,, sf' n~i/' ·, ± i" u!:1 ' a !z- els; «i», : rft±:' a c4; e r'.. ui t da u u t • Iol:nc 1, O )=.J . 0p» fs pt i, ru pt» jl)S t;t:JI;'; ir­ dzlte ui ta ttctt BELA VISTA - HS - NO: 1.028 - ANO: 20 CIDADÃOS DE MATO GROSSO DO SUL Esta e umo manha de 09 à. 16/03/91 Dlllli'l'OR RHSPONSÁVEL: IVJLl)O Pl'.IUlIHJ luz que se estende por to do o Pois. lloje, n eopernnçn e n fé, re'igornm ns coneciên chs. - A posee dos go'ernndo­ r•s eleitos pelo soberano rontade do povo ultrapas­ sa as fronteiros partidá­ rias e dispensa júbilos pessoais. Quero falar nesta hora ao coração de cadn sul-mo togrossense e no de cada homem ou mulher de qunl - quer origem que tenham se integrado no nosso genero so Estndo. - Superar as graves difi culdades que afligem nos= so Estado e n nosso gen - te, não é tarefa paro um homem só, por mais que o tempo e a ida, o tenham preparado. , Estou sereno, porque ~ L­ conto com n decisão de um povo trabalhador e deste­ ..tdo, com o equilíbrio e aeoeotez de um Poder Judi cLirio inobaló,·el cm seus princípios, e de um legis loti'o 'igoroso, indcpen= dente e renovador, em cu­ ja casa nos abrigamos ncs tes momentos de tanto sim bolismo. fl bem verdade que te - tos à nossa frente o caos lnstitucionnli:u1do, o Es-;­ tado literalmente quebra­ do e o tecido social às nas da ruptura. O total da dvida do Estado é de I bilbiio de dólares, dos quais, 400 t1hões de d6lares, já es tao 'eocidos, de forma as aii:, discrlminadn: - - As parcelas das dfvi - e objetivo os entraves das e.xternn e interno fa- que temos de remover e tem Ulll total de 40 bi lhGes de cruzeiros; deve­ se ao comércio e nos for­ necedores, 3 bilhões de cruzeiros; o comprqmisso com as empresas empreitei tas é de 30 Ilhes de cruzeiros; os encargos (i !lanceiros dn iondimplên = eia atingem n 5 bilhões - de cruzeiros e ncrcsccntn e a isso tudo o debito - de 12 bilhões de cruzei - tos, referentes n 4 meses de pagamento em atraso do funcionalismo. • - A esses dramáticos 400 -.Uhõcs de dólares jÓ 'en cidos, deverão se acres - Rotary da PUIJt,j ClÇ/'iO srv-1iN/L cr$ - 50,00 minha mulher, Mar1a Apa­ recida, dedlca nus nos - sons frios maio hum!l des. A luz que deocortlna no dio de hoje a fé, por todo o País, hm·erá de ser a nossa estrela a Governador Pedro Pedrossian ccntar mais 100 mi - lhÕes de dólares a cn­ cer nindn este ano de 1991. Não 'nos assombrnria n dí,·ida, não fosse o seu perfil, seu envolvi mento com n cornipcâo ~ ns prioridndcs sobre ns quais (oi construída. A área social (oi cri minosamentc abandonada; educacao e saúde estão cm ngonia;o aparelho od ministrativo é o refle­ xo do ineficiência e do O Rotary Club de Bela Vista, presidido por I - Van Marques, homenageou na reuni.ão de sexto-feiro Pp.,o novo Chefe da Re - celta Federal em Bela Vis tn, Roqnc Paes. - Na oportunidade vários t"otnrianos fizeram uso da palavra, desejando ao novo Chefe boas vindas e Colocando o Clube à sua d!nposicào, paro colabo - tar no que for preciso. !o falaram Garibnld.i da • sn, lvaldo Pereira, E - ""ardo oeiri±, Errando asco e o Presidente Ivan precariedade que se ins tnlnrnm no poder. - ~ pesado o legado que nos deixaram mas vejo - de maneira muito clnrn os rumos a serem sc­ guidos. Os desafios acumula- Queremos o Estado com responsabilidade de iden ] tficar vocações, estabe 1 lecer políticas macro-e: conÕmicas e de infra-es­ trutura, sinalizar metas e opções, sem abrir mão do seu papel vital de e­ Y.ccutor do promoção so­ cial e humano e da valo­ rização da família como pilar do sociedade. Vamos cxccutar,enfim, grande missiio que o mo mento histórico nos 1m - pÕe, que é o de acelerar o processo de moderniza­ ção de nosso Estado, ta­ refa iniciada cm meu pr! No discurso de posse, no Assembléia Legislati- va, o Governador Pedro Pcdrossian disse que re­ cebe o Estado "qucbr.::ido•: denunciando o "e.aos ins­ titucionalizado". mas a rnntiu que junto com n comunidade, ,·ai promo,·er o desenvolvimento. O primeiro ato do Go­ ,·ernador foi a reformo - odministrntivn, extin guindo duns Secretarias­ Cultura e Assuntos Fun - diários. c crio ns Sccre tnrias do Estado de l!obi= tacão e Dcsen·ol,-imcnto Urbano e de Comunicnção. Fico extinta também a AGROSSUL, cujas atribui­ çÕes são transferidas pa rn o Secretario de Mri­ cultura, Pecuária e De - sen'oh·imento Agrário (no,·a denominação da Se­ cretaria de Agricultura e Pecuária). O go,·crnndor rcnti•a n CODESUL (Compa nhia de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul)cx tinta na Última rcforma­ ndministrati•n promcn·ida para o nosso resgate po­ lítico diante dn Nação o briga, necessariamente,a puniçao exemplar dos res ponsaveis pela prática - de qualquer ,-iolência,se ja ela no meio urbano ou rural e·ainda pela atua­ ção enérgico cm defesa - das crianças e dé suo in tcgridnde, que são tnm = ·bém compromissos do go - vemo federal. Esta é n hora do fra­ terno encontro de toda a gente de Mato Grosso do Sul. Este haverá de ser um governo desde seu prime! ro instante, da conjuga­ ção de todas os conse - quências li,-rcs do Esta­ do, do engajamento cívi­ co e do entendimento, ba ses da maturidade políti ca. Por essa razão cono corei nosso bancada fedi dos exigem uma resposta vigorosa, que só pode e ral, os senadores e os mcrgir da visão moderna deputados, para que jun­ dos problemas e de um tos montccos n cstraté - desempenho renovador de gia, de se começar a fa- governo., zer justiça a um grande Não me nsoombra a de Estado, a. um grande povo safiadora missiio de re. Queremos o F.stado da quantidade de peixe possível se dando ao luxo de até mesmo jo gar a beira dos rios os exemplares de me­ nor qualidade. Isso constitui crime contra o meio ambiente, ex'iste a le _,,, gislacão pertinente­ e, pelo que conhece­ mos de nossas autori dades, ela será ar .. r, Polícia Militar apreende grande quantidade de Pescado os objetos furta­ dos da última resi - dência arrombada pe­ lo menor, localizada na Rua Conde de Por­ to /legrc, esquina - com a Rua Marechal Deodoro, estavam "gµardados"na Rua 25 de Dezembro, s/no Vila Cohab,sendo que parte desses já ha­ viam sido comprados pelo elemento Laucí­ dio D. Zavala, res - pensável pela casa onde encontrava-se os objetos. Segundo informou a Polícia Civil, praticamente todo o produto desse furto foi recuperado e apreendido, Laucí­ dio D. Zavala por ser maior de idade - foi indiciado em in­ quérito policial por crime de "receptação" Entre os objetos "guardados" na casa da Vila Cohab, produ tos do último furto­ desse menor, havia um aparelho de som 3xl, um liquidifica­ dor, um espremedor e létrico, uma torra - tradicional "semana Santa", do grande nú mero de veículos, cã minhonetes com rebo­ ques carregados de materiais de pesca , canoas, motor de po­ pa, tarrafas, redes, anzóis, etc. , que cruzam pela sede do município em direção aos pesqueiros que se encontram em gran de número Rio Apa a= baixo e adjacentes. Poucos, mas muito doira elétrica, duas redes, uma sela de a nimal, uma mini-tele visão, um ferro de engomar, um secador de cabelos, um reló­ gio de mesa e um de bolso, uma caixa com 30 fitas K-7 e OG Lps, três qarrafas de be­ bida, uma espada ti­ po oficial de Exérci to Brasileiro e ain­ da diversos utensí - lios de decoração,os quais já foram entr~ gues à proprietária da casa arrombada pe lo jovem "larápio". Segundo também a­ puramos junto à Poli eia Civil, o menor preferia executar se us furtos por volta do meio dia, isto porque, segundo ele, "é a hora em que a área está mais tran­ quila". Vale lembrar que a Polícia Civil de Bela Vista também en contra-se em greve - devido a falta de pa gamento do GovernÕ do Estado, assim co­ mo várias outras ca- tegorias do funciona lismo público esta - dual que não recebem seus vencimentos des de o mês de dczembrÕ do ano passado, in - cluindo-se ai o 130 salário, mesmo as - sim as autoridades - policiais de nossa cidade não deixam de atender os casos que exigem uma pronta in tervenção policial , ou seja, estão traba lhando por amor G profissão que abraça ram, pois se depen - desse do bom senso e da responsabilidade dos nossos governan­ tes, há muito tempo o povo estaria sem segurança e proteção policial. (UR). SEJA BEM UM LEITOR INFORMADO. LEIA E ASSINE OS JORNAIS DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS. PREÇO DO EXEM PLAR - Cr$ 50 00 e Acessórios FONE - 439-1571 (UR) Av. Barão do Ladário NO 2.1J4 Bela Vista-MS r nteira N oca e ar assa 5Gf r Cmicioaio, Ciié ta Maná Completo 1 ·- AVENIDA TEODORO SATIVA. _ RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 _ BE3ELA. NISA da F Em operação conjunta do 29 Pelotão d Polícia Militar de Bela Vista, comandado - pelo 2 Tenente PM Castro e Destacamento de Polícia Militar da vizinha cidade de ca racol, foi apreendido no Rio Apa, área dá Fazenda sucuri, Município de Caracol, mais de duzen os quilos de pcscadó irregular , sendo 2 5 pinta dos, O 2 pacús, 18 curimbas « 01 dourado, além de 09 anzóis de galho, 01 rede 5 mts, 01 motor de popa 15 l!P e 01 tanque de Combate vu. A Câmara Municipal de Vereadores de Ca­ racol, via Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Comarca de Bela Vista solici - tou a intervenção das autoridades policiai, no sentido de combater a pesca predatória c no Rio Apa, nos limites daquele Município. • -.::s. A operação foi no último dia 05, desen- :fo s volvida por terra, tendo os policiais sur- :. ::it preendidos os pescadores em um pesqueiro - :,;~es dentro da área da Fazenda Sucuri, os quais ·:i 5 tiveram todo o pescado e material de pesca •:xi~ irregular apreendidos. [::avo Participaram dessa operação o Comandan- te do 20 Destacamento de Policia Militar - ·' ª i: é de Bela Vista, Tenente Castro, Soldado Ju- .::t: lio Cesar, o Delegado de Policia de Cara - -·~s. col, Dr. Paulo Cesar Braus e o Comandante do Destacamento de Policia Militar de Cara , .:ide col, Cabo PM Ferreira, que contaram ainda- 72c com a colaboração da Prefeitura Municipal foz de Bela Vista e Prefeitura Municipal de 'et Caracol, as quais cederam os veículos para :. S o transporte dos policiais e materiais a - preendidos. (UR). rará para a conserva cão da piscosidade de nossos rios, além de evitar que a pes­ ca predatória atin.ja maiores proporções , pois os pescadores - irregulares ao toma­ rem conhecimento da atuação e permanente vigilância de nossas autoridades, com cer teza não darão os a= res de suas graças por esses lados. EXPEDIENTE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (Fundado e 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA . lrrr= DIRKI'ORA ADHINIS'IRAIIVA: Hnrl..t Estela Velasquez Pereira R- REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira lc;Elu:m:E: Cllson Silva Santos R.l-.'PORJ:ACENS: 1/baldino Rodd.gues OTICIAS: ADI, P1ano, , n 1a Brasi1ta, correspondente Campo Grande, Bras,lia, Sao Paulo e Rio de Janeiro- SUCURSAIS: Antonio Joio, Jardim, Bonito, Porto MurtLnho, Cara col e Maracaju. SUOJRSAL EH CAMPO CRANDE! Rua 26 de Agosto n2.179 FONE: (067) 3844-6977. REDACHO , ADINLSTRAÇO E PARQUE CRÃFICO: ( scde prÕl,rl.1) ÃY, TrIbunada Fronteira, 564 - CaLxaPosta1-23-Fone: (067)39-1410. PROPRIEDADE DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA. C.MF 15.513.203/000159 INSCRIÇÃO ESIADUAL: 28.2Í9.000J-J FILIADO _A ADJORI (HS) E_ABRAIORI Representante para todo o território nacional: TABULA VEICILS DE COUNICACO- Rua 07 de Abri1 282 - 59 andar. FOME: (011) 255-2579 e 255-3499. ASS INA:rURA = : ers 2.000,00 < , "TUDO EM JEANS E O ME­ LHOR PREÇO DA CIDADE + Arti + .°'9os de Couro(Lacos,Calcas,selas) 1quini Coleção 90 Rio + Moda int B .ima, ermudas,Camisetas,etc-•• DE LUISZETHE DUARTE R. Duque de Caxias, 679-Bela JORNII, TJUDUNI D/ FRO!l'l'J,;t RA Bl'.L/ VIST/ - 1-11TO GROSSO DO sur. - - PÁCIA- 03 YDRIEDIDES PROILIN CillDOSO s ±; lo •. !Oh:. oi!: .. de±;: un!:': 05, ( lais !, ·os;::. s; de;. Co:,·' }lili'.t ldail :. Ld de C>.:. ro:ca:.:!: r zé, a 3 uni::; cipa! :uloi ;. ri±:s (3! --- NOVOS 'TEMPOS Ncsac cnrnuval as eocola□de samban ti­ nham objetivo comun , através das fantaoi -· as, carros alegori cos, tentavam demons­ trar um histórico do Brasil. 