ELA VISTA - MNTO GROSSO DO SUL 
/NO: XVIII - 10 97 - I3 DE JANEIRO DE 1990 - RED. TOR CHEFE: IVALDO PFREII 1C7$ 5,0% 
SECRETARIJ OE OBRAS DO MUNIC PIO 
SARIFICIOS, RENUNIAS E 
MUITA DEDICACAO 
• 
O Jovem e talentoso Engenheiro R_!. 
cardo de Souza Rosa, uma das melho - 
res cabeças de Beln Vista, otimista, 
entusiastn, amigo de todos, está en 
frentando uma parada indigesta, um 
desafio que sem dúvida alguma lhe 
renderá dividendos políticos no futu 
ro, Se bem que no foi esta a inten­ 
çio de Rlcnrdo qunndo assumiu a Se­ 
cretaria de Obras do Município. 
Desde o início da Administra - 
ço Edson Moraes, todo o povo sabia 
das dificuldades, faltando verbas,mi 
quinnrios imprestáveis, faltando cn: ( 
minhão, equipamentos, acúmulo de fun 
clonirlos, mas o Prefeito escolheu o 
homem certo para o lugar certo. 
Acontece que a CIDADE SOMOS NOS 
não adianta o caminhão de lixo pas - 
sar de manhã e a tarde o cidadão de­ 
positar lixos na calçada ou nas es­ 
quinas. Os terrenos baldios prolife­ 
ram, com matagais. 
Nio há recursos para OBRAS, cons­ 
trução de creches, escolas, mercado, 
parques, etc. E "Giio" é um homem de 
obras, 
A Praia do Apa, neste verão, pode 
ria se tornar cartão de visitas de 
Bela Vista (como o era antigamente), 
todo o projeto está pronto, mas fal­ 
tam verbas. 
Se o leitor soubesse quanto ganha 
o Secretário de Obras, que tem curso 
universitário, ficaria surpreso. 
... 
_Engenheir_o Rica_r_d_o __ de Souza Rosa. 
Entnrin gnnhando mais como 
de um dos Bancos da cidade. 
Caixa 
E é uma missão espinhosa, não tem 
hora para ntender, muitos sacrifíci­ 
os, renúncia atê do convívio fami­ 
liar e críticos, muitas críticas. 
Esperamos que neste ano surjam as 
verbas para ss obras que Bela Vista 
tnnto necessita, que os setores de 
EDUCAÇÃO, SA0DE, OBRAS E INFRAESTRU­ 
TURA sejam atacados de frente, com 
coragem, e possamos ver o RICARDO DE 
. SOUZA ROSA, feliz com a sua Bela Vi~ 
ta, ele que acredita no trabalho e 
dedica a Princesa do Apa todos os se 
us esforços, muitas vezes incompreer 
dido 
Serão entregues nos :igraciados ur.i tr_Q 
fêu e um diploma - pelo empenho e dedica 
cão, apesar dos tempos d1ffcels que atra 
vessamos, estas pessoas acreditaram na 
força do trabalho. Todos os Jornais da 
REIJI: - Trihuna da Fronteira, Correio .111.!. 
dlncnse, Tribuna ~urtinhense, Jornal de 
Antonio João, Tribuna de Caracol, O Lag~ 
nense, Jornal de Bonito e Jornal da Pe­ 
cuária (que circula,., com novo nome) ,ci_!. 
cularão com um encarte especial, com ar­ 
pla reportagem a respeito de cada horena 
geado. 
~as fotos,dois destaques do ano(regio 
nal) Prefeito de Porto Murtinho, Heitor­ 
Miranda dos Santos, que transforcou o v! 
sual daquela hospitaleira cidade fronte! 
iiça e o Gerente do BB(Agência de B. V!s 
ta), Vervi de Araujo Castilhos. 
Vereadores Estão iraialhanl 
Jã está na fase fI­ 
nal a elaboração da Lei 
Orgânica do Município ,a 
Constituição Municipal, 
que nortearã os ativida 
des sociais,econôrnicas~ 
políticas, eéologia,tra 
bolho, enfim, será a f 
lia do Município.. 
Há de se destacar os 
trabalhos desenvolvidos 
pelos vereadores bela·­ 
vistenses, com moturida 
de, sensatez,equilíbriÕ 
e muito responsabilida­ 
de. 
Nossa Carta Magna se· 
rã o espelho da comuni= 
de. Se houve participa­ 
cão do povo, tudo bem; 
se o povo se omitiu e 
deixou a responsabilida 
e unicamente aos verea 
ires, que não venham 
teclamaçÕes posteriores, 
mas, parece-nos que houve 
participação popular, se­ 
gundo infonnaçÕes dos ve­ 
readores. 
Sugestões e emendas fo 
ram apresentadas. Discus­ 
sões, debates, alguns de­ 
sencontros, no final de 
tudo está saindo de acor- 
do com os objetivos traç!!_ ' 
dos pelo Presidente Car - D. 
los Alberto Ocáriz, o po- 
pular "Dr. Cachito". , . 
Falando no Presidente 'J ' 
da cara Manteipal, u!_r ! 
político jovem,idealista, Presidente da Câmara Car 
preocupado com os rumos de los Alberto Ocáriz. 
Bela Vista, muita gente 
está defendendo a sua can 
didatura a deputado esta- 
dual. • 
Méritos, cultura,pos 
tura, votos e uma 1j. 
nha política inatacável, 
Carlos Alberto possui , 
r 
' 1 
-i 
. SIQUES DO AI 
QUEM E QUE . E NOSSA REGIDO 
Como o faz todos os anos, o Depto 
de Promoções e 7rojetos Especiais dn 
Rede ílelnvistense d<' Jornais - edito­ 
ra deste Jornnl - promove a nível re­ 
tona1."OS DESTAQUES DO ANO" - enfo - 
cando as pessoas, entidades e empre - 
sas que estão contribuindo para o pro 
gresso da relo. 	- 
f.mpresórios, profir,sionaia libera­ 
is, políticos, desportistas, enflm,fo 
ram selecionados os que mais ~e destã 
caram, na visão dos pror.otores, eco: 
laboraram de maneira morcante, sobre­ 
tudo, no tocante a Investimentos,área 
educacional, esportes, Indústria, co­ 
érc!o e atividade política. 
Vervl de Araújo Castilhos na innu 
guracao do Posto do Banco do Bra - 
sil cm Caracol, ladeado pelo Pre­ 
feito Cícero Barbosa da Silva. 
A partir deste sábado acontece em 
nossa cidade, mais precisamente no 
Clube de Laço são Geraldo, mais um 
Encontro de Clubes de Laço, tendo à 
frente o empresário e produtor rural 
Victor Rojas. 
Presenças de vários Clubes de La­ 
ço de nossa região, é o 3Q Torneio 
de Laço que o São Geraldo promove. 
Centenas de pessoas estarão presti - 
giando o evento. 
e oportuno lembrar, neste momen­ 
to, o que representa para Bela Vista 
a iniciativa privada. Este é um exem 
plo de um homem que sempre acreditou 
no trabalho e, hoje, vitorioso, ,como 
empresãrio e pecuarista, desenvolve 
Prefeito Municipal de Porto Murt!­ 
nho Heitor :-11 randn dos Santos. 
atividades comunitári.as, fundando um 
clube que divulga a nossa cidade e 
atrai visitantes de outros municípios. 
Falamos de VICTOR ROJAS, um hoze 
simples, inteligente, que ganhou o 
respeito e a admiração· de todos atra­ 
vés de seu trabalho e de sua maneira 
de ser. tum El-lPRED'DEDOR. t disto 
que precisamos. 
to exemplo oaior de que, unidos, 
poderemos fazer müito. 
ta iniciativa privada mostrando a 
sua força, enquanto o Governo do Esta 
do e Federal peranece a arge... e 
isto é bom, quem não ajuda, pelo re­ 
nos não atrapalha. 
é um nome de respeito e 
um fato novo que poderia 
mudar radicalmente o 
quadro político em nos­ 
sa cidade. 
nse 
Tribuna da Fronteira comernorarã no· 
Próximo dia 20 de Fevereiro, 19 ANOS 
DE CIRCULAÇÃO ininterrupta, Quase 
DUAS DÊCADAS. 
Estamos empenhados, este ano, em 
MUNICIPALIZAR ainda mais o jorn'al 
leva-lo aos BAIRROS, DISTRITOS E FA - 
ZEDAS. 
Para isto DOBRAMOS A CIRCUI.AÇÃO, e 
Por entendermos que JORNAL é, também, 
enero de primeira necessidade, não 
aforamos os preços das assinaturas , 
u!to pelo contrário, estareos 
TRIHUIXDO o JORNAL GRATUITAMENTE. Mas 
você poderá recebê-lo em sua casa 
todos.os domingos, PAGANDO apenas 
300,00 por uma assinatura anual. 
E você emprsário, comerciante,. A­ 
NUNCIE, sua mensagem atingirá mais 
de 3.000 belavistenses. 
A CDJADE SOMOS NÕS, NÕS ACREDITA­ 
OS EM BEL VISTA E ESTAMOS INVESTIN 
DO, AFINAL, JUNTO CO VOCE, COM O PO 
VO, TRIBUNA DA FRONTEIRA - O JORNAL­ 
É IMBAT!VEL. 
Para assinar li ue: 439 - 110. 
Rot_ary em 
O progesso de Jardim é real, em 
todos os setores, haja vista a ins­ 
talação de novas empresas no unicI 
pio. A privilegiada posição geográ­ 
fica, a força de trabalho de seu po 
Jardim 
voe as potencialidades econõcicas do 
uniclp1o, faze de Jardi a "eca do 
Sudoeste". 
CONFIRA A MATÉRIA COPLE - 
TA NA PÍGIã - 06. 
Co- unidade Recupera 
Veículos da Polícia 
Quando pregamos a idéia de que 
Bela Vista tt?m potencial para se de 
senvolver, bastando a união da cou 
nidade, não falaos no vazio, sabeos 
o que estamos falando. 
VEJA NA PCI!A - 02. 
Quem 
• 
V1ver 
O llrasll e, snbidacenre, u::i dos 
países mais ricos do Planeta em ter 
nos de recursos naturais. Teos ter 
, 
vera 
rio à vontade, etc. Paradoxalmente 
tambêm. somos un dos povos mais 
brcs·c mais doentes do mundo. 
po- 
ra à vontade, água vontade, miné- CO!FIRA. ITERESSATE ARTIGO NA PÁG-06. 
- l

AIDS . Situações de Riscos 
! _TES voo;PRINCIPAIS DE SE PEGA AIDS3 
MID I CRIR 'SANGUE. C0!11A. 
