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3. 
ELA VISTA - MATO GROSSO no SUL 
----------------------------------------- 
0! Regimento de Cavalaria Mecanizado 
Comemora o Dia do Soldado 
cnRTft AO SUPERINTENDENTE 
REGIONAL 00 BANCO DO BRASIL 
pr, Sirley_ M, 'Vogue!ra. 
Todo brasfletro, no decorrer da h!s 
torta, aprendeu a admirar e respedtar 
0 Bànco do BrnA11, 
Sonho de muitos jovens, Ingressar 
nas fileiras do Banco é (ou era?) ques 
1Õo de honra, ele um ldcnl profunclo, a-: 
final, AfiSim como a l'F.TROBRÁS, o 
1lanco 
do Brasi 1 é como o coração dos brasf - 
Jclros, Sempre pulsnndo mais fort<' cm 
defesa dos interesses maiores da Naço. 
Forças desconhpcIdas de m!Hões de 
hrasileiros, parec.:w ~star nrunndo con­ 
tra o banco, contra estn Instituição 
que foi sempre motivo de orgulho para 
todos nós. 
Estas forças prccisnm ner denuncia­ 
das, através dos jornais, emissoras de 
rádio e tel evisiio. O povo precisa sa­ 
ber quais são os inimigos do Jlrasil. 
E paradoxal, Sr. Superintendente 
enquanto dcfinhnm o,; lucros do Banco 
do Brasil, crescem assustadoramente os 
lucros de alguns bancos particulares. 
E lembramos que só o BR Investiu na 
PRODUÇÃO, investiu naqueles que traba­ 
lha. Os "outros" preferiram a AGIOTA­ 
CEM, fruto podre de um reg Lme que po­ 
derá levar o País a uma r<>voltn social. 
Por acreditar que há no Banco cio 
Brasil, brns 11 eiros patriotas, empre - 
endedores, homens e mulheres acrcditan 
do que um País sõ poderá se transfor 
cnr en l-AÇÀ() quando todos os seus f !­ 
lhos, conscientes, optarem pelo cami 
nho do trabalho, da honradez e da de­ 
cência, abominando o,; desvios de um ca 
!talismo selvagem, desumano e 1ngra - 
to, lançamos o nosso apelo. 
Dr. Sirley , 1· 
existem os an - • 
]os oaus, não os 
conhecemos, mas 
sabemos que são 
filhas do Demô­ 
nio, Assim como 
l:lanipulam as a 1 
i:as dos sereS 
huanos, seguin 
do ordens á[' 
+«te ase rc- '=a. s6Ia. 
as, hã tambê E! l:-""--- 
os anjos maus da economia manipulando 
a ordem (ou desordem?) econômica deste 
?a!s. só não sabemos QUEM É, ou quais 
sao, os DEMõ:,1os que os orientam. 
A situação dos devedores do Banco 
do Brasil em Bela Vista é crítica, to­ 
tios estão com a alma à beira de um va- 
2!o, de um lado a Luz e do outro as 
tevas. 
. A luz significa o progresso, a gera 
ao de ecpregos, o trabalho produtivo, 
~ justiço social; as Trevas, o aniqui- 
ncento, a revolta social, a injusti - 
e, a revolta. no campo, significa, aci 
a !e tudo, Dr. Sirley, o campo fértil 
" ·ª a proliferação de idéias radicais 
e levarão o País ao caos, a escur! - 
dão e a morte entre irmãos. 
,io vou justificar os erros dos em­ 
Presârios, o maior deles foi acreditar 
na Promessa de inflação ZERO, do cres­ 
dento e da normalização. Este foi o 
ator er+. 
t 
.. u1t,1s oas dívidas atuais foram con 
ta!d, d 	.d, - 
t. a_iurante o Plano Cruzado, e ru! 
~~ estao pagando até hoje os erros de 
"gutpe econGica que, sinceranen - 
,, ao trabalharam e nem estao traba­ 
,"?"o elo ras±1, MAS CONTRA O BRA - 
.golpe em cia de golpe; Cruzado 
SFdo, Bresser, etc, etc, assina-se um 
Crato A« 	, 107 
ara vote com juros de 3, I e 
-, de juros ao ano, e o que se 
<_ "ENros CRIMINOSOS, INJUSTOS e 
éc::, nos leva::, o pensar que para acabar 
ATos só veneno e o veneno e a 
·raltzacão. 
Os pea - • 
las . uenos e mcdios er:iprcsariot... u 
,_G'vidas foram contraídas durante o 
"o Cruzado e, outras, contraídas pa 
•• -iquidar estas dívidas, numa RODA 
A 'O: 
VIVA !ORTAL, sol1citam de V.Fa, 
dos diretores do B, em ras!lia, es 
tudos para: 
1) Parcelar estes dêbitos; 
2) Prazo de 2 u 3 anos; 
3) Cancelamento nessa mentirona ex­ 
pressão denominada I'ADIPLPNCIA, que 
poro nós, não passa de uma grande 
mentira, pois IAII''P!ENTES MORAIS 
so os causadores deste desastre; 
4)Juros "normais"-juros próprios para 
quem está trabalhando,gerando empre 
gos, riquez11s,enfim, fazendo este Pais 
andar; 5)acabar coma tal de "taxa de 
permanência", todos estão tentando há 
várias meses renegociar com o banco, se 
foi falta de "indexador"ou seja lá o 
que for,não é culpa dos devedores; 
6) Ninguêm quer dar calote no banco, 
nem favorecimentos, apenas CO:-.'DIÇÕES 
para pagar estas dívidas injustas. 
~ós acreditamos que o Ranco do 
Brasil têm as soluçÕc~ para estes 
problemas, e a cada dia que passa o 
relógio do tempo marca os segundos 
da estahilidade deste país. 
nizcm os "líderes" da economia 
que o Brasil do interior é rico e pro 
dutivo, mas se esquecem de dizer que 
DO ITERIOR poderá partir a grande 
revolta, iniciando-se com a paraliza 
ção da produção agrícola, e aí então 
faltará alimentos nas mesas das cida 
des, onde moram "estes" ho:ncns que 
não são brasileiros, porque não co­ 
nhecem o "rasil. 
QUE O BACO DO BRASIL ÃO SEJA CO 
MO ALGUNS BANCOS (MAIORIA) PARTIClºLA 
RF.S, ASSASSIXOS DE ESPERANÇA E COR 
TOPES DC ABSURDO. 	- 
PS: Dr. Sirley, não seria pedir mui­ 
to, que V.Fxa. enviasse um funcioná­ 
rio da Superintendência à Rela Vis­ 
ta, e estudasse CASO a CASO, está ha 
vendo ABUSOS nas cobranças, sem cul-: 
par os funcionários da agência, eles 
cumprem ordens, mas, do jeito que 
está o resulta~o será o caos. Muitas 
injustiças estão ocorrendo, caso não 
seja resolvido estes problcmas,o Ban 
co do Brasil será o grande culpado 
pela quebra de vários empresários 
produtores rurais. f'. este o objeti­ 
vo do Banco? E, neste caso, a vitó­ 
ria será de alguns donos de bancos 
particulares e da máfia que quer oca 
bar com 0 B. 
1 
1 
L -,--- --,----:----:-:----:-----:-- - ---;:-;---:-~ ~ --:;-;:c---;-:--;-:-:-::-:-::--~ 
Flagrante da solenidade cm homenagem ao nia do Soldado - 25 de Agosto. 
O 102 Regimento de Cavalaria Mecaniza 
do, Regimento Antonio João, de Bela Vis-: 
ta, fez realizar uma bonita cerimônia nas 
dependências do Quartel de Bela Vista em 
homenagem a importante data militar, que 
contou com a presença de inúmeras autor! 
dades, convidados, e grande número de po 
pulares. 	- 
Comandante do 1 O'? RC 'IEC Ce l. Edson Gonet, 
Pres.da Camara Carlos A.Ocariz, Prefeito Ed 
son Moraes e Dr. Vilson Bertelli. 
1 
L. 
X<l oportunidade foram realiza 
das as solenidades de Jurac,ento ã 
Bandeira, Compromisso ao 12 Pos­ 
to e feita a entrega de medalhas 
à militares da ativa e da reserva. 
VEJA ATRIA A PAGINA 03 
ESCOTISMO EM DELA VISTA 
"A Loja }lacônica Estrêla do 
Apa ng 9, preocupada na cons - 
trucão de uma sociedade humana 
e, na esperança de que com a­ 
mor à um Ser Supremo,ã Pátria, 
e à Família e ao Próximo, sob 
o tríade ~IRERDADE-lGUALDADE e 
FRATERNIDADE, buscando meios 
e Reras é o objetivo da Loja 
Maçônica de Bela Vista, contan 
do com o apoio da comunidade", 
Além de palestras de lide - 
res do·Escotismo no Estado, a 
exemplo do professor João Con­ 
ceio Ferreira Alves, na reu­ 
nião traçou-se os primeiros ob 
j etivos para criar o Grupo de 
Escotismo e formação da equipe 
de trabalho. 
para que possamos alcançar a fe 
licidade geral e a paz Univer­ 
sal, se propõe: ... 
Esta é a introdução de uma r:----------'-------!, 
carta-convite endereçada às au 
toridades belavistense, entida 
des de classe, clube de servi­ 
ços e imprensa, que a Loja Na­ 
çonica enviou semana passada 
convidando para uma reunião no 
Salão Paroquial, realizada dia 
26, para a criação de um Grupo 
de Escoteiros em nossa cidade. 
Segundo Vaner Abella Ferrei 
ra, coordenador do evento, "ori 
entar e auxiliar a criação de 
um Grupo de Escoteiros, em nos 
sa cidade, visando a formacãÕ 
do caráter e desenvolver o ci­ 
vismo, amor a Deus, respeito 
ao próximo, orientando-o den - 
t ro dos fundarentos formulados 
pro Baden Powel, definidos no 
Livro Princípios, Orgànizoção 
l::Moção de Con­ 
gratulação 
O Vereador Sydney Xunes Lei 
te, do PDT, solicitou na cã~ã 
ra Municipal que seja endere­ 
çada "NOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO" 
ao Exmo. Senhor Coronel Edson 
Conet, Comandante do 10 Regi­ 
mento de Cavalaria Mecanizado 
pela passagem da data comemo­ 
rativa ao Dia do Soldado e E­ 
xército Nacional, dia 25 do 
corrente. 
