inJt 1 is . o ag o. vc, :!rra F' 9. vive: ates, ' Preci; A Asocfaçio de DIre­ torcs de JornniB do lntc rlor de Mato Grosso do Sul(APJOPI-MS), clcr,cr,i no próximo din Jl de Ju­ lho o nua novn rlirctorin. o encontro da ontldn de, em Naviraf, no últ!-­ -::o dnmlngo, foi apresen­ tada n chnp.'.l "UNIDADE E PROGRESSO". tendo n1 l're­ sidêncio um dos d ln•to­ res da Rede Delavistense de Jornnis, o jornn l i,;t.1 lvJldo Pcreiril ( Correio J1rdincns,•l. .o Oh ,de. 3, es: :le r,l· o t e qua· ' :resc!.: ca, 2ce, noroso • -01íc: der, fc: ião e séc!: erio: e p:' s, 5 ancs , tetrê" pilê.: ove' ces· e:" 1e? 3ce? J'.10 X'lllI - E egera A 1 Ptn de lv.ddo, de nos entre e I cs o· cr inci:io de s região, fazem parte da um informativo mensal da chnpo Jo:io ?,ntnl feio ,!e 0- cntid:idc e n realiza~Õo llvcira(.lorn,tl da Praça, . de cursos e seminários de Ponta Porii); ~!/lrin :::.cela apcrfelçoamento. Este ru Velargue: Pereira(Tribuna po será composto pelo Se da I·rontclrn, llL·lu ViJtn); cret1Írlo, Tesoureiro, m; Alvoro PLrcirn(Trlbunn Po iu Alvoro Pereira, Dorl= pular, Jnrdli~); José Limã vol Sczar Quintana, Jor­ Neto(O l'nntnneiro, Aqui- gc Pacheco, José Lima N!:c dnu:rnn); Dorlv:11 Sczar to e Duprê Garcia Coelho, Quintana (Gazeta Popular, nomes escolhidos porre­ Doura Est~ Dcdé. Henrique Dedé anunci­ ou que para qualquer to­ mado de posição "terenos que aguardar a :-eunião d.'.l Executiva Nacional do Par tido, e se por acaso for definid.'.l a fornacão da frente trabalhista, unin do o PTB e o PDT aqui e; Mato Grosso cio Su:!. have­ ra dissidência, princi- palaerce porque as bases estio nos cobrando ur.a posição". Ao fazer una anál!se da atual disputa pela c~ ordenação c!o :fPR~~, nota se que o crescimento da ala do PFL que ª?Oi& o Governo éo Estado no pr~ cesso v.'.li contra o dis­ curso de Collor de elo en n1ão aceitar o apoio de governistas e oportu nistas co:tpro::lc tidos co; o síste:::.'.l. Baseado neste aspec­ to é que Henrique Dedé defende que "o PTB deve entrar r.o proccsso,pc,is não podenos ficar i=obi lizadcs e ter:?!:',os de bri gar para evitar o fluxo desse pessoal em nosso ca:níntio". Henrique Dedé não anunciou seu engaja­ mento n.'.l C.'.lmpanha de Col­ lor de Mello devendo espe rar ainda 'a reunião d:;­ Executiva Xacional do PTB, nas de i:nedíato de fende que o PRN e Mato Grosso do Sul deve ser coordenado pelo PTB,PRN e PTR. manter os en- con ros ensafs, al tcrnan do-se os locais de reuni­ ao, co 4 flnfane pl1rn se fn zer reunfôes onde aInda não foram realizadas, a xemplo das cidades do Bol sa0. '1t:TTO 'rRABALHO Segundo o candidato a Presidente, Ivaldo Perei­ ra, "prometemos apenas pruI to trabnlho e dcscnco,des de J n, que os conpanhe iros Joqé Lima Seto, Diretor rultur&l e Dorival rezar Ouintann, Diretor de Even. tos, terão muita partlci­ paç3o, pois e:n nossa pau­ ta estn a realização de Semin;Ír los e Cursos de A­ perf e içoa:nento. Assin co­ no os que estiverem nais d ireta:rente ligados a mim, caso do João ~atol!cio,Al 'aro Pereira, Jorge Pache co e Duprê". ADJORIAl'WS-;­ TOCOS N CA.'lPO GRA}iDE DIA J I iJE Jl'LHO. via ie lr é2imen A Direção da AP da Escola Estadual de I? e 2g Graus "CAS TELDO BRANCO" not!fca o resa1. tado da FESTA JUNIA realizada no da 17 p. passado. Por re!o desta, vem agradecer a todos que cola!>orar.1::-. direta (» indirt:t,1- ente para que o evento ocorres ~~ co::. fr,:rndl· sucesso. "!-.Jito Õ h:-ls::,.1do. • - lü:LATÔR!O DE RECEITAS E DF.S ?ESAS h.ó-;;:·,u:·,11:s !JA k.EALILA­ Cü D FSl JIã o77 CTG: RECEITAS D: D!versas Barracas RECEITA 3RL'L: ... ~czs l..667,00 DESPESAS A: Di.ve'!"SOs Forr.eccdores l- D!str!b.de Bebidas Antirt! e~ :;czs 305. 9Õ 2-- D!s-=.:-!b. de Bebid.'lS Brah.."1..l ................. :;czs 355, 11 3 - C.,,s~ c!.:i.s Tintas . . ·:czs 181.80 !. - Fct"":'l.Jndos do 3Q Mn~tscério ................. ~czs 750.00 5 - Fábr!c., de Gelo Santo Afon ,o : ponto fcultntivo no Paço Munici­ p··I J, B,•J,J v1s·ta.(l0rt.tl2.20G/89 de 24.0S 69}. CONCEDER LlCENÇA GESTANTE Á Funcion~rie CARNEM RAMGNA PINTO CARVA VALHO, ;1 p:,rl ir dc• 12 de- m:.irço dc· 89 a 09. 07.89 (Port. N~. 192/89);  tuncion~rin REGINA ÁGUEDA DE LlMA, R partir de 01.04.89 a 29.07.8(Port. N.193 89 d I l. OS. 89) . • Lei Municipal n; 859 /89 GABimTF. DCJ l'fir.F!-110 '" l• La fl l ,·pÕr• : , t)!