1 esperança - de um novo homem, no­ va mentalidade é o que se espera da so - ciedade em especial - das autoridades e de­ mais pessoas que ocu­ pam cargo de comando. Os nossos registros - estão surtindo efeito as indicações, solici­ tações aos poucos es­ tão sendo realizadaq. A sociedade é a voz - do povo, ressaltando que a nossa intenção não é para criticar , questionamos os pro - blemas. Pois, a neces sidade de mudança de vem acompanhar o pró= prio meio de desenvol vimento, crescimento, etc. Sem ferir as pes soas ou comprometer ó bom desempenho dos profissionais. rn a candidata ven­ cedora. Em troca , conocguem alta elas siíicacão no Miss7 MS, parabéns! Segu~ do os astros, torce mos para que o sud este emplaco o titu lo máximo da mulner sutmatogrossense no Miss/MS 91. DELI VISTA E em Dela Vista, PONTO DE VISTA No setor de espor­ te, cultura e turis - mo, ficaria menos pro blemáticos se houves se cronograma, plane­ jamento e acompanha - mente das atividad;s. I Cada ano é a mesma '­ coisa apelar para jor nal, rádio, etc. Para terem uma idéia desde 1986, estamos reali - iando concurso de mi.ss e para ficar regis­ trado e arquivado te­ mos em mãos documen - tos com 25 folhas en­ cardenados para apre­ sentar a profil Enoly· Loureiro de Assis, MD. Secretária de Educa - cão, Cultura e Turis­ mo, para que fique ar quivado no referido - setor. "Aos esportis­ tas da city, talvez - essa idéia poderá ser Vir como alternati va." JARDIM E neste sábado es­ taremos no concurso - de Miss Jardim/91 Vale lembrar que os concurso de miss em Jardim, é o mais boni to das cidD.des '3e nos­ so Estado, está sobre a responsabilidade do meu amigo Nilson Aja­ la, 11 coreõgrafo' 1 com o total apoio da Pre­ feitura_~unicipal, pa LINHAS PARA: estamos organizando­ para o mês de maio, o concurso de Miss Bela Vista/91, e atual Miss Mariley Cardoso, está ensai­ ando os passos para entregar a faixa pa­ ra a mais bonita mu­ lher belavistense "Mais noticias a mo­ çada vão aguardando­ nas próximas edi ções". Destaque da Semana C) ll J HA1U1.EY CARDOSO KISS BELA VISTA/9O - 11 EJ1 TRAJE TIPICD " VILA NOVJ Também, registra­ mos eleição da Sra Neuza·Vieira, esposa do Coronel Vieira que está assumindo a presidência do bair­ ro. "Desejamos muito sucesso." MUTIRÃO O comentário mutirão, que está sendo realizado na cidade, é bem positi vo, segundo comentá= rios espulsam até o's mosquitos da dengue. "A idéia, foi do nos so MD. Prefeito Muni cipal sr. Edson Me - deiros. de Moraes. do Agora o que vai pegar é usar roupas rasgadas, ·se pintar algumas não estra - nha não, contando - que esteja bem lim­ pinho. Sábe· porque, devido a guerra a juventude não quer­ guerra e como pro - testo estão usando. "O problema será no inverno". ARTESÃO Estivemos dando­ uma visita na casa do Artesão da city, muita novidades, tu do bem limpinho e organizado, é isso ai, este colunista parabeniza aquelas­ pessoas que estão - se dedicando no se­ tor. Yiacã - CONHBCA 110SSA FRONTHIRA SHGURANCA - TRANQUILIDADH - CONFORTO BELA VIS,;'A, roRTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÀO, POSTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGU NA, MARACA,JÚ, AQUIDAUANA, CORUi!DÀ, NIOAQUE, DODOQUENA, SIDROLÀNDIA e CAMPO GRANDE .• OIVS MAMA EXCUSO FAZ SAIHk aos que o presente edital v!tem ou dele cor fonte tlvr,sr'' tos ng 0l2/91 de Usucapfão Extraordinárto requerido + MELIO SILVEIRA HONTANGA MARIA u. >«WTA'111A t.".o',!!:U contra JOSTi J-lü'.HLNO IXMfM.-1iS::i, ( .. tr !te por te huf e Judicial, que em seu curprlento e atendendo ao mal que dos autos c sta pel pr tal com o prazo de vinte dias, que será afta na tede de e fufzo e pullad ta for LeI, fica citado JOSÉ FEHINO DONIMCUES, os Interessados ausentes, Inertos e de o para responderem os termos da referida ado, b pena de e prose aIr i sua t ''+, çJ.O: E.xn'l Sr. Dr. Juiz de Direito da Cerca de Bela 'Ira-'S., HHLIO TIRA o A. !ra stletro, casado, apatelro, portador da Carte!r de Trabalho +Q Ir, e. . i • CIC- oQ 062.072.001-87 e 8Ull r:ulher HARJ,A 8PlH~)'()YfMllA, t..r.1:,1l<·lr1, <. .. Hb. lf<' ,., j.. -,.. t adora da CI, RG·n? 054,498, sSF7Mi., resdentes à k. Edson M.telro de More , cfdade, vêm respeitosamente, por eu advogado, Infra-assinado, dev[d ente qual1+1 mandato junto, co escr'tórlo à rua Harão do Ladárlo, n? 1.620, também nesta c'4 ' onde recebe os nvfso d «atflo, propor AÇO de SCAP!AO FIRAOIDIM!O no per! tve arts, 94l e seguintes do Códio C!vil, pelo rt!vo e fato que aduzen: I - Os per! !siris ocup.1c dtladt.> o inkJo do ano de 1.970, de fora : ansa, pacífica e Ininterrupta. ", tiu+ dozIn!", tendo li construído una casa de ratertal, planta.to por e pequenas la. de manutenção, o Irável a seguir descrito, localizado nesta c[date, cuja pianta, a , ,' t r pro(is5lonnl habilitado, se Junta. II - 0 aludido Irável te área de l .... .:.00 r J,, 1 a.e - r.ulnteR co11frontuçÕc:1: Fn•ntl.?,. norte coo n r-u.1 Antonio J1.-':P; ],,do c1Jn•lto e lf•. t,·, ,,, .l r 1 Afonso Pena; la'o esquerdo e oeste com a rua lla Palm kosa, e fundos e ul • aha ufa­ lopes, O terreno é urbano e te o n? 20l, da quadra 20l, setor 0. III - 0 Imóvel e refere1 cla está transcrito no Cartórlo de Restro Irobtliár!o, sob o n? 16.96, livro !-I, tls 24), em noe de JOSÉ FEMINO DOINCIES, de quelíçio fznorada, canfore ert; !7, q0 encontra-se en Jus:;or inn·rto C' n,1o 5JL1do. IV - De acordo on o artlo 550 do nu I í.1'.U, configura-e na hipótese, a favor dos petlcfonirfos a aqulsfio do dor[nfo por re rli a] quisItIva. Nestas condiços, REQUEREM a V, EX? que, o preceituado elos artt» • - • - uIntes do CPC, Se proceda, e dla, hora e lugar de!nado, com cfnla prévia + d ,n re - presentante do H1n1stérlo PÜillco, a Justificação "Itto II+Is", c 0 o cl,.•;·flir • •.,, lt.'l ' " .. unhas Infra-arroladas e que, Julgue V.Ex! a fustIficaçio, mandando citar pes • t ou por edital o proprietário do Ióvel, cfentIfcaçao por carta, para que "anlfe' Incre" na causa, os representantes d Fazenda Püblfca da l'nlfto, do Estado de l.ito (,n• • .. i r, da Prefeitura Munfcfpale por edital aos réus ausentes, Incertos e desconheci' raro- de vinte dios (ort. 2J2, IV), para contestarem a presente aio, no prazo legal. r! a a çio julgada precedente, seja declarado, por sentença, o.do[rfo das ptfe!orar tos ' o aludido Irável. Por reren pesoas pobres pedem os beneffefos da Justiça Gratul cau sa o valor m[nino leal, para efeitos ffscais. Assi, MA. e A cor os documento 'e ,u s, Pe dec Dc!erlnento. Seln V1st,i~~:s., 18 de Janeiro de 1990. CU Xl<-tcr LourIro Me'r. OAI .­ HS 2697 - Rol de. te.stecunha6 que deverão ser Intimadas: - Anasticlo Tavares, h:. tro, tol telro, n:otorista, residente .i rua Cuia Lopes n2 110; arfa ler[nta ienites, b:s {ira, sol tclra, lides do lar res1dt'nte Õ nu Cui.a Lopes, n? 1, ato: noR!rr 'a{ar.: .s •. , r·,nr.-= cidade. DESPACHO: Designo aud1ênc1o preliminar para o d1a 02/04/91, a lJ:JO . C. ! t e ri - se a pesGena a uJo nome estiver transcrito o Lõvel e os corttnmntes, pesroalote, e por edito l, co o prazo de trinta dias, os Interessados ausente:, Incertos e tzon!e!do'; Clc•n­ tIfiquen-se a 'não, o Estado e o Mun!cIp!o, encarInhando-se cópia da Inlclal e tc. douren­ tos; No::eio Curador aos interessados ausentes, Incertos e decon!:ec!dos , o Dr. • :l, ú~r~•r o­ carpos Gonçalves, Detensor Público da Comarca, que servirá sob o cpro Isso de seu r:u podendo pnrticipor da audféncfa de Justificaçoo., IntIze-se as testemunhas e nt!tique se o HP. Bela Vlsta-HS., 19.02.91 - (a) Geraldo de Alrefda Santiago- Julz de D!refto e ,sr - tuíçao. E para que chegue ao conhecimento dos Interessadcs, tal expedido o presente ditai - de citação com prnzo de vinte dlns, que será affxado no luar de costa .(' e pul.,lfL.; 1,, 11.1 for­ na da lei. Dado e passado nesta cidade e comarca de Bela Ista, Estado de Mato Gr o do Sul, aos quatro dias do rés de Março de ano de mil novencentos e noventa e u. Eu, PPD! i«O - CTh'TIJRIÃO) 1 f.c.cre'entc Judtctnl, o datllogra.fcL Julz de GERAI.llO OE AUA SAN'I'lACO JUIZ DE DIREITO EH SUBSTllUIÇÃO EDITAL DE PRIÇI PRAZO DH 15 DIAS o JUIZ DH rmurrro DA VARA O!IICA DA .KIRAND,Ç DR HRLO, .JURIJIDDl YEST1 YlUIO e JOS8 HAIA COSTA, (Autos n9 287/88), no ótrlo do Edlf{clo do Fórum desta ccoarca, à rua Barão do Ladárlo, n2 1595, nesta cidade, às 14: 30 horas do dia 14 de março de 1991, será(ão) levodo(s) o pÚbUco pr,gâo de venda e nrre.:nata.ção em praça pública, n ctuer., nals der .acl oa da avaliação eencionada abalx.o, o(s) b-e:J(n:i) penhorado(1J ao(s) Execut.Ddo(s) no referido processo, a seguir descrtto (s): Um trator de esteira 04D, marca Caterpilar, de cor a:a rela, ano de fabrlcação 86, n9 97.F.20122Y200 • J)0,.40-V·llO 22Y2006, avaliada e:u 10l.5S7SS BTN's, .e 7337, 89!.6 ho de ter ras pastais e lavradias do imóvel denominado faz1::nda Santa :­ Lin4, sitl..UJdO nesta Cooarca, catriculada no RCI sob o n? I • 384. A área encontra-se ec !ase de fomaçâo, pos&u1 sede de madeira. ãr~a ca:cpletar:ente cercada, avollaç...io er.i 4.967.754. 64 BTN's. Noo havendo e.xpediente eo qualquer dos din..s Úteis· designados para as praças esta.s realizar-se-ão no ces::o hor.Í rio e local_dos dias Úteis l!tediata.~ente seguintes. Caso oi devedores nao sejam encontrados para intioação pessoal, fi .. co.m desde Ja intioados das datas design.adas para as praças. Avallado(s) no total de 4.967.754,64 BT'S. • Consta nos nutos a e.xlstêncla de onus sobre o(s) bc:::i(ns)­ e o feito não cst.á sujeito a recurso pendente de Julgarento. Ônus .Junto oo INCRA ref. ao exerc[clo de 1989. Se, na da~a 1nd1ca~a, o(s) beo(ns) não alcançar(e) 1an .. ço superior a avaliaçoo, no cesrno local às 14:30 horas do dia de 25 de marçc_? de 1991, será(õo) le~ado(s) nov.u:entc i venda e_ arreataçao en segunda e Úl ti.oa praça, desprezada 4 avallaçao e vendido(s) a quui cais der. Eu, (SAMJRA LOPES), Escriv.5:o do Juízo fiz extrair o pre - sente dos autos indica.dos, o conferi e subscrevi nesta cl~a de e cooarca de Bela Vista aos l5 de fevereiro d; 1991. - CERAUlO DE AU!ElDA SAH'IlA(X) JUIZ DE Dll!EllO D! SUBSTITIJIÇÃO Edital de Praça com prazo de quinze dias - Fone: 251 - 1489 Centro O DOUTOR GERALDO DR AU Jardim Mato Grosso do Sul SUL., na fora da tcl, etc ••• • - , · •• ' t---0----J"".""---,-=R'"".",-b-;;_.;;..;.;.;.;.;;..c..;;.;;_;;..;;;;.. ,.I FAZ SABER que: ('t:I cumprlccnto no presente Edltal expedido ... all1:n.idos por preço lnferlor no da ovaliação, 03 1egund.1 que só r. ase I amar ruz nos nutos nQ 299/88 de Execução por qunntia-c.ertn contra Deve tera oportunidade se resultar nega.tiva a prl.rietra, os bens se dor Solvente que o B.ANCX> BRASILEIRO DEDESO)Ml'OS S/A rove con- rão vend1dos a quen rafs der e maior lanço ofe:recer al.ndl que d S • 1 trn OSVAllX) KIRAMDA DE MELO, JURAMDIR FEST1. FI1JlO e FERHINA - por preço abal.xo da avaliação. Não havendo expediente e=:. qual a I va KIRANDA D& HBLO, em tr3:mlte por este Ju{zo e Cartório Jud1c1- quer dos dias Úte1! designados para as pr.1ças estas r-ra.lit4r - - - _ a.1, serôo levndos a público pregão de vend4 e nrrema.tn~ã.o, a se-ao no·cesmo horario e local dos d1.a.s úteis Leedlatru::ente se· • Consultoria Medico e Ginccologico quem rais der e maior lanço oterecer acina da avaliaçao.os uintes. Consta nos autos que O icÕvel rural encontra·•• . CO: • Partos e ClÍnica Geral bens penhorados aos executados, nos dias lZ. e 25 de e.orço de d1_:bito junto ao INCRA referente. no ano de 1989 e O feito rJ.o e!, 1991, respec:tlvnoentc iis 15:00 hora.si no átrio do Edií{clo do te sujeito o recurso pendente de julg.:m:ento. Caso os d~vedo~s Fônm, os bens constantes de: u:c (01 trator arca Valret nao sejam encontrados para intiração pessoal. fica desde Ji E pneus 148, rod. 4x4, turbo, de_cor amarela, n? 148.407.003. timados das datas designadas para as praças. 87, tipo 1484, nno de fabricoçao 1987, cm perfeito estado de O que cuopra-se. Dado e passndo nesta cidnde e Co::!!Jrc.a ,e uso e conservação, avaliado ena 56,8492 BT's mensal e 7.337, B~la Visu, J:s.t.ado de H.ato Grosso do Sul, 405 quinze dtos do 8946 ha (sete m11, trez.entos e trinta e sete hectares, ole.~n- ces de fevereiro do ano de mll novecentos e. noventa e u • Eu, ta e nove ares e quarenta e seis centinres) de terras pa.s:tals (SAMlRA LOPES), Escrevente. Judicial, 0 datUo-a!el. e lavradias, dentro dos limites da Fazenda Santa Lina, situa- o· da neste Munlc{pio e Coa.nrc.a de Belo Vista-MS. A referida á - rea é cooplctru::ente cercada, p4rci.1lcente forc.a.da, possui co no sede uma c:aso de in.:1dcira, encnnomcnto coepleto e eletriíT caç.iio rural, avaliada em 6.673.953,06 B"IN 1 s mensnl. Hatricutã JUIZ DE DIRXllO P4 gr errrr +/1 rpyqr da no RGI sob o ng 1.34,Aa rdrefra vra,aos_bens_não_será +v»a4au1 r4on- H I P_ _ "O MELTIOR ATBNDIMBNTO DA CIDADE" Rua: General O;Ório • - N9 593 Fone: 439 - 1248 Ccp: 79.2G0 Delu Vista Mato Grosso do Sul CERAUXl DE AlJIEtDA SANnACO '.J i :'.J'"'P ;.:is. 25 e 4c» ±1.05 tdas :ia ' ::i7a i Deus "z7te~ 'j 12 z :-E Czz •• ;.; e -.te <;a 7as :,10 a , ?ue ·<2, Escritório de Advocacia Dr VERA LOUREIRO DB ALMEIDA Rua: Cuiabá, S/N2 - Fone: Escritório 43S - 1290 Fone: Residência 439 - 1137 Beln Vista Dra VILMA DA SILVA ADVOGADAS --------- Mato Grosso do Sul ADVOGAD0 Dr. SALVADOR LOURBmo OAB/MS - 3.369 CIC: 029.875.191 - 20 ESCRITÓRIO: Rua l!! de Maio N!! 341 Fone: 251 - 1451 RESID8'NCIA: Rua Olavo Dilac N!! 146 COHAD - Fone: 251 - 1410 Jardim Mato Grosso do Sul CISA VETERiíI CRiçíO PkUTs VETERINÁRIO. - RAÇÕES VACINAS SAL MINERAL EXAMES DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA E !'RlTYI(l)E ASSlSrtNCIA TECNICA l À FAZENDAS ATENDIMENTO A PEQUENOS ANIMAIS 1"É>ICC6 VETERTI-TÁRIOS:: SOOIO AIIllS10 IalREIJO LIJI· c.Anl» ; ' 'i 'VAPARECIDA SANITIAD 1 Rua: 15 de Novembro, 470 FOE- 439 - 1904 Bela Vista - Moto Grosso do Sul 1 CASA VETERINÁRIA CRIACÃO 1 SÍni>olo de qual ldndci e ban atendimento. l VISI'Il':-NlS E CMPROE! . eu E, s, .. as 3 •. 