SETE"IBRO DE 1989 - REDATOR CHF:FE: I 1ALDO PEREIRA - NCZS ) Banco do 'rnaaI1 na !tImn seta 'e!ra, dia e lclnrlC' ]0, {naugurou na v[·[nha de Caracol uma u­ 's' +ldade baneirta, para sa tlsfnçiio cl11queln comunl­ dade que 'li mui to tempo tlamava 'por este bene f !­ elo que em multo virá co laborar pnra o melhor de senvolvimento e nmeniza­ rá as ,llflcu 1•ladcs hoje Vlstn pnrn rcnllxnr sei vIços bancirtos, prInct palmente das pessoas ma 1s Idosas que tinham de vir mensalmente nossa cidade para receber su­ as minguadas aposentado rias, oneranclo ainda ma ls essas pessons. Nn oportunidade esti­ era presentes o Supe­ rintendente Regionn l do Banco do llras il, S'rl "" !endes Nogueira, Gerente da Agência de lle la Vista Vervi de Araujo Cast ilhos, Prefeito ~lunicipal nr.Cí ceto Barbosa da SIlva, '; ce-Prefeito Avelino Go-- doy, representante do Prefeito !'unfcipal de le la Vista e Secretário 'lu nicipal de Educação l!eI der asso, Irmãs Graz1e la E Esperança,represen tando a comuniclade reli glosa de Caracol, pol{: tlcos, vereadores e co­ unidade em geral. r- pre.:;cnces I PORTB PIRA irley fala à Imprensa enfrenlndn por aqueles que multas vezes tinham de se deslocar até 'ela n12 ·solenidade Falando~ Lmprensn, cm Corncol, o Superintenden­ te Regional do Banco do Urasil, Syrley Mendes No- gueira, disse que "a pre­ sença do llR em Caracol é voltada para n contribui- 1 çno, principalmente para as comunidades mnis caren tes do interior, ajudandÕ no desenvolvimento destas comunidades. O BB não bus ca apenas o desenvolvimen to econômico, entende que o capital precisa ter tam bém o desenvolvimento so­ cial e cultural. O BR a­ bre uma porta para o pro­ gresso desta cidade. 0!3an co do Brasil, ah rindo <' 1 Posto Avançado em Caracol oferecerá aos clientes d' l=,,,...,,, .-,e, versas linhas de crédito, Em primeiro plano o superintendente qegional do Rnnco do ~rnsil Syrley~endes todas as linhas serão ope Nogueira, acompanhado de Helhert Basso e Vervl rlc Cnst!lhos. racionalizadas em funçãÕ da economia da região". entende o superinten­ dente, que "em Caracol ha veremos de acionar mais os recursos destinados a pe­ cuária, porque aqui é uma rer,iiio tradicionalmente pe cuária, serão recursos des tinados a custeios, sobre tudo a pequenos e mini: proprietários rurais, cu! teios de lavouras, de ar­ roz, milho e outras cultu rasque se adaptam a regi o"."o BB têm hoje diver­ sos produtos, prosseguiu, cheque ouro, ouro-card,ca derneta de poupança, pou- pança ouro e uma infinida de de produtos que serãÕ oferecidos à comunidade de Caracol". "A finalidade do BB,dis se Syrley, é facilitar a vida dos pequenos e médi os prorlutores, no sentidÕ ele que possam desenvolver com mais tranquilidade su as atividades e que possam utilizar o banco como meio iiai A unidade bancâ-1 tia funcionará nas antigas instalações do Banco Nacional e contará de início, I ~ Co:,i três funcionári os deslocados da A­ 'i..ela de Bela Vis­ :a, ?aulo Cesar e nildo, sob age­ ~•ncta de Helberc -asso(Betinho), que Verão autonomia,den tro do que for defi Ido pela Agêncta de ela Vista, para a Prestação +e todos s servços banciirl os ii população cnrã olense, contane 1 co a infrn-cstrutu ! ra necessária. -1 Xo ato inaugurnl . aI - b nna esperança a-1, &ncoou as instala- ss ao s» «s ±i5a a5 s.5.. • i nesta s d f ' d e _ egun ;:i e~ra br;:intc pronunciamento esta- Grã de portas a- cou a 1portinéiadz_!rerala- ertas para o pro- cão da unidade bancária em Ca resso e d, 1 vs o escnvo_ racol e a!rac!eceu os es,on:os • ento da-.uela prõs dcsen•.olvidos pelo Gerente da era e t e.c - _ Perguntado pela repor­ tagem quanto ao funciona­ mepto da unidade de Cara­ col ser dependente ou não de Bela Vista, o Superin­ tende esclareceu qÜe "em função da nova constitui­ ção não se pode criar uma agência, não existe carta •patente, por isso o Banco tem que instalar unidades como a de Caracol, subor­ dinada a Agência de Bela Vista, mas esse processo de autono::iia não haverá de demorar, mesmo norque o Conselho lone'tário Nacio­ nal já estabeleceu regras definindo que cada municí pio deverá ter unidade aÜ tônoma", e completou, "eÜ acho então que, dependen­ do do desenvolvimento das atividades desta unidade, e la poderá transfon:.ar-se nua aênfa autônoma ui ROGRESSO DE ------ COL t liila os ?eqeus e sírios - il per e está Por ocasião de sua visita a Cara­ col, o superintendente Regional do Ban co do Brasil, Syrley Mendes Nogueira, concedeu entrevista aos repórteres da Rede Úbaldino ~odrigues e João Carlos Velasquez, respondendo a diversos i­ tens que preocupam os empresários e produtores rurais de Rela Vista. DÍVIDAS CONTRAÍDAS DURANTE O PLANO CRUZADO "O banco tem analisado caso a caso afim de encontrar uma solução que seja adequada à cada empresário. Nós re~o­ nhecemos que, realmente, os encargos financeiros, hoje decorrentes da pró­ pria infl_ac;ão que o País atravessa são elevados. A Única maneira, hoje viá­ vel, é o reescalonamento dessas diví- das em condic;Ões que possam estes em­ presáriõs atenderem seus compromissos. Quero dizer, em função das rendas que eles têm, dos lucros de suas ativida- des. Nós temos procurado, tanto quan­ to possível encontrar uma solução. Sabemos que é bec difícil porque o Banco não pode ser uma instituição, que tem acionistas, inclusive minori­ táriÓs, deixar de administrar os re­ cursos que tem dentro da realidade que e'stamos vivendo. Quer dizer, a corre­ ção monetária é um instrumento que a­ tualiza o poder da moeda e o poder da moeda é o patrímÕnio d~ hanco. vo­ cê não recebe correcâo mon~tária, o Banco daqui a alguns dias não têm pa­ trimônio, e isto ocorre coe qualquer um, não é só com o Banco, mas com qual quer empresa. O capital precisa se;­ corrigido, agora, nós temos negociado é com relação aos juros, que não po­ den, realente, em determinadas ativi dades, serem acima de um patamar de 2 a 37 ao mês". PARCELAMEXTO DOS DÉBITOS "O Banco do Brasil teo feito cultos esforços, inclusive facilitando-o pro cesso para o reescalonaoento das dívi das, nós tivemos algunas dificuldades­ no primeiro semestre, em função do P1a no Verão. Não .se tinha _um iQEexador de finitivo, mas agora nós iâ esta~os em condições de formalizar ~s cornproois­ sos, mas ninguém vai perder por 'eeo, Ao mpre­ ci ndo • definido o ajuste, ele não estã mais inaclirnplente, embora suas operaçoes posam