" rec, pnnt, 1 oglar, mo va! + , a e CJ bate , o l· +e Bel Mareio, ve; 1a lo: dq .; A flbrn e a arra elo,, produtores rurais de Be-­ la l'l sta, mais urnu vez, ,·,nce os percalços, os ~esafios de,;tes tcmpo8 de lnccrtezn,;, de dúvi­ das e de crises. Has o homem do cnm­ po, o produtor rural, MATO Gnoaso DO SUL ANO XVIII s não aceita um "não' quando se tratn de construir, de forjar, quando se trata, enl 1m, ciP Ti!,IIALIIAll. E os Inteirantes do Sfn cllcnln Rural d,1 Bela Vls­ ta, tendo a frente luiz Fernando Nunes Rondon ( o Lll l). I.,•ancln, Acinl l,'•·,r NO 954 Um Cartão de Visitas 01 DE JULHO DE 1989 cfo Rodrfyues Gonçalves e toda a equipe, arrega­ çaram as manjas, convoca r·1r., n comunldnrlP e deram a partida... parn n reo­ l1,,1çâo da 18~ EXPO!lEI.,a :,inl8 trndicional fllsta da frontdr., do Estado de Ma tn r·r,,sc:o do Sul. O nosso parque de Expo­ sições é um dos mais boni- tos do Estado, com todas as comodidades, água, energia elêtric;i, pavilhões cons­ truídos com esmero, e to­ dos os anos sofre trans[or a ações radicais, sempre pa i."-h- .lra melhor. - - 1 1 Tudo está sendo feito pa ; 1 ra acolher da melhor manei ra os visitantes que esta= -..;::I rao aqui conosco, cm julho, 1 ;i partir do dia 15, sobre 'tudo os produtores rurais, 4]positores, empresários, cc·,crrciantei; de diversos , w1lcÍpios e do Paraguai. - -, 1 E IL o s ES DE REDA-:'OR CHE!"E I l'ALOO Pl!R.EI AA s NCZ$ 0,20 ------------------ ------------------- ln ice:aio Promi r A EXPOBEL n:io é apc:ias 1 ~ cxposiç:io de gado, é !.ais que isto, é um vcr­ :elro oercado aberto pa- la todos aqueles que al­ ~jü:l vencer através de l trabalho produtivo,gc Radar de riquezas, ir.pos ' tcs e progresso. - : •t~ , - por isto que o pro- • outor ru 1 - - ·:.'h ra e um torte, e e nao aceita o lucro fa 4e""B'! ia especulação, ele ~ UO home::, do trabalho, ll PRODliÇÃO, ~ . Segundo o Presidente i; ;º Sindicato Rural de Bc­ :qa Lsta, Luiz Fernando f'. / 11 es Rondon(lili), "to- ... ·Fs rês sabemos que a si ;is is csi ien, G "~ atravessa mor.:cntos 1 ., Ceis, mas nós, produ ores rurais, acredita . 5 que a saída é o tra- ••lho • é a dcd ic_ic;ão é '·fã de todos é s6 • s d • - 0 eixare::, trabalhar,e te, atrapalharem, que te ~~: .. ª resposta para a s A Expobel é um exemplo Jã o Vi 0 ~ ce - Presidente ro•indicato Rural, Lean 1 Acioli de Souza, a= a que "a EXPOBE; • 4tr-', t. e a ,,"s de se1a Vista, é e d :::iplo que nossa gen­ or 11 nos que duvidam dn "do trabalho e da P"@eia". Para 1ean­ io' as dificuldades es ,. ... Sendo vencidas coj:'1 - 0 ao .. •dos e todos os envol- os.{ eaizacis 4a • .. ': ·. ,:. ovos "coxos" ara E @ssã cenastruídos nos pa­ Gnioes destina.ades aos expositores. Parecia icposs!vcl, o tccpo era curto, as difi­ culdades iocnsos, ~,s o desafio está sendo venci­ do, está surgindo o novo Clube do Laço. Cobertura metálica, instalações confortáveis, projeto bem cloborndo, salão de festas, casinha, sanitários, palco, o novo Clube do laço é a ale­ gria do jovem José Luiz loureiro(Patrão do Clube), e da diretoria do Sindicato Rural. "Estamos correndo contra o tempo, mas tudo mos para inaugurar o novo Clube do laço nesta BEL, afirma José luiz, com os olhos postos no zonte 'da esperança. fare EXPÕ hori -- -- ------------------, Observando as obras no Parque de Exposicoes Rio Apa o Vice-Presidente do Sin­ dicato Rural de Bela Vista Le;indro Acioli de Souza, Arquiteto José Carlos Gon çalves(CG) autor do Projeto do :-:ovo Clube de Laço