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Devemos sim, intensificar as nossas atividades vol tadas para a consecu­ cão deste objetivo, e acima de tudo, pedir a Deus que ilumine as mentes das pessoas que comandam os desti nos das nações. - Transcrevemos abai xo um poema do nosso companheiro MANOEL LA CERDA LIMA do Rotary Club de Campo Grande­ que é um grande e ve emente apelo à PAZ. CAVALEIRO DA ESPERAN­ €A A 1986, o Ano In - terncional da Paz. vociso voar mais­ der ssa elo céu da espe - rança O LTIMO DISCURSO (DE "O GRANDE DITA­ DOR") Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é es se o meu ofício ~ Não pretendo gover­ nar ou conquistar­ quem quer que seja. Gostaria de ajudar­ se possível - jude­ us, o gentio ... ne­ gros ... brancos. Todos nós deseja mos ajudar uns aos outros. Os seres hu manos são assim. De sejamos viver a fe­ licidade do próximo não para o seu in - fortúnio. Por que - havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para to dos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas nossas necessida des. O caminho da vi­ da pode ser o da liberdade e da bele nas asas de um ca­ valo alado que o meu sonho fez. Com ele subir à mo rada dos deuses fata­ is, eu quero galopar - estrelar, pontos side rais, nas ondas que o mistério encerra, percorrer a Terra, espalhando a Paz! Eu quero ver a paz na flor que nasce em todo o chão, no brilho de cada sorriso, em cada cora cão! Preciso dissipar a guerra dos orientais, na luz de uma ban­ deira branca, ver ho­ mens iguais, nas ãguas, ou nos continentes, eu vou, velozmen - te, espalhando a paz! • Preciso viajar nos raios dessa luz .que ema- na f$@gotas Américas do on -- do progresso humano. tem sempre, das i - Os homens que odeiam lhas centrais! dcsoparcccrão, os di Eu quero cada po tadores sucumbem e vo avante, - poder que do povo ar □cm ter domlnnn- rebataram há de re - te, caminhando em tornar áo povo. Eª.!!. paz! sim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá. Soldadoal Não vos entregueis a esses - brutais que vos desprezam que vos escravizam,.. que arregimentam as vos­ sas vidas ... que di­ tam os vossos atos as vossas idéias e os vossos sentimen - tos! Que vos fazem - marchar no mesmo pas so, que vos submetem a uma alimentação re grada, que vos tra - tam cano um gado huma no e que vos uti1i - zam como carne para canhão! Não sois má­ quinas! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vos sas almas! Não odie­ is! SÓ odeiam os que se fazem amar ... os que não se fazem a - mar e os inumanos! Soldados! Não ba­ talheis pela escravi dão! Lutai pela li berdadel No décimo= sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do ho mem. não de um só ho mem ou um grupo de homens, mas dos ho - mens todos! Está em vós! vós, o povo tendes o poder - o poder de criar máqui nas. O poder de cri­ ar felicidade! Vàs , o povo, tendes o po­ der de tornar esta - vida livre e bela ... de fazê-la uma aven­ turogaravilhosa . Portanto - em nome - da democracia - use­ mos desse poder, una mo-nos todos nós. Lü ternos por um mundo= novo ... Um mundo bom que a todos assegure o ensejo de traba lho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice. ~ pela promessa - de tais coisas que desalmados têm subi­ do ao poder. Mas, só mistificam! Não cum­ prem o que prometem. Jamais o cumprirão l Os ditadores liberam se, porém escravizam o povo. Lutemos agora pa­ ra libertar o murdo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ignorância, ao ódio· e à prepotência. Lu­ temos por um mundo - de razão, um mundo - em quê a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos­ nós. Soldados, e:a no me da democracia, u­ namo-nos! Hannah, estás me ouvindo? Onde te en­ contres, levanta os olhos! vês, Hannah ? O sol via rompendo - as nuvens que se dis pe+sam! F.stamos saih do dás trevas para luzI Vamos entrando­ num mundo novo- um mundo melhor, em que os homens esta - rão acima da cobiça, do ódio e da brutali dade. Ergue os olhos, za, porém viamas. A venenou a homens ... dos olhos da mu - lher amada e não se desfaz, até me projetar ao tempo dos meus ances­ trais, buscando, no sono das eras, sonhos imor tais daquele que busca­ ram sempre mostrar no presen­ te que o amor é paz! Eu quero ver essas crianças que ao futu­ ro vão sorrirem paz na ju ventude, na paz do ancião. Preciso tirar dos comandos dos potencia is, - as nos extra cobiça en alma dos levantou no mando as mura lhas do ódio... e tem+nos feito mar - char a passo de gan so para a miséria e os morticínios Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausura dos dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimen - tos fizeram-nos cé­ ticos; nossa inteli gência, empederni - dos e cruéis. Pensa mos em demasia • e sentimos bem pouco. Mais do que de má - quinas, precisamos­ de humanidade. Mais do que de inteligên eia, precisamos de afeição e doçura Sem essas virtudes, a vida será de vio­ lência e tudo será perdido. A aviação e o rã dio' aproximàram-nos muito mais. A pró - pria natureza des - sas coisas é um ape lo eloquente à bon­ dade do homem ... Um apelo à fraternida­ de universal ... • à união de todos nós. Neste mesmo instan­ te a minha voz che­ ga a milhões de pes soas pelo mundo afo ra ... milhões de desesperados, ho roens, mulheres, cri ancinhas ... vitima­ de um sistema que - tortura seres huma­ nos e encarcera ino e entes. Aos que me podem ouvir eu di - go: "Não desespere­ is"1 A desgraça que tem caido sobre nós não é mais do que o produto da cobiça - em agonia ... da a - margura de homens - que temem o avanço- Notícia Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa avo­ ar. Voa para o arco íris, para luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Er - que os olhos! CHARLES CHAPLIN Esta extraordi - nária figura huma na, CHARLES CHAPLIN, nos dá um grande e­ xemplo de profundo comprometimento com os valores fundamen tais da pessoa huma na, mais especifica mente a Paz Univer­ sal, através desta­ mensagem, que é uma das páginas mais lindas da Literatu­ ra Universal. Nós que pertence mos a uma institui­ cão que tem como compromisso maior a busca da Paz, deve­ mos refletir acerca desta linda mensa - geme assumir uma postura de defesa - intransigente da Paz, com absoluta - imparcialidade. Sabemos que os conflitos são fru - tos da ignorância e da intolerância dos homens que comandam os destinos dos po­ vos. Seja ele ju deu, sul-americano, norte-americano, eu ropeu, asiático, o= riental, ocidental, 2< ums tenha a religião que tiver ou a ideologia política que tiver no momento em que faz a guerra ele é movido por sentimen­ tos de ignorância e intolerância. A melhor postura para nós que perten­ cemos a uma institui ção que luta inces - santemente pela Paz, é aquela em que nos posicionamos radical mente contra os con­ flitos, tenham eles­ razão de fundo histó -----------=-=======================- rico, social, polítí co, territorial ou outra, sem no entan­ to defendermos ou a­ tacarmos A ou B, po­ is no momento em que assumimos uma postu­ ra de defesa ou ata­ que de A ou B, em vez de contribuirmos para uma busca efici ente da Paz, estare­ mos, na verdade, con tribuindo para o con flito. Reproduzido do Ro taryun - Rotary de C. Grande (Universi­ dade). Cruzeiro lo Sul Veiculas Ltda. UNO 1986 i VOYAGB 1983 CHEVETTE 1985 PREMIOS cs 1988 GOL 1984 BBLINA L 1989 CORCEL 1984 ' COMPRA E VE. e DA DE VEICULOS NOVOS E USADOS CERTEZD DE BON,S NEGÓCIOS RUA - FONE - CAMPO SANTA AMBLIA. 104 624 - 7055 GRANDE MATO GROSSO DO SUL JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 09 A 16 DE MARCO DE 1991 SERVIÇOS OE MUTIRÃO BENEFICIARÁ TODA A CIOIOE A Prefeitura ~unlclpal de Dela Vista, através da Secretaria - Municlpnl de Obras, sob a direção do Engenheiro Marcos Cimara de Mor ae e com a participação da 16à Residência Rodoviária do Dcr­ oul, está desenvolvendo cm vários bairros e parte do centro da cidade, numa primeira etapa, serviços de limpeza, patrolamento e cascalhamento de ruas, limpeza de bueiros, aterros de terrenos­ e áreas alagadiças, concertos de valas, coleta de lixos residen­ ciais e distribuição de lenhas aos moradores que necessitam. Inicialmente estarão sendo beneficiados com os inúmeros servi çou desenvolvidos pela municipalidade em conjunto com os morado­ res, os bairros Primavera I, II, III e IV, Costa e Silva, Novo Horizonte, Itaboraí, Antonio João e o centro da cidade desde a rua Duque de Caxias, além do Distrito Nossa Senhora de Fátima que encontra-se praticamente com todas as suas ruas patroladas. ' fJmJIJIOS DAS RUAS _ Na segu~da etapa dos serviços de Mutirão, que será iniciada - tão logo finde os serviços dessa primeira etapa, serão atendidos os demais bairros de nossa cidade, ou sejam Baixada Corinthiana Baixada Fluminense, Espírito Santo, Vila Nova, Agua Doce, Clarã~ da Lua e_faixa fronteiriça com a República do Paraguai, segundo­ informaçoes do Engenheiro Marcos Câmara de Moraes, responsável - por todos os serviços da municipalidade ora em execução. O Dersul participa do "Mutirão Cidade Limpa" com vários máqui narios, sendo 05 caminhoes, 02 moto-niveladoras, 01 pá-carrega~ deira e um trator de esteira tendo a Prefeitura Municipal seres ponsabilizado pelo combustível utilizado. o órgão vêm também con sertando e patrolando as vias de acesso à nossa cidade como aro dovia Bela Vista/ Antonio João, Bela Vista/Caracol e Bela Vista/ Jardim a~e a localidade de Água Amarela, todo o combustívelutili zado esta sob a responsabilidade da Prefeitura de Bela Vista que conta, g:aças as.amizades do Prefeito Edson Moraes e sua grande penetraçao no meio rural, com a ajuda de fazendeiros e proprie­ tarios de terras que serao beneficiados com a recuperação dessas rodovias, bem como o empresário Osvaldo Possari, proprietário da Viação Cruzeiro do Sul, que ofereceu 2.000 litros de óleo para a recuperaçao da BR 060 ligando Bela Vista à Jardim. Outra rodovia a ser recuperada nos próximos dias é a que de manda ao Calcareo Itamaraty, região das Caleiras. Os bairros que estão sendo beneficiados pelos serviços de mu­ tirao da municipalidade recebem ainda atendimentos médicos e o - d~ntologicos para todos os seus moradores, fornecimento de remé­ dios, consultas, orientações diversas e esclarecimentos sobre os 1numeros serviços oferecidos pela administração municipal e suas autarquias. Participam desse trabalho na área de saúde os médi - cos Dr. José de_Ribamar Cruz e Silva· - Secretário Municipal de Saúde, Dr. André Watanabe - da Fundação SESP, Dr. Fiori Murano e os odontologos Elias Sassine e Renato Bittencourt do 100 R •c MEC. • chefia da Secretaria Municipal de Obras o engenheiro Marcos Cà­ mara de MOraeo deu uma nova dinâmica aos trabalhos sob sua res­ ponsabilidade, organizou todos os setores da autarquia, preocu­ padando-se com a correta e rápida execução dos trabalhos sob - seu comando e fazendo com que o parque rodoviário da rr.unicipali dade esteja sempre pronto para qualquer eventualidade. O têr~i: no dos meio-fios nas ruas asfaltadas pela Prefeitura Municipal, obra da qual foi o Engenheiro responsável, pinturas, reformas e ampliações em várias escolas municipais, limpezas permanentey­ das ruas, operação "tapa-buracos", roçada das arcas gramadas~ cidade, pulverização das palmeiras das ruas do centro da cidij­ de, serviços de drenagem, tubulação de galerias de águas plifÍi­ ais na rua Conde de Porto Alegre, entre outros, são alguns do5 serviços que podem ser vistos em desenvolviemnto dentro de nos­ so município pela Prefeitura Municipal e com a responsabilidade do jovem dinâmico e competente engenheiro Marcos cãmara de Mo - raes. Outra obra de grande importância sob a responsabilidade do titular da Secretaria Municipal de Obras é a execução dos servi ços de topografia da Rua General soares da Rocha e todas as su­ as transversais, para posterior asfaltamento a ser executado pe la Prefeitura Municipal. , • f - . .:c.J s.1e A 4 PATROLHENTO DAS RUAS Informou ainda o Engenheiro Marcos Câmara de Moraes estar em fase de elaboração o Projeto para a construção do Centro Comuni­ tario do Parque_das Primaveras, uma reivindicação de todos os moradores atraves_da Associação de Moradores do Parque das Prima veras e que devera ser atendida brevemente pelo Prefeito Edson Medeiros de Moraes. A execução dessa obra seria feita em conjun­ to com a Associação de moradores do bairro que já possui inclusi ve parte do material necessário. Bela Vista vive uma nova fase em sua história, ao assumir a VEICULOS DA PREFEITURA REAL' ZANDO Vale lembrar que essa é a rua que deveria receber o asfalta­ mento do Governo do Estado, serviços que foram abandonados tão ~ogo findou:se às disputas políticas-eleitorais em nosso Esta - o, e que da acesso ao Hospital São Vicente de Paula Os serviços de topografia na Soares da Rocha e suas transver sais estao sendo executados por uma · d­ Estradas de Rodagens - DERSUL - a gulpe do Departamento "° sob a supervisão da admi 5 ;t; .- Vizinha cidade de Jardim nheiro Marcos Moraes. inis raçao municipal na pessoa do Enge _TARALIIO_DE_LIPEZA_E_OOSEkvAO_AOS _BAIRROS DECRETO NO 008/91 Artigo 20 - Fica a Secretar· . desta prefeitura, encarregada ~a Municipal de Administração dos. e dar ciência aos interessa Artigo 30 - Este decreto ent . blicação, revogadas as disposiçõª em vigor na data de sua pu es em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, DE 1991. AOS 14 DI.As DO ~S DE MARCO - EDSON MEOEIRos DE MORAES Pref. Municipal _Prefeitura Municipàl. de Bela Vista DE 1991. GABINETE DO PREFEITO EM: 14 DE MARCO_: "ANULA A LI A E ovos ?