" rec,
pnnt,
1 oglar,
mo va! +
, a e
CJ bate ,
o l·
+e Bel
Mareio,
ve;
1a lo:
dq
.;
A flbrn e a arra elo,,
produtores rurais de Be-
la l'l sta, mais urnu vez,
,·,nce os percalços, os
~esafios de,;tes tcmpo8
de lnccrtezn,;, de dúvi
das e de crises.
Has o homem do cnm
po, o produtor rural,
MATO Gnoaso DO SUL ANO XVIII
s
não aceita um "não' quando
se tratn de construir, de
forjar, quando se trata,
enl 1m, ciP Ti!,IIALIIAll.
E os Inteirantes do Sfn
cllcnln Rural d,1 Bela Vls
ta, tendo a frente luiz
Fernando Nunes Rondon ( o
Lll l). I.,•ancln, Acinl l,'•·,r
NO 954
Um Cartão de Visitas
01 DE JULHO DE 1989
cfo Rodrfyues Gonçalves
e toda a equipe, arrega
çaram as manjas, convoca
r·1r., n comunldnrlP e deram
a partida... parn n reo
l1,,1çâo da 18~ EXPO!lEI.,a
:,inl8 trndicional fllsta da
frontdr., do Estado de Ma
tn r·r,,sc:o do Sul.
O nosso parque de Expo
sições é um dos mais boni-
tos do Estado, com todas as
comodidades, água, energia
elêtric;i, pavilhões cons
truídos com esmero, e to
dos os anos sofre trans[or
a ações radicais, sempre pa
i."-h- .lra melhor.
- - 1
1
Tudo está sendo feito pa
; 1 ra acolher da melhor manei
ra os visitantes que esta=
-..;::I rao aqui conosco, cm julho,
1 ;i partir do dia 15, sobre
'tudo os produtores rurais,
4]positores, empresários,
cc·,crrciantei; de diversos
, w1lcÍpios e do Paraguai.
- -,
1
E IL
o s
ES DE
REDA-:'OR CHE!"E I l'ALOO Pl!R.EI AA
s
NCZ$ 0,20
------------------ -------------------
ln ice:aio
Promi r
A EXPOBEL n:io é apc:ias
1
~ cxposiç:io de gado, é
!.ais que isto, é um vcr
:elro oercado aberto pa-
la todos aqueles que al
~jü:l vencer através de
l
trabalho produtivo,gc
Radar de riquezas, ir.pos
' tcs e progresso. -
:
•t~ , - por isto que o pro-
• outor ru 1 - -
·:.'h ra e um torte, e
e nao aceita o lucro fa
4e""B'! ia especulação, ele
~ UO home::, do trabalho,
ll PRODliÇÃO,
~ . Segundo o Presidente
i; ;º Sindicato Rural de Bc
:qa Lsta, Luiz Fernando
f'. /
11
es Rondon(lili), "to-
... ·Fs rês sabemos que a si
;is is csi ien, G
"~ atravessa mor.:cntos
1
., Ceis, mas nós, produ
ores rurais, acredita
.
5
que a saída é o tra-
••lho • é a dcd ic_ic;ão é
'·fã de todos é s6
• s d •
-
0
eixare::, trabalhar,e
te, atrapalharem, que te
~~: .. ª resposta para a
s
A Expobel é
um exemplo
Jã o Vi
0
~ ce - Presidente
ro•indicato Rural, Lean
1
Acioli de Souza, a=
a que "a EXPOBE; •
4tr-', t. e a
,,"s de se1a Vista, é
e d :::iplo que nossa gen
or
11
nos que duvidam dn
"do trabalho e da
P"@eia". Para 1ean
io' as dificuldades es
,. ... Sendo vencidas coj:'1 -
0
ao ..
•dos e todos os envol-
os.{ eaizacis 4a
• .. ': ·.
,:.
ovos "coxos" ara E @ssã cenastruídos nos pa
Gnioes destina.ades aos expositores.
Parecia icposs!vcl, o tccpo era curto, as difi
culdades iocnsos, ~,s o desafio está sendo venci
do, está surgindo o novo Clube do Laço.
Cobertura metálica, instalações confortáveis,
projeto bem cloborndo, salão de festas, casinha,
sanitários, palco, o novo Clube do laço é a ale
gria do jovem José Luiz loureiro(Patrão do Clube),
e da diretoria do Sindicato Rural.