Nais notícias do legislati 
vo belavistense na Página 06: 
Congratulações 
pela passagem d 
Dia do Maçon 
-- 
VEJA NESTA EDIÇÃO: 
ADVOGADO NAZARI BORGES 
o 
POUPA 1,/ ,L D E.'!AR 1-'.AYER DO 
JCRI POPULAR. (pAGIA 05) 
se r zir a m 
a- 
EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE 
o Prefeito de !ela Vis 
e, 
ta, Edson Moraes, G1- 
ma 
na 
- Cima semana, deu um exe is 
- 
plo de sua filosofia de 
do 
trabalho e mostrou o ca- 
minha para se sair da cri 
o- 
UNIÃO E SOLIDARIEDA- 
n2 
se: 
DE: (VEJA NA PÁGL'iA 05). 
a- 
z r t 
om 
do EMPRESÁRIO BELAVISTENSE 
do DIZ QUE GOVERNO DO ESTA- 
DO DESRESPEITA o POVO DE 
r, BELA VISTA(PÁGINA. 05). 
s- 
-zar a t t sr r 
ci 
DED APRESENTOU INDICAÇÕ 
.T 
- ES NA AS SEYBL É IA LEGISLA 
s, 
TIVA llENEFICIA.'HlO 
a- 
os M'- 
de 
NIC1PIOS DE BELA VISTA, 
- PONTA ?ORA E JARDIM. 
u- 
CONFIRA PÁGDIA 
as 
NA 04. 
•a- 
a po s t	a r 
n- s.o.s. PRESIDEXTE SARNEY 
e- VEJA NA P,'iGUIA 07. 
ro tz r srs z g s r 
+- 
ESTÁ TUDO TRA'iQUILO NA 
a- 
c17CACO. 
(PCT 7 
De autoria do Vere 
dor Sydney Nunes Leit 
foi apresentada na Câ 
ra Municipal de Bela V 
ta proposição no sent 
do de que seja env1a 
expediente a Loja Maç 
nica Estrela do Apa 
9, com sede nesta cid 
de, congrotulando-sç c 
a mesma pela passagem 
Dia do Maço, ocorri 
no Últi□o dia 20. 
Segundo o Vereado 
"a Maçonaria é ur.ia in 
tituição de natureza 
vil que prega o aperf 
coamento dos costu=e 
incute em seus assoei 
dos a necessidade do 
senvolvimeP.to da virt 
de, do aprir:ioraoento d 
relações sociais, a, 
lorizacão dos sentime 
tos fraternais e dar 
tidão de caráter, e p 
cura a conquista da 1 
herdade". O dia 20 de 
gosto êoDLado!aço. 	o )

PREFEITURA MUNICIPAL 
OE BELA· VISTA - MS 
. 
DECRETO H= 028/89 
1,/. 1 il 10 l'Hfl· 1 i'O M lf !li. /,Cil !'OI, I', J. 
ll l'r 1•, ltu f.lu11rlp·1! ,J, H• I V!ul 1,l•,1•­ 
.HJ t,~ :_!. d l, 11 • o r:,o .,,, <1•1 .,11I. 110 J,o (1• 
l 1 11 1 d ç , , 1 , pai o • 111 b , , no 
101 1, 1,1 11t1,r·t.1l !/!' 1,>n/r,,1, ú, 
Artlo 
1 / ri m'.lr· 
c;o d, 1064. 
ll I C I' • 1' i: 
1H'!'lGOt•·-= llt·1 o :t1·vt,o A11LÔnomo de Água 
E'syoto de Bela Vista, autorizado a ele - 
v" •~·J '1l),'(Q11 li lll por C:• nlo) prtl'l ·100 
(Cem por cento), 1) 111111 I' I' U'.l ob, rturu d 
crédi .o (1Cll1·lnnal :;upl••rot ntares, usando c 
mo recursos para coberturá do5 c,-i•dl to:; a 
serem abertos, os provenientes de anula@cio 
pa1·c I al uu lolal ,1,, doL 1çÕ1 { consii;nacJ·w 
no u1·c; un,•ri l:> vi LCll L, , hc•m como os p.rov<'n i­ 
ente dos provve i :-; excessos de arre ada - 
çrio, considc~1·t1nUo-!;•• a lcndl'ncia do Pxer·,:-­ 
cl~·10. no:, L, rrnc:• tio Artigo 43, da L,~l FL­ 
deral N 4320/64. 
AHT:,;r 29 - f.:;t:1• d,:cr·•· o cntrnri1 ,,m vigor 
7. I,,,.a. sua uttica;ão, revoadas .:is 
disposições cm contrário. 
Bcl.i V!st.,-,.;s, 18 dl' ngosto de 1.989. 
Edson i•kch'l r·os df' Mor.:iPs 
Pr•ef•ilo Munic1pal. 
Homolcgo em tolos _vy termos a Avaliação 
n l'cr·,·nt" a i1r, :, 1,wcll iz..:id;i n,i 2~ Ci rcuns­ 
criçi'io suburbana,. SLndo parle' elo lolc• N~ 
02, com :1n•a d~• ó;,.000 m2(S,,ssenLG ,, C'r"l - 
co mil mts quudrados), no valor dc NCZS 
10.üüO,OO(Dcz ~il cru~ados novos). 
Ecla VísLa(MS). 11 d<' ;1gosLo de 1;)8'1. 
E.dson Medeiros de Moraes 
Pr~fcito ~unicipal 
Edital de lntiR1acão 
l'OH 
r." 1°2/H• 
Cf>lll 1 •; HAI 
' 
tnd nrl<, :10.· l'1 'l. 1111 
p •lo p1·•., ri• • ,·<li t tl q•r 	n· 
5ncJ1· d, :,11 JuÍ '·" pul,l i C tc!o ll • (<JI'[ 'I (J 
Ll i , no qu tl !'lr 1 1;:J 11:1l ·.'t,t.:•rn t::I.'•í 
Aviso: end 
om Prazo d 
de ~mó eis 
A- A C;llx11 EconÔmlca F,. !,·r,,l-Ctc, fl li :d 
de Mato Grosso dz SUI, cmunica que vende 
ra pela m••lho1· or, rL"l os ir:;Óv, i:; ·baixo 
relacionado-, no Estndo em que sc ncon - 
tram. 
13- As propostas serio entregues, em enve­ 
lopes lacrados na Agência B l'l Vista/MS . 
à Rua S,b·1s1.Jiio Cr1:;pirn do R;·gu, a par ir 
do clla 1'1/SJ::T/8º atC:, o di:t 22/SET/8~, 110 
ho1·.:1rio clc> 10:00 :,s 15:00 hor:,s. 
C- O inLcres!;ado que desejar contar com 
Cinanci;,mt!nto ct, v.:r•:i c!irigir-s, ao local 
incllcaclo, an es do prazo ~stipulado p~ra 
r• entrega das propostas, munido dos corptg 
vantes de renda, a fim de inteirar-s da:5 
condiçÕL's. 
D- As propostas de p,:sso:ts juridic:ts ~o - 
mente serão aceitas se preverem paamen - 
to i vista. 
E- As condiçÕc•.s biisicas p:-ir·t p.1rticip:tç;;o 
que fazem parte integrante do presente A­ 
viso, estarão à lisposiçÕt·.· rios interssa 
Yint Dias 
o 
GABINE'l'!:: DO PREF'.1'1'0 Ei-1. 08 DS AGOSTO DE 1989. 
Edson MLdclros de Moracs, Prefeito Mun! 
cipnl de B~la Vista, Estado de Mato Grosso 
do Sul, usando as atribuições que lhe sao 
conferidas de acordo com o disposto cm 
Artigo 120 da Lei complementar 07 de 20 
de Nove~bro da !.981. 
DECRETA 
A.'lTlG l 
O 
)-Nos Lc'rmos da !Pi ;,Junicip..il n~- 
830/S8. Artigo 1 fica aberto um crédito A 
dicional Suplcmc'n ar no valor de tlCZS 
39.000,00(Ti·:n:a ·~ nove mil cruzados r.o 
vos), a ser designado nas seguintes Dota­ 
çÕ"s Orç=cntárías. 
EXE UTIVO: 
020J- .EC/Dl,; l'LANEJAMEN'l'O 
4000-Despeso~ de Cnpital 
•H 20-Equip." Mal. Pc:-n:.in..:n Lc 2. 000, ü, 
0203-SEC/bE EDUCUCAÇÃO CULT.E DESPOR~O 
4000-Despesas de Capitnl 
4110-0bras e ln~talaçÕcs 12. 00,00 
4120-Equip.c Nat.Permancnte 25.000,00 
SOMA 	39.000,00 
AR IGO 2~)-Para cobertura-dos créditos a­ 
berto no artigo an criar scrao u ilizados 
recursos proveni ntcs do Excesso de Arrc­ 
c.adac;ão. 
Apurados de acoro com o Ar igo 43 da 
Lcl 4.320/04. 
AR'rlGO 3i)-Estc Decre o entrará cm vigorna 
éa a de sua publicação revogadas as dispo 
s:c;Ões em contrário 
Bela Vista-MS, 08 de agosto e 1989. 
IIEUIIII±ILHILIIIIGLIIIJ 
- QUE O POVO SEJA 13EM INFORMADO- 
.JOlil."oAI. ~ 0" r..:::,,.11-.,. l'MU. ~T.,_ 
~ ccnu,~ HSI UAJIOl."'l 
0a O IJ,,Q.KJCS,I IC,i.AA l0"lS O• V.C.V-'A, 
J0 +a, R Mtumt04 pro1d ot 
JO'hA.LDC~ ~ 
..()JNAj.r'C M'TCNO..olôv.Kt.O'('O.J0.101 
H4 ~Jl DC 00 J.HOS (Of'T,U-400 >01M ... t$ 
( K TAU-a,.rx:, 0 "'UN,O,,<w.MO 
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do: n Aenc « Bela Visto, no nd 
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Cor!c..;'- r-r·,""1,c- i • v 
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RUI DA A!FÚl!UCASI '·.BllA.1/ISTA, MS. 
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JO!l'IAL TRIBUNA DA FROKTEIRA ;> fTiip~gráficos ,e Of'F' SETT - p;iclrão de. qualidncie, 
(- D 20 	• e ciencia e os melh 	. - •. 
:l:N ADO Dt DE F,EVEREIRO DF; 1~72). !- ores preços aa regiao (a. 
toes de visit 	• 
-«--·-a IVALDO PEREIRA 	as, convites de casanento, íolhetoS• 
E IVALDO PEREI" • 	serviços em alto relevo 	• •1• 
~d. r.: • ,,A 	e facil'idad d ' a cores, entrega ra?l"' 
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4
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-
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jornais impres~os _e. : jornafs do incer.!c.r'. 
