ler /NO XVIII N 952 J EDi'fOR C!!El'T· lO ll amo, ln} nad rdan ,CJi.nns í esesp, o L rnr,' ocpnr : no de ·3ade!E, ·) oh o •. ntc u : • do rel: nencia : sua es: liit Opinião Ante da elefçôes de ov,•mhro d • 1988, cm co­ entár lo neste Jornal,a­ il rmóv,1nos que haver ln u renovação total nas Cã iras Munfe1pais não só le nossa refio, mas de todo o Drnotl. t:m nosso fetão, nas cfdades de e la Vista, Jnrdlm, Cnro­ ' ol, Porto Mnrt inho, llo­ nl to, Guin Lope-. e Anto­ nio Joílo, a rcnovaçilo, se nio foi total, rit lni;iu o , ais ele 70 . Falávamos que essa.re ~mur.e,,· novaçao ern um sintoma ente O dos "Sinais dos Tempos" erecie! a então classe política no poder, e, por que não, anos e: J Inda no poder. no cnso se. Era los Deputados Estaduais, arrec:: federais, Sennllor.É co~ tra esse tipo de manobra, de princípios ,que estamos lutando,não queremos,nâo precisamos do apoio do De­ putado, fica aqui o nos­ so protesto, "RICO ~ UM VENDEDORES ·Registramos o noce dos criadores que leva - ram ao Tatersal do Par - que de Exposições bela - viseense um gndo Nelore de Ótima qualidade são eles: Josê Carlos Pache­ co, Antonio Carlos Pache co, Alcssandro Rondon,~Õ mo Godoy, Luiz Fernan­ éo Xunes Rondon, Candido Loureiro Pinheiro, Paulo iões, Antonio Maria "u 1.s Rondon, José Flávio Campos Nunes, Ramo Cani •a. Celso "ora e Linei Foi comercializado um total geral de ~czs 273. 930,00 sendo que 844 ant mais para cria, recria e engorda foram vendidos , ficando a mêdia de ven - das por onimal no monta~•· • 1 te de CZ$ 324,57. LUIS FERINDO X. ROO. DOAÇÕES Oswaldo nello NCZS 380, 00. Com estas doações o caixa da União Democráti ca Ruralista Jovem ficou mais "recheado" totali - zou o montante NCZS 3.320,00. O Pronav/LBA sob a direção da 1~ Dama Cecí- lia Moraes recebeu doação da Fazenda Paula no valor de 1.000,00. O pecuarista Antonio Carlos Barbosa fez duas doações, urna à Casa do fenor Abandonado no va- N uma Santa NCZS 1 l _ Depuc.,do ri R1go - O ·rendo "Collorir' lorde NCZS 500,00 e ou tra ao Asilo .'CZS 420,- 00. O Sindicato Rural de Bela Vista tambêm foi contemplado com doa- çÕes,dos pecuaristas:Li neu Gonzales doou NCZ 550,00; Edson ~. XCl5 600,00; Fazenda B. Vis­ ta NCZS 360,00; Joaquim de Jesus (TCPÉ) NCZS 420,00; Racão Godoy NCZS 330,00, totalizan­ do um montante de 3.010,00. LILE. tac,bér.1. ~VEREADOR PftUL O pecuarista Candido Loureiro Pinheiro doou ·classe e, sobretudo, à Paróquia de Santo Afon ~o povo de nossa regi, so NCZS 1.000,00 e- Jo:i;- ao. • Louret.ro Pinheiro CzS Liderança jovem,li 3 40,00 tambe·m a· p - i der emergente, Paulo aroqu.d· elo é filho de um dos A UDR jovem marcou 120 L.-YLÀO mais tradicionais lei presença no - tores de a TRIBUNA APA CORTE recebeu vartas p FRONTEIRA -_ doaçoe~: Pnu lo Si moes 1 • • • Atana "CZ~40000·"' d ,,_.s1.odel'llme1.aa Melo, tazn.a . o 1 ! . d vn NCZ$ 450, 00; Fazenda que mu. to_nos aJu!ou Pontal NCZ$ 500,00; Ade-~ p~r ocas1.a, cil, fll)CC'Ofl ldode d v 1 ven­ C1flr' os diversos segmentos dú pc,vo de quem ~ f1ulo e insLrurnrnLo. Supc rando l im~ Lnçõe s de me 1 os, adéop a-se npc.rfciçon-sc, procuro estar a per de seu lcmpú. Forrra su&s novas gerações no er,tendi mentc de que ume na;ãc não se faz por Decr~ uma nEcessidude? te, s~dimcnla-se no forLalcclmcnto de suas in:;tltuiçêes, nu visão projetiva de seus c! 2a 'Tér, PM. Daniel d,,ctãos, nc, compromisso construtivc. dos con- CrnL. do Nu/Pcl PM. DLV-MS. temporí',ncos, nc respcit<' as clãs de; conhec! lL/06/89 mento e na amalgama dos valores pc-si Li vos • - ...,. . E!::LC é o esplri to bus::olnr de' Policia M! .MUTIRBO n BDIXftD lilar de Mato Grosso do Sul, ao mesmo terrpo quer comunl cnr ao se1.: pÍib li co, o per sam€.nlo e a ação que norleiarn os profissionais nri f LUMINENSE sulvnpuorda da Lei e da ordem. Exi stimc>s não pelos fvores desse OL' d.:?.- quelE pc,vcrno; existimos sim por 1ntcgra- rnos as necessidndcs b;sicas da scciedade e por S(•rmos o insLrurn chc p:urr. n cc,nf ip,t.r•,,r um cerd - elo. E Em vc rc1 ~-de• com mr·cl 1 nn: 1 r rl J ,; ' ~ r ce dante do tc O rc s podemos ch gr,r II ç.lt•n,, oc,·p:,çi:io d< - e:;paço& a nó des inadcs no s,· lo d:, !.>(• - ciedcdP, fHIII o. nccp:;sidú<.le dt• "LOBBlf.S " junlos uqL'<"les que pr·ocesnrn hcje as mu­ dunçus sociais dú Pais. Esternos vi~cnd0 de favores pra cumprir nc;ssa mis!:UO ? ainda nno no!: Pr,contr2r.10E.? ou não scn,c. A Daixadu Flurnln1·nsc, recebe1; no Últi mo d~a OE,n equipe da Prefeitura MuFici: pal, qi;e p11trolou todas as ruas, real l - zou atc-rro, fez Bocas de Lcbo em diver- CAUSAS C1V I. E J " [)f, ;ov ,:-10 o ·rr:LEFO'J ; : 4 • 1 - l --~-·.