Bela Vista, Engenheiro Ci­ vil José Luiz )lastrinni(Dourados) responsável pela obra, José Luiz Loureiro, Patrao do Clube de Laço Bela Vista e ~a:ide, chefe de obras. Nem é preciso dizer que tcrcoos grandes e inesque cíveis atrações nesta Ex= POBEL, bailes, pencas, ro dcios, laçadas, muita mú= sica, congraçamento, tou­ ro mecânico e negócios de compra e venda de diver­ sos produtos, além da ex­ posição dos elhores pla Prefeito Elpio José Roque Em matéria publicada nesta ~ALTO E CORRESPOXDE:,;TS5• REDAÇÃO, ADMINISTRAc ' República SG' l ÇAO E PA.llQUE GRÁFICO: Ru.l él 439-11' ?" - Caixa Postal 23- roe:(0é7) - Sede Pr i • .. de Títulos , "OPria- Registro no carro e ocunentos ng 35. ,piiiiii_ UM SEMANÁRIO DA CGC MF 2A REDE BEUVISTENSE DE JQ'il'A!S· 219.o,,·°1 3 • 2 0 3 /0001-59 - 1scx. sr. ° _l'Tll°'.-TOR.I: MA...llIA ' ESTELI VELASQUEZ PEREIRA, - a tir a PROGRAME BEL YIST EM Su VEHH ROOEI0S PENCAS BAILES M0T0CROSS MUITA ALEGRIA E AQUELA H0SPJTA ' GENDI , A A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A L22 ºl)'RONTEIRA, NOS ESPERAMOS POR VOCÊ - LAZER E GRANDES E JULHO/8 NEGÓCIOS E frente a SAESSE· o 01 T J'LHO E 19 9 P!GI', 0.1 luar tsas V4 l'lllo os iue , pe Prcst( istn fr: r ter sto e tas ' que ler. conheci o a í 1HL.EMINE: UMA GRANE PORCARIA EM OE A VISTA - Mó, e o Sargento Ralfh? Peruntou ou­ tro dia uma voz macia no telefone da TF, - Nao, e dn Trbuna da I ronteiro, nela 'lntn, r •Rpon,11 .• - HM! Desculpe, eu 1lguel 150,respondeu i'.l VOl, - Essa foi apenas mafs uma das Inúmeras ligações que caem em números errados d1ir1a ente em llc I n 1 Ista, Catn srmnnn precl9nvn urgentemenle falar coo n ni:ê11cio cln llnçíio Cruzeiro do Sul, de poir. de uns cinco minutos tentando ligar, cabei desistindo e indo pessoalmente atê a rodoviário, gnnhel mais tempo! O sistema de telefonia de Bela Vista es­ tá um verdade iro caos jÚ há algum tempo, re clamações Já foram feitos através da imprcn sa, da Câmara Municipal de Vereadores, mas até ngorn nenlnnnn providência foi tomnda por parte do empreca responsável pelo serviço, a TELEHS, qu<' Já vem merecendo, não só pelos ·êssimos serviços em Bela Vista, o pseuc!Ôni co de "TEl.EPORCARlA", foi tomada, - Aliás, a ,inica cficiênci.1 nos serviços rln TELENS e11 nossa cidade são os contas te­ lefônicas que chegam pontualmente paro se­ ren·pagas. Seria mister lembrar que com a chegada do IS~ EXPOBEL, neste mês, o servi­ ço, n continuar como está, vni criar ainda ais transtornos nos belavistenses e princi palcente aos visitantes que com certeza es­ tarão no cidade. Providências, é o que pe­ de os bclovlstcnscs, senhores diretores do TELE.'!S, ou "TELEPORCARIA" ! ! LEITORES AMIGOS: Tres elementos sao capa zcs de fazer feliz uma peaaoo: Deus, um a t:iigo e um livro" - Lacordaire, Na falta de u lvro, leia o INFORME TFI 1 [ .5±­ A -s. -- 72) • CARA FEIA!! Devido à algumas crí­ ticas, no mais e apenas reivindicatórias, veicu­ ladas cm nosso coluna em edição passado, outro dia uza estirada amiga pas­ sou por nôs e nem bom dia disse. Bem que ainda ten tac:.os um "bom dia", se resposta. Ficar de cara feia apenas porque criti Ci!Qos um serviço que re­ alente estava deixando a desejar, é,· no mínimo, falta de bom senso, ·Bom dia!! PARA FINALIZAR!! . 