439-1410 - Séde Própria - Registro no Cartório região. ec 11rF Sr.TT e os mais lidos~ 
de Titules e Docuínen'tos n9 35'. 
mm Tr±Ava	l5 "er cesse±ansa sr acers 
-...., JORXAIS 	.- 
• 	DA REDE - }~esses voce- 
UM SE."IA.>1,-RIO DA REDE 'BELAVISTENSE DE JORNAIS. i) 	pode acredi cnr, 
T'ribuna da Frontei 
CGC MF - 15.513.203/0001-59 - D!SCR. EST. 28: :'.lnal de ,..,tonio João ra'. Correio Jardinense, Jcr ~ 
219.0003-L 	Jl'L,;ci: TXSE • Jornal de Bonito, Jornal " 
 	, • ... , Tribuna d e 
_!lTR~:roRA: .MARIA_ESTEL_!, ytLASQUEZ PEREIRA. IJ'Se, Jornal da Pe " _" aruo1, Trtua Mar±ah; 
- 	g 	cua r a e Agricul 
il9eh 
,RIO: ROA DA CARIOCA,59-49 E 59 JKDAR _ e,:·;, ?Q 'o-·n 
~ELEFO''E: 2203770/2626760 - RIO DE JA'E-iRo- _• ~' 
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eu 
Homenagem ao ia io Sollalo 
Hoje, mafs do que nunca, precfsamos despertar nos jovens e fazer renascer 
es adultos, aquele sentimento puro dos sentimentos que valorizam a cdudn{a 
lenofnamos real slynlfteado da palavra PÁTRIA. 
ada fala mal alto, qunndo se preocupa a clt•flnlr ll p lavra PTRIA,do que o 
sfrito simples, nobre e valoroso do SúLílAl)O, í. ele ,1 nat,;rin bruta q11e li vi 
la MurIla para transformá-lo em sentinela de nossos valores, e ninguém encar 
ou to bem este sentimento quanto o MARECIIAI. RONDON, 	- 
rm honrnMr,é1~ no llTA llCJ SO!.!JrDO, 25 de Agosto, publicamos este texto ba1- 
10, a rer.pnllo do então Mnjor Eng. C11nllldo 'l11rlano el11 Silva Rondon, um dos 
esbrvadores do então Mato Grosso, envido à nossa redaçio pelo Major Refor 
ado Gamalte] Stumpf. esse texto, um pouco do trabalho de Rondon, desbrvan 
lo matas e cerrados parn edIffcr as linhas telegrffcas de nossa rer,iiio. - 
de Bela Vista 
)pp4 (lm [mi[Itqpo l 
de Porto Mortinho em 24 de 
Xalo de 1905, foram ence- 
tados os trabalhos deste 
raoa 1 com a locçio da d l 
retriz dos alinhamentos, 
sendo lnlciadn li constru- 
ção propr lamente, no e! ln 
IQ de junho seguinte. 
No dla 30 deste mesmo 
:ês lnaugunivaMos 11 Esta­ 
ção de Bela Vista e 61.590 
~etros de 11 nha assentada 
daí a tê }:a rga rida. 
Coroãvamos o nosso tru 
balho no sul do Estado com 
esse golpe de açio, cons­ 
truindo aquela 1 inha em um 
=~s com 100 praças, es for 
o a!or do que o emprepa 
do de S. Roque parn Maq;ã 
rida. 	- 
Não pudemos traçar um 
só alinhamento ligando os 
dois pontos rcfcriclos,por 
que extenso e formidável 
brejo se lhes interpõe. 
Foi necessãrio proje­ 
tar a linha com diversos 
alinhamentos para S.., a 1 
fb de contornar as cabe­ 
ceiras desse brejão, c;u" l 
se estende a tê próx !mo elo 
azinho nos passos dos cór 
regos Guavira e Derrota.O 1 
urres contos n«ar E-LGA 1 LI5a raia. as a c.a.= 
:•ndo todos os córregos de taçao Telegrãfica de ~lar~ariela. 
ua salinas, Intragável. 
A linha foi traçada en campo aberto 
•~ Margarida, atê o Retiro dos Velhos; 
Azo coberto, onde predomina a árvore 
'º• ou orelha de burro. 
, Ela atravessou antes os córregos ~oocaji, Guavlra e Derrota, e deste er 
alante 	- - - 
b" • penetrou por ccrradao e caapao ate r,anhar o rio Piripucu, onde tam- 
eci ter-mina o afloraoento da rocha calcárea. 
_ Aléo do Piripucu seguiu a linha ainela cm ca!'lpo atê o cerradão do "Nunca- 
e-" 	e? 
d' • cerra ao quase mato cm que prcdomin3 a taquara. Do fim desse cerra- 
ao Cooeçam os campos conhccielos por 11que1c nonc e continuam assim atê a mar 
g~ do Rio Apa, na povoação de Bela Vista. 
O povoado de Nunca-Te-Vi tem uma população de 448 habitantes, sendo do se 
lo tiasculino 246 e do sexo feminino 202; Brasileiros 158, paraguaios 286 e ar 
~ent!nos 4, segundo as estatísticas de 1906. Fssa população acha-se disse!­ 
~a pela campanhtt que tem uma irea de cerca de 5.000 hectares, atravessada 
Pelo córrego que deu O nome à localidade. 
_Na fronteira de Bela Vista encontrou o gaucho riograndcnsc condições topo 
/~ficas 3nálogas às que oferece o seu Estado natal. Aí verificou que pode: 
le progredir rapidamente II principal indústria do Rio Grande do Sul, uma vez 
Sue 
t·• 
5 
extensos campos, dotados de forragens nativas, eram apropriadas à cria 
do gado. Eis porque se observa a predominância no Sul do Mato G::osso dos 
k:u
r
ats do extremo sul do Brasil, que para nli nestes Últimos dez anos têm 
,'rado en grande escala, indo ocupar não só aquela fronteira como os bel{s 
...... os e d - h 
-C aopos e Ponta Pora, Tpe um e Vacaria, em cima da Serra de aracaju. 
. /incidiu com essa imigração o incremento que tomou o contrabando na mes­ 
~l ronteira, com os consequentes embaraços à eficaz vigilãncia por parte do 
.sco p 1 d 	d i L.- 
. 
1 
• or outro a o, tratando-se e m graçao de gente de campanha e fron- 
•e ra do Ri d 	• - 
30 
o Grande o Sul, habituada as Revoluçocs, o Estado de Mato Gros- 
s~ que de~de os primeiros dias da República se convulsionar11, adquiriu as­ 
tr novos elementos que contribuiram para manter essa região cm constantes 
Opel!a. l : 	- 
, " revo ucionarias, em que o gaucho tem desempenhado papel saliente. 
ba Ja vista as Revoluções de l899 e 1906, no Sul do Estado, chefiadas am- 
"_PO caudilhos riograndenses. 
t 
st
a situada Bela Vista à margCDl direita do Rio Apa e aos 222 6' 12" de la 
" a e 13g 11' 56", 25 de longitude W do Rio de Janeiro. 
, arge esquerda do meszo rio se ostenta galhardamente e com mais opulêE_ 
, a sua liamonia a sua homônima paraguaia. 
h po·voa ... • 1 
; Para icao orasi eira do Apa possue apenas cerca de 400 almas, ao passo que 
tã a gua_a conta o triplo. e incluindo a população do "Nunca-Te-Vi", pod~ 
rgen brasileira do Apa se igualnr à paraguaia em populaciio.- É de su- 
que co a 1, ,- .- T1, r 
l a,' ' nauguraçao aa Estaçao e egra ca e com a trans·ferência para 
,"Parada do 7g Regimento de Cava ln ria, a populac:ão da povoação brasilei 
, ente rap!d h - d 	- 
coz, :amente e ven a ate CKCC era paraguaia. (Efetivamente assir 
,.
11 
ceu - nota de 194 7)." 	• 
ty"e brastelira uma das priselras contrucão de alvenaria de pedra e 
:, <Sta oi ª do prcdlo dest in:ido à Estação Todegràfica, sendo indubHáveL".lcn 
ª prltieira de estilo .. n margcr., paraguaia existem em maiornÜ"ll:!toca-:: 
} 
,,. 
roV 
da beira dn mata do córrego de ~!Óquem, 
caí até o córrego Derrota por entre 
conhecida pelo nome de Capitão do Car 
e· __;_;;_ _ 
''m_pouso do ''for Rondonpróx1mi3ela 'f«ta._A_seu ladove-se_o Alferes, V! 
collu Bueno 11. 
sas cobertas de telhas, ao passo que as da margem oposta so ranchos de pa­ 
lha ou galpões de zinco, exceto, coo já dissemos, a esta,io teleriftca que 
é de estilo toscano cliissico. Fssa casa, foi construíd no larlo e.erldion11l da 
Ünica praça existente, elando a frente para o Sorte. O terreno fo! cedido pe­ 
los que representavam na ocasião os porleres munlcipAls, entrnndo II Comissão 
no uso e gozo cio mesmo para todos os efeitos desde" data <la lnnux11r11ção, is 
to é, desde 30 de junho de 1905.	- 
(llomcnagem ao ínclito Marechal Cand1do Mariano da SI1v Rondon, un dos 
maiores soldndos de nossn P~tria, pela passagem do Dia do Soldado. Fonte: Rc 
latór!o dos Trabalhos Realizados pelo cntao ~ajor ~npenheiro Canelldno Maria­ 
no da Silva Ronrlon - !900/1906, numa colaboraçao (Inclusive fotos) do Vajor 
Rcfom11c!o í.nmallcl Sturnpf) . 
10" Resinento de Cavalaria 
Cmemora o lia 
Cel.Edson Gonet, cor:andante do 10? RC MEC, fala 
aos seus conandados e autoridades presentes. 
F 
·-· - 	1 
1 
' q 
1 
Em primeiro Plano Suh-Conandante M:i,ior Lucas 
outros ofici:iis. 
:1i;rantc Jo 'Co 
pc os novos o 
Ig Posto , 
- RC :n::c. 
e 
resta- 
• 
ec n za o 
ollat 
No d1a 25 de Aosto come­ 
T-ora-se o ília do Soldado, bra 
sileiros que dia e noite per 
manecen em prontidão e aler­ 
ta nos maislongíncoos pon­ 
tos do território nacional, 
sempre prontos, se preciso 
for, defender as cõres de nos 
sa Paéria com a prÓ?ria mor= 
te. O 102 Regimento de Cava­ 
laria Mecanizado, Regimento 
Antonio João, fez realizar u­ 
ma bonita solenidade nas de­ 
pendências do Quartel de Be­ 
la Vista e honenage a fm 
portante data, com a presen­ 
ça de autoridades, Prefeito 
Municipal Edson Moraes, Pre­ 
sidente da Câmara Carlos Al­ 
berto Ocariz, Juiz de ílirei•· 
to Dr. Vilson Bertelli, De­ 
fensor Público Dr. Julio Ce­ 
sar Pinheiro, Promotor de Jus 
tiça Dr. Celso Antonio Bote: 
lho de Carvalho, General da 
Reserva Rubens Abot de Cas­ 
tro Pinto, Major Reforrado Ga 
maliel Stumpf, além de inúme 
ros militares da reserva,co; 
vidados e grande nú:nero de pÕ 
pulares. 	- 
Na oportunidade, com mui­ 
ta pompa e plasticidade, fo­ 
ra:n realizadas as solenidades 
de Juramento a Bandeira, pe­ 
los Recrutas incorporados es 
te ano, Compro::ússo ao 12 Pos 
to, pelos novos oficLais, a= 
lên da entrega de medalhas 
de honra ao mérito aos mili­ 
tares que fizeran jus pela 
sua dedicação, trabalho e hon 
radez n instituição militar~ 
Enfim, o 102 RC MEC, orgu 
lho r.taior de nossa fronte. 
ra, comandado pelo Coronel E<l 
son Gonet, deu una demonstri 
çao de organização, galhar:: 
dia e compromisso com a sua 
missão constitucional, muito 
bem lembrada na Ordem do Dia 
pelo Ministro do Exército,Ge 
neral Leonidas Pires Goncal= 
ves: "Soldados do Exército 
3ra~Uciro! En nosso dia, é 
meu desejo que sniban o quan1 
to o seu trabalho anÔnir.Õ 
tranqu-:1.lizn o País". ("o tos: 
l'baldino Rodrigues).