"Estamos correndo contra o tempo, mas tudo
mos para inaugurar o novo Clube do laço nesta
BEL, afirma José luiz, com os olhos postos no
zonte 'da esperança.
fare
EXPÕ
hori
-- -- ------------------,
Observando as obras no Parque de Exposicoes Rio Apa o Vice-Presidente do Sin
dicato Rural de Bela Vista Le;indro Acioli de Souza, Arquiteto José Carlos Gon
çalves(CG) autor do Projeto do :-:ovo Clube de Laço Bela Vista, Engenheiro Ci
vil José Luiz )lastrinni(Dourados) responsável pela obra, José Luiz Loureiro,
Patrao do Clube de Laço Bela Vista e ~a:ide, chefe de obras.
Nem é preciso dizer que
tcrcoos grandes e inesque
cíveis atrações nesta Ex=
POBEL, bailes, pencas, ro
dcios, laçadas, muita mú=
sica, congraçamento, tou
ro mecânico e negócios de
compra e venda de diver
sos produtos, além da ex
posição dos elhores pla
Prefeito Elpio José Roque
Em matéria publicada
nesta ~
ALTO E CORRESPOXDE:,;TS5•
REDAÇÃO, ADMINISTRAc '
República SG' l ÇAO E PA.llQUE GRÁFICO: Ru.l él
439-11' ?" - Caixa Postal 23- roe:(0é7)
- Sede Pr i • ..
de Títulos , "OPria- Registro no carro
e ocunentos ng 35.
,piiiiii_
UM SEMANÁRIO DA
CGC MF 2A REDE BEUVISTENSE DE JQ'il'A!S·
219.o,,·°1
3
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2
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/0001-59 - 1scx. sr. °
_l'Tll°'.-TOR.I: MA...llIA
' ESTELI VELASQUEZ PEREIRA,
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PROGRAME BEL YIST EM Su
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ROOEI0S PENCAS BAILES M0T0CROSS MUITA ALEGRIA E AQUELA H0SPJTA ' GENDI
, A A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A L22 ºl)'RONTEIRA,
NOS ESPERAMOS POR VOCÊ - LAZER E GRANDES E JULHO/8
NEGÓCIOS
E frente a SAESSE·
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P!GI', 0.1
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ler.
conheci
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1HL.EMINE: UMA GRANE PORCARIA EM OE A VISTA
- Mó, e o Sargento Ralfh? Peruntou ou
tro dia uma voz macia no telefone da TF,
- Nao, e dn Trbuna da I ronteiro, nela
'lntn, r •Rpon,11 .•
- HM! Desculpe, eu 1lguel 150,respondeu
i'.l VOl,
- Essa foi apenas mafs uma das Inúmeras
ligações que caem em números errados d1ir1a
ente em llc I n 1 Ista,
Catn srmnnn precl9nvn urgentemenle falar
coo n ni:ê11cio cln llnçíio Cruzeiro do Sul, de
poir. de uns cinco minutos tentando ligar,
cabei desistindo e indo pessoalmente atê a
rodoviário, gnnhel mais tempo!
O sistema de telefonia de Bela Vista es
tá um verdade iro caos jÚ há algum tempo, re
clamações Já foram feitos através da imprcn
sa, da Câmara Municipal de Vereadores, mas
até ngorn nenlnnnn providência foi tomnda por
parte do empreca responsável pelo serviço, a
TELEHS, qu<' Já vem merecendo, não só pelos
·êssimos serviços em Bela Vista, o pseuc!Ôni
co de "TEl.EPORCARlA", foi tomada, -
Aliás, a ,inica cficiênci.1 nos serviços
rln TELENS e11 nossa cidade são os contas te
lefônicas que chegam pontualmente paro se
ren·pagas. Seria mister lembrar que com a
chegada do IS~ EXPOBEL, neste mês, o servi
ço, n continuar como está, vni criar ainda
ais transtornos nos belavistenses e princi
palcente aos visitantes que com certeza es
tarão no cidade. Providências, é o que pe
de os bclovlstcnscs, senhores diretores do
TELE.'!S, ou "TELEPORCARIA" ! !
LEITORES AMIGOS: Tres elementos sao capa
zcs de fazer feliz uma peaaoo: Deus, um a
t:iigo e um livro" - Lacordaire, Na falta de
u lvro, leia o INFORME TFI 1
[
.5±
A
-s.
--
72) •
CARA FEIA!!
Devido à algumas crí
ticas, no mais e apenas
reivindicatórias, veicu
ladas cm nosso coluna em
edição passado, outro dia
uza estirada amiga pas
sou por nôs e nem bom dia
disse. Bem que ainda ten
tac:.os um "bom dia", se
resposta. Ficar de cara
feia apenas porque criti
Ci!Qos um serviço que re
alente estava deixando a
desejar, é,· no mínimo,
falta de bom senso, ·Bom
dia!!
PARA FINALIZAR!!
. 1/Ua-,:-, ,ts reclamações
de alguns que alega não
Su
st
ar nada procurar ou
!