1/Ua-,:-, ,ts reclamações de alguns que alega não Su st ar nada procurar ou­ ! ~ • os aois lndos antes <]_Sritter, ão concor­ us, custa sim.a que ° nosso tempo é pouco pa ~a ficar correndo atrás l: t'odo _r:cndo, outra que 1 &aic nao adianta, 0 te- efone não dá linha!! Acho sim, que não cus d nud - - l! ' ,., trazer a impren- ~ os ~ottvos pelos qua­ .h"to u aquilo não es a funcionando a conten­ to, não precisa neo (o­ ;:.: car~ feia!! O que que {2 gas resostas, ex- caçoes e não criar ca oe, • • cm este cu aquele. 1 hpobel/89 1 Garota Joaquim Mortinho 'este !a;ort GllTl''l,O !Jr, Jon, mado, 1i sentar, ro ..., o n o ► ,... r " .... ... Flagrante da abertura do "Garota Jooquin Murtinho" Quem mais já Colloriu? • Segundo as ultimas inforoaçoes que recebecos a­ tê mesmo u Governador do Estado Dr. Marcelo Miran­ da Soares está a um passo de "collorir" também. Co cose sobe, grande parte do secretariado do Gover­ no do Estado já deconstra grande "sinpatia" pelo candidatura do "Caçador de Marajás". Eles gostam de estarem por cima. Mas não se iluda::,, Fernando Col­ lor já avisou que noo quer e não precisa de políti cos comprometidos com o poder, é contra essa "raça" que ele vem lutando!! ELEIÇÃO KA ASSOCIAÇÃO DO BAIRRO "NHARON". Com a apresentaçao de chapa Única, sendo reali­ zado um plebiscito entre os noradores do Bairro Cos "Brasileiros e brasileiras, desesperados e de- Estivemos esta semana no ta e Si-!'vo para dizer sim ou não, foi eleita a no­ sesperodas, famintos e famintas, o novo piso nocio Parque de Exposições Rio va diretoria da Associação de Moradores daquele po nol do solário mínimo ê de NCZ$ 150,00 poro os crã Apo em companhia do Vice puloso bairro que terá na presidência o jovern e di bolhodores na ativa e de NCZS 120,00 para os apo- Presidente do Sindicato nâmico Carlos Mesa Cáceres, na vice-presidência ã sentados, o partir de julho", decretou Sarney. Rural de Bela Visto, Le- professora Isabel Barbosa, além de uma equipe dinã Acontece que hoje, quem resolve mesmo ê o Con- andro Acioly, onde obser mica e disposta a trabalhar em prôl daquela comuni gresso Nacional, que derrubou a medida provisória vamos as inúmeras obras dade. Uma das principais reivindicações a ser levã do Governo e mondou que fossem pagos já no mês de e modificações que vêm da proximamente às autoridades competentes ê a do junho os NCZS 120,00 que o Sorney queria pagar so sendo realizados visando cão do Centro Comunitário do Bairro Costa e Silva­ no mês de julho. oferecer melhores cbndi- por parte da Prefeitura Municipal; à aquela entid~ Com isso os assalariados recebem os NCZ$ 120,00 çÕes tanto a expositores de que pretende realizar diversas melhorias em su­ já em junho, sendo que o salário de julho será reo como nos visitantes da as dependências, como a construção de uc caopo sui justado de acordo com o percentual inflacionário+ maior festa da fronteira, ço, vestiários e dependência física para a instalã (leia-se }LIS) JZ, o que provavelmente vai dor ma- a EKPOBEL. Com certeza os ção de uma foroácia comunitária para celhor ateo-= is de NCZS 150,00 em julho. Com o derrubada do ve- visitantes levarão de nos der os moradores do "Kharon", to presidencial pelo Congresso Nacional os aposen- sa festa as melhores in. Pretende também a associação, criar nos prôxi­ tados do Previdência Social ganham tombémosmescos pressões no que tange à mos dias um informativo mensal do bairro que servi direitos dos trabalhadores da ativa, o que entende ·organização e administra rã para levar à todos os moradores as atividades ~REITO DE ~ESPOSTA! ! mos ser muito justo. Ao men·os ê o que entendi!! - ção do Porque Rio Apa. desenvolvidas pela diretoria, bem coco reivindicar Quem por qualquer for r---------------------------------------------, as necessidades daquela cocunidade. Ore- ~: 55 ~ 0 ::::i:r1 ~!::;~º i~~ 1 1 'UMA OITE HO VELHO OESTE'' ::~ 0 : 0 ~:~~=d~º!