BELA VISTA MATO GROSSO DO SUI, ANO XVIII NO 902 17 DE PEVREIRO DE 1990 
REDATOR CHEFE: IVALO PEREIRA 
as 
l 
11· LEI( O API CORTE 
M Marca la Tradição 
O Sindicato Rural de Bela Vista promo., 
veu dia 09 de Fevereiro pp. mais um gran­ 
de Leilão APA CORTE, que pela 17il edição 
marca a nossa fronteira com uma reunião 
de inúmeros pecuaristas e criadores da 
região. 
O tapersa~ do Parque de Exposições de 
nossa cidade esteve completamente tomado 
por inúmeros vendedores e compradores.No 
total geral foram comercializados l. 023 a 
, nimais, com as vendas atingindo as cifras 
de NCZ$ 6 .111. 500 (seis milhões, cento e on 
ze mil e quinhentos cruzados novos) . A mé 
dia geral foi de NCZ$ 5.974,lO(cincomil, 
novecentos e setenta e quatro ruzados no 
vos e dez centavos) por animal. 
Participaram do 170 Leilão APA CORTE, 
como vendedores, os seguintes pecuaris - 
tas: João Bismarck Nunes Rondon, Candida 
Amaral Fernandes, Leandro .lcioli de Sou­ 
za, José Luiz Loureiro, Pionici Piassi, 
Pery Almeida Melo, João Loureiro Pinhei­ 
ro, .ltonio Maria Nunes· Rondon - q~e re­ 
cebeu destaque no Leilão por vender 500 
animais de ótima qualidade - Luiz Fernan 
do Nunes Rondori, Sebastião Milton Rosa, 
.la Maria Loureiro Ocariz, Edson Medei - 
ros de Moraes e Adhemar.Godoy. 
Marcaram presença_ ativamente no 170 A­ 
PA CORTE como compradores: Agropecuãria 
Caracol, Edson Moraes, Fazenda Piuva, Fa 
zenda São Alfredo, José Ronaldo Borges , 
Fazenda Itapuã, Mareio Rodrigues Gonçal­ 
ves, Ariovaldo C. Ferreira, Fazenda Santa 
Luzia, Fazenda Chernozen, Fazenda Nova 
Querência, Fazenda são Rafael, Adelar A. 
Zart, Marcos Rondon, Roberto SimÕes,Cri~ 
tina Cardinal Rondon, Olímpio do Amaral 
Cardinal e Fazenda Sinuelo. 
Dos 1.023 animais leiloados, 839 fo­ 
ram machos para corte, 155 fêmeas de cor 
iia.os ;its 
pl 
1c 
), 
ad 
l)J 
. As ofertas que marcaram o 170 Leilão~ 
paCorte foram: Para ".lcácia Branca":NCZ$ 
6.800,00(Seis Mil e Oitocentos Cruzados 
Novos), doados pela Sra . Ana Maria Lou - 
reiro de Ocariz; A PRONAV MUNICIPAL rece 
. beu do Prefeito Edson Medeiros de Moraes 
NCZ$ 6.800,00(seis mil e oitocentos cru­ 
zados novos); Já o Sindicato Rural rece­ 
beu o maior número de doações: NCZ$4.SOO 
00(quatro mil e quinhentos cruzados no - 
vos), doados por Sebastião Milton Rosa; 
NCZ$ 10.200,00(dez mil e duzentos cruza­ 
dos novos) doados pela Agropecuaria Car~ 
col; NCZ$ 7.200,00(sete mil e duzentos / 
cruzados novos),doados pela Fazenda San­ 
ta Fé; NCZ$ 7.000,00(sete mil cruzados/ 
novos),doados pela Fazenda Santa Helena; 
NCZ$ 6.500,00(seis mil e quinhentos cru­ 
zados novos), doados pela Fazenda Coque1 
.... o. 
Com o sucesso de 
ais um Leilão APA 
CORTE, pela décima 
sétima edição, a 
classe dos pecuáris 
tas e produtores .r~ . .,, 
rais de nosso muni 
cipio, muito digna 
mente representa - 
dos pelo Sindicato 
Rural de Bela vista 
constitui-se hoje, 
indiscutivelmente, 
num sustentãculo im 
prescindivel ao de 
senvolvimento e ao 
progresso desta ci 
dade fronteiriça. 	i. 
Na foto ao lado 
o Presidente do_Sindicato_Rural de Bela 
vista, Luiz Fernando Nunes Rondon(Lili). 
' 
1 
l . 
» 
1 
t 
i, ~ 
TRIBUNA I FRONTEIRl-18 INOS 
Comemoramos neste 
dia 20 de fevereiro, 
18 anos de circula - 
ção, ingressamos no 
19o ano, quase duas 
décadas. -- 
Foi·uma ê:omc.mora­ 
ção simples, um chur­ 
rasco com os funcio­ 
nários, trocando idé 
ias e relembrando fa 
tos,ocorridos no pas 
sado. Com bastante hu 
mildade reconhecemos 
que muito já fizemos 
pela imprensa inte - 
riorana, só o fato de 
a TF comemorar 18 a­ 
nos de circulação i­ 
ninterrupta já é uma 
vitória. Uma vitória 
de todos nos. 
l'ormamos nentcr, 18 reflete a alma do po­ 
anos muitos profis - vo, seus anseios e su 
sionais e criamos as as esperanças. Por i 
condições para o sur- soa IP alcança hoje 
qimento de outros jor a sua maioridade, 1 
na1s na req1ao. r anos. 
Fiel à sua 
0
linha Durante os anos de 
de independência,com 1986 e 1989 passamos 
prometido com os va- os piores momentos na 
lores maiores da co- história deste scmaná 
municacão, TF é parte rio, todos os lucros 
da história da impren obtidos foram aplica 
sa do interior do Bra dos... NO PAGAMENTO 
sil. 	DE JUROS ASSASSINOS, 
Não se mede o ho- E 'I'AXAS CRIMINOSAS. 
roem pelos valores ma Nem por isso sus­ 
teriais, e um jornal pendemos a circula - 
prova o seu valor no cão da TP, ou dos ou­ 
decorrer de sua exis tros jornais da Re­ 
tência. Se sobrevive de. 
às crises, à luta do Lembramo-nos de um 
dia-a-dia, é porque dia, quando um empre 
-Em Março 
ili Especial te Rente e 
fonia %pairá 
Gani anil? 
No transcurso 
189 aniversario 
JORNAL TRIBUNA 
FRONTEIRA; O Coman - 
dante; Oficiais e Pra 
ças do 100 Regimento 
de Cavalaria Mecani­ 
zado - "Regimento A 
tonio João" - tem a 
satisfação de cumpri 
mentar este renomado 
e importante órgão de 
imprensa de nossa ci 
dade, que tem exerci 
do com independência 
e ponderação sua no­ 
bre função na socie- 
dade. . 
Ao seu diretor I­ 
VALDO PEREIRA e a to 
dos os integrantes do 
periódico, desejamos 
continuado sucesso e' 
êxito em suas reali­ 
zações. (Na foto ao la 
do o Cmt. do 100 RC Me 
canizado,'TEN.CEL Je 
siel Gomes Ribeiro) • 
sário do setor per­ 
gunlou oc querirunos 
vender a 'I'Y, e on ou 
tros jornais da RE­ 
DE - simplesmente a 
nossa resposta foi 
NÃO. Mas não expli­ 
camos ao empresário 
que o cspirito n5o 
está à venda. 
Tribuna da Fron­ 
teira é uma idéia-u 
ma idéia viva, e i­ 
déias não se vendem. 
Assim como o espíri 
to. Ele cresce, se 
renova e e trans - 
forma num verdadei­ 
ro caminllo de luz. 
FELIZ ANlVERSÃ­ 
RIO TF. (PP) . 
Informe TF 
P r Ubaldino Rodri 
Medico .llberto Rondon. 
o Jornal "A Critica", de Campo 
Grande, publicou na primeira pagl 
na edição do dia 18 de fevereiro 
a seguinte noticia:. . 
comentários: Circulando pela ci 
dade nos ultimos dias comentarios 
de que o médico Alberto Rondon(e:i5 
PFL e atualmente no PST), podera 
ter a sua candídatura a deputado 
estadual com apoio do Deputado Fe 
dera.l Gandi Jamil. Aliás dizem a . 
tê que pelo PDT ele' teria bem ma 
is chances do que pelo PST. 
Esta notícia foi veiculada pe­ 
lo respeitável jornal de Campo 
Grande com isso, provavellllente,o 
médico Alberto Rondon apoiará Gan 
di Jamil ao Governo do Estado. 
do 
do 
DA 
Neste· dia 22 o 10 Regimento de Cavalaria Meca­ 
nizado - "REGIMENTO ANTONIO JOÃO" - estara compl~ 
tando 151 anos de existência •. 
Como parte dos eventos programados para as co­ 
memorações da data, esta historica organizacao,m1 
litar do nosso Exército realizara uma solenidade] 
Militar e várias competições esportivas entre os 
seus Esauadrões, aue acontecerao no dia 22 a par­ 
tir das 07:30 hs, com o seguinte programa: 07:30/ 
hs - Solenidade Militar e Exposiçao de Material ; 
08:15 hs - Corrida do Facho 10X1.000m- revezamen­ 
to no campo de Pólo; 08:45 - Final do Futebol de 
ea~po; 10:30 hs -Final do Futebol Sete. . . 
Comandante do Regimento, Ten Cel Jesiel convz 
da a todos os belavistenses a resti iaremo e:vento. 
CI 
Não é hora de cri­ 
ticar e nem de levan­ 
tar poeira em alto 
mar, é hora,sim, de pi 
saro solo forte da 
realidade e somares- 
sf orcos e Vontade . 
forços e vontades, vi 
sando o crescimento e 
a união da família do 
GRÉMIO PEDRO RUFINO. 
Após reunião, nós, 
abaixo assinados, que 
estávamos com peque-. 
nas desavenças COJ11 a 
atual diretoria, nos 
entendemos e estamos 
prontos a formar a 
grande corrente da u- 
e 
nião. Todos juntos 
unidos e coesos,va 
mos à luta e fa.zer 
do GRÊMIO PEDRO RU 
FINO aquilo que se 
pre foi, o maior e 
melhor clube do Sudo 
este e fronteira. 
Jco Kalife, Mario Var 
ges, Raul Qscr Fran 
des Ad

1. I J IA D,A 
PT A - 
- Contrato de trabalho 
Decreto n· 05/90 
Ah]"I TE DO PIETTITO E 29 DE JANEIRO DE 1.999 
Tdon Medeiros de Moraes, Prefeito Mu­ 
nicipl de Bola Vista Estado de Mato Gros 
so do Sul, usando das atribuções que Lhe 
são conforidas o de acordo com o disposto 
cm Arl1go 120 da Lei Complementar n° 07 
do 20 de Novembro de 1. 9fll. 
DECRETA: 
lnTIGO lD) - nos termos da Lei Municipal 
no OJ0/89, Artigo 1o fica aberto um crédi­ 
to ldicional Suplementar no valor de NCZ$ 
200.000.00 (DuLentoc mil cruzados novos), 
a ser designado nas oeguintes Dotações or 
çarnen Liirio::i. 
02.00 - EXECUTIVO 
02.05- SECRETARIA DE FAZENDA 
3.l?-Outros srrv. e Encargos ·..40.000,00 
4.351-1mort.da Div.Contratada..100.000,00 
O?.. 08··SECRET1RIA DE VIAÇÃO E OBRAS SERVI­ 
ÇOS POBLICOS: 
, 	1 
J.131-Remun.de Serv. Pessoais ... JO_,ooo·,oo 
0?..09-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONO 
ICO 
3.131-Remun.de Serv. Pessoais ... 30.000,00 
SOMA .. 200.000,00 
ARTIGO 20) - para cobertura do presente 
crédito suplementar foi cancelada a impor 
tancia de NCZ$ 200.000,00 (Duzentos cruza 
dos novos) das seguintes Dotações Orçamen 
tãrias. 	- 
02.00 - EXECUTIVO 
PREFEITURA MUNICIPIL DE BEll VISl"I • MS 
suas propostas até às l1:0 (onze) hor 
do dia 26 de fevereiro de 1.990, na Ao - 
cretara unicipal de administrção à 
prefeitura Municipal do 'ela Vista, 
à Rua Santo A[onso, 660, 79.260 - 
Vista - MS. 