Ê};,2?rE roa ecos No o1/o1 Edson Medeiros de Moraes ta, Estado de Mato Grosso d~ Prefeito Municipal de Bela Vis lhe sao conferidas, Sul, usando das atriçuições que DECRETA: Artigo 10 - Fica anulada a licitação, modalidade to por-conveniência administrativa, fevereiro de 1991 com ab mtada de preços no 01/91 de 28 de ' 1. • er ura e • 1 ' março de 1991, objetivando a a . ?u_gamento para o dia 20 de talares a serem utilizados ,,"sicão de equipamentos hospi la Vista. P a Beneficência Hospitalar de e JORNAL TRIBUNA Da FRONTEIRI LADO I LADO COM O PROGRESSO JORNAL TRIDUN/ D/ PHON'feIRJ BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 09 A 16 DE MARÇO DE 1991 - PÁG1N/ - 7 i/ 0 Sonho Torna.se Realidade Inaugurado o Novo Hospital São Vicente d-e Paula 8 R +il )ti anil,, for::. é!t 3 j s pl., 7uns . de: «sabi!i: ara de t; ade : los e: ts as t :uta±:: As obras de reforma e ampliação do Hospital São Vicente de Pau la foram inauguradas nesta quarta feira, dia 13, com as presenças do secretário de Estado da Saúde Milton Miranda, Secretário de Es tado da Educação professor Mauro Polizer, Deputado Estadual Walde mir Moka, Prefeito Edson Medeiros de Moraes, Presidente da Benfi­ cência Hospitalar São Vicente de Paula Engenheiro Ricardo de Sou za Rosa, Comandante do 109 R C MEC Tenente Coronel Jesiel Gomes - Ribeiro, Promotor de Justiça da Comarca de Bela Vista Dr. Gerardo Eriberto de Morais, Vice-Prefeito Fernando de Freitas Elias, Pre­ sidente do Rotary Club de Bela Vista Ivan Afonso da Costa Marques, Consul do Paraguai Eduardo Ocariz, Vereadores, Medices, Diretoria e funcionários do Hospital São Vicente de Paula, profissionais da área de saúde de nossa cidade e inúmeras outras pessoas de nossa­ sociedade. . Antes do corte da fita inaugural fizeram uso da palavra o Se - cretário de Estado da saúde, Dr. Milton Miranda Presidente da Beneficência Hospitalar São Vicente de Paula Engenheiro Ricardo - de Souza Rosa, Prefeito Edson Medeiros de Moraes e o Deputado Wal demir Moka, representando o Governador do Estado Marcelo Miranda. SECRETARIO MILTON MIRANDA Estas foram as palavras do Secretário Milton Miranda: "Dizer - da satisfação do dever cumprido poderia parecer lugar comum, esta ocasião no entanto exige que tal afirmacão seja síntese daquilo - que realmente sentimos, principalmente em se tratando desta obra, cujo desafio fizemos questão de incluir entre as prioridades de nossa gestão a frente da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do ' o fim, acho que todo homem que gosta realmente de sua terra de fazer alguma coisa por ela. tem 'mt SEU DlsaJRSO - O SF.CRlITÃRIO DE ESTADO DA SAD0DE MILTON MIRANDA E DENAIS AUTORIDADES . A situação caótica enfrentada pelo Hospital são Vicente de Pau la, abrigado em um prédio de antigo hotel, sobrevivendo apenas da 'fibra criatividade e coragem própria dos belavistenses, da dedi­ cação redobrada dos administradores e profissionais da casa, exi­ gia de nossa parte urna decisão imediata, sem barreiras ideológi - cas, calcadas apenas no dever do homem público que realmente dese ja dar de si em benefício de todos. De imediato tivemos a aprova­ cão total de nossa decisão por parte do senhor Governador Marcelo Miranda, que gostaria de nesta data estar ';qui~pr 7 sente abraçando voces, mas por motivo de outras ordens, ate o ultimo momento ten­ tando junto ao Banco do Estado de São Palo a liberacao de empres timo para minimizar os problemas de atraso de pagamento dos servi dores públicos, o que impediu a sua vinda até Bela Vista neste - dia tão importante. A aprovação imediata do Governador do Estado nos deu condiç~es de buscar e receber o inestimavel apoio do Mi - nistério da Saúde, com isso pudemos levar a efeito esta empreita­ da. O resultado ai está e os louros destas vitória nós dividimos­ com todos aqueles que dela participaram, do mais humilde operário ao homem do povo que suportou com paciência a edificação de uma obra que servirá para atender com mais conforto e melhores condi­ cões oferecendo uma assistência médica-hospitalar a altura da dignidade do. povo belavistense, e de toda a região. Nossos agrade­ cimentos à PROTECO ENGENHARIA, à diretoria do Hospital Sao Vicen­ te de Paula, aos médicos e funcionários, às autoridades e à todos que de urna forma ou de outra colaboraram conosco. Peço a Deus que ilumine sempre esta Casa, todos aqueles que aqui nela trabalham e os que por aqui passarem em busca do conforto e da cura, agradeço acima de tudo ã Ele por ter sido designado para esta honrosa Mis­ são de tornar realidade. o que é direito de um povo. Saude Bela Vista". PRESIDENTE DA _BIISVP RICARDO ROSA Em suas palavras o Presidente da Benificência Hospitalar São Vi cente de Paula afirmou: "P.rimeiramentt:, como belavistense aqui nascido e criado, acompanhando os trabalhos de pessoas ilustres , hoje muitos não estão aqui ao nosso lado, mas que do alto tambem lutaram para que isso fosse uma realidade. Nos anos 40, médicos , Pecuaristas e inúmeras pesssoas se Juntaram e edificaram a Benefi cência Hospitalar de Bela Vista e que até hoje ainda é o baluar - te do atendimento·médico de toda a região. Lembrando de nomes, cl tamos o Dr. Ruben Alberto Abott de Castro Pinto, Sr. Athanasio Mg lo, Sr. Tibiriçá Loureiro de Almeida e tantos outros belavisten - ses que lutaram para a criação desse Hospital. É grande a satisfa ao nossa de chegarmos hoje e vermos uma obra que realmente gratifi ca o povo de Bela Vista por estar aqui em nossa terra um dos me - lhores hospitais de Mato Grosso do Sul. Eu, na qualidade de Presi dente do Hospital, fiz a minha parte, dei a minha pequena parcela de colaboracão para transformarmos em realidade uma grande aspira ao de nosso povo, estou fazendo o meu papel e irei fazê-lo até Õ ,,1-.......:,:c_ ..., PRES IIHTF DA BIISVP - ENCENIIE.IRO RICARDO ROSA; DEPUTADO VALDEMIR HORA, SECRETÁRIO DE ESTADO - SAUDE.- MILTON MIRANDA; PREFEITO MUNICIPAL- EDSON HORAES E DEMAIS AUTORIDADES PRESENTES Estou aqui colacorando com a Beneficência Hospitalar, encon­ trei nessa trajetória um homem que eu gostaria aqui de agrade - • cer pessoalmente porque ele deu uma parcela de colaboração tão grande para a realização das obras desse Hospital que qual­ quer coisa que possamos oferecer à ele não significaria nada , lutou como um belavistense, como se fosse um sócio do nosso hos pital, enfim, dedicou-se inteiramente pela edificação dessa o= bra, que é o Secretário de Saúde Dr. Milton Miranda. Apesar das dificuldades políticas que enfrentamos, nornal na trajetória de uma cidade e de um Estado, está hoje aqui inaugurando este Hos­ pital, um orgulho para a nossa terra e para o nosso povo, nós nunca iremos esquecer disso. Em nome da Beneficência Hospita - } lar de Bela Vista agradeço ao Prefeito Municipal Edson Medeiros de Moraes por ter nos cedido o antigo Centro de Saúde para o funcionamento de nosso ambulatõrio, ao Comandante do lOQ R e MEC, Tenente Coronel Jesiel Gomes Ribeiro, que nos cedeu a en - fermaria do Regimento para o funcionamento do Centro Cirúrgico de nosso hospital, agradeço também ao empresário Victor Rajas 1 que nos alugou o antigo Hotel São Geraldo para as instalações - do setor de enfermaria . Meus amigos, é muito gratificante esta hora para qualquer cidadão, para qualquer político, estar aqui­ hoje inaugurando uma obra desse porte, que poderia ser edifica­ da em outras localidades, por isso agradecemos as forcas vivas- e políticas de nossa região e a cada um que com a sua parcela - de colaboração ajudou grandemente às populações não só de Bela­ Vista, mas também de Caracol, Antonio João e da nossa vizinha - República do Paraguai. Hoje estamos aqui com uma estrutura de dar inveja à grandes centros de nosso Estado, a nossa sociedade beneficente está de parabéns, Bela Vista está de parabéns e eu gostaria, mais uma vez, de agradecer à todas as pessoas que nos l ajudaram e que continuem nos ajudando para que a Beneficência - ~ Hsopitalar de Bela VIsta possa realmente oferecer uma das melho J res assistência médica hospitalar do Sudoeste de nosso Estado". j PREFEITO EDSON MEDEIROS DE MORAES Usando da palavra o Prefeito Edson Medeiros de Moraes, ex - Presidente do Hospital, ressaltou em seu pronunciamento a irpor tancia das obras de reforma e ampliaçao do Hospital, a luta de­ sempenhada pelos vários segmentos de nossa cidade e do Estado Pi'ª ,,ansforna, ~ <••~idade essa aspii FRONTEIRA BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 09 A 16 DE MARÇO DE 1991 - PAGINA -O8 Sonho Iorna-se Realidade Inaugurado o Novo Hospital São Vicente de Paula da população de Bela Vista o seu gesto, o seu carinho, trazendo inclusive roupa de camas para o aparelhamento total do no::a,v hospital. Semana passada assinei um convênio com o Dr. Milton Miranda pa ra que fosse repassada à Prefeitura de Bela Vista a importância - de 100 milhões de cruzeiros para que nós possamos equipar este hospital, isso representa muita coisa para nosso município e nós tcmoo guc agradecer, independente de política ou de cõr partidá - ria, temos que realmente aplaudir tudo aqu.ilo que vêm de encontro aos grandes anseios de nossa população. Infelizmente o Dr. Marce­ lo Miranda prometeu asfaltar 43 mil metros quadrados aqui em nos­ sa cidade, abrangendo inclusive a rua em frente ao Hospital, fez a drenagem, uma obra cara, infelismonte não teve tempo hábil pa­ ra concluir essa obra, mas acabo de ter a noticia, transmitida pe lo Ayres Cafure, de que o Governador viabilizou a emulsão e o im­ permeabilizante para que a Prefeitura pudesse concluir essa obra. Quero agradecer Dr. Milton, ao Dr. Marcelo Miranda a viabiliza cão desse tão importante material para que nós possamos trazer re almente o progresso à nossa cidade. Começou-se o asfalto Jardim 7 Dela Vista, uma obra sonhada por todos os belavistenses e grande­ ansiedade de toda nossa população, foram feitos 12 kilõmetros, as [ 1 1 obras estão iniciadas, acreditamos também que será a rendição de nosso município essa ligação asfáltica, é primordial, nós temos - que continuar lutando, vamos ter um.Governo novo, nós vamos nos unir, todas as classes e segmentos de nossa sociedade e lutar por isso, o Sr. Deputado Moka tem um compromisso com Bela Vista, o Sr. foi o deputado mais votado em nossa cidade, embora esteja em partido contrário entendo.que os-interesses de nossa sociedade tem de estar acima da política e de partidos. De maneiras que eu vislumbro um futuro promissor· para a nossa cidade, tenho fé, te - nho esperança e tenho coragem, vamos usar de criatividade e conto com a colaboração dos -empresários e dos políticos para que me aju dem a fazer de Bela Vista uma cidade mais humana, mais digna e mais justa para esse povo que aqui habita. Meus agradecimentos, quero parabenizar principalmente a classe médica de nossa cidade, Bela Vista Dr. Milton, se orgulha dessa - classe médica, nós temos aqui militando na saúde de nosso munici­ io cerca de 12 médicos,quando nos Mun.do porte de B.Vista nao tem nem um. Essa classe médica sempre tratou da .. população sem perguntar se ela é carente, é pagante ou não, enfim, é·um atendimento indiscriminado e agora, com esta obra que hoje inauguramos aqui, temos a certeza que a Prefeitura vai economizar muito dinheiro com a sua ambulân­ cia que nesses dois anos de mandato meu já rodou 200 mil quilôme­ tros daqui à Campo Grande transportando doentes que não poderiam­ e ser atendidos aqui; Hoje, com esta obra, orgulho para todos nós , este problema esta resolvido. Pa~abéns Presidente do Hospital pe !