~ • os aois lndos antes
<]_Sritter, ão concor
us, custa sim.a que
° nosso tempo é pouco pa
~a ficar correndo atrás
l: t'odo _r:cndo, outra que
1
&aic nao adianta, 0 te-
efone não dá linha!!
Acho sim, que não cus
d nud - -
l! ' ,., trazer a impren-
~ os ~ottvos pelos qua
.h"to u aquilo não es
a funcionando a conten
to, não precisa neo (o
;:.: car~ feia!! O que que
{2 gas resostas, ex-
caçoes e não criar ca
oe, • •
cm este cu aquele.
1 hpobel/89 1
Garota Joaquim Mortinho
'este
!a;ort
GllTl''l,O
!Jr, Jon,
mado, 1i
sentar,
ro
...,
o
n
o
►
,...
r
" ....
...
Flagrante da abertura do "Garota Jooquin Murtinho"
Quem mais já Colloriu? •
Segundo as ultimas inforoaçoes que recebecos a
tê mesmo u Governador do Estado Dr. Marcelo Miran
da Soares está a um passo de "collorir" também. Co
cose sobe, grande parte do secretariado do Gover
no do Estado já deconstra grande "sinpatia" pelo
candidatura do "Caçador de Marajás". Eles gostam de
estarem por cima. Mas não se iluda::,, Fernando Col
lor já avisou que noo quer e não precisa de políti
cos comprometidos com o poder, é contra essa "raça"
que ele vem lutando!!
ELEIÇÃO KA ASSOCIAÇÃO DO BAIRRO "NHARON".
Com a apresentaçao de chapa Única, sendo reali
zado um plebiscito entre os noradores do Bairro Cos
"Brasileiros e brasileiras, desesperados e de- Estivemos esta semana no ta e Si-!'vo para dizer sim ou não, foi eleita a no
sesperodas, famintos e famintas, o novo piso nocio Parque de Exposições Rio va diretoria da Associação de Moradores daquele po
nol do solário mínimo ê de NCZ$ 150,00 poro os crã Apo em companhia do Vice puloso bairro que terá na presidência o jovern e di
bolhodores na ativa e de NCZS 120,00 para os apo- Presidente do Sindicato nâmico Carlos Mesa Cáceres, na vice-presidência ã
sentados, o partir de julho", decretou Sarney. Rural de Bela Visto, Le- professora Isabel Barbosa, além de uma equipe dinã
Acontece que hoje, quem resolve mesmo ê o Con- andro Acioly, onde obser mica e disposta a trabalhar em prôl daquela comuni
gresso Nacional, que derrubou a medida provisória vamos as inúmeras obras dade. Uma das principais reivindicações a ser levã
do Governo e mondou que fossem pagos já no mês de e modificações que vêm da proximamente às autoridades competentes ê a do
junho os NCZS 120,00 que o Sorney queria pagar so sendo realizados visando cão do Centro Comunitário do Bairro Costa e Silva
no mês de julho. oferecer melhores cbndi- por parte da Prefeitura Municipal; à aquela entid~
Com isso os assalariados recebem os NCZ$ 120,00 çÕes tanto a expositores de que pretende realizar diversas melhorias em su
já em junho, sendo que o salário de julho será reo como nos visitantes da as dependências, como a construção de uc caopo sui
justado de acordo com o percentual inflacionário+ maior festa da fronteira, ço, vestiários e dependência física para a instalã
(leia-se }LIS) JZ, o que provavelmente vai dor ma- a EKPOBEL. Com certeza os ção de uma foroácia comunitária para celhor ateo-=
is de NCZS 150,00 em julho. Com o derrubada do ve- visitantes levarão de nos der os moradores do "Kharon",
to presidencial pelo Congresso Nacional os aposen- sa festa as melhores in. Pretende também a associação, criar nos prôxi
tados do Previdência Social ganham tombémosmescos pressões no que tange à mos dias um informativo mensal do bairro que servi
direitos dos trabalhadores da ativa, o que entende ·organização e administra rã para levar à todos os moradores as atividades
~REITO DE ~ESPOSTA! ! mos ser muito justo. Ao men·os ê o que entendi!! - ção do Porque Rio Apa. desenvolvidas pela diretoria, bem coco reivindicar
Quem por qualquer for r---------------------------------------------, as necessidades daquela cocunidade. Ore-
~:
55
~
0
::::i:r1
~!::;~º i~~ 1
1 'UMA OITE HO VELHO OESTE'' ::~
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~:~~=d~º!~~= =e~º:ª!~;e~~r":a~~~~;
Justaente, têm direito o e> i d t mat vo o bairro, aceitamos o convite e ja
": c%:a z±:..±
responsãvel pela crítica. d C - e o osta e Silva ·sera patrocinado pelos co
o:i isso, objetivamos le - - ] merc1antes e lojistas do bairro, e serã-;-
•~r à população explica:: ----· ' ~ • acima de tudo, independente e desvincula-
;c~s referentes a este ou ..,r ----t do de quaisquer ideologias políticas ou
Gule serviço que não es -. .- • e:.. i , partidarias, credo, cor e raça. Falado??
