" rec, 
pnnt, 
1 oglar, 
mo va! + 
, a e 
CJ bate , 
o l· 
+e Bel 
Mareio, 
ve; 
1a lo: 
dq 
.; 
A flbrn e a arra elo,, 
produtores rurais de Be-­ 
la l'l sta, mais urnu vez, 
,·,nce os percalços, os 
~esafios de,;tes tcmpo8 
de lnccrtezn,;, de dúvi­ 
das e de crises. 
Has o homem do cnm­ 
po, o produtor rural, 
MATO Gnoaso DO SUL ANO XVIII 
s 
não aceita um "não' quando 
se tratn de construir, de 
forjar, quando se trata, 
enl 1m, ciP Ti!,IIALIIAll. 
E os Inteirantes do Sfn 
cllcnln Rural d,1 Bela Vls­ 
ta, tendo a frente luiz 
Fernando Nunes Rondon ( o 
Lll l). I.,•ancln, Acinl l,'•·,r 
NO 954 
Um Cartão de Visitas 
01 DE JULHO DE 1989 
cfo Rodrfyues Gonçalves 
e toda a equipe, arrega­ 
çaram as manjas, convoca 
r·1r., n comunldnrlP e deram 
a partida... parn n reo­ 
l1,,1çâo da 18~ EXPO!lEI.,a 
:,inl8 trndicional fllsta da 
frontdr., do Estado de Ma 
tn r·r,,sc:o do Sul. 
O nosso parque de Expo­ 
sições é um dos mais boni- 
tos do Estado, com todas as 
comodidades, água, energia 
elêtric;i, pavilhões cons­ 
truídos com esmero, e to­ 
dos os anos sofre trans[or 
a ações radicais, sempre pa 
i."-h- .lra melhor. 
- - 1
1 
Tudo está sendo feito pa 
; 1 ra acolher da melhor manei 
ra os visitantes que esta= 
-..;::I rao aqui conosco, cm julho, 
1 ;i partir do dia 15, sobre 
'tudo os produtores rurais, 
4]positores, empresários, 
cc·,crrciantei; de diversos 
, w1lcÍpios e do Paraguai. 
- -, 
1 
E IL 
o s 
ES DE 
REDA-:'OR CHE!"E I l'ALOO Pl!R.EI AA 
s 
NCZ$ 0,20 
------------------ ------------------- 
ln ice:aio 
Promi r 
A EXPOBEL n:io é apc:ias 
1 
~ cxposiç:io de gado, é 
!.ais que isto, é um vcr­ 
:elro oercado aberto pa- 
la todos aqueles que al­ 
~jü:l vencer através de 
l 
trabalho produtivo,gc 
Radar de riquezas, ir.pos 
' tcs e progresso. - 
: 
•t~ , - por isto que o pro- 
• outor ru 1 - - 
·:.'h ra e um torte, e 
e nao aceita o lucro fa 
4e""B'! ia especulação, ele 
~ UO home::, do trabalho, 
ll PRODliÇÃO, 
~ . Segundo o Presidente 
i; ;º Sindicato Rural de Bc­ 
:qa Lsta, Luiz Fernando 
f'. /
11
es Rondon(lili), "to- 
... ·Fs rês sabemos que a si 
;is is csi ien, G 
"~ atravessa mor.:cntos 
1 
., Ceis, mas nós, produ 
ores rurais, acredita 
.
5 
que a saída é o tra- 
••lho • é a dcd ic_ic;ão é 
'·fã de todos é s6 
• s d • 
-
0 
eixare::, trabalhar,e 
te, atrapalharem, que te 
~~: .. ª resposta para a 
s 
A Expobel é 
um exemplo 
Jã o Vi 
0 
~ ce - Presidente 
ro•indicato Rural, Lean 
1 
Acioli de Souza, a= 
a que "a EXPOBE; • 
4tr-', 	t. e a 
,,"s de se1a Vista, é 
e d :::iplo que nossa gen­ 
or 
11 
nos que duvidam dn 
"do trabalho e da 
P"@eia". Para 1ean­ 
io' as dificuldades es 
,. ... Sendo vencidas coj:'1 -
0 
ao 	.. 
•dos e todos os envol- 
os.{ eaizacis 4a 
• .. ': ·. 
,:. 
ovos "coxos" ara E @ssã cenastruídos nos pa­ 
Gnioes destina.ades aos expositores. 
Parecia icposs!vcl, o tccpo era curto, as difi­ 
culdades iocnsos, ~,s o desafio está sendo venci­ 
do, está surgindo o novo Clube do Laço. 
Cobertura metálica, instalações confortáveis, 
projeto bem cloborndo, salão de festas, casinha, 
sanitários, palco, o novo Clube do laço é a ale­ 
gria do jovem José Luiz loureiro(Patrão do Clube), 
e da diretoria do Sindicato Rural. 
"Estamos correndo contra o tempo, mas tudo 
mos para inaugurar o novo Clube do laço nesta 
BEL, afirma José luiz, com os olhos postos no 
zonte 'da esperança. 
fare 
EXPÕ 
hori 
-- -- ------------------, 
Observando as obras no Parque de Exposicoes Rio Apa o Vice-Presidente do Sin­ 
dicato Rural de Bela Vista Le;indro Acioli de Souza, Arquiteto José Carlos Gon 
çalves(CG) autor do Projeto do :-:ovo Clube de Laço Bela Vista, Engenheiro Ci­ 
vil José Luiz )lastrinni(Dourados) responsável pela obra, José Luiz Loureiro, 
Patrao do Clube de Laço Bela Vista e ~a:ide, chefe de obras. 
Nem é preciso dizer que 
tcrcoos grandes e inesque 
cíveis atrações nesta Ex= 
POBEL, bailes, pencas, ro 
dcios, laçadas, muita mú= 
sica, congraçamento, tou­ 
ro mecânico e negócios de 
compra e venda de diver­ 
sos produtos, além da ex­ 
posição dos elhores pla 
Prefeito Elpio José Roque 
Em matéria publicada 
nesta ~<lição, o Prefeito 
Municipal de Bodoqucna, 
Elpidio José Roque de Car 
valho, presta contas de 
seus primeiros seis aeses 
de administração,afiran 
do que "se' ter a inter­ 
ção de mexermos em feri­ 
das nn t igas, queremos nes 
to oportunidade em que 
completamos seis :::eses de 
administrac;.iio à frente do 
Executivo de Bodoquena, 
expor e demonstrar al­ 
guns dos motivos que n:io 
deixaram nossa adminis - 
trac;.iio fazer mais do que 
fizemos ... ". 
Vista pnrc!~l d~ construçao do novo Clu­ 
be do L ela Vista que esta nendo edificado no 
~ ~ .,o p rque de Exposicoes Rio Apau e será uma 
das mais ~odcrnas instalnçocs, oferecendo todo con 
forco e ambiente acolhedor. 
téis do Estado. Programe 
Bela '!sta e sua agenda. 
A Partir de 15 de julho 
venha sentir que o TRABA 
LHO E A DEDICAÇÃO ode 
produzir resultados dura 
douros. 
Xossa reportageo, a­ 
través do JOR):,l DA PE­ 
CUÁRIA E AGRICL'1. Tl.'il,, que 
fri. de #oouea 
a l/ iiii traça l 
ft 1amlts 
Para o Prefeito de Bo 
doqucna," ... te:nos doeu= 
mentos que comprova as 
irregularidades, as ver-. 
dadeiras barbaridades co 
etidas pelos nossos a 
tecessores, e estão à dis 
posição dos ounícipes".- 
surgiu co:n a EXPOBEL, e 
coco a EXPOBEl, venceu 
desafios e □anteve sua 
circulação, co:n o apoio 
da L'DR, estará presente, 
assim co:no o jornal que 
é a mania de Bela his, 
ta, a TRIBUNA DA FRON­ 
TEIRA, acoopanhando e re 
gistrando tudo. - 
ªªª 
Diz ainda o prefeito, 
que " ... vergonhoso des­ 
respeito para co□o di- 
nheiro do povo aplica- 
çÕes desonestas irregu 
laridades adclnistrati = 
vas,dÍvidas e até protes 
tos". VEJA XA PÁGINA 02-:- 
D 
I 
a 
= 
a 
a 
air Bispo 
Encontro· 
3: 
O Diretor do Departaento de Polícia do Inte- 
rios, Delesndo Jair Bispo Evangelista(foto) _ 
rd g ;çO! 	, co 
Or4e7Ou O I- EN ANTRO DA FRONTEIRA DO MS ORE "" 
TORFS DA DELI C T 
1

---------:-:::----=-------~~-..; /. 
- 
PREf EllURI MUNICIPAL DE OOOQ~E 
DEMO SlRATIVO DOS ITOS OI IIONI ISlRIÇ O 
ri ')'ITJ.lll, 
!•! f,f1 '/I' TA 
s 
TE O 
ge teruo a Intenção de mexermos em feridas an Exemplos dos mesmos desmandos aconteceram e O! 
11 d 
- ,un romplnL"I v;
11
ios pnr■con Líll'~"• dr nalnA de nul •~ e refor: 
t 1~111•, 'UBTl'ilO!l IH"Ulrl opor 1111 doe em II 	... 
a 06 mee de admfnlstraio a frente do Executi- mas de escolas fi existentes no município, onde 
Ae odoquena, expor e demonstrar alguns dos mo- dinheiro chegou até a Prefeitura, mas não foi usa 
t[vos que não delxaram nossa administraçao fazer do para os fins devido"· 
als do que fIzenos no munfeIpto pelo qual temos Anda um absurdo mafor, para culmlH com 
O 
P~~ 
conto rnrlnho e n lmenau vontade dr que o mesmo fa co coso do" 011 ecr~sorcR, pard com o dinheiro pu­ 
ça parte do contexto naclonnl <'m cleflcn~olvlm nto,c htlco, (oi o verba destinada para a reforma do Por. 
o a munlc[pfo onde Impera a corrupção e os de- to de Saúde de Morrarla do Sul, na ordem de CZ.h 
mando, como aconteceu em tempos a pouco idos. 5,017.,000,00(CInco MIIhes e Dezessete MI Cruza 
pomos, pelo voto livre e democrático em lde no dos) antinos, dos quais não fol empregado ao menos 
vembro de 198, eleitos para erir os destinos do um centnvo nn oludlda obra, mas exIste uma nota f1s 
r.,unl cf p lo de llac!oquenn no quocl rGnfo 89 /92. Quando cal dando como cone lu{da a rc f o nno. 