•• @FIE PRESENTOU WC,ãES IssEiLéÍ FILAI! 
EiÉFiljO ô iüNiPio'E BELÁ VISTA, PONTA PORÁ E JARll 
-. 	)edé jus' {A Aa ostarem instalad 
naquela local 'a aeireir 
Escola de 1o ratu, ",r,e nto tl 
ta, fábrica onqarri ta', , 
r1 + a A, cor.hus iv 1 
P
oc o tln v n~a' 	! 
' y]ta!eira e centro 
ran e, r 
gaúchas• 	ni'l·3u1•l a 
d 1,nta air.•1;:, qu,' • - 
Cl~ n - s rurais onde são desen 
de existe",%"à confinamento bovino, 
vidas prat .cas consultas, via tele! 
r quer constan cs e • _ . 
i,formações básica para o d 
nia, sobre " ~a.a a ivicl d. 
senvolvimento lest 
O 
r.,unicípio de Jard 
F'lnnlmcntc, para • . . . 
·aos podê enviou expediente 
Henrique • or ·' 
1 
João AnLonio cln ,.. 
Pre:.idr>nte c:la r:norsu ' - 	• • 
l
. ·i t nrlo a ex enr,ao ela rede de e- 
co 50 l.C a • , - 1 i • -1 
i; rlAtrica, da vila Ange ca, as qua r 
tiritadas pelas ruas Projetada, Bahia 
i 
., do Sul São Paulo e Avenida Ma- 
R o C.ranuc " • 
to 
o deputado Henrique Morae Dede apresen 
LIJIJ no plenário da Aomhl+ia Legislativa, 
tr6 indicações, solicitando a realizacao 
da serviços por parte dos órgãos liqados 
ao Covorno do F'ado, que irão beneficiar 
poplação do municipios de Bela Vista , 
Ponta Porá e Jardim, 'Todas as matérias fo­ 
ram provadas por unanimidade pe 1 on d ma is 
parlamentares com aento na hL. 
rom rnlncao no municlpJo de nclo ViR n, 
llcnriqll'' ncdé rrnlicitou oo l'rccirlr.n cln 
T lnmu, sflvio Lopon de Araújo, que_ oo·a 
mprnhn realize ocrvlc;oe de instalação de 
um tP)n•on,1 crnnunitiirio defronto a J.ancho­ 
neto Kaiser, a qual eoLii sltuacln ii Rua da 
0pública, 281. 
nn :;11a juc Ll icn Li va, o pa rl amen f!r _ •c­ 
c l;ll •t·r que "a área da cidade onde _ esta lQ 
aliado este es ahelecimcn o, esta <'lcsas­ 
riuticla de aparelhon comunitários, sendo 
que o mais próximo localiza-se aproximada­ 
mcnt~ a dez quadrar. do local. Alem disso , 
ao lado da Lanchonete está instalada a Es­ 
cola Estadual "Ester Silva", que funciona 
cm trfü, turnoi; diiirios, ci il instalação de.:: 
te telefone beneficiaria em muit,o a comun_i 
dade nRtudnntil". 	. 
·· Tamb·m ao Prc,si<'lente <'la Tclems, o rlep1;=­ 
tado 110nriquc nc:lé solicitou a instalac;ao 
do un Posto dt'! Sc>rvicos (PS) no loteamen­ 
to r)5cara Alvorada, localizado no Km 12 
□
. ,, 
!)eput11 n "cnrtquc ~loraes Dedé - PTII. 
rla rodovia MS-164, nistrito de /quida 
ban, no município de Ponta- Porã. Henrique 
r.rosso. 	- 11 i o 
Ao comentar a solici ac;ao_, _')nr _que e• 
dé destacou que "a Vila Angélica e a ma!t 
populosa de Jardi:n e possui uma ex tens.a a· 
rea ainda não beneficiada com os serv1ços 
de encroia el0.trica. 
111ém, disso, ali residem centenas e· 
familias e a ocupação de_ vá~ios lo e· 
neste setor da vila, esta diretamnen • 
te ligada à nao existência de en.2: 
gia elétrica". 
·I 
1 
l 
Dr. Ramez Tebet-Sunerintendente da Sudeco. 
Um plano de <'lesenvolvimento agroamhie~ 
tal para o Mato Grosso do Sul, com aten - 
ção especial para o meio ambiente, começa 
a ser definido com hase no zoneamento a­ 
groe ológico iniciado no F.stado. ~écnicos 
<'la Sudeco e da Secretaria de planejamento' 
F.stndual reuniram-se nesta Canital com re 
presentantes das demais Secretarias par~ 
apr~scntar os primeiros rcsulta<'lns do zo- 
neamcnto iniciado na região norte e nordes 
te. 'o encontro, foram mostraçlas algumas 
recomendaç6es para o melhor aproveitamento 
das potencialidades locais, a serem deta - 
lhadas nas pr6xi~as reuniões de trabalho. 
/ região norte e nordeste do Mato Gros­ 
so cio Sul, que reune 73 municípios e tem 
mais de 130 mil quilometros quadrados, foi 
escolhida como área laborat6rio para ini - 
cio do primeiro zoneamento agroecol6gico. 
Norteou a escolha o intenso processo de o­ 
cupação desordenada nos últimos anos e que 
resultou em áreas consideradas de risco,em 
termos de impacto ecol6gico. Dentre essas 
áreas, está a bacia do Rio, Taquari, onde 
os efeitos nocivos da ocupação atingem o 
Pantanal, e que terá prioridade ahsoluta 
em termos de programas. 
O levantamento feito até agora mostra a 
ocupação do solo, as áreas de preservação e 
conservação e a análise em termos de risco 
e potencial. Foram definidas áreas de cul­ 
tura permánentes e temporarias, com identi 
ficação das regi6es suhutilizadas, onde se 
recomenda um ordenamento, e superutiliza - 
das, onde deve haver o redirecionamento da 
ordenação. Outras recomendaç6es referem-se 
às atividades de agricultura, pecuária, a­ 
proveitamento de recursos minerais e dos 
recursos da fauna e flora, preservação dos 
recursos naturais e atividades de turismo 
e lazer. 
Em termos de ocupação produtiva, a re­ 
gião apresenta como atividade básica a a­ 
gropecuária. F.xistem porém prohlemas como 
a baixa produtividade, subaproveitamento 
da pecuária de corte e leiteira e manejo 
o?o das pastagens, que resultam • em 
rosão. o setor pecuário foram 
ainda ,~enti:icadas três áreas homogeneas: 
a do em torno rlc Campo Grande, com proble • 
mas de falta rle leite na entresafra, a rt· 
gião de Paranaíba e Três Lagoas, consider 
da a maior Bacia Leiteira do F.stado, e 
região de Coxim e Pedro Gomes, onde a ?~ 
cuária leiteira atende apenas as necessi~ 
deslocais. Os maiores prohlemas da regif 
são.a expansão da agricultura, em especia::;-,­ 
a de soja, com baixos rendimentos da expl; ~ 
ração pecuária, e falta de infraestrutura, ''..,u 
sohretudo no setor da eletrificação rural. :esse 
_ Entre as propostas de programas priori· • e lá 
tarios, estão aç6es de conservação do' so • • este 
lo, reforma da pastagem, re:orço da supi! :-, t;•:r 
mentação alimentar, melhoria no manejo sr ~F 
nitário, icentivo ao associativismo melh; -:lcg1a 
ria genética do rabanho, fomento do
1 
créd:· ;·'="ade 
to e recomposição das matas. Essas e o'J· 
1 
es 
tras sugest6~s serio reunidas no proje" 
de desenvolvimento agroambiental do nortr 
nordeste de Mato Grosso do Sul será enca::i 
nhado ao Banco Mundial para solicitaçio ~ 
emprest1mo. 
Ehlora 
,PARTA.'IEKTOS CO!-1 ni{ REFRlt;c.KADO, AT8'1liME-10 
C0!-1 CAFt'. DA MANHÃ COMPLETO E REFEIÇÕES. 
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SlJl ..

I' !. 1./ 'II ST f. 
l 
li 
to 
<l, ~ 
er, 
ida, 
t e 	. 
adi,g 
EXEMPLO · Df. SOLIDARIEDADE 
ramil precisa de bons exemplos, pro 
reconquistar a confiança, precisa que 
os seus filhos voltem a acreditarem 
s potenc I il lidades deste Pais imenso,che­ 
,J,, con rasten, mas rico o habitado por 
povo bom e generoso, 
Prefeito de Bela Vista, Edson Medi­ 
. de Moraes, n ú ltima semana, deu um e-­ 
lo de nua, [1,] or:ofia tlc Lrübalho e mo!; 
ot o caminho para se sair da crise: Uff 
D p SOí,Iíll'IR[f:OiDJ:. , 
Enquanto setores do Governo do Estado 
iscr1minam o prefeitos eleitos pela opo 
çio, até mesmo diretórios boicotam rci­ 
intdcaços desses prefeitos, unicamente 
r niio coin1rngarcm oo mer.mon ideais polí­ 
icofi, pr judicanrlo com isso, não er;tes 
refeitos, mas O POVO, o Prefeito tlo Bela 
hs'a, apesar das grandes dificuldades que 
uavessn a Prefc1.tura, entende as mãos, 
bre os bracon e acolhe o tftmbém generoso 
vo de Caracol, realizando naquela cida- 
0 um "MUTIRJO DI AMIZADE". 
ue 
a r:a- 
:cnsa :L------------------------, 
erviç: 
2nas i 
)S lo, 
2tame: 
de e· 
eré 
C C 
prof 
n0:' 
e:."" 
·çã° 
Miquinas e equipamentos, homens e mu­ 
heres se deslocaram até o vizinho munici 
io e li plantaram a semente de uma idéia 
ue este jornal vêm chvulgando há vários 
os, UNIR OS 'lllNIC!PIOS DA REGI/1.O, REALt 
AR ESFORÇOS COJ'.•1'""'0S, sem barreiras da 
deologia, com grande sentimento de soli­ 
ariedade. 
