Vt« , 
er 4 
dunt a, 
u r o 
s devy 
r.tru{r ' 
+ 
lun4 
dos pn' 
e do 
vir to 
pelos l 
Estado 
-Lzadn , 
o rio que , 
1 de 
(OSON MORAES: UMA ADM ,~ISTRACIO CONSCIENTE 
ente 
dos 
//TO ~ROSSO no SlL 
Nestes primeiros sels me 
s de Governo, o PrcfcltÕ 
on toraes demonst rou to- 
1 swJ capnc idade de trn- 
)ho e visão gloho l dos 
ohl mns ba lcv la tenses, 
r preciso que o povo sn_!. 
que o l'refdto herdou v~ 
los problemas dn Admi nJ s - 
ração anterior, n exemplo 
4 meses de snliirlos atra 
los. E uma folha de papa­ 
:nto~ inchada. rol preci­ 
fazer o que fizeram os 
utros Prefeito,; da refão, 
leitos pelo P'11111, pelo PTíl 
Pn - demitir func!oni - 
e normaliz.1r n H ltun - 
Edson est,i conseguindo. 
/JO: XVTil !9 ')55 08 DE JULHO DE 199 - R"DATOR CHEI P.: 
ou co= • 
d1o 
uél io N.sr, 
.READOR SYDNEY N. Lf.11": 
Eo reuniio festivn rea 
lzada sexta-feira,o Ro:- 
A folhn cr;tÕ cm ,!la, teclo·,­ 
os funcionários denitt'o 
rcccbcrnm os seus dlreitoR. J 
Um ndmJni~trador pGbllc, 
não pode e não deve ser pa-1 
tcrnaliuto, afinal ele odml1 
nlstro o dinheiro do povo. 
F. multo Já foi feito. r-1 
só ver o trabalho da SC'cre-, 
taria de Obras, tendo a fren 
te o Engenheiro Ricardo d;, 
Souza Rosa; a da SuGdc,com1 
il Drn. Azaléo Ocárlz, e dns, 
demnJs Secretarias envolvi-· 
dns no trnbnlho de criar 
uma !>:OVA flf.LA VISTA, mnl· 1
1 
hum:1n,,, mals Justa, com me­ 
lhor qua 11 cinde de vida pnr,,, / 
a nossa gente. 	, 
Já se vlslumhrn no hori- f,i;nTii _ 
A 
[ID 
tnry Cluh de ílela "is­ 
ca <'l"P<"SSou o novo Canse 
lho íllrctor parn o hi~ - 
nio fl9/90, [lcnndo assim 
constltu{rlo: 
Preslrlentc: Syrlncy Nunes 
Leite 
19 Vice Presidente: lval 
cio Pereira 
29 Vice Presidente: Eder 
ney Miranrln Silva 
Secretário: Gerardo Boc­ 
cia 
~iretor de Protocolo: 1- 
van Marques 
Tesoureiro: Helbert Bas­ 
so. 
Marcci 
e iro 
e qui' 
r---------------------- 
DIRETORES DF. AVENIDAS 
CARTA ao PRESI E TE 
resposta à CARTA AO PRESJDFNTE,publicada nes 
e Jornal e· enviada ao Presidente José Sarney, rei 
rd
tcnndo uma nova política de desenvolvimento 
J 	·­ 
/
5 
cidades situados na faixa de fronteira, com 
... ase pnra Bela Vistn e Porto 'lurtinho, recebemos 
Secretaria Particular do Palácio do Planalto 
rrcspondência acusando o recebimento e cumprimen 
s do Presidente Snrncy. • 
Esperamos que algo seja feito para dinamizar o 
••~o cooêrc io, resgatando um coi,;promisso hist6ri- l 
' assuoido na inau~uração dn Ponte Internacio 
,' ue foi construída para LIGAR os dois povos,a- 
• lzar o turismo, intensificar o comércio entre 
duas cidades, e não co□o fator de d isc6rd D1 e 
untes. 
Defendemos a filosofia de integrnçâo entre os 
"º
5
• de livre comércio entre os países latino a­ 
rl·nnos, da cri~çiio de uma fronteira progressis- 
unida, com cidades clesenvolv idas e melhor qua- 
ade á, ±, 	.f 
i 
e v da para a nossa gente. Intensi icar o 
FIso, desenvolver um comércio d lnâmico entre as 
s c!dades, coibir os nbusos, erradicar e comba­ 
F co todos os meios o tráfico de drogas e criar, 
b~a fronteira um polo de àescnvolvirnento_ 
sta a nossa luta, e a luta continua. 
---------------------------' 
Lulz Carlos Rahal - E­ 
cluardo Ocáriz - V!lson 
llertcl li. 
Convldndos r rotnria 
nos, acornpanl1n<los eles~ 
ns esposns, prestigia:­ 
ramo ev<'nto. Regisrrn­ 
mos as presenças do Pre 
feito Municipal Tdson 
oras; do Cel. Edson 
Gonet; do Tnrendentc de 
IIRY 
ílella Vista (Paroguni) 
Ruhen Garcete;pecuaris 
ta Atanásio Loureiro; 
pecuarista !anoe! Po.. 
dr!sues de randa;co­ 
mercinnteo Hilberto Ra 
hnl Junior e Rosalina 
Gon:,a lcs ~,. Ronciro. 
1 
Na pró!na edi­ 
ção cobertura compl~ 
ta. 
MIEI@! é a 
~ealidade na Região 
novos tempos para a 
nossa cIdade, Edson, apesar 
de todos os problemas,dou no 
va dimensão à Administrá 
ção Munfc!pal. 
A •or,1 ~ tr..iba lh,1r " rlnr 
tudo de .i cm pr61 de fcln 
VIs a--1UNIDA,evidentemente. 
FRIO APAVORA , 
FAMILIAS CARENTES 
A baixa temperatura veri-~-== 
1 
1 ficada nos Últimos dias PI" 
I I Rela Vista e em toda a re-- 
gião, vem apavorando,sobrett: 
I
! 1 
do, as famílias mals caren - 
1 1 
tes, as que moram cm case - 
bres e pequenas casas de ma­ 
deira. 
Nesta quinta-feira a tem­ 
prratura na madrugada chegou 
a 4 graus positivos e,ontrrn,, 
verificaram que em nossa ci-1 
dade há muita gente que pre-t 
cisa de ajuc'n. 
A Prefeitura Vunicipal,a- 
travês da 1 Dama, D. Cecí - J-1 DA~A CEC1LlA MORAF.S. 
lia 'oraes havia distribuído -7-=-' 
nuitos cobertores às fam{lias carentes e vem dando to 
do o apoio às nrsoas. 
Colabore coo a PRONAV/LRA, dê a sua colaboração,se 
ja em forma de cobertores, casacos, ou outra contri - 
huiçào, pnra que possamos oinorar o sofrimento daque­ 
les que necessitan. 
Vnmos esquentar este inverno dos nossos ir:nàos,com 
o coraçio quente de solidariedade. 
l'm dos esportes mais vibranres e que vem anhan 
do adeptos a cada dio que passa, é o HOTOCR05S. i 
nestd Expobel, no dio 15 teremos mais uma corpeti­ 
çÕo envolvendo os ases do ootocross no Estado'. 
rã de se clcstacar o trabalho que o desportista 
(e pecuarista) JURAXDIR FESTI FILHO desenvolveu e 
vem desenvolvendo na região. Ele é o grande incen­ 
tivndor e promotor ~e eventos que destacam a nossa 
cidade coo uma das mais atuantes neste esporte. 
, em de participar das corridas, JURANDIR ainda 
patrocina corredores e ajuda de todas as formas os 
que se propoem a somar esforços, junto com ele, pn 
ra agilizar ainrla mais a prática do motocross. E 
lemhranos,ainda que participará da competiçio Fá­ 
bio Velo Festi,de npenos 9 anos,filho de Jurandir 
o ri ais jovem "fera" do ~1otocross ~stanua , 
Balanço da Assembléia Legislativa Coloca Deputado 
Henrique Dedé como 4· mais ntuante 
A oesa diretora dn As e.errou-se no ÚltimCI din 
~bl~ia legislativa do 29 de Junho. Posicionou­ 
""s ii etrts c a1a 
as atividades legls­ 
t!vas i i i 
~ de n c adas em mar 
•ste ano, e que en- 
se corno o 4~ parlamentar 
mnis ntuante, o deputa­ 
do Henrique Horaes Dedé 
(PTB), ue estreou na 
virl:i pública ainda 
ano passado. 
Através de informa­ 
ções liberadas peln Mesa 
dn AL, Henrique Dcdê n­ 
resentou 9 re uerimen - 
no tos, 22 indicações e 
uma moçio. O resultado 
é ele destaque a partir 
do momento en que se a 
nnlisa o parla::entar.~. 
