o+ tss nb 1 cu] r 17 a - 0; ' OI og! de ) a­ i çiio alo sis­ an spl­ rea e to to , idas s Ne 3. ELA VISTA - MATO GROSSO no SUL ----------------------------------------- 0! Regimento de Cavalaria Mecanizado Comemora o Dia do Soldado cnRTft AO SUPERINTENDENTE REGIONAL 00 BANCO DO BRASIL pr, Sirley_ M, 'Vogue!ra. Todo brasfletro, no decorrer da h!s torta, aprendeu a admirar e respedtar 0 Bànco do BrnA11, Sonho de muitos jovens, Ingressar nas fileiras do Banco é (ou era?) ques 1Õo de honra, ele um ldcnl profunclo, a-: final, AfiSim como a l'F.TROBRÁS, o 1lanco do Brasi 1 é como o coração dos brasf - Jclros, Sempre pulsnndo mais fort<' cm defesa dos interesses maiores da Naço. Forças desconhpcIdas de m!Hões de hrasileiros, parec.:w ~star nrunndo con­ tra o banco, contra estn Instituição que foi sempre motivo de orgulho para todos nós. Estas forças prccisnm ner denuncia­ das, através dos jornais, emissoras de rádio e tel evisiio. O povo precisa sa­ ber quais são os inimigos do Jlrasil. E paradoxal, Sr. Superintendente enquanto dcfinhnm o,; lucros do Banco do Brasil, crescem assustadoramente os lucros de alguns bancos particulares. E lembramos que só o BR Investiu na PRODUÇÃO, investiu naqueles que traba­ lha. Os "outros" preferiram a AGIOTA­ CEM, fruto podre de um reg Lme que po­ derá levar o País a uma r<>voltn social. Por acreditar que há no Banco cio Brasil, brns 11 eiros patriotas, empre - endedores, homens e mulheres acrcditan do que um País sõ poderá se transfor cnr en l-AÇÀ() quando todos os seus f !­ lhos, conscientes, optarem pelo cami nho do trabalho, da honradez e da de­ cência, abominando o,; desvios de um ca !talismo selvagem, desumano e 1ngra - to, lançamos o nosso apelo. Dr. Sirley , 1· existem os an - • ]os oaus, não os conhecemos, mas sabemos que são filhas do Demô­ nio, Assim como l:lanipulam as a 1 i:as dos sereS huanos, seguin do ordens á[' +«te ase rc- '=a. s6Ia. as, hã tambê E! l:-""--- os anjos maus da economia manipulando a ordem (ou desordem?) econômica deste ?a!s. só não sabemos QUEM É, ou quais sao, os DEMõ:,1os que os orientam. A situação dos devedores do Banco do Brasil em Bela Vista é crítica, to­ tios estão com a alma à beira de um va- 2!o, de um lado a Luz e do outro as tevas. . A luz significa o progresso, a gera ao de ecpregos, o trabalho produtivo, ~ justiço social; as Trevas, o aniqui- ncento, a revolta social, a injusti - e, a revolta. no campo, significa, aci a !e tudo, Dr. Sirley, o campo fértil " ·ª a proliferação de idéias radicais e levarão o País ao caos, a escur! - dão e a morte entre irmãos. ,io vou justificar os erros dos em­ Presârios, o maior deles foi acreditar na Promessa de inflação ZERO, do cres­ dento e da normalização. Este foi o ator er+. t .. u1t,1s oas dívidas atuais foram con ta!d, d .d, - t. a_iurante o Plano Cruzado, e ru! ~~ estao pagando até hoje os erros de "gutpe econGica que, sinceranen - ,, ao trabalharam e nem estao traba­ ,"?"o elo ras±1, MAS CONTRA O BRA - .golpe em cia de golpe; Cruzado SFdo, Bresser, etc, etc, assina-se um Crato A« , 107 ara vote com juros de 3, I e -, de juros ao ano, e o que se <_ "ENros CRIMINOSOS, INJUSTOS e éc::, nos leva::, o pensar que para acabar ATos só veneno e o veneno e a ·raltzacão. Os