l 
t::±: 
.. ,. 
;.- 
Com na pose do Dr. Pe­ 
dro l'edrouuinn no Governo 
€" 
a: 
a "7 
•• 
DEIJ VISTA HS - NO: 1.029 
Bela Vista, Portal da Esperança e da Integração 
r 
do Eutodo, n concretizo - 
çâo do todou on projetos 
e planos do Prefeito Ed 
aon Medeiros da Horneo 
que está transformando o 
visual de nosso cidade, o 
povo belnvistcnse, nf innl, 
poderá ver todos os seus 
onhos: se tornarem reli 
dadc. 
O prefeito vem dr1nis 
troado o cidade como uma 
empresa, cujos lucros são 
aplicados no bem estnr do 
povo. F.dson quer ver Ulllll 
cidade lllllis próspero e 
llll po'o mais feliz. 
Neste contexto de pro­ 
gresso e de estnbilidode, 
é muito importante o pa - 
pel do Exército, rcprcscn 
tado em nossa cidade pelo 
lOQ RC KEC, sob o Comando 
do Cel. Jesiel Gomes Ri - 
beiro, integrado à comunt 
dadc, participando de to= 
dno ns iniciativas comuni 
tartas, fator de seguran­ 
ça e de tranquilidade pa­ 
ra o-povo. 
O Exército cm llcln Vis 
ta atua em diversas i­ 
rena, sempre que solicito 
do, responde com o prontci 
atendimento, seja no a­ 
poio no combate a pesca - 
predatória, defesa do me- 
JNO: 20 2]/0J/91 DIRE'l'Ofl RESPONSÃVEL:IVILDO PERF:IJll 
Ten. Ccl leste! Gomes Hbeiro e Cônsul Carl	os Fdurdo ocarta 
io ambiente, atendimento 
nos mais carentes, enfim, 
é o povo fardado ajudan­ 
do o povo civil. 
Cidade situada na 
fronteira, portal de es­ 
perança, a filosofia que 
impera cm Dela Visto e n 
dn INTEGRAÇÃO com o vizi 
nho país, o Paraguai de 
tantas e tontas tradi - 
çÕes. Neste relacionnmen 
PUBLICAÇÃO SEMANA, - Cr$ - 50,00 
REABERTO O CASSINO 
8EL.A VISTA 
to fraterno entre dois po 
vos que caminham Juntos , 
é muito importante o tra­ 
balho e n missão do Côn - 
sul do Paraguai cm Ilcln 
Vista, Eduardo Ocariz. 
Uma cidade, onde todos 
os poderes caminham juntos 
independentes, mns unidoR 
no mesmo idcal,oadc o seu 
povo abomina a ,. iolênc ia, 
vive do trabalho e da nmi 
Palestra no 
Rotary Club 
O llotary Club de Bela 
Vista ter se preocupado 
com diversos aspectos 
das novas Leis que entra 
ram en vigor no Governo 
Collor. Debateu-se no Ro 
tary o Estatuto da Crian 
a e do Adolescente, fa- 
lou-se a respeito dos 
Planos Econômicos, da 
Constituição e, sexta 
fclra, aconteceu um dcba 
te a respeito do Código­ 
do Consumidor. 
O Clube convidou o 
atuará, de maneira mar - 
cante, para que, pelo ':'.!:. 1 
nos en !leLa Vista e alguem 
precisa começar, o Cdi­ 
go seja respeitado. 
A fronteira conta com 
ti.O.is uma ntrnçâo, e, sem 
dülda, os moradores de 
Jardim, Haracaju, Bonito, 
Guio Lopes, Porto Hurti­ 
nbo, Antonio João, Nioa­ 
que e Bela Vista (eviden 
temente), prestigiarão= 
coa suas presenças o NO­ 
VOE MODERNO CASSINO BF.L 
'LA VISTA, na ,·izinha ci= 
dade de Bella Vista Para 
uai. 	- 
O CASSINO RELIA VISTA 
conta com varias atra - 
çÕcs, e a sociedade be­ 
lavistense o frequenta. 
Venha Bella Vista 
e ia uma noite de so­ 
nhos. 
A sorte te espera. 