·t• rj, r,' :•,, r. ·,ç u d vi publi­ ca e da outra providnci ri.t.111 J [•'.Ur lc!r·.J ,, [j, 1·, Vir 11,}'. l Ch, JP 11,·. o Gro!l o c• 10 e• 13 C' ÇJl3, rt(. üalrro Prirn,,­ vc rn I, p:,::;:c.ar:1 :, d1.nomJar-sv Hu:i Mi:iro•l Rodrigues dt Mlronoa. ARTIGO 22 - fice o Chefe dc Poder Executl ~. nu or J z;ido ;, m:1ndar ccn fecc ionar pl;,c;i de dLnomlnnçi°;o para a cl ,ida Ru.,. ARTIGO J9- E~la Lei entrar6 vru vigor nL data d sua publicação, revgodes as dis­ ·pc,siçÕes crn ccntrário. Dela Visla-MS., 16 de junhc de 1989. Edson Medeiros de Moraes Pr·efeito Municipul 111-1 r ' A Prcfeitur& Municipal ac Dela Victa , Eslado de Mato Grcsso do Sul, convoca o Sr. Jullàc Freitas, a comparecor n0 Gati- nete do Prefeito ~unicipal, no prazo 30 (trinta) dias, a cortar desta data, para tratar de assunto relacionado a olvida A­ tiva. O não compErecimrnto nc pr·azc estabclc cido irrportará n,, a.pl icação de m d idas j.!:1_ diais c::.blv}"' Vis a-':$., 31 CE· mé.io de 1.969. DECRETO H: 017/89 GABINETE DO PREFEITO EM.OS CS JUKHO '.:'!: 19['.9. 020?- ir!ti!iii'---- 3000- D 3111.01- EDSO ' •!EDEIROS DE MCRAES Prefeito Municipal. Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu­ nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, usandoy das atribuições que lhe sio ccnferi~as e oe acordo com O dis­ posto e~ artigo 120 da Lei c~~plemcntar ne 07 de 20 oe novembro de 1961. DECRETA: ARTIGO 11 )- Nos termos da Lei t•it,r.icip,,l N9 830/89, Artigo 1 2 fica aberto um cridi to Adicional Suplementar no valor oe NCZS 82,SOO,OO(Oi:enta e oois mil 0,uiohentos cruzaaos ncvos), a ser designaoo n~s se­ guintes DolaçÕes orçamentárias. EXECUTIVO 0202- Gabinete DO PnEFEITO 30ú, Despesas correntes 3132- Outro~- Sicrviçc.s e ercargo 2.000,00 111J.0',-<;1•r D,.p/-.:·,r1 0203-Sí-.Cf-! e, ., ::Uito Refora te ze to renc.!or llcnnlto llcnlgno de Souza. Prcocupndo com o grundc n~mero de ncidentcs que vem ocorrendo nn Ili{ 419, que liga oAssentamento Pa d roe tro do BrnsH no munidpio ele Nioaque, Henri-: que Dedi envlou expediente no Diretor Geral do DER SUl solicitando n construção ele uma rodovia parale la, com aproxlmadnmentc 15 quilômetros, A BR 419.0 parlamentar justifica n necessidade devido nos mo­ radores do Assentamento não possuirem outra via pa rase deslocarem até Nioaquc. baseado em informações prestadas pelo vereador Jicomo Dngostini, o Deputado Henrique Dedé solici­ tou ao !'residente dn ENERSVL a imediata recupera - cão das lumin.:Írlas da cidade de Guia Lopes da Lau no. Dcclé lembrou no Presidente dn empresa que a p~ Os cardeais do PFL de Mato Grosso do Sul não con seguirão impedir as bases de "collorir". O esforco de fechar o partido em torno do candidato Aurelia­ no Chaves só vai cansá-los, uma vez que alguns dos líderes pe(elistas perderam o entusiasmo por Aure­ liano quando sentiram a sua baixa contacão junto a preferência do eleitorado e foram atraídos pelo fe nômeno FERKANDO COLLOR DE MELLO. - O fato do Deputado Estadual Ari rigo npoiar a candidatura de Fernando Collor desmonta parte do partido no Estado e pode, inclusive, isolar Aure­ liano, uma vez que levará nesta jornada prefeitos, vereadores e líderes partidários. Essa debandada po de ser una senha e imã para os outros que estão in seguros cm declarar apoio ao "Caçador de Marajás"--;­ em Alagoas. Por isto está muito difícil a cúpula pe felista segurar seus companheiros nas fileiras de Aureliano Chaves. Se é oportunismo ou não, o fato é que Collor es tá arrasando com os partidos políticos e adversári os com sua grande vantagem nas pesquisas de opini­ ão pública. Rigo conseguiu, com esta manobra, a co ordenac;.ão do Movimento Popular de Reconstrução Na: cional(MPRN) em Mato Grosso do Sul, órgão que dará sustentação à candidatura de Collor à Presidência da República. Para o desespero dos pedrossianistas do PRN, te rão de conviver com Rigo e outros pefelistas nestã caminhada de Collor rumo ao Palácio do Planalto. Não adianta o jovem político pedrossianista De­ nas Lugo, Presidente Regional do PRN, tentar impe­ dir a participaçao de Rigo na caopanha eleitoral de Fernando Collor de Mello, já que o parlamentar pe­ felista, uma velha "raposa" da política estaduo: , acertou sua inclusão no processo com a cúpula na­ cional do MPRN. Queiram ou não, Denas Lugo e Ari Rigo terão de andar juntos. As divergências poderão continuar, mas o ponto de vista da mecanização da campanha de Collor deve ser consensual para não prejudicar a e­ leicao de Collor am Mato Grosso do Sul. O movimento, inclusive, será responsivel pela confecção'de cartazes, faixas e outros instrumen - tos de propaganda do Presidenciivel. tudo isso de­ verá •. ~ar ao encargo de Rigo por ser coordenador do MEfu~. Rigo e seus companheiros não deixarão 0 PFL, eles apenas não irão apoiar o candidato do par tido, Aureliano Chaves, à presidência da epblica. A agremiação pode ficar intactã, mas todos os mem­ bros do corpo pefelista