estar vencidas desde fevereiro ou março, abril ou maio, mas ele não será penalizado com as elevações de encargos. xão foi culpa do cliente a não fon:1alizaçâo, então o banco man­ tém aquela operação como se estives­ se em curso normal". es Ficou patente que os pequenos e ré dios empresários, cujas dívidas fo:. ram contraídas durante o Plano Cruza do, terão todas as condições parar; negociarem com o Banco do Brasil. Es tes empresários querern pagar os seus débitos, ninguém tem a intenção de eo tregar patrioÕnio ao banco ou deixar de pagar e, c:uito oenos, o BB tê::i in­ tenção de paraiizar as atividades pro dutivas ou quebrar empresários. TudÕ será resolvido da melhor maneira pos sível. Sem prejuízos para ninguém. Õ Dr. Syrley foi culto feliz em suas colocações e deixou tudo muito claro e definirlo. (Na edição de a Tribuna de Caracol da semana que vem, a cobertu ra corpleta da inauguração da untda­ de do R na cidade de Caracol). - edação Rela 'Ast-M5, 30 de Agosto de 1969 Do Sr. t do l.OQ RC EC . Diretor do Jorna! Tfbuna da Fronte ir.a. O COADO DO REGIMENTO ANTONIO J0ÃO AGRA DECE AO JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA, NA PES SOA DS S,:U DI:RETOR - I'ALDO PEREIRA - E DE S'A EQUIPE DE REPORTAGEM E DE ARTICULISTAS, TOOO O AP010 QUE IDI RECERTDO POR PARTI: DES TE RENO'ADO PERIÓDICO, QUE VEM ATENDENDO 16 DAS AS NOSSAS SOLICITAÇES E MUTIAS VEZES TÕ ANDO A INICIATIVA E COERINDO COM BRILIX­ ~ OS ·f:VFX!'OS DESTA CASA. O EXERCITO BRASILEIRO PRESENTE EM T0DO TERRITÓRIO NACIONAL !ARCA PELO SEU TRABALHO A TAREFA DE INTEGRAIO E DO DESENVOLVIMENTO E O 102 RC 'EC, COMO PARTE DESTA PRESENÇA, ESFORCA-SE PARA CNPRIR TAL MISSIO PERA!IE A SOCIEDADE BELAISTEXSE. O APOIO DOS 0RCI­ OS DE I!PRENSA É VITAL PARA ATICIROS NOS­ O ORJETIO E NISSO O RECIENT ANTONIO J0- ÃO TRANQUILIZA-SE POR CONTAR CM TAL VALORO SA COL,;.!lOR,ÇÃO DA "TIU!ll.'XA - CAIXA CCONÔMICA FED~Al- Aviso - Venda de Imóveis SHF-Concorrência n: 001/89 PREFEITURI M. OE BELA VISTA Decreto n: 027/89 IX ,, 1 1 1 l' ,l'l 11, ! 1 Vt ! !• r 1 l 1 ! XO 1 l Jo CJI)• ... , r( n- {" j p 1, J - / • 1 /11 ,1 1/I ... ·, .. , J,11 t J' !()ti! J,tf: f/(1 1 • ll J l J o: (X . I ', l,1 • L;- 1 J r· 1.~u11l ,11 ,·um r itanet mt 1 C rt, 'I r·, d 1 1 i ' l I é { l ( ,_ .. !] i 110 ll"' 1do, ·,111,. ,J,) J r ? > •·ti t 11 l ,,1}(, J r, 1 r1t r J' 1 l.! • • t r l J l !'' ~ t"...V n l t . 1!, 1 l r1a, das condiç' n- / • p r·or •1 1 • v, ,ltJi•Í l l C,t!; ! t [!• 11' 1 1 V j ~ l ' E- A'!; l'Ol) I ! ,.. qul f ·1 .. rH"I j : '• viso, .t t l10,r: t,-~, .. , 1 r. V< - E+ut! to do! cot- ! r de it! j r ;, r - ... si@cio dos intrss- Vist,n tutrco tcl l' 1- O .r,· r• :, J :··, l 11 .. ,• ! 1 M :'' ( l 1 t•I· r r.1 ·;o to d'1 ,....o:r 1rc~t e<. - ... 1 .sta.Est~1do ..l,_ :.:L:tu Grosso oo Su: n-, :.'i...rr ., 1,. L, i, ,_te: .. FAZ S,BFR a :ocos Cl1·,nt,s o -'~•.···cn·c ;:-_ dita! virem ou dl conhcimnró ±e , cxpt.dicio r.1..,s ·iutos cL1 Aç-i r.... à,· F:x1.. cuc_:";c u<. uanta Certa Contra Devedor Solvente ne- 152/89, cuc l- P-,nc Ul• i•r·,.;il s;, r:1ov,• cu tra ALMIR NERO, 'vrusiliro,solteiro,agro pecuarista, .r cite pr est Juizo . CO.!""'L~l! .. ! L' tend ·n :o lo pt·l _. - , .... t ' • • • t ' • . 1 •• . --- ------------ • 1 1 ! -' l -'. : J li l - .......•.......... 1 . , 1 C -:: , • • , i ·, l :• < 1 ••.•.••• 1 .'l.Jl-! • :· ,/~ rv:! •. .. ........ 132-:to ,rv: Erct' '...·· ••l?O-rm,:p/• :.:·•· .i r:· .,. r:· " . ..... 7 ·' . 1 ,,, _. --~ 1 • 1 - !·, :· u /Srv/r ::IJl-< u' !'. ::-. r·v » ' ' d 1 1 1 l .01 - '. • r e/ , • '/ r • • > .. ."', r, ! • i x ~ .. 1 ::, J l ! -l ~ 111 . 1 • - Ll • r . ..-·. r·v / • r r..: r··<. ( • • • • • • • • • • • • .r e , . ' ••••••••• J 4 1 'e - ;- -: u i i ' ' :: ~ . : , r :- • r . r. • . . ....• , üi1C -~:e-,; !·S!:".i, L'.:1.:·:- !C : 1c d, no <;u, t ,í t·u::o J, r,,o,: ir 3 a 5 /u...!lt'i. 1. (jllt t).S r •1.3 !UI ·.•t '@O-D:pus Corrtt· .. 111-<,1-•,.r,r.c/1 1.'•nt , 1,t.!; !'lX~·--· •••• ~.c V.Cu •l !3- br: • e:,,!',:,· 1·011 ·tS 10.000,C') l -:-:,. Con:;u::u 3.C'UO,,O l3l-imu.Srv/D,s is......··...°.000,0O 13-Cu' r0OS Stv/ !-i,C 1tfO!: ...••.• ().t.;Liü,O(J 'e' l-i:. 1' lll ~- ••••••••••••••.•••••• f.CUU,Ü( 2&-Co,tribute?o c Fac.p.........000,O ________ __:·H•l ( ~-: 1 •• '! .. _:, __ 1·_,i_i_c:_c'·-· 1:...:.... ----------- os autos consta,pe sera afixado na se- S(H.!os. :..''vi r xp•,u c!o ( pr<. !j••t1LL' L(fi t.:-tl qu• St ~·i: ::1fix:•do no lur.::r d.· COS~l':;:t. '~ publ..:._ cede na forma da Li,aado e passado nes t~• c1,:::c:,' •• Coc,,rc:• •.1L Gel;, /is'~•. Esta-=: ao de, i'ato Grosso c!o Sul, ~,os quin~·· di­ as do mês de agosto do 2no ·de mil nove - centos e oitenta e nove. u,( Pedro Pau­ lo Centurié), Escrevente Judicial. o du tilcrr-,:· 1.·, : ubl lc,•,:o na fon::a d, L, i 1 ;· ' ' .. : ADO l·.'JDiIR i:IERO. par::, o O5 (i;e) dias informar o para . :.v v.:.•c"1!" e.: ~rit.. d, r:J.::; bye o de penhor ., cu, :l j 1.gu1.~_IT. td l f:LH: l gnL :"i'r, - ,•o Cl..rJ.cc!.1.1< .. nto dos inLt..rL..; - ______________ _;_..)l dular. E , c!a e ir Triia da f ron-· «ara, Leia e Assine /.!•',!(,( 2 brt no !"t. C'll!'SO!"" caduco. pur.dos @, L•.·i 4.:'20/c,..:. A±-TIGO 3) Est ne data de sua 1 r .. !·:-1c::rro.s .. • • • .[:., )fJ.Ú..­ ·7. vl ('. • tt a p ·:::AÇÀ .:!·.o ;os Últimos dias a situnçno chegou a tal pon- quc se cachorro fizer "xixi" no poste de ener gia, é o bastante pnra o fornecimento ser inter- rompido. Se o tempo começar a relampejar ou a 8a roar, é o bastante para a cidade passar o resto do dia ou da noite sem energia elétrica. Isso, como de fato aconteceu, faz com que eletrodo­ mésticos, máquinas elétricas e eletrônicas, se queimem, causando pre­ juízos imensos à comunidade. ' l A impressiio que se tem é que o R1o Apa está quase se ~ flfi~ 1 co, por isso o fornecimento à cidade do precioso l!qui­ u~ cio é racionado, deixando muita gente, principalmente da área mais afastndn do centro dn ciclacle, dias e dias sem o produto. Fssa inpressno fica sem sentido quando após fortes chuvas a falta d'âgua é mais constante, dando a idéia' de o SAAE achar que a po­ pulaço, prevenida, estoca água das chuvas, por Isso não precisa do a­ bastecimento do órgão. Sobre esse serviço, c11 j.:i dei a clica antes: "f. Tais fácil ir pessoalmente ao local do que tentar ligar, chegará nnis r.::pido: Houve casos,inclusive, que aparelhos telefônicos foram jogados ao chão de vido a raiva dos que tentam uma ligação urgente e não conseguem(coitado dos aparelhos, nio têm nada a ver.com a péssima qualidade do serviço). De nada adianta o Governo do Estado e a TELEHS ficar dis­ tribuindo propaganda e publicidades por 3Í, inclu­ sive ofertando em Bela Vista novas linhas telcfôni cas, quando o serviço é no mínimo, péssimo. Vimos cm jornal da região, enormes manchetes noticiando a inst,?laçiio da nova central telefônica de !lela Vis ta, mas que só funcionarã a partir de deze~bro, e; uanto isso os usuãrios uc se estre e!! ) O RISCO 1 DO VICE 1 - Já est:i na hora de ENERSUL, SAAE E TELES usarem acabarem de uma vez com o gra•,c problema verificado nesses três serviços essenciais à população. Com a veis, ou melhor, os irresponsáveis!! • VERBA !)