O CASSINO estará fun 
clonando a partir de 
tcrça-fcira(26/03/91). 
Prestigiem! 
Promotor de Justiça da 
Comarca, Dr. Gerardo Eri 
berto de Morais, que,bri 
lhante:nente, falou sobre 
determinados itens desse 
CÕdlgo. 
Vários Rotarianos fi­ 
zeram perguntas, pediram 
znde; onde podemos con explicações, a todos o 
tar com segurança; te- Dr. Eriberto respondeu ex 
mos potencial, força e plicando n seriedade e~ 
fé, 
0 futuro podera necessidade de todos cu 
nos trazer muitas ale prirem ns determinaçÕes­ 
grias. 	do Código do Consumidor. 
Teros tudo, para , TRIBUNA DA FRONTEIRA da­ 
DESPERTAR, a hora é a- rã nc,pla divulgação a es 
gora,eÕ manter a UNIÃO; te Código que regulamen­ 
e o entendimento, 
0 
tarã o relacionaoento 
rcsto,conscguircmos cem consumidor-fornecedor. 
a forço do trabalho. Ficou definido que o 
A Emoção de um Aniversário 
Proc,otor Dr. P.riberto 
ROTARY promo'erá uma reu 
nião cais ampla, com a 
participaçio do povo (em 
presários, comerciantes~ 
trabalhadores), 'isando 
esclarecer n populacào. 
No final do debate , 
ficou bem claro, defini­ 
do, que o Prorotor de 
Justiça de nossa cidade 
PEDRO PEDREIRA 
~• Economia de Guerra; 
** Jornais da Rede em Campo Grande; 
** &nco do Brasil; 
Matérias completas na Página 03. 
E o prefeito Edson Ho­ 
rocs comemorou mais um a­ 
niversario. 
Não importa se foi o 
459, 559 ou 379, não 1m - 
porta a idade ~ronolÕgica. 
importa si.m, e muito, 
idade mental. 
O prefeito Edson está, 
mais do que nuncn, com to 
da a forço e entusiasmo.­ 
Jovem de idéias e de pla­ 
nos, e podemos obscn·ar, 
rodeado por filhos, fi 
lhas, netos e sun inteli­ 
gente e talentosa esposa 
Cecília, a sua visão de 
homem da familia, base de 
nossa sociedade, e Edson 
é um exemplo de PAI e AHI 
GO. E homem, quando é 110:: 
HEH, também chora. Depois 
de ouvir as palabras do a 
migo Dr. Cochito, ele foi 
agradecer, mas o scntimcõ 
to falou mais alto, e ali 
a sensibilidade aflorou. 
Feliz aniversário Edson. 
' 
!,__~----""=--- 	" -- 	~1· ...:::....:...._,______ ...._ --- - 
0 aniversariante Sr. Edson e seu neto, ladeados pelos anfgos: casal José cã 
rihaldi e Suely e o Gerente do Banco do Brasil Sr. Cilso Benedito Nunes 
Empossado o Novo Juiz de Direito de Bela Vista 
Tomou posse neste dia ,-------------------------- jar conviver de agora em 
l
9p., do cargo de Juiz - l 	diante num clima de res- 
dc Direito e Diretor do 	peito e colaboração mü - 
!ºro da Comarca de Bela 	tua. Do seu ,·asto curr!- 
lsta, promovido por mere 	culo, podemos dizer re- 
tento, o Dr. José Eduar 	sumidamente,que bachare 
do Neder Heneghelli. 	lou-se em Direito em 1. 