VEJA MATÉRIA NA l'ÁG.07. 
A Força da 
UDR Jovem 
"Se" jovem não participar, não haverá esperan - 
ços para o Brasil" - assirn definiu sua participação 
na UDR Jovem, Vinicius de Moraes, atual ?residente 
da entidade. Entendendo que o momento é de extreoa 
gravidade, "afinal vaoos eleger o Presidente da Re­ 
pública em novembro deste ano", Vinicius vê coo oti 
mismo o futuro do Brasil. "Oras, teoos terra para 
plantar, pastos para os bois, nosso povo é trabalha 
dor, socos amantes da paz, como não acreditar? - dii 
ele. E a UDR Jovem, em Bela Vista, vem desenvolveu 
do um excelente trabalho, nio s6 coo prornoçÕes,mas: 
acima de tudo, conscientizando os jovens da necessi 
dade da participação na vida da comunidade. - 
f 4810: UMA FERA 
DO MOTOCROSS 
"O Motocross é um esporte que no Brasil é prioi­ 
tivo, dentro de 19 anos será mnis valorizado comoi 
nos grandes países", enfatizou Jurandir .Festi F'ill-io 
incentivador do esporte garra emoção em Bela Vista. 
Pai de Fabfo Melo F'esti, Jurandir acredita que 
para praticar o Motocross é preciso "gostar does - 
porte e.ter corageo, alé_m de muito preoaro físico". 
_ O _destaque desta se□ana no esporte belavistense 
~ao e sõmente para "Jura" □as principaloente para o 
baixinho fera do Hotocross", F,'BIO tem apenas 9 
anos e na lª !:tapa do Ca□peonato Estadual de 'Hoto 
cross no dia 25/06 pp. conquistou o SQ lugar concor 
rendo co adultos coo o dobro e o triplo de sua ia 
de. O fera belavistense vai mais longe, e na prova 
Pro□ocional em Antonio João no dia lJ/05 pp. con­ 
quistou o 4g lugar. 
CHl~ffiICA, corno ii conhecido participa da catego _ 
ria nacional com uma Moto DT 180 cc e te□
0 
patro _ 
clnio da Construbel e Fazenda Carnndá, ele 
par~icip'ando do GP Cidade de Bela Vista. 
_ É bom o Motocross ... meu pai (Jurandir) e meu 
avo ne incentivam para correr", declarou Chimbica. 
LILE.

JO AI, TPTP NA DA FpO'TEIA 
1 1 
O Banco do Brasil 
A ualmente, em qualquer rodinha de ami­ 
qos, o unto é praticamon.e o mesmo: crl 
me, ão queremos reeditar o velho chavão 
"No fale em crise, trabalhe!", mas nao po 
demos esquecer que a crise, d ccr a forma, 
( filbrir:, da. 
f,im, porqu(' PXinlc uma infinldod de 
peso especializadas em tirar proveito 
de momenton de crie e lnflaçiío alto. On 
qran'os especuladores, os banqueiros, os 
mau patroo,, etc, 
n qovc•rno cntiío num nc fala I e Phel m 
fabricar crises (Plano Cruzado, Hresser, e 
rfio). Conncuulu dcnmnnt<'lar odo o nis ma 
proclullvo, n0gocinl, politico, econ6mico, 
cn im, inutnlou com lntrao maiusculas oba 
derna na 8a economia ocidental. Perdeu a 
crrdibilidode, o autoridade e csti dirigin 
do um veiculo com mui o combustível, mai 
que não trm mais freio nem dir0cio. 
E o que o maioria do povo brasil0iro e~ 
ti azcndo? A excessfio ele bem poucos abne­ 
gados, estamos assistindo a banda passar , 
sem ao mcnoo exigir do maestro que afine 
os instrumenlos. E quando alguém enta fa­ 
zer alguma coisa, mostrar onde estio er­ 
ro, desmantelar a farsa, é logo taxado de 
comunista, pigucteiro, grevista irrcsponsá 
vcl, etc. 	- 
Estamos assistindo há muitos anos o Han 
co do nrasil ser comielo pelas bordas, numa 
aaonia lenta e dolorosa (o mesmo acontece 
com outras estatais eficientes). F. senti - 
mos com mais pesar ainda que os defensores 
desse imenso patrimônio estão situados na 
escala mais baixa de seu nível funcional. 
Aqueles que realmente podem fazer alguma 
coisa, pela posicão que ocupam, calam - se 
perigosamente. 
1
a última greve dos funcionários do Ban 
co do Frasil,o Governo se aproveitou <lo 
fa o para montar uma qrande farsa e dermo 
rnl izar o funcionalismo daqueL, Casa (iro 
nicamente, em todas as mensagens da Dire­ 
ção, os uncionários são idos como o es­ 
teio principal do Banco. 
·o en ano o gov rno publicou salnrloo 
que nada m a ver com n realidade. Colo­ 
cou-nos con ra a opinião púhlica, men in­ 
do atravén dan <Jrandcs coclcian da TV (que 
alifis, oio conccooôes cm Lroca de favo - 
rcs). f; bom que o povo saiba que o salá - 
rio inicial do Banco do nrasil gira cm 
orno ele 600,00 cruzados novos (bru·o). 
Pro•avelmentc haverá concurno ainda cn e 
ano. Faço um convite descle já paro que V!2 
cé se inscrcvn e comprove a verdade. 
A última greve não foi fel a pnra rei­ 
vindicar aumentos. Reivindicava-se PEPOSI 
Ã0 salarial, o que é bom diferen e.outra 
handeirn que se levantou durante a greve 
foi a ele[csa do ~n e o concurso público 
nacional. 
1aquela época transitava pelo Congres­ 
so Nacional a Medida Provisória 46, noci­ 
va aos interesses do 9anco. Pois bem a 
não aprovação da Medida era um dos moti - 
vos da <Jreve - posteriormente foi aprova­ 
da sob o no 55. 
. Com isso quero fazer um pequeno aler - 
ta: estio tentando, de odas as formas, a 
cabar com o Banco do Rrasil. E não comp 
te apenas aos seus funcionirios defendê= 
lo. O BB é um patrimônio <lo povo brasilei 
ro, que cm lR0 anos de história e compo - 
téncia levou, pioneiramente, o desenvolvi 
mento aos mais distantes rincões da nossi 
.Pitria. Procure se informar melhor sobre 
este assunto, pois ele é de vital impor - 
tância para toelos os brasileiros.Converse 
com os funcionários da lgéncia de sua cidadP 
para entender porque o Governo esti contra 
nós e,por consequinto,contra a sociedaele. 
José Carlos Longo. 
e 
SA UDE PUBLICA 
Saúde é um estado de comoleto hem es­ 
tar fisico, mPntal e social. Esta 5 a de­ 
finição segundo aOrqanizacão Mundial de 
Saúde (OMS) ,entidade criada cm 1945, na 
Coni'crênciil das Nacôes Unidas. 
Saúde não e apenas a ausência de <loenca 
ou invalidez.A saúde de todos os povos é 
fundamcntalyar~a Paz e Sequranca. n g6zo 
pleno da saude e um dos direitos fundamPn 
tais de todos os homens, sem distincâo de 
raca, religião, idéias poli icas, condi­ 
cocs economicas ou sociais. 
Cabe ao Estado, a organização adenuada 
dos serviços sanitários e de assistência 
medica primária. 0 médico participa ativa 
mente da aplicacâo das Técnicas de MedicI 
na preventiva, a Comunidade participa tah 
bem, inteirando-se do que se deve fazer 
para evitar a doença, aceitando as medi - 
das que lhe foram indicar.as. 
_ Entretanto, o Estado, através dos ôr­ 
gaos competentes é o rcsponsivel maior cm 
desenvolver o trabalho preventivo,com cam 
panha~ ~ublicas de prevencão das docncas~ 
Sem ~uvida que a_Comunielade participa a­ 
traves de seus lideres e associac6es, mas 
sewp~e com patrocinio do Governo. 
Somente apôs as grandes acsco~crtas de 
Louis Pasteur é que comecaram a estrutu .. 
rar-se a Pigiene e Meelicina preventiva. 0 
Rsta<lo_de maneira qeral atua através ra 
Fundaçao de Organismos Técnicos. Para es­ 
tudo e PeSquisa do problemas sanitários· 
criando_l~qislncao adequada e melhorando· 
as condico!s amhientais; e por fim, edu -­ 
cando e criando cultura das massas hnma­ 
nas. A Saúde Pública não é matéria avo 
diz respeito a cada País individualista , 
analisando do ponto de vista geográfico o 
territorial. Com as mais-modernos meios 
de locomoção através dos Continentes, fa­ 
cilita-se a difusão das doenças infeccio­ 
Ses, com enormes riscos para até com mo - 
-hores condicoes sanitários. nesta manei­ 
ra, tornou-se importante o estabelecimen­ 
to. de uma politica internacional de saúde 
orientada por convênios e tratados entro 
os paises. 