~~= =e~º:ª!~;e~~r":a~~~~; Justaente, têm direito o e> i d t mat vo o bairro, aceitamos o convite e ja ": c%:a z±:..± responsãvel pela crítica. d C - e o osta e Silva ·sera patrocinado pelos co o:i isso, objetivamos le - - ] merc1antes e lojistas do bairro, e serã-;- •~r à população explica:: ----· ' ~ • acima de tudo, independente e desvincula- ;c~s referentes a este ou ..,r ----t do de quaisquer ideologias políticas ou Gule serviço que não es -. .- • e:.. i , partidarias, credo, cor e raça. Falado?? I correspondendo, e o s- ~•o, nerecedor de nos- .::!,. 1 • ~ --,. . s críticas. 'l],s l} " a--w --- ANTES QUE ESQUEÇA - ANIVERSÁRIO. Daqu.i deste pedacinho do Informe TP' ,de • sejaos muitas felicidades e que continue a ser essa gata siopática à o:niga Patri­ ci.a Bliny pela passage::i de cais u:n oniver sário no Último dia 18/06. Beijos, aá?! VI, OLHEI E GOSTEI - QUE~O PRÁ MIM!! 1 Nao somos correio e achru::os que recadi nhos ê coisa de bixa(apesar de não te=os nada contra eles, ou elas), mas esse tra­ ta-se de u caso especial: Clêo,(LEB), 0 . ----+«..---1- ~ que voce teo, quando chego perto coeço a -- -- sentir algua coisa que não sei explicar! ~.' . • =-~ _>-7 ~ ~: . -=i:.a~;,t . ~::_:, To de olho er., voce e quero uma chance! (DD) & ,,_'D @Erra ECrCI ELE; ANDRADE- Locali zoda na Barao do Ladario, esquina co::i ã uMX NO NO VAN 5c±TE - General Soares da Rocha é o nosso desta »l. -TU ).7 4q sue das seana. Services garantidos es .,o.,,u..,,g.,_...- .. ll/ veículos de todas as 1tanas e aquele a- om certa va ser a o rerente e nunca antes visto ec nossa região a prôxica prct:Õ ~ ~ çig da JOVE!de ela Vista que vem movim~ntando a cidade nos Ültinos dias-. Estará te n dii:iento. Fale co:n o Wanderly e confi acontecendo no pro, M11111,·1p,1I " , nd l l dl lH nt 11 l t r ,.., l , , , , , , , Muni +p0 1 1 (l amara Municipal d,e Bela «to, apro- Vt)I, t' c_•t1, Pr•c•lc.•ilu M11111cip,il dl' H,·ld 1 ~- de Mato Grosso do Sul, -...d11< 1 º"º t ", l ,,t ,,d,, d '"'l'!)lliltf"l' l,•i: illTIGl , .. _ rie,l o Çl,,·f',, "" """'"'" [,..,.,ufl11 Muni ipl autor :.,1do ,1 11dcp1 i ,. 11· <'3 l lllll 1 - l 1 1,· for­ nh~t•-..., :.t·r·c.1 qui lu1~1c.•l1·0, .,·um 10111.1,_, l Ç,l '-' d i l'l' _,~o li I dr·,utl a, de talr .... ,1ç,1u lhl­ t: io11t1 I cum mnltll' diesel de 130' cv. atr 1- ve, de ade«ao e consequentemente subscr çao de qrupos de consorcio. ARTIGO 2'- ode«ao aos grupos de consor - (.' i o se f ,,r:,, ,.,, 1 J' 1 vamente m .. ·d t ante d foral izacao de concorreneia publico, de dc-or·do com d'4 di -..po,-. 1•..:01..•-... du l.h.•c1•pto-l,· t - N" J9, dl' f" d,· j.111,·11·" d,· 1079, l' ,kvr,•tn N" 11:l, de 30 de abr 1 d,·_ L97ll: ,. d,· .,, ,,,._ p.11-. do "UOI ,, lt-r1i .... L.1ç~o .,plH·.t\.'I ,l l' ... Pl'Cll', / L":im.11·,.1 \un1c1p,1I ".' R,•ld v, ... td, [ ... tddP , • [ decreta e eu promul- ART IGO 3º- despesa decorrente d,1 ,1qu, .de M..1tn G,·c,-..--.o "º ::-u Ç t.1o d~ uip,,111,•1,tu ... ,•1·, oh.J"·t,> d,· ("ontr..1h 1 - ~,,, ,l ....,,-~1t11nt,: Ll'1: 1 í I G' Lº F F na Ricardo de Souza Ro liza@ao, considerando-se o va or o'ereto ARIHG' '- teo a rm ,. a cad 1 '-'quip,1111ent:o(,•--.t1m~tivo), dl' pr·("4..,u ... ", in-...t alada e ... t,1 4.•id.,H..IP, com o amo do Jiu, pt•l,1 mull1pl it·,H-dO do ~tllúr d,1 PI'_!