PELO ESPERMA E 
LfUIINO Y GhNAIS 
A fora mal comum de se pegar AIDS é manter 
relações exunais com umn pessoa contaminada, Isso 
ocorre porque a pessoa contaminada, apesar de apa 
rentar afta aide, pode ter o vírus no esperma 
ou nos Ilqutdots vaginais, O vírus pode passar pa­ 
ra outras pessoas através da vagina, do pênis, do 
nm1s e da boca, Além dIsso, durante o a to sexual 
tanto o pênis quanto a vpina e o ânus, sofrem pe 
quenos ferimentos que não se percebem o olho nu e 
o vírus pode passar de uma pessoa parn outra pelo 
sangue, que sa! em pequenas quantidades. No caso 
de prática de sexo anal (sexo pelo ânus), o risco 
é ainda maior, pois o nus é bastante sujeito a 
ferimentos, sem contar que a regfão é facilmente 
Infectada pelo vírus que é encontrado nas suas mu 
cosas (paredes finas e delicadas). O sexo oral 
(cstlmulac_Õo elo pênis ou da vagina com a boca)tam 
bém é orriscndo, O vírus entra através da mucosa 
da boca, do pênis ou da vagina, ou mesmo através 
de pequenos ferimentos. 
No sexo e no amor tudo é livre e permitido, de! 
de que do comum acordo e com higiene. São várias 
nas formas de fazer sexo, não importando se homem 
ou mulher. A prática mais comum de se fazer amor é 
o sexo vaginal (pôr o pênis dentro ela vagina). E­ 
xiste também a prática de sexo anal (quando o pê­ 
nis é colocado no ânus) e sexo oral (a boca no Pi 
nis ou na vagina). 
Reduzir o número de companheiros sexuais é o mo 
do mais prudente de evitar a contaminação. Quanto 
mais companheiros se tem, maior o risco, principa~ 
mente os casos amorosos ocasionais com pessoas que 
não se conhecem bem. A melhor maneira de se cuidar 
ê ter relações com um só parceiro, com a certeza 
de que ele, ou ela, seja sempre fiel. 
A Camisinha 
O preservativo, ou camisinha como é mais conhe­ 
cido, é uma forma de se prevenir contra a AIDS. No 
entanto, a camisinha não é totalmente segura, pois 
ela pode se rasgar. Use sbmente camisinhas feitas 
de látex (borracha) e dê preferência às que já são 
lubrificadas. Não utilize Óleos, geléias, vaseli - 
nas, poi~ podem enfraquecer a "~rracha e causar o 
rompimento da camisinha. Use somente lubrificantes 
à base de água. 
Alerta! Se a camisinha furar o parceiro ou a 
parceira tiver AIDS, é quase certo que você também 
vai pegar AIDS, porque você pode não perceber quan 
do ela furou! 	• 	- 
Como usa~: verifique se a borracha se adaptou 
corretamente ao pênis, ereto (ou duro), como indi­ 
cado na ilustracão. Faca compressão ao desenrolar 
e colocar a camisinha para expelir o ar e deixe 
um espaço na ponta para permitir que estique duran 
te o ato sexual e possa armazenar o esperma. (NâÕ 
desenrole a camisinha para depois colocá-la no pê­ 
nis). Para retirá-la, faça-o antes do pênis perder 
a ereção e com cuidado para não vazar. 
NÃO USE SALIVA COO LUBRIFICANTE. 
Mudanças 
AIRAS O ATO SEXUAL., DO ISO DE SE!IM:AT E NLHAS Q!E 
-·-e PLLO SAWtc 'I R,'Jl:ifU$;í:S ~ 
Hole em d1a é um pouco mats d{ffcIl pegar AIDS 
através de tranfuso de anzue, pois o controle e 
maior. Todo sangue doado, agora, deve ser testado, 
E.m todo caso, fique atento e exfja q_o sangue 
que você ou seus parentes e amigos vaio receber te 
nha sIdo testado. Em casos urgentes só aceite san- 
gue de parentes e pessoas de confiança, dos quais 
voei não suspeite. 
no 
A Hemofili11 é um problema que impede a coagula­ 
cão do sangue. Por isso, de vez em quando, os doen 
tcs precisam tomar medicamentos fabricados com san 
guc. Algunn hemofílicos adquiriram o vírus da AIDS 
por este motivo. Todos os derivados de sangue(plas 
ma, por exemplo) são agora tratados com calor para 
destruir o vírus. Has é bom ficar atento e exigir 
que os produtos derivados de sangue sejam de boa 
qu4l Idade. 
4 TEMA! SIDO NSAOAS POR_ A!_cN o 1 
que tenha o vírus, é cert 
!'t!!Lze e e!ia pen4s 
que te' riais e In tr 
manicures e calistns 
do u adas por uma pesuo 
que você pegari a doença. 
terfal descartável. Ex!ja 
tos usados por dentistas, 
jar, stt.:dllzodnR, 
Drogado·s 
Utilizar seringas:,.c al!lllhas de injeção que não 
estejam devidamente esterilizndas é muito perigoso. 
Se voe~ usar seringas ou agulhas que ja tenham si- 
Quando pregamos a idéia de que Bela Vista tem 
potencial para se desenvolver, bastando a união da 
comunidade, não falamos no vazio, sabemos o que es 
tamos falando. 
O ex-Ministro Roberto Campos, citando um pensa­ 
dor, diz que, às vezes, "devemos esquecer do Gover 
no, tomar atitudes própria~, e, seria bom, mesmo 
que até o Governo se esquecesse ela nós". Mais ou 
menos isto. 
E é isto mesmo, o Governo só se lembra de Bela 
Vista para cobrar impostos, multas, visitas rega - 
das à wisky e churrasco e para fazer promessas. 
Quantas e quantas vezes este jornal,vereadores, 
Rotary, não criticaram o estado de abandono em que 
se encontravam as viaturas da Polícia CÍvir em nos 
sa cidade. 	- 
No Rotary, o Dr. Wilson Bertelli, Juiz de Direi 
to da Comarca, lembrou do problema, e a idéia de 
se fazer uma campanha para arrecadar fundos visan­ 
do recuperar os veículos foi encampada, sobretudo, 
pelós rotarianos e bancários Vervi de Araujo Casti 
lhos (gerente do BB) e Garibaldi da Rosa (Sub· Ge= 
rente). formou-se um grupo que trabalhou e conse - 
guiu as verbas necessárias, só com doações ... - da 
comunidade. 
Recuperaram o camburão e o chevette, no final 
do ano os policiais puderam desenvolver com efici­ 
ência a missão de zelar pela segurança do povo be- 
lavistense. ' 
Prá que Governo? 
AÍ está o embrião de uma idéia maior. Pode se 
fazer creches, escolas, mercados, mutirões, sensi­ 
bilizar os empresários e pecuaristas, e partir pa­ 
ra inicíativas mais arroiadas. 
É sempre bom lembrar: A CIDADE SOMOS NOS. 
Quadro _Político 
O quadro político em Bela Vista nos próximos me 
ses vai sofrer um processo de intensa renovação.F 
la-se que vários peemedebistas (Orro, Jonatan, Ba­ 
cha e outros) estão prestes a ingressar no PDT 
partido de Leonel Brizola. Aqui em Bela Vista pode 
rã haver uma união, ou cisão, do PMDR com o PDT,se 
gundo o vereador Sydney Nunes Leite (PD-T) "será u 
fato normal'	«e 
As candidaturas de Flávio Derzi, Pedrossian,Wil 
son, Gandi Jamil e Saulo Queiróz, ao Governo do E 
tado, também provocarão desdobramentos, isto por= 
que vários líderes belavistenses já se pronuncia - 
rama respeito, e haverá mudanças na Coligação que 
elegeu Edson Moraes. 
O importante é que nas negociações, nos chama - 
dos acertos, os políticos não esqueçam das necessi 
dades de Bela Vista e invistam certo, como o fez 
Edson, apoiando Collor, e hoje, com trânsito livre 
em Br:isília e, melhor ainda, em condições de rei - 
vindic:ir obras para a nossa cidade. 
Quanto ao Governo do Estado, temos três o.las, 
confirzdas, entre os inteirantes da Coligação. 
1) Apoiam Pedrossian; 
Hemofílicos 
Injeções 
f'nmiale lepera 
iei:los ia Foitia 
2) Apoiam Flávio Derzi; 
3) Apoiam Gandi Jamil. 
do 
Grande parte dos doentes de ADS sao pessoas qu 
usam tóxicos na vefa. Eles pegam a doença porque 
costumam trocar entre si agulhas e seringas 
Se você se servir de aulhas e seringas_que já 
foram usadas por uma pessoa Infectada, voce pena d 
vírus. Os drogados, se estiverem contaminados, ta­ 
bém passam AIDS quando fazem sexo co una pessoa sa 
di.a. Os drogados podem apresentar aparêncfa saudá - 
vcl. (Aparência sadi.o nilo quer dizer que a peso 
não esteja com o v!rus). 
E, ainda, cresce o nome de Saulo Queiróz, 
PSDB, entre vários polít ices bela.vis tenses, tidos e_ 
havidos como progr~ssistas. 	, 
Silêncio mesmo, é entre os peemedebistas, nin­ 
guém sabe,ainda, quem será o candidato do partido 
ao Governo do Estado. Depois da "ameaça" de que se 
riam expulsos os "Colloridos" do partido, ·o quadrÕ 
ficou mais confuso ainda.' E é sempre bom lembrar, 
o PMDB,em nossa cidade, mostrou a sua força, Ulis­ 
ses foi bem votado, e até Lula,depois, surpreendeu. 
Parafraseando os mineiros, "-prudência e canja de 
galinha" não fazem mal a ninguém". 
Aos políticos,ainda indecisos, PRUDtNCIA. É me­ 
lhor esperar do que precipitar-se em decisões emo­ 
cionais. A'vitória de Collor e até os votos de Lu­ 
la foi uma resposta do povo aos chamados políticos 
tradicionais. 	Í 
Estou apostando num nome novo, não comprometido 
. ·com o passado ,mas com a visão do futuro. Está na 
hora de muitos políticos pendurarem as chuteiras 
antes que sofram decepções. 	(PP).' 
Pequenos Ferimentos 
e 
1a 
:il 
Pequenos ferimentos nao protegidos odcquoda1~cntc 
podem ser uma porta de entrada para o vírus da Aros] " 
em caso de contato com o sangue, esperma ou 1fut -l, 
dos vaginais de pessoas infectadas. 	lo 
Os ferimentos devem ser limpos e protcg!doo• 
com curativos. 
Recado ao Paulinho 
(Escreve o seu colega de Promoções, Eventos e Des­ 
files - Froilan Cardoso). 
Meu amiguinho - Sua "crítica", no jornal Tribu­ 
na Popular, de Jardim, em sua coluna social, are! 
peito do evento que promovi em Rela Vista, Miss e 
Misther Fronteira, foi, para não dizer outra coi­ 
sa, HILARIANTE. 
Sabe, anjo, eu o perdoei. 
Talvez você estivesse com problemas, miolos mo- 
les, algum envolvimento emocional, alguma coisa 
não dando certo, 
Mas, mesmo assim, me surpeendi. 
Conheci você aqui em Bela Vista, você não 
colunista, nunca havia trabalhado em jornal. 