Surgiram assim, as diferentes Entida - 
dos para Saúde em todo mundo. "Todas elas 
podem ser resumidas pelo OMS, através de 
s~a organizaçao de trabalho, como elimina 
cno em todo mundo dos depósitos e fontes 
e:'<-? doencas transmissíveis e também ajudan 
roa todos os países a solucionarem seus 
Pro!'emas locais; criando os serviços 
tecnicos de investigação e estatística e 
epidemoloqia; aplicando medidas para me­ 
lhorar o estado re saúde ros povos (Pi · 
ne materno-i, f. til - 	.q1e 
._ .. . - - . n an l. , saudc riental, c>ruca= 
cao sani aria, higiene do trabalho etc .. ; 
r-r==========n 
%l 
1 
1 1 
1 
' 
. -- 1 
·---·--,·- 
preparando profissionais <la área sanitá­ 
ria; e estimulanelo as pesquisas. 
Deve o F.staelo passar a investir mais do 
lado social c:'as comnni<laces, e somente com 
saúele, um povo poderi se desenvolver. "al<> 
muito o que afirma o artiqo 25 da Declara 
cão Universal elos Direitos do "ornem: "Toda 
pessoa tem direitos a um nível de vida ao 
qualo, ve lhe assegure, assim como à sua 
famili~ a Saúde, o Rem-~star e, especial­ 
mPnte, alimentacâo, o vestuirio a assis 
t§ncia médica e os serviços sociais neces­ 
sarios•·. 
DR. ALBERTO RONDON. 
Escritório dP. Bdvo .aci; 
RUA: 
CARi OS 
CAUSAS C VEIS r: CIUMJ':AJ". 
15 DE NOVY'BRO 
BEA VISTA 
scritório 
NELSOI CHAGAS 
ADVOG/DO OAH- '.S 
FONES: 
A. 
251 1721 - ESCRITÓRIO 
251 - 1712 - RESIPr.KCIA 
ESCRITÓRIO: Pua Tenente qernardcs no; ~ 
RESIDENCIA: Av. Cel. Camisão no 65' : 
JARDIM 
Indicador 
o 
439 - 1382 
a 
·'-'• 
M/TO GPOSSO DO S'. • e.iti 
: 
Consui ório édico 
dontológic 
DR. REtlAJO DE SOUZA ROSA 
-----· 
MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÃRIO: 17-2: 
DR:. IRATÁ LEíO S. T0R&ES 
CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS 
HOPÁRIO - 13 - 21 BORAS. 
ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 
.BELA VISTA - M.S. 
DR. LUJZ ANSELMO DA SILVA 
CIURG1a EN1sr cRo - s. 
HORÁRIO: 08:00 - 12:00 !!ORAS. 
ra. faria 'eles .la &C$ 
e ;j] ADVOGADA 
m OAB/MS 3281 141. 490.1o: 
~ CAUSAS ClTEIS E CRIMINAIS - ": 
TO 
TRABALHISTA 
QUESTÕES DE 
ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 6/ 
FONE: 439-1302 	•• 
- CENTRO - CEP: 79 •• • 
BELA VISTA_ 
!ATO GROSSO no$ 
EXPEDIENTE 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(FUNDADO D! 20 DE F_EVEREIRO DF; l ~72)° .. 
FUNDADOR: IVALD0 PEREIRA 
REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA 
GERENTE: GlLSON SILVA SANTOS 
REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE 
NUNES CORREA. 
KOT{CIAS: ABU!, AE, PLANALTO E C0RRESPOXDE'<TES. 
RED~ÇÃO,' ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da 
Republica, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 
439-1410 - Sêdc Própria - Registro no Cartório 
de Títulos e Documentos n9 35: 
FILIADO X ADJORI E ABmõ I. 
UM SENAN{RIO DA REDE BELAVISTENSE DE J0R.'>AIS. 
CCC MF - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28: 
219. 0003-1. 
TET0RA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. 
Advogado 
% 
CIC 
FONE: 
JIB. 
'"- 
OAB/MS 
SALVADOR 
3.369 
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29
.675.191-20 
ESCRITÓRIO 
- FONE, 
LOURUfill 
a 
251 - 1451 
RUA: 1 
Q DE MAIO, 341 
RES!DtNCIA: ROA OL'VO 
" BILAC, 
_ .. ,,._ 
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ter 
·:r 
251 
- 1410.

Rl 
!N/ts, 
FUNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO 
- 1382 
2.491- 
3CRITÔRIO 
SIDENCI 
;ao 
OSSO DO. 
I REALIDADE ESMAGAI 
Quando uma pessoa começa a refletir so 
bre todos os problom s que tem, nu mesmo 
monto, é capaz do desanimar na busca de 
qualquer solução. Quando uma família co­ 
eça a discu ir conjuntamente todos os 
roblemas, perde a serenidade e a vontade 
le encon rar soluços. Quando olhamos os 
roblo.s sociais e humanos conjun nmrnt<' 
fcamos pequenos e assustados. Nosso ma 1 
É não separar os problemas dentro do tem­ 
po e do espaço. Vcmor; os prol> lemas aqu1 e 
agora. Na rcalidad0 cnda problema tem seu 
lugar. E quando somos capnzcs de fazer es 
ta distinção, ele tomar um problema por 
vez, tudo fica mais fácil. 
'Há muitos idealistns que rlcsan.tmam. f: 
comum ver estu<'lantes percebendo os probl!:: 
mas que envolvem a sociedade e desejando 
uma sociedade nova. Mas tudo parece mais 
t?n complicado e em todas as direções a­ 
parecem problemas, desistem da luta. 
~nardcs ~ Há líderes políticos novos, sacerdotes 
• L2% ±2#.%2 
quando percebem que os caminhos estão sen 
do dificies. 
e preciso ter grandes motivações, gra~ 
des causas, objetivos muito claros para 
se enfrentar os problemas. C preciso sa - 
ber onde se quer chegar e ao mesmo temp 
ser livre, não se deixar envolver por 1- 
deologias interesseiras, por 1.ntcressc ~e 
g.rupcs. 
Não bas a tr lido lindas teor1as soc1- 
ais. Vão bastá belas idéias. Não bas a co­ 
nhecer a realidade em odas as dimensões. 
ão basta in eqrar um grupo de militância. 
t inportan e ter uma cnusa. Som0nte aguvn­ 
tam a luta as pessoas que tem uma causa de 
finda. Uma causa que vai além dos interes 
5es pessoais e do qrupo. ALm dos interes­ 
ses passageiros. 
:
1,í políticos que aguentam a luta por u­ 
ma causa muito pessoal. O porler e o dinhei 
ro fazem perder snno, saúde e tempo. Até u 
snm dos problemas sociais como deqrau na 
subida r,olitica. Jlá idealistas que aguen - 
ram comnotivo de fé. Sonham um modelo de 
soc1.edadc diferente desta que está ai. So­ 
cic~a<'le justa e igualitária. Sociedade co- 
no '1eus pensa. . 
A realidade com to<'los os seus problemas 
esmaga qualquer pessoa que não tem uma di­ 
mensão <lc fé, um objetivo claro de chega<'la. 
Quem é vitorioso nessa luta? 
Quem é capaz de ver os problemas em con 
junto sem querer resolvê-los de uma só _vez. 
Quem consegue serenic1ade num clima de 
(é. Serenidade ouc é ter ohjetivos claros 
o certeza de vitória. Quem sabe buscar a 
solução em conjunto, em comunidade,e ten­ 
do uma paciência muito grande. C preciso 
caminhar junto e muito devagar para não se 
deixar esmagar pela realidade ou perder-se 
sozinho na luta. 
:ro: 17 
TORRES 
MS 
, No 6. 
STA - 
SILVA 
ri 
FELIEIAE 
Nem todos somos faróis, mas todos ilu- contramos na medida exata. Deus precisa 
~1namos. POucos ficam na história escri- dos homens porque os homens lhe pertencem 
ta, mas na memória de Deus nosso registro O anunciam e representam. 