pea - • las . uenos e mcdios er:iprcsariot... u ,_G'vidas foram contraídas durante o "o Cruzado e, outras, contraídas pa •• -iquidar estas dívidas, numa RODA A 'O: VIVA !ORTAL, sol1citam de V.Fa, dos diretores do B, em ras!lia, es tudos para: 1) Parcelar estes dêbitos; 2) Prazo de 2 u 3 anos; 3) Cancelamento nessa mentirona ex­ pressão denominada I'ADIPLPNCIA, que poro nós, não passa de uma grande mentira, pois IAII''P!ENTES MORAIS so os causadores deste desastre; 4)Juros "normais"-juros próprios para quem está trabalhando,gerando empre gos, riquez11s,enfim, fazendo este Pais andar; 5)acabar coma tal de "taxa de permanência", todos estão tentando há várias meses renegociar com o banco, se foi falta de "indexador"ou seja lá o que for,não é culpa dos devedores; 6) Ninguêm quer dar calote no banco, nem favorecimentos, apenas CO:-.'DIÇÕES para pagar estas dívidas injustas. ~ós acreditamos que o Ranco do Brasil têm as soluçÕc~ para estes problemas, e a cada dia que passa o relógio do tempo marca os segundos da estahilidade deste país. nizcm os "líderes" da economia que o Brasil do interior é rico e pro dutivo, mas se esquecem de dizer que DO ITERIOR poderá partir a grande revolta, iniciando-se com a paraliza ção da produção agrícola, e aí então faltará alimentos nas mesas das cida des, onde moram "estes" ho:ncns que não são brasileiros, porque não co­ nhecem o "rasil. QUE O BACO DO BRASIL ÃO SEJA CO MO ALGUNS BANCOS (MAIORIA) PARTIClºLA RF.S, ASSASSIXOS DE ESPERANÇA E COR TOPES DC ABSURDO. - PS: Dr. Sirley, não seria pedir mui­ to, que V.Fxa. enviasse um funcioná­ rio da Superintendência à Rela Vis­ ta, e estudasse CASO a CASO, está ha vendo ABUSOS nas cobranças, sem cul-: par os funcionários da agência, eles cumprem ordens, mas, do jeito que está o resulta~o será o caos. Muitas injustiças estão ocorrendo, caso não seja resolvido estes problcmas,o Ban co do Brasil será o grande culpado pela quebra de vários empresários produtores rurais. f'. este o objeti­ vo do Banco? E, neste caso, a vitó­ ria será de alguns donos de bancos particulares e da máfia que quer oca bar com 0 B. 1 1 L -,--- --,----:----:-:----:-----:-- - ---;:-;---:-~ ~ --:;-;:c---;-:--;-:-:-::-:-::--~ Flagrante da solenidade cm homenagem ao nia do Soldado - 25 de Agosto. O 102 Regimento de Cavalaria Mecaniza do, Regimento Antonio João, de Bela Vis-: ta, fez realizar uma bonita cerimônia nas dependências do Quartel de Bela Vista em homenagem a importante data militar, que contou com a presença de inúmeras autor! dades, convidados, e grande número de po pulares. - Comandante do 1 O'? RC 'IEC Ce l. Edson Gonet, Pres.da Camara Carlos A.Ocariz, Prefeito Ed son Moraes e Dr. Vilson Bertelli. 1 L. Xn/r,,1, ú, Artlo 1 / ri m'.lr· c;o d, 1064. ll I C I' • 1' i: 1H'!'lGOt•·-= llt·1 o :t1·vt,o A11LÔnomo de Água E'syoto de Bela Vista, autorizado a ele - v" •~·J '1l),'(Q11 li lll por C:• nlo) prtl'l ·100 (Cem por cento), 1) 111111 I' I' U'.l ob, rturu d crédi .o (1Cll1·lnnal :;upl••rot ntares, usando c mo recursos para coberturá do5 c,-i•dl to:; a serem abertos, os provenientes de anula@cio pa1·c I al uu lolal ,1,, doL 1çÕ1 { consii;nacJ·w no u1·c; un,•ri l:> vi LCll L, , hc•m como os p.rov<'n i­ ente dos provve i :-; excessos de arre