Ingressou no colunismo - através do Diretor da 
Rede - foi um bom aluno, aprendeu, mas não tudo. 
Para se escrever em jornal é preciso ÉTICA, RE1 
PEITO À PESSOA HUMANA e ENVOLVIMENTO CULTURAL com 
era 
a comunidade. 
. Coleguinha, você, além do mais, não pode se in­ 
titular JORNALISTA, é CRIME, falsidade ideológica­ 
viu,? 
Abilinho, será que a mosca azul o picou? Está 
se sentindo o mago dos colunistas, cuidado,devagar 
o tombo poperá ser muito grande e você vai se ~Ã - 
chucar. Devagar, muito devagar, Paulinho. 
Bela Vista o espera de braços abertos, e eu mui 
to mais, afinal,. e só nós, unicamente nós, sabemos 
entender estas "manifestações"," não jornalísticas, 
iguais a sua, não foram críticas, sei, sei, foram 
trocas de carinho. Não é mesmo? 
Um abração e venha, te esperamos, para outros! 
ventos. 
0 
en 
EXPEDIENTE 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(Fundado em 20/2/J 972- Fundador: Ivaldo Pereira) 
Diretora-Administrativa Maria Estela V. Pereira 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
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Reportagens: Ubaldino Rodrigues e Paschoal Miti­ 
diéri. 
d 
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Rodrigues - Elenir Quintana. 	_ 
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l<,f :lJ, TI rr.01,11 Ili rw,nTLfl'/ 
Retomada do Desenvolvimento 
trIt{ar e irl, Y o os tolos faz, e em bela VI«ta multo t no 
[vem crftfcando sem apresentarem so 
Huçie. Critica- e t udu e., l:r•la V!u­ 
ta, convenhamos, as vezes, é prc:-cl50 
,tlLlcnr, n crftJca ro111;lrutl.vn ,: nc­ 
eira. Faz parte dos regime demo 
riitlcos. 	- 
O que precfso, em nosa cidade, 
RETO!MAR O DESENVOLVIMENTO, rI ar 
u<ft,t !HJVA Jl'NrALl!lAlll·'., ntrn<'nté, su - 
etfva, formando uma corrente otl-­ 
nfnto, l' ('om lt,lo nltPrn:Jtlvas pnrn 
que empresários, Industrials, comer­ 
rlnnten, profluilonalo Jiburnis,etc, 
venham a se inatulorem no munic[pio, 
Crltlcn-sc o lixo nos ruas. Mao 
qu~m Jooo o lJxo? OM morndores. 
On muros eHtiio feios, colçndns . , 
nfnnuêm HC preocupa, em 1nelhorar o vi 
sual de suas cosns e loJos. são pou­ 
cos. 
Temos poucos lojas atraentes. NIn 
guém quer investir. 
Os hancoR, atravis de gerentes(hi 
excesses) e funcionários, só sabem 
COURAR, AMEAÇAR e procurar coptar 
recursos para o OVER, POUPANÇA, etc, 
Não se fula en PRODUÇÃO, não se indl 
ca cominhos, fala-se multo em EXECU­ 
ÇÕFS, e hi funcionários que até sor­ 
riem quando algum produtor rural,'co 
mcrciantc ou empresãrio tem um títu= 
lo no Cartório ou pnra Execução. 
Ê isto mesmo sorriem. 
Culpam o·Prefeito por isto e por 
aquilo, como se o Prefeito fosse o 
Salvador do Pãtria. 
A cidade somos nos. 
Hllngre, hoje, no Brasil, ninguim 
Nem tudo estã ruim quando se fala 
em BANCOS, cm Belo Visto, cm atendi­ 
mentos, cortesia, discrlcào, e não 
se pode gencroliznr. Esta semana,nes 
ta edição, o Pedro Pc?rcira criticã 
(e com razão) alguns bancos e bnncã­ 
rios. 
Mos não podemos generalizar. 
Temos bons funcionãrlos no Banco 
do Brasil, na Caixa Econômica Fede - 
rol, Bamerlndus e, até; no Bradesco. 
Nos Últimos tempos, ternos observa 
do, cm cont3tO com clientes, que a 
Caixa Ecônomicn Federal sofreu uma 
radical transformação, para melhor. 
Além de se tornar um banco múltiplo, 
---------------------------------- 
MAquI funciona, e hem, o Sessenta 
O Club~ :Jiio (;<>r.tldo,. ,, Clu,c, êo J ;•~•'• 
o trnlo Pedro RufIno (com nua dfco 
tec.;1
1J) • {) Rotnry, n S lr,cl1.rnt.o H.urnl ;;; 
MAB, a Câm..nrn thmíclpnl, n ?"a•;onu- 
rla,' f'11(lrn, nó como exemplo, vejam 
bem, quantas entidades e clubes eto 
func I onundo. Jlnv t.1 r a canalizar estas 
forçoa, conjuntno, un1dil5, cm pr61 de 
um programa de desenvolvimento, 
São poucas as cidades que possuem 
tontas inntituiçÔcs, clubPn e PntJ~o­ 
dca funcionando como cm Belo Vista. 
F.ntiio, nem tudo está perdido'. Fnl­ 
tn apenas cnnnllznr estns forças. 
Jlesta, cntio, dlnnmizar :1 Aasoc1n­ 
çio Comercial de Ueln Vista, e eleger 
uma diretoria com representantes do 
comércio °t? da indúst,in, UNICAMENTC 
destes dois setores, 
- Limpar as Runs 
- Pintar os Muros 
Construir cnlçndas 
- Não jogar lixo nos terrenos baldios 
Manter a cidade limpa. 
~ tão pouco, mos ajudorã a manter 
uma imagem mais atraente. 
Este artigo é o jnÍcio de uma 
série. 
Vamos ouvir o povo, as autoridades 
e ver o que poderemos fazer, rodos 
• juntos, parn .a RETOMADA DO DESEN­ 
VOLVIMENTO DE BELA VISTA. 
(PP). 
- 
coa todas as linhos e serviços, noto­ 
se que os funcionários adota~am uma 
postura mais elegante, educada, até 
mesmo para COBRAR e AVISAR de débitos 
pendentes. 
Como neste ano a TF vai municipal! 
zar mesmo a informação, tudo o que 
diz respeito a Belo Visto e a seu po­ 
vo merecerá atenção. sobretudo no que 
se refere a prestação de serviços .e 
defeso do consumidor. 
Parabéns a Caixa Econômico Federal, 
no gerente Valdeci e a todos os fun 
cionários. Mesmo com a crise, juroS 
assassinos. cspeculação,nõo custa na­ 
da trator a todos com sorrisos e res­ 
peito. 	(IP). 
Conversando estn semana com o En r----------------------, 
genheiro José Vicente de Saneeis Pi 	~ 
res, chefe da Residência do DERSL'L 
1 
de Jardim, a respeito do estaào de 
abandono cm que se encontram ases­ 
tradas da região, o mesmo disse que 
tao logo as chuvas parem, o DERSUL 
i~iciarã os trabalhos de recupera - 
çao, inclusive com encascnlhamento 
das mesmas. 
Citamos, em especial, a rodovia 
que li~o Bela Visto n Jardim, e o 
•~senheiro garantil que a mesmo se­ 
ra potrolnda e encascalhada. 
Alegando vários•motivos, chuvas, 
falta de verbas, início de· ano, Pi­ 
res disse qye é preciso antes • de 
0
riticnr conhecer a problemática do 
Brasil de hoje, "qualquer leigo ém 
eoanolll.i.n sabe que atravessamos mo- ~-~-----~-~-----~-~~~-~---_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_----~-~-~--------~---_-'__J 
nentos difíceis, de sacriflcios e· Josi Vicente de Sonctis Pires. 
que será preciso multo empenho para 
nor,,,alizar a situação". 
O ex-Prefeito de Jardim lembrou 
que "às vezes, é. preciso tempo para 
coordenar os trabalos de uma repar­ 
tiçao, montn.r a engrenagem, e isto 
- 
' ---- ----=--,.....,,,., 
✓.,.. 
.............. ...,__ / 
' - '----- -- --:=~--- 
o .. - - - - . 
,...___ __ , 
---~ -- _..,__._,,.. 
está sendo feito, afinal, não sou um ho 
megm de promessas vãs, sou um ·ENGENHEI-: 
RO, um homem de obras, e ·estou à frente 
do DERSUL para realizar obras e estas 
serao executadas". • 
PARQUE MUNI€ I P A L 
a 
Bela Vista, apesar de ter ~ Ap
0
a, -n -Pr-;;ç; Alv:r: };;:s~renhas e pra· falar 
verdade, não t:iere d d vi 	' 
PARQUE 'IUXICtPAL cen o os e dos cuidados, se ressente da falta de um 
os4o, áraaá"""? Urbanizado,+ u 1oca1 one as raf1tas oaerão assar 
de não têm tanto verde companhia de amigos. A exemplo de outras cidades on 
Aqui te.mos e o povo luto pela preservação da natureza. • 
lar. o verde, temos rios, e por termos, não lhes damos o real va- 
0 Vereador Sydney Nunc.s Leite, do PDT 
to ne<te "entid l 	• parece-nos que estã com 
rio. d.., ;) o, ou oe hor, uma emenda à Constituição Municipal, 
e grande utilidade para o povo de nossa cidade. 
um proje­ 
isto se- 
PEDI 
INFORMA 
cu±, vã1ft..] 
l.e;1tor, hsere,a par 
tjr dt.: ,1 or,1, nfn, t,/ ; 
ada para Hela Vista,maf 
to pl'lo ronlnÍdo, f., (. • 
lIas só falas em se mu­ 
dar de Bela Vista. ns 
alega os estudos dos fi 
Jhon (r,etor <,uc vem mere 
cendo' muitas rfticas) , 
outros, que aqui nio 
empregos, e outros, que 
a cfdade não tem perspec 
t Jvns. Engano. O potclnc! 
ol de ílela Vinca é Imen­ 
so, o seu povo é bom,hon 
pltnleiro, trabalhador~ 
nós precisamos é que vo­ 
nham migrantes, ~nÜchos, 
porannenscs. mineiros 
en!Jm, precisamoG rece• 
ber SANGUC KOVO. F. esquc 
ccr um Pouco o "rançou-; 
o espírito de dedo no a 
tilho contra os que que= 
rem investir aqui. Precl 
sarnas mudar, minha gente 
e mudar logo, não de Be­ 
la Vista, mas na maneira 
de pensar. 
!ESPERANÇA COM COLLOR 
Nosso Pre'feito foi o 
primeira..de MS a apoiar 
abertamente, com todos 
os riscos, logo no iní­ 
cio da campanha, o Presi 
dente Fernando Collor 
de Hello, temos grande 
esperança de que Edson , 
tão logo Collor assuma, 
vá a Bras[lia e fale so­ 
bre esta cidade ·frontei­ 
riça que até hoje pcnna­ 
nece à margem do desen - 
volvimento. 
