-FEUt NATAL E VIMOS À LUTA Não foi fácIl, atra­ vrsaamon momcntoa di((­ QVy; ±É õ exigiram de to dos nós multo detcrminn:­ çio, coragem e crença.Do caos xtraímos exprfn­ cias, aprendemos no duro embute dn vida, ou seja, do dtn o dia, no contato com os leitores, fornece dores, enfim, com J» pes soas que convivemos, a- prendemos que i preciso acreditar X ter coragem. m esperança, Mantivemos todos os nossos jornais circulnn- 1 • do, apesar das imensas d l ; [ iculdades, foi reolmen:- ' ' te, um ano muito difícil. Mas, VENCEMOS. A .REDE BELAVISTENSE DF. E í T t,;. 1 JORNAIS fortaleceu-se ain ~ da mais, porque soubemos atravessar o vale doo som g bras dessa economia i.n-: : /,{' tera1 cs» EQ·ÓÍ; "f= CE:a LENTO e muita criatvi!a] n de. - a ,$ y % E para 1990 grandes no vidades surgirão, evidek temente que estamos mniS amadurecidos, conscien­ tes e neste Brasil cheio de esperança, COLLORIDO, vamos dar a nossa parce- la. q""q AOMINIST EqUllibrio-Respansabilida Com muito equ!lfbrfo, ltzação do quadro [ÉyQ!z nal, byQ_JVz «z· QzyÇ[y? gencfa poiftlca da ad-­ mInIstraco anterior. Sacrifclo »!y; ÉXÇX mantendo os compromissos em dia, pagnndo o funclo­ nolismo, forneccdc,rcs, cn fim, administrando os par cos recursos da Prefcitu:- rn 'luni.cipnl. o. Prefeito Edson Moraes está mostran do que u .. XOVO TEMPO clw:­ zÉ para Bela V1s' / Aumentaremos a circu­ lação de todos os nossos jornais, investiremos,co mo sempre o fizemos, no talento de nossos jovens funcionários, da gráfica e das redações. Não va­ mos citar nomes, mas lem brar nosso pessoal de Be la Vista, Jardim, Porto Nurtinho, Bonito, Anto­ nio João, Caracol e Guia Lopes da Laguna, desde o jornaleiro que entrega o jornal em sua casa, aos gerentes e redatores. E rdade sim, X xÉ! w ri- z·; sem paternalismo, a fLnal o Brasil atravessa uma de suas pfores cr!­ ses e só com uma menta ! dade nova conseguiremos vencê-ln. E Edson, tendo JD »XÉ lado Dona Cec(lia Perei­ ra de Moraes, Primeira Da ta do Mun'c[pfo, vem ob- L tendo virórins frente ao monstro dn estngnaçao,do retrocesso e da baderna finnnceira provocado pe­ los irresponsáveis auto­ res do Plnno Cruzado, na época vican'o apenas a vitória eleitoral, obti­ da sim, através do este­ lionato político. Mns os tempos mudaram, o flrnsil COLO'lIU - se de verde e amarelo, oraes foi o primeiro Prefeito do MS a manifestar apoio a Col lor de uXEE o, que venceu as forças rerrózra das da esquerdn radical e·pré-histõricn. O mundo está se trans formando, e· Bela Vista a companhia estas mudanças, 1990, com cspcrnnça,mul to trabalho e acima de tudo, com RESPONSABILI­ DADE, COERE!CIA F EQUI­ LfbRIO, Bela Vistn te­ ri, com o Prefeito Ed­ son, um !OVO ANO, com as cortinas do progresso e da justlça social se a­ brindo para todos e nao para apenas uma elite privilegiada. Força, fé e coragem, Prefeito, voei está com o povo, e o povo éa for ça que move esta :-ação-:- Camlnhemos todos juE_ tos, ruo ao progresso e melhores dias.(IP). (IP) ... PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA - MS. EDITAL DE LICITAÇÃO NO 001/89. CONCORR!NCIA POBLICA ­f RA ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS. A Prefeitura Munici pal de Bela Vista-MS, por seu Prefeito Muni­ cipal, abaixo assina­ do, torna público aos interessados que fará prorrogar até o dia 08 ~~ janeiro de 1990, às l :00 horas, em sta sé e, sito à Rua Santo f fonso, 660, CONCORRE­ CIA PCBLICA, objetivan do: - - Alienação de 220,ÓOOO ha(duzentas e vinte hec tares) de terras locali zada na ·ona rural,nes te Munidpio, pela me­ lhor oferta à partir de íiF- 5.000,00(cincomil cruzados novos) o hec­ tare, Edital e demais in­ fon:uiçÕes serão forne­ idos no endereço aci­ xJB a turma da pesada da re­ ca·guarda, aquele pessoal que convive diáriamente conosco. Ao povo de todas as ci dades onde editamos jor­ nais nossa mais cloro- sa saudação, um FELIZ NA tal cheio de amor e PAZ, e uma certeza, em 1990 a LUTA CONTIKUARÁ, e va­ mos a luta com muito en­ tusiasmo.