1uns dias apôs os resultados eleitorais procura- Daí pergunta-se, quem realizou realmente a oh! 
mos saber do andamento dna ndmlnlstrnçno, a entno do creche? Quem trnlu a conflancn do povo? Ou sera 
prefeita sempre nos tratou com total Indiferença» que esse mérito em atender a nosso.querido papulo - 
chegando atê a marcar uma data para nos Pr n par ço bodoquenense, com n apltcnc;ãa hortcsta do dtnhe_!. 
du situoçiio, sendo que no tlntfl nprnzadn a mesma vIa ro do povo niio serio pnra esta equipe de tr?bal~o 
Jou, 	que arcou com o responsnbilidade e entregou as ma- 
Em I! de janeiro, quando assumimos o cargo, co- es a tão sonhada creche com estruturo e conforto p 
meçamos a nos deparar cor os lnfortúnios de una ca ra as crianças? 
sa mal ndministradn, r~:endo colsns que cm sua prG E os absurdos e desmandos dos nossos antecesso- 
priu cnsa sc'ri.l tllf{cil prntlcar com o nome de ad- res continuam, meu povo. 
ministração, principalmente em se tratando de adm.!_ Você que possui (ilhas nos escolas municipais, 
nistror dinheiro que nno é p,Hticulnr, é sim, di- soihn que a administração passado recebeu verbas pa 
nhelro do povo, que deveria reverlcr cm benefício ra realizar reformas nos segulnces colégios: CÓrr.!:, 
do próprio povo, só q11• nn vcrdadP não se prntlco- go Azul, C6rrego Seco, na Col~nia Canaii cio Escond_!. 
vo tnis atos. 	do e Marechal Rondon, no llistrito de Marraria do 
Nos deparamos com um bolnnço fechado a força coll' Sul, em todas essas escolas não foram realizadas as 
um saldo negativo de cntxo constnndo como responsa devidas reformas, tendo sido mais uma vez as re(e­ 
bilidade a upurar nn ordem de CZS 9.000.000,00(N~ ridas verbas desviadas de seus fins originais. 
ve milhões de cruzndoN antigos). Tomamos conheci- Vergonhoso desrespito para com o dinheiro dopo 
menta de empréstimos efetuados cm nome de tercei- vo se completo ao nos depararmos com a Escola Z~ 
ros J11nto o aRinclo do Hnmerindus local para su- Preto, a qual chegou a virar piada na boca do povo, 
prir o caixa da Prefeitura na ordem ele CZS pois é do conhecimento geral que neste estabeleci- 
7. 700,000,00(Setc MtlhÕes e Setecentos }!il Cn1za- menta de ensino existia apenas um simples alicerce 
dos) antigos, dos quais o valor deCZS 6.500.000,00 Já que os materiais para n canstruçiia da obra, ca­ 
(SeJ.s Milhões e Quinhentos }!il Cruzados) antigos pa is como tijolos, cimento, (erro, telhas, etc. fo­ 
ra uma execução no Forum de Miranda contra funcio- ram comprados mos os mesmos não se encontravam. no 
nário da própria Prefeitura. Recebemos cobrançasab local da obra e nem no almoxarifado da Prefeitura 
surdas de prestnçào de contas por parte de órgãos }lunicipal, tomando destino ignorado. 
(ederais e estaduais de obras que deveriam ser (ei Para realizar tal obra esta equipe de trabalho 
'tas em convênios com os mesr.ios, cujo dinheiro Já hã teve que adquirir todo o material de construção e 
via sido gasto pelos administradores sem as obras imediatamente concluímos e entregamos a citada o­ 
escorem concluídas. Como exemplo, podemos citar 02 bra aos alunos daquela regtão no último dia 13 do 
solos de aulas cm convênio com o }!lnlstério da Edu corrente ano. 
cação e Cultura(Saln zé Preto e Sala Canaã), Cre-= Convoco a populaçÕo de Bodoquena para quem sou- 
cbe Municipal cujns obr,1s estav:im aqucm da metade, ber informar-nos se na administraçao passada havia 
fazendo com que a atuJl administração arcasse com veículo da municipalidade movido a gasolina, pois 
o responsabilidade de pagamento dos materiais ad- temos cm nosso poder documento que comprova a com­ 
qulridos para que as obras estivessem no estágio em pra de 3.373 litros de tal produto. Devemos ainda 
que se encontravam, bem como com os ônus advindos informar que a administração passada comprou: 
com o término das esnas, con 'recursosprópriosdes 10 Pneus 900 X 20 - 14 
ta municipalidade. Atitudes inescrupulosas consto-: 10 Câmaras 900 X 20 - 14 
,tamos no que concerne ao crédito de nosso municí - 02 Pneus de Patrola 
pio junto a (ornecedores, restando para pagamentos 02 Câmaras de Patrola 
cheques sem fundos da própria Prefeitura, na com- Nos informem, quem souber, se a Prefeitura Muni , 
pra até de carteiras escolares de 1987 e 1988. cipal de Bodoquena já teve patrola ou veículos qu~ 
Documentos, comprovantes, papéis que comprovam utilizem pneus e câmaras 900 X 20 - 14. 
as barbaridades cometidos pelos nossos antecesso- Em nosso poder encontra-se toda a dacumencaçiio 
res estão a disposição de nossos ~unícipes para ve necessária para provar o alegado,clescle já deLxando 
ri(icaçào em nosso expediente normal. 	a disposição do povo de Badoquena para, querendo, 
CRECHE - Temos recebido constantes críticos a realize as devidas consultas para tomar conheciren 
respeito da Creche Municipal, com alegações de que to ele mais desmandos realizados por aqueles que se 
o prédio cio mesma fora concluído na administração dizem honestos, pois se fôssemos aqui citar todos 
passada. Recebemos levantada e coberta, onde foram os desmandos e sacanagens praticadas, teríamos que 
gastos diversos materiais, tais coco tijolos, ci- ter a nossa disposição esse jornal no mínimo pelo 
menta, areia, telhas, ~adciras, etc. Poré~, vale período de mais um ano. 
ressaltar que os referidos ll'Jteriais foram e nlguns No CartÕ'riO de Protestos, uma considerável soma 
ainda estão sendo pa&os peln nossa administração , de títulos protestados contra a Prefeitura; no Fo­ 
como cocprovam documentos cm nosso poder. Convenio rum algumas execuções, como most'ram as ce'rtidÕes 
para construção dn mesma foi firmado coe a LBA,que dos mesmos; crédito, em lugar nenhum. Estamos pa­ 
enviou o montante, na época, de CZS 2. 700.000,00 - gando caro pela inaptidão, pelos deslizes, pelo sos 
Dois MI!hões e Setecentos Mi! Cruzados - antigos, seg incoerência dos que por aqui passaram nes­ 
porém o aludido nu~ernrio e sua grande maioria foi tes poucos tempos, mos, crendo na providência divi 
desviado para outros fins sem que ao menos presta- na, no trabalho e dedicação de nosso povo trabalha 
~ CO_!:tas a L!lA. 	dor C ordeiro. haveremos de sair desse caos e fazer 
de 130 Jor,•i,CJl/l o 
e possa criar 
cOl'I a t r nqu !li 
Havere 
clonando n<; 
lhe os seus f{lhos e 
Haveremo de admfnts! 
dor, prepare !on11ndo ª" 1ws • 
educação e progresso, no slogan igualdade, 
e t rabo lho. 
[LPI )!O !OS!. R~ fAR"Al 
1 
O 
Prefeito_Munte!pl_de_Bodoquena_-_Ms. 
CRÍTICAS A COLLOR 
Eduardo Honfim(PC do B) criticou vcemenc 1~ 
te o ex-governador de Alagoas e l {der nas pes,._ 
ses de opinião p~bllcn na corrld 
pela Prestd. 
eia da República. As críticas do comunfsta for 
por, ao deixar o Kaverno ala~oano, rollor ter: 
primido manifestações pacíficas de 80 entldat 
sindicais e partidos políticas, ~m protesto co·• 
tra sua administração. Para tanto (oi montado s 
aparato policial-militar contra os manifestacu 
e também foram presos dirigentes e ativistas~;- 
õet 
,,, dJ C:Í 
.:ia on 
rte da 
!Y-5, 1 
!s trar 
'zente 
•rio na 
.e os b 
.?5, e 
verdadeira face do candidato do candidato a i'r,· '.t!iO~ 
1as te 
sidência da República. 	..,_._ 
'.:':::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~ tiº e t 
r 	.:. livre 
dicais que estavam longe do local ou 
não participavam. José Costa(P~JR) considero:i t:, 
tastrófica a administração de Collor era alago,: 
afirmando que a nação brasil~ira 
que 
não conhece 1 
el 
APARTAMENTOS CO ,R REFRIGERADO, ATE::UI};:.-:'. 
COM C~FÊ DA MA,'n.À COMPLETO E REFEIÇÕES. 
"RESERVAS EM AOUIDAUANA FONE: 21-3.55". 
llt'.LIO ALVES ílE ARRUDA - EMPRESÁRIO E PECUARIS­ 
Rua: Dr. Corra, 55 
PORTO 1-!URTINHO MATO GROSSO DO SL'L. 
./ 
E X P E D l E N T E 
JOR.'lAL TRIB A DA FRONTEIRA 
(FUNDADO E 20 DE FEVEREIRO DÊ 1972). 
FTh"DADOR: IVALDO PEREIRA 
REDATOR CHEFE: .IVALDO PEREIRA 
GERENTE: GILSON SILVA SAKTOS 
Rt?ORTAGENS: UBALDINO 
NUNES CORREA. RODRIGUES E LUIZ 
NOTICIAS: ABIM AE • _ • • PLA!>ALTO E CORRESPOXDE:,;TS5• 
REDAÇÃO, ADMINISTRAc 	' 
República SG' l ÇAO E PA.llQUE GRÁFICO: Ru.l él 
439-11' ?" - Caixa Postal 23- roe:(0é7) 
- Sede Pr i 	• .. 
de Títulos , "OPria- Registro no carro 
e ocunentos ng 35. 
,piiiiii_ 
UM SEMANÁRIO DA 
CGC MF 	2A REDE BEUVISTENSE DE JQ'il'A!S· 
219.o,,·°1
3
•
2
0
3
/0001-59 - 1scx. sr. ° 
_l'Tll°'.-TOR.I: MA...llIA 
' ESTELI VELASQUEZ PEREIRA, 
- 
a tir a 
PROGRAME BEL YIST EM Su 
VEHH 
ROOEI0S PENCAS BAILES M0T0CROSS MUITA ALEGRIA E AQUELA H0SPJTA ' GENDI 
, A A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A L22 ºl)'RONTEIRA, 
NOS ESPERAMOS POR VOCÊ - LAZER E GRANDES E JULHO/8 
NEGÓCIOS 
E frente a SAESSE·

o 01 T J'LHO E 19 9 
P!GI', 0.1 
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Prcst( 
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r ter 
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que 
ler. 
conheci 
o a í 
1HL.EMINE: UMA GRANE PORCARIA EM OE A VISTA 
- Mó, e o Sargento Ralfh? Peruntou ou­ 
tro dia uma voz macia no telefone da TF, 
- Nao, e dn Trbuna da I ronteiro, nela 
'lntn, r •Rpon,11 .• 
- HM! Desculpe, eu 1lguel 150,respondeu 
i'.l VOl, 
- Essa foi apenas mafs uma das Inúmeras 
ligações que caem em números errados d1ir1a 
ente em llc I n 1 Ista, 
Catn srmnnn precl9nvn urgentemenle falar 
coo n ni:ê11cio cln llnçíio Cruzeiro do Sul, de 
poir. de uns cinco minutos tentando ligar, 
cabei desistindo e indo pessoalmente atê a 
rodoviário, gnnhel mais tempo! 