() "JOÃO DE llARRO" sr~nu ! ! " o "dcsconfiômetro" e hoje em Bela Vista palavra os responsá- Em relação a reportagem sobre o º------- IGNORÂNCIA? NIO BURRICE MESMO! ! "Vou votar no Collor porque ele é novo! Ronl­ to"! Que": Já não ouviu a frase antes? Mu[tos.Pa ra nós Isso não é simples 1gnorancfa, é burrice me mo, afinal de contas va­ mos eleger um Presidente da República e não um!'Is ter ílraeil. Pode atJ ser un excelente Presidente, ney de Uly ano, e ele!to Preslden te(conforme dizem al,/uns peemedebf ta ), corre os o risco d en regarmos, de novo, o "abacaxi" na mão do outro vice, no ca so o Waldir Pires. A! er tão de nada ad.antarfa es colher com t.1nto cuidncl-;:; mas O cnminho para se es e depois ffcar amercê de colher CM quer, vot r nãÕ nlguti:n que pouco se r;.ih<', é esse, e sim o conheci- Afirmamos isso porque,cá nento das Idéias, proje- entre nós, o Dr. Ulysses tos e planos de governo está mna!s para lá do que dos candidatos. para c:i e do jeito ;oite do Preto e 'lr;inco", que j~ vem sendo realizada há alguns anos, senpre con su­ cesso. Este ano o seu organizador espera trazer vma grande atração para o evento, provavelmente uma ar­ tista de renome nacional. Aguar~em. O Deputado Federal Guilherme AfIf Domingos, can­ didato a Presidente da República pelo ?L, em recen­ te programa de televisão, defendeu una idéia que há muito tempo deveria ter sido colocada em prática no Brasil: a criação e inplantação de C3dei.;s penais a­ grícolas, onde presos condenados cu:npririan pena tra balhando, para produzir, no mínimo, o que comem,po­ is hoje, a realidade é que a Nação arcaco a sus­ tentação de um bando de vagabundos, verdnaeiros san gue-sugas deste País. Os moradores da Rua General Soares da ~ocha pedi ram-nos que solicitássemos à autoridade competente, no caso a Prefeitura ~unicipal, para que sejan colo cados "quebra-molas" na citada rua, principal:nente nas inediaçÕes do Hospital S~o Vicente de Paula, on de motoristas irresponsáveis trafega::i diáriamente e; alta velocidade, considerando tambén a grande quan­ tidade de poeira levantada. Sugcrinos à u:n dos se- nhores vereadores que apresente una indicação nes­ se sentido para que o pedido dos oradores da Ge­ neral Soares da Rocha seja atendido, afinal de con tas, é ruito justo!! ALÔ DEPUTADOS DA REGIÃO Já no próximo ano te­ remos novas eleições pa­ ra deputados Estaduais, Federais e Governador do Estado. Do jeito que a coisa anda por Bela Vis­ ta, duvido que os ''nossos representantes", princi­ palmente os do pattiào da situação, consigam "fa­ zer a cabeça" do eleito­ rado belavisteooe outra vez, pois a realidade bo je é que a Princesa do A pa foi abandonada por a: queles que em éooca de e leicão nos vê de beijo e abraços. t::n exer::olo ela ro são as condições veri ficadas atê agora na ou: que de Caxias, na nossa telefonia, energia, etc. se que ninguêr:: tome pro vidências. Abra□o olhÕ senhores deputados, pois desse jeito quem vai dei tar e rolar é o Dr. Beto Rondon, h Em foco, a tonta este o pr !U A VI A () 1 CIMIRI M·UNICIPDL CONSTITUINTE R e s o l u ç ã 0 n: 05/89 . . sobre o Regimento Interno da Câmara ,Municipat Const1tu1nte Faço ber que a amar MunleIpl Const ttulnte provou e eu promulo a seulnte kesoluço: C:AJ>r'IIII.(1 C - Ili ('ÃHAIIA t!UNTCfl'AL CO!lSTT11ln:w ART. 1? - 0 exerfeto do Poder ConutlLuJntt',JlC lo MunteIpfo de Bel VI«ta-MS, conforme lhe fof conferfdo pelo Artfgo II Parirnfo lntco, do ato das disposições Constltuclona! Transitórin da Connt !tufçioda República Federat fva do llrnsJl,fnr -o- com observância das normas estabelecidas neta Reoluçio, ART. 21'1 - O !'odor Confitltulntc funclonnrl na uedc do Poder L 0NLC0 - Em CIUO de forcn I ior que im­ pousibllltu o seu funclonnmento no locnl referido no caput deste artigo, o Poder Constituinte rcu­ nir-~P-i cm qualquer outro, por delberação da Me sa, ad referendum da maiorin absolutn do PlcnáriÕ. CAPITULO 11 nos ÓRGÃOS 1)0 POIJER CONSTITUINTE SEÇÃO T íllST'OSlÇÃO PRELIMINAR ART. 3g - São óros do Poder Constituinte, o Plcn~rJo, a Mesa, ao Comissões, SEÇÃO Tl -ll0 l'LF.N1Rl0 SU!ISEÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ART. 4!) - O Plen,ír1o é composto pelos Vereadores cm exercício na Ciimarn Mu'nidpal e é o órgão supre mo de clelibcraçÕl•s cio poder Constituinte do Hunicí pio. PARÁGRAFO ON1CO - As deliberações serão tomadás por maioria de votos, presente n maiorin de seus integrantes, snlvo cm m11téria constitucional,quan do seri exigido voto da maioria absoluta. - SUBSEÇÃO lI DAS SESSÕES PI GERAL. ART. 5g - As Sessões dH C:Smara Municipal Consti tuinte são: I - Ordinãrins, as realizadas s 52 fe!ras, 19:00 horas. as 11 - Extraordinárias, que poderão ser. convocndas a qualquer momento. PARÁGRAFO ONICO - As Sessões ordinárias e extraor dinãria~ terão a duração máxima de quatro hor·as -;­ prorrogaveis por mais uma hora mediante proposta da Mesa, de Líder de Bancada e de aprovação do Plenário. ART. 62 - As sessoes extraordin~rias poderão ser convocadas: I - Pelo Presidente dn Constituinte, de ofício; 11 - Por ato subscrito por um terço, no mínima, dos cembros da Câmnra; 111 - Por deliberação da Câmara, a requerimentocs crito de qualquer Vereador; - $ 1g - Do ato convocatório constnrâo, necessaria-, mente, o objeto da convocação e o dia e hora em que deva a sessão real1zar-se. § 22 - ~as sessões extraordinãrias tidos tratos de matérias estranhas sua convocaç-ào. ART. 7g - Secpre que for convocada a sessão ex­ traordinária, o Presidente comunicarã aos Vereado res, em sessão ou mediante expediente que possibi lite e demonstre a cientificaçio prévia dos res­ mos, pelo menos 24 horas antes dn sessão. ART. 89 - As sessões ordinárias consistirão em: I - Pequeno Expediente; II - Grande E:xpediente; 111 - Ordem do Dia; . IV - E,cplicaçÕes Pessoais. ART. 9.