I correspondendo, e o s-
~•o, nerecedor de nos- .::!,.
1
• ~ --,. .
s críticas. 'l],s
l} " a--w
---
ANTES QUE ESQUEÇA - ANIVERSÁRIO.
Daqu.i deste pedacinho do Informe TP' ,de •
sejaos muitas felicidades e que continue
a ser essa gata siopática à o:niga Patri
ci.a Bliny pela passage::i de cais u:n oniver
sário no Último dia 18/06. Beijos, aá?!
VI, OLHEI E GOSTEI - QUE~O PRÁ MIM!! 1
Nao somos correio e achru::os que recadi
nhos ê coisa de bixa(apesar de não te=os
nada contra eles, ou elas), mas esse tra
ta-se de u caso especial: Clêo,(LEB), 0
. ----+«..---1- ~ que voce teo, quando chego perto coeço a
-- -- sentir algua coisa que não sei explicar!
~.' . • =-~ _>-7 ~ ~: . -=i:.a~;,t . ~::_:, To de olho er., voce e quero uma chance! (DD)
& ,,_'D @Erra ECrCI ELE; ANDRADE- Locali
zoda na Barao do Ladario, esquina co::i ã
uMX NO NO VAN 5c±TE - General Soares da Rocha é o nosso desta
»l. -TU ).7 4q sue das seana. Services garantidos es
.,o.,,u..,,g.,_...- .. ll/ veículos de todas as 1tanas e aquele a-
om certa va ser a o rerente e nunca antes visto ec nossa região a prôxica prct:Õ ~ ~
çig da JOVE!de ela Vista que vem movim~ntando a cidade nos Ültinos dias-. Estará te
n
dii:iento. Fale co:n o Wanderly e confi
acontecendo no pro, M11111,·1p,1I
"
, nd l l dl lH
nt 11 l t
r ,.., l , , , , , , , Muni +p0 1
1 (l
amara Municipal d,e Bela «to, apro-
Vt)I, t' c_•t1, Pr•c•lc.•ilu M11111cip,il dl' H,·ld 1 ~-
de Mato Grosso do Sul, -...d11< 1 º"º
t ", l ,,t ,,d,,
d '"'l'!)lliltf"l' l,•i:
illTIGl , .. _ rie,l o Çl,,·f',, "" """'"'" [,..,.,ufl11
Muni ipl autor :.,1do ,1 11dcp1 i ,. 11· <'3 l lllll 1 -
l 1 1,· for
nh~t•-..., :.t·r·c.1 qui lu1~1c.•l1·0, .,·um 10111.1,_, l
Ç,l '-' d i l'l' _,~o li I dr·,utl a, de talr .... ,1ç,1u lhl
t: io11t1 I cum mnltll' diesel de 130' cv. atr 1-
ve, de ade«ao e consequentemente subscr
çao de qrupos de consorcio.
ARTIGO 2'- ode«ao aos grupos de consor -
(.' i o se f ,,r:,, ,.,, 1 J' 1 vamente m .. ·d t ante d
foral izacao de concorreneia publico, de
dc-or·do com d'4 di -..po,-. 1•..:01..•-... du l.h.•c1•pto-l,· t -
N" J9, dl' f" d,· j.111,·11·" d,· 1079, l' ,kvr,•tn
N" 11:l, de 30 de abr 1 d,·_ L97ll: ,. d,· .,, ,,,._ p.11-.
do "UOI ,, lt-r1i .... L.1ç~o .,plH·.t\.'I ,l l' ... Pl'Cll', / L":im.11·,.1 \un1c1p,1I ".' R,•ld v, ... td, [ ... tddP
, • [ decreta e eu promul-
ART IGO 3º- despesa decorrente d,1 ,1qu, .de M..1tn G,·c,-..--.o "º ::-u
Ç
t.1o d~ uip,,111,•1,tu ... ,•1·, oh.J"·t,> d,· ("ontr..1h
1
- ~,,, ,l ....,,-~1t11nt,: Ll'1:
1 í I G' Lº F F na Ricardo de Souza Ro
liza@ao, considerando-se o va or o'ereto ARIHG' '- teo a rm ,.
