.a<? da fun~a­ 
mar Godoy Nc?' 350,00 cão deste jornal, is­ 
Pnn o Dantas :cz; 5on,<ro to ha mais de dezessg 
t:e anos. 
M l 
E 
' XOTlFIC,ÇÃO E AGRADECI- 
' ' :-IESTO. 
,C ulpe da Cor!ssão Ora­ 
é±zadar.a da Festa.Juni::a da Pa- 
ró:ta de Santo Mono, not!t! 
ca o resultado da FESTA JN'À 
realizada dia l/Junho/yp. 
O valor IIqu!do arrecadado 
fo! de 9.830,57 'ove MLI. OI­ 
tocentos e Trinta e TrGs Cruza 
dos Novos e Cinquenta e Sete 
Centavos), que seri revertido 
e pró! da refora da Matriz 
de Santo Afonso. 
Aproveitaros para agradecer 
a artIc!paão e a colaboração 
do público e era!, das cou 
n!dades dos La!rros, do comer­ 
cio, das pessoas voluntirfas e 
que colaborara para o sucesso 
do evento, fazendo cor que as 
danças, barracas e demais atra 
ções oferecidas aos que se ±!­ 
zeran presentes, funcionassem 
na a!s perfeita orden e haro 
nin. 
OóRIGADO A TOOOS '.'OCES. 
.1 
VALEU 
A COISSIO 
$SIM 
Bela Vista têm o seu Paulo já foi Agen os interesses de e 
representante na Asso te Regional de Educa la Vista. Sua pre­ 
ciação de Vereadores ,ção, é da ala jovem senca na Associação 
do Sudoeste, trata-se do PMDB, têm por prin àe Vereadores do Su 
de Paulo Melo, do PM- cipio dialogar, ate doeste representa ã 
DB, eleito 20 Tesourei mesmo com os adversã força e representa­ 
ra da referida Associa rios políticos, bus- tividade do-Legisla- 
ção.· 	- cando sempre defender tive belavistense. 
Segu
nd
o informacõ- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
és dos demais inteoran 
tes da diretoria,ove 
reador belavistense ja 
participou de diversas 
reuniões, sempre defen 
dendo os inte:::esses da 
ORE 
Comu-nicado 
. CONFOR~tE PORTARIA NO 208/89, DE 13/ 
06/89, A PARTIR DESTA DATA OS ALVARÁS E 
CERTIDÕES NEGl'ITIVl'IS EXPEDIDAS PELA PRE­ 
F:_EITORA SÔ TERÃO VALIDADE SE POSSUIREM 
A ASSINATURA DO PREFEITO-OU DO SECRETA­ 
RIO MUNICIPAL DE FAZE"IDA. 
AS ANTERIORES A ESTA DATA CONTINUAM 
VÃLIDAS. 
BELA VISTA-MS, 16 DE JUNHO DE 1989.- 
EDSON MEDEIROS DE MORAES 
PREFEITO MUNICIPAL 
nform·e.T 
O JEITO QUE o 
LEITORES GOS­ 
-TAM NA Pfi.GINA 1

Policia Militar_- uma necessidade 
e quicemrten,ária, a Poli ia MI­ 
Groo d Sul, orguiht-te d 
[ I 1 1 • 1 p :tr., - , , r1 , : t t o hís- 
1 ( 1 J O • 
Como e±te povo, for)ou para si um cara 
ter briv e libertar1o, esta Millcla culti­ 
va u pansad d lorJomar tradições bucat 
do1 premente, conservar tradiçoes coner 
var n miticna de def r,r t.!'u dor val<H'"!l c!,i 
socI < d:, 11•, 	, 
Com efeito,mlrado o advento da Sindro­ 
m, <l,t 111111g111·.i1,ç11, du v1o1Pncln lrroctonul 
como ro1111r. cl1• cc,n,J'OI' 111 .. ento, compromeen.do 
o Lei, 11 m:Lorltl,Hle ,. 11r: Jr.nL1Luiço1•n; mr,1- 
grado o juo e q,wrL mwmc•nLo pcpulnr, n Po- 
1 ÍC'ln Mil 1 lill' do Estado d Mo Lo GrOCf'O do 
Sul, tem conscfên:da plen da expectativa 
n11 aLunçõo cmirwnl e mente profissional de 
flf'UG ir, LC'[sl'!ll1 LC'!>, cil, fll)CC'Ofl ldode d v 1 ven­ 
C1flr' os diversos segmentos dú pc,vo de quem 
~ f1ulo e insLrurnrnLo. 
Supc rando l im~ Lnçõe s de me 1 os, adéop a-se 
npc.rfciçon-sc, procuro estar a per de seu 
lcmpú. Forrra su&s novas gerações no er,tendi 
mentc de que ume na;ãc não se faz por Decr~ uma nEcessidude? 
te, s~dimcnla-se no forLalcclmcnto de suas 
in:;tltuiçêes, nu visão projetiva de seus c! 2a 'Tér, PM. Daniel 
d,,ctãos, nc, compromisso construtivc. dos con- CrnL. do Nu/Pcl PM. DLV-MS. 
temporí',ncos, nc respcit<' as clãs de; conhec! lL/06/89 
mento e na amalgama dos valores pc-si Li vos • - 	...,. . 
E!::LC é o esplri to bus::olnr de' Policia M! .MUTIRBO n BDIXftD 
lilar de Mato Grosso do Sul, ao mesmo terrpo 
quer comunl cnr ao se1.: pÍib li co, o per sam€.nlo 
e a ação que norleiarn os profissionais nri f LUMINENSE 
sulvnpuorda da Lei e da ordem. 
Exi stimc>s não pelos fvores desse OL' d.:?.- 
quelE pc,vcrno; existimos sim por 1ntcgra- 
rnos as necessidndcs b;sicas da scciedade e 
por S(•rmos o insLrurn<nto fundamental. a h:: 
m~ostasia do sislcmú de convivêncin publi­ 
ca. Como pcç;; fundamental ac equilibrio de 
um sistema, é inperativo que·cristalizernoa 
1 ( 
• ·, ,lnr 
ç 
• r dr· 
IJ 1 t:i 
, r. l 
prtnc 
cupri- l e . 
Quando ncs referimos a uma profissa 
pen± ando numa atividade da qual se tiI 
o sustento, fazer "Policia', em sua for­ 
m mais elemntar, exige do homem dedic 
çãc, abnegação, coragem e outra virtu - 
deu qu<> chc p:urr. n cc,nf ip,t.r•,,r um cerd - 
elo. 
E 
Em vc rc1 ~-de• com mr·cl 1 nn: 
1 r rl J ,; ' ~ r 
ce dante do tc 	O 
rc s podemos ch gr,r II ç.lt•n,, oc,·p:,çi:io d< - 
e:;paço& a nó des inadcs no s,· lo d:, !.>(• - 
ciedcdP, fHIII o. nccp:;sidú<.le dt• "LOBBlf.S " 
junlos uqL'<"les que pr·ocesnrn hcje as mu­ 
dunçus sociais dú Pais. Esternos vi~cnd0 
de favores pra cumprir nc;ssa mis!:UO ? 
ainda nno no!: Pr,contr2r.10E.? ou não scn,c. 
A Daixadu Flurnln1·nsc, recebe1; no Últi 
mo d~a OE,n equipe da Prefeitura MuFici: 
pal, qi;e p11trolou todas as ruas, real l - 
zou atc-rro, fez Bocas de Lcbo em diver- 
CAUSAS C1V I. E 
J " [)f, 
;ov ,:-10 o 
·rr:LEFO'J ; : 4 • 1 - l 
--~-·.···-. 
- .. 
a 2' 
... 
... . ... .. . .. 
JOR.'<AL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
i. (Fm<"DADO ~l 20 DE F_EVEREIRO DE 1972). 
FUNDADOR: IVALDO PEREIRA 
REDATOR CHEFÉ: IVALDO PEREIRA 
GERENTE: GILSON SILVA SANTOS 
REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE 
NlJNES CORREA. 	. 
NOT1CIAS: ABnt, AE, PLANALTO E CORRESPONDENTES. 
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da 
República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 
' 439-1410 - Séde Própria - Re.gi~tro no - Cartório 
de Títulos e Documentos ng 35. 
fILtADô Á ÁDJORI E ÁBRAJORI. 
tJ:-t SEMA..liÃ.RIO DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS. 
« 
,, CGC MP - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28. 
' 219.0003-1. 
'1,:nTRETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. 
sos cruzamentos de ruas par dr vzão à 
enxurradci que alagavam os terrcr,os mal s 
baixos.· 
Ao contririo do Presidcr.ce dé Assoei& 
ção dos moradores de Baixada Fluminer.se, 
"TOCO", como é ccnhccido, qve não parti 
cipou do mutirão. Os moradores, entusias 
mados, procuraram os funcionários da ad­ 
ministração Mur.icipé!l pnr& solicitar le­ 
nhh, orientação para plantio de horta, e 
levar su2s reivindlcações,mc,strando quv 
o maior problema do Bairro é aterro s ss 
near.ento basico, onde o mato contribui 
também ccm a Rrclifcração de mosqu.tos. 
As pe-squi scdoras de sz.Úde ccns ta taran; 
que é g1ande. o número de resid~ncias se~ 
sunitirios, muitas corr fossas correndo a 
céu abertc. 
A Prefeitura cadastrou todos os mora­ 
dores, para atender posteriormente a! so 
licitações de encanamento d€ água, s,.mi­ 
tários padrão e colocaçio de bueiros que 
fará futuramente. 
A Dr~. Azaléa, Secretária de Saúde, a 
tendeu uma midia de 50 pessoas por dia.: 
com consultas e medicamentos. 
A Prefeitura agradece a Dona Lúcia q/ 
cedeu si,lz. residên::ia pEra atenderem os 
moradorez do Bairro, e a todús aqueles 
que colabcraram com o· pessoal da Secre 
tarta de obras, bem como a Pastoral d 
Saúde. 
scritório Jurídic 
NELSjltl __ CHAGAS 
lDVOGADO 
FONES: 251 - 1721 - ESCRITÓRIO 
251 - 1712 - RESIDtNCIA 
ESCRITÓRIO: Rua Tenente Bernardes no a· 
RESIDENCIA: Av. Ccl. Camisão no 65i 
JARDIM 
OTIH-MS 2.491-A. 
g CD 
DR. RENATO DE SOUZA ROSA 
MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÁRIO: 17-21 
DR. UBIRATÃ LEÃO S. TORRES 
~--=-- -· -- ---:..=- --- - - - "- .;5i5 
CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS 
HORÁRIO - 13 - 21 HORAS. 
ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 
BELA VISTA - MS, 
DR. _ LU l_l A _ NSEL!O DA SIYA 
crvnc±xo Eirsx co - s.5 
HORÁRIO: 08:00 - 12:00 HORAS. 
: :a 'ist 
e:te estt 
TO 
TRABALHISTA 
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E_SCRITÓRIO: Rua Coronel e • - 
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TIP.f,A 'JJ'.;TA 	J 7 DE JU O DE 
TF 
[: Taça Cidade 
de Bela Vista 
Dono do melhor retrospecto ao longo do campeona- 
teve ainda o oleiro menos vazado(Gato) e o ar­ 
pero da competição(leto Mendonça), O Gremfo Es­ 
rtlvo Unfo fez Jus ao título de Campeão da I! TA 
CIDADE Ili'. IJILA VlSTA, promovida pela LIa Espor- 
193 l!elnvistense e que teve St!ll têrmlno no Último 
la! de semana(dia LI/06), no Estádio Municipal Oc 
vlo Fontoura. 
ALGUNS DADOS DA COMl'ETIÇÃO 
Foram disputadas 15 partidos desde o BCU início, 
2 
.491-1 a 09/04, assinalados 76 gols, numa média de mais 
cinco gols por partida, sendo o principal art! - 
~l:TÕR!O beiro o atleta Beto Mendonça do Grêmio Esportivo U 
tNCIA J!âo, com 11 gols assinalados. 	- 
ardes z 
n? E lespaclante Dinâmico 
Bela Vista na arca de escritórios de Despachante 
alente está muito bem servida. A cidade possui 
I
• ês ou quatro escritórios do ramo com profissiona- 
lc
n altamente éompetentes e conprometidos em bem a­ 
u tender a população belavistense. Um Despachante que 
lerece nossos elogios e o JJ DESPACHANTE, localiza- 
em frente ao Grêmio Pedro Rufino onde o Justino 
tâ sempre pronto para atender da melhor maneira os 
us clientes. Na semana passada Justino esteve com 
u pessoal prestando todo o atendimento, inclusive 
ROS~ a colocação de balisas para treinos do pessoal 
--=-=-- ~e pretendia tirar a sua carteiro de habilitação . 
