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9. vive: 
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Preci; 
A Asocfaçio de DIre­ 
torcs de JornniB do lntc 
rlor de Mato Grosso do 
Sul(APJOPI-MS), clcr,cr,i 
no próximo din Jl de Ju­ 
lho o nua novn rlirctorin. 
o encontro da ontldn 
de, em Naviraf, no últ!-­ 
-::o dnmlngo, foi apresen­ 
tada n chnp.'.l "UNIDADE E 
PROGRESSO". tendo n1 l're­ 
sidêncio um dos d ln•to­ 
res da Rede Delavistense 
de Jornnis, o jornn l i,;t.1 
lvJldo Pcreiril ( Correio 
J1rdincns,•l. 
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J'.10 X'lllI 
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E egera 
A 1 Ptn de lv.ddo, de nos entre e I cs o· cr inci:io de 
s região, fazem parte da um informativo mensal da 
chnpo Jo:io ?,ntnl feio ,!e 0- cntid:idc e n realiza~Õo 
llvcira(.lorn,tl da Praça, . de cursos e seminários de 
Ponta Porii); ~!/lrin :::.cela apcrfelçoamento. Este ru 
Velargue: Pereira(Tribuna po será composto pelo Se 
da I·rontclrn, llL·lu ViJtn); cret1Írlo, Tesoureiro, m; 
Alvoro PLrcirn(Trlbunn Po iu Alvoro Pereira, Dorl= 
pular, Jnrdli~); José Limã vol Sczar Quintana, Jor­ 
Neto(O l'nntnneiro, Aqui- gc Pacheco, José Lima N!:c 
dnu:rnn); Dorlv:11 Sczar to e Duprê Garcia Coelho, 
Quintana (Gazeta Popular, nomes escolhidos porre­ 
Doura<los)· - c~te belavis- nidircm nos proximidades 
tc11sc que vcnc~u no jorna ele Bela Vista. 
1-lsno cio Interior em nos= A sêde, ou melhor, o 
~<> Est~<lo. 	cscrit5rio de representa 
çÕo àa ADJORI cm Camp~ 
Grnndc vai co11tinunr; cm 
estudos apenas a mudança 
rlr. endereço. 
-1 
prl□ciro plano, jorn.11ist.1n lhpr~ Carcia Coelho, 
Dor1val Se:ar Quintanna e Joao Natalício de OIive!ra, 
integrantes da ch,1pa "U:-:IDADE E PROGRESSO". 
Els os inlcgran::cs da chapa "C:SI!l.DE E PRllGRFSSG": 
Presidente: Ival<lo l'Prcir.'.l(Dela Vista e Jnrdim) 
.l? Vice Presidente: Duprê G. Coelho(Campo Grande) 
le ,· 19 Vice-Presidente: Eclio Carnuiro Pedroso(Dourados) 
19 Secretário: Jo:io 1':atalÍcio de Olivcit'o(Ponta Porii) 
19 Sec;etário: Alv.'.lro Percirn;Jardim) 
19 Tesoureiro: Mari.'.l Estela Velasqucz Pereiro(Porto 
!!uninho e Bela Vista) 
2Q Tesoureiro: José Oliveira Valadares(:S::iviraí) 
Diretor de Eventos: Dorival Sczar Quintana-Dourados 
)iretor Cultural: José Lima Neto (Aquid.'.lu.'.lna) 
Diretor de Patrinônio: Vandcrley Carvolho(P.'.lranaíha~ 
RelnçÕes PÜblicas: Jesus lle::nondes (Três Lagoas) 
Diretor-Depto.Juríd ico: Adiles do A. Torres (Dourados ) 
CONSELHO FlSCAL 	SUPLEHES 
é a ,. 
Presidente: Pedro Ari-1 
Zoli Correa Batista - No­ 
a Andradina. 
Mc::ibro: Nelson Dia;; da 1 
osa - Corumbâ. 	·1 
ler!ro: Jairo de Lima­ 
ndo Novo. 
q•;: 
ns°, 
Reé: 
c 
e" 
' 
ASSESSORES DO PRESIDE:-:TE 
dos objetivos do Pre 
ldente, se eleito, seráa 
cr-ação de um grupo de as 
Valdemar Bairosky(Co­ 
ruribá. 
Irincu E'errari - Mi­ 
randa. 
Jorge Pacheco - Amam­ 
l,.1i - recentemente fili.!!_ 
do a ADJORI. 
sessores, um grupo de tra 
,balho, visando dinamizar 
v:írios setores da ADJORI, 
A disputa pela coordc 
nação regional do ~tovi= 
mente, Popular c!e Recons­ 
trução Nacional(HPRN), o 
té a Ültlma terça fciri 
envolvi.'.! apenas o diret 
rio elo PR:-: no Estado e a_! 
,uns nomes do PFL liga­ 
dos a nla governista de 
HS. Tal disputa, porem, 
tomou outro runo após o 
Deputado Henrique Moraes 
Dedé(PTB) ter anunciado 
que seu partido também 
cên de participar do pro 
cesso. 
Henrique Dedé conside 
ra "perigosa" as manobras 
do PFL de comandar a can 
pnnha de Fernando Collor 
de }1elo .'.lqui cm Mato Gros 
so do Sul,. pois, segundÕ 
ele, "o PRN foi formado 
no Estado com o objetivo 
de fort.'.lleccr nas eleiçõ­ 
es do ano que vem, o no­ 
ne de Pedro Pedrossian ao 
Governo do Estado. 
O parlamentar vai mais 
longe ao afirmar que "o 
PRN vem tomando corpo cm 
Mato Grosso do Sul devi­ 
do ao·engajamento das ba 
ses do PTB no processo"--:­ 
Ele ad.:i.ite, por outro la 
do, que o PTB se identi= 
fica com uma facção do 
DE 1:)89 HLD/'!'OR C!!,I f.: IV 
ei ti e 
€araria de e.. 
PFL, porém, rechnç::i o f! 
sfolois.o daqueles qu2 
"lig.'.lclos ao r,ovcr,:o do E~ 
tado, tentar toar para 
si a coordenação da c.'.ln­ 
panho de Collor de 'elo 
cm Mato Grosso do Sul". 
Deputado Henriqn<> Dcdé. 
Henrique Dedé anunci­ 
ou que para qualquer to­ 
mado de posição "terenos 
que aguardar a :-eunião d.'.l 
Executiva Nacional do Par 
tido, e se por acaso for 
definid.'.l a fornacão da 
frente trabalhista, unin 
do o PTB e o PDT aqui e; 
Mato Grosso cio Su:!. have­ 
ra dissidência, princi- 
palaerce porque as bases 
estio nos cobrando ur.a 
posição". 
Ao fazer una anál!se 
da atual disputa pela c~ 
ordenação c!o :fPR~~, nota 
se que o crescimento da 
ala do PFL que ª?Oi& o 
Governo éo Estado no pr~ 
cesso v.'.li contra o dis­ 
curso de Collor de elo 
en n1ão aceitar o apoio 
de governistas e oportu 
nistas co:tpro::lc tidos co; 
o síste:::.'.l. 
Baseado neste aspec­ 
to é que Henrique Dedé 
defende que "o PTB deve 
entrar r.o proccsso,pc,is 
não podenos ficar i=obi 
lizadcs e ter:?!:',os de bri 
gar para evitar o fluxo 
desse pessoal em nosso 
ca:níntio". Henrique Dedé 
não anunciou seu engaja­ 
mento n.'.l C.'.lmpanha de Col­ 
lor de Mello devendo espe 
rar ainda 'a reunião d:;­ 
Executiva Xacional do 
PTB, nas de i:nedíato de 
fende que o PRN e Mato 
Grosso do Sul deve ser 
coordenado pelo PTB,PRN 
e PTR. 
manter os en- 
con ros ensafs, al tcrnan 
do-se os locais de reuni­ 
ao, co 4 flnfane pl1rn se fn 
zer reunfôes onde aInda 
não foram realizadas, a 
xemplo das cidades do Bol 
sa0. 
'1t:TTO 'rRABALHO 
Segundo o candidato a 
Presidente, Ivaldo Perei­ 
ra, "prometemos apenas pruI 
to trabnlho e dcscnco,des 
de J n, que os conpanhe iros 
Joqé Lima Seto, Diretor 
rultur&l e Dorival rezar 
Ouintann, Diretor de Even. 
tos, terão muita partlci­ 
paç3o, pois e:n nossa pau­ 
ta estn a realização de 
Semin;Ír los e Cursos de A­ 
perf e içoa:nento. Assin co­ 
no os que estiverem nais 
d ireta:rente ligados a mim, 
caso do João ~atol!cio,Al 
'aro Pereira, Jorge Pache 
co e Duprê". ADJORIAl'WS-;­ 
TOCOS N CA.'lPO GRA}iDE DIA 
J I iJE Jl'LHO. 
via ie lr 
é2imen 
A Direção da AP da Escola 
Estadual de I? e 2g Graus "CAS 
TELDO BRANCO" not!fca o resa1. 
tado da FESTA JUNIA realizada 
no da 17 p. passado. Por re!o 
desta, vem agradecer a todos que 
cola!>orar.1::-. direta (» indirt:t,1- 
ente para que o evento ocorres 
~~ co::. fr,:rndl· sucesso. "!-.Jito Õ 
h:-ls::,.1do. 	• - 
lü:LATÔR!O DE RECEITAS E DF.S 
?ESAS h.ó-;;:·,u:·,11:s !JA k.EALILA­ 
Cü D FSl JIã o77 
CTG: 
RECEITAS 
D: D!versas Barracas 
RECEITA 3RL'L: ... ~czs l..667,00 
DESPESAS 
A: Di.ve'!"SOs Forr.eccdores 
l- D!str!b.de Bebidas Antirt! 
e~ 	:;czs 305. 9Õ 
2-- D!s-=.:-!b. de Bebid.'lS Brah.."1..l 
................. :;czs 355, 11 
3 - C.,,s~ c!.:i.s Tintas . 
. 	·:czs 181.80 
!. - Fct"":'l.Jndos do 3Q Mn~tscério 
................. ~czs 750.00 
5 - Fábr!c., de Gelo Santo Afon 
,o 	:<CZS 15,0Õ 
6 • Mercado Boo Gosto . 
................. i:czs 52.00 
T01AL /,CZS l. 5},a1 
L!CR0 L!QCEJO SCZS 3.007 ,19 
HAP.OLOO ~.CA',Ll!EI;.o - p;i,_-srm::, 
TE AP CASTELO SRA'CO. 
(hJ 
1 
A 182 E_XJ:.QB_E_L__ESEERA POR VOCÊ COM GRAMDES ATRAÇÕES E PERSPECTIVAS DE EXCELEt:TES NEGÓC ros 1 
RODEiOS PENCAS 
_fl 
BAILES MOTOCROSS MUITA ALEGRIA E AOJELA HOSPiTALID DE DA FRONTEIRA, 
L 
0/89. 
CIOS

, , .ITl.!J•A 
l., 
. A- ,, 
PREFEITURI • MUNICIPI DE BE ·a VIS 
A 
Atos do Poder Execu- 
1 
tivo n- 005/89 
li l'.f f(J IJl l 'l , 1 • 
.5,7 »is,n o 
1 } (!fl C:l'l () Sal, no u .. 'J 
IL 1, ,. ccr.t·, , idas d aondo 
e, . J tivo d: Lel complemn u r! Jl9 r.Y, cJ1 
,:t, '" i.vv< bro d 1981, 
1 :; 1 L V 1 : 
DESIGNAR 
/, l,,cinnr,ri11 CtllUU-hMl!lAlhllT~, AHCf, p.1m 
o• r't' •t , !ir.çiio ~ ~ 11,, t.scolo Municlp, 
1 Gru Jubas Passarinho, à prrtir de 18.0.89 
(l'ut t, 11 ,i'lí!/8' d• 18,0'.J.8'l). 
SLJSPF.NDEH CONTHATO D_L!_l1ABAL!IQ 
ri" Func ior,a• lv .JAIR SANTOS , pc lo pra 
zo de 75 dias sm remuneração, ó p: tir d 
15.05.89Pont, N,194/89 de 15.05.89). 
EXPF.01EN'l'l·. 
Out no di:, 2 de maio(!(' 1989, sera con 
:·i,1-!',dc> ponto fcultntivo no Paço Munici­ 
p··I J, B,•J,J v1s·ta.(l0rt.tl2.20G/89 de 24.0S 
69}. 
CONCEDER LlCENÇA GESTANTE 
Á Funcion~rie CARNEM RAMGNA PINTO CARVA 
VALHO, ;1 p:,rl ir dc• 12 de- m:.irço dc· 89 a 09. 