···-. - .. a 2' ... ... . ... .. . .. JOR.'dic.im,·ntos), o Sinfar;;;::; criticou n pc.Jitic;-c do setor e [)<•diu aleu­ mrs pr·ovidências, c(,mo o camb.: te n· m:to - mcdict•c;n0 e n pn ibtç:;o dL publ icid::dP de remédios nos meios .te comuricaçio. Ferrci­ ra. disse que classe ex J gc t,,mhÍ·m, ni1 cc­ mreializaçáo de produtos tmeopaticos, ex clusividde acs Farmceuticos especializa.. dos, qu igualmente avem ser pr'cscnça obr·igPtÓria nc,s pcsto,; d<· saÚctc govern"mc.!:1. t.;is l' 11<. vigil3.nci a SC1ni tnri ?. DF.NTISTAS O prPsidcnl~ do Con~elho RC[ional cte: Odont0logia, PC1ulo Belchior dos Reis, crca minhou aos constituintes neve p0stulacÕes bãsicas. entr·c elas s::.1nl'ios cc~~µ.,dvc-i.9 carga horária oçcional, iscncmia salarial dos p!:'Ofi:,,sionais do Est.aao e Municípios cc.m os a,, unino, ins.:ilubridãde, ir.plar.ta­ çao de consul tÓrios cdcntclogiconas csco la:,, dQ 12 Grau e criaçao de programas ed caLivos, prC'vcnUvos e curativos, plenitu­ de dc,s pt·ogram,,s de fluo rc tação. U, tJnnoJ r.o Eu udo e propo ,. d< '1;J j1 insUtuido no En3lno rl• l Gr u. r.:~,Lcrl q1.c· dP oriPnl açÕ<'fl P,f ra1G ..,cbz•e <• tum. l o nor ,duro•:, rrt,lhcr·c•::; ccndiçÕes P• r, :w c:r - pn 3;•1; no qu,· r,<: rclc.c1c.nc fl pr·lorl dt M:io-d(• Obra dcsqunli.fJcad;. da N•ncll',<'Vi­ t:né.o n r.i;,rp1nnliz.:,ç;:Ío deste-. Foi p'rt i­ dos pcln Cor.stltLiçio Federal, humanização dos Scrviçcs PÚblicos de saúde e cfctiv~çno imedia a do SUDS- Sistema Unifictdc e De­ centralizado de Saúde, isonomia Sõlarial além de outroE itens já artcriormcnLe er.cn­ m'nhndos na As!'c~bléia Estadual Constituin­ te. O rcprcsentnntc da Associação Profissio­ nais dê, Indústria de Cerâmica, LLiZ Clnudio Fornnri, destacou duas rcspost,,s uur a catg geria cr.tçndc cerno primordial nc • capitulo d~ ordem ccon~nica de Neva Constltuiçno:Pro tcçio as indústrias d,. ccncorrêr.cia dcslc-al qu,mdo c::cta fcr motivada per incPntivo fis­ c~is concedidos por outras urid&dcs dn Fede r,çio, e que proporciono nr comercializ~ç~; neste, diferença de carga tributária e, ai.!:1_ d~, , pr·efcr~ncin de bcr.s materiais OL scr­ vçcs da terra. Sfstema ização recebe proposta de instituir maté­ ria. de trânsito no t grau Mais uma .:lL'. 1e,icia publica foi realiza­ da no dia 08/0õ 'qL.:n.ndo ã Cor.il ssôo de is­ . Enatização, p 1 -es.ididapclÓ Dcç-utado Cícero de ouza.• re=cbcr.: r-. rescn antes do Sindi­ cato d·,s Emprc as de •rrwiEpcrle de Pasf..a - geiros, Sircicàto d s Despachar.tes, Cnse­ Iho R{;~lon9l:dc 4ec.ic nt, AssocJaçào M6di- • ca, As~oc1açào dQs Cirurgiões Der.tistas Sindicato dos ~~dices, Ccrs.lho Recior.al de ,!'ar:nácia e Associaç;::o Profi ssion,11 d::, IndÚ·triade Cerâ-:lica, que . ,,i:rescntr.r·am prcpo to.s r.:g stÕes p~ira a . "icvn Con:,,ti tuiçáo de Mato Grosso ac Sul. O Secret.'.,i-io ac inaicnto das Enp1·.:?s&s de T r an s p c r t e s de Passageiros, L u i z C a r l o s Spcr.cler, ~~!'.;e c;1:•• cx.::t :-- lõ E:r.-,prcsa- (en'.re Intermunicipais d transpcr e Aquímica ·não conveniente- (l a dquir!r o "Kr w-h quetei com o let 4 chg roc i'•• •, 1 , lo Ir ~ ., K ~ t•l1!,r' seus rproar'·nt la, qu t: • 1 e: l < Ur.1 Cu+ r'V r• f r• !'O! rio lar, r • ,ic, ! t,, l .. ,; pode mat:.r pel r ro 3,000 d prios ciddos nur nataqu Ca ;,r C,Jl 11 .. •. n ci0 d, di•,,., 11> .- 17 Vl::, fi u::a fir:. l d; Alc•rr;irir,-_ ,:; cj, r.· • 1 q,.,. v1·nd1 ,, loia pra a fatric,G u c . ases G.e os que uac" o estabelecimenta ,t ' ~., r·,o e a produção de ingredientes quimicos e tif,~ros. ur.i· bc,lctu:i r,•:;..Jl r·,:.:.E: d,, ;:.e. pomatica do encontro internacionsl t r ~ o g:'is vcr.cr.c::-"'i, :·r .. , 1 i z~ ,~,., r.:--. P'lr. rce ter impelia dc P,ises europeus bloql!Céi!"C·r:1 ::i fi,b1i:::, lÍbir, •·r• í<:.ibc.:. to pode ser ris significa:te do qu p l esrcnte ir, t '; r-rc ,;' p ( r • -, ü ,; ll j _; l ç ão d t vcn< n0s-o por urr: d i ._ ::C')!' 1 ns • :."✓t 1. Cc,;"" ataque .:.rrcricano e n T!"ipcl i, q~•· Jev'. quL·d,, cr• ric,i:c- trrçcs rlc. t<-·rror1srro :r: gado pelos llb:os, a dt=t<::rrr.i~1.:.ção ce U:r o::. plarios d Kaddafi de utilizar gás venc no.so nL m;:; eut- r r·1, isto pr,cen, presentar- tl:r. import,Jr.tt· cfci to d' cusão scb!"r- a 5iri;, <= o Ir2.qu,. ·Michael Da:by' osbacher culpa outrn~ aíses pelas atribuições~ omércio orie mericaíl lei ",F í E câ-ra ".;to r, .dr. c.: ::G0 1° - :, .c·s 1 A Rua : C;;.nberra- Nas primeiras semanas de janci ro, u~a investigcção realizada pela RepÚbli, e;;. Federal da Alemanh~ deixou claro que aC compcnhias dc produto!ã quimices de Pais não li Sct:r,_ ::.:..i"ic a::ljt..nto de. Tescuro cr:s s,!.~::..- estavam envc 1 vi das nn construção de uma fá- Mulforu • disse que as re:·orr:.;,.s , ccr.êrica5 br ic,, n;;. Lfbia, acusr:da de estar f'abricznclo ticas ccnsist<:en a ::h:.ve C.ér;r auc: u:- .. rals cê•-' gas venenoso. No fim de janeirc, o chance _ cnsiga tirrprcvito dc uz estratégica " ler Kohl acmi ti! que as firmes ::i.1er:rãs esta- auzir- a divida cc terceiro !urdo e seu ser# v.:m cr.vclvid2s né. coorden.;.ção oa construcão "Um Pais deve instituir pc,liticas cer:e=-~ ao rcrertd;;. fábrica. Gcrhard Vor Stotten- su?_economia, acelerar O c.:-esc::.rrert:o, n::i3~ bc·rg. m::.nistro dé.s Finanças da Aler:ré.nha Oci deficits fiscais, fazer b?.ixar a infl~ão, dc-nt~,, admitiu que a fábrica da Rebta for-;:; iZõ.r ª rep:rtição de c1:,piLal, incentivz..rc=· d • e i ,,, • xos àc- ir,ves '~n~- - ........... ,.. • !'OJ. ai'! pra pro UZ r gas vencnc SO. gcrz " " uo estrangeiro, privai ' 1 h O • d 1 • • b • t - ª"' sua eccn~u· __,,, a i man a c» cnta ira nir a expcr açao - -. •~.,a qt..e hojE P<'.SSc:.-:: e:,,t.ar e-,,,- de tecnologia pz:ra os países ré.clicais de tê.tais e S<::rem setores rr.uito si;bver.cic.,;;.:l~ r • t, Mies B ' ici a • • • sangria nc o>-c"'""' t d - ren.e Me@io,e 3onn ir..ou uma investiga- 'Vento e ngo zbrir seus V - r· 1 - t d ccrnerciai~ ad ; •· • • _.,. çao cm 14 1rmas a emas cxpcr a oras en; pô- • _.., Dtare.-:i poli~icas ==~ e · ter.eia! de competentes qu:imicos para os ex- • r:i um_!"tgir.e oe caxas ac· câ:~.bio"p;_ra c,.Y-c i' trem is as regimes árabes; além do Kaddafi. q~ali 1 car-se- às va,tage.