_ Hut,•l .. 11·1,,, i-...t.•ftd do ... Tributo-.. Mu111t 1pe11 ... me ira prestaçao ou cota pelo numero de a pelo prazo de 1'dez )anos. il~TIG0 '.!"- i 111n d,, qu,· tc-nh,1 d11·,·~'l.o Ct.' 1 d~ d p,lfl.lt'". :..:.:..:..:.:..-~-- • ..1ntl 1 I'" i or, ARTIG~ - A-.. de---rn•-..., .... l'l•~ult,1~t,·~ d.1 ... ,,1 , ... l.."ll(,'tl() d." llll' tr,!t,1 O Arti~)O riacçoes dos valore das prestocoe ser firma Ricardo de ouza Rosa, ficara isenta cnid ,lh i I izadas o t i tu I o "~er, 1 Çn d,i í' 1 ' 1 - .... ~,1111..•ntt.• tlt•...,tl' 1·,1110. - 1 1 , t'tN I C"' • t 1 for cri .. 1d,1 umu f I l _i du", d C'tld,1 ua•...,, d,· .ic.:nr"l n com o~ , ,l ore } '- e por ventut ,lpuri1do~. .. _ ,l 1, mente era i ..... ent,l a matriz, no referi ARTIGO 5-- As adesoes de consorcio, que '' do prazo. • 1 t [ • J f l 1 L 1 "· ,l t 1 !'-, f ,. i - c-,,ruo ,H.!-..ti·it-'1-.. ,, .... ,1~1l·nc1t1~ ,o-.. , .. , • e€ ARTIGO 3- t 11100 ,1 l'l' ,•r-11., l' vos creditos, noo poderao exceder a Ctcin tas as duvidas, o Executivo Municipal conce co)ano:, prazo maimo estabelecido por le' Hera a licença devendo constar da mesmo o iRTIGl t,!! Fi,·.i n 1'0d,·,· l,,•,·ut "" ,wtu,·1= .. - -..,•qu,nt,·: ISENTA l'E IMP0ST0:3. du .. , 1b~i,~ cr<•ditn -...upll•m,•nt .. ,1·, p,ll ... l c, 1 h•t· ,lrf1G0 .,1.''- Est .. Lei entrara em vigor no d,1- t,11·.i ,f,, ,·\·11thli--. .,11111,nt1.,..., ,1'-· pr·t.·ç,,:-, du t,1 ~lt.· :-,lh1 puh~ 1ct1ç,10, f'l!VOgJJ,1-.. ,1 ... di ... po-...i- cquipdlll .. llu, ,,hjt•to d1..•-...t,, L,•i. ç~<... .. s em contrario. ARTIGO 7"- (',- ,•mp,•nho-.. d,1-. d espesds deve - 8ela V,,-tJ-MS., 23 de junho ,k 19~9. ,,,·.a.. ta±orados globalmente, nao ob-+an EJ::.on Mede· i 1·0-... de- MurilPS. te os pagamentos deles decorrerités ocorre- Profei o MUnit:iJhll. rcm no cx, .. 1•cicio(r,urtc) e nos exercicios o Coração a Cidade" Apartamentos com r Con icionado Café da Manhã Completo AV'c.1 1 A TEODORO SATIVA RESERVA 439-1487 E 439-1366 BELA VISTA MS OE BELI VISTA p í' l"lH' ei Municipal n~ 860/89 GiRl-.[H. IW l'RLILll1.' 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Q-Ja;to tt:ri~ ·.: balha-:or -,e-, :-.;:o~c:1t -:-1.r, '!ex is e.e 35 r.::r 5 serviço, se tivessem Pé:SSaào. t.oco esse te rim 42o 7E:S(:S) amealhando ações de ua F solioa? Qual seria o bt:ne_Í.cio para e::1)!'"::Y_ tivessem assegurada a sun cctf)i laliz~ão ;:e'"~ de trcs decadas, serr. os 1.rans1:.or:1os da es , e.-~? RlrtlE)iS RCD!:UGliES DOS s,.:r.> OTEL P USIDI OI FRONTEIRA ste é cria" -=:a:)tar na o e, , vts., ·=- ~-=su:; CI 1 ,,. ,., 1o DE MA9 DE 1975 - - -----------------------------------' AO XIV Expulsão E repreendeu Jesus o demônio, e saiu ele, E desde aquela hora o menino sarou. +tão, 'os discípulos perquntaram a Jesus , particular· "Por que no podemos nós ex 1sá-1o?"Respondeu-lhes Jesus: "Esta cag­ de demônios não se expulsa senão pela o acção e pelo jejum". (ateus, 18-14).­ Não é de estranhar que os discípulos de admirassem do não terem podido ex lsa° o "demônio", que atormentava aquele nino, e procurassem sabor do Mostro - o • go deduz do diálogo-- qual o meio a r emprogado para tal. Hii rnlli.ta genl:e hoje que, apesar das lu­ cs que n Terceira Revelação trazido sobre s causas elas obsessões, ainda pensa gu'3 xplusar o "dt'mônio", isto é, obrigar um spírito obsessor a abondonar o obsediado, • cois11 fiicil. Ainda há poucos dias, um os principais matutinos desta Capital, o Diário de são Paulo", traziu, entre 0s a­ incios, um muito