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BELA VISTA - HS - NO: 1.028 - ANO: 20 
CIDADÃOS DE 
MATO GROSSO DO SUL 
Esta e umo manha de 
09 à. 16/03/91 Dlllli'l'OR RHSPONSÁVEL: IVJLl)O Pl'.IUlIHJ 
luz que se estende por to 
do o Pois. 
lloje, n eopernnçn e n 
fé, re'igornm ns coneciên 
chs. 	- 
A posee dos go'ernndo­ 
r•s eleitos pelo soberano 
rontade do povo ultrapas­ 
sa as fronteiros partidá­ 
rias e dispensa júbilos 
pessoais. 
Quero falar nesta hora 
ao coração de cadn sul-mo 
togrossense e no de cada 
homem ou mulher de qunl - 
quer origem que tenham se 
integrado no nosso genero 
so Estndo. - 
Superar as graves difi 
culdades que afligem nos= 
so Estado e n nosso gen - 
te, não é tarefa paro um 
homem só, por mais que o 
tempo e a ida, o tenham 
preparado. 	, 
Estou sereno, porque ~ L­ 
conto com n decisão de um 
povo trabalhador e deste­ 
..tdo, com o equilíbrio e 
aeoeotez de um Poder Judi 
cLirio inobaló,·el cm seus 
princípios, e de um legis 
loti'o 'igoroso, indcpen= 
dente e renovador, em cu­ 
ja casa nos abrigamos ncs 
tes momentos de tanto sim 
bolismo. 
fl bem verdade que te - 
tos à nossa frente o caos 
lnstitucionnli:u1do, o Es-;­ 
tado literalmente quebra­ 
do e o tecido social às 
nas da ruptura. 
O total da dvida do 
Estado é de I bilbiio de 
dólares, dos quais, 400 
t1hões de d6lares, já es 
tao 'eocidos, de forma as 
aii:, discrlminadn: - 
- As parcelas das dfvi - e objetivo os entraves 
das e.xternn e interno fa- que temos de remover e 
tem Ulll total de 40 bi 
lhGes de cruzeiros; deve­ 
se ao comércio e nos for­ 
necedores, 3 bilhões de 
cruzeiros; o comprqmisso 
com as empresas empreitei 
tas é de 30 Ilhes de 
cruzeiros; os encargos (i 
!lanceiros dn iondimplên = 
eia atingem n 5 bilhões - 
de cruzeiros e ncrcsccntn 
e a isso tudo o debito - 
de 12 bilhões de cruzei - 
tos, referentes n 4 meses 
de pagamento em atraso do 
funcionalismo. • 
- A esses dramáticos 400 
-.Uhõcs de dólares jÓ 'en 
cidos, deverão se acres - 
Rotary 
da 
PUIJt,j ClÇ/'iO srv-1iN/L cr$ - 50,00 
minha mulher, Mar1a Apa­ 
recida, dedlca nus nos - 
sons frios maio hum!l 
des. 
A luz que deocortlna 
no dio de hoje a fé, por 
todo o País, hm·erá de 
ser a nossa estrela a 
Governador Pedro Pedrossian 
ccntar mais 100 mi - 
lhÕes de dólares a cn­ 
cer nindn este ano de 
1991. 
Não 'nos assombrnria 
n dí,·ida, não fosse o 
seu perfil, seu envolvi 
mento com n cornipcâo ~ 
ns prioridndcs sobre ns 
quais (oi construída. 
A área social (oi cri 
minosamentc abandonada; 
educacao e saúde estão 
cm ngonia;o aparelho od 
ministrativo é o refle­ 
xo do ineficiência e do 
O Rotary Club de Bela 
Vista, presidido por I - 
Van Marques, homenageou 
na reuni.ão de sexto-feiro 
Pp.,o novo Chefe da Re - 
celta Federal em Bela Vis 
tn, Roqnc Paes. - 
Na oportunidade vários 
t"otnrianos fizeram uso 
da palavra, desejando ao 
novo Chefe boas vindas e 
Colocando o Clube à sua 
d!nposicào, paro colabo - 
tar no que for preciso. 
!o falaram Garibnld.i da 
• sn, lvaldo Pereira, E - 
""ardo oeiri±, Errando 
asco e o Presidente Ivan 
precariedade que se ins 
tnlnrnm no poder. - 
~ pesado o legado que 
nos deixaram mas vejo - 
de maneira muito clnrn 
os rumos a serem sc­ 
guidos. 
Os desafios acumula- 
Queremos o Estado com 
responsabilidade de iden 
] tficar vocações, estabe 
1 lecer políticas macro-e: 
conÕmicas e de infra-es­ 
trutura, sinalizar metas 
e opções, sem abrir mão 
do seu papel vital de e­ 
Y.ccutor do promoção so­ 
cial e humano e da valo­ 
rização da família como 
pilar do sociedade. 
Vamos cxccutar,enfim, 
grande missiio que o mo 
mento histórico nos 1m - 
pÕe, que é o de acelerar 
o processo de moderniza­ 
ção de nosso Estado, ta­ 
refa iniciada cm meu pr! 
No discurso de posse, 
no Assembléia Legislati- 
va, o Governador Pedro 
Pcdrossian disse que re­ 
cebe o Estado "qucbr.::ido•: 
denunciando o "e.aos ins­ 
titucionalizado". mas a 
rnntiu que junto com n 
comunidade, ,·ai promo,·er 
o desenvolvimento. 
O primeiro ato do Go­ 
,·ernador foi a reformo - 
odministrntivn, extin 
guindo duns Secretarias­ 
Cultura e Assuntos Fun - 
diários. c crio ns Sccre 
tnrias do Estado de l!obi= 
tacão e Dcsen·ol,-imcnto 
Urbano e de Comunicnção. 
Fico extinta também a 
AGROSSUL, cujas atribui­ 
çÕes são transferidas pa 
rn o Secretario de Mri­ 
cultura, Pecuária e De - 
sen'oh·imento Agrário 
(no,·a denominação da Se­ 
cretaria de Agricultura 
e Pecuária). O go,·crnndor 
rcnti•a n CODESUL (Compa 
nhia de Desenvolvimento 
de Mato Grosso do Sul)cx 
tinta na Última rcforma­ 
ndministrati•n promcn·ida 
para o nosso resgate po­ 
lítico diante dn Nação o 
briga, necessariamente,a 
puniçao exemplar dos res 
ponsaveis pela prática - 
de qualquer ,-iolência,se 
ja ela no meio urbano ou 
rural e·ainda pela atua­ 
ção enérgico cm defesa - 
das crianças e dé suo in 
tcgridnde, que são tnm = 
·bém compromissos do go - 
vemo federal. 
Esta é n hora do fra­ 
terno encontro de toda a 
gente de Mato Grosso do 
Sul. 
Este haverá de ser um 
governo desde seu prime! 
ro instante, da conjuga­ 
ção de todas os conse - 
quências li,-rcs do Esta­ 
do, do engajamento cívi­ 
co e do entendimento, ba 
ses da maturidade políti 
ca. Por essa razão cono 
corei nosso bancada fedi dos exigem uma resposta 
vigorosa, que só pode e ral, os senadores e os 
mcrgir da visão moderna deputados, para que jun­ 
dos problemas e de um tos montccos n cstraté - 
desempenho renovador de gia, de se começar a fa- 
governo., 	zer justiça a um grande 
Não me nsoombra a de Estado, a. um grande povo 
safiadora missiio de re. Queremos o F.stado da <llll 
tomar cominhos, deres- petência objetivo, do de 
tabelece'r princípios e mocratização das oportu­ 
de fixar diretrizes que oidodes, da livre concor 
nos conduzam à verdadei rencia, onde o governo= 
ra posição que merece= não se omita de suas o­ 
mos ocupar no conjunto brigncÕes, enfeixadas to 
do País. 	das elos nn'direcào a~ 
O conjunto de ações ser huoano, do cidadão. 
Homenageia Chefe 
Receita Federal 
Bclla Viscà (Paraguai), 
seguindo os determina - 
çÔes de seus superiores, 
especialmente do Presi­ 
dente Collor que tem co 
mo meta a integração da 
América Latina. 
meIro governo, quando fo 
ram alicerçodtrn, pelas a 
çÕes estratégicas e me= 
tas de longo alcance, as 
bases pnrn a inRtituicâo 
de Mato Grosso do Sul. 
Cidadãos de minha ter 
ra. 
Não há honra maior ao 
homem público senão a de 
servir â sua gente e n 
vontade soberana do povo 
me reconduz, pela tercei 
ra vez, revigorado, ao 
comando do Executivo do 
Estado. 
A missão sern mais 
uma vez amparado pelo i­ 
menso cn.rinho e amor que 
pelo ex go'erondor Hnrce 
lo H.iranda, mudando ';; 
sua dcnominacão para Com 
panhia do Desenvolvimen­ 
to Econômico de Mato 
Grosso do Sul (CODEMS). 
A Primeira Dama do Es 
tado, Maria parecida Pe 
drossian, afirmou que o 
programa PANELO, prei­ 
dido por ela DO gc5tão 
passada, -~retornnrã, logo 
que os finanças do Esta­ 
do estejam normalizadas. 
A cerimônia de posse 
de Pedro Pedrossi.an con­ 
tou com a presença do 
H.inistro do Agricultura 
Antonio Cnbrern, numa de 
ferência especial do Pre 
sidcntc Collor ao nosso 
Estado, considerado um 
dos maiores produtores 
de grãos do Pnís. 
Além de autoridades 
estaduais, prefeitos, ve 
readores, milhares de 
pessoas prestigiaram a 
posse. 
De Belo Vista esti'e­ 
ram presentes o Prefeito 
Edson Moraes, os Vereado 
res Carlos Alberto Ocá. = 
guiar os passos do over 
no e Gociedadc ao encon-­ 
tro das aspirnçÕcu onir, 
legítimas dos nossos co­ 
raçoes. 
Vamos empunhar juntoo 
o leme deste comando. 
Com fê, espcrança,trn 
balho, respeito e deter= 
m.innçâo. Que Deus nos a­ 
bençoe. 
Marques e Gilberto Al - 
ves Correa, também da 
Receita .O homenageado a­ 
gradeceu dizendo que veio 
par Bela Vista colaborar, 
visando o crescimento da 
cidade, assim como de 
Aos Leitores 
riz, Cásslo Acioly e Ro­ 
ney Horaes Simões, o 'i­ 
ce prefeito Fernando' de 
Freitas Elias, o cmpresá 
rio Abdalla llassnn Douel 
dar, Ricardo Rosa,o pro­ 
dutor rural José Caribal 
dI Neto,um dos líderes po­ 
liticos de nossa cidade . 
Ua fato marcante foi 
o abraço pessoal de Pe 
drossian em Doueldar, o 
Abdalinha, nulll.'.l ceri.cô 
nin onde esta'O difícil 
cumprimentar o governa - 
dor, Abdolinha depois co 
mentou, "Pedro não esque 
ce os am.igos, os velhos 
companheiros, nquele3 
que sempre estiveram com 
ele". 
(Na próxima edicào , 
mais notícias a respeito 
da posse de Pedro Pe 
drossian, coo comentá - 
rios de Pedro Pedreira). 
SERVIÇOS DE MUTI - 
RÃO BENEFICIARÁ TO 
DA CIDADE 
PÃGDV-06 
Redimos desculpas. Estaon co problan técnicos, na 
irprstora, por ente motivo os jornais nao circulara ne 
pana pasada. 	- 
Já to.mos todas an provld@nelas para manar os defel­ 
tos, que provocara a ma qualidade de nossas fotos Den­ 
tro de 15 dias entareos aptos a apresentar u ]oral - 
coa melhor qualidade, epuindo a tradição dos jornls da 
KED. 
O SONHO TORNA-SE REALIDADE 
Inaugurado o Novo Hospital 
São Vicente de Paula 
A Dlnf:çÃO 
Em &cu discllrso o Prefeito Municipal de Bela Vista - Edon Medeiros de Mo­ 
raes e autoridades 
As obras de refora e arpliçio do Hospital So Vicente de Paula fora 
inauguradas dia 13 pp., com as presenças do Secretãrlo de Estado da Saúde 
Milton Miranda, Secretario de Estado da Educacio professor Muro Polízer, 
Deputado Estadual aldeir Moka, Prefeito Ed:son Moraes, Presidente da !eng 
l
flcCncia BoGpital..1.T S;lo Vicente de Pnul:i Enr,.Ulc;trdo Ro:-;.-:1 e ,~ü.rl.as outraR 
autoridades estiver.apresentes. 	PINA - 07 e OS 
/

JORNAL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
E.LA VIIA- MATO GROSSO DO SUL O9 à IDE MARÇO DE 1.991. 
PÁGINA o 
- 
Menor autor de vários 
iurtos é detido pela 
Polícia 
Nó algumas in - 
vesti9ações dos últi 
mo furtos reiden - 
ciais ocorridos em 
nossa cidade, foi de 
tido pela Polícia ci 
vil cl,' r,·'a Vistn o 
menor M.'., de 15 a­ 
nos do idade, o qual 
foi apresentado ao 
Promolur Je Justiça 
da Comata, Dr. Ge - 
rardo Friberto de Mo 
rais, neste último 
dia 04/0J. 
Segundo apurou as 
autoridades polici - 
ais, o menor vinha u 
tilizando a laje da 
parte superior da 
frente do Ginásio Mu 
nicipal de Esportes­ 
para esconder o pro­ 
duto de seus furtos. 
Após levantas alqu - 
mas provas contra M. 
M., e ouvir suas de­ 
claracões, o Delega­ 
do de Polícia de Be­ 
la Vista, Dr. José 
Raimundo Pinto Filho 
constatou que ele e­ 
ra autor de pelo me­ 
nos três furtos e de 
duas tentativas de 
furtos mediante ar - 
rombamcnto. 
vo:!.Lamos à 
I< 
tocar 
na mcs:,,u tecla, o 
problema, sério por 
sinal, da pesca pre­ 
datôria no Rio Apa e 
nos demais que cor - 
tam o nosso Municí - 
pio, vêm sendo moti­ 
vo de preocupação 
por prto de vários 
segmentos de nossa 
comunidade. Felizmen 
te rossas autorida 
des, incluindo-se aí 
as Polícias Civil e 
Militar, Promotoria 
de Justiça da Comar­ 
ca na pessoa do zelo 
so guardião da Lei 
Dr. Gerardo Eriberto 
de Morais, Câmara Mu 
nicipal de Vereado= 
res, 10Q Regimento - 
de Cavalaria Mecani­ 
zado e Prefeito Muni 
cipal Edson Medeiros 
de Noracs, estão a - 
tentas para esse pro 
blema e conjuntamen­ 
te somando esforços 
para que essa ativi­ 
dade criminosa seja 
coibida definitiva - 
mente. 
Somos testemunhas, 
principalmente nesse 
período que antecede 
as festividades da 
#ttoridates alentas aio a Pesca Prelatria 
plicada sem nenhuma judar nesse trabalho 
exceção. 	que em muito colabo­ 
Ressaltamos mais 
uma vez a necessida­ 
de das nossas autori 
dades Civil e Mili = 
tar, patrulhar e 
fiscalizar diuturna­ 
mente os nossos rios 
e estradas que dão 
acesso às áreas de 
pesca, além das saí­ 
das da cidade, muita 
gente já estã água 
abaixo praticando to 
do tipo de depreda= 
poucos mesmo, pescam cão e pescando sem 
regularmente e o ne- nenhum escrúpulo. Te 
cessârio para o con- mos certeza que to= 
sumo, a grande maio- dos se disporão a a­ 
ria depreda os hogly yoy y 
sos rios, se utili 
zam de todos os re - 
cursos disponíveis 
para pescar a maior la> 
quantidade de peixe 
possível se dando ao 
luxo de até mesmo jo 
gar a beira dos rios 
os exemplares de me­ 
nor qualidade. 
Isso constitui 
crime contra o meio 
ambiente, ex'iste a le _,,, 
gislacão pertinente­ 
e, pelo que conhece­ 
mos de nossas autori 
dades, ela será ar .. r, 
Polícia Militar apreende 
grande quantidade 
de Pescado 
os objetos furta­ 
dos da última resi - 
dência arrombada pe­ 
lo menor, localizada 
na Rua Conde de Por­ 
to /legrc, esquina - 
com a Rua Marechal 
Deodoro, estavam 
"gµardados"na Rua 25 
de Dezembro, s/no 
Vila Cohab,sendo que 
parte desses já ha­ 
viam sido comprados 
pelo elemento Laucí­ 
dio D. Zavala, res - 
pensável pela casa 
onde encontrava-se 
os objetos. Segundo 
informou a Polícia 
Civil, praticamente 
todo o produto desse 
furto foi recuperado 
e apreendido, Laucí­ 
dio D. Zavala por 
ser maior de idade - 
foi indiciado em in­ 
quérito policial por 
crime de "receptação" 
Entre os objetos 
"guardados" na casa 
da Vila Cohab, produ 
tos do último furto­ 
desse menor, havia 
um aparelho de som 
3xl, um liquidifica­ 
dor, um espremedor e 
létrico, uma torra - 
tradicional "semana 
Santa", do grande nú 
mero de veículos, cã 
minhonetes com rebo­ 
ques carregados de 
materiais de pesca , 
canoas, motor de po­ 
pa, tarrafas, redes, 
anzóis, etc. , que 
cruzam pela sede do 
município em direção 
aos pesqueiros que 
se encontram em gran 
de número Rio Apa a= 
baixo e adjacentes. 
Poucos, mas muito 
doira elétrica, duas 
redes, uma sela de a 
nimal, uma mini-tele 
visão, um ferro de 
engomar, um secador 
de cabelos, um reló­ 
gio de mesa e um de 
bolso, uma caixa com 
30 fitas K-7 e OG Lps, 
três qarrafas de be­ 
bida, uma espada ti­ 
po oficial de Exérci 
to Brasileiro e ain­ 
da diversos utensí - 
lios de decoração,os 
quais já foram entr~ 
gues à proprietária 
da casa arrombada pe 
lo jovem "larápio". 
Segundo também a­ 
puramos junto à Poli 
eia Civil, o menor 
preferia executar se 
us furtos por volta 
do meio dia, isto 
porque, segundo ele, 
"é a hora em que a 
área está mais tran­ 
quila". 
Vale lembrar que 
a Polícia Civil de 
Bela Vista também en 
contra-se em greve - 
devido a falta de pa 
gamento do GovernÕ 
do Estado, assim co­ 
mo várias outras ca- 
tegorias do funciona 
lismo público esta - 
dual que não recebem 
seus vencimentos des 
de o mês de dczembrÕ 
do ano passado, in - 
cluindo-se ai o 130 
salário, mesmo as - 
sim as autoridades - 
policiais de nossa 
cidade não deixam de 
atender os casos que 
exigem uma pronta in 
tervenção policial , 
ou seja, estão traba 
lhando por amor G 
profissão que abraça 
ram, pois se depen - 
desse do bom senso e 
da responsabilidade 
dos nossos governan­ 
tes, há muito tempo 
o povo estaria sem 
segurança e proteção 
policial. 
(UR). 
SEJA 
BEM 
UM LEITOR 
INFORMADO. 
LEIA E ASSINE OS 
JORNAIS DA REDE 
BELAVISTENSE DE 
JORNAIS. 
PREÇO DO EXEM 
PLAR - Cr$ 50 00 
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Bela Vista-MS 
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N oca e ar assa 5Gf 
r Cmicioaio, Ciié ta Maná Completo 
1 
·- AVENIDA TEODORO SATIVA. 
_ RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 _ 
BE3ELA. NISA 
da F 
Em operação conjunta do 29 Pelotão d 
Polícia Militar de Bela Vista, comandado - 
pelo 2 Tenente PM Castro e Destacamento 
de Polícia Militar da vizinha cidade de ca 
racol, foi apreendido no Rio Apa, área dá 
Fazenda sucuri, Município de Caracol, mais 
de duzen os quilos de pcscadó irregular , 
sendo 2 5 pinta dos, O 2 pacús, 18 curimbas « 
01 dourado, além de 09 anzóis de galho, 01 
rede 5 mts, 01 motor de popa 15 l!P e 01 
tanque de Combate vu. 
A Câmara Municipal de Vereadores de Ca­ 
racol, via Promotoria de Justiça do Meio 
Ambiente da Comarca de Bela Vista solici - 
tou a intervenção das autoridades policiai, 
no sentido de combater a pesca predatória c 
no Rio Apa, nos limites daquele Município. • -.::s. 
A operação foi no último dia 05, desen- :fo s 
volvida por terra, tendo os policiais sur- :. ::it 
preendidos os pescadores em um pesqueiro - :,;~es 
dentro da área da Fazenda Sucuri, os quais ·:i 5 
tiveram todo o pescado e material de pesca •:xi~ 
irregular apreendidos. 	[::avo 
Participaram dessa operação o Comandan- 
te do 20 Destacamento de Policia Militar - ·' ª i: é 
de Bela Vista, Tenente Castro, Soldado Ju- .::t: 
lio Cesar, o Delegado de Policia de Cara - -·~s. 
col, Dr. Paulo Cesar Braus e o Comandante 
do Destacamento de Policia Militar de Cara , .:ide 
col, Cabo PM Ferreira, que contaram ainda- 72c 
com a colaboração da Prefeitura Municipal foz 
de Bela Vista e Prefeitura Municipal de 'et 
Caracol, as quais cederam os veículos para :. S 
o transporte dos policiais e materiais a - 
preendidos. 	(UR). 
rará para a conserva 
cão da piscosidade 
de nossos rios, além 
de evitar que a pes­ 
ca predatória atin.ja 
maiores proporções , 
pois os pescadores - 
irregulares ao toma­ 
rem conhecimento da 
atuação e permanente 
vigilância de nossas 
autoridades, com cer 
teza não darão os a= 
res de suas graças 
por esses lados. 