· ES Bela Vista Estado V e Mato Grosso do Sul, OS de Dezc:nbro de 1989. ETTy»zTAE MEDEIROS DE NO hfm•B PREFEITO MUNICIPAL. UMD HDMENIIGEM . DE • fíc;f ~ ,tedm:s D usnf ~ Ões, guerras,dg enças, injusti­ ças sociais, e­ _go!smo, e o ho­ mem, as vezes, nem perce­ be que é filho das estre­ las, que é um caminhante do cósmico. e nem tudo es tá perdido ... O Sol brilha, A Lua ilumina, os pás­ saros cantam e as crian - ças sorriem. Assim corno o rio corre para o mar, o homem corre em buscada eternidade. E a bondade existe ... e a gratidão. m o malseráven ciclo. Leia esta carta envia da ao Dr. Flori Murano, um midico que há várias décadas presta os seus serviços em Bela Vista. Leia e concorde conosco, ainda há esperança ... pa ra o homem, - "DR. URANO, Há multo tempo plane­ jo escrever à você para dizer-lhe o quanto sou groto por tudo que você fez por mim quando eu ti nha 09 anos de idade, quan lembro do·seu próprio ra doar a mim. de humanidade praticou é o sangue ­mB ato que você verdadeiro amor que Cristo pregou.E você o fez por mim. Você talvéz não se lembra ma­ is de mim. Eu sou a Oga­ ir, sobrinha da Erotil­ de, sou irmã da Onir que mora aí em Bela Vista.eu marido é médico, Major do Exército, tenho uma fi­ lha, Bernadette_, está cur sando biologia na &~Q»AU? Porto Alegre. Atualmente estamos morando aqui em Dom Pedrito, Dr. urano, permita­ me que eu o chame de Pai, na época você di­ zia que eu era sua fi­ lha adotiva, pois tinha o seu sangue, eu ficava muito orgulhosa disso. Prefeito Edson oraes. Responsabilidade peran te o povo que o elegeu X coerência política fazem do Prefeito belavistense o homem certo para estes mo mentes difíceis. - Ontem o Prefeito pagou o EIF salário para o fun­ cionalismo, um fato normal diriam muitos, não fora r"""r"rir situação de calamidade em ano de lutas, sacrif{ci­ que vivem os nossas Pre- os, mas também de reali­ feituras. zaçÕes, cor.~ratula:no-nos E recebeu tambim o ca- com toõos aqueles que te: minhão novo adquirido a- no espírito o ideal de través de consórcio, e nem progresso, de crescimen­ é preciso lembrar as me- to e de liberdade. lhorias implantadas em Be Transmitimos em espe- la Vista, reforma do Par= cial o nosso abraço aos que Rodoviário, compra de companheiros de jornada Retro-Escavadeira, norma- e que sempre estiveram ao nosso lado nas horas ma_., BTTUUUUBg is difíceis, na esperan­ ça de podermos se:npre con tar com tão presti:nosas colaborações. À toda comunidade be­ lavistense, povo de nos­ sa terra, transmlticos as 471/. to tempo, mas me como se rosse hoje, você salvou minha vida, tiran Pa1, tenho certeza que você como médico cumpriu seu dever de Cristão, Ie vando luz onde há penu­ bra, sendo sinal verde no trafego de muitas vidas r""1 Sigamos sempre em fren te, na esperança de con seguirmos dias melhores para todos nós. A fé e a dedicação ao trabaiho, a cima de tudo, são fato: res fundamentais par;i que alcancemos nossos objetl vos. Com o apoio de to: dos os segoentos vivos êle jRaossa comunidade podere­ nos construir breve□ente, una cidade altaneiro e progressista. • Unaoo-nos neste nooen to, aproveitando os sen­ Cimentos de amor a con­ fraternização advindos qNu_J gas comemorações de tão icportante data, 25 que passaram em suas nã­ os. Dizer-lhe obrigado é muito pouco por tudo· o que você fez por' oim. A­ gradeço a Deus e peço que ilumine sempre sua vida e de sua família. Que va, Ogair mor e paz nas nã os do nosso o-­ nipotente Cri2 dor. Com mui carinho, s filh ado ti- Aos Leitores Comunicamos que todos os jornais editados e- 1a REDE BELAVISTEN vol carão a circular opôs o dia 10 de janeiro,devi­ do às ferias coletivas e revisão no Parque crá fico da empresa. A GR,FICA E EDITOiu continuará :uncionando normalmente, atendendo aos pedidos da região,a través de nossos escri­ tÕrios nas cidades dare t8. A DIREÇÃO. nossas felicita,Ões pe­ las coi::em:iraçÕes -lo nas­ ci.cento de nosso Cristo Salvador, co os dese­ jos de u FELIZ 1990. LUIZ nBvB RONDO:(LILI). PRES.SIND. RURAL DE B. V. de Dezembro. dia do nas­ cimento do nosso Sala­ dor. Votos de u FELIZ NATAL e um 1990 pleno de realizações. VEREADOR RONEY SIS I? Secretário da CG:ara ,'unicipal de Bela 'isca 1- Comunicado M PREFEITURA MUNICIPAL jm BELA VISTA, ESTADO DE ATO GROSSO DO SUL, comunica que está aberta ao 1 recebi□ento de Propostas dos interessados em co.ocar a servico da coouni:t ndc-s e- o nolvo ?A filho VX uX·QXVX» X wl·BQA» [B oz A ·TbÇõ»B fz ·BzÍz CCS::Ü. C,'llC­ TTbQ» aqui · gistrado OS , ""OS t;Oà.lS S '.r.c ·z» ÍX·Bz» VX xÉb J» .:"c-1 iciCJC .. s ' õõB 1M ? V'!