não ficarão juntos nesta campanha presidencial. Poderão sim, se encontrarem. no segundo turno - se tiver - caso Aureliano ou Col lor nao se classificarem ou um deles passar pelÕ primeiro teste. ~!as, essa jogada não está agrdando nem um pouco a cupulado PFL. O Deputado Federal Levy dias é um aurelianista por conviccão e joga com ele até o fio. O. Presidente regional do partido, Deputado Federal ~ r,---:---;-:---------------------_;G:,:ª:,:n::;d:i:·~J:a:m:i:l:_n~a:-:º_":n:o~rjr;e~de amor" por Aureliano to- ' . . .,. dav!a mantém-se fiel à po , ·y• b F I b it hoMt LIA. e bases de indie III- âl 'I a le U o s . : lo como candidato. Se Au-= reliano conseguir passar para o segundo turno, to­ dos estarão com ele. Do contrário, poderá haver u ma debandada geral rumo a Collor. No momento, a verdade é que o PFL sofre as do­ res de não conseguirdes­ tacar-se nesta campanha. ADILSON TIDADE. (Diário dn Serra). Manoiras lilares: "pera;ão G«avira" O Sr. Ministro do Exército, en nota oficial, es clarece à população brasileira: "O Exército Bras!­ leiro, nn prineira quinzena de outuhro, participa­ ri de um exercício, envolvendo as três FORÇAS AR,~ DAS, nn !Íren do Comnndo Mll ltar do Oeste, Mato Gros so do Sul. Na ocasião vai realizar tiro real em d~ as Õrens, apropriadas, especificas~ limitadas, nÕ interior das Fazendas CHAPENA(ao sul de Miranda) e SANTA VIRGIKIA(prÓxima a Ponta l'orà-~IS), cedidas por seus proprietários parn esse fim. Acrescente - se que essas duas regiões não estão incluídas na á­ rea do pantanal. O tiro real, indispensável para o adestramento operacional das tropas, será realiza­ do sob controle direto do Comando Militar do Oes te que planeja o exercício sem.que se macule a eco logia local, permanente preocupação do Exército Bra sileiro ao longo da sun história. Cumpre ainda ob­ servar que no decurso da OPER,ÇÀO GUAVIRA, equipes do Exêrcito Brasileiro assistirão à comunidade da irea de manobra, particularmente através de presta ção de apoio médico, odontológico e outras. órgãos da imprensa, entretanto, vem noticiando que o Exér­ cito vai bombardear o Pantanal Sul-matogrossense e induzindo a opinião pública a imaginar ações de a­ gressão à preservação do ceio ambiente na região. Nada cenos ,·erdadei ro. Questionar o comporta - menta do Exêrcito Brasileiro no que se refere à pre servação ambiental ê ato que revela, antes de mais nada, profundo desconhec.imento de sua maneira de o­ perar, se não de al disfarçada má fê. Por issomes mo, tal questionamento é inadimissível. Simples trabalho de pesquisa demonstraria sobe­ Jarente que a Forço Terrestre desde a época pionei ra da ocupação da fronteira, vem mantendo rigorosã m~nte preservadas ,1s áreas entregues à sua jurisdi cao, coma comprova o estado ecológico das mesmas: Tal atitude ê norca da instituição. Ela vem de mui to antes do rodiso atual, transcende em signiÚcã do a importância à iaovimentação inconsequente d-;; pessoas e entidades, que mals se preocupam em pre­ servar os espacos que a mídia lhes concede. Na rea Udade, questionáveis são os interesses que se es­ condem por de trás de tamanha or'luestraçâo". Publicação feita a pedido do 102 Regimento de Cavalaria Mecani~ada - Rcgicento Antonio João - Be la Vista - Mato Grosso do Sul. T U B O S D E C o N C R E T o s ROA: 1111 1 n.,; 11 JJ , n dr • 1 te a t ra de j l u:: In blIa, porét nao pode con ar c ete Indf ipyenua vel serviço, Também ao Pre fdene da EN' ele solfcltou que eja Informado os critérfos adotados pela empresa para os ,, .. rviço de pl1ação de roo­ de de energia elétrica na zona rural do E tado. A Industrialização no municIpfo de Bodoquena ta bém fof confderada pelo parlamentar petebista.Ain dn 1111 hcmann pnns,tdJ <•le uollcltou no Gov rnador Marcel o Mirond;1 e ao Secretário da SAÚde, nn on MI rnndn, Informações sobre n vlabflid,llc de se cons­ truir um hospital r,:unJclpal n,1q11ela cldndc. Dedé j11&tificou-Re, clizcndo que "com a Jr..plllnt_!! çÕo dn emprco,1 Cnlllllrgo Correu, o número d-•·- ·--=---·,- ... ~~-,..,-...--i ... -~~ ~ - .~~ •• -, e onsultório Médico Odontológico DR. TELEFONE: 251 - 1721 251 - 1712 439 - lJ82 MS. 0118-MS 2.491-A. ESCRITÓRIO RESrnENCIA Camisão no 65i MJTO GPOSSO DO sr: 1 RENATO DE SOUZA_ ROSA M!DICO-CR!-1 - MS - 2049-HOAARIO: 17-21 1 R. UEIATí Eí0 S. 10RRES CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HOPÁRIO - 13 - 21 HORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório N0 660 BELA VISTA - MS. pj3._LUIZ ANSELMO DA SIL.Y_A CIPURGIÃO DENTISTA CRO - MS. HORÁRIO: 08·00 - 12·00 HORAS o • e le i « Dra. Maria tCeleste idatCt e Silva ij TO OAB/MS TRABALHISTA QUESTÕES ESCRITÓRIO: Rua Coronel - 53S Camisao, FONE: 439-1302 - CENTRO - CEP: 79.2r BELA VISTA - MATO GROSSO DO Advogado FONE: DR. D=,::; OAB/MS Ic ESCRITôRIO SALVACOR LOUREIRO --4 F-5 ___:;$.. 