2.2- As proposta deverão ser datiloar 
fadas em duas vias sem emendas, rasura4 
ou borrões, onde os proponentes dever~ 
fazer constar, além do valor proposto, o 
nome, endereço no do R.G e C.P.E no cazo 
de pessoa física e C.G.C/MF no caso d 
pessoa Jurídi.ca; 
2.3 - As propostas propriamente ditas 
a. identificação dos proponentes serão co 
locadas cm envelopes lacrados, com a in 
cricão em urna dai; faces e.xternan,os <hzõ 
res: - Prefeitura Municipal de Bela Via·: 
ta - Edital de Licitação no 002/90 - Con 
corrência Pública para alienação /1(' ~e:;•i 
imóveis,e na outra face, o nome e (~clern 
ç0 do proponente. 
3 - DA ABERTURA E TULGAMENTO 
3. 1 - As propostas ser ao abertas iis 11: ao 
hs ( pnze horas) do dia 26 de. feveriro 
de 1990, nas dependências da pro f"c1 tura­ 
Municipal de Bela Vista-~S, pela comissio 
especial de licitação. 
3. 2 - para julgamento das propostas apre­ 
sentadas, obedecidas às disposições do 
presente edital, considerar-se-á vencedo­ 
ra a de maior valor_·apresentadq. 
3. 3 - As propostas que não atenderem as 
condições estabelecidas pelo presente edi 
tal, serão automaticament.e desclassifica­ 
das. 
3.4 - o proponente no ato de entrega da 
proposta, dey~rá recolher junto a tesoura· 
ria da Prefeitura Municipal de Bel:a Vist; 
o valor correspondente a 10% (Dez por cem 
to) do montante proposto, ficando 90% (r 
venta por cento), suJeitos a reco'lhimento 
no ato de divulgação do vencedor da pre - 
sente concorrência pública. 
4'~- DISPOSIÇÕES GERAIS 
4.110-0bras e Instalações 200.000,00 
SOMA 200.000,00 
ARTIGO 30) - Este decréto ~ntrará em vi­ 
gos na data de sua publicação. revogadas 
as disposições em Contrári'o. 
Bela Vista_-_MS, 29 de janeiro de 1.990. 
EDSON MEDEIROS DE MORAES 
Prefeito Municipal 
ATOS DO PODER EXE 
FINO N 001/90 
GABINETE DO PREFEITO EM 31 DE JANEIRO 
1. 990 
DE 
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu­ 
nicipal de Bela Vista,Estado de Mato Gros 
so do Sul, no uso de suas atribuições le= 
gaís, e conferidas de acordo com o dispo­ 
sitivo da Lei·complementar no 07, de 20 
de novembro de 1.981. 
RESOLVE: 
CONSTITUIR COMISSÃO 
- Composta de: DR.Ivan Afonso da Costa 
Marques, Roney Moraes Simões e Farol­ 
do Braga Cavalheiro, com a finalidade de 
apreciar recursos, interpostos por candi­ 
datos a provimento dos cargos constantes 
do Edital de Concurso nQ 002/89, sobre à 
omissão de nome na l"ista dos inscritos e 
. sobre os casos omissos, observadas as nor 
mas_legais e regulamentares aplicáveis ã 
especie. (Port.n? 012/90,de 08.01.90). 
blOMEAÇÃO 
tono Tzaias, devido a 
invalidez, à partir de 
no 018/90, de 76.01.90 
do funcionário An­ 
aposentadoria por 
01.09.89. ( Port 
) . ' 
SUSPENDER COtlTRATO DP. 'IAABA ,!!O 
_- Dr.Fernando de Fleitas Elias,. para 
cer o cargo de secretário Municipal 
Saude e assistência social, à partir 
(Port.NO 009/90, de 18.01.90). ' 
- Os senhores: José Bonifácio de Moraes - 
Secretário Municipal de Fazenda; Ricardo 
de Souza Rosa - Secretário Municipal• de 
Viação, Obras e Serviços urbanos e Janeti 
FEsti - Chefe de gabinete, para sob a pre 
sidência do primeiro comporem a comissão 
permanente de licitação (Port.NQ 011/90, 
de 63.01.90). 
- Maria Auxiliadora Nunes Boccia para e- - , 
xercer o cargo de secretária Municipal de 
Administraçao, a partir de 22.01.90. (Port. 
no 013/90, de 22.01.90). 
- Claudionor Rodrigues, para exercer o 
carqo de assessor na assessoria de desen­ 
volvimenta bconomico, à partir de 22.01. 
90. {Port.NO 014/90, de 22.01.90) 
- Maria da Graça Schwanz da Costa Marques· 
para exercer o cargo de Diretora da Esco­ 
la Municipal de' lQ Grau Jarbas Passa 
rinho, à partir de 29.01,90 (Port.NO 0207 
90, de 30.01.90). 
DESIGNAÇÃO 
exer 
ae 
de 
- Do funcionário Emetrio Medina,pelo pra 
zo de 03 (tr) ano a partir de 24.01.90 
23.01.93, onde exerce a função de cnca- 
nador na secretaria de viacão, obras e 
serviços urbanos. (Port. no 017 /90, de 
24 .01. 90). 
• CONCl:;DER FtRIAS REGULAJAENTARF:S 
- A funcionária Constancia Loubet Febro -­ 
nio, relativas ao período 88/89, à partir 
de 02.01.90 à 31.01.90. (Port.NO 001/90 ,, 
de 03.01.90) 
- Ao funcionário Antonio Jorge Nunes, re­ 
lativas ao periodo de 88/89, à partir de 
02.01.90 à 31.01.90. (Port. no 002/90, de 
03.01.90). 
- Ao funcionário Aladv dos Santos,relati­ 
vas ao período de 88/89 à partir de 02.01. 
90 à 31.01.90 {Port. NO 003/90, de 03.01. 
90) . • 
- Ao funcionário Bonifácio Fernandes, re­ 
lativas ao período de 88/89, à partir de 
02.01:90 à 31.0l~~o (Port.NO 004/90 de 03. 
01.90). 
- Ao funcionário ·sandro José P.Toledo, re 
!ativas ao período de 89/90, á partir de 
08.01.90 à 06.02.JO. (Port.NO 005/90, de 
03.01.90). · 
- A funcionária Dionisia Ibanhés Gonçal - 
ves, relativas ao periodo de 88/89, à par 
tir de 08.01.90 à 06:02.90. (Port.NQ 0067· 
90, de 08.01.90). 
- A funcionária Aparecida de Lourdes M.da 
Silva; relativai ao período de 88/89, à 
partir de 04.01.90 à 02.02.90. {Port. NO 
007 /90, de 09. 01. 90). 	. 
·_ A funcionária Ester Lima Gonçalves Gon­ 
zales, relativas ao período de 87/88, .à 
partir de 09.01.90 à 07.02.90. (Port. NO 
008/90 de 09.01.90). 
.- Ao funcionário Domingo Jara, rela tivas 
ao período de 88/89,· à partir de 17.01.90 
à 15.02.90. (Port. NO 010/90, de 17.01.90) 
- Ao funcionário Jair dos Santos, relati 
vas ao período de 89/90, à partir de 23 • 
_01.90 i,21.02.90 (Port.NO 015/90, de 23. 
01.90). 	. 
- 1o funcionário Eduárdo Antonio 
relativas ao período de 89/90, à 
de 24.01.90 à 22.02.90. (Port.NO 
de 24.01.90). 
- Ao funcionaria José Nogueira, relativas 
ao período de 88/89, à partir de 26.01.90 
(Port. NO 019790, de 29.01.90). 
- Ao· funcionário Bernardo Espinosa, rela­ 
tivas ao período de 89/90, à partir de 30 
01.90 a 28.02.90. (Port. 021/90 à 30.0'. 
901. " 	' 
- ~ funcionária.Maria Cláudia de Souza 
relativas ao período de 88/89, à partir' 
de. 01.01.90 à 30.01.90 (Port.-NO 023/90, 
de 31.01.90). • 
- Ao funcionário Dionisio Chimenes rela 
tivas ao período de 88/89, à parti; .de 
01.01.90 a 30.01.90 (Port. N 024/90, de 
31.01.-90). 
- .. Ao funcionário Romincio da Silva, rela 
tivas ao periodo de 88/89, à partir, de 
01.01.90 à 30.01.90 (Port. NO 025/90, de 
_31.01.90). 
CUMPRA-SE 
corrêa , 
partir 
Oi6/90 ,· 
- A Funcionária Vera Lúcia Pinheiro, para 
exercer a função de prof'essora p 1 na es 
cola Municipal de lo Grau CastelinhÕ 
Encantado, à partir de 01.09.89. (Port.nQ 
0:12/'.lO, de 31.01.90). 
REC!SÃO 
Bela Vista-MS,31 de janeiro de 1.990. 
EDSON MEDEIROS DE MORAES 
Prefeito Municipal. 
EDITAL DE -LICITA- 
0 N 002/90 
4.1 - A área a ser alienada, objeto da 
presente licitação, encontra-se à dispo­ 
sicão dos interessados para vistoria, de 
vendo o mesmo dirigir-se as dependências 
da Prefeitura Municipal àe'Pela Vist~-vs 
• onde será prestada maiores informações e 
esclarecimentos sobre a árP.a, no horário 
das 7:00 hs ás 11:00 hs e das 13:00 hs 
às· 17: 00 hs de segunda feira à sexta-:-:ei, 
ra. • 
4.2- A prefeitura Municipal de Bela ViE_ 
ta - MS, reserva-se o direi to de rejei - 
tar todas ou quaisquer propostas, adiar 
anular ou revogar a presente licitacao , 
em qualquer fase, sem que caibam aos pr2 
ponentes o direi to, reclarrações 011 inde­ 
nizações. 
4. 3 - Maiores informações ou esclarecie 
tos. sobre o presente edital poderão ser 
obtidos_na secretaria Municipal de ad» 
nistracão da pref.ei tura Municipal de Be 
la Vista - MS; sito à Rua.Santo Afonso ' 
660, nos horários normais de expediente. 
Pref:eitura Municipal de Bela vista 
MS, aos sete dias do mês de fevereiro do 
ano de hum mil novecentos e noventa. 
EDSON M. DE MORAES - Prefeito Municipal 
"CONCORRÊNCIA POBLICA PARA ALIENAÇÃO 
BENS IMÓVEIS". 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso do Sul, torna-se p@ 
blico a quem interessar possa, que, nos 
termos do decreto-Lei Federal no 2.300/86 
e demais atos pertinentes à espécie, en - 
contra-se aberta a concorrência pública 
para alienaçao de bens imóveis conforme 
descrição abaixo,· no estado em que se en­ 
contra, pela melhor oferta à partir • de 
NCZ$ 10.000,00 {Dez mil cruzados novos) 
0 
hectare, conforme avaliação prévia, atri­ 
buida pela comissão para, esse fim e for­ 
ma do presente edital. 