07.89 (Port. N~. 192/89); 
Â tuncion~rin REGINA ÁGUEDA DE LlMA, R 
partir de 01.04.89 a 29.07.8(Port. N.193 
89 d I l. OS. 89) . 
• Lei Municipal n; 859 /89 
GABimTF. DCJ l'fir.F!-110 '" l• La 
fl l ,·pÕr• : , t)!·t• rj, r,' :•,, r. ·,ç u d vi publi­ 
ca e da outra providnci 
ri.t.111 J [•'.Ur lc!r·.J ,, [j, 1·, Vir 11,}'. l Ch, 
JP 11,·. o Gro!l o <lo i·u1, ,,pr OV(.IJ ' , u l: - 
m lgo a seguino Lei: 
AFITTGO 19- Flc,, 11:c-nlm <!• nn1dr,r.•J, 1 Vi, P~ 
blicr,: A Hur, o rr. tJ, nor--111~ çi';o, r,ar ,1, ! 1.1 c/ 
as Ruas Fernandes Rodrigurs e Hu,, Al ·,Í d< 
d,, Sllvn Corr<·l,J nr,• quadrfüj l& <' 12, lS 
<' 11, 1'> c• 10 e• 13 C' ÇJl3, rt(. üalrro Prirn,,­ 
vc rn I, p:,::;:c.ar:1 :, d1.nomJar-sv Hu:i Mi:iro•l 
Rodrigues dt Mlronoa. 
ARTIGO 22 - fice o Chefe dc Poder Executl 
~. nu or J z;ido ;, m:1ndar ccn fecc ionar 
pl;,c;i de dLnomlnnçi°;o para a cl ,ida Ru.,. 
ARTIGO J9- E~la Lei entrar6 vru vigor nL 
data d sua publicação, revgodes as dis­ 
·pc,siçÕes crn ccntrário. 
Dela Visla-MS., 16 de junhc de 1989. 
Edson Medeiros de Moraes 
Pr·efeito Municipul 
111-1 r ' 
A Prcfeitur& Municipal ac Dela Victa , 
Eslado de Mato Grcsso do Sul, convoca o 
Sr. Jullàc Freitas, a comparecor n0 Gati- 
nete do Prefeito ~unicipal, no prazo 30 
(trinta) dias, a cortar desta data, para 
tratar de assunto relacionado a olvida A­ 
tiva. 
O não compErecimrnto nc pr·azc estabclc 
cido irrportará n,, a.pl icação de m d idas j.!:1_ 
diais c::.blv<cis. 
Bela Vista(MS). 15 dt.: junho dE 1989. 
Edson Medeiros oe Moracs 
?refeito Municipal 
. C '1A .... · · • • • • • • • • • ' .•. ' •• ' 
Edital de Convocaç·ão 
n 001/89 
CONCEDER FÉRIAS REGULAMENTARES 
Ao Func: i oni, r lo SEVERO COELHO DE SOUZA , 
rcl:ll.iv,~, :1c pcrlooo de 88/89, u pé,rt.ir dt.: 
0~•.0~.8!:.,:. 31.05.BS-.(Port. Nl.185/89 de 02 
O:,. 89). 
Ao Funcionário ADÃO ESPINDULA BRITES,r~ 
1·1t lva,:; ,1c p,•riodo d<. SE./89, a p,,rtir· de 
02.05.89 a 31.05.89.(Port. ne 186/89 ac 0 
0$. 89). 
Ao Funcionário LINO AFONSO, relatives 
ac pcriodo ~e 86/89, n partir dL 02.os.se. 
a 31.0S.8E.(Port. n• 167/8e-o2.05.89). 
Ã Funcion~rla CATALINA RAMCNA FREITAS , 
reltivas ac período de 87/88, a. p~rtir de 
04.05.89 a 02.06.89.(Port. N 189/89,de 03 
05.8). 
Ao Furcionário SANDP.O JOSÉ P. DE TOLEDO 
rrl~tivcs ac p, riodo de 88/89, a partir dc 
OB.05.89 a 06.0€.89(Por t. NS 190/8 de 04. 
OS.89). 
Ao Fu~cion~rio REINECIO VARGAS, rclati­ 
vcs ao pcriodo oe Se/89, a prtir d 08/0S 
89 à 06.06.89 (P~rt. NI 191/8e de 08.5.89) 
Á Funcion~ria ERACLIDES NUNES, rclbti - 
vas ac pcrloc:o de 87/88, a partir de 15.05 
89 a 13.06.89.(Port.N2 195/89 de 15.S.89). 
ho Funcionário BERNARDO EPINOSA, rela 
1vas no pLrioao CL 85/89, a purrir Jc 16. 
05.SS à 14.06.89.(Port. Ne 196/89 de 15.0S 
89). 
t,o Furcionáric EMETÉRIO MEDINA, r, lbti­ 
v:is ac- pLriodo de· 88/89, a partir de 01.0S -. 
89 30.0.89.(Port. N2.197/8e de 16.5.89) • 
Ao Funcionário BENEDlTO ANASTÁCIO •, re­ 
l ivas ao pt•riodo de 86/87, ?. partir de 
lc.05.89 à 16.0E.89.(Port. NI 199/89 de 18 
0.s9). 
Fur.cionária RAMONA_CARNA_PEREIRA,re 
ativas ao periodo de 88/89, a pé.rir de 
22.05.89 à 20.0E.89.(Port.N2 201/89, de 19 
OS .8S·). 
Á Fu~cionária EMILIANA CORONEL PAREDES 
r,lativas ao periodo de 87/Be, a oartir d~ 
15.05.89; 13.06.89.(Por. N2.202j99 de 22 
os. as l. 
Ao Funcionário JAYl-lE CANDIA, rela ivs 
i::o pr.iodo oc BE/89 a par ir de 29.05.89 
à 27.0ê.89.(Port. N2.2-C3/89 dv 3ü.S.es). 
Bc>}"' Vis a-':$., 31 CE· mé.io de 1.969. 
DECRETO H: 017/89 
GABINETE DO PREFEITO EM.OS CS JUKHO '.:'!: 19['.9. 
020?- ir!ti!iii'---- 
3000- D 
3111.01- 
EDSO ' •!EDEIROS DE MCRAES 
Prefeito Municipal. 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu­ 
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato 
Grosso do Sul, usandoy das atribuições que 
lhe sio ccnferi~as e oe acordo com O dis­ 
posto e~ artigo 120 da Lei c~~plemcntar 
ne 07 de 20 oe novembro de 1961. 
DECRETA: 
ARTIGO 11 )- Nos termos da Lei t•it,r.icip,,l 
N9 830/89, Artigo 1
2 fica aberto um cridi 
to Adicional Suplementar no valor oe NCZS 
82,SOO,OO(Oi:enta e oois mil 0,uiohentos 
cruzaaos ncvos), a ser designaoo n~s se­ 
guintes DolaçÕes orçamentárias. 
EXECUTIVO 
0202- Gabinete DO PnEFEITO 
30ú, Despesas correntes 
3132- Outro~- Sicrviçc.s e ercargo 2.000,00 
111J.0',-<;1•r D,.p/-.:·,r1 
0203-Sí-.Cf<r lMtl/, DF PL1·r:E: •. lA·lLt;1') 
3(,Qú-0• !"'(.:,I ~ ,. Cl•íTl C t' !; 
;3111.01-'f,r.c/, Vnrtng<n., fix .... 
02011- /,:::-Sf.:.CRl/, .JUf<JDJCA 
3000- Despe» correr +: 
3111 .01 -'l,-r.r./ v •r.1 ·,," r,: ftx,,, 
0205-Sf:CF,E.Thfilh [J!: /,l MH! 1 STH/,CA'' 
3000-Despes:s crrertg 
3111.02-Di.:ir-l'ls ........•. , ••••••• 3.C 
4000- DESPESfS DE CAPITAL 
41?0- I::qvipm~ nto ,,. t .Pr.r·r,; r c:r.l" 
O206-SECRETARIA DA FAZENDA 
3000- Despesas crrores 
3111 .02-Di.'.,ri ·..; ..............•..• 3.C 
3~51-Jurvs e·, D1v/CorlriJ1 ,,,, ..... 3.0C 
0207-SECRETARIA DE SAÚDE FE:. SCIL 
------ 
4000- D,·spc:sé1~ r,, c·;:1··,1 
4 110-Cib ra, , Instalagcs........· 3. COC. 
4120-f:.ouip/Mül. Pl·r·:,:,r.,·r,:..L 3.C~C. 
OZ08=SECRETAPIA DE ED.E 
3000-Dc:sp,. :.;.~· Cnrn r ·,. 
3111.02 Diarivs ....··..·.........00 
3!11.02 Outras dspi varia,u....3.0. 
4000-Despcsas C"p1t•i . 
4110-Cbr--,s, In~v.1,.ç;::, s ........ 12.c:;c 
4120-Ecuip/ 't. Permanente......3. 
0209~SECRf::'íARIA Oi:. V/üúr<./,.S i:. SlP';;pt:: •• 
4000- Dc•sp1 S'JS rJc C·,pi té! l 
4110-0br,,s ,: rt:::.;·;.,l·,çi',•::i 14.Cv- 
4120-Equip/Mat. Permanente...... 5,5% 
Scr:,a ... -.-.- ... a2.s: · 
ARTIGO 3
9
- Este Decr o entrar vii 
na da La. de su;:, publ ic;,çé:o n vuw••~;;s a: 
disposições c-m cçfltr&rio. - 
Bela Vista-M, 08 de Junho ce 19z. 
Edson MPdeiros de Moraes 
P~efeito Muricipal. 
REDE BELAVISTUISE OE JORPIAIS LTDA. 
- QUE O POVC, S'EJA BEM INFORMADO- 
GRAFICA E EDITORA APA 
0203- SECRETARIA DE PLANEJAMENTO 
3000- Despesas Correntes 
3132- Outros servi e Encargos 500,00 
0205- SECRE'l'AR1A DE ACl-11 JSTRACÃO 
3000- Desp(sas correntes 
3111.01-Ver.c/ t: Vantag(n~ fixas .. 7.000,00r-------------------- 
3l20- Material de consumo 1.000,00 	E X? E D I ENTE 
3132- Ou ros sr-r/ e er.cargos 4 .000,00 	JO!l'sAL TRIBUNA DA FROTIEIRA 
.
. 3?.Sl- lné.tivos ...•............... 3.000,00 (FUNDADO E 20 DE FEVEREIRO DE 1972)· 
FUNDADOR: IVALDO ?EREIRA • 
0206-SECRE'!'ARlA DE FAZENDA - 	REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA 
3000- Despesas correr- E-S 	G~"'ITE: GILsoi; SILVA SANTOS 
31 3 2 O S / 	~~RTAGENS: · UBALDINO RODR!GU"S E L"1Z í&: 
- utros er e en:argos ••.•• 7.000,00 nu" .. s CORREA. 	"' '" 
NOTICIAS. ABI'< . 	_,✓;; 
• ,-., AE, PLANALTO E CORRES?OSDt,,'· 
REDAÇÃO. ADI: 	<» 
R . A' • NJSTRAÇÃO E PARQU~ GR,FICO: ~. 
5%!: ?:- ginetes.i5-r 
de Títu.l e Propria - Registro no 
os e Documentos n2 JS: 
- PADRÃO DE QUALIOAC:;: - 
'"-~SSOS EM GERAL • SERVIÇO DE UN071PAGE,,I 
CO i, ECl;OEs DE l.lVROS E REVISTAS . 60LIT1NS 
IMPRESSos A CORES 
UJolA. t~ DO CtUl'Q 1(0!: ll1.A,Vt$t2.N!i.f E:t JOI.MAIS 
llUA DA REPúi!UCA. sr , . llELA. VSTA.MS - 
0~07- SF.C/ DE SAÚDE E PFtOMOCÃG se IAL 
3000- D !ãpc·.sa!ã co,·ren PS 
3120- Ma erial de Consumo 3.000,00 
3131- Remunt1açio Scrv/ pessoa·s.1.000, o 
3).32- Outros Servi e er.cargo· .... 2.000,00 
0208- SECílETARIA D!:'. EC. E CUL. E DESPORTO UM SEMANÁRIO DA REDE ELAISTEs E 105% 
3000- De p~sas cc-rr,;n e:s 	e 
3111.01-Verc/ e Van ;.,gc,ns : xas.33.ooo,oo 2~.:o;-i:·
513
•
2
º3/0001-59 
3131- Rerune:-acüo erv/ Pessoais 4.000,0 DIRETORA: MARIA 
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A TIi TJlUNA º" C/MCOL, nu cd leão dn semana passa­ 
dR, publicou um11 matéria crltlcando o estado de a­ 
bandono cm que uc encontrava n rodovia, assim como 
s pontes... Tal crítica mereceu resposta da Trfbu­ 
na Populnr, de Jnrdim, por sua vez criticando a re­ 
ferlda atérta. Acontece que a TC através de sua re 
presentante em Caracol(erente) entendeu mal as re­ 
clamações de vários fazendeiros... tratava-se de al 
gumas C8trndas viclnais e de pontes nestas estradas 
e não a rodovia Bela Viatu/Corncol, e as pontes nes 
tn rodovia. 