ª inauguração em_sua gestão dessa tão importante obra, parabéns a toda a classe medica, aos funcionários do Hospital são Vicente­ de Paula, a Prefeitura dará todo o apoio necessário para que o Hospital possa acompanhar condignamente o progresso. que represen- c ta essa estrutura física que hoje se inaugura, é com muita satis­ façao, com muita alegria que recebemos hoje aqui importantes auto ridades de nosso Estado, gostaríamos que o Governador estivesse a qui presente, mas infelizmente não foi possível, ele està atenden do um problema maior- de nosso Estado, agradeço a presença de to­ dos os senhores e o meu muito obrigado". DEPUTADO WALDEMIR MOKA O Deputado Estadual Waldemir Moka, representante do Governador Marcelo Miranda Soares e o mais votado em Bela Vista nas últimas­ r eleições, disse em seu pronunciamento: i 1 ,. , i e Dr. Fernando de Freitas, enfim, con a ajuda de todos, nós conse quimos chegar à essa inauguração._Mais do que isso, de que adi- antaria um prédio bonito se nos não tivéssemos aqui também a sensibilidade do Secretário de Estado Dr. Milton Miranda, cm fazer o convênio na ordem de cem milhões do cruzeiros para que esse hospital, além do prédio, ficasse • completamente equipado. Isso representa para mim, como politico, realmente uma satisfa­ ção muito grande, mas como médico que sou, representa minha es­ perança de que muitas vidas de irmaõs belavistenses serão sal - vas pelas mãos competentes desse grande corpo clinico que pos - sui hoje Dela Vista. Evidentemente que cu quero render as minhas homenagens aos médicos de Bela Vista e faço isso na pessoa do Dr. Fiori Mura - no. Quem não conhece o Dr. Murano, quantas e quantas pessoas a­ qui passaram pelas mãos desse grande médico que hoje está aqui presente em mais uma luta, Dr. Murano, dessa nossa querida Bela Vista. Fica aqui o meu reconhecimento ao corpo clinico cm nome desse extraordinário médico. Meus amigos, o Governador Marcelo Miranda deveria estar aqui presente, na Última hora está tentando dentro das aos dificulda des do Estado, e nós temos que reconhecer as dificuldades do Estado, eu sou um daqueles políticos que reconheço, o Governa - dor está tentando ainda um empréstimo para minimizar as dificul dades dos servidores públicos do Estado, essa é a razão do Go - vernador não está presente, ele ainda tenta hoje com a direto­ ria do BANESPA a liberação desses recursos. Ele me pediu, Depu­ tado Moka, faça chegar ao Prefeito Municipal, aos nossos compa­ nheiros de diretório e de partido, ao ex-prefeito Abraaô Zacari as e aos belavistenses que o Governador Marcelo Miranda conti - nua ainda tendo Bela Vista de uma forma valiosa dentro de seu coração. Meus amigos, eu acho-que com a inauguração desse hospital nós marcamos um ponto, não nós os políticos, mas a sociedade be lavistense. HENTO SOLENE DA INACAURAÇO_DO _HOSPITAL_SAO VICENTE DE PAU Edson, atendo o seu pedido e de ter sido o mais votado em Be1, ?}, apelo, a responsabilidade assumo como belavistense .<. ita, que muito me honra e~ nao como o Deputad Mkz - e do seu partido, 0 gabinete está a to _O..a, que nao armos ~esses próximos quatr sua disposiçao para continu- o anos a luta pel b 1 • e pela nossa querida cidade t d '. .os e.avistenses risa4o, em nome do covék&;ç!?ç,o meu me1nor muito o dos os componentes do partido . Miranda e em nome de to- aqui em Bela Vista". ão «a ±:. .: iS .!ta;d a!t; 'sra te ruz; .ia "Quis o destino, eu quero aqui reconhecer que são poucas as pessoas qeu tem esse privilégio, eu vim na visita do então Secre­ tário de Saúde do Governo Marcelo Miranda, Dr. Alfredo Pinto de Arruda, na primeira ao antigo Hospital São Vicente de Paula vie­ mos aqui com a incumbência de firmar lll compromisso de que iria - mos reformar o Hospital, mas a s-ensibilidade do Governador e dos companheiros politicos locais, na época o ex-prefeito Abraão Zaca rias, companheiros de diretório, fez com que evoluisse a simples 't rcfo:ina do Hospital para isso_que hoje nós estamos inaugurando , qu~ e um novo hospital, essa e a realidade, aquele hospital de 30 leitos, que representou, como bem irisou o Presidente da Benefi - cêr.cia Hospitalar Ricardo de Souza Rosa, a luta de tradicionais~ famílias belavistenses, a luta de médicos para que esse hospital sempre existisse e hoje, com apoio e é preciso que se reconheça·, de toda a classe política, com,ajuda do atual prefeito, com a ajuda dos vereadores, com a ajuda do nosso vice-prefeito e colega Edital de Proclamas JANILDE ROSA DOS SANTOS Ofi ·a1 . d Circunscrição de Bela Vista-g ''la do Cartório de Registro civil apresentaram os documentos exi,,' ' saber que pretendem se casar ° sileiro. - .,. os pe o Artigo 180 do Código Civil Brs DANIEL ALEM e ANA APARECIDA AR ros, ambos residentes neste munie{3, ANDA VERA, brasileiros, soltei " Alem, ela lides do lar, filha de g,,"P""· ele lavrador, uno de Dona Joana da Arguelho. 1ao Arguelho Vera e Dona Altivia Aran MIGUEL ARGUILHERA e JOANINH ambos residenes nesta cidade , A LOUVEIRA, brasileiros, solteiros · Lúcia centurião, ela 1ides a ~,Pntor. muno de Epitánio Arguimhera e ta Coene Louveira. r, filha de Miguel Louveira e Dona AIber ° Se alguém souber de algum impedimm Lei. ento, que oponha-se na forma da Bela Vista, 16 d . e Marco de 1991. JANILDE ROSA DOS SANTOS - A OficiaJa PAGUE EM DIA SEU jp-fu O Imposto que você o desenvolvimenw "8apaga ue você ve J0RNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 09 DE MARÇO DE 1991 - PAGINA- 09 Câmara é Notícia Ver. Marcos E. Rios da Cruz lNOfCAÇÃO Para que oeja endereçado expediente no Exmg sr. !'refeito Municlpul, so11citnndo que dctermlnc ao órgão competente a limpeza das galas e saretas da rua Edurdo Peixoto nas Imediações dn ruo Duque de Cnxlns, :::: " ..':; ± rr.i· f::. e ret::: e;:° ::;:: zac:: o7ti· ±:. -•al • .» Ver. KARC:0S ELIAS RIOS DA CRIJZ MOÇÃO DE PROTESTO Seja enviada "Moção de Protesto" n sua Excelên­ cia Sr. Prefeito Municipal, pela falta de descaso­ com esta Caso, do niio atendimento quanto vários so licitações a respeito do recapeamento no trecho da Receita Federal à Ponte do Rio Apo, que até a pre­ sente data, nada foi (eito para que seja melhorado aquele trecho, vindo com isto causar revolta nos transeuntes. Ver, João Kaltfe INDICACOES Para que seja endereçado expediente ao Exm? Sr. Prefeito Municipal, no sentido que determine n re­ cuperação da Rua Guio Lopes entre as ruas Cuiabã e l3 de Junho. :!)!STIFICATIVA O asfalto naquele trecho está cm péssimas cond! tÕes. sendo necessário um atendimento de imediato, já que se trata de um asfalto cobrado dos' contrib~ intes, e à meu ver, o poder p.;blico jamais poderá negligenciar nn manutenção. Há pouco tempo atrás , foi feita naquele trecho, uma operação tapa-buraco com terra, como em•outro trecho da cidade, apesar de ter servido de galhofada de muito, "sô em Bela Vistnu, em outros lugares chegou o operacào com o devido betume, e o trecho em questão ficou no es - uecimento. • ••·······················•·····•••.•• . __., Para que seja endereçado expediente ao Exm Sr. Prefeito Municipal, no sentido que determine a re­ uperação do calcamento cm volta da Praça Alvaro 'ascarenhas, bem coo, melhor cuidado no sistema - de ajardinamento. Sendo essa uma praça no coraçao da cidade, e a mais antiga e tradicional de Belo - Vista, merece uma atenção -especial por parte do Poder PGBIco. Ver, Jorge de Souza Rosa DIcAcOEs Para que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. Prefeito Municipal com côpia ao Encarregado do SA­ AE, solicitando para que determ.inem _ O NO CORTE­ DE AGUA, das residências dos t~ncionarios publicos estaduais, tendo en vista que os mesmos encontram­ se com quatro meses de salários atrasados. .......................................... · ... Para que seja endereçado expedierite·ao Dire:or­ Cera1 da Enersul coe cópia ao Chefe dos e.scritori­ os local, solicitando para que determine O NÃO cO TE DE ENERGIA ELETRICA, das residências dos fonc1o "• 1 rios p.;blicos estaduais, tendo em vistn que os esos encontra-se co quatro meses de salários - atrasados. z Para que seja endere- [f €ado expediente no Ex:n! Sr, Prefeito Hunlcipnl , para que detcnnlne o pn­ trolamento e cascalhamen to da run Cãndido Maria: no, entre as roas Pedro Àlvores Caprol e Afonso­ Pena. Indico oindn, para que a mesma seja atendi­ da, tendo cm viatn, que o mutirõo está próximo - ao Bairro Antonio João , local d~ localização da citndn rua. Hn folo o Presldcnle dn câooro Hunlclpal Ver. JORGE ROSA Ver. Roney Moraes Simões INDICAÇOES Para que seja endere­ çado expediente ao Exm? Sr. Presidente Municipal com cópin no Encarregado do SME, solicitando a possibilidade de exten - são do rede de água no Bairro Água Doce, entre o Dcrsul e o Colêgio Pe­ dro Ajala. Para que seja endere- cado expediente ao Exm? Sr. Prefeito Municipal que, aproveitando o início dos mutirões nos bair - ros, construa em cada um, Ol(um) campo de voley de praia e um campo de futebol suiço, e, ao mesmo tem po, forneço material esportivo para prática dos referidos esportes. Estive percorrendo os Bairros da periferia e percebi o desejo a vontade de nossa juventude em praticar esportes e com isso, senti que a melhor - forma e mais viável, é a construção dessas quadras, é por isso que lhe faço tal indicação, pois tenho­ certeza que nosso juventude receberá de braços~ bertos esse presente. Ver. Cássio Acioli INDICAÇÕES Para que seja endere­ çado expediente ao Exm? Sr. Secretirfo de Saúde do Estodo·.com côp_io no Secretário Municipal de .Salde do monte{p1o, sol1 citando inspeção nos a - ·cougues e matadouros des ta cidade. - r r E! E . .. T ty çodo expediente ao E,.,nQ ;- ..) Sr. Prefeito'Municipal - ! com côpia ao chefe da E- J_ __ -i nersul local, solicitan- ver. IIARCD.Th'O CÃSS10 e. ACIOLI do colocação de uma lâm pada em frent~ à residê;:;cia do Sr. Analino Alcanta ra, na rua Ricardo Loureiro, uma vez, que não exiS te ilumin,ação p~blica e o mesmo paga taxa. de ilumI nação sem a ter. Para que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. Prefeito Municipal com côpia ao chefe da Enersul - local, solicitando a colocação de Iluminação pbli cana run Cnacupê no Bairro das Primaveras. - Par~ que seja endereçado expediente ao ExmQ Sr. Prefeito Municipal, côpin ao Chefe da Enersul lo - cal, solicitando a colocação de iluminação p.:blica na rua Alaíde Corrêa da Silva, nas quadras não e - xistentes. • Para que.seja endereçado expediente ao Exm? Sr. Prefeito Moncipal, solicitando que deteraine a a - bertura da rua Alaíde Corrêa da Silva até a av. Ed son Medeiros de Moracs, uma vez, que a mesa dará acesso ao Bairro das Primaveras, aproveitando o Mutirão que encontra-se no referido Bairro.· Para que seja endereçado expediente ao E=2 Sr. •Prefeito Munclipal, sollc.içnndo providências urge~ tes quanto à reforma da cobertura do Centro Comunt tnrio N~ Senhora Aparecida,·no Bairro das Primave­ ras. Ver. Sydney Nunes Leite REQUERIHENTO . O vereador que este subscreve, e conforidade com o texto regimental destu Casa, requer a VQ Excia., ouvido o plecârio, que se cncruninhe expe­ diente ao Exm2 Sr. Prefeito Municipal, solicitan­ do seja informado: ) - E que situaçáo e«­ tio as lavratras das es r!taras dos lotes de terreno dos Bairros Ef rito Santo e Itaveri, é Jos recibos de pagamento pnra a Imobiliário iora□ recolhidos ã Prefeitura Municipal, hã nas de a­ nos, co~ n processa de solução para p probleca. b) - Se não fora concre tizadas as escrituras - que fim forru:t dados nos citados recibos? c) - Seja fornecida are lacão completa dos pro: prietãrios daqueles bair ros, cojos documentos f f rnm recolhidos pela Pre- w, syxr rc FITE feitura Municipal, Tal solicitação tem por objetivo atender a re - clamação de alguns proprietários de imóve1A 1o, ci tados bairros, cujos documentos foram rcculhldos: com a promessa de concessão das escrituraR, e íttê­ hoje, não obtivemos qualquer not[cia, nec m••~o do destino que fora□dados à seus recibos de qu1tJçào para com a icobiliária. Ver. Anselmo Lopes INDICAÇÃO Pora que seja encaminhado expediente ao Exr? Prefeito Municipal, solicitando isenção do IPTU. do lote de terreno n 0004, quadra 002, proprieda­ de de CENIR ARANDA VIEIRA e OUTROS, adquirido atra vês de doação das Irmãs Vicentinas, sendo que os proprietários são crianças carentes. Câmara de Vereadores MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO Os vereadores que abaixo subscrevem, vec muL respeitosamente apresentar a sua Excelência Dr. HILTON MIRANDA, Secretário de Estado de Su~de "Mo­ çno de Congrat...LaçÕes" pelo empenho e dedicaçno quanto a reforma e dmpliação do Hospital são Vicen te de Paula desta cidade, mostrando grande atençiÕ, inclusive no tocante aos equipamentos do o~soo , dando desta forma anliçÕes para que este hospital­ possa servir toda as comunidades. Ver. Paulo de Melo REQlJERIMENTOS VERBAIS Solicitou ao Prefeito para que determine a lim peza da vala atrás da - r ficina do Sr. Illy. So­ licitou ao Sr. Prefeito­ que determine a mudançn­ do local da lixeira, re­ tirando-a da entrada da cidade. Apresentou Moção de rep.;dio aos Deputados q/ votaram contra a não a - ceitaçnÕ do pedido de ur Ver. PAIILO DE Kl':LO gência do governador Marcelo M.iranda. Solic.itou ao Prefeito­ com côpia à Sec. de Educa ão Man., p/ que fosse G dado o nome da Escoln Cos telinho Encantado; justi= ficou-se o vereador dizen do: acredito que este no­ me ja nno se udapta ao crescimento dessa Escola e sugeriu que seja feito através de un concurso e que fosse premiada a me - lhor Escola Mun.icipal, a­ traves dos prõprios nlu - nos. Ver. Carlos A. Ocanz 1 J ---------------------------------------- ó digo do Consumidor A 1,,l r,· , r,d fl.07ll, o Códfo ' Defesa do Consu mldnr, j • 1 ,1,Í Clll 'lfor. O d!o é um dous mafs vnç los do mundo, pois seun relatores pesqulsa rum e tclulram nele que hi d a's avançado nas legilçoes de países coo Iça, Etdos Uni­ dos, A!emanha, Portugal f.:;pa11[,,1 pi u<·urondo ndnpt!!