é perpétuo. ódios, raivas, amarguras res- Perante a tristeza, somos a alegria 
sentimentos e medos são venenos que matam contra a desonestidade, podemos ser 
o corpo, mas não passam na alfãn<'lcga nem consciênci~ profissional, a serenidade 
tem curso no céu. • 	no me1o da escuridão, erguemos a luz tei- 
0 amanhã pode começar hoje: humildemc~ mosa e trêmula que nos guia e ilumina. Na 
te, de modo incompleto, mas com a doçura, da nos é alheio, de ninguém nos desinte~ 
inexorável do sol auc desponta. Somos a - rcssamos, porque a vida cristã e o senti­ 
póstolos e não deuses. Aceitando simulta- do apostólico impregnam e derivam da ver 
neamente a grandeza e a dependência, en - dadeira Vida. O som, a luz, o movimento 
as emoções, as idé - 
ias provem da mesma 
fonte e convergem 
para o mesmo alvo 
DEUS. i» 
:;S 
T u B O s D E t e O N e R F T O S 
RUA: G E 'S R A L R O N D O N 	0: 2 5 1. 
F O N E S: 255 - 1205 255 - 1202 255 - 1376 
B O N I T o M A T O G R O s s o D o s u L. 
+, 
r;o 50 - 08 DE JlJL!IO DE 1989. 
a 
Realizamos qual - 
tipo de trans 
de cargas.' 
O Expresso Araç~ 
tuba serve todas as 
cidades de nossa 
região com agilida- 
de, rapiàez e se­ 
urança. 
Servimos bem pa­ 
a servir sempre. 
Oferecemos a mais completa linha 
transportes de qualquer natureza. 
de caminhões para 
p R o e u R •. N_l _O __ s_. 
JARDIM MATO GROSSO DO SUL. 
«j - 
FAÇA ALGUÉM FELIZ 
Dê um passo. Um passo 
cm sua direção. 
Aproxime-se, sem ceri 
mÔnia. Dê um pouco de 
calor do seu sentimento 
Sente-se bem perto e 
deixe-se ficar. Alguo 
tempo, ou muito tempo , 
nao conte o tempo de se 
dar. 
Deixe o sorriso acon­ 
tecer. Liberte um imen­ 
so sorriso. Olhe nos o­ 
lhos, aponte um defeito 
com jeito. 
Respeite uma lágrima 
Ouça uma história. Ou 
muitas, com atenção. E~ 
creva uma carta. E man­ 
de. Lembre-se de um ca­ 
so. Converse sêrio, Con 
verse fado. Conte uma 
piada. Ache graça da 
piada. 
Ajude a resolver um 
problema. Pergunte por 
que, como vai, como te 
passado, o que tem fei­ 
to de bom, que hã de ng 
vo, preste atenção. 
Sugira um bom passeio 
m bom livro. Um bon fil 
nc. ~lesmo ur.i programa de 
tclevlsno. Diga de vez 
cm quando, "desculpe , 
muito ohrigndo, não tem 
inportância, que se hã 
de fazer, di-se u je!E 
Se'- 
Feliz a filha que 
Feliz a filha que se sente liqada a 
mãe. Ligada no mesmo sanque e sobrenome 
Liqada no mesmo jeito de ser. Ligada ac1- 
ma de udo por se sentir mulher. 
Feliz a filha que ama e respeita o pa1 
Não faz dele um a<lversárto e nem um super 
homem. Sente no pa1 a segurança e o cami­ 
nho. Ve no paz a imagem daquele que e o 
pai de todos. 
Feliz a filha cur não 0ntra na onda <la 
vida fácil. Abençoada a filha que não le­ 
va vida independente. Que comunica onde 
e quando volta. Que não se torna uma moça 
vulgar e descuiàada. 
Feliz a filha que não deseja o não pre 
cisa huscar segurança no cigarro e na he­ 
bida, nem necessita de frequentar ' boatos 
para dizer que leva viela social. Sabe que 
acima do cigarro está a honra e acima da 
bebida está o domínio de si. Sabe que boa 
te, bailes e coisa semelhante nada mais 
são oue fuaa da realidade' e busca de com­ 
pensaçõos. Todo ambiente esfumaçado e re­ 
gado ã bebirla alcoólica, todo ambiente q/ 
necessita ser escurecido para deixar as 
pessoas mais à vontade, cria um clima de 
tensão e tristeza. Ningu6m sai. destes an 
bientes com um coração alegre e olhos se 
renos. 
Feliz a moça aue não abandonou o ambi­ 
ente familiar por uma simples paixão, por 
um simples amor passageiro, por um encan­ 
to que aos poucos se torna u:n desencanto. 
Feliz a filha que nãc se de1.xa trans - 
formar em instrumento do homem. Instrumen 
to de experiência sexual como prova de a= 
mor. Instrumento de prazer para satisfa­ 
zer a sociedade machista que criamos. Ins 
trunontodr amor fácil sem compromisso comi 
apropria liberdade. 
Feliz a filha cue ama seu prÓorio cor­ 
po e oor isso cuida dele. Sente seu corpo 
como imagem de Deus e possibilidade de 
ser habitação humana. Corpo que pode tor­ 
nar-se berço de urna vida. Sente e ama seu 
corpo e por isso não o usa e abusa. Corpo 
que deve ser bonito e gloríoso por fora e 
por dentro. Corpo, morada de vida 'e me1o 
de comunicação oessoal. 
Feliz a filha, que está ao lado da mãe 
e da família. Filha aue sabe ter seu tra·· 
balho e sua profissãÔ e que por isso mes­ 
mo não abandona o trabalho da casa. Encon 
tra tempo para o serviço e a ordem da ca­ 
sa. Feliz a filha que em tudo está ao la­ 
do da mãe, quando houver·necessidade. 
Feliz a filha aue é delicada com os 
pais, que não anda na moda e.vida social, 
~sauecendo a responsabilidade familiar , 
que se sente ligada, que não case para fu 
gir de casa, que não despreza a fonte ~a 
vida, da qual nasceu. 
Feliz a filha que pode dizer: "EU SOU 
UA FILHA FELIZ".

(' 
Os 15 Anos de 
Alessandra 
O casal Dr. Sydney e Madalena pradece! 
zados aos pai dos jovens que dançaram 
la gentileza em detxi-los participar. 
#####tt###tt#tt ttttltttttt##k###kt 
«en {f1I­ 
a vali pe- 
FLAGRANTF.S DOS CONVIDADOS E DA ANIVERSARIANTE 
O RADIALISTA 
«@ 
~t...: Movlmcntou o5 
~
~~ bolnviotenseo, po­ 
s o dta 1g de Julho 
reuniu-os no Clube Bela 
&é vtstenses, is 21e, ar. 
V nssJotircm a cntréc ele Aleo 
onndrn nn Sociedade. 
****••······••******••··········· 
1 A DECORAÇÃO 
po Clube foi do Sub-Ten. NclvJde MAchodo, con­ 
feccionou e montou toda a decoração, logicamente a~ 
xiliudo pelo Jovem Jorge. 
*************************************************** 
ENQUANTO 
Os convidados aguardavam, n entrada da aniversaria~ 
te , foi servido cocktail por atenciosos garçons. 
As mesas tinham como arranjo delicados botões ~e 
rosas cm cetim. O conjunto Summcr, de Ponta Porà a 
lograva o ambiente com seu variado repertório que a 
l1ás fot do arado 'geral, pois os elogios foram unl l'm close ela Aniversariante. 
nimcs. 
lile e a professora Rosita, ocuparam o microfone 
para anunciarem a tão esperada Valsa da Aniversartan 
te e os 14 jovens que a acompanhavam. 
Como abertura foi lida a poesia: 
Mais um ano que passa/ Mais uma fuga que traça/ 
O sinal de querubim/ Se cu passar nesta praça/ 
E encontrar que um sonho faça/ Despertar o amor sem 
fim/ 
Pobre daquele aloucado/ Que ao passar desconsolado/ 
E não ver você passar/ Na praça dos meus sonhos/ 
Onde te vejo risonha/ Sonhando a balançar/ 
Todos somos meio crianças/ Todos somos do mesmo COE 
1 
del/ Ao passar olha onde andas/ Pode ter uma ciran- ,· 
da/ E não veres o carrocel. 	. 1
1
, 
(M.N.N.C) 
******A******************************************* 
~ 
DISSERAM ROSITA E LILE: 
15 anos é uma data inesquecível, e o sonho do Palá­ 
cio de Cristal de Alessandra hoje se torna realida­ 
de. 
1 
3 ara,a. a. sracsfv 
va e Zulnira co Léo Renato, 
Cira. 
Pcrla e Alexandre 
tidiane e 'Vinícios 
Ana Paula e Andersen 
Cláudia e Elias 
Glôucin e Osvtldo 
Fl,ivia e Acir 
Fernanda e MArcelo 
Ivana e Adriano 
Cintia e Everton 
Sandra e Tndeu 
Tatiane e Flávio 
Elo{sa e Gustavo 
Lívia e Ricardo 
Fany e Flávio 
Um dia cinza como o convite - às 11:00 horas nasceu 
Alessandra que trouxe alegria, esperança e sonhos .. 