1 - OBJETO 
Alie.naçao de 220,0000ha (duzentos e vin 
te hectares) de terras localizada na zona 
rural, neste manicipio. • 
EXPED !ENTE • 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(Fundado g 20/2/1972 - Fundador: Ivaldo Pereiral 
Diretora-Administrativa Maria Estela V. Pe
r
e!r• 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Gerente: Gilson Silva Santos 
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Fotolitos: Job Mello. • 
Impressao: Rudel Soares da Mota 
Composicâo: Gisele Ap-arecida Loubet - Rosenild• 
Rodrigues - Elenir. Qu:intana 	· i 
Ar 	• ater>· e: Renata Miranda Silva e Pasc}io_al Mit· cor 
otf@tas: Plana, A1n, AE, Agencia Bras!11? ,,G 
respondentes em Campo Grande, Brasília, Sa - 
lo e Rio de_ Janeiro. 
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Sucursaü;: Antonio João, Jardim., Bonito, 
Murtinho e Caracol. 	:i!1 
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FrLrDo A_Dgog_AS)_E_AAJO ,: 
Representante para todo o território nacio ,!>ri; t 
TÃBUL VEICULOS DE COMUNICAÇÃO - Rua i de ,55-- 
282 - SQ andar - Fone: 011-255 - 2579 e - 
3499. 
• entregar 
H SSSIATNdi 20o. 
DE 
2 -- DAS PROPOSTAS 
2 .1.6s interessados deverão

JORNAL, TRIUMA DA FRONTEIRA 81:J,A VI6TA MATO GRO!JSO 00 SUL 17 DE FEVEREIRO DE 1990 
INFORME 
.. 
, ' A populaçao belavis - 
tcnsc tomou c-0nhécimc_n­ 
to esta semana, atravesl 
de noticiário na tclcvisao 
e nos jorncis dn capital/ 
do Estndo, do verdadei­ 
ro massacre de emas que 
vem ocorrendo ja ha al­ 
gum tempo na região de 
Caracol, p·roximidndes e/ 
o Rio Apa, mais precisa-· 
G 
- t m Foco 	mente n!,, Fnzcnd11 Barrnn 
a as e 	co, de propriedÓdedo co7 
- tl	ri@rir s 
p _, 	A«a.-, 	4' do Gomes de Melo. - 
Segundo as informaco 
es, a matança vem sendo 
praticada por caçadores/ 
paraguaios que agem no 
período noturno, _dificul/ 
tando a fiscalizaçno. O I­ 
BAMA e a Polícia Fede­ 
ral ja estiveram na area, 
a matança foi constatada 
mas no entanto, devido 
a extensa área_da Fazen 
da a· localização dos cn/ ~ 
çadores níio foi possível. 
O Diretor de Fiscaliza 
cão do IBAMA, Salvador 
de Barros, afirmou que a 
qunlquer momento o or - 
gão bem como a Policia / 
Federal estarão descnvo_! 
vendo diligencias no sen 
tido de coibir tais açoes 
que vêm sendo intensifi­ 
cadas devido ao período/ 
de carnaval, quando as 
penas das emas, como as 
de pavão e araras, alcan 
çam altos preços em dola 
res, podendo serem ven­ 
didas tanto para carnava 
lcscos no Rio de Janeiro 
como para outros proses. 
POLÍCIA 
FEERA 
J 
s 	L 
o 
s 
i 
Nelma Kclly 
s 
Ariete Borsato 
.!. 
Eleições na Liga E p r 
tiva Belavistens 
r 
Leiia Palhano 	Iara 
1 
"supurri" de belíssimas fotos de cinco 
Em nossa coluna esta semana um P - . • ti epresen - 
illtinhas "ardinenses que com muito charme, elegancia e simpatia r _. 
t 
1 
u1h • din Nelma Ke
11
- Aríete Borsato, Laura Lei- am a beleza da m er jar .ense. ....., • - . 	. h 
t 
1- e - il tram nossa paina esta semana numa to e, Leila. Palhano e ara orrea us _.,,- . . N · _ 
lllena""'m à todas as mulheres qu. iuiegram a sociedade jardinense. (a pro 
• 'o 	• • - d :. io da TF estaremos escO - 
ima, semana, por ocasiao da ediçao de aniversaric __., cardem. 
lhendo algumas gatas belavistenses para colonr nossa ediça.o. Agu 
MASSACRE 
EMAS 
Até o proximo dia 28 de Fevereiroa L,a 
qa Esportiva Belavistense estar@ recelen 
do as inscrições das chapas concorrentes# 
à nova diretoria da entidade, que poder ao 
ser entregues no Clube Esportivo Irlavis­ 
tense. 
CENSURADA CENSURA AO CMNAVA, 
"O c,u:nuval é urn a Lo de criação coloti 
va e a cultura brasileira não pode er sub 
metida à censura", afirmou o membro do Con 
scl ho de Defesa da Liberdade de Criação e 
Expressão do Ministério da Justiça, Marco 
Vinicio. se os carnavalescos quiserem u­ 
sar palavrão e nu, ninguém pode censurar/ 
porque contraria a Constituição que qaran 
te o direi to d·c libcrdude de Cr.lacuo e 1~ 
pressão", defendeu o conselheiro. 
Pel.o exposto, verificamos que ate mes-­ 
mo as quase sempre ríg!dan autoridadoa da 
censura brasileira cstao no adaptando aos 
tempos modernos, onde muito pouca coisi:, / 
ainda é proibida. Com isso, samba no pé,a 
legria, descontração e todo mundo muito a 
vontade para a festa do Momo/90. 
CARNAVAL PARA RICO EM BELA VISTA!! 
Inúmeros belavistenses, entre eles tra 
dicionais foliões da Princesa do Apa, es­ 
te ano não estão nem um pouco animados pa 
ra este Carnaval. O motivo, altos preço~/ 
de mesas, ingressos e bebidas que estarão 
sendo praticados nos clubes da cidade. Se 
rià interessante, nesse sentido, a titulo 
de esclarecimento, que os diret<;>res do Gr~ 
mio Pedro Rufino e do C.E.Belavistense di 
vulgassem os preços que estarao sendo co­ 
brados neste Carnaval, com isso aqueles q/ 
não tiverem condições de pularem o Carna­ 
val terão tempo hábil para programarem ou 
tras atividads para o periodo. Por incri­ 
vel que pareça, até agora diariamente hou 
vem-se perguntas como: "quanto vai custar 
a mesa no Grêmio? e no Belavistense? Quem 
vai tocar no Grêmio? E no Belavistense? ~ 
verdade que é com som? etc ... 
08RAS DO HOSPITA 
Sinceramente, já estávamos cem saudades 
e com uma grande vontade de falar wnas ver 
dades a respeito do Senhor Governador dÕ 
Estado, Marcelo Miranda Soares. Parece q/ 
o mal é de familia, pois o seu irmao, Dr. 
Z.,..ilton Miranda, vêm demonstrando neste pe­ 
ríodo em que se encontra_à frente da Se-/ 
cretaria de Estado de Saude, que aprendeu 
direitinho com o irmão, a arte de "enro­ 
lar" o povo de nosso Estado. Senao, veja­ 
mos: assim como o asfaltamento da BR 060, 
as quarenta quadras de asfalto em Bela Vl.E 
ta, o Matadouro, a Rodoviária, a ... etc ... 
Esta semana vãrios a- prometidas e prometidos quando da campanha 
gentes da Polícia Federal a MM ao Governo do Estado, as obras do Hos 
estiveram em Bela Vista i tal são Vicente de. Paula,_ a Beneficência 
desenvolvendo operaçocs [jospitalar de Bela Vista, vêm se caracteri 
de fiscalização de doeu / zando em mais -uma dessas mentiras. Inicia­ 
mentos e revista de vef- da ano passado, seu término estava previs­ 
culos na Receita Federal to para 
O início deste ano, so que, como / 
divisa com Bella VistaPa- sempre, sob a alegação de que faltaram ver 
ra.guai. Segundo as infor Bas, encontram-se completamente paralisa 
mai;Ões, algumas armas fo- das hà meses. 
raro apreendidas, pois es o Dr. Milton Miranda, através de noti 
tavam sendo portadas ile ciário na imprensa e após conversações com 
gnlmente. Alguns bela~ 0 Deputado Henrique Ded~, havia afirmado q/ 
tenses, revistados na Rei as obras do Hospital de Bela Vista seriam/ 
ceita Federal, elogiaram a reiniciadas imediatamente, isso há quase / 
acão da Polícia Federal, %)um mes. Até agora nada!! 
penas com uma ressalva: Para ser bem sincero, isto está nos cbei 
"Pena que eles aparecem rando- a politicagE:,lll. Ninguém duvida que Õ 
por aqui esporadicamen- Hospital são Vicente de Paula será usado / 
te. Quando ladroes reso_! futuramente pelos políticos situacionistas 
vem levar ·veículos óu m~ (no Estado) para a angariação de votos em 
tocicletas(como correu r nossa cidade. Quem aposta? Parace que es - 
centemente), podem agir ou vendo "eles", com aquelas caras des-1.a­ 
tranquilamente, _pois nao vadas, virem à Bela Vista, acompanhados dos 
existe fiscalizacao nesse/ [ua-sacos", relançarem a obra e pedirem/ 
sentido na aduana brasi trotos para fulano, sicrano e beltrano. Es­ 
leira", afirmar~ a rei?º.! tamos alertados para esse tipo de manobras 
tagem. Fica interroga- senhores governantes. Somos bumi-ldes, mas 
cao: ·os ab~ega.dos age_!! não somos e não servimos para sei; objeto / 
tes da Receita Federal naolqe manobras políticas e eleitoreiras da par 
podennm fis~artiun)>e te de políticos que primam em aplicar men­ 
a documentaçao de veicu1tiras às comunidades interioranas. 
los que a1;avess~ para/ Para nossa sorte e de todo o povo sul­ 
o Paraguru? A sociedade/ matogrossense, os dias de MM estão conta­ 
belavistense agradeceria. dos no meio político do Estado; 
·Marcelo Miranda fica no PMDB ? 
Orro, Jonathan, otsu­ 
bo, Bnc.ha, Wilson,etc. ,já 
pediram o boné a.o PMDB, 
outros polfticos do parti - 
do deverão fazer o mesmo 
em seguida.. 
Será que o Governa 
dor Marcelo Miranda i­ 
rá tocar o barco ( fura­ 
do) .do PMDB sozinho? 
Pelo pouco que eotlhece 
mos do homem, duvida= 
mos muito. Deve estar 
npena:s aguardando as 
de'finiçÕes palfticns pa­ 
ra cair fora,afinal "maca 
co velho" não pula em ga­ 
lho podre, certo?

fl[.I.A V J STA 
17 
.Sll -EOSON MEDEIROS OE MORAES 
EFEITO BELAVISTENSE, suas IDÉIAS, MEIAS E PERSPECTIVAS 
Prese t, de li 'i ta? 
+ o4 Pr! iro p} vontade de servir, como be 
lei , a lha cidade; segundo, pela ansfeda- 
d nhetro , de «iy,os que realmente repre- 
r·r· t , .o, ,., oc 1 ••dn , .. , por uudnnçlltl nn admln 16- 
1 r ,., , !cpa, 'se amigos Induziram--me a acel 
ta , una!tef minha fa{11a, me dcrom okol,foi C,!! 
tão, per' ndo desse ponto que resolvi aceitar ser 
e 1,,' • • .» a refeito de Dela Vista e também por u- 
in- , ., do dinar para na uinha e ldnde um trnbn- 
Hho '' uo e realente voltado para atender a po 
pule o on maneira locl, zeral. 
t '«ere nlguns cargos que jd ocupou, dê um 
p •1 1 • ,. ·"'. v idn? 	• 
E}": Estude! pr!ir'o aqu! em Bela Vista, gI­ 
u{o at o 30 Científlo no Rio de Janeiro, servi 
Pit!a an For a Aérea, como soldado, que ordenan 
a Uc MI»tstro, depols tive a@neta de viagem, fui 
m11 i t o bca sucedido no Ri o ,lc Jiinciro, mas sempre 
com neu p •nsrn ,, ·nto voltado para llela Vista. '!'odo o 
dinheiro que lá ou panhei empreuei aqui em Bela 
V 1,, ln e s; {m que eu pude vol rei para cá, me dedi­ 
quel a criacão de {ado, pecuária, sendo bem sucedi 
do ,,qu'/. no :mnie!piu co,:.o produtor rural e tudo Õ 
que e: tnaho está epregndo aqu!. Meus f1lhos es­ 
tio todo hoje morando aqui, de maneira que me 
sinto iúu ftÓ be1nvist,:,nsc de nascimento como bela­ 
vistense de coração. 