O sistema de telefonia de Bela Vista es­ 
tá um verdade iro caos jÚ há algum tempo, re 
clamações Já foram feitos através da imprcn 
sa, da Câmara Municipal de Vereadores, mas 
até ngorn nenlnnnn providência foi tomnda por 
parte do empreca responsável pelo serviço, a 
TELEHS, qu<' Já vem merecendo, não só pelos 
·êssimos serviços em Bela Vista, o pseuc!Ôni 
co de "TEl.EPORCARlA", foi tomada, - 
Aliás, a ,inica cficiênci.1 nos serviços 
rln TELENS e11 nossa cidade são os contas te­ 
lefônicas que chegam pontualmente paro se­ 
ren·pagas. Seria mister lembrar que com a 
chegada do IS~ EXPOBEL, neste mês, o servi­ 
ço, n continuar como está, vni criar ainda 
ais transtornos nos belavistenses e princi 
palcente aos visitantes que com certeza es­ 
tarão no cidade. Providências, é o que pe­ 
de os bclovlstcnscs, senhores diretores do 
TELE.'!S, ou "TELEPORCARIA" ! ! 
LEITORES AMIGOS: Tres elementos sao capa 
zcs de fazer feliz uma peaaoo: Deus, um a 
t:iigo e um livro" - Lacordaire, Na falta de 
u lvro, leia o INFORME TFI 1 
[ 
.5±­ 
A 
-s. 
-- 
72) • 
CARA FEIA!! 
Devido à algumas crí­ 
ticas, no mais e apenas 
reivindicatórias, veicu­ 
ladas cm nosso coluna em 
edição passado, outro dia 
uza estirada amiga pas­ 
sou por nôs e nem bom dia 
disse. Bem que ainda ten 
tac:.os um "bom dia", se 
resposta. Ficar de cara 
feia apenas porque criti 
Ci!Qos um serviço que re­ 
alente estava deixando a 
desejar, é,· no mínimo, 
falta de bom senso, ·Bom 
dia!! 
PARA FINALIZAR!! 
. 1/Ua-,:-, ,ts reclamações 
de alguns que alega não 
Su
st
ar nada procurar ou­ 
! 
~ • os aois lndos antes 
<]_Sritter, ão concor­ 
us, custa sim.a que 
° nosso tempo é pouco pa 
~a ficar correndo atrás 
l: t'odo _r:cndo, outra que 
1 
&aic nao adianta, 0 te- 
efone não dá linha!! 
Acho sim, que não cus 
d nud - - 
l! ' ,., trazer a impren- 
~ os ~ottvos pelos qua­ 
.h"to u aquilo não es 
a funcionando a conten­ 
to, não precisa neo (o­ 
;:.: car~ feia!! O que que 
{2 gas resostas, ex- 
caçoes e não criar ca 
oe, • • 
cm este cu aquele. 
1 hpobel/89 1 
Garota Joaquim Mortinho 
'este 
!a;ort 
GllTl''l,O 
!Jr, Jon, 
mado, 1i 
sentar, 
ro 
..., 
o 
n 
o 
►
,... 
r 
" .... 
... 
Flagrante da abertura do "Garota Jooquin Murtinho" 
Quem mais já Colloriu? • 
Segundo as ultimas inforoaçoes que recebecos a­ 
tê mesmo u Governador do Estado Dr. Marcelo Miran­ 
da Soares está a um passo de "collorir" também. Co 
cose sobe, grande parte do secretariado do Gover­ 
no do Estado já deconstra grande "sinpatia" pelo 
candidatura do "Caçador de Marajás". Eles gostam de 
estarem por cima. Mas não se iluda::,, Fernando Col­ 
lor já avisou que noo quer e não precisa de políti 
cos comprometidos com o poder, é contra essa "raça" 
que ele vem lutando!! 
ELEIÇÃO KA ASSOCIAÇÃO DO BAIRRO "NHARON". 
Com a apresentaçao de chapa Única, sendo reali­ 
zado um plebiscito entre os noradores do Bairro Cos 
"Brasileiros e brasileiras, desesperados e de- Estivemos esta semana no ta e Si-!'vo para dizer sim ou não, foi eleita a no­ 
sesperodas, famintos e famintas, o novo piso nocio Parque de Exposições Rio va diretoria da Associação de Moradores daquele po 
nol do solário mínimo ê de NCZ$ 150,00 poro os crã Apo em companhia do Vice puloso bairro que terá na presidência o jovern e di 
bolhodores na ativa e de NCZS 120,00 para os apo- Presidente do Sindicato nâmico Carlos Mesa Cáceres, na vice-presidência ã 
sentados, o partir de julho", decretou Sarney. Rural de Bela Visto, Le- professora Isabel Barbosa, além de uma equipe dinã 
Acontece que hoje, quem resolve mesmo ê o Con- andro Acioly, onde obser mica e disposta a trabalhar em prôl daquela comuni 
gresso Nacional, que derrubou a medida provisória vamos as inúmeras obras dade. Uma das principais reivindicações a ser levã 
do Governo e mondou que fossem pagos já no mês de e modificações que vêm da proximamente às autoridades competentes ê a do 
junho os NCZS 120,00 que o Sorney queria pagar so sendo realizados visando cão do Centro Comunitário do Bairro Costa e Silva­ 
no mês de julho. 	oferecer melhores cbndi- por parte da Prefeitura Municipal; à aquela entid~ 
Com isso os assalariados recebem os NCZ$ 120,00 çÕes tanto a expositores de que pretende realizar diversas melhorias em su­ 
já em junho, sendo que o salário de julho será reo como nos visitantes da as dependências, como a construção de uc caopo sui 
justado de acordo com o percentual inflacionário+ maior festa da fronteira, ço, vestiários e dependência física para a instalã 
(leia-se }LIS) JZ, o que provavelmente vai dor ma- a EKPOBEL. Com certeza os ção de uma foroácia comunitária para celhor ateo-= 
is de NCZS 150,00 em julho. Com o derrubada do ve- visitantes levarão de nos der os moradores do "Kharon", 
to presidencial pelo Congresso Nacional os aposen- sa festa as melhores in. Pretende também a associação, criar nos prôxi­ 
tados do Previdência Social ganham tombémosmescos pressões no que tange à mos dias um informativo mensal do bairro que servi 
direitos dos trabalhadores da ativa, o que entende ·organização e administra rã para levar à todos os moradores as atividades 
~REITO DE ~ESPOSTA! ! mos ser muito justo. Ao men·os ê o que entendi!! - ção do Porque Rio Apa. desenvolvidas pela diretoria, bem coco reivindicar 
Quem por qualquer for r---------------------------------------------, as necessidades daquela cocunidade. Ore- 
~:
55
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1 'UMA OITE HO VELHO OESTE'' ::~
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~:~~=d~º!~~= =e~º:ª!~;e~~r":a~~~~; 
Justaente, têm direito o e> 	i d t 	mat vo o bairro, aceitamos o convite e ja 
": c%:a 	z±:..± 
responsãvel pela crítica. 	d C 	- e 	o osta e Silva ·sera patrocinado pelos co 
o:i isso, objetivamos le 	- -	]	merc1antes e lojistas do bairro, e serã-;- 
•~r à população explica:: 	----· 	' ~	• 	acima de tudo, independente e desvincula- 
;c~s referentes a este ou ..,r ----t 	do de quaisquer ideologias políticas ou 
Gule serviço que não es 	-. .- • e:.. 	i , 	partidarias, credo, cor e raça. Falado?? 
I correspondendo, e o 	s- 
~•o, nerecedor de nos- .::!,. 
1 
 • ~ --,. . 
s críticas. 	'l],s 
l} " a--w 
--- 
ANTES QUE ESQUEÇA - ANIVERSÁRIO. 
Daqu.i deste pedacinho do Informe TP' ,de • 
sejaos muitas felicidades e que continue 
a ser essa gata siopática à o:niga Patri­ 
ci.a Bliny pela passage::i de cais u:n oniver 
sário no Último dia 18/06. Beijos, aá?! 
VI, OLHEI E GOSTEI - QUE~O PRÁ MIM!! 1 
Nao somos correio e achru::os que recadi 
nhos ê coisa de bixa(apesar de não te=os 
nada contra eles, ou elas), mas esse tra­ 
ta-se de u caso especial: Clêo,(LEB), 0 
. ----+«..---1- ~ que voce teo, quando chego perto coeço a 
-- 	-- sentir algua coisa que não sei explicar! 
~.' . • =-~ _>-7 ~ ~: . -=i:.a~;,t . ~::_:, To de olho er., voce e quero uma chance! (DD) 
& 	,,_'D 	@Erra ECrCI ELE; ANDRADE- Locali 
zoda na Barao do Ladario, esquina co::i ã 
uMX NO NO VAN 5c±TE - 	General Soares da Rocha é o nosso desta 
»l. 	-TU ).7 	4q sue das seana. Services garantidos es 
.,o.,,u..,,g.,_...- .. ll/	veículos de todas as 1tanas e aquele a- 
om certa va ser a o rerente e nunca antes visto ec nossa região a prôxica prct:Õ 	~ ~ 
çig da JOVE!de ela Vista que vem movim~ntando a cidade nos Ültinos dias-. Estará te
n
dii:iento. Fale co:n o Wanderly e confi 
acontecendo no pro,<ico dia 08 de jul.ho no Gremio Pedro Rufino "illl.A NOITE NO VELHO OESTE". n;: 
0
,.~~e àfirmi::os • Esoecialidade da -

L • Munír.i a 
l,Ah 1 , 1 r 1 1 ,1 1'111 1 1 1 1 l
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"Autoriza o hele 'do Bodes 
d tHI 11f t. 11, t. OJII 
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proier ade+soo a ou 
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01,I 1 ,1' Pl'UV I d; IH I d 
8 1/89 
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01 + 
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lll',lfl 11_ fll•<l 
... i 
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subsequentes, mediante inscriçoes em res - 
tos a pagar nao processados. Na hipotese 
de reajustes de p, ... ,•ços, huvc-r·uo de 
feitos cmp~nhos complementares, por estima 
tiva, ate o termino da p~rticipuç<lo. 
ARTIGO,º- S~o aotori=..:idas a,- ,1ntccip,1çoc-. 
d prc~tuçoc~ ,vicc-nttts., .. , titulo 1..h~ lun~cs 
1 i vres, desde que tais pugJmcnto!:,, aos pre 
ços, ioent<•,-, ,10 dia I iquid,•m p,11·celas- íi - 
na is de cada grupo, cnm o fim de abrevi Jr 
a part i e i p,1ç~o do muni e i µ i o no consor"c i o , 
tudo condicionado a existencia de recursos 
fi1h1nc.! i rn-.; Ji ~ponivf" is. 
ARTIG 9u_ C 'hcfr Jo POJur E"~cutivo dcv~ 
ra lazer a previsao orçamentaria e finan - 
e,• i 1·,1, ,rnt ,._ J,1 ,. laboraçao do Ed i t,,I d.:, 
1 ieit,,ç;o. 