Não é preciso o referido jornal lembrar que a men 
tira têm pcrnaq curtns, nôs não ment Imos, prova d l!'_ 
so é que até hoje procuramos fazer um Jornalismo a­ 
dulto e, por assim procedermos é que fazemos essa re 
tlflcoção. De mnis a mais, Jornalista honesto nã; 
mente, erra, e quantas vezes a TP não "errou"? 
Por enquanto, a rodovia Bela Vista/Caracol encon 
tra-se em bom estado, mas as pontes precisam de re 
paros. Fica a retificação.(UR). 
'E O '!SUL, NÃO COSTA DELAS'! 
-- - ----- 
,!. 
...... 
12. 
' ... 
...... 
1
Estrada Bela Vista/Cara­ 
col, Mal Entendido 
' 
1 1 ......... 
". 
+ ·a. 
Pr;-o,1 a reora da,rte logo na safeu da 
cidade, próx!me a Cerâmica Já-Te-Vi, que depois 
de muitos pedidos e solicitações o DERSUL resolveu 
reformar, só que estava trocando as tábuas da par­ 
te de cima da pont~, o madeira□ento de baixo era tg 
do da ponte velha(veja foto), quando o Senhor Mane 
co Miranda entrou na jogada contra o que estava a­ 
contecendo. Não sei o que deu; As pontes da rodo­ 
via Caracol/Bela Vista há muito tempo precisam ser 
reparadas, não adianta arrumar um lastro., que solta 
aqui e outro ali; Mas o problema mais grave ultia 
mente trata-se da ponte sobre o Córrego Candelâo, 
na rodovia que dá acesso às Caleiras, que encontra 
se em péssimo estado e nem mediante os insistentes 
pedidos da Câmara Municipal o problema é solucion~ 
do. Vale lembrar que por essa rodovia trafegam dia 
riaente centenas de caminhões que fazem o trans 
Porte do CalcÓreo da Fazenda Itnmnraty. Com isso o 
DERSUL deveria se preocupar!! 
Faltou o Foguetório 
Mas o engraçado mesmo é que desta vez, ao contrd 
rfo de antes, ndo houve foguetório, passuata e d1s 
cursos piblcos. Nen mesmo a Imprensa local (lefa­ 
se Rede Belavstense de Jornais), sabfa da visito 
do secrccnrlo, npcnas os integrantes do PKDB. 
Esperamos que a viagem do secrtirfo sirva pelo 
menos para ele tomar conhecimento dne dificuldades 
de se trnnsltar pela c!tada' rodovia e levar ao co­ 
nhecimento do ilustre Governador Marcelo Mlrnndn, 
que n nosso ver, ainda niio a conhece. E uma pena 
que nas vezes em que o homem veio À nossa cidade o 
tempo estava bom. Já imaginaram o Marcelo viajando 
de carro até nossa cidade? No mlnlrno chegaria com 
a parte "traseiro baixa" tchla danl(icndn, garganta 
ardendo de tanto pó e com alguns "galos" nn cabeça 
devido os solavancos. Pena que nem tiio cedo ele vem 
visitar Belo Vista!! 
BELAVISTENSES QUE SÃO NOT!CIA!! 
E. não é que o "Caçador de Mr.,fias", ex-governa 
dor de Alagoas, Fer ando Collor d, Meloa da apro 
tando o diabo e terreiro alheio. M áreas peng 
debfs as, pefellstas, pedetf tas, ptebi ta o! 
tros Ps mais, a cois, anda feia. O p I!t!queiros 
mumI fcados, curcumfdos, polítfcos prof1, fonafs, 
puxas sacos do poder, na eminêncfa de sore despe 
jados de seus confortiveis gabinetes, estio todos 
"Collorlnilo". Querem mesmo é continuar no poder. 
Mas no tem boca, o líder nas pesquisas de opL 
nfão pública fá avisou: "não quero o apolo desses 
polítLcos, quero npeaas o apolo do povo". r. prPc_!: 
sa mafs? SÓ falta o diabo "Collorir". 
A conclnuar como est ê bomn muitos tecnocratas 
ireci prcparoado suas mudanças para o PaIsmais pró 
ximo. Ao que nos parece o Roddguea JÓ avisou que 
não quer saber de pulftico bras1leiro no Paraguai, 
i perigoso infestar a tranquilidade paraguafa; Na 
Bolívia não tem Infração, eles não vão querer Ir; 
Acho que a solução vai ser a ColÕohin. Tomara que 
os guerrilheiros os sequestrem todos e paçam a A­ 
mnzÕnia como resgate, aí eles estão fritos, os Ea 
tados Unidos não vão deixar a recompensa ser paga! 
Muito nos orgulha quando vemos um belavistense 
se destacando no cenário estadual e nacional. São v~ 
rios esse:; homens e mulheres oriundos da nossa Be­ 
la Vista de cantas hiscôrins. Um exemplo de mulher 
belavistense que é destaque: Ora. Vera Thilde Cns­ 
tro Pinto, advor,oda, defensora intransigente dos as 
pectos sócios-econômicos de nossa gente. 
F.xcmplos de homens be 
lavtstenses são muitos, 
no momento citaremos ape 
nos um: Trata-se do pro= 
dutor rural, Diretor de 
,çÕes Operacionais da UDR 
~egional Campo Grande e 
que nos Últimos dias vem 
desenvolvendo seus es(or 
ços na luta pela defesa 
dos produtores de soja do 
nosso Estado com o obje­ 
tivo de sensibilizar o Go 
verno Federal quanto ao 
preço irrisôrio pago pe- _, 
lo produto no País. Falac..c.. 	___, 
mos de João Bismarck Nu~es Rondon(fóco), irmão 
dinâmico P~esldente do Sindicato Rural de Belà 
ta, Luiz Fernando Nunes Rondon. 
) 
do 
Vis 
f 
L------------=--=-----' 
'edo Deus feito o homem e a mulher, sua compa- 
nheira, 
0 
Dinbo pensou logo, numa grande e vil as­ 
aeirn: ~a co:inha do seu rancho, preto, velho, de­ 
s?bido, colocou sobre ua trerpe, um grande tacho 
--sado, e juntou, sem mais demora, uns seiscentos 
urubus, alqueires de papagaios, muitas onças cangy 
<;us, cento e três galinhas chocas, quinhentos den­ 
t:s d.: cobra, milhões de línguas compridas, e da fu 
suo C- a sogra!!- 
A 
t 
SECRETARIO VIAJA 
POR RODOVIA ATÉ 
BELA VISTA 
A manchete r.ierece destaque por alguns. Refere, 
se a vinda do Secretário de Educação 'alter Perei­ 
ra à Bela Vista, qunnào na irnposs;bilidade de ate~ 
r!sar na cidade O avião que trazia a c.ooitiva se­ 
cretarial, devido 
O mau tempo, teve que pousar em 
Jardim, da onde o Secretário, Deputado Mola e cia­ 
tiverao que percorrer a rodovia 060 de carro. O f~ 
to pode parecer engraçado, mas coco nossos gover­ 
antes e seus assessores estio mal restuados a 
V!.a.jar confortavel.ocnte cm aviões vagos com o di­ 
nheiro do povo, percorrer a 060 de carro é notícia, 
J/,. QUE O ASSUNTO É A SOJA - VEJAMOS: 
Realmente é vergonhoso o quadro que hoje avista 
mos: No Brasil, que é um dos maiores produtores de 
soja do mundo, possuidor do maior plantador de so­ 
ja do plancta(lein-se Olacir de Moraes), a saca de 
60 quilos custa nado mais que NCZS 14,00; No outro 
lado da fronteira, no Paraguai, a mesma saca vale 
nada menos que NCZS 30,00 ou NCZS 40,00. E depois 
não querem que fazemos contrabando. 
CONTRAB/NDO-U}li BOA IDtlA QUE NÃO PODE SER SEC.UIDA! ! 
V0.:es já imaginaram se alguém resolve fazer duas 
visitas no Paraguai, por dia, de bicicleta, e com 
upa saca de soja na garupa. Daria para ganhar por 
mês nada menos que cerca de CZ$ 1.500,00, o que é 
uma renda mensal considerável, não acham? SÓ que 
ninguém deve fazer isso, é proibido!! 
"ALGUÉM TA PASSANDO A MÃO NO NOSSO DINHEIRO"!! 
Com toda a sua ignorância·, outro dia um ;igricul 
tor afirmou: "Se nós produzimos a maior safra dã 
história, o preço médio da soja no mundo é o maior 
de todos os tempos e nós não conseguimos nem pagar 
a nossa dívida com os bancos, alguém deve estar pns 
sondo a mão no que deveria ser nosso lucro". Deve 
estar? Pois, pois, cumpadre! ! 
1 
Motocross em Julho 
Em julho, durante a l8Q EXPOBEL, sera realiza­ 
da em nossa cidade ur.a prova de Motocross que con 
cará com os. melhores pilotos do Estado. Os moto­ 
queiros belavistenses Juarez Ferreira, Oton Pinhet 
ro, Jurondir e Arsenio Ortiz já estão em franco 
preparativos para a prova, só ainda não definiram 
se correrão na pista do Parque de Exposições ou na 
Rua Duque de· Caxias que encontra-se totalmente es 
buracada desde o ano passado. Se a minha sugestãÕ 
é válida, a Duque de Caxias está melhor, para Mo­ 
tocross, é claro!! 
RECLAMAÇÕES CONTRA A IMPRENSA!! 
Nos surpreendeu outro dia urna recln~~ção que 
chegou até nós. Vejam bec, ultimamente inú~eras 
promoções-vêm sendo realizadas na cidade, bailes, 
festas, desfiles, shows, etc. Reclamaram que aio­ 
prensa quase não se faz presente e não divulga ta 
is acontecimentos. Kão i beo por aí. Para começar, 
com raríssimas exceções, a imprensa recebe comuni 
cados, convites ou qualquer informação de tais e= 
ventos. Isso para nós é falta de um pouquinho ma­ 
is de preocupação por parte dos procotores,nfinnl 
de contas não somos adivinhos, certo! Para nós não 
custa nada fazer tais divulgações, agora, virem re 
clamar que não fazemos nem uma fotografia dos a= 
contecimentos é o cúmulo da falta de desconfiÕme­ 
tro. Para quem nao sabe, o custo hoje, de ua fo­ 
tografia jornalística, incluindo filme, revelação 
fotolito e confecção está acima de NCZS 15,00.Per 
gunto, dá onde sai esse dinheiro, do meu bolso? 
COm raríssimas exceções, a verdade é que dar co 
lher de chá para os outros não enche a barriga de 
ninguém!! vão cata lata!! 
GR~lIO PEDRO RUFINO ATUANTE E DINICO. 
Desse não podemos esquecer, isso-porque o tra­ 
balho, a dedicação e amor pelo que se faz são fa­ 
tores que levam ao progresso, ao desenvolvimento, 
ao alcance das metas aloejadàs. Esses ideais fa­ 
zem parte do dia-a-dia da diretoria do clube, res­ 
mo enfrentando-os percalços inerentes a ua ent!­ 
dade que congrega várias ideologias. Dificuldades 
de lado, a noite para os casais, nas sextas fei­ 
ras, discoteque da juventude, no sábado e no do::ún 
go para os baixinhos, das 04: 00 às 08: 00 hs, al.G.' 
do almoco tradicional todo domingo, são atrações 
que os sócios e convidados desfrutasezanalente. 
TRIBUNA D/ FRONTEIRA., O MAIS LIDO NA REGIÃO!! "UMA NOITE NO VELHO OESTE"! ! VEM A!. 