A nossa alegria é mostrar a infância com as fotos - 
o sorriso, o banho, o vestido de ~rochê, o talher e 
o pratinho 
Preservamos seus objetos - para que em cada fase 
ficasse uma recordação - Alessandra fará a despedi­ 
da da infância entregando sua boneca à Juliana. 
Registramos as presenças em um livro, e na 
gu.1rdamos as lembrnnças. 
Alcssandra substitui hoje suas sapatilhas brancas , 
pelo sapato de menina-coça. Seu irmão Julie César 
auxiliará na substituição do calçado. 
Agora já transfornado o "sonho" torna-se n realida­ 
de. 
Entre aberto botão, entre fechada rosa, um pouco 
de menina, w:: pouco de mulher. 
Para sicboli=ar esta época Alessandra recebe de 
sua mãe Madalena um ramalhete de flores. 
Alcssandra dançará coe seu pai Dr. Sydney a Valsa 
dos 15 nnos. 
~ 
1 
J 
1 
' • 
, ' 
i 
s jovens pares que danca 
var. a va1sn. 
± l 
"Evilasio-Elpidia, ~ras. Fliza 
Heith e avô Cira. 
~oberval-Teilú, Sra. 
Veco e Maneco Miranda. 
J 
Alessandra aparece usando 
bonito vestido em gripire 
rosa(atelier da Meire N. 
da Cunha-e.Grande) e ma­ 
quiagem e cabelo do salão 
Chiq(leia-se Geny). 
JÜl io César troe ando a , 
pacilhn pelo &ap,1to dt 
salto de Rua 1 - 
l 
4. a... .... l 
Pereira e Aldd 
, ... _ 
JuIor, JuTTana e k.e 
sandra. 
l' 
Dr. Syidney, Aless" 
Madalena.

JrJ •,f.L THTlllf',A DA l l<li'.;'J J:IRA 	(, ,.:. ' , • O 'Y. l '1 1 
de llessandra 
:-larncnj,;) ' r. 
('as{a: kefna]do-Mrlev, zfelz!nho o 
AJcssandr.1. 
1 
5a.' 
lll. 
. nna t 
Intonfoope:, Pau 
s 
, . 
1 t, 
1 
Leonel "arques e sr. e,Ti n..«o­ 
nio C. ~larquPs e Esml dn . 
Ales:u lro. Renato, Nair, 
'+h!ro e 1tonto. 
1. 
1 
1 
1 
1 
"i 
1 
; 1 
Trse1»; 
f,, cso carvalho, 'ri Benedita 
e. filhos. 
Conet, l"r. 
7n Moraes e Major Lucas. 
Alessandra se- 
ua pais, irmãos 
e cunhadas. 
Pref. 
·S111'llr. 
t 
J. 
1 
h 
!e---,-----~---------' 
iasa! 1oao atá!feno e arfos de n 
Por.i. 
r.1ss!n, ~dir.ho, <:lois.1, Canneln e Ze~a 
Mores. 
1 
Avelino e Celeste. 
.. 
Ruben de astro Pinto e fllhn 
Tyldc. 
Marlene P. 
Bnttilani , 
f l.lhos, geE_ 
roe sobri­ 
nha. 
Dr. Leonardo v da runha 
.... 
vdr, . Dr. ubr !e t tro mrto 
e , r 1 
r 
• 1 
Casais: ~!anoel-'!ary, Ricarclo-Ac'riana. 
'ic~or-Diva, Edunrdo-Ana ~ria. 
Garibaldi e Suely e amigos. 
Filhas ,do Gerente 
do Banco do Bra- 
sil de Maracajú 
Sr. Gabas. 
Casal n~fitriio, Dr. Sy­ 
dney e Madaiena.

e o 
INFO RM AN D() 
-- - - --- 
------ 
Um país -de - -7 
vagabundos 
r multo cômodo e até altamente at Is rnt6rlo.pnrn 
a vafdade pessoal, viver as portas dos bancos per 
}Ut1L111Hlo '1lnrfnr,1(.•ntt.•, 0011 funclonórius. qunnto éi- que 
r••nd1•11 o ovt"r, n poup,11H,:,1. Ptc. Ou ~c}a, vlvPr de 
especulação financeira. N'ada produzir, nio gerar et 
prl•go':I, rlque7-nn, ~,penw• C'Al'ITJ1.. lrao nCTo é cnptt~ 
lismo, é agiotagem pura e simples, Com Isto estamos 
~eran<lo um,1 .:,1çno ... <lc 'AC:illl''·nos, em detrimento 
de umü PAÇA
0 
conf l,1ntc, prorlul lv.1 e altamente compe­ 
titiva. E~t:imos CER,KPO uma ,llt<• r.em fibra, gem vnn- 
tüdl! e que pt•rmnneccr., ,;1•:.,prc, i, L'SJH'ra de Jrno~ 1 
MELl!Ol(l'.S, enquonto o povo trabalha e produz. 
.2.5.2..... 
pnru pior. Tiver:mH n L"xemplü <leste "NUJ1A 1iRASlL
11 
com a crtacão da Novo República. F não adianta ago­ 
ra querer "fugtr do pau", todos :,;,lo culp.'.1.dos,no P1!:_ 
no Cr11,ndo o P~Dll, ''11. cnfln, os partidos da ,1 ian 
ça aplnudfnm o l'rC"sidentc Sorney ... arora ficam co~ 
ctstórlns de que- não são rulpndos. E _1ogam n culpa 
no Pr~sJdentc <ln Rcp~blica, que errou sim, errou ao 
ACEITAR o Jo~o dos lnterPsses dos pnrtldos. ronos 
SÃO CULºAOOS e, por Jsto, cresce de nome COLLOR e 
CAIAIJO e todos passam o conjugar o vcrhc Collorlr e 
o - 
caiur. 
1 
i PROl'ilSlTO 
Todos cs emprcsârlos,scjam eles grandes, peque - 
nos ou médios clevf'tn ler n revista VEJA destJ sema­ 
na que traz nas pág{nas amarelas uma entrevista com 
o empresirio fronc~s Jean Luc Lngnr<lére. Duns pala­ 
vras estio riscadas do vocnhulârlo do enpres~rio·ES 
PECl'LAÇÀO E OF.RPOTA. P.1rn ele "capitalismo é criati 
vidade e investimento". :-lesse pa{s de a~iotas - ofi 
ciois e pnrtlcular~s - n entrevista do francês 
uma liçno emprcsnriol e de vida. 
ML'DA RR,S I L 11 
Sim, o Rrasll precisa mudar.~erar mais empregos, 
mais riquezas, incentivar a produção agropecuária(a 
s11ída para a crise Pst:i no car..po) exportar allrnen - 
tos, mais escolas ticnicas, melhor <listribuiçio de 
renda, uma rcform,1 agrária just:i e produtiva,enfin, 
implantar um rc~ime democrático, mo~crno,igil e in- 
tegrado ~s decais nnç~es do mundo, sern iscos <le 
quaisquer espécies. ~uda Brasil, r.ias sem os erros 
do J>nssado. 
BEL/ VISTA 
E Bela Vistn tam!ié::n precisa mudar, te.!los exer., 
plos de pessoas que estão trabalhnndo muito para ven 
cer desafios, e só encontram pelo frente, e~peci 
lhos_e barreiras criadas pelo ignor~ncia. 'nrnos dor 
as maos, forjar umn mentalidade progressista e aju­ 
dar o Prefeito Edson a concretizar sonhos e esperan 
CDS. ~~uda Bela Vista, enqu:into e te=-:po. 	- 
------ 
PvrRGNTA TM!7f%..: 
a par J r de apora vamos C0
1 
·er.
1 
or - 
1
' 
J 	o lntt>- 
fazer perguntas, mu tas pergunta 	te4e 
reunndo., tr·r1o l'~"AÇO t [;{! pnr • TE' ponder, 
que no venham com propagandas, apenas responda 
as nossas perguntas, que são peruntas do POVO. 
15 de novembro v,·'11 ,, [. 
P. l 1. 
COMENTAN 
~ 1 1 
Apesar do vergonhoso<' tenebroso regime (innn - 1 
eeiro, con juros de 3té 43~, ncubando co□tod3s as 
pretensões de PRODUZIR, INVESTIR e i''PLLR, nosson 1 
ee1presnrios estao de:nonstrando RAÇA, FlBPJ e CO~A­ 
CEM, enquanto políticos só falam ... falam... ga- 
nha::i, !!tUito bem, e...falar... mas não apresentam [ 
nnda de novo ••• so falar., .•. O POVO ESTÁ CAYSADO 
DISSO QllE ES':, AL 
E 
.... 