_ ];rn à 1·eJJ Jtl ide brnsllci- o rs, era )ocumento es­ tá endo estudado como um cr.c•mpl ,_ 1•11 ·,., Íf:cn da Euro pa. ê ~ !e e andar tor.cc 1 ros oxP.cu - tar o serviço com despe­ on pngn pelo forn~ccdor. l'llODIJ'fOS 111'l'RÚl'RIOS - a;o connJsr,c, 11c1s embala - te, o prazo começa a con ber de volta n quantia pii r,ens. O '1---,cnmprimento do tnr n partir de seu apa- ga, corrigida. - Ctidigo ;,r,-,-~ detenciio e recimento, independente GARANTIA - os termos - multa. do início da garantia da de garantia devem ser Para se entender me- da pelo fabricante. Õ preenchidos na hora da lhor o C~dirn, segue-se - prazo para reclamaçio compra e vir acompanhados em detaqae alguns de se- dos produtos termina cin de manuais de montagem e us pr1nclpnl~ pontos: co anos apos a comprn. uso, em linguagem didáti- CONSUIUDU,l - pessoa ou OFRRTA - se o produto ca e com ilustrações ex - cmprcsn que comprn produ- (oi colocado em liquida- plicativas, to ou serviços para uso ção, os lojistas preci - CONTRATO DE ADESÃO próprio. sam ter estoques razoá - são contratos prontos,com FOl'NKCEDOR - empresa ,·eis antes de iniciar cláusulas que niio podem ou pesso que fabrica, im qualquer promoção. Fabri ser. dicutidas pelos consu porta, distribui ou vende cantes e illlportadorP.s de midores. As cláusulns que prodntvs e ~-,n·iços. vem assegurar a ,·enda de limitam cs direitos do ci- PROIJl,JS - Siio bens du componentes e peças de dadão d~,·em ser redigidas r~vcir, co~n carros, ele: rcposiçiio enquanto o pro com destaque. Por exemplo, trodotr.j!:.~ icos, casas, ter duto estiver sendo fabri em contratos com empresas rcnos, ou n3o duráveis,cÕ cndo e por tempo conside de assistência médica,que mo ali,aos e remédios. riel quando cessar não cobrem despesas com SRRV1ÇOS - qualquer produc~o. A lei, não de- determinadas doenças. trabalho prestado, inclu- tenninn esse tempo. O ABUSOS CONTRATUAIS sive poilcos, bancários, fornecedor é responsâ,·el tudo o que contraria o CÓ flnnnc"ir0~. ae créditos, por atos de seus repre - d1go, como cláusulas que seguros e édicos. sentantes. Nas embala tentam isentar a responsn DUt:;I:os !:ÃSICOS DO gens e na publicidade de bll;ldade dos fornecedores CONSUhlllOR - proteção da ,·enda por reembolso pos- por problemas de fabrica­ vida e O ~d~de, educaçio tal devem constar nome e cio dos produtos, ou de parar consu~o, escolha - endereço do fabricante. evitar o pagamento de re- de serio e produtos, in PUBLICIDADE - ii proi- embolso ou indenização. fornaçÜc ;·. ,teçào contrã bid:i a propaganda engano COMPRA À CRÉDITO - o j>Ublic.1,• 111 .... busiva ou en sa e nbusivn. Enganosa 'e consumidor deve ser a,·isn ganos.:.. ~co:,•çào contra - publicidade capaz de in- do antecipadamente, dÕ tual, l" h·" >ação, acesso duzir o consumidor a er- preço do produto à vista a JusL-•.• , f,,cilitaçào de ro. Abusiva é a que inci em moeda nacional, sobre defear J,. ~P.i.; direitos , ta a ,·iolência, explora- juros de mora, taxa anual nc!uive • Inversão de o medo, a supertiçio, a- de juros e os prazos de Ô:,us d.1 ;iro .1 (o fornece- pro,·eita de ingenuidade pagamento das prestações, dor .; <;1 •• ,·.,ye pro,·ar a da criançn ou desrespei- os acréscimos legais e o qunlid,,,,,, dn produto ou ta 'alores ambientais. total a ser pago. O consu serviço oterecido), quali PROMESSAS PUBLICITÁ - midor tem direito a des = dade dos serviços piblI - RIA - devem constar obri conto proporcional nos ju cos. gatoriamente, àos contrã ros quando o débito for- PROTLÇiO A SAODE E SE tos as promessas feitas- pago antecipadamente. GlffiANÇf, - pr<>dutos ou ser em· peças promocionais. PERDA DE DINUEIRO - as ,·iços ljl"O oferecem risco- PRÁTICAS ABUSIVAS - ê clâusulas que estabelecem nu perigo a saúde, nao pg proibida a ,·enda casada. a perda do montante já pa de ser oferecidos no mer Por exemplo, em época de go na cOmprn de mõ,·eis ou e ado de coumno. No caso escassez, só leva o lei- imóveis, quando o consumi de agrotóxicos, a noch·i- te quem comprar o piio. t dol." niio conseguir pagar - dde e peiculosidade de- proibido entregar produ- as prestações e pedir de­ ,·cc s.:~ iniormados de for tos ou prestar sen·iços sistência do contrato. No ma nde,;u3da ~ com desta = sem solicitação dos cli- caso de consórcio, o di - que· entes. nheiro deve ser restituí- REs;•ONSAlJ lLIDADE - o ORÇAMENTO P&tvlo A do com correção, podendo f~brtca~:~, importador ou execução de qualquer ser ser descontado o prejuízo distribuldor são os res - viço fica condicionada à causado no grupo ou pelo ponsáveis pe a reparacão apresentação de orçamen- uso do bem. ou indcnizdç.~o dos danos to pré,·io, no qual devem PUNIÇÕES ADMINISTRATl­ cnusados pelns produtos. .estar discriminados o ,·a VAS - n desobediência as Se uc pro,lnto inflamâvel lor das •peças e mÃo::- normas" de defesa do consu incendela-~c e na embala- de-obra, data de início :nidor fica sujeita a san­ e não c:onsta um alerta, e término. cõcs ad.ministrati,·as, por o fabrictlutc terá que pa- COBRANÇA DR DlVIDA - . parte do poder público , ar pe'os prejuízos. Se o consumidor no pode que tem obrigação de fa - nno f,,-,- r":,~Ível idcntlfi ser exposto no ridículo zer normas e fiscalizar - car o ah'cante, e caso nn momento da cobrança. as nti'·idadcs de produção, de ali a ou produtos Quem for cobrado sem de- compra, venda e prestação perccÍ.'• i. •• , o comercia.n- ver, e pagar, te.rn direi- de services. As punições te pas o r responsa - to a receber cm dobro o administrati,·as incluem "el. ~n de ~ervices, que pagou. multas, nprccnsôo de pro- o cons..dor pode exigir CADASTRO DE CONSUl1'I dutos, intcrdicão parcial que se ...: ,..(> cit:os, sem DORES - C. garantldo n n- ou tntnl de estnbelecimen pagamente a:.cional, devo cesso do cnnsumidor a in tos, suspensão de atividã' lucão co foi pago coi formações a seu respeito des, imposição de contra= correço oetiria, ou em cadastros, fichas ou tos de propagar.da, entre IH-.!,!01{ 110 CÓDIGO outrns. As r:1Ultru:; vnr1mn de 300 I1 a ) m1hões - de 'CZC6 O valor do B~ - nus do Tcnnuro Nnclonnl (BTN) ou Índice que ve - nhn a subr.titu!-lo. CRIMES - omissão de informações sobre a peri culos1dade de produtos - ou serviçon, uso de pe - ças ou componentes usn - dos, coacno nn cobrança de dívidas, são connide­ rados crimes. As penas - varinm de um mês n dols anos de detcncno. Em al­ guns casos, R detenção - pode ser substituída pe­ lo pagamento de multns, Em outros o infrator é preso e tem também de pa gar n multa. - ASSISTeNClA GRATU!TA­ o Estado tem obrigação - de prestar assistência jurídica gratufta aos c1 dndàor carentes. - AÇÕES COLETIVAS - O Código permite que o Mi­ nistério Público, Órgãos oficiais ou entidades privadas de defesr do consumidor entrem na Jus tiça com acoes coletiva. Por exemplo no caso de queima de aparelhos eli- trlco~ prnvncndo por fn Jhna no for11eclrnc11to de energia. Sr o problema for cg mum a grupo de consumi­ dores, move-se uma açao coletfvn. Não há paa - mento ndiontado das de! pesns Judiclnis, nana­ cões coletivrti;. Os nut~ res deverão pagar os ai vogado , dez vezes o custo processual, além dé indenizações por per das de dnnos, se o Juiz considerar que houve má fé na denúncia. POLÍTICA DE RELAÇÕES DE CONSUMO - objetiva.!!_ tender ns necessidades dos consumidores, reco­ nhecendo sua ,·ulnerabi- 1 idade frente ao merca­ do de consumo. Ao gover no cabe incentivar i criaçÃo de sociedade re presentativa e istimu = lar os fornecedores a implantarem mecanismos que garantam a qualida­ de e a segurança de pro dutos e sen·iços. Ta - bêm é obrigação do Esta do racionalizar e melhÕ raros serviços pÚbli = cos, além de coibir abu ::ic:... no tr::.crcndo de consu­ mo. Para a execução d pnlÍrica nnclannl d~ re­ lçes de consumo, o pe­ der público deve criar junto aos minfstérfe »] bJ icon, prnmotor!as e;· Juttça de defesa do com sum!dor, delegacias e cinlizod,J<;, juizados e:.: peclnls, de pequenas C•i sas e 'nr.,,. especinl!zn:­ ­ nnl de Defesa do Consumi dor, da Secretaria NacJÕ nal de Direito EconÔmk;;, deve coordenar n políti­ ca, oriPntar permnnente­ mente os consumidore1 a­ través de Õrgios de in - formação, tomar medidas judiciais e incenth-ar , inclusive com recursos financeiros, a fonnaçaÕ de entidades de defesa do consumidor pela populaç.in e ÓrgÃos públicos esta duais e ~unicipois. - O Deputado Oscar Gol doni (PDT), que faz pa te da Comissão Parlame tar Especial que trata­ rá das questões relati­ vas ao Proagro junto ao Banco do Brasil, em Bra sÍlia, disse que muitos produtores estão aguar­ dando que seja encontra da uma solução o mai~ rápido possível pois, a lêm do problema social: ainda existe a possibi­ lidade do comprometimen to da safra agrícola. Õ parlamentar lembrou que a base da economia de Mdaito Grosso do Sul ê a agropecu~ a e que os produtores não podem ser i~ stintamente apontados como responsiv i nhnm sido praticados por pessoas in e s plor deslizes que pon·entura te- - escrupu osas O fato e que muitas solicitações d d • deferidas junto ao Banco do B 11 e pro utores do Estado vêm sendo 1n ju!zo há muitos deles que na- ras ' resultando, em consequência, no pre - o conseguem o finan i - p - gro. Para Oscar Goldoni cad d c amento atra,·es do roa • a caso eve ser anali d - ra que "inocentes não ,·enham pag 1 sa o criteriosacente pa tem problemas com relacionamento ª: 0 :e b:~e pecadores". Afircou que, se e.xi! sejam encontrados>os culpados fícios anteriores do Proagro,que • T , e responsabilizados oda,·ia, confonne frisou não se d • • culpado em potencial". ' po e achar que "todo p_rodutor é u O parlamentar, juntamente com os comlssio especial, entende que ~utros dois deputados que formam 3 ê muito importante uma vez queª açaodpolítica para reverter esse quadro i d os pro utores de· si r o a classe para que esta interfira ux "e ter o respaldo neces _ isso, o Deputado Oscar Goldoni e os dej nto aos orgaos compe~entes. p~r junto no Banco do Brasil inteir mais menbros da comissao procurarao ", ar-se do que ·ali - 1d ao podemos nos esquecer que 08 produt re; .rente esta acontecendo· veis pelos alimentos em nossa me Milh ores sao os grandes responsa - por isso, como membro da comissãsa. ares de pessoas dependem deles e, medirei esforços para que o Pro o e como representante da populaçio, não 1 agro 'olte • que es que realmente "trabalham ª ser o benefício destinado a i " li e tem como mis - • ma s , sa entou o parl.amentar. sao a de. produzir cada ,·e• Oscar Coldoni 5OC .." : .:ç, cn. -.itri -..5 ( , 1 A ... • per ::ci :1tar. ±! é ::1 e;ura :.:-i i :ra ir3 a .:3r .77t0 ;, e a .r e Goldoni vai à Brasília Defender Prapro ara Produtores do MS Anuncie e Valorize o J ornai de sua Cidade RE_DE BELAVISTENSE DE JORNAIS Ha 28 anos ~evando Notícias de 1· mao até ·você s E [ZITA. 'leal ·: i,JE ::-o um : :;.tre srar 'sirzc ente · :,ste ·é :ia -:,:.tar ":.::, rn +éa ·ice ;~: +! e %% 'ao a± 1 i J0RNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VISTA - MATO GROSGO 00 SUL fl'J .:i llj Z " ......,, Hospital São Vicente de raula UMA HOV A ERA SE INICIA ,' u! , IJ":'. dr»4 t4, r! t{ ·a3 • Jutzu±, e @, 'sp«!+? MACIO! SI4. rgi, 1-', , do I• u!!; les ;:! czsz::° ,ento !::- ·esa doC:·· etart! to Errr Ira Souto, tudo PinheIro, Tuba de AIelda MI1o, t...uiz Carlos Mszareth, Epaminondas Escobar, Marlo Mendes Gonçalves, Cel. Cancelo, _leres LIno, Ildefonso PLnheIro, TI lio Loureiro, José Mtarfa Palter!, Dr. Pedro Palferf, José Carneiro Juntar, Antero Moras,Dr. Geraldo de &ooza Rosa, Dona Ester SI1va, M'arfo Van Den Fosch, EI1as de A. Barbosa, Tlr..o O~tsd,, etc. E nosno relo encontram-se afnda as pessoss de grandes colaboradores para na edificação do Hospital de Bela VIta, entre muitos deles lerbraros tarbén os noes: Dr, Hello Loureiro, Dr, SuleIan T»bicherane, Tomas Vfeira, Elias Barbosa, Alndy Escobar Nunes, Walter Escobar !unes , Coeth Efjcobnr Nunes, Athnnllaio de Alrocld,1 r.cllo, Pcry de Alr.eida tWllo, Athtlr.ii'1lo Looreiro, la noel Rodrigues de Miranda, José SIrpl[elo da Costa t'arques, Joo Pinheiro, Titirtá Loureiro - de AIrelda, koIka Fernandes Monteiro, Antonio 'arfa !unes Rondo, Dr. Joao PalrelrI, Gentil aras da a, AtanacIldo Escobar, Carlos Centurião, Dr. CuIlherre Oirlz, Dr. Késlo Loureiro e Ccnc-rnl Médico Rubcn Alberto Ahott de Castro Pinto· pr!reiro Presidente da entidade hotta lar e un dos baluartes do prarde ""PT"S'''... y TR>JETÕRIA MARCAHlE Onico Hospit;il dJ. regiilo por ::uitos anos, o Hospital São Vicc-nte de Paula enfrentou Ine - ras diflculdadcs principalr.:ente n,, área financeira., pois ser::!pre visou e::i prlcci.ro plo:mo o ate.:, dú:cnto Led1ato aos necessitados, tabén nesse ponto sepre contou coo a. ajuda de verdndeiro'i' bcnc.eérltos da entidade, os quais [l.:cr.1.:1 co:::,. que fosse possível su;>erar todas as inte:n-péries que se aprescntorao ao longo de sua história. Testemunhas dessa história encontra-se atuando dinri.nr:cnte e:i nosso :::elo, profundos conh<>cedores e abenegados profissona!s da tedIcina pos - cucm o rcconhcciocnto e a a.d=iiração dos bcla.vistences, referimo-nos .a.os no::ies dos cédicos Dr .. Flor! Murano e Dr. Roberval Borges, que fora os prf..t:.eiros cédicos n vir par.o. Sela Vist.JI Jpós a criação do Hospital, sendo seguido!I logo após pelo saudoso Ely de Araújo Barbosa e tantos D!:!_ tros. HOSPITAL PARALIZADO J.5. co:i inÚ=!cras deficiências ec sua estrutura física, a classe édica, política e a coun!­ dade belavistense en geral desenvolveu ura luta incansôvel para se consegufr a reforca e D.e - plLlç.