Tf O que você realizou frente ao Sindicato Ru­ 
ral, ccmo o eucontrou e como o dcixou? 
f.lJSOI,: O Sindi<-ato Rural aqui era apenas um sin 
dica to formado,c/uma carta sindical,Rtínha sede, não 
tinhn nc.cl», sendo uma entidade fraca, sem forças. 'Quando 
nssuLI o 3indlcato, senti que atravis dele a gente 
podar ia I azar mui t,18 conquls tas para Bela Vista 
não só na área rural, de exposição, de pecuária , 
mas c,mb,;.i ter um Sind lento participativo na vida 
polític~ do município. Fui por três mandatos conse 
cucJ· ,,~ !'rêsidcntc do Sir>dicnto Rural, felizmente-· 
tive o apoio dn conuniricdc. 1:. gostoso, você dirigir 
qu·1i,;uc1· coi.s,i "'" llcla "ista àesde que sua atuação 
reprc ·cdrl credibilidade c isso graças a Deus eu 
tive dos neus companheiros de Sindicato, onde fui 
muita e!z, consegui randes conquistas não só pa 
ra o SJn,licato, a•.1s, par,, a própria cidade. Fui nÕ 
ve aos 'residente do Sindicato, muita satisfação 
cu ti,,. 1115 conqui~tas q11~ realizei juntamente com 
me, .:,,. ,.,,nh,•l ro5 para o nosso município. Isso eno 
brce : zcnte, rat!ficante, apesar dos esforços 
do~ ~~cr_ffcios e do tcµpo que a gente perde, por­ 
que sio cargos que nÕo trazem nenhum proveito fi-· 
nanccro. O Sindic.:,to Rural de Bela Vista hoje i 
um ,1,, • • is bem montudos <lo Estndo,' tem sua sede 
prC ' - uito bo:, tem a suo cl!nica midica, dentá 
ri.1 " t:ll.:'.>ém o seu pcrque dc exposj,çÕes todo asfa 
tado o .1:csso, tudo isso foram grandes conquistas 
que enre teve na Presidência da entidade. Isso 
me d,'" :-..~ita sa::isfação, tanto i que em reconheci­ 
t:1cacc '' :,,cu cr::balho n Câmara Municipal aprovou , 
por u:-i~:1i•-idodc. a deno::iinação de Avenida Edson Mo 
racs a via e acesso ao Parc;ue de Exposições. 1-!e 
sinto gratificado, fizemos grandes exposiçÕes,gran 
dcs lei
1
Õe's e levamos sempre avante tudo aquilo q/ 
nos ?=opomos a fnzer. Tive a felicidade ainda • de 
cnt,c~ar o Sindicato ao meu sucessor Luiz Fernando 
Nunes Rondão c sua diretoria, e acredito plenamen­ 
tc que conduirio o Sindicato com muita capacidade 
e dedicação, não só dando continuidade aos progra­ 
mas j~ fcltos como inovando e trabalhando para man 
ttr sc:,-,r~ o :,] to nível da classe produtora bela. - 
vístens€. 
F - E :i Preícitur::i, qll..ll era a situação? 
E')~0'!• Olha foi un de,;aíio para mim enfrentar 
essa Prefeitura, cu rcn ln·ence quando assumi o Exe-­ 
cu·:h·o ,1;0 tinl1.1 noção do que era "administração 
pÜbl i.c,'', hoje, falando à você, cu tenho uma noção 
exata do que i ndministrar un município. Encontrei 
a .'refaiLura, numa situação calamitosa, difícil co 
mo todn ~ população sabe, mas, com esforço, dedicã 
ção, estos conseguindo organizar a Prefeitura. A 
credito que o Prefeito que vier a me substituir 7:í· 
vai cncoucrar os problemas que cu encontrei, por - 
que cu quero fazer uma administração honesta, uma 
administração sêria, deixar a Prefeitura bem orga­ 
nizado, hem equipadn, bem estruturada e pronta pa­ 
ra tri"h:iéhnr. Pretcndo ainda, tenho tr~s anos pela 
fra:.nc.-,, ~rab.alhnr muito, apesar das grllndes difi - 
c~ldt'dc ~ue todos os municípios e as Prefeituras. 
tec.i .,,jc er.1 dia, mas, com criatividade, com espíri 
to <
1
c lu.:a, com s::icrifíclos, com dedicação e com õ. 
apa7° d população, eu tenho certeza que deixarei 
meu uun[pio be organizado, be atendido, princi 
pa ·ne pcru!zção mais carente,que eu tenho oLha 
do c-,', 1.orid.idc. 	- 
I,<>.! . 
A Preieitvra ain!a tem algumas dificulda 
:eita cresce, mas os compromissos dobram 
va.n Ss lua. O dinheiro sempre é es­ 
casso. endos que aplicando bem o dinheiro da 
Pre_'·a, atendendo icrid.'.ldcs e procura.do ame­ 
nlr roblena d funcionalismo atingiremos o 
objetivo. Estamos hoje com um meta de pagarmos 
funclonalismo quinzenalmente, reconheço que o fun­ 
cionallr.mc, i uma das classes maln sacrificadas do 
municlpio, esna situação vai passar,tenho certeza. 
Estamos realizando o Concurso Público, o que nos 
pcnn1 tirá fazer ao lotuçÕeo, organizar oalár lo, e­ 
levar o ércscimento de acordo com n receita, co::1 
isso eu tenho certeza que o ganho de rece!ta do mu 
nicípio vai continuar acima do solário real. 
TF - E a hlst6rla do congelnmento dos salários 
dos funcionários? 
P.DSON: Esse congelamento é l,istórla,niio exiote. 
Apenas nós estabelecemos um parâmctro, fizemos pc~ 
quisas não só em outros municípios como nns própr! 
as empresas privadas de nossa cidade e estabelece­ 
mos um parâmetro para os salários dos scrvidorcs , 
não há congelamento, apenas os salários iriio cres­ 
cer de acordo com o crescimento da receita do ~uni 
cípio. Para se ter uma idéia, a minha receita nes­ 
ses Últimos três meses cresceu setenta e três por 
cento acima do crescimento do salário. 
I 
PREFEITO EDSON MEDEIROS DE MORAES 
TF - Você está conseguindo manter a Coligação? 
• EDSON: Felizmente, eu acredi.to que todos que me 
apoiaram estão conosco, estamos firmes com ames­ 
ma proposta de ajudar a administrar a cidade.Exis 
tem, i claro, divergências políçicas, mas são pas 
sageiras e acredito que nós vamos levar ati o fii 
a Bela Vista Unida, pois o nosso propósito i'bo,n. 
t!~itas vezes voce não consegue contcntar todo mundo, 
tem aqueles que possuem as suas pretensões que 
nao sao atendidas e esses muitas vezes se volta.ir. con­ 
• tra a gente .Isso é passageiro, no momento q-/ eles ve 
rem que o nosso propósito i bom eles voltam a nos 
acompanhar e a embarcar no mesmo barco. 
TF - Como i que o Senhor está vendo a movimen­ 
tação política com relação a·sucessão Estadual ? 
Qual o candidato que apoiari? 
EDSON: Estou atento à sucessaõ poUtica no Es­ 
t~~~. ,e nós temos aí um LIDER, que i o Presi - 
dente Fernand_o Collor, nós o elegemos. Temos que 
acompannar·o lider, vamos ver o candidato que ele 
vai indicar. Naturalmente dentro dessa corrente, 
que o apoiou para Presidente, esse será o meu ca 
didata .. 
TF - o·que foi re1lizado neste primeiro ano? 
EDSON: No primeiro ano de administração nôs ti 
vemos_muitos problemas, conseguimos realizar õs. 
mutiroes em todos os bairros da cidade, conserta­ 
mos as nossas ruas, hoje estamos voltando a reali 
zar novamente os mutirões. O que foi feito anÕ 
passado foi mais ·no senti:do de orga.nizar O municí 
pio porque nós encontramos uma folha dé pagamentÕ 
muito inchada, com seiscentos e tantos funcioná - 
rios, tivemos que enxugar a folha, demitir func1o 
narlos, pagar recisoes, depositar fundos de gara 
'tia. Vejam bem, em um ano eu tive de pagar dezes:: 
seis folhas de pagamento, doze do meu período e 
quatro que eu recebi atrasada. Conseguimos colo - 
car em dia e pagar ati o dicimo terceiro salário, 
Isso, nesse primeiro ano foi uma conquista grandi 
osa para a minha administração, alim das despesas· 
que tivemos para consertar esse parque da Secreta 
ria de Obras Públicas que estava totalmente dele 
• pidado. 
r - 
TF - Adquiriu máquinas e ·equipamentos, ja es- 
tão pagos? 
EDSON: A Retro-Escavadeira que eu come•rei já 
esta paga; Uma pattola que a administraçao passa- 
da comprou num consórcio de sesnentameies,esta { 
estamos pagando;A segunda Retro que compre{ ta+' 
sti paga;faltamcfnco prstacôes do convórcfe 4 
três caminhões que eu f!z.A Prefeitura está dta 
seus fornecedores, tá um pouco atrasada no pana 
mento do álar!o dos funcionários,mas nesses <, 
de fevereiro agora,se Deus quiser,eu ponho edta 
salurlo dos 6<'rv1dorl'S, . 
TI - E no tocante a venda da arena onde está À 
tudo o Aeroporto? Você pagou os functonárfos,an 
da pretende vender a referida area? " 
ESON: A área vou vender, ó não a vendi afda 
porque- não encontre l comprndor, f 1 zenos c·rll t11l, 
mas não aparcccu candidatos copra da área, E4. 
tamos refazendo os editais, naturalmente com pte­ 
ços nais elevados e devemos vend@-la, pois é ue 
necessidade para que possamos colocar em dta, de 
urna vez por toclas, essa situação da Prcfeiturn. /. 
impossível você administrar com todas co. a <llfi­ 
culdades financeiras, materiais, etc ... ·e /1 vrn- 
da dessa área é uma solução. 
TF - Você é .cristão?_ 
EDSON: Sim, sou cristao. 
TF - O que acha da igrcja progressista? 
EDSON: Ela não esti no lugar deln. Ela está lr 
hoje muito envolvida na política, cntendo que e- 
la devia cuidar mais do espírito, da religião do 
que da política, por isso entendo que cln está no 
caminho errado. 
TF - E da reforma agriria? 
EDSON: É vma necessidade, acredito que a Refor 
ma Agrária t-e~ que ser feita, mas de forma plane: 
jada, sendo necessário recursos da parte do Gover 
no para esse fim. Acho que Reforma Agrária nõo é 
pegar um lote de gente e jogar a! no mato e aban­ 
doná-los como é o caso dessas reformas que exis 
tem por aí. Eu vejo, por exemplo, aqui no l!iUnicÍ- 
p1o, nós temos acompanhado com preocupação o so - 
frimento desse pessoal, tenho feito todo o poss!­ 
vel para ajudá-los à produzir, a ter uma vida l:!!­ 
lhor, logicamente dentro de nossa capacidade de 
investimentos, que é pequena. O Governo Federal, 
que i responsável pelo assentamento desse ·pesso◄
al não está nem aí. Isso i conflitante, uma Refo_r 
ma Agrária tem que ser, acima de tudo, planejad~.• 
'.!1l 
CCh 
f
·~ 
:s 
!l 
TI 
D m, 
TF - Bela Vista parou no tempo e no espaço 
quanto ao comircio, industria e agricultura, será 
que isto não i porque aqui predomina a pecuária? 