- O Pequeno Expediente terá a duracão má ximn de sessenta minutos e compreenderá duns par= tes: . I - a primeira: leitura da rio, e do Expediente, pelo 11 - a segunda: a) - ao recebiccnto de proposicÕes dos Vereadores Constituintes, pela ordem de inscrição; b) - o pronuncia,:,ento sobre assunto rle qualquer natureza, pelo teryo de três minutos iaprorrogã - veis, vedados partes e cessão de tempo; c) - ao Relator Geral da Constituinte para usar da palavra, pelo tempo de vlnte minutos, para fa­ lar sobre catêria constitucional d~ Ordem do Din pen:útido "?arte até dois minutos. ' • 5 1g- Faltando vinte minutos para O tér::iino do Pequeno Exped!ente, o Presidente interromperão tccpo c!e que trat:: a alínea "b" deste artigo,pas­ sando a palavra ao Relator. § 2'1 - O Relator poderá ceder à Mes'a'o seu teo po total ou parcial:ente. "- 5 32 -- No Pequeno Expediente também niio serão ad::útic!o requeric_e~tos de verificação de prese,n _ ca, ou a transcriçao de documentos que não foram lidos. . ART • 10 - io havendo scssiio, serão lavrado temo de ata dele constando o expediente despachado. 1 _PARÃGRAFO C:.rco -_os tra~alhos das sessões ple­ ncrtas e d~s omissoes scrao organizados, por or­ dc.-:m crono1ogic~.ern anais. ART. 11 - O Grande Expedienté terá a duração m.ixi ns de sessenta_!nutos, quando os Vereadores pode rao usar da pc.vra, mediante prévia inscrição de livro próprio, por vinte tmutos cada u, para não serão adci ao objeto de pronunciamento sobre matéria constitucfon l. $ 12- 0 ordor poderi, nesta fase, receber apar - tes ou ceder seu tempo no todo ou cm parte. 4 2? - Havendo orador n Tr l bunn, aiio 1;crno 11c!! 1 - tos requerimentos de verificação de presença, ques tÕcs de ordem, 011 comunlc11çÕc:; de Liderançti. '' )!) - O rrprusrnrante de Pntidnde que apresentar emendn popular poderá ocupar a TrIbuna por 10 mfnu tos, prorrogávelo por Igual tempo, se necessirfo , para defender exclusivamente, a proposição apresen tada, préviamente Inscrito em livro próprio. $ 4g - Lnccrrado o Grande Expediente, será Inicia­ d11 n Ordem do Dia. $ 5g - Esgotada a Ordem do Dia, seguir-se-á a ex - plicação pcssonl, pelo tempo rcstnntc. $ 69 - Na Explteação Pessoal seri dada a palavra aos Vereadores Constitulnres pr~viamente inscritos em livro próprio pelo prazo de quinze minutos, pa­ ra versar assunto de sua livre escolha. ART. 12 - Presente a maioria absoluta dos Cons­ tituintes dar-se-á início às discussões e votnçÕes das matérins, na seguinte ordem: I - requerimentos dos Vereadores; 11 - requerimentos da Comissão de Sistematização; III - discussão e votação dns mntérins constnan - tes do Projeto de Lei Orgânicn, compreendendo: a) - emendas dos Constituintes; ~) - emendas populares; c) demais sujeitas i deliberação do Plenário. ART. 13 - As sessões, ordinárias e extraordiná­ rias serão sempre públicas. SEÇÃO III DA HESA DIRETORA Ata, pelo 22 Secretá l!? Secretário; ART. 14 - À Mesa Diretora da Cãmnra Municipal Constituinte composta e eleita na forma do seu Re­ gimento Interno, compete a direção dos trabalhos constituintes e o exercício, entre outras previs tas neste Regimento, dns seguintes .atribuições: 1 - quanto aos trabalhos constituintes: a) - dirir,ir os trabalhos de elabornção e prorul­ gação do novo texto constitucional; b) - requisitar do Poder E.xccutivo a abertura de crédito especial destinado a atender às despesas com o funcionamento do Poder Constituinte; c) - requisitar, de ofício ou a requerimento de qualquer Verendor Constituinte, informnçÕes aos Po deres do Município, necessárias à elaboração do an teprojeto ou do Projeto de Lei Orgânica, de emendÕ ou substitutivo. II - quanto aos trabalhos administrativos: a) - dirigir os serviços administrativos; b) - prover policiamento dos serviços administrn­ tivos, assim como das sessões do Plenário e das reuniões das Cocissões; c) - requisitar dos Poderes do Município, os re­ cursos de ordem matcrinl e pessoal de que necessi­ tar o desecpenho das funções constituintes. PARÁGRAFO tNICO - Os mecbros da Mesa reunir-se - ão em Comissão, tantas vezes quantas se fizerem ne cessârias por convocação do Presidente, de ofíciÕ ou mediante requerimentos da maioria de seus cem­ bros, a fim de deliberar,por maioria de votos, so­ bre assuntos de interesse do Poder Constituinte. SUBSEÇÃO l DA PRESIDtNClA ART. 15 - A Presidência é o órgão representativo do Poder.Constituinte, o regulador dos seus traba­ lhos e fiscalizador da sua ordem, tudo na confonni dade deste Regimento. - $ 1g - São ntribuiçÕes do Presidente, nlém de ou tras expressas ou decorrentes da natureza das suas funções: T - quanto is sessoes: ~, ---- 4 TE C • 1· + DO!TI'AÇÃO DA PAGINA_ 0). III - Com!so d Ordem Económfcn e Socfal e Defe a dos Interesses do Ctdndão, composta por tG pebr os, ART, 2l - s Comissões compete: [ - elaborar o respectivo relatórfo Temático que eri encaminhado ao Relator Geral, TI - deliberar sobre emendas ao Projeto de Lef 0rgintca, na forma deste Regimento podendo apro­ vi-las na forma orllnal ou com subemendas, $ 12 Compete especff temente: I - À Com!sso de Organização dos Poderes: A) - A organLzaçio e atribuções dos' Poderes, o estatuto jurídico e responsablIdade dos seus mem­ bros, o processo Leglslntlvo; b) - A organização e as atrtbulçôes das institui- coes da Defensor ta Pública e AdvogacIa Geral do !lunld.pl.o. 11 - À Comissão Admlnistração PÚhllca, Finanças e Orçamentos e Mun lc I pios: a) - Administração Pübllca: a Organização Admtn!s trativa do MunJc{pio, os servidores, as obras e os serviços públicos; b) - Finançns e Orçamento: 11 receita e o despesa pÜblica, os orçamentos, a fiscalização financelra e orçamentária. Ill - À Comissão de Ordem Econômica e Social e Defesa dos Interesses do Cidadão: o desenvolvimen­ to econômico, a educação e a cultura, o saúde pú­ blicll, a assistência social, o meio ambiente, a de fesa do consumidor e minor l.ss. 2g - Poderão as Com! ses solte!tar contrtbut çiío por escrit.o o tccnicos de reconhecida competê.!:1_ ela. § 32 - Todos essas diligências e outras mais que as Comissões praticarem não implicarão em pror rogação do prazo de que dispõem para deliberar ou opinar. AHT. 22 - As reuniões d~s Comissões terão dura­ ção necessária H realização dos seus fins, salvo deliberação em contrárlo. SEÇÃO III Ili cmnss,i.o DE SlSTE~IATlZAÇÃO. ART. 2J - A Comissão Especial instituída atra - vês da Resolução n? 003/89, passará a atuar sob A denominação de Comissão de Sisteqatizaçào. PARtGRAFO t1:S:lCO - À Comissão de Sistematização entre outras atrihulçÕes na competência das demais comissões, tais como o Preâmbulo, as Disposições Preliminares, Gerals e Transit6rias do texto cons­ titucional, bem coro a redação do vencido nos deli berações do Plenário. SEÇÃO IV DOS TRABALHOS ART. 24 - As Comissões funcionarão em reuniões ordinárias, em horãrio por elas estabelecido e co­ unicado à Mesa. S 1g.