-is da nc,v 2 es.:r.:i~é;- Esta sÚbida mud,,nça de atitude teve inicio o~vlda, disse i•:Ulford ac "orldne " a::&::: nas vésperas dz. i:-ecente ccnferênc a centra dlal de tEl'-visào - • ' 1·- '• / oe D· . 1 :: ~ per saceli te, a.;. USll-. 1>c·· armas ql:.Í.micas, realizada cm Paris, e refle .,1"':i g~ dos êl.JA) . te· a crescente preocupação de co. o Kadda:f' ,:,le:n a sso, creio aue per ser II' p. ;:rf uLilizaria sua fábrica d- orod1:tcs qliiraicos lu"ltar;c do qtal • ,. • ' •· os bncgs recisam pzr> feita pelo Alemães, em Rabta(60 krr ac Su otvta::iecce con,,- 1 ·t:u· - • •-e 1 ::'.I p,cble:na -é!"10 s.: d Tripoli). Provavelraente, est:e foi uns · • s E:~.:ivt:r -t - "' !"'c>Sa::'o rn Pé.gér."lCc., to de jur - dos mo i vos da rEcusa do ex-presidente Re_ acs ac bn.coa - ' pois is ccrrplica e~-­ gan cm não suspender um ataque a Rabca. vi-·r--------.:..--.::.=..:::.:.::.:.::..::..... s,:ndc assim despertar a Alemanhé. Ocidental OE- SLa apatia sobre o assunto. A dcrrub,.da dos ci Migs: da LÍbia pelos norte-a::-eric2- nos fc.i uma m~nrira de arralr a atenção cun d!~l scbre seu Pnorme receio er. rulação ; aqt..'siç5o dr armas quimices feita PLlo ins­ távl regime de Kadcari. Err. contrastes à apar nt ind1:-erer.ç dr:. Alemanha Ocidental e de outros Países euro- LEIA E as~slNf "JORNAL Tf • ·:-;!!!,jCCr ':!D: Rua A ftUü :: "'frc.:-itar • /,lbuqLec ... = :-i:Ír io Ru e •arer, " ata Rua o zi-. tor'zado Gencmir cs3 G pt. contrr ::,_ êl Vi isso 4 Lei e e ,"ce e e,z 1 < ,Ti r 1 / ll L.A /!'.,TI M ]7 PREFEIIURI MUNICIPI DE Lei Municipal n! 856 /89 ,,1 ftll.'rl·.~ _t!!_l_':fl.l'lO l·.M 1'.l OI. _{l_!!,!tlO DE_l'I.!!.'.!_ -[Ji -;i-·,,.. ti( br'I n r'1 vov. ... c; 1c. rJ· Lei N 769/ 4e OE d Abril-de 19/6- "Doação", lo Fll, r.d, .or "imir.lp.d d, tJ.~ 'I 1:it ,,..{ 1 gases l nr1 ve; evrope. Rab: do . siçae • avel.' qt:,' : .... o risr~ .n::i.çao • utiJi: to po" to di C, pars' outr ç% erit o dos conêr-;·' P- até" seu° ~ C' ' O, » i n : eent" +vas" etar .se1° .; r - - ,. ea ar, m gulnt., ,., J: AITIC.0 19- Tt1rrH. :;ir 1.;rn,pr.tl• Neve, Hori::c;ntL': A Ri.:a sr.Cl ição Ran.os. A Rua sc·m dcnonr.'.nr:ção né qt:adr::i 01 e O;,> ccnrronlando cc,w Chácara do Sr. Frznciscc de Albuqt..crquc Mnin, fica as~im dcnorn~nadé! Rua Mário B::it t.i l;-,ni. A Ru::. sem dcron,innção !'ln qu.c.dra .01 e 02 lotc::irn,r.to Novo Horizcnte, fic.:c. a$Sim dcno­ m:nada Rua N:c0medes Arcco Ortiz. APTIGO 22- Ficn o Chefe do Poder Ex~cutivo autorizRdo a mandar confeccionhr ª" plac&s de denominação para as cit&das Ru2s. ARTIG0-32- Esta L0i entrará err. vigc,r na da­ ta de publicação, revog2dns as disp0siç;es er; contrario. Bela Visla-MS, 13 d~ junho-de 1989. Edson Me~elros dL MorEes-PNf. Mur.icipcl lei M<•r'vlroi df' MoriPr, fl<•lt,1 VI t l a, Etado d P r, fr i o r1:, to GABINETE DO PREFEITO EM 13 DE JUNHO DE 1989 DiEp;c scbrc a rcgulorizaçic de Acadc - -:las C' e,,rid.c:des EsportivD.s. í I l {, j AHTlGO ;>L Í. cor.!1;11 ,., i',rrtlcl'lar, prcJ ,JJ7•,(JO e:,, I·npor-· , fqc,·t•1<;fr ins pcção Técnica procedida pela C.M.E.· ae Bela Vista-MS. ARTIGO 72_ Toco estabelecimento tera obri- ----- g8toriam<.:r.te, um Professor em Educação Fi- sica, 'd0vidamcnte_regist::-ado nc c·.M.E.(:.1- nistério de Educação e Cultura) como Dirc­ tor-Técnicc responsável pelo Registro e funcionamento do rLfcrido.estabclecimenéo, qualquer qt.:e seja a entidade o_u pessoê. ri­ si cê. m.:;n te dora .. § 12 - A vinculaçãc do Diretor-Técnico dos Professores ac estabeleci~ento é a • o. 2- De 0.3- De 0.4- De 0.5- De• 0.6- DP 0.8- De A câr:,ur2 Municip, 1 de Bela Vista, Estado <.:, Mato Gosso do Sul, decreta e cu pi·omul­ ·r• '1 seguinte Lei: A TIGO 1º-0s estabelecimentos pErticulares !:'J?Pcial: zados cn: Educnção Fi sicn, Esr,o'rte º~crcaçãc. sediados n0 ~uniclpio de e vista nas Leis Tr~balhista; §22- O propr,ietário do e!:tabelccim~nto se for profissional em Educação Fisica, pode- rn PODER .JtiDJCIÍJH') D(, E.TADO DE MATO GRO..,S DO SUL-Cu:-'./h';/, D·: r,H /, V fS'f'i,-'.1S, Edital n! 01 : • f ~ , 1 . I} z ri te , : i: f ·, ! :· or 1 J", . Á "r •• ? e '· 1.J' - 1e 'Vista, :.' : C Mo G:o «o do ul,1' for ·rr , ~, 1 _ • 1 , (. ' e ... lo, Prl'._1dt··.1, , . XI Concrsc, p:a n~~.:.· Co:. r rc: 1 .r j r .. ·tr·uç0 -~- • ":.., • f 1 , • l r, .. ( d v • • > • ) : r. ; ,·Jt; 1 i ' ( ' j t ' !" ·1 J { :.:. i 1 "/. coes das provas dc concurso supra-rferi­ do . l - DEZ E ± !· : .L ' d i :, 2'J • j ; •. ( 12:CC heras: : , ; ( : • ... t - 1 ( t ! : . f 1 "1 • 1 ( 2- LCC/,L !,!::i. proves sra taliz 3s i,• scci Estadual d i II Graus ±:tu o.iv tutt.d· ruu ,rãc d M.a ,..,,.., de. 3- Os cand.atos : vrruo Bela Vista. 13 e• VILsm:. BERTELLI (J t, l ~ .. • C l ') tar-Sl', r.o loc,,l ao cu:-:cu:·'-'c, cc r ;,: T cr d@reia, munias d lpis, bcrracna, can_ ta esferorátice azul ou preta, acure- to de: id-:ntlcadt: r• e•:·:.· j J:-;o '1C c;!r:;.· 1 r tr err. caso de al tt ração e, nví.t. ~- :-.c:r.. ;L..r­ as O:O0 horas serão ;ch+dos os p de ingr-.e..sso nc• lccél .. : .. 