3.369 029.875.191-20 FONE: 251 - 1451 a, •. do :r a ;lo era fo a:tn caz tal ou iist crtan das as 5a:tz deu a cA 7e v 0 1 Te! p :.ilia ::í.ia 7eador 7a13 ..o, e lia 1ui6± RUA: lo DE MAIO, 341 RESIDENCIA: RUA O1Avo e '-"' BILAC, 146- • 25 1 - 1410. Ao cROSso DO SUE: CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS - D!( ADVOGADA 3281 141. 490.10.-'. :' o lit1 4 91-' "ÔRIO ACI /'• ,· .. ,, . . xc f PA - S si -E 1 UNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO XIV 1 10 48 - 24 DE JUNHO DE 1989, Todos nós tomon no nosso int uno um forte desejo de sermos f liz0s. Dou criou assim, isto 6, Deus nos cha ma para a felicidade, que comoça já a­ qui, mas culmina com a ressurreição para a vida eterna. Podemos dizer que este desejo que to­ mo; do sermos felizes, chamado que Deus nos faz que nos realizarmos como pessoas humanas, 6 a nossa vocação, f claro on - tão que todos tomos a nossa vocação, por que o plano do Pai é que .odos nojamos felizes. Deus ó amor e ama a cada um dr nós com amor infinito. Sabemos tnmbém quP. rrnliznr,,mos nossa vocar,ão no serviço, no amor ao próximo, na doação total de nossa vida nos irmãos por amor a Drus. Cristo nos deu o exem - plo disso e ó também por isso que elo nos diz: "Quem perder a sua vida por cau sa de mim e do Evangelho, salvi-la-i" - (Me 835). O que difere é a maneira do viver es­ ta doação, o modo de realizar este chama do de Deus e isto são as diversas voca cães. lssim a maioria é chamada por Deus para realizar este plano do Pai através do amor conjugal e familiar. Outros são chamados por Deus para a vida sacr.rdo - tal ou religiosa, doando a sua vida in - distintamente a todas as pessoas. t im­ portante estannos conscientes de que to­ das as vocações são igualmente boas e santas. Melhor é aquela vocação quo Deus deu a cada l)m e mais santa é aquela pessoa que vive mais plenamente a sua vocação . O lugar propicio, o ambiente favorá - vel para Deus semear as vocações é a fa­ milia, por isso se pode dizer que a fa­ mília é a sementeira das vocações. o se­ meador é bom; a semente também 6 de boa qualidade; se, pois, não produz o csper~ do, certamente o canteiro, isto é, a fa­ mília, não estava bem preparada. Dai con cluimos como é importante haver um am- FDMÍLID, SEMENTEIRA DE YOCIC9ES biente familiar alegre e sadio. O can .ei­ ro de mudes, o viveiro de qualquer hort - liça ou outra planta 6 preparado com um capricho e um amor todo especial, porque sabemos mui o bm que as plantinhas preci sam de um clima, de um ambiente favorável para poderem o dosenvolver bem e assim :1car fortor. r produzir hons fru os. Quando se rata de plantas, nós onton­ demos perfeitamente que tudo is.o é noccs sário, se queremos ter um resultado posi­ tivo. Porque então não caprichamos mais nas nossas familias? Porque não ex:is .e mais dedicação e mais amor no preparo r na conservação destas sementeiras de voca cões? Ou será que as plantínhas destes cantriros, que são os filhos, não valem tanto quanto as mudas das hortaliças? Para que o ambiente familiar seja favo rável para o desenvolvimento sadio de to= dos, é preciso que haja diálogo franco , respeito, fidelidade, amor, dos pais en­ tre si, dos pais para com os filhos e dos filhos para com os pais. Se falta isso, é CómO Se faltasse o sol, a chuva, a luz e o calor para as plantas. A família 6 a sementeira das vocações. O semeador é bom, porque é o próprio Deus, que nos ama com amor infinito. A SP mente também é de boa qualidade, porquP. é a vocação, o chamado oue Deus nos faz para sermos felizes. o terreno em que à semente é lançada é a familia. Se esta f.or boa, o fruto será abundante e todos sairemos ganhando, porque haverá bons pais de família, como também bons padres, irmãos e irmãs. Amiga ou amigo, se você leu esta peque na reflexão e gostaria de ter maiores in formaçãoes sobre sua vocação, principal mente religiosa ou sacerdotal, pode pro - curar-nos no seguinte endereço, Pe. IVO MUELLER Sede Capela C. Postal 17 89896- Itapiranga - SC DESARMONIA CONJUGAL muito fácil listrar os inimigos da oa convivência do casal, aquilo que ir.­ erfere em nossa vida e provoca crises, a ritos, ressentimentos, intolerância e muitas vezes separações. São os agentes da desarmonia conjugal. 