A afira;ão tem 
sua razão de ser,a 
final são mais de- 
18 anos na luta 
pela defesa dos 
interesses maio­ 
res de Bela Vis- 
ta e r_egião. }'.as 
um foto que cha- 
ma a atenção são 
os elogios e as 
críticas que são 
feitas aos arti-k} 
gos, comentarias,· 
notícias ou re­ 
portagens veiculadas no TF. Isso chama-se IBOPE, 
que, graças a Deus, semanalmente comprovamos. Ou­ 
tro dia una "fofoqueira" da esquina nos parou para 
dizer o que ouviu por aí: segundo ela, um engraça­ 
dinho lhe perguntou se este redator andava com me­ 
do e por isso deixado de crLEiear às pessoas. Santa 
ignorância, mas explicm:ios: :S.ossas críticas são furi 
Éa próxiaroocão da UDR JOVEM de Bela V!s­ 
ta na semana da 182 EXPOEL. Aguarde UMA NOITE NO 
VELHO OESTE, co cenários do artista da terra Mar 
cos Lóris, cànsiderado por alguns prornÔtores de e 
ventos coo um dos cais criativos do Estado. Po= 
dem ir preparando as botas, lenços, chapéus e 0 
38(podc ser 44), para participarem da sensacional 
noite que deverá ser animada pelo BAXA.~A SPLITZ. 
Fiquec tranquilos, vai ter até estaciona~ento pa­ 
ra os cavalos!! 
"O GRITO DE LIBERDADE DE UM POVO"! l 
O que ais podeos dizer à grande nação preta 
e branca espalhada por esse Brasil de meu Deus.A­ 
!?enas parnbt:ns botafoguenses pelo título de cape 
ao carioca de 89, derrotando na final seu caiar ri 
vale nrqui-ini-oigo flamengo. Parabéns ao botafo= 
guense_Ivan Marques, esse titulo, após 21 anos na 
fila,é simplesmente o_GRITO DE LIBERDADE DE UM PO 
VO, é CAMPEÃO, é CAMPEAO. 
Valeu o choro da grande torcida, valeu o choro 
da garotinha Sonja. Valeu botnfoguenses! !

r 1 ,. rLA VI I 
24 . ' 
Henrique Oed - p de telefone público ara Nioaqoe 
e construção de um hospital em Bodoquena 
ia e ão r I l1zada a e nna pasada na A em- 
blefa Le flatlva, o Deputado Henrique Mora Ded 
presentou varias Ind[caçoe e requerimentos oli- 
eftando ao Governo do Ftado que através das sete 
tartas e autarquias promoveuem a Implantação de be 
neffeio em munfcIplos loclfzados na reglão udo­ 
ate do Estado, 
Para o munte[pfo de Nfoaque, Henrique Moraes De 
d está plelteando [unto TELEMS a Implantação de 
um telefone público que realize ligações Interur­ 
banas em frente ao prédfo da Associação de Morado­ 
res da Vla o Mluel, que segundo o parlamentar, 
"vaf beneffelar cerca de 100 famflta". 
CARACOL. - PRÉ.DIO PARA CORREIOS 
Ji para o município de Caracol, o Deputado olt 
citou à EmprcHn llrosilclra de Corretor, e Teléyra - 
fon que seja viabilizada a Implantaçio de um pre­ 
d1o para o funcionamento dos correfos. A inlclati­ 
va d Dedé partfu de nol lcitoçÕcs da populaçiio e ele 
requer Jm.,nto ,1pre:1ent ado na Ciimara Municipal de Ca 
rucol pelo vc>renc.!or llcnnlto llcnlgno de Souza. 
Prcocupndo com o grundc n~mero de ncidentcs que 
vem ocorrendo nn Ili{ 419, que liga oAssentamento Pa 
d roe tro do BrnsH no munidpio ele Nioaque, Henri-: 
que Dedi envlou expediente no Diretor Geral do DER 
SUl solicitando n construção ele uma rodovia parale 
la, com aproxlmadnmentc 15 quilômetros, A BR 419.0 
parlamentar justifica n necessidade devido nos mo­ 
radores do Assentamento não possuirem outra via pa 
rase deslocarem até Nioaquc. 
baseado em informações prestadas pelo vereador 
Jicomo Dngostini, o Deputado Henrique Dedé solici­ 
tou ao !'residente dn ENERSVL a imediata recupera - 
cão das lumin.:Írlas da cidade de Guia Lopes da Lau 
no. Dcclé lembrou no Presidente dn empresa que a p~ 
Os cardeais do PFL de Mato Grosso do Sul não con 
seguirão impedir as bases de "collorir". O esforco 
de fechar o partido em torno do candidato Aurelia­ 
no Chaves só vai cansá-los, uma vez que alguns dos 
líderes pe(elistas perderam o entusiasmo por Aure­ 
liano quando sentiram a sua baixa contacão junto a 
preferência do eleitorado e foram atraídos pelo fe 
nômeno FERKANDO COLLOR DE MELLO. 	- 
O fato do Deputado Estadual Ari rigo npoiar a 
candidatura de Fernando Collor desmonta parte do 
partido no Estado e pode, inclusive, isolar Aure­ 
liano, uma vez que levará nesta jornada prefeitos, 
vereadores e líderes partidários. Essa debandada po 
de ser una senha e imã para os outros que estão in 
seguros cm declarar apoio ao "Caçador de Marajás"--;­ 
em Alagoas. Por isto está muito difícil a cúpula pe 
felista segurar seus companheiros nas fileiras de 
Aureliano Chaves. 
Se é oportunismo ou não, o fato é que Collor es 
tá arrasando com os partidos políticos e adversári 
os com sua grande vantagem nas pesquisas de opini­ 
ão pública. Rigo conseguiu, com esta manobra, a co 
ordenac;.ão do Movimento Popular de Reconstrução Na: 
cional(MPRN) em Mato Grosso do Sul, órgão que dará 
sustentação à candidatura de Collor à Presidência 
da República. 
Para o desespero dos pedrossianistas do PRN, te 
rão de conviver com Rigo e outros pefelistas nestã 
caminhada de Collor rumo ao Palácio do Planalto. 
Não adianta o jovem político pedrossianista De­ 
nas Lugo, Presidente Regional do PRN, tentar impe­ 
dir a participaçao de Rigo na caopanha eleitoral de 
Fernando Collor de Mello, já que o parlamentar pe­ 
felista, uma velha "raposa" da política estaduo: , 
acertou sua inclusão no processo com a cúpula na­ 
cional do MPRN. 
Queiram ou não, Denas Lugo e Ari Rigo terão de 
andar juntos. As divergências poderão continuar, 
mas o ponto de vista da mecanização da campanha de 
Collor deve ser consensual para não prejudicar a e­ 
leicao de Collor am Mato Grosso do Sul. 
O movimento, inclusive, será responsivel pela 
confecção'de cartazes, faixas e outros instrumen - 
tos de propaganda do Presidenciivel. tudo isso de­ 
verá •. ~ar ao encargo de Rigo por ser coordenador 
do MEfu~. Rigo e seus companheiros não deixarão 
0 
PFL, eles apenas não irão apoiar o candidato do par 
tido, Aureliano Chaves, à presidência da epblica. 
A agremiação pode ficar intactã, mas todos os mem­ 
bros do corpo pefelista não ficarão juntos nesta 
campanha presidencial. Poderão sim, se encontrarem. 
no segundo turno - se tiver - caso Aureliano ou Col 
lor nao se classificarem ou um deles passar pelÕ 
primeiro teste. 
~!as, essa jogada não está agrdando nem um pouco 
a cupulado PFL. O Deputado Federal Levy dias é um 
aurelianista por conviccão e joga com ele até o fio. 
O. Presidente regional do partido, Deputado Federal 
~
r,---:---;-:---------------------_;G:,:ª:,:n::;d:i:·~J:a:m:i:l:_n~a:-:º_":n:o~rjr;e~de amor" por Aureliano to- ' . . 
.,. 	dav!a mantém-se fiel à po , 
·y• b F 
I 
b it hoMt LIA. e bases de indie III- âl 'I	a le U o	s 	. 	: lo como candidato. Se Au-= 
reliano conseguir passar 
para o segundo turno, to­ 
dos estarão com ele. Do 
contrário, poderá haver u 
ma debandada geral rumo a 
Collor. 
No momento, a verdade 
é que o PFL sofre as do­ 
res de não conseguirdes­ 
tacar-se nesta campanha. 
ADILSON TIDADE. 
(Diário dn Serra). 
Manoiras lilares: 
"pera;ão G«avira" 
O Sr. Ministro do Exército, en nota oficial, es 
clarece à população brasileira: "O Exército Bras!­ 
leiro, nn prineira quinzena de outuhro, participa­ 
ri de um exercício, envolvendo as três FORÇAS AR,~ 
DAS, nn !Íren do Comnndo Mll ltar do Oeste, Mato Gros 
so do Sul. Na ocasião vai realizar tiro real em d~ 
as Õrens, apropriadas, especificas~ limitadas, nÕ 
interior das Fazendas CHAPENA(ao sul de Miranda) e 
SANTA VIRGIKIA(prÓxima a Ponta l'orà-~IS), cedidas 
por seus proprietários parn esse fim. Acrescente - 
se que essas duas regiões não estão incluídas na á­ 
rea do pantanal. O tiro real, indispensável para o 
adestramento operacional das tropas, será realiza­ 
do sob controle direto do Comando Militar do Oes 
te que planeja o exercício sem.que se macule a eco 
logia local, permanente preocupação do Exército Bra 
sileiro ao longo da sun história. Cumpre ainda ob­ 
servar que no decurso da OPER,ÇÀO GUAVIRA, equipes 
do Exêrcito Brasileiro assistirão à comunidade da 
irea de manobra, particularmente através de presta 
ção de apoio médico, odontológico e outras. órgãos 
da imprensa, entretanto, vem noticiando que o Exér­ 
cito vai bombardear o Pantanal Sul-matogrossense e 
induzindo a opinião pública a imaginar ações de a­ 
gressão à preservação do ceio ambiente na região. 
Nada cenos ,·erdadei ro. Questionar o comporta - 
menta do Exêrcito Brasileiro no que se refere à pre 
servação ambiental ê ato que revela, antes de mais 
nada, profundo desconhec.imento de sua maneira de o­ 
perar, se não de al disfarçada má fê. Por issomes 
mo, tal questionamento é inadimissível. 
Simples trabalho de pesquisa demonstraria sobe­ 
Jarente que a Forço Terrestre desde a época pionei 
ra da ocupação da fronteira, vem mantendo rigorosã 
m~nte preservadas ,1s áreas entregues à sua jurisdi 
cao, coma comprova o estado ecológico das mesmas: 
Tal atitude ê norca da instituição. Ela vem de mui 
to antes do rodiso atual, transcende em signiÚcã 
do a importância à iaovimentação inconsequente d-;; 
pessoas e entidades, que mals se preocupam em pre­ 
servar os espacos que a mídia lhes concede. Na rea 
Udade, questionáveis são os interesses que se es­ 
condem por de trás de tamanha or'luestraçâo". 
Publicação feita a pedido do 102 Regimento de 
Cavalaria Mecani~ada - Rcgicento Antonio João - Be 
la Vista - Mato Grosso do Sul. 
T U B O S D E C o N C R E T o s 
ROA: 
1111 1 n.,; 11 JJ , n dr • 1 te a t ra de j l u:: In 
blIa, porét nao pode con ar c ete Indf ipyenua 
vel serviço, Também ao Pre fdene da EN' ele 
solfcltou que eja Informado os critérfos adotados 
pela empresa para os ,, .. rviço de pl1ação de roo­ 
de de energia elétrica na zona rural do E tado. 
A Industrialização no municIpfo de Bodoquena ta 
bém fof confderada pelo parlamentar petebista.Ain 
dn 1111 hcmann pnns,tdJ <•le uollcltou no Gov rnador 
Marcel o Mirond;1 e ao Secretário da SAÚde, nn on MI 
rnndn, Informações sobre n vlabflid,llc de se cons­ 
truir um hospital r,:unJclpal n,1q11ela cldndc. 
Dedé j11&tificou-Re, clizcndo que "com a Jr..plllnt_!! 
çÕo dn emprco,1 Cnlllllrgo Correu, o número d<! c:lgran­ 
tes em Bodoquena tende a aum ntur, o que acarreta­ 
rã uma sobrecarga ainda mafor no parco serviço de 
sade alI existente". 
flnallznr suas lndicnçÕes e requerlmentoR no 
plenárfo da Assembléla Legislativa Estadual, o de­ 
putado Henrique Dedê, novamente, voltou a tentar 
a nsibl lizar nn nutoridades 11overn111:ie11tal, pnrn com 
os problemas vividos pela populaciio r<•sldente nos~ 
doeste do Estado. 