•õ SÕnilda G lr:ene=. jmT mÉ ­f~fT Vcx:.-- $"X ~:rt.J lÇb!lÇz •&l? SU::,ir- ... i yÇ·BTÉ ·yABBByÇBTB·B_J Ç1 gr-.;. tOI'C'i bem alto o ttu nrn1L. EE jmT Jonas de nvBõbÇB» (C .... "B«z Grmde) ­fpfT rz·?yJ2"]A lefonis- í ÇJ3 "Voe;:. Q1y Ç l1&Br Qx ·BBb? y_yB ÍbVJ «z· acaso, mas noé por acaso que eu z»Çy·bJ que- vcet.'.:. pe1. . .:rw cesse nela.' - !r mT f«JbÚQ·BJV J õ fEfT n li))r $•JbLJ» que un dia Sl ':1 ti rás »JÉVJV es r:u,p_h.,; • j li S i'1tO &Bi .[a]. tu, te $tQyL·ÍA»lBõ QUÉQA gbTl arde d bàQ · t .:.., 70 d luses ±ÉX ÍzXd EBB :l,gi ~ 11 BBBBBBBB í??? ???õõbÇõAAAí B Alguém li 'J.• '----C ! ! ! li • • • • • D ;BB .[E : l ? d AA/.:. p±UEBTAbz 1ÇlbTbz 'Qõgz J _z·AJ ?Q? t t1 xQQyÇTAJ· yzÍJ"?BBBõyÉBBõB e· r., br,. Vt' t'S t:aN:>i con t EA g o. Tc• curto." j mT hQBLÜ P FRP.; Migt.c l "É ÍX·VJVX que »? àu xz» 'Jlz· J JlÉ?x; aC Pois qúe a perd1.'f?CS, an Ç Q» Vb»·z JQJbQÉTEBT·;lU;U b ·QAA»X q.F tu C'S • » aG t ·z VXlJB$ te»i a 4 a MA jmT l•l: mlbàJ ­f~fTubÉX "So o te «z ­XVX ·X? v - 1 a.: qu, • aby sem vo­ X t' ruo dá; BT­Q» A;A dos us defeitos VX não y dcr.icn »TU x r JyJ·B E$BJ» J ' iq1-::.CX:1·1l, E;Í lo Ç·B«·õ1 ,,. 11 ld I e• ?$ rt·c E .:.;,J.; n ,t~ ;í _ 3 EAAA iw! Ç;Çõ r., ]B!wr tura tzQlT (Coleg z Çz»QJ •Xy_z·J BB Tz ]lBõ «Eõ1b?bE·ylETTUT FN : o ' .. t Çy b .... õ?lbBUT lAíUTÇbz X1 e:.~, Vz A vby·z VX «J·ÇbQb«JyÇX»T ??;·BT rQ t I bQ? E; õG;;T r CELENTES OVILDETF. COINETE - PREFEITO UF ESTE NA­ TAL SF.JA DE . RE­ FLEXÃO ~ FORTALE­ CIMENTO DA FÉ EM NOSSO ClUSTO, AO ENSEJO DO NATAL E DO ANO NO- vo, QUEREMOS ESTREITAR z» FRATER- l OS LAÇOS DE N'!IZADE QUE NOS < U EM COM A EXPRESSÃO DOS NOS- »w» PROFUNDOS AGRADECIHENTOS E ROGAMOS AOS ctus LHES PROPOR sse AMIGOS. A SENHOR JESUS PARA QUE O ANO NOVO DEPUTADO D &f VADE rn MAR- QUE O INÍCIO DE GRANDES CONQUISTAS s1.o J TODOS UM FELIZ NATAL E PROSPERO I ;) 08 SINCEROS VOTOS DE E MÜLTIPLlS os CORDIAIS mv~qw&m w~u• jmy[ j~­&"fjw m•"fj&ftB BDSON MEDEIROS DE Môfll11:9 - PMê'EITO MUNICIPAL OE BELA VIS'l.'A, t;:=========:--------------------- TODA A PAZ E PROSPE AS SAUDAÇÕES DA ÉPOCA DE NATAL, O BRILHO DAS ~RVORES ILUMI­ NADAS, E A REUNIÃO DE FAMÍLIA QUE MEMÕRIAS MARAVILHOSAS. RECORDE - AS TOJ'lAS AQUI À ~EDI- DA QUE VÂO ACONTECENDO PARA UM E TARDE, OUE GOSTOSO SERÁ COM OS MELHORES MAIS REVI- TER .MOMENTOS TÃO ALEGRES. VOTOS NATAL FELIZ E tlM ANO NOVO ~mA PLFTO DE REALIZAÇOESI $•&m A ­qmbaixo de um quadro "cray­ on", de estilo impressionista. Por volta das· 22h30, Vit~ rio levantou-se para esticar um pouco as pernas .. lnnando pela sa la de visitas, parou, e olhando para o pr~sépio pensou: "É, os velhos mitos dão lá s~u colorido ? vida. O Natal, em concreto,não me atrapalha os neg6cios. Acarya sendo que ele faz pairar um cer­ to encanto no apartamento. E de­ pois, a gurizada gosta e a gente se distrai " Olhou para a Virgem, para_a manjedoura vazia, e depois para a iMaqenzinha de São José; veio­ lhe ã mente· "ncixa ver esse ho­ menzinho aí, ou0 jeito tem ... " mT fi:ou mis a atenção na peque­ na ir.1.iqem de terracota. o jeito· era muito digno: a­ joelhado, "tronco ereto, cabeça u pouco inclinada para a esquer POR;G :rnnErRO DANTAG àa e 1iqeiramcnte para baixo, cÕ r----..:::::::.::::::::::::::::::::::;;;;.J no uen fixava o Menino Deus, cu ja ima .em, secrundo a tradição so seria colocada na noite do dia 24 para o dia 25. 'it6rio fixou m0lhor a aten cão na face de são José· era no= hre, calma, meditativa. Pesolveu distrair-ie construindo uma fic­ ção de natureza psicol6gica:"0ue impressão me causaria esse ho­ men, se ele repente o encontrasse ao natural, vivo, e eu ivessc c-ue tr, tar com e]e? o meu escri tório, po·r exemplo?" - Veio-lhe, de início, ao es­ pí ito certo comprazimento, • e respe to ta.r.-.hém, Encarou a ima - ~enz1nha e julgod discernir nela ouita afahiliclade. F. continuou a ficçãn: "Prazer em conhecê-lo Senhor, sente-se, por favor. Em cue posso atencê-lo?" 