Vt« , er 4 dunt a, u r o s devy r.tru{r ' + lun4 dos pn' e do vir to pelos l Estado -Lzadn , o rio que , 1 de (OSON MORAES: UMA ADM ,~ISTRACIO CONSCIENTE ente dos //TO ~ROSSO no SlL Nestes primeiros sels me s de Governo, o PrcfcltÕ on toraes demonst rou to- 1 swJ capnc idade de trn- )ho e visão gloho l dos ohl mns ba lcv la tenses, r preciso que o povo sn_!. que o l'refdto herdou v~ los problemas dn Admi nJ s - ração anterior, n exemplo 4 meses de snliirlos atra los. E uma folha de papa­ :nto~ inchada. rol preci­ fazer o que fizeram os utros Prefeito,; da refão, leitos pelo P'11111, pelo PTíl Pn - demitir func!oni - e normaliz.1r n H ltun - Edson est,i conseguindo. /JO: XVTil !9 ')55 08 DE JULHO DE 199 - R"DATOR CHEI P.: ou co= • d1o uél io N.sr, .READOR SYDNEY N. Lf.11": Eo reuniio festivn rea lzada sexta-feira,o Ro:- A folhn cr;tÕ cm ,!la, teclo·,­ os funcionários denitt'o rcccbcrnm os seus dlreitoR. J Um ndmJni~trador pGbllc, não pode e não deve ser pa-1 tcrnaliuto, afinal ele odml1 nlstro o dinheiro do povo. F. multo Já foi feito. r-1 só ver o trabalho da SC'cre-, taria de Obras, tendo a fren te o Engenheiro Ricardo d;, Souza Rosa; a da SuGdc,com1 il Drn. Azaléo Ocárlz, e dns, demnJs Secretarias envolvi-· dns no trnbnlho de criar uma !>:OVA flf.LA VISTA, mnl· 1 1 hum:1n,,, mals Justa, com me­ lhor qua 11 cinde de vida pnr,,, / a nossa gente. , Já se vlslumhrn no hori- f,i;nTii _ A [ID tnry Cluh de ílela "is­ ca <'l"P<"SSou o novo Canse lho íllrctor parn o hi~ - nio fl9/90, [lcnndo assim constltu{rlo: Preslrlentc: Syrlncy Nunes Leite 19 Vice Presidente: lval cio Pereira 29 Vice Presidente: Eder ney Miranrln Silva Secretário: Gerardo Boc­ cia ~iretor de Protocolo: 1- van Marques Tesoureiro: Helbert Bas­ so. Marcci e iro e qui' r---------------------- DIRETORES DF. AVENIDAS CARTA ao PRESI E TE resposta à CARTA AO PRESJDFNTE,publicada nes e Jornal e· enviada ao Presidente José Sarney, rei rd tcnndo uma nova política de desenvolvimento J ·­ / 5 cidades situados na faixa de fronteira, com ... ase pnra Bela Vistn e Porto 'lurtinho, recebemos Secretaria Particular do Palácio do Planalto rrcspondência acusando o recebimento e cumprimen s do Presidente Snrncy. • Esperamos que algo seja feito para dinamizar o ••~o cooêrc io, resgatando um coi,;promisso hist6ri- l ' assuoido na inau~uração dn Ponte Internacio ,' ue foi construída para LIGAR os dois povos,a- • lzar o turismo, intensificar o comércio entre duas cidades, e não co□o fator de d isc6rd D1 e untes. Defendemos a filosofia de integrnçâo entre os "º 5 • de livre comércio entre os países latino a­ rl·nnos, da cri~çiio de uma fronteira progressis- unida, com cidades clesenvolv idas e melhor qua- ade á, ±, .f i e v da para a nossa gente. Intensi icar o FIso, desenvolver um comércio d lnâmico entre as s c!dades, coibir os nbusos, erradicar e comba­ F co todos os meios o tráfico de drogas e criar, b~a fronteira um polo de àescnvolvirnento_ sta a nossa luta, e a luta continua. ---------------------------' Lulz Carlos Rahal - E­ cluardo Ocáriz - V!lson llertcl li. Convldndos r rotnria nos, acornpanl1nruca= cao sani aria, higiene do trabalho etc .. ; r-r==========n %l 1 1 1 1 ' . -- 1 ·---·--,·- preparando profissionais muito o que afirma o artiqo 25 da Declara cão Universal elos Direitos do "ornem: "Toda pessoa tem direitos a um nível de vida ao qualo, ve lhe assegure, assim como à sua famili~ a Saúde, o Rem-~star e, especial­ mPnte, alimentacâo, o vestuirio a assis t§ncia médica e os serviços sociais neces­ sarios•·. DR. ALBERTO RONDON. Escritório dP. Bdvo .aci; RUA: CARi OS CAUSAS C VEIS r: CIUMJ':AJ". 