1 ELES ESTÃO CHEGANDO 
Novas eleições, eles 
(os políticos) estão che 
gando, com sorrisos, ta: 
pinhas nas .costas, pala­ 
vras suaves, "meu líder, 
meu amigo, gente nossa, 
vamos, DESTA VEZ saber 
separar o joio do trigo. 
Cuidado com AQUELES para 
quedistas, os que no; 
procuram em épocas de e­ 
leições, recebem aqui 
400, 1.000 votos e de­ 
pois TCHAU BELA VISTA 
UM ABRAÇO. 
t só lembrar o passa­ 
do. 
EM TEMPO 
A oudança do nome do 
Jornal da Pecuiria e A­ 
gricultura para Jornal 
d: "GplTE & NEGÓCIOS" , 
nao tem nada a ver com o 
prejuízo de NCZ$ 70.000, 
00 (setenta mil cruzados 
novos) que a Rede teve 
na campanha de 'Ronaldo 
Caiado. (sem conhecimen­ 
to do mesmo). O motivo 
é'ua só, atender de ma - 
neira mais abrangente os 
diversos segmentos produ 
tivos. Mudar para melhoi. 
r.a 
f 
Muitos eores'r!o 
,:o•, nc1il Vi t..i, 
..-100 11jud Jrnm o l 'l e 
Multa gente prefere 11 
Crnr.d1.1. 
No tocante 	Pela .isa, 
xste um verdadeiro 	dos prprfeti 
r los. Os prc,;?<; 	e.. J - •t de 200' JV vre- 
c;os da capital, veri qu o propa! do "frete" é to 
caro assim? Nó cor.firamos virLaa deninlas que 
chegaram a Redaçio. f triste,'mas é verdade. 
PM  1',f'l 7 
f que batalhamos pela {plantação da Mo octa - 
ção Comercial de Bela !sta, ou melhor, por sua 
agilização, pois a mesa já existe. Algo prec!sa 
ser feito para dinamizar o comércio belavistense 
e a Indústria. !a questão de preços, ter'am (per­ 
sonl da Associação) ui reunir-se co os c .,,.•rc!­ 
antcs e ver o qui.: pode sr feito. Se ante tl,1 es­ 
calada inflacicnfrla !à estava dLffcIl se,arar os 
preços, agora... torou-se Irpossível, os 
são rearcado; d!arfar.ente. 
s%37± is as ) 
que muita gente jus!:'c pari fazer sua 
em Carpo Grande, e o o poucos os que 
os mercados d·! c.r>Lt 1]. 
~--- - - ...._ -·-1 
"l'.!LC> B. ,L,.,ro 
Parece que e-: nos z!!de "há bancária' e 
BANCÁRIOS, não há o mínto de respeito a clien-[ 
te, quanto ao sigilo l•"'.r.C3!"Ío. Teca;, o:,_.-;_rvJdO í~ ! 
tos que, cn outrac., e.d·des. denunciados, rovoca- 
riam demissões e até processos. !ão prccf:a nem 
publicar no jornal, todos e ela V'Icta cabem 
que deve aos bancos, quem especula, quer procura 
avalista, quera est.:i fin.o,nc!...rndo, quem n--;o _r,,t.c, o 
sn)do, enfim, funcionários ce encarregam , ''nas 
rodinhas", coment.ilrc::1 n sit·1nçâ:o dos e!!• !:L . E. 
"nas rodinhás", tabé falam sobre a pos="!btlid..1- 
de de fulano quebrar, sicrano ir e:zbora, etc.etc. 
E participam destas 'agradáveis" conversa., 'cá 
rios e não boncârios, que se encarregar e !e li!r 
as "boas novas
11 
a tocio'5 os recantos da c!:d . Jl 
go precisa ser feito, e urenteante, caso contrá 
rio, o assunto tc-r,í que levado il Dirrtor!:1 d0s 
bancos, pois, acredlte11, c.;t,: 1~:s..:STFJ,;r,~vn .. Tl<?ze 
nas e dezenas de reclacôs chegaran neta T:±!u 
na, inclusive cor noe, de nesoas envolvi'as, ] 
ca apenas o alerta,pois não tec: Interesse e pre 
judicar n carr<?ira de riu&r:. tas os cl!entes re 
recem RESPEITO. 
Na próxima sen.:?n~ .i 1 F j.,ub
1 
ic:•rá ~:it:--l·vlr.t:a 
com o Prefeito Edson Mor.:ics, G .11.? :":zlarã e:._ seus 
planos, suas Idéias, e o que 1'f:ns2 a res?Clto co 
momento atual, enfi:, una geral cc: o nos,o Pre­ 
feito. 
onpras 
procurar. 
Pois é, quem se beneficia co~ a inflação e com 
os JUROS ASSASSIXOS são os donos dos bancos,os es 
peculadores, os agiotas, os vampiros dos que era= 
balhll!ll e produz!m· ~ só observar, ninguêm rnats in 
veste na produção, co rarissiras excessões aind3 
se ve alguem {alando em ampliar o seu nebócio, ~~ 
rar mais empregos, etc. 
Jt::OS ASSASSI::os 
_ 1 BELA 
1
.'ISTA 1 
~ nos, aqui_na Fronteira, continuanos ilh~dos. • 
Comercio e indui;tria "sobrevlve-.Jo", pect:ãria, bom,! 
7uito _bom, pnrn os pccu.s.rist.as. "!ão vejo nin .... ué-m 
reclamar, muito pelo Con:rário, o preço do boi;; 
ta subindo. O que eu gostaria de ver era os pecu 
1 CENSURA À IMPRENSA] r~stas invcst~n~~ ~::ti5 e~ nossa cidade, dl,ersifi 1 
- t c ..... ndo sué-1s .:it1Y::.cnac~, E;er ... ;cio rt.3is enprâao~ i- 
- 1 Vi - . 	~ ,..r .., • po s • 
Uma das coisas que a, eia sta, e ua cidade de pec.uarist.3.,0, cabe a 
is abominamos e a CENSU- eles ag1liz.:.rt?c ~ ""º"""'::- helavistcnse. • 
RA À IMPREKSA, seja ésº -1 	~ ,--~-,,-.-, 	l 
crita, falada ou televi- · r:,so VER 1 . ~- 
soda. Para nós a cens;,ra I O flur.o de turiet~s eu "onito e Porto :'.r.:o:tinto 1 
é a arma que os ditado _ movimento coercial e Jordin, a abcrturu de no' 1 
res e pseudos donos 3,}Yas lojas, édias ecpresas, filiais de gr.'.lr.de-, .:':i~ J 
verdade usam fara. calar ·::;: e Sela Vista cortinua dorindo. Precisa acor-] 
ª il:iprensa. Noo ha DEMO- 	! 
CRACIA sem ioprensa li_ 
vre. E por incrível que 
pareça, está havendo cen 
sura em Bela Vista.Pare= c Seria preciso ua união, TF deu a d.;i. do.. 
ce-nos que o Lui.z Henri- rfor o CO~SEI.HO DE DEStNVOLVIMI:NTO DE sn --~" 
que (Lile) está sofrendo TA, isto hã vâri 	·-o -- - 
tal forma de pressa·o. Va Ficou· só no p ~s aEnos. E no qu~ deu, ew natl~?j 
tando • ape • ste Conselho se reuni.is. con 
mos averiguar e toc:ar a; • cem todas as licer.:nç,,s dn cidade . . • 
devid, ·, ris cabi 	o va- 
as prov denciéls ou ,,"" -ecas pensando, pd:ria se iniciar a REE0- 
sej-à,KOTICIAR OS 'TOS. "ADA DO CRESCIMENTO. 
ades.sssaga.ase.as . rase 
PARA !STO

,. 
PR FEIT 
l J:', • 'f. e-· 
MU ICIPIL DE BELI YISTl ·11S
1 
lpel1 a1 Povo de Bela 
D E C RETO N 001/89 Vista, Ajude a Educar. 
Doe um Livro 
CABIMETE DO PREFEITO IM,03 DE JNVEIO DE 
11f1JO. --- -- 
Edon Medeiros doe Moraes, Prefeito Muni 
cipal doe Bola Vista, Instado de Mato Gros­ 
so do Sul, usando das atribuições quo lhe 
ão conferidas o de acordo com o disposto 
em Artigo 120 da Lei Complementar No 07 
de 20 de novembro do 1)8l e com base na 
Lei Municipal 1o 738/02, de 30 de novem - 
bro <le 19117 
DECPETA 
jrtãol - Fica deliberado que os pro€os 
das corridas de tá::i serão cobradas con 
forme tabela abaixo: 
01- Corrida Mínima -- #IA 1o Por0) NCZ$25, 00 
02- Dentro dos Tiiites - 
n)- ílnirro Itaborai- 
b)- Bairro Antonio João - 
c)- Bairro Provisul - 
d)- Bairro Primaveras - 
e)- Cemintério dr Asua Doce - 
d)- ~gua Doce - Posto/Trevo - 
e)- Ponte do Rio /pa saída pa­ 
ra Ponta Porã - 
f)- Aeroporto - 
g)- Igreja São Patricio - 
h)- Parque de Exposição 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
NCZ$ 
40,00 
25,00 
30,00 
35,00 
45,00 
60,00 
80,00 
60,00 
60,00 
50,00 
03- Distrito Nossa Senhora de Fátima: - 
a)- Igreja Sao Clemente - NCZ$ 100,00 
b)- Ec.Mun.de 1o 
Ma Palmieri - 
c)-- Cemitério - 
04- Internacional 
Grau J03ó- 
:C7$ 150,00 
tJCZ$ 80,00 
a)- Paraguay até Colorado - NCZS 50,00 
b)- Pnraguay - Outro::; pontos- a combinar 
05- Viagcnn 
Por kilometro NCZ$ 7,00 
06- Per tcmeo parado á norviço do uua - 
rio : - 
a)- Hora Parada 	NCZ$ 70,00 
b)- Hora Comercial NCZ$ 110,00 
07- Das 22:00 Horas às 06:00 Horas: - 
Terá acréscimo de 50% (cinquenta 
conto) no valor da corrida. 
Artigo 2o - Este Decreto revoga o Decre 
t'No 049/89,·de 23.11.89 
por 
Artigo 30 - Este Decreto entrará em vi - 
gor na presente data,revogadas· as dispo­ 
sições em contrário. 
OBSERVAÇÃO: vâl.ido até novo Decreto. 
Bela Vista-MS,03 de janeiro de 1.990 
EDSO?l ~IBDP.IROS DE l"ORAES 
.- Prefeito Municipal - 
O ROTARY CLUH DE PELA VTST resolveu 
prender uma campanha para criar uma D - 
blioteca na Escola Municipal Jarbas Passa­ 
rinho, , para tanto, resolveu recorrer ao 
apoio da comunidade bc]avistenso. 
Ajude a educar, fazendo despertar na iu-. 
ventude o interesse pela leitura, integra 
doe ao meio em auo vive e consolidando 
sua formnç5o cuitural. 