'as, de nodo não inteiramen te consciente, por um reflexo q/ se tornara se~1nda natureza, s~­ breveio ao espírito de Vitório o 5entirnento de sua pr6nria suoe,­ rioridade. Fitou a imacnzinha , e teve agora a inpressio de dis­ cc:;;nir nela um olhar fundo, snrc no mas de umna serenidacle tal, aue lhe veio ? mente a imagem do Pão d Açãcar! o Po de Açúcar? Ora, Pão de llçúcarl Sim, a impressão de· ~ue esse hom~m leva na alma uma i­ mensidade como a do ~ao de llç~ car no plano material e que s~ us olhos serenos e 1nnmoví - veis, como uma montanha, Ez per •• o º, o B Le PORTO MURTINHO _ u• FUNC BEME $[B 2;Ç[ 2;f?l & q fl " C1Bl!" 7 jm ll·Bn tl )ÇBz! Ç ipq i;ulf C pw~f jiT inN •f~ f t&"f ­mtCV O qu d: b·b» roco ±É b •.1. • " t e f t õ õ õ õ q1 õ 0B õ 111 ♦õ e I' ,i • e t ga a 'aZ, nçae OS O 8 Se DR. Fl.'IODERZI $f m;;Ç;?XlAb rz b1;<•"w~ yz? É; zÉ "BRIPE~~5 POR TUDC m BOM UE HSTE .V' REAL ETf;<e EO õõ .il,'WXH> llE 1989. ! leva z lb·bÇÇ BB «z· l JL2 ·tÉ·J Võ Q·;?õVl LOU C im­T 79.260. BEL.A VISTA - >'.A'J'O ·B~z»»z yz »É·B G fVÍzi0QbJ ITAAAR DA imv"~zB j&1q1~f Pff EF EITURA MUNICIPAL OE PORTO MURII HO - Balancete Financeiro do Mês de Outubro de 19 24 RlCFJT_L_ y!?tf v•&fUÜ1 [XQqÇÉT qxzLblq rias ; ; Ç ;B ; 'l' ·bLÉÇ ri , 1.; F celtas ­JÇ·bxzybJb» m QXbÇJ qyVÉU ·bJb Transtorne ias Corr ntes wÉÇ·J» ~XQXbÇ» iz··yBX» !lffr q"b<• Jlí ibCrêa VJ Custa TBT;; n&n·B•?iVB1fB EE r 1, p ponsávei a- Bo CO'lPRN1()S CAíl, ('lS i 1 l1C. J.(',- 1 ri ·r.,.10 1 rn11' VL'tP,dcJL<"l. Jm 'ifcativa Q izy»ÇbÇÉÉy 'l'tl'lh. clii ... _,lo·; po-= «z«ÉlJ??z ·«·X entada • nclvoq:-ido:;, um proces 08 xJ» 0l XlXbÇz· tyMA 1 t,Urtlcipi.o, ntr!.l'·'''', de o cI, ·,hd,J. u d,·b.1.nn '30PPACEARIA. AAA tcs, firmes n JÇ? J ÍbÇ?·bJ »z J_·J?zB ?z·bz»J lÉÇJ B uXÉ QJlz·zA AMIGO RUA: U,VAG'SM MOTORISTA, LAVE E LA O SFªVIÇO ~ - AC'I LADO yz l3nT POSTO CARPO o »J It t • r ·se BBB ;B; ±s XQB •Xb ±ÉX Í?» acom7 anhareis xby_J xz·ÇXB uB~B ----------------- E PISO. L Tl'/1.T'lF CI/S, FOivE. POR PETE, FÔJ'{S ICl 73f l•:':LHOR C'llA- PP":ÇOS 5~ ... t..n Co,1.·co11Ri':N "Éyz ilUA :. PILAI) ;u,~ • UA, NQ PEF A CF: lTRO - i1nA­T PSB FSD; FNN A EERNB BONITO - M,'TO GR('ISSO DO S!lt,. lrç Yi õEECl E 1Bb q lqrf • Natal e Inocência 7 A propósito do vJÇJl;?O in­ Çz·z?·Ç ovocar o conto Vz doa cuim Leitão, escritor portuqu@ /do inicio do século. Diz a narra ;ão, oda ela feita naquela lin­ quaqem ahorosa e pitoresca Xlz velho Portuaal, aue o Sr. Prior ( t ? tu'o com que eram conhecidos z» párocos de aldeia) estava du­ rl111r.nntP ilhorr<'cido naquela ma- .. nhã natalina, Xx Pereira do Cam­ «zB Do um laqo, após J Misa do Calo, constatara com espanto que o Menino Jenus havia sido rouba­ do Vz Presépio da Tareja. Mim disso, acabara VX saber que uJ? ria rlo 6, uma menina ·bJ aldeia , x sequida a hnv r ansistido f xXxJ Missa, dirigira-se ? casa do seu tio Bernardino, mas não chrgara lá. Postava dcsnparccida, X Pereira ào Campo cm rcholiço. O 3r. Prior caminhando prco cupado cm oração, foi seguindo - pela mnrgem do rio, quando "en costado contra o tronco de um alqueiro, dou com um corpito miúdo, arredomado por um chailo deitalo pela cabeça e que, em ar ]ly manto, apanhava no regaço pa­ ra aconchegar vulto pequenino. Confnngino ante aquele mísero grupo rlo sofrimentos tamanhos,cha mou cirinhoso: - - Pc~uena! ... ó pequena! ... obressaltada,abriu os olhos e cer~ou mais o chaile, com ins - tinto de defesa maternal. . • Cue estás tu aqui á fazer? Ponr1c 6s? ~ Eão tens casa? • Sim senhor ... Estou em ca sa do tio Bernardino - Tu és a Maria do Ó? - Sim nhor ..