lia solenidade de posse. 	984; tem curso de Pós 
Realizada de manhã no Trt 	Graduacio em Direiro pe- 
una1 do Juri, estiveram 	la POC/SP; foi professor 
P'sentes varias autor1da 	na Escola Superior do MI 
"ª c-1vis e m.ilitnree da- 	nistério Público, na Ea- 
}' e de caracol, Advoga- 	cola superior da Magistra 
os, serventuários da Jus 	tura e na Faculdade ac 
tca e os juízes da Coar 	Direito de Carpo Grande- 
ca de Jardins, Dr. V1adi 	MS., onde foi Diretor do 
2 Ares as suva· o Dr. 	'- 	Depart111Dento .de D"ireito 
taldo de Almeida Santia l#--- -- 	Privado, tendo frequenta 
o, que, exercendo o car- 	----- 	do ários cursos de ex • lo 
~e Juiz Substituto dn Ju-iz de Dirclto, Dr. Josc E. Nerder Hcncghelli tensão uni'ersitárin. Era 
tca, deu a posse ao sobre Deln Vista, sentia- pendência, n oerviço de 1988 após subeter-se a 
no,.~ Juiz. 	se honrndo c_m cstnr cones Deus, dd Pntrin e da Jus conc~rso de pT'O'as e d­ 
ite..., o seu discurso, o Dr. co, e que pretende trnba= _ tiça. Conta, portanto , tul.os, foi OJ>To,·3,lo p,irn 
a,, helli disse que, te lhar co muita responsabt com o apoio de toda a co cx·crcer a 'IIIDgistratura em 
ouvido muitos elogios Idade, érledade e Ide- unidade, com quem dese- possado e l? lugar. co- 
mo Juiz Substituto, tra­ 
balhou na 52 e 152 Varas 
Cíveis e na 42, 72 e 92 
Varas Criminais de Capo 
Gr.mdc-MS. ,e também nas 
Carrcas de Corumbá e Ki 
randa. 
E OS 100 .MILHOÊS • ? 
A imprensa, da cidade e da Capital 
1 
Bela Vista vai receber IO0 Ih&ea 4,' ROic1ou 
e cruzeiros 
para a copra de equipamentos para o Hospital 
E os 100 milhoes? 	• 
Aparecer diversos "pais da criança' - 
fulano, Deputado sicrano, e a as,, _Secretário! 
de. 	• u..gacao foi gran 
E os 100 mi1hÕes? . 	- 
O Hospital foi inaugurado, ua obra - 
de orgulho para todos nós. que e mot! 
Temos um dos melhores hospitais d 
estamos satisfeitos. 
0 
interior, e 
Mas, e os 100 lldlhÕea? 
COMENTANDO POR NANCY 
06 ]

JORNAL 'TRIUMA DA FRON.IA 
BELA VISTA - MAIO GROSSO DO SUL 
23 DE MAÇO DE 1.31. 
; 
PREÇO DO EXEMPLAR 
Cr$ 50 00 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, - PODER JUDICIÁRIO - COMARCA DE BELA VISTA 
Etfital de Leilão cm prazo le 1i ias 
MS 
Recado a um 
-Amigo 
O Doutor José Eduardo Neder Mencghelli, 
Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da 
Lei, etc ... 
Faz Saber a todos que o presente'Edi - 
tal virem ou dele conhecimento tiverem 
que foram marcados os dias 15 e 29 de/ - 
bril de 1991., respectivamente às 13:30ho 
ras para realização dos Leilões, designa 
dos nos autos no 36/90 de Execução que 6 
Banco do Brasil S/A move contra Agropecuá 
ria Zeca's, Indústria, Comércio e Trans = 
portadora Ltda, Mario Loureiro de Almeida 
e Geraldo de Mello, referentes aos bens - 
penhorados nos autos acima mencionado~ e 
abaixo caracterizados: uma Colheitadeira 
Automotriz, cor vermelha, marca Ideal 
1175, ano de 84, D-229-6 traremissão em 
três marchas, conjunto de cilindro conca­ 
vos de dentes de 160m, tanques de feijão, 
compressor de ar com toldo, plataforma de 
corte com 4,20m, pneus dianteiros 15x30 , 
traseiros 900xl6, chassis série 81121175. 
5010i4, motor 2229-617150 picador de pa - 
lha, em bom estado de uso e funcionarrento, 
avaliado em Cr$ 1.500.000,00 e um trator 
CBT-1105, ano 1.979, Modelo 80, cor amare 
la, motor mercedez Bens, no 0229627700 
chassis série no 1105106174, avaliado em 
Cr$ 1.000.000,00, importando o total das 
avaliações em Cr$ 2.500.000,00; no primei 
ro leilão os bens não serão alienados por 
preço inferior ao da avaliação, sendo que 
no segundo, que sõ terá oportunidade se 
resultar negativo o primeiro, os bens se­ 
rão vendidos por preço inferior ao da ava 
liacão. Não havendo expediente em qual 
quer dos dias designados para os leilões 
estes realizar-se-ão no mesmo horários e 
local dos dias úteis seguintes. E para 
que ninguém possa alegar ignorância foi 
expedido o presente edital que será afixa 
do na forma da Lei. Ddo e passado nesta­ 
cidade.e Comarca de BP-la Vista-MS., aos 
18 de março de 1991. F.u (Petronio Leão)Es 
crevente Judicial o datilografei. Eu (Pe­ 
dro Vergilio da Silva) Escrivão o conferi 
e subscrevo. 