15 DE NOVY'BRO BEA VISTA scritório NELSOI CHAGAS ADVOG/DO OAH- '.S FONES: A. 251 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESIPr.KCIA ESCRITÓRIO: Pua Tenente qernardcs no; ~ RESIDENCIA: Av. Cel. Camisão no 65' : JARDIM Indicador o 439 - 1382 a ·'-'• M/TO GPOSSO DO S'. • e.iti : Consui ório édico dontológic DR. REtlAJO DE SOUZA ROSA -----· MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÃRIO: 17-2: DR:. IRATÁ LEíO S. T0R&ES CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HOPÁRIO - 13 - 21 BORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 .BELA VISTA - M.S. DR. LUJZ ANSELMO DA SILVA CIURG1a EN1sr cRo - s. HORÁRIO: 08:00 - 12:00 !!ORAS. ra. faria 'eles .la &C$ e ;j] ADVOGADA m OAB/MS 3281 141. 490.1o: ~ CAUSAS ClTEIS E CRIMINAIS - ": TO TRABALHISTA QUESTÕES DE ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 6/ FONE: 439-1302 •• - CENTRO - CEP: 79 •• • BELA VISTA_ !ATO GROSSO no$ EXPEDIENTE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO D! 20 DE F_EVEREIRO DF; l ~72)° .. FUNDADOR: IVALD0 PEREIRA REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA GERENTE: GlLSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE NUNES CORREA. KOT{CIAS: ABU!, AE, PLANALTO E C0RRESPOXDE'AIS. CCC MF - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28: 219. 0003-1. TET0RA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. Advogado % CIC FONE: JIB. '"- OAB/MS SALVADOR 3.369 0 29 .675.191-20 ESCRITÓRIO - FONE, LOURUfill a 251 - 1451 RUA: 1 Q DE MAIO, 341 RES!DtNCIA: ROA OL'VO " BILAC, _ .. ,,._ 'e { -·::::os. ·, ::as ar­ ter ·:r 251 - 1410. Rl !N/ts, FUNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO - 1382 2.491- 3CRITÔRIO SIDENCI ;ao OSSO DO. I REALIDADE ESMAGAI Quando uma pessoa começa a refletir so bre todos os problom s que tem, nu mesmo monto, é capaz do desanimar na busca de qualquer solução. Quando uma família co­ eça a discu ir conjuntamente todos os roblemas, perde a serenidade e a vontade le encon rar soluços. Quando olhamos os roblo.s sociais e humanos conjun nmrnt<' fcamos pequenos e assustados. Nosso ma 1 É não separar os problemas dentro do tem­ po e do espaço. Vcmor; os prol> lemas aqu1 e agora. Na rcalidad0 cnda problema tem seu lugar. E quando somos capnzcs de fazer es ta distinção, ele tomar um problema por vez, tudo fica mais fácil. 'Há muitos idealistns que rlcsan.tmam. f: comum ver estu<'lantes percebendo os probl!:: mas que envolvem a sociedade e desejando uma sociedade nova. Mas tudo parece mais t?n complicado e em todas as direções a­ parecem problemas, desistem da luta. ~nardcs ~ Há líderes políticos novos, sacerdotes • L2% ±2#.%2 quando percebem que os caminhos estão sen do dificies. e preciso ter grandes motivações, gra~ des causas, objetivos muito claros para se enfrentar os problemas. C preciso sa - ber onde se quer chegar e ao mesmo temp ser livre, não se deixar envolver por 1- deologias interesseiras, por 1.ntcressc ~e g.rupcs. Não bas a tr lido lindas teor1as soc1- ais. Vão bastá belas idéias. Não bas a co­ nhecer a realidade em odas as dimensões. ão basta in eqrar um grupo de militância. t inportan e ter uma cnusa. Som0nte aguvn­ tam a luta as pessoas que tem uma causa de finda. Uma causa que vai além dos interes 5es pessoais e do qrupo. ALm dos interes­ ses passageiros. : 1,í políticos que aguentam a luta por u­ ma causa muito pessoal. O porler e o dinhei ro fazem perder snno, saúde e tempo. Até u snm dos problemas sociais como deqrau na subida r,olitica. Jlá idealistas que aguen - ram comnotivo de fé. Sonham um modelo de soc1.edadc diferente desta que está ai. So­ cic~a<'le justa e igualitária. Sociedade co- no '1eus pensa. . A realidade com to<'los os seus problemas esmaga qualquer pessoa que não tem uma di­ mensão nssado. BEL/ VISTA E Bela Vistn tam!ié::n precisa mudar, te.!los exer., plos de pessoas que estão trabalhnndo muito para ven cer desafios, e só encontram pelo frente, e~peci lhos_e barreiras criadas pelo ignor~ncia. 