ARTIGO lOq- PJra cumprimunto da pncscntc 
Lei f i c.:i o che f • do Poder Ex,•cut i vo Muni­ 
c i p~ I .:iutori:Jdo J abrir cr;dito ou cr~di- 
1 - • • 
,ni1, 1,,1111 ' l1t.it111 l :.,, dfc 
2e0.'0, eu:to sl 
d t +nodo o olet t li ,1 
e_ 1 « Ili 
Ld ... <'11' Medt• 11·u~ d,· 
p,.,.f,,it,> M11111,·1p,1I 
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nt 11 l t 
r ,.., l , , , , , , , Muni +p0 1 
1 (l 
amara Municipal d,e Bela «to, apro- 
Vt)I, t' c_•t1, Pr•c•lc.•ilu M11111cip,il dl' H,·ld 1 ~- 
de Mato Grosso do Sul, -...d11< 1 º"º 
t ", l ,,t ,,d,, 
d '"'l'!)lliltf"l' l,•i: 
illTIGl , .. _ rie,l o Çl,,·f',, "" """'"'" [,..,.,ufl11 
Muni ipl autor :.,1do ,1 11dcp1 i ,. 11· <'3 l lllll 1 - 
l 1 1,· for­ 
nh~t•-..., :.t·r·c.1 qui lu1~1c.•l1·0, .,·um 10111.1,_, l 
Ç,l '-' d i l'l' _,~o li I dr·,utl a, de talr .... ,1ç,1u lhl­ 
t: io11t1 I cum mnltll' diesel de 130' cv. atr 1- 
ve, de ade«ao e consequentemente subscr 
çao de qrupos de consorcio. 
ARTIGO 2'- ode«ao aos grupos de consor - 
(.' i o se f ,,r:,, ,.,, 1 J' 1 vamente m .. ·d t ante d 
foral izacao de concorreneia publico, de 
dc-or·do com d'4 di -..po,-. 1•..:01..•-... du l.h.•c1•pto-l,· t - 
N" J9, dl' f" d,· j.111,·11·" d,· 1079, l' ,kvr,•tn 
N" 11:l, de 30 de abr 1 d,·_ L97ll: ,. d,· .,, ,,,._ p.11-. 
do "UOI ,, lt-r1i .... L.1ç~o .,plH·.t\.'I ,l l' ... Pl'Cll', / L":im.11·,.1 \un1c1p,1I ".' R,•ld v, ... td, [ ... tddP 
, • [ decreta e eu promul- 
ART IGO 3º- despesa decorrente d,1 ,1qu, .de M..1tn G,·c,-..--.o "º ::-u 
Ç
t.1o d~ uip,,111,•1,tu ... ,•1·, oh.J"·t,> d,· ("ontr..1h
1
- ~,,, ,l ....,,-~1t11nt,: Ll'1: 
1 í I G' Lº F F na Ricardo de Souza Ro 
liza@ao, considerando-se o va or o'ereto ARIHG' '- teo a rm 	,. 
a cad 1 '-'quip,1111ent:o(,•--.t1m~tivo), dl' pr·("4..,u ... ", in-...t alada e ... t,1 4.•id.,H..IP, com o amo 
do Jiu, pt•l,1 mull1pl it·,H-dO do ~tllúr d,1 PI'_!_ Hut,•l .. 11·1,,, i-...t.•ftd do ... Tributo-.. Mu111t 1pe11 ... 
me ira prestaçao ou cota pelo numero de a pelo prazo de 1'dez )anos. 
il~TIG0 '.!"- i 111n d,, qu,· tc-nh,1 d11·,·~'l.o 
Ct.' 1 d~ d p,lfl.lt'". 	:..:.:..:..:.:..-~-- 	• ..1ntl
1
I'" i or, 
ARTIG~ - A-.. de---rn•-..., .... l'l•~ult,1~t,·~ d.1 ... ,,1 , ... l.."ll(,'tl() d." llll' tr,!t,1 O Arti~)O 
riacçoes dos valore das prestocoe ser firma Ricardo de ouza Rosa, ficara isenta 
cnid ,lh i I izadas o t i tu I o "~er, 1 Çn d,i í' 
1
' 
1
- .... ~,1111..•ntt.• tlt•...,tl' 1·,1110. 
- 1 1 , t'tN I C"' • t 1 for cri .. 1d,1 umu f I l _i 
du", d C'tld,1 ua•...,, d,· .ic.:nr"l n com o~ , ,l ore } '- e por ventut 
,lpuri1do~. 	.. _ ,l 1, mente era i ..... ent,l a matriz, no referi 
ARTIGO 5-- As adesoes de consorcio, que '' do prazo. 
• 1 t 	[ • J f l 1 L 1 "· ,l t 1 !'-, f ,. i - 
c-,,ruo ,H.!-..ti·it-'1-.. ,, .... ,1~1l·nc1t1~ ,o-.. , .. , • e€ ARTIGO 3- t 11100 ,1 l'l' ,•r-11., l' 
vos creditos, noo poderao exceder a Ctcin tas as duvidas, o Executivo Municipal conce 
co)ano:, prazo maimo estabelecido por le' Hera a licença devendo constar da mesmo o 
iRTIGl t,!! Fi,·.i n 1'0d,·,· l,,•,·ut "" ,wtu,·1= .. - -..,•qu,nt,·: ISENTA l'E IMP0ST0:3. 
du .. , 1b~i,~ cr<•ditn -...upll•m,•nt .. ,1·, p,ll ... l c,
1
h•t· ,lrf1G0 .,1.''- Est .. Lei entrara em vigor no d,1- 
t,11·.i ,f,, ,·\·11thli--. .,11111,nt1.,..., ,1'-· pr·t.·ç,,:-, du t,1 ~lt.· :-,lh1 puh~ 1ct1ç,10, f'l!VOgJJ,1-.. ,1 ... di ... po-...i- 
cquipdlll .. llu, ,,hjt•to d1..•-...t,, L,•i. 	ç~<... .. s em contrario. 
ARTIGO 7"- (',- ,•mp,•nho-.. d,1-. d espesds deve - 8ela V,,-tJ-MS., 23 de junho ,k 19~9. 
,,,·.a.. ta±orados globalmente, nao ob-+an EJ::.on Mede· i 1·0-... de- MurilPS. 
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(da alcad de d r·.· • '";,. 
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r.r;e1ro .::..r·n...ct.JO'.Q roí r.:;:.:.l·~· r.:..l i.i< l 1 f1l't'•l1C•.~iL 
cial (21% (!."·l fo1r.--i, -;r., qur• turJ,J ·ri'Jir-a} .. 
tir;o ºª v·,.1·, cc.::1..::;, (:,.i" .::r,ri:.::-; ·, i:-.-~cr;;:t.::C­ 
a politicagem(dinheiro da !rvid:eia foi_ 
tZ· po.ra cor.s:ruir E:-asÍ.li·.1. , ura legislaço 
p::CÍfica per.ni ti ria que parte del [asse.-~-­ 
cm acocs previdenci árirc de: er.:pr':.s::!: d~ e""'!" 
;br·r~o e r.ao cst.-.1tais 
p~lo trabalr.a:!or c:.tr<.: ,.quclcs que 
tem.ir.mias g.:.r-....ntié:S, qu,:; r:,ock:r.ier., 
r.o a indisponibilicbdc dos bens dr• 
:é:eceu 
- a dil 
: 'esp, 
±unciz 
.·e env Íê 
::Hív, 
' :1sta0 
-3an1a 
, escc­ 
ofer<.:CE:.$..."" 
in:::Ju:r •• • ,:antiê 
seus d.ns ., bon. 
4! estz 
• e :-.Q , 
:;5e4 
Essa bola de rY..:ve rolaria, .:,u:;1 n:anco, t.~ 
.. ~ nbaixo do interesse dr> cê:ld-"l t...~, dur:r.:e ':f 
;:,.,os de treib.,lho do ber.cfic iário, sem c 
sc-r alienada. i parcela de rcolhirento Te 
bolhador te: ri .i ài rc: i to do cor.ve :-t.•::! :- cr:. :t:~ 
vidcr.ciárias poderi:i v-•:-i - r-: ~er.ia ~a!cr:: ,,, 
çno se:_ fizesse( :;err;:,re preferenciais é!O pc'."- _ 
por açoes d.:,. e::-p r13s;, cor.. -, Cj' nl o - ,,..,bclhlJ!: 
tivesse: vlr.:::ulc t· ... ;:.rv-,.--.:· :r-_o; ::.r-c!.;::i ;:;rog:-:.;.Z.­ 
:-:;,--:, e ai r r•--:. ~ -.f"!:J:,., .. •· e ....... b ....!.r.~.:O!'; 
rí.:Ct:SZC r.JiS ~•.::-r;x> r.--t a••.sise 
cen ivos especiais poderia--- ser cr-iadcS r= ... _ra 
o traba.lhr":or i:?;>li=assc t:~~~o.;::.z; oessca:.s :­ 
fu'1do seu. indispo:-.ivE:-1, que poderia ser :e, 
do scxnc:n <: por ocasio da QOS<."ntadorl:-<- 
0 leito:- certa-:ie:1::e já percebeu quais st-' 
os n::sul tados dessa poli. tica fu:-.dã.le:itaeél ~­ 
são de: aç&:s previd...;r.:::iárié:!S. Q-Ja;to tt:ri~ ·.: 
balha-:or -,e-, :-.;:o~c:1t -:-1.r, '!ex is e.e 35 r.::r
5 
serviço, se tivessem Pé:SSaào. t.oco esse te 
rim 42o 7E:S(:S) amealhando ações de ua F 
solioa? Qual seria o bt:ne_Í.cio para e::1)!'"::Y_ 
tivessem assegurada a sun cctf)i laliz~ão ;:e'"~ 
de trcs decadas, serr. os 1.rans1:.or:1os da es , 
e.-~? RlrtlE)iS RCD!:UGliES DOS s,.:r.> 
OTEL P USIDI OI FRONTEIRA 
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CI 
1 
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1o DE MA9 DE 1975 
- - -----------------------------------' 
AO XIV 
Expulsão 
E repreendeu Jesus o demônio, e saiu 
ele, E desde aquela hora o menino sarou. 
+tão, 'os discípulos perquntaram a Jesus , 
particular· "Por que no podemos nós ex 
1sá-1o?"Respondeu-lhes Jesus: "Esta cag­ 
de demônios não se expulsa senão pela o 
acção e pelo jejum". (ateus, 18-14).­ 
Não é de estranhar que os discípulos de 
admirassem do não terem podido ex 
lsa° o "demônio", que atormentava aquele 
nino, e procurassem sabor do Mostro - o 
• go deduz do diálogo-- qual o meio a 
r emprogado para tal. 