Em seu pronunciamento, Dedé, considerado um dos 
mais atuantes deputados da atual gestiio, afirmou 
que "antes das posições políticas, temos que pen - 
sar na população, pois de nadn adianta tennos par­ 
tidos (ortes, se a democracia só vlrá a ser real­ 
mente implnntadu através de melhores condições de 
vida e de trabalho do nosso povo". 
a 
G E N E A L R O • n O N 
FONES: ?55-1205 - 255-1202 
N0:2 5 l 
255 13"'6 
"ONI'!'.'O-MATO 
DORES DO PFL 
Indicador 
~li!!e,------------------------~•i 
G R O S S O D O S U L 
Escr" tóri e lotai 
RUA: 
15 DE NOVENBN!O 
m;T,i V 1 STA 
Escritório Jurídico 
NELSOIL CHAGjlS 
ADVOGADO 
FONES: 
ESCRITÓRIO: Rua Tencn e Bernardes no~- 
RESIDENCIA: Av. Cel. 
JARDIM 
!'>-•·- ·--=---·,- ... ~~-,..,-...--i ... -~~ ~ - .~~ •• -, 
e 
onsultório Médico 
Odontológico 
DR. 
TELEFONE: 
251 - 1721 
251 - 1712 
439 - lJ82 
MS. 
0118-MS 2.491-A. 
ESCRITÓRIO 
RESrnENCIA 
Camisão no 65i 
MJTO GPOSSO DO sr: 
1 
RENATO DE SOUZA_ ROSA 
M!DICO-CR!-1 - MS - 2049-HOAARIO: 17-21
1 
R. UEIATí Eí0 S. 10RRES 
CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS 
HOPÁRIO - 13 - 21 HORAS. 
ENDEREÇO: Rua General Osório N0 660 
BELA VISTA - MS. 
pj3._LUIZ ANSELMO DA SIL.Y_A 
CIPURGIÃO DENTISTA CRO - MS. 
HORÁRIO: 08·00 - 12·00 HORAS 
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Dra. Maria tCeleste idatCt 
e Silva 
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TO 
OAB/MS 
TRABALHISTA 
QUESTÕES 
ESCRITÓRIO: Rua Coronel - 53S 
Camisao, 
FONE: 439-1302 - CENTRO - CEP: 79.2r 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO 
Advogado 
FONE: 
DR. 
D=,::; 
OAB/MS 
Ic 
ESCRITôRIO 
SALVACOR LOUREIRO 
--4 F-5 ___:;$.. 
3.369 
029.875.191-20 
FONE: 
251 - 1451 
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DE MAIO, 341 
RESIDENCIA: RUA O1Avo e 
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Ao cROSso DO SUE: 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS - D!( 
ADVOGADA 
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1 UNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO XIV 
1 
10 48 - 24 DE JUNHO DE 1989, 
Todos nós tomon no nosso int uno um 
forte desejo de sermos f liz0s. 
Dou criou assim, isto 6, Deus nos cha 
ma para a felicidade, que comoça já a­ 
qui, mas culmina com a ressurreição para 
a vida eterna. 
Podemos dizer que este desejo que to­ 
mo; do sermos felizes, chamado que Deus 
nos faz que nos realizarmos como pessoas 
humanas, 6 a nossa vocação, f claro on - 
tão que todos tomos a nossa vocação, por 
que o plano do Pai é que .odos nojamos 
felizes. Deus ó amor e ama a cada um dr 
nós com amor infinito. 
Sabemos tnmbém quP. rrnliznr,,mos nossa 
vocar,ão no serviço, no amor ao próximo, 
na doação total de nossa vida nos irmãos 
por amor a Drus. Cristo nos deu o exem - 
plo disso e ó também por isso que elo 
nos diz: "Quem perder a sua vida por cau 
sa de mim e do Evangelho, salvi-la-i" - 
(Me 835). 
O que difere é a maneira do viver es­ 
ta doação, o modo de realizar este chama 
do de Deus e isto são as diversas voca 
cães. lssim a maioria é chamada por Deus 
para realizar este plano do Pai através 
do amor conjugal e familiar. Outros são 
chamados por Deus para a vida sacr.rdo - 
tal ou religiosa, doando a sua vida in - 
distintamente a todas as pessoas. t im­ 
portante estannos conscientes de que to­ 
das as vocações são igualmente boas e 
santas. Melhor é aquela vocação quo Deus 
deu a cada l)m e mais santa é aquela pessoa 
que vive mais plenamente a sua vocação . 
O lugar propicio, o ambiente favorá - 
vel para Deus semear as vocações é a fa­ 
milia, por isso se pode dizer que a fa­ 
mília é a sementeira das vocações. o se­ 
meador é bom; a semente também 6 de boa 
qualidade; se, pois, não produz o csper~ 
do, certamente o canteiro, isto é, a fa­ 
mília, não estava bem preparada. Dai con 
cluimos como é importante haver um am- 
FDMÍLID, SEMENTEIRA DE YOCIC9ES 
biente familiar alegre e sadio. O can .ei­ 
ro de mudes, o viveiro de qualquer hort - 
liça ou outra planta 6 preparado com um 
capricho e um amor todo especial, porque 
sabemos mui o bm que as plantinhas preci 
sam de um clima, de um ambiente favorável 
para poderem o dosenvolver bem e assim 
:1car fortor. r produzir hons fru os. 
Quando se rata de plantas, nós onton­ 
demos perfeitamente que tudo is.o é noccs 
sário, se queremos ter um resultado posi­ 
tivo. Porque então não caprichamos mais 
nas nossas familias? Porque não ex:is .e 
mais dedicação e mais amor no preparo r 
na conservação destas sementeiras de voca 
cões? Ou será que as plantínhas destes 
cantriros, que são os filhos, não valem 
tanto quanto as mudas das hortaliças? 
Para que o ambiente familiar seja favo 
rável para o desenvolvimento sadio de to= 
dos, é preciso que haja diálogo franco , 
respeito, fidelidade, amor, dos pais en­ 
tre si, dos pais para com os filhos e dos 
filhos para com os pais. Se falta isso, é 
CómO Se faltasse o sol, a chuva, a luz e 
o calor para as plantas. 
A família 6 a sementeira das vocações. 
O semeador é bom, porque é o próprio 
Deus, que nos ama com amor infinito. A SP 
mente também é de boa qualidade, porquP. 
é a vocação, o chamado oue Deus nos faz 
para sermos felizes. o terreno em que à 
semente é lançada é a familia. Se esta 
f.or boa, o fruto será abundante e todos 
sairemos ganhando, porque haverá bons 
pais de família, como também bons padres, 
irmãos e irmãs. 
Amiga ou amigo, se você leu esta peque 
na reflexão e gostaria de ter maiores in 
formaçãoes sobre sua vocação, principal 
mente religiosa ou sacerdotal, pode pro - 
curar-nos no seguinte endereço, 
Pe. IVO MUELLER 
Sede Capela C. Postal 17 
89896- Itapiranga - SC 
DESARMONIA CONJUGAL 
muito fácil listrar os inimigos da 
oa convivência do casal, aquilo que ir.­ 
erfere em nossa vida e provoca crises, a 
ritos, ressentimentos, intolerância e 
muitas vezes separações. São os agentes 
da desarmonia conjugal. 
1- FALTA DE DIÁLOGO: Há quem garanta que 
~-fim do dialogo e também o fim do amor. 
Não há mais nada a fazer. Quando o casal 
já parou de conversar e sua vida se re- 
6u~e em mera troca de palavras, ou ofen­ 
s1s mútuas, é porque o· amor está se es­ 
[aindo depressa. E só a volta do diálogo 
0
L restabelecê-lo e reconfortá-lo. 
:- DESUNIÃO DO CASAL· Gênios difícies 
.,pac1encia de um para com o outro; bri 
as na frente dos filhos; guerra de noer­ 
os; cobrar demais; fiscalizar cada gesto 
ela ou dele, como se fosse sentinela cm 
dmpo de concentração; obrigar os filhos 
marem partido, ficando do "seu" lado 
verdade, existe um lado no casamento, 
nosso lado) ' 
- EGO1SMO: Pouca abertura para a doação 
Partilha e o amor; viver numa redoma, a 
astar-se dos problemas ("isso não é comi 
o não tenho nada a ver" - será que não 
enho mesmo?); criar o filho no consumis- 
e na insensibilidade; transformar nos­ 
a casa numa fortaleza completamente a­ 
eia, cega, muda e surda a qualquer pro­ 
•Cma ou necessidade de um semelhante. 
CI'ME: É um agente corrosivo do casa - 
nto, pois se resume na falta de respei- 
e na desconfiança. O ciúme é um verda­ 
ir~ campo minado e não é possível atra­ 
essá-lo sem estilhaços e feridas. O ciú­ 
ao homem diminui, degrada e desyalori­ 
. sua mulher. tum comportamento 1nace1- 
vel e intolerável. 
. EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO: Com bens mate - 
ais: o consumismo desenfreado leva ao 
banjamcnto, à inscnsihilidaêt e à falta 
fraternidade. A gente tem de parar pa­ 
pens. r: isto que pstã aentro de nossas 
casas, o ladrão pode levar, o fogo pode 
queimar. M.As há valores mais •✓Prdaaeiros 
e permanentes e estes nenhum ladrão rouba 
nem o incêndio destrói. 
6- EXIGÊNCIAS DEMAIS: Um não aceita a mo­ 
nor falha do outro, quer sempre a perfei­ 
çao, mas se esquece de seus próprios de - 
feitos, que são muitos, s6 que estão bem 
camuflados.O casamento se transforma então 
numa neurose contínua,pelas cobranças,pelas 
exigências,pelas imposições, e sobretudo , 
pela incapacidade de aceitar o outro como 
ele,é, e não como a gente gostaria que e­ 
lo fosse. 
7-- AUTORITARISMO DOENTIO: Vi ver dando or-. 
dens, julgar-se superior; tratar a mulher 
sem o menor respeito; usi-la em vez de a- 
•má-la (machismo). Autoritarismo que pode 
também caracterizar a esposa mandona, in­ 
transigente, sem respeito e delicadeza pa 
ra com os filhos e o marido. -- 
E há ainda um inimigo tão terrível co­ 
mo esses todos: o ÃLCOOL, pois desintegra 
a família, em pouco tempo. A gente sabe 
de casos de filhos que, de joelhos, pedi­ 
ram a Deus a morte ripida do pai, pois já 
nao aquentavam mais aauele inferno em 
que se transformou sua vida, desde que e- 
le começou a beber. 	- 
HÉLIO FRAGA - JORNALISTA E ESCRITOR 
PROGRAMA DE VIDA 
NENHUMA MANHÃ - Se oração fervorosa. 
NENHUM TRABALHO - Sem boa intenção. 
NENHUMA ALEGRIA - Se um obrigado a Deus. 
NENHUMA PALAVRA - Sem se lembrar do Onipresente. 
NENl-!UM SOFRIMENTO- Sem serena resignação. 
NENHUMA OFENSA - Sem perdão. 
ENHUMA FALTA - Sem arrependimento . 
NENHUMA AÇÃO AO PRÕXU!O - Sem ser interpretada 
benignamente . 
NENHUMA BOA OBRA - Sem humildade. 
NENHUM POBRE- Se~ auxílio 
NENHIJ:i CORAÇÃO SOFREDOR - Sem uma palavra de con 
forto. 
NENHUMA NOITE - Se exame de consciência. 
Conta a lenda, que dois manjes há al­ 
qumas centenas de anos, leram num 1 lvro 
bem grosso que nos confins do mundo oxis­ 
tc um lugar, em que o céu o a erra se to 
cam. "Vamos para lá", disseram os dois 
"Afinal de contas queremos ir para o céu" 
Já na noito soquinto despediram-se dos 
demais irmãos do convento e pusrram-sc n 
caminho. "Não ·,oltaremos ant?s ele termos 
encontrado este lugar - disseram - nrm 
que tenhamos de procurar at6 o rim de nos 
sa vida". 
Assim, coram andando dia por dia, du­ 
rante muitos anos. Por vezes, podiam su­ 
bir a um carro puxado por cavalos. Outras 
vezes tiveram.de utilizar-se de algum na 
vio. Passaram por regiões super quentes 
onde o sol escaldava, e por lugares onde 
chovia sem parar; por países cobertos pe­ 
la neve. Subiram montes e desceram vales. 
Certa vez, um deles quase se afogou 
doutra feita o ouro quase morreu de fe - 
brc. Então perdiam a vo~tadc e a coragem. 
"Ah, não vamos encontrar nada", lamPnta - 
vam, mas sempre de novo punham-se a andar. 