EDSON: Essa i uma preocupação nossa cuito gra_!: 
de. A gente tem que ver os "por ques" disso. AbS!: 
lutamente não i a pecuária. Acontece que Bela Vi! 
ta ficou ilhada, sem acesso. Você vêm de Capo 
•Grande, Ponta Porã ou de outras cidades, chegando 
a Antonio João ou a Jardim, se depara coo estr! 
das de terras, mal conservadas, ruim, é difícil 
As pessoas para fazerem uma visita à Bela Vista• 
nos preços que estão os autóm6veis hoje, têo de 
pensar duas vezes. Um dos grandes problemas é es- 
se, acho que Bela Vista só pode dar um estouro 
para frente no momento em que o asfaltamento de 
nossas rodovias ner realizadg e essa é a oossa 
grande luta e EU TENHO CERTEZA QUE ISSO EU VOU 
CONSEGUIR NA MINHA ADMINISTR,ÇÃO, vou lutar • coo 
unhas e dentes com ó Governo·Federal, Estadual, 
mas esse asfalto para Bela Vista tem que sair,is­ 
so i uma ansiedade da nossa população, de nossos 
produtores, enfim, i de todos sendo até Eeso u­ 
ma questão de sobrevivência para o município. 
TF- O que a Prefeitura pode fazer, ajudar, pa­ 
ra melhorar este estado de coisas? 
EDSO: O qne a Prefeitura pode fazer é botar 
a boca no trombone, cavar com os políticos ~ara 
trazer esse asfalto para cá, mudar a sisteoatieJ_ 
do ICM, procurar incentivar 
O turismo,. mas vej, 
bem, como vócê vai incentivar 
O 
turÍS1DO se ão t 
mos asfalto, já temos um hotel Ótimo, 0 Hotel P
0
:! 
sada da Fronteira, mas não. i O suficiente. Anti~· 
mente tínhamos o Cassino, hoje está fechado, is~ r, 
·trazia muita gente à nossa cidade. Agora, a !l.1~ ~
1 
ser a nossa exposição agropecuária qual i O ttot; 
ver que pode trazer um turista à Bela Vista? $ d! 
fícU, temos de usar a criatividade para pror~ 
mar eventos que façam com que pessoas de outra­ 
cidades venham a nos visitar. 
TF -·Porque você não cria na Prefeitura U!l 
Depto de Turismo e Relações PÜblicas, pará pro:P" 
ver Bela Vista e attair gente e investimentos pl­ 
ra ca? 
EDSON: Esse i um tema interessante que ge'° 
d d 
' 	~e 
po e esenvolvê-lo. Mas para isso nós temos vi· 
possuir meios de transporte, comunicação, rodo t 
as, enfin, são vários fatores que impedec esse " 
senvolvimento. 
lS 
ste 
rab, 
to , 
Ot 
eze 
t 
TF - Gosta de ler? 	[e 
EDSON: Gosto de ler. Assino o Estadão, corre [e, 
do Estado, Diário da Serra. o tempo que e o pro -t, 
blema, mas s~mpre que posso.leio muito. 
TF _, A vit6ria de Collor, o «a1 vses sr4o, si 
desde o inicio poderã trazer benefícios para a 
sa cidade? "CONTINUA NA l'ÃOTNA - 05". ª•

1LN VISA 
HATO C r O DO € 1 
l 7 
ENTREVISTA .. EOSON • MEDEIROS DE MO ES 
S UM PERFIL DO PREFEITO BELAVISTENSE, SOIS WÉIAS, METAS E PERSPEC VIS 
aLnd; 
ts 
F­ 
m pte­ 
u:; 
de 
urn, t 
d!f{. 
en- 
E.DON: Não t ·m düv! - 
•, cu ct:tou cnpcrançu- 
• no Prco1dontc Collor. 
uro visitá--lo em Iras{ 
u no momento em que es 
er sentado em .sua ca­ 
Ira de Presidente, fá 
:,andando essn Nação, 	.• 
u até ele por que loso 
,1 uma pergunta que lhe 
~ cm Campo Grnndc: Per 
indo Collor, se for Pr!i: 
!dente, será que você 
,ceberá cm seu gabinete 
l prefeito como eu, de 	'/ 
:a cidade do i.nterior , 
mm trinta mil hnbitnn 
s? E ele respondeu que'------------~ 
ta com esses Prefeitos F.DSON, esperançoso no 
se ele queria governar Presidente Collor. 
Brasil. Tive vários 
nntatos com ele e acredito que através dele nós 
;mos conseguir esse asfalto até Bela Vista. 
' 410 
TF - Qual o seu relacionamento com a Câmara Mu­ 
lcipnl? 
EOSON: É muito bom, é excelente. Nós temos a 
loria na Câmara e o meu relacionamento com os ve 
eadores da Bela Vista Unida é o mais perfeito,nãÕ 
emos 'nenhum desentendimento, hã uma i;oerência en 
re nossos atos, me levo· muito bem com a Câmara 
ÍO! stou satisfeito com os vereadores, são pessoas re 
almente Interessadas no progresso da nossa cidade­ 
e com o bem estar da população. 
TF - Quais suas idéias para dinamizar Bela Vis- 
1 50 • 
!- 
de 
J 
~ 
1l • 
Para o presidente eleito, Fernando Collor, na 
sua primeira entrevista depois da-viajem ao Exter! 
or, a inflação" é um caso de policia". 
Collor recomendou cadeia para os especulado - 
res, o que convenhamos, é o que pensa o povo bras! 
léiro. 
O Presidente terá que ter muita coragem e is­ ta? 
EDSON: Tenho muita esperança daqui para frente, • to ele demonstrou que tem para enfrentar os poder 
acho que corrigindo todos esses problemas que en- sos empresários e banqueiros, os principais benif! 
frentamos ano passado poderemos desenvolver inúme- ciários da atual situação. 
ros serviços com vistas n dinamização de nossa ci- "A lNFLACÃO SRRÁ COMilATIDA POR QUEM NÃO 
dade em seus diversos setores. 
COXPAOTUA COM 0 DR8CALAMO E 0 CAO" 
TF - Quais os seus objetivos para este ano, no 
- focante as obras? 
EDSON: Tenho esperança de fazer algum asfalto 
no município, estamos construindo os meio fios nes 
sas avenidas onde não existiam, na Rua Duque de cã 
tias que foi asfaltada agora, estamos procurando - 
sensibilizar os proprietários de imóveis para a 
construção de cnlçnrlas com vistas a tirar esse as 
ecto de Vila da nossa cidade. Pretendemos também­ 
este ano iniciar o serviço de esgoto, esse é um 
trabalho grande, um trabalho profundo e será exec~ 
tado pela Fundação SESP. Esse trabalho de saneamen 
to básico que será construído aqui em nossa cidade 
é fundamental para a higiene e a saúde de nossa po 
pulacão. Temos planos para ampliação de salas de - 
aulas, melhoramentos no atendimento da. saúde e da 
úe ,educação do município. 
{ YF - Porque a Prefeitura não elabora uma Lei o- 
brigando os proprietários de terrenos baldios e 
limparem os mesmos? A cidade estã cheia de terre­ 
nos com matos, bichos e isto dâ um aspecto feio a 
Princesa do Apa. 
EDSON: É um problema sério, mas,devagar,a gente 
vai conscientizando a população de q/ela tem q/ajudar 
a administração pública. Se vqcê tem um terreno man­ 
de limpa-lo, a Prefeitura dá a~oio, tira os entu - 
lhos que so jogados nas calçadas, abusivamente , 
muitas vezes a Prefeitura faz um mutirão, limpa to 
das as ruas, tirá galhadas, entulhos, tudo, no o­ 
tro dia você passa lá estã cheio de coisas novamen 
te. Acho que conscientizando a população ela vai 
colaborar, isso aos poucos a gente consegue. 
'· 
io para outras cidádes; hela Vlata só vai pro,re­ 
dir bem depois que forem votadas as leis comple ·n 
tares da Constituição ederal. Como exemplo, te,os 
aqui no munfcIpfo duas emproes e mineraçio, que 
siio o Itamnraty e a llocloqu.-•1,1, c;11<? poclco contrH,u­ 
Ir multo para o munlefp!o.Elte ua 1é! que auto 
rJza o muntclptd ~ cobrat' cinco por cento sobre a 
mineração. Essas duas empresas de mineração são e 
presas Importantes, com grandes produções, com fu­ 
turo de explornçiío b<'rn maior que a produciío .)tual 
e o municlpio vai ter a ■un porticlpuciío arrecado~ 
do esse trtbuto, mas essa lef ainda niio foi comple 
mentacla, a cobrança desaes impoGtos alndu nõo foi­ 
regulamentado. No momento que isso for feito, o 
receita do rnunlc!pio vai melhorar nuito, dando con 
d içÕes de nós realizarmos grandes obras aqui. 
TF - Você não acha que o povo daqui é multo aco 
modado? 
EDSON: Realmente a populaçiío de Bela Visto é u­ 
ma população tranquila, umu população ocornodndo , 
já vem de uma tradiçaÕ de muito tempo, é um pesso­ 
al bastante acomodado, mas i u~ pessoal extraordi­ 
nário, que coloboro, ajudo naquilo que a gente se 
Inflação 
TF - Pretende mudar o seu Secretariado? 
EDSON: Tem alguns secretários que nos· deixaram. 
corr > foi o coso da Ora. ,zaléa mas o Dr. Fernan­ 
já assumiu; A ad'ministração saiu o Gabino en­ 
trou a Professora Dorinha; ·Nco pretendo nexer, a - 
penas aqueles que estão saindo por problemas parti 
culares, pessoais, a gente vai pro~urar substituir. 
a altura. 
• TF.- Quais os seus candidatos a deputado esta - 
dual e f.::,Jeral? 
'EDSON: vlha ropaz, tem tantos candidatos, vamos 
aguardar um pouco. A gente tem aqueles companhei 
rosque ajudaram desde o princípio, est~veram do 
,_nosso 1ado, ocho que nãs.tcmos que olhar é por a!, 
vamos aguardar a definlçao das ca.ndldaturas para 
definir quem vamos apoiar, mnsºterã que ser, acima 
de tudo, um candidato que Irã realmente represen - 
taro município, que estiver a disposição de ser 
um deputado, que vã olh:ir pela nossa cidade.Muitas 
vezes aparecem candidatos de toda parte do Estado 
a caça de votos aqui, acho que a população tem que 
se conscientizar e votar naquele que possa repre - 
sentar~ município. 
f~ • T.F - O que Bela Vista preciso p;:ira ncooponh:tr 
0 1 
progresso de Jnrdlm e Bon1to, sã pn,..a citar duns 
cidades da regfão? 
EDSON: Bom, Jardim está numa posição estratégi­ 
ca, esta num centro de convergencia, de ramifica_ 
Disse o presidente, em seu discurso antes da 
entrevista coletiva: "A inflação serâ combatida 
por quem não compactua com o•descalabro e o caos" 
"Quero finalmente ..trazer uma expressão de con­ 
fiança e um sinal forte de advertência. Tenho pro­ 
jeto de politica econômica e administrotiva que é 
consistente e que criorâ um Brasil moderno,com ju~ 
tiça social. A gente brasileira terá de novo esne­ 
rança. Se há um resultado efetivo e concreto da 
viagem nasce do fato de que, diante da apresenta - 
cão que fiz aos povos visitados, organismos mult! 
laterais, governos e empresários, estou absoluta - 
mente confiante em que a comunidade nacional e in­ 
ternacional apoiará solida"riamente a reconstrução 
do País. Fa'ço·, de outro lado, uma advertência aos 
que no País ou ho Exterior pretenderem minar de 
forma deietéria os objetivos de reconstrução nacio 
nal. Não tenho compromissos com grupos ou setores, 
tenho um só compromisso, que é o do interesse na­ 
cional. Tenho um sã objetivo, que é o de'libertar 
a nação da vergonha, da miséria e da injustiça. S~ 
rei implacável na luta pelos· ideais do Brasil no - 
vo·. Fique tranquilo povo brasileiro, a situação de 
caos econômico e social não persistirá! O desenvol 
vimento será retomado e a construção da justiça 
sóciàl será iniciada." 