1s '< v'•s. 4- No será aamitidc sal- a ore­ o hcrário e abelecido rc item nter.or. 5- Durante as provas, no sru per tido o use de livros ou Códigos, de c al qver especie, c dc macuinz calculadora. d<: 1.389. JUIZ DE DIREITO. Quando termina um .sonno ... Começa a rea ida e e/só~ quem acredita em sonhos sabe o que. é melhor para si Nós acreditamos no progresso e temos o que é melhor para você o HOTEL POUSADA DA FRONTE1RA tem Apartamentos com ar condicionado o moderno Américan Bar Lanchonete com_ um delicioso Chopp Avenida Teodoro Sativa - Bela Vista Mato Grosso do Sul f,-­ Reservas: 439-14e7 e 439-1366 1 - - " " .. PREF EITURA MUNICIPAL OE CARACOL - CONCURSO • PÚ.fÍLICO - EDITAL • 001/89 Dr. Iro MArb a da Silva, Prefelto Municipal de Caracol i toado de Mate Cr o do Sul, faz publlo, para conhecl_nto, do Interes ado que e /tario abertat, no per[odo de 2$ a J0 de Junuh d 190, Inscrfçies para o concurso publico des! fna­ lo a lr tonar candidatos ao prof nto efetivos, rfado pe l I Ld ,., /01/>7 tl<- lij,()/,ij7, CAP[«/to 1 Do CAs O/LI0_1O 9CURSO O ,tos ob]e os do concurso, .,t'U!li 'IUdntll!Hlvos. t:10 o catantes do nexo l th•u,• l"dltal. N!RIO.II IA± CM4OE! I- A Inserções serio recebidas, dlarlaente, no Jwrfodo d<' JS ,l 10 c1• Junho de 199, no:t hor,Írlos d,,J 08:00 us 11:()0 d,,s )t,:00 na 17:00 tiorn11, nn AI/, l.lblndcJ F<•rrPlr,1 IRltt.•, nQ 251, e, nt ru - Cuacol -~1$. 2- São r -: d!iltf'ls por., o ln~n•i.so , .. , cnry.o <'Í••ttvo: 2. l- St.•r hrnni l1•lro; },'}- St.r I dor de 18 e to das Inscrições; 2J- Estar qu!te com as obrfgçôes eleitora!s e nIl!tares; 24- Cotar de boa saúde; 2,S- lt••HH.:lrnJ ,1at.1 rio C'l1Cdr:t~l•nto d,Vi lnr.crtçÕes, o n(vc-1 dt• l'SCOlJrld,1dp l'/ou h:th!tlli,..lo pruítt.slonll e dC"r.:ials quallfl­ caçoes ex!g!das para o exerelcfo do c:tn•o a que concorrC"r, 11 S,lbrr: 2.S. l- l',1r,1 ,,.. caros do grupo I- Ma!stérto- Classe Especial 2.';.1.1.- rroíl·r.t•or r-1, curso dt.' hnbiltti1çJo C'O na81Stirlo - cor: duração de 3 anos, e/ou Logos; 2.5.l.2.- Pro(P1iwr t1-tl, curso dr hnbllttaç:io C'Cl r.in~lst~rlo, cor duraio de 3 nes e Especialização; 2.5 .1. 1. - l'r..,h: •:or P- l 1 I, curi:o t:up1.•1· lor con 1 icl•nc laturn curta; 2.5.1.4,- Profesor P-V, curso superior coa licenciatura ple n.,; 2.5.2.- Para os aros do rupo II- Apolo Adzin!stratIvo 25.2,l- nico em contabilidade, curo d.1 h,tbllltnç,io t!::I contabilidade e/CRC; classe "G" 2.5.7.2.· sistente ad!nfstratIvo, curso de 2? grau conple­ to, e 1.1!- ,, "f''; 2.5 . .>.J.- ,u~Ui:u de contabll1d11de, AlLlllnr de tributação , Au.."Í.ilLn Jdi:llntr.trativo, Au~ilt.,r de• tcsournrl.1, curso de 2~ ;:rau co:.pltto, c1a6sl" "D"; 2.s.2 . 4.- Secretária, curso de 22 grau copleto, classe "E" ; 2.5.1.- 1'.1r,1 os cargos do grupo lll- Serviço de Natureza ris· cal. 2.5.J.l.- FIscal de Obras e Postur,,s e Agente Fiscal, curso 22 ~r.1u CC'..,plcto, clnsst! "D"; 2.S.4.- rarn os cars;os do Arupo IV- Apolo T~cnico 2.5.l.,l,- lTifcmeir::i, curso 2r gr.,u co:ipleto,clnsse "D''; 2.S.S.- Par,1 0:1 cnrgor. do ~rupo ' - Serviço;, Ata.xill.:ares. ela~ se "A'e " 2.S.S.1.- MotorlstJ., Operador de ~t.lqulnn, Rcct.•pclonlstn, Tele fonlstn, Au.,illar de Enfel'T.'.1gcc, Continuo, Auxiliar d~ Scrvt7 os Gerais, Servente, Auxiliar de Operador de Máquina, tecan! co, A1.L,lliar tle H;:-cÕnico, Zelador, ~:1:rcndclr.1, ttlf.1betlz~ctõ co:n hnb! llt.1ç~o profisslon.1t. 2!6.- O servidor público federal, estadual ou r.:unlcip,11 1 que nao pretender ncunul.1r o cargo a que concorrer co:i outro de que Ji srj, ocupante, n.:io t:st.i suJ<"lto Jo llr.iltc :.ii."<.ir," de 1- d,1dc qul! tr.1t.1 o sub-Itcn 2.2 3.- Para nscreverse, deverá o candidato preencher e .,sslnnr :i fich.1. ~e ln.;crlç,10, que lhe ~er..1 fornccid.1 no locnl, qual dêcl:ir:,ra pvsc;utr todos os n·qulsitos cxlgidos pana a investi dura no caro .1 qul.' conc<;rrcr, bt:•:'l assin que conhece e accttã coo val!das as dispos!ções deste Edital que rege o concurso coo n:- .lltcr.:ições posteriores, que reger.lo o co:icurso. J.1.- A inscrição deverá d feita pelo porto candld.1to,•Tlão sendo ad"1ittda procur.1ç.10; 3.2.- ~o '!to da inscricão, o ca:1.didato dever.ia.presentar: 3.2. l.- Cedul:t de ldentid.1'1c ou C.1rteir,,1 Proflssionnl no seu ort~inal, que após conferêncin scr-lhe·.i devolvld.1; ' 3.2. 2- Co=pro,•a.nte do rccol~l.::ento da t.u.,,1 de: inscrtçâ.o, :-e:­ diante original dil via do DAR.:!, fornecido pela Prc(eltura. :ru­ nleIpal de Caracol-MS,_no valer de NCZS 5,00 (eLnco cruzados novos) correspondente a refercncin d,1 classe "D" "E" ''fº 11r;• 1 e clnsse ~spccla!, e SCZS 3,00 (três cruzados novos), cor:-cs­ pondentc a referc..nc1n da cl:1ssc "," e "B". 4.- !lo ata da lnscrlç.io o c.:1n..!l~.1to receberá, r.ratuit.1oentc , Junto CO"'.l o comprovante dn ii1scriç:io, u;::a folheto contendo o texto deste edital e o prograa do concurso, Co:l descriç.1o das r:,.atcri.1.s dl! cado rro,·a escrl !·" que ~everá prestar. 5.- Encerrado o prazo de inscriç::io, sera publicndo co Edit,11 ., rnt.>s ccn~.11,, corTcspondcnte à rcfe:­ [;"Z,l", " aressrta tunetens1 o»teta ás concurso, is s se- l. I .- P.tr:t os cargos do grupo I- Magistério- C1asse E.spccin! L l. l. • J>r-,fcssoc P-1 • 'CZS 170,9 t.1.2.- ?rt,iessor P-TI - ~CZS 2!.!.,2:J 1.1.J.- ?ro!'essor P-III - .C2$ 252,3!. l.l.t..- Pro!'essor ?-· - !CZS 4SS,L.0 l.2.- Par.,:os corsos do grupo ll- Apolo ndn!nlstr.:ittvo l.2. t.- Classe 11 C" - NCZS t.8 ,40 1.2.2.- Classe "F" NCZS 201,50 1.2.3.- Cl.,ssc "D" NCZS 162,80 1.2,.t..- Clnss-c "E" - NCZS 187,22 ~;t- P:i.r,'l os cnr;;os do gru;,o lll - Serviço de Natureza F!s - 1.l.!.• Clo~se "D"· '.;cz5 162,80 1.:. • - ?ar.J e~ c..irgos do ·rupo rv - Apolo Técnico l.Z.,l. Clr:!i::e ":>" - ;;-czs 162,SO 1.5,-Para os cargos do grupo V - sc:-viço :au.'