ada - çrio, considc~1·t1nUo-!;•• a lcndl'ncia do Pxer·,:-­ cl~·10. no:, L, rrnc:• tio Artigo 43, da L,~l FL­ deral N 4320/64. AHT:,;r 29 - f.:;t:1• d,:cr·•· o cntrnri1 ,,m vigor 7. I,,,.a. sua uttica;ão, revoadas .:is disposições cm contrário. Bcl.i V!st.,-,.;s, 18 dl' ngosto de 1.989. Edson i•kch'l r·os df' Mor.:iPs Pr•ef•ilo Munic1pal. Homolcgo em tolos _vy termos a Avaliação n l'cr·,·nt" a i1r, :, 1,wcll iz..:id;i n,i 2~ Ci rcuns­ criçi'io suburbana,. SLndo parle' elo lolc• N~ 02, com :1n•a d~• ó;,.000 m2(S,,ssenLG ,, C'r"l - co mil mts quudrados), no valor dc NCZS 10.üüO,OO(Dcz ~il cru~ados novos). Ecla VísLa(MS). 11 d<' ;1gosLo de 1;)8'1. E.dson Medeiros de Moraes Pr~fcito ~unicipal Edital de lntiR1acão l'OH r." 1°2/H• Cf>lll 1 •; HAI ' tnd nrl<, :10.· l'1 'l. 1111 p •lo p1·•., ri• • ,·
  • 10:00 :,s 15:00 hor:,s. C- O inLcres!;ado que desejar contar com Cinanci;,mt!nto ct, v.:r•:i c!irigir-s, ao local incllcaclo, an es do prazo ~stipulado p~ra r• entrega das propostas, munido dos corptg vantes de renda, a fim de inteirar-s da:5 condiçÕL's. D- As propostas de p,:sso:ts juridic:ts ~o - mente serão aceitas se preverem paamen - to i vista. E- As condiçÕc•.s biisicas p:-ir·t p.1rticip:tç;;o que fazem parte integrante do presente A­ viso, estarão à lisposiçÕt·.· rios interssa Yint Dias o GABINE'l'!:: DO PREF'.1'1'0 Ei-1. 08 DS AGOSTO DE 1989. Edson MLdclros de Moracs, Prefeito Mun! cipnl de B~la Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, usando as atribuições que lhe sao conferidas de acordo com o disposto cm Artigo 120 da Lei complementar 07 de 20 de Nove~bro da !.981. DECRETA A.'lTlG l O )-Nos Lc'rmos da !Pi ;,Junicip..il n~- 830/S8. Artigo 1 fica aberto um crédito A dicional Suplcmc'n ar no valor de tlCZS 39.000,00(Ti·:n:a ·~ nove mil cruzados r.o vos), a ser designado nas seguintes Dota­ çÕ"s Orç=cntárías. EXE UTIVO: 020J- .EC/Dl,; l'LANEJAMEN'l'O 4000-Despeso~ de Cnpital •H 20-Equip." Mal. Pc:-n:.in..:n Lc 2. 000, ü, 0203-SEC/bE EDUCUCAÇÃO CULT.E DESPOR~O 4000-Despesas de Capitnl 4110-0bras e ln~talaçÕcs 12. 00,00 4120-Equip.c Nat.Permancnte 25.000,00 SOMA 39.000,00 AR IGO 2~)-Para cobertura-dos créditos a­ berto no artigo an criar scrao u ilizados recursos proveni ntcs do Excesso de Arrc­ c.adac;ão. Apurados de acoro com o Ar igo 43 da Lcl 4.320/04. AR'rlGO 3i)-Estc Decre o entrará cm vigorna éa a de sua publicação revogadas as dispo s:c;Ões em contrário Bela Vista-MS, 08 de agosto e 1989. IIEUIIII±ILHILIIIIGLIIIJ - QUE O POVO SEJA 13EM INFORMADO- .JOlil."oAI. ~ 0" r..:::,,.11-.,. l'MU. ~T.,_ ~ ccnu,~ HSI UAJIOl."'l 0a O IJ,,Q.KJCS,I IC,i.AA l0"lS O• V.C.V-'A, J0 +a, R Mtumt04 pro1d ot JO'hA.LDC~ ~ ..()JNAj.r'C M'TCNO..olôv.Kt.O'('O.J0.101 H4 ~Jl DC 00 J.HOS (Of'T,U-400 >01M ... t$ ( K TAU-a,.rx:, 0 "'UN,O,,-~. ar;,: -F:!:LJERE ;'- -: 1-t- . .-.t'f,r L/ :)> ! -r1!:::i' 'I.)'.1- /..! ~=-A íPH 1 X-73, 417.6- CU : O ºº ! zol;,e -.:o e·- 01 ?e - PADRÃO DE QUALIDAC!ê - o',l?RESSOS CM GERAL • SERI/IÇO OE ll~OTIPAGEM co·:FECÇôCS OE UI/ROS E REI/IST AS . BOLETINS 1M?l1ESSOS A CORES U .. 4 Ll•l'Wf).4 DO GIU,0 tl0[ l!lAVlltlMl[ 0[ JOlHAt1 RUI DA A!FÚl!UCASI '·.BllA.1/ISTA, MS. .? P' ,:1.::.i,.:..1 • ;;o:ito! ;: t!te:isc '·º se H • ' . ne a!tn±, anent ,,_ _.. ~f e.o "!.3 des! tede •.o :';Qc 1 ~'la•.r 1 .::., e todo± ' ,a.1 i i!