1- FALTA DE DIÁLOGO: Há quem garanta que ~-fim do dialogo e também o fim do amor. Não há mais nada a fazer. Quando o casal já parou de conversar e sua vida se re- 6u~e em mera troca de palavras, ou ofen­ s1s mútuas, é porque o· amor está se es­ [aindo depressa. E só a volta do diálogo 0 L restabelecê-lo e reconfortá-lo. :- DESUNIÃO DO CASAL· Gênios difícies .,pac1encia de um para com o outro; bri as na frente dos filhos; guerra de noer­ os; cobrar demais; fiscalizar cada gesto ela ou dele, como se fosse sentinela cm dmpo de concentração; obrigar os filhos marem partido, ficando do "seu" lado verdade, existe um lado no casamento, nosso lado) ' - EGO1SMO: Pouca abertura para a doação Partilha e o amor; viver numa redoma, a astar-se dos problemas ("isso não é comi o não tenho nada a ver" - será que não enho mesmo?); criar o filho no consumis- e na insensibilidade; transformar nos­ a casa numa fortaleza completamente a­ eia, cega, muda e surda a qualquer pro­ •Cma ou necessidade de um semelhante. CI'ME: É um agente corrosivo do casa - nto, pois se resume na falta de respei- e na desconfiança. O ciúme é um verda­ ir~ campo minado e não é possível atra­ essá-lo sem estilhaços e feridas. O ciú­ ao homem diminui, degrada e desyalori­ . sua mulher. tum comportamento 1nace1- vel e intolerável. . EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO: Com bens mate - ais: o consumismo desenfreado leva ao banjamcnto, à inscnsihilidaêt e à falta fraternidade. A gente tem de parar pa­ pens. r: isto que pstã aentro de nossas casas, o ladrão pode levar, o fogo pode queimar. M.As há valores mais •✓Prdaaeiros e permanentes e estes nenhum ladrão rouba nem o incêndio destrói. 6- EXIGÊNCIAS DEMAIS: Um não aceita a mo­ nor falha do outro, quer sempre a perfei­ çao, mas se esquece de seus próprios de - feitos, que são muitos, s6 que estão bem camuflados.O casamento se transforma então numa neurose contínua,pelas cobranças,pelas exigências,pelas imposições, e sobretudo , pela incapacidade de aceitar o outro como ele,é, e não como a gente gostaria que e­ lo fosse. 7-- AUTORITARISMO DOENTIO: Vi ver dando or-. dens, julgar-se superior; tratar a mulher sem o menor respeito; usi-la em vez de a- •má-la (machismo). Autoritarismo que pode também caracterizar a esposa mandona, in­ transigente, sem respeito e delicadeza pa ra com os filhos e o marido. -- E há ainda um inimigo tão terrível co­ mo esses todos: o ÃLCOOL, pois desintegra a família, em pouco tempo. A gente sabe de casos de filhos que, de joelhos, pedi­ ram a Deus a morte ripida do pai, pois já nao aquentavam mais aauele inferno em que se transformou sua vida, desde que e- le começou a beber. - HÉLIO FRAGA - JORNALISTA E ESCRITOR PROGRAMA DE VIDA NENHUMA MANHà - Se oração fervorosa. NENHUM TRABALHO - Sem boa intenção. NENHUMA ALEGRIA - Se um obrigado a Deus. NENHUMA PALAVRA - Sem se lembrar do Onipresente. NENl-!UM SOFRIMENTO- Sem serena resignação. NENHUMA OFENSA - Sem perdão. ENHUMA FALTA - Sem arrependimento . NENHUMA AÇÃO AO PRÕXU!O - Sem ser interpretada benignamente . NENHUMA BOA OBRA - Sem humildade. NENHUM POBRE- Se~ auxílio NENHIJ:i CORAÇÃO SOFREDOR - Sem uma palavra de con forto. NENHUMA NOITE - Se exame de consciência. Conta a lenda, que dois manjes há al­ qumas centenas de anos, leram num 1 lvro bem grosso que nos confins do mundo oxis­ tc um lugar, em que o céu o a erra se to cam. "Vamos para lá", disseram os dois "Afinal de contas queremos ir para o céu" Já na noito soquinto despediram-se dos demais irmãos do convento e pusrram-sc n caminho. "Não ·,oltaremos ant?s ele termos encontrado este lugar - disseram - nrm que tenhamos de procurar at6 o rim de nos sa vida". Assim, coram andando dia por dia, du­ rante muitos anos. Por vezes, podiam su­ bir a um carro puxado por cavalos. Outras vezes tiveram.de utilizar-se de algum na vio. Passaram por regiões super quentes onde o sol escaldava, e por lugares onde chovia sem parar; por países cobertos pe­ la neve. Subiram montes e desceram vales. Certa vez, um deles quase se afogou doutra feita o ouro quase morreu de fe - brc. Então perdiam a vo~tadc e a coragem. "Ah, não vamos encontrar nada", lamPnta - vam, mas sempre de novo punham-se a andar. Um dia esse imenso esforco foi recom­ pensado. Estavam finalmente 111.C:AÇt• 1. MARl:CIIAI l)l'()l)ORO, l11•nn1l0 nquelo VI ln o Centro da Idade. "A 'VHLA PLANALTO está pó!nua, e ao mesmo tem- P" cll..1,ntu do Cuncro ,1,, r1,1,,,k", 11ffrno11 Syclney. Cont fundo, vejamos: l - "A >•un l lltlARl10 l'f l ~Pll) n~, pod,• ,· .. r aberta porqu,•, l'ntrc o Cf.JRO l)A CJllAlll: e u Vil.A l'J.A'/,l To existe uma grande proprtedaderural (aproxima - damente duas chácaras); 2'-- ,r, !HIAS BARÃO DE NI:I.CA(fJ e iAllEC'IIAL sio passíveis de aberturas, pois