Doe um livro· Dicionários, livros didi 
cos, contos, romances, crónicius, poesia, 
etc ... 
Envie à sédc do Rotary Club, cntrrguc 
um dos-rotarianos, e, ainda, a uma d s e­ 
guintos instituições: . _ . _ 
Banco do Brasil S.A, LoJa Maçonica, Paro 
quia de Santo Afonso, 10 Regimento de ca­ 
valaria Mecanizado, Prefeitura Municipal , 
Sindicato Rural, União Democrática Rural1n 
ta e Sindicato Municipal dos Trabalhadoroi 
cm Educação de Bela Vista. 
Dependendo do sucesso da campanha, prQ - 
tende o Rotary Club de Bela Vista criar B 
bliotecas em outras escolas. 
Antecipadamente apresentamos os nossos~ 
gradecimentos. 
SYDNEY NUNES LEITE 
Presidente do Rotary Club de Bela Vista 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÁRIO - COMARCA DE BELA VISTA. 
O Doutor Vilson Bertelli, Juiz de Direi­ 
to da Comarca de Bela Vista, Estado do Ma 
to Grosso do Sul, na forma da Lei, etc ... 
FAZ·SlBER a todos que o presente Edital; 
virem ou dele conhecimento tiverem que fo­ 
ram designados os dias 05 e 15 de feverei­ 
ro de 1990, respectivamente às 14:00 horas 
no átrio do Edifício do Fórum local, sito 
à rua Barão do Ladário, 1.595, para reali­ 
zação dos leilões designados nos autos no 
393/88 de Exeducão que e BANCO DO BRASIL 
S/A move contra FIORI MUR/NO, o leiloeiro 
nomeado levará a público pregão de venda e 
arrematação a quem mais der e maior lanço 
oferecer, porquanto vão a leilão 150 (cen­ 
to e cinquenta) vacas de criar, média mes­ 
tiçagem nelore, de três a cinco anos dei­ 
dade, sem defeito físico, em bom estadosa 
nitário, bem desenvolvidas, avaliada cada 
uma por NCZ$ 600,00. 
Os animais se ~ncontram na Fazen- 
da Santa Rita de propriedade do 
• executado - Fiori Murano. A avaliação 
importa no total de NCZ$ 90.000,00 (n~ 
venta mil cruzados novos). No primeiro 
digo, em ambos os leilões os bens não 
serão alienados por preço abaixo da a­ 
valiação. Não havendo expediente em 
qualquer dos dias designados para os 
leilões,estes realizar-se-ão no mesmo 
horário e local dos dias imediatamente 
seguintes.Caso o devedor não seja en - 
contrado,fica desde já INTIADO por es 
te Edital,das datas designadas para 
os leilões. Outrossim, verificou - se 
dos autos que a ação de embargos n061/ 
89,encontra-se em grau de recurso pelo 
E.Tibunal de Justiça do Estado.Dado e 
passado nesta cidade e Com.de Bela Vis 
ta-MS,aos cinco dias do mês de desem 
bro do ano de mil novecentos e oitenta 
e nove.Eu Sarnira Lopes,Escr.Judicial,o 
'datilografei. 
VILSON BERTELLI - Juiz de Direito. 
JS8E/%3É18 SEMAIL IR 
~ Convocação - 
Ficam convidados os senhores sócios a se 
reunirem em Assembléia Geral Ordinaria a 
sen realizado no dia 20 de Janeiro de 19~0 
às 09:00 horas cm primeira convocação e,ca 
so não haja nümero suficiente, às 09:30 Ho 
ras com qualquer número, no Grêmio ~edro 
Rufino nesta cidade para deliberarem so­ 
bre a seguinte ordem do dia : 
a) - Relatório da Diretoria e Balanço Ge­ 
ral referente ao exercicio encerrado em 31 
de dezembro de 1989. 
b)- Eleição dos membros-da Diretoria e 
Conselho Fiscal para o exercicio de 
1990 e 1991. 
Obs: As chapas com os nomes dos candi­ 
datos deverão dar entrada.na secrPta - 
ria da beneficiencia Com h-=- '» na­ 
tecedência: 
Bela Vista-MS, 04 de Janeiro de 1990 
LÉO RENATO MIRANDA - Presidente BHBV. 
i Retlanar;ão ln is 
' o Bispo de Feira de Santana (BA) ,D. Sil 
vério de Albuquerque , condenou o gover­ 
no paralelo proposto pelo PT e a decisão 
da executiva nacional do PMDB de expulsar 
os políticos que não fizerem oposição ao 
presidente eleito. "Temos de acabar com 
essa falta de patriotismo e desrespeito 
ao presidente Fernando Collor de Mello":. 
"Queira-se ou não, ele foi o escolhido, 
pelo Brasil" afirmou o bispo.o 
Durante a campanhn eleitoral! D.Silvé - 
rio Albuquerque prãticamente não se pro - 
nunciou sobre política. Apenas advertiu al 
guns padres que insistiam em fazer campa­ 
nha para o PT nos 36 municípios· de sua 
diocese, onde vivem 1,5 milhão de pessoas 
. D. Silvério disse ontem que pretende usar 
seu programa semanal RÁDIO SOCIEDADE, de 
Feira de Santana, para defender urna união 
de forcas "que possa ajudar o presidente 
a acabar com a miséria e o sofrimento dos 
brasileiros". 
O Bispo defendeu a idéia de um governo 
de reconciliação nacional e disse que o 
maior_entr~ve a essa proposta é o fato de 
a poli tica partidária ser egoísta: "o Br 
sil está acima de nõs. Podemos fazer opo­ 
sicão, ter espirito crítico, mas tudo is­ 
so com responsabilidade e res_peito. Nada 
de governo paralelo ou expulsao de politi 
cos." D·.SilvP-rio garante que defenderia 
o mesmo respeito se o eleito tivesse si­ 
do Luiz Inácio Lula da Silva. 
" 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
Nossa F rnteir 
SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO 
OES 
LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOAO, PONTA 
PORÃ, 13ONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJO, 1)POIDAUANA, CORUMBA,-~ QOE, 
BODQQUENA, SIDROLANDIA E CAMPO GRANDE. 
VIAJE BEM, VIAJE COM 
A CRUZEIRO DO SUL.

# 	• 
tonando 
'l'oço de Prato 
12:00 !!::;.-Almoço r.orn 
f: r:orn 
111
u I Lo Guli:; r.hurrasr.o nn. t;cdc do 
,,,o que retorno n- r.lubc 
~1·cvPr l'O 
O 
r.olunn; 13:00 Hs.-Diaputa ela 
pols de um bom e me •ruça de Patrão 
;Ido dc~;r.anso. - 15:00 Hs.-Disputu .ia 
Ik:;cjo nPtiLc ono •ruço de Ouro 
17:00 l!s.-Enr.errorncn 
to orir.101 o ontrcg; 
doo troféus no sedo 
do r.lube 
,.• :,e inir.in,muiLu 
1 ,Saúde e Igunlda­ 
o LodoG vor:êi; que 
.i prestigiam e vn­ 
rlzarn o nosso Lro- 
r.csso " todoG I 
Gneontw 
$o 
?à 
draga0e 
~~ 'LUBE DO LAÇO SÃO ' 
t,:: ~ERALDO-B. VISTA-MS 
':: 
o Clube são Geraldo 
ngrodcce a sua pre­ 
sença. 
PARTICIPE E PRESTI- 
GIE ESTA FESTA! 111 
MARILU ROCHA SILVA 
m<ffir 
; 'II E I HN 
AI k[ MGWI Pm 
L.H[11? 
$ FINE€O t AS 
F'7A'A 
ll :>..: !A .. 
- • ,!✓l • 1 l . A 
.., .. 
J • ,. 
GUIA - llo1 ( l Pt,U~, 
l:JA IJA Fl-Hill1Ld!A -A!•/1 
VEL V!,ÍCUI/J.i -C'l'JA 
RIOMAH - :..;LHl!l,,UL-lJCíl 
DO 13111!;I L-l'O:..;Tri 11' 1:... • 
lllNGA--CASI 13HI1'1 f,,;_ 
ClSI IOUt!CErll-C' A!J/ PJ 
111GUAIA-CASI JICÇU2'J: 
ESPECIAL 
Foi r.onsngrad::i,dla 
23,12.09,no Clube Es- AGRIDECIVEtl'l'O 
portivo Belavistense 
a GlRO'rA ESTUDINTI L ' 
Circulando DE 1989,sob " rninho Ao ilu:;Lrc e dlnumlr.o 
produção. 	Prefeito Muni,:lp:.11,Sr. 
Está circulando pe- Em 2~ LUGAR-Ficou a EDSON MOHÃFS,que n3o 
lo Cidade• a .galinho Gs1,rota Castelo Bran- mediu esforço.; paro ·1 
KELLY de A. João,f:!:) r.o CRISTINA SDROIE- polar- <.!SS'.1 gr::1ncJ0 pr-;; 
tun maneça da Duende. VISKY que cs tavo r.orn moçiio, d;:inclo SUil pcii-r.-::- 
1 {i~ 
uma Super Torr.id.'.l,r.on l~ de_ r.ontribuição, - 
1 
~~ ~
•• id 	- nao sa?1..!nLe n G'Po···" 
, ~ ',# -.s. eroda o melhor tor 
O 
"·' i" 
r.ida do evento. - ESTUDANTIL.mas em Lo-· 
.J.,.~ 'fiá f/li. _Mais de 700 PESSOAS das as promoções da 
prestigiaram estares DUENDF,rPnlizildOs no l~~~~~~v 
8(LA VISTA ta estudantil. 
..FCIALIZAD : C ACERCS DE GLADEIRA; 
FREEZEES? COND! 'IA P ., 1,,·. /,P.,cJJLCÚJ;:.; 
E ELETRO-DMÉ.IS. 
bELA v:sl'A - ;.j,3 
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NATCtL .. t- •··~· 
~ . .... ... .... , 
SOf,QS. .ON)STAMi:.NTE SEM 
·UlANTES TANT' NA "it.U­ 
SÃO 3&-+A REAL.. " 
:'N1 BEM E NO MIJ., NAO ·i,EI 
-XAMóS DESER INTBSSS 
... _. -...e--- • 
TE~ ....• , 
o'TsE1A.g"ir1 
'3E ·NAO HOOVESS~• 
ºQOINTAL! 
prazer, um pe­ 
uenino poema 
da poeta LEDA 
MARINA DE CAS­ 
TRO PINTO ( LE­ 
MAR), seiva da 
pura e bela 
contribuindo 
com a nossa 
r.ul tura. 
Paschoal 
D ODER u s 
D egeon as 
. 	;,:=::,e= 
.RUA SÃO 
, 
CLEMENTE, cfcf8 • N/C 
JJilOA 
INDUSTRIA E CCl•:Éfi:10 D.:: ;,;ADEIRI-.S DI GERJU .. 