- Poderão funcionar também em reuniões ex­ traordinárias, cm horário diverso das ordinirias , salvo se convocadas para sábados, domingos e feria dos. - $ 29 - As reuniões extraordinárias serã~ convo­ cadas em reunião do õrgão, pelo seu Presidente ou por um de seus membros ou sem sessão Pleniria. § 32 - As reuniões das Comissões serão sempre PÜblicas. ART. 25 - Serão assegurados os seguintes prazos durante os debates nas Comissões: l - aos seu membros, dez minutos, improrrogáveis, uma só vez, sobre cada matéria; II - aos demais Vereadores, cinco minutos impror­ rogáveis,urua s6 vez, sobre cada m11téria. ART. 26 - Encerrada a discussão, passar-se-á i­ ricdiatamente a votação. § 12 - As deliberações serão tomadas pela maio­ r~a absoluta dos.oembros das Comissões, que vota - c a favor ou contra o parecer do Relator, ou ain ra,c ,c restrições. . - 22 - Havendo restrições, deverá ser formaliza "" imediatamente a proposta de alteração do pare :: cer para apreciação também imediata, cono prelimi­ nar. S 3g - No formalizada a proposta de alteração, 0 Voto será tido como favorivel ao parecer. S g - Deliberad, a matéria será devolvida à 'esa, para seu encaninhamento regimental. ART. 27 - As Conissões poderão, para melhor exa "'e de t:>atéri11 submetida a sua apreciação, realizar reuniões de aud!Sncia pública, ouvindo representan tes de entidades interessadas ou pessoas de noc6:: tia especialização. ART. 28 - Vinte e quatro horas antes do têrminô do prazo que lhe é assinado rcgioentalmcntc, enccr rar-se-á nas Conissõcs, a discussão da natêria;pas 6 !ndo-se obrigatoriamente e de imediato a sua vota €ao. - PAR[GRAFO NICO - vencido o prazo sem delibera- ao a t , - - - s' na;era passara Imediatamente a Comissão de v st emntização que a apreciará no prazo improrrogá el de c!nco dias. - A!!rLoy nos DEBATES E DELTBRFRACES SECãO I w - ·----"~""'-- vado quando obt !ver, em ambos, m for1a qual!f!cada de votos ÍRvor·vcJo (2/3). ART. ]O - Desd que aprovado pela maforfa abso­ luta do Plen,irio, caberá adiaocnto da d1scussiio ou votaçiio do Projeto, ou parte~-•~ incluído na Or­ dem do Ola. ART. J~ - Será admitido requerimento de destA - quu, para votaçiio cm separado do emondns rejelti, - das, titulo, capítulo, seção, i,rtlgo, parágrafo inciso, !tem, al{nci, ou expressiio. ~ 12 - O requcrJmc-nto será subscrito por l,Íd •r de Bancadi,, ou por, no m!nimo, três Vcreador•s Constituintes, ou por Constltulntc niio filiado a Partido Pol Itico à data da promul gaéíio deste Reque rlmcnto, quando autor de emenda. - § 22 - O requerimento não sofrerá discussiio e, cm sua votação, cucla Bancada disporá do prazo pror rogável de dez minutos para encaminhamento. SEÇÃO 11 DA DISCUSSÃO ART. 32 - A discussão será feita com observãn - eia da matéria submetida à apreciação do Plenário. § 12 - haverá lJ.sta de inscrição prévia para fa­ lar II favor ou contra, vedada a cessão ou permuta de inscrlçiio. § 22 - a lista de fnscriçiioserá aberta dez minu­ tos antes do honírió da sessão, assim permanecendo até o término da discussão. § 39 - a discussão seri encerrada quando não hou ver orador inscrito, qnando se esgotar a lista de .oradores ou, ainda, quando o Plenário aprovar re­ qucrinento de encerramento, subscrito por um terço de seus membros. $ 0 - cada orador disporá de dez minutos impro_:: rogáveis para discutir. SEÇÃO III DA VOTAÇÃO. ART. 33 -- A votçao far-se-á imediatamente após o encerramento da discussão. ART. 34 - A votação das matérias da Ordem do Ilia observará o processo simb6lico ou o processo nominal. $ 1g- O processo simb6lico é o comum dos vota­ çoes. § 22 - O processo nominal será praticado apenas quando o Plenário aprovar requerimento de qualquer Vereador Constituinte. § 32 - O processo nominal aprovado será limitado à votação da matéria para a qual foi requerido,não se estendendo a qualquer outra votação, principal ou acessoria, de qualquer natureza. § 49 - Kão cabe encaminhamento de votação relati vamente ao requerimento referido neste artigo. - CAP1TULO VI DO PROJETO DA LEI ORGÃXICA - SEÇÃO I DA ELABORAÇÂO. disporá do prazo de dez d!a ,para opfnr o r as emends apresentada., findo o qual o devolverá à Mesa, com o respectivo parecer, podendo concluir por suhstitutlvo. ART. 39- Publicado o parecer da Cor,d sao de Sfstemat!zção, o Presidente convocari o Plenário da Câmara Munfc!pal Constitufnte para discussão e votaçiio do Projc•to e das emendas, em primeiro tur­ no. ART. 0 - Concluída primeira discusio e vota - çiio, o Projeto retorn rã à Co!l'lssiio de SlstC'rnlltiz" cio, que no prazo de dez dias, oferecerá a redação do texto nprovodo feitas a~ ~dquaçÕes e coopatibi­ zacões necessárias. SEÇÃO TII no SFGl':,Zl)O Tl!R::o ART. 41 - Rec bido o Projeto, a Presidincia da Câmara convocará em vinte e quatro horas, sesGào para leitura do texto, após o que o fará publicar no órgão oficial e abrirá prazo de dez dias desci nado ao recebimento de emendas dos Vereadores Cons tituintes. - § 12 - Transcorrido esse rá o Projeto à Com!ssão de ferecer parecer às emendas que~ -incluirá na Ordem do cussao e votação. przo, a mesa devolve­ Sis tematizaçiio, para o­ em e inco di11s, após o Dia para segunda dis - § 22 - Kesta fase, o Projeto será apreciado, ar­ tigo por artigo, à exceção daqueles que, 11provados cm primeira discussão, não receberec emendas e que serão votados em globo. ART. 42 - Aprovado o Projeto em segundo turno , será o texto enviado ã Comissão de Sistematização para, no prazo de dez dias, el11borar a redação fi­ nal, reservados os três primeiros dias para o Rela tor Geral. § 12 - Kesta fase serão aceitas