'O: 1•-. teste feito pelo DETRAN, no dia 09, entre mais de 
pretendentes a se habilitarem somente cinco con­ 
uiram, o que mostro a necessidade dos nossos Des 
chances realizarem esse tipo de trabalho. Para - 
• JJ DESPACHANTE. 
FALANDO EM CARTEIRAS DE IIABILITAÇ,i.O ... 
Clubes de Laço de Mato Groso do Sul. Oscar Corra 
les é um dos mais regularei laçadores do Clube de 
Laço São Geraldo, nos três últimos encontros real! 
zados em Sidrolandia, Gufa Lopes da Launa e Cara­ 
col, o laçador conseguiu excelente média de pro­ 
veltamento de armadas, ajudando ua equipe a con 
seguir excelentes classificações. 
Na entrevista, Corrales fez questão de desacar 
o apolo que vem recebendo do Patrão do Clube d La 
co São Geraldo, Victor Feltx Rojas, "ele oferece to 
das as condlçÔes paro que seus laçadores tenham um 
bom desempenho nas competições", disse Oscar. Lem­ 
brou ainda o laçador que "o dinamismo, a participa 
ão e o apol dado pela Sra. Jandlra Sena Ro[as,es 
poso do Patrio e que acompanha o Clube em todos os 
seus encontroa, cu1dnndo com carinho e atenção pnru 
que todos os laçadores sejam bem atendidos, não po 
de ser esquecido". 
Um fator que deve ser destacndo e n populnridode 
de Oscar Corrales, estivemos no encontro de Sldro­ 
lândia onde pudemos comprovar que o nome Corrales 
já virou folclore no meio dos participantes desse 
esporte equestre. De Corumbá a Rio Verde, laçado­ 
res de Clubes de Laço sabem quem é o CORRALES de Be 
la Vista, bom de laço e bom de papo! 1 
Duque de Caxias Pista de 
Motocross_ ou Via Pública 
Já estava na hora dos políticos do PMDB, princ.!_ 
palmente os deputados do partido que se dizem nos­ 
sos representantes, desconfiarem e reivindicarem ao 
Governo do Estado o· termino das obras na Avenida D!:!, 
que de Caxias que foi iniciada no mês de setem))ro 
do ano passado, com a clara e evidente intenção de 
angariar mais alguns votos para o candidato do PDB 
a Prefeito Municipal nas eleições passadas e que o 
té agora não foi concluída. Já vai fazer um ano; 
o que estamos vendo, principalmente nessa época de 
chuvas e muito barro, lamas, buracos e lombadas, o 
que vem prejudicando sobremaneira os comerciantes 
que têm suas lojas localizadas naquela via públi­ 
ca. Ao que nos parece, nem os vereadores do parti­ 
do do "velho" Ulisses.estão esquentando com o pro­ 
blema, muito menos as autoridades governamentais . 
No nosso entender, o PMDB, sem querer, criou em Be 
la Vista uma-pista de Motocross na Duque de Caxi: 
as. Quem deve estar gostando é a Associação de Mo­ 
toqueiros da cidade, pois a continuar assim não pre 
cisará nem construir uma pista para participar do 
Estadual de Motocross ! ! 
O que existe de motoristas em Bela Vista que es­ 
cionam seus veículos cm qualquer lugar, pouco se 
reocupando se estão atrapalhando o trânsito ou a 
são dos demais motoristas, não está escrito. ~ co 
- encontrarmos nas esquinas da cidade carros e ca 
~hões estacionados sem a mínima obediência à le: 
slaçâo de trânsito que exige o estacionamento,pa­ 
carros pequenos a mais de três metros da esquina 
10 metros para caminhões. Depois acham ruim que a 
Hcia Militar realiza blitz e aplica multas nos i!l_ 
atores das leis de trânsito. Isso tudo sem contar 
eles condutores que ao virarem uma esquina ligam 
seca e esquecem de desligar, virando para a dire.!_ 
•ADI ou para a esquerda com o "pisca" ligado para o la 
1 rio contrário. Quero ver a hora que esses motoristas 
feree dirtgir numa cidade maior e de trânsito bas- 
·E l s:o1UE s CASAIS] 
llliro"lã de Bela Vista"!! 	.... 
11NA15 , r------------------,----, 
- l LA,AD0R FOLE.L0RICO .g7±±EMA"E% 
todas as sextas feiras no clube a sociedade bela­ 
vistense está convidada a participar da "Discote - 
que dos Casais". Só entra quem estiver acompanhado 
do namorado(a) ou da esposa(o). Segundo a direto - 
ria do clube, "os jovens têm a sua tradicional dis­ 
coteque aos sábados, aos domingos e a vez da crian 
cada das quatro às oito e agora os casais terão a 
sua vez de curtirem as músicas que marcaram época, 
tipo tangos, boleros, valsas", etc. 
N 
E NÃO ADIANTA FALAR QUE SOMOS CHATOS!! 
"Contra fatos não hà argumentos", e a verdade é 
uma só. Para se ter uma ideia, a empreiteira que es 
cava fazendo os serviços em nossa cidade foi trans 
ferida quase que em sua totalidade para Porto Mur­ 
tinho onde já asfaltaram mais da metade da cidade, 
além do realização de todo o serviço de esgotos e 
saneamento da cidade. É mole!! 
são 
RALES, OU MELHOR,"ENGENHEIRO" OSCAR CORRALF.S ! ! 
Quem conhece o 
-'Engenheiro Mecani­ 
P' o 0scar Corrales 
ar!n como.um bom 
ecâ:tco, está qua 
erto; Mas que 
sa que ele só sa 
e consertar 
e 
0
s está errado· 
' Oscar corrales, 
ou Corrales é a- 
r
(l tr:,, disso u~ gran­ 
(l de laçador, inte- 
• rante do Clube de 
co são Geraldo de 
la Vista, pelo 
al já venceu vá- 
ios torneios :le lo 
e ciaa de sua 
ua "Meia Noite". 
Esta secana cs- 
tve=e, ceveras-!2 _ __e' 
co Corrales(foto acima), a respeito do 
to ~e Club'es de Laço que será realizado no prxi­ 
es de julho, por ocasião da realizacão da EÀ"1'0 
• Afirou a reportagem Corrales que "espero uma 
Celentc apresentação dos dois Clubes de Loco de 
la Vista, pois seus laçadores vei:- r't'<?inando com 
dnco para ficar co o título do Econcro". Lem­ 
Ramos que a disputa é promovida pela Federação de 
• Vara Miranda· - Dia 30 
No proximo dia 30/06, a cantora Yara M.iranda es 
torá se apresentando em nossa cidade no r.inásio dê 
Esportes. A promoção e do Grêmio Estudantil da Es­ 
cola Castelo Branco. O-Show com a sensual cantora 
que e irmã de Sula Miranda e Gretchen terá início' 
às 19:00 horas com o ingresso custando apenas NCZS 
3,00. Na oporturridade estarão se apresentando ain 
da vários grupos de danças alem de outras atraçÕ: 
es. Todos são convidados. 
Na semana passada foram realizadas as eleições pa 
ra a Presidenc:ia do Associaçao de '!oradores da vnã 
Cohab ec nosso cidade. O vencedor, ou melhor, a ven 
cedora foi a senhora Rosana, que derrotou o candi­ 
dato oponente por uma diferença de trlnta e três 
votos. Vale ressaltnr que, por incrível que pare­ 
ça, as eleições no Vila Cohab transcorreram senne­ 
nhum ainterferência política ou de políticos. Dese 
jamos a nova Presidenta que desenvolva todos os ei 
forços em prol do bem estar da comunidade da Cohob. 
ELE O FAZENDEIRO} 
Foi promovido pela UDR JOVEM de Bela Vista nes­ 
te sábado, dia 17/06-, no Clube Espo_rtivo Belavis - 
tense o Baile do Fazendeiro. Os que estiveram no 
Clube disseram que o baile foi sucesso total, o clu 
be esteve completamente lotado e o conjunto era de 
excelente qualidade. Parabéns UDR Jovem. 
Enquanto no Clube Esportivo Belavistense a UDR 
realizava o Baile do Fazendeiro, no Grê::iio Pedro Ru 
fino a CORPORE ACADEMIA DE Gl'.'<ÁSTICA E MUSClfl.AÇÃO­ 
promovia uma discoteque com a apresentação do GRU­ 
PO GINGA, um dos mais renomados grupo de dança do 
Estado. Informaram à reportagem que o clube tabém 
esteve com suas dependências completanente tonadas. 
J As reclamações 1 
Todo nundo sàbe que a nossa cidade nao coporta 
duas promoções de bom nível ao meso dia. Isto por 
que boas promoções hoje em dia estão bastante ca­ 
ras e exige uma excelente arrecadação para não da­ 
rem prejuízos. Não entendemos porque realizarem o 
Baile do Fazendeiro e trazeren o Grupo Ginga na me-s 
ma data. Muita gente gostaria de participar do a? 
le no Belavistense, mas tacbem gostaria de ver 
Grupo Ginga, no Grêmio. 
Em resumo, uc acabou atrapalhando o outro, mes­ 
:no sem querer, e claro, sendo que se houvesse ue 
lhor entendi.cento ent~e as pessoas envolvidas, a 
caria escolher as datas e os dois sairiac ganhandÕ 
muito cais, não acham? Eu mesmo, para ninguém re­ 
clamar, não fui em nenhuma das promoções. Tchau ! ! 
RUA: 
FONE: 
DR, SALVADOR 
: 
LOUREIRO 
OAB/MS 3.369 
CIC 029.875.191-20 
ESCRITÕRIO 
251 
JARDIM 
FONE: 
10 DE MAIO, 
RESIDENCIA: RUA OLAVO BILAC, 146- COHAB. 
1410. 
MATO GROSSO DO SOL. 
251 - 1451 
341

l 
·Sindicato quer 
Farmácia como 
Postos de Saúde 
Pr ra o 8 tr,cJl e, o elo:; l·nrm:,cc u icc,s rtc• 
Mnto Gro:,no de• !.:ul ('.:JIHAJll~S), 11~ fnrm,,cias 
d<'V<'lll runc 1011:- r e r,rnc, vr rdr d•· 1 ro!'l po:. Los de• 
aude e prestar primeiros-sccorros. O pr••­ 
o!ckntc· c}[I lnt,til1.lç:10, A1y FPrrl'lra, c-n­ 
tregou à ccmisso de sistematização da s­ 
sembléia Estadul Corstituin e, tm nuclit·n­ 
oia pÍlbUc ,. 1m, dot'urncnto ql:t! rcl.:,cionP 
a sugestões d classe pra aprovei amnto 
nc, procc :.i:-o c,,n~· t.i t.uc i anal. 
Serunci1, t' Gl11clic;,to, a:..: farmncia ;1clqui 
r'iran., Cvla o I n.r,o. u,, c,,ri,ter comc·rci•,l 
provavelmente referindo-s aos estabeleci-' 
mr 11 t.oeo do pc·rn t'<►Jpv;,Jos Dl' l ns e i rcun!? tnr.­ 
c ias, a vnder artipos nos ccnvcnclon:.is, 
como ~lirnLnloP normrlmcnle ccmrrcializhdos 
cm mt..:rcuCuri;ls. A s) tLü.çào é o.tribL•icta 
por !- l' r rc ira na falta dc po li ti cas adequ~ 
elas. Tnnto que a rrimlira sugcsrão do sin­ 
cliC'nlo ncs ccnsll tuint,·s é um arLigo que 
prece i tu,. o cl(•Vt' ,. de, !-.::; tudo de se: rcsron­ 
snbi 11 znr pelo atendimento F~rmncolÓgic~ 
"um c1i rei to º" t, dos". 
.  qucr-li=io dcs í!H dic.1r.a:nto:,, t:.rnb.;-m mcrc­ 
cru dcs trmucuticcs amplos estudos. inu 
ci '.ldot~ que• cc.1,1rr0vflm os r-,,stos e o de sper­ 
dicic dn govLrnC' brasilc·iro otr·,vés a. Cg 
me:(Cerlral ctc t•lt>dic.im,·ntos), o Sinfar;;;::; 
criticou n pc.Jitic;-c do setor e [)<•diu aleu­ 
mrs pr·ovidências, c(,mo o camb.: te n· m:to - 
mcdict•c;n0 e n pn ibtç:;o dL publ icid::dP de 
remédios nos meios .te comuricaçio. Ferrci­ 
ra. disse que classe ex J gc t,,mhÍ·m, ni1 cc­ 
mreializaçáo de produtos tmeopaticos, ex 
clusividde acs Farmceuticos especializa.. 
dos, qu igualmente avem ser pr'cscnça 
obr·igPtÓria nc,s pcsto,; d<· saÚctc govern"mc.!:1. 
t.;is l' 11<. vigil3.nci a SC1ni tnri ?. 