$ 
Enquano o Governo do Estado realiza u 
irões do Progresso, a exemplo do que fez 
em Por .o Murtinho, os prefei os ol itos p 
la 0poção(e bem que hoje não entendemos 
quem é oponiçiio e quem é situação, dado os 
entendimenos entre- diversas correntes) po 
dom e dev m no unirem e procurarem al orna 
tivna ara a ender as aspires do povo, 
r: s e povo, sensível, está vendo, aar­ 
decido, comprcerido as d111.culdades, só n-o 
compreende e não entende a 'QISCRHIN/'ÇÃO. 
Afinal, a idade somos nón, todos juntos, 
sem olharmqs a Ídeologia política de cada 
cidadão. 
C/l.'1ARA MUNICIPAL DE CAMPO GRA DE 
ENVIA VOTOS OF. CONGRATULlÇÔEp. 
Em oficio enviado ao Prefeito Municipal 
de Pela Vista, Edson Medeiros de 'oracs,as 
sinado pelo Presiden e da Câmara ~unicipal 
de Campo Grande, Giordano "lcto, a Câmara da 
Capital também reconheceu o gesto de soli­ 
·dariedade do Prefeito bélavistense. Atra­ 
vés de Requerimento do Vereador Prancisco 
Maia. Eis a íntegra <lo ofício: 
CMARA MUNICIPAL DE CAM r 
PO GRANDE - Gabinete da Pre 
si<lência. 
Campo Grande, 16 de A- 
gosto de 1989. ' 
Senhor Prefeito: 
Temos a grata satisfa­ 
cão de levar ao conhecimen 
to de V. Exa. que em sessãÕ ' 
ordinária do dia 15 do cor­ 
rente, foi aprovado Reque­ 
rimento de autoria do Ve­ 
reador Francisco Maia, so­ 
licitando sejam enviados vo 
tos de congratulações des: 
te Legislativo, pelo exem- l 
plo de solidariedade, de- •-------------~ 
terminação e amizade que o 'J"rr.ndor "rancisco ~IA la. 
Executivo deste município demonstrou ao ceder seu e 
quipnmento e parcos recursos ao município visinho de 
Caracol, quando da realização do 'futirào da Amizade, 
manifestando desta forme, o encorajamento para o tra 
balho uQido em busca de soluções para os problemas. 
Sem outro particular, renovamos a V. Exa. os nos 
sos protestos de estima e real apreço. 
Atenciosamente, 
GIORDANO NETO 
PRESIDEHE DA CÃMARA MU'HCIPAL DE 
este o caminho. 
Empresário Belaistese diz qe Governo to 
É&sala fesrespeita o F'ovo e Bela Vista 
CAMPO GRANDE - S. 
' ·- - t 
Rela Vist·a - O ex-vereador, ex-presidente da Cà­ 
ra Municipal, ex-presidente do diretório do PDS, 
atualmente empresário do ramo farmacêutico, Anto 
!o Silveira Xavier, disse ontem que "o Governo do 
tado desrespeitou o povo de Bela Vista quando lan 
'U o asfalto para Jardim, depois suspendendo as 
ras, isto apôs vencer as eleições, e continua a 
-Srespeitar, agora· com a parafização das obras da 
Duque de Caxias, no .centro da cidade". 
-ara Antonio Silveira Xavier, "hoje a Duque de 
ias se assemelha a uma trilha de lamas e detri­ 
s, impedindo o triinsiro de veículos e pedestres, 
!'•indo coco exemplo de uma administração incompc 
1 
te, um verdadeiro momumento vivo da irresponsa-­ 
•-idade de n6,;sns autoridades estaduais". 
ioninho. como é m,,is conhecido. pergunta': 
~ ~~sponsãvcl, ou melhor, o irresponsável, 
t "obra" que há mais de um ano se arrasta 
orges 
poupa Waldemar Mayer 
do Júri Popular 
neI V I t a 	- O c ! d a d a o ''!de ar ta r, )5 « n o 	, 
belavfstens de cor çao e natura stado de San 
t Catarina, há quase 20 anc re 	acI 
d ade, desde su chegada é empre erente do Sr, 
Ol!mpLo do A, Cardinal, conhecido peca rtsta de nos 
so Estado. 
- Ocorre que a!domar Mayr, em 05 de abri! de 
1988, por volta das 23:00 horas, quan o eh, ,va do 
trabalho em sua casa, ao abrr o porto de sua re­ 
sidência, eis que foi hordndo por u I v1•!nhn qur• 
correndo desesperada com uma crfanç de 3meses nos 
braços, em pavorosos ,,ritos por ,;ocorro e como ro! 
to e roupa todo ensanguentada, além de puxar pela 
·mio outrn crJanca com 09 anos de Idade, tendo em 
neu encalço seu n~jsio Geraldo Arcc que Ji Lhe ha­ 
via espancado. 
Diante do pedido insi!ltPnte de socorro da pobre 
senhora, num quadro verdadelrue1e11tc de tragédia, 
Waldenar, apesar da fAdiga de um longo <lia de trn­ 
balho, tentou conversar com o agressor do mulher, 
pedindo-lhe que se acalmasse. 
Entretanto, como resposta, recebeu um forte so­ 
co no pescoço, mas coo é pessoa naturalmente cal­ 
ma, ainda assim Inststtu para que o agressor paras 
se com a injustificada fúrin; ~as, enfurecido, Ge­ 
raldo investiu novamente em Waldemar; Ato contínuo, 
'Valdemar sacou de uma pequena pistola que casual­ 
mente portava no bolso da benr.uda e ameaçou o Já e n 
tão seu agressor de que se não parasse iria atirar; 
~as ainda assim, enfurecido, Geraldo fez menção de 
sacar algo da cintura, quando então Waldemar dispa 
rou dois tiros para o chio eo sinal de alerta, ma; 
o raivoso nio se acalcou e ao tentar nova inveRti­ 
da eis que recebeu um tiro mortal no peito. 
Preso em flagrante ãs 06:00 horas da manhii, ./al 
demar contratou o advogado Carlos Alberto Nazari 
Rorges,·que o liberou, naquele mesmo dia, às 17:00 
horas. 	., 
Processado criminalmente, Waldemar nunca se omf 
tiu em comparecer perante a Justiça. Pronunclado no 
início deste ano, ou seja, seria levado ao JURI cer 
tamente ~o mês de junho próxino passado. Entretan 
to, inconformado seu advogado entrou com recurso no 
Tribunal de Justiça do Estado pare que Walrlemar fos 
se absolvido sunariamente, ou seja, ·que fosse ab: 
solvido sem a necessidade de ser postado perante o 
Juri Popular, considerando que agiu em legítima de 
fesa. 
"Quem 
por 
pelos 
caminhos da promessa e da mentira"? "Esta obra, 
prossegue, representa o espelho disto que ai está 
a frente dos destinos de nosso Estado, o povo de 
Bela Vista, está sufocado pelas promessas". 
Toninho se surpreende ao verificar que naquela 
rua tres vereadores possuem escritórios e até ago 
ra nada falaram a respeito, e estes vereadores sio 
da oposiçio". E finaliza, perguntando· "O que fi­ 
zemos, meu Deus, para merecermos tanta's injusti-• 
cas"? 
ATENÇÃO EMPRESÁRIOS E COMERCIANTES: 
Antes de fazer seus serviços gráficos, procu 
re a GRÁFICA E EDITORA APA, estamos equipados pa 
ra realizarmos qualquer tipo de impre~so c~m os 
melhores preços da região. Procure-nos. 
Rua da República, 564 - Bela Vista - MS 
I 
Advog3do Carlos Alberto Nazari Borges. 
Julgado o recurso em 14 de agosto passado pelo 
Tribunal de Justica ,fo Estado, Waldemar Mayer foi 
vitorioso p~lo entendimento de todos os Desembarga 
rlores que participara do julgamento, pelo que a 
soleram aldemar sem que tenha que ser julgado pe 
lo Tribunal do Juri em Bela Vista. 	- 
Vitória de Waldemar e maior vitória ainda da Jus 
tiça, já que segundo seu.advogado Dr. Carlos Alberto 
Nazari Borges "Waldemar é um cidadio honesto, trabalha 
.dor, além do que agiu verdadeiramente em legítima de:: 
fesa, não seria justo coloca-lo diante a sociedade 
belavistense sentado numa cadeira tão pouco honro- 
sa, qual aquela destinada aos réus". (UR). - 
HOT l POUS1·01_ OI FR NTEIRI 
''No Coração da Cidade" Apartamentos. com 
ftr Condicionado, Café da Manhã Completo 
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RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 
BELA VISTA 	MS

• • 	A Em Delesa da Bandeira 
Ação Pohc1al contra os V andalos Nacional 
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1 ns.' ido:_". 
1 d d 1. [ 1cl ic.açao dc vereador 
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,.,. vi1•t. ·, .tllll<;:ic. ct,,:1 v",n
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d e , 1 x, 1,. ~;,,. Pt·t t• i I u Mt.:11 i t·  p l ~,o 
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1I rida!d.s pc,l ic:, - 
ais a]ar com enr, is nu: investigações a 
1 ifl' deslindar a quadrilha de llllflt. gc,; 
pÚbl 
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t·c,,•; qtH}, :11 f: ... 1 .,rn, nt,·, tm, agredido 
1 l' 
1 
1' i 1, V: 1 l (l t 111 j i t (j. 
Dr•:.;<H· q1. , .1•u·1l l r'<•l'<'ilu J.;,,ni,•ip'11 
t'oi I lvl' ', t, • 1r,Ício, r;i,)tlm tliC111'/'tit•· 
a disttu ca património Pábliec kunici 
p.1 l , 
Prime to foram a maquinas totzlmnte 
"depn dos", ±pois, foi a destruição si 
tnittca d:s plucas d sinalização de 
t. sito.kis tarde, forar a:.:· li x, ir··,.; q/ 
t ·,.b )r' i nlJ :..., is, uma Vt·z qu( n l nei.é:r. a!.; u ti 
E. e p 
J r á obr 1 
sa: dc Prefeito Mo.c'pi.1? 
Isso é o cumulo da cretinic' 
sendo atl nl', 1 do é a p<•! U l (, ,l ) b, 
f • t nor,o: ' t; r! t <; ·t .J. 
Os vàr, nulos, dvrim d 
e, ertão, ver!ficr qu 5u 
vvl t.'1do cc,nl r 1 :d pr·Ú1-r·'. o. 
A pcuco di: , [
1 
.,_,., IJlna 
() 1 l 'li' !' [l• 11 
• 1 to bos: ' 
guerra ccntra alguns cidadãos devido a qu ! 
11., d do~ Lr~ or·,s. F.. a•(. lloj•, u:
0 
c<:I o 
órgãc d irp1• n..;o. noLlcl::i o r.110, como un.n 
vi LÓria do podr pulic íal. 