a cad 1 '-'quip,1111ent:o(,•--.t1m~tivo), dl' pr·("4..,u ... ", in-...t alada e ... t,1 4.•id.,H..IP, com o amo
do Jiu, pt•l,1 mull1pl it·,H-dO do ~tllúr d,1 PI'_!_ Hut,•l .. 11·1,,, i-...t.•ftd do ... Tributo-.. Mu111t 1pe11 ...
me ira prestaçao ou cota pelo numero de a pelo prazo de 1'dez )anos.
il~TIG0 '.!"- i 111n d,, qu,· tc-nh,1 d11·,·~'l.o
Ct.' 1 d~ d p,lfl.lt'". :..:.:..:..:.:..-~-- • ..1ntl
1
I'" i or,
ARTIG~ - A-.. de---rn•-..., .... l'l•~ult,1~t,·~ d.1 ... ,,1 , ... l.."ll(,'tl() d." llll' tr,!t,1 O Arti~)O
riacçoes dos valore das prestocoe ser firma Ricardo de ouza Rosa, ficara isenta
cnid ,lh i I izadas o t i tu I o "~er, 1 Çn d,i í'
1
'
1
- .... ~,1111..•ntt.• tlt•...,tl' 1·,1110.
- 1 1 , t'tN I C"' • t 1 for cri .. 1d,1 umu f I l _i
du", d C'tld,1 ua•...,, d,· .ic.:nr"l n com o~ , ,l ore } '- e por ventut
,lpuri1do~. .. _ ,l 1, mente era i ..... ent,l a matriz, no referi
ARTIGO 5-- As adesoes de consorcio, que '' do prazo.
• 1 t [ • J f l 1 L 1 "· ,l t 1 !'-, f ,. i -
c-,,ruo ,H.!-..ti·it-'1-.. ,, .... ,1~1l·nc1t1~ ,o-.. , .. , • e€ ARTIGO 3- t 11100 ,1 l'l' ,•r-11., l'
vos creditos, noo poderao exceder a Ctcin tas as duvidas, o Executivo Municipal conce
co)ano:, prazo maimo estabelecido por le' Hera a licença devendo constar da mesmo o
iRTIGl t,!! Fi,·.i n 1'0d,·,· l,,•,·ut "" ,wtu,·1= .. - -..,•qu,nt,·: ISENTA l'E IMP0ST0:3.
du .. , 1b~i,~ cr<•ditn -...upll•m,•nt .. ,1·, p,ll ... l c,
1
h•t· ,lrf1G0 .,1.''- Est .. Lei entrara em vigor no d,1-
t,11·.i ,f,, ,·\·11thli--. .,11111,nt1.,..., ,1'-· pr·t.·ç,,:-, du t,1 ~lt.· :-,lh1 puh~ 1ct1ç,10, f'l!VOgJJ,1-.. ,1 ... di ... po-...i-
cquipdlll .. llu, ,,hjt•to d1..•-...t,, L,•i. ç~<... .. s em contrario.
ARTIGO 7"- (',- ,•mp,•nho-.. d,1-. d espesds deve - 8ela V,,-tJ-MS., 23 de junho ,k 19~9.
,,,·.a.. ta±orados globalmente, nao ob-+an EJ::.on Mede· i 1·0-... de- MurilPS.
te os pagamentos deles decorrerités ocorre- Profei o MUnit:iJhll.
rcm no cx, .. 1•cicio(r,urtc) e nos exercicios
o Coração a Cidade" Apartamentos com
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p
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ei Municipal n~ 860/89
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1
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"í'i-..f) cê:ld-"l t...~, dur:r.:e ':f
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bolhador te: ri .i ài rc: i to do cor.ve :-t.•::! :- cr:. :t:~
vidcr.ciárias poderi:i v-•:-i - r-: ~er.ia ~a!cr:: ,,,
çno se:_ fizesse( :;err;:,re preferenciais é!O pc'."- _
por açoes d.:,. e::-p r13s;, cor.. -, Cj' nl o - ,,..,bclhlJ!:
tivesse: vlr.:::ulc t· ... ;:.rv-,.--.:· :r-_o; ::.r-c!.;::i ;:;rog:-:.;.Z.