são DEOílORO previstas nos loteamentos. Acontece quu t1t1ncn -resldcnte da Cner - sul, com copta ao Exmo. Senhor Prefeito Munfc1pal no sentido que det minem com a r.,,1,clr.111 urgenclB ~m rnuttr~o" parn que sejam trocadas todllls a,; lum1na­ rlas cm notrnn cidade que se cncontnHn queimadas, e que ,,stn op<'rAçÃo seja concret lzadn antes do anivc_E Riirio de Em<111clpnciio Pol{tlca 20.07.!!9. [PONTE_ DO CANOELà Para que 11eja ( nJ re .. do expdiente 110 Geral do o RSt:L, e-o cnpl11 ,,o D! retor ln ~ .. cerando Indicação g 067/89, e que vidi:ncias urg ntes quanto aos reparos na bre O c6rrcro Candulio, dn rodo!! que Bela Vlst ãs C iein1s, Indica 110 ·wca pela)] vez, e que até present data não tomadas as providéncins, ocndo q~e se naJ '·• ser atendido, esto rodovjn ficara 1ntcrd!t,> do coo isto prc_judicor o c,scoa ·nto c!o n. r ca::mraty, bcn cw.o aos produtores d asa r,,. Recadastramento Imobiliário solic!ou ao EXMO. Sr. PREFF.1TC1 ''.ll);lCll',L DE BE LA VlST,, no sentido de que nprovcite o corrente a no, para fazer ua completo rccadastramento imobi - li~rio para efeito de trlbutaçno, quanto nos pro­ prtetiries, quanto as edificações, e, atê nesmo , quanto II tributnçio. , trr.ia Sydney que, "Essa indicação tem r11zâo de ser e virtude de ocorrências quanto a trihutnçio. E:emplo: Vereador Cássio Acioly Escoamento na Cohab 7 1 Para que seja endereçado expediente ao Presiden­ te ela Associaç::Ío do Distrito S". S~ de madeira t -b' i_::ento sao bastante duraw-· .• .. '.•. ª- ª"•tl a, ... em sao q d o•e • -1- - ,;;;- tados) e 'a ·d uan o convenienteoe "+,:5Ga. re e t~ifâsic • el?-.C·· ,_. - rendi.r,entos e lh- a proporciona ::: •' • e,: sao me or perf - lhot<· .- ela conectada S orance a apare - 1 .: a.~ensc tamente • o que' sair do forno ã lcoM _, ::~, - ba, para o microond o • - • ainda não esta as, implica um cust ., ·-:;, •e se seria, antes r:os preparados para assuo..ir- Y;t~ -i '?: .... Isso ale'= d , passar por uma fase Lnteredil'' z, "o, - e trazer d .. , --~ •O o • dade brasileir 1 ° campo para o te! h+"! de ' afastar as susª ª1 nda teria o salutar efeit rszs _a; Pe ta d ·': ?- o ::i<1is barato s e que no Brasil não se,.. ,, a.l,-,d cocisso-es. porque O mais caro produz ~-- -: ~11·· a ;-t·. ilvra, ., 'a, ° ' • Co Cio ..... r:. nt~ • tu.àr _..,, "•ll + be ·, o l'lc , c "3, $, m 'e, o, .. "'" ...... e. ... >., te , 7 • 'd- + 1 ' ? "4,°, "ze, +"t- ' .6,3 c. c ·a±., Telefones ~Par 1ue seja endereçado expediente ao Exmo. Sr. ~refeito Xunicipal, no sentido de viabilizar n ex - pans:io do red-, elétrico monofásica no Distrito N!!. $2. de Fátima, no P.nirro Át;ua Doce, no Bairro Serra dinho, ua vez que os mesoos necessitam de tal bcn; fício. 1 • Reparo na Rede Elétrica Para que seja endereçado expediente ao EX1:?o. Sr. ~refeito Municipal, com cõpias ao íliretor Regional dn fnersul e ao Chefe do escritório local, no senti do que ~etermine com a mÃxima urgência o reparo d~ rede eletrica na Rua Antonio Maria Coelho. Afirmou Cã~sio, "Considerando a constante queioa de ootores eletricos na Posto R.io Apn, totalizando 'ELO i - = ..JRAO MINI IÍl Tal solicitação requer o máximo e~penho para que A? o problea não venha causar d d. 'CAE!OS Cc gn ; ' ~ oo ores anos, ne::i pre- N!l! Ol!!:?u::ro ., REFRIGERADO. ATENDENDO cau cr " juízos aos usuários". "REs{«., WFEIçOEs. " cósr@o Aipo];"7L.. Para_quc seja endereçado expediente ao E:,a,:o. sr. 55 ~ 'f'RE:-a:E: A Siu'G:Str! .. Prefeito ~'.unicipnl, paro que deten-.inc o patrolai::en to e encascalhaoento do cõrrego o lado da ponte s A O PACIENTE PRECISA DE AILENCIO E REPOUSO Quem sonhava com paz social e poli.ica seio na familia brasileira com o sim - les advento da Constituição do 05 de ou­ ibro de 1988- a "Constituição dos Mie - veis", no arroubo do deputado 1li5ses imares no dia festivo de sua promulga - To em pleno calor de Brasília - deve es­ r boquiaberto, espantado e perplexo di- te do quadro político que estamos viven . Um quadro onde as paixões e as ambi - õcs militantes se chocam numa oceânica , ~--.anndo cm risco o grande projeto da pró ia Constituição que é a complementação transição democrática com a eleição residencial e a feitura de leis comple - ntarcs e leis ordinárias destinadas a gulamentar muitos dos direitos consagra s pela Lei Maior, sem se falar na elabQ ção das Constituições Estaduais, leis rgãnicas municipais e respectiva legisla ·o complementar, concluindo-se, assim, a· ande e difícil tarefa de ordenação juri ica do País. - Uma Constituição, por si só, como doeu nto elaborado por cidadãos eleitos pe­ oovo, não resolve, milagrosamente, de 2aç1: !c!: que a!4 1a, ts rge' o an!s:' u!tc3 ' 1efev um dia para 'o outro, o problema pessoal de cada um, assim como a rece1 a médica , assinada pelo esculápio, também por si ó não cura, de um dia para o outro, o pro - blema patológico do pacien e; os remédios e o regime dietético prescri .o é qu vão curar o doente, quando curável. ~ Conr. i­ tuicão é a lei suprema de um 0 ais. "Pixa­ lhe as normas de gorverno, discrimina os direitos e os deveres, distribui as compe tências, limita a ação da autoridade pú - blica e assegura ao pov o ambiente de or dem, indispensável ao progresso e à paz na seriedade. "E o que nos ensina Pedro Calmon. Ora, assim como e~fcrmo ou sua fa milia se comprometem, junto ao médico, a seguir as prescrições em favor da saúde do doente, os cidadãos também se comprome tem a cumprir a Constituição de seu Pais. Quando os constituintes assinaram e "jura ram" cumprir a Constituição, não o fize - ram apenas cm nome próprio, mas também em nosso nome, já que em nos se nome, e sob pi.Q teção de Deus, eles elaboraram a Carta Magna sonhada pela sociedade. Quem toma a clássica pinguinha segui- da de feijoada quando estava orientado para :omar leit, comer chuchu e ou ris comidinhas die.éticas, es.á sequramente nveredando para a complicação do seu ca­ so clinico, expondo-se às consequências de seu comporamen o, e desafiando, numa a itude suicida, a sabedoria e o aconse - lhamento médico. Também, quem faz do di - reito de greve, assegurado pelo es atuto constitucional, mas ainda não r·gulamen a do, o abuso da greve pela greve, institui o "grevismo", faz do direi o de greve o "dever da greve", parando o Pais, "proi - bindo" pela violência o trabalho de quem quer e precisa trabalhar, prejudicando a grande maioria dos cidadãos, jus.amncn .e os mais carentes, os mais necessitados os indefesos, como vem ocorrendo nas gran des capitais e nos centros industriais , está inegavelmente piso'eado e rasgando a Constituição que jurou cumprir e defender como cidadão, já que todos são responsá veis por ela e por sua obediência. RAYMUNDO FARIAS DE OLIVEIRA ESCRITOR E ADVOGADO. Ligações Perigosas na França, como em Tangará Profissionalmente ou não, há leitores dos ao hábito do livro não ê estranha obra de Chodcrlos de Laclos, o coronel rancês que traçou para a posteridade a ida imoral e decadente da corte que te- inúmeros de seus representantes gui - atinados - e cujos algozes também ren­ ramn, logo depois, a devida homenagem , :na própria cabeça, ao invento de mon­ eur Guilhotin. O livro de Laclos, agora um requinta­ espetáculo cinematográfico, anteceden em sete anos a Revolução Francesa , o implica mera coincidência: a desen - eada farra sexual só poderia trazer em U rastro uma violentíssima forra e con quente derramamento de sangue. E n5o zia, de cátedra, a Marquesa de Mer - il, que a "dor só sente uma vez?" , is é, tanto na cama qunato na quilhoti a dor só é sentida apenas em um deter nado momento ... A beleza dos cenários de hoje, se cor rado à da França de então, é natural - nte diversa, mas agasalham, ambas, pe- rigosas ligações, que facilmente encontra mos, na interiorana cidade de Tangará, es tabclecidas por pessoas cínicas e corrom­ pidas como o Visconde de Valmont e a Mar­ quesa de Mertcuil, dominantes em Paris Ou a jovem casta ou pura Cccile, que vi - brou dó contentamento ao receber os ensi­ namentos atilados da marquesa, no tocante aos cuidados que deveria tomar quando transasse (tempo contemporâneo) com todos os homens de quem se tornasse amante, por quanto, ao estar com o marido, sentiria vergonha apenas da primeira vez. Todos nascemos para santos, dizia Léon Bloy. Mas a grande totalidade é pecadora (este termo também é visto nos dicionã rios), e nós nela estamos mergulhados Talvez por isto, possamos antever o que a História põe à disposição dos que nela sa bem ver como se sucedem os fatos. E fatos não são coisas, já dizia Jules S. Monne - rot, os fatos são derivados de ações huma nas fundamentadas em valores morais- para o Bem ou para o Mal. Os fatos, acontecem porque o ser humano assim o quer. Tudo o que o homem faz é com pleno conhecimento e ciente das consequências que daí podem advir: o fato é uma decorrência de seu ser. E o que acontece cm tangará é um fato: ai se vive num grande e dinâmico bordel . Tal como.o ambiente onde pululam as per - sonagens de Laclos. E temos na interiori­ na cidade brasileira, até mesmo uma jovem que vai para um motel sem saber para quê. As ligações perigosas sempre existiram e jamais deixarão de existir, elas são de corrências da condição humana. EntretantÕ quando se