Um dia esse imenso esforco foi recom­ 
pensado. Estavam finalmente <liantc dum e­ 
norme portal, que parecia dar para o céu 
Conforme ha~iam lido antes da partida , 
bastava bater e a porta se abriria por si 
mesma, dando o acesso direto a Deus.Son - 
tiam o coração a bater-lhes até a goela e 
estavam pálidos de excitação. Bateram e a 
porta abriu-se lentamente. Ai:ibos entraram 
com cautela, e olharam ao seu derredor 
Reconheceram então o convento e as celas 
que hã anos haviam abandonado. 
Os dois monges compreenderam a lição 
de sua longa caminhada: o lucrar onde o 
céu e a terra se tocam, está bem perto de 
nós. Sempre e a toda hora. É o lugar que 
Deus assinalou. t ali aue se encontra a 
porta que leva para o céu. Ou melhor ain­ 
da , está dentro de cada um de nós. 
Portanto, se queres achar o céu . não 
precisas fazer longas viagens, não oreci­ 
sas praticar acõcs heróicas, conquistar , 
países ou subir para o alto de montes que 
ninguém jamais pisou. Nem é preciso que 
sejas algum presidente ou que sejas Papa. 
Basta que sejas o João ou o Pedro a .a 
ria ou a .larlene ... O lucrar onde o céu e 
a terra se tocam é tnnto-a cozinha, na 
qual Maria seca a louca, como a escola na 
qual Pedro ajuda aos scus colegas; ou en­ 
lão o campo de futebol no oual João é o 
melhor camarada do mundo; Õu então o hos­ 
pital no qual Marlenc visita a sua amiga. 
Experimentem! Batam muitas vezes à ?OE 
ta do céu. Ela se abrirá por si mesma e 
vocês já estarão a caminho de Deus. 
Alegria 
Este e~ recado que te quero dar: o recado do 
meu tempo para o teu amanhã. 
E não te enganes: as coisas simples são as 
mais difíceis para os homens que esqueceram de ser 
simples, por injuncões da têcnica e da ciência 
Será preciso que saibas olhar para o crepúscu­ 
lo no campo e compreender que não foram os homens 
que o pintaram. 
Que saibas escutar o barulho de um riacho cor­ 
rendo sobre as pedras e lc~brar que não foram os 
homens que o ensinaram a cantar. 
Que saibas olhar para uma flor que desabrocha 
e entender que não foram os homens que a fizeram 
fornosn. 
Que saibas fitar_uma estrela luzindo na f1r.a 
eno e saber que não foram os homens que a colo 
cara no céu. 
• • ---------------------------------

Câmara é 
·Ver. Carlos Alberto Ocáriz 
Mutirão para Troca de 
Luminárias 
Vereador Sydney Leite 
utirão na Vila Planalto 
e Abertura de Ruas 
, 
e 
• 
a 
- --- - -- ------- 
o Vereador pedetfsta ydney 'unes Leite fez as 
seu!ntes solleftaçoes na imara Munfcipnl para 
'1 '"' •w j ll f d lo um 'Hll lltÀfJ t:A V 1 LA OlJ llA 1 RRO l'LN:A!! 
Til, bem afm como SI IAM Alll'IITAS A'; RUAS llARÀO no 
>111.C:AÇt• 1. MARl:CIIAI l)l'()l)ORO, l11•nn1l0 nquelo VI ln 
o Centro da Idade. 
"A 'VHLA PLANALTO está pó!nua, e ao mesmo tem- 
P" cll..1,ntu do Cuncro ,1,, r1,1,,,k", 11ffrno11 Syclney. 
Cont fundo, vejamos: 
l - "A >•un l lltlARl10 l'f l ~Pll) n~, pod,• ,· .. r aberta 
porqu,•, l'ntrc o Cf.JRO l)A CJllAlll: e u Vil.A l'J.A'/,l 
To existe uma grande proprtedaderural (aproxima - 
damente duas chácaras); 
2'-- ,r, !HIAS BARÃO DE NI:I.CA(fJ e iAllEC'IIAL 
sio passíveis de aberturas, pois são 
DEOílORO 
previstas 
nos loteamentos. 
Acontece quu t1t1ncn <lftns ruas nao foram abertas 
e jnmais o poder piblfco mostrou interesse nesse 
6Cntido. 
O que ncontcco cncio? A populaçio daquela Vila 
tem que fazer um enorme percurso para chegar oo 
Centro dn Cidade, pelas ruas JJARÀO DO J.ADÁRIO (de_!! 
vinn<ln a dlta propriedade rurnl) ou pela AVENlílA 
TEODORO SATl VA ( indo até quase o IISfu'sílEPÃ). 
Agora é a época adequada a abertura das citadns 
ruas. INVERNO e TE~WO SECO. ~ ficll nbrir-se aque­ 
las ruas, em pleno brejo. 
Ali5s, ouvi fnlar que, cm virtude desse abando­ 
no, um cidadiio já "diflcou ur.,a residência no local 
destinado a rua. 
Se íor verdade, é risível. Pois n fiscalizaçio 
dt 
O Vereador Carlos Alberto OcJriz - rr sid~ntc da 
c;nJrn ~unJclpal,solicltou o endereçamento de expc­ 
t1icnto ao i:,rn,o Senhor Diretor J>-resldcnte da Cner - 
sul, com copta ao Exmo. Senhor Prefeito Munfc1pal 
no sentido que det minem com a r.,,1,clr.111 urgenclB ~m 
rnuttr~o" parn que sejam trocadas todllls a,; lum1na­ 
rlas cm notrnn cidade que se cncontnHn queimadas, e 
que ,,stn op<'rAçÃo seja concret lzadn antes do anivc_E 
Riirio de Em<111clpnciio Pol{tlca 20.07.!!9. 
[PONTE_ DO CANOELÃ 
Para que 11eja ( nJ re .. do expdiente 110 
Geral do o RSt:L, e-o cnpl11 ,,o D! retor ln ~ .. 
cerando Indicação g 067/89, e que 
vidi:ncias urg ntes quanto aos reparos na 
bre 
O 
c6rrcro Candulio, dn rodo!! que 
Bela Vlst ãs C iein1s, Indica 110 ·wca 
pela)] vez, e que até present data não 
tomadas as providéncins, ocndo q~e se naJ '·• 
ser atendido, esto rodovjn ficara 1ntcrd!t,> 
do coo isto prc_judicor o c,scoa ·nto c!o n. 
r ca::mraty, bcn cw.o aos produtores d asa r,,. 
Recadastramento 
Imobiliário 
solic!ou ao EXMO. Sr. PREFF.1TC1 ''.ll);lCll',L DE BE 
LA VlST,, no sentido de que nprovcite o corrente a 
no, para fazer ua completo rccadastramento imobi - 
li~rio para efeito de trlbutaçno, quanto nos pro­ 
prtetiries, quanto as edificações, e, atê nesmo , 
quanto II tributnçio. 
,trr.ia Sydney que, "Essa indicação tem r11zâo de 
ser e virtude de ocorrências quanto a trihutnçio. 
E:emplo: 
Vereador Cássio Acioly 
Escoamento na Cohab 
7 
1 
Para que seja endereçado expediente ao Presiden­ 
te ela Associaç::Ío do Distrito S". S~ <lc Fáti::i:i, da 
possibilidade de implantar n cultura da cana e crin 
çào de um alambique. 
Segundo Cássio, "Const<lerando que trnta-sc de 
uma formaçio de baixo custo, haja visto que n 
FPAER tem grande empenho em ajudar, vindo com Isto 
gerar empregos e melhores condições ele vida dos mo­ 
radores do citado Rairro". 
1 - ~o ,no de 1.988 ful lançado pnra pagar inpos 
tos t ~ritoriais e preelial, quanto ao imõvel que 
possuo n Rua Tiradentes, nesta cidade. No ano de 
l.Q8°, fui lançado para pagar imposto predial, no 
~nico ii:,Õvel da Rua Ti r11elcntcs, por duas vezes ( f~ 
tocopi.1 ;,nexo). 
2- Quando da cobrança da dh·ida ativa, segundo 
soube, d~tcnninados imõveis estavam lançndos cm no 
me de duas pessoas: o antigo e o no,·o proprietário. 
3 - Quando da cobrnnça <ln dívida ativa, segundo 
fu! inforrado, hã lançamentos ma noe de pessoas 
qu~ j:1 :-':orrcram h:i tr'!.t!tn -ilnos, .;,ro:<lmadnmcntc. 
- i noticias de que terre:os edificados, estio 
apenas lançados coo territorial. 
se isso realmente for verdade, 
co esti sendo prejudicado, o que 
er hipótese algura. 
Se lsso for verdade, é 
veis n3o cadastrados, e, 
~ando os tributos". 
Asfalto ou Calçamenl~ 
Para que seja endereçado expcdlentc ao 
nhor Prefeito ~un!cipal, no sentido d se 
asfnlto ou calçarcnto coMunitrírio nas prir.c'.; 
rua& nao asfaltadas de nossa cfdade, mas pr 
mente as de maior trifego. 
Para que seja endereçado expediente ao Sr. Pedro 
lbanhes, Chefe da Exatoria de Rendas Estaduais, com 
cÕpias ao Delegado de Polícia e ao Prefeito Munici­ 
pal, solicitando r.,aior fiscalização ao godo abatido 
nos açougues de nossa cidade. 
Fntendc Cássio que, "Tal solicitaçio se faz ne - 
ccssária, haja visto que não há fiscalização e ins­ 
peção sanitária, por não existir Matadouro P~blico. 
Considerando que há vários açougues trabalhando 
clandestinamente, sem as devidas documentaçÕes,ven­ 
dcnelo inclusive, animais clandestinos, vindo com is 
to prejudicar os produtores e tambéo os consumido 
ben capaz de existir imõ res qué compram carne de péssima qualidade". 
por conseguinté, não pa- r--------------------------~ 
o tesouro públ1- 
não pode ocorrer, 
SUBSTITUtÇÃO DE 
LUMINAR IAS 
fiscalização nos ftçouúues 
f xpansão da Rede Elétrica 
Que medidas se~am tomaelos no sentido de que se­ 
jnrn substituídas as luminárias e,clstentes na Rua 
Antonio João, esquina com a Rua Antonio Maria Coe­ 
lho (um.1 em frente ao Sindicato Rural, e outra cm 
frente à Drogaria Garcia), tendo em vista que as 
ditas estão inutilizadas, urna vez que não acendem, 
confon::c pode ser constatndo. - 
Segundo Sydney, "Hã poucos dias, houve, segundo 
consta, un trabalho de substituição das luminárias 
danificadas. No entonto, devido ao grande núoero 
que cstõo necessitados de substituição tem-se a im 
press~o de que, npenas as indicadas nesta Cãmara ~ 
antcrior.,,ente, é que foram substituidas. 
/ntl
03.wencc, costuo..lv.a-sc fazer UIT.a oarca nos 
postes CJjas luminárias nccessitavnrn ser substituí 
das. E. com isso, a equipe de reparos, fazia O se~ 
trabalho com acerto e a contento. 
Hoje, parece-me que essa prática foi abandonada. 
Se o fo!, sugerimos que a r.:esrna seja rc.:idotada". 
Fec1'o da Área da Escola José ~larin Paloieri e pre­ 
paro da terra para cultivo. 
Outra i.ndicaçio de SYD:,E'. foi,no sentido de que 
scj· ?rvvidcnciada o fecho da 5rcn que circunda a 
Eccolu "~nicipal José Marta Paloicri, ben assi:n, co 
mr o --~~aro da terra, a fim de que proceda o plan 
tio, ~te ... dC'ndo. dessa fornn, as ncccssid:id~s dn eS 
col..":. 
Bastante ntuante, o edil rásslo Acioll, do rn 
apresentou virias Requerimentos e Indicações no ple 
nário Legislativo flelavistensc. Vejn os tr:1b11ll"·:, 
do Vereador n seguir: 
''Para que seja cndcrcçftrlo expcrlJcntf' ,1.0 r· <'. ,r. 
Prefeito Municipal no scnt Ido que deter!ne ao Se - 
11.2.7.".1:1%%1 
os».ao«,aro««·as.aos ."..d 12"%1 %7.. - 
junto, o Sccrctârto de Or tá certf{cu- • do 	"5 ela 
bl el 	h 
pcraçÕ.es da TELf~v_s e::i Ponta Porã, co::i cópia 
pro ema a rua, quê com as constantes c uvas neste 	... r,·;o, 
per{odo, 
0 
problema tornn-~e mais grave". Ilm'! Senhor Eduardo C:odbem, Diretor Regior.al 
Dourados, r<,,iter;indo Requerie:ento n'? 088/89, • 
do de 17. 05. 89, e□que solicita infornaçào q 
a regulariz:içào dos telefones neste ~unidplc, 
ven causando grandes transtornos. 