(illar ;3;7 risa, sera&r &e iáuta - c1asse "F" - czs l:5• 2 •- Rrc.cec.tcni:tta, t~lcfon!st.1, ::ru:,,1l!nr rlc. o cr.t1do .. iqu!na, ecinteo - classe "B"- Mz 122,1 P r r de 1.5.3.- A7xiliar i.!! c:,.!'e~_<::J, c:.ont!nuo au.xilinr l"lent,ir 1 . .t..J.- Prova C'l,~""t•ntnr 2.S.· P.1ro os caros do 2. 5. 1 . - Prov n de noções tiver de cinquenta por cento dn r:wdia <10s pontos atribu{vcis l1 esse conjunto . 7.2.- Ser.1 considerado hnbllltado, por aproxtação, o cnndi­ d,'lto que depender de nté O,S (melo) ponto paro corapletnr o r:lnl~o <•x!gldo para h,ihl 1 ! taçiio 7.3.- Não será admitido recurso contra o resultado da prova ou do concurso. 8.- Os cnndidatos prcstnrão provas na cidade de inscrição e data, horário e locols que ser.Jo publlcodos ern edital. 8.1.- t>urnntc- n rcallzaç,Ío d.1 prov.1 não será pcr:iitidn cctn - r.ult.:t de qualquer espécie ., livro, caderno, folheto, revista apostlln ou outro tipo de nponta:::cnto, be!!l. COC'o o uso de oâ­ quinn calculador.,. 8.2.- O candid,1to que dci;,car de co::iparecer a qualquer prova ou p.irtc d"ln est.1rii nutom,1tlcni:cnte cll:iinodo do concurso. 9.- O candidato .1prcscntará, no local de inscrtçâo, no per{o do de OS à 10 de Julho de 1989, os respectivos t!tulo9 aco::l-=­ panhndos de relnçao co que est.1rá descrito cada uni. 9.1.- A relnç,;o n que r.e refere este {ten constará de for-=.a- 1.;rlo próprio, que será fornecido ao c.1ndldnto no loc,11 de fnscrlç.io, no ato dcstn, n ser prcenchldo coe cópia, corbona da, que lhe será devolvida, cor.:o recibo; - 9.2.- Os tftulos de Mestre e de Doutor, para que possai:i srr aceltos, devl'r.io estar aco::.panhados d.1 lndlcaçâo do .ito de rccon~v•cir.-.~nto do rcspcctl•o curso. 10.- Os títulos serão avaliados na escala de zero a cem pon­ tos. 10.1.- A m•,1ltaç~o ser:Í efctunda pela err:presa prestadora de serviços contr.1t.1d.1 para a renl!znçiio do concurso. 11.- A pro,•,1 de titulo scr.1 classlflcatória, sõmente tendo os respectivos títulos avaliados os candidatos aprovados nas provas escr 1 t::is. 12.- São considerac'')s ::{tulos: 12.1.- 0s adquiridos: er f.lcc de conclusão do curso, publica­ ç.10 de trabalhos e cinistr.ição de cursos. 12.2.- __ Os decorrentes de ter.ipo de serviço. 13. - ao serao adoitidos co::.o títulos os que constitue::1 pré requlsito ao c~crc{cio do cargo n que concorrer o cand1d.:ito7 Il..- A pontuoçao dos títulos obedcccr.i aos seguintes crlté - rios: 14. 1.- T[tulos adquiridos, valendo até 50 pontos: 14. l. 1.- Título de Doutor: qunntldadc, um; valor unitário 20 pontos; valor ::i.'Uii::o, 20 pontos; l.t.. l.2.- Título de !-!estrc: qu.1ntid.:ide ur,; ,•alor unitiirio 15 pontos; 'ãlor o.i:d:io, 15 pontos; , 14. 1.3.- Certiflc::ido de cortclus,;o de curc;o de pós-gn1duoçâo a n{'cl d~ t::l'stra.do ou Doutorado, qu.ando não obtido o tfru­ lo de !estre ou Doutor, beo co.~o curso de pôs-graduação a nível d1! e~pêcf::iliznç.lo ou apcr!cÇi;:oa.I:icnto: quantidade, u.'!l; valor unitnrlo, S pontos; 'Olor c;ixino 8 pontos· ll..I,4.- Certiflc.:1do de conclusão de c~rso de cs~cciàlização ~!)erfeiço,11:ento, atu.:illz:iç.âo ou trelnaoento na .ire.). inerente a categoria fi.:nc ional ,- êott carga hor.iria de: :~;~•l.,1.- 601 a 800 hor.1s, 4 pontos por curso; cáxlr.o 8 Pº!! lt..Í.4.?.- )51 .:i 600 hor.:1s, pontos por curso; c.áxic.o 6 Pº!!. tos; li.. 1.1.. '. de português; de matematfca, rupo V - serviço Auxilar do án•a de ntu.iç,io cspí'cÍ!lcn de cn- tos; ll.. l.4.4.- 40 a 120 horas, l ponto por curso; c;á..'(i::o 3 pon­ tos. 121 a JSO horas, 2 pontos por curso; c.ix.l:io 4 Pº!! 14.1.5.- ~!.plc~o. de conclusão de curso superior de gr.:idu.nção co::, dur.1çao c{nlr:UJ de oito scocstres, qu.,ndo o.ão for pré- re quisito para o exerc!cio do cargo n que concorrer o candlda-=­ to: quantldnde, ur:; v:1.lor unltârlo, 4 pontos; valor CÍXL:::o , 4 pontos; 1 4 .1.6.- Co-::provante de .1provaç.;o e= concurso pGbltco fede - ra.l, c.st.ldu.:11 ou cun!cipal~ .nn área inerente a cat.esoria fun cion.11, re.Jli~ndo. ha, no CMi::o cinco anos: quantidade, at'e 2; v..1Ior unlt.ario, I ponto; valor cjxit:o, 2 pontos; I4.1.7.- Coprovante de publlc.nçâo/de llvro e/ou revist.J, so bre a ~rea_inc.rente a categoria funcional: quantld.1de, atC) vnlor unltorlo: livro, 2 po:-itos; .,rtlgo, 1 ponto; ,•.:iler :~l ::o, S pontos; • - 14.1.8.-_Cocprovoç.io de- clnistração de curso de extensão, a­ tualh.~1çao ou treinn:ento, co::: cnr-gn hor.ãrln o.{nic.1 de 20 horns ef~tiva::cntc ci:11str::idns: Quantid.-idc, ntê 2 po:i.tos; v!!. lor unitnrio, 1 pont.0 1 valor ::i:Í.X1N> 2 pontos. !â~-d~:coop;ovação dos títulos ínr-sc-:i oedl.1:i.tc aprese:1t..1 - 15.1.- Orlglnal e fotccôptã do respectivo ic1 publi e.ado o result::tdo !lnal do concurso pÚbllco, no qual o co:,;di-:­ dato, concorreu, e que conste seu r.o::!e entre os aprovados ; 15.:..- Orlgin:11 e fot.ocópia do docu=.ento pc.lo -qual tenha si­ do o cnndlt!.1to dcslgn.1do p.1r.1 :inistrnr cur~o co:.:pr-cend.!do no sub-!tec: 14. 1.8; , 16.- So c.nte ãer:i ~doitidn, de:cl.1r.1ç.1Õ, eo suhstitultâo de dl.pl :::u ou certificado de conclu:,.lo de cu:-so, que ainda nãs tenh.1i:: :::tdo e.xpcrlldo, qu.'lnt!o aco:p,1r:h.-id.1 do hlstÕric.o do respectivo curso. li.- S~io serão recebtdos t(tulos f r:i do pedodo oc. dos 1,..- CAI>!. 'ti) V DA NOTA FINAL F DA_CLASSIFICA t.· A nota ftna! de classificação de cada candidata e r dera a midfa dos pontos por ele obtidos nas provas esr' acrescido tos pontos dos respectivos títulos, o t C:r.s candic!iHOA para os cargos d rpo polo A t !t•ra que seria mdla das notas obtidas mas provas escritas e pro·,;:a de prit!ca em datilograffa. 