:-:;,--:, e ai r r•--:. ~ -.f"!:J:,., .. •· e ....... b ....!.r.~.:O!';
rí.:Ct:SZC r.JiS ~•.::-r;x> r.--t a••.sise
cen ivos especiais poderia--- ser cr-iadcS r= ... _ra
o traba.lhr":or i:?;>li=assc t:~~~o.;::.z; oessca:.s :
fu'1do seu. indispo:-.ivE:-1, que poderia ser :e,
do scxnc:n <: por ocasio da QOS<."ntadorl:-<-
0 leito:- certa-:ie:1::e já percebeu quais st-'
os n::sul tados dessa poli. tica fu:-.dã.le:itaeél ~
são de: aç&:s previd...;r.:::iárié:!S. Q-Ja;to tt:ri~ ·.:
balha-:or -,e-, :-.;:o~c:1t -:-1.r, '!ex is e.e 35 r.::r
5
serviço, se tivessem Pé:SSaào. t.oco esse te
rim 42o 7E:S(:S) amealhando ações de ua F
solioa? Qual seria o bt:ne_Í.cio para e::1)!'"::Y_
tivessem assegurada a sun cctf)i laliz~ão ;:e'"~
de trcs decadas, serr. os 1.rans1:.or:1os da es ,
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OTEL P USIDI OI FRONTEIRA
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1o DE MA9 DE 1975
- - -----------------------------------'
AO XIV
Expulsão
E repreendeu Jesus o demônio, e saiu
ele, E desde aquela hora o menino sarou.
+tão, 'os discípulos perquntaram a Jesus ,
particular· "Por que no podemos nós ex
1sá-1o?"Respondeu-lhes Jesus: "Esta cag
de demônios não se expulsa senão pela o
acção e pelo jejum". (ateus, 18-14).
Não é de estranhar que os discípulos de
admirassem do não terem podido ex
lsa° o "demônio", que atormentava aquele
nino, e procurassem sabor do Mostro - o
• go deduz do diálogo-- qual o meio a
r emprogado para tal.
Hii rnlli.ta genl:e hoje que, apesar das lu
cs que n Terceira Revelação trazido sobre
s causas elas obsessões, ainda pensa gu'3
xplusar o "dt'mônio", isto é, obrigar um
spírito obsessor a abondonar o obsediado,
• cois11 fiicil. Ainda há poucos dias, um
os principais matutinos desta Capital, o
Diário de são Paulo", traziu, entre 0s a
incios, um muito interessante, referente,
. uma descoberta para conseguir tal fim
ropunha-sP o anunciante a remeter, pelo
correio, a quem o sol icitussc, um casal de
pedras de cevar", para "espantar Espiri -
os atrasados"; u quem lhe remetesse a im
rtãncia de 50 cruzados polo cásal " sem
ria" e 100 cruzados pelo casal com cria".
possível que muitos ingênuos já te
tham caido nessa modalidade do "conto do
i ae • igário", que, aliás, não é nova. Há mui. -
os anos quando nossa Capital foi tomada
or um verdadeiro batalhão de pernilongos,
pareceu nos jornais um anGncio semelhante
ia fe. 4/ a diferença, apenas, de que se tratava
! l "espantar" pernilongos e não Espíritos:
•
0 anunciante propunha-se a remeter, a quem
:oss,: • ;hc enviasse cinco mil um aparelho ,
iDS &: infalível para extinção dos incômodos sere
,s atistas, que não deixavam a população paÜ
,;:,. listana dormir sossegada. Os que remeteram
quantia pedida receberam, pelo correio ,
~ bonita caixinha de madeira, dentro da
;eus - uai estavam dois pauzinhos numerados - no
e no 2. Acompanhavam a caixinha umas ins
#ruções impressas, que diziam: "V. Sa colo
e, delicadamente, a cabeça do pernilongo·
obre a pauzinho nQ 1 e arrume-lhe uma cer
leira cacetada, no cérebro, com o pauzinho
o 2".
Este descobridor das pedras de cevar
n cria" ou é um ingênuo, que pensa que
5
Pantar Esoiritos atrasados é o mesmo que
•Pantar pernilongos, ou é um brincalhão ,
, então - o que é pior um espertalhão q/
do
quer locupletar-se à cus a da ignorância,
alheia!
Para espantar Espíritos atrusados so
há um remédio, o ense é o que o Cristo on
sinou aos seus discípulos, quando es os
lhe perguntaram pcrquc> motl.vo niío tinham
conseguido que o obsessor so retirasso de
junto daquele menino: - "Es a casta doe "
demõnios" não sP xoulsa se não pela ora
ção e pelo jejum!"
Por meio da oração - por moio da prece
- é que nos pomos cm con ato com o alto ,
obtendo uma parte do auxílio necess~rio
para a(astarmos os Espíritos que ôbsPdam~
os nossos irmãos, e por meio do jejum, e
que obtemos a outra parte, que vem a ser
a que nos toca no trabalho.