1 A CAIXA ECONOMICA 
FEDERAL? 
E a Ca? Que capta tantos recursos em nosR.:t ci 
dnde ntravês dn poupança, aplicncões, etc. DepÕsl= 
tos e ::i.~is depósitos. Tod~~ snbeo que n Caixa apli 
Eea suas verbas nos fin:rncin.::ientos dn c:isn própri:i-:­ 
qunnt
35 
casas forn:n f~nancinda~ pe a Caixa en Rala 
Visto? ~;0 f umn cr!ticn, apenas una pergunta: 
obras 
1-· ---- - - 
1 8 
l-e 
de se t I p" ,1 ~ t 
e lon,írlos. _ri. 
tr 'os por p•· 
uro a páblfco. 
da r 
1 
. Fsta a! 
ente reela ndo te u1 
I .; p ród ! r. o em trat 
1 
:- 
1 '0 ;ml,•o, n,t r,ro:dlf 
1 
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1
1• l'_n_r_nutro 1r1!n, '""':Uit0s t,c~•ín; :-,,:!"!,., ·•,1'r!e1.~ 
1  <lo ~.iner"!~Cus, que ;1 c·,t:r::?1º ch..l seu d~rt't<>r Pre•. 
~·- 1 dente J0S FD'ARDO VIEIRA DE AADT. luta ccr,; t 
. ·_ ,:~1 das as forç:1s p.,r;l ajudar ... o rr.1r:>:·p:-. i~ o n~:~·- 
.-Ih-_--. .·'lJ 	Dl'S cresce, dia a din, pois é ur banco co cr!a. 
PRESIDEKTE JOSf. SARSEY. 	vinade. E o elm;lo é gratu!to, nada deve:::ns ao 
co e nada queremos. Só a a::d.zade cto :,o;,u1ar õigc.! 
s:ar 
~ ::os 
±Lu 
-, < 
ss 
?1ros, 
ic de 
~====::==================:::::1· .,: ,je 
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• cl; 
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as he; 
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-:s a 
., oc 
'êÕs 
,a: 
CI 
. )ã_ J 
2, 
' 'ab 
O Presidente da República José Sarney não ê o 
culpado pela atual situação. El~ é "culpado" por 
ter no seu Governo realiz.,rlo Ql'ATRO EI.F.IÇÕFS,nurn 
cllma de c,rder.i, lisura e ampln particinação popu 
lar. [le é o culpado pela liberdade elo~ Sindica: 
tos, da Imprensa e atê ... liberdade para os poli 
ticos. 	- 
Quando Sarney quis dininuir os i;astos 'públi - 
cose acabar com algunas estatais, os ncbres de­ 
putados e Senadores foram ... contra. 
Sarney é culpado por atender as solicitações 
do P'IDB, PFL, PCB, dos partidos que apoiavam . o 
seu Governo, na época das vacas gordas... hoje , 
sio COSTRA. ~•as o povo não ê bobo. Aceite□um fa 
to senhores, vocês foram Governo, alguns aindã 
sno governo, então, coragen para assumir a culpa." 
R 
t. l 
Que o Raerindus foi o fICO banco a da anis! 
nos pequenos e nédios em;ircs.irios por ldci1'.:! 
próprin, enpres.irios estes ESGASAnrs e ES?rt:X 
pelo Plano Cr11zado. F até hoje, aqu' e::1 '>ela n,:· 
tem ewpresârios a~arganrlo os te•?OS crueis da 
ra e do en)(Õdo. Trabalham só ... para p3;;:1r os•· 
desses FI:-AXC1~[F.:-;TOS ... capitalisc,o co::: risco,~: 
cordãoos, cas capitalis:::o SE'! ~n:.:TIRAS, TRA.'!3!Q:Õ 
e ARHADlL~.AS. XÓs esta::ios pagando ... e aquele ~ 
de lahas, vai pagar? E os dÓl;ires para o exter!C: 
E os trambiques dos Roncos Estaduois7 
Sossos parabéns ao Lenndro e Lili a 18
11 ~xpo 
FAL,"-"ºº EM EDSO 	bel será um sucesso, o trabalho de v~cês m;r~~e ~ 
Sabemos que não está fácil, mas, convenhamos, só respeito da comunidade. 
o Prefeito nao canse ulrâ n~d3r a nossa cidade. Ca- r---------------------------~ 
be, tnnbên, oos coraercinntes, crn?resãrios, produto­ 
•res rurais, profissionais liberais, a todos que fa- 1 
zem a comunidade, cada um dando a sua parcela. Se 
nssim o fizemos venccrcnos ... caso contrário, serc 1 
mos mes□o a quarta cidade da resto. ~ a verdade e I 
nao ndinnt3 ufanls1os baratos. 
Banco é gerente, diz a voz do povo; e a voz do 
povo e a voz de Deus. Temos em Beln Visto 4 a&ên­ 
cins hnncarias. Temos o lervi no Banco do Rrn - 
sil, adepto dn PRODUÇÃO, do INVl':STlHElTO, que não 
e _culpado pela situ:ição do nosso comércio e da in 
dustria (pendurados até a nedula no BB - - 
parce -) 'las - d d - _ 	grande 
tivae p • e • e ialo~o [acil e procura alterna 
CiR-~~ or outro larlo, temos gerentes nqui DSVA = 
dos' je~ogar,devagnr. E funcionârios rn:il educa- 
• o~cos parn nanda { 
ra Cartório - "_sr. • • t tulos e duplicatas p 
' n.:io cstno ne.~ nI e ·a - 
no fundo mesmo. uns { " :om a ciiade, e sao, 
' • ~ ~ncompetentes. 
"-?;,._;r 
tca. 
t 
".-. 
75=.. 
''M 
Ar

T!HT!IJ Ili rl/ r POtl n IflA 
BELA VISTA - uc 
l í. 1 O DE i o j 
B3.lançú da Assembléia Legislativa Coloca 
Deputado Henrique Dedé como 4: mais atuante 
A Mea dret ora rln A1,r1c•rnhlÓJ.a LC<JJ r.l, •• 
va lo Estado já emitiu o balanço da a­ 
vidade legislativas iniciadas em março 
te ano, e que-encerrou-so no rlin 29 <lc 
unho. roa1c:Jono11-r.c como o 40 Parlnmcn­ 
r mais atuante, o deputado Henrique Mo­ 
es Dedó (PTP), que estreou na vidn pú - 
lica ainda no ano pasnado. 
A ravé de informaõo liberadas pela 
pesa da ML, Henrquo Dedo apresentou 9 re 
uer1menos, 22 indicações e uma moção. O 
ultado é de destaque a partir do momon 
0 
rm q11c nnnl1an-n0 que o parlamcn ar te 
que adaptar-ne ao sistema do trabalho, 
Legislativo Estadual, ao mesmo tempo 
que os <'lcmais <1eputnclon jiÍ conheciam 
trâmites normais parn a apresentação 
matérias. 
Bntrctanto, outros trabalhos <lcsenvol­ 
idos pelo deputado Henrique Moraes Dedé 
t
• iio foram divulgados pela Mesa dil J L F.n - 
a 1
~ trc eles destacam-se quase 300 projetos 
II [[reivindicados junto à SEAC- Secretaria Es 
becial de Ação Comunitária, os quais, en­ 
tre alguns, já tiveram a liberação <le ver 
as ,rntorizada pC"ln pasta. 	- 
Além disso, l3 indicações apresentadas 
urante o perio<lo não obtiveram respostas 
r parto dos óraãos c secretarias a que 
o illJ: fID 
~ próprio da raça humana agir de acor 
o com o que mais lhe interessa no momen­ 
o. / visão do imediatismo faz parte da 
ultura do homem desde que habita a terra. 
No Brasilo oportunismo se arraigou ain 
a ma1s a partir da famosa frase d um ex 
jogador da Seleção Brasileira, que <lizia 
0 
"J' gostar de levar vantagem em tudo. Isto a­ 
reto~: té nos faz lembrar um verso de uma música 
luta e· de Luiz Gonzaga: "Uma para mim, outra pra 
E 
O
_, im, outra prá tu, outra prá mim". 
e~~ Assim aconteceu com os partidos brasi­ 
c~rs 
I leiros, principalmente a partir da revolu 
v -a:1 ção de 64. Com o bi-partidarismo, foi um 
•""_]tal de pular de galho em galho que dava 
.::=:--Jgosto de ver. Jssistimos inúmeros casos 
1 
àe políticos elel.tos pela oposição que i­ 
ediatamente após a posse se bandeavam oa 
ra o lado do governo, para usufruir de 
_ Uas benesses. 
dar ", Não está diferente agora. Atê poucos 
ir.''' tas atras era moda bal.xar o pau no gover 
• 
0
; .o, porque isto dava IBOPE. l!oje, quando 
t presidenciáveis dispara nas pesqui_ 
, "e,. as, a moda é collorir, com juras de que 
5
_ ;; oi _ collorido desde qué nasceu. 