DF.NTISTAS 
O prPsidcnl~ do Con~elho RC[ional cte: 
Odont0logia, PC1ulo Belchior dos Reis, crca 
minhou aos constituintes neve p0stulacÕes 
bãsicas. entr·c elas s::.1nl'ios cc~~µ.,dvc-i.9 
carga horária oçcional, iscncmia salarial 
dos p!:'Ofi:,,sionais do Est.aao e Municípios 
cc.m os a,, unino, ins.:ilubridãde, ir.plar.ta­ 
çao de consul tÓrios cdcntclogiconas csco 
la:,, dQ 12 Grau e criaçao de programas ed 
caLivos, prC'vcnUvos e curativos, plenitu­ 
de dc,s pt·ogram,,s de fluo rc tação. 
U, tJnnoJ r.o Eu udo e propo ,. d< '1;J 
j1 insUtuido no En3lno rl• l Gr u. r.:~,Lcrl 
q1.c· dP oriPnl açÕ<'fl P,f ra1G ..,cbz•e <• tum. l o 
nor ,duro•:, rrt,lhcr·c•::; ccndiçÕes P• r, :w c:r - 
pn 3;•1; no qu,· r,<: rclc.c1c.nc fl pr·lorl<i de nns 
via urbnas principglmen e pra o Bi!'êf•r:l'• 
cc;I(• lvc e· t,1x;•çÍ:Ío dl' t, r1!'11r, ·,dr•qu,,rl;i". 
rtobcrlo fl1,r 1·0::i dr 01 iv,•J.r·1 p1·ccJ cl1-r.LP <lCJ 
"lnd1crto rJe,f· Dc•f·prchnntcn, 1·cliciL011 qt<· 
cejn insPr!da nt Cor::i ltuiçí:io o rrronhrcl - 
mcnLo cl1. allvtdr.clc da cc- egodl'.I pclr; <·uLrJ , 
r, sun justific.ilív,,, proveu oer c:,p,,z de 
e fr·t•t1 ·tr !-:oi t unçÕ<'!1 ndverCP:3, of(~rPCl•r br:.,­ 
cr;t ar, t1aballi<·, dignid,,dc, nrrov••! ·,rnt-n <> 
dt M:io-d(• Obra dcsqunli.fJcad;. da N•ncll',<'Vi­ 
t:né.o n r.i;,rp1nnliz.:,ç;:Ío deste-. Foi p'<lldo 
qul' se discipline: o número Ul' prcris~ion·,!::; 
at.rnvi,s do Ínctlcc populaclon;,l d<. c;1da Mun! 
ciplo. O Sinclicalo cclhlu ~m tod0 o EsLado 
4.789 a~sinaturas. 
Em n0me elo Sindicato des Médicos,dc Con­ 
selho Regional dC' Medicina e As~oriuçí:io.L~­ 
cio M~rio DulhÕes(Prcsldcntc a Primeira E.!:1_ 
tlclcde), apzescnlou as scguintPs propostas 
básicl'ls: Mar.uter,ção dcs Dcr.efÍc1os g.:,r,->rt i­ 
dos pcln Cor.stltLiçio Federal, humanização 
dos Scrviçcs PÚblicos de saúde e cfctiv~çno 
imedia a do SUDS- Sistema Unifictdc e De­ 
centralizado de Saúde, isonomia Sõlarial 
além de outroE itens já artcriormcnLe er.cn­ 
m'nhndos na As!'c~bléia Estadual Constituin­ 
te. 
O rcprcsentnntc da Associação Profissio­ 
nais dê, Indústria de Cerâmica, LLiZ Clnudio 
Fornnri, destacou duas rcspost,,s uur a catg 
geria cr.tçndc cerno primordial nc • capitulo 
d~ ordem ccon~nica de Neva Constltuiçno:Pro 
tcçio as indústrias d,. ccncorrêr.cia dcslc-al 
qu,mdo c::cta fcr motivada per incPntivo fis­ 
c~is concedidos por outras urid&dcs dn Fede 
r,çio, e que proporciono nr comercializ~ç~; 
neste, diferença de carga tributária e, ai.!:1_ 
d~, , pr·efcr~ncin de bcr.s materiais OL scr­ 
vçcs da terra. 
Sfstema ização recebe 
proposta de instituir maté­ 
ria. de trânsito no t grau 
Mais uma .:lL'. 1e,icia publica foi realiza­ 
da no dia 08/0õ 'qL.:n.ndo ã Cor.il ssôo de is­ 
. Enatização, p
1
-es.ididapclÓ Dcç-utado Cícero 
de ouza.• re=cbcr.: r-. rescn antes do Sindi­ 
cato d·,s Emprc as de •rrwiEpcrle de Pasf..a - 
geiros, Sircicàto d s Despachar.tes, Cnse­ 
Iho R{;~lon9l:dc 4ec.ic nt, AssocJaçào M6di- 
• ca, As~oc1açào dQs Cirurgiões Der.tistas 
Sindicato dos ~~dices, Ccrs.lho Recior.al 
de ,!'ar:nácia e Associaç;::o Profi ssion,11 d::, 
IndÚ·triade Cerâ-:lica, que . ,,i:rescntr.r·am 
prcpo to.s r.:g stÕes p~ira a . "icvn Con:,,ti 
tuiçáo de Mato Grosso ac Sul. 
O Secret.'.,i-io ac inaicnto das Enp1·.:?s&s 
de T r an	s p c r t e s de Passageiros, L u i z 	C a r l o s 
Spcr.cler, ~~!'.;e c;1:•• cx.::t :-- lõ E:r.-,prcsa- 
(en'.re Intermunicipais d transpcr e 
Aquímica ·não 
conveniente- 
(l 
a dquir!r o "Kr w-h 
quetei com o let 4 
chg roc 
i'•• •, 1 , lo Ir ~ ., 
K 
~ t•l1!,r' 
seus rproar'·nt 
la, qu 
t: • 1 e: l < 
Ur.1 Cu+ r'V r• f 
r• !'O! 
rio lar, 
r • ,ic, 
! t,, l .. ,; 
pode mat:.r pel r ro 3,000 d 
prios ciddos nur nataqu 
Ca ;,r C,Jl 11 .. •. n ci0 d, 
di•,,., 11> .- 17 
Vl::, fi u::a fir:. l 
d; Alc•rr;irir,-_ ,:; cj, r.· • 1 q,.,. v1·nd1 ,, 
loia pra a fatric,G 	u c . ases 
G.e os que uac" 
o estabelecimenta 
,t ' ~., r·,o e 
a produção de ingredientes quimicos e 
tif,~ros. ur.i· bc,lctu:i r,•:;..Jl r·,:.:.E: d,, ;:.e. 
pomatica do encontro internacionsl 
t r ~ o g:'is vcr.cr.c::-"'i, :·r .. , 1 i z~ ,~,., r.:--. P'lr. 
rce ter impelia dc P,ises europeus 
bloql!Céi!"C·r:1 ::i fi,b1i:::, lÍbir, •·r• í<:.ibc.:. 
to pode ser ris significa:te do qu 
p l esrcnte ir, t '; r-rc ,;' p ( r • -, ü ,; ll j _; l ç ão d t 
vcn< n0s-o por urr: d i ._ ::C')!' 1 ns • :."✓t 1. Cc,;"" 
ataque .:.rrcricano e n T!"ipcl i, q~•· Jev'. 
quL·d,, cr• ric,i:c- trrçcs rlc. t<-·rror1srro :r: 
gado pelos llb:os, a dt=t<::rrr.i~1.:.ção ce 
U:r o::. plarios d Kaddafi de utilizar 
gás venc no.so nL m;:; eut- r r·1, isto pr,cen, 
presentar- tl:r. import,Jr.tt· cfci to d' 
cusão scb!"r- a 5iri;, <= o Ir2.qu,. 
·Michael Da:by' 
osbacher culpa outrn~ 
aíses pelas atribuições~ 
omércio orie mericaíl 
lei 
",F í E 
câ-ra 
".;to r, 
.dr. c.: 
::G0 1° 
- :, .c·s 1 
A Rua : 
C;;.nberra- Nas primeiras semanas de janci 
ro, u~a investigcção realizada pela RepÚbli, 
e;;. Federal da Alemanh~ deixou claro que aC 
compcnhias dc produto!ã quimices de Pais não li Sct:r,_ ::.:..i"ic a::ljt..nto de. Tescuro cr:s s,!.~::..- 
estavam envc 1 vi das nn construção de uma fá- Mulforu • disse que as re:·orr:.;,.s , ccr.êrica5 
br ic,, n;;. Lfbia, acusr:da de estar f'abricznclo ticas ccnsist<:en a ::h:.ve C.ér;r auc: u:- .. rals cê•-' 
gas venenoso. No fim de janeirc, o chance _ cnsiga tirrprcvito dc uz estratégica " 
ler Kohl acmi ti! que as firmes ::i.1er:rãs esta- auzir- a divida cc terceiro !urdo e seu ser# 
v.:m cr.vclvid2s né. coorden.;.ção oa construcão "Um Pais deve instituir pc,liticas cer:e=-~ 
ao rcrertd;;. fábrica. Gcrhard Vor Stotten- su?_economia, acelerar 
O 
c.:-esc::.rrert:o, n::i3~ 
bc·rg. m::.nistro dé.s Finanças da Aler:ré.nha Oci deficits fiscais, fazer b?.ixar a infl~ão, 
dc-nt~,, admitiu que a fábrica da Rebta for-;:; iZõ.r ª rep:rtição de c1:,piLal, incentivz..rc=· 
d • e i ,,, • xos àc- ir,ves '~n~- - ........... ,.. 
• !'OJ. ai'! pra pro UZ r gas vencnc SO. gcrz 	" " uo estrangeiro, privai 
' 1 h O • d 1 • • b • t - ª"' sua eccn~u· 	__,,, 
a i man a c» cnta ira nir a expcr açao - -. •~.,a qt..e hojE P<'.SSc:.-:: e:,,t.ar e-,,,- 
de tecnologia pz:ra os países ré.clicais de tê.tais e S<::rem setores rr.uito si;bver.cic.,;;.:l~ r 
• t, Mies B ' ici a • • • sangria nc o>-c"'""' t d - 
ren.e Me@io,e 3onn ir..ou uma investiga- 	'Vento e ngo zbrir seus V 
- r· 1 - t d 	ccrnerciai~ ad ; •· • • _.,. 
çao cm 14 1rmas a emas cxpcr a oras en; pô- • _.., Dtare.-:i poli~icas ==~ e · 
ter.eia! de competentes qu:imicos para os ex- • r:i um_!"tgir.e oe caxas ac· câ:~.bio"p;_ra c,.Y-c i' 
trem is as regimes árabes; além do Kaddafi. q~ali 
1
car-se- às va,tage.-is da nc,v
2 
es.:r.:i~é;- 
Esta sÚbida mud,,nça de atitude teve inicio o~vlda, disse i•:Ulford ac "orldne " a::&::: 
nas vésperas dz. i:-ecente ccnferênc a centra dlal de tEl'-visào - • ' 1·- '• 
/ 	oe D· .
1 
:: ~ per saceli te, a.;. USll-. 1>c·· 
armas ql:.Í.micas, realizada cm Paris, e refle .,1"':i g~ dos êl.JA) . 
te· a crescente preocupação de co. o Kadda:f' ,:,le:n a sso, creio aue per ser II' p. ;:rf 
uLilizaria sua fábrica d- orod1:tcs qliiraicos lu"ltar;c do qtal • 	,. 
• ' •· os bncgs recisam pzr> 
feita pelo Alemães, em Rabta(60 krr ac Su otvta::iecce con,,-
1
·t:u· - 
• 	•-e 1 ::'.I p,cble:na -é!"10 s.: 
d Tripoli). Provavelraente, est:e foi uns · • s E:~.:ivt:r -t 	- 
"' !"'c>Sa::'o rn Pé.gér."lCc., to de jur - 
dos mo i vos da rEcusa do ex-presidente Re_ acs ac bn.coa 	- 
' pois is ccrrplica e~-­ 
gan cm não suspender um ataque a Rabca. vi-·r--------.:..--.::.=..:::.:.::.:.::..::..... 
s,:ndc assim despertar a Alemanhé. Ocidental 
OE- SLa apatia sobre o assunto. A dcrrub,.da 
dos ci Migs: da LÍbia pelos norte-a::-eric2- 
nos fc.i uma m~nrira de arralr a atenção cun 
d!~l scbre seu Pnorme receio er. rulação ; 
aqt..'siç5o dr armas quimices feita PLlo ins­ 
távl regime de Kadcari. 