emendas de reda­ ç~o destinada a sanar omissões, erros ou contradi­ çoes. § 22 - Se houver emendas aprovadas, a concluirá por um novo texto definitivo do de Lei Orgânica. $ 39 - Em qualquer das hip6teses prescritas no pará~rafo anterior, o prazo da Comissão para con - clusao dos seus trabalhos será de duas sessões. ART. 43 - Concluído o trabalho da Comissão,a pre sidenci~ colocará_o Projeto na Ordem do Dia par~ discussao e votaçao em globo, no prazo t:láximo de cinco dias. ART 44 - Aprovado te convocará sessão da à promulgação da Bela Vista-HS. ART. 45 - Ko dia designado, o Presidente, decla­ rando que se acham sobre a mesa duas c6pias da Lei Organica aprovada, as assinará com os demais ~em­ bros da Mesa, seguindo-se a chamada dos Vereadores Constituintes, pelo primeiro Secretário, para que as assinem ... PARÁGRAFO CNICO - As cópias, assinadas serao os aut6grafos da Lei Orgânica. ART. 46 - Concluídas as assinaturas, levantando­ se com todos os Vereadores e demais presentes 0 Prestente decretará e promulgará a Le! Orgânica do Município de Bela Vista, cujo preâmbulo lerá em voz alta, declarando-a válida para todo o territ6- rio do Município. PARÁGRAFO CNICO - Os autógrafos de Le1 serao destinados aos Poderes Executivo e vo. CAPITULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Comissão Projeto o texto definitivo, o Presiden extraordinária solene destina:: Lei Orgânica do Município de ART. 35 - O Projeto de Lei Orgânica do ~unicí - pio de Bela Vista-!S, será precedido de um antepro j cto. PARÁGRAFO ÜNICO - O Projeto de Lei Orgânica sera elaborado e apresentado à Mesa pela Comissão de Sistematização. SEÇÃO 11 DO PRIMEIRO TURKO ART. 36 - Recebido o Projeto pela Mesa, o Presi dente ordenará sua leitura e, em 24 horas sua pu­ blicação no 6rgão oficial e em avulsos para serem distribuidos aos Vereadores Constituintes. ART. 37 - O Projeto será colocado na Ordem do Dia da sessão seguinte a publicação no 6rgão ofici al, para discussão, nela permanecendo pelo prazo de vinte dias, findo o qual s'erá a discussão auto­ maticamente encerrado. §_12 - No prazo referido no caput deste artigo ser.ao retebidas emendas dos Constituintes e Emen _• ARI. 47 - Ap6s a publicação do Projeto a que se das Populares que atendam às exigências do art.47, refere o artigo 37, § 12 , poderão ser apresenta deste Regimento. das emen~a_s por Vereador Constituinte, ou mediante § 22 - O Constituinte ou representantes de enti- subscriçao de quinhenhos eleitores cm lista organi dadc associativa autor de emenda,poderá fundamentá zada por, no mInio, uma entidade associativa 1 la na Tribuna. • - galmente constituída, que se responsabilizari pela §•32 - É vedada apresentação de emenda que subs- idoneidade_das assinaturas, obedecidas as seguin - titua integralmente o Projeto ou que diga resoei- tes condiçoes: • to a mais de_um dispositivo, a não ser que trate -.a assinatura de cada eleitor deverá ser aco­ dc ~odificaçoes correlatas, de maneira que a alce- panhada de seu nome completo, legível, endereço e raçao relativamente a um dispositivo, envolva a ne dados identificadores de seu título eleitoral· cessidade de se alterarem outros. II - e proposta será protocolada, desde que cu 5 4g - As emendas serão classificadas e encai pridas as exigências estabelecidas para sua apre - nh!'das pela Mesa, às respectivas Coru.ssões TemÃti- sentaçao, e tera a mesma tramitação das demais ezen cas, para apreciação no prazo de dez dias. das, _integrando sua ren:uneração geral; - § 52 - As emendas rejeitadas poderão ser reapre- III - secpre que a emenda popular coincidir e sentadas na fase seguinte por Vereador Constituin- seu objetivo e definições com emenda de igual teor te, ou destacada para votação em Plenário. apresentada por 'ereadores Constituintes, será con § 52 - ~o prazo de vinte dias, a Comissão de Sis siderada como verificada e recebida, desde que a­ tematizacao elaborará a nova redação do Projeto a. Provada na respectiva Comissão Teática e com pare Lei Organica m~dlante_inserçiio das emendas aprova- cer favoralel do Relator Geral· - das nas Comissoes Tematicas, cabendo-lhe tabê de IV - ACoissão se manifestará sobre O recebicen liberar sobre os textos conflitantes. to da proposta dentro de quarenta e oito horas da § 72 - No prazo do parágrafo anterior, a Comis _ sua_apresenta~ao, ouvido o Relator, cabendo, da de são de Sistematização apresentarã à Mesa o Projeto cisao denega:oria, recurso ao Plenário, se inter:: de Lei Orgânica. posto .por tres _Constituintes ou Líder Partidário , ART. 38 - Publicada a nova redação do Projeto de no pràzo_de tre~ sessoes, contados da cocunica ão Lei Orgânica, abrir-se-á J>razo de de:: dias para da decisao da Camara. ç oferecimento de emendas dé adequacão e copa'bl V- se a Proposta receber parecer contrário +o4 Orgânica Legislat_! , 11 : 1 /, - ,. MIRI MUNICIPAL CONST IUI Re s o 1 u ç ã o n: 05/89 . . . . sobre o Regimento Interno da Câmara Mumc1pal C nst,t mt TE 1 - Fornecer, diariamente,ao mefos de omunfcd çito ~oclnl 1 1111Ht rial noticio•io sobre o tAhalf.r> da Câmarn ~•11nlclpitl í'ntu,tJLulnt •· lJ - 1.tlltllr o r,•Gu1•0 dn,; ~tlvldndcr, proposLMI d,•bnti'S ser dlf;Lrlbuldo pr;it11lta~1.:nt<· a l'refc!­ turas Munlclpa!s, as Câmaras de Vereadores,DIretó­ rJoo Jc l'nrtJdo& Polftlcou, rntv~r,;f.SS-O •!e~ lt:o s=i-nm·os h>alkc::os == F-1000 '- D-20 - F..-4000 - 0-40 - Pampa - Sa veiro - Parati - Chevy - Chevette - Dlplo-;;;a ta - Gol - Scort - Kadett - Del Rey - Pick:: 1---1-,.'(r~-!})=====:{( Up Fiftt - Belina - Quantum Santana Kom i - Caravan - Voyage e muitos ttos nodelos. Depnrtamcnto de Seguros VALVERDE CORRETORA DE SEGL1lOS Preços cspecinis e cobertura i=ediata pa­ ra: incêndio, roubo, colisão e contra ter ceiros. TTAO - BRAnESCO - SllL-A.11.ÊRcCA. BREVE1-(D;TE - funilaria e pintura per­ sona!fzeda. 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CARLOS ALBERTO OCÃRIZ, Presidente da Ci=•~ xerclcio, pois entendemos ~ADO EM o D EVF ariano, partinc!o da Ar'] FNDADO: IALDo é±é{<,' RE1o DE; 1972). rante Rarroso, rumo ao Ae- RD .AE t. ATOR CHEFE: IVALDO reporto ar.de atualmcnte,so GERENTE: GILSON SILVA rente três lapadas pera- pEpo t. •. RTAGENS: UilALDINO necem em ntivirinde. NUNES CORREA. : NOTICIAS: AB1'l ~E ,, - • ' ' ' +ANAL TO E CORRESPONDENTES. REDAÇAO' AD1UN1STRA ' - .. República, 55 4 _ C Ç~O t. PARQUE GRÃ.FICO: RUil e, 439-1410 _ Sêc:<> ,, ~ixa Postal 23 - Fone: (067l' d .,,_, - • -ropria R ·r 1 c e utulos e Do . - egistro no Carto • cu::ientos n!? 35 : =====-i=...:Jr&&iõ;t@1on t ABR.Tom UM SE!