EXPEDIENTE 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(Fundado e 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA . 
lrrr=
DIRKI'ORA ADHINIS'IRAIIVA: Hnrl..t Estela Velasquez Pereira 
R- REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira 
lc;Elu:m:E: Cllson Silva Santos 
R.l-.'PORJ:ACENS: 1/baldino Rodd.gues 
OTICIAS: ADI, P1ano, , n 1a Brasi1ta, correspondente 
Campo Grande, Bras,lia, Sao Paulo e Rio de Janeiro- 
SUCURSAIS: Antonio Joio, Jardim, Bonito, Porto MurtLnho, Cara 
col e Maracaju. 
SUOJRSAL EH CAMPO CRANDE! Rua 26 de Agosto n2.179 
FONE: (067) 3844-6977. 
REDACHO , ADINLSTRAÇO E PARQUE CRÃFICO: ( scde prÕl,rl.1) ÃY, 
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FILIADO _A ADJORI (HS) E_ABRAIORI 
Representante para todo o território nacional: TABULA VEICILS 
DE COUNICACO- Rua 07 de Abri1 282 - 59 andar. 
FOME: (011) 255-2579 e 255-3499. 
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JORNII, TJUDUNI D/ FRO!l'l'J,;t RA 	Bl'.L/ VIST/ - 1-11TO GROSSO DO sur. - 
- PÁCIA- 03 
YDRIEDIDES 
PROILIN CillDOSO 
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Ld de C>.:. 
ro:ca:.:!: 
r zé, 
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uni::; 
cipa! 
:uloi ;. 
ri±:s 
(3! 
--- 
NOVOS 'TEMPOS 
Ncsac cnrnuval as 
eocola□de samban ti­ 
nham objetivo comun , 
através das fantaoi -· 
as, carros alegori 
cos, tentavam demons­ 
trar um histórico do 
Brasil. 1 esperança - 
de um novo homem, no­ 
va mentalidade é o 
que se espera da so - 
ciedade em especial - 
das autoridades e de­ 
mais pessoas que ocu­ 
pam cargo de comando. 
Os nossos registros - 
estão surtindo efeito 
as indicações, solici­ 
tações aos poucos es­ 
tão sendo realizadaq. 
A sociedade é a voz - 
do povo, ressaltando 
que a nossa intenção 
não é para criticar , 
questionamos os pro - 
blemas. Pois, a neces 
sidade de mudança de 
vem acompanhar o pró= 
prio meio de desenvol 
vimento, crescimento, 
etc. Sem ferir as pes 
soas ou comprometer ó 
bom desempenho dos 
profissionais. 
rn a candidata ven­ 
cedora. Em troca , 
conocguem alta elas 
siíicacão no Miss7 
MS, parabéns! Segu~ 
do os astros, torce 
mos para que o sud 
este emplaco o titu 
lo máximo da mulner 
sutmatogrossense no 
Miss/MS 91. 
DELI VISTA 
E em Dela Vista, 
PONTO DE VISTA 
No setor de espor­ 
te, cultura e turis - 
mo, ficaria menos pro 
blemáticos se houves 
se cronograma, plane­ 
jamento e acompanha - 
mente das atividad;s. I 
Cada ano é a mesma '­ 
coisa apelar para jor 
nal, rádio, etc. Para 
terem uma idéia desde 
1986, estamos reali - 
iando concurso de mi.ss 
e para ficar regis­ 
trado e arquivado te­ 
mos em mãos documen - 
tos com 25 folhas en­ 
cardenados para apre­ 
sentar a profil Enoly· 
Loureiro de Assis, MD. 
Secretária de Educa - 
cão, Cultura e Turis­ 
mo, para que fique ar 
quivado no referido - 
setor. "Aos esportis­ 
tas da city, talvez - 
essa idéia poderá ser 
Vir como alternati 
va." 
JARDIM 
E neste sábado es­ 
taremos no concurso - 
de Miss Jardim/91 
Vale lembrar que os 
concurso de miss em 
Jardim, é o mais boni 
to das cidD.des '3e nos­ 
so Estado, está sobre 
a responsabilidade do 
meu amigo Nilson Aja­ 
la, 
11
coreõgrafo'
1 
com 
o total apoio da Pre­ 
feitura_~unicipal, pa 
LINHAS PARA: 
estamos organizando­ 
para o mês de maio, 
o concurso de Miss 
Bela Vista/91, e 
atual Miss Mariley 
Cardoso, está ensai­ 
ando os passos para 
entregar a faixa pa­ 
ra a mais bonita mu­ 
lher belavistense 
"Mais noticias a mo­ 
çada vão aguardando­ 
nas próximas edi 
ções". 
Destaque da Semana 
C) 
ll 
J 
HA1U1.EY CARDOSO KISS BELA VISTA/9O - 
11 EJ1 TRAJE TIPICD " 
VILA NOVJ 
Também, registra­ 
mos eleição da Sra 
Neuza·Vieira, esposa 
do Coronel Vieira 
que está assumindo a 
presidência do bair­ 
ro. "Desejamos muito 
sucesso." 
MUTIRÃO 
O comentário 
mutirão, que está 
sendo realizado na 
cidade, é bem positi 
vo, segundo comentá= 
rios espulsam até o's 
mosquitos da dengue. 
"A idéia, foi do nos 
so MD. Prefeito Muni 
cipal sr. Edson Me - 
deiros. de Moraes. 
do 
Agora o que vai 
pegar é usar roupas 
rasgadas, ·se pintar 
algumas não estra - 
nha não, contando - 
que esteja bem lim­ 
pinho. Sábe· porque, 
devido a guerra a 
juventude não quer­ 
guerra e como pro - 
testo estão usando. 
"O problema será no 
inverno". 
ARTESÃO 
Estivemos dando­ 
uma visita na casa 
do Artesão da city, 
muita novidades, tu 
do bem limpinho e 
organizado, é isso 
ai, este colunista 
parabeniza aquelas­ 
pessoas que estão - 
se dedicando no se­ 
tor. 
Yiacã 
- CONHBCA 
110SSA FRONTHIRA 
SHGURANCA - TRANQUILIDADH - CONFORTO 
BELA VIS,;'A, roRTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO 
JOÀO, POSTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGU 
NA, MARACA,JÚ, AQUIDAUANA, CORUi!DÀ, NIOAQUE, 
DODOQUENA, SIDROLÀNDIA e CAMPO GRANDE .• 
OIVS MAMA EXCUSO 
FAZ SAIHk aos que o presente edital v!tem ou dele cor fonte tlvr,sr'' 
tos ng 0l2/91 de Usucapfão Extraordinárto requerido + MELIO SILVEIRA HONTANGA 
MARIA u. >«WTA'111A t.".o',!!:U contra JOSTi J-lü'.HLNO IXMfM.-1iS::i, ( .. tr !te por te huf e 
Judicial, que em seu curprlento e atendendo ao mal que dos autos c sta pel pr 
tal com o prazo de vinte dias, que será afta na tede de e fufzo e pullad ta for 
LeI, fica citado JOSÉ FEHINO DONIMCUES, os Interessados ausentes, Inertos e de o 
para responderem os termos da referida ado, b pena de e prose aIr i sua t ''+, 
çJ.O: E.xn'l Sr. Dr. Juiz de Direito da Cerca de Bela 'Ira-'S., HHLIO TIRA o A. !ra 
stletro, casado, apatelro, portador da Carte!r de Trabalho +Q Ir, e. . i • CIC- 
oQ 062.072.001-87 e 8Ull r:ulher HARJ,A 8PlH~)'()YfMllA, t..r.1:,1l<·lr1, <. .. Hb. lf<' ,., j.. -,.. 
t adora da CI, RG·n? 054,498, sSF7Mi., resdentes à k. Edson M.telro de More , 
cfdade, vêm respeitosamente, por eu advogado, Infra-assinado, dev[d ente qual1+1 
mandato junto, co escr'tórlo à rua Harão do Ladárlo, n? 1.620, também nesta c'4 ' 
onde recebe os nvfso d «atflo, propor AÇO de SCAP!AO FIRAOIDIM!O no per! tve 
arts, 94l e seguintes do Códio C!vil, pelo rt!vo e fato que aduzen: I - Os per! !siris 
ocup.1c dtladt.> o inkJo do ano de 1.970, de fora : ansa, pacífica e Ininterrupta. ", tiu+ 
dozIn!", tendo li construído una casa de ratertal, planta.to por e pequenas la. de 
manutenção, o Irável a seguir descrito, localizado nesta c[date, cuja pianta, a , ,' t r 
pro(is5lonnl habilitado, se Junta. II - 0 aludido Irável te área de l .... .:.00 r J,, 1 a.e - 
r.ulnteR co11frontuçÕc:1: Fn•ntl.?,. norte coo n r-u.1 Antonio J1.-':P; ],,do c1Jn•lto e lf•. t,·, ,,, .l r 1 
Afonso Pena; la'o esquerdo e oeste com a rua lla Palm kosa, e fundos e ul • aha ufa­ 
lopes, O terreno é urbano e te o n? 20l, da quadra 20l, setor 0. III - 0 Imóvel e refere1 
cla está transcrito no Cartórlo de Restro Irobtliár!o, sob o n? 16.96, livro !-I, tls 
24), em noe de JOSÉ FEMINO DOINCIES, de quelíçio fznorada, canfore ert; !7, q0 
encontra-se en Jus:;or inn·rto C' n,1o 5JL1do. IV - De acordo on o artlo 550 do nu I í.1'.U, 
configura-e na hipótese, a favor dos petlcfonirfos a aqulsfio do dor[nfo por re rli a] 
quisItIva. Nestas condiços, REQUEREM a V, EX? que, o preceituado elos artt» • - • - 
uIntes do CPC, Se proceda, e dla, hora e lugar de!nado, com cfnla prévia + d ,n re - 
presentante do H1n1stérlo PÜillco, a Justificação "Itto II+Is", c 0 o cl,.•;·flir • •.,, 	lt.'l ' " .. 
unhas Infra-arroladas e que, Julgue V.Ex! a fustIficaçio, mandando citar pes • t ou 
por edital o proprietário do Ióvel, cfentIfcaçao por carta, para que "anlfe' Incre" 
na causa, os representantes d Fazenda Püblfca da l'nlfto, do Estado de l.ito (,n• • .. i r, 
da Prefeitura Munfcfpale por edital aos réus ausentes, Incertos e desconheci' raro- 
de vinte dios (ort. 2J2, IV), para contestarem a presente aio, no prazo legal. r! a a 
çio julgada precedente, seja declarado, por sentença, o.do[rfo das ptfe!orar tos ' o 
aludido Irável. Por reren pesoas pobres pedem os beneffefos da Justiça Gratul cau 
sa o valor m[nino leal, para efeitos ffscais. Assi, MA. e A cor os documento 'e ,u s, Pe 
dec Dc!erlnento. Seln V1st,i~~:s., 18 de Janeiro de 1990. CU Xl<-tcr LourIro Me'r. OAI .­ 
HS 2697 - Rol de. te.stecunha6 que deverão ser Intimadas: - Anasticlo Tavares, h:. tro, tol 
telro, n:otorista, residente .i rua Cuia Lopes n2 110; arfa ler[nta ienites, b:s {ira, sol 
tclra, lides do lar res1dt'nte Õ nu Cui.a Lopes, n? 1, ato: noR!rr 'a{ar.: .s •. , r·,nr.-= 
cidade. DESPACHO: Designo aud1ênc1o preliminar para o d1a 02/04/91, a lJ:JO . C. ! t e ri - 
se a pesGena a uJo nome estiver transcrito o Lõvel e os corttnmntes, pesroalote, e por 
edito l, co o prazo de trinta dias, os Interessados ausente:, Incertos e tzon!e!do'; Clc•n­ 
tIfiquen-se a 'não, o Estado e o Mun!cIp!o, encarInhando-se cópia da Inlclal e tc. douren­ 
tos; No::eio Curador aos interessados ausentes, Incertos e decon!:ec!dos , o Dr. • :l, ú~r~•r o­ 
carpos Gonçalves, Detensor Público da Comarca, que servirá sob o cpro Isso de seu r:u 
podendo pnrticipor da audféncfa de Justificaçoo., IntIze-se as testemunhas e nt!tique se o 
HP. Bela Vlsta-HS., 19.02.91 - (a) Geraldo de Alrefda Santiago- Julz de D!refto e ,sr - 
tuíçao. E para que chegue ao conhecimento dos Interessadcs, tal expedido o presente ditai - 
de citação com prnzo de vinte dlns, que será affxado no luar de costa .(' e pul.,lfL.; 1,, 11.1 for­ 
na da lei. Dado e passado nesta cidade e comarca de Bela Ista, Estado de Mato Gr o do Sul, 
aos quatro dias do rés de Março de ano de mil novencentos e noventa e u. Eu, PPD! i«O - 
CTh'TIJRIÃO) 
1 f.c.cre'entc Judtctnl, o datllogra.fcL 
Julz de 
GERAI.llO OE AU<EIDA SMTIAGO 
Direi.to cn1 substltulçâo 
?eleitora Munirial e iea ista 
DECRETO NO 005/91 - GJBINETE DO PREFEITO EM: 25 DE FEVEREIRO­ 
DE 1991 
EDSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VIS - 
TA, ESTADO DE MJTO GROSSO DO SUL, usando das atribuições que 
lhe são conferidas, e de acordo com o disposto em o àrLiqo 
107 da Lei Federal no 4.320/64, de 17 de Março de 1964. 
DECRETA: 
Art. 10 - Fica o serviço Autônomo de Agua e Esgoto - SME, 
situado do município de Bela Vista-MS, autorizado a efetuar - 
reajuste de tarifas e taxas em 28,54% (vinte e oito por cen - 
to e cinquenta e quatro centésimos), à partir de 01 ~arço de 
1991, conforme tabela da Sanesul. 
Art. 20 - Este decreto ·entra cm vigor na data de sua publi, 
cação, revogadas as disposições em contrário. 
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, AOS 25 DE FEVEREIRO 
1991. 
EDSON MEDEIROS DE MORAES 
Pref. Municipal 
DE 
Lixo no Lixo! Colabore com 
de sua Cidade 
a Limpeza 
..,- 
VIAJE BEM, VIAJE COM 
A 
1 
CRUZBIRQ DO SUL.

.J()Jl'I/ J. 'il•I!HftlA DI FRO!J'l'EIRA 
BELA VISTA - MJTO GROSGO DO SUL - 09 a 16 
DE MARÇO DE 1991 
- PAGINA - 04 
A Sra. Jnnlldc, Roon dos Snnton, 0ficfoln do 
Cartório de Registro CIvIl da Circunscrição de 
Bcln V!Gta-MS., faz dobcr que pretendem se casar 
~--------------------------•-4le aprcscntn-rnm 05 documentoa exigidos pelo artigo 
180 do Código Civil Brasileiro. 
1 - Vicente V111~no Viega Ajalo e Rlidn Marta 
Gonçnlvce, brasllciroa, solteiros, nmbos residen­ 
tes nesta cidade, ele, estudante, filho de Atana­ 
clldo Pereira e FelJcin Vlego Ajaln, ela estudan­ 
te, filho de Dona Celso Aparecida Gonçalves. 
2 - Geraldo Nunca lt11mire11 e Janete Vieira Ken_!: 
zen, brasileiros, solteiros, ambos residentes nes 
Bela Vista-MS., 23 de Fevereiro de 1991. 
.,,. 
t 
r 
1 
Indicador 
Profissional 
ADVOGADO 
MAilCUS ANTONIO RUIZ 
Jtun - 11 do Mulo 
l:'011e: 2ál - 1230 
251 - 1736 
N - 470 
Jlesidênclu 
Escritório 
,Jurdim Moto Grosso do Sul 
Cep: 7!1.240 
~ 
1 
1  
:l.,, 
e 
Escritório de Advocacia 
CAilLOS A. NAZARI DORGBS 
e7"t9.rt ma. 
CAUSAS CIVBIS B CRIMINAIS 
Ruu: 15 de Novembro - N9 505 
Fone: 439 - 1382 
Bel Vista 
Mato Grosso do Sul 
e 
1 
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E. 
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~ .. 
& 
t· 
f ( 
Escritório Jurídico 
Jardim 
NELSON CHAGAS 
ADVOGADO OAD - MS 
Foncfi: 251 - 1721 Escritório 
?.51 - 1712 Residência 
IlscritÕrlo: Rua T. Dernnrdes - N2 826 
Rcs.;clência: Av. Ccl. Camisão - N2 657 
Mato Grosso do Sul 
ADVOCACIA 
ITAMAR DA SILVA OUTRA 
ITALO FRANCISCO ESTEFANINI 
.e. 
ADVOGADOS 
--------- 
Rua: Dr. Ary Coelho de Oliveira - Nº 480 
Edital de Proclamas 
tn cidade, ele técnico eletrónico., filho de l.!t,o 
RaIres e Juliana Nunes, ela, lides do lar, ft 
lha de Joio Batista ~•nezea e Dlrc~ Vieira Hcne - 
zes. 
Se alguém souber de algum li:1pcdimcnto 
oponhu-oo na· formo da Lcl. 
JANILDB JlOSA DOS SANTOS 
que 
A Ofklaln 
EDITAL DE PRDCD 
PRA7.0 DE l5 DIAS 
O JUlZ DR DIRRlTO DA VARA OITTCA DA C0HARCA DE BELI. VlSU• 
HS., na fonao da Lel, etc .. 
FAZ SABER que, em cumprlr.:cnto aos trâoltes legais do pro­ 
cesso de execução co curso perante este Juízo entre parte , 
como Exequente(o) BAN<Xl BRASILEIRO DR DESCOlffOS S/A - BRADES 
<Xl, e como Executodo(s) JIIRANDTR FESTI PllJIO, OSV,LIJO KIIWÍ­ 
DA DE HElD e FERHlllA KIJWIDA DB HELO. 
(Autos ng 259/88), no átrlo do EdIfcfo do Fôrun desta Cg 
marca, à Rua Barão do LndÕrlo, nQ 1595, nesta cidade, às 14: 
00 horas do'dia l de março de 1991, será(iio) ~vodo(s) a pg_ 
bUco pregão de venda e nrremntnção cm praça publica, a que.m 
rJals der ,lcimn dn avalinçõo cencionada nbalxo, o(s) ber(ns)­ 
penhorado(s) no(s) Executado(s) no referido processo, a se - 
gu1.r descrito(s): 7.337.8946 hns de terras pastais e lavra - 
dlns do lroóvcl denocinndo Santa Lino, localizado nesta coar 
ca. A referida .iren é pnrctalcente formada, bec situada, c.er 
codn, possui sede construido de madeira, encann:nen~o e elc­ 
trlffcação rural, avaliada en 6.673.953,06 BTil'S. N.ao hnven­ 
do expediente. em qualquer dos dias üteis designados para as 
proçn~, estas realizar-se-ao no mesrro hora.rio e local d~, 
dias utcis incdlnt..'.lmcnte seguintes. Caso os devedores nao 
sean encontrados para intimação pessoal, flcac desde Já in­ 
t Lmndos das datas designadas paro os praças. 
Avollndo(o) en 6.673.953,06 BIN's c:ensol, 
Consta nos autos a existencia de Ônus sobre o(s) be.m(ns)­ 
e o feito não está sujeito a recurso pendente de JulSl).r.)ento. 
ônus junto no Incra ref. ao exerc{cio de 1989. 
Se, na data Lnd1cndn, o(s) be1:11(ns) nõo olconçar(cm) lon - 
ço superior à avolinção, no cesmo local, às 14:00 horas do 
din 25 de março de 1991, serii(iio) levado(!l) novacente â. ven­ 
do ~ arreciotoção er., segundo e Último praça, desprezada a ava 
Unção e- vendido(s) a queo r.iois der. 
Eu, (SA.JfIRA t.OP'ES), Escr1vôo do Ju{zo fiz cxt.rolr o pre - 
sente dos autos indicados, o conferi e subscrevi, nesta. cida 
de e coarca de Bela Vlstn aos 15 de fevereiro de 1991. - 
Cf.RALllO DE AU<ETI>A SAN'I'lACO 
JUIZ DE DIREITO EH SUBSTllUIÇÃO 
EDITAL DE PRIÇI 
PRAZO DH 15 DIAS 
o JUIZ DH rmurrro DA VARA O!IICA DA <n!ARCA DR BELA VISTA, 
na fora da lel, etc. 
FAZ SABRR que, en cur.iprir.::ento aos trâoites legais do pro­ 
cesso de cxecuç.áo eo e.urso pt"ronte este Ju!zo entre parte , 
coo Exequentes(s) FINANCIADORA BRADES0O S/A. Clú!DITO, P1lWI 
CUHEKI0 R IJIVESTINEl(1'0 e co:::o E><ecutndo(s) OSVAUX>.KIRAND,Ç 
DR HRLO, .JURIJIDDl YEST1 YlUIO e JOS8 HAIA COSTA, (Autos n9 
287/88), no ótrlo do Edlf{clo do Fórum desta ccoarca, à rua 
Barão do Ladárlo, n2 1595, nesta cidade, às 14: 30 horas do 
dia 14 de março de 1991, será(ão) levodo(s) o pÚbUco pr,gâo 
de venda e nrre.:nata.ção em praça pública, n ctuer., nals der .acl 
oa da avaliação eencionada abalx.o, o(s) b-e:J(n:i) penhorado(1J 
ao(s) Execut.Ddo(s) no referido processo, a seguir descrtto 
(s): Um trator de esteira 04D, marca Caterpilar, de cor a:a 
rela, ano de fabrlcação 86, n9 97.F.20122Y200 • J)0,.40-V·llO 
22Y2006, avaliada e:u 10l.5S7SS BTN's, .e 7337, 89!.6 ho de ter 
ras pastais e lavradias do imóvel denominado faz1::nda Santa :­ 
Lin4, sitl..UJdO nesta Cooarca, catriculada no RCI sob o n? I • 
384. A área encontra-se ec !ase de fomaçâo, pos&u1 sede de 
madeira. ãr~a ca:cpletar:ente cercada, avollaç...io er.i 4.967.754. 