ESPECIAl.lZ/J)A Bí ?ALL:."?S E DQFY:::'.l'l"..S 
9e#Collfe 
r%o»w.6eco.l 
eam-Loe.tei..ó 1 
doe.-óilJO..ô 1 
f.et1.e.-i:t.OÃ 
~ 1:11ttu "tõ .ó 
Sete&ia4 
m.:A DA ~oLICA, .<:01 - ro::=S(G67)439-10lô 
439-1295 
'!!:' É:X 67-<:3.36 
EU Vl.STA-1•:ATO GRCSSO 00 51,;1, 
SiMERJS AUmTÍCIOS 	HRRAS!M - BEB!OAS 
ARTIGOS OE Mcmw. - COHHCCOES - CALCADOS - mrmm 
K.E N EE34t 7 AV BRASIL ,1.030 
----~-~---------- 
l .COPAGAl - COM. E REP. DE 
A CHA!IA O:E m mu• GAZ CARACOL 
av. Brasil. 1.046U24'hs~

llotary em 
O prore o de lrdím e real, em to 
dos o etoren, bafa vista a' Instala,ao 
de novi epreni no unfe[pio. A p»ri - 
vI1e!ada polco geográfica, a for,a 
de trabalho de enu povo e an potenc li! 1 !. 
dade« econômicas do mmfeIplo, fazem de 
Jardtm a "teca do udoeste". 
Alá dna Asocfaçio Comercfal, atun­ 
te, há em Jardim várfon clube ocIas, 
Indfeaton, EtIdades, um clube de ser­ 
vlo, (Ly0n,) e apora o ROTAR CITI pre 
tende, também, e Instalar em nossa cl­ 
dade. 
Vár los 1[deres da comunidade Ji fo­ 
rnm contatados e nas próximas semanas 
será marcada uma reunlio prel lmlnur. O 
ftOTftllY CLIJII de bela Vista está encarre­ 
ado pelo Governador do Dfstrto, José 
Olivn, para a]udar na Implanta;ao, sen­ 
<lo cJ uhe padr lnho. l'ura isto fora111 dc­ 
oJ gnndos oo rotarinnos Ivaldo Pcrclro 
(reprcscntnnte do Governador) e Sydney 
Nunes J,eJtc, ntual l'rcsl.dcntc do ftotary 
de Ueln Vlotu. . , ,,, 
Pnra a nosso cidade e rnod_vo de orA~ 
1 ho cm poder contar com, cloiJ ·cJ.ubos de 
serviços, os quals, evlêlcnternente, aju­ 
darão, o muito, nn concretização ele me­ 
tns sociais, sobretudo ajudando aos ma­ 
is carentes e lntegrando as várias lid~ 
ranças de Jardim. 
------ --------- .... 
Quem vive·r, 
, 
vera 
Jornal ta Feriria vai se Transformar 
lral "Geme eitios" 
Após vários estudos, a diretoria 
da Rede Belavistense, atendendo su­ 
gestões de centenas de leitores, em­ 
presários, comerciantes, industriais, 
lavoureiros e pecuaristas, resolveu 
mudar o nome do Jornal da Pecuária e 
Agricultura, para Jornal "GENTE & NE 
GOCIOS". 
Esta mudança visa atender todos 
os segmentos produtivos das comunida 
des da região, sem deixar de enfocar 
os assunt"os atinentes à pecuária e 
agricultura. Abrir-se-á um leque ma­ 
ior de alternativas, não só na linha 
editorial mas, também, no que se re­ 
fere à divulgação das atividades em- 
presariais e promoção daqueles que fa 
zem do comércio e da ind~stria o seu 
campo de atividades, com destaque pa­ 
ra aqueles que acreditaram e acredi - 
tam em nossa região, aqui traõalhando 
e dedicando todos os seus esforços. 
, classe pecuarista e lavoureira 
continuará a merecer toda a considera 
ção e espaço, e, até mesmo, estas at_! 
vidades serão ainda mais realçadas em 
um jornal "GENTE & NEGOCIOS". 
, próxima edição do Jornal da Pe­ 
cuária, semana que vem, já circulará 
com o novo nome. O seu jornal "GENTE 
& NEGOCIOS". 	--- 
d, mirro 
radoalnen o, também, 
rio povoo tais pobres e 
doente do mundo. 
Parece que uma letargia 
·ot conta de nós. É.como e e9! 
veassemo s amarrados e se m cond. 
;ões de fazer aluma coisa para 
reverter a situação. Em par e t_ 
mos que dar razão ao povo brasi­ 
ieiro por estar assim. Tanto o 
fiou na classe dominante, tanto 
nutriu esperanças de que as coi- 
3as melhoresser 
::;ou,. rir.ou dc:;r.rente. 
Lemos diariámentc noG jorn_Q 
is noticias que chegam a nos ca. 
sar nojo. Acordos e5paridos, co 
Presidente do Rotary de Bela Vista, r.havos pol Í tir.os vis, mudnnços 
Sydncy Nunes Leite, em reunião no de par tidos por r.onveniênr. ia pcs­ 
Clube, tendo à esquerda o Cel. Edson soal, tror.a de favores, cor­ 
Gonet, comanduntl! do 10g RC MEC e 
8 
pção abuso do poder e uma in- 
di i j li Ivaldo Pereira. ru ' 
re ta,o orna sta 	·lfinidode de aconter.imentos que 
voi nos di'stanciando cada vez m!: 
is da esperança que alguma r.oiso 
boa aconteça. 
o povo brasileiro está r.orn 
vergonha. Vergonha de ser traba­ 
lhador, vergonha de ser proprie­ 
tário, vergonha-. como disse Rui· 
Barbosa - de ser honesto. 
Estamos vendo nas ruas ade­ 
sivos com os seguintes dizeres : 
"Fazendeiro mesmo - trabalhador 
r.omo vor.ê" - "Motorista de taxi­ 
r.om muito orgulho". Que mal há 
cm ser fazendeiro ou motorista 
de taxi? Há algum mal em ser ban 
r.ário, balconista, engraxate, ad 
vogado, juiz de direito ou exer­ 
r.er algum tipo de atividade pro­ 
dutiva? É claro que não. O que 
está ar.onter.endo é que estamos 
com vergónha de exercer uma pro­ 
fissão honestà; porque ser tram­ 
biqueiro, legislar em r.ausa pró- 
Estratégia Terrorista 
r)" 
,. 
Lo 
que um dia can- 
Hi pouro 
mos a noici 
Campo ;r.rd 
da Câmara i 
posse da Vice-prefeita. 
por que'! Iorqa, ne5 
o preslden d, Cama1 
ria a Prefeitura. E lega.. 
Justo, é honesto isso? Ciro 
que não. Pura conveniênrio,ig 
teresse pessoal simples. 
Então o povo brasileiro 
não está certo de estar , Ges. 
crente, de Lur vcreonhD 
ser honesLo dinnLu da 
;; l 
oU 
é 
st 
er 
:° 3d1t 
fato 
ll;i 
O povo não votou em Lulas?a» 
ou Colior porque cies eram 
os melhores. Votou contra opa es 
o 
velho, o vir.indo, r.onLrD tudo 
1
ll 
isto que está ai. E parece a/ () • 
a r.lasse po.lÍ tica não pero -sdo 
beu nada. Pensa que neste a-1 e 
no vão repetir as votações a.i:: ::, -:: 
· teriores. Puro engano. O povo !:!li r 
quer renovação, quer gente n9. :s 
.l, 
va no poder. 	'·di 
Posso estar errado, ma~ ·ns ,· 
as urnas de 3 de outubro vao As! 
pregar uma nova surpresa. Uma ate, 
grata surpresa. Quem viver vgh» pc 
rá! 	ü5, 
tª .. , 
O Jornal O Estado de são Paulo , 
edição de 10/1, publicou importante 
artigo do jornalista José Neumanne, 
editorialista do Estadão, em o qual 
fala a respeito da estratégia do 
PT, PDT e Cia para fazer. oposição 
ao Governo Collor de Mello. 
O PT, que prega DEMOCRACIA, ain­ 
da não aprendeu que o POVO é que es 
colhe o seu PRESIQENTE (até que en­ 
fim) e escolheu Collor de Mello. 
Lula perdeu as eleições. 
O resultado das urnas deu o vere 
dito: Collor, Presidente. - 
O PT e Cia pretende "montar" um 
Governo Paralelo, e diz o articulis 
ta "a idéia, ou melhor, a chupacãÕ 
da idéia (copiada dos ingleses) 
evidentemente fora do lugar, por i­ 
nadequada, revela-se inoportuna, po, 
is, se pertinente no regime parla= 
mentarista, é inteiramente despropo 
'sitada no presidencialismo, onde Õ 
Governo, salvo golpes ou turbulên 
cias revolucionárias, só pode ser subs 
tituído após cumprir o legítimo manda= 
to conquistado pelo voto popular". 
Finalizando o artigo, Neumanne,diz, 
"no resumo da ópera, o governo parale-· 
lo de Lula soa como uma provocação cal 
culada de quem não está preparado a - 
ra, nos novos tempos, conviver com a 
pluralidade democrática. No fundo, não 
passa de uma estratégia terrorista que 
visa a intimidar o Governo e socieda­ 
de e que só merece a repulsa de todos 
os cidadãos empenhados em construir u­ 
ma Nação livre. Em Cuba ou Nicarágua , 
os integrantes de tal Governo já esta­ 
riam trancafiados ou enfrentando opa­ 
redon. No Brasil, te.remos de encarar 
a provocação de forma tolerante, mas 
sem perder de vista sua intenção desa­ 
gregadora. 
Como de 
exercício 
resto recomenda 
da democracia". 
o bom 
POSTO POLICl4,L DA ÁGUA _AMA· [ 
RELA, CONDIÇÇ)ES LASTIMAVEIS 
O Posto Policial situado na rodo­ 
via Bela Vista a Jardim, mais precisa­ 
rrente na Água Amarela, que tantos bene 
ficios vem prestando às r:idades da re:: 
gião, r.oibindo o roubo de carros, trá­ 
ficos de drogas e presenças de margina 
is, está precisando de uma arrpla refoi 
ma. 
Os polir.iais militares lotados na 
quele posto não têm as mínimas condi 
ÇÕes de trabalho. 