· - Fntão por ±ÉX anda fu qida? Que zy» ai? Deixa ÍX·B Assustada, lágrimas pela cara abaixo, a pequeni J solu çou· - o ·B Prior nio me mnn da prender, pois não? P no erguer as mãos su - plicantes, o chailc abriu-sc­ lhc e o figurinha de Jesus a­ pareceu, normindo o sono rel~ gado que começara nas palhas do presépito, Atónito i con - tente, o bom Prior prometeu: - Não te faço mal, anti descansada. ~as por que é que rouhastc o M nino Jesus? nou­ har ? feio! Nosso Senhor cas­ tignl E, então, roubar as ii­ grcjas rG BõB - Eu não roubei, Sr. Pri orl e aue à ida para a Missa­ da mciâ-noite a Constância X a Leonor f.oram a dizer que es te Menino vinha ao mundo para ser morto na Semana Santa por uns homens maus. E quando o vi na igreja, tão bonito, tão pequenino, tive tanta pena VX leque me deixei ficar para trfis ... voltói i {greja ... já não estava ninguém... depois ... meti-o debaixo do chaile para. ele não ter frio. Eu cá o havia X criar...ia guardar patos, como eu ... mas ao menos não o matavam! Depois já não havia lua, perdi o caminho e ficamos aqui." (Joaquim Leitão - "A Vir­ gem e o Menino", in Osvaldo o rico, coletânea "Os mais be­ los Contos de Natal", Erlitora A Noite, Rio). i~qfvq l O PRESÉPIO DE PIPIRIPAU &y dos meios mais tradicio nais V realçar o sianificado do Natal é a confecção de presé pios. esde simples imagens ro­ presentando apenas o Menino Je­ sus na manjedoura, Nossa Senho­ ra e Sio José, até presépios ar tísticcs ·1emhrando várias passa çens ·l; vida do Redentor, todos contri'tuem muito para o ensino da Religião, sohretudo às crian ças. Um dos maiores e mais famo sos presépios do Brasil encon tra-se !m Belo Horizonte. Devi­ do a sei valor, foi o único tom bado pelo Património Hir.tórico­ e llrtis:ico Nacional. G » quase mil figuras aue o compoem. distribuídas em 45 ce­ nas, rerresentando rlcsde o Nas­ cimento até a Ressurreição de Nosso Sehor, são rlotadas de mo vimento, o que deixa maravilha das as mlhares de pessoas, es­ pecialmetto as crianças que o [f?f jf ­f/ Ç jw f~; w ÍbqÇw jf 1p~fqm~/f fw qrq.NiD NINI-mm. ELIO ALES IE MRID - f>Rnf>R1ETÃRnÓ ­Jyz [E&~"qvqAw li7 f"w o~w••w jw •tl [«uA - LI - , 1 r cu vo 1 t1 pr l Vocr.rC/IJJAVEZ:.'J!S IriC{.Hfl;TEP,r.ASC'k'-'< Pt, ', Wf.)SCO,TRN.l{;r.uoCJ5srrc.t.:osEL.ç,·:.ooA C/,DA011M)VO"ALICERCES í't'lf, UMruTUPOl'Hl10R, ln li ll' e n i'..C.l' E 'V age fUlZ:UITl'.lEAI/)M)l/0DEPAZE PROSPERIDAD~.li llfi d,l jo ao tiC tQ 1110 ... Neste NA l JL, , .um,.._ cof1'IIKll',ll" ,JUll l> .... , ienlrar que o d I d 25 de dezembro, e todos os diasequintes, tanbem devem ser vivi­ bs com o CRISTO, nao nas Igrejas + no templo do Coracao. " UIIRAIIANT[NAIAlElllllAl'RC-$l'LRID1[NESTE ANOCUESEINÍCIA,[,11IE:SUA1/El'LElOI)[FELIClf'M'ES EMUITOAMOR,SÃOosSINCrnosECC'R[)1,1s·VOTOS FELIXALVES-Proprietario •Mc•rc,,doNOSSAEt-1101~1APARECIDA•;:·. 1'RT◊MLIRTINll0 MATOGROSSODOSUL Rua Dr. orr&a +' 76 FURTOIRTH-MATOGRSeD'SUL JRDIN AEOl:IA 00 BNfD iiOWS!l MTOGROSSODOSUL VTS DTEPUT Gente Que é Noticia •Ire Prefeito Municipal de Porto Mortinho, Heitor iranda os S nl Aproveitando a edição de Natal, nosso Jornal en trPvinrou o Exmo. Sr.' Prcfc:lto Mu11lcl1rnl de '"Por­ to lf11rL! nho, Dr, Heltor Mi randa dos Santos, um ho­ memquerelo Lrabnlho que vem desenvolvendo em IJCU município desde que,wsumiu no fn(cfo deste nno vem merecendo destaque em toda a imprensa cio Estado por suon lnlclncfvnn vlanndo o progresso e o dcscnvol­ v!mcnro de sua cdade e de seu povo. Vamos à ntre vista! n1· Prefeito, Esquerdo, Olreltn ou Cnntro? R-Centro Esquerda. TM· Qual oln(luêncio que recebu na suo fonna­ ciio pol 1 t leu'/ M-.~ul lnflucncfndo pelos políticos efilcisofos de linha socinl-democrnto e tenho pautado minha co~ duta na vldn pública pelo diálogo, transigência e coerência. Lendo Humberto Cerronl - La Liberta de los modernos - Ele diz que a missão maior e Última dos seres finitos dotados de razão deve ser: "A I­ dentidade absoluto ea plena coerência consigo mes mo". Acredito nisso. TM: O seu Curriculum Escolar? R- Primário: Escola N!! Si! das Graças - Porto Mur tinho. Ginásio: Escola Estadual Rui Barbosa- Por­ to !urtinho. Técnico: Escola Técnica de comércio· - José Bonifácio - Porto l1urtinho e Faculdade de Di­ reito de Ca□po Grande.