Õo d::1 entidade, pois atendendo à Bela Vlstn, ~ic{pios e t.a.rc.bê.c aos necessitados do Pa!.: vizinho Pt1ragual, era patente e necessidade de elhortas e toda a sua estrutur.i. Na gest5o do otu.a.l Prefeito de Bela Vtst.a, Edson l"..cdeiros de Mor.ies, !rente it Bene!iciêocia Hospitalar São Vicente de Paula, Juntarente coa o Cel. Vieira, fo! desenvolvido U!::I projeto de rc..fon:ruloç~ tot.al ~o Hospital pelo Engenheiro Ricardo de Souza Rosa e pleiteado a verba Junto à Caixa Econôfca Federal, o qual não fo! possível de execuçio por falta de verba na éoca. Ressaltaros esse fato para dar uma Ideia da preocupaçao dos Diretores do Hospit,11 ho anos atrás para co a reforma do prédio, bC!:l. coco do a.tu.ai Presidente Engenheiro Ricardo de Souz.a - Rosa que naquele época Já dava a sua parcela de colaboração à entidade hospitalar. Na gesta.o do Dr. Lco Refl.'.JtO de Hiromda, apos inu::>erns gestO<'S Junto nos Governos do Estado Federal, vio Deput.1dos, representantes da região, for.l.!: inict..ad.1.s as obras de refor:::a e 4tC:plia ç.âo, há culto desej.:,da por todos, isso à cerca de dois anos atr.ls. - A alegria durou pouco, cerca de dois =eses ,1pÓs seu início a obra foi paralbada por w::. pe­ r[odo de sete reses, ninguér ais tinha una fdé!a do que serio do Siio Vicenu de Paula. A novo diretoria encabeçada ~lo Ensenheiro Ricar'do de Sou.ui Rosa asswrlu, foi dese.r.volvid::, un intenso trabalho reivindicatorio, inclusive co::i s,estôes c::i Bras{Ua, A classe pol!tic.D. res­ ponsável pela nossa rcpresentativld.:1de foi acionad.1, os v.irios se.g::ent.01 de nossa sociedade se caniícstar::11!! nu:w--1 cobilização tot.a.l visando o reinlcio d.'.lS obras. o que veio acontecer e a­ dos de 1990 sraç.:,s, ses,undo o Engenheiro Ricardo Rosa, "ao epen.ho pessoal do Secretário de Estado da Saude, Dr. MIlton Miranda". Hoje o Hospital São Vicente de P;iul.1. esú sendo inaugurado, totaln:entc refor-4do e a.:::plia.do sendo dos C!ais modernos do Est.odo e coa estrutura suficiente para atender ccr.J: recurso, r:.tt - demos à todos os que necessltao do trabalho =édic:o.. . A verba para copra dos equiparentos hospitalares Ji foi liberada, tendo a Prefeitura Mn! cipal, responsivel pela cc:pr~ dos cqulpm:::entos, Jà publicado inclusive o Ed1t.al de Licic.aç.ã::,­ para. .a. aqutdção desses 0.1.teriols. O Pr-esidentc dn Benefic:iêncla. Hospitnlar de Bela Vista, ~gcnheiro Ricardo de Souza Resa, a gr.adece à. todas ns pessoas, lndist.1.nta....-cnte, que direta ou 1ndiretm::ente col4borar.:c. pa:n1 3 real!-zaçio e conclu.são dessa. 0-,1g:n{Hca obr;i e:: Beln Vista e que beoefic1ar.i, repetl:os, toda o re:glao. De maneira espectal ao 10? RegLento de C.sva.la.ria Me:c.aniz.a~o que cedeu a enferara do a­ quartel4:cnto para. o funclon~ento do centro cirÚr-gic:o durante a execução das obras, à Prefe!­ tura Municipal de Bela Ista, que oltrcce:u o Posto de S.:1Úde_p.:tra o func1on..tt:cn:.o do a:buln;:ô - rio e ao epresarlo Victor Fclix Roja..s q1.:e alugou o Hotel Sao Geraldo para que l! funcionasse o setor de adelnistração e cn!erc.:1gc::i do Hosptul. PREFEITURA MUNICIPAL DB BBLA VISTA - MS Decreto n!! 006/91 - Gabinete do Prefeito em: 01 de Marco de 1991. "Dispõe sobre a Unidade Fiscal de Bela Vista" EDSO MEDEIROS DE MORES, PREFEITO MUNICIPAL DE: BEL VlSU, t.sL!lO DE )!A,.-0 GROSSO DO SUi, usando das atrttu!ções que lhe são conferidas e considerando o que dispõe a LeI Mun!!pal - n2 SB!./89, de 18 de- Deze:bro de 1999, e:i. •cu Art1so 22. DECREL: Art.12) - A tnldade Fhc.111 de. Bel.o. Vista - une - para os de aro, seri fLxada can .. !orce {ndlce. in!laciooário aba!xo: !-brço/91 tndtcc innactonârio , 7,50 une - 1.soo.22 Art.22)- Este Decreto entra e vigor na data de sua publicação revogadas as disposições c::i cont.rar-to. Cablnctc do Prefeito l'!unlclp,al, aos Ol de._ Mu.rço ~e 1.991. Edon Medeiros de Moras -Ir nuITisl ·se. você quer fazer sucesso? Então _ame, pule, grite e diga não às Orou~$ _ ,a.a..... lI ,lOHN/1. THIBUNA UI FHONTl'.IH/ DELA VISTA - i11TU nHOSSO DO SUL - r Pedro Pedrossian Assume o Desafio de Operar Transição para a Autêntica Modernidade Um governante atento, sobretudo, à mis­ são social do Estado, Pedro Pedrossian tem como prioridade do Governo, alem do sanca - monte> imediato do caos administrativo, atua cão profunda na educação, saúde e segurança público. Valorizar o homem - esse o principal ob­ jetivo do Governo Pedrossian, que buscara também, a modernização dos serviços públi - cos, industrializacçao do Estado e atraçao - de modernas tecnologias que não agridam o meio ambiente. A atuação direta das policias civil e mi litar o convênios com o Governo Federal vao ser direcionados para o que o Governador Pe dro Pedrossian considera "a maior vergonha para nossa gente": o trifico de drogas e o contrabando, nas fronteiras com o Brasil e o Paraguai. Nas piginas seguintes, um perfil do 1i - der político que dispo@-se a vencer o desa­ fio de operar em Mato Grosso do Sul a auten tica transição para a modernidade social econômica, polí.tica e cultural. COVt.R!WJOR PEDRO PflJROSSIAN Emseuprimeirogoverno 1966-71, Pedró Pe - drossian promoveu autêntica integração do então uno Mato Grosso ao Brasil do Centro - O 20 GOVERNO Sul, ao mesmo tempo em que implementou um revolucionário programa de implantação de infra-estrutura nos setores de energia , transportes; saúde e educação. Implantou du as universidades, hoje federalizadas, uma - em Campo Grande, outra em Cuiabá, dotanto o Estado, pioneiramente, das estruturas funda mentais do ensino superior,- adequando-o ob­ jetivamente às demandas mais prementes de mão.de-obra especializada e de cabedal huma nístico-cultural mais necessário, à época, para a transformação econômica, social e Po lítica de Mato Grosso. Instaladas há quase 25 anos, as duas uni versidades fundadas por Pedrossian conti nuam hoje a ser as únicas instituições de Ensino Superior oficiais no dois Estados (Ma to Grosso e Mato Grosso do Sul) e responsá­ veis pela formação do património humano de qualidade que dá suporte ao desenvolvimento econômico e às transformações sócio-~ultu - rais e humanas das duas unidades da Federa­ cão. No dizer do sociólogo João Vieira, da u­ niversidade. Federal de Mato Grosso, Pedros­ sian, em seu primeiro governo, pós fim" à capatasia" que marcava a administração pú - blica de Mato Grosso, para isso, Pedrossian enfrentou toda espécie de resistência "tra­ dicionalista" e "importou" jovens técnicos dos Estados mais desenvolvidos e colocando­ lhes o desafio de, pela primeira vez na his tória do Estado, pensar um efetivo progra­ ma plurianual de governo. Essa mudança drástica na filosofia admi­ nistrativa de um Estado tradicionalista e até então literalmente isolado do restante­ do Brasil, exigiu de Pedrossian muita deter minação política e visão administrativa. E= xemplo; tão logo assumiu o governo determi­ nou o fechamento do Departamento de Terras, órgão responsável pela venda de terras pú - blicas e, como tal, também responsável por incontáveis irregularidades contra o patri- •mônio fundiário do Estado. Durante todo o governo de Pedrossian o Estado de Mato Grosso não teve seu patrimônio fundiário dilapidab em se quer um palmo de terra, enquanto promoveu - se uma completa reorganização deste delica­ do setor. No setor educacional, além das duas uni­ versidades, Pedrossian implantou dezenas de colégios a nível de Escola Normal, para a formação de professores, uma das principais carências naquela época. Mas Pedrossian tam bém deu ao professorado as linhas básicas ã definitiva regulamentação de sua carreira, no momento em que promoveu uma completa re­ estruracão administrativo-burocrático no ve Tendo assumido o Governo de Mato Gros­ so do Sul (07/11/80) com a sua indicação avalizada por uma consagradora eleição pa ra o Senado Federal dois anos antes, Pe dro Pedrossian agiria em duas·frentes fun damentais: l.Praoveu a autêntica pacificação - politiab Estado, recobrando a confiança - da sociedade nas estruturas públicas, com balidas após experiências infrutíferas com os dois primeiros governadores nomea­ dos pelo Planalto; 2. Desenvolveu um ambi cioso e múltiplo programa de obras, capaz de assegurar, em apenas dois anos de admi nistracão, a infra-estrutura básica inicl al para a consolidação sócio-econômica.do Estado nascente. No setor de transportes, Pedrossian de senvolveu programas e projetos fundamen - tais para assegurar a integração rodoviá­ ria do Estado e, principalmente, garantir o escoamento da crescente produção agríco la e pecuária de Mato Grosso do Sul. Os principais projetos no setor rodoviário: Guairá-porã: Assegurou a implantação - de rodovia pavimentada ao longo de 300 quilómetros, integrando toda a região de fronteira (de Ponta Porã até o rio Para - ná) e garantindo saída segura para a pro­ dução estadual até os mercados do Centro­ Sul ou 'aos portos de saída para o exteri­ or. -Apàporé: Ao longo de mais de setecen - tos quilômetros, a Rodovia da Esperança - (espinha dorsal do Projeto Apaporé) promo veu a incorporação de milhares de hecta - res de terras até então improdutivas ou sub-aproveitadas. Atravessando todo O Es­ tado, de Bela Vista (rio Apa), na frontei ra com o Paraguai, até o_rio Aporé, na dz visa com o_Estado de Goiás, o projeto Apa pore nao so assegurou a completa integra­ ao_rodoviária de_vastas regiões do Esta­ do à_malha rodoviária federal (acesso A Brasilia, inclusive), como significou a completa transformaçao do panorama em ã _ ·rea como os cerrados onde hoje se locali­ za o municipio de Chapadão do Sul maiores produtores de soja em t 'um dos pletamente esquecidas antes da ~~as_com- Esperança atravessá-las ouovia da Douranaguá: com a i;lá .- menta&ã as@iie g ]??ç_da _sv± rancas do rio Paraná (Munic' . a e as bar Novo) Pedrossian assegurou ipio de Mundo vele definitivo da mais . acesso confiá­ ão produtora do Estado importante regi­ naguã. ao porto de Para- Já no setor habitacional Pedrossian - construiu nada menos que 22 mil casas po pulares, 18 mil das quais só mm Carpo Grande, onde a demanda era maior. Mas Campo Grande nao recebeu apenas mil casas populares no curto governo d Pedrossian. Na verdade, Pcdrosoian inr.tl­ tucionalizou efetivamente Campo Grande e mo capital, construindo o Parque dos Pod res.Aproveitando e valarianb a capaciddee a criati dada de arquitetos, urbanistas, enge nheiros e paisagistas locais, Pedrossian­ implantou a sede dos poderes constituidos num espaço onde todas as peculiaridades - ecológicas foram rigorosamente_respeita das, tendo criado no proprio sitio do Par que uma reserva ecológica que continua - sendo a única estadual. O Parque dos Pcà~ res é o atestado de maioridade de Campo - Grande como Capital. A duplicação das vias de saídas para - São Paulo, ao longo de um trecho de ma­ is de oito quilômetros, além de obra viã-kit Ml? ria e urbanística da maior importância assegurou a integração de importantes nú- .... , cleos habitacionais da periferia ao cen - ".' tro da cidade. : ., e,; Pedrossian implantou ainda, em Campo - ,,:,,ou, Grande, o sistema de captação, tratamento +· e distribuição de água do Guariroba, oba ,G•ut: que assegurou o abastecimento confiável - de igua tratada para a Capital, superando os riscos de colapso do setor, pelo menos até o ano dois mil. Em todo o Estado, além de dezenas de postos de saúde, prédics escolares dignos e modernos, Pedrossian construiu quase d~ as dezenas de ginásio de esportes, compl! tamente integrados à comunidade e à !terV1 ço dela, democratizando o acesso das ca=! das populares às práticas esportivas. O Guanandizão, ginásio construido no bairro popular do Guanandy, em Campo Grande-é h je o grande referencial himportância du ginásio de esportes de padrão A como instrumento de valorização comunitria - é apenas 0 exemplo maior da importância social des - ses ginásios espalhados por todo o Esta do. Na área de valorização social e ce prg moção humana, os dois anos de Governo de Pedrossian foram marcados por obras como o Projeto Guatambú . de valorização do P.!! queno produtor, através da assistência - técnica, orientação creditícia, garantia de mercados para produtos agrícolas e pe cuários, fornecimento de mudas, sementes e matrizes. A implantação de centenas de hortas cg munitárias e o incentivo à criação de pe quenos animais nas periferias das cida des, foram instrumentos de valorização e conômica-social e de promoção humana das comunidades, amplamente utilizados pelo Governo Pedrossian em Mato Grosso do sul, A implantação de creches comunitárias em dezenas de bairros das principais cid! des do Estado foi outra ação social de grande importância, desenvolvida por Pe " dro Pedrossian . .No entanto foi o Pane - lão, programa de venda, a preços subsidl? dos (preços quase simbólicos) de alie tos básicos à vastas camadas das popul coes de baixa renda, o mais importante, programa de ação social de "emergência desenvolvido por Pedrossian. _Os pais de Pedro Pedrossian - Rosa ; João Pedrossian, este de ascendência ar n1a e ambos já falecidos - mantiveram d rante longo tempo na cidade de· Miranda ' o nd e nasceu o governador um armazém de secos e molhados, uma espécie de "ances tral" do supermercado. Numa cidade pes na como Miranda, o armazém de secos & J:1 lhados era uma espécie de núcleo polar> dor e irradiado de informações e centr das discussoes políticas Como Miranda é tida como autêntico "portão de entrada" para O Pantanal, ped drossian cresceu ouvindo as histórias d: sucessos e fracassos dos pantaneiros, •o acordo com a alternância cíclica de per; dos de estiagem e de grandes cheias qu dizimavam- e ainda dizimam - grandes parte dos rebanhos do Pantanal. il- A estrada de Ferro Noroeste do Br@,u NOB - cujos trilhos se estenderam d° i ru a Corumbá e, depois, até Santa cru~ - La Sierra, na Bolívia, sempre exercer e, fascínio sobre o menino de Miranda te - depois de formar-se engenheiro pel°,_3fi5 kenzie (SP) iniciaria sua carreira F1,e sional exatamente como ferroviar1o'la gando a superintendente regional d8"_1i ferrovia antes de iniciar a carreiF etc2 tica que o levaria ao governo de se 13 do por três vezes, CONTINUACÃO PAGINA- DADOS BIOGRJFICOS DE PEDRO PEDROSSIAN Data de Nascimento: 13/08/1928 Piliaçao: Joao Pedro Pedrossian e Rosa - Hardini Pedrossian. Esposa: Maria Aparecida Pedrossian Pormaçao Profissional: Engenheiro Civil - Formatura em 16/12/52, pela Mackenzie - São Paulo - Capital. 