Afin:iou Cissio, "So!:lOS sabedores aue até Y..I'." 
de 1.990 será irplantado novo siste~~. r::as 
'lsta necessita de u::,a regularização urgente, 4 ?rofi 
siderando que e julho, coc,emora-se o an!ver&i: ';s ao 
de nossa cidade, trazendo com isso c:uitos te:~ ~::.r:! de 
t"s, aumentando ::mito a de.r,ande de telefone. ·,•:ês cu 
,----------,---------------1 :, ~!'ora 
.:/1me: 
:nado 
, 1gg 
~----------------------1 ° proo 
Para que seja endereçado expediente ao i'.l=- .. r G:iii• 
Sr. ~refeito Xunicipal, com cÕpia ao Chefe c!o. , lbt 
critorio local da EXERSUL, Sr. José da Cruz r,J ':speü 
do, no sentido que seja escudada a possibili~ . ,:: sete 
de ser montado o sistema de energia monofás!Cl : :::plic· 
regiao rural desta ctdade. 	da a, 
~egundo Cássio, "Considerando que este s!S: • tas to 
ma e usado em vários Estados no nosso País, e r.ente , 
grande ':'alia para toda nossa região rural, ;- -:;a, de e 
seu estado economicamente baixo, por ser co= r- ':l! que 
te de ':'adeira, o que representa instalação ê.e ~ ·- ~. 
d':s elctricas no interior, ou seja, eletrff!: • a dor 
cao rural. 	. 	a!e ' 
Considerando que a eletricidade ausenta + ,_"o 
d ti id d 	"U 	•,eleza 
u v ª e e a produção, põe água em cornti.• :~~o à e 
(bom para a saude) e conserva no gelo ali:::eot:! .,, 
produtos' reduzindo perdas, além de dar oais :. • " div~1. 
cro ao homem do campo (e ao Pais), melhora s~! 
da com alg:1m conforto (luz, TV, ferro elétr-ic.{ 
inibe o e,codo rural. 
Sabemo b - 	,, 
r d s tam em que o custo de postes de e.~ 
a usa os na construção dessas linhas é doze • 
zes rneoor do que a linha trifásica suste~W 
por postes de eii::ento. ' ;:; L 
Citam 	'°':li "Uls;,, 
aso."ã", [;"o 4o zere»1 "o soes", t?e 
":-;- .OS do corrente ano onde diZ· . ,;·~-e, 
• ao se pode po - 	' :: - -.. ..- 
.,. 
0 
' rcc, tat:1.par o sol co::i a P-,,,. • -.1no::i· 
-ª· s postes de ci - 	, isa"> 
de madeira t -b' i_::ento sao bastante duraw-· .• .. '.•. ª- ª"•tl 
a, ... em sao q d 	o•e • -1- - ,;;;- 
tados) e 'a ·d uan o convenienteoe "+,:5Ga. 
re e t~ifâsic • el?-.C·· ,_. - 
rendi.r,entos e lh- a proporciona ::: •' • e,: sao 
me or perf - lhot<· .- 
ela conectada S orance a apare - 1 .: a.~ensc 
tamente • o que' sair do forno ã lcoM _, ::~, - ba, 
para o microond 	o • - • 
ainda não esta as, implica um cust ., ·-:;, •e se 
seria, antes r:os preparados para assuo..ir- Y;t~ -i '?: .... 
Isso ale'= d , passar por uma fase Lnteredil'' z, "o, 
- e trazer 	d .. , --~ •O o • 
dade brasileir 
1 
° campo para o te! h+"! de ' 
afastar as susª ª1 nda teria o salutar efeit rszs _a; 
Pe ta d 	·': ?- 
o ::i<1is barato s e que no Brasil não se,.. ,, a.l,-,d 
cocisso-es. porque O mais caro produz ~-- -: ~11·· a 
;-t·. ilvra, 
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+"t- ' 
.6,3 
c. c 
·a±., 
Telefones 
~Par 1ue seja endereçado expediente ao Exmo. Sr. 
~refeito Xunicipal, no sentido de viabilizar n ex - 
pans:io do red-, elétrico monofásica no Distrito N!!. 
$2. de Fátima, no P.nirro Át;ua Doce, no Bairro Serra 
dinho, ua vez que os mesoos necessitam de tal bcn; 
fício. 
1 • Reparo na Rede Elétrica 
Para que seja endereçado expediente ao EX1:?o. Sr. 
~refeito Municipal, com cõpias ao íliretor Regional 
dn fnersul e ao Chefe do escritório local, no senti 
do que ~etermine com a mÃxima urgência o reparo d~ 
rede eletrica na Rua Antonio Maria Coelho. 
Afirmou Cã~sio, "Considerando a constante queioa 
de ootores eletricos na Posto R.io Apn, totalizando 'ELO 
i - = ..JRAO MINI IÍl 
Tal solicitação requer o máximo e~penho para que A? 
o problea não venha causar d d. 	'CAE!OS Cc gn ; 	' 
~ oo ores anos, ne::i pre- N!l! Ol!!:?u::ro ., REFRIGERADO. ATENDENDO cau cr " 
juízos aos usuários". 	"REs{«., 	WFEIçOEs. " 
cósr@o Aipo];"7L.. 
Para_quc seja endereçado expediente ao E:,a,:o. sr. 
55 
~ 'f'RE:-a:E: A Siu'G:Str! .. 
Prefeito ~'.unicipnl, paro que deten-.inc o patrolai::en 
to e encascalhaoento do cõrrego o lado da ponte s

A 
O PACIENTE PRECISA DE AILENCIO E REPOUSO 
Quem sonhava com paz social e poli.ica 
seio na familia brasileira com o sim - 
les advento da Constituição do 05 de ou­ 
ibro de 1988- a "Constituição dos Mie - 
veis", no arroubo do deputado 1li5ses 
imares no dia festivo de sua promulga - 
To em pleno calor de Brasília - deve es­ 
r boquiaberto, espantado e perplexo di- 
te do quadro político que estamos viven 
. Um quadro onde as paixões e as ambi - 
õcs militantes se chocam numa oceânica , 
~--.anndo cm risco o grande projeto da pró 
ia Constituição que é a complementação 
transição democrática com a eleição 
residencial e a feitura de leis comple - 
ntarcs e leis ordinárias destinadas a 
gulamentar muitos dos direitos consagra 
s pela Lei Maior, sem se falar na elabQ 
ção das Constituições Estaduais, leis 
rgãnicas municipais e respectiva legisla 
·o complementar, concluindo-se, assim, a· 
ande e difícil tarefa de ordenação juri 
ica do País. 	- 
Uma Constituição, por si só, como doeu 
nto elaborado por cidadãos eleitos pe­ 
oovo, não resolve, milagrosamente, de 
2aç1: 
!c!: 
que a!4 
1a, ts 
rge' 
o an!s:' 
u!tc3 ' 
1efev 
um dia para 'o outro, o problema pessoal 
de cada um, assim como a rece1 a médica , 
assinada pelo esculápio, também por si ó 
não cura, de um dia para o outro, o pro - 
blema patológico do pacien e; os remédios 
e o regime dietético prescri .o é qu vão 
curar o doente, quando curável. ~ Conr. i­ 
tuicão é a lei suprema de um 
0
ais. "Pixa­ 
lhe as normas de gorverno, discrimina os 
direitos e os deveres, distribui as compe 
tências, limita a ação da autoridade pú - 
blica e assegura ao pov o ambiente de or 
dem, indispensável ao progresso e à paz 
na seriedade. "E o que nos ensina Pedro 
Calmon. Ora, assim como e~fcrmo ou sua fa 
milia se comprometem, junto ao médico, a 
seguir as prescrições em favor da saúde 
do doente, os cidadãos também se comprome 
tem a cumprir a Constituição de seu Pais. 
Quando os constituintes assinaram e "jura 
ram" cumprir a Constituição, não o fize - 
ram apenas cm nome próprio, mas também em 
nosso nome, já que em nos se nome, e sob pi.Q 
teção de Deus, eles elaboraram a Carta 
Magna sonhada pela sociedade. 
Quem toma a clássica pinguinha segui- 
da de feijoada quando estava orientado 
para :omar leit, comer chuchu e ou ris 
comidinhas die.éticas, es.á sequramente 
nveredando para a complicação do seu ca­ 
so clinico, expondo-se às consequências 
de seu comporamen o, e desafiando, numa 
a itude suicida, a sabedoria e o aconse - 
lhamento médico. Também, quem faz do di - 
reito de greve, assegurado pelo es atuto 
constitucional, mas ainda não r·gulamen a 
do, o abuso da greve pela greve, institui 
o "grevismo", faz do direi o de greve o 
"dever da greve", parando o Pais, "proi - 
bindo" pela violência o trabalho de quem 
quer e precisa trabalhar, prejudicando a 
grande maioria dos cidadãos, jus.amncn .e 
os mais carentes, os mais necessitados 
os indefesos, como vem ocorrendo nas gran 
des capitais e nos centros industriais , 
está inegavelmente piso'eado e rasgando a 
Constituição que jurou cumprir e defender 
como cidadão, já que todos são responsá 
veis por ela e por sua obediência. 
RAYMUNDO FARIAS DE OLIVEIRA 
ESCRITOR E ADVOGADO. 
Ligações Perigosas na França, como em Tangará 
Profissionalmente ou não, há leitores 
dos ao hábito do livro não ê estranha 
obra de Chodcrlos de Laclos, o coronel 
rancês que traçou para a posteridade a 
ida imoral e decadente da corte que te- 
inúmeros de seus representantes gui - 
atinados - e cujos algozes também ren­ 
ramn, logo depois, a devida homenagem , 
:na própria cabeça, ao invento de mon­ 
eur Guilhotin. 
O livro de Laclos, agora um requinta­ 
espetáculo cinematográfico, anteceden 
em sete anos a Revolução Francesa , 
o implica mera coincidência: a desen - 
eada farra sexual só poderia trazer em 
U rastro uma violentíssima forra e con 
quente derramamento de sangue. E n5o 
zia, de cátedra, a Marquesa de Mer - 
il, que a "dor só sente uma vez?" , 
is é, tanto na cama qunato na quilhoti 
a dor só é sentida apenas em um deter 
nado momento ... 
A beleza dos cenários de hoje, se cor 
rado à da França de então, é natural - 
nte diversa, mas agasalham, ambas, pe- 
rigosas ligações, que facilmente encontra 
mos, na interiorana cidade de Tangará, es 
tabclecidas por pessoas cínicas e corrom­ 
pidas como o Visconde de Valmont e a Mar­ 
quesa de Mertcuil, dominantes em Paris 
Ou a jovem casta ou pura Cccile, que vi - 
brou dó contentamento ao receber os ensi­ 
namentos atilados da marquesa, no tocante 
aos cuidados que deveria tomar quando 
transasse (tempo contemporâneo) com todos 
os homens de quem se tornasse amante, por 
quanto, ao estar com o marido, sentiria 
vergonha apenas da primeira vez. 
Todos nascemos para santos, dizia Léon 
Bloy. Mas a grande totalidade é pecadora 
(este termo também é visto nos dicionã 
rios), e nós nela estamos mergulhados 
Talvez por isto, possamos antever o que a 
História põe à disposição dos que nela sa 
bem ver como se sucedem os fatos. E fatos 
não são coisas, já dizia Jules S. Monne - 
rot, os fatos são derivados de ações huma 
nas fundamentadas em valores morais- para 
o Bem ou para o Mal. Os fatos, acontecem 
porque o ser humano assim o quer. Tudo o 
que o homem faz é com pleno conhecimento 
e ciente das consequências que daí podem 
advir: o fato é uma decorrência de seu 
ser. 
E o que acontece cm tangará é um fato: 
ai se vive num grande e dinâmico bordel . 
Tal como.o ambiente onde pululam as per - 
sonagens de Laclos. E temos na interiori­ 
na cidade brasileira, até mesmo uma jovem 
que vai para um motel sem saber para quê. 
As ligações perigosas sempre existiram 
e jamais deixarão de existir, elas são de 
corrências da condição humana. EntretantÕ 
quando se tornam ostensivas e devassas , 
diretamente projetadas em todo e qualquer 
lar,· no seio de toda e qualquer familia , 
sem subterfúgios de espécie alguma, podem 
dar em guilhotinas, quando não en pelo - 
tões de fuzilamento pela frente. 