- FUCMAT. TM: Principais cargos que ocupou até hoje? R- Procurador Jurídico da Prefeitura de Campo Grande-MS; Secretário de Estado do Trabalho e Se­ cretário Acl•Junto da Justiça do Estado de MS. TM: Como encontrou a Prefeitura Municipal, qua­ dro de funcionários, dívidas, parque de máquinas, etc.? R- Mal. Excesso de funcionários - quase 400 aci ma do número de vagas fixado pela Câmara. Dívida~ que o Tribunal de Justiça havia ordenado em 1987 pa ra serem pagas em 1988. Dívidas com fornecedores: Lion - MS Diesel - Comave, etc ... ~ um parque rodo viário acabado e sucateado. Nem sombra daquele dei xado pelo Prefeito Sr. Ildefonso. TM: Quais suas primeiras providências? R- Reforma administrativa, austeridade nos gas­ tos, plano de cargos e salários, concurso público cm todos os níveis, reformulação de ccidigos impres cindíveis e elaboração de outras leis, igualmente importantes, comq: Lei de Perímetro Urbano, Ccidigo de Obras, Lei de Parcelamento, etc ... TM: E hoje ·como está sua administração? R- Alcançando a oaturidade e o equilíbrio que deve alcançar .. Logo chegaremos ao ideal. TM: E a histciria das demissões e o congelamento de salários? R- Não nos restava outra alternativa, infeliz­ mente. Por irresponsabilidade da Última administra ção fomos obrigados a adotar medidas drásticas, a: margas, principalmente para acatar as determinaçõ­ es emanadas da atual Constituição federal. Entre­ tanto, compensamos isso de alguma forma, como por exemplo: com os empregos que foram gerados com as firmas que executam várias obras grandes na cida­ de, conseguidas por nosso intermédio e do Deputado Noka junto ao Governador do Estado Dr. Marcelo Mi­ randa Soares. Quanto~os salários, nunca os conge­ lamos, ao contrário, estabelecemos uma política sa­ larial de reajuste trimestral com antecipação men­ sal, naquilo que ultrapassar a inflação em 10%(dez por cento). TM: Quais os seus objetivos para 19907 R- Investimento na área social. Se "Deus" ser, nossa administração acontecerá nesse ano '990. TM: O senhor pertence u entidade? R- Sim. Rotary Clu}. 11·!: Quem será o seu tado? R- Quem o Partido - a algum clube de qui­ de serviço TIi:Isto o ajuda ou atrapalha na sua adminis­ tração? R- Ajuda, e muito. Penso que esses clubes, as­ sim como o Lions, prestam relevantes serviços àco munidaac e além de tudo, servem como se fossem ver, dadeiras embaixadas, pois dali tiramos a média d~ pensamento da sociedade, nos informamos muito. TM: Por q~e o Dr. Ulysses não ganhou as eleiçõ­ es ePorto Mortinho? R- Por uma série de fatores. Mas, principalmen­ te porque sua candidatura não emplacou, passou do Rcento Ideal e não ais encontrou ressonagcia no Seio da sociedade. TM: O que tem a dizer a respeito do Jornal TRI- - BUNA '!URTINHENSE, qual o papel do jornal na spci.e­ dade murtinhense; e sua trajetciria na cidade2 R- Trata-se de um importante veículo de comuni­ cação local e regional que tem relevances servi - ços prestados à nossa comunidade, mercê do espíri­ to vibrante e empreendedor do amigo e companheiro lvaldo Pereira, a quem aproveito para deseiar umsu cesso cada vez maior. - candidato ao Govcrnb do Es­ PMDB - indicar na Convenção. TM: E quem apoiará para Deputado Federal e Esc~ dual? R- Estadual - Moka. Federal, ainda não sei. TI-!·Fale ali;o arespeito do grande sonho dos mur tinhenses, o Porto de Exportação. R..Estamos lutando, e muito, ra e isso s uma realdade. Penso que seri a redençio d município e da nossa região. Demosp.o ! p te com o najamento nessa lutr 'os prefeft gfão Sudoeste, Incluindo Doirado.,Maracaju, Por,; e Sidroliinresfdent<' nno compareceu, embora, segundo consta, tenha s1do ln ormado da mesma', disse o vereador pedetfsta. t 1 pr 1 I' MU- lo Lr r e 1 ... dS dn jo ao se t&] mo Sydney Nunes Leite CâMDR E SUA,KO DOS NS_!OVEIS PrRTl.'-Cf.):Tf.S /IO ictiT iocN.Tzãos ãir.nk@ TE DAcT'E. a 9a ·na«r« '-.'. 1 , i'' dJ,.,ntP no l xr.c-.1 St. Pn 1fc1to "'1unic!p.1l, n-, e:it Ido de info?1",tr a este Legislativo quan tos e quais os {móve!s que o runlcfplo possui na roa!o de Daacu@,co mo estio sendo usados e se por ter eiro, enque n111,l'c·,., ,,u_.,.,jn, p<'rl conr to ou no, onero­ o ou ratufto, Outro .... - ~~~. que int·orme o ~reill de cada um desse imóve- !~;,:'t ~nch.•-sc no fnco • 1 , 1 t1.?r ~0r:uco c,nhe~i□cntol '. de que o Poder Pibb] !co -,---:--:----=-:-..,...,.