64 BTN's. Noo havendo e.xpediente eo qualquer dos din..s Úteis· 
designados para as praças esta.s realizar-se-ão no ces::o hor.Í 
rio e local_dos dias Úteis l!tediata.~ente seguintes. Caso oi 
devedores nao sejam encontrados para intioação pessoal, fi .. 
co.m desde Ja intioados das datas design.adas para as praças. 
Avallado(s) no total de 4.967.754,64 BT'S. • 
Consta nos nutos a e.xlstêncla de onus sobre o(s) bc:::i(ns)­ 
e o feito não cst.á sujeito a recurso pendente de Julgarento. 
Ônus .Junto oo INCRA ref. ao exerc[clo de 1989. 
Se, na da~a 1nd1ca~a, o(s) beo(ns) não alcançar(e) 1an .. 
ço superior a avaliaçoo, no cesrno local às 14:30 horas do 
dia de 25 de marçc_? de 1991, será(õo) le~ado(s) nov.u:entc i 
venda e_ arreataçao en segunda e Úl ti.oa praça, desprezada 4 
avallaçao e vendido(s) a quui cais der. 
Eu, (SAMJRA LOPES), Escriv.5:o do Juízo fiz extrair o pre - 
sente dos autos indica.dos, o conferi e subscrevi nesta cl~a 
de e cooarca de Bela Vista aos l5 de fevereiro d; 1991. - 
CERAUlO DE AU!ElDA SAH'IlA(X) 
JUIZ DE Dll!EllO D! SUBSTITIJIÇÃO 
Edital de Praça com prazo de quinze dias 
- 
Fone: 251 - 1489 Centro 
O 
DOUTOR GERALDO DR AU<XIDA SANTIACO, JUIZ DE: DIJU!ITO D1 StrllSTllUIÇÃO 11A COIARCÃ DE BELA VISTA Es:IADO DE ""1'0 CROSSO IX> 
Jardim Mato Grosso do Sul SUL., na fora da tcl, etc ••• • - , · •• 	' 
t---0----J"".""---,-=R'"".",-b-;;_.;;..;.;.;.;.;;..c..;;.;;_;;..;;;;.. ,.I FAZ SABER que: ('t:I cumprlccnto no presente Edltal expedido ... all1:n.idos por preço lnferlor no da ovaliação, 03 1egund.1 que só 
r. ase I amar ruz nos nutos nQ 299/88 de Execução por qunntia-c.ertn contra Deve tera oportunidade se resultar nega.tiva a prl.rietra, os bens se 
dor Solvente que o B.ANCX> BRASILEIRO DEDESO)Ml'OS S/A rove con- rão vend1dos a quen rafs der e maior lanço ofe:recer al.ndl que 
d S 
• 1 	trn OSVAllX) KIRAMDA DE MELO, JURAMDIR FEST1. FI1JlO e FERHINA - por preço abal.xo da avaliação. Não havendo expediente e=:. qual 
a I va 	KIRANDA D& HBLO, em tr3:mlte por este Ju{zo e Cartório Jud1c1- quer dos dias Úte1! designados para as pr.1ças estas r-ra.lit4r - 
- - 	_ 	a.1, serôo levndos a público pregão de vend4 e nrrema.tn~ã.o, a se-ao no·cesmo horario e local dos d1.a.s úteis Leedlatru::ente se· 
• Consultoria Medico e Ginccologico 	quem rais der e maior lanço oterecer acina da avaliaçao.os uintes. Consta nos autos que O icÕvel rural encontra·•• . CO: 
• Partos e ClÍnica Geral 	bens penhorados aos executados, nos dias lZ. e 25 de e.orço de d1_:bito junto ao INCRA referente. no ano de 1989 e O feito rJ.o e!, 
1991, respec:tlvnoentc iis 15:00 hora.si no átrio do Edií{clo do te sujeito o recurso pendente de julg.:m:ento. Caso os d~vedo~s 
Fônm, os bens constantes de: u:c (01 trator arca Valret nao sejam encontrados para intiração pessoal. fica desde Ji E 
pneus 148, rod. 4x4, turbo, de_cor amarela, n? 148.407.003. timados das datas designadas para as praças. 
87, tipo 1484, nno de fabricoçao 1987, cm perfeito estado de O que cuopra-se. Dado e passndo nesta cidnde e Co::!!Jrc.a ,e 
uso e conservação, avaliado ena 56,8492 BT's mensal e 7.337, B~la Visu, J:s.t.ado de H.ato Grosso do Sul, 
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8946 ha (sete m11, trez.entos e trinta e sete hectares, ole.~n- ces de fevereiro do ano de mll novecentos e. noventa e u • Eu, 
ta e nove ares e quarenta e seis centinres) de terras pa.s:tals (SAMlRA LOPES), Escrevente. Judicial, 
0 datUo-a!el. 
e lavradias, dentro dos limites da Fazenda Santa Lina, situa- 	o· 
da neste Munlc{pio e Coa.nrc.a de Belo Vista-MS. A referida á - 
rea é cooplctru::ente cercada, p4rci.1lcente forc.a.da, possui co 
no sede uma c:aso de in.:1dcira, encnnomcnto coepleto e eletriíT 
caç.iio rural, avaliada em 6.673.953,06 B"IN
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Bela Vista - Moto Grosso do Sul 
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PAINEL, CULTURAL 
O mundo vive momen 
tos de perplexidade= 
diante do conflito i­ 
niciado no Golfo Pér­ 
ico. Após viver uma 
r,cnsação esplêndida - 
de Paz e Liberdade 
proporcionada pelos 
últimos acontecimen - 
tos no Leste Europeu, 
especialmente a reuni 
fícacão da Alemanha= 
que fora dividida em 
consequência de uma 
guerra fria e desuma­ 
na, estamos mais uma 
vez assistindo a um 
conflito, causado pe­ 
la ignorância e a in­ 
compreensão dos ho 
roens. 
Não devemos perder 
as esperanças nem tão 
pouco nos desiludir - 
em nossa luta pela 
busca da paz. Devemos 
sim, intensificar as 
nossas atividades vol 
tadas para a consecu­ 
cão deste objetivo, e 
acima de tudo, pedir 
a Deus que ilumine as 
mentes das pessoas 
que comandam os desti 
nos das nações. - 
Transcrevemos abai 
xo um poema do nosso 
companheiro MANOEL LA 
CERDA LIMA do Rotary 
Club de Campo Grande­ 
que é um grande e ve 
emente apelo à PAZ. 
CAVALEIRO DA ESPERAN­ 
€A 
A 1986, o Ano In - 
terncional da Paz. 
vociso voar mais­ 
der ssa 
elo céu da espe - 
rança 
O LTIMO DISCURSO 
(DE "O GRANDE DITA­ 
DOR") 
Sinto muito, mas 
não pretendo ser um 
imperador. Não é es 
se o meu ofício ~ 
Não pretendo gover­ 
nar ou conquistar­ 
quem quer que seja. 
Gostaria de ajudar­ 
se possível - jude­ 
us, o gentio ... ne­ 
gros ... brancos. 
Todos nós deseja 
mos ajudar uns aos 
outros. Os seres hu 
manos são assim. De 
sejamos viver a fe­ 
licidade do próximo 
não para o seu in - 
fortúnio. Por que - 
havemos de odiar e 
desprezar uns aos 
outros? Neste mundo 
há espaço para to 
dos. A terra, que é 
boa e rica, pode 
prover a todas 
nossas necessida 
des. 
O caminho da vi­ 
da pode ser o da 
liberdade e da bele 
nas asas de um ca­ 
valo alado 
que o meu sonho 
fez. 
Com ele subir à mo 
rada dos deuses fata­ 
is, 
eu quero galopar - 
estrelar, pontos side 
rais, 
nas ondas que o 
mistério encerra, 
percorrer a Terra, 
espalhando a Paz! 
Eu quero ver a paz 
na flor que nasce em 
todo o chão, 
no brilho de cada 
sorriso, em cada cora 
cão! 
Preciso dissipar a 
guerra dos orientais, 
na luz de uma ban­ 
deira branca, ver ho­ 
mens iguais, 
nas ãguas, ou nos 
continentes, 
eu vou, velozmen - 
te, espalhando a paz! 
• Preciso viajar nos 
raios 
dessa luz .que ema- 
na 
f$@gotas 
Américas do on -- do progresso humano. 
tem sempre, das i - Os homens que odeiam 
lhas centrais! dcsoparcccrão, os di 
Eu quero cada po tadores sucumbem e 
vo avante, - poder que do povo ar 
□cm ter domlnnn- rebataram há de re - 
te, caminhando em tornar áo povo. Eª.!!. 
paz! 	sim, enquanto morrem 
homens, a liberdade 
nunca perecerá. 
Soldadoal Não vos 
entregueis a esses - 
brutais que vos 
desprezam que vos 
escravizam,.. que 
arregimentam as vos­ 
sas vidas ... que di­ 
tam os vossos atos 
as vossas idéias e 
os vossos sentimen - 
tos! Que vos fazem - 
marchar no mesmo pas 
so, que vos submetem 
a uma alimentação re 
grada, que vos tra - 
tam cano um gado huma 
no e que vos uti1i - 
zam como carne para 
canhão! Não sois má­ 
quinas! Homens é que 
sois! E com o amor 
da humanidade em vos 
sas almas! Não odie­ 
is! SÓ odeiam os que 
se fazem amar ... os 
que não se fazem a - 
mar e os inumanos! 
Soldados! Não ba­ 
talheis pela escravi 
dão! Lutai pela li 
berdadel No décimo= 
sétimo capítulo de 
São Lucas é escrito 
que o Reino de Deus 
está dentro do ho 
mem. não de um só ho 
mem ou um grupo de 
homens, mas dos ho - 
mens todos! Está em 
vós! vós, o povo 
tendes o poder - o 
poder de criar máqui 
nas. O poder de cri­ 
ar felicidade! Vàs , 
o povo, tendes o po­ 
der de tornar esta - 
vida livre e bela ... 
de fazê-la uma aven­ 
turogaravilhosa . 
Portanto - em nome - 
da democracia - use­ 
mos desse poder, una 
mo-nos todos nós. Lü 
ternos por um mundo= 
novo ... Um mundo bom 
que a todos assegure 
o ensejo de traba 
lho, que dê futuro à 
mocidade e segurança 
à velhice. 
~ pela promessa - 
de tais coisas que 
desalmados têm subi­ 
do ao poder. Mas, só 
mistificam! Não cum­ 
prem o que prometem. 
Jamais o cumprirão l 
Os ditadores liberam 
se, porém escravizam 
o povo. 
Lutemos agora pa­ 
ra libertar o murdo, 
abater as fronteiras 
nacionais, dar fim à 
ignorância, ao ódio· 
e à prepotência. Lu­ 
temos por um mundo - 
de razão, um mundo - 
em quê a ciência e o 
progresso conduzam à 
ventura de todos­ 
nós. Soldados, e:a no 
me da democracia, u­ 
namo-nos! 
Hannah, estás me 
ouvindo? Onde te en­ 
contres, levanta os 
olhos! vês, Hannah ? 
O sol via rompendo - 
as nuvens que se dis 
pe+sam! F.stamos saih 
do dás trevas para 
luzI Vamos entrando­ 
num mundo novo- um 
mundo melhor, em 
que os homens esta - 
rão acima da cobiça, 
do ódio e da brutali 
dade. Ergue os olhos, 
za, porém 
viamas. A 
venenou a 
homens ... 
dos olhos da mu - 
lher amada 
e não se desfaz, 
até me projetar ao 
tempo dos meus ances­ 
trais, 
buscando, no sono 
das eras, sonhos imor 
tais 
daquele que busca­ 
ram sempre 
mostrar no presen­ 
te que o amor é paz! 
Eu quero ver essas 
crianças que ao futu­ 
ro vão 
sorrirem paz na ju 
ventude, na paz do 
ancião. 
Preciso tirar dos 
comandos dos potencia 
is, 	- 
as 
nos extra 
cobiça en 
alma dos 
levantou 
no mando as mura 
lhas do ódio... e 
tem+nos feito mar - 
char a passo de gan 
so para a miséria e 
os morticínios 
Criamos a época da 
velocidade, mas nos 
sentimos enclausura 
dos dentro dela. A 
máquina, que produz 
abundância, tem-nos 
deixado em penúria. 
Nossos conhecimen - 
tos fizeram-nos cé­ 
ticos; nossa inteli 
gência, empederni - 
dos e cruéis. Pensa 
mos em demasia • e 
sentimos bem pouco. 
Mais do que de má - 
quinas, precisamos­ 
de humanidade. Mais 
do que de inteligên 
eia, precisamos de 
afeição e doçura 
Sem essas virtudes, 
a vida será de vio­ 
lência e tudo será 
perdido. 
A aviação e o rã 
dio' aproximàram-nos 
muito mais. A pró - 
pria natureza des - 
sas coisas é um ape 
lo eloquente à bon­ 
dade do homem ... Um 
apelo à fraternida­ 
de universal ... • à 
união de todos nós. 
Neste mesmo instan­ 
te a minha voz che­ 
ga a milhões de pes 
soas pelo mundo afo 
ra ... milhões de 
desesperados, ho 
roens, mulheres, cri 
ancinhas ... vitima­ 
de um sistema que - 
tortura seres huma­ 
nos e encarcera ino 
e entes. Aos que me 
podem ouvir eu di - 
go: "Não desespere­ 
is"1 A desgraça que 
tem caido sobre nós 
não é mais do que o 
produto da cobiça - 
em agonia ... da a - 
margura de homens - 
que temem o avanço- 
Notícia 
Hannah! A alma do 
homem ganhou asas e 
afinal começa avo­ 
ar. Voa para o arco 
íris, para luz da 
esperança. Ergue os 
olhos, Hannah! Er - 
que os olhos! 
CHARLES CHAPLIN 
Esta extraordi - 
nária figura huma 
na, CHARLES CHAPLIN, 
nos dá um grande e­ 
xemplo de profundo 
comprometimento com 
os valores fundamen 
tais da pessoa huma 
na, mais especifica 
mente a Paz Univer­ 
sal, através desta­ 
mensagem, que é uma 
das páginas mais 
lindas da Literatu­ 
ra Universal. 
Nós que pertence 
mos a uma institui­ 
cão que tem como 
compromisso maior a 
busca da Paz, deve­ 
mos refletir acerca 
desta linda mensa - 
geme assumir uma 
postura de defesa - 
intransigente da 
Paz, com absoluta - 
imparcialidade. 
Sabemos que os 
conflitos são fru - 
tos da ignorância e 
da intolerância dos 
homens que comandam 
os destinos dos po­ 
vos. Seja ele ju 
deu, sul-americano, 
norte-americano, eu 
ropeu, asiático, o= 
riental, ocidental, 
2< 
ums 
tenha a religião que 
tiver ou a ideologia 
política que tiver 
no momento em que 
faz a guerra ele é 
movido por sentimen­ 
tos de ignorância e 
intolerância. 
A melhor postura 
para nós que perten­ 
cemos a uma institui 
ção que luta inces - 
santemente pela Paz, 
é aquela em que nos 
posicionamos radical 
mente contra os con­ 
flitos, tenham eles­ 
razão de fundo histó 
-----------=-=======================- 
rico, social, polítí 
co, territorial ou 
outra, sem no entan­ 
to defendermos ou a­ 
tacarmos A ou B, po­ 
is no momento em que 
assumimos uma postu­ 
ra de defesa ou ata­ 
que de A ou B, em 
vez de contribuirmos 
para uma busca efici 
ente da Paz, estare­ 
mos, na verdade, con 
tribuindo para o con 
flito. 
Reproduzido do Ro 
taryun - Rotary de 
C. Grande (Universi­ 
dade). 
Cruzeiro lo Sul Veiculas Ltda. 
UNO 	1986 
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VOYAGB 1983 
CHEVETTE 1985 
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BBLINA L 1989 
CORCEL 1984 
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RUA - 
FONE - 
CAMPO 
SANTA AMBLIA. 104 
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GRANDE MATO GROSSO DO SUL

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA 	ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 09 A 16 DE MARCO DE 1991 
SERVIÇOS OE MUTIRÃO BENEFICIARÁ TODA A CIOIOE 
A Prefeitura ~unlclpal de Dela Vista, através da Secretaria - 
Municlpnl de Obras, sob a direção do Engenheiro Marcos Cimara de 
Mor ae e com a participação da 16à Residência Rodoviária do Dcr­ 
oul, está desenvolvendo cm vários bairros e parte do centro da 
cidade, numa primeira etapa, serviços de limpeza, patrolamento e 
cascalhamento de ruas, limpeza de bueiros, aterros de terrenos­ 
e áreas alagadiças, concertos de valas, coleta de lixos residen­ 
ciais e distribuição de lenhas aos moradores que necessitam. 
Inicialmente estarão sendo beneficiados com os inúmeros servi 
çou desenvolvidos pela municipalidade em conjunto com os morado­ 
res, os bairros Primavera I, II, III e IV, Costa e Silva, Novo 
Horizonte, Itaboraí, Antonio João e o centro da cidade desde a 
rua Duque de Caxias, além do Distrito Nossa Senhora de Fátima 
que encontra-se praticamente com todas as suas ruas patroladas. 
' 
fJmJIJIOS DAS RUAS 
_ Na segu~da etapa dos serviços de Mutirão, que será iniciada - 
tão logo finde os serviços dessa primeira etapa, serão atendidos 
os demais bairros de nossa cidade, ou sejam Baixada Corinthiana 
Baixada Fluminense, Espírito Santo, Vila Nova, Agua Doce, Clarã~ 
da Lua e_faixa fronteiriça com a República do Paraguai, segundo­ 
informaçoes do Engenheiro Marcos Câmara de Moraes, responsável - 
por todos os serviços da municipalidade ora em execução. 
O Dersul participa do "Mutirão Cidade Limpa" com vários máqui 
narios, sendo 05 caminhoes, 02 moto-niveladoras, 01 pá-carrega~ 
deira e um trator de esteira tendo a Prefeitura Municipal seres 
ponsabilizado pelo combustível utilizado. o órgão vêm também con 
sertando e patrolando as vias de acesso à nossa cidade como aro 
dovia Bela Vista/ Antonio João, Bela Vista/Caracol e Bela Vista/ 
Jardim a~e a localidade de Água Amarela, todo o combustívelutili 
zado esta sob a responsabilidade da Prefeitura de Bela Vista que 
conta, g:aças as.amizades do Prefeito Edson Moraes e sua grande 
penetraçao no meio rural, com a ajuda de fazendeiros e proprie­ 
tarios de terras que serao beneficiados com a recuperação dessas 
rodovias, bem como o empresário Osvaldo Possari, proprietário da 
Viação Cruzeiro do Sul, que ofereceu 2.000 litros de óleo para a 
recuperaçao da BR 060 ligando Bela Vista à Jardim. 
Outra rodovia a ser recuperada nos próximos dias é a que de 
manda ao Calcareo Itamaraty, região das Caleiras. 
Os bairros que estão sendo beneficiados pelos serviços de mu­ 
tirao da municipalidade recebem ainda atendimentos médicos e o - 
d~ntologicos para todos os seus moradores, fornecimento de remé­ 
dios, consultas, orientações diversas e esclarecimentos sobre os 
1numeros serviços oferecidos pela administração municipal e suas 
autarquias. Participam desse trabalho na área de saúde os médi - 
cos Dr. José de_Ribamar Cruz e Silva· - Secretário Municipal de 
Saúde, Dr. André Watanabe - da Fundação SESP, Dr. Fiori Murano e 
os odontologos Elias Sassine e Renato Bittencourt do 100 R •c 
MEC. 	• 
chefia da Secretaria Municipal de Obras o engenheiro Marcos Cà­ 
mara de MOraeo deu uma nova dinâmica aos trabalhos sob sua res­ 
ponsabilidade, organizou todos os setores da autarquia, preocu­ 
padando-se com a correta e rápida execução dos trabalhos sob - 
seu comando e fazendo com que o parque rodoviário da rr.unicipali 
dade esteja sempre pronto para qualquer eventualidade. O têr~i: 
no dos meio-fios nas ruas asfaltadas pela Prefeitura Municipal, 
obra da qual foi o Engenheiro responsável, pinturas, reformas e 
ampliações em várias escolas municipais, limpezas permanentey­ 
das ruas, operação "tapa-buracos", roçada das arcas gramadas~ 
cidade, pulverização das palmeiras das ruas do centro da cidij­ 
de, serviços de drenagem, tubulação de galerias de águas plifÍi­ 
ais na rua Conde de Porto Alegre, entre outros, são alguns do5 
serviços que podem ser vistos em desenvolviemnto dentro de nos­ 
so município pela Prefeitura Municipal e com a responsabilidade 
do jovem dinâmico e competente engenheiro Marcos cãmara de Mo - 
raes. 
Outra obra de grande importância sob a responsabilidade do 
titular da Secretaria Municipal de Obras é a execução dos servi 
ços de topografia da Rua General soares da Rocha e todas as su­ 
as transversais, para posterior asfaltamento a ser executado pe 
la Prefeitura Municipal. , 
• f - 
. .:c.J 
s.1e 
A 
4 	PATROLHENTO DAS RUAS 
Informou ainda o Engenheiro Marcos Câmara de Moraes estar em 
fase de elaboração o Projeto para a construção do Centro Comuni­ 
tario do Parque_das Primaveras, uma reivindicação de todos os 
moradores atraves_da Associação de Moradores do Parque das Prima 
veras e que devera ser atendida brevemente pelo Prefeito Edson 
Medeiros de Moraes. A execução dessa obra seria feita em conjun­ 
to com a Associação de moradores do bairro que já possui inclusi 
ve parte do material necessário. 