'nrnos dor as maos, forjar umn mentalidade progressista e aju­ dar o Prefeito Edson a concretizar sonhos e esperan CDS. ~~uda Bela Vista, enqu:into e te=-:po. - ------ PvrRGNTA TM!7f%..: a par J r de apora vamos C0 1 ·er. 1 or - 1 ' J o lntt>- fazer perguntas, mu tas pergunta te4e reunndo., tr·r1o l'~"AÇO t [;{! pnr • TE' ponder, que no venham com propagandas, apenas responda as nossas perguntas, que são peruntas do POVO. 15 de novembro v,·'11 ,, [. P. l 1. COMENTAN ~ 1 1 Apesar do vergonhoso<' tenebroso regime (innn - 1 eeiro, con juros de 3té 43~, ncubando co□tod3s as pretensões de PRODUZIR, INVESTIR e i''PLLR, nosson 1 ee1presnrios estao de:nonstrando RAÇA, FlBPJ e CO~A­ CEM, enquanto políticos só falam ... falam... ga- nha::i, !!tUito bem, e...falar... mas não apresentam [ nnda de novo ••• so falar., .•. O POVO ESTÁ CAYSADO DISSO QllE ES':, AL E .... 1 A CAIXA ECONOMICA FEDERAL? E a Ca? Que capta tantos recursos em nosR.:t ci dnde ntravês dn poupança, aplicncões, etc. DepÕsl= tos e ::i.~is depósitos. Tod~~ snbeo que n Caixa apli Eea suas verbas nos fin:rncin.::ientos dn c:isn própri:i-:­ qunnt 35 casas forn:n f~nancinda~ pe a Caixa en Rala Visto? ~;0 f umn cr!ticn, apenas una pergunta: obras 1-· ---- - - 1 8 l-e de se t I p" ,1 ~ t e lon,írlos. _ri. tr 'os por p•· uro a páblfco. da r 1 . Fsta a! ente reela ndo te u1 I .; p ród ! r. o em trat 1 :- 1 '0 ;ml,•o, n,t r,ro:dlf 1 1 1 (1 1 1 1 1 1• l'_n_r_nutro 1r1!n, '""':Uit0s t,c~•ín; :-,,:!"!,., ·•,1'r!e1.~ 1 r Pre•. ~·- 1 dente J0S FD'ARDO VIEIRA DE AADT. luta ccr,; t . ·_ ,:~1 das as forç:1s p.,r;l ajudar ... o rr.1r:>:·p:-. i~ o n~:~·- .-Ih-_--. .·'lJ Dl'S cresce, dia a din, pois é ur banco co cr!a. PRESIDEKTE JOSf. SARSEY. vinade. E o elm;lo é gratu!to, nada deve:::ns ao co e nada queremos. Só a a::d.zade cto :,o;,u1ar õigc.! s:ar ~ ::os ±Lu -, < ss ?1ros, ic de ~====::==================:::::1· .,: ,je :sto • cl; dia +0' as he; "ão -:s a ., oc 'êÕs ,a: CI . )ã_ J 2, ' 'ab O Presidente da República José Sarney não ê o culpado pela atual situação. El~ é "culpado" por ter no seu Governo realiz.,rlo Ql'ATRO EI.F.IÇÕFS,nurn cllma de c,rder.i, lisura e ampln particinação popu lar. [le é o culpado pela liberdade elo~ Sindica: tos, da Imprensa e atê ... liberdade para os poli ticos. - Quando Sarney quis dininuir os i;astos 'públi - cose acabar com algunas estatais, os ncbres de­ putados e Senadores foram ... contra. Sarney é culpado por atender as solicitações do P'IDB, PFL, PCB, dos partidos que apoiavam . o seu Governo, na época das vacas gordas... hoje , sio COSTRA. ~•as o povo não ê bobo. Aceite□um fa to senhores, vocês foram Governo, alguns aindã sno governo, então, coragen para assumir a culpa." R t. l Que o Raerindus foi o fICO banco a da anis! nos pequenos e nédios em;ircs.irios por ldci1'.:! próprin, enpres.irios estes ESGASAnrs e ES?rt:X pelo Plano Cr11zado. F até hoje, aqu' e::1 '>ela n,:· tem ewpresârios a~arganrlo os te•?OS crueis da ra e do en)(Õdo. Trabalham só ... para p3;;:1r os•· desses FI:-AXC1~[F.:-;TOS ... capitalisc,o co::: risco,~: cordãoos, cas capitalis:::o SE'! ~n:.:TIRAS, TRA.'