Esta é a hera da ip ensa locl lcvn­ 
ar , sl., b: nd •'. ro. e ,Jecl, rar gu•·ri·o. LC• ,il 
''l)$ v?inc'i.dOS, ae:s blSSUÍ!-,, q1.1C C'. tâc df'S- 
 r•u; ndu o pai I irnÔnio pÚbl 1 co b•· lo.vi stcns··. 
É t.'lllPI.) dl.' l'C(d Óp i ;'". l), fC!,j,'.1 do mio am 
biente. ll'S ;u·vores. elos pássaros L do 
pnntnnul. Cuidar elos nossos rios, e mcn - 
l<:r ncl'Sa aq,wla ci.imp·inh::i: !'t,int, um:1 ar·- 
vore. 
Pois é, cadeia s também chamada de ga- 
iola que·la de guardar passarinhos, e no 
caso da e«d i, mo cadeia mesmo, 
pal"l 
guardar ire s, bandidos, marginais, se 
bem d v r qumndo a 
11
ncss s Justiça" fa 
lhn e alguns inocen' '5 vão pagar atrás ctÕs 
fr". i, .,, .. r·qu:-inLo outro que àevcriam fi - 
er rancados...stão soltos- se bem que 
sou ,d"plo el~qu~les campos Lie Lrabnlho 
forçcdo, OLI scj;1, o cara vai preso e cum­ 
l'irÓ. p n, ._,•nb,üh,u:Jo, abrindo estr.1dns , 
_trub:11!1::indo na lavouras, trabalhando duro 
m.as ete é.outro assunto. Vmos ao que i 
teress. 
Vereador quer que os canarios cantam 
livr .:;. 
CJ 
I3L"li! Víct.,,, 23 d<: ai;oslo d•.: 1989. 
SYDllEY r:ur:i-:s LF]TE 
VF:HI.ADOR F. LIDER 0(1 !'D'l' 
U' I" t l 
v l t, l , :' ! • 
r 
v1•ct .. dr t r·-1 
nsgo de civis 
do:-. "11 ·~, o ,r·• • 
seguiu o V 
XXi § l rJ cu: • 1 tuião Fed ,. 1 
lr i.;, : ·1 put.>l ic I l rJ" Jc,:., .1' e,. • proar 
(b
r-•··· ,-rvcoc, e .. r~
1
r.hJ..; do; Ór-iJ.-Ov 
) • • • J a± 	f 
; .. bl ico.; cJ, vera t r c·,ratt r, _ 
ou ,j, 
01 
i·•r.· - ,•:,.0 <;' ci...11, tlcl.i º"º pod• 1.- 
do cc,n..; l., r nc,~•- s, ..; í ,.,bolos ou irn:1w•n~ q 
c·ir·:,c:,•r·l2.,:·1 ir' oção socl·ll d•• au ori. 
dL o(J .Ji rv idv:·,· í)
1
Jbl icoG". 
11:DICAÇCr.S Ai'fi::'.,S:iTADO PELC VE!ffADOrt 
,•r~tr·ou com indicação nil câmara t•'.unicipal "s~ 
1 i e i tando que se j o. er,v i o.do <. xpL·d i en lc o.o 
Dr. Delegado da Pclici::i Civil, para que o 
mcs~o informe "respeito do destino que sg 
rú Li2do aos cnnârios apr~endidos, sc,undo 
c0nsto., por aquela utoridede, no pr6prio 
p:1tio d~ Deleg·,ci-1 de Polici::i". Disse ain­ 
da o ncbrt• edil, preocupado co:; e S • pnssar­ 
nhot, prçr,dc -se L'SL~ rcqucrirnLnto ;te fi!LO 
dc que ccns.tatei, pessoalmente, em visita 
qcc fiz; Dcl•g~cin d~ Policia, cumprindo 
os m,u~ afazeres profissionais.que, no pá­ 
tio da Delegacia exlsLe uma gaiola, com 
o.proximadamcnte 20 canários.e que, o pr! - 
sionamcnto dcs mesmos é feito naquele pr6- 
prio pÓtio, utilizanào- o de umTa "chamaº. 
Quer me _p1rccer que essa prá- 
tica, Sl' realr.1enLc éxistc, o.Jérn de 
estranho e infração penal. 
E Sidney pediu: Dr. solte os 
"As dificuldades financeiras pcrqu 
sa refeitura Municipal, herança d d 
... ,i! J.ttr..c;c.:50 :-.r.tt.'r-in! ... , tem sido o obs' -1cui, 
n: 'ur :.i.1 de Executivo Municipal que li-: e 
própria- rir:ou o vereador Sidney Nunes 
!...Pi t. , de PDT, conlinu;indo- ºno er:tanto, e 
p1 l'C iso que a Prefeitra faça os nE.ccssá 
rios r paros na Avenida Teodoro Saliva, no 
1.recho Lre as ruas Cl'ispirn de Rêgo e 
15 d• 1 ovcrnbro. tendo cm vis;.a o desgaste 
do uS falto e o se!"v iço é de suma im. r ân­ 
c ia p:;ra a ccnscrvnç:io do mesmo". 
F)n,:iliza o vereador, "sabemos que quan­ 
to naior f9r o dap . maior serio ;nus fi­ 
nanceiro do 1•1unici.p:o". 
p~ssar-inhos! ! ! ! 
ereador pede empenho 
das. autoridades 
Gf UE SOUZA ROSA. 
-Para que seja ,,nd•2rl:çado c-xp,·ditn~ 
ao Exr;io. S!·.Pr,f-"ito rt.unlcipal, no :.H:n·. 
do d·: v•.T a possibilic!u-.:c C'> s,..:d•'r Ll:.a 1JnciO!'.ã= 
ria da Pn..fdtur ... r,:unicipo.l, ::io Dekg·,'.!o o 
Polícia local, para que a rn<'SKJ. ajud•. nG liir:pt;:., 
da Delagacia de Policia 1e nosso i•h..!."licipio. 
------- - ----------------------- 
n 1·• . ..:!o:· cá.ssio Acioly, do PFL. soli- 
vumcnt~ mais empenho das autorida 
_,,: 1~,s uo Governo d Estado , no sen­ 
L i d de sensibilizarem o Governo.dor Narce 
lo ~irJnda p~ra a nvcessidade da pavimen­ 
ação asfáltica do trecho Beln V.ist~ a An 
,onio João. 
Cássio. 'Cca intervenção dos D.:put;;-.c!osValdemir­ 
l!ok.:i,:ri R1go e Herriqué:l)e<lé,assim ccrnoc!os Prcfei - 
tÕs Cci·los Froés(Pon:a Por) e Ovaldete Coinetc(A.ri­ 
tor.io João) ,U'1indoesforços p/ a rc3.Hzaçãodaobra, 
"to importante p/ o progresso de nossa região, le::i - 
brando q/ por esc.:. rodovia trans.i tamca'lli.nhÕCs tra"5- 
port ndo c;tlc-Íreo produzido nesta cid:ule, e devido as 
eh vaso tr....nsito toma-se intransít.á.vd. 
lubnn - Fábrica de Tubos [TOA. 
T o B o s D E C o N C R E T o s 
RUA: G E N E R A L R o N D:O N 	?-! Q 251. 
.. 
_::-_g_ws: 255 - 1205 255 - 1201 255 - 1376. 
BO:-ITO :·, TO GROSSO DO SUL. 
-P'l!"l qu•· ~' j;;_i t·r.dr·ri~çadc PXfY-•'ii•·:1tr ~o :r. • 
Sr. Prefeito l•'.uniCÍpal, ca1 c6pia ao Chefe do 
Escri t6rio loco.l e::, B,'ERSUL, n..i ter,mr.o Indict,~ 
n~ .055/89, no &·:itido que os r.:r.:::rr~s d-.<· ·r.c.ir.en 
colocaçüo de ll.•:lir.iirlas na Ru3. Ricardo Lour::lrc , 
no Bairro Vila. llovo.. 
---------------------------------- 
-Para que seja endereçado expediente ao Ex° • 
Sr°. Prefeito Municipal, para qu-- de::.,c-rr.:ir.'s i!. 
5<.·C!"•tário d·~ Cbr·:!S Ll n2"ir ;d3 c!o bo.'1."l'eiro pt,t:!:­ 
co da Praça Castro Alves, pois o remo al 
no ser usa:!o, tira toda a ,_ .. st~tica C:i. r-..:f1::-:·c..: 
Praga; ou mgo transferi-lo para un local qr 
poss::i sc.r usado P!-'las pessoas qi.;-• :ui• circul:T- 
------------ 
-PJra qi.;e St' ju enden:cado cx~dic:nt:l: ao De':' • 
Sr~. PP•fd to i-:ur.iclpal, - par-.1. e~-~ d··t:t:mi:-ie a= 
S<:cn:t:1rio de Obras. a possibiÍidad·..: d':' fazer •.r 
c:st.uc.Jo oc. ccnstrução de, un teminal Roc!i vir:o • 
onde s-, Lncontra hoje o Parçu<: Infanti 1 da Praç 
Castro Alvt!s, tr--cl!"'.s:'erir.do o rni..:sr.io pa~ o cen::"': 
do. 1':ferida Praça. 
;rv7ad, 
.... ! es 
• !1,0.1,t 
:! 
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:-: t:C),r 
7a!s 
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ts e 
-: ! Sit 
:..--::it 
?zet. 
as s 
tiee 
e, o 
eE 
:, t!e•,e 
':.:ro 
. -Par.1. que seja C!']ca-nir.haào expt;diente ao ?:-; • 
feit'? i•lu."l.icipal, no sentido que c!etcr::iine ao se­ 
cretario de Obras, a retirada dos tntulhos cr.::. 
:'ora-n colocados na Rua Volu'1tários da Pátria. e;: 
tre a Rua Geraldo de Souza Rosa e Avenida Teo? 
ro Sativa, tendo em vista que o tráfego na refe 
rida Rua é intenso d·.:vido as obras na Rua DuT 
de Caxias, e can esses entulhos ali colocados~ 
bra passage.-:n para transitar sanente u::i veiculo- 
-Para que seja endereçado expec.iente ao ::e:, 
Govt::rnador do Estad - 	• ·,< 
e- º• can copias aos St:cre:ar
1
-- 
Da • azenca, ca Educação e da Adi . - r: 
sentido de aue ' 	ministra ,, 
. · . · - ª ericia
71 
as Reivindicaçoes dos r,; 
e 10nar 1 os Estaduais . . 	. ,, 
. 	. • PI'l.nc1~ ente daoueles <l.,. 
~rabalha:i no Setor d - • - • ,= 
e ::.aucaçao, e que rbas 
partes faça de tudo 	, . r 
1 
. - para evitar greves 001s ~ 
ra.L t zai O OS f.. "lC. • . 	. ' _. • 
ulaveis n- ". 1onar10s os prejuízos sao jr,C--;. 
ao so para o E St.ad 	• e.'.;.!'• 
toda a população. o, ccr.o ai;,.!:Jem 
ttr;.~en t0s, po.i s os -prc _..,. 