No ritmo em que vamos, qual o jeitinho 
brasileiro para semelhante situação? Sas­ 
sá Mutema ou a benção de D. Eelder que , 
por ser também "baixinho", abençoa a "san 
ta" Xuxa, no programa do Faustio, c;:ue bru 
talmente cortou a imagem do octogenário~ 
sacerdote, deixando-o perdido no espaço?. 
BANCOS· FIICE· OCULTA DO CIIPITI ISMO 
As bolsas de valores e os bancos par­ 
ulares são, a um tempo, os pilares e 
quinta-essência do capitalismo, siste- 
econômico, que, como sabemos, é ore­ 
so da democracia sem adjetivos e sem 
«lhacão. Por necessidade de sobrevi - 
eia, são estas instituições as maio - 
s defensoras àa lei de' mercado, da 
a1 as bolsas são de fato o recinto on- 
este se realiza de maneira mais com­ 
eta e sofisticada. Os Bancos, por sua 
, são o instrumento de maior raio de 
ao, de transferência de valores, atra­ 
$ das câmaras de compensação, possibi­ 
Rdo ainda as operações de termo. Em ou 
as Palavras, são a esquina da livrei­ 
tiva, do livre trânsito de capitais, 
Por contrapartida, de valores, mercado 
as e utilidades. 
Se~ bancos e bolsas, impossivel ima - 
ª: o capitalismo atual, sem livre ini 
tiva, impossivel pensar en democracia 
~õs, Pobres semi desenvolvidos, eufe 
éticamente chamados de País em desen 
Vimento, na realidade agraciados por 
Pernos paternistas, ultra-intervencio­ 
s, pelo contrário, vivemos numa econg 
a esquizofrênica, ~arcialmcntc engessa 
e parcialmente não, ao bel-prazer 
er dos 1obies orqarizados. Neste au­ 
tico samba de criolo doido, os paladi 
nos da livre negociação raspam o que po 
dem a seu favor, com discursos democráti 
cos, mas aproveitando ao máximo os pontos 
sufocados pelo gesso do governo. Os bancos 
aproveitam os vários congelamentos, como 
os dos aluguéis, por exemplo, mas, aciona­ 
dos pelos vis senhoris que inutilmente ten 
tarn defender os proventos de suas aplica 
ções, não só defendem-se na justiça, natu- 
4 
PRIMEIRA PROPOSTA DE POLITIA SALARIAL 
O deputado·ANtônio Cllos de Mendes Tha 
me (PSDB-RS) foi o primeiró parlamentar a 
apresentar uma proposta de política sala - 
rial, nos primeiros dias de março. 
Por isso, em obediência ao critério àe 
prioridade cronológica, todos os demais 
projetos, inclusive o projeto do deputado 
O'smundo Rebouças (que é o mais aceito pe­ 
los ministros do governo Sarnev) tramitam 
·na Câmara dos Deputados anexo ao projeto, 
do deputado paulista, que ~em o nÇ 1596 . 
O roieto do deputado T}me provê rea­ 
justes mensais automáticos para repor 
perda do poder aquisitivo decorrente • da 
inflação no mês anterior. unicamente a­ 
ceita a_idéia de que o clima de grevismo, 
nao sera superado sem a.definição de re - 
ralmente morosa, com o peso de seu poder 
econõmico, mas recorrem sistematicamente, 
àchicana mais rasteira, adiando por anos 
o pagamento devido, marcando com vergonha 
e a sombra ~ace luminosa do capitalismo 
completo. Covardemente jogam con dois pe­ 
sos e duas medidas, i';Ualando-se em malva 
àeza aos governos patrimonialistas e poou 
listas que nos agridem como carrapatos as 
vacas. 
gras clarãs de reposição salarial. Aliás, 
para a outra variável básica da economia, 
que é a taxa de câmbio, o Ministério da 
FAzenda acaba de definir regras de desva­ 
lorizacão mensal do cruzado, em taxas men 
sais correspondentes à in:lação no perio::­ 
do. 
Uso de Tranquilizante

,, 
prornovldo pelo l'ronnv, Qlll' tem a frente a 1! Da­ 
mn Cccf1 1a Moraes, foi coroado de Sucessos! 
A PROt!OÇÃO 
aconteceu no GrPmlo. A mesn ele salgad!nhos, bisco.:!_ 
tos e bolos chnmov., ntençiio pelas vnricdndes clecor!!_ 
tfvamente expostas. 
A DECORAÇÃO 
do palco e passnrcla todo em verde oliva de 
bom Rosto e crlntivldn<lc. 
LINDOS !1ClllELTTOS 
DA Houtiqt1c Kawny, masculinos, fvmininos e infnn - 
tis fnr,,:n c::ibid"s por chan-osos r:mncquins. Rcceb!!_ 
rama ma!tos aplausos! 
l - () q,:urtcto de manecas, aqui cm ensaio fotogri 
fico, quando frequc•ntnrnn o curso de manequim ml­ 
nistrado por André e Uerto: Rosana ~ello, Octavia 
Rodrigues, Patrfea Rodrigues, Dayane Pal;Ício. 
r 
l 1, Ai:_<ll:_ 
,k 1idt11' foi co­ 
memorado no dia 2) 
PP· 
llEISI' 
ffHh do casnl Sargento ke­ 
tenda. A resfd@nc1a ficou 
lotada dos amigos que fora cumprI 
men'ar a aniversariante por tao ltn'a 
Idade. 1 anos! Felicidades gat 1 nhn ! 
flESl'IIX 
muito 
--, 
DAYA::1: PALÁCIO, 
3 - Momentos de Pity Leite na passarela, acompanha 
da de um ele;ante ato. 
m 
le 
' 
1 
D 
2 - A 
1,t~11011, dr.,p·Íticn e• ch1r:•.o•rn l.olotnC,1r<linol. 
r..O lt 
d 
e 
Minha Filha 
Ela é tão terna! 
É angelipura ... 
Ela é tão frágil! 
É lexifrágil ... 
Ela - criatura, 
Toda ternura, 
E compreensão! ... 
Que na amargura 
Ela □e segura 
Pela não! 
Minha filha, be::, ai:,nda ! 
Ilu:!!inada. 
Abençoada. 
Maria Iznhel Borba 
Recife-PE, 05.12.88. 
GU 
!" ' 
con• inu r 
·;a tório. 
Ao despertar, certo 
cheia de pesadelos, se 
num monstruoco insc o, sem qu 
forma cão ex erior modifique e 
alma,plcna de bondade e tranob 
ernura. 	- , 
como insc o morre> e, cm pllq1nas; 
es, embebida de :::e lgu i<;:c <' deso•;p<'ro, 
mancc 6 uma natural fusão do estranho 
dia a dia, sen que oc consiga 
tes elcmen os. 
r.xpcrimen a-se, por vezeo, no 
da leitura, uma sensação de pesadelo, 
mal estar, mas a narraçao e tao 
coerente que se rica sempre soh o ~u 
uma realidade - e o lei or ~rnt<' a: .. 
-são de '1lle ornou conheclmcn~o do rela: 
uma exocriiincia profunda e 1nt ira:-cn e 
vidn, ;;ur ref10te ilr:c;ustiosar.cnt<'_o' 
isoladamnen+o f um livro inperecivel 
literatura uni:oral. 
rranz vaP:a, rorr<'u nos 41 anos óc: 
de, ·..ítima de longn tuberculose. Em .. r !s, 
pessoa estranha, cnsir0srr.ada, urrcdia, 
fícil. 
Enfrrmo e a ronó ona pcr;:,ancncia sa· 
rial ainda mais acentuariam a sua cs r· 
sa. A sua convivência quase se liri.a, «uta 
circulo far:iiliar, on<lc o pai era Íl"' -t~ai
5
, 
prepotente. 	"adores 
Publicara muito pouco, passara u.-:i t • 'fe~Õ::: 
despercebido r, à beira do desenlace. 
:•;:,.x Bro f, seu único amigo, incur.bié 
cara de aueirnar seus r.anuscritos. 
Brod,não cumpriu sua determinação,e 
os seus manuscritos e cscrc·,eu i! biogre. ~s avt, 
do escritor. 	A atual 
Foi um sucesso univcrséll e todas as· 
guas do mundo ganharan um novo adjet~; 
kiano, para qualificar o esoecífico e: 
tástico clima em que se .des~nrola:'.1 ce:· •icessê 
conflito;: humanos, marcados pela opr~: :ro a:ol.i 
que o proprio homem criou para a sua 'l: 
A obra de Kafka é diminuta,:nas e1:E- .~créo.., 
uma extraordinária infll:ência cansei!.'. • •l:ios, ,., 
ou. insconsciente nas novas gerações de de 
cri tores em todos quadrantes da terr~ • :'::::entu. 
Os seus livros, em poucas páginas As, pro: 
genuinamente os seus dramas configura "'• r.egoci; 
personagens e garante- lhes ~ imortalié: ::'.,éade, ! 
O ambiente é sempre O mesmo: o nei res que 
que no burguês, absorvido pelas ;:r.esq·::· "?l::.enco 
preocupaçoes cotidianas, dos seus e:::?:- .,_:°'" o pc 
Ou dos seus livros; e a ação é contaõa ,.' o fenõ­ 
maneira realista nas minúcias, todavia [e e, 
fatos escapam as leis do espaço e do :.. ,1er a.li 
tornando-se como que símbolos de uma :,: ·:tJs, fa· 
dade transcendente 	to Po·, • 
A 	• 	, 'o 
metamorfose, publicada em 1916, ; DA 
los primeiros trabalhos de Kafka, se;Ter y, 
te o mais importante. 	sc, 
Para quem gosta de ler, este livro. • t:cos o 
certeza agradará 	. ? . 'e s : 
.. c!arde ed-h•.Ç!e 
CHÃ BENEFICENTE 	. • • lstt 
r. 
E 
A novo constituição deu um passo importante ao 
nos garantir direitos trabalhiscas diferentes desas 
=e-=757{mm5mm.77e- c	'cios,coo o auenro do razo da 1iceca ater±éG 
;;:::,.;=:..====::::=::::;:==:-=::=~,depara 120 dias e cinco meses de estnbilldade no e; 
prego npôs a licença. :-las sabemos que ainda não foi Õ 
suficiente e que nem r.csmo as leis que jã existiam 
sao sempre cumpridas. E nlém dessas dificuldades prã 
ticas, existem ns e~ocionuis. 	- 
Quem diz que criar filhos e trabalhar são ativica 
des paralelas, esquece um ponto importante: elas en~ 
volvei:, papéis opostos. Ser mÃc significa ter como 
prioridnde o outro. Ser profissional significa apren 
der a pensar mnls em si mesma. A mãe cede, abre es~ 
paço e mão de algumas de suas necessicndes. A profis 
sional, ao contrário, ter.i que ser um pouco egõcentri 
cn. Agressiva, conquistadora,ambiciosn. Atitudes ade 
quadas e um ambiente, não servem para o outro. 
~ perfei~amente possível . porém, desempenhar bem 
os dois p~p~is. Ainda mais porque uma mulher que co- 
7_,__e-c-e-!	ntece seu próprio valor tato dentro coo fora de ea 
em pról da reforma d 	. 
Santo Ao; _ ta Icreja atr:- ., 
. • h /nso, sera realizado no 01:1 
Juno as 17 horas na a : ±o c" 
Mancco e .. . resi encia a 
• ice Miranda 
Vamos colab • . .. , 
orar oois O conv1~ .. 
apenas NCZS 5, O O novos e sera- o service', 
riaàos e b 
sa orosos biscoitos, =iolos,e:• 
E 
ESTE TE.XTO FAZ 
?ARTI: DA EDIÇÃO DE 
Jt:.:,:;o DA REVISTA 
NOA. 
Autor: Monoh Sit:1onsen 
, to:: eY.1 
.tas er ; 
• htada. 
Ill 
sa te mais chances de ser - C'5" 
a ajuda d 	urna boa ae. .a 
4 O co::panheiro e Estado s:Ío J;:?•' 
para aliviar noss o 
elas V-:, ~ ª car~a - e deve::-.os lucJ!' ., 
• •~s o funda - l - •·· 
Para coe;ar. ,, 'enzal eso é a nossa P, 
pa que -os f' ever.oos conbater o senti.=en-· 
través ·: az confundir o dcseJ'o de renJ/ 
ao trabalho 	,:lc;: 
lar. E, b: co una fora de abas 
, so retudo t 	-ct • 
nnl 1:iútil . ' entar evit.nr o desga:, 
cias e d ' saoendo abrir não de pequenas " 
n grande fant . 	. r, 
da de tudo a, ·asía de super-ulhe' ' 
e e todos.