Err. contrastes à apar nt ind1:-erer.ç dr:. 
Alemanha Ocidental e de outros Países euro- 
LEIA E as~slNf 
"JORNAL Tf 
• ·:-;!!!,jCCr 
':!D: Rua 
A ftUü :: 
"'frc.:-itar 
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PREFEIIURI MUNICIPI DE 
Lei Municipal n! 856 /89 
,,1 ftll.'rl·.~ _t!!_l_':fl.l'lO l·.M 1'.l OI. _{l_!!,!tlO DE_l'I.!!.'.!_ 
-[Ji -;i-·,,.. ti( br'I n r'1 vov. ... c; 1c. rJ· Lei N 769/ 
4e OE d Abril-de 19/6- "Doação", 
lo 
Fll, r.d, .or 
"imir.lp.d d, 
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Rab: 
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m gulnt., 
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AITIC.0 19- Tt1rrH. :;ir <l<'llo II Lt·J fl~'/ú')/86. 
o a Ar d 196o, que autoriza O Ex,­ 
•11l tvo Mt1!1lt· i "" l ,1 dn;,r• urn lot, e]( lt rr·.,no 
rbno loc lizado nc Boi r·•·o Antt,niu '.JofÍl, 
b NA 38 d 1 Circunscrição, me'indo 
1x 3G m?, ;', lpr,j:1 clu Evanp lho Qu, drang~ 
l ·•r. 
AHTICQ-22 - l·.:.1 il L., ! c,r t rara er vipor· nil d~ 
t· dt Su'1 publ ic-;,ç;-;0, nvopr1d·11· ar· d!src,si- 
cÕt ~- n, contrario, 
iWla Vi~:t:•-MS, l~• clr junho dr· 1.9(,
0
• 
t.osc-n Mt•dtií'l!' d Moraes-Pref, nicipal 
lei 
G DINFTE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989 
Dispô sobre a denominzço de vias Pübli 
cns ·e ctii outrt-~ pr·ovid('ncíns. 
A Ci°rnr1r,, Munic ipnl ck Bela V1!'1 n, Est;,dc, 
ae i•,dto Grosso de Sul ,,rrovcu e promulo a 
s gu i n te Lc i : 
ARTIGO 1- Fiem: aim denominadas a Vias 
PÚblic.-,s nc lt>1.;rn,pr.tl• Neve, Hori::c;ntL': 
A Ri.:a s<m d(•r,0n in:.ç:io na qu,•c'r!'I O~• cem 
rcmÚ1L'sccnlc elo Lot, 8::, fica as!:.i11 dcnomi­ 
n~dú: Rua Pro!'q Ct>r.Cl ição Ran.os. 
A Rua sc·m dcnonr.'.nr:ção né qt:adr::i 01 e O;,> 
ccnrronlando cc,w Chácara do Sr. Frznciscc 
de Albuqt..crquc Mnin, fica as~im dcnorn~nadé! 
Rua Mário B::it t.i l;-,ni. 
A Ru::. sem dcron,innção !'ln qu.c.dra .01 e 02 
lotc::irn,r.to Novo Horizcnte, fic.:c. a$Sim dcno­ 
m:nada Rua N:c0medes Arcco Ortiz. 
APTIGO 22- Ficn o Chefe do Poder Ex~cutivo 
autorizRdo a mandar confeccionhr ª" plac&s 
de denominação para as cit&das Ru2s. 
ARTIG0-32- Esta L0i entrará err. vigc,r na da­ 
ta de publicação, revog2dns as disp0siç;es 
er; contrario. 
Bela Visla-MS, 13 d~ junho-de 1989. 
Edson Me~elros dL MorEes-PNf. Mur.icipcl 
lei 
M<•r'vlroi df' MoriPr, 
fl<•lt,1 VI t l a, Etado d 
P r, fr i o 
r1:, to 
GABINETE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989 
DiEp;c scbrc a rcgulorizaçic de Acadc - 
-:las C' e,,rid.c:des EsportivD.s. 
í I l {, j 
AHTlGO ;>L Í. cor.!1;11 ,., 
i',rrtlcl'lar, prcJ ,JJ7•,(JO 
e:,, I·npor-· , fqc,·t•1<;f<J. 
por inicl11tiv·• prlv1".l,,, r (l_rrJ:q•' :o 
volvlrnr·nlt, (l', .• ·;tivicJ•,d<:· cl·,'t,lf'i 
for r:, elo /, r i i-o '1 cJ1·'J a l 
ro cJ< Orien ação l·i!,IC . C.ub<~, Co:.rhni­ 
nior;, l!Ó <·ln, Cl lnic,,.; , • f '1 ic,,, ;:, c1, - 
ddes Civis de Caráter i-:5ptrl 1 vo cJ, '.i1r. 11~ 
res) . 
§ 1•- No CUJO dnn CltlU(f'i, 110 toc:Jr: < n:· 
:d ividades no abranLdns pelas norr· Dr. 
·pcrtivas estableciduus prlus· Federaçóet 
1)1•:.port lv :,: Ecolintas, ulat ,.,. Glr ·1 t !­ 
cns, Musculação e Similares; 
§?"- Em 11ipÓ1t :," ;-iJgumH podc•rÜo nL 
1 
.,•.··­ 
bel·cimentos se dedicer a formçáo d• Pr-n­ 
fessoros, instrutores e Auxiliares d Ensi 
no, nem cnns<')'Ut·nt<'n.r•r,lc, rxpPdir· 01pJor:•;. 
cc..m e:sas d nomi nnçÕer. 
ARTIGO 3 - O:, e: t.,bclt,cirn<·nto:, p.11'1 ir•ul."l­ 
rcs <~pcci::ilizr,clo..; 1-;-~Edt.cac;rio F'Ísic-,, F.r;­ 
pcrt•· <· RPc1c·aç:Ío flcam sujeitos ·,e ficp!:::- 
1.r·o r a oriPnt.,çio norm,liva d, C.M.f'.(Co­ 
miisi'io Municipal ct1.. Esr,ortc). 
ARTIGO 42-Para fins de organização e fun - 
cion,,m<'rto,
05 
"sthbnlPcim<nlos r:-,r-ticL:la 
res ~o Educuç;c Fi:::lca, Esr,orle e Rccren 
çno sno classif'icados err: 
0.1- De Ginástica 
ntividadP de Alaqur e Defesa . 
Mu:;.culaçZtc 
Dança 
Yoga 
Natnç:'io 
outras atividades compreerdidas no 
c~rrr.o da Educação FisicE, dos Esportes e 
Rccrcaçãc. 
ARTIGO-5°- Os e:;_t:cbelecimentos r:c.rt icula­ 
res especializados cm Educação Fisi~.1. Es­ 
pcrte e Recreação ficam sujeitos ao reis­ 
tro obrignlÓrio nc C.M.E.(Comissão,de Es - 
·porte), desde que csteja~enquadrados em 
um Oü muis it6ns de rt. 4°.; 
§ lº- PeriÓdicamcnte a C.M.E (Comissãc Mu­ 
nicipé,l de Esportes) deverá svpc·rvisionar 
o cumprimento das normas previstas no pre­ 
sente projeto. 
~ - O Supervisor d2 C.M.E. d€:verá ser 
um Rrofessor licienciado em Edt.cação Fisi­ 
ca. 
fRTIGO 6º-A ccncessão do Registro do esta­ 
belcc!mento fica condicionado~ aprovação 
prévia d,.s respectivas instalnçÕes pt>r ins 
pcção Técnica procedida pela C.M.E.· ae 
Bela Vista-MS. 
ARTIGO 72_ Toco estabelecimento tera obri- 
----- 
g8toriam<.:r.te, um Professor em Educação Fi- 
sica, 'd0vidamcnte_regist::-ado nc c·.M.E.(:.1- 
nistério de Educação e Cultura) como Dirc­ 
tor-Técnicc responsável pelo Registro e 
funcionamento do rLfcrido.estabclecimenéo, 
qualquer qt.:e seja a entidade o_u pessoê. ri­ 
si cê. m.:;n te dora .. 
§ 12 - A vinculaçãc do Diretor-Técnico 
dos Professores ac estabeleci~ento é a 
• o. 2- De 
0.3- De 
0.4- De 
0.5- De• 
0.6- DP 
0.8- De 
A câr:,ur2 Municip, 1 de Bela Vista, Estado 
<.:, Mato Gosso do Sul, decreta e cu pi·omul­ 
·r• '1 seguinte Lei: 
A TIGO 1º-0s estabelecimentos pErticulares 
!:'J?Pcial: zados cn: Educnção Fi sicn, Esr,o'rte 
º~crcaçãc. sediados n0 ~uniclpio de 
e 
vista nas Leis Tr~balhista; 
§22- O propr,ietário do e!:tabelccim~nto se 
for profissional em Educação Fisica, pode- 
rn 
PODER .JtiDJCIÍJH') D(, E.TADO DE MATO GRO..,S 
DO SUL-Cu:-'./h';/, D·: r,H /, V fS'f'i,-'.1S, 
Edital n! 01 
: • f ~ , 1 . I} z 
ri te , : i: f ·, ! :· or
1
J", . Á "r •• ? e '· 1.J' - 
1e 'Vista, :.' : C Mo G:o «o do ul,1' 
for ·rr , ~, 1 _ • 1 , (. ' e ... 
lo, Prl'._1dt··.1, , . 
XI Concrsc, p:a 
n~~.:.· Co:. r rc: 1 .r 
j r .. ·tr·uç0 -~- • ":.., 
• f 1 , • l r, .. ( d v • • > 
• ) : r. ; ,·Jt; 1 i 
' ( ' j t ' !" ·1 J { :.:. i 1 "/. 
coes das provas dc concurso supra-rferi­ 
do . 
l - DEZ E ± !· : .L ' 
d i :, 2'J • j ; •. ( 
12:CC heras: 
: , ; ( : • ... t - 1 ( t ! : . f 1 "1 • 
1 ( 
2- LCC/,L 
!,!::i. proves sra taliz 3s i,• scci 
Estadual d i II Graus ±:tu o.iv 
tutt.d· ruu ,rãc d M.a ,..,,.., 
de. 
3- Os cand.atos : vrruo 
Bela Vista. 13 e• 
VILsm:. BERTELLI 
(J t, 
l ~ .. • C l ') 
tar-Sl', r.o loc,,l ao cu:-:cu:·'-'c, cc r ;,: T cr 
d@reia, munias d lpis, bcrracna, can_ 
ta esferorátice azul ou preta, acure- 
to de: id-:ntlcadt: r• e•:·:.· j J:-;o '1C c;!r:;.· 
1 
r tr 
err. caso de al tt ração e, nví.t. ~- :-.c:r.. ;L..r­ 
as O:O0 horas serão ;ch+dos os p 
de ingr-.e..sso nc• lccél .. : .. 1s '< v'•s. 
4- No será aamitidc sal- a ore­ 
o 
hcrário e abelecido rc item nter.or. 
5- Durante as provas, no sru per 
tido o use de livros ou Códigos, de c al 
qver especie, c dc macuinz calculadora. 
d<: 1.389. 
JUIZ DE DIREITO. 
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" " .. 
PREF EITURA MUNICIPAL OE CARACOL - 
CONCURSO • PÚ.fÍLICO - EDITAL • 001/89 
Dr. Iro MArb a da Silva, Prefelto Municipal de Caracol 
i toado de Mate Cr o do Sul, faz publlo, para conhecl_nto, 
do Interes ado que e /tario abertat, no per[odo de 2$ a J0 
de Junuh d 190, Inscrfçies para o concurso publico des! fna­ 
lo a lr tonar candidatos ao prof nto efetivos, rfado pe 
l I Ld ,., /01/>7 tl<- lij,()/,ij7, 
CAP[«/to 1 
Do CAs O/LI0_1O 9CURSO 
O ,tos ob]e os do concurso, .,t'U!li 'IUdntll!Hlvos. t:10 
o catantes do nexo l th•u,• l"dltal. 
N!RIO.II 
IA± CM4OE! 
I- A Inserções serio recebidas, dlarlaente, no Jwrfodo d<' 
JS ,l 10 c1• Junho de 199, no:t hor,Írlos d,,J 08:00 us 11:()0 d,,s 
)t,:00 na 17:00 tiorn11, nn AI/, l.lblndcJ F<•rrPlr,1 IRltt.•, nQ 251, 
e, nt ru - Cuacol -~1$. 