tornam ostensivas e devassas , diretamente projetadas em todo e qualquer lar,· no seio de toda e qualquer familia , sem subterfúgios de espécie alguma, podem dar em guilhotinas, quando não en pelo - tões de fuzilamento pela frente. No ritmo em que vamos, qual o jeitinho brasileiro para semelhante situação? Sas­ sá Mutema ou a benção de D. Eelder que , por ser também "baixinho", abençoa a "san ta" Xuxa, no programa do Faustio, c;:ue bru talmente cortou a imagem do octogenário~ sacerdote, deixando-o perdido no espaço?. BANCOS· FIICE· OCULTA DO CIIPITI ISMO As bolsas de valores e os bancos par­ ulares são, a um tempo, os pilares e quinta-essência do capitalismo, siste- econômico, que, como sabemos, é ore­ so da democracia sem adjetivos e sem «lhacão. Por necessidade de sobrevi - eia, são estas instituições as maio - s defensoras àa lei de' mercado, da a1 as bolsas são de fato o recinto on- este se realiza de maneira mais com­ eta e sofisticada. Os Bancos, por sua , são o instrumento de maior raio de ao, de transferência de valores, atra­ $ das câmaras de compensação, possibi­ Rdo ainda as operações de termo. Em ou as Palavras, são a esquina da livrei­ tiva, do livre trânsito de capitais, Por contrapartida, de valores, mercado as e utilidades. Se~ bancos e bolsas, impossivel ima - ª: o capitalismo atual, sem livre ini tiva, impossivel pensar en democracia ~õs, Pobres semi desenvolvidos, eufe éticamente chamados de País em desen Vimento, na realidade agraciados por Pernos paternistas, ultra-intervencio­ s, pelo contrário, vivemos numa econg a esquizofrênica, ~arcialmcntc engessa e parcialmente não, ao bel-prazer er dos 1obies orqarizados. Neste au­ tico samba de criolo doido, os paladi nos da livre negociação raspam o que po dem a seu favor, com discursos democráti cos, mas aproveitando ao máximo os pontos sufocados pelo gesso do governo. Os bancos aproveitam os vários congelamentos, como os dos aluguéis, por exemplo, mas, aciona­ dos pelos vis senhoris que inutilmente ten tarn defender os proventos de suas aplica ções, não só defendem-se na justiça, natu- 4 PRIMEIRA PROPOSTA DE POLITIA SALARIAL O deputado·ANtônio Cllos de Mendes Tha me (PSDB-RS) foi o primeiró parlamentar a apresentar uma proposta de política sala - rial, nos primeiros dias de março. Por isso, em obediência ao critério àe prioridade cronológica, todos os demais projetos, inclusive o projeto do deputado O'smundo Rebouças (que é o mais aceito pe­ los ministros do governo Sarnev) tramitam ·na Câmara dos Deputados anexo ao projeto, do deputado paulista, que ~em o nÇ 1596 . O roieto do deputado T}me provê rea­ justes mensais automáticos para repor perda do poder aquisitivo decorrente • da inflação no mês anterior. unicamente a­ ceita a_idéia de que o clima de grevismo, nao sera superado sem a.definição de re - ralmente morosa, com o peso de seu poder econõmico, mas recorrem sistematicamente, àchicana mais rasteira, adiando por anos o pagamento devido, marcando com vergonha e a sombra ~ace luminosa do capitalismo completo. Covardemente jogam con dois pe­ sos e duas medidas, i';Ualando-se em malva àeza aos governos patrimonialistas e poou listas que nos agridem como carrapatos as vacas. gras clarãs de reposição salarial. Aliás, para a outra variável básica da economia, que é a taxa de câmbio, o Ministério da FAzenda acaba de definir regras de desva­ lorizacão mensal do cruzado, em taxas men sais correspondentes à in:lação no perio::­ do. Uso de Tranquilizante ,, prornovldo pelo l'ronnv, Qlll' tem a frente a 1! Da­ mn Cccf1 1a Moraes, foi coroado de Sucessos! A PROt!OÇÃO aconteceu no GrPmlo. A mesn ele salgad!nhos, bisco.:!_ tos e bolos chnmov., ntençiio pelas vnricdndes clecor!!_ tfvamente expostas. A DECORAÇÃO do palco e passnrcla todo em verde oliva de bom Rosto e crlntivldn e, cm pllq1nas; es, embebida de :::e lgu i<;:c <' deso•;p<'ro, mancc 6 uma natural fusão do estranho dia a dia, sen que oc consiga tes elcmen os. r.xpcrimen a-se, por vezeo, no da leitura, uma sensação de pesadelo, mal estar, mas a narraçao e tao coerente que se rica sempre soh o ~u uma realidade - e o lei or ~rnt<' a: .. -são de '1lle ornou conheclmcn~o do rela: uma exocriiincia profunda e 1nt ira:-cn e vidn, ;;ur ref10te ilr:c;ustiosar.cnt<'_o' isoladamnen+o f um livro inperecivel literatura uni:oral. rranz vaP:a, rorr<'u nos 41 anos óc: de, ·..ítima de longn tuberculose. Em .. r !s, pessoa estranha, cnsir0srr.ada, urrcdia, fícil. Enfrrmo e a ronó ona pcr;:,ancncia sa· rial ainda mais acentuariam a sua cs r· sa. A sua convivência quase se liri.a, «uta circulo far:iiliar, on