Bela Vista vive uma nova fase em sua história, ao assumir 
a 
VEICULOS DA PREFEITURA REAL' ZANDO 
Vale lembrar que essa é a rua que deveria receber o asfalta­ 
mento do Governo do Estado, serviços que foram abandonados tão 
~ogo findou:se às disputas políticas-eleitorais em nosso Esta - 
o, e que da acesso ao Hospital São Vicente de Paula 
Os serviços de topografia na Soares da Rocha e suas transver 
sais estao sendo executados por uma · 	d­ 
Estradas de Rodagens - DERSUL - a gulpe do Departamento "° 
sob a supervisão da admi 5 ;t; .- Vizinha cidade de Jardim 
nheiro Marcos Moraes. inis raçao municipal na pessoa do Enge 
_TARALIIO_DE_LIPEZA_E_OOSEkvAO_AOS _BAIRROS 
DECRETO NO 008/91 
Artigo 20 - Fica a Secretar· . 
desta prefeitura, encarregada ~a Municipal de Administração 
dos. 	e dar ciência aos interessa 
Artigo 30 - Este decreto ent . 
blicação, revogadas as disposiçõª em vigor na data de sua pu 
es em contrário. 
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, 
DE 1991. 	AOS 14 DI.As DO ~S DE MARCO - 
EDSON MEOEIRos 
DE MORAES 
Pref. Municipal 
_Prefeitura Municipàl. de Bela Vista 
DE 1991. 
GABINETE DO PREFEITO EM: 14 DE MARCO_: 
"ANULA A LI A 
E ovos ?Ê};,2?rE roa ecos No o1/o1 
Edson Medeiros de Moraes 
ta, Estado de Mato Grosso d~ Prefeito Municipal de Bela Vis 
lhe sao conferidas, Sul, usando das atriçuições que 
DECRETA: 
Artigo 10 - Fica anulada 
a licitação, modalidade to por-conveniência administrativa, 
fevereiro de 1991 com ab mtada de preços no 01/91 de 28 de 
' 1. • er ura e • 1 	' 
março de 1991, objetivando a a . ?u_gamento para o dia 20 de 
talares a serem utilizados ,,"sicão de equipamentos hospi 
la Vista. 	P a Beneficência Hospitalar de e 
JORNAL TRIBUNA Da FRONTEIRI 
LADO I LADO COM O PROGRESSO

JORNAL TRIDUN/ D/ PHON'feIRJ 	BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 09 A 16 DE MARÇO DE 1991 - PÁG1N/ - 7 
i/ 0 Sonho Torna.se Realidade 
Inaugurado o Novo Hospital São Vicente d-e Paula 
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As obras de reforma e ampliação do Hospital São Vicente de Pau 
la foram inauguradas nesta quarta feira, dia 13, com as presenças 
do secretário de Estado da Saúde Milton Miranda, Secretário de Es 
tado da Educação professor Mauro Polizer, Deputado Estadual Walde 
mir Moka, Prefeito Edson Medeiros de Moraes, Presidente da Benfi­ 
cência Hospitalar São Vicente de Paula Engenheiro Ricardo de Sou 
za Rosa, Comandante do 109 R C MEC Tenente Coronel Jesiel Gomes - 
Ribeiro, Promotor de Justiça da Comarca de Bela Vista Dr. Gerardo 
Eriberto de Morais, Vice-Prefeito Fernando de Freitas Elias, Pre­ 
sidente do Rotary Club de Bela Vista Ivan Afonso da Costa Marques, 
Consul do Paraguai Eduardo Ocariz, Vereadores, Medices, Diretoria 
e funcionários do Hospital São Vicente de Paula, profissionais da 
área de saúde de nossa cidade e inúmeras outras pessoas de nossa­ 
sociedade. 
. Antes do corte da fita inaugural fizeram uso da palavra o Se - 
cretário de Estado da saúde, Dr. Milton Miranda Presidente da 
Beneficência Hospitalar São Vicente de Paula Engenheiro Ricardo - 
de Souza Rosa, Prefeito Edson Medeiros de Moraes e o Deputado Wal 
demir Moka, representando o Governador do Estado Marcelo Miranda. 
SECRETARIO MILTON MIRANDA 
Estas foram as palavras do Secretário Milton Miranda: "Dizer - 
da satisfação do dever cumprido poderia parecer lugar comum, esta 
ocasião no entanto exige que tal afirmacão seja síntese daquilo - 
que realmente sentimos, principalmente em se tratando desta obra, 
cujo desafio fizemos questão de incluir entre as prioridades de 
nossa gestão a frente da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do 
' 
o 
fim, acho que todo homem que gosta realmente de sua terra 
de fazer alguma coisa por ela. 
tem 
'mt SEU DlsaJRSO - O SF.CRlITÃRIO DE ESTADO DA SAD0DE MILTON MIRANDA E DENAIS AUTORIDADES 
. A situação caótica enfrentada pelo Hospital são Vicente de Pau 
la, abrigado em um prédio de antigo hotel, sobrevivendo apenas da 
'fibra criatividade e coragem própria dos belavistenses, da dedi­ 
cação redobrada dos administradores e profissionais da casa, exi­ 
gia de nossa parte urna decisão imediata, sem barreiras ideológi - 
cas, calcadas apenas no dever do homem público que realmente dese 
ja dar de si em benefício de todos. De imediato tivemos a aprova­ 
cão total de nossa decisão por parte do senhor Governador Marcelo 
Miranda, que gostaria de nesta data estar ';qui~pr
7
sente abraçando 
voces, mas por motivo de outras ordens, ate o ultimo momento ten­ 
tando junto ao Banco do Estado de São Palo a liberacao de empres 
timo para minimizar os problemas de atraso de pagamento dos servi 
dores públicos, o que impediu a sua vinda até Bela Vista neste - 
dia tão importante. A aprovação imediata do Governador do Estado 
nos deu condiç~es de buscar e receber o inestimavel apoio do Mi - 
nistério da Saúde, com isso pudemos levar a efeito esta empreita­ 
da. O resultado ai está e os louros destas vitória nós dividimos­ 
com todos aqueles que dela participaram, do mais humilde operário 
ao homem do povo que suportou com paciência a edificação de uma 
obra que servirá para atender com mais conforto e melhores condi­ 
cões oferecendo uma assistência médica-hospitalar a altura da 
dignidade do. povo belavistense, e de toda a região. Nossos agrade­ 
cimentos à PROTECO ENGENHARIA, à diretoria do Hospital Sao Vicen­ 
te de Paula, aos médicos e funcionários, às autoridades e à todos 
que de urna forma ou de outra colaboraram conosco. Peço a Deus que 
ilumine sempre esta Casa, todos aqueles que aqui nela trabalham e 
os que por aqui passarem em busca do conforto e da cura, agradeço 
acima de tudo ã Ele por ter sido designado para esta honrosa Mis­ 
são de tornar realidade. o que é direito de um povo. Saude Bela 
Vista". 
PRESIDENTE DA _BIISVP RICARDO ROSA 
Em suas palavras o Presidente da Benificência Hospitalar São Vi 
cente de Paula afirmou: "P.rimeiramentt:, como belavistense aqui 
nascido e criado, acompanhando os trabalhos de pessoas ilustres , 
hoje muitos não estão aqui ao nosso lado, mas que do alto tambem 
lutaram para que isso fosse uma realidade. Nos anos 40, médicos , 
Pecuaristas e inúmeras pesssoas se Juntaram e edificaram a Benefi 
cência Hospitalar de Bela Vista e que até hoje ainda é o baluar - 
te do atendimento·médico de toda a região. Lembrando de nomes, cl 
tamos o Dr. Ruben Alberto Abott de Castro Pinto, Sr. Athanasio Mg 
lo, Sr. Tibiriçá Loureiro de Almeida e tantos outros belavisten - 
ses que lutaram para a criação desse Hospital. É grande a satisfa 
ao nossa de chegarmos hoje e vermos uma obra que realmente gratifi 
ca o povo de Bela Vista por estar aqui em nossa terra um dos me - 
lhores hospitais de Mato Grosso do Sul. Eu, na qualidade de Presi 
dente do Hospital, fiz a minha parte, dei a minha pequena parcela 
de colaboracão para transformarmos em realidade uma grande aspira 
ao de nosso povo, estou fazendo o meu papel e irei fazê-lo até Õ 
,,1-.......:,:c_ 	..., 
PRES IIHTF DA BIISVP - ENCENIIE.IRO RICARDO ROSA; DEPUTADO VALDEMIR HORA, SECRETÁRIO DE ESTADO - 
SAUDE.- MILTON MIRANDA; PREFEITO MUNICIPAL- EDSON HORAES E DEMAIS AUTORIDADES PRESENTES 
Estou aqui colacorando com a Beneficência Hospitalar, encon­ 
trei nessa trajetória um homem que eu gostaria aqui de agrade - • 
cer pessoalmente porque ele deu uma parcela de colaboração 
tão grande para a realização das obras desse Hospital que qual­ 
quer coisa que possamos oferecer à ele não significaria nada , 
lutou como um belavistense, como se fosse um sócio do nosso hos 
pital, enfim, dedicou-se inteiramente pela edificação dessa o= 
bra, que é o Secretário de Saúde Dr. Milton Miranda. Apesar das 
dificuldades políticas que enfrentamos, nornal na trajetória de 
uma cidade e de um Estado, está hoje aqui inaugurando este Hos­ 
pital, um orgulho para a nossa terra e para o nosso povo, nós 
nunca iremos esquecer disso. Em nome da Beneficência Hospita - } 
lar de Bela Vista agradeço ao Prefeito Municipal Edson Medeiros 
de Moraes por ter nos cedido o antigo Centro de Saúde para o 
funcionamento de nosso ambulatõrio, ao Comandante do lOQ R e 
MEC, Tenente Coronel Jesiel Gomes Ribeiro, que nos cedeu a en - 
fermaria do Regimento para o funcionamento do Centro Cirúrgico 
de nosso hospital, agradeço também ao empresário Victor Rajas 
1 
que nos alugou o antigo Hotel São Geraldo para as instalações - 
do setor de enfermaria . Meus amigos, é muito gratificante esta 
hora para qualquer cidadão, para qualquer político, estar aqui­ 
hoje inaugurando uma obra desse porte, que poderia ser edifica­ 
da em outras localidades, por isso agradecemos as forcas vivas- 
e políticas de nossa região e a cada um que com a sua parcela - 
de colaboração ajudou grandemente às populações não só de Bela­ 
Vista, mas também de Caracol, Antonio João e da nossa vizinha - 
República do Paraguai. Hoje estamos aqui com uma estrutura de 
dar inveja à grandes centros de nosso Estado, a nossa sociedade 
beneficente está de parabéns, Bela Vista está de parabéns e eu 
gostaria, mais uma vez, de agradecer à todas as pessoas que nos l 
ajudaram e que continuem nos ajudando para que a Beneficência - ~ 
Hsopitalar de Bela VIsta possa realmente oferecer uma das melho J 
res assistência médica hospitalar do Sudoeste de nosso Estado". j 
PREFEITO EDSON MEDEIROS DE MORAES 
Usando da palavra o Prefeito Edson Medeiros de Moraes, ex - 
Presidente do Hospital, ressaltou em seu pronunciamento a irpor 
tancia das obras de reforma e ampliaçao do Hospital, a luta de­ 
sempenhada pelos vários segmentos de nossa cidade e do Estado 
Pi'ª ,,ansforna, ~ <••~idade essa aspi<aoão, 
E_SE!_DISCURSO_O_PREFEITO_NINICIPAL_DE_BELA_VISTA_- ESON_EDEIROS DE HORAES E AUTORIDADG 
Disse o Prefeito: "Dr. Milton Miranda, é com uma emoção mui­ 
to grande que hoje inauguramos esta obra tão valiosa e tão ne - 
cessaria ao bem estar de nossa população. Eu acompanhei desde o 
inicio as lutas para que este hospital fQsse remodelado· e re - 
construido, quero fazer justiça agora lembrando o nome do Depu­ 
tado Moka, que se fez presente desde quando fui Presidente des­ 
te Hospital, nos ajudou, teve participação para sensibilizar o 
Dir. Milton Miranda para que fosse real-izada esta obra de maior­ 
relevância aqui em Bela Vista. Acompanhei também o carinho que 
o Dr. Milton Miranda dedicou à esta obra, ao qual agradeço em 
nome • • • • • • • • • •• •• • • • • • • • - CONTINUA

JOHNhL TllLnUNA I>i FRONTEIRA BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 
09 A 16 DE MARÇO DE 1991 
- PAGINA -O8 
Sonho Iorna-se Realidade 
Inaugurado o Novo Hospital São Vicente de Paula 
da população de Bela Vista o seu gesto, o seu carinho, trazendo 
inclusive roupa de camas para o aparelhamento total do no::a,v 
hospital. 
Semana passada assinei um convênio com o Dr. Milton Miranda pa 
ra que fosse repassada à Prefeitura de Bela Vista a importância - 
de 100 milhões de cruzeiros para que nós possamos equipar este 
hospital, isso representa muita coisa para nosso município e nós 
tcmoo guc agradecer, independente de política ou de cõr partidá - 
ria, temos que realmente aplaudir tudo aqu.ilo que vêm de encontro 
aos grandes anseios de nossa população. Infelizmente o Dr. Marce­ 
lo Miranda prometeu asfaltar 43 mil metros quadrados aqui em nos­ 
sa cidade, abrangendo inclusive a rua em frente ao Hospital, fez 
a drenagem, uma obra cara, infelismonte não teve tempo hábil pa­ 
ra concluir essa obra, mas acabo de ter a noticia, transmitida pe 
lo Ayres Cafure, de que o Governador viabilizou a emulsão e o im­ 
permeabilizante para que a Prefeitura pudesse concluir essa obra. 
Quero agradecer Dr. Milton, ao Dr. Marcelo Miranda a viabiliza 
cão desse tão importante material para que nós possamos trazer re 
almente o progresso à nossa cidade. Começou-se o asfalto Jardim 7 
Dela Vista, uma obra sonhada por todos os belavistenses e grande­ 
ansiedade de toda nossa população, foram feitos 12 kilõmetros, as 
[
1
1 obras estão iniciadas, acreditamos também que será a rendição de 
nosso município essa ligação asfáltica, é primordial, nós temos - 
que continuar lutando, vamos ter um.Governo novo, nós vamos nos 
unir, todas as classes e segmentos de nossa sociedade e lutar por 
isso, o Sr. Deputado Moka tem um compromisso com Bela Vista, o 
Sr. foi o deputado mais votado em nossa cidade, embora esteja em 
partido contrário entendo.que os-interesses de nossa sociedade 
tem de estar acima da política e de partidos. De maneiras que eu 
vislumbro um futuro promissor· para a nossa cidade, tenho fé, te - 
nho esperança e tenho coragem, vamos usar de criatividade e conto 
com a colaboração dos -empresários e dos políticos para que me aju 
dem a fazer de Bela Vista uma cidade mais humana, mais digna e 
mais justa para esse povo que aqui habita. 
Meus agradecimentos, quero parabenizar principalmente a classe 
médica de nossa cidade, Bela Vista Dr. Milton, se orgulha dessa - 
classe médica, nós temos aqui militando na saúde de nosso munici­ 
io cerca de 12 médicos,quando nos Mun.do porte de B.Vista nao tem nem um. Essa 
classe médica sempre tratou da .. população sem perguntar se ela é 
carente, é pagante ou não, enfim, é·um atendimento indiscriminado 
e agora, com esta obra que hoje inauguramos aqui, temos a certeza 
que a Prefeitura vai economizar muito dinheiro com a sua ambulân­ 
cia que nesses dois anos de mandato meu já rodou 200 mil quilôme­ 
tros daqui à Campo Grande transportando doentes que não poderiam­ 
e ser atendidos aqui; Hoje, com esta obra, orgulho para todos nós , 
este problema esta resolvido. Pa~abéns Presidente do Hospital pe 
!ª inauguração em_sua gestão dessa tão importante obra, parabéns 
a toda a classe medica, aos funcionários do Hospital são Vicente­ 
de Paula, a Prefeitura dará todo o apoio necessário para que o 
Hospital possa acompanhar condignamente o progresso. que represen- 
c ta essa estrutura física que hoje se inaugura, é com muita satis­ 
façao, com muita alegria que recebemos hoje aqui importantes auto 
ridades de nosso Estado, gostaríamos que o Governador estivesse a 
qui presente, mas infelizmente não foi possível, ele està atenden 
do um problema maior- de nosso Estado, agradeço a presença de to­ 
dos os senhores e o meu muito obrigado". 
DEPUTADO WALDEMIR MOKA 
O Deputado Estadual Waldemir Moka, representante do Governador 
Marcelo Miranda Soares e o mais votado em Bela Vista nas últimas­ 
r eleições, disse em seu pronunciamento: 
i 
1 
,. , 
i 
e 
Dr. Fernando de Freitas, enfim, con a ajuda de todos, nós conse 
quimos chegar à essa inauguração._Mais do que isso, de que adi- 
antaria um prédio bonito se nos não tivéssemos aqui também a 
sensibilidade do Secretário de Estado Dr. Milton Miranda, cm 
fazer o convênio na ordem de cem milhões do cruzeiros para que 
esse hospital, além do prédio, ficasse • completamente equipado. 
Isso representa para mim, como politico, realmente uma satisfa­ 
ção muito grande, mas como médico que sou, representa minha es­ 
perança de que muitas vidas de irmaõs belavistenses serão sal - 
vas pelas mãos competentes desse grande corpo clinico que pos - 
sui hoje Dela Vista. 
Evidentemente que cu quero render as minhas homenagens aos 
médicos de Bela Vista e faço isso na pessoa do Dr. Fiori Mura - 
no. Quem não conhece o Dr. Murano, quantas e quantas pessoas a­ 
qui passaram pelas mãos desse grande médico que hoje está aqui 
presente em mais uma luta, Dr. Murano, dessa nossa querida Bela 
Vista. Fica aqui o meu reconhecimento ao corpo clinico cm nome 
desse extraordinário médico. 
Meus amigos, o Governador Marcelo Miranda deveria estar aqui 
presente, na Última hora está tentando dentro das aos dificulda 
des do Estado, e nós temos que reconhecer as dificuldades do 
Estado, eu sou um daqueles políticos que reconheço, o Governa - 
dor está tentando ainda um empréstimo para minimizar as dificul 
dades dos servidores públicos do Estado, essa é a razão do Go - 
vernador não está presente, ele ainda tenta hoje com a direto­ 
ria do BANESPA a liberação desses recursos. Ele me pediu, Depu­ 
tado Moka, faça chegar ao Prefeito Municipal, aos nossos compa­ 
nheiros de diretório e de partido, ao ex-prefeito Abraaô Zacari 
as e aos belavistenses que o Governador Marcelo Miranda conti - 
nua ainda tendo Bela Vista de uma forma valiosa dentro de seu 
coração. 
Meus amigos, eu acho-que com a inauguração desse hospital 
nós marcamos um ponto, não nós os políticos, mas a sociedade be 
lavistense. 
HENTO SOLENE DA INACAURAÇO_DO _HOSPITAL_SAO VICENTE DE PAU 
Edson, atendo o seu pedido e 
de ter sido o mais votado em Be1, ?}, apelo, a responsabilidade 
assumo como belavistense .<. ita, que muito me honra e~ 
nao como o Deputad Mkz - e 
do seu partido, 0 gabinete está a to _O..a, que nao 
armos ~esses próximos quatr sua disposiçao para continu- 
o anos a luta pel b 1 • e 
pela nossa querida cidade t d '. .os e.avistenses 
risa4o, em nome do covék&;ç!?ç,o meu me1nor muito o 
dos os componentes do partido . Miranda e em nome de to- 
aqui em Bela Vista". 
ão 
«a 
±:. 
.: iS 
.!ta;d 
a!t; 
'sra 
te 
ruz; 
.ia 
"Quis o destino, eu quero aqui reconhecer que são poucas as 
pessoas qeu tem esse privilégio, eu vim na visita do então Secre­ 
tário de Saúde do Governo Marcelo Miranda, Dr. Alfredo Pinto de 
Arruda, na primeira ao antigo Hospital São Vicente de Paula vie­ 
mos aqui com a incumbência de firmar lll compromisso de que iria - 
mos reformar o Hospital, mas a s-ensibilidade do Governador e dos 
companheiros politicos locais, na época o ex-prefeito Abraão Zaca 
rias, companheiros de diretório, fez com que evoluisse a simples 
't rcfo:ina do Hospital para isso_que hoje nós estamos inaugurando , 
qu~ e um novo hospital, essa e a realidade, aquele hospital de 30 
leitos, que representou, como bem irisou o Presidente da Benefi - 
cêr.cia Hospitalar Ricardo de Souza Rosa, a luta de tradicionais~ 
famílias belavistenses, a luta de médicos para que esse hospital 
sempre existisse e hoje, com apoio e é preciso que se reconheça·, 
de toda a classe política, com,ajuda do atual prefeito, com a 
ajuda dos vereadores, com a ajuda do nosso vice-prefeito e colega 
Edital de Proclamas 
JANILDE ROSA DOS SANTOS Ofi ·a1 . 
d Circunscrição de Bela Vista-g ''la do Cartório de Registro civil 
apresentaram os documentos exi,,' ' saber que pretendem se casar ° 
sileiro. 	- .,. os pe o Artigo 180 do Código Civil Brs 
DANIEL ALEM e ANA APARECIDA AR 
ros, ambos residentes neste munie{3, ANDA VERA, brasileiros, soltei " 
Alem, ela lides do lar, filha de g,,"P""· ele lavrador, uno de Dona Joana 
da Arguelho. 	1ao Arguelho Vera e Dona Altivia Aran 
MIGUEL ARGUILHERA e JOANINH 
ambos residenes nesta cidade , A LOUVEIRA, brasileiros, solteiros · 
Lúcia centurião, ela 1ides a ~,Pntor. muno de Epitánio Arguimhera e 
ta Coene Louveira. r, filha de Miguel Louveira e Dona AIber ° 
Se alguém souber de algum impedimm 
Lei. 	ento, que oponha-se na forma da 
Bela Vista, 16 d 
. e Marco de 1991. 