2- A lasstftca;ião dos candidatos habilitados eri r tada pela respectiva nota final, e ordem decrescente r , ,. J nto1. ),- F aso de epate da nota ftnal, o desempate dar-se·j ln ona·r-, '"" fayor de ca ... did'lto: '). L - Ot' r:; J hor nota na prova de conhec l r.-E-n to e s:p ).?.· Do servdor munfc!pal da rea espeelflea; 3.J.- Do scrvlt!or nunicfp.11; ).4.- De ma!or 1date; 1..- o deaer:ipntP e11i relaç.ao aos sub-{tens ).1. ô 3.l.. tuac'o JW}õl co~t1s.io do cCJncurso. CA>!TIJLO 'I DAS 01 SPOS!çCE~ GERAI~ I.- O conêulao terá valld•1~e por 24 meses, :1 contar da tau publ1caçno do ato de: honolozAçâo do SPU rf'SUltodo ffn4l, s•·r expedido pelo l'Tefeito >'•:niclpol. 1.1- O ato de homologação, a ser publicado em ed!tal, copanhado das relttçoes n.cr:-in..1ts dos aprovado,, por de classificação r~ cada categoria fur.cionnl. 2.- Ournnte o prazo de validade do concurso alia dos u:i rel,tcionodos no Anexo I t1esce edital, poderão ser pr(#"i-"'. dos, por candidatos hobllitado5,osqu~v1E'rPr.i o v3gar nGjllt• r!odo, bt-~ coco os que !orer.i criados por l.ei. 3.- F.o hl.,Õtese nenhu.-:i..:J será de·,olvlda a. to1X3 c!e inscrlç.Í.:, aind,1 que esta venha a ser anul;:ada. 4.-:,jo serão adc:itidos ped!<:os de ir.!K:rlç,~ fora dos Joca:1 lr.dicados no fte::i l do capitulo II, nem fora do perfoto 25 ã JO de Junho de 1989. S.- Sa. ocasião d-! possP do candid.:ito hat>Uitado que vfer ser no=.endo, tera ele que co:J.provar possuir º'"' req11i1!:r1 indicados no !ter., 2 do capitulo li. S.l.- A verlflcaçâo, er.i qualquer época, de dE:-claraç..io falu ou do uso de docurento falso, pelo CJndiedecerá rigoro,a e exclr.uf~! mente a ordec de classificação dos concorrentes a. cacfa u:­ go. 6.1.- A posse deverá ocorrer :,o prazo c1e 30 (trinta) dfa a contar da no~açao. 6.2.· O candidato que_não se aprêsentar, no erazo inr:Hu!-;. para tomar posse e nao requerer I em teo~ habi 1, pror:-c;..i· {"?./""t prazo. terá a reipettva nea;ão toradi se= ° 7.- Os casos oolssos sc-rão rcsolvlr1o5 pelo PC'e!'elto ~-::~d· pal, <;?bse.rvndas as norn.1s let,tais e regul.::1.=entml!S aplL::,Ío;th ,1 espcc1e. CAR.COL, 08 de junho de 1989 PRSFElTIJRA 'l!P.,lCIPAL DE CARACOL· MS DR. CIC!:1!0 RAR.~OSA DA SlL'A PREFEITO XUN!C!PAL ANEXOS "1' QU,UiTll:ATIVOS DE CARGOS GRl:?O l - MAGISTÉRIO Hn.gistério GRUPO II - APOIO ~NtSTRAI1VO ~ Técnico de Contabilidade • Auxiliar de Contablll~ade - 1ssi.stente Ad~lnlstrativo - ,lL,illar de T-r1butaçno • Awtll!nr Ad:::lnlstrattvo - Aux!11ar de Tesoure!ro Secretaria GRUPO 111 • StRV1CO DE NAI1REZA FISCAL - Fisc.J.1 de Obras e Posturas • Agente Fiscal CllL1'0 LV • APOIO ttcxrco - Enferneir-a C;tlJ?O V • SERvtcos AUXTLU,u:5 - Motorlst.:,. • Operador de !'Gqulna . Recepcton!st.a - Telefonista • Auxiliar de :.'.,~fo:-:.,oe::, - Contínuo co Awt ll!ar de Se • - Servente 'Tv!ços Gera! I1ar de 0peradr lecnnlc.o de. H.1.quina AgÍI!ar de " " Zelador-.. ec.1n1e:o Merende!- Oó OJ OI Ol Ol O) 0 5 Ol 1 c: O! ,;!!:!!ORADO MINI HllÊI. füil ~ ~ ~ CERA!lo. AIE1''DD!EN'l'Q cai CJ,ft t'-l t ~ VAS D! AQIJ!llAUAliA FQ . • • :ili. l4l • li.Só". .... lttl.10 ,U.vts Oi! Al;!UDA • DiPREsA.,uo E PECUAR! S'L· ,- RUA 1 -61,. COAAi:A S . 5 D! FRIJm: A SA.'-Ssm.. :, os esta ,!s!ca, Ee O! OI 0!- 01 01 01 Ol OI Ol 02 lH I.A Vf';TA s. e. â-m ar a é l 7 ot o DE LEI NO _005/9 _VEREADOR 1oGE_ nE_SOzA ROSA ., )'/lr. <'.()flkl· / IH'GIILJRl Z/Çi'ÍO J)f. /CJDEMl/S li l'N­ s ESPORTIVAS". j iara Munfelpal de bela VIsta, Estado de Ma- r0osso do Sul, Decreta e i'l1 promu1 go n nt•r,d.ntc 1~ On ~ntnhclcclmcnroo pnrtlculnrca enpccJn­ los em Educação Ffsfen, esporte e rucreaçao,se ± no Munfc[pfo de Bela VIta, nó poderão fun- r e oranfzado d acordo com as normas pr tas neta Lef. , 22 - f, confd rado Estabel cimento Particu - Especializado em Educação Ffsfca, eport e re çiio, rodo uquolo quo, por JnlciatJvn pr!.v11d11-; led1que no desenvolvimento das atividades clos- lctHlns nu fonun do /ln. 1,~ dcntn Le1. (/cndemio, tro de Orientação F{sfca, Clubes, Condomfn1os , Clln!cn11 de Estéticn, Sociedade Civis de esportivo e similares). $ 1! - No caso dos Clubes, no tocante uu otivi­ ,s não nbrongJ dns pelos nonnas desportivas esta lrcldns p •lns Federações Deaportivas: EGcoli-: , Aulnn de Ginástlcas, lusculação e similares; l 2g- Em hipótese alguma poderão tais estabclc entoa se dedicar à formação de professores, Lns tores e auxiliares de ensino, nem consequente - te, expedir diplomas com essas denominações. notar ±, ART. 32 - Os Estabelecimentos Particulares espc icddo 11,;1, µlizados em Educação Física, esporte e recreaçãÕ ·•t ra:n sujeitos ao registro e a orientação normati- 1 --.. tal, 1 - por ,. da C.M.E, (Comissno Munlcipol de_ Esporte). :. ART. 4? - Para fins de organizaçao e funciona - .. ~ do, '-tto, os estabelecimentos particulares em Educa - """"l FIstca, Esporte e Recreação são classificados de Isr;' 0.1- de ·Ginástica 1 dos :· 0.2- de Atividade ele ataque e defesa per{:; 0,3- de Musculacão O. 4- de Dança que v!: 0,5- de Yoga r t,· 0.6 - de Natação ra;is h 0.8 - de outras atividades compreendidas no cam tio ato!!. da Educação F!sica, elos esportes e recreação. - ART. 59 - Os Estabelecimentos Particulares espe llizados cm ~ducacão Física, Esporte e RccreaçãÕ an sujeitos oo registro obrigatório na C.M.E lssão Municipal de Esporte), desde que estejam tr1ntal , quadrados em um ou mais Itens do /rt. 4!!; ! Onico - Periódicamente a C.M.E. (Comissão Mu­ o Jndl. l'lc!pal de Esportes) deverá supervisionar o cumpri 'd~~~-, nto das normas previstas no presente Projeto. - 1a " ART. 6? - A concessão do registro do Estabeleci feito.