"Íl'I.RITO 
, 
e 
INllICA O CA.'-fIN!lO" 
Caso de Polícia 
Estas são as principais frases da entrevista 
e do discurso de Fernando Collor: 
proroe a !ser, 
e s 	d e fl , 
trn . 
T - Ma u o,infao, , l o p t. } l r i t li 
na da Fronteira de penha e ! ta, lemhr,n 
do que o jornal efste hj l9 o in!co use 
ex1ste na cIdde? 0 qa o jorna! p de fazer pa a 
colaborar para o de pert ela VI tal 
!DSON: Fu acopanho tr E I oral!st 
Ivaldo Pere!ra desde que 	ela Vista, 
conheci ele pequeno, hoje ele r ta uia fra- 
ç i o 	I m p o r t a n t e da Imprensa aqu do 'oes t e 	d o 	F s 
tado. Vejo na Trihuna da ronte!ra o Importan 
te veículo de Informaciio, um Jornal que pode a]u­ 
dar a promover a cidade, lo o no dIvu!ação de 
eventos, mas trhé das coisas boa do no. o muni 
c{pio.0Jornal 'Tribuna da Fronteira& u grande vefcu 
lo de Informa;o e só pelo fato da Pede Belav!stene 
de Jornais ser belavintense,p/ 1a Vista éuorulho 
podendo ajudar todos os spmntos da nossa socledade 
local a se desenvolver. Veo na Ir!huna da Fronte1 
ra, uma linha, um espírito de dInamtzaço de Bela 
Vista e isso é nuito bom, 
de um processo de hlpcr!nflação. L profundamente 
lamentável." 
* "Cabe ao atuol r,ovcrno ei;tabel!'ccr com a 
sociedade canais de co~unicaçiio necessórioG para 
evitar que esse estado de coisüs permnneça r~r 
mais algumaS sernan::is.
11 
* "A inflação hoje no Br:tti il não é mais so­ 
mente um caso de economia, nio é mais apenas tu 
caso de descontrole. É um caso de pollcto." 
+ "f absolutamente Indispensável que a PolI 
eia Federal seja convocada para impedir essas r~ 
marcações ••. ) " 
* "É tido e havido como u-:n ~ar.nula correctn 
( ... ) que os pessoas são eleitas com o vot~ do 
povo e governa::: com as elites. No meu governo Is 
sovai mudar." 
"ão sou consultor fL-ianceiro, nen consul 
tor econômico." 
* 
11
:-uriha gente, va:nos sair desta crise .. 
11 
* ''Vocês pode::i estar certos de que var-os li 
quidar com essa infloçiio, con a corrupção, e va­ 
mos acabar com o estado dn r.rlsérin em que vive n 
maioria do povo brasileiro. ~;;;o tcnh:m dú-,ida 
quanto a isso.•• 
* "Terecos t.ambé::,, o interesse e uma priori 
dade absoluta na questão do com.bate ao narcotr.Í­ 
fico." 
* "O c:ipltal só se interessa em. estar pre - 
sente numa economia "A", "", "C", se ele tiver 
resposta a três perguntas: quando vou ganhar? 
Quanto vou ganhar? E que eu vou ganhar? Isso 
traduz segurança." 
¼"A impunidade domina o Bra:all por intci- 
ro." 
GÉNEROS 4UNES TIOS 	FERRE! - 8ES'DAS: 
' ARTIGOS DE HCKIRIA - COMECES - !IÇAS - PER!y!3y! 
* "Faço adv.-,rtência aos que no País ou no Ex- 	L 1 030 
reger.rr«ris st, as tore ages. •• o»- _"S' A V. _sBS!E2é:-=/ 
jetivos de reconstruçao naaional . .Nao tenho compro - - 	· 
misso co~ grupos ou setores. Tenho um só compromi~ COPAGAZ -· COlV/, f -~f P, · ! 
so, que. e o do· interesse nacional". 	- - 	•47 CARCOI 
* "Saúdo Nelson Mandela, na esperança de que i cu t s nu;" i, ·ir 	hl 
estejamos finalmente chegando ao fim do absurdo "av. Brasil 1.046024 hside 
injusto regime do apartheid na Afrlca do Sul." - • • ' li. t 
*"Eis a amarga ironia do longo processo de 
transição que vivemos nos Últimos anos: reconquis­ 
tamos nossos direitos políticos em meio à oaior 
crise econômica da nossa história, um momento mar­ 
cado pelo agravamento da foe, do desemprego e da 
miséria." 
* "Não fiz essa viagem para pedir absolutamen 
te nada a quem quer que seja. 
11 
- 
* " EmprcendJ. essa viagem pora mostrar ao mun 
do a nova face do Brasil novo que haveremos de 
co_nstruir a partir de nossas considerações, a par­ 
tir de nossas necessidades, a partir Ca nossa rea­ 
lidade;" 
_ * "Ao chegar ao Brasil, encontrei uca situa - 
çao econômica absolutcmente desarranjada absoluta 
mente fragilizada ... " 	- 
. * "A reconstruçco não pode ser relizoda com a 
moteria apcdrecida daqueles que( ... ) procuran gn 
nhar cada vez mais dinheiro em detrimento da 1eh 
sa maioria da sociedadr " 	- 
# " Lamento que estejamos chegando à beira -RUA SÃO CLEMENTE, cf6'8 •

TflJOUNA DA YflOlfTP.JRA 
-~critério de Advncaci 
DIC-1 
, , C:/1t1,0II /, N/í'/III flô, l'1 'íl_ 
(',11íl/fl r.rvr:rn t CIMT Mi 
RUM I5 DE NOVLMIO X0 05 
"IF.FONE+ 410 » 1)02 
IH-:r,/ V:rtl'í'/ - M/'fO (JTHl/1!10 rio OU!, Eia reunido realiza 
io-.-.--•------------------...gda qulnt.::i f<,irn crn l.lc· 
' l
"'rurg·,a- D·ent·1s· ta la ViGlil, comª prese~ ça do Deputado Ricar- 
do Bacha, o ex-Prefei 
rn 
to de Bela vista IIde 
DR ILA PR1X0'T0 II!IR'T' ronso Pinheiro e o Vc- 
Cl /MO 1470 
CL!NICJ Cllfü/L E. TMT/MENTO 
Dt'l CINll,. M'l!JNlm-rm OOM 
HORl M/ItCIDI, 
RUA 14 DE MAIO 210 
FONE 251 - 1151 J/PP!M • MS 
,. 
IN 
reador Paulo Melo, 45 
sim como diversas l 
dcranças co:uunitúri­ 
as, deixaram o PMDB e 
ingressaram no PSDB, 
acompanhando o Sena­ 
dor Wilson Martins. 
( 
suitiri Jnrilito 
NJU, fl O N CI lG/9 
MVOOAO OA - MO 2,491 - 1 
?ONES1 ?.Sl - 17?.1 • ESCRITÕRIO 
251- 1712 - RRIDNCIA 
ESCRITÓRIO RUA T, BERNARDES - 06 
RETDTNCIM AV, CTL, CAMIÃO NO 657 
,TJRl'IM MJTO GROSSO DO SUL 
Advocacia 
MAR! DA TIVA DUTRA 
PALO FRANCISCO STEFANINI 
E..x-Prefei to IldefonsoPir,hciro. 
Segundo informaçõ­ 
f es, o Vereador João Ka 
Rua: Dr. Ary Coelho de Oliveira, 480;life também poderá in- 
C~ntro - Fone: 251 - 1849 êgressar no PSDB,assim 
~como, segundo Paulo, 
.- JI "destacada personali­ 
dade de Bela Vista,q/ 
não filiou-se a nenhum 
!
partido, mas tem afi­ 
nidades com as idéias 
defendidas pelos tuc~ 
·nos". 
Os rtovos tucanos fo 
ram unânimes em cul:: 
_par o Governador Mar­ 
celo Miranda pela de­ 
cisão, "isto porque o 
Governador mentiu para 
os belavistenses, con 
1:--=-=-=-------------------=~tinua mentindo, ilu:: 
d.iu o povo e nunca 
prestigiou os compa - 
nheiros de B,ela Vis - 
ta". 
Sobretudo Paulo Me­ 
lo e Ildefonso não po 
deriam de maneira al- 
C!C - 029.875.191 - 20 	•gun,~, permanecer no 
ESCRITÕRIOt RUA 10 DE MAIO, 341 parti suas raízes 
FONE1 251 - 1451. 	'hi. as, ligações 
~- 	lcom os Barbosa ~.ar - 
RESIDÊNCIA RUA OLAVO BILAC, 146 tins, orro e identifi 
COJJJ11-- FONE: 251 - 1410 	cação filosõfica, nãÕ 
-2"2::!!99P" '	ers+rios que ices 
'sem no partido dos "a- 
A D VOGADO B 
= = = = = = = = = 
Município de Jardim - AS 
A D V O G A D A 
= = = = = = = = 
CfVEL AGRÃRIO. - CRIMINAIS 
RllA l<l DE MAIO , 341. FONE: 251-J.
1151 
CEP: 79.240 
JARDIM MATO GROSSO DO SUL 
AdVOgàdo 
on. 51LV.TDOR J,OUR!l:IRO 
OAB/MS 3.369 
certos"- 
Ildefonso entende 
que o PSD,B é o parti, 
do fértil, de idéias, 
que hoje congrega os 
maiores líderes do ex 
MDB - "estou em casa" 
disse ele. 
Apesar do ex-Pre­ 
feito 1.braão Zacari­ 
as haver permanecido 
no PMDB, a verdade é 
que em Bela Vista o 
partido implodiu, as 
sim como implodirãÕ 
outros partidos. 
....__._ __ ::.-_..::::::=::::::=:=i.l 
Bacr.~- deixa o PMDB 
e adere a ala dos " 
ucaies°. 
RELI VISTA E 
ESSIM NO PSDB ~ 
ytiey plerá ser [ar-" 
didato a Deputado 
1 
;, 
., 
o Vereador Sycl­ 
ney Nunes Leitc,Ju­ 
iz de Direito apo­ 
::;entado, urr. dos poli 
ticos mais atuantes 
na região, disse ã 
reportagem da.Tribu 
a da Fronteira que 
não descarta a pos­ 
::;ibilidade de sair 
candidato a Deputa­ 
ão Estadual nas pró 
xirnas eleições. 
Nunes ::.cite, que 
está p:censo a apo 
iar. Gar,di ,_•e.mil ao 
Governo do Lstado,a 
firmou que "fatos no 
vos estão ocorren - 
do, acompanho todas Sydney N. leite. 
as movimentações dos 
poli ticos ligados à 
fronteira e sudoes­ 
te, vejo com otimis 
mo o lançamento de 
uma candidatura re­ 
gional, entendo que 
precisamos de maior 
representatividade/ 
na Assembléia•. 