-1...>;ÃRTQ • CGC "'" - DA REDE 3ELAVISTENSE DE .u - 15 • 13 219,0003-1 ., ' 2 0J/OOOl-S9 - INSCR. ST. 25. P7TORA: AR 5STA_ELASQUE2 PEREIRA. . o -5.a.... ........i. 5] gemesse ±- aterro e bueiro~"' frente "I Rlo. RC.A DA CARToc _-" Too TERRITÓRIO AcI, r d S TELEFo•·- d,59-425o 5 e:teia!e ir._!Liv. 377or2«,,, Ais-cEP:70" 'ºº rar REFEJÇÕES. AQUIDAU,,,A·FONE: 241 - 3&56'.'..:_ ----------. ----------- - .!oçiio de Congratulação no jornalista Ivaldo Pcrcl ra, pelo artigo "Corta a~ Superintendente Regional rlo Banco do Bras-ll", em de fesa dos pequenos e médios empresários, hoje asfixin­ dos pelo política econÕ::1l­ ca cio r.ovcrno. VER. MARCELINO C. AC!OI.Y. - Viabilizar o coasn·uçiio de calçadas na Avenlda Teo dora Sltiva, tendo c:m vis: ta que a citada Aven!da,ho jc absorve n maior partC do fluxo do tr~nsito ei:, nossa cirlnde. BÊLIO ALVES DE ARRCDA - EMPRESÁRIO E PECUARI20 PEREIRA SANTOS ROD!UGUES __.., ;:;.,,­ JOR.1-A!S· A-· " ; ",I0',10 ',III/ I o:,;1: l li)<) - 1085. FONE; 439-1255 9 )RÁRI' t».± da ... rc: . da verdade ou da beleza não pod 1, OCtl(hll -'ll' da po] Ít lt·íl, 1 i,u 1 "•?t 11.10 Ne r>L11p.1 111 m d beleza e nem da verdade das cof • 11(1 riH'I' 1I' Au rt:•.• t1y. • • 'l ~ ',t k(';J. -'tAt<.t,",-Ahl-·'. "•-•_./.:Ir·, ,"r4"i: ,.1 ·' • .-, ·,t ..a..-~(, ·';~f•"'t ·- ·' .-...i, {~I ... ., J ..... , .... ,,, •' 1'. íl'íllS Ili Ãi~;; l••np11 1.11:ido, t"tlou (lp vnlt1 n<·ttpnnrlc, 111, ir n111'1,1 d s pi I nas deste conce'tu 1do 'o rn.1 l o so Velho Tribuna da Fronteira, radeço o con- •{ll• ,ln ,1mlf!P lvdldt.1 l'er0Jr.,, u111.1 da•, :1t"i'-i0,1~· 'IIH.1 pr' ,1C·n•cll1nu nP 111pu pott.•ncl.11 .irt ;. , lcn,<' r.w t;lt ces pra que etu posta mostrar n rn, u rbg''o, Quero aradecer também as mprns pa - procinadors: Importador1 do pecuarista Paulo Ires o '{1hos, 't±na !odo«,d Sr pt+n1 e ou ,posn J,·rn.111dn, E IrhbeI rportadora o tv ·pnrr:1 -· fora f, 1avIstense, do velho !wo Sr'Vicente e'­ qu .. PP! o .... e'1' in.iu1,1ur:1rf1 um ho lto restaura o nu:e terá 'rente o 'ovem los& _ l,•r.s!n Bt1tl)nnf, Ur. lpsc~ Pibamar d;1 Cruz l! Sll - 1(~lêclico' apont.tclo pPl:1 ponul.,c;lo cnrw uns ,Jns :its í:»ÍíciPnt"P.:., nu;, 1 dnFi ;ÍrC';ts que merece er lUr.ent;id:t t)l1" Í' n s.Hit!,•, t:1m~,:n ·1 lH{JIV1S1, Jlls­ trihuidorn do,; l'rorlutr,,; BH.'i", p.,,-, n '"'~"., e 1 - ade que tem o ami!eo 'u!z na direçio, sempre d bo aquela especial atençio para festas onde é .. 'or1snrie;1s t.h•liclo:-:a;. hl~hl·las BR,l1'', .. qui t, .. - d,s :ts sem:ir,11.., rnnrc1.1remos • ncontro com oces lo leitor, para sabor o que de bom acontee nss1 H'+ ' [ •;r ·1, ,llêm ,t_. -..,•r.,pr1..• 1.•r ;1,hr,• 1 1 Ü· 1 • '""' ., prtfc!paio do Gdco Dr. amar , nutro ,1.._sunto que cstnr.1 CfTl nnss,1 C'llluna, oda, as promoções, os casamentos, aniversi ti:c!o aqu I lo que mercct' ,;,•r comentado. E V,'l:: V.!t::O,.,, t#é % k ±;±;9+ ± % %%&±%% k% e O AS~l':(TO r .' ... Esteve matando saudades, dias atras a manequim rica C:arci,1.. Cnnv<'rs:11,.ns ,,.ulto e el:1 L'st. ~•upC'r eo na Capital.Foi aprovada mais uma vez nua C;oltv do Preto Branco quu ncontrcc nlnt inhos ;Tl~l'A:-DO O CO~E:>;TÃRIO... .. ílIA-0~/09/89-&:30 hrs-Snida da Ponte do Apa(Rodovia B•la Deus quer e vai mesmo :icontecer a NOITE DO PRETO Vistn i Pontn Pori, o fogo ,;imhÕlico, conduzido pelos a­ BR,~CC', fino 4 com muitns atraçÕeis vindns de ou - lunos dns Escolas Estadunls, ~lunicipais e Particulnr) e rns cidades, para abrilhantar o evento que.já é sob guarda do Grupo de Motoqueiros. radiçào. f. bom le:nbrar. " todos, parn ir nrruman­ o traje, porque será p<'n:iitido ::t entrada daque­ s qve estiverem dcvid;:1:1:cnte trajndos.Comentare - s as novidades sobre o nssunto cm ediç~es futu - E O NO~!E }!AIS COGITADO assu:nlr n direçno do Clube Bel:,vistC'nRr r~ sendo do Vereador Dr. Sidney :-unes Leite, que sua chapa conta com pessoas din5micas e que alente querem colocar a casa em or;o cli;:, 06 prôx!:uo traz a 11:,ndn Rndar de S. P;iulo, nuito boa por sinal, além de um bonito Shnw com o c,1ntor lloedi 1 Caetnno p,tra comemornr o dia dn lnrlcpenclêncja. '1e~.is j i à venda n.--i secrctnria do C:lube. e vamaos de ílÕris C.1sov 11 'o­ cê não pode perder". SOLA'O E BERNADETH NAB!A! Estarao se unindo no dia 16/09 na Matriz de Sto Afonso, ire□os rcglstrnr o C'nlnce ;J,O , concorricln elciçao Prcsi,lcncial. Querem s<1her de ur.a coi~n? Jri n~o consivo acrcclit.1r em nenhum candidato, acre dito eu que o povo s:1berã escolher o m~lhor dos piore~ porque na realidade é jot•,o de interesses scn tamanho pois dá até arrepio. Cra: Credo!! 1 ; J'A· ~ ,n U(l 1 ,,., PA SI/ TA-SE HI CASA, co:1 AR c:o::nrcJO!'iADO . !IRET l',,I ,l'RA O SEll REST/11.'HA:- R!'/1: l 5 DE ~0/E'l'IRO Aí'AHT/'lf ':TOS 439 - 12)9. l 'VORT,llORA E EXi'ORT,!JOR, !.Til,. MIÍ'ElS E EL•­ TR(HlO"r.STICOS AS FLORES ~!ARCA:·. confi ... 1 1 ! ! ! DIA 06/09/S9-7·50 hrs-Chcgnda cio fogo simbÕlico peln na­ rao mui tos dnlgos do casal e vá­ rios amige de Ggu, foi St:rvldo goo toso Jantar, suculLnLo churr=o e muita bebida. Foi con ado oo "Pambéns u Você" e foram servidos deliciosos rtoces caseiros e bolo. Lerbrn cinhas forar destrtbuido a garotada. IJEC/,;;f?O(;IWJ!JE Veio abraçar o afi ltmdo o casal Fause e Ri ta LÚcia. TIM .... TIM .... Mil felicidades ao Gugu. Aos papais Ivan e Gra­ ça,. parabéns pela agradável festa!! -ARCARA Idade dia 30 pp. Edemey Mirnnda Silva e 31 pp. Luis Rodrigues Antunes. Parabénsr ! ! PENSAMENTQ "PODES·CONI'AR CCN DEUS NA SOWÇÃO DE TOOOS OS TEUS PROBID!AS, ENTRETANrO, NÃO TE ESQUEÇAS DE QUE DEU:: CO.'l'l'A CONTIGO EM TOOOS OS TElJS CAMINH')S". A IlIBLIA A Biblia revela a vontade de Deus, patenteia a condição moral do homem, o caminho da salva- ção, a condenação dos pecadores e a felicida - ~ des dos Santos. As doutrinas da BÍblia são Santas,os seus pre ceitos são obrigatórios, as suas histórias ver­ dadeiras e as suas dec1sões ítrutáveis. Lede a BÍblia, para vo::. tomardes sábios,cre­ de. -a, para serdes finnes, praticai-a,para ser­ des Santos. HHEITAS C! ----------- :'X) 11 - ccr. (opa) de oleo de ric no, Friccione a tis ura na ralz dos cabelos e d txe durante n, la hora. Lave coam xarpa anticaso e d poJs,r.o último erxgue, use 2 colheres(sopa) de