1
,. Da pena assistir isso. E pensar que o 
t ·: ovo, que está passando fome, engula al - 
.o fabricado, que foi eleito há três anos 
Eldora 
íl 
- 
APARTAMENTOS CO AR REFRIGERADO, ATENDIMENrO 
CQ)I CAl'Ê DA MAN!-1; COMPLETO .E REFEIÇÕES, 
"R::SERVAS EM AQUIDAUANA FONE: 241-3456". 
i EFo ALES DE ARRUDA -- E!PRESAR1Q E PECUARISTA. 
Rua: Dr. Corrêa, 55 - Em frente a SANESUL. 
PORTO NURTINHO - MATO GROSSO DO SUL. 
DEPU'l'lrJO IIENRIQIJF.. ~IORA 'SS T)"'.0~ 
na sombra do Plano Cruzado e sob as asas 
de um governo que é o alvo <le todas as sn­ 
as criticas. O que estará pensando o povo 
alagoano tlos demais brasileiros? n que ma­ 
is estranhamos, neste caso, 6 a hriqa das 
"ll.deranças" para saber quem vai coordenar 
a campanha do ex-governador Collor no Esta 
do. 
Por isso e tantas outras coisas os poli 
tices estão desacre<lita<los. Enquanto fizo­ 
rem do oportunismo, do clientelismo e do 
fisiologismo as suas bandeiras de luta, es 
te Pais não terá o destino que merece. - 
t obrigação de cada brasileirc consci 
ente e politizado informar a população de­ 
savisada. Mostrar a verdade dos fatos, a - 
brir os olhos de quem não está vendo as 
coisas como elas são. Se o Presidente Sar­ 
ney voltasse de repente aos bons temoos de 
popularidade alta, estes mesmos políticos 
oportunistas pulariam imediatamente para 
o balaio do governo, pois lá estaria o mi­ 
lho para fazerem a sua polenta . 
Será que vamos mudar um dia? 
Tomara. 
JOSt CARLOS LONGO 
6.0 
Dia ruo;o 
SE/vis 
: ; , ✓
l toram destinados. o d+ncao faz c 
l 
c,111' il. r,<ir11lac-o .,.,,,, íl101 pr-'j11rl1c, tl.1, 
' U::>il vez que o r lo de ligação entr l CO l 
nidade e o Podor Executivo, princ1 1men 
te do interior, é a'rvés do; deputados 
oraduais", desabi fa Henrique De46, 
Fm e ratando em requerimento, enl1- 
cou o parlamentar que apenas dois "não o­ 
h.iveram respostas". Ao comentir sobre 
sua posição enre os quatro deputado: ma­ 
is a uan os, Dedê foi axativo ao decln 
rar que "esamos resqatando o comprom1s 
so firmados durante a ca:nr,anh rl l. ~ornl 
que nos quiou à Assembléia Legisla i va" 
. "Sabemos que nossa posição como quar.o 
colocado não rcr,rf'srn .a narln se, por,uln­ 
cão não for atendida, pois a uamos como 
norta voz da comunidade junto aos poderes 
const1 uidos, C" deles iremos cobrar a rea 
lizacão de benefícios, independen:emente, 
de ques:ão política e partidárias", disse 
flenriquc nerié. 
Ao finalizar, Henrique Dedó voltou a 
lamentar o fato ele alqumas solicitacõ~n 
sequer merecerem respostas por parte <los 
órgãos a que são des inadas. "Principal - 
mente quando tratam-se de regiões onde a 
ooosição encontra-se à frente das orefei 
turas, em partidos ooostos no~ nue hoji 
estão no comanr.o do ov.do Estado" , disse. 
Opinião: 
A ECONOMIA INFORMAL 
Scgun~o pesqeisas recente~, a economia informal 
representa hoje cerca de 5(" !o PR, algo em tor­ 
no de 150 b{1hea de dólar, É d{nhetro ri n!n - 
uêmn botar defeito. 
Mas o que é isto e por que ela existe? Economia 
infomol é a parcela de bens e serviços produzidos 
que não entram nas estatísticas oficiais. ~ a chA 
mada produção de fundo de quintal que não paga im= 
postos, praticada por pessoas ou empresas não ca - 
dastradas oficialmente (ex.: o artesão, o alfaia - 
te, a costureira, enfie, um leque tão grande de 
profissões que encheria uma página inteira). 
A especificação de quem a pratica não interessa 
mas porque não ;; ?rat'c'lcla. São é :nuito difícil en 
tender as suas causas. 	- 
Voei já pensou algum dia quantos tipos de impos 
tos e taxas estão em vigor hoje no Brasil? Faca - 
ma forcinha e chegará a números alarmantes. 
Quando dizemos que não é difícil entender por - 
que esse tipo de economia existe de forma tão a - 
pla em nosso País, não pretende~os transformar a 
questão numa operação algébrica do tipo 2+2. Mas 
é quase isso. Abra uma empresa e recolha todos os 
impostos, taxas, previdincia social, extraia nota 
fiscal de tudo o que vender ou produzir; enfim , 
siga a lei ao pé da letra. Agora feche o balanço e 
calcule seu lucro. AÍ talvez você entenderá porque 
tantas empresas estão fechando as portas. 
ê isto que está acontecendo no Brasil: o gover­ 
no complicou as coisas de tal maneira, criou impos 
tos e taxas tão absurdos e em tal quantidade que 
instituiu a sonegação por decreto (e este ninguém 
veta), transformando muitos brasileiros em poten - 
ciais candidatos à cadeia. 
Quem não gostaria de andar certinho, recolher , 
os impostos como manda a lei? Bem poucos se arris­ 
cariam a praticar a sonegação nuoa sociedade justa 
onde teriam a certeza de que o dinheiro que repas­ 
sa ao governo é aplicado corretamente na solução 
dos problemas socias. 
Não estamos querendo pregar a pureza ou a Incon 
fidência Mineira novaoente, nas está.na hora de os 
brasileiros (especialmente da área governanental) 
terem um pouco mais de brasilidade. 
JOSÉ CARLOS LONGO 
HOTEL POUSIDI OI FRONTEIRI 
"No Coração da Cidade" Apartamentos com 
Ar Condicionado Café da Manhã Completo 
AVENIDA TEODORO SATIVA 
RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 
BELA VISTA 	MS

-----------~7"1 
r-- Uma Nova Ô-ela Vista l I Perigo na Barão do Ladário i 
L 	--- - - - ---- ---------: r.on ,•,;t11 tPrnos Cl'rtu,~1. que , rn:dori., v1d conco!. 
Panado o prime[ro ef metes da nova adminls 	fitas trafegam re- 
' '• ' 	l I e dar pr!ncipillmPnto os motor s a~ que , ' 
traço municipal, o belavistense começ a entr ' 1 R d Ladárfo, entre o Pos- 
1
1 . l tos da gularmente pe a 'ua iarao 1o .a , , • 
a ver mudanças acontecendo pe o qun ru cnn , .. to J trnn 'H e o Colégio Vera Gumaries Lourefro. _o 
e1dade, Nada de granden obras, pofs lt,r.o, devido ns p l~Cl' neste trecho principalmente no hor - 
condições precárias em que a Prefeitura Munfcfpal que acon' q ' 4t1, Ita falta de con- 
- 1 ! l · il rio ,te meio a e t, rnp cnrnente ~u , r 
de Bela VInsta fol recebida, e /mposs ve, mas mu.- - 	d . bllidnde da por 
tas melhor tas em todos os setores da munfetpaltda- s!d·ração, de respeito "? rP?"",os pequenos 
te de motoristas de cam n/roes e de 
de vPm ocontcccn~o dln-a-dfn. 	tmnhém, que estacionam seus veículos até no Melo da 
.. coro umn .ntuaçno c-1~- ~ ------ ----- - rua. Nns imedlt1t;Õl!S do Kcstnurantc do Germano, por 
glivel da Secretara ! 	sinal um rios mnls concorridos dn cldndc devido " 
nlcipnl de Obrns e Ser- 	sua gostosa refeição, muitos caminhonetros parecem 
vtços llrbunos, uob n bn 	nchnr que estão nas 'guaviras" e largam seus car- 
tuta do Engenheiro Ri: 	ros até mesmo nas esquinas. Enten<lrmos que Isso e 
cardo de Souza Rosa,con 	muita falta de consldernçio desses motoristas. en 
tando com umn equipe~~ 	snR mniurta oriundos de outros centros mn!ores e 
tamente prestntiv,1, <le? 	no 'chc ar cm Bcln Vista, ao que nos porccc, acham 
de o mais humilde roç:i- 	g 	- i - i r o 
que aqui as normas de erans to nao prec sam se - 
dor, passando prlos mo- 	bedecldas. 