No tocante à Be­ 
la Vista, Sydney fa­ 
lou que "com o in - 
gresso do Senador/ 
Wilson Barbosa Mar­ 
tins no PSDB, de pe 
Tese lefenie Casamo 
de Homossexuais 
OJ 
emedebistas belavis 
tenses também no Pª! 
tido dos tucanos,h2 
verá desdobramentos 
importantes, até mes 
mo na manutenção da 
corrente BELA VIS­ 
·'l'A UNIDA. Finali:z~ 
do, Nunes Lei te it 
formou que • se rao 
sair candidato a de- • 
putado estadual,a 
poiarei alguem lig!' 
do a Gandi Jamil,<;Í 
é do meu partidc" • 
04 
05 
06 
07 
O advoaado e jornalista Marcial de 
5
~.!! 
za OLiveira apresentou tese na Univers1 
dade Rio dos Sinos em são Leopoldo (RS) 
a Unisinos, católica, defendendo o "? 
mento" de homossexuais, sob o ponto 
vista jurídico. 	. / 
O mais lamentável é que seu trabalhg 
foi aprovado com nota máxima e distil_!Ç:~ 
Em suas pesquisas, Marcial - que e in 
narquista - constatou que alguns dos J?r - 
cipais cérebros da revolução bolcbevis~ 
assim como a cúpula da 'Gestapo na AleJ!l3 
hha nazista, eram homossexuais._ . a- 
. Como se sabe, a doutrina c::atol:i.ca do/ 
firma que o homossexualismo e um pecaj_Jl­ 
que brada ao céu e clama a oeus por v 
gança. (ABIM). 
Para assinar o Jornal. mais lido da re- 
- 	o te 
giao sudoeste do Estado, ligue para 
lefone 439-1410 - Bela Vista -- MS. 
"lo Carnação a Cite" 
ftr Condici o, Café da mp e 
--AVENIDA TEODOE IVA 
A 
nteira 
±E

PREFEITURl·MUNICIPIIL DE .BELI VISTII-MS 
Decreto n
■006/90, l - f proibida a participação de monore 
ele 14 anon, do oo feminino o de 1 '> I'',,; 
do nexo masculino em bailes carnavalosro- c 
em período noturno; 
CAPINE'TE DO PRIVEI"TO EM 13 DE r-r-:vcrmrRo 
nr. j990. . _ 
J'cli1on Mcdc.1.ron ele Moracn, Prcfci.to r-'u 
ncipal de Bela Vinta, r.;pt:odo de Mató 
c:rosr;o do. Slll, U13ando d,rn atrihuiçõcs 
0~c·lho•n5o conferidas, e de acordo com 
disposto em o artigo 120 da Lei Complg 
mcntar nu 07, de 20 de novembro de. 1981 
o com base na lei municipal nQ 738/82,de 
30 de novembro de 1982, 
DECRET.A: 
inrGo G • rica deliberado que os pr - 
ços das corridas de táxi serão cobradas 
conforme tabela em anexo. 
ARTIGO 20 - Este decreto revoga o decre-" 
to n° 001/90, de 03.01.90. 
ARTIGO 30 - este decreto entrará em vi - 
gor na presente data, revogadas as dispo 
siçõos em contrário. 
OBSERVAÇÃO: válido até novo decreto. 
BEl,A VI STA-MS, 13 de fevereiro de 19 9 O. 
EDSON MP-DEIROS DE MORAES 
Prefeito Municipal 
-~-------- 
H~!' DISCRllllNAÇÃO 	ALOR - NCZS 
Ol CORRIDA HlNIMA (Sa{da do Ponto) 
02 
03 
! 
04 
s 
s 
i 
aa 
os 
..! 
06 
o 
·- 
07 
DEIITRO DOS Ll}IITES 
o) nAl-rro Itabora[ 
b) Bairro Antonio João 
c) Bnlrro Prevlsul 
d) Bairro Prlm,.weros 
'C) Ce1:1ltérlo de Ãgw,. Doce 
O Ãgua Doce • Posto/l'rcvo 
g) POntc do Rio Apn Salda p/ Pon 
til POrâ 	- 
h) Aeroporto 
1) Igreja são Patrlc!o 
j) Pnr(!l!)l de Exposições 
DISTRITO DE NOSSA SENHORA DE FÃTH 
a) Igrcjo São Clemente . 
b) Escola tlun,de 19 Crnu JOse M~ 
Pnlclerl 
c) Cc1:1ltérlo 
INTERNACIONAL: 
a) Parauay até Colorado 
b) Pnraguny-Outros pontos:a combi­ 
nar 
VIAGENS· 
Por Kllornetro 
POR TE!'fl'O PAR.IDO Ã SERVI O DO USUÃ 
.....2.:. 
a.) Hora Parada 
b) Hora Co::icrclal 
DAS 22:00 HORAS ÀS 06:00 HORAS: 
Tcrzí. acréscl.mo de 50 (cinquentn 
por c:Õnto) no va.!or do corridn. 
50,00 
80,00 
50,00 
60,00 
80,00 
.  0,00 
120,00 
150,00 
120,00 
120,00 
109,00 
200,00 
300,00 
150,00 
100,00' 
15,00 
150,00 
220,00 
PODER JUDICIARIO DO ESTADO DE NATO GROS 
SO DO SUL - COMARCA DE BELA VISTA. 
Portaria sr 05/90 
2 - O ingrcw::;o de menores de acordo co 
estipulado no artigo 1o e desde que cor 
plctadon 12 anos de idade, só ccrd ptr~"-- 
tido quando acompanhados dos pais ou roes- )4 	tido, o 
- 	prc m:o, meno, de 1 
ponsaveis, legais; 
tividde na capita! 
3 - f proibida a particin o de maiores emana p 1 a!ao iovm "A R TAFURE" 
de 14 anos, de ambos os sexos, nos vespo- foi nomaio Diretor Coral do D"TUA/; 
rais infantis ou outra festas menores não vamos entrar m dea!h s quanto ao 
sendo vedada a entrada daqueles no recin- funcionrrnto do nTpAN,até nto diriJ 
to permitida tão só aos pais ou respons- do por Franklin Rodrigues, o que dataca­ 
veis enquanto.n!!ccssiirio e autoridárlcs , mon ;; a personalidado forte, a educa;uo r· 
promotoras de vesperal ou· festas, f unc1o- o talento do jovem AIRES CAI l'IIT'. n C'1'lt-.,-­ 
nários do clube e Comissários de Menores; comos desde que era Secretário de Adminig 
trarão do e-prefeito Mono Dilon Munes 
4 - e proibida o ingresso do menores de 
1 
~ Le.1.tc, (!lla'ldO cnt,'io ATílSS 1n.1.<.:J''f~ se• llll 
18 anos em qualquer festa ou bai a carna- 
valesco noturno, com a entrada livre, is- carreira pública. 
to é, que não sejam sociedades fechadas; 
5 ·- Picam expressamente proihido, a venda 
ou o fornecimen':o a qualquer titulo de be 
bida~ alcôolicas ou·outras substâncias d0 
efei':os análogos· a menores de 18 anos de 
idade; 
6 - A fiscalização geral, será feita pe - 
los Comissários de Menores, todos devida­ 
mente credenciados pelo Juizo, como tam - 
bém pelas autoridade_s Civis e Militares; 
§ Onico - Será reservada uma mesa cm ca 
da salão de baile público, d~Rtinado ao 
Comissariado de menores desta Comarca; 
.7 - a fiscalização no que se rP.'ere a me­ 
nores, ficará também a cargo dos direto - 
res da sociedade e caso ocorram irregula­ 
ridades responderão solidariamente; 
8 - A infração das disposições legais 
especial das normas contidas nes'::;i, Porta­ 
ria, sujeitará o infrator às penalidnd:s 
prevista em. Lei e, inclusive, a cassacao 
da autorização concedida a critério da au­ 
toridade expedidora; 
9 - Cumpra-se, registrando-se a preson­ 
te e fazendo a sua divulgação, remeten­ 
do cópias à Corregedoria-Geral da Justiça 
do nr.Curador de Menores, ao Delegado de 
Policia Civil e ao Comando do ~úcleo de 
Pelotão da Policia Militar, afixando - se 
no saguão do Fórum e publicanao na inpren 
sa locaL 
Bela Vista, 01 de f:evereiro de 1.990. 
wIL soN BERTELLI 
Tuiz de Direi to 
DrETOR GERAL DO D,TA AIRES CAEU" 
Participou de várias camrnhas polii 
cas, ligado ao ex deputado "Leite ch 
midt, Aires soube sempre se opor­ 
tar com fidalguia numn terreno onr nem 
sempre a ética prevalecP.. 
Filho de tradicional família de Jar­ 
dim, Porto Murtinho e Bela ".i.sta - o:i CA 
FURE - temos absolL1ta certeza <'e que o 
OETRA~ está em oãos competentes e sua no 
meacão é mct.i.vo de orgulho para toros 
nós; moradores do "CORR~DOR SOFRIDO". 
O Doutor Vilson Rertelli, Jui~ de Oi - 
reito da Comarca de Bela Vista, Estado ce 
Mato Grosso do Sul, na forma da Lei,et:c •• 
Usando das atribuições e faculdades 
que lhe são conferidas pelo Códiao de Me-. 
nores, Legi.slação subsequentes e !ormas 
de Serviço da Corregedoria-Geral da ;-•us­ 
tica do Estado de Mato Grosso.do Sul,cap. 
!I, Seção I, item lÓ, como o fim precipuo 
de proteger e preservar-a saúde moral e 
fisíca dos menoces da Comarca durante 'º 
Carnaval, e sem proiuizo da policia pre - 
ventiva e de constumes ou repressiva para 
todos os casos a cargo'da aut:oridane poli 
cial. 
R E S O L V E : 
- - - - 
IDNDA - YA!>W!A - AGRALE - - - - - - 
R:Barão do Diamantino: 
B: Baixada Crinthiana 
BELA VISTA - MS 
• • 
• 
4.SCoN7O o 
à c,ú.t:a. ~~ 
Rua.=h±ai Jea>,5o 2l? 
beca a los 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
SEGURANÇA - TRANQUILIDADE CONFORTO 
- GHIRUS PIRA EXCURSÕES 
+ LINIIA PARA: t'F.LJ VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO ·JOÃO, PONTA 
PORt, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJO, AOUIDAUANA, 
CORUMBA, NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÃNDIA E CAMPO GRANDE. 
• 'VIAJE BEM, VIAJE COM 
A 	C	R	UZEO l)C) S	l	J I .. . 
- 
•

,10, , 1, '.l PT HUNA DA FRONTETHA 
Comentando 
Por Nancy 
17 DE FEVEREIRO E 1.990 
PcGT 
CANAVAL/ 90" 
o 
- 
Pacote do Dia· 15 
Em Alta 
o Clubes GrG­ 
mio e 'elavistenso 
continuam a todo va 
por non preparati - 
voe para a Fonta do 
Rei Moo.Vários Dlo 
coo estão oc organI 
zando e as noitco 
carnuvalescao promc 
tem ser animadíssi­ 
mas! 
1 POtICITMBNfJ'O 
Nessas -noites 
do Carnaval deverá 
ser bastante rigoro 
ao, principalmente, 
nus imediações dos 
Clubes. Assim evita 
rá abusos no transI 
to, o que geralmen= 
te provoca proble - 
mas! 
NE19l'JI] MJJP)]C'l'O 
De transito, de 
veriam conscientizar 
.-se os Pais. É que 
dão o carro para os 
filhos(as) e não pro 
curam saber qual o 
"comportamento" do 
mesmo no volante.Mui 
tas vezes menor e 
irresponsável que co 
loca a sua vida e a 
dos outros em peri 
go. Quando uma pes - 
soa amiga "avisa" o 
que está ocorrendo_ 
a primeira reaçao e: 
"não acredito, você 
deve estar errado, , 
meu filho não faz is 
so",É •.• de vez em 
quando é bom ."poli­ 
ciar" nossos filhos 1 
ANIV8RB11.RIOU 
No dia llpp. a 
Sra. Heith Godoy Del 
valles e na ocasião­ 
foi muito cumprimen­ 
tada pelos amigos. • 
Parabéns! 
CRECHE ... 
mf lar com eles os valo - 
res da evolução. 
Bens que foram estabe 
lecidos para a segurança 
de todos. 
Talentos que e det1 
nam engrandecer_a vida 
em todas s direçoes. 