Por diversas vezes paramos no
0
pos 
to e verificamos "inloco" as precárias 
r.ondições. Faltam instalações melhores 
pàra os polir.iais, iluninação radio • 
lveir.11lris. enfim, falta tudo. • 
Sabemos que a situação da Se 
rança PÚblir.a e:n MS é precária, r.::~ 
há rer.ursos para nada. Mas algo e 
rá ser feito para minimizar os F " - 
blemas que os hunildes, mal pagos 
11 
l'S:' 
serrpre dedicados polir.iais enfrenta" 
Pelo menos dar melhores c 
dições de trabalho assistêrr:i.a perr:: 
11"...nte. No Natal, passamos por- lá, e 
podemos adiantar, foi un Natal lor.g!l 
da famÍlia, sem carinho, sem recorh 
cimentos, daqueles ~ 
que merer.em mais respeito. 
a 44a g e 
*********** «a a4 a o«t 
da Fronteira 
"ln Cara;ão da 'iate" artamenos comi 
ar Condicionado, Café da Manhã • Completo 
AVENIDA TEODORO SATIVA 
RESERVAS; 439-1487 E 439-1366 
BEL.A VISTA -

ORAL 'TPI'/MA DA FRONTE1 A 
l • 1 
A Socialização da Advocacia 
Pela declaração publicada no " Correio 
Estado " dia 27/10/89, feita pelo pre­ 
dente da Asociaçào do defensores Pá - 
[cos, deu-nos conta que em Mato Grosso 
. Sul, 95% do processas penai e 700 
s processos cíveis estão nas mãos dos 
fo~oorcu P0blicou, motivo pelo quales- 
io l'm gr'ove. • 
A Defensoria PGblica foi criada para u­ 
der aos necessitados, segundo as nor - 
is da mesma. 
~ 101 é de grande alcance social, 
01 cr iodo um orgão para a tender aos 
o, favorecidos pela sortA, no .'imbito 
diciário. 
O Defensor Público neria o advogado-do§ 
bres, daqueles que não pudessem contra­ 
ar um causidico pois, os honoririos a es 
s pagos, fariam falta para seu sustento 
ou de sua familia. 
Até a criação da Defensoria Pública a 
istiça gratuita era exercida por qual­ 
Je.r advogado ou por todos, pois não se a 
, redita que algum advogado, exercendo diu 
irnamente a profissão, não tenha atendi­ 
o um caso graciosamente. 
Para nós advogados, interioranos, sem - 
refoi e é uma satisfação atender alguém 
e esteja precisando recorrer ao Judiciá 
io pois atender, prestar assistência ã 
'quém realiza qualquer profissional. 
O advogado ao abraçar uma causa, recc - 
ç11do.ou não honoririos dedica-se de cor­ 
a e alma, dando-sé labor, dando seu sa - 
er, seus estudos em pról da mesma. 
Em nosso meio, cidade pequena, onde to­ 
os se conhecem, muitas vezes, ji aconte­ 
eu,um cliente gratuito, nos trás , nos 
ndica, para um bom srviço que nos renda 
, - ons honoririos. 
Assim, sempre atendemos e continuaremos 
atender aos menos favorecidos pela sor­ 
e, pelos nossos principias, profissio­ 
.:ns, cristãos e éticos, mesmo porque es­ 
e atendimento além dos motivos enumera - 
os, está previsto_no estatuto. _ 
Acontece que, de uns tempos para ca, a 
efensoria Pública extrauasou seu atendi­ 
público em geral e dcsaparccr - 
pois 
me­ 
do 
dos procensos civ, ·! 
bres. Será que a ra±oria do 
juo iça é de n@citado ? 
ão acreditamos. Se a De en oria Públ 
c fizesse uma triagem veria até etão a 
endonio qu,não deveriam atender e ac1- 
ma de Ludo, t rando o sustento de milha­ 
res de advogados que vivem, ou melhor,o 
brevivem apenas da profissão e dessa pro 
fissão só:rente dela man ém a. • famíliqi. 
A lei no 1060, de 05/02/50,d1z que em 
seu artigo lg: "Os poderes Públicos Fede 
ral e Estadual concederão assistência Ju 
diciárias aos NECESSITADOS..." - 
E,o mestre NüRf.LO HüFQUE DE HOLANDA , 
ensina para quem não sabe: 
"NECESSITADO - Pobre.;míseravel, indigcn 
te," 	- 
Não discutimos a greve que ó direito . 
Discutimos sim que a Ocfenooria Pública 
está nos tirando serviço ou seja SOCIAL,I 
ZANDO A ADVOCACIA: 	- 
Está na hora de parar.Prestigiemos a 
nossa classe que, como qualquer outra,lQ 
ta pela sobreviv5ncia. 	- 
O socialismo está desaparecendo do mun 
do e esti chegando aqui corno 70 anos de 
atrazo. 
- O 
*************************** 
* 	* ! KLEBER LOUPPTRO MEDEIROS! 
*************************** 
autor é 
Bela Viste-MS, 
aàvoga<lo na 
secretirio 
cidade rle 
da suhse,;ão 
4€DOR 
CARLOS A. AJARIT BORGES 
F erre 
e le 	t.t a 
Escritório Jurídic-u 
251- 1721 
251 - 1712 
IO'AFHi5 
ESCRIT IO 
FESIDECIA 
Ru	a Tnonto Bernarde	s 	n o 	s 2 6 . 
A. el. Camisão n 657 
1..RnI - ATO GOSSO DO SUL. 
Advocacia 
ITAMAR DA SILVA DUTRA 
!TALO FRANCISCO STEFANINI 
a9g29s 
Dr. Ary Coelho de·Oliveira, 480 
Fone: 251 - 18<',•,. 
de Jardim-Mato Grosso do Su'. 
ram do escritório as pequena causas ter 
to civeis quanto cri7unais. 
f de se lembrar que as grandes caa,a 
acontecem uma vez que outra o as peque - 
nas acontecem todos os dia. As arandey 
ações ão poucas e as pequenas nos dão o 
pao nosso de cada <lia, para pa~ar alu­ 
quel, secretária, revis , gasolina e 
outras despesas, inclusive a manutenção 
de nossa família, que também come, anda 
oe veste e e diverte. Não falamos aqui 
doo livros porque estes pelo preço que 
estão não se compram com honorários pe­ 
quenos. Desapareceram do eocritório as 
ações trabalhistas quo são atondidao cm 
sua totalidade pela Defensoria Pública, 
tenha o empregado que receber 100 ou tlez 
mil cruzados novos. 
Caiu em nossas mãos açao proposta pela 
Defensoria Pública onde o bem que estava 
em discução era nada menos que 190 hecta 
res de terra,isto mesmo, cento e noventa 
hectares de terras, que hoje por baixo 
valem quase um milhão de cruzados novos 
ou seja, mais de mil salirios minimos ou 
perto de 1.000 vacas que é o <linheiro ba 
se de nossa região. Por estas o outras a 
creditamos que a Defensoria esti assober 
rada de serviços, está com 95t e 70% dos 
processos penais e civeis em Mato Grósso 
do Sul. Se estivesse atendendo somente a 
finalidade para qual foi criada não esta 
ria com tanto trabalho e não estaria ho­ 
je em greve pedindo melhoria de vencimen 
to porque tem excesso de serviços. 
Se a Defensoria Pública se ativesse 
aos NECESSITADOS não estaria com tanto 
serviço pois não acreditamos que sõmente 
58 dos indiciados em inquéritos ou mesmo 
criminosos tenham condições de contratar da 01B de Jardim - Inscri,.ão OAB-MS 2697. 
Lenin não, Lennon 
Meus amigos e cu não ficamos tôtalmen- com a maconha vinda do Afeganistão, ou- 
te supresos na noite em que o Muro de viam música de rocJc,se vestiam no estilo 
Berlim caiu.Em 1979,nós éramos estudan - new wave e participavam de atividades da 
tes em Berlim,particn~n~o dA um progra- contracultura ou da cultura da saúde co- 
ma de intercâmbio da Universidade de mo as corridas de cooper,as massagens e 
Stanford.Frequentemente passávamos pelo as curas psiquicas.E apesar de todo o seu 
Checkpoint Charlie em direção a Berlim O treinamento ideológico,esses jovens esta .m­ 
riental,e lá nós conseguimos desenvolver vam abraçando Lennon,não Lenin. Retornei ra 
um circulo bastanté intimo de amizades . à U.S.A em junho último,espantado não a- om 
P.stes laços nos convenceram de que os penas com a rapidez das mudanças ocorri- ra 
dias da guerra fria já estavam contados. das desde 1985 mas .t.ambém com o papel 1 
Nós e os nossos amigos alemães-orientais derante atualmente desempenhado pelos fõ 
compartilhivamos de uma quantidade gran- vens. praças do centro de Moscou, jo- 
de demais de interesses para nos manter- vens panfletistas estão agora exiginão a 
mos eternamente afastados.Nós ouvíamos e criação de partidos políticos múltiplos. 
<lançivamos ao som dos Beatles,em trans - Em Leningrado,jovens ecologistas stão 
missões vindas de uma estação de rádio exigindo a limpeza do sistema de água.No 
ao lado oriental.Nós curtiamos 4S peças Parque GorJcy,nos juntamos a milhares de 
de Bertolt Brecht e os textos assinados jovens soviéticos que dançavam ao som 
por Ulrich Plenzdorf.Alguns de nós se a- das canções antiapartheid contidas no ál 
paixonaram. Ao longo de muitas canecas bum Graceland de Paul Simon. Em toda a 
de cerveja,fazíamos troça de tudo- Jimy U.S.A e na Europa Ocidental,o q/ se vê é 
Carter,Erich Honecker, o materialismo o- uma geração inquieta.Trata-se de uma ge­ 
cidental,os chavões comunistas e ,obviamen ração que usa jeans,jaquetas de couro e 
te"die Mauer", o muro.Para nós~e desc.on= camisetas com dizeres sacríiegos,e q/ ou 
fio p/ outros jovens do mundo inteiro, a ve o The Cure,o The Who e-o Bon Jovi.Trã 
guerra fria foi um jogo.Os nossos gover- ta-se de uma geração-cujo anseio é se er 
nos,de um e do outro lado,emitiam regras contrar,festejar,trabalhar e comerciali­ 
rígidas. f: preciso elogiar o nosso siste- zar c/ outros jovens do mundo inteiro. 
ma e é igualmente preciso falar mal do Trata-se de uma geraçãõ alfabetiza­ 
sistema do outro lado.f: preciso garantir da em-termos de computação e q/ se dedi­ 
que não se fique atris q!o aos números ca até altas horas da noite às tentati - 
do outro lado,os no dos tanques,das bom- vas de encontrar meios de acesso a coroou 
bas nucleares e dos projéteis c/ gases tadores pessoais do mando inteiro.Inde 
tóxicos.Não se pode assumir compromissos pendentemente do q/ possa acontecer a Mi 
nem tomar atitudes unilaterais em • prol Jchail Gorbachev ou a Hans Modrow,trata 
da paz.E,independentemente do q/você pos se de uma geração q/,como os seus equiva 
sa- fazer mantenha-se sempre afastado do lentes chineses na Praça Tiananmen,conti 
pessoal do lado de lã,caso contrário vo- nuará pressionando p/ ter mais liberdade 
cê poderá ~er corrompido ou enganado. A- e justiça.Os -jovens,de um e do outro la­ 
pesar de todas as regras,no entanto,deci:_ do,não estão preocupaclo9 em saber quem 
di retomar contato outra vea c/ o bloco· venceu a guerra fria. Existem culpas em 
oriental.Em outubro de 1985,lguns meses quantidàde mais do q/ suficiente para se 
após Mikhail Gorbachev ter-se tornado se rem distribuídas.Nós nos importunamos a= 
cretirio-geral do partido,realizei a mi- penas com o.fato de.q/ este jogo termi - 
nha primeira viagem_ à União Soviética.Ca noa, e queremos q/ a situação contirile 
da um das dúzias de jovens russos,ucra - assim.E dançar sobre o Muro de Berlim 
nianos e armênios que encontrei, estava· foi apenas o inicio.Equipados com boom - 
comprometido c/ a democra~i~aç~o e mani- boxes,Mac-Intoshes,gravadores de video - 
restava uma profunda oposiçao a guerra cassete,Walkmans,rádios e videofones,nós 
no Afeganistão.Eles se mostravam ansio - ultrapassaremos outras fronteiras de for 
sos por encontrar norte-americanos e so- mas q/ nossos pais jamais julgaram ser 
nhavam com a possibilidade de viajar p/ possíveis.Nós iremos subverter a velha 
fora do País deles.Um adolescente se a - divisão ideológicae dar início ao difí - 
proximou de mim e cantou a letra inteira cil trabalho de aborda.r os verdadeiros 
. do Born in the U.S.A,de Bruce prings problemas ão mundo, o aauecimento do 
teen.~•iquei impressionado com a profundi planeta e a pobreza do têrceiro mundo. 