cor is tas e chefes de se~ 	_:,_ 
7 
vlços. Essa equipe, no 
pouco espaço de tempo 
que teve para trabalhar 
vem transformnndo o vl­ 
sual de Bela Vista, re~ 
lizando serviços de ro- Fn~º ~!cardo de Souza Rosa. 
cadas, limpeza de terre 
nos baldios, patrolamento e encascalhamento de ru­ 
as, opcrnçÕo utnpa buracos" no asfalto d:i cidade, 
pinturns de meios fios, l lmpez.1 das pracinhas dn c,!_ 
dade, aterro de órcns nlagndiças, além de um aten­ 
dimento constantr ~s pessoas que ncccssltnm em su­ 
as residincias de pcrlrns, cascnlhos e terrn. Se l! 
varmos cm considcrnçiio que os maqulnÓrios do Pre­ 
feitura foram encontrados prnticnmente "depenados" 
faltando desde bnterias, pneus e até motores, o tra 
balho desenvolvido até agora por esse setor da mu­ 
nicipalidade é digno de elogios, pois em mrnos ele 
seis meses Bela Vista está de cara nova, fazendo 
jus ao seu nome e ao pseudônimo de "Princesa do A­ 
pa". 
Outro dia, na última sessao do Legislativo bel! 
vistense antes do recesso de julho, o Vereador Syd 
ney Nunes Leite, do PDT, apresentou um Requerimen­ 
to sol 1.citando dos Órgãos competentes uma maior f 1! 
ca1izaçiio no citado trecho e alertRndo sobre os pe 
rigos oferecidos por veículos mal estacionados nas 
imediações do Posto Nacional. principalmente no pe 
r{odo noturno. 
A esse respeito, es- ~I. -. -_-_-_-_-:-._-_-_-:--~---_-_-:- __ -_-_-_-_-_-_-_-_-..,-, 
ta semana pudemos com- 
provar a presença de p~ 
llciais militares no pe 
ríoclo noturno naquelas 
imediações, cuidando pa 
rn que o tráfego flua 
normalmente pela movi­ 
mentada via pública e! 
vitando o verdadeiro fes 
tival de veículos al es 
taclonados que realmen­ 
te representavam perigo 
aos demais motoristas. 
Se não fosse pedir 
multo, gostaríamos que 
o dinâmico comandante ela 
Polícia ~ilitar em Bela 
Vista, Ten. Daniel, de! 
se urna "olhadinha" na 
Barão do Ladário, nas imediações do citado restau­ 
rante, temos certeza que em pouco tempo os motoris 
tas irresponsáveis iriam aprender que em Bela Vis: 
ta tanbém existem as leis de trânsito regidas pelo 
COTA. 
PM ATENDE SOLIC:ITAÇÃO no VF.RF.JDOR SYDNEY 
Na cdiçao passada da Tribuna da Fronteira e ta 
bém do Jornal da Pecuária e Agricultura, cm repor­ 
tagem a respeito da 18~ EXPOBEL, ao nos referimos 
ao Senhor Leandro Acioli, o fizemos afirmando que 
o mesoo era o vice-presidente do Sindicato Rural de 
Bela Vista. Estâvaoos errados, e antes que o "Os­ 
valdâo" fique bravo, retificnnos, o Senhor Leandro 
Acioli é l~ Secretãri.o do Sindicato Rural ele Bela 
Vista, o Vice-Presidente é o Senhor Osvaldo Gorn~s 
r--ldeMe_lo.c_eno!_! - - ---, , Dedé:Umdos 
rora-se !a Luva nt 
. 	1 mais a uan e 
H:i algum tempo atrás, ao chegamos de Capo Gran 
de pela Viação Cruzeiro do Sul, em uma madrugada 
bastnnte fria, ti.rei as luvas da mio para apanhar 
as bagagens e como nio havia acordado direito, aca 
bei. deixando a luva da ão direita no banco do Ôni 
bus. Coo a chegada do frio ela está nos fazendo mut 
ta falta, por isso pediria a quem encontrou por ob 
séquio devolvê-la na redação cio Jornal Tribuna da~ 
Fronteira que ser:i multo bem gratificado. Tenho cer 
tezn que a pessoa que a encontrou nÕo a devolveu 
por nio saber a quem pertencia e sendo só um lndo 
nio terá utilidade nenhuma. Procure-nos. 
Após o fechamento do 
balanço dos crabalhos da 
Assembléia Legislativa Es 
tadual, o Deputado bela= 
vistense Henrique Dedê do 
PTB, [oi considerado un 
dos mais atuantes dos úl 
times meses. 
P. deputado que a5 
sumiu há pouco tempo sua 
atuação na AL é digna de 
elo&os. 
cm raa 
recep fanar seu 
a parar uata e churrasco, 
Tudo Indica que a Expostcao 4, ,a 
ino será una das is concorria a nlnel te 
o e de parte1paio de expositores. 
0s promotores da FYPOHFL espera algo e 
de duas m!I pessoas visitando Pela 
festa que começa no próximo dfa l» e s 
23/07. 
Nós da Imprensa, que vimos acompanhando 
balhos que vêm sendo desenvolvidos pela 
SinrlJcato Rural de Bela Vsta, Clube 
Vista e Prefeitura Municipal, unidos com vis! 
di; ixar 
O 
Parque de Exposições Rio Apa dotado 4 
das a comodidades necessárias para bem recep 
nar os expositores, visitantes e participantes 
mdior festn da fronteira, so po<leno~ cloplar. 
mente niio é fácil, e quanto mais proxir.o v1! f 
do 
O 
início da EXPOBEL, maior vai flc~ndo a e· 
riA, 
0 
trabalho aumenta e a prcocupnçno bate ( 
no sentido de estar tudo a contento para o ! • 
da tradicional Exposiçio A~ropecuaria de Btl• 
ta. f'. assim mesmo "seo' Lili, Leandro, Marclo, 
Lufs e outros. Temos certeza que mais una vez 
POBF.L vai deixar multos com saudades. A na!ar; 
ta de nossa ci<ladt.! está sob a organizaçao de, 
competente sin senhor, por isso o sucesso e A: 
t irlo. 
,_ 
Este ano, acreditamos, só vni fnltnr na E~; 
os políticos ::ientlrosos. promessciros doasíal, 
rn Jardim. Ou será que eles viio ter a cara de 
de prometerem mas uma vez na abaertura 
POREL :i realiznçio dn obra? Acho que nao!! 
ter certeza. essa "raça" não va! fazer falta!l 
Den. Henrique Declé. 
5( O Ql'E 'Al FALTAR É POLlTlCO ~E'.:TIROSO!! 
' 1 
1 
1 
1 
1 1 
1 ! [ 
1 1 
1 1 
'l=s> 
iPI-STIS DE CORRIDA 
Com o trabalho desenvolvido pela adi:dnis!ri· 
municipal nas ruas de nossa cidade, patroJ.znl'' 
cascalhando as mesmas, muitos motoristas acha:: 
podem fazer delas suas "pistas de corridas", ::: 
gando em alta velocidade. 
A Rua General Soares da Rocha, que cruza e' 
te ao Hospital Sio Vicente de Paula é u::ia da;~ 
is perigosas, pois existem inÜmeros cruza::e:t~ 
podem a qualquer momento causar um acidente Ç· 
Alguns moradores, inclusive já estão co:t~ 
una movimentação nos sentido de fazere u s" 
ass!nado pedindo a municipalidade a constru" 
que ra-molas para evitar os perigos enineotcs'' 
acidente e a d 	" 
gran e quantidade de poeira que • 
{7",1.",,2; %,é e os»to si» ver± ?$ 
• P n~o tem jeito, se as ruas esta0 r-, 
clarna::i, se cstao boas fazern pistas de corridas! • 
Venha V i b r a r C o n 0$0 
A 18a EXPO3EL ESPERA POR VOCÊ COM GRANDES ATRAÇÕES E PERSPECTIVAS DE EXCELE~TES NEGÓCIOS 
.J.. 
PROGRIIME BELI YISTI EM SUA DGENOI- 
RODEIOS PENCAS BAILES MOTOCROSS MUITA ALE~RIA E AQUELA HOSPITALIDADE DA FRONTEIRA 
VENHA A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A 22 DE JULHO/88 
NOS ESPERAMOS POR VOCE - LAZER E GRANDES NEGÓCIOS