±4 ar, ~· i::o~,.. .. .:- or tr. -~, Per 're! ;::. to • e - ........ ei;-a.1o1 , ??voa. su- •,- s / ' - ' •• ,re, ;: f =o <<3.- o. -- ~ ,ar 7e, ... :, 2" ~¼!;~ , " ., ,à] te nosco egócios JO!l'IAL TRIBUNA DA FROKTEIRA ;> fTiip~gráficos ,e Of'F' SETT - p;iclrão de. qualidncie, (- D 20 • e ciencia e os melh . - •. :l:N ADO Dt DE F,EVEREIRO DF; 1~72). !- ores preços aa regiao (a. toes de visit • -«--·-a IVALDO PEREIRA as, convites de casanento, íolhetoS• E IVALDO PEREI" • serviços em alto relevo • •1• ~d. r.: • ,,A e facil'idad d ' a cores, entrega ra?l"' vr.tu. .. i: GILSO:l SILVA SA1'TOS es e pagamento. 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E 1.e :' -a' eu Homenagem ao ia io Sollalo Hoje, mafs do que nunca, precfsamos despertar nos jovens e fazer renascer es adultos, aquele sentimento puro dos sentimentos que valorizam a cdudn{a lenofnamos real slynlfteado da palavra PÁTRIA. ada fala mal alto, qunndo se preocupa a clt•flnlr ll p lavra PTRIA,do que o sfrito simples, nobre e valoroso do SúLílAl)O, í. ele ,1 nat,;rin bruta q11e li vi la MurIla para transformá-lo em sentinela de nossos valores, e ninguém encar ou to bem este sentimento quanto o MARECIIAI. RONDON, - rm honrnMr,é1~ no llTA llCJ SO!.!JrDO, 25 de Agosto, publicamos este texto ba1- 10, a rer.pnllo do então Mnjor Eng. C11nllldo 'l11rlano el11 Silva Rondon, um dos esbrvadores do então Mato Grosso, envido à nossa redaçio pelo Major Refor ado Gamalte] Stumpf. esse texto, um pouco do trabalho de Rondon, desbrvan lo matas e cerrados parn edIffcr as linhas telegrffcas de nossa rer,iiio. - de Bela Vista )pp4 (lm [mi[Itqpo l de Porto Mortinho em 24 de Xalo de 1905, foram ence- tados os trabalhos deste raoa 1 com a locçio da d l retriz dos alinhamentos, sendo lnlciadn li constru- ção propr lamente, no e! ln IQ de junho seguinte. No dla 30 deste mesmo :ês lnaugunivaMos 11 Esta­ ção de Bela Vista e 61.590 ~etros de 11 nha assentada daí a tê }:a rga rida. Coroãvamos o nosso tru balho no sul do Estado com esse golpe de açio, cons­ truindo aquela 1 inha em um =~s com 100 praças, es for o a!or do que o emprepa do de S. Roque parn Maq;ã rida. - Não pudemos traçar um só alinhamento ligando os dois pontos rcfcriclos,por que extenso e formidável brejo se lhes interpõe. Foi necessãrio proje­ tar a linha com diversos alinhamentos para S.., a 1 fb de contornar as cabe­ ceiras desse brejão, c;u" l se estende a tê próx !mo elo azinho nos passos dos cór regos Guavira e Derrota.O 1 urres contos n«ar E-LGA 1 LI5a raia. as a c.a.= :•ndo todos os córregos de taçao Telegrãfica de ~lar~ariela. ua salinas, Intragável. A linha foi traçada en campo aberto •~ Margarida, atê o Retiro dos Velhos; Azo coberto, onde predomina a árvore 'º• ou orelha de burro. , Ela atravessou antes os córregos ~oocaji, Guavlra e Derrota, e deste er alante - - - b" • penetrou por ccrradao e caapao ate r,anhar o rio Piripucu, onde tam- eci ter-mina o afloraoento da rocha calcárea. _ Aléo do Piripucu seguiu a linha ainela cm ca!'lpo atê o cerradão do "Nunca- e-" e? d' • cerra ao quase mato cm que prcdomin3 a taquara. Do fim desse cerra- ao Cooeçam os campos conhccielos por 11que1c nonc e continuam assim atê a mar g~ do Rio Apa, na povoação de Bela Vista. O povoado de Nunca-Te-Vi tem uma população de 448 habitantes, sendo do se lo tiasculino 246 e do sexo feminino 202; Brasileiros 158, paraguaios 286 e ar ~ent!nos 4, segundo as estatísticas de 1906. Fssa população acha-se disse!