Hii rnlli.ta genl:e hoje que, apesar das lu­ 
cs que n Terceira Revelação trazido sobre 
s causas elas obsessões, ainda pensa gu'3 
xplusar o "dt'mônio", isto é, obrigar um 
spírito obsessor a abondonar o obsediado, 
• cois11 fiicil. Ainda há poucos dias, um 
os principais matutinos desta Capital, o 
Diário de são Paulo", traziu, entre 0s a­ 
incios, um muito interessante, referente, 
. uma descoberta para conseguir tal fim 
ropunha-sP o anunciante a remeter, pelo 
correio, a quem o sol icitussc, um casal de 
pedras de cevar", para "espantar Espiri - 
os atrasados"; u quem lhe remetesse a im­ 
rtãncia de 50 cruzados polo cásal " sem 
ria" e 100 cruzados pelo casal com cria". 
possível que muitos ingênuos já te­ 
tham caido nessa modalidade do "conto do 
i ae • igário", que, aliás, não é nova. Há mui. - 
os anos quando nossa Capital foi tomada 
or um verdadeiro batalhão de pernilongos, 
pareceu nos jornais um anGncio semelhante 
ia fe. 4/ a diferença, apenas, de que se tratava 
! l "espantar" pernilongos e não Espíritos: 
• 
0 anunciante propunha-se a remeter, a quem 
:oss,: • ;hc enviasse cinco mil um aparelho , 
iDS &: infalível para extinção dos incômodos sere 
,s atistas, que não deixavam a população paÜ 
,;:,. listana dormir sossegada. Os que remeteram 
quantia pedida receberam, pelo correio , 
~ bonita caixinha de madeira, dentro da 
;eus - uai estavam dois pauzinhos numerados - no 
e no 2. Acompanhavam a caixinha umas ins 
#ruções impressas, que diziam: "V. Sa colo 
e, delicadamente, a cabeça do pernilongo· 
obre a pauzinho nQ 1 e arrume-lhe uma cer 
leira cacetada, no cérebro, com o pauzinho 
o 2". 
Este descobridor das pedras de cevar 
n cria" ou é um ingênuo, que pensa que 
5
Pantar Esoiritos atrasados é o mesmo que 
•Pantar pernilongos, ou é um brincalhão , 
, então - o que é pior um espertalhão q/ 
do 
quer locupletar-se à cus a da ignorância, 
alheia! 
Para espantar Espíritos atrusados so 
há um remédio, o ense é o que o Cristo on 
sinou aos seus discípulos, quando es os 
lhe perguntaram pcrquc> motl.vo niío tinham 
conseguido que o obsessor so retirasso de 
junto daquele menino: - "Es a casta doe " 
demõnios" não sP xoulsa se não pela ora­ 
ção e pelo jejum!" 
Por meio da oração - por moio da prece 
- é que nos pomos cm con ato com o alto , 
obtendo uma parte do auxílio necess~rio 
para a(astarmos os Espíritos que ôbsPdam~ 
os nossos irmãos, e por meio do jejum, e 
que obtemos a outra parte, que vem a ser 
a que nos toca no trabalho. 
Esse jejum, entretanto, a parte que 
nos toca, não consiste na abstenção de a­ 
limentos. O jejum a que Cristo se refere, 
é aquele a que o Espírito que assistia o 
profPtu Isaías já se referia: - "Acaso o 
jejum que escolhi consiste em afligir o 
homem, a sua alma, por um dia? Rompe as 
ligaduras da impiedade! Desata os feixi - 
nhos que deprimem! Deixa ir livres aque­ 
les que estão quebrantados! Parte o teu 
pão com o que tem fome e introduze em tua 
casa os pobres e os peregrinos! Quando vi 
res o nu, cobre-o, e não o desprezes! En­ 
tão, invocarás tu ao Senhor, e ele te a­ 
tenderá. Quando tu desentranhares a tua 
alma para com o faminto e enchereb a sua 
alma aflita, nascerás das trevas, a as 
tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia!". 
Eis ai o jejum, que aliado a prece , 
constitui o segredo para que tenhamos as 
cendência sobre os espíritos atrasados 
rompermos as ligaduras da impiedade, tor­ 
nando-nos moralmente superiores àqueles , 
Espíritos; praticarmos a verdadeira cari­ 
dade, e recorrermos, então, ao Senhor, em 
cujo auxilio tudo obteremos! 
Pedras de cevar, "com cria" ou "sem 
cria", defumações, banhos com especiarias 
água benta, rezas, esconjurações, exorcis 
mos, nada disto tem eficiicia para "espan::: 
tar" Espíritos atrasados se aproximam de 
nós por encontrarem atracão, assim como 
as moscas se sentem atraídas por uma cri­ 
ança que está com o rosto e as mãos sujos 
de mel! Façamos o nosso Espírito despojar 
se das fontes de atração, e os Espíritos, 
atrasados não mais se aproximarão dele . 
Que os ingênuos não vão, pois, cair no 
conto das "pedras de cevar" 
Diza o Papa João Paulo II, - em sua primeira 
revista ao jornalistas de todo mundo, logo após 
Per assunido o Supremo Pontificado da Igreja 
os reles de Comunicação Social fazem 4 promo­ 
q.e falam e mata o que silenciam". 
@udeza julgou o Pontífice os efeitos da co 
ao sobre o público leitor, ouvinte e telcs­ 
-or. O que é constantemente divulgado, de for 
~~PCtitiva, cala na alma, fixando valores. Valo 
qe, lentamente, se transformam em modos de vi 
OI':!!,1s de pensamento, h:Íbitos ,bons ou maus. E 
ue { silenciado, como costuma acontecer com as 
·t·a,lt,- ristãs, os valores éticos, morais, reli- 
os e espirituais, o povo vai perdendo, esque - 
"do. ~csultado: o público assimila conteúdos de 
da alhefos aos bons hábitos de vida, que fluem, 
As virtudes humanas e cristãs. 
?AI2 DESTE PODER 
Os etos de comunicação social (MCS) são podero 
s, Porque são envolventes, atingem o indivíduo, 
Profundidade do ser, desafiam a sociedade huma­ 
co:, o bombardeio persistentes de apelos e ensa 
~s. Utilizando recursos psicológicos, emocionais 
Ctivos, intelectuais visuais e artísticos. São 
Pazes de tocar até o subconsciente do homem, fe­ 
"do a sensibilidade, propondo desejos, cultivan- 
«s vaidades, estimulando os apetites de posse , 
sexo, de poder, de gozo, de beleza, de realiza­ 
/essoal, de competiç:'io com e contra o outro . 
PPec!alente a música, a cor, o som, a imagem 
Palavra recebem um tratamento singular, psico­ 
amente inteligente, a fim de que "e'an capa - 
~t~c _atingir o alvo, que é o home~. O homem é o- 
de cubiça desenfreada dos modernos meios de 
EIO 
1) l l) 
"D em ô n i o" 
1 DE TUTH!O DE 1989. 
DE COMUNIC 
comunicação, Ele deve ser conquistado para o con - 
sumo, pela máquina de vender coisas e pessoas. O 
consumo, estimulado pelos MCS, leva fatalmente ao 
consumismo. E este já é vício, descontrole pessoal 
alienaçao de valores maiores, porque consagra como 
bem maior,o ter coisas, para consumir as coisas , 
para ter maior poder sobre as coisas e as pessoas. 
Este é o maior pecado dos MCS modernos. Servem 
em primeiro lugar como máquina que leva ao consu - 
mismo, utilizando para isto os recursos que a téc­ 
pica e a eletrônica põem ao serviço do homem. 'I'ra 
ta-se do pecado do mau"uso, da exploração do hoe 
e de suas vaidades. As coisas são mais valorizadas 
do que as pessoas. O homem já não é visto cm sua 
dignidade, mas apenas como objeto de consumo, fa - 
tor de consumismo, mercadoria a ser explorada, con 
sumida. 
O PODER E OS SISTEMAS 
No regime capitalist , como o nosso os meios 
de comunicac;ào social servem, cn primei;o lugar, à 
propaganda consumista, segundo as exigências do 
mercado. No regime comunista, os meios de comunica 
cão social servem às idêias do sistema. Lã O Esta= 
do ê o Único proprietário. A imp=nsa escrita 
O rã 
dio e a televisão são usados para a propaganda das 
ideias do Partido üaico que se perpetua no poder, 
como expressao da mais feroz das ditaduras, que 
nao permite nem sequer que alguém discorde cm pú - 
blico. Os exemplos_nos vêc da Rússia, nestes quase 
70 anos de Revoluçao Comunista. Em ambos os siste­ 
mas capitalistas e comunistas, os MCS são postos 
a~ serviço ou de produtos para o consumo, ou dei­ 
deias do Partido que está no poder 
QUAL ALTERNATIVA? 
R- 
1 
Quando se é bom amigo, sempre se encon 
tram boas amizades. 
* Quanto maior a nau, maior a tormenta. 
* Se a mocidade soubesse o que fazer, e 
a velhice pudesse fazer o que sabe, nin­ 
guém seria pobre (Randie Cotgrave) 
* o amor é surpresa de descobrir que o 
outro existe (G. Bernanos) 
* A amizade verdadeira sorri na alegria, 
consola na tristeza, alivia a dor e se e 
terniza em Deus. 
Se as criaturas são reflexcs do Dou:; , 
então amemos os reflexos aue certamente, 
chegaremos à Luz (UI. de Goutel). 
* No dia em que parares de avançar edis 
seres "até aqui já basta", então começa:: 
rás a morrer (Santo Agostinho). 
Onde corações humanos estiverem unidos 
ou sofrendo, Cristo estabelece a sua mo­ 
rada (F. Mauriac). 
* Quando os jovens descobrem a arte de 
chorar como adultos e sorrir como criança 
eles começam a descobrir que são infini­ 
tos (Pe. Zezinho). 
* Mudar de idéia não é vergonhoso, vergo­ 
nhosc mesmo, 6 no ter idéias para mudar. 
* O escritor original nao é aauele que 
não imita ninguém,·· 
mas o que ninguém consegue imitar (Cha - 
teaubriand) . 
* O cristão nunca deve iniciar ou encer 
rar seu dia, sem antes dirigir-se a 
Deus. A oração da manhã é o batismo para 
o dia, que sem Deus permanece pagão. E 
a oração da noite é sua extrema-unção, a 
última benção do dia, que irá torná-lo,. 
santo diante dê Deus. (De um livrinho de 
orações, 1938). 
A rigor, os meios técnicos não são nem bons 
nem maus. São indiferentes. Quem lhes atribui 
0 
bom ou mau uso ê ~ homem, que usa tais meios. Is­ 
to significa que, postos ao serviços do verdadei­ 
ro bem comum, eles podem fazer m!lares na proo­ 
çao da dignidade humana, do·bcm comum, da união 
entre os povos, da paz, da injustiça social, da2 
bondade, das relações de fraternidade, das virtu­ 
des hucanas e cristãs. Os CS são capazes de le - 
var simultaneanente a todos a palavra da verdade, 
os fatos construtivos, a boa notícia, os valores, 
eticos nos julgamentos sobre problemas humanos 
hoje em crescente exigência de definição. A alter 
nativa é a de pôr os MCS ao serviço do ho:nen aÕ 
bem da fé. à promoção da cultura sadia, ã defesa, 
dos mais necessitados, à união entre os homens , 
a partilha dos bens, os valores da arte, à orga­ 
nizaça0 política dos cidadãos em busca de carida­ 
de. Ua alternativa que exige renúncia à competi­ 
çao desenfreada e o reconhecimento da igualdade 
dos homens, acima da situação cultural e social. 
Mesmo que pareça uma utopia, importa trabalhar 
afanosamente, para corrigir os desvios de rota , 
nos quais os nossos meios de co~unicação inco..rem 
fac!lente. Basta observar a Rede Globo de Telev! 
sao para conferir o que afirmamos acima. o povo 
brasileiro vc:: perdendo valores éticos, familia_ 
res. Aceita facil::ente critérios de vida contrã - 
rio: aos ensinamentos da Igreja, como é 
O caso do 
divorcio, da ~egalização do aborto, do amor livre 
A Rede Globo e hoj: n principal responsável por 
esta dolorosa erosão de valores.éticos e cristãos 
na alma de nosso povo. Vale.a pena lutar por uma 
ir.prensa que nio seja escrava da Ideologia dos 
sistemas sócio-político-econômicos. 