Todo vez, portonto,cm 
que noo aproprlomoo ind~ 
bitnmcnte do supérfluo,n 
brocando os sugestões dÕ 
abuso e da violência, ~ 
remoo perturbações e de­ 
satres que carreiam con 
sigo o jogo oofixiante 
dn provaciio. 
Vejamos quanto ameaça 
r !amos o estabilidade e 
o valor dos bens nabor­ 
dáveis no nosso controle 
humano. 
Se o ar puro f.osse 
submetido o racionamento 
decerto não nos pejaría­ 
mos, de confiar as regiões 
menos simpáticos ao nos- 
so modo de ser à sufoca­ 
cão e à esterilidade; se 
governássemos o curso l! 
vre dos águas, indiscut! 
velmente, estenderíamos 
o deserto; e se a luz so 
lar estivesse mantido - 
sob o nosso árbito imper 
feito,ampiiaríamos dema= 
siadamente qualquer dese 
quilíbrio ecológico. - 
Não olvides que o pró 
prio sangue· em teu cor­ 
po, se não circula em pl~ 
nitude de harmonia, con­ 
verte-se, de improviso , 
em fator de perturbação 
e doença. 
Aprende a dar do que 
tens e reténs para que 
te fac;as apoio ;is bençãos 
de Deus no mundo. 
Não apenas a cobiça 
de recursos amoedados tor 
na o homem indigno do 
progresso,mas também a 
sovinice da virtude•gera 
os tormentos da penúria 
moral, tanto quanto a a­ 
vareza do inteligência 
cria os monstros da ign~ 
rância. 
Roje,amanhã e sempre, 
não te esqueças de honrar 
à vida distribuindo sabia 
mente os bens com que a 
vida te honro,porque s - 
mente trabalhando e apren 
dendo, servindo e auxili= 
ando sem descansar, é que 
encontraremos em nós mes­ 
mos o luminoso trilho de 
acesso à União com Deus. 
Na semana pp. ma 
is uma Creche·foi i­ 
naugurada. O Prefei­ 
to Edson e a 1a Dama 
Cecília estão de pa­ 
rabéns por mais essa 
obra de relevante in 
teresse da comunida­ 
dei 
Ma!s !postos - O aumento da tributação so 
re a11.-i iceiras i ttdo coo gerto. "as 
o overno também vai recorrer à elevação do IPI, 
do Imposto sobre exporta& e Importação e a e 
préstimo compulsôr!os - até mesmo obre o lucro 
das empresas. Deve entrar em vigor mais uma faixa 
de rendimento para o cálculo do IR no fonte. Com 
bate firme à sonegação. 
Taxacão sobrepatrtGnlo - Collor 
zer que outros gorernos prometeram e nao 
rom: Taxar pcsndamcntc o patrimon:lo. 
Demissão de pessoal - Já se tem como certo 
o corte de 180 mJ '· funcionários públicos.Eles se­ 
riam colocados à disposição de um banco de recur- 
sos humanos. 
• Prcfixocno - A correçao de preços, salár- 
Em Baixa 
Congelamento - A "intenção é deixar o conge 
'lamento para uma segunda etapa, se necessário: A 
experiência mostra que, quanto maior a nflaçao 
mais drll!Dática é a sáída do congelamento. Porem, 
o hipótese não deve ser completamente afastada. A 
explosão do inflação neste final de governo po­ 
de ameaçar a estabi~idade do País e.exigir medi - 
das mais duras. a 
t Cesta básica - Foi uma das primeiras medi­ 
das discutidas na equipe de Zélia Cardoso de Mel­ 
lo. O raciocínio era que o·recessão seria inevit_! 
vel. Doí, a necessidade de distribuir alimentos 
básicos à população de baixa renda. Agora, a or­ 
dem é esperar primeiro os efeitos do ajuste para 
depois ver o que se fa~. Um programa desse tipo 
custo caro e é de difícil execução. 
ESTADO DE MATO GRÓ'SSO DO SUL 
NICJPAL DE BELA VISTA - MS 
NOVENA A BAN'l'A°' 
CLARA 
Oh! Santa Clara que 
seguiste a Cristo com tua 
vida de-pobreza e oração. 
Faze que entregando-nos 
confiante a providência 
do pai celeste, no intei 
ro abandono, aceitemos 
serenamente tua divina 
vontade. Amém. Rezares­ 
sa oração com 9 Ave Mari 
as durante 9 dias com u­ 
ma vela acesa e no Últi­ 
mo dia, deixar o ., vela 
queimar até o fim, Fazer 
três pedidos um de negó­ 
cio e dois impossíveis 
Publ. no 90 dia . ZLR 
"llllNO DA VIDA" 
"IDA LAURA" 
Do tc.cpo contínuo 
nnsccu 
um tempo alternativo 
e nesta voltn do Destino , 
,onde está o Inesperado somos 
duns tqunçoes Sl?lll Resposta 
representando sinônimos da 
Desordem 
as em Nova Década 
em Novo século 
reapareceremos en copo:i­ 
çoes inusi tndns 
inca.ndesoentes os Muros dos 
Regras e dos Convenções 
que nos sepnrnvnm da Exis• 
têocln cneo as divisões 
oistemiitlcns de Tu e Eu 
impostas pelos moentos 
da vda fragmentada 
ganham contornos nítidos 
espontâ:neos 
e foras estelares 
na.se.e.o. sobre o nosso CotL­ 
dlnno 
IDA LAURA, é poet<lsn , 
jornulistn, CJéd.1cn e colnbo 
radora da A@nela Planalto. 
CÂMARA MU- 
· ~ ©JETO ·DE LEI 
fa- 
cumpri - 
AUTOR: SYDNEY NUNES LEITE 
O Prefeito Municipal, Edson Medeiros 
de Moraes, FAÇO SABER que a Câmara Munici,_ 
pal de Bela Vista a APROVOU e eu SANCIONO 
a seguinte LEI: 
Dispõe sobre a revogação da Lei n0871/ 
89 que autoriza a venda de imóvel rural e 
lhe da nova destinação. 
Ar~. 10 - Fica revogada a Lei no 871/ 
89 que autorizou a venda de imóvel rural, 
com a finalidade precipua de por em dia 
o pagamento dos funcionários públicos mu­ 
nicipais. 
Art. 20 - o citado imóvel será destina 
do a construção de uma Escola Agrícola. - 
Art. 30 - Enquanto não se concretize. a 
Escola prevista no artigo anterior, o imó 
vel·poderá ser ocupado, em regime de como 
dato, para pequenas lavpuras e hortas. - 
Art. 40 - Revogam-se as disposições em 
contrário e a presente Lei entra em vigor 
na data de sua puplicaçãQ. 
Bela Vista,15 de fevereiro de 1.990. 
SYDNEY NUNES LEITE - Vereador 
e lider do PDT. 
JUS'l'Il.i'IClCAO t 
os e plfcações financeiras dev ser prefta 
base e [ndfenus abaixo da Inflação, f o "red 
w Controle de preços - A fiscalização_vata, 
rigorosa., Coo Collor fà disse, a remarcação ± 
va de tabelas é caso de polfeta. 
Privatização - No dia da posse, Collor 1, 
anunciar a venda de vãrlas estatafs. A privath,, , 
cão vaí ser fe!ta por melo de lei delegada. 
MáxI - O desempenho da balança coercfa! 
preocupa. A próprio expectativa do mercado 
;o'à mãxl fortalece a necessfdade de sua 
çao. 
LIberalfzação do comércio - Deven acaba: 
controles qunntitatlvos e burocráticos sobrr 1 
tacões. As tarifas alfandegárias podem sublr. 
+ Calote da divida Interna - Desde que ver. 
os eleiçoes, Collor esquivou-se de definir &e· 
ou não honrar os pagamentos da divido pública. 
o fracasso do calote no Argentina e a possibl~ 
de de acabar de vez com a captação de recurso& 
mercado pelo governo desestimulam sua oplicaçt 
Mudança de moeda - O cruzado novo desv 
rizou-se muito desde a sua criação, em janeir 
89. E, com a inflação acima de 707 ao mês, est 
desacreditado. Mas ainda não é hora de cortar t 
zeros da moeda. 
*Pacto social".:. A primeira idéia foi neg
1 
ar os indices de correção de preços e sal.iÍrios 
com os vários setores da sociedade. Mais uca v 
a saída será o choque. 
PARTIDO DEMOCRITICO TRABALHISTA_- BELA_VISTA_- MATO CR0 
Do SUL 
Edital de Convocação 
A Co:nissão Executiva do Diretório Municipal do Par 
Derocrãttco Trabalhista - PDT - deste Município de Bela 
ta - Estado de Mato Grosso do Sul, ell confon:údad.e coa 1 
gislaçáo eleitoral vi3ente, convoca, pelo presente EDII/i 
todos os eleitores regulamente filiados ao Pnrt;dn "" 
Munfcipio para a CONVEÇÃO MUNlCTI'AL que rentizara no dif/ 
de Março de 1,990, can início iis 9 horas e encerraento 
18 horas, nas dependências da Câmara Municipal desta cid 
co a seguinte ORDEM DO DIA: 	, 
l) · Eleição por voto direto e secreto, do DiretÓI 
Municipal, constituído de 9 ebros e 3 suplentes; 
2) • Eleição, por voto direto e secreto, do Delega 
respectivo suplente ã Convençiiõ Régional; 
1) - Eleição, pelo Diretório Municipal, após_sun • 
ção e posse, por voto direto e s~reto, da Ca:lissao 
va e.seus suplentes, co início as 18 horas 
Bela Vista(MS), 18 de fevereiro de 1.990 
SYDNEY NUNES 1ZIIE 
J>residante 
1 venda do citado imóvel era destina 
do a por em dia· a folha de pagamento dos 
funcio!Tários públicos, que há muito vi.nha 
atrazada, e, como-esta já está, pratica - 
mente em dia, e que, com_ certeza, devido 
ao fluxo dos impostos Iocais, não haverá 
razão para atrazos. 
Outrossim, A Escola Agricola é um an 
tigo anseio de nossa população, em grande 
parte, vinculada a atividade ruralist.a, e 
a sua edificação virá.atender aos recla - 
mos populares. 
outrossim, enquanto. não se concreti­ 
za essa Escola, aquela área poderá ser o­ 
cupada, em regime de comodato, para peque 
nas lavouras e hortas, que, além de tra - 
zer recursos para sobrevivência de uma par 
cela popular carente, virá por outro lado, 
abastecer o mercado com produtos de lavou 
ra e horta, servindo, até mesmo, para me­ 
lhorar a merenda escolar. 
Bela Vista, 15 dê fevereiro de l. 990 
ATEN(ÃO SENHO­ 
RES CANDIDATOS 
Temos uma equipe altamente capa 
da de redatores, comunicadores e ass 
ramento completo para campanha elei 
Na aréa de jornais possuimos SETE S! 
RIOS com circulação em todos os mn? 
os da região, total de·nove municiP 
· No setor gráfico, GRÁFICA para 
pressos tipográficos e ·off-~ett. f 
Nas últimas eleições para pre; 
apoiamos com os nossos serviços SET 
-DIDATOS, SEIS foram eleitos. 
· Participamos ativamente da CamP 
de VINTE VEREADORES, QUINZE foram e 
tos. • 	bl 
ENTRE EM CONTATO CONOSCO - Pt1 
dade e Promoções - falar com Ivaldo 
Maria Estela·- Fone: 439-1410 ou 
439-1063.· 
Todos os bens do Uni 
"verso essencial:ente per 
"sce a Deus que no-1os' 	A 	SYDNEY NUNES LEITE 
empresta - a nós criotu - -.,._ - 	Vereador e  
ras de Seu Infinito Amor- Vi olwiNc.iA ! 	lider do 
para que venhamos a assi- 	PDT 
====~---~-~====~==~ 
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