-- Municipal possuir al-vereador Svdnev • Leite. uns Imóveis na reptão do nanacuê, inclusive 1re;i:_; rornndns de pnstagcns e que s:io ocupnd:ts por terce! ros graciosamente ,ou se}a, sem qualquer retribuição aos co(res públi­ cos. Se realmente isso acontece, o fato~ lament~ vc l, u:na vez que n populac;ào colabora com o Poder PÚ~lico, recolhendo os seus impostos, e terceiros, prlvlleKia~os, por fatores que ignoramos, acam u so de bens públicos graciosamente. Locupletan - LEnENT/IÇÃO DO :IUTIR,O NO BAIRRO PLANALTO Solicitaçao para que seja expedido expediente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal no sentido de que seja complementado o Mutirão realizado no Bairro Planalto, especialmente no que se refere a abert~ rn de ura canal de escoamento de âguas paralelo a Avenida Teodoro Sativa. ORSTRUÇÃO DE CRAT RA NA CONDE DE PORTO ALEGRE Para que seja e.•dereçado expediente ao Sr.Pre­ ~eito ~,unicipal, n" sentido de que seja determina do ao órgão corpetnte, que obstrua a cratera que surgiu no asfalto, na Rua Conde de Porto Alegre, lndo direinrbcs.:i, ''há ~uito obstru{do 1 ' ,disse o vcre,'lc!ç,r. dnde". Carlos A. ·ocáriz . Requerimento ao Prefeito }1unicipal no sentido de que infon:ie :i estn Cnsa !..egislativa o ootivo que le va o ônibus que faz o percurso ao :Sairro Nossa se nhora de Fátima não circular aos. Jomingos. "Somos sabedores que, caso•-0 Ônibus não circule nesse dia, vários moradores do citado bairro têm pre'ju{zo, pois é nes:;e dia que os mesmos aproveitam para vender seus produtos nn cidade", ressaltou Cn chito. LIXO Ao Executivo, para que sejam tomadas as devidas providências quanto ao lixo que està sendo jogado próximo à Chácarn do Sr. Paulino lbnnht.s, no Bair­ ro Serraàinho. Justificou o Presidente do Legislativo belavis­ tense, afirmando '1,Ue "urge a necessidade de tal ln dicaçào atendendo reivindicação dos moradores dÕ citado local, tendo em vista que o lixo está polu­ indo a águi:t de um córrego existente n::iquclo locali- VERIFICACXO DE SAL.RIOS Ao Chefe do Executivo Municipal para que seja (cita umn verificação nos ~•lârios do pessoal da De duas, ur.ia, ou o vereador sofre agiu maldosamente e de ná Fá, porque d !seu tida, votada e aprovada, una vez que o • nclá­ gio popular di,:• "Inaugura-se u::: Te:::plo Religio - so, Fecha-se uma prisão", éuma ineg;Ívpl r<'al Ida­ de, que V. Fc!a., colocando-se contra, pratica - mente é contra a pregação da Palavra de íleus. Quanto ao plano de cargos e snl~rlos dos 'un­ cionirlos públicos mun!c'pais,.v Fcta. não teve oportunidade de con'iecê-1 o po~c;ue se n:,,i ti u, fu­ gindo de suas responsabilidaê.~s, e as suas afir'"! ··:1 çÕes se encaixam :::uito be::: qu~ndo diz: SÃO TERE - MOS RECEIO DF. CRIAR ANIOSIDANES OU FEIR ELI:­ DRES. Provavelr.iente, esse receio que o ohri;rnu nu- ma licença de 60dias e que :::es:::o ferindo o nosso Regimento Interno e a própria Lei Orgãnica, reto~ nou antes de completar sua licença, mas por pura coincidência, depois da votação do ?lano de Cargos e Salârios, que é necessàrio deixar ber.i claro, nc= futu!o próxi~o daremos respostas àqueles que olé: de nao acreditar, ainda procurara::: tirar proveito dernagogico. Vereador Sydney :-:unes Leite. É ouito fácil agredir as_pessoas, principal:::•~ te quando essas pessoas estao bem prÓxi:::as da e t:· É necessario, nobre vereador, que v~. Excia, nao se esqueça que toda e qual_quer doação de hens pertencentes ao município, passa, necessariae: te, pela apreciação e aprovação deste Poder Leg:s lati~o, _e só a Câmara tem poderes para fazê-lo. - Nao e justo, nobre vereador, que V?Exc1a.te7 te, d:magõgicaoente, tirar proveito de oatérinS que sao_discutidas, votadas e deliberadas pores­ te Plenario, jogando, indevida:nente, nos ocbrosdo Senhor Prefeito Municipal, ::iatérias de nossa in - teira responsabilidade. Vamos cumprir co nossa obrigação, var.:os zela~ pelo bom cJ1orne da Camara }funici 1 se~ COERENTES, JUSTOS • pa , ::ias va::ios _ • e vaoos dar a nossa contribui- çao para que o Sr Prefeit , zend b fí i • 0 .:unicipal continue tr o ene c os ao nosso Povo. Para_finalizar, mais u:::a vez V? Ecia. teo oeu perdao, porque reconh debando de 1 d 1 ece::os os seus :néricos • . a o a guoas eventuais - de ideias, ternos absoluta cert ~raquezas . Í Í • eza que Vi' Exc' •. serJ oprescind vel na nossa dif! il . _ ~~ rar e: 1i:issao de elabo - a nossa constituinte Municipal. VEREADOR RONEY l-rvJço de Transporte