JANILDE ROSA DOS SANTOS 
- A OficiaJa 
PAGUE EM DIA SEU jp-fu 
O Imposto que você 
o desenvolvimenw "8apaga 
ue você ve

J0RNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 	09 DE MARÇO DE 1991 - PAGINA- 09 
Câmara é Notícia 
Ver. Marcos E. Rios da Cruz 
lNOfCAÇÃO 
Para que oeja endereçado expediente no Exmg 
sr. !'refeito Municlpul, so11citnndo que dctermlnc 
ao órgão competente a limpeza das galas e saretas 
da rua Edurdo Peixoto nas Imediações dn ruo Duque 
de Cnxlns, 
:::: 
" ..':; 
± 
rr.i· 
f::. 
e 
ret::: 
e;:° 
::;:: 
zac:: 
o7ti· 
±:. 
-•al • 
.» 
Ver. KARC:0S ELIAS RIOS DA CRIJZ 
MOÇÃO DE PROTESTO 
Seja enviada "Moção de Protesto" n sua Excelên­ 
cia Sr. Prefeito Municipal, pela falta de descaso­ 
com esta Caso, do niio atendimento quanto vários so 
licitações a respeito do recapeamento no trecho da 
Receita Federal à Ponte do Rio Apo, que até a pre­ 
sente data, nada foi (eito para que seja melhorado 
aquele trecho, vindo com isto causar revolta nos 
transeuntes. 
Ver, João Kaltfe 
INDICACOES 
Para que seja endereçado expediente ao Exm? Sr. 
Prefeito Municipal, no sentido que determine n re­ 
cuperação da Rua Guio Lopes entre as ruas Cuiabã e 
l3 de Junho. 
:!)!STIFICATIVA 
O asfalto naquele trecho está cm péssimas cond! 
tÕes. sendo necessário um atendimento de imediato, 
já que se trata de um asfalto cobrado dos' contrib~ 
intes, e à meu ver, o poder p.;blico jamais poderá 
negligenciar nn manutenção. Há pouco tempo atrás , 
foi feita naquele trecho, uma operação tapa-buraco 
com terra, como em•outro trecho da cidade, apesar 
de ter servido de galhofada de muito, "sô em Bela 
Vistnu, em outros lugares chegou o operacào com o 
devido betume, e o trecho em questão ficou no es - 
uecimento. 	• 
••·······················•·····•••.•• . 
__., 
Para que seja endereçado expediente ao Exm Sr. 
Prefeito Municipal, no sentido que determine a re­ 
uperação do calcamento cm volta da Praça Alvaro 
'ascarenhas, bem coo, melhor cuidado no sistema - 
de ajardinamento. Sendo essa uma praça no coraçao 
da cidade, e a mais antiga e tradicional de Belo - 
Vista, merece uma atenção -especial por parte do 
Poder PGBIco. 
Ver, Jorge de Souza Rosa 
DIcAcOEs 
Para que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. 
Prefeito Municipal com côpia ao Encarregado do SA­ 
AE, solicitando para que determ.inem _ O NO CORTE­ 
DE AGUA, das residências dos t~ncionarios publicos 
estaduais, tendo en vista que os mesmos encontram­ 
se com quatro meses de salários atrasados. 
.......................................... · ... 
Para que seja endereçado expedierite·ao Dire:or­ 
Cera1 da Enersul coe cópia ao Chefe dos e.scritori­ 
os local, solicitando para que determine O NÃO cO 
TE DE ENERGIA ELETRICA, das residências dos fonc1o 
"•
1
rios p.;blicos estaduais, tendo em vistn que os 
esos encontra-se co quatro meses de salários - 
atrasados. 	z 
Para que seja endere- [f 
€ado expediente no Ex:n! 
Sr, Prefeito Hunlcipnl , 
para que detcnnlne o pn­ 
trolamento e cascalhamen 
to da run Cãndido Maria: 
no, entre as roas Pedro 
Àlvores Caprol e Afonso­ 
Pena. 
Indico oindn, para 
que a mesma seja atendi­ 
da, tendo cm viatn, que 
o mutirõo está próximo - 
ao Bairro Antonio João , 
local d~ localização da 
citndn rua. 
Hn folo o Presldcnle dn câooro Hunlclpal Ver. JORGE ROSA 
Ver. Roney Moraes Simões 
INDICAÇOES 
Para que seja endere­ 
çado expediente ao Exm? 
Sr. Presidente Municipal 
com cópin no Encarregado 
do SME, solicitando a 
possibilidade de exten - 
são do rede de água no 
Bairro Água Doce, entre 
o Dcrsul e o Colêgio Pe­ 
dro Ajala. 
Para que seja endere- 
cado expediente ao Exm? Sr. Prefeito Municipal 
que, aproveitando o início dos mutirões nos bair - 
ros, construa em cada um, Ol(um) campo de voley de 
praia e um campo de futebol suiço, e, ao mesmo tem 
po, forneço material esportivo para prática dos 
referidos esportes. 
Estive percorrendo os Bairros da periferia e 
percebi o desejo a vontade de nossa juventude em 
praticar esportes e com isso, senti que a melhor - 
forma e mais viável, é a construção dessas quadras, 
é por isso que lhe faço tal indicação, pois tenho­ 
certeza que nosso juventude receberá de braços~ 
bertos esse presente. 
Ver. Cássio Acioli 
INDICAÇÕES 
Para que seja endere­ 
çado expediente ao Exm? 
Sr. Secretirfo de Saúde 
do Estodo·.com côp_io no 
Secretário Municipal de 
.Salde do monte{p1o, sol1 
citando inspeção nos a - 
·cougues e matadouros des 
ta cidade. - 
r 
r 
E! 
E . .. T ty 
çodo expediente ao E,.,nQ ;- 	..) 
Sr. Prefeito'Municipal - ! 
com côpia ao chefe da E- J_ __ -i 
nersul local, solicitan- ver. IIARCD.Th'O CÃSS10 e. ACIOLI 
do colocação de uma lâm 
pada em frent~ à residê;:;cia do Sr. Analino Alcanta 
ra, na rua Ricardo Loureiro, uma vez, que não exiS 
te ilumin,ação p~blica e o mesmo paga taxa. de ilumI 
nação sem a ter. 
Para que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. 
Prefeito Municipal com côpia ao chefe da Enersul - 
local, solicitando a colocação de Iluminação pbli 
cana run Cnacupê no Bairro das Primaveras. - 
Par~ que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. 
Prefeito Municipal, côpin ao Chefe da Enersul lo - 
cal, solicitando a colocação de iluminação p.:blica 
na rua Alaíde Corrêa da Silva, nas quadras não e - 
xistentes. • 
Para que.seja endereçado expediente ao Exm? Sr. 
Prefeito Moncipal, solicitando que deteraine a a - 
bertura da rua Alaíde Corrêa da Silva até a av. Ed 
son Medeiros de Moracs, uma vez, que a mesa dará 
acesso ao Bairro das Primaveras, aproveitando o 
Mutirão que encontra-se no referido Bairro.· 
Para que seja endereçado expediente ao E=2 Sr. 
•Prefeito Munclipal, sollc.içnndo providências urge~ 
tes quanto à reforma da cobertura do Centro Comunt 
tnrio N~ Senhora Aparecida,·no Bairro das Primave­ 
ras. 
Ver. Sydney Nunes Leite 
REQUERIHENTO . 
O vereador que este subscreve, e conforidade 
com o texto regimental destu Casa, requer a VQ 
Excia., ouvido o plecârio, que se cncruninhe expe­ 
diente ao Exm2 Sr. Prefeito Municipal, solicitan­ 
do seja informado: 
) - E que situaçáo e«­ 
tio as lavratras das es 
r!taras dos lotes de 
terreno dos Bairros Ef 
rito Santo e Itaveri, é 
Jos recibos de pagamento 
pnra a Imobiliário iora□
recolhidos ã Prefeitura 
Municipal, hã nas de a­ 
nos, co~ n processa de 
solução para p probleca. 
b) - Se não fora concre 
tizadas as escrituras - 
que fim forru:t dados nos 
citados recibos? 
c) - Seja fornecida are 
lacão completa dos pro: 
prietãrios daqueles bair 
ros, cojos documentos f 	f 
rnm recolhidos pela Pre- w, syxr rc FITE 
feitura Municipal, 
Tal solicitação tem por objetivo atender a re - 
clamação de alguns proprietários de imóve1A 1o, ci 
tados bairros, cujos documentos foram rcculhldos: 
com a promessa de concessão das escrituraR, e íttê­ 
hoje, não obtivemos qualquer not[cia, nec m••~o do 
destino que fora□dados à seus recibos de qu1tJçào 
para com a icobiliária. 
Ver. Anselmo Lopes 
INDICAÇÃO 
Pora que seja encaminhado expediente ao Exr? 
Prefeito Municipal, solicitando isenção do IPTU. 
do lote de terreno n 0004, quadra 002, proprieda­ 
de de CENIR ARANDA VIEIRA e OUTROS, adquirido atra 
vês de doação das Irmãs Vicentinas, sendo que os 
proprietários são crianças carentes. 
Câmara de Vereadores 
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO 
Os vereadores que abaixo subscrevem, vec muL 
respeitosamente apresentar a sua Excelência Dr. 
HILTON MIRANDA, Secretário de Estado de Su~de "Mo­ 
çno de Congrat...LaçÕes" pelo empenho e dedicaçno 
quanto a reforma e dmpliação do Hospital são Vicen 
te de Paula desta cidade, mostrando grande atençiÕ, 
inclusive no tocante aos equipamentos do o~soo , 
dando desta forma anliçÕes para que este hospital­ 
possa servir toda as comunidades. 
Ver. Paulo de Melo 
REQlJERIMENTOS VERBAIS 
Solicitou ao Prefeito 
para que determine a lim 
peza da vala atrás da - r 
ficina do Sr. Illy. So­ 
licitou ao Sr. Prefeito­ 
que determine a mudançn­ 
do local da lixeira, re­ 
tirando-a da entrada da 
cidade. 
Apresentou Moção de 
rep.;dio aos Deputados q/ 
votaram contra a não a - 
ceitaçnÕ do pedido de ur Ver. PAIILO DE Kl':LO 
gência do governador Marcelo M.iranda. 
Solic.itou ao Prefeito­ 
com côpia à Sec. de Educa 
ão Man., p/ que fosse G 
dado o nome da Escoln Cos 
telinho Encantado; justi= 
ficou-se o vereador dizen 
do: acredito que este no­ 
me ja nno se udapta ao 
crescimento dessa Escola 
e sugeriu que seja feito 
através de un concurso e 
que fosse premiada a me - 
lhor Escola Mun.icipal, a­ 
traves dos prõprios nlu - 
nos. 
Ver. Carlos A. Ocanz 
1 
J

---------------------------------------- 
ó digo do Consumidor 
A 1,,l r,· , r,d fl.07ll, o 
Códfo ' Defesa do Consu 
mldnr, j • 1 ,1,Í Clll 'lfor. 
O d!o é um dous mafs 
vnç los do mundo, pois 
seun relatores pesqulsa 
rum e tclulram nele 
que hi d a's avançado 
nas legilçoes de países 
coo Iça, Etdos Uni­ 
dos, A!emanha, Portugal 
f.:;pa11[,,1 pi u<·urondo ndnpt!!_ 
];rn à 1·eJJ Jtl ide brnsllci- 
o 
rs, era )ocumento es­ 
tá endo estudado como um 
cr.c•mpl ,_ 1•11 ·,., Íf:cn da Euro 
pa. 
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andar tor.cc 1 ros oxP.cu - 
tar o serviço com despe­ 
on pngn pelo forn~ccdor. 
l'llODIJ'fOS 111'l'RÚl'RIOS - 
a;o connJ<lcradoA imprti - 
prlos pnra uso e consumo 
ou produton com prnzo de 
vnlidnde vencidos, dete- 
rcgJatro~. Os cadnctrns 
não podor conter Informa­ 
çóes negativas de prazos 
super fores n cinco ano. 
CAJJASTRO DE FORNECEDO­ 
RES - os ÓrgÕoG pÚblicnH 
de dcfenn devem, divulgar 
anualmente o cadastro de 
rJorodoa, adulterados ou rcclnmacõna fundamentadas 
vnrindos, que não cum contra fornecedores de 
prnm as finalidades para produtos e serviços. Kq 
os qunis são destinados. divulgacio devo constar 
CONSERTO DE PRODUTOS- se n reclamação foi aten­ 
só podem ser usadas pe - dida. 
ças novas ori~inais ou 'CONTRATOS - os termos 
que ntcndam ns especifi- de contratos deverão ter 
·cnçÕes técnicas do fabr_!_ redação simples e comprc­ 
cante, n menn6 que o con ens!vel, e serem de conhe 
sumidor autorize o con - cimento prévio do consumi 
tsp••• • "' que o novo trnrio. 	dor. Na dúvida será dada 
C6d1o'+ re as rolncÕes PRAZO PARA RELCAMAR - umn interpr<,tação fnvor.~- 
~ntr~ f., rloJntes, comer- 30 dins para produtos vel ao consumidor. 
cJ~nl, .. , pr,·starlores de niio duráveis, como ali - VENDAS À DOHIClLIO 
servíot nsur!dores, tentos e 90 dias paro os na contratnçiio de produ 
lcl d~, .-o~.• nio re limi duráveis como eletrodo - tos ou sen·iços a domicí­ 
ta a di.o ·obre qual1da mésticns, a contar do Ho ou por telefone, o 
de de pn,du~,,s e s~rviços, dia de entrega do produ- cliente pode desistir do 
as estendo-se a correçao to ou conclusao do servi contrato no prazo de sete 
e er, eirl,,., • Jns inlorma- ço. Se o defeito é de (a dias a partir dn assina tu 
çôcs <llvuli;.o .,,s sobre es- bricaciio e não pode ser rn ou recebimento da encÕ 
tes, ~trdv~ de publiclda detectado de imediatamen menda, com direito a rece 
de ou ,,i<>sr,c, 11c1s embala - te, o prazo começa a con ber de volta n quantia pii 
r,ens. O '1---,cnmprimento do tnr n partir de seu apa- ga, corrigida. - 
Ctidigo ;,r,-,-~ detenciio e recimento, independente GARANTIA - os termos - 
multa. 	do início da garantia da de garantia devem ser 
Para se entender me- da pelo fabricante. Õ preenchidos na hora da 
lhor o C~dirn, segue-se - prazo para reclamaçio compra e vir acompanhados 
em detaqae alguns de se- dos produtos termina cin de manuais de montagem e 
us pr1nclpnl~ pontos: co anos apos a comprn. uso, em linguagem didáti- 
CONSUIUDU,l - pessoa ou OFRRTA - se o produto ca e com ilustrações ex - 
cmprcsn que comprn produ- (oi colocado em liquida- plicativas, 
to ou serviços para uso ção, os lojistas preci - CONTRATO DE ADESÃO 
próprio. 	sam ter estoques razoá - são contratos prontos,com 
FOl'NKCEDOR - empresa ,·eis antes de iniciar cláusulas que niio podem 
ou pesso que fabrica, im qualquer promoção. Fabri ser. dicutidas pelos consu 
porta, distribui ou vende cantes e illlportadorP.s de midores. As cláusulns que 
prodntvs e ~-,n·iços. vem assegurar a ,·enda de limitam cs direitos do ci- 
PROIJl,JS - Siio bens du componentes e peças de dadão d~,·em ser redigidas 
r~vcir, co~n carros, ele: rcposiçiio enquanto o pro com destaque. Por exemplo, 
trodotr.j!:.~ icos, casas, ter duto estiver sendo fabri em contratos com empresas 
rcnos, ou n3o duráveis,cÕ cndo e por tempo conside de assistência médica,que 
mo ali,aos e remédios. riel quando cessar não cobrem despesas com 
SRRV1ÇOS - qualquer produc~o. A lei, não de- determinadas doenças. 
trabalho prestado, inclu- tenninn esse tempo. O ABUSOS CONTRATUAIS 
sive poilcos, bancários, fornecedor é responsâ,·el tudo o que contraria o CÓ 
flnnnc"ir0~. ae créditos, por atos de seus repre - d1go, como cláusulas que 
seguros e édicos. sentantes. Nas embala tentam isentar a responsn 
DUt:;I:os !:ÃSICOS DO gens e na publicidade de bll;ldade dos fornecedores 
CONSUhlllOR - proteção da ,·enda por reembolso pos- por problemas de fabrica­ 
vida e O ~d~de, educaçio tal devem constar nome e cio dos produtos, ou de 
parar consu~o, escolha - endereço do fabricante. evitar o pagamento de re- 
de serio e produtos, in PUBLICIDADE - ii proi- embolso ou indenização. 
fornaçÜc ;·. ,teçào contrã bid:i a propaganda engano COMPRA À CRÉDITO - o 
j>Ublic.1,• 
111 
.... busiva ou en sa e nbusivn. Enganosa 'e consumidor deve ser a,·isn 
ganos.:.. ~co:,•çào contra - publicidade capaz de in- do antecipadamente, dÕ 
tual, l" h·" >ação, acesso duzir o consumidor a er- preço do produto à vista 
a JusL-•.• , f,,cilitaçào de ro. Abusiva é a que inci em moeda nacional, sobre 
defear J,. ~P.i.; direitos , ta a ,·iolência, explora- juros de mora, taxa anual 
nc!uive • Inversão de o medo, a supertiçio, a- de juros e os prazos de 
Ô:,us d.1 ;iro .1 (o fornece- pro,·eita de ingenuidade pagamento das prestações, 
dor .; <;1 •• ,·.,ye pro,·ar a da criançn ou desrespei- os acréscimos legais e o 
qunlid,,,,,, dn produto ou ta 'alores ambientais. total a ser pago. O consu 
serviço oterecido), quali PROMESSAS PUBLICITÁ - midor tem direito a des = 
dade dos serviços piblI - RIA - devem constar obri conto proporcional nos ju 
cos. 	gatoriamente, àos contrã ros quando o débito for- 
PROTLÇiO A SAODE E SE tos as promessas feitas- pago antecipadamente. 
GlffiANÇf, - pr<>dutos ou ser em· peças promocionais. PERDA DE DINUEIRO - as 
,·iços ljl"O oferecem risco- PRÁTICAS ABUSIVAS - ê clâusulas que estabelecem 
nu perigo a saúde, nao pg proibida a ,·enda casada. a perda do montante já pa 
de ser oferecidos no mer Por exemplo, em época de go na cOmprn de mõ,·eis ou 
e ado de coumno. No caso escassez, só leva o lei- imóveis, quando o consumi 
de agrotóxicos, a noch·i- te quem comprar o piio. t dol." niio conseguir pagar - 
dde e peiculosidade de- proibido entregar produ- as prestações e pedir de­ 
,·cc s.:~ iniormados de for tos ou prestar sen·iços sistência do contrato. No 
ma nde,;u3da ~ com desta = sem solicitação dos cli- caso de consórcio, o di - 
que· 	entes. 	nheiro deve ser restituí- 
REs;•ONSAlJ lLIDADE - o ORÇAMENTO P&tvlo A do com correção, podendo 
f~brtca~:~, importador ou execução de qualquer ser ser descontado o prejuízo 
distribuldor são os res - viço fica condicionada à causado no grupo ou pelo 
ponsáveis pe a reparacão apresentação de orçamen- uso do bem. 
ou indcnizdç.~o dos danos to pré,·io, no qual devem PUNIÇÕES ADMINISTRATl­ 
cnusados pelns produtos. .estar discriminados o ,·a VAS - n desobediência as 
Se uc pro,lnto inflamâvel lor das •peças e mÃo::- normas" de defesa do consu 
incendela-~c e na embala- de-obra, data de início :nidor fica sujeita a san­ 
e não c:onsta um alerta, e término. 	cõcs ad.ministrati,·as, por 
o fabrictlutc terá que pa- COBRANÇA DR DlVIDA - . parte do poder público , 
ar pe'os prejuízos. Se o consumidor no pode que tem obrigação de fa - 
nno f,,-,- r":,~Ível idcntlfi ser exposto no ridículo zer normas e fiscalizar - 
car o ah'cante, e caso nn momento da cobrança. as nti'·idadcs de produção, 
de ali a ou produtos Quem for cobrado sem de- compra, venda e prestação 
perccÍ.'• i. •• , o comercia.n- ver, e pagar, te.rn direi- de services. As punições 
te pas o r responsa - to a receber cm dobro o administrati,·as incluem 
"el. ~n de ~ervices, que pagou. 	multas, nprccnsôo de pro- 
o cons..dor pode exigir CADASTRO DE CONSUl1'I dutos, intcrdicão parcial 
que se ...: ,..(> cit:os, sem DORES - C. garantldo n n- ou tntnl de estnbelecimen 
pagamente a:.cional, devo cesso do cnnsumidor a in tos, suspensão de atividã' 
lucão co foi pago coi formações a seu respeito des, imposição de contra= 
correço oetiria, ou em cadastros, fichas ou tos de propagar.da, entre 
IH-.!,!01{ 110 CÓDIGO 
outrns. As r:1Ultru:; vnr1mn 
de 300 I1 a ) m1hões - 
de 'CZC6 O valor do B~ - 
nus do Tcnnuro Nnclonnl 
(BTN) ou Índice que ve - 
nhn a subr.titu!-lo. 