­ ~a pela campanhtt que tem uma irea de cerca de 5.000 hectares, atravessada Pelo córrego que deu O nome à localidade. _Na fronteira de Bela Vista encontrou o gaucho riograndcnsc condições topo /~ficas 3nálogas às que oferece o seu Estado natal. Aí verificou que pode: le progredir rapidamente II principal indústria do Rio Grande do Sul, uma vez Sue t·• 5 extensos campos, dotados de forragens nativas, eram apropriadas à cria do gado. Eis porque se observa a predominância no Sul do Mato G::osso dos k:u r ats do extremo sul do Brasil, que para nli nestes Últimos dez anos têm ,'rado en grande escala, indo ocupar não só aquela fronteira como os bel{s ...... os e d - h -C aopos e Ponta Pora, Tpe um e Vacaria, em cima da Serra de aracaju. . /incidiu com essa imigração o incremento que tomou o contrabando na mes­ ~l ronteira, com os consequentes embaraços à eficaz vigilãncia por parte do .sco p 1 d d i L.- . 1 • or outro a o, tratando-se e m graçao de gente de campanha e fron- •e ra do Ri d • - 30 o Grande o Sul, habituada as Revoluçocs, o Estado de Mato Gros- s~ que de~de os primeiros dias da República se convulsionar11, adquiriu as­ tr novos elementos que contribuiram para manter essa região cm constantes Opel!a. l : - , " revo ucionarias, em que o gaucho tem desempenhado papel saliente. ba Ja vista as Revoluções de l899 e 1906, no Sul do Estado, chefiadas am- "_PO caudilhos riograndenses. t st a situada Bela Vista à margCDl direita do Rio Apa e aos 222 6' 12" de la " a e 13g 11' 56", 25 de longitude W do Rio de Janeiro. , arge esquerda do meszo rio se ostenta galhardamente e com mais opulêE_ , a sua liamonia a sua homônima paraguaia. h po·voa ... • 1 ; Para icao orasi eira do Apa possue apenas cerca de 400 almas, ao passo que tã a gua_a conta o triplo. e incluindo a população do "Nunca-Te-Vi", pod~ rgen brasileira do Apa se igualnr à paraguaia em populaciio.- É de su- que co a 1, ,- .- T1, r l a,' ' nauguraçao aa Estaçao e egra ca e com a trans·ferência para ,"Parada do 7g Regimento de Cava ln ria, a populac:ão da povoação brasilei , ente rap!d h - d - coz, :amente e ven a ate CKCC era paraguaia. (Efetivamente assir ,. 11 ceu - nota de 194 7)." • ty"e brastelira uma das priselras contrucão de alvenaria de pedra e :, nte c:la r:norsu ' - • • l . ·i t nrlo a ex enr,ao ela rede de e- co 50 l.C a • , - 1 i • -1 i; rlAtrica, da vila Ange ca, as qua r tiritadas pelas ruas Projetada, Bahia i ., do Sul São Paulo e Avenida Ma- R o C.ranuc " • to o deputado Henrique Morae Dede apresen LIJIJ no plenário da Aomhl+ia Legislativa, tr6 indicações, solicitando a realizacao da serviços por parte dos órgãos liqados ao Covorno do F'ado, que irão beneficiar poplação do municipios de Bela Vista , Ponta Porá e Jardim, 'Todas as matérias fo­ ram provadas por unanimidade pe 1 on d ma is parlamentares com aento na hL. rom rnlncao no municlpJo de nclo ViR n, llcnriqll'' ncdé rrnlicitou oo l'rccirlr.n cln T lnmu, sflvio Lopon de Araújo, que_ oo·a