08/11/61 Nomeado para o cargo de dire - ter-superintendente da Estrada de Ferro - Noroeste do Brasil. 03/1/1965: Elege-se governador do então uno {pre-divisão) Estado de Mato Grosso. 15/11/1978: Elege-se senador por Mato - Grosso do Sul (PDS). 07/11/1980: Toma posse como governador - indicado de Mato Grosso do Sul, cargo que exerce até 15 de março de 1983. velho Estado. A integração rodoviária de um Estado - com mais de um milhão de quilômetros qua­ drados, os programas de colonização na então fronteira agrícola do Estado, que possibilitaram o surgimento de inúmeras - cidades na bacia do alto e medio rio Par!!_ guai, hoje uma das regiões mais produti - vas de Mato Grosso; a organização pionei­ ra de um sistema de saúde pública quepe­ la primeira vez cobriu todo o Estado; a criação de um completo sistema de infra estrutura na área de telecomunicações com o Estado garantindo, inclusive,o su­ porte para as emissoras pioneiras de TV_; o incremento ao esporte, com a construçao do Morenão (até hoje o maior estádio uni­ ve.rsitário do País) e de inúmeros estádi­ os e ginásios no inteirar, são outros as­ pectos destacáveis do primeiro governo de Pedro Pedrossian. , OfN/I. 'flU nUN/ DTI F11QNTEirlA DF.L/ VIS1'/ - MATO GHo~;so DO SUL - 09 A I6 DE MARÇO DE 199l %: Ven; s1ar • Grei ·e,:' dee-. tas, ee Pedro,;: "'1llstit arei Tem;e tio 1, • :ontlt.1 e de,; de ar Pedro Ped.rossian Assume o Desafio de Operar Transição para a Autêntica Modernidade idas fc! . ho de i de obn 1. rti::± .rtant,;: ja ao (ê ln de um mandato de enador, Cc:Jrio bo:n pnntnnn1ro, P'-·dro Peilroi;strm :a•ruprc• vonhou cor.i uma fazenda no rnnttinill. l'arn lt1uo, nlnd,1 ccr.io engenheiro do r;on co eou a Juntar suas economls e comprar os primeiros pedaços de tt"rra que íor1:,1rfnni o núch>o do que é hujt> n Fazenda Petropo .. lh, vizinhn ti s11~1 cldndc n11tnl e ondt• crlu yado lleloru. De!ldc c.iue deixou n NorO<'ntc do Uru!lll, era 19(,5, para candld-1 tnr•flc ao overno do Etndo, coro político c-t;treunte, otravéo 7 de ~a colh~.ic;,rn do PSl> cO!"l o P'lU, P,•dro P~drosslnn C1mou unn Iasen de político carismático, capaz de ftcnr vii.rios nnos sem c..mdnto - í' sen prcsl~ncn na rn{dto • pra voltar 11 se eleger sem' pre co:, exi>rt!'BHlvn votnçõo. Dt! 1971, quando dclxou o governo= do então Un<_? Mato Cronso, ficou npar('ntcrnl'ntc !ora do cenário • pol(tlc.o atf! 1978, quando f'}l'~cu·Gl' scnndor pt-]n Aren11, Ele hn·• vla colocado n sua <>lelt,;.Ío pnra o Senado cono condição fundor:en ul para pleitear a nomeação para governador de Hnto Grosso dÕ Sul, Estado que ocnbavn de Der criado. Jii coro senndor pelo PDS, acabou sendo o terceiro J:overnndor (1981-83) de Mato Grosso do Sul. F..m 1986, .1lndo JWlo PUS, concorreu novnmtmte no Senado e ~bom tenha ,-Ido indlvlduolr:iente o r.i,1ls votado, acnbou não se elci;endo, pois nbrira não do ln!Hituto da sub-lc.,cnda, que considera 11 entulho". ora no PTU, Pedro Pcdrossinn, clcncuªsC i~overnodor já no prlceiro turno coo qunsc o dobro dn votação de seu principal - concorrente. P<'drossic.111 l tdcrou WJn alinnçn de se1s partldog , Jnclulndo PRN e PST, rccén-crtndo mas Já aftrcgnndo expressivos llderançns 1>011 t tens • ARY RIGO - CHEFE DA CASA CIVIi. Nuddo em Snnta Rosa (RS), o vlce-Kovcrnodor Ary RIgo, 4 a nos, assuoe n cllc (ln da Cos.1 Ci v 11 do overno de Pedro Pedros :­ s1an coo uon bngngcr.i pol{tica consolidada ao longo de três oan• d:1tos de deputado cstndual, per{odo cn que fol lidcr dn bancndn do PDS e tesoureiro dnquclc p,1rttdo, prlreelro secrctllrto dn As­ n~hlêla nos pedodos 8!./tlS c 87 /88, prcs ldl'ntc dn Comissõo de ~stnvolvlcento rconÕralco por quntro ano11: e presidente da Co::iis uo de Constltul<;Ílo e Justlç,1 no Últlco pí•dodo lcs:lslativo. - VICE-COVl:RIWlOR ARY RICO - OIETI: DA CASA ClVlL inda coso político, Ary Rio, que é engenheiro agr@nono for ado pela Universidade Federal do RIO Cnmde do Sul, foi vice - Prutdente e tesoureiro d."l Ex('cutl•.1 Rc~lonol do Pnrtido da i'nnte L[bera! PFL), sendo poster!orrente u dos co-fundado - res, c::i. H..lto Grosso do Sul, do partido Soclnl Trobnlhlsta. (PST), do qual é atu:al prcstdcntt' no Est.'.ldo. S-3 lnlcl3t1vn prlv..1d.'.l AT)' Rli:,o liderou .1 fundação dn Coopero tlv:i Agdcoln. Histn dt' tLtr,1.caju, que dirl~lu de 1972 a 1976, a-= Judando consolld:1r o processo de ocup.'.lçao de írontcirns agr!­ ~1.ts e de 0odcrnlzoçào dn, atlvld.1de rural nu..""1.1 d:as regiões o - t! então coropleta.-=icntc tnnproveitndtu pela agricultura e onde - ...:ile se vcrlficn.o l1r.l dos o.:ils .1.ltos {ndices de produtlvld4dc de raos no E.nada. Iniciou·sc na vida pUbltcn alnd.1 ec:t 1976 quan - do, ainda antes da criação de Mato Grosso do Sul, nssu::iiu n Prtttd~ncb d.1 Conp.:mhln de Dc!'.~nvolvlc:cnto Asropecuárlo de M.1- to Grosso - Codc.1grl. Er.i. 1978 ele~cu·se, pel.J Arena, par:a o prl ::~tro do! três r.i.1nd.1tos que dcscr1pcnharln notes de eleger-se v! tt•govcrn:ador. CLAUDIO NOGUEIRA - COMUNICAÇÀO O Jornnlhtn ClaÚdlo ~oguclr:1 teo 40 anos e 20 de profissão. t!abalhou l'n redações de Jornnlt., r-cvlst.1s, ngêncla de notícl:as, radio e tcl,• lsio. r •• ----~ • - 0.olO h'llCUEIAA - SEOUüÃR.10 DE CXlHlllílCAÇÃO c!t ~ 19!S o 1.987 esteve nn. Rede Clobo,. onde fel l:d!tor, tle(c­ c!e..,~~ 3çao c Editor Rc.glon.11. N{•ssc período fez cntngio:i: nu T!; ,.r:or~c-a:=:ci:icnnn..s CBS Nc"'·s - Cnblc ?-;'.:-11!1 !'ictlOrk - e .:CS.S. .-? ulttos angs dedicou-se à produção Independente de tele­ ?'t· : e r:n:,,bornçocs e.o projetos cspcciats da Rede Globo, nn .i­ ~i e:: ~lejorn.1.11..m:: . .>. Foi u::i do~ rcspon5.ivch pelo pros:r-.'.J.Oa de tui~'tn.,o do Governador clclt.o Pedro l'cdro5r.lnn no hocárlo srii o do 'IRE. 1 • . - ~I! B. CURY - PROCURADORIA GBRAL DO BS Do N-2'' ares, e advogado Jorse Pen)ai ury que chefiará a e "dor1aGeral do Errado no Coverg Pedro Tedrcsstan, é for téj "la FOI - Faculdades Ufds Ctó!tas dy Capo Grande , ~i!nt(' !tacal e de ttltut.c<: do r..r.t.ado de 1956 e 1972, quan- do ~stnbelecru r-11.J bancn tlc n1Svo~:.1do. Ctr. u:roos de ei.ptc!allzn çúo cm IHrt•lto Trllmt.Írlo, Dln•lto Tr..it llh'..ll,1 P Ulrcito Co-rr7 cio, é prní1•s:.nr ,fr Olrdto TrP, ,1 irlo n.· n,::-rr. f JORCY. RENJAHIH UIRY - OIFE DA PROC:URAOOR!A Cf:AAI. 00 Y.sTAOO Atém de ter frequentado dlvt'rsos outros cursos e S<'r:ilMri os de npcrfclçoa.-::{!nto prof!,;G!on.11 nos di rerentes coopos do Di­ reito Jorge Benjomlc CJry e soclo fundador do lnstltuto de 01 • rclto Tributário da Faculdade de Direito de Canpo Grande, asses sor Juddlco d:1 Assoclaç;io Co-erc{nl de Ca:-:po Grande para as = suntos tributário!'., sócio bcnt•r.êrito da Assoclnção Ccr.Jerctal da Capital e jll íol conselheiro e tesoureiro dil Order:i dos Advog4 - dos do Brns1l - OAB, Secção de Mato Grosso do Sul. LEOCÀDIA Ot-ser.tiariador do rr1~,un-ll d, Jt:!-t fç.:a e:.~ ~'..,to Grosso do Sul - desde 1983, Josi- Jd;,i,.1Jl.1!, ;J ,1nrin Gcr-11 de Educnçno, n.'.l Coor - den.nt.1 Setorl.11 do Pl.tnt>Jn::cnto e nn 01.retoria de Dc!6cnvolvi - cento Educ:nclon:il. Coordcr:ou ;1tnd,1, cursos " projetos CO""-O os de Reforço à Alfabetização e MIcrodiagnósticos cr diversas ct - dodes do Estado. BMIKO - MEIO AMOIENTE Qll l l.arcLltura e:'l Ciéncins BlolÕ~ic.1.s, c::estrado t'C Oce.anosr! Ha e Pedro.s!ll:m p:.ir.t. .1 S~l-..,lnh.1 cocr-de nando o Programa acional de Pesquisa e RecurG::,..s ?csquclro.s ':' do Súste.~ Coopcrnt_ivo t!e Pc:.qul:1.i Ã)70j,cc..cir-ln da ~br.1p.1. to.{ 1'.o possui nais de quinze trabalhos científicos publicados. - CARLOS ALBERTO ASCBNCO - SAUDE Médl.co foro.ndo pcl.1 l'.nh·e:-!lldfl(lo Fcdcnl dtl P.1r:m.i, Cnr-lo:;: - Alberto Mossa Aeno, 1 a t ! d f , j 1 l i:, •r J•'!:-' J;•-:1ro.:, .. slan para a Sertarla de te, Ht !sta !atea Mata na área de Nefraloz{a, < ,ri,,•. Al'.f t to As,n.o e profesnor do Dr partaento de CIfea M«d!ca da tr 4o !ver«!de Federa1 - de Ma t n C:r· ,. o do . 1d . CAIU.OS AIJIERTO NOSSA ASOJ.ÇX) - Sí.GRE'fÃJ!IO OE SA0o8 O secretário C:c'" :;aÕdt' e:,, Pf"dro h,tro,•,1J:i foi dfrrt.or geral· do HosplUil l'nlvcrsttárto e• partJclpll !!n L'flant~tç:Ío do Sistema Unificado e Descentralfzado de Sa&de (SI'JS) o Estado, coro tem bro da Co:,issôo Interinstitucforal de Sld de Mato Grosso dÕ Sul. RIZKALLAII - SEGURANÇA PÜllLICA 1 r JOSt IUZICALl.AJI - SECRE:rÀRIO DE SEX:llRA,ÇA PÔBLICA Forcado e Direito pela PUC-SP, José RLzkaIlah exerceu n ad­ vogacfa em Sao Paulo ,::rntl"S AYR IIP.IIJ;JlLY. - SECRRTÃRIO DB TIJRISIO, lJIDOS'l'JlIA E cnmtCIO . Aldilyr lh.•Jerle, <1ut' Já fol r:er.ibro do Conselho de Admlnlstrn­ çno dn_Dc-lrn de ~tt•rcodorlan do Rlo Crnnde Sul, Presidente da As soclnçJo lrJ~llclra das ErJpresns Corretoras de Mcrcndorias e dT retor exc.•c~tlvo dn AsaoclnçÕo dos Ex.portadores Rrnsllclros 1 dl-: ri~lu ~ -•br:-1 'lB t-cgulntcs emprc&ns: A. lleberlc Exportação e lm• E~~~~~çao Ltd:i, llebcrlc Soja S/C Ltda., e Navegnçõo São Borja - O sr..:1diirlo de Turismo, lndÚr.trla e Comércio de Pedro Pc - dror,~ton 101 tJ.mb5a ncobro do Conselho de Ad.nlnlstr,1çÕo d,1 Bol­ sn ck V.1lor<': do Ex.trena-Sul, diretor dn Assoe loção Comercial - de Pcrt0 ,h:rre e vice-presidente d,1 FcdcniçÕo dos Associações Conerct 111• dr;, Rlo Cr.inde do Sul, JOSB A~RRICO - AGRICULTURA Desinat0 por Pedro Tedrossian para na Secretaria de Agricul­ tura I cusrla e Desenvolvimento M;ririo, José Aértco Flores - Ac,irr.l, :.1 •mos, ' bnch,1rcl c::i Cl~nci.1s JurfcUcns e Soc1ns pelo Focu1dnr1<' 1. 1 c Plrclto d~ Santo Ãnr.elo (RS). F.mpresÕrio do setor arfo!a, ten curso de especial!znaçio em Econoola Rural pela - Fund:ic;no ~il ,,lonclru de Ensino Supcrlor (kS), alin de diversos cureus '"'11tro:.,i renllzados no Brn..;tl e no exterior. JOS~ A.'11:RIC:O FLORES AIIARAl. - SECIU."1:ÁRIO DA ACRIOJl.ll/RA tal diretor-pregidente da AgropecuirLa aso S/A, José A& rico rlon•:, ... ~,1r.1l J.1 foi dlrctor financ:clro d,'l Cotri!Ja da A'=' proJ:.ul c d1 Abr~1r.('o, _dcsc::ipcnhando ntualocntc o andató de pn• sldcn:_c do Slndlcato ?ad.on,1! dos Produtores de Sc::(!ntcs - Sind en. E 'tito Grosso do Sul ja desC'r.ipcnhou tnobéc os cargos de ordenadsr de Agricultura da Associação dos Cri:idorcs de H.ato :: C'rosso do Sul - Acrissul e de t:er:.bro do Conselho Técnlco->dd.rú.s trn.tivo l-.....p;it•:-. - HBRÀCLITO FIGOEIRBDO - OBRAS PUBLICAS Con 44 anos, engenheiro civil formado pcl.o. Unlvcrsldode Fede ral do R!_n de Janeiro, lJerÓcllto José Dlniz de FlguclN!:do scrã o secrct-1:lo de Obras .. Públlc.1s de Pedro Pcdrossion. Profundo co nhecedor de setores bnslcos dn adt:i.lni~troç;0 estadual, cooõ trnnspn~tes. l!nergta e obrns clvh, Her.icllto de flg~iredo Jâ $.,"";"!ç," cs roo«e, nis si«s ·retro «irctor í !!.'..-"''.:!.l!.-2 JOSt DINIZ DP. ncur.uumo - SF.C. OBRAS POntICAS • O , • r, ·.ir~:, d.:! 0:):-,1; PÜ!J11c,lr. do Covrrn.:, de i"c.dro r'edro:: - '}'· "" hetro da caenhla ale do Rto Doe, Prestando .. &.:r ~ O~ .. ...t;:,:-rnto c!c C.·.tr:uh de FcrTo. ~:.1 lnlc.1.atlva prlvn-:: " v. 'Iro reldente, erceu atividades prof!siona ~ 1 "- crn rr .•.. ,o la publica deverá ser• estudada coo .,'.}ce a ,"][ç"ages • ue ode ser ±iro senl/e ro • analise, e conhecimento elos - à p blemas. Temos um prazo de 60 dias pa-,1.''!>~P $ {2Pesar as roestas e coo são ais) s{ rio Ç[??gz. raaio será.e e= passada. 0 ' afirma a Secretária ern - ' Contar 1 edia se;"?_verbas do Estado para teo-l ' dos trabalho:io d7ficil para o andamento t - • pois o Mato Grosso do sul · • es a atravessando h • • . grande na eco . 0 J7 uma crise muito - ~ oen d nomia e isto deveria ser - t • !~o~a somente depois de tudo acalmado. 8 • de q·ue O ' g ª secretaria está esperancosa- - substancio~;erno federal libere verbas - lhos e assis para os,projetos e traba - maior númer~ mdanter nas salas de aula 0 e alunos possíveis.