!3!Q:Õ e ARHADlL~.AS. XÓs esta::ios pagando ... e aquele ~ de lahas, vai pagar? E os dÓl;ires para o exter!C: E os trambiques dos Roncos Estaduois7 Sossos parabéns ao Lenndro e Lili a 18 11 ~xpo FAL,"-"ºº EM EDSO bel será um sucesso, o trabalho de v~cês m;r~~e ~ Sabemos que não está fácil, mas, convenhamos, só respeito da comunidade. o Prefeito nao canse ulrâ n~d3r a nossa cidade. Ca- r---------------------------~ be, tnnbên, oos coraercinntes, crn?resãrios, produto­ •res rurais, profissionais liberais, a todos que fa- 1 zem a comunidade, cada um dando a sua parcela. Se nssim o fizemos venccrcnos ... caso contrário, serc 1 mos mes□o a quarta cidade da resto. ~ a verdade e I nao ndinnt3 ufanls1os baratos. Banco é gerente, diz a voz do povo; e a voz do povo e a voz de Deus. Temos em Beln Visto 4 a&ên­ cins hnncarias. Temos o lervi no Banco do Rrn - sil, adepto dn PRODUÇÃO, do INVl':STlHElTO, que não e _culpado pela situ:ição do nosso comércio e da in dustria (pendurados até a nedula no BB - - parce -) 'las - d d - _ grande tivae p • e • e ialo~o [acil e procura alterna CiR-~~ or outro larlo, temos gerentes nqui DSVA = dos' je~ogar,devagnr. E funcionârios rn:il educa- • o~cos parn nanda { ra Cartório - "_sr. • • t tulos e duplicatas p ' n.:io cstno ne.~ nI e ·a - no fundo mesmo. uns { " :om a ciiade, e sao, ' • ~ ~ncompetentes. "-?;,._;r tca. t ".-. 75=.. ''M Ar T!HT!IJ Ili rl/ r POtl n IflA BELA VISTA - uc l í. 1 O DE i o j B3.lançú da Assembléia Legislativa Coloca Deputado Henrique Dedé como 4: mais atuante A Mea dret ora rln A1,r1c•rnhlÓJ.a LCil vez que o r lo de ligação entr l CO l nidade e o Podor Executivo, princ1 1men te do interior, é a'rvés do; deputados oraduais", desabi fa Henrique De46, Fm e ratando em requerimento, enl1- cou o parlamentar que apenas dois "não o­ h.iveram respostas". Ao comentir sobre sua posição enre os quatro deputado: ma­ is a uan os, Dedê foi axativo ao decln rar que "esamos resqatando o comprom1s so firmados durante a ca:nr,anh rl l. ~ornl que nos quiou à Assembléia Legisla i va" . "Sabemos que nossa posição como quar.o colocado não rcr,rf'srn .a narln se, por,uln­ cão não for atendida, pois a uamos como norta voz da comunidade junto aos poderes const1 uidos, C" deles iremos cobrar a rea lizacão de benefícios, independen:emente, de ques:ão política e partidárias", disse flenriquc nerié. Ao finalizar, Henrique Dedó voltou a lamentar o fato ele alqumas solicitacõ~n sequer merecerem respostas por parte iPI-STIS DE CORRIDA Com o trabalho desenvolvido pela adi:dnis!ri· municipal nas ruas de nossa cidade, patroJ.znl'' cascalhando as mesmas, muitos motoristas acha:: podem fazer delas suas "pistas de corridas", ::: gando em alta velocidade. A Rua General Soares da Rocha, que cruza e' te ao Hospital Sio Vicente de Paula é u::ia da;~ is perigosas, pois existem inÜmeros cruza::e:t~ podem a qualquer momento causar um acidente Ç· Alguns moradores, inclusive já estão co:t~ una movimentação nos sentido de fazere u s" ass!nado pedindo a municipalidade a constru" que ra-molas para evitar os perigos enineotcs'' acidente e a d " gran e quantidade de poeira que • {7",1.",,2; %,é e os»to si» ver± ?$ • P n~o tem jeito, se as ruas esta0 r-, clarna::i, se cstao boas fazern pistas de corridas! • Venha V i b r a r C o n 0$0 A 18a EXPO3EL ESPERA POR VOCÊ COM GRANDES ATRAÇÕES E PERSPECTIVAS DE EXCELE~TES NEGÓCIOS .J.. PROGRIIME BELI YISTI EM SUA DGENOI- RODEIOS PENCAS BAILES MOTOCROSS MUITA ALE~RIA E AQUELA HOSPITALIDADE DA FRONTEIRA VENHA A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A 22 DE JULHO/88 NOS ESPERAMOS POR VOCE - LAZER E GRANDES NEGÓCIOS