interessante, referente, . uma descoberta para conseguir tal fim ropunha-sP o anunciante a remeter, pelo correio, a quem o sol icitussc, um casal de pedras de cevar", para "espantar Espiri - os atrasados"; u quem lhe remetesse a im­ rtãncia de 50 cruzados polo cásal " sem ria" e 100 cruzados pelo casal com cria". possível que muitos ingênuos já te­ tham caido nessa modalidade do "conto do i ae • igário", que, aliás, não é nova. Há mui. - os anos quando nossa Capital foi tomada or um verdadeiro batalhão de pernilongos, pareceu nos jornais um anGncio semelhante ia fe. 4/ a diferença, apenas, de que se tratava ! l "espantar" pernilongos e não Espíritos: • 0 anunciante propunha-se a remeter, a quem :oss,: • ;hc enviasse cinco mil um aparelho , iDS &: infalível para extinção dos incômodos sere ,s atistas, que não deixavam a população paÜ ,;:,. listana dormir sossegada. Os que remeteram quantia pedida receberam, pelo correio , ~ bonita caixinha de madeira, dentro da ;eus - uai estavam dois pauzinhos numerados - no e no 2. Acompanhavam a caixinha umas ins #ruções impressas, que diziam: "V. Sa colo e, delicadamente, a cabeça do pernilongo· obre a pauzinho nQ 1 e arrume-lhe uma cer leira cacetada, no cérebro, com o pauzinho o 2". Este descobridor das pedras de cevar n cria" ou é um ingênuo, que pensa que 5 Pantar Esoiritos atrasados é o mesmo que •Pantar pernilongos, ou é um brincalhão , , então - o que é pior um espertalhão q/ do quer locupletar-se à cus a da ignorância, alheia! Para espantar Espíritos atrusados so há um remédio, o ense é o que o Cristo on sinou aos seus discípulos, quando es os lhe perguntaram pcrquc> motl.vo niío tinham conseguido que o obsessor so retirasso de junto daquele menino: - "Es a casta doe " demõnios" não sP xoulsa se não pela ora­ ção e pelo jejum!" Por meio da oração - por moio da prece - é que nos pomos cm con ato com o alto , obtendo uma parte do auxílio necess~rio para a(astarmos os Espíritos que ôbsPdam~ os nossos irmãos, e por meio do jejum, e que obtemos a outra parte, que vem a ser a que nos toca no trabalho. Esse jejum, entretanto, a parte que nos toca, não consiste na abstenção de a­ limentos. O jejum a que Cristo se refere, é aquele a que o Espírito que assistia o profPtu Isaías já se referia: - "Acaso o jejum que escolhi consiste em afligir o homem, a sua alma, por um dia? Rompe as ligaduras da impiedade! Desata os feixi - nhos que deprimem! Deixa ir livres aque­ les que estão quebrantados! Parte o teu pão com o que tem fome e introduze em tua casa os pobres e os peregrinos! Quando vi res o nu, cobre-o, e não o desprezes! En­ tão, invocarás tu ao Senhor, e ele te a­ tenderá. Quando tu desentranhares a tua alma para com o faminto e enchereb a sua alma aflita, nascerás das trevas, a as tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia!". Eis ai o jejum, que aliado a prece , constitui o segredo para que tenhamos as cendência sobre os espíritos atrasados rompermos as ligaduras da impiedade, tor­ nando-nos moralmente superiores àqueles , Espíritos; praticarmos a verdadeira cari­ dade, e recorrermos, então, ao Senhor, em cujo auxilio tudo obteremos! Pedras de cevar, "com cria" ou "sem cria", defumações, banhos com especiarias água benta, rezas, esconjurações, exorcis mos, nada disto tem eficiicia para "espan::: tar" Espíritos atrasados se aproximam de nós por encontrarem atracão, assim como as moscas se sentem atraídas por uma cri­ ança que está com o rosto e as