CRIMES - omissão de 
informações sobre a peri 
culos1dade de produtos - 
ou serviçon, uso de pe - 
ças ou componentes usn - 
dos, coacno nn cobrança 
de dívidas, são connide­ 
rados crimes. As penas - 
varinm de um mês n dols 
anos de detcncno. Em al­ 
guns casos, R detenção - 
pode ser substituída pe­ 
lo pagamento de multns, 
Em outros o infrator é 
preso e tem também de pa 
gar n multa. - 
ASSISTeNClA GRATU!TA­ 
o Estado tem obrigação - 
de prestar assistência 
jurídica gratufta aos c1 
dndàor carentes. - 
AÇÕES COLETIVAS - O 
Código permite que o Mi­ 
nistério Público, Órgãos 
oficiais ou entidades 
privadas de defesr do 
consumidor entrem na Jus 
tiça com acoes coletiva. 
Por exemplo no caso de 
queima de aparelhos eli- 
trlco~ prnvncndo por fn 
Jhna no for11eclrnc11to de 
energia. 
Sr o problema for cg 
mum a grupo de consumi­ 
dores, move-se uma açao 
coletfvn. Não há paa - 
mento ndiontado das de! 
pesns Judiclnis, nana­ 
cões coletivrti;. Os nut~ 
res deverão pagar os ai 
vogado , dez vezes o 
custo processual, além 
dé indenizações por per 
das de dnnos, se o Juiz 
considerar que houve má 
fé na denúncia. 
POLÍTICA DE RELAÇÕES 
DE CONSUMO - objetiva.!!_ 
tender ns necessidades 
dos consumidores, reco­ 
nhecendo sua ,·ulnerabi- 
1 idade frente ao merca­ 
do de consumo. Ao gover 
no cabe incentivar i 
criaçÃo de sociedade re 
presentativa e istimu = 
lar os fornecedores a 
implantarem mecanismos 
que garantam a qualida­ 
de e a segurança de pro 
dutos e sen·iços. Ta - 
bêm é obrigação do Esta 
do racionalizar e melhÕ 
raros serviços pÚbli = 
cos, além de coibir abu 
::ic:... no tr::.crcndo de consu­ 
mo. Para a execução d 
pnlÍrica nnclannl d~ re­ 
lçes de consumo, o pe­ 
der público deve criar 
junto aos minfstérfe »] 
bJ icon, prnmotor!as e;· 
Juttça de defesa do com 
sum!dor, delegacias e 
cinlizod,J<;, juizados e:.: 
peclnls, de pequenas C•i 
sas e 'nr.,,. especinl!zn:­ 
<los. 
SISTEMA NACIONAL DF. 
DEFESA VO CONSUMIDOR - i 
formado por tirgão fede - 
ral, estadual, do Distrl 
to Federal, rnunlc ipal e 
pelns entidades privAda~ 
de defesa do consumidor. 
O Departamento Kaci<>­ 
nnl de Defesa do Consumi 
dor, da Secretaria NacJÕ 
nal de Direito EconÔmk;;, 
deve coordenar n políti­ 
ca, oriPntar permnnente­ 
mente os consumidore1 a­ 
través de Õrgios de in - 
formação, tomar medidas 
judiciais e incenth-ar , 
inclusive com recursos 
financeiros, a fonnaçaÕ 
de entidades de defesa do 
consumidor pela populaç.in 
e ÓrgÃos públicos esta 
duais e ~unicipois. - 
O Deputado Oscar Gol 
doni (PDT), que faz pa 
te da Comissão Parlame 
tar Especial que trata­ 
rá das questões relati­ 
vas ao Proagro junto ao 
Banco do Brasil, em Bra 
sÍlia, disse que muitos 
produtores estão aguar­ 
dando que seja encontra 
da uma solução o mai~ 
rápido possível pois, a 
lêm do problema social: 
ainda existe a possibi­ 
lidade do comprometimen 
to da safra agrícola. Õ 
parlamentar lembrou que 
a base da economia de 
Mdaito Grosso do Sul ê a agropecu~ a e que os produtores não podem ser i~ 
stintamente apontados como responsiv i 
nhnm sido praticados por pessoas in e s plor deslizes que pon·entura te- 
- 	escrupu osas 
O fato e que muitas solicitações d d • 
deferidas junto ao Banco do B 
11 
e pro utores do Estado vêm sendo 1n 
ju!zo há muitos deles que na- ras ' resultando, em consequência, no pre - 
o conseguem o finan i - p - 
gro. Para Oscar Goldoni cad d c amento atra,·es do roa 
• a caso eve ser anali d 	- 
ra que "inocentes não ,·enham pag 
1 
sa o criteriosacente pa 
tem problemas com relacionamento ª:
0
:e b:~e pecadores". Afircou que, se e.xi! 
sejam encontrados>os culpados fícios anteriores do Proagro,que 
• T , e responsabilizados 
oda,·ia, confonne frisou não se d • • 
culpado em potencial". ' po e achar que "todo p_rodutor é u 
O parlamentar, juntamente com os 
comlssio especial, entende que ~utros dois deputados que formam 
3 
ê muito importante uma vez queª açaodpolítica para reverter esse quadro 
i d 	os pro utores de· 	si 
r o a classe para que esta interfira ux "e ter o respaldo neces _ 
isso, o Deputado Oscar Goldoni e os dej nto aos orgaos compe~entes. p~r 
junto no Banco do Brasil inteir mais menbros da comissao procurarao 
", 	ar-se do que ·ali - 1d 
ao podemos nos esquecer que 
08 
produt re; .rente esta acontecendo· 
veis pelos alimentos em nossa me Milh ores sao os grandes responsa - 
por isso, como membro da comissãsa. ares de pessoas dependem deles e, 
medirei esforços para que o Pro o e como representante da populaçio, não 
1 
agro 'olte 	• 
que es que realmente "trabalham ª ser o benefício destinado a 
i " li 	e tem como mis - 	• 
ma s , sa entou o parl.amentar. 	sao a de. produzir cada ,·e• 
Oscar Coldoni 
5OC 
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Goldoni vai à Brasília Defender 
Prapro ara Produtores do MS 
Anuncie e Valorize o 
J ornai de sua Cidade 
RE_DE BELAVISTENSE DE JORNAIS 
Ha 
28 anos ~evando Notícias de 
1· mao até ·você 
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[ZITA. 
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J0RNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 	BELA VISTA - MATO GROSGO 00 SUL fl'J .:i llj 
Z " ......,, 
Hospital São Vicente de raula 
UMA HOV A ERA SE INICIA 
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to E<c:':.· 
ar a;l: 
per:r"- 
1sul:t.++ 
orgios : 
toar z!i 
e !ncentln: 
coo 
ICONTECEU·ND CISERNI 
9U VOU PER_ _NO 
fRc!TO 
O recruta deve cn 
arar o Serviço Mili 
tar com um oficio e 
0 quartel como a Es­ 
cola aonde ele vai a 
prendê-lo, 
-"Que oficio?" 
-1 de fasa da Pá 
triai 
Em todas as nu 
çêes,a sociedade ins 
tituiu um segmento , 
;uas Forcas Armadas, 
1 quem confia a de fe 
sa da pátria contra 
os meios de violên - 
eia. Cabe a este seg 
~nto preparar ho 
~ens que irão empre­ 
gar estes meios quan 
do a sociedade deles 
necessitar. 
- "Qual é o produto 
deste ofÍcio?" 
- Segurança externa 
e ordem interna! 
- "Para que?" 
- Para a sociedade 
realizar seu desen - 
volvimento com segu­ 
rança e a nação pro­ 
gredir em paz. 
VALORES ESSENCIAIS 
ÃO HILITJR 
a fr:» 
de én! 
ela p7- 
lcos ,;­ 
untcfp2l5. 
--- 
Por outro lado, o 
subordinudo deve man 
ter uma pootura posT 
tiva cm face de con­ 
selhos e correçõen - 
quo venha a receber 
de seus superiores. 
Ninguém é dono da 
verdade e sempre é 
tempo de nos aper fei 
coarmos, bem como o 
nosso trabalho. 
Quem observa de 
fora,· mui tas vezes , 
vê aspectos que nos 
passam despercebidos. 
Lealdade cimento 
da coesão. 
HIS'l'ÔHIAS Dl CASERNA 
Conforme o número 
anterior desse Jor - 
nal, vamos contar 
nessa edição: 
O TEN DESSA E O 31 
A lealdade é atri 
buto que se apresen­ 
ta como um intercãm­ 
bio entre os degraus 
da hierarquia. 
A sinceridade é 
componente insepará­ 
vel deste atributo. 
Até a decisão, os· 
subordinados devem a 
presentar seus argu­ 
mentos, mesmo disco_;: 
dante da idéia ini - 
cial do chefe. 
Este procedimento 
não significa falta 
de disciplina inte - 
lectual. 
Chefes que estimu 
1am tal comportamen­ 
to nos subordinados, 
além de motivá-los 
por considerarem ú -· 
teis, adotam deci 
sões mais acertadas, 
pois ampliam seu cam 
po de observação. 
DE MARÇO 
O Ten Bessa, hoje 
próspero Engenheiro 
Civil na Capital do 
Nordeste {Recife) es 
tava, aguerrido comÕ 
sempre, em forma no 
pátio do QG da 70 RM, 
na tarde/noite do 
dia 31 de março de 
1964. 
Juntamente com e­ 
le, estava em forma 
a quase totalidade - 
dos Tenentes em Ser­ 
viço Ativo na Guarni 
cão Militar de Reci­ 
fe, convocados tele­ 
fonicamente, às pres 
sas, para cumprimen­ 
to imediato de or­ 
dens superiores, na 
base do "venha como 
estiver". 
Feita a explana - 
cão por um Major do 
IV Exé:r<cito, da si - 
tuação no Sul do Pa­ 
ís, esperava-se a S!!:_ 
guir que cada um dos 
presentes fizesse u­ 
so de uma das duas - 
expressões há poucos 
minutos atrás devida 
mente "padronizadasõ;" 
segundo expressas re 
comendações do Major 
explanador: 
- ''Estou contra
11
ou, 
cm uma ocgunda e Úl­ 
tima hipótese, "cs - 
tau a favor". 
A idéia geral de 
manobra era afastar 
do Comando a fração/ 
pelotão, os que se 
pronunciassem contra 
rios ao movimento ar 
mado deflagrado na= 
quela madrugada, cm 
Juiz de Fora, deven­ 
do o anti-revolucio­ 
nário aguardar, no 
próprio domicilio, o 
desenrolar dos acon­ 
tecimentos. Antes de 
ouvido o Ten BESSA, 
um ou dois outros Te 
nentes buscaram "dei 
tar falacão"sendo arn 
bos, imediatamente , 
"alertados" para as 
expressões padroniz~ 
das com que deveriam 
responder à interpe­ 
lação. Assim, causou 
certo aborrecimento 
ao major,ouvir do Te 
nente BESSA a expres 
são inusitada: - 
- Eu estou com o 
meu Chefe. 
De nada adianta - 
ram as seguidas novas 
interpelações do Ma­ 
jor,complementadas 
pela advertência de 
que ele,Ten BESSA, fi 
zesse uso de uma ou 
outra das expressões 
padronizadas,em vi - 
gor. o outro Major - 
{que até então, ape­ 
nas fazia as anota - 
ções) pensou que a 
solução do problema 
seria fácil bastando 
perguntar ao Ten BES 
SA, com quem estava 
o seu Chefe, isto é, 
o Chefe do Ten BES - 
SA. 
Fez isso e ouviu 
como resposta: 
• - Deve estar com 
o Chefe dele ... 
EXERCITO BRASILEIRO­ 
SEGORINÇA E INTEGRA­ 
ÇÃO - . Claudius Vi­ 
nicius de Castro Al­ 
meida Rodrigues -CAP 
CAV Relações PÚbli 
cas/10O RC HEC. 
Projeto de Goldoni P!evê a 
prioridade para Servidores 
Os funcionários l 
~Úblicos - incluindo 
1nativos e pensioni 
tas - terão prefcrên 
eia no pagamento dos I 
seus vencimentos por l 
Parte do Governo do 
Estado. Isto é o que 
Prevê o Projeto de 
Lei de autoria do De 
PUtado Oscar GoldonI 
(PDT) , apresentado 
na sessão de 27/02 e 
que poderá signÍfi - - • J, 
ar, conforme o par- - 
lamentar, no fim dos 	- 
Problemas que hoje Dcp. Oscar ·GoldonT~ 
se verificam devido 
ao atraso dos sali 
rios. 
De acordo com o 
Projeto de Oscar Gol 
doni, de quatro Arti 
gos, o benefício a­ 
range o pessoal das 
ªdr.i..inistrações dirc­ 
e indireta e cabe 
ra ao Tribunal de Con 
tas fiscalizar o cu 
?imento da readias. 
entidades repre - 
~ent.ativas dqs ServJ:_ 
Ores também terao 
livre acesso aos Do­ 
~~mcntos comprovató­ 
dlos dos pagamentos 
e todas as despesas. 
o 
Goldoni explicou 
que o objetivo pri­ 
mordial do seu pro­ 
jeto é evitar que 
milhares de traba 
lhadores sofram,por 
falta de seus venci 
mentas, passem por 
situações que podem 
ser classificadas - 
como extremamente 
humilhante.·O Depu­ 
tado lembrou que o 
salário é o _direito 
de todos e não pode 
ficar relegado a um 
plano inferior na 
escala, de valo 
res. 
TRIDONIL DE 
ENTIDIDES 
Para que o Proje­ 
to de Lei ao ser a - 
provado não venha a 
se transformar em Le 
tra Morta, foram adÕ 
tados alguns mecanis 
mos que o torne efe­ 
tivo. Por isso, con­ 
forme explicou o De­ 
putado Goltloni, está 
prevista a particip!!_ 
cão do Tribunal .de 
Contas a quem caberá 
por forca Constitu - 
cional, sustar tacos 
os efeitos ilegais,a 
plicando as sanções­ 
cabíveis aos respon­ 
sáveis pelo não cum­ 
primento. 
Outro item impor­ 
tante é a apuração da 
responsabilidade cri 
minal, permitindo q/ 
o responsável seja 
denunciado por preva 
ricacão de acordo com 
o CÕdiqo Penal. Além 
disso,conforme Goldo 
ni, O!i órgãos repre::" r 
prP.sentativos dos Se....-vi­ 
dores poderão ter livre 
acesso aos caprovante" 
de pagamento. , 
Fincado às rarens do K!o Apa, to extreo sudoeste do Estada de Mato {Grosso do Sul, fundado 
nos Idos de 194) por abeneadas pesoas que muito_dera de s! psra ettti-lo n nosso Mtunf[­ 
pio, o lopitrnl São lente de Paula ten us Mstorta d lutas, sarftl fos e presteza Inpar a 
todo o povo de Mela Vlta e reido, lo]e, quando está sendo e treue nova»ente à comunfdade 
pós ur longo per lo e obras de refora e apliaao, destacamos al un pomes marcantes na 
tra!etórfa do hospital tende a sua fundaio. 
ns PlO'/lill:IJS 
Mu{tos foram os que prestaram teus serviços e colabora4o essencial para a triaio da ntl­ 
dade hospftalar à nais de 7 anos atrás, u empreendimento que exigia dedlcio, esplrfto huna 
nftárto e, aia de tudo, multo amor a ares da saúde de_nosso povo, destacamos entre esses ab 
negados planeiros aluns nomes, nua fnela homenagem a todos aqueles que dera a sua parcela 
de colaboração para a Implantnçio do São Vicente de Paula, ra!tos deles fi partira, mas detaa 
ran aqui seu leado de trabalho e exemples dfznos a pus descendentes e zeraoes subsequentes, 
entre esses lembramos os notes de: Dr. Carlos Nuren, Athanáslo Coe Melo, I!ses Pinto te kl 
r.:elda, Jo,; Jo11qu!J:1 fc>rrr Ira Souto, tudo PinheIro, Tuba de AIelda MI1o, t...uiz Carlos Mszareth, 
Epaminondas Escobar, Marlo Mendes Gonçalves, Cel. Cancelo, _leres LIno, Ildefonso PLnheIro, TI 
lio Loureiro, José Mtarfa Palter!, Dr. Pedro Palferf, José Carneiro Juntar, Antero Moras,Dr. 
Geraldo de &ooza Rosa, Dona Ester SI1va, M'arfo Van Den Fosch, EI1as de A. Barbosa, Tlr..o O~tsd,, 
etc. E nosno relo encontram-se afnda as pessoss de grandes colaboradores para na edificação do 
Hospital de Bela VIta, entre muitos deles lerbraros tarbén os noes: Dr, Hello Loureiro, Dr, 
SuleIan T»bicherane, Tomas Vfeira, Elias Barbosa, Alndy Escobar Nunes, Walter Escobar !unes , 
Coeth Efjcobnr Nunes, Athnnllaio de Alrocld,1 r.cllo, Pcry de Alr.eida tWllo, Athtlr.ii'1lo Looreiro, la 
noel Rodrigues de Miranda, José SIrpl[elo da Costa t'arques, Joo Pinheiro, Titirtá Loureiro - 
de AIrelda, koIka Fernandes Monteiro, Antonio 'arfa !unes Rondo, Dr. Joao PalrelrI, Gentil 
aras da a, AtanacIldo Escobar, Carlos Centurião, Dr. CuIlherre Oirlz, Dr. Késlo Loureiro 
e Ccnc-rnl Médico Rubcn Alberto Ahott de Castro Pinto· pr!reiro Presidente da entidade hotta 
lar e un dos baluartes do prarde ""PT"S'''...	y 
TR>JETÕRIA MARCAHlE 
Onico Hospit;il dJ. regiilo por ::uitos anos, o Hospital São Vicc-nte de Paula enfrentou Ine - 
ras diflculdadcs principalr.:ente n,, área financeira., pois ser::!pre visou e::i prlcci.ro plo:mo o ate.:, 
dú:cnto Led1ato aos necessitados, tabén nesse ponto sepre contou coo a. ajuda de verdndeiro'i' 
bcnc.eérltos da entidade, os quais [l.:cr.1.:1 co:::,. que fosse possível su;>erar todas as inte:n-péries 
que se aprescntorao ao longo de sua história. Testemunhas dessa história encontra-se atuando 
dinri.nr:cnte e:i nosso :::elo, profundos conh<>cedores e abenegados profissona!s da tedIcina pos - 
cucm o rcconhcciocnto e a a.d=iiração dos bcla.vistences, referimo-nos .a.os no::ies dos cédicos Dr .. 
Flor! Murano e Dr. Roberval Borges, que fora os prf..t:.eiros cédicos n vir par.o. Sela Vist.JI Jpós 
a criação do Hospital, sendo seguido!I logo após pelo saudoso Ely de Araújo Barbosa e tantos D!:!_ 
tros. 
HOSPITAL PARALIZADO 
J.5. co:i inÚ=!cras deficiências ec sua estrutura física, a classe édica, política e a coun!­ 
dade belavistense en geral desenvolveu ura luta incansôvel para se consegufr a reforca e D.e - 
plLlç.Õo d::1 entidade, pois atendendo à Bela Vlstn, ~ic{pios e t.a.rc.bê.c aos necessitados do Pa!.: 
vizinho Pt1ragual, era patente e necessidade de elhortas e toda a sua estrutur.i. 
Na gest5o do otu.a.l Prefeito de Bela Vtst.a, Edson l"..cdeiros de Mor.ies, !rente it Bene!iciêocia 
Hospitalar São Vicente de Paula, Juntarente coa o Cel. Vieira, fo! desenvolvido U!::I projeto de 
rc..fon:ruloç~ tot.al ~o Hospital pelo Engenheiro Ricardo de Souza Rosa e pleiteado a verba Junto 
à Caixa Econôfca Federal, o qual não fo! possível de execuçio por falta de verba na éoca. 
Ressaltaros esse fato para dar uma Ideia da preocupaçao dos Diretores do Hospit,11 ho anos 
atrás para co a reforma do prédio, bC!:l. coco do a.tu.ai Presidente Engenheiro Ricardo de Souz.a - 
Rosa que naquele época Já dava a sua parcela de colaboração à entidade hospitalar. 
Na gesta.o do Dr. Lco Refl.'.JtO de Hiromda, apos inu::>erns gestO<'S Junto nos Governos do Estado 
Federal, vio Deput.1dos, representantes da região, for.l.!: inict..ad.1.s as obras de refor:::a e 4tC:plia 
ç.âo, há culto desej.:,da por todos, isso à cerca de dois anos atr.ls. 	- 
A alegria durou pouco, cerca de dois =eses ,1pÓs seu início a obra foi paralbada por w::. pe­ 
r[odo de sete reses, ninguér ais tinha una fdé!a do que serio do Siio Vicenu de Paula. 
A novo diretoria encabeçada ~lo Ensenheiro Ricar'do de Sou.ui Rosa asswrlu, foi dese.r.volvid::, 
un intenso trabalho reivindicatorio, inclusive co::i s,estôes c::i Bras{Ua, A classe pol!tic.D. res­ 
ponsável pela nossa rcpresentativld.:1de foi acionad.1, os v.irios se.g::ent.01 de nossa sociedade se 
caniícstar::11!! nu:w--1 cobilização tot.a.l visando o reinlcio d.'.lS obras. o que veio acontecer e a­ 
dos de 1990 sraç.:,s, ses,undo o Engenheiro Ricardo Rosa, "ao epen.ho pessoal do Secretário de 
Estado da Saude, Dr. MIlton Miranda". 
Hoje o Hospital São Vicente de P;iul.1. esú sendo inaugurado, totaln:entc refor-4do e a.:::plia.do 
sendo   dos C!ais modernos do Est.odo e coa estrutura suficiente para atender ccr.J: recurso, r:.tt - 
demos à todos os que necessltao do trabalho =édic:o.. 	. 
A verba para copra dos equiparentos hospitalares Ji foi liberada, tendo a Prefeitura Mn! 
cipal, responsivel pela cc:pr~ dos cqulpm:::entos, JÃ publicado inclusive o Ed1t.al de Licic.aç.ã::,­ 
para. .a. aqutdção desses 0.1.teriols. 