2- São r -: d!iltf'ls por., o ln~n•i.so , .. , cnry.o <'Í••ttvo: 
2. l- St.•r hrnni l1•lro; 
},'}- St.r I dor de 18 e 
to das Inscrições; 
2J- Estar qu!te com as obrfgçôes eleitora!s e nIl!tares; 
24- Cotar de boa saúde; 
2,S- lt••HH.:lrnJ ,1at.1 rio C'l1Cdr:t~l•nto d,Vi lnr.crtçÕes, o n(vc-1 
dt• l'SCOlJrld,1dp l'/ou h:th!tlli,..lo pruítt.slonll e dC"r.:ials quallfl­ 
caçoes ex!g!das para o exerelcfo do c:tn•o a que concorrC"r, 11 
S,lbrr: 
2.S. l- l',1r,1 ,,.. caros do grupo I- Ma!stérto- Classe Especial 
2.';.1.1.- rroíl·r.t•or r-1, curso dt.' hnbiltti1çJo C'O na81Stirlo - 
cor: duração de 3 anos, e/ou Logos; 
2.5.l.2.- Pro(P1iwr t1-tl, curso dr hnbllttaç:io C'Cl r.in~lst~rlo, 
cor duraio de 3 nes e Especialização; 
2.5 .1. 1. - l'r..,h: •:or P- l 1 I, curi:o t:up1.•1· lor con 1 icl•nc laturn 
curta; 
2.5.1.4,- Profesor P-V, curso superior coa licenciatura ple 
n.,; 
2.5.2.- Para os aros do rupo II- Apolo Adzin!stratIvo 
25.2,l- nico em contabilidade, curo d.1 h,tbllltnç,io t!::I 
contabilidade e/CRC; classe "G" 
2.5.7.2.· sistente ad!nfstratIvo, curso de 2? grau conple­ 
to, e 1.1!- ,, "f''; 
2.5 . .>.J.- ,u~Ui:u de contabll1d11de, AlLlllnr de tributação , 
Au.."Í.ilLn Jdi:llntr.trativo, Au~ilt.,r de• tcsournrl.1, curso de 2~ 
;:rau co:.pltto, c1a6sl" "D"; 
2.s.2 . 4.- Secretária, curso de 22 grau copleto, classe "E" ; 
2.5.1.- 1'.1r,1 os cargos do grupo lll- Serviço de Natureza ris· 
cal. 
2.5.J.l.- FIscal de Obras e Postur,,s e Agente Fiscal, curso 
22 ~r.1u CC'..,plcto, clnsst! "D"; 
2.S.4.- rarn os cars;os do Arupo IV- Apolo T~cnico 
2.5.l.,l,- lTifcmeir::i, curso 2r gr.,u co:ipleto,clnsse "D''; 
2.S.S.- Par,1 0:1 cnrgor. do ~rupo ' - Serviço;, Ata.xill.:ares. ela~ 
se "A'e " 
2.S.S.1.- MotorlstJ., Operador de ~t.lqulnn, Rcct.•pclonlstn, Tele 
fonlstn, Au.,illar de Enfel'T.'.1gcc, Continuo, Auxiliar d~ Scrvt7 
os Gerais, Servente, Auxiliar de Operador de Máquina, tecan! 
co, A1.L,lliar tle H;:-cÕnico, Zelador, ~:1:rcndclr.1, ttlf.1betlz~ctõ 
co:n hnb! llt.1ç~o profisslon.1t. 
2!6.- O servidor público federal, estadual ou r.:unlcip,11
1 
que 
nao pretender ncunul.1r o cargo a que concorrer co:i outro de 
que Ji srj, ocupante, n.:io t:st.i suJ<"lto Jo llr.iltc :.ii."<.ir," de 1- 
d,1dc qul! tr.1t.1 o sub-Itcn 2.2 
3.- Para nscreverse, deverá o candidato preencher e .,sslnnr 
:i fich.1. ~e ln.;crlç,10, que lhe ~er..1 fornccid.1 no locnl, qual 
dêcl:ir:,ra pvsc;utr todos os n·qulsitos cxlgidos pana a investi 
dura no caro .1 qul.' conc<;rrcr, bt:•:'l assin que conhece e accttã 
coo val!das as dispos!ções deste Edital que rege o concurso 
coo n:- .lltcr.:ições posteriores, que reger.lo o co:icurso. 
J.1.- A inscrição deverá d feita pelo porto candld.1to,•Tlão 
sendo ad"1ittda procur.1ç.10; 
3.2.- ~o '!to da inscricão, o ca:1.didato dever.ia.presentar: 
3.2. l.- Cedul:t de ldentid.1'1c ou C.1rteir,,1 Proflssionnl no seu 
ort~inal, que após conferêncin scr-lhe·.i devolvld.1; ' 
3.2. 2- Co=pro,•a.nte do rccol~l.::ento da t.u.,,1 de: inscrtçâ.o, :-e:­ 
diante original dil via do DAR.:!, fornecido pela Prc(eltura. :ru­ 
nleIpal de Caracol-MS,_no valer de NCZS 5,00 (eLnco cruzados 
novos) correspondente a refercncin d,1 classe "D" "E" ''fº 
11r;•
1 
e clnsse ~spccla!, e SCZS 3,00 (três cruzados novos), cor:-cs­ 
pondentc a referc..nc1n da cl:1ssc "," e "B". 
4.- !lo ata da lnscrlç.io o c.:1n..!l~.1to receberá, r.ratuit.1oentc , 
Junto CO"'.l o comprovante dn ii1scriç:io, u;::a folheto contendo o 
texto deste edital e o prograa do concurso, Co:l descriç.1o 
das r:,.atcri.1.s dl! cado rro,·a escrl !·" que ~everá prestar. 
5.- Encerrado o prazo de inscriç::io, sera publicndo co Edit,11 
., r<!lo.;-Jo nominal dos ;nscritos, c:i ordco n.lfo.bêtlc,1. 
5.1.- O c.:mdidatc podera recorrer, no prazo de OS (cinco) 
dl.H a contar da data da publlc.:u;.10
1 no Prefeito ~~nlcip1l 
contra a omssao do seu nome da Ustn de inscritos. 
5.2.- O rt.!curs~, n nc-r ,1presentndo por escrito n;.1 S{'cretarln 
de Adntnistração, situada no Paço Municipal, à Av. LI!ndo 
Ferreira Lette ng 2Sl, e-: Ca!.ocol-~, nos 'horiirios das 08:00 
n~ 11:00 horas e das 14:00 :1s 17:00 hor,l!i dos dlns úteis se 
ra dí'cldido e:, igu.1! pr.1::!o ãO ir.dtcndo no sub-{tt:n 5.1. ' ·- 
5.3.- A_data, o horario e o local ondt! se renliz::irão ns nro­ 
"?2Z?"!""as+, +rravs e ·atnt, +s d«certas ·'ira 
CAP !n;LO l ll 
DOS VALOR!:S_1'~ RE 'l'l.E:lAÇÃO 
1:.- Os valo:-e, e!..: v~nci::t.>nt.>s ccn~.11,, corTcspondcnte à rcfe:­ 
[;"Z,l", " aressrta tunetens1 o»teta ás concurso, is s se- 
l. I .- P.tr:t os cargos do grupo I- Magistério- C1asse E.spccin! 
L l. l. • J>r-,fcssoc P-1 • 'CZS 170,9 
t.1.2.- ?rt,iessor P-TI - ~CZS 2!.!.,2:J 
1.1.J.- ?ro!'essor P-III - .C2$ 252,3!. 
l.l.t..- Pro!'essor ?-· - !CZS 4SS,L.0 
l.2.- Par.,:os corsos do grupo ll- Apolo ndn!nlstr.:ittvo 
l.2. t.- Classe 
11
C" - NCZS t.8 ,40 
1.2.2.- Classe "F" NCZS 201,50 
1.2.3.- Cl.,ssc "D" NCZS 162,80 
1.2,.t..- Clnss-c "E" - NCZS 187,22 
~;t- P:i.r,'l os cnr;;os do gru;,o lll - Serviço de Natureza F!s - 
1.l.!.• Clo~se "D"· '.;cz5 162,80 
1.:. • - ?ar.J e~ c..irgos do ·rupo rv - Apolo Técnico 
l.Z.,l. Clr:!i::e ":>" - ;;-czs 162,SO 
1.5,-Para os cargos do grupo V - sc:-viço :au.'(illar 
;3;7 risa, sera&r &e iáuta - c1asse "F" - czs 
l:5•
2
•- Rrc.cec.tcni:tta, t~lcfon!st.1, ::ru:,,1l!nr rlc. o cr.t1do .. 
iqu!na, ecinteo - classe "B"- Mz 122,1 	P r r de 
1.5.3.- A7xiliar i.!! c:,.!'e~_<::J, c:.ont!nuo au.xilinr <h.• sc:-vt - 
Ç0!3 t)cr.a .. #, servente, auxt!tar de zeZnfe 13 ... 
deira - classe "" - kczs 105,82 , zelador, reren- 
CPITO I 
DAS t ,t!J"•,5 f3CJ,.[üS r DOS Tí::t.1.05 
1.- 0concurso cri de provai e título para todas as ca:ego- 
rfa funcional. 
2.- MA provas r!tas, a que erio sut t!dos os c!dato 
"'' pt vierrtto tios cart,'.10 relactc.·.1..!ot ; ,,., ') l, e- ""YfE.•(• .-t, • 
rio as seguintes matérias: 
2I,- Para o caros do grupo I - Mgltérfo 
7,l.1.- hovn 1•• e •11.,cta«•nto J,'l!r.tl• E:•v,J,., .. ndo 11.1tPrins e 
1 ncntlc1Js r1J ,Jf(!,I fr.c·rf'lllt 11 catr·.• r1 .. fu.,clonJl. 
2.2,- Para os cargos do grupo II • Ap d·1 A! Jnl,cra Ivo 
2,2,1,- Prova de prática em dat!logra!ta; 
2.2,2,- Prova elementar de portugues; 
2.2,3,- Prova elementar de matematfca, 
2.),- Para os caros do grupo III - Servlço de Natureza Fiscal 
2,3,1,- Prova de noções da área de atuação especlfla de ca 
da categorta funcional; 
2.),2.- Prova elementar de português; 
2.J.3.- Prova elementar de matematlca, 
2.4.- Purj1 01 coqtos du Kfupo lV - Apolo lt'cnico 
2.44,1, Prova de noções da área de atuaçio especffea de ca- 
da c.ttPporla functon,11 i 
2,4,2 ... Prova t•lt>l"lent,ir 
1 . .t..J.- Prova C'l,~""t•ntnr 
2.S.· P.1ro os caros do 
2. 5. 1 . - Prov n de noções 
<l,t c,,tt .. ~orin func!onnl. 
J. - As provas escritas versarão sobre o conteúdo da& o.1tP­ 
rfas indicadas no programa do concurso, que será fornecido 
no c,rndidnto no ato dn fnscrlç,qo 
4.- A provn de prática e~ dat! logrnfln scrii prestada so:,-ente 
pt•lo'i candld,1tos aprovados nas provas escrltns para os cnr - 
~oq do grupo 11 - Apolo Ad111Ínistrativo. 
5.- , ,1vnllaçâo da prov.1 prática en dotllo~r11fia for-se-.i na 
f'~c11 l., d,• lC'ro 11 cera pontos e s ricnte serã hnbl ti tildo o can­ 
dld,1to ê;ue --obt tvcr o n(nlno de cinquenta por cento. 
5,1.- Será cón~lldc•rndo hnbllttado, por nproxl:noção, o candl­ 
d,1to que depender de ::ité O,S (rtelo) ponto ptlra corpletnr o 
1:dn!r.o exljtido pt1r.1 a h:1bl l lt,1ç,io. 
6.- As provas serão avnlt.1d.1s pela l'Cpresa prestadora de ser 
vtços contr,1tnd,1 pnra n rc,1111.nçÃo do concurso. 
7.- A av:ilJnc;:ilo d,15 provas cscrltn.s far-se-ii nn escala de ze 
ro ., Cí'::l pontos cada una, 	- 
7. 1.- As prova!:. ('sci--lt:-is só.o clininntórtos no seu conjunto e 
r. ... ente será h~!lllltado o candidato que ot>tiver de cinquenta 
por cento dn r:wdia <10s pontos atribu{vcis l1 esse conjunto . 
7.2.- Ser.1 considerado hnbllltado, por aproxtação, o cnndi­ 
d,'lto que depender de nté O,S (melo) ponto paro corapletnr o 
r:lnl~o <•x!gldo para h,ihl 1 ! taçiio 
7.3.- Não será admitido recurso contra o resultado da prova 
ou do concurso. 
8.- Os cnndidatos prcstnrão provas na cidade de inscrição 
e data, horário e locols que ser.Jo publlcodos ern edital. 