Z03. /osccr'.'<?rci1.lfl7°
5
' 
r---ddof!s da R: Ducf ... k! e- C. 
as es á 1r.suoorté.v~l" •• 
mlizo o lid:-r of1'.".:, 
c~r:ni ~'unlc i.po.l. 
~. ' . 
., .. 
1 ..... - .. 
• .. ~::i 
't.~~!:~

.S. resi ente Sarne 
uros altos, correções, taxas e mais taxas est 
quebrando empresários e produtores rurais 
A 07 
Indicador 
Escritório de Advocacia 
to 
' p0d 
emin 
l..OUI, 
,1 r,11111,r,iin ,; ,fruritÍt !cn, 
Arclar r( quem? 
Super Intendente He onnl do Banco do Bras11? 
as{dente do nnco do BraII? MI!stro Ma[lson 
Nóbrega? Ou d!retamente no Prefdente da Repá - 
la José Sarney? 
Apelar sim, a todos os responsvels pela tua] 
ltuaçao, que et nrrnsndoafnda,o devedores que 
tra!rm seus empréstimos durante e após o Pla­ 
rruiailo e se cncon t mm l NAIHHl'LEN l'llS ( uma aber-­ 
ão) junto ao Banco do Hrasfl. 
Multos desses devedores sao pequenos e méd!os 
presirlos; pequenos e médios produtores rurais 
" foram anistiados, encararam com fé e coragem a 
rspcctlva de que n economia porlcriu se normnll - 
r. Outron vencicrnm IJTIÔvcls, CA!JaA, mltquinRs, e 
acuraram o caminho da ner,ocinçiio. 
Desde novembro c'c 88, cm Bela lista, vlÍrtos cm­ 
ts~rios e produtores Rol 1c J taram no ílanco ,lo lira 
1 o parcelamento de seus débitos, ninguém falou 
dar o calote, ou perdão, quer J 11m e que rem ape - 
s pagar o que elevem, 
~•s o que aconteceu? Simples .. A sol lei taçiio de 
ruccntos e mais documentos, certidão disso e da 
!lo, cópia disso e dsqu1lo, é a novela foi se ar 
5tando. Quando parcela que tudo estava se enea 
Ando normalmente: :-iiio d,Í para negociar, falta u;;; 
f.XAOOR. 
Enquanto esta novela macabrn se desenrolava, as 
!das foram uumcn tando, aumentando, lumcntando. 
SÓ pHa cit11r um exemplo: Um empresário devia 
oanco cm Janeiro de 89, l'Ci'.$ 42.000,00 cruzados; 
deu uma casa e entregou uo Banco, limpinhos 
s 25,000,00, isto cm Abril; pediu a negociação, 
! aprovada, mns não concretizadll, cm Julho sua 
~Ida estava em 130.000,00. Em Agosto vai para ma 
de 160. 000, 00. ' 
A origem desta <lívida? Menos ele 5.000,00 con- 
lda durante o Plano r.ruzado. 
~te ernpreslÍrio j,Í pagou de juros, taxas, etc, 
, ta!s de VINTE vetes o capital emprestado. f. 
---- u exemplo. 
3 ao [Outros casos existem cm Bela Vista, quHsc todos 
:;lnados da mesma fonte, o Plano Cruzado, 
, lerão e outro~ Planos ... 
São pessoas que trabalham, produzem, geram em- 
0s, Impostos e nio desviara um tosto sequer 
a fins particulares. 
~tes empresirlos estão preocupados. E não en­ 
ce:: a situação, são os que carregam nas costas 
conocia desta cidade, o por quê do espírito de 
no gatilho contra estes empresários? 
stão surgindo nuvens negras no horizonte. Amea 
ir.e de demissões, encerramento de atividades ,desc~ 
e ~-•' ,o e, o que é pior, cresce, devagar, mas crcs­ 
·i~· ..,º senticcnto de que não vale a pena lutar. Ou 
1 
d:iF' ,or, deve se procurar outras formas de luta,e o, 
Spero leva o homem a praticar atos que normal- 
e aboclna. 
ecaram as antiestações. São os lavoure!ros 
..---- 
3
racaju; ame11ç11s d.1 greve aqui e a cola; procu- 
0:: ·se, inclusive, alternativas no País vizinho(Pa 
'li) -e, fala-se, também, que do jeito que esta, 
cais poderiio conturbar o processo democrático e 
4 
eleição presidencial - isto a nível nac1onal. 
'lCic: 
do 
a li 
.pio. 
t:' 	ílrcs 
CARLOS A. 
CAUSAS C VFIS E CRMI A1S. 
RUA: 
TELEFONE: 
'O 
439 - 1382 
MS. 
Falando ontem à nossa 
reportagem,o Vereador Sy­ 
dney Nunes Leite, do PDT, 
falou a respeito de notí~ 
eia publicada no outro 
jornal local, cm a qual o 
Vereador Jorge Rosa, do 
PTB,diz que nem tudo está 0 
entendemos o- porquê e qual o notivo de o 	. 
d 	, !tranquilo n~ Coligaçao e 0 
Brasil divulgar baixos lucros, se os dcv~ 
• que uns llpoiam Brizola,ou 
• pelo menos aqui em Bela Vista, cstao procu- tros Collor,Haluf e ele j 
) Banco para saldar os seus compromlssos.~!as fif • e que será difícil 
fora JUSTA, EQUILIBRADA, HONESTA e que não 	-.-.::--:-:---;:-:-;----::--:-::----" 
"juntar os cacos" no ano Ver. Sydney N. L it 
•
0
:::eterâ os tais "lucros", querem apenas TRABA 	-- e e. 
! e continuar de•senvolvcndo suas atividades. que vem. A C!S
t
e respeito, 
- 	Sidney disse que "democra 0 
e justo valorizar a especulação financcirn 
eia é isto mesmo,é o plu~ 
• ttir:eento 'da produção; não. é justo querer jo- ralismo,debate a nível de 
/
5 
costas dos pequenos (ja carregl!das de pen~ idéias,ninguêm cabrcstean 
Aus) a culpa pelos desvios e negociatas dos . 	- 
+' 	do ninguem, sem caciques, 
s. e justo o massacre que estii ocorrendo 
o • 	mas cada um respeitando as 
.,"Ao teos permanecer calados, vamos ao 3: {a&las e tendências do cor 
.. 0, mas nao serenos com0 0s Judeus na II 	- 
a 	panheiro". Prosseguiu Sy- 
' que ia::, para as Ci!maras de gás calados,como dncy, "cada eleição é uma 
,ros (hoje eles aprer:c'cram) - JlASTA, um CHEGA eleição, cada cabeça uma 
ª S.ltuaçâo. Não somos nós, empresários e pro- 
e 	cabeça, este ano teremos 5 
rurais, os CULPADOS. Nós estamos trabalha [1elções para Presidente 
Seremos pagar as nossas contas, mas sem ur 
RE 	da Repúbllca,nossos corapa 
em nossas atividades. 	nheiros têm liberdade d°e 
•º Brasil está negociando sua vida externa, 
~ éos juros, etc, porque nós não podemos faltar por este ou por a- 
eso? 	quele candidato,isto é,sa 
coo ROUBARAM e ESTÃO ROUBANDO O BRASIL [lutar desde que,observe - 
ro •b 	rnos,atualmcnte no Brasil 
l! ando e massacrando, aqui mesmo, cs BRA 
~ 	os partidos políticos cs- 
,Patriotas e que acredita no TRABALHO. Á 
e união. 	tiio cn ebulição, buscando 
S estamos citando aqu! apen. se a[caminhos. Se Jorge Rosa 
·• - e porque este anco é o ú .. !~e que real _ tem a liberdade de optar 
e preocupa cor a produção e suas diretr; _[por Afif, os demais copa 
'«uso. +is isentei. oi.ses .late4rs retestar si ' l 	lt is@ 22 
E 
Fazenda e Pres!dente da RepG'!!ca. Seus func!onirI 
os apenas cumprem ordens. 
No tocante aos HANCOS particul .res, que, estio 
obtenrlo LIICRO$ -FANTÁSTJ.COS, cre,ic1r-l'ntos nunc11 nn­ 
tes vistos, estes so um capítulo parte e só a­ 
pós II ELEIÇÃO, se o novo PRESIDENTE for mesmo 111'! 
rn1E'o;CIOXADO, c11bcrÃ a ele IHSClPLl'-AR . AG10TAGl1' 
ente CAl'ITil.JSMO SF.LIAGf!M rlc6tcs bancos, e, na ver 
dade, alguns deles, trabalham té mesmo.. contra o 
Banco do Brasfl. 	JL.P). 
Dívida de Agricul ores e 
empresas com B B chega 
cz 9 ilhões· 
O ílanco do Br11sil está encontrando grande dlfi - 
culdadc para receber NCZS 4,7 bilh;cs em dívidas 
de a~ricultorcs e empresas. Durante depoimento 
prestado na Comissão de Fiscalização e Controle do 
Senado, o Presidente do BII, Mário ílerard, informou 
que II inadimplinci~ cresceu ele forma expressiva de 
dezembro de 1988 11 junho deste ano, alcançando 11, 
25" clll carteira de empréstimos do Banco. O prejuí­ 
zo com créditos irrecuperáveis chegou em NCZ$ 600 
milhões, eci 30 de Junho último. 
Segunrlo Berard, a inadimplincia foi ~m dos motl 
vos do péssimo resultado do Banco no primeiro se- 
mestre deste ano (l'CZS 48,8 milhões de lucro). , 
A situação é tão preocupante, conforme o Presl- 1 
dente do BB, que a instituição criou um departamen 
to que se dcdicll excluslvamLnte. recuperação dos 
créditos, 
- Vamos tomar providências enérgicas para receber 
o que temos direito - avisou ílerard em seu depol - 
rnento. 
Apesar da postura agressiva, o Presidente c!o 
Banco do Brastl«chague poderá recuperar uma par­ 
te dos créditos através da negociação com os deve 
dores. 
i Acordo com Berard, a inadimplência' está ele­ 
vada em função do não pagamento de empréstimos a 
agricultores, que reclamam na Justiça a isenção da 
correção monetária; da quebra de algucds safrlls es 
pecíficas; da queda de preço de alguns produtos 
das altas taxas de juros; e da rctençàodc recursos 
para o custeio da próxima safra, recurso que mui - 
tos agricultores estão utilizando para se precave­ 
rem da possível falta de crédito na oróxfffa ~aíra. 
Escritório Jurídico 
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que fechar com Afif? 
"A Coligaçiio está mais 
forte do que nunca,o que 
nao pode ocorrer, é ser­ 
vir de instrumento ino­ 
cente a serviço de adver 
sários, que na derroca~ 
da buscam se util.lzar de 
todos os meios, até mes­ 
mo sei:ieando desavenças 
e disses que disses. 