O Pr-esidentc dn Benefic:iêncla. Hospitnlar de Bela Vista, ~gcnheiro Ricardo de Souza Resa, a 
gr.adece à. todas ns pessoas, lndist.1.nta....-cnte, que direta ou 1ndiretm::ente col4borar.:c. pa:n1 3 
real!-zaçio e conclu.são dessa. 0-,1g:n{Hca obr;i e:: Beln Vista e que beoefic1ar.i, repetl:os, toda o 
re:glao. 
De maneira espectal ao 10? RegLento de C.sva.la.ria Me:c.aniz.a~o que cedeu a enferara do a­ 
quartel4:cnto para. o funclon~ento do centro cirÚr-gic:o durante a execução das obras, à Prefe!­ 
tura Municipal de Bela Ista, que oltrcce:u o Posto de S.:1Úde_p.:tra o func1on..tt:cn:.o do a:buln;:ô - 
rio e ao epresarlo Victor Fclix Roja..s q1.:e alugou o Hotel Sao Geraldo para que l! funcionasse 
o setor de adelnistração e cn!erc.:1gc::i do Hosptul. 
PREFEITURA MUNICIPAL DB BBLA VISTA - MS 
Decreto n!! 006/91 - Gabinete do Prefeito em: 01 de Marco de 1991. 
"Dispõe sobre a Unidade Fiscal de Bela Vista" 
EDSO MEDEIROS DE MORES, PREFEITO MUNICIPAL DE: BEL VlSU, t.sL!lO DE )!A,.-0 GROSSO DO SUi, 
usando das atrttu!ções que lhe são conferidas e considerando o que dispõe a LeI Mun!!pal - 
n2 SB!./89, de 18 de- Deze:bro de 1999, e:i. •cu Art1so 22. 
DECREL: 
Art.12) - A tnldade Fhc.111 de. Bel.o. Vista - une - para os de aro, seri fLxada can .. 
!orce {ndlce. in!laciooário aba!xo: 
!-brço/91 
tndtcc innactonârio , 7,50 	une - 1.soo.22 
Art.22)- Este Decreto entra e vigor na data de sua publicação revogadas as disposições 
c::i cont.rar-to. 
Cablnctc do Prefeito l'!unlclp,al, aos Ol de._ Mu.rço ~e 1.991. 
Edon Medeiros de Moras 
-Ir nuITisl 
·se. você quer fazer sucesso? Então 
_ame, pule, grite e diga não às Orou~$ _

,a.a..... lI 
,lOHN/1. THIBUNA UI FHONTl'.IH/ DELA VISTA - i11TU nHOSSO DO SUL - r 
Pedro Pedrossian Assume o Desafio de Operar 
Transição para a Autêntica Modernidade 
Um governante atento, sobretudo, à mis­ 
são social do Estado, Pedro Pedrossian tem 
como prioridade do Governo, alem do sanca - 
monte> imediato do caos administrativo, atua 
cão profunda na educação, saúde e segurança 
público. 
Valorizar o homem - esse o principal ob­ 
jetivo do Governo Pedrossian, que buscara 
também, a modernização dos serviços públi - 
cos, industrializacçao do Estado e atraçao - 
de modernas tecnologias que não agridam o 
meio ambiente. 
A atuação direta das policias civil e mi 
litar o convênios com o Governo Federal vao 
ser direcionados para o que o Governador Pe 
dro Pedrossian considera "a maior vergonha 
para nossa gente": o trifico de drogas e o 
contrabando, nas fronteiras com o Brasil e 
o Paraguai. 
Nas piginas seguintes, um perfil do 1i - 
der político que dispo@-se a vencer o desa­ 
fio de operar em Mato Grosso do Sul a auten 
tica transição para a modernidade social 
econômica, polí.tica e cultural. 	COVt.R!WJOR PEDRO PflJROSSIAN 
Emseuprimeirogoverno 1966-71, Pedró Pe - 
drossian promoveu autêntica integração do 
então uno Mato Grosso ao Brasil do Centro - O 20 GOVERNO 
Sul, ao mesmo tempo em que implementou um 
revolucionário programa de implantação de 
infra-estrutura nos setores de energia , 
transportes; saúde e educação. Implantou du 
as universidades, hoje federalizadas, uma - 
em Campo Grande, outra em Cuiabá, dotanto o 
Estado, pioneiramente, das estruturas funda 
mentais do ensino superior,- adequando-o ob­ 
jetivamente às demandas mais prementes de 
mão.de-obra especializada e de cabedal huma 
nístico-cultural mais necessário, à época, 
para a transformação econômica, social e Po 
lítica de Mato Grosso. 
Instaladas há quase 25 anos, as duas uni 
versidades fundadas por Pedrossian conti 
nuam hoje a ser as únicas instituições de 
Ensino Superior oficiais no dois Estados (Ma 
to Grosso e Mato Grosso do Sul) e responsá­ 
veis pela formação do património humano de 
qualidade que dá suporte ao desenvolvimento 
econômico e às transformações sócio-~ultu - 
rais e humanas das duas unidades da Federa­ 
cão. 
No dizer do sociólogo João Vieira, da u­ 
niversidade. Federal de Mato Grosso, Pedros­ 
sian, em seu primeiro governo, pós fim" à 
capatasia" que marcava a administração pú - 
blica de Mato Grosso, para isso, Pedrossian 
enfrentou toda espécie de resistência "tra­ 
dicionalista" e "importou" jovens técnicos 
dos Estados mais desenvolvidos e colocando­ 
lhes o desafio de, pela primeira vez na his 
tória do Estado, pensar um efetivo progra­ 
ma plurianual de governo. 
Essa mudança drástica na filosofia admi­ 
nistrativa de um Estado tradicionalista e 
até então literalmente isolado do restante­ 
do Brasil, exigiu de Pedrossian muita deter 
minação política e visão administrativa. E= 
xemplo; tão logo assumiu o governo determi­ 
nou o fechamento do Departamento de Terras, 
órgão responsável pela venda de terras pú - 
blicas e, como tal, também responsável por 
incontáveis irregularidades contra o patri- 
•mônio fundiário do Estado. Durante todo o 
governo de Pedrossian o Estado de Mato Grosso 
não teve seu patrimônio fundiário dilapidab em se 
quer um palmo de terra, enquanto promoveu - 
se uma completa reorganização deste delica­ 
do setor. 
No setor educacional, além das duas uni­ 
versidades, Pedrossian implantou dezenas de 
colégios a nível de Escola Normal, para a 
formação de professores, uma das principais 
carências naquela época. Mas Pedrossian tam 
bém deu ao professorado as linhas básicas ã 
definitiva regulamentação de sua carreira, 
no momento em que promoveu uma completa re­ 
estruracão administrativo-burocrático no ve 
Tendo assumido o Governo de Mato Gros­ 
so do Sul (07/11/80) com a sua indicação 
avalizada por uma consagradora eleição pa 
ra o Senado Federal dois anos antes, Pe 
dro Pedrossian agiria em duas·frentes fun 
damentais: l.Praoveu a autêntica pacificação - 
politiab Estado, recobrando a confiança - 
da sociedade nas estruturas públicas, com 
balidas após experiências infrutíferas 
com os dois primeiros governadores nomea­ 
dos pelo Planalto; 2. Desenvolveu um ambi 
cioso e múltiplo programa de obras, capaz 
de assegurar, em apenas dois anos de admi 
nistracão, a infra-estrutura básica inicl 
al para a consolidação sócio-econômica.do 
Estado nascente. 
No setor de transportes, Pedrossian de 
senvolveu programas e projetos fundamen - 
tais para assegurar a integração rodoviá­ 
ria do Estado e, principalmente, garantir 
o escoamento da crescente produção agríco 
la e pecuária de Mato Grosso do Sul. Os 
principais projetos no setor rodoviário: 
Guairá-porã: Assegurou a implantação - 
de rodovia pavimentada ao longo de 300 
quilómetros, integrando toda a região de 
fronteira (de Ponta Porã até o rio Para - 
ná) e garantindo saída segura para a pro­ 
dução estadual até os mercados do Centro­ 
Sul ou 'aos portos de saída para o exteri­ 
or. 
-Apàporé: Ao longo de mais de setecen - 
tos quilômetros, a Rodovia da Esperança - 
(espinha dorsal do Projeto Apaporé) promo 
veu a incorporação de milhares de hecta - 
res de terras até então improdutivas ou 
sub-aproveitadas. Atravessando todo 
O 
Es­ 
tado, de Bela Vista (rio Apa), na frontei 
ra com o Paraguai, até o_rio Aporé, na dz 
visa com o_Estado de Goiás, o projeto Apa 
pore nao so assegurou a completa integra­ 
ao_rodoviária de_vastas regiões do Esta­ 
do à_malha rodoviária federal (acesso A 
Brasilia, inclusive), como significou a 
completa transformaçao do panorama em ã _ 
·rea como os cerrados onde hoje se locali­ 
za o municipio de Chapadão do Sul 
maiores produtores de soja em t 'um dos 
pletamente esquecidas antes da ~~as_com- 
Esperança atravessá-las ouovia da 
Douranaguá: com a i;lá .- 
menta&ã as@iie g ]??ç_da _sv± 
rancas do rio Paraná (Munic' . a e as bar 
Novo) Pedrossian assegurou ipio de Mundo 
vele definitivo da mais . acesso confiá­ 
ão produtora do Estado importante regi­ 
naguã. 	ao porto de Para- 
Já no setor habitacional 
Pedrossian - 
construiu nada menos que 22 mil casas po 
pulares, 18 mil das quais só mm Carpo 
Grande, onde a demanda era maior. 
Mas Campo Grande nao recebeu apenas 
mil casas populares no curto governo d 
Pedrossian. Na verdade, Pcdrosoian inr.tl­ 
tucionalizou efetivamente Campo Grande e 
mo capital, construindo o Parque dos Pod 
res.Aproveitando e valarianb a capaciddee a criati 
dada de arquitetos, urbanistas, enge 
nheiros e paisagistas locais, Pedrossian­ 
implantou a sede dos poderes constituidos 
num espaço onde todas as peculiaridades - 
ecológicas foram rigorosamente_respeita 
das, tendo criado no proprio sitio do Par 
que uma reserva ecológica que continua - 
sendo a única estadual. O Parque dos Pcà~ 
res é o atestado de maioridade de Campo - 
Grande como Capital. 
A duplicação das vias de saídas para - 
São Paulo, ao longo de um trecho de ma­ 
is de oito quilômetros, além de obra viã-kit Ml? 
ria e urbanística da maior importância 
assegurou a integração de importantes nú- .... , 
cleos habitacionais da periferia ao cen - ".' 
tro da cidade. 	: ., e,; 
Pedrossian implantou ainda, em Campo - ,,:,,ou, 
Grande, o sistema de captação, tratamento +· 
e distribuição de água do Guariroba, oba ,G•ut: 
que assegurou o abastecimento confiável - 
de igua tratada para a Capital, superando 
os riscos de colapso do setor, pelo menos 
até o ano dois mil. 
Em todo o Estado, além de dezenas de 
postos de saúde, prédics escolares dignos 
e modernos, Pedrossian construiu quase d~ 
as dezenas de ginásio de esportes, compl! 
tamente integrados à comunidade e à !terV1 
ço dela, democratizando o acesso das ca=! 
das populares às práticas esportivas. O 
Guanandizão, ginásio construido no bairro 
popular do Guanandy, em Campo Grande-é h 
je o grande referencial himportância du ginásio 
de esportes de padrão A como instrumento 
de valorização comunitria - é apenas 
0 
exemplo maior da importância social des - 
ses ginásios espalhados por todo o Esta 
do. 
Na área de valorização social e ce prg 
moção humana, os dois anos de Governo de 
Pedrossian foram marcados por obras como 
o Projeto Guatambú . de valorização do P.!! 
queno produtor, através da assistência - 
técnica, orientação creditícia, garantia 
de mercados para produtos agrícolas e pe 
cuários, fornecimento de mudas, sementes 
e matrizes. 
A implantação de centenas de hortas cg 
munitárias e o incentivo à criação de pe 
quenos animais nas periferias das cida 
des, foram instrumentos de valorização e 
conômica-social e de promoção humana das 
comunidades, amplamente utilizados pelo 
Governo Pedrossian em Mato Grosso do sul, 
A implantação de creches comunitárias 
em dezenas de bairros das principais cid! 
des do Estado foi outra ação social de 
grande importância, desenvolvida por Pe " 
dro Pedrossian . .No entanto foi o Pane - 
lão, programa de venda, a preços subsidl? 
dos (preços quase simbólicos) de alie 
tos básicos à vastas camadas das popul 
coes de baixa renda, o mais importante, 
programa de ação social de "emergência 
desenvolvido por Pedrossian. 
_Os pais de Pedro Pedrossian - Rosa ; 
João Pedrossian, este de ascendência ar 
n1a e ambos já falecidos - mantiveram d 
rante longo tempo na cidade de· Miranda ' 
o
nd
e nasceu o governador um armazém de 
secos e molhados, uma espécie de "ances 
tral" do supermercado. Numa cidade pes 
na como Miranda, o armazém de secos & J:1 
lhados era uma espécie de núcleo polar> 
dor e irradiado de informações e centr 
das discussoes políticas 
Como Miranda é tida como autêntico 
"portão de entrada" para 
O Pantanal, ped 
drossian cresceu ouvindo as histórias d: 
sucessos e fracassos dos pantaneiros, •o 
acordo com a alternância cíclica de per; 
dos de estiagem e de grandes cheias qu 
dizimavam- e ainda dizimam - grandes 
parte dos rebanhos do Pantanal. il- 
A estrada de Ferro Noroeste do Br@,u 
NOB - cujos trilhos se estenderam d° i 
ru a Corumbá e, depois, até Santa cru~ - 
La Sierra, na Bolívia, sempre exercer e, 
fascínio sobre o menino de Miranda te - 
depois de formar-se engenheiro pel°,_3fi5 
kenzie (SP) iniciaria sua carreira F1,e 
sional exatamente como ferroviar1o'la 
gando a superintendente regional d8"_1i 
ferrovia antes de iniciar a carreiF etc2 
tica que o levaria ao governo de se 
13 
do por três vezes, CONTINUACÃO PAGINA- 
DADOS BIOGRJFICOS DE PEDRO PEDROSSIAN 
Data de Nascimento: 13/08/1928 
Piliaçao: Joao Pedro Pedrossian e Rosa - 
Hardini Pedrossian. 
Esposa: Maria Aparecida Pedrossian 
Pormaçao Profissional: Engenheiro Civil - 
Formatura em 16/12/52, pela Mackenzie - 
São Paulo - Capital. 
08/11/61 Nomeado para o cargo de dire - 
ter-superintendente da Estrada de Ferro - 
Noroeste do Brasil. 
03/1/1965: Elege-se governador do então 
uno {pre-divisão) Estado de Mato Grosso. 
15/11/1978: Elege-se senador por Mato - 
Grosso do Sul (PDS). 
07/11/1980: Toma posse como governador - 
indicado de Mato Grosso do Sul, cargo que 
exerce até 15 de março de 1983. 
velho Estado. 
A integração rodoviária de um Estado - 
com mais de um milhão de quilômetros qua­ 
drados, os programas de colonização na 
então fronteira agrícola do Estado, que 
possibilitaram o surgimento de inúmeras - 
cidades na bacia do alto e medio rio Par!!_ 
guai, hoje uma das regiões mais produti - 
vas de Mato Grosso; a organização pionei­ 
ra de um sistema de saúde pública quepe­ 
la primeira vez cobriu todo o Estado; a 
criação de um completo sistema de infra 
estrutura na área de telecomunicações 
com o Estado garantindo, inclusive,o su­ 
porte para as emissoras pioneiras de TV_; 
o incremento ao esporte, com a construçao 
do Morenão (até hoje o maior estádio uni­ 
ve.rsitário do País) e de inúmeros estádi­ 
os e ginásios no inteirar, são outros as­ 
pectos destacáveis do primeiro governo de 
Pedro Pedrossian.

, OfN/I. 'flU nUN/ DTI F11QNTEirlA DF.L/ VIS1'/ - MATO GHo~;so DO SUL - 	09 A I6 DE MARÇO DE 199l 
%: 
Ven; 
s1ar • 
Grei 
·e,:' 
dee-. 
tas, ee 
Pedro,;: 
"'1llstit 
arei 
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e de,; 
de ar 
Pedro Ped.rossian Assume o Desafio de Operar 
Transição para a Autêntica Modernidade 
idas fc! 
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de obn 1. 
rti::± 
.rtant,;: 
ja ao (ê 
ln de um mandato de enador, 
Cc:Jrio bo:n pnntnnn1ro, P'-·dro Peilroi;strm :a•ruprc• vonhou cor.i uma 
fazenda no rnnttinill. l'arn lt1uo, nlnd,1 ccr.io engenheiro do r;on co 
eou a Juntar suas economls e comprar os primeiros pedaços de 
tt"rra que íor1:,1rfnni o núch>o do que é hujt> n Fazenda Petropo .. 
lh, vizinhn ti s11~1 cldndc n11tnl e ondt• crlu yado lleloru. 
De!ldc c.iue deixou n NorO<'ntc do Uru!lll, era 19(,5, para candld-1 
tnr•flc ao overno do Etndo, coro político c-t;treunte, otravéo 7 
de ~a colh~.ic;,rn do PSl> cO!"l o P'lU, P,•dro P~drosslnn C1mou unn 
Iasen de político carismático, capaz de ftcnr vii.rios nnos sem 
c..mdnto - í' sen prcsl~ncn na rn{dto • pra voltar 11 se eleger sem' 
pre co:, exi>rt!'BHlvn votnçõo. Dt! 1971, quando dclxou o governo= 
do então Un<_? Mato Cronso, ficou npar('ntcrnl'ntc !ora do cenário • 
pol(tlc.o atf! 1978, quando f'}l'~cu·Gl' scnndor pt-]n Aren11, Ele hn·• 
vla colocado n sua <>lelt,;.Ío pnra o Senado cono condição fundor:en 
ul para pleitear a nomeação para governador de Hnto Grosso dÕ 
Sul, Estado que ocnbavn de Der criado. Jii coro senndor pelo PDS, 
acabou sendo o terceiro J:overnndor (1981-83) de Mato Grosso do 
Sul. F..m 1986, .1lndo JWlo PUS, concorreu novnmtmte no Senado e 
~bom tenha ,-Ido indlvlduolr:iente o r.i,1ls votado, acnbou não se 
elci;endo, pois nbrira não do ln!Hituto da sub-lc.,cnda, que 
considera 
11
entulho". 
ora no PTU, Pedro Pcdrossinn, clcncuªsC i~overnodor já no 
prlceiro turno coo qunsc o dobro dn votação de seu principal - 
concorrente. P<'drossic.111 l tdcrou WJn alinnçn de se1s partldog , 
Jnclulndo PRN e PST, rccén-crtndo mas Já aftrcgnndo expressivos 
llderançns 1>011 t tens • 
ARY RIGO - CHEFE DA CASA CIVIi. 
Nuddo em Snnta Rosa (RS), o vlce-Kovcrnodor Ary RIgo, 4 a 
nos, assuoe n cllc (ln da Cos.1 Ci v 11 do overno de Pedro Pedros :­ 
s1an coo uon bngngcr.i pol{tica consolidada ao longo de três oan• 
d:1tos de deputado cstndual, per{odo cn que fol lidcr dn bancndn 
do PDS e tesoureiro dnquclc p,1rttdo, prlreelro secrctllrto dn As­ 
n~hlêla nos pedodos 8!./tlS c 87 /88, prcs ldl'ntc dn Comissõo de 
~stnvolvlcento rconÕralco por quntro ano11: e presidente da Co::iis 
uo de Constltul<;Ílo e Justlç,1 no Últlco pí•dodo lcs:lslativo. - 
VICE-COVl:RIWlOR ARY RICO - OIETI: DA CASA ClVlL 
inda coso político, Ary Rio, que é engenheiro agr@nono for 
ado pela Universidade Federal do RIO Cnmde do Sul, foi vice - 
Prutdente e tesoureiro d."l Ex('cutl•.1 Rc~lonol do Pnrtido da 
i'nnte L[bera! PFL), sendo poster!orrente u dos co-fundado - 
res, c::i. H..lto Grosso do Sul, do partido Soclnl Trobnlhlsta. (PST), 
do qual é atu:al prcstdcntt' no Est.'.ldo. 
S-3 lnlcl3t1vn prlv..1d.'.l AT)' Rli:,o liderou .1 fundação dn Coopero 
tlv:i Agdcoln. Histn dt' tLtr,1.caju, que dirl~lu de 1972 a 1976, a-= 
Judando consolld:1r o processo de ocup.'.lçao de írontcirns agr!­ 
~1.ts e de 0odcrnlzoçào dn, atlvld.1de rural nu..""1.1 d:as regiões o - 
t! então coropleta.-=icntc tnnproveitndtu pela agricultura e onde - 
...:ile se vcrlficn.o l1r.l dos o.:ils .1.ltos {ndices de produtlvld4dc de 
raos no E.nada. Iniciou·sc na vida pUbltcn alnd.1 ec:t 1976 quan - 
do, ainda antes da criação de Mato Grosso do Sul, nssu::iiu n 
Prtttd~ncb d.1 Conp.:mhln de Dc!'.~nvolvlc:cnto Asropecuárlo de M.1- 
to Grosso - Codc.1grl. Er.i. 1978 ele~cu·se, pel.J Arena, par:a o prl 
::~tro do! três r.i.1nd.1tos que dcscr1pcnharln notes de eleger-se v! 
tt•govcrn:ador. 