8.1.- t>urnntc- n rcallzaç,Ío d.1 prov.1 não será pcr:iitidn cctn - 
r.ult.:t de qualquer espécie ., livro, caderno, folheto, revista 
apostlln ou outro tipo de nponta:::cnto, be!!l. COC'o o uso de oâ­ 
quinn calculador.,. 
8.2.- O candid,1to que dci;,car de co::iparecer a qualquer prova 
ou p.irtc d"ln est.1rii nutom,1tlcni:cnte cll:iinodo do concurso. 
9.- O candidato .1prcscntará, no local de inscrtçâo, no per{o 
do de OS à 10 de Julho de 1989, os respectivos t!tulo9 aco::l-=­ 
panhndos de relnçao co que est.1rá descrito cada uni. 
9.1.- A relnç,;o n que r.e refere este {ten constará de for-=.a- 
1.;rlo próprio, que será fornecido ao c.1ndldnto no loc,11 de 
fnscrlç.io, no ato dcstn, n ser prcenchldo coe cópia, corbona 
da, que lhe será devolvida, cor.:o recibo; 	- 
9.2.- Os tftulos de Mestre e de Doutor, para que possai:i srr 
aceltos, devl'r.io estar aco::.panhados d.1 lndlcaçâo do .ito de 
rccon~v•cir.-.~nto do rcspcctl•o curso. 
10.- Os títulos serão avaliados na escala de zero a cem pon­ 
tos. 
10.1.- A m•,1ltaç~o ser:Í efctunda pela err:presa prestadora de 
serviços contr.1t.1d.1 para a renl!znçiio do concurso. 
11.- A pro,•,1 de titulo scr.1 classlflcatória, sõmente tendo 
os respectivos títulos avaliados os candidatos aprovados nas 
provas escr 1 t::is. 
12.- São considerac'')s ::{tulos: 
12.1.- 0s adquiridos: er f.lcc de conclusão do curso, publica­ 
ç.10 de trabalhos e cinistr.ição de cursos. 
12.2.- __ Os decorrentes de ter.ipo de serviço. 
13. - ao serao adoitidos co::.o títulos os que constitue::1 pré 
requlsito ao c~crc{cio do cargo n que concorrer o cand1d.:ito7 
Il..- A pontuoçao dos títulos obedcccr.i aos seguintes crlté - 
rios: 
14. 1.- T[tulos adquiridos, valendo até 50 pontos: 
14. l. 1.- Título de Doutor: qunntldadc, um; valor unitário 
20 pontos; valor ::i.'Uii::o, 20 pontos; 
l.t.. l.2.- Título de !-!estrc: qu.1ntid.:ide ur,; ,•alor unitiirio 
15 pontos; 'ãlor o.i:d:io, 15 pontos; , 
14. 1.3.- Certiflc::ido de cortclus,;o de curc;o de pós-gn1duoçâo 
a n{'cl d~ t::l'stra.do ou Doutorado, qu.ando não obtido o tfru­ 
lo de !estre ou Doutor, beo co.~o curso de pôs-graduação a 
nível d1! e~pêcf::iliznç.lo ou apcr!cÇi;:oa.I:icnto: quantidade, u.'!l; 
valor unitnrlo, S pontos; 'Olor c;ixino 8 pontos· 
ll..I,4.- Certiflc.:1do de conclusão de c~rso de cs~cciàlização 
~!)erfeiço,11:ento, atu.:illz:iç.âo ou trelnaoento na .ire.). inerente 
a categoria fi.:nc ional ,- êott carga hor.iria de: 
:~;~•l.,1.- 601 a 800 hor.1s, 4 pontos por curso; cáxlr.o 8 Pº!! 
lt..Í.4.?.- )51 .:i 600 hor.:1s, pontos por curso; c.áxic.o 6 Pº!!. 
tos; 
li.. 1.1.. '. 
de português; 
de matematfca, 
rupo V - serviço Auxilar 
do án•a de ntu.iç,io cspí'cÍ!lcn de cn- 
tos; 
ll.. l.4.4.- 40 a 120 horas, l ponto por curso; c;á..'(i::o 3 pon­ 
tos. 
121 a JSO horas, 2 pontos por curso; c.ix.l:io 4 Pº!! 
14.1.5.- ~!.plc~o. de conclusão de curso superior de gr.:idu.nção 
co::, dur.1çao c{nlr:UJ de oito scocstres, qu.,ndo o.ão for pré- re 
quisito para o exerc!cio do cargo n que concorrer o candlda-=­ 
to: quantldnde, ur:; v:1.lor unltârlo, 4 pontos; valor CÍXL:::o , 
4 pontos; 
1
4
.1.6.- Co-::provante de .1provaç.;o e= concurso pGbltco fede - 
ra.l, c.st.ldu.:11 ou cun!cipal~ .nn área inerente a cat.esoria fun 
cion.11, re.Jli~ndo. ha, no CMi::o cinco anos: quantidade, at'e 
2; v..1Ior unlt.ario, I ponto; valor cjxit:o, 2 pontos; 
I4.1.7.- Coprovante de publlc.nçâo/de llvro e/ou revist.J, so 
bre a ~rea_inc.rente a categoria funcional: quantld.1de, atC) 
vnlor unltorlo: livro, 2 po:-itos; .,rtlgo, 1 ponto; ,•.:iler :~l 
::o, S pontos; 	• 	- 
14.1.8.-_Cocprovoç.io de- clnistração de curso de extensão, a­ 
tualh.~1çao ou treinn:ento, co::: cnr-gn hor.ãrln o.{nic.1 de 20 
horns ef~tiva::cntc ci:11str::idns: Quantid.-idc, ntê 2 po:i.tos; v!!. 
lor unitnrio, 1 pont.0
1 valor ::i:Í.X1N> 2 pontos. 
!â~-d~:coop;ovação dos títulos ínr-sc-:i oedl.1:i.tc aprese:1t..1 - 
15.1.- Orlglnal e fotccôptã do respectivo <!iplo~ ou cert!f!_ 
cndo nos casos de conclusão de curso; 
15.2.- E)te~plar do Uv·ro e/ou rcvlstn, no caso de publicaç.1o 
di! trnbnlho; 
15.3.- Fotocópi.1 <fa p.igtna do Oiâr[o Oficial que ten.>ic1 publi 
e.ado o result::tdo !lnal do concurso pÚbllco, no qual o co:,;di-:­ 
dato, concorreu, e que conste seu r.o::!e entre os aprovados ; 
15.:..- Orlgin:11 e fot.ocópia do docu=.ento pc.lo -qual tenha si­ 
do o cnndlt!.1to dcslgn.1do p.1r.1 :inistrnr cur~o co:.:pr-cend.!do 
no sub-!tec: 14. 1.8; 	, 
16.- So c.nte ãer:i ~doitidn, de:cl.1r.1ç.1Õ, eo suhstitultâo de 
dl.pl :::u ou certificado de conclu:,.lo de cu:-so, que ainda nãs 
tenh.1i:: :::tdo e.xpcrlldo, qu.'lnt!o aco:p,1r:h.-id.1 do hlstÕric.o do 
respectivo curso. 
li.- S~io serão recebtdos t(tulos f r:i do pedodo oc. dos 1,..- 
CAI>!. 'ti) V 
DA NOTA FINAL F DA_CLASSIFICA 
t.· A nota ftna! de classificação de cada candidata e r 
dera a midfa dos pontos por ele obtidos nas provas esr' 
acrescido tos pontos dos respectivos títulos, o t 
C:r.s candic!iHOA para os cargos d rpo polo A t !t•ra 
que seria mdla das notas obtidas mas provas escritas e 
pro·,;:a de prit!ca em datilograffa. 
2- A lasstftca;ião dos candidatos habilitados eri r 
tada pela respectiva nota final, e ordem decrescente 
r , ,. J nto1. 
),- F aso de epate da nota ftnal, o desempate dar-se·j 
ln ona·r-, '"" fayor de ca ... did'lto: 
'). L - Ot' r:; J hor nota na prova de conhec l r.-E-n to e s:p 
).?.· Do servdor munfc!pal da rea espeelflea; 
3.J.- Do scrvlt!or nunicfp.11; 
).4.- De ma!or 1date; 
1..- o deaer:ipntP e11i relaç.ao aos sub-{tens ).1. ô 3.l.. 
tuac'o JW}õl co~t1s.io do cCJncurso. 
CA>!TIJLO 'I 
DAS 01 SPOS!çCE~ GERAI~ 
I.- O conêulao terá valld•1~e por 24 meses, :1 contar da tau 
publ1caçno do ato de: honolozAçâo do SPU rf'SUltodo ffn4l, 
s•·r expedido pelo l'Tefeito >'•:niclpol. 
1.1- O ato de homologação, a ser publicado em ed!tal, 
copanhado das relttçoes n.cr:-in..1ts dos aprovado,, por 
de classificação r~ cada categoria fur.cionnl. 
2.- Ournnte o prazo de validade do concurso alia dos u:i 
rel,tcionodos no Anexo I t1esce edital, poderão ser pr(#"i-"'. 
dos, por candidatos hobllitado5,osqu~v1E'rPr.i o v3gar nGjllt• 
r!odo, bt-~ coco os que !orer.i criados por l.ei. 
3.- F.o hl.,Õtese nenhu.-:i..:J será de·,olvlda a. to1X3 c!e inscrlç.Í.:, 
aind,1 que esta venha a ser anul;:ada. 
4.-:,jo serão adc:itidos ped!<:os de ir.!K:rlç,~ fora dos Joca:1 
lr.dicados no fte::i l do capitulo II, nem fora do perfoto 
25 ã JO de Junho de 1989. 
S.- Sa. ocasião d-! possP do candid.:ito hat>Uitado que vfer 
ser no=.endo, tera ele que co:J.provar possuir º'"' req11i1!:r1 
indicados no !ter., 2 do capitulo li. 
S.l.- A verlflcaçâo, er.i qualquer época, de dE:-claraç..io falu 
ou do uso de docurento falso, pelo CJndi<!ato, no ato de 1"! 
crlç~o ou nn posse, lwport.ara r..a anulaçõ.o da1~el:i e, e: e-;: 
sequencia de todos os atos d<'la decorrentes, se-:: prej .. {:~ 
de outros proccdi:'lcntos leg.1.i~ c.,!){-.·eis. 
6.- A 1:0.~eação dos aprovados ot>edecerá rigoro,a e exclr.uf~! 
mente a ordec de classificação dos concorrentes a. cacfa u:­ 
go. 
6.1.- A posse deverá ocorrer :,o prazo c1e 30 (trinta) dfa 
a contar da no~açao. 
6.2.· O candidato que_não se aprêsentar, no erazo inr:Hu!-;. 
para tomar posse e nao requerer 
I 
em teo~ habi 1, pror:-c;..i· 
{"?./""t prazo. terá a reipettva nea;ão toradi se= ° 
7.- Os casos oolssos sc-rão rcsolvlr1o5 pelo PC'e!'elto ~-::~d· 
pal, <;?bse.rvndas as norn.1s let,tais e regul.::1.=entml!S aplL::,Ío;th 
,1 espcc1e. 
CAR.COL, 08 de junho de 1989 
PRSFElTIJRA 'l!P.,lCIPAL DE CARACOL· MS 
DR. CIC!:1!0 RAR.~OSA DA SlL'A 
PREFEITO XUN!C!PAL 
ANEXOS "1' 
QU,UiTll:ATIVOS DE CARGOS 
GRl:?O l - MAGISTÉRIO 
Hn.gistério 
GRUPO II - 
APOIO ~NtSTRAI1VO 
~ Técnico de Contabilidade 
• Auxiliar de Contablll~ade 
- 1ssi.stente Ad~lnlstrativo 
- ,lL,illar de T-r1butaçno 
• Awtll!nr Ad:::lnlstrattvo 
- Aux!11ar de Tesoure!ro 
Secretaria 
GRUPO 111 
• StRV1CO DE NAI1REZA FISCAL 
- Fisc.J.1 de Obras e Posturas 
• Agente Fiscal 
CllL1'0 LV • APOIO ttcxrco 
- Enferneir-a 
C;tlJ?O V • SERvtcos AUXTLU,u:5 
- Motorlst.:,. 
• Operador de !'Gqulna . 
Recepcton!st.a 
- Telefonista 
• Auxiliar de :.'.,~fo:-:.,oe::, 
- Contínuo 	co 
Awt ll!ar de Se • 
- Servente 'Tv!ços Gera! 
I1ar de 0peradr 
lecnnlc.o 	de. H.1.quina 
AgÍI!ar de " " 
Zelador-.. ec.1n1e:o 
Merende!- 
Oó 
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0 
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c: 
O! 