Coletivo no Projeto Guaicur"tis. • A PRl·.l'EITURA MUNICIPAL. DE BONITO, f.STMO DE lV.10 GROSSO noSUL, torna público que seencontra aberto olicitação acima referido, nos termos dalegislR - ção pertinente. Os Interessados poderiio obter pnsco contendo as especlflcnçÕes e base no licitaçio no grupo de Llc1 taçÕes, n Rua Cel. Pilad Rebuci, 755. A documentnçiio e proposta dever3o ser entregues até o dia 09 de fevereiro de 1990, is 14:00 hor~s. no Gabinete do Prefeito, onde se reunirá a Comissão de Licicaçio, no endereço supro mencionado. Bonito-MS, 05 de Dezembro de 1989. LUIZ TRELHA FALCÃO - Prefeito Huniclpnl JORGE MULLER - Presidente da CPL Cara Mi;iai de MelaNista -M$ FURTARIA NO 020/89 Carlos Alberto Ocariz, Vereador Presi­ dente da Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso ,v,1 ltn.l.l.lcxn.•it.e d., ooiq,:ç·f!1Waj::Mn1 Wanderléade tn-iJ:1r,Llosdocursocl:-AclministraçãodeEmpn.'- ""•daUnivernidadcF'lcralelel•btoGrosso(Cuia Íl).Fo,·= doisdiasdeprogrnmação:13 e14 ce d:Zl:r.:b!"O.À 1 .-:.:.nàerlciadesejamosqueobten.i.amui­ tD :itl-:cssonaprofisSÕoqueabraçou. De A imo eRosiene, ,,r,oi1 ..J../1 /, • An::;,.-lmo;.fj he>deP..uJoe TarziraPerirae1osl­ h•rll.! rir>OIícloeDalciriaMedeiros.Ar. t l.!;,nl:ir• liglosaseráis2os.naIgrejaMatalZrl- !'nnt.o A­ for]!;O,Ao::. convidadoshaverá uarecepça0narl- 11:rr.ín,c!,1nolv,,.DD..'jrra; 1jr,,u:1r.,l'dluirJl- ds! JÁ D DIA 6/01/1.990,culn.riiodiznvid,dosnaresidênciadoNoivo.Quesejafel1- ·:t..•s cm Sl..lOZ r.OVi.IS vidas! D DIA 21PP. Osforr.ianàosdoCursotlel".agistériodaEs:o­ la Co.stelott9ranco, pranovert!.11 u 'ntar, no Gre­ r.ioPedroRufino.Ojanardelicioso,refrigeran­ teseccrvej:igelaàÍssims,poisor.alorerain- ~r.so.Essejnntarder.onfraternizaçãor:ontour.an apresençadosFormandoseseusfan.iliares,pro­ -~ssors,convidadosedoDiretordoCastelo:Pau io:·:oeS::-a.Aosc;ue1•r:eberamseusDipl=s - msscsparabérsequeúlcar.r.e,;seusobjetivospro ssior.31.nte! Parabéns À"rror.ir.h;i"Carolina,fiihadeGãocTatl quer.ancmoroum.:iisumanodevida! "JÍAlf:DDIA" 9pp.Comemo! seu1 aninhoogaroliioEdson Fcmanào,filhodor.asalLi leeJoscnithe. Afesta paraosrruitosr.orwidadosar:ontcr.euàs19hs.,no •CiubeEsp.Bclavistcnse.AdEt:. operiododenominadoPira- ccr:11. Outra Ifo:maçãocomre laçüo.,f'olÍcinflor::ctul dizrcsp(loJntivnçaod·1 barre!radaPolÍ e.: iaroKM 07,:;1 ict·• drl'orcMu Lho,ond agorar·xln- L,umplantão permanntC' h c•xploraçãcúa corp::, r·içãoparaev1tara cu.!. daprim:lpulm,r.Lrúcpc~ ·eidoilt•palm,rnLc dornu nl<.lplo. SUPERMCPCAOO AGPO,FCU RIA, r.r>JCAMrno:;- pr,JlflAMP.NT/5-VACINAS - çES - ST:L PIAS, RUA: CEL, PILAD RFRYÁ FONE: 255 - 1108 1084 CLÍNICA VETEIUNÃRIA "EQUUS". EXAMES DE NICA MÊDICA ANEMIA INFECCIOS,, CL!­ ECIRÚRGICA, PEQUENOS E .. I t a''sfaçãodetodoaconunid;,lC' Martin'ense,aTelems, presaresponsa­ velpelosistemalC'lcfÔnlconuEstJdO, i11,'ll'.Ll.OII110llt.lmoc!ln 04oseurn,­ dc.:rno!'voto Telefôniconaqurlacida de,vindoassimevitarostrnztor­ nos ques verificavamnat bempeu- cr, !lld l.L"'-r,p,,,eoma u,L,l, ronia'dvqu,.doarealid- tJ,, m•1r.inhensedehoje. Nüb!OS pnrnb~nsno.Dr,SilvloLopes Ar·ujo,Diretor u,·um d prs, <..' d• Pr,·siut:·nLC' todos os nossos slstc-- 1•l i-1•.rtinho qu,·pode:m ;:igora o:nicarde maneirarápidae URTIHHO GRANDES ANIMAIS, DR. AUGUSTO BARBOSA MARIANO nR. EVALDO SANCHES· ALVES PUA: CEL. PILAD REBUh R43 FONE: 255 - 1234. fc.e;to t0. ,!o 11•. ,.,!,::iundo..(Uíl) Fernadry'sorança·e AssessoriaJurídica. 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Air,~"'l.lraçãcdonovop."6dloocorr-cunaSt'gu:,­ d'.l-fc'il'u,dia04/12,quél.ridoa!;autor-idodeslo- caissefizC'rél:npresentes,estar·.cotomtx-mnao- portu,ic!;:idrobonitcnSC'SirleyNogueim,Supé'ri~ t-.nrl•'nt0:laRegi_onaldoBancodoBrazil.Assolg nid~d€>sLt--i.."1scorrera'!lnormolm..:·nt~,porémodest qprincipalsedeuaoagradecimentodopovobg nitC'nse,pl'lc,1'<.-corJ1ecirncnto-dadi1-cçãodoBanco aoconstruirtobeloprédiocair..stalé!ÇÕ<:'sque r•..uc~r.'C'e-:·.'!''..'Ç'1!11ame'lhorformadefunciona ,s n..o;·orL1-nid.J.d0,queoBaricodoBra­ ::il pcssu,l.'Tlsist0madeC.:ic!em.,.La'd,'Pou;,ança dencrina±ocro"oup'nçaOuro".APoupançaOuro po.r::1qu:np,·ssuidepÓsitodeNCz$1?00.00à ci- ma,contribuidecloiv