dade das mudanças q.ue estavam ocorrendo Para os mais velhos do que nós,este é 
na u.S.1 a nível social e cultural.Esses o final da história. 
jovens estavam crescendo em cidades equi 
padas com confortos materiais totalmente 
desconhecidos pelos seus pais,mas agindo 
com o mesmo grau de rebeldia dos seus e­ 
quivalentes etários na Eropa Ocidental 
e na América.Eles faziaI:1 ex!'.}er1cnc1as 
Para nós, é apenas o princípio. 
****************** 
* . 	'* 
; MICHAEL SHUAN ; 
•***************** -

Papelaria 
FÉRIAS 
Descanso, nem que 
sejam_por duas soma­ 
nan Ja valem. 
E n6o (como fi­ 
lhos de Dcur;) também 
dcscan!'JitnOG. B CB tu­ 
mos voltando com for 
ça total para atra 
vés de nosso Comen - 
tando, deixar você 
leitor (razão maior 
de nosso empenho) na 
par do que acontece 
na Princosa do Apa. 
n EJ-.:sJRA " 
AOS AHFITRIOES 
Duprü e Márcia parabéns pela arte 
bem receber, 3. ANEL!ZE de!S<:>j:imos toda 
felicidade deste mundo. 
De parabéns 
de 
a 
u Sr.Victor Rejas que está agilizando 
o Clube do Laço são Geraldo, Muitas pro­ 
gramaçSos, entre elas a eleição da 1o 
Rainha do Clube. Concorrem duas lindas 
jovens: Renata Lobo e Ana Karina Salomão 
Marques. 
Um pouco cardio , 	« 	* * 
não poàeríamos dei- Desse concurso s dara neste final de * * 
xar de agradecer 
05 semana no Clube do ,,aço Sao Geral.do,). * * 
varo» a 'os» zera+> -= 25çf92.l 
e Ao Nevo de muita, 'é =gã<4<14 4 
Paz, saúde e Prospe- ~ _;;;:;;~ .,,,..-- -:...r. 'S;ff:::-...:. ~~~ * * 
ridadc, recebido : - -2 e--#ã±-,6q4 
se. rir»do saras- =<<2 <.,'g [.] 
nha e Sra. - cano CZ s:775:57122,, * 
Grande, tais carlos?	- - @c 
Baal e ai1ia-nos2 7 z a- ,-<C4d' 
vista, Vídeo center =<- - "=	1 4, 
ietfzia aranój e- -c 22 - z	l ]. 
la vista, Aberto o" <__ 	.n <5, 1 * 
f 
·1· ~~-,;:........~ 	• ~ ~ * 
Rondon e ami ia-C. 5 	f - = - 
Grande, valga com. ? = 	-- 
Rep. Mat. Graf.Ltda. --:::;-~ "->,J 
são Paulo, ·waldir 
Guerra - Secret.Est. 
Ind. e Com. - Campo" 
Grande, SPP - Nemo - 
S.P, Tibyricá • de 
Almeida e Sra. - Bel/5 o) 
la. Vista, ligraf 
-- São Paulo, Glaucy 
-·,.- !?iui·es e Sra. :.. Cuia 
bá, estepel com. de 
Papéis Ltda - Campo 
Grande, Dep. Fed. Ro 
sário'Congro Neto e 
Ela:nc - Brasília,M; 
nig - S. Paulo, Ar­ 
·quitécnica (João, Es 
tevão, Célia, amir 
Silvia, Beth e Car 
lel mno Grande. 
O resuJtado 
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De ANELIZE AN­ 
DRADE COELHO aconte 
ceu no dia 06701/90 
A jovem aniversa­ 
riante é filha do 
casal jornalista Du 
prê Garcia Coelho e 
Marcia. 
Ação de Graças,foi • 
assistida na Igreja 
S.Judas Tadeu em Cam 
po Grande, pelos in~ 
meros convidados que 
lotaram a Iareia. 
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- * 
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* t 
* ~ 1::5:;: * 
= S..e + 
onde haverá laçadas churra~ 'taile. 
Na pr6xirna edição comentaremos sobre o * 
resultado. 
Na Princesa do Apa, esteve animadíssi­ 
mo no Gremio Pedro Rufino. ·S6cios e con­ 
vidados lotaram o salão. 
Já no Clube 
Belavistense, apesar da música boa, 
pouca gente prestigiou. S6cios : " "Não 
podemos deixar o tradicional "MORRER",va 
mos colaborar e prestigiar o que é nos - 
so ". 
Anivers.ariou 
O casal Duprê rece 
beu em grande estilo 
para uma linda recep 
cão os convidados no 
salão Paroquial da I 
greia S.Judas Tadeu. 
A l!lE 
Com sua meiguice e 
beleza suave, rece - 
bia os convidados 
com a felicidade es­ 
tampada em seu sem - 
blante, afinal há i 
ãade mais bela do 
que" 15 Anos "?. 
No dia 24/12/39 
NHEIRO LINO". 
Felicidades!!!: 
a "Sra. 
Já no ·dia 
DIVA PI - 
Anexa ao Jorn 
Tribuna da Front 
ra, tom para ve: 
cadernos do l,4,6 
10 o 12 matérias 
pel para prese, 
cartolinas 
cores,papel cr 
papel a!naco c/ 
ta o em pauta 
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50 folhaa não c:ip 
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* 	. comprove ! 
* 	Qualquer infcr:r. 
:l] Cozia te Fazenda " s i 
Cosmético 
Naturais 
o 10 livro da Poetiza Campograndense PA 
QUEL NlVE!Il.A, chillna-se " VIA SACRA ". 
Agradeço pela lembrança. E você leitor 
(a) será brindado com esta poesia chamada 
"Cozinha de Fazenda ". 
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Recebi 
Na fazenda 
Era duro o batente na cozinha, 
De manhã cedo 
Arroz carreteiro quente 
Que tropeiro não pode ir pro 
Campo de barriga vazia, 
Depois o leite vindo do man­ 
gueira 
·o requeijão entre seauilhos; 
Os restos esquartejados da vaca 
Caãa qual pro seu destino 
Mocotó pra geléia,. 
Tripa pra linguiça, 
Costela pro forno; 
E tem a hora de carregar mate 
Ue descascar mandioca 
De amassar chipa, 
De curar queijo, 
De curtir goiaba, 
De limpar peixe, 
De fazer sabão, 
Eterna luta 
Com água 
Com fogo, 
Com gordura, 
Com pena, 
Com escama, 
Com casca, 
Com f_aca e facão. 
e 
e: 
U 
1. 
09/01/90 tez anos a Sra.Marilene (Xari) 
Moraes. Um churrasquinho para os mais in­ 
timos, aconteceu na residência de seu so­ 
gro Prefeito Edson Moraes. Parabéns, ... 
"PARA CONSEGUIR A GRAÇA DESEJADA" 
e 
Confio em Deus com todas as minhas 
forcas ... 
Por isso peço a eus que ilumine o 
meu caminho concedendo--me aquela gra 
ça que eu tanto desejo. Amém. 
OBS: Mande publicar e verá o que vai 
acontecer no 430 dia. 
D.a°. 
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i 
Na fazenda 
Era duro o batente na cozinha 
Cozinheira tinha sempre peito 
De tábua, 
Mãos com barbatanas, 
E olhos melanc6licos 
De quem-cria filho enroscado 
No fogão. 
Na fazenda 
A padroeira da cozinha 
Era Santa Marta, 
Quando, de noite, 
Chegava homens a cavalo 
Contando as histórias dâ cidade, 
E se aglomeravam como carneiros 
No galpão, 
Rezava-se pra Santa Marta, 
Pra que ela garantisse mesa farta 
E aplacasse tânta fome 
Tanta sede que se·tem nesse mundo. 
Na fazenda 
o estômago 
Parecia querer devorar o âmago 
ae todas as coisas. 
_ 	" T AD	E U 	E JACIARA" 
se· uniram em . 
matrimônio 
sábado 
p.p. 
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****** .. * 
***** 
*** 
* 
"O QUE ELES PODC 
FAZER POR voce·: 
e bom conhecer 
pouco mais sobre 
propriedades d 
principais elernen 
tos que entram 
composição dos co 
méticos naturais 
tanto para usá- 1 
em máscaras casei 
ras como para sa 
se o produto 
diz conter uma de 
terminada substâr, 
eia está cumpri 
m<"!:c;mo seu papel. 
* MEL - Um dos m 
cotados na cosrae 
logia por suas p 
priedades tônica 
bacterizadas. Nu 
os tecidos e as 
mi ficaçSes nervo 
subcutâneas, se 
do assim para re 
gorar ou ajudar 
cicatrização de 
rimentos oa quei 
duras.É bcm lemb 
porém, que o 
rrão deve ser apl 
do diariamente d 
to sobre a pel_!:• 
uso constante 
acabar ressecar? 
irritando a pe. 
la superficial 
pele, Com o mel 
dor-o oreparar 
casa coquetéis G 
,géticos ,máscaras 
ra rosto, corpo 
cabelos. Todos ~e 
ser de uso ire 
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• 	+a pe 
recuperar v-" • 
seca e enrug%}! 
mel pode aJll. 
desde que o ut 
ze como ali 
ou como. copo 
• de um cosmético 
nipulado. d 
Entre os pro 
tos à base de 
selecionamos . 
guns para voce' 
* Da. Payot - Li 
própolis, par 
les oleosas. 
+ DA REVLON 
tural HoneY 
o corpo. 
DA ELLA - X 
de mel Neopon,. 
ra cabelos danl. 
cados. 
edi 
:r-;ra próxilnª 
dare.mos mais a 
mas dicas de 
za .Aquarde.·'