Estamos unidos e va 
mos caminhar unidos es 
te ano, ano que vem e , 
sempre, desde que os , 
interesses de Bela 
Vista estejam acima 
de quaisquer outros 
interesses". 
BELA VISTA - .MATO GROSSO DO SUL. 
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SALVAI:OR LOUREIRO 
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I '• 
~ 
$ 
$%5.--. 
t;,..~ 	O r,.1rot::Ío Joaquim Du- 
V'W lr.1 tl•·Lo, filho do ca.::i.!l 
Lul., t•'.mt< lo r PalrÍch. O::; 
avos matemos, Edson Moras e 
Cécl lia mul to felizes com a chega 
da de uniu I n nc o. l'ur.obérm! 1 ! - 
a-lÃ nn,no 
Da e= da Amlwdc n.•al lwdo sátxldo pp. fol 
coroodo de SUCl'SSOS. 
ASi:Df:IlA 
Casa da Amizade ornamentada com muitas folha­ 
. gens e flon:s, os lindos a.r-r.mjos forom da Flori - 
cultur-a 1llip,,. Sua proprietária Sr Hepfer fez 
Ull bonito Lrabulho. 
NA OCASIÃO 
A Cxa cb Ami:.:aue soh iJ prcsidencia de J.lac.blena 
I..,~itc rrocnç:i hcm:m:.igcou cano sócias beneméritas 
pelos rcvl'lnnl,'s :c;,,'1vi<;os p,'C'stados à Casa da Nni­ 
zadc ofercccnJo-lhcs m, Distintivo as Sras: Nice da 
Cosl.:1 l".I rnnd:i (Distinli vo colocado por l· adalcna) , 
Olimpia. Lourciro(Distint.ivo colocado por Ana Maria) 
Inah Camln::u.(Distintivo colocado por Sudy Rosa) 
e Emes.:ina Almoda(t•'.orcna), (Dislintlvo colocado por 
M.:truce Raha.1) . 
111'-0S A 
ColociJÇ30 dos Distintivos nas hancn::igeàdas;foram 
convidad'.u; por Madalena p.:,r~ tom.:m::m seus lugares 
n:1 m~s:., de honr,1 para dcgust::in.'!:l do delicioso ch:Í. 
can biscoitos, nntcs, porém a Sr Nice proferiu as 
seguintc-s palavras: Amigas e canpLl-ihciras: cu..quc­ 
ro neste instante oferecer a vocês da Casa da Nni 
z.;1dc através d:i Prcsickntc, a a:niga ~bdalena, ,cst-; 
ramalhete de flores cm ratido a dcmonstraçiio de 
a;:.reço e carinho que estou I'.,Ccbcndo neste memento 
e afirnur à vocês o CSP<-'Cial e grande afeto que te 
nho por esta Entidillle que ajudei a rusccr cm nossÕ 
meio, da qU3.l tive" a honra de haver sido a 2 Pro­ 
sidente> e que o ano passado coletou 25 anos de 
cxistêncla de laborioso.:; lmbalhos cm bcnefÍcios 
dos mais car'=ntes. Concito neste mcrnorável momen­ 
to a tod s s jovens cCO;)ar.heira continuarem es­ 
te belo .:rabalho e que scj;;i:n SL'mpre abençoad s por 
Deus. 
CC: 15,300.8 4/0001- 
Pu: José Bn!tácio S/N-CEF.79.20. 
F ·la Vi±ta-M; 
Associação de erhoras de Rot r !.ir.O! 
d., Arr•l zadc; cor:KJ A..,.xx; laç:ÍO- •.nL1d."1" con.;tl luld 1 
volunl"1r!:.m nL< por epos s € viuvs d ro ;ir.0- 
anos (óc las efetivas), sócias col ·bor:,1or;J!;,ho - 
norarias e benemrl .as, 
As Canas da Amizade urgiram do sentir n a - 
11:.1110 do povo La lno-Am:•ric·•no, r-JZÔO por-qlY" ~ 
l·xiat•m no Dr-&;11 <: em alguna PaÍ1;,.::;, lb< r-o-/v"c­ 
ricanos. As Casas de Aml:t.ude ou Ar,::;ocl<IÇ:;O W- ~ 
nhoras de Rotarianos têm cus Es'a ut.os e Hegi - 
mentos Intr-mos prÕpr·los, sem nLn.tiun vínculo com 
o~; Holury Clubes. ?os.sul reta de trabalho, que 
varia de acordo corn as necessidades a ua cidade 
atcnde;ndo as pessoas carentes nos seus vriuds 
i.!Spcc tos. 
A Ca:sa da Amiwdc organiza prorooçÕCs soei - 
ais , culturais e especialmente, beneficente : 
wnibém pa.r-tlcipa das realizações caf'JJ!'litárias 
rculiwdas pdo Rotary Clubs. Seu principal o - 
bjctivo deve ser a ainizade e o canoanheirisno: 
A Casa da Amizade e actninistrada por una 
Diretoria CaT'posta de: 
- Presidente ; 
- Vice- Presidente; 
- Secretária - 12 e 22; 
- Teureira- 1 e 22., 
Oradora ou Protocolo 
Representante junto à Coorocnadori.'.l, 
A Casa da Ami zadc (sede) é o lugar de rcccpção 
aos Rotarianos, faiúliarcs e convidados. Prédio 
ou salão onde se rcÚne a família rotá.'.-ia para o 
desenvolvimento do caT'.panheirisrro local e rcgio - 
nal. 
OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA. 
Madalena Proença Lei te (presidente). 
!-ORAS DIFÍCEIS 
( '.:mnanue l ) 
Provável estejas a travess:urlo as horas difÍ - 
ceis que não aguaraavas. 
Querias o c:rpréstlillC de recursos amoedados, pa 
ra acertar os próprios negócios a'11ig:,s faltara11~ 
Perdeste todos os haveres nU'TI investimento 
que te parecia iirp0rtante e que resultou cm f'ra 
casso. 
Colocaste todas as esperanças nun filho que - 
rido que te tl'Ocou por a venturas inferiores. 
Pessoas a'!ladas deixara-n- te a sós, afastando-­ 
se junto daqueles mesmo que_ te recebia'TI apreço e 
confiança, 
Companheiros de ontem surrupiara-te hoje as 
va<1tagens e os bens. 
IDD2Gl 00 ~::::O 00 . 
IE 
O Brasileiro ca mais de trinta anos, 
vigor profl::;:;ic,:,.u, :.,. ,' b· n Douro t "po; 
derado inapto, para prestar ua série de catu 
pÚblicos, J, vido él:., l !r, 1 V· d.- id,,•J., p!"
0
·-f1:1._ 
28 ar.os carpl·:Los. A
6
or;,, pa:-a ;,qu-k.;; q .. e 
ansiosamente o Concurso do nco do Bra::;il I f. 
estabelecida a certeza de que não haverá lIml' 
idade_fixado pelo Üé'.r.Co que , sc·e;ur.-Jo :.c&:SS(;!'. 
na.o t.tm a intenção de !rir:.. Cor.::;tituiçOO F~ 
que determina no ArLi;_;o 7l, p...:-: •r:...I'o Y.Y.J., do' 
pitulo dos direitos sociais, a rão diccri!:açil 
de idade para a±nisso de servidores. Por cu 
to à cscolaricbcle , xigida, será o 2? grau ca 
to, L-"T'.a no , tra::licior.u.l c!o Banco, Ou" TY..'rs:::: 
apesar das insistentes reivindicaçcg e favor 
escolaridade a nivet a 1 zra, 
JORNAL DE oo:,ur:GO-lBERLk:JIA-!,:G1 
Aro 
ir!e 
DIA 00 SOL:lAOO 
IEE-2 U 
Cana sócia corrtribulntc da Casa da A'lli.zade a 
Sr Ana Regina Melo Sá, pessoa que quando solicita 
da scmpru col.:ibory.i com a entidade. Apresentou-a a 
Sr~ G da C. tiá."'Qu<s para o quadro de sócias. 
NA OCAS1ÃO 
_Forom sorteados alguns brindes entre as sócias, 
aniversariantes do mês de julho. Sras: Mi..ruce !al-al,. 
Azalco. Ocariz, Bemadetc Rondâo, Edna Cardinal, 01 
ga Zacal'las, Olímpia Loureiro, Agosto:AúréÚaDel-­ 
val lcs, Bcr.-,..'.lrd.:l. Nabhan, Tânia Souza Rosa, Jurema 
' Gnbir.io e N!.lda Bazzano. 
A C1>SA D. ANIZAIE 
Agradece a todos qu colaboraram àe Lt'11a forma ou 
rutra P8:°' o sucesso ào Chá Bingo. Os agradecimen­ 
tos ta!"be!n aos Rotaric."los. Dr. Cachi to e Rahal que 
"cantarano Bingo"., 
Se essas horas de crise te surgiram na exis 
tênc1a, não te desa"limes e nem te desesperes. 
Ergue a fronte para o alto e conta can Deus. 
RIFA 
n.-' novilha já esta sendo vendida pela Casa 
-~. por apenas 10,00 .:. o número, vale a­ 
pena ...rriscar! ! 
O Cmte do 10º RC • 
• • Ce l Edson Gonet ,' 
cebeu cm sua u , d .. 
nica "' 1·,l li Lar mui tos e:~·. 
dados para a Sol id 
D' d 	en ade Comemorativa 
ia o Soldado que foi aia 25pp con 1~. 
cio às 8:45, 	• • 
DEFILE ESTUATIL 
Do dip. 7 de setezroro ,está movimenta<1do Dire- 
tores, Professores e alunos em grandes prepara - 
tlvos para esse dia. E isso mesno, nossos Estu - 
dantes estava necessitando de una " injeção de 
ClVlSITX), pois nos ultimos anos a animação par-a 
o óesfile deixou a desejar: 
DESTAQUE ESPtCIAL 
SR2 MAr-2- 
CO MIRA.11;­ 
DA E NI­ 
CE MIR..'1':­ 
DA E INAH 
CAL;AL. 
PARA: 
DE(CHÁ) 
E 
VEZES - 
CHÀ CASE.IRO 
TOSSE, ASMA, BRONQUITE.· 
COZINHE ... 1 
LEITE 
BEBA 
AO 
CEBOLA EM 1 XÍCARA 
ADOCE 
QUENTE 
DIA 
COM 
TAS 
MEL 
l.CG) :-:AIS 
A noite a partir das 
2 
,· 
' _ 1 hs, o Ccl. Gone,,c. 
receu no Gremio Pedro Ruf 	. 
. 	• 1no u'jantar dança- 
rnutos convidados 	• 
f 
que parl.icipara'T! da oor.i t:.:: e. 
ratemiwção p rabé • •• 
ty. • ar r.s a tc..'Clos Militares ê:J. (:. 
331, 
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