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TOMOU POSSE A HOV A DIRETORIA DO 
CENTRO COMUHIT ÁRIO ZULMIRA OSSUHA 
"f•,JHf'U 1,.1,r-1t.· pt,nd(r' <<nl ,l l'Onf1i11(.1.. ,,,. 
1,1111 d1 p,,c.,,t,idt. l' Í,l zrms puntcs un aronde 
l1c1l, lho lr·t1lt o C,•nlr·n t"omur11fi11•10", l'I 
f cif l ou Carlo Me«e Cáeres tJ IIC'Vt. Pr, '-, dc 
i, da o i acae de Morador e do Barro Co 
t " , , :- , 1 " ( Nhar ón ) . 
luta. pessoa, foram pr t',t 1 !J i ,Jr o ,,to d,· 
pJ•, 1 de Nova Diretoria do Certro Comunita- 
1·io Zul1111ro., O-;•,u1h1 11t ::_;,.,d,1 í,·11·t1, d1,1 2;t/6 
PI'• qu.indo rn . .i~c•1orc.,m pr t r.,·nç,1 o PreíC'ito I d­ 
'-1• 11 1, ' iros de Moraes, tn@enh iro Ri e-urdo 
d,, Su11~.i Jfo..,u-Secr,·t;,,,io d,, Oh,·,,h dt, Mun1ci, 
pio ertre out·ro..,, 
A Chpa "integraçao" venceu o plebiscito 
de aeitacao com facilidade, demonstrando 
 qur u ""~ oc 1 ,1 ·,10 1·t. ,l I mnt quer proar ed Ir. 
r,11,•111 p,,r.,· d., Nov,• D1n•tl)ri,1, C,ll'lo,-, M~ 
se--Preident; lzobl Nogueira Barbosa--+ee 
P,·<. ~ 1 dl•nt ; [ 1 i z,,lH th Me.a Caceres- 1 Se - 
retara; Bernadeth Me-a ácere-- 2 Secreta 
ria; Jorge Martin Vera-. 1 Tesoureiro;as - 
simiro Alves Correa- 2 Tt·:--out·l·tr·o; corrlY. 
membro do Conselho fiscal etao: Ranáo Bar­ 
bcsa, .Luiz Carlos C,,lli<tre M,1ch.:do, [l1b,1- 
nho Océmpcs, svplerts: Angelo Mol 1n,1, Ante 
nio Artcc: e Jos~ 09euir,,. 
o t1fo lh p, , d;, :'iov,i O,,,, tor111 
Cl'I trCJ Corripn1t,;, 10 Zt1lri11•,. O~,SIH1u, u 
f ,. , o (d• on ·.t,,dc· 1 ro-. d,· lor,H•,, f ,,J ou 
importancia da reoraçao dcs meradre 
p,,,.,. o hc,e, dp•<·mrHnli, do., tral,,1lho, d,•_o,:_ 
,c,c j ,1c,10, ,1 J 4"'•rr d< cJl1X i 1 1 o aos mut J rOt'';, 
pois "a uriao faz a force", 
l{1c,1rdo d, Souz,1 Ro•,1-S<•cr< ,1r10 dl' 0- 
br as se colocou a disspesi ao dos n11:r·,do - 
rc '- t• nov,, d1 rt•lor 1,1 nc que for prec+s 
p.ir·,, q,·t• O!- prohl<•m.1c., <l,l ..-c.rnun,d.Jde! d1111i­ 
nuom, 
o l' 'Tflr!'';ldl'ntc cJ.. /l<; ... oc1,1ç,10, r1,;v,o 
lerrique, popular Pistonho fez um discur­ 
so de dspedida falando de seu trabalho e 
dseyando vtos de sucesso o neva gstoo, 
P,1rtt r,r ov.ir qve e:»ta com força de von­ 
tade- para trabalher ... 1 Chc p,1 1 ntc-9r,1çuo 
pr·om<:vl' nc pr:,ximu <li,, 9 d, julho, dL•min- 
ao, um Quermesse n Certro·Comunitario 
que tera inicio dsde as ;0O horas e Se 
retendera durante todo o d 1..i c,,m b.Jrr..ic.i,-, 
d pipocos, qventao, arendoin, alem de 
LI LF 
Fundada a Associação Belavis­ 
tense de Apoio ao Menor 
Bela Vista ja da sinal de maturidade po­ 
lit1c,1 (" st,ci.:.I, o sonho do Casa do Mener 
i d,•,11 i :::,,do pc I o Ju 1::: d.: Com,'rc,1 Dr. Vi 1 ::,on 
Bert,• II i, Prcn.utor p;,b 1, co-Dr. Cc I i-o Sotl· - 
lho de C,1rvulho ,, dn Dcfl'n><or P~bl1co-l'r.J(, 
1 i o C~·::-'-lr' GorçJ I vc.-::. jc; ~ un,d rC'cl I i d .. ·dc ... ,u 
aiccnce d todos. 
Cono vei cu damos en modos d dezembrc Jc 
, aorc ccm satisfaçao registramos a Cria 
çao da AB?M-- Associacao Belavistense· d 
pio ao Meror ''Rccri<lndo a c~prranç~'', no 
d:a 11 de meio p;. 
A Prc.s i dente d,· cnt i d.Jclc q.,,. v,o i .Jbr i g,r 
jovens de 7 à 14 anos é a 1 Q D.Jm.:, do Muni e i 
pio Sr•! Ceei I ia Mor.Jcs. A Vice- Prcsidentl ; 
a Dr" Celeste de Cota e Si lv.J, ~ 1° Secr<­ 
tório é o Sr. José Avel inc e Silva, o 2!! Se 
cretario o Sr. Krugerson Mattos, o l!! Te-:=- 
',Ourrtro e o Sr. Rein..ildc C.J~po~ A=•vcdo 
e o 2 Tesouriro o Sr. Murccl1no c._;:--~10 
fiigl ia Acioly. 
A sede da ASAM esta I oc.J 1 1 :,,d,; no rr c­ 
d i o dn artigõ Escola Pedro Ajala no bair­ 
ro da Ague Doce, a assocaçao ccntara c/ 
s0cios fundadores, bcnemer itos e ccntr, 
buinb:s. 
''O Ju1=. du ccmtlrc,
3
, o Prom('t-or P~bl 1 - 
C<' e o Defensor P~bl 1co ,-Lr~o membro, cf,. 
tivos dn Con,-clho Fioc.JI al(m do Com~mJ~~ 
tl' d.J Policid 1ilitar· de Beld Vlst.J e o 
D.:,lcg.;do Civil", diz o Est.Jtute de crt,d.J 
de. 
Com .J cri .JÇ.JO da ASAM, o mcno'r c<"rrntc 
dd Prince,,., de ApE ter~ algu~m .:elando 
p,· I a su,, pr·oteç.Jo e segurcnça. *l I LE<;> 
RONAV /lBn MuniciP,~I Auxilia Mic~oempresas; 
Cm recursos vindes do F~SUL-Furdo dl' 11ra provn do trab6lho din;mico que o Pro- 
Assist~ncia Soci..il S11lm.itogros!-ense, a P~- n.:v/LS/1 e EmpEer vrn, real i:::ando na Prince·~ 
nilv/LBA Municip,,I .Juxi I iou ..i criação d1o n<i s,, dv Api.·. 	LILE t 
vu mi crocrr.pr csa~ cn: Se Ia Vi stu. 	' ir-:--:--~::-------.....:.====-----=-..:.::::..._..:.<_-.:- 
Entre os contcmpl.Jdus cem o recursos fi­ 
nüncc.iros c-::,t.Jo : Angela Maria ferreira da 
Costa Marques(Careceria e derivados), Arlin 
do Simplicio d Costa Marques, o popular s 
bo(Of,c,na de Soldas), Cristov~o Roj.Js(M.Jr:=­ 
c,•n,'ri,i), Dcmcciu On,· Barbo:,.J(Cor:fccção), 
Ev.; D•ol in .:i Cardoso de Sa=:::ano(Serigrdfis) 
lrinc-u Alvc.s Teixeira(Docciro), Mar-i.:i Emi - 
dia Cc~turion Ferreira(Co~fccç.Jo), Zeferina 
Cceres(Cabe lereir),e Mar ia lvanir Marin 
Puch ·t.:i(Cor.fecção). 
Alem dz auxilio a micrcempresa o Prcncv/ 
LBA Muri e i pê I sob a direçao da Sri! Cec i lia 
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1
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SA0DE E VIDA DE NOSSO FILHO ANTONIO JO­ 
ÃO L~UREIRO DE ALMEIDA; _PEÇAMOS A DEUS 
QUE OS RECOMPENSE, OS ABENÇOE E OS GUIE 
NOS TRABALHOS CpM SEUS PACIENTES; ASSIM 
TAMBSM AS PESSOAS, AMIGOS QUE NOS CON- 
PORTARAM E NOS DERAM TODO O SEU APOIO, 
LEVANDO-NOS PARA SUAS CASAS, DANDO - NOS 
AS IGREJAS,_FIZERAM PROMESSAS, NOVENAS, 
GRAÇAS A DEUS VALEU A PENA AS ORAÇÕES DE 
.·ora. Maria Celeste da Coi 
_e __ Silva 
# 
t. ±!spo 
.:o de 1 
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Sera- 
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, 
...; Cel 
ADVOGADA 
TO 
OAB/MS 
CAUSAS C1VEIS E CRIMINAIS - 
TRABALHISTA 
~SCRITÓRIO: Rua Coronel 
Camisão, 
FONE: 439-1302 	2'· 
- CENTRO - CEP: 79, o- 
BELA VISTA 
- MATO GROSSO DO SE; 
. ~ 
do outro D.Jrlctc Regin· ambas trabalhando 
pur.:i levar a pl.'.r, fcr i ..i d.;- e: d ade c<1rsos qt.e TODOS• HOJE ELE SE ACHA EM CASA, EM DOU 
vem .:ijudar .J c:;clarecL1· .:i e munidvdc sf'b1·c RADOS, AINDA EM'CONVALESCE:NCIA, MAS PRA 
o~. pr .blem,1,, »oci,1i:< e .:,,: s luç;<és p/eles. TICAMENTE CURADO. 
No dia 04 de junho PI='• fc1 'fung;,do o 
e I b 
; ,
1
- - 	OBRIGADO, OBRIGADO MESMO, DE CORAÇÃO. 
u e•~:,""""' d.:, AgLd Doe cujc nome e1 
1 ODETE, OCTÃVIO E FILHOS. 
L__--=:::::::::::===:===::::::::::::::::=:.. _ _J 
RUA: 
DR, 
SALVACOR LOUREIRO 
OAB/MS 
C!c 
ESCRITÓRIO 
3.369 
029.875.191-20 
FONE: 
251 1451 
lo DE MAIO, 
RESIDE:NCIA: RUA 
OI.lvo BILAC, 
FONE: 
E 
de 
341 
251 
JARDIM 
. a, 
'~~~q 
..' 
'J' 
's, 
1410. 