Esse jejum, entretanto, a parte que
nos toca, não consiste na abstenção de a
limentos. O jejum a que Cristo se refere,
é aquele a que o Espírito que assistia o
profPtu Isaías já se referia: - "Acaso o
jejum que escolhi consiste em afligir o
homem, a sua alma, por um dia? Rompe as
ligaduras da impiedade! Desata os feixi -
nhos que deprimem! Deixa ir livres aque
les que estão quebrantados! Parte o teu
pão com o que tem fome e introduze em tua
casa os pobres e os peregrinos! Quando vi
res o nu, cobre-o, e não o desprezes! En
tão, invocarás tu ao Senhor, e ele te a
tenderá. Quando tu desentranhares a tua
alma para com o faminto e enchereb a sua
alma aflita, nascerás das trevas, a as
tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia!".
Eis ai o jejum, que aliado a prece ,
constitui o segredo para que tenhamos as
cendência sobre os espíritos atrasados
rompermos as ligaduras da impiedade, tor
nando-nos moralmente superiores àqueles ,
Espíritos; praticarmos a verdadeira cari
dade, e recorrermos, então, ao Senhor, em
cujo auxilio tudo obteremos!
Pedras de cevar, "com cria" ou "sem
cria", defumações, banhos com especiarias
água benta, rezas, esconjurações, exorcis
mos, nada disto tem eficiicia para "espan:::
tar" Espíritos atrasados se aproximam de
nós por encontrarem atracão, assim como
as moscas se sentem atraídas por uma cri
ança que está com o rosto e as mãos sujos
de mel! Façamos o nosso Espírito despojar
se das fontes de atração, e os Espíritos,
atrasados não mais se aproximarão dele .
Que os ingênuos não vão, pois, cair no
conto das "pedras de cevar"
Diza o Papa João Paulo II, - em sua primeira
revista ao jornalistas de todo mundo, logo após
Per assunido o Supremo Pontificado da Igreja
os reles de Comunicação Social fazem 4 promo
q.e falam e mata o que silenciam".
@udeza julgou o Pontífice os efeitos da co
ao sobre o público leitor, ouvinte e telcs
-or. O que é constantemente divulgado, de for
~~PCtitiva, cala na alma, fixando valores. Valo
qe, lentamente, se transformam em modos de vi
OI':!!,1s de pensamento, h:Íbitos ,bons ou maus. E
ue { silenciado, como costuma acontecer com as
·t·a,lt,- ristãs, os valores éticos, morais, reli-
os e espirituais, o povo vai perdendo, esque -
"do. ~csultado: o público assimila conteúdos de
da alhefos aos bons hábitos de vida, que fluem,
As virtudes humanas e cristãs.
?AI2 DESTE PODER
Os etos de comunicação social (MCS) são podero
s, Porque são envolventes, atingem o indivíduo,
Profundidade do ser, desafiam a sociedade huma
co:, o bombardeio persistentes de apelos e ensa
~s. Utilizando recursos psicológicos, emocionais
Ctivos, intelectuais visuais e artísticos. São
Pazes de tocar até o subconsciente do homem, fe
"do a sensibilidade, propondo desejos, cultivan-
«s vaidades, estimulando os apetites de posse ,
sexo, de poder, de gozo, de beleza, de realiza
/essoal, de competiç:'io com e contra o outro .
PPec!alente a música, a cor, o som, a imagem
Palavra recebem um tratamento singular, psico
amente inteligente, a fim de que "e'an capa -
~t~c _atingir o alvo, que é o home~. O homem é o-
de cubiça desenfreada dos modernos meios de
EIO
1) l l)
"D em ô n i o"
1 DE TUTH!O DE 1989.
DE COMUNIC
comunicação, Ele deve ser conquistado para o con -
sumo, pela máquina de vender coisas e pessoas. O
consumo, estimulado pelos MCS, leva fatalmente ao
consumismo. E este já é vício, descontrole pessoal
alienaçao de valores maiores, porque consagra como
bem maior,o ter coisas, para consumir as coisas ,
para ter maior poder sobre as coisas e as pessoas.
Este é o maior pecado dos MCS modernos. Servem
em primeiro lugar como máquina que leva ao consu -
mismo, utilizando para isto os recursos que a téc
pica e a eletrônica põem ao serviço do homem. 'I'ra
ta-se do pecado do mau"uso, da exploração do hoe
e de suas vaidades. As coisas são mais valorizadas
do que as pessoas. O homem já não é visto cm sua
dignidade, mas apenas como objeto de consumo, fa -
tor de consumismo, mercadoria a ser explorada, con
sumida.