,;!!:!!ORADO MINI HllÊI. 
füil ~ ~ ~ CERA!lo. AIE1''DD!EN'l'Q cai CJ,ft t'-l t 
~ VAS D! AQIJ!llAUAliA FQ . 
• • 	:ili. l4l • li.Só". 
.... lttl.10 ,U.vts Oi! Al;!UDA 
• DiPREsA.,uo E PECUAR! S'L· ,- 
RUA 1 -61,. COAAi:A S 
. 	5 D! FRIJm: A SA.'-Ssm.. 
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lH I.A Vf';TA 
s. e. â-m ar a é 
l 7 
ot 
o DE LEI NO _005/9 
_VEREADOR 1oGE_ nE_SOzA ROSA 
., )'/lr. <'.()flkl· / IH'GIILJRl Z/Çi'ÍO J)f. /CJDEMl/S li l'N­ 
s ESPORTIVAS". 
j iara Munfelpal de bela VIsta, Estado de Ma- 
r0osso do Sul, Decreta e i'l1 promu1 go n nt•r,d.ntc 
1~ On ~ntnhclcclmcnroo pnrtlculnrca enpccJn­ 
los em Educação Ffsfen, esporte e rucreaçao,se 
± no Munfc[pfo de Bela VIta, nó poderão fun- 
r e oranfzado d acordo com as normas pr 
tas neta Lef. 
, 22 - f, confd rado Estabel cimento Particu - 
Especializado em Educação Ffsfca, eport e re 
çiio, rodo uquolo quo, por JnlciatJvn pr!.v11d11-; 
led1que no desenvolvimento das atividades clos- 
lctHlns nu fonun do /ln. 1,~ dcntn Le1. (/cndemio, 
tro de Orientação F{sfca, Clubes, Condomfn1os , 
Clln!cn11 de Estéticn, Sociedade Civis de 
esportivo e similares). 
$ 1! - No caso dos Clubes, no tocante uu otivi­ 
,s não nbrongJ dns pelos nonnas desportivas esta 
lrcldns p •lns Federações Deaportivas: EGcoli-: 
, Aulnn de Ginástlcas, lusculação e similares; 
l 2g- Em hipótese alguma poderão tais estabclc 
entoa se dedicar à formação de professores, Lns 
tores e auxiliares de ensino, nem consequente - 
te, expedir diplomas com essas denominações. 
notar ±, ART. 32 - Os Estabelecimentos Particulares espc 
icddo 11,;1, µlizados em Educação Física, esporte e recreaçãÕ 
·•t ra:n sujeitos ao registro e a orientação normati- 
1
--.. tal, 1 	- 
por ,. da C.M.E, (Comissno Munlcipol de_ Esporte). 
:. ART. 4? - Para fins de organizaçao e funciona - 
.. ~ do, '-tto, os estabelecimentos particulares em Educa - 
""""l FIstca, Esporte e Recreação são classificados 
de Isr;' 0.1- de ·Ginástica 
1 
dos :· 0.2- de Atividade ele ataque e defesa 
per{:; 0,3- de Musculacão 
O. 4- de Dança 
que v!: 0,5- de Yoga 
r t,· 0.6 - de Natação 
ra;is h 0.8 - de outras atividades compreendidas no cam 
tio ato!!. da Educação F!sica, elos esportes e recreação. - 
ART. 59 - Os Estabelecimentos Particulares espe 
llizados cm ~ducacão Física, Esporte e RccreaçãÕ 
an sujeitos oo registro obrigatório na C.M.E 
lssão Municipal de Esporte), desde que estejam 
tr1ntal , quadrados em um ou mais Itens do /rt. 4!!; 
! Onico - Periódicamente a C.M.E. (Comissão Mu­ 
o Jndl. l'lc!pal de Esportes) deverá supervisionar o cumpri 
'd~~~-, nto das normas previstas no presente Projeto. - 
1a " ART. 6? - A concessão do registro do Estabeleci 
feito.· Jtnto fica condicionada à aprovação prévia das res 
•• tl!s ,pJicr )te tivas instalações pôr inspeção técnico procedi-: 
lpela C.H.E. de Bela ViGta- IS. 
ART. 7!! - Todo estabelecimento terá obrigatorio 
ntc, um Professor cm Educação Física, dcvidamen-: 
registrado no M.E.C. (Minist6rio de Educocio e 
ltura) como nirctor-Técnico responsável pelo rc­ 
stro e funcionamento do referido cstabclecimen - 
, qualquer que seja a entidade ou pessoa física 
ntcncdora. 
§ l!! - A vinculação do Diretor-Técnico e 
ofcssorcs ao Estabelecimento é a prevista 
is Trabalhistas; 
§ 2Q - O proprietário do Estabelecimento se for 
ofissional cm Erucação Física, poderá atuar como 
retor-Técnico. 
:: 	DO FUNCIONAfltNTO 
t, AAT. 8Q - Urna vez concedido o registro, o cstn­ 
heleciento poderá funcionar enquanto satisfizer 
e: 
11 
normas baixados pela C.M.E. de Bela Vista-MS. 
•' ART. 9!! - li pnrtir da vigêncin da presente Lei, 
:· li::entc os profissionnis registrados na C.M. E. de 
:' ltla Vista, poderão ministrar as atividades previs 
no Art. 4!!. 	- 
ART. 10!! - Os Professores dos Es'tnbelecimentos 
: ~rticulares em Educação Física, E'sportes e Rçcrea 
0 
poderão ter auxiliares em seu trabalho, desde 
~e os mesmos sejam registrados pela e.X.E. 
Are. 11!! - Esta Lei entrará em vigor na data de 
illi.
1 
publiêoçào, revogadas as disposições cm contrã 
tio 	• 
Salo das Sessões, 08 de Maio de 1. 989. 
,--.---------·----------·-•r--·-------------------- 
.. !U:CER N!! 005/89 
OR: COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO 
r A Cocissào de Finanças e Orçamento da Câmara Mu 
.• licipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso d 
': 1111, examinando atentamente o Projeto de Lei n!! 
"?- Executivo Municipal - "Dispõe sobre auto- 
i. zacao ao Poder Executivo a adotar a contratação 
Pessoas por tempo determinado e dá outras provi 
netas".. 	- 
A Cocissão, após estudar atentamente concluiu - 
• que o referido Projeto fere a Constituição Fe­ 
ral, e seu ART. 37, item IX. 
Considerando ao exposto, opina contrário à sua 
rovação. 
Sala das Sessões, 29 de Maio de 1.989. 
JOÃO KALHE 
Presidente. 
dt4da , 
'tova 
o 
tu,, 
ecrtt,, 
à 
dos 
nas 
A."ISELMO LOPES 
Relator. 
MARCELINO CISSIO B. ACIOLI 
l'!embro. 
PROJETO DE 1.1 l ,o 00"}/ll'J 
/1IJ TOR: VEREADOR MARCELIN 
"pISP E. OBRE A DENOMINAÇÃO DE VIAS PLICAS 
DÁ OUTRAS PIHlVTOrncrAS". 
A Cara Municipal de Bela VIst, Estado de la- 
to Groa.o do Sul, aprovou e promulgo a seguinte 
Lei: 
ART, I? -- Ficam assim dunom!nadas as vias piblt 
cas no loteamento Novo Horizonte: 
J !lua sem denominaçüo no quadra 02 com rer-anes­ 
ccntc do lote 85, fica apsfM denoml1111d11 hu Profs 
oora Conceição R11moG, 	- 
li Ruo sem dcnomlnnçÃo na quadra 01 e 02, con­ 
frontando com a chácara do Sr. Francisco de Au - 
qucrquc Ma in, fica assim denominada Rua Mário Hat- 
tiloni. • 
li Rua sem elenomJnncio na quadra 01 e 02 - Lotea 
menta Novo Horizonte, fJca assim dcnominndn Run Ni 
comedes Areco Ortiz, 	- 
/RT. 2Q - Pica o Chefe do Poder Executivo auto­ 
rizado a mandar confeccionar as plncns de dcnoulnn 
cão para as citadas ruas. 
/RT. 3!! - Esta Lei entrari cm vigor na aaca de 
sua publicação, revogadas os disposições cr.i contrá 
rio. 
Sala das Sessões, 22 de Maio d~ 1.989. 
'PROJETO DE RESOLUÇÃO N!! 007 /89 
!. 
CRIA lJl,!.A COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE A 
DENOMIWAÇi'íO DE LOGRADOUROS P0BLICOS E OUTRAS PROVI 
Dl:'.NCIAS. 
O Presidente da Cãmara Municipal de Bela Vista, 
F.stndo ele Mato Grosso do Sul, 
FAÇO SABER que a CÃM/RA MUNICIPAL DE BEL/ VIS - 
TIi, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas a 
tribuiçÕes lcgais,~aprovou e eu promulgo a segutn­ 
te RESOtUÇÃO: 
IIRT. l!! - Fica criada uma Comissão Especial de 
Estudos sobre a denominação de Logradouros PÚbli - 
cos destn cidade, composta de três membros. 
ART. 29 - /pós 'a nomeação a Comissão terá o pra 
zo de 60 (sessenta) dias para apresentar o re~ult; 
do de seu trabalho, inclusive com a indicação de 
nomes'de logradouros públicos, modificações de no­ 
mes, substituição destes, e tudo o mais que setor 
nc necessário a regularização e normalização da m; 
téria. 
/RT, 3~ - Fica suspenso o andamento de 
os projetos de lei cm andamento e referentes a de­ 
nominação de logradouros públicos. 
ART. 4!! - Ficam nomeados os Vereadores JORGE DE 
SOUZA ROSA, PAULO DE MELO e SYDNEY NUNES LEITE co­ 
mo Membros da Comissão prevista no art. l!! desta 
Resolução, que, entre si, escolherão o Presidente 
e o Secretário. 
/RT. SQ - li presente Resolução entrará em vigor 
na data de sua publicação revogadas as disposições 
cm contrário 
Sala das Sessões, em 08 de Junho de 1.989. 
JUSTIFICATIVA: 
Há necessidade de se normalizar a denominação 
logradouros públicos de nossa cidade, uma vez que 
existem muitos sem nomes, com nomes em duplicata,e 
nomes que nada representam. 
todos 
------------------------------------------------ 
PORTARIA N!! 009/89 - CÃMARA MUNICIPAL 
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ, Presidente da Câmara 
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso 
Sul, usando das atribuições que lhe confere 
Leis; 
RESOLVE: 
Concedér ao Funcionário HAROLDO BRAGA CAVALHEI­ 
RO, 03 (três) dias de licença para atender intcres 
ses particulares, a contar de 14.06.89. 
CUMPRA-SE 
Sala das Sessões, 13 de Junho de 1.989. 
RONEY MORAES SIMÕES 
lQ Secretário 
---------------------------------------------- 
PROJETO DE LEI NQ 001/89 
Mu­ 
do 
CARLOS ALBERTO OCÁRIZ 
Presidente 
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO BIGLIA ACIOLI 
"DISPÕE SOBRE MODIFICAÇÃO DE DENOMINAÇÃO DE VIA 
POBLICA". 
A CÃMARA MUN,ICIPÀL DE BELA VISTA, ESTADO DE MA­ 
TO GROSSO DO SUL, APROVOU E,EU PROMULGO A SEGUINTE 
LEI: 
ART. l!! - Fica assim modificada a denominação de 
via pública: 
A Rua Ricardo Loureiro, localizada no Rairro 
Primavera I e IV, passará a denominar-se Rua José 
SimplÍcio da Costa Marques. 
ART. 2!! - Esta Lei ~ntrará cm vigor, na 
de sua publicação, revogadas as disposições eo con 
trário. 
Sala das Sessões, 03 de Abril de 1.989. 
data 
------------------------------ ~----- 
PARECER NQ 015/89 ' 
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO 
FINAL. 
~ omissão de Legislação, Justiça e Redação Fi­ 
nal da Câmara Municipal de Bela Vista, Fstado de 
Mato Grosso do Sul, examinando atentru:iente o Projc 
to de Lei nQ 001/89 de autoria do Vereador Marcel! 
no Cássio B. Acioli - "Dispõe sobre modificação d;;­ 
denominação de via pública". 
A Cocússão após estudar atentamente concluiu-se 
, 
FH!AL. 
e 
ART. 12 - I lc ,lSfl l ! ,1 
A Rua sem denominação, paralela con 
nndes Rodrigues e Rua Ala[de da S!lva 
quorl ras 16 e 12, 15 e 11. 1 5 e 1 0e 13 e 09, o 
Bairro Prfmavera I, passará a denominar-e Rua 'ta­ 
nocl Podrinucs de Mlrnnd3, 
ART. 22 - F!ca o Chefe do Poder Executt o, uto 
rizado a mandar confeccionar a placa de denomina - 
ç:io para a clrado n,.,. 