MATO ~Rosso DO St¼:-

r A '.'J TA - • 
2 
.,. 
OELINQUENCII JUVENIL: Jair Bispo Coordena o 1: Encontro da Fronteira 
,, JAII ·O EJANELI'TA, Delegado de Po!{- Sr. Afrinfo Secretárfo de Educa,io, Dr. azf "l Ka- for 	d ir 	" 
e!
1
, +tretor do Departamento de Polfcfa do dr1 Dele ado Regional da ede de Ponta Por, Drs.De der d 
er de Mato Grosso do Sul, coordenou o 12 En- legados de Polfcfa Jaime Conçalve Carlos toberto, ot f 
Aa fronteira do MS, obre atores de Delln-- Eredla e Lufz Carlos, e outros. 	{o 
a luvenll, promovido na Cfdade de Antonio Jo FIcou patente ao ffnal do·evento que coro outros 
[po do Sul do Estado, fronte!ra com o P Órgãos, a Polfcla {vII transcende seu objetI - 
y, no dfa 29/06/89, - 	vo ao preocupar-ue cor a formação da Juventude,con 
a!alhos atiniram um publico de aproximada 
[l pessoas entre paln, alunos, educadores , 
entantes dos segmentos da ocfedade e polftf 
p{zera-se presentes caravanas de Bela Vsta, 
oreIra,Ponta Por e regfóes circunvizinhas, 
resultado fof altamente poftIvo, tendo em vis 
receptIvfdade dos participante, a natureza 
ssuntos abordados e a finalidade do evento cu 
·ão era despertar a comunidade para a forma - 
le suas crianças e jovens considerando que es­ 
sio os responsáveis pelo desenvolvimento de 
!ação. 
•~ sugestão o Dr. Jnlr Hispo Evangelista n­ 
u que a questão da Educação é fator preponde- 
para o controle e diminuição do Indlce de de 
vênc Ia Juven!l, hoje provocada pela propaganda 
!srrlolnot!n, pelo mau exemplo e outros fatores 
Ido da próprla situação pela qual passa nosso 
, onde os verdndciros valores morais, sustentá 
rs do fnmll111, são relegados a segundo plano, em 
r do consumismo e do imediatismo. 
foi sugerido às nutoridaclcs na área de ensino , 
seja realizados trabalhos priorizando II educa 
do □enor tanto da área urbann como rural,Lncen 
ando-o a práticas Cívicas e esportivas, valori':: 
do a Mnutençâo de valores morais e tradições. 
incentivou-se também o trabalho de Orientaçiio 
responsáveis através de ciclos de debates e 
IÕes, onde seriam trocadas e discutidas idéias 
trabalho comum adaptado à realidade de coda gr_!:! 
11-:: 
Dr. Bispo disse também, no atender o convite do 
!eito de Anil Horclrn, que coloca a disposi­ 
para trabalhos semelhantes, Psicológos,Médicos 
ôllclais q~e num esforço conjunto com a comuni­ 
e, se propoem a orientar a nossa Juventude, no 
• de pruporcionar-lhes informações corretos, de­ 
·olvendo nos mesmos o censo crítico e ele csco - 
, evitando assim sua exploraçao por pessoas ou 
tos inescrupulosos que procuram a transformi 
• eo 1:1eros consumistas quando na realidade o ho­ 
cate da Juventude é o ''saber", o "dcscnvolvimcn 
•. o "Progresso" e a "Fel i.ciclaclcº. 	- 
Se o futuro da Nação está nns mi:ios do Jovem rle 
Je, é uma obrii1nçiio nobre e comum dos adultos , 
~orcionar-lhes uma educação sadia, longe de v!­ 
s e maus costumes, fazendo isso por respeito e 
r. Participaram também na Coordenação do Evcn­ 
' o Vereador .l''.El ~!. }!ARQUES ele Antonio .João, o 
retárlo Municipal de Educação Afrânio M. Mar­ 
s e a Diretora Municipal de Educação Sra. Mara 
Mia , Franco. 
O Diretor Geral do Polícia Civil do !S, Dr. Ala 
:ernandes das Neves cm sua fala deixou a refle - 
: "o qut u~orre com nossa Juventude que apaga o 
'sorriso e se torna violenta? 
~stiveram presentes também a Ora. Dalva Som­ 
o, Delegada da Delegacia Especializada de }!eno­ 
en Capo Grande-!S, a qual expôs natureza de 
trabalho, ilustrando com episódio envolvendo 
res, a Dra. Magali Silva Caldas Coelho, psicó­ 
a da Delegacia de Defesa da Mulher, que discor­ 
sobre o relacionamento Pais e Filhos etc. 
A~rilhantando a mesa, alguns dos coordenadores 
la citados, contamos com o Sr. Arnaldo Marques 
Silva 'lce Prefeito do }!unic{pi.o, Sr. Geraldo 
~~ ~nio lopes Prefeito de Aral Moreira, Prof~ssora 
1 
i _Loureiro Ass.is, representando o Pre fci to de 
~: •
3 
ista, o Sr. 'enicio Pedrize, 'ice Prefeito 
dral Moreira, Celso Lozano Rodrigues, Junei M. 
~tes, vereadores, Abdu Mogidi Sahem, Presidente 
ara de Aral Moreira, Dilmar Chaves, Luciano 
:osi e Josê Henrique Pompeu, Vereadores de Aral 
•eira, Sr. Romulo, Secretário de Administração , 
O_Vereador do PDT, Sydney Nunes Leite,na última 
sessao do Legislativo belavistense antes do recesso 
do mês de julho e fazendo jus ao título de Vereador 
mais atuante da atual legislatura apresentou uma sé­ 
rie de trabalhos com vistas a trazer benefícios à di 
versos segmentos da comunidade belavistense.Entre os 
trabalhos do edil; a indicação enderecada ao Chefe do 
Poder Executivo Bclavistcnse solicitando a realiza - 
cão de um Mutirão no Bairro Boa Vista. Para Sydney 
''gse bairro é um c..xemplo 
Exp 
.• esso Araça· tuba típico das irregularida - 
F 	"±:± 
tãrio aliar-se à uma imo­ 
biliãria,fazer uma planta 
do loteamento, aprová - lo 
na Prefeitura,publicar os 
• editais, registrar o lote 
amcnto e sair vendendo lÕ 
tes aos incautos, sem uo 
mínimo de infra-estrutura, 
nem ao menos abertura de 
ruas.Nesse bail·ro reside 
um povo humilde,mas traba 
lhador e cumpridor dos se 
us deveres,no entanto es­ 
ti praticamente no reto do 
moto e do brejo,ao oesmo 
tempo.Ali tem que ser fei­ 
to um trabalho de abertu­ 
ra de ruas,encascalhaoen­ 
to e outras mclhorias,co­ 
mo água e iluminação pú - 
blica e talvez atê dre 
nagen de lagoas", ? 
nalizou o atuante Ve­ 
. reador cm sua justifi­ 
cativa. 
Realizamos qual - 
er tipo de trans 
cargas. 
o 
de 
Expresso 
ba serve 
idades 
de 
com 
e, rapidez 
rança. 
Servimos 
à 
todas as 
nossa 
agilida- 
e 
Araça 
bem 
se- 
pa- 
servir 
sempre. 
Ver. pede Elaboração do Plano de Cargos e Salários 
dos fuáris Pilicos Municipais 
Também de nutoria do atuante pcdct!ota Sydney Nu 
nes Lelte, uma Importante reivindicação foi apresen 
tada na Câmara Municipal esta semana. Solicita o vé 
reador em sua Indicação ao'Prefeito Municipal Edson 
Medeiros de Moracs a nPcessidade urgente da elabora 
çiio do Plano de Corgos e Sul.idos dos FuncJoniirloÕ 
PI Icos Municipais. 
t:m sua Justlflcativa, Sydncy expõe que "segundo 
fora lnformndo, pessoalmente, pelo Chefe do Execut{ 
vo Municipal, essa providencia deveria estar pronta 
utê o corrente mês. 
Acontece que o mês de Junho está findundo, e até 
a presente data, não temos notícias da solução do 
probl emn. 
Reconheço que a situação em que foi recebida 
Prefeitura Municipal era caótica". 
egularização de Pontos 
de Táxis e Taxistas 
Através de Requerimen .--------------~ 
to o Vereador Sydney Nu­ 
ncs Leite solicitou o en 
cominhamento de expedie~ 
te ao Prefeito MunicipaT 
no sentido de que seja 
procedido UM levantamen­ 
to rlos pontos de táxis e 
taxistas de nossa cidade 
a fim de se constotar de 
terminadas irrcgularida':: 
eles, que segundo consta, 
existem. Outrossim, para 
se averiguar a necessida 
de de mudonças de ponto; 
e abertura de outros. 
Disse Sydncy que "se­ 
undo fui informado,ex1s 
tem pessoas que possuem 
pontos de• táxis mas não 
coloca os táxis para R. sDE sEs LEITE. 
trabalhar, preferindo ne 
gociar os mesmos por elevados preços aos pretenden­ 
tes. Não é justo que os espertalhões fiquem explo - 
rondo aqueles que desejom trabalhar. Se de fato is­ 
so existe, essa prática deve ser banida em benefí - 
cio do serviço público e do povo cm gerol",afirmou. 
$yiey quer Mutirão 
oo Bairro Boa Vista 
Oferecemos 
a 
de 
JARDIM 
mais completa 
qualquer 
PROCUR 
MATO 
linha 
natureza. 
• o s. 
de 
GROSSO DO SUL. 
caminhões para 
a 
n1a 
1Ia e alor 
todo bra Il iro, 
"Porém, continuou Sydney, por a mesma razio, 
e que os problemas te que ser atacado de [runte. 
O salário dos atuais servidores públicos não 
correspondem às necessidades de cada um para sobre 
viver a constante agressão da descontrolada Infla­ 
ção, que destrói valores e asfixia a população na­ 
cional. 
Urge a pronta atenção a esse problema para que 
se realize concurso público para preenchimento de 
vngns, por ventura existentes, pel'.lll1tindo que os 
serventuáros públicos, tenham a necessária segu - 
rança de emprego e tranquilidade pnra cw:tprir a 
sua missão. Além do ma!s, a Constituição Federal , 
prevê que os cargos públicos dev~m ser preenchidos 
por concurso, salvo as eventuais excesAÕcs,que de­ 
verão ser previstas por lei",Finolizou Sydney. 
ftbertura e onstrução da 
Estrala / a teia 'iraá 
e Ponte sobre o lo la 
Bastante oportunda e de premente necessidade pa 
ra a comunidade Índigena da aldeia Piraquá locoli':: 
zoda em nosso municÍP.iO, foi apresentada pelo ve - 
reador do PDT Sydney Nunes Leite wca indicação en­ 
dereçado ao Prefeito ~'.unicipal Edson Medeiros de Mo 
raes, versando sobre a abertura da estrade de aces 
so à Aldeia Piraquã e ponte sobre o Rio Apa que 11 
ga àquela comunidade. 	- 
Segundo o parlomentar, "a estrada existente niio 
tem condições de tráfego, devido ao brejo que tem 
de atravessar, e existe uo traçado, elaborado pelo 
Dersul, que reduz aquela estrada a, mais ou menos, 
500 metros. 