mãos sujos de mel! Façamos o nosso Espírito despojar se das fontes de atração, e os Espíritos, atrasados não mais se aproximarão dele . Que os ingênuos não vão, pois, cair no conto das "pedras de cevar" Diza o Papa João Paulo II, - em sua primeira revista ao jornalistas de todo mundo, logo após Per assunido o Supremo Pontificado da Igreja os reles de Comunicação Social fazem 4 promo­ q.e falam e mata o que silenciam". @udeza julgou o Pontífice os efeitos da co ao sobre o público leitor, ouvinte e telcs­ -or. O que é constantemente divulgado, de for ~~PCtitiva, cala na alma, fixando valores. Valo qe, lentamente, se transformam em modos de vi OI':!!,1s de pensamento, h:Íbitos ,bons ou maus. E ue { silenciado, como costuma acontecer com as ·t·a,lt,- ristãs, os valores éticos, morais, reli- os e espirituais, o povo vai perdendo, esque - "do. ~csultado: o público assimila conteúdos de da alhefos aos bons hábitos de vida, que fluem, As virtudes humanas e cristãs. ?AI2 DESTE PODER Os etos de comunicação social (MCS) são podero s, Porque são envolventes, atingem o indivíduo, Profundidade do ser, desafiam a sociedade huma­ co:, o bombardeio persistentes de apelos e ensa ~s. Utilizando recursos psicológicos, emocionais Ctivos, intelectuais visuais e artísticos. São Pazes de tocar até o subconsciente do homem, fe­ "do a sensibilidade, propondo desejos, cultivan- «s vaidades, estimulando os apetites de posse , sexo, de poder, de gozo, de beleza, de realiza­ /essoal, de competiç:'io com e contra o outro . PPec!alente a música, a cor, o som, a imagem Palavra recebem um tratamento singular, psico­ amente inteligente, a fim de que "e'an capa - ~t~c _atingir o alvo, que é o home~. O homem é o- de cubiça desenfreada dos modernos meios de EIO 1) l l) "D em ô n i o" 1 DE TUTH!O DE 1989. DE COMUNIC comunicação, Ele deve ser conquistado para o con - sumo, pela máquina de vender coisas e pessoas. O consumo, estimulado pelos MCS, leva fatalmente ao consumismo. E este já é vício, descontrole pessoal alienaçao de valores maiores, porque consagra como bem maior,o ter coisas, para consumir as coisas , para ter maior poder sobre as coisas e as pessoas. Este é o maior pecado dos MCS modernos. Servem em primeiro lugar como máquina que leva ao consu - mismo, utilizando para isto os recursos que a téc­ pica e a eletrônica põem ao serviço do homem. 'I'ra ta-se do pecado do mau"uso, da exploração do hoe e de suas vaidades. As coisas são mais valorizadas do que as pessoas. O homem já não é visto cm sua dignidade, mas apenas como objeto de consumo, fa - tor de consumismo, mercadoria a ser explorada, con sumida. O PODER E OS SISTEMAS No regime capitalist , como o nosso os meios de comunicac;ào social servem, cn primei;o lugar, à propaganda consumista, segundo as exigências do mercado. No regime comunista, os meios de comunica cão social servem às idêias do sistema. Lã O Esta= do ê o Único proprietário. A imp=nsa escrita O rã dio e a televisão são usados para a propaganda das ideias do Partido üaico que se perpetua no poder, como expressao da mais feroz das ditaduras, que nao permite nem sequer que alguém discorde cm pú - blico. Os exemplos_nos vêc da Rússia, nestes quase 70 anos de Revoluçao Comunista. Em ambos os siste­ mas capitalistas e comunistas, os MCS são postos a~ serviço ou de produtos para o consumo, ou dei­ deias do Partido que está no poder QUAL ALTERNATIVA? R- 1 Quando se é bom amigo, sempre se encon tram boas amizades. * Quanto