baba de ba bo5·, dissolvida em um copo de agua, l.lt• ! xe no::; ccl>o lo::;. ro o « a no p.t. . ., mz. t... ta2z:7. PAHA CABHJ.JS Flt . - ApÓ:., o xarr:pÚ. enxaguar com agua d s ilada mis urando com 11·1 1· de mumiio vc,rde. Ou 1·0 r cei a é ralar um pepino, delxor no geladeira de molho rm um pouco de água durnnlc uma horn e cnx~ guar os cabelos jÓ luvadon. Ou, oindu,a­ pllcnr umu mistura de ovo, 1 colhcr(oopo) de mel e J (colher) d(' Óleo de· amêndoas, Deixar melo hora. 1 1 1 1 1 1 A BÍblia contém luz para vos dirigir, alimen- 1 top~ vos.nutrir. e conforto para vos alegrar. A Biblia e o mapa para o viajante, o bordão para o per~rino, a bllssola para o piloto, a es-1 pada para o soldado e a Car a Magna para o Cr;is- tão. lostra a 'Bíblia o camir.ho para os ceus e nos 1 previne contra o caminho do infero. O Cristo e o grande assunto da biblia; o nossol bem, o ,seu objetivo; e a gloria de Deus, ·o seu fim. . A Biblia dve enchor nossa memória, governar os nossos corações e guiar os nossos pés. Lede a B1blia devc.gar, freq1entemente e can r.uita oração. É una mina de riquezas, saúde pa­ ra a alm3. e um msnancial de delicias! !Nesta Vi­ cb. vos é oferecida; no d.ia de juízos, será aber to; e para se;:ipre será m:i.ntida. - Contém a BÍblia a suprer;,.a respcnsabilidade,re- • ~9€nsa o menor labor e condena todos os que 1 brincan éan seu conteúdo sacrossantq. "Em verdade, em verdadé vos digo que quem cu­ ve a min'1a palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vic.:i eterna e não entra em jUÍzo, mas já passou da morte para a vicla".(João 5:24). -=========================-------------- (JUERP) PENSENTO "Q(.,'S1 SE CCNSAGR/1 A SERVIR, SElWE PARA VIVER? HO!'Rh:..!lO A VIDA E','. OlJALO:.JER POSTÇJ". PARA SEBORRÉIA- Antes de iniciar o trat~ menta, fuzer um corte bem curto. Trlturar caroços de fruta-de-conde e misturar com álcool de 60 graus.Passar na raiz doca­ belo e abafar com folhas de alface.Deixar até que os folhas murchem. Lavar com água fria e xampu de alcachofra. Enxaguar com chá de alcachofra. =======================-=--------------- PARA CABELOS SECOS -Misturar 1 xÍcara(c! fe) de mel com 2 gemas de ovos. Aplicar nos cabclos(até as pontas) e abafar com uma touca térmica. Lavar com xampu neutro. ==========================--------------- PARA CABELOS SEM BRILHOS-Mistura 1 clara de ovo com 1 colher (café) de creme de tartaruga e aplicar nos fios. Deixar se­ car naturalmente e lavar com água fria! dispensando o xampu. Uma alternativa e passar nos cabelos, após o·xampu, uma mistura de baba de babosa com clara de ovo.Não enxaguar. PARA CABELOS QUEBRADOS- Bater no liquidi­ ficador 1 gema de ovo com 1 colher(sopa) de abacate. deixar 30 minutos e lavar. PARA CABELOS TINGIDOS- Misturar um pouco de creme de tartaruga com 1 gema de ovo. Passar nos cabelos, aguardar 30 minutos e lavar. Outra receita: Ralar uma maçã á cida e misturar com Óleo vegetal. Massa: gear os cabelos com a mistura, esperar 30 minutos e lavar com xampu neutro. PARA CLAREAR-Depóis do xampu, enxaguar c/ cha de folhas de malva, flores de camo­ mila ou casca de cebola._Secar ao sol. -------================================= NOTÍCIA À IMPRENSA A Escola Preparatoria de Cadetes do Exército (EsPCEx), situada em Campinas - SP, destina-se a receber jovens de tos os ~incões de nossa Pátria e prepará' los para o ingresso na Academia Militar das Agulhas Negras. Complementa, tam bém,a formação moral e,.proporciona sÓli do preparo intelectual e físico ao futu-: ro oficial do Exército Brasileiro. Forne cc. ainda, todo o apoio· necessário: alo: , alimentação, ~niformes, ?aÚde e to,sçao escolar, além deremuneração financeira. No presente ano, a EsPCEx fará reali­ zar concurso de admissão para o preenchi ·m nto de 450 ( quatrocentas e cinquenta} vagas para a 3 série do 2° grau. O con­ curso compreeende exame médico, físico e inteleétual, este Último constituído de provas Matemática, FÍsH:a, Qu:Í.mica, ~Ris tÓria, Geografia, Desenho~ LÍnguas(Por-: tuguês e ;nglês). são exigidos dos cand.idatos os ::eguintes requisitos:·ser brasileiro,ter.conclúido ou es tarécrcluíndo a 2» série do 2° rau e tér no n{ nino 16 ( dezesseis) e no mximo 2o (vinte) nos de idade, tudo re:ferido a 31 ele dc~·errbro de 1989 Ao concluir o3? no, Ô aluno terá ingresso assegurado na Acadcrn.1 a Militar das Aulhas Me - ras (A'A!), em Resende. (RJ), na condição de Cndete. Outras intoraces poderão ser 0btidas • por meio • '. de correspondência, oupes­ salmente,na EscolaPrep:imtÕria. de Cadetes do Ex- xerd to, à Aven°ida ?1 o XXI , 350-J ardim C'hsp.:ld3o-Ca.'!l p!nas -sàoPaulo,ou pelo telcfone(0192) 42-4222,cru ainda em qualquerQl.,artel'doExercito. ( f" r, 1 ada rác er, cu tut Chefe Militar. par d mani s t I ca e cientl fi ca, truído na u'ilizrção d im ma eriais de uso corrente - A nova sistemática de forma;ao d 2 e laIs do Exército prevê que a unica for. mn dC; «c••:;;;o :, Ac ari• mi ·1 • a par· ir . 1991, será atravéz da Escola Preparatort a de Cade:es do {Exercito EsPCEx)}. Des­ ta forma, AMAN fará realizar, no cor - ren:e ano, o último concurso de admissao Poderão pre tar o cor.curGo, d• ur.blto nacional, os brasileiros do sexo mascult no qu!: ,,i:; ao concluindo ou j(1 conclulr - o 2 2 grou 1.: tenham J. idade média de 17 (dezessete) e máximo 21( vinte e um) a - nos no ano da matricula. Os cxames são: intelectual (Portuues, Matertica, fist ca e QuÍmlca), mÍ:dic.:o, fÍ:::;lco !! pl::.colÓg! co.Inscrições de 01 a 30 de setembro de 1989. O curso tem a duração de 4auat ro) a­ nos, cm regime e!•· internuto, rli.J conàlçãc m l li tar dt: Cadt: t!:, sc:ndo _of e n:c idos: &!~ jamcnto, alimentação, uniform•:s •- assls­ tência médica, além de remuneração finan ceira. Ao término o Cadete é declarado Aspi­ ranto-a-Oficial com possibilidade de reg liznção, ao longo de sua carreira, de tg dos os cursos oferecidos pelo Exérci lo , inclusive no in erior. Outros informoçÕc:s poderi:ío ser obtidas por meio de correspondência ou·pcssoal - mente na Academia Militar das gulhas !e gras, sito. à Rodovi& ?re:sidente Outra - KM 143, Resende- RJ, ou pc:lo te:l;cfone (0243) 54- 3355, ou ainda cn qualquer Quartel do Exército. ANIVERSARIANTE:l DA SEMANA l LUIS RODRIGUES ANTUNES l ---- --------=----===========-- EDERHEY ., __ _,_, •• ~ 1 =a ·'r!a, Ranc 5 r ·' !e '.al, e ras 't!ros. 1,+esa rç •:s..ile. tru o b • ,e [oi