mprnhn realize ocrvlc;oe de instalação de um tP)n•on,1 crnnunitiirio defronto a J.ancho­ neto Kaiser, a qual eoLii sltuacln ii Rua da 0pública, 281. nn :;11a juc Ll icn Li va, o pa rl amen f!r _ •c­ c l;ll •t·r que "a área da cidade onde _ esta lQ aliado este es ahelecimcn o, esta <'lcsas­ riuticla de aparelhon comunitários, sendo que o mais próximo localiza-se aproximada­ mcnt~ a dez quadrar. do local. Alem disso , ao lado da Lanchonete está instalada a Es­ cola Estadual "Ester Silva", que funciona cm trfü, turnoi; diiirios, ci il instalação de.:: te telefone beneficiaria em muit,o a comun_i dade nRtudnntil". . ·· Tamb·m ao Prc,si<'lente <'la Tclems, o rlep1;=­ tado 110nriquc nc:lé solicitou a instalac;ao do un Posto dt'! Sc>rvicos (PS) no loteamen­ to r)5cara Alvorada, localizado no Km 12 □ . ,, !)eput11 n "cnrtquc ~loraes Dedé - PTII. rla rodovia MS-164, nistrito de /quida ban, no município de Ponta- Porã. Henrique r.rosso. - 11 i o Ao comentar a solici ac;ao_, _')nr _que e• dé destacou que "a Vila Angélica e a ma!t populosa de Jardi:n e possui uma ex tens.a a· rea ainda não beneficiada com os serv1ços de encroia el0.trica. 111ém, disso, ali residem centenas e· familias e a ocupação de_ vá~ios lo e· neste setor da vila, esta diretamnen • te ligada à nao existência de en.2: gia elétrica". ·I 1 l Dr. Ramez Tebet-Sunerintendente da Sudeco. Um plano de <'lesenvolvimento agroamhie~ tal para o Mato Grosso do Sul, com aten - ção especial para o meio ambiente, começa a ser definido com hase no zoneamento a­ groe ológico iniciado no F.stado. ~écnicos <'la Sudeco e da Secretaria de planejamento' F.stndual reuniram-se nesta Canital com re presentantes das demais Secretarias par~ apr~scntar os primeiros rcsulta<'lns do zo- neamcnto iniciado na região norte e nordes te. 'o encontro, foram mostraçlas algumas recomendaç6es para o melhor aproveitamento das potencialidades locais, a serem deta - lhadas nas pr6xi~as reuniões de trabalho. / região norte e nordeste do Mato Gros­ so cio Sul, que reune 73 municípios e tem mais de 130 mil quilometros quadrados, foi escolhida como área laborat6rio para ini - cio do primeiro zoneamento agroecol6gico. Norteou a escolha o intenso processo de o­ cupação desordenada nos últimos anos e que resultou em áreas consideradas de risco,em termos de impacto ecol6gico. Dentre essas áreas, está a bacia do Rio, Taquari, onde os efeitos nocivos da ocupação atingem o Pantanal, e que terá prioridade ahsoluta em termos de programas. O levantamento feito até agora mostra a ocupação do solo, as áreas de preservação e conservação e a análise em termos de risco e potencial. Foram definidas áreas de cul­ tura permánentes e temporarias, com identi ficação das regi6es suhutilizadas, onde se recomenda um ordenamento, e superutiliza - das, onde deve haver o redirecionamento da ordenação. Outras recomendaç6es referem-se às atividades de agricultura, pecuária, a­ proveitamento de recursos minerais e dos recursos da fauna e flora, preservação dos recursos naturais e atividades de turismo e lazer. Em termos de ocupação produtiva, a re­ gião apresenta como atividade básica a a­ gropecuária. F.xistem porém prohlemas como a baixa produtividade, subaproveitamento da pecuária de corte e leiteira e manejo o?o das pastagens, que resultam • em rosão. o setor pecuário foram ainda ,~enti:icadas três áreas homogeneas: a do em torno rlc Campo Grande, com proble • mas de falta rle leite na entresafra, a rt· gião de Paranaíba e Três Lagoas, consider da a maior Bacia Leiteira do F.stado, e região de Coxim e Pedro Gomes, onde a ?