maior a nau, maior a tormenta. * Se a mocidade soubesse o que fazer, e a velhice pudesse fazer o que sabe, nin­ guém seria pobre (Randie Cotgrave) * o amor é surpresa de descobrir que o outro existe (G. Bernanos) * A amizade verdadeira sorri na alegria, consola na tristeza, alivia a dor e se e terniza em Deus. Se as criaturas são reflexcs do Dou:; , então amemos os reflexos aue certamente, chegaremos à Luz (UI. de Goutel). * No dia em que parares de avançar edis seres "até aqui já basta", então começa:: rás a morrer (Santo Agostinho). Onde corações humanos estiverem unidos ou sofrendo, Cristo estabelece a sua mo­ rada (F. Mauriac). * Quando os jovens descobrem a arte de chorar como adultos e sorrir como criança eles começam a descobrir que são infini­ tos (Pe. Zezinho). * Mudar de idéia não é vergonhoso, vergo­ nhosc mesmo, 6 no ter idéias para mudar. * O escritor original nao é aauele que não imita ninguém,·· mas o que ninguém consegue imitar (Cha - teaubriand) . * O cristão nunca deve iniciar ou encer rar seu dia, sem antes dirigir-se a Deus. A oração da manhã é o batismo para o dia, que sem Deus permanece pagão. E a oração da noite é sua extrema-unção, a última benção do dia, que irá torná-lo,. santo diante dê Deus. (De um livrinho de orações, 1938). A rigor, os meios técnicos não são nem bons nem maus. São indiferentes. Quem lhes atribui 0 bom ou mau uso ê ~ homem, que usa tais meios. Is­ to significa que, postos ao serviços do verdadei­ ro bem comum, eles podem fazer m!lares na proo­ çao da dignidade humana, do·bcm comum, da união entre os povos, da paz, da injustiça social, da2 bondade, das relações de fraternidade, das virtu­ des hucanas e cristãs. Os CS são capazes de le - var simultaneanente a todos a palavra da verdade, os fatos construtivos, a boa notícia, os valores, eticos nos julgamentos sobre problemas humanos hoje em crescente exigência de definição. A alter nativa é a de pôr os MCS ao serviço do ho:nen aÕ bem da fé. à promoção da cultura sadia, ã defesa, dos mais necessitados, à união entre os homens , a partilha dos bens, os valores da arte, à orga­ nizaça0 política dos cidadãos em busca de carida­ de. Ua alternativa que exige renúncia à competi­ çao desenfreada e o reconhecimento da igualdade dos homens, acima da situação cultural e social. Mesmo que pareça uma utopia, importa trabalhar afanosamente, para corrigir os desvios de rota , nos quais os nossos meios de co~unicação inco..rem fac!lente. Basta observar a Rede Globo de Telev! sao para conferir o que afirmamos acima. o povo brasileiro vc:: perdendo valores éticos, familia_ res. Aceita facil::ente critérios de vida contrã - rio: aos ensinamentos da Igreja, como é O caso do divorcio, da ~egalização do aborto, do amor livre A Rede Globo e hoj: n principal responsável por esta dolorosa erosão de valores.éticos e cristãos na alma de nosso povo. Vale.a pena lutar por uma ir.prensa que nio seja escrava da Ideologia dos sistemas sócio-político-econômicos. , )l l t I é 1.,1 AI fllll•IJ ,A 0/ ti o•,rr IRA li í l /1 T A-M J ,. íl l J li fl O 1 1 J 1 1 -- TOMOU POSSE A HOV A DIRETORIA DO CENTRO COMUHIT ÁRIO ZULMIRA OSSUHA "f•,JHf'U 1,.1,r-1t.· pt,nd(r' < RONAV /lBn MuniciP,~I Auxilia Mic~oempresas; Cm recursos vindes do F~SUL-Furdo dl' 11ra provn do trab6lho din;mico que o Pro- Assist~ncia Soci..il S11lm.itogros!-ense, a P~- n.:v/LS/1 e EmpEer vrn, real i:::ando na Prince·~ nilv/LBA Municip,,I .Juxi I iou ..i criação d1o n