O PODER E OS SISTEMAS
No regime capitalist , como o nosso os meios
de comunicac;ào social servem, cn primei;o lugar, à
propaganda consumista, segundo as exigências do
mercado. No regime comunista, os meios de comunica
cão social servem às idêias do sistema. Lã O Esta=
do ê o Único proprietário. A imp=nsa escrita
O rã
dio e a televisão são usados para a propaganda das
ideias do Partido üaico que se perpetua no poder,
como expressao da mais feroz das ditaduras, que
nao permite nem sequer que alguém discorde cm pú -
blico. Os exemplos_nos vêc da Rússia, nestes quase
70 anos de Revoluçao Comunista. Em ambos os siste
mas capitalistas e comunistas, os MCS são postos
a~ serviço ou de produtos para o consumo, ou dei
deias do Partido que está no poder
QUAL ALTERNATIVA?
R-
1
Quando se é bom amigo, sempre se encon
tram boas amizades.
* Quanto maior a nau, maior a tormenta.
* Se a mocidade soubesse o que fazer, e
a velhice pudesse fazer o que sabe, nin
guém seria pobre (Randie Cotgrave)
* o amor é surpresa de descobrir que o
outro existe (G. Bernanos)
* A amizade verdadeira sorri na alegria,
consola na tristeza, alivia a dor e se e
terniza em Deus.
Se as criaturas são reflexcs do Dou:; ,
então amemos os reflexos aue certamente,
chegaremos à Luz (UI. de Goutel).
* No dia em que parares de avançar edis
seres "até aqui já basta", então começa::
rás a morrer (Santo Agostinho).
Onde corações humanos estiverem unidos
ou sofrendo, Cristo estabelece a sua mo
rada (F. Mauriac).
* Quando os jovens descobrem a arte de
chorar como adultos e sorrir como criança
eles começam a descobrir que são infini
tos (Pe. Zezinho).
* Mudar de idéia não é vergonhoso, vergo
nhosc mesmo, 6 no ter idéias para mudar.
* O escritor original nao é aauele que
não imita ninguém,··
mas o que ninguém consegue imitar (Cha -
teaubriand) .
* O cristão nunca deve iniciar ou encer
rar seu dia, sem antes dirigir-se a
Deus. A oração da manhã é o batismo para
o dia, que sem Deus permanece pagão. E
a oração da noite é sua extrema-unção, a
última benção do dia, que irá torná-lo,.
santo diante dê Deus. (De um livrinho de
orações, 1938).
A rigor, os meios técnicos não são nem bons
nem maus. São indiferentes. Quem lhes atribui
0
bom ou mau uso ê ~ homem, que usa tais meios. Is
to significa que, postos ao serviços do verdadei
ro bem comum, eles podem fazer m!lares na proo
çao da dignidade humana, do·bcm comum, da união
entre os povos, da paz, da injustiça social, da2
bondade, das relações de fraternidade, das virtu
des hucanas e cristãs. Os CS são capazes de le -
var simultaneanente a todos a palavra da verdade,
os fatos construtivos, a boa notícia, os valores,
eticos nos julgamentos sobre problemas humanos
hoje em crescente exigência de definição. A alter
nativa é a de pôr os MCS ao serviço do ho:nen aÕ
bem da fé. à promoção da cultura sadia, ã defesa,
dos mais necessitados, à união entre os homens ,
a partilha dos bens, os valores da arte, à orga
nizaça0 política dos cidadãos em busca de carida
de. Ua alternativa que exige renúncia à competi
çao desenfreada e o reconhecimento da igualdade
dos homens, acima da situação cultural e social.
Mesmo que pareça uma utopia, importa trabalhar
afanosamente, para corrigir os desvios de rota ,
nos quais os nossos meios de co~unicação inco..rem
fac!lente. Basta observar a Rede Globo de Telev!
sao para conferir o que afirmamos acima. o povo
brasileiro vc:: perdendo valores éticos, familia_
res. Aceita facil::ente critérios de vida contrã -
rio: aos ensinamentos da Igreja, como é
O caso do
divorcio, da ~egalização do aborto, do amor livre
A Rede Globo e hoj: n principal responsável por
esta dolorosa erosão de valores.éticos e cristãos
na alma de nosso povo. Vale.a pena lutar por uma
ir.prensa que nio seja escrava da Ideologia dos
sistemas sócio-político-econômicos.
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TOMOU POSSE A HOV A DIRETORIA DO
CENTRO COMUHIT ÁRIO ZULMIRA OSSUHA
"f•,JHf'U 1,.1,r-1t.· pt,nd(r' <
RONAV /lBn MuniciP,~I Auxilia Mic~oempresas;
Cm recursos vindes do F~SUL-Furdo dl' 11ra provn do trab6lho din;mico que o Pro-
Assist~ncia Soci..il S11lm.itogros!-ense, a P~- n.:v/LS/1 e EmpEer vrn, real i:::ando na Prince·~
nilv/LBA Municip,,I .Juxi I iou ..i criação d1o n