~ cuária leiteira atende apenas as necessi~ deslocais. Os maiores prohlemas da regif são.a expansão da agricultura, em especia::;-,­ a de soja, com baixos rendimentos da expl; ~ ração pecuária, e falta de infraestrutura, ''..,u sohretudo no setor da eletrificação rural. :esse _ Entre as propostas de programas priori· • e lá tarios, estão aç6es de conservação do' so • • este lo, reforma da pastagem, re:orço da supi! :-, t;•:r mentação alimentar, melhoria no manejo sr ~F nitário, icentivo ao associativismo melh; -:lcg1a ria genética do rabanho, fomento do 1 créd:· ;·'="ade to e recomposição das matas. Essas e o'J· 1 es tras sugest6~s serio reunidas no proje" de desenvolvimento agroambiental do nortr nordeste de Mato Grosso do Sul será enca::i nhado ao Banco Mundial para solicitaçio ~ emprest1mo. Ehlora ,PARTA.'IEKTOS CO!-1 ni{ REFRlt;c.KADO, AT8'1liME-10 C0!-1 CAFt'. DA MANHà COMPLETO E REFEIÇÕES. 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Pt·t t• i I u Mt.:11 i t· p l ~,o :.t 1d » d x1 1 i 1· L•.: l 1 1I rida!d.s pc,l ic:, - ais a]ar com enr, is nu: investigações a 1 ifl' deslindar a quadrilha de llllflt. gc,; pÚbl 1 t·c,,•; qtH}, :11 f: ... 1 .,rn, nt,·, tm, agredido 1 l' 1 1' i 1, V: 1 l (l t 111 j i t (j. Dr•:.;l ic I l rJ" Jc,:., .1' e,. • proar (b r-•··· ,-rvcoc, e .. r~ 1 r.hJ..; do; Ór-iJ.-Ov ) • • • J a± f ; .. bl ico.; cJ, vera t r c·,ratt r, _ ou ,j, 01 i·•r.· - ,•:,.0 <;' ci...11, tlcl.i º"º pod• 1.- do cc,n..; l., r nc,~•- s, ..; í ,.,bolos ou irn:1w•n~ q c·ir·:,c:,•r·l2.,:·1 ir' oção socl·ll d•• au ori. dL o(J .Ji rv idv:·,· í) 1 Jbl icoG". 11:DICAÇCr.S Ai'fi::'.,S:iTADO PELC VE!ffADOrt ,•r~tr·ou com indicação nil câmara t•'.unicipal "s~ 1 i e i tando que se j o. er,v i o.do <. xpL·d i en lc o.o Dr. Delegado da Pclici::i Civil, para que o mcs~o informe "respeito do destino que sg rú Li2do aos cnnârios apr~endidos, sc,undo c0nsto., por aquela utoridede, no pr6prio p:1tio d~ Deleg·,ci-1 de Polici::i". Disse ain­ da o ncbrt• edil, preocupado co:; e S • pnssar­ nhot, prçr,dc -se L'SL~ rcqucrirnLnto ;te fi!LO dc que ccns.tatei, pessoalmente, em visita qcc fiz; Dcl•g~cin d~ Policia, cumprindo os m,u~ afazeres profissionais.que, no pá­ tio da Delegacia exlsLe uma gaiola, com o.proximadamcnte 20 canários.e que, o pr! - sionamcnto dcs mesmos é feito naquele pr6- prio pÓtio, utilizanào- o de umTa "chamaº. Quer me _p1rccer que essa prá- tica, Sl' realr.1enLc éxistc, o.Jérn de estranho e infração penal. E Sidney pediu: Dr. solte os "As dificuldades financeiras pcrqu sa refeitura Municipal, herança d d ... ,i! J.ttr..c;c.:50 :-.r.tt.'r-in! ... , tem sido o obs' -1cui, n: 'ur :.i.1 de Executivo Municipal que li-: e própria- rir:ou o vereador Sidney Nunes !...Pi t. , de PDT, conlinu;indo- ºno er:tanto, e p1 l'C iso que a Prefeitra faça os nE.ccssá rios r paros na Avenida Teodoro Saliva, no 1.recho Lre as ruas Cl'ispirn de Rêgo e 15 d• 1 ovcrnbro. tendo cm vis;.a o desgaste do uS falto e o se!"v iço é de suma im. r ân­ c ia p:;ra a ccnscrvnç:io do mesmo". F)n,:iliza o vereador, "sabemos que quan­ to naior f9r o dap . maior serio ;nus fi­ nanceiro do 1•1unici.p:o". p~ssar-inhos! ! ! ! ereador pede empenho das. autoridades Gf UE SOUZA ROSA. -Para que seja ,,nd•2rl:çado c-xp,·ditn~ ao Exr;io. S!