'o tocante à construção da ponte de acesso à Al 
dcia Piraquã, sobre o Rio Apa, Syàncy afirmou: "Se 
gundo se tem notícia, houve um Convênio com a SUD 
CO, pelo qual caberia, tanto aquela entidade, cooÕ 
a Prefeitura Municipal,a construção daquela ponte. 
Se houve desvio ou malversação de verbas públi­ 
cas, em outra administração, esse fato não exime a 
Prefeitura Municipal, por esta ou outras adminis - 
traçÕes, na consecução desses objetivos. 
Segundo é público e notório, e inclusive s ic­ 
prensa local noticiou. se não me engano,por infor­ 
maçao de um alto funcionário da Prefeitura, no cor 
rente ano houve uma grande safra de grãos noquelã 
Aldeia", finalizou o edil. 
. PEDE 
LIZMÍ I T 
Também de autoria do Vereador Sydney Nunes 
Leite, do PDT, foi feito o encaminhacento e expe­ 
diente ao Ilmo.Sr. Diretor da CtRETRA.~. com cópia 
ao Sr. Comandante da Polícia Militar, no sentido 
de que haja uma maior fiscalização no estaciona - 
mento de caminhões, principalmente no período no­ 
turno,_em frente ao Posto Nacional, na Rua Barão 
do Ladario. 
• Este requerimento se deve ao fato de que os mo 
Coristas de caminhão, especialmente os tran;portã 
dores de calcáreo, ali costumam estacionar, seÕ 
deixar um espaço m!nico nas es<juínas dificultan­ 
do o trãfego de veículos.que por ali' transitam. 
T~is veículos costumam a estacionar até na coa 
tramao, na Rua Tiradentes. 
Quem vai adentrar a Rua Barão do Ladário vindo 
da Rua Tiradentes, não tem o mínimo de vis~o. 
A mesma coisa ocorr_c_ para quem vai adentrar a 
Rua Tiradentes, oriundo-da Rua Barão do Ladário 
estã sujeito a bater na traseira de u catnhã 
mal estacionado. 
Por estes motivos, é que se faz necessário que 
a atividade fiscalizadora seja exercida em toda a 
sua_plenitude. Por tudo isso pedioos essa fiscali 
zaçao .. 
Na Última quinta-feira, apôs sair da reunião 
desta Câoara, quando regressava à minha residên 
eia, quase fui v!tir:ia ,· _ acidente, devido ao a 
posicionamento dos cm::inhÕes naquele local", com­ 
pletou Sydney. 
Para os que acom~anham os trabalhos do Legisla 
tivo belavistense ja_se tornou comum a apresenta­ 
~ao cm todas as scssocs, por parte do edil Sydney 
Nunes Leite, do PDT, de importantes trabalhos d!­ 
rigidos as reais necessidades dos bclavistenses. 
, 
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1iz! 
MARIA IZA L MO 3A 
Recife-P, 74,08. " 
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Lendo e Comentando 
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rm pró1 <ln Pa­ 
róquia Santo Afon­ 
no, acon eceu din 29 
p. nn rcGidência dn 
a Fermina Gomcn 
CHÁ HENF­ 
cr T' 
Convida ivo para um go~toso chã 
com bioco! os reuniu arandc nGmP­ 
dP RcnhornR que uniram o "Gtil ao a­ 
, gradãvel": Colnboraram com a Paróquia 
c se rcunirnm pnrn um descontraído ba e 
papo. 
PARABtNS 
As Sr?s ice Miranda, Zulema Rosa Fer­ 
minn Gomes e equipe pela feliz iniciati­ 
va. Sucesnos sempre! 
15 ANOS 
DA garota Vera, rol comemorado com ani­ 
mada festinha em sua rcsidência,Vera é 
filha do casal Maria Aparecida e Bertoll~ 
zi. 
1-'UITOS ll-lIGOS 
De Verinha compareceram para cumprimentã 
la pela data. Foram servidos deliciosos­ 
salgadinhos, refrigerantes e logo após o 
"Parabéns à você", gostoso bolo. Felici­ 
dades gatinha, são os nossos desejos. 
OS 15 /NOS 
De Alessandra será comemorado neste dia 
1 de Julho, com grande festa no Clube 
Belavistense. Alessandra é filha doca­ 
sal Dr. Sydney Nunes Leite e M.Adalena. 
A sociedade belavistense prepara -se 
para essa comemoração que serã em gran­ 
de estilo. NA próxima Edição maiores d~ 
talhes. 
Norma de luz 
Leve sua familia para participar da 
fosta caipira da A.A..B. c divirta - se 
tentando pescar os travessos peixinhos na 
própria piscina do Clube; aproveite para 
tostar sua pontaria ganhando um bom vinho 
e tamhém, sua sorte nos demais jogos. 
Convide-se para um delicioso carretei­ 
ro, espetinhos com mandioca, almoçando co 
nosco num clima bastante descontraído, e 
depóis saboreie diversos doces e salgados 
típicos, tendo a alterna ti ·,a de acompa!:h~ 
los com refrigerantes, cervejas, quentao, 
e no final da tarde aquele delicioso cho­ 
colate quente. Haverã também leilões e 
quadrilhas. 
NÃO PERCAM! 
Festa caipira assim, só uma vez por ano 
Ah! pensando em seu conforto, circularã 
um trenzinho CENTPO- A.A.B.B. 
DEUS nos ampara, a fim de que amparemos~ 
os mais necessitados que nós mesmos. 
Ajuda-nos para que ajudemos. 
Sustenta-os a fé, para que apoiemos os 
irmãos que vacilam. 
Releva-nos as faltas, de maneira a relP --
1 
varmos as faltas dos outros. 
Socorre-nos em nossas necessidades de mo­ 
do a socorre:cmos as .necessidades alheias. 
Guarda-nos a fortaleza de ânimo, a fim de 
que possamos fortalecer os companheiros , 
' mais fracos do que nós. 
Educa-nos para que saibamos educar. 
Em suma, esta é a norma de luz da Provi"­ 
dência Divina: "auxilia e serãs auxilia­ 
do". 
Vamos 
haroni 
l!rc Jloqu 
cIdade" . 
tum ltvro qt:I' 
hor.s, ão apena 
gniíicante , :-'ll 
vid que nos apr 
BEZERR,' DE ~~ENEZES. 
BuguenvJlia 
Florida buguenvilia 
Numa casinha de vila, plantei. 
Parti, Deixei! 
Em mo~entos os mais diversos, 
Numa magia sublime, 
As coisas simples nos reaparecem! 
Abro a vioraça 
Do apartamento novo 
E vejo! 
Espalhados sobre o muro, 
Queridos galhos de buguenvilia 
Cual na casinha deixara! 
Neles os pãssaros vivenciam 
Numa algazarra verdejante! 
.·uma orquestração aconchegante 1 
Que me transportam ao infinito, 
Livre, ambulante, 
Do passado à esperançai ... 
DATA: 02 de Julho 89 
HORÁRIO: lc:00 horas 
fl.orida 
MISSE MISTHER 
) 
. - 
Fronteira, serã realizada no dia 14 
<le Julho.•No Grêmio 
A promoção é do Professor Froilan Car 
doso, muitos iovens da citv participarãõ 
desse concursá. Apoio Pref. unicipal. 
ouro. 	1. men.o 
Vou selecionar a .quns mo 
i que 
cc• ca di7en<lo: a0n•ro 
cscr os 	r li id 
cê es á a respos a para a ~e c d,, 
paz e a harmonia. 
Devemos despertar nossas po! ·nciali 
des. Jesus disse: "Não vos preocupeis e 
ó dia de amanhã. Vivei o hoje , 0 agua 
A serenidade é ur dos pontos chaves 
ra vivermos melhor e mais felizes. 
Faça uns ins antes de silencio, 
gulhe nas águas fundas do seu l'.!U. 
Dió logo consigo mesmo, serenamen.e, ' _ 
cê descobrirá o mundo maravilhoso que v 
cG é portador, por graça Divina. 
, você descobrira que esta na erra par 
ser feliz, para se realizar, para 
em pleni ude e não para estagnar. 
somos todos uns ilustres caren es, tz 
zemos potencialidades,ig~oradas. PreciE~ 
mos descobri-las e aciona-las. 
Em você, dentro do seu eu humano 0iv!­ 
no está a resposta para a felicidade. 
o grande psicólogo Carl_ Rogers, escre­ 
veu? "Fu sempre atingi o maximo de min 
eficiência pessoal quando escutei o ~­ 
interior, com atenção e coragem, e quar.~: 
consegui ser eu ... Eu mesmo". . 
Carl Rogers tocou na ferida. CrescIT~ 
to eficiente pessoal, saúde psíquica, 
dem silêncio, se alimentâm na prece, 
reflexão. 
Tristão de Ataide (Alceu de Amoroso:; 
ma), um dos maiores pensadores católico;, 
fala de sua experiência: "Sou um devt: 
do silêncio, plenitude da palavra, fon! 
criadora, sinal máximo da nos sã. união c 
Deus. f: preciso silenciar, neste século, 
rumoroso, em que o nosso mundo interior, 
vive sempre assediado pelo acúmulo e pe:! 
precipitação dos fatores exteriores, pe., 
agitação dos acontecimentos cotidianos,' 
aumentados desmedidamente pela eletrõnic, 
das transmissões da eloquência do sílê~· 
cio". 
O silêncio é o gesto dos sábios. 
Famoso demais, o encontro daquele jo· 
vem com um sãbio mestre hindu: 
- O que é a verdade, mestre? 
- Perguntou o jovem. 
Silêncio da parte do sábio. o jovem r~ 
petiu a pergunta três ou quatro vezes, 
O mestre continuou silencioso, o1~
1 
fixos no hotizonte, ~om anuele brilho~! 
olhares proféticos imensos como o ocean?· 
E pela ultima vez o jovem falou: 
- Por amor de Deus, mestre 
O nue é a ve; 
dade? 	' • 
- ':eu filho, já lhe dei a resposta, aes~' 
o 1nstante da sua primeira pergunta: 
verdade e o silencio e o silêncio ê a •:e; 
dade. 
"Ninguém se conhece por inteiro. 
_Exis_te_m arcanos que nos au_•e • 
1 
escapam, 
psitana 7
5e_mais perspicaz não atinge .. 
o misterio de cada indivíduo. :Respe; 
to e admiro muito a maturidade, o bo 5 
so e a caridade de quem silencia e rez%' 
respeitando o mistério d - r 
lheios. 	e coraçoes 
PENSAMENTO 
"O ROM .1O E SER IM.PORTANTE, 
I 'PORTANTE MESMO f; SER BOM!" 
"A CAMINHADA É LONGA E DISTANTE, MAS 
~UNCA TÃO DISTANTE QUANTO A SUA PELI 
CIDADE! 
* * ** * * *** * * * * * * * * ** * *** * * ** * * * *** *** ***'' 
!ASSOCIAÇÃO DE MO 	__..,, 
ADORES - VILA COA 
OFICIO 005/89/5Ec 
ELA VISTA, 29 DE JNH DE 1953. 
1L SE1MOR: 
IVALDO PEREIRA 
Dl!ucl'OR ?iEslDE)."IE J0ll'v.L !F 
NESTA 
ue! 
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Z!s os 
+s!4ent 
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