· Jtnto fica condicionada à aprovação prévia das res •• tl!s ,pJicr )te tivas instalações pôr inspeção técnico procedi-: lpela C.H.E. de Bela ViGta- IS. ART. 7!! - Todo estabelecimento terá obrigatorio ntc, um Professor cm Educação Física, dcvidamen-: registrado no M.E.C. (Minist6rio de Educocio e ltura) como nirctor-Técnico responsável pelo rc­ stro e funcionamento do referido cstabclecimen - , qualquer que seja a entidade ou pessoa física ntcncdora. § l!! - A vinculação do Diretor-Técnico e ofcssorcs ao Estabelecimento é a prevista is Trabalhistas; § 2Q - O proprietário do Estabelecimento se for ofissional cm Erucação Física, poderá atuar como retor-Técnico. :: DO FUNCIONAfltNTO t, AAT. 8Q - Urna vez concedido o registro, o cstn­ heleciento poderá funcionar enquanto satisfizer e: 11 normas baixados pela C.M.E. de Bela Vista-MS. •' ART. 9!! - li pnrtir da vigêncin da presente Lei, :· li::entc os profissionnis registrados na C.M. E. de :' ltla Vista, poderão ministrar as atividades previs no Art. 4!!. - ART. 10!! - Os Professores dos Es'tnbelecimentos : ~rticulares em Educação Física, E'sportes e Rçcrea 0 poderão ter auxiliares em seu trabalho, desde ~e os mesmos sejam registrados pela e.X.E. Are. 11!! - Esta Lei entrará em vigor na data de illi. 1 publiêoçào, revogadas as disposições cm contrã tio • Salo das Sessões, 08 de Maio de 1. 989. ,--.---------·----------·-•r--·-------------------- .. !U:CER N!! 005/89 OR: COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAMENTO r A Cocissào de Finanças e Orçamento da Câmara Mu .• licipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso d ': 1111, examinando atentamente o Projeto de Lei n!! "?- Executivo Municipal - "Dispõe sobre auto- i. zacao ao Poder Executivo a adotar a contratação Pessoas por tempo determinado e dá outras provi netas".. - A Cocissão, após estudar atentamente concluiu - • que o referido Projeto fere a Constituição Fe­ ral, e seu ART. 37, item IX. Considerando ao exposto, opina contrário à sua rovação. Sala das Sessões, 29 de Maio de 1.989. JOÃO KALHE Presidente. dt4da , 'tova o tu,, ecrtt,, à dos nas A."ISELMO LOPES Relator. MARCELINO CISSIO B. ACIOLI l'!embro. PROJETO DE 1.1 l ,o 00"}/ll'J /1IJ TOR: VEREADOR MARCELIN "pISP E. OBRE A DENOMINAÇÃO DE VIAS PLICAS DÁ OUTRAS PIHlVTOrncrAS". A Cara Municipal de Bela VIst, Estado de la- to Groa.o do Sul, aprovou e promulgo a seguinte Lei: ART, I? -- Ficam assim dunom!nadas as vias piblt cas no loteamento Novo Horizonte: J !lua sem denominaçüo no quadra 02 com rer-anes­ ccntc do lote 85, fica apsfM denoml1111d11 hu Profs oora Conceição R11moG, - li Ruo sem dcnomlnnçÃo na quadra 01 e 02, con­ frontando com a chácara do Sr. Francisco de Au - qucrquc Ma in, fica assim denominada Rua Mário Hat- tiloni. • li Rua sem elenomJnncio na quadra 01 e 02 - Lotea menta Novo Horizonte, fJca assim dcnominndn Run Ni comedes Areco Ortiz, - /RT. 2Q - Pica o Chefe do Poder Executivo auto­ rizado a mandar confeccionar as plncns de dcnoulnn cão para as citadas ruas. /RT. 3!! - Esta Lei entrari cm vigor na aaca de sua publicação, revogadas os disposições cr.i contrá rio. Sala das Sessões, 22 de Maio d~ 1.989. 'PROJETO DE RESOLUÇÃO N!! 007 /89 !. CRIA lJl,!.A COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE A DENOMIWAÇi'íO DE LOGRADOUROS P0BLICOS E OUTRAS PROVI Dl:'.NCIAS. O Presidente da Cãmara Municipal de Bela Vista, F.stndo ele Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a CÃM/RA MUNICIPAL DE BEL/ VIS - TIi, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas a tribuiçÕes lcgais,~aprovou e eu promulgo a segutn­ te RESOtUÇÃO: IIRT. l!! - Fica criada uma Comissão Especial de Estudos sobre a denominação de Logradouros PÚbli - cos destn cidade, composta de três membros. ART. 29 - /pós 'a nomeação a Comissão terá o pra zo de 60 (sessenta) dias para apresentar o re~ult; do de seu trabalho, inclusive com a indicação de nomes'de logradouros públicos, modificações de no­ mes, substituição destes, e tudo o mais que setor nc necessário a regularização e normalização da m; téria. /RT, 3~ - Fica suspenso o andamento de os projetos de lei cm andamento e referentes a de­ nominação de logradouros públicos. ART. 4!! - Ficam nomeados os Vereadores JORGE DE SOUZA ROSA, PAULO DE MELO e SYDNEY NUNES LEITE co­ mo Membros da Comissão prevista no art. l!! desta Resolução, que, entre si, escolherão o Presidente e o Secretário. /RT. SQ - li presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação revogadas as disposições cm contrário Sala das Sessões, em 08 de Junho de 1.989. JUSTIFICATIVA: Há necessidade de se normalizar a denominação logradouros públicos de nossa cidade, uma vez que existem muitos sem nomes, com nomes em duplicata,e nomes que nada representam. todos ------------------------------------------------ PORTARIA N!! 009/89 - CÃMARA MUNICIPAL CARLOS ALBERTO OCÁRIZ, Presidente da Câmara nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso Sul, usando das atribuições que lhe confere Leis; RESOLVE: Concedér ao Funcionário HAROLDO BRAGA CAVALHEI­ RO, 03 (três) dias de licença para atender intcres ses particulares, a contar de 14.06.89. CUMPRA-SE Sala das Sessões, 13 de Junho de 1.989. RONEY MORAES SIMÕES lQ Secretário ---------------------------------------------- PROJETO DE LEI NQ 001/89 Mu­ do CARLOS ALBERTO OCÁRIZ Presidente AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO BIGLIA ACIOLI "DISPÕE SOBRE MODIFICAÇÃO DE DENOMINAÇÃO DE VIA POBLICA". A CÃMARA MUN,ICIPÀL DE BELA VISTA, ESTADO DE MA­ TO GROSSO DO SUL, APROVOU E,EU PROMULGO A SEGUINTE LEI: ART. l!! - Fica assim modificada a denominação de via pública: A Rua Ricardo Loureiro, localizada no Rairro Primavera I e IV, passará a denominar-se Rua José SimplÍcio da Costa Marques. ART. 2!! - Esta Lei ~ntrará cm vigor, na de sua publicação, revogadas as disposições eo con trário. Sala das Sessões, 03 de Abril de 1.989. data ------------------------------ ~----- PARECER NQ 015/89 ' AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO FINAL. ~ omissão de Legislação, Justiça e Redação Fi­ nal da Câmara Municipal de Bela Vista, Fstado de Mato Grosso do Sul, examinando atentru:iente o Projc to de Lei nQ 001/89 de autoria do Vereador Marcel! no Cássio B. Acioli - "Dispõe sobre modificação d;;­ denominação de via pública". A Cocússão após estudar atentamente concluiu-se , FH!AL. e ART. 12 - I lc ,lSfl l ! ,1 A Rua sem denominação, paralela con nndes Rodrigues e Rua Ala[de da S!lva quorl ras 16 e 12, 15 e 11. 1 5 e 1 0e 13 e 09, o Bairro Prfmavera I, passará a denominar-e Rua 'ta­ nocl Podrinucs de Mlrnnd3, ART. 22 - F!ca o Chefe do Poder Executt o, uto rizado a mandar confeccionar a placa de denomina - ç:io para a clrado n,.,. ART. 3 - f.cto Lei entrará cm vigor na data d aun publicnç:o, rcvo•nd.J as dlsposlçÕc c ncrn rio. Sala d± Sessões, 22 d Malo de 1.989. PARECER X9 012/29 ATOR· COMISSÃO DE LFGISLACÃO, JTIÇA E P h.s! A Con!ssão de Leslação, .Justiça e Redação Final da Cãrara "un!Ipal d± ela Vista, E tado ' Mato Grosso do Sul, exan1:.ando atentamente o Pro,]g to de Le! ng 002/89 do 'Vereador Marcel!no Cassio B. AC(ol - 'ptspõe sobre denominação de !a Pi - blfca e dá outras provd@nc!as". A Comissõo, após estudar atentm·erte cnt1(..lulu - se favorável ao referido Projeto de Lei. Sala das Sesses, 05 ele Junho de 1.969. JORGE DE SOUZA ROSA Presidente. M/RCELI!O CÃSSIO B. ACIOLI Membro. JOÃO KALIFF Relator. VEREADOR PEDE O CUMPRIMENTO DO DECRETO 0193/7.Q'[E "DECLARA DE UTILIDADE P0BLICA O ASILO DOS DESAMPARA DOS". O Vereador Roncy Moracs Simões, do PFL, sol1ci­ tou o envio de expediente ao Exmo. Prefeito ~unici pal, con cópia ao Pres!­ dente da Associação Evan gélica dos Desaparados de Bela Vista; solicitan do ao Prefeito l"•inJc!pnl que cumpra o Decreto n? 1 0193/R7-C.P: "fkcl,,rJ de J t:tilidade Pública oa~a fins de desapropriacão o imóvel que especifica"; corrigindo o preço de de f' lsapropriação, o dese - ~~-------'----'--..J brar:ncnto do Lote e a co:u pra imediata do nes::,o. RONEY MORAES SI:-!ÕES. Para Roney, "Tendo cm vista que o referido De ereto ainda não foi cumprido após quase dois anos; Tendo cm vista ainda que no referido icóvel Já se.encontra instalado um reservatório d'água e até o momento a Associação nada recebeu, pedioos enca­ recidamente que o Poder Executivo faça mais c::,a vez justiça, pora que os usuários da Assoclaçno possam melhorar suas condições de vida. Sabemos das dificuldades da nossa Prefeitura mas não podemos pc=itir que por descaso da adn1 - ni.stração anterior os idosos venhao sofrer =ls esse problema". - O Ver. Sydoey Nunes Lei­ te do PDT,solicitou na Câ :1ara para que seja enderé cada expediente ao !':.=o.­ Sr. Prefeito l"cricip3l.no sentido que inicie co~ a mãx1aa urgência Mt!ão no Bairro "ilA ·ova, nnis o íefcrido Bairro enco. - tra-sc totalocntc ~bando­ nado pela administração público, sendo est..s as prioridades do P.al-=ro: - abertura, cascalhamen­ to, aterrarento e r!vela­ ento das ruas· 1 - coleta de lixo; _ - 11.npeza de ruJs '.......-=- } terrenos baldios. VEREADOR SYDEY N. LEITE. e - < r .., , a ,. do, Puruca, d gu,d J><•in1lda li ll'iSOC-11('l COITIC' rcial e A­ aro Pastoril de nela Vista foi cri ada pola Dra. ver Tvl projctnndo na 'ela mental do profundo, apenas as coisas boas, o posl ivo dos ncontccimcn os. Aprecie de coração abrrto, vida, os caminhos do tempo, num cont de paz, do harmonia, de amor o de luz, do deve revelar vocc mesmo. Aldous !luxley, o grande escri or qlês,afirmou: "Há somente um cano do um! so que você pode ter certeza de melhorar.: yd! #ia«riiiisiaarf sa de se carda~ PROCURE; 7,O ICEIVAP SE' FILHO 1 as festas juninas no dia 10 pp., nn Escola Jarbas Passarinho e 11 na Paróquia Santo A onso o Deputa­ do Henrique Moracs Dedé que trouxe So para an1mar "as festanças". PENSAMENTO A ilusão é co::io a neblina àa manhã. GERIR SAL. QUANTO MENOS MELHOR. TOE C DADO COM OS SASDUÍCHES. SAL E CRIÇAS Desde cedo as crianças já ingere~ - quantidade muito alta de sal. Segundo( quisas feitas pela l'niversidade de Lo·.· na, E.U.A., o estudo con cerca de l.' crianças, demonstrou que a ingestão de dio começa a ficar demais já aos 6 ~= de idade e aumenta quatro vezes aos S + nos. Nas crianças com 4 anos de idade f: encontrada 3, 2 gramas de sódio (o eqJi lente a 1 1/2 colher de sopa de sal) dia, quase que a mcsna quantidade pre te em estudantes adolescentes. A estimativa adequada da ingcstio sod 10 por uma cr i