·.Pr,f-"ito rt.unlcipal, no :.H:n·. do d·: v•.T a possibilic!u-.:c C'> s,..:d•'r Ll:.a 1JnciO!'.ã= ria da Pn..fdtur ... r,:unicipo.l, ::io Dekg·,'.!o o Polícia local, para que a rn<'SKJ. ajud•. nG liir:pt;:., da Delagacia de Policia 1e nosso i•h..!."licipio. ------- - ----------------------- n 1·• . ..:!o:· cá.ssio Acioly, do PFL. soli- vumcnt~ mais empenho das autorida _,,: 1~,s uo Governo d Estado , no sen­ L i d de sensibilizarem o Governo.dor Narce lo ~irJnda p~ra a nvcessidade da pavimen­ ação asfáltica do trecho Beln V.ist~ a An ,onio João. Cássio. 'Cca intervenção dos D.:put;;-.c!osValdemir­ l!ok.:i,:ri R1go e Herriqué:l)e e que o ano passado coletou 25 anos de cxistêncla de laborioso.:; lmbalhos cm bcnefÍcios dos mais car'=ntes. Concito neste mcrnorável momen­ to a tod s s jovens cCO;)ar.heira continuarem es­ te belo .:rabalho e que scj;;i:n SL'mpre abençoad s por Deus. CC: 15,300.8 4/0001- Pu: José Bn!tácio S/N-CEF.79.20. F ·la Vi±ta-M; Associação de erhoras de Rot r !.ir.O! d., Arr•l zadc; cor:KJ A..,.xx; laç:ÍO- •.nL1d."1" con.;tl luld 1 volunl"1r!:.m nL< por epos s € viuvs d ro ;ir.0- anos (óc las efetivas), sócias col ·bor:,1or;J!;,ho - norarias e benemrl .as, As Canas da Amizade urgiram do sentir n a - 11:.1110 do povo La lno-Am:•ric·•no, r-JZÔO por-qlY" ~ l·xiat•m no Dr-&;11 <: em alguna PaÍ1;,.::;, lb< r-o-/v"c­ ricanos. As Casas de Aml:t.ude ou Ar,::;oclSA D. ANIZAIE Agradece a todos qu colaboraram àe Lt'11a forma ou rutra P8:°' o sucesso ào Chá Bingo. Os agradecimen­ tos ta!"be!n aos Rotaric."los. Dr. Cachi to e Rahal que "cantarano Bingo"., Se essas horas de crise te surgiram na exis tênc1a, não te desa"limes e nem te desesperes. Ergue a fronte para o alto e conta can Deus. RIFA n.-' novilha já esta sendo vendida pela Casa -~. por apenas 10,00 .:. o número, vale a­ pena ...rriscar! ! O Cmte do 10º RC • • • Ce l Edson Gonet ,' cebeu cm sua u , d .. nica "' 1·,l li Lar mui tos e:~·. dados para a Sol id D' d en ade Comemorativa ia o Soldado que foi aia 25pp con 1~. cio às 8:45, • • DEFILE ESTUATIL Do dip. 7 de setezroro ,está movimenta<1do Dire- tores, Professores e alunos em grandes prepara - tlvos para esse dia. E isso mesno, nossos Estu - dantes estava necessitando de una " injeção de ClVlSITX), pois nos ultimos anos a animação par-a o óesfile deixou a desejar: DESTAQUE ESPtCIAL SR2 MAr-2- CO MIRA.11;­ DA E NI­ CE MIR..'1':­ DA E INAH CAL;AL. PARA: DE(CHÁ) E VEZES - CHÀ CASE.IRO TOSSE, ASMA, BRONQUITE.· COZINHE ... 1 LEITE BEBA AO CEBOLA EM 1 XÍCARA ADOCE QUENTE DIA COM TAS MEL l.CG) :-:AIS A noite a partir das 2 ,· ' _ 1 hs, o Ccl. Gone,,c. receu no Gremio Pedro Ruf . . • 1no u'jantar dança- rnutos convidados • f que parl.icipara'T! da oor.i t:.:: e. ratemiwção p rabé • •• ty. • ar r.s a tc..'Clos Militares ê:J. (:. 331, .. .. z:ra:=!­ '&lha d ' •: Zi :::, '1 isu si!­ a ., ' h, ; E hese ·a, 4 iro, 'e-, 2Dl7E