CLAUDIO NOGUEIRA - COMUNICAÇÀO 
O Jornnlhtn ClaÚdlo ~oguclr:1 teo 40 anos e 20 de profissão. 
t!abalhou l'n redações de Jornnlt., r-cvlst.1s, ngêncla de notícl:as, 
radio e tcl,• lsio. 
r •• ----~ 
• - 0. olO h'llCUEIAA - SEOUüÃR.10 DE CXlHlllílCAÇÃO 
c!t ~ 19!S o 1.987 esteve nn. Rede Clobo,. onde fel l:d!tor, tle(c­ 
c!e..,~~
3çao c Editor Rc.glon.11. N{•ssc período fez cntngio:i: nu T!; 
,.r:or~c-a:=:ci:icnnn..s CBS Nc"'·s - Cnblc ?-;'.:-11!1 !'ictlOrk - e .:CS.S. 
.-? ulttos angs dedicou-se à produção Independente de tele­ 
?'t· : e r:n:,,bornçocs e.o projetos cspcciats da Rede Globo, nn .i­ 
~i e:: ~lejorn.1.11..m:: . .>. Foi u::i do~ rcspon5.ivch pelo pros:r-.'.J.Oa de 
tui~'tn.,o do Governador clclt.o Pedro l'cdro5r.lnn no hocárlo srii 
o do 'IRE. 	1 • . - 
~I! B. CURY - PROCURADORIA GBRAL DO BS 
Do 
N-2'' ares, e advogado Jorse Pen)ai ury que chefiará a 
e "dor1aGeral do Errado no Coverg Pedro Tedrcsstan, é for 
téj "la FOI - Faculdades Ufds Ctó!tas dy Capo Grande , 
~i!nt(' !tacal e de ttltut.c<: do r..r.t.ado de 1956 e 1972, quan- 
do ~stnbelecru r-11.J bancn tlc n1Svo~:.1do. Ctr. u:roos de ei.ptc!allzn 
çúo cm IHrt•lto Trllmt.Írlo, Dln•lto Tr..it llh'..ll,1 P Ulrcito Co-rr7 
cio, é prní1•s:.nr ,fr Olrdto TrP, ,1 irlo n.· n,::-rr. 
f 
JORCY. RENJAHIH UIRY - OIFE DA PROC:URAOOR!A Cf:AAI. 00 Y.sTAOO 
Atém de ter frequentado dlvt'rsos outros cursos e S<'r:ilMri 
os de npcrfclçoa.-::{!nto prof!,;G!on.11 nos di rerentes coopos do Di­ 
reito Jorge Benjomlc CJry e soclo fundador do lnstltuto de 01 • 
rclto Tributário da Faculdade de Direito de Canpo Grande, asses 
sor Juddlco d:1 Assoclaç;io Co-erc{nl de Ca:-:po Grande para as = 
suntos tributário!'., sócio bcnt•r.êrito da Assoclnção Ccr.Jerctal da 
Capital e jll íol conselheiro e tesoureiro dil Order:i dos Advog4 - 
dos do Brns1l - OAB, Secção de Mato Grosso do Sul. 
LEOCÀDIA 	Ot-ser.tiariador do rr1~,un-ll d, Jt:!-t fç.:a e:.~ ~'..,to Grosso do Sul - 
desde 1983, Josi- Jd;,i,.1Jl.1!, ;J ,1n<r1, r.cr.Í o t!tt1l,H da Secreto- 
A tltulnr dn Secretnrlo de Educnção lndlc,1da por Pedro Pc - ria de ScJ.:,ur:1•1ç:.'.l l'Ú• l !u, d3 governo de Pedro Pedroxfan, depois 
drosslnn será a profes~ora Leociídln A~loé Petry Le:-;c, 42 anos,, de brllh,,,t .. • r .. t,f .1 -., f ~ .. rirL 
pedagoga forn:1dn pcln Fnculd:1dc de Clcncias e Letr,15 do Parnna, -r- 
cor cursos de rô.-.-r.r.J.du,,c.io <'ti M~todolnria do Ensino Superior ( 
e Proeto SoLals e ena Metatolo:ta do En[no Supletivo, 
r 
P. LEME - EDUCAÇÃO 
..__ 	~ j 
UDCÃlllA ACUt. P6TRY I.EXE • SEO!ITARIA DE EllUCAÇÃO 
Aprovad.1 e concurso público na área do Magistérfo, Leoci - 
dla Petry te.me exerceu, na Sccrct:irln de Educ.'.lçÔo ~o Estado , 
dlversns atividades n.1 Cl:..xu=i."'U>rin Gcr-11 de Educnçno, n.'.l Coor - 
den.nt.1 Setorl.11 do Pl.tnt>Jn::cnto e nn 01.retoria de Dc!6cnvolvi - 
cento Educ:nclon:il. Coordcr:ou ;1tnd,1, cursos " projetos CO""-O os 
de Reforço à Alfabetização e MIcrodiagnósticos cr diversas ct - 
dodes do Estado. 
BMIKO - MEIO AMOIENTE 
Qll l l.arcLltura e:'l Ciéncins BlolÕ~ic.1.s, c::estrado t'C Oce.anosr! 
Ha e <b.Jtor.1do ea Oceonosraft.1 BlolÔi;ic.'.l, todos :ilnlstr.1dos pe­ 
la Universidade de São Paulo - L'SP, EcB.o l(av;:ib:,il de Resende 
42 nnos
1 fol escolhld.1. por Pedro Pcdrossi;m p.ir.i cheCi.'.lr a Se - 
cr-etnrlo do Meio A::bicntc. 
DmCO ICAIIAKAHl - SECREl'ÃIUA DO HE!O Affi!IENIE 
Eoiko Kav~1k:iei de Re,f.endc foi blolos;lst.ii d:i Cet~sb, pc.squb.i 
dora e sub-chefe do Departamento de Biologia Mquittta e Peca - 
Interior do Instituto Nacional de Pesquisas da Aazonia-IPA , 
chek adju.'ltn ao Centro de Pesquisas Agropecuir!as da E!rapa 
a.tê ser dc:llgn:1d"1 por Pcdr.-> Pedro.s!ll:m p:.ir.t. .1 S~l-..,lnh.1 cocr-de 
nando o Programa acional de Pesquisa e RecurG::,..s ?csquclro.s ':' 
do Súste.~ Coopcrnt_ivo t!e Pc:.qul:1.i Ã)70j,cc..cir-ln da ~br.1p.1. to.{ 
1'.o possui nais de quinze trabalhos científicos publicados. - 
CARLOS ALBERTO ASCBNCO - SAUDE 
Médl.co foro.ndo pcl.1 l'.nh·e:-!lldfl(lo Fcdcnl dtl P.1r:m.i, Cnr-lo:;: - 
Alberto Mossa Aeno, 1 a t ! d f , j 
1
l i:, •r J•'!:-' J;•-:1ro.:, .. 
slan para a Sertarla de te, Ht !sta !atea Mata 
na área de Nefraloz{a, < ,ri,,•. Al'.f t to As,n.o e profesnor do Dr 
partaento de CIfea M«d!ca da tr 4o !ver«!de Federa1 - 
de Ma t n C:r· ,. o do . 1d . 
CAIU.OS AIJIERTO NOSSA ASOJ.ÇX) - Sí.GRE'fÃJ!IO OE SA0o8 
O secretário C:c'" :;aÕdt' e:,, Pf"dro h,tro,•,1J:i foi dfrrt.or geral· 
do HosplUil l'nlvcrsttárto e• partJclpll !!n L'flant~tç:Ío do Sistema 
Unificado e Descentralfzado de Sa&de (SI'JS) o Estado, coro tem 
bro da Co:,issôo Interinstitucforal de Sld de Mato Grosso dÕ 
Sul. 
RIZKALLAII - SEGURANÇA PÜllLICA 
1 
 
r 
JOSt IUZICALl.AJI - SECRE:rÀRIO DE SEX:llRA,ÇA PÔBLICA 
Forcado e Direito pela PUC-SP, José RLzkaIlah exerceu n ad­ 
vogacfa em Sao Paulo ,::rntl"S <!~ f:crt-r c.1rrelr.'.l co:::o c-...1~fstr.iJdo e::1 
Mato Grosso do Sul. Fo! Julz. de Dtreto r.,'15 Co-....arc.i~ de Sovn An­ 
drad{na, Caceres, Paranaíba e Capo Grarde, tendo obt!do por ±e 
recll::lento todas as prooçoes ate chegar ao topo da carreira. - 
Foi presidente da Asso!açao dos Mafatr3dos e !ntc··rou co- 
o Juiz do Tribuna! Regional Eleitoral. Recente:ente r deste 
nado para, coco deserbarador, Integrar o neso TRE o bfênfo • 
de 91/92. 
AUGUSTO C. COSTA - JUSTIÇA E TRABALHO 
Fom.1do pela Faculdade de Direito d.1 PCC-RJ, o ~crct.â!'"io de 
Justta e T'r.-ibalho desli:;nado por Pe-dro Pedrosstan é Augusto Jo­ 
sc C.orre.1 da Cost.J, !.-8 unos. 
ALDAYR HEBERLH - TURISMO, rND_ COM- 
Especialista e Corrfo exterior, e ereado de capitais e 
en coerctalizaio de proturos aropecairis, Altar bebere 
1 
)

---~------------------------------------------------ 
JOfül/11, 'J'fill!UNA ílA FHONTEIHA BEi.A VISTA - MATO GROSO DO SUi. 
---------------------------------------------------------1; 
00 À l{l DE ~-lrHÇO DE 1991 - PAGINA- 14 
P dro Pedrossian Assume o Desafio de Operar 
Transição para· a Autêntica· Modernidade 
sr, 11 h).#
1 
, _;, o eretirfo de Turf4mo, Indústria e Corércfo a 
,HI· fui. 11 1· . ~k l'rdro P<'dro:;:;1011, 
AU>AYR IIP.IIJ;JlLY. - SECRRTÃRIO DB TIJRISIO, lJIDOS'l'JlIA E cnmtCIO 
. Aldilyr lh.•Jerle, <1ut' Já fol r:er.ibro do Conselho de Admlnlstrn­ 
çno dn_Dc-lrn de ~tt•rcodorlan do Rlo Crnnde Sul, Presidente da As 
soclnçJo lrJ~llclra das ErJpresns Corretoras de Mcrcndorias e dT 
retor exc.•c~tlvo dn AsaoclnçÕo dos Ex.portadores Rrnsllclros
1 
dl-: 
ri~lu ~ -•br:-1 'lB t-cgulntcs emprc&ns: A. lleberlc Exportação e lm• 
E~~~~~çao Ltd:i, llebcrlc Soja S/C Ltda., e Navegnçõo São Borja - 
O sr..:1diirlo de Turismo, lndÚr.trla e Comércio de Pedro Pc - 
dror,~ton 101 tJ.mb5a ncobro do Conselho de Ad.nlnlstr,1çÕo d,1 Bol­ 
sn ck V.1lor<': do Ex.trena-Sul, diretor dn Assoe loção Comercial - 
de Pcrt0 ,h:rre e vice-presidente d,1 FcdcniçÕo dos Associações 
Conerct 111• dr;, Rlo Cr.inde do Sul, 
JOSB A~RRICO - AGRICULTURA 
Desinat0 por Pedro Tedrossian para na Secretaria de Agricul­ 
tura I cusrla e Desenvolvimento M;ririo, José Aértco Flores - 
Ac,irr.l, :.1 •mos, ' bnch,1rcl c::i Cl~nci.1s JurfcUcns e Soc1ns pelo 
Focu1dnr1<' 1.
1
c Plrclto d~ Santo Ãnr.elo (RS). F.mpresÕrio do setor 
arfo!a, ten curso de especial!znaçio em Econoola Rural pela - 
Fund:ic;no ~il ,,lonclru de Ensino Supcrlor (kS), alin de diversos 
cureus '"'11tro:.,i renllzados no Brn..;tl e no exterior. 
JOS~ A.'11:RIC:O FLORES AIIARAl. - SECIU."1:ÁRIO DA ACRIOJl.ll/RA 
tal diretor-pregidente da AgropecuirLa aso S/A, José A& 
rico rlon•:, ... ~,1r.1l J.1 foi dlrctor financ:clro d,'l Cotri!Ja da A'=' 
proJ:.ul c d1 Abr~1r.('o, _dcsc::ipcnhando ntualocntc o andató de pn• 
sldcn:_c do Slndlcato ?ad.on,1! dos Produtores de Sc::(!ntcs - Sind 
en. E 'tito Grosso do Sul ja desC'r.ipcnhou tnobéc os cargos de 
ordenadsr de Agricultura da Associação dos Cri:idorcs de H.ato :: 
C'rosso do Sul - Acrissul e de t:er:.bro do Conselho Técnlco->dd.rú.s 
trn.tivo l-.....p;it•:-. 	- 
HBRÀCLITO FIGOEIRBDO - OBRAS PUBLICAS 
Con 44 anos, engenheiro civil formado pcl.o. Unlvcrsldode Fede 
ral do R!_n de Janeiro, lJerÓcllto José Dlniz de FlguclN!:do scrã 
o secrct-1:lo de Obras .. Públlc.1s de Pedro Pcdrossion. Profundo co 
nhecedor de setores bnslcos dn adt:i.lni~troç;0 estadual, cooõ 
trnnspn~tes. l!nergta e obrns clvh, Her.icllto de flg~iredo Jâ 
$.,"";"!ç," cs roo«e, nis si«s ·retro «irctor í 
!!.'..-"''.:!.l!.-2 JOSt DINIZ DP. ncur.uumo - SF.C. OBRAS POntICAS 
• O , • r, ·.ir~:, d.:! 0:):-,1; PÜ!J11c,lr. do Covrrn.:, de i"c.dro r'edro:: - 
'}'· "" hetro da caenhla ale do Rto Doe, Prestando .. &.:r 
~ O~ .. ...t;:,:-rnto c!c C.·.tr:uh de FcrTo. ~:.1 lnlc.1.atlva prlvn-:: 
" v. 'Iro reldente, erceu atividades prof!siona 
~
1 
"- crn rr .•.. ,o <!. .• ro:lovl.1-t r.;:,": l..:t:xi"ts ~rr e~~:::, au~ do Sul. 
SERGIO TIOMPIM - ADMINISTRACÀO 
Engenheiro metalirz!o forado pela FUC-RI, Srgfo de Ale!­ 
dn Uonfio r•xt-rc1"1 l'IR. funçõc,. dt• consultor de t~~prl'sa.s naa óre.or, 
dC' 11d
1nlnintraç.iu, ffrun;.nR, rtod..,rnh;1c;iio !nstit1Jcfon 11 e 1níor­ 
:wítlcn até nrr con•1,H ,ido JJ.1r.1 coordl"r:Jr .,s t'fiufr<-s tic:.nJc,1.s res 
ponallvcls µel:1 rtdl'ln..,,1 .. H!~lnJ,nrnLlvn e ,rn dirctrtzc-s de lnío'r 
rn::ir lcn que fJ<'r,~o t11plw1tod,1.:i n pnrt lr de 15 de ~1rço por PC'dro9 
nfon. 	- 
stRclo DE A[)IEIDA IICMfDI - sr.e. DE AllMINIS'IRAÇÃO 
lndicadC? para o cn~go de se1..retiirio da Adr:ainistraçõo, Sérgio 
BomfLm sera o responsovel direto pcln irnplontaçiio daquelas re - 
fornos. 
Co1;1 pÓs-grnduaçõo ec Informática pelo Riodntaccntro do PUC - 
JU, Sergio de Alcei da Botifir.i fol diretor do Centro de Estudos - 
Cernis e do Ccntro da Cor:putnção de Dados da Universidade Esta­ 
dunl de Mnto Grosso (CntJpo Gr.rndc); hoje Univ~rsldadc federal - 
de Mato Grosso do SuL Foi to:nbé:i. diretor adolni.strotivo-finan­ 
cciro de e:i.prC'sas privodns scdl.1das era Canpo Cr;ande. 
JOSB ANTÔNIO FELiCIO - FAZBNDA 
Advogado, contador e ccono□ist.1
1 
Jor;é Antônio Fel{cio de 
46 nnos, é! cspccinlistn ~n Direito Tributllrio c cr.i Advo~ncia­ 
Ecprcsarial e trabalhava coo consultor nessas .iircas até ser - 
convidado por Pedro Pedrossfan para o cargo de ,;ecret.Írio da 
f,,zcnda. 
JOSt A.'IIONI0 FF.L!CIO - SEOUITÃJUO DE FAZDmA 
Aprovado cc concurso para ffscal de tributos feder.lia e f1 _ 
cal de Rendas de Mato Crasso do Sul, José AntÕnio fclfcio já 
foi r:eobro do Conselho RL'gion.'l.l de Econo:::i.'l.·1-'.S, integrou 
O 
Con­ 
selo de Recursos Fiscais do Estado co::io representante da Fede-­ 
raçao das Industrias e ntunlc:cntc pertence ao Conselho Regional 
de C<intabllidnde. Eci 1986 [ol escolhldo co:::o "O Tributarl•ta d 
Ano" por .U:13 revist.1 especlnliz.1d.1. 
0 
WAGNER BBRTOLI - PLANBJAMENTO 
Aos 47 :mos, o econooist.1 Wagner ~rtol1, formndo pelo Instl 
tuto Toledo de Ensino (B.1uru-SP), nssu.-:e o Secrct.1rLll de Plane:'= 
Jucnto do Çoverno_dc ~cdro Pedrossinn co::i W:il lons,a e.xpcriio . 
c!.:a eo adl?l.nlstrnç.110 publicn, iniciada .1inda na prlccira gc _ 
too do proprio Pcdrossia.n. 	s 
IIACMRR 81:R'TOLI - Sl:cRETÀJuo DR PIA,'JUA!mm) 
'grner Bertol! fo! chefe de pabInete da então Secretarta d 
Vi:lç:10 f' Obras liblic:Jr., exercer.do ns r::-c.::::i.15 fu:içÕl'.; na Sccrcc.; 
rJu de Plnn~Jnr- .. nto, atrd1.1 no Xalo Crc,;-;o pri·dlvi,-d?. 
No Governo de '1.lto trosr.o do Sul exerceu os caros de e 
tarlo aâjurtto e. Ce titular <!a J.e--.rttarfn ~◄tt- l'lart"jn., nto, 
Até ser de:s1 ado para Secretaria de ?larejaento da A, 
tração de Pedro PedrossIan, aner BertolI desempenhava 4 
ões de conselheiro auditor_da Asembléla Legislatfva e de aa 
sessor economfco da Federação das Indústrias de Mato Crasso 4 
Sul,- FIES. 
PAUT,O C0Rlt8A - HABITACÀO 
Aos JJ o nos de ld•de, o enrenl1e Iro cl v 11 Paulo José Arnuj 
Corra, forado pela Unfvertdade Gama FIIho (RU, será o «e 
tarlo da nova Secretar!!! c!e Habitaçdo • n ser crlad.1 n:,, prl- t 
ros d!os da ad1dn1Btraçao de Pedro Pedro!%11ian. 
1 
·'----~----- 
PAIJID JOS~ ARAWO CORlll!A - SECREl'.ÁJUO DE IW!ITAÇÃO 
E.x-dlretor técnico da empresa Diretriz Em;enharla cor.i .s.e:le­ 
em Cuiabãl Paulo Corrêa exerceu nos Últúr.os tenpos o' caJ113,0 C:e 
diretor tecnico das er.:presas FInanfal IobIl!iria S/A e Fina 
cial Construtora Industrial Ltda, 
si.i~~i u::i dos coordenadores da capanha que elegeu Pedro Pedr~! 
teocádia quer iniciar 
logo o ano letivo de 91 
Anuncie e 
Valorize o 
Jornal de sua 
Cidade 
a. 
e 
';es 
±ra 
±± 
g - 
~ tu 
'e± 
A primeira atitude a ser tomada pela - ~,~lnit 
nova secretaria de Educação do Estado , ~~ 
Professora Leocãdia Aglaé Petry Leme, se]f'e , 
ra a viabilização do retorno imediato às • ~on1 
atividades os professores da Rede Estadu ~~~s· 
al de_Ensino, que, por falta de paganen-l ' 
to, nao iniciaram o ano letivo, ficando "" e, 
P 
d 	' ::~is 
arados por mais de um mês. Segundo Leol[is] 
cadia, dentro de uma semana será elabora ·=-- J 
do um programa de fortalecimento do ensI ,.~;'nc) 
no escolar, através de orientações de ./•, 
pessoas especializadas. 	,.-, 1N .. 
ES
t
a nova E_:scola, como está sendo de- ;·~o'" 
~ominada, sera gerenciada por um colegisj a 
º'. compoSto por professores alunos e .;;ºs, e 
Pas. Este colegiado será eleito em poul ç%a 
~o tempo, _para que as atividades comecei!! '· lç; 
om um alicerce de base para os projetos]:"e 
~esenvolvi~os dentro dos estabelecimen - ~ 
e
oss de e~si~o. "Este novo caininho para a "~tt 
C<;>la publica deverá ser• estudada coo .,'.}ce a 
,"][ç"ages • ue ode ser ±iro senl/e 
ro • analise, e conhecimento elos - à 
p blemas. Temos um prazo de 60 dias pa-,1.''!>~P 
$ {2Pesar as roestas e coo são ais) s{ 
rio Ç[??gz. raaio será.e e= 
passada. 
0 
' afirma a Secretária ern - ' 
Contar 	1 
edia se;"?_verbas do Estado para teo-l ' 
dos trabalho:io d7ficil para o andamento 
t
- • pois o Mato Grosso do sul · • 
es a atravessando h • • 	. 
grande na eco . 
0
J7 uma crise muito - ~ 
oen d nomia e isto deveria ser - t 
• !~o~a somente depois de tudo acalmado. 8 • 
de q·ue 
O
' g ª secretaria está esperancosa- - 
substancio~;erno federal libere verbas - 
lhos e assis para os,projetos e traba - 
maior númer~ mdanter nas salas de aula 
0 
e alunos possíveis.