ART. 3 - f.cto Lei entrará cm vigor na data d 
aun publicnç:o, rcvo•nd.J as dlsposlçÕc c ncrn 
rio. 
Sala d± Sessões, 22 d Malo de 1.989. 
PARECER X9 012/29 
ATOR· COMISSÃO DE LFGISLACÃO, JTIÇA E P h.s! 
A Con!ssão de Leslação, .Justiça e Redação 
Final da Cãrara "un!Ipal d± ela Vista, E tado ' 
Mato Grosso do Sul, exan1:.ando atentamente o Pro,]g 
to de Le! ng 002/89 do 'Vereador Marcel!no Cassio 
B. AC(ol - 'ptspõe sobre denominação de !a Pi - 
blfca e dá outras provd@nc!as". 
A Comissõo, após estudar atentm·erte cnt1(..lulu - 
se favorável ao referido Projeto de Lei. 
Sala das Sesses, 05 ele Junho de 1.969. 
JORGE DE SOUZA ROSA 
Presidente. 
M/RCELI!O CÃSSIO B. ACIOLI 
Membro. 
JOÃO KALIFF 
Relator. 
VEREADOR PEDE O CUMPRIMENTO DO DECRETO 0193/7.Q'[E 
"DECLARA DE UTILIDADE P0BLICA O ASILO DOS DESAMPARA 
DOS". 
O Vereador Roncy Moracs Simões, do PFL, sol1ci­ 
tou o envio de expediente 
ao Exmo. Prefeito ~unici 
pal, con cópia ao Pres!­ 
dente da Associação Evan 
gélica dos Desaparados 
de Bela Vista; solicitan 
do ao Prefeito l"•inJc!pnl 
que cumpra o Decreto n? 
1 0193/R7-C.P: "fkcl,,rJ de 
J 
t:tilidade Pública oa~a 
fins de desapropriacão o 
imóvel que especifica"; 
corrigindo o preço de de 
f' lsapropriação, o dese - 
~~-------'----'--..J brar:ncnto do Lote e a co:u 
pra imediata do nes::,o. RONEY MORAES SI:-!ÕES. 
Para Roney, "Tendo cm vista que o referido De 
ereto ainda não foi cumprido após quase dois anos; 
Tendo cm vista ainda que no referido icóvel Já 
se.encontra instalado um reservatório d'água e até 
o momento a Associação nada recebeu, pedioos enca­ 
recidamente que o Poder Executivo faça mais c::,a 
vez justiça, pora que os usuários da Assoclaçno 
possam melhorar suas condições de vida. 
Sabemos das dificuldades da nossa Prefeitura 
mas não podemos pc=itir que por descaso da adn1 - 
ni.stração anterior os idosos venhao sofrer =ls 
esse problema". 
- 
O Ver. Sydoey Nunes Lei­ 
te do PDT,solicitou na Câ 
:1ara para que seja enderé 
cada expediente ao !':.=o.­ 
Sr. Prefeito l"cricip3l.no 
sentido que inicie co~ a 
mãx1aa urgência Mt!ão 
no Bairro "ilA ·ova, nnis 
o íefcrido Bairro enco. - 
tra-sc totalocntc ~bando­ 
nado pela administração 
público, sendo est..s as 
prioridades do P.al-=ro: 
- abertura, cascalhamen­ 
to, aterrarento e r!vela­ 
ento das ruas· 
1
- coleta de lixo; _ 
- 11.npeza de ruJs 
'.......-=- } 	terrenos baldios. 
VEREADOR SYDEY N. LEITE. 
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.., , a ,. 
do, Puruca, d 
gu,d J><•in1lda 
li ll'iSOC-11('l  
COITIC' rcial e A­ 
aro Pastoril de 
nela Vista foi cri 
ada pola Dra. ver 
Tvl<l0 <ln Cnetro Pinto, 
para a qual dedicou um 
cnrinho tndo unpccial,poin 
naui rrsidrm e0us paio e ir­ 
mi. Acontece que essa "semen - 
te" ainda niic dr11 5rvorc e fru - 
Lor.. vera 'l'yldr,, provavelmente esta 
ri cnLrc n6s cm julho ocasi~o cm que 
Frr5 clcita novn dirrtorin e aí é a n­ 
•portunidadc de nosoos comerciantes se uni- 
rem e desenvolverem a contento essa lsso - 
cinção que é importantíssima para a clas­ 
se, pois atrav6s dela os mesmos poderão ob 
ter muitos hcneficios e dessa forma dar u­ 
ma "nrrancada" cm nosso com6rcio local. 
Vera Tyldc atualmente estã_cm Teresina 
no Piaui, junto com a Delcgaçao de MS., on 
de participa do I Congresso Nacional da 11- 
DRAJET (Associação Brasileira de Jornalis 
tas e Escritores de Turismo. De lá irá, pa 
ra o Hio de Janeiro, onde estará no Scminf 
rio "Drasil, Portugal, e Mercado Comum 
Europeu" e por dois dias no Fiocentro par­ 
ticipará do V Congresso das lssociaçõcs C~ 
mercinis do Brasil. Para n6s belavistcnscs 
6 motivo de muito orgulho a participação 
de Vera Tyldc cm tão importantes eventos! 
A BANCÂRil 
~aria Izahcl Borba, quando trabalhava 
no Banco do Brasil cm nossa cidade, há uns 
seis ou sete anos atrás já era nossa cola­ 
boradora com crõnicas de sua autoria. Ago­ 
ra, voltamos a tê-la entre n6s atrav6s de 
suns poesias, Izabel mora atualmente em 
Boa 'iagem no Recife - PE., e como ela dis 
se via telefone: "Bela Vista é incsqueci­ 
vel, tenho-a como linda recordação de mi - 
nha vida". 
MEU LAR 
Neste momento, cm prece ... 
A noite escura pontilhada de luzes ... 
Deus, 
lbencõa essa paisagem lintla! 
Tantas lutas especaram! (nos cart6rios) 
Lágrimas desabrocharam, 
Dolorosamente, 
Na humilhação daquele que necessita, 
Que implora, 
De alguma forma. 
Agora é meu - o apartamento! 
Agora é minha - a janela! 
Daqui, descortino o universo no amanhã! 
Sinto o mar 
No vento audaz, pelas cortinas, 
Que me arrepia ... 
E cada vez mais 
O cansaço tripudia. 
Somente aqui, desfruto a alegria,no dia 
a dia, 
Do esplendor de ser feliz! De ter um 
lar! 
~1ARIA IZABEL BORBA. 
Recife-PE, 19.08.88. 
ITANA COSTA .ARQUES 
no dia 09/06 pp., rec0beu-em sua rcsidên - 
eia muitos amigos que foram cumprimentá-la 
por mais'um ano de vida. Parabéns! 
JÂ NO DIA 
13 pp., o garotão Marco Antonio Velasquez 
co~cnorou a data com delicioso churrasco 
entre familiares. Felicidades! 
NO DI 11 PP., 
às 16 horas, aconteceu no Cassino Para­ 
gua-y •t.-a sensacional Desfile de Modas. As 
roupas exibidas foram de Diana Modas. Pro­ 
d~çno :_iarcos Lõris. Som TOP 13 e a Promo - 
çao foi da Co:u.ssão de Damas da Seccional 
Colorada. 
rmITA GSNTE 
prcstigi~u o_ncontccimcnto. O chá, salgadi 
r.l:os e biscoitos c::tavan deliciosos. EstãÕ 
-- -------- 
1• (reia r; 
: V 1:l t1 j li D I'] - V ia 
e 
oj . M 
FLÃVIA AZEVEDO 
LIVROS DE RECEITAS 
A Casa da Amizade adquiriu dois tipos de livros de 
Receitas fáceis e já testadas. Apenas 15,00 o excm 
plar. As interessadas procurar na residência d; 
Sra. Maisa Azevedo. 
RECEBEMOS ; 
esta semana rãpida vlsita do Diretor Geral da Polí 
eia Ci'il Dr. Jair Bispo, Presidcntl! da União dosl!iwi;u;:;,,:;;:;;;;:::;-:;:-::-:--:::----------­ 
Vereadores do Sudoeste Inácio de Carvalho do PFL de BATATAS ACEBOLADAS 
Nioaque. 
1 
ll(GREDlD.TES: 600 	.,tJ 
co casca - l granas de batata fim.e cc--  
Óleo - sal. cebola grande - 3 colheres (so?J 
PREPARO 
Dourar no óleo a cebo, 	.gc"" 
as batàtas d 
O 
a beo picada acre- . 
escascadas 	+5 
gar e oisturar de 1 e cortadas e cubi" 
eve com a cebola dourad+ 
PRESTICIA!llO 
Vi'iNIA AZEVEDO 
g1r 
1 
r . I 
• e « voe« ««eo 
l udÓ, h r. ')ni.· n lo ri 
do com a realidad • 
olte a criança de . , 
em você, libere o seu verdade1ro 
. n<Jocmilciin <:11, inL Jlgcn.:lil, 
{",, sua criatividade, seu poder 
n i~~çiío, dando srn tido e sbor a 
rente do dia a dia. . 
Experimente os prodigios de u i 
interior jogue fora udo o quc pr 
você> projctnndo na 'ela mental do 
profundo, apenas as coisas boas, o 
posl ivo dos ncontccimcn os. 
Aprecie de coração abrrto, 
vida, os caminhos do tempo, num cont 
de paz, do harmonia, de amor o de luz, 
do deve revelar vocc mesmo. 
Aldous !luxley, o grande escri or 
qlês,afirmou: "Há somente um cano do um! 
so que você pode ter certeza de melhorar.: yd! 
#ia«riiiisiaarf 
sa de se carda~ 
PROCURE; 7,O ICEIVAP SE' FILHO 1 
as festas juninas no dia 10 pp., nn Escola Jarbas 
Passarinho e 11 na Paróquia Santo A onso o Deputa­ 
do Henrique Moracs Dedé que trouxe So para 
an1mar "as festanças". 
PENSAMENTO 
A ilusão é co::io a neblina àa manhã. 
GERIR SAL. QUANTO MENOS MELHOR. TOE C 
DADO COM OS SASDUÍCHES. 
SAL E CRIÇAS 
Desde cedo as crianças já ingere~ - 
quantidade muito alta de sal. Segundo( 
quisas feitas pela l'niversidade de Lo·.· 
na, E.U.A., o estudo con cerca de l.' 
crianças, demonstrou que a ingestão de 
dio começa a ficar demais já aos 6 ~= 
de idade e aumenta quatro vezes aos S + 
nos. Nas crianças com 4 anos de idade f: 
encontrada 3, 2 gramas de sódio (o eqJi 
lente a 1 1/2 colher de sopa de sal) 
dia, quase que a mcsna quantidade pre 
te em estudantes adolescentes. 
A estimativa adequada da ingcstio 
sod 10 por uma cr i<lnça de 1 anos é de 5 
1. 3 gramas por dia. Uma ingestão ::•;:· 
grande de sódio, não necessariamente é, 
rigosa, mas pode ser um fator de risco. 
ra a elevação da pressão sanguinea, es;:­ 
cialmente para as crianças com probler"i 
de hipertensão hereditária. Sendo assi' 
as mamaes devem tomar mais cuidado e ::::­ 
tar atenção a estas dicas para a reãu;i: 
do sal: 
procure evitar comidas enlatadas cozi" 
sichas presuntos, vegetais crus, sopai 
refeições prontas, onde contêm um tE' 
muito alto de sal. 
opte por bolachas, batatas fritas e si 
~adinhos com uma quantidade mui to ba:J 
e sal. Cereais frios e sopas deve::i ,. 
bem leves e de preferência bem frescos• 
Procure não adicionar sal às co::iiãas;, 
seu filho seguindo sua vonta?o. Ela s° 
pre e bem diferente da do se~ =ilho. 
Estudantes 
Perseguidos 
A televisão h' 
22 15 3 c..inesa mostrou fotos . 
1deres esu 	+: 	+ 
M : 	.aanis, como a de •· 
in, que organizaram 	<: 
da d 	o movimento a 
t d 
emocracia. Todos tiveram orisão de-~·, 
a a soh acusa - 	• .,1 
revolucionar?? de_"atividades co- 
te na China. o '_crime punido coe.g 
também apara. Primeiro-ministro Ili.« 
ceu na TV e : . 0 " 
verno continu, = reatirou ,,e: 
ta aos "rel a repressão até a%, 
tosrafias a .A policia aistri;; 
Li±h±, refu@4.,3tista dissidente..,~;e 
Pequim. g 
O 
na embaixada arnerJ.C'-'·' 
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