Dr. José Eduardo Neder Meneqhelli 
Juiz de .Direito 
ó 
Edital de 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do 
Cartório de Registro Civil, da Circunscri 
ção de Bela Vista - MS., faz saber que 
pretendem se casar e apresentaram os Doeu 
mentes exigidos pelo Artigo 180 do Código 
civil Brasileiro. 
Proclamas, 
residentes nesta ciJade, ele militar· fi­ 
lho de Olicio Medeiros e Darciria dos San 
tos Medeiros, ela, estudante, filha de 
Bernardo Martins e Evilásia Calonga Mar - 
tins. 	• 
.Ricardo dos Santos Medeiros e Lucy Ma­ 
ri Martins, brasileiros, solteiros, ambos 
Janilde Rosa dos Santos 
Se alguém souber de algum impedimento, 
que oponha-se na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 23 de março de 1991. 
A Oficiala 
Você deve ter se prequntado: Por que o 
meu amigo não escreveu sobre a morte do 
meu filho? SÕ deu uma nota de falecimen - 
to. 
Não fez comentários, nem crônica. Nem 
meGmO falou sobre o ocidente. 
Já üizia o salmista que há um tempo pa 
ra calar; para plantar e para col11cr; hã; 
até rne!..rno, um tempo para o próprio tempo ( 
se manifestar. 
E, às vezes, um olhar, ou até r.,elino 0 
5ilêncio fala roais do que palavras.E quan 
do muitos falam, choram, é preciso que ai 
guém se mantenha cm silêncio. - 
Deus se manifesta em diversas formas,o 
silêncio, talvez, seja urna das mais puras 
manifes tacões Dele. Quando o homem cres - 
cer, ele usará a mente para falar. Enten­ 
de, companheiro? 
Sofri com você, e não sei se teria a 
mesma fé, a mesma coragem para enfrentar 
a Lei do Karma. 
Sabe, ás vezes não entendo as Leis De­ 
le, fico confuso, mas vendo você, com os 
olhos brilhando de esperança, tenho a cer 
teza de que Ele agiu em você. E você com: 
preendeu. (PP) 
(Fundado cn 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA 
DIRETORA ADMINISTRATIVA: Maria Estela Velasquez Pereira 
IRl':I'OR-REDATOR-OlEFE: Ivaldo Pereira 
: Cllson Stlva SDntos - 
KtACENS: llbaldlno Rodrlgues 
1TTCIAS: AI, Plana, MF, nela BrasI1ta, Correspondente 
Capo Grande, Bra. 1ia, Sa6 Paulo e Rio de Janelro. 
SUClJRSAIS: Antonio João, Jardim, Bonito, Porto MurtinMo, Cara 
• col e H.-irac...iju. 	.::a ... 
SUCURSAL EM CAHPO GRANDE: Rua 26 de Agosto n?2 .179 
FONI!: (067) 384-6977. 
RIIDACÃO , JJJHIJ(J',.'i'IRAÇÃO E PAP.QUE CRÃPICO: ( •ede prói,ru) A,. 
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TRIBUNA DA FRONTEIRA 	BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 23 DE MARCO DE 1991 
ro 
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reir 
.!! 
"2 
±7 
ECONOMIA DE GUERRA 
O prcHldentc Collor - 
falo multo em cconomlo - 
de gucrrn, modernidndc , 
competência, e não é que 
os chefes aGuimllnrnm to 
dos estes conceitos e 
barrn nqul no jornal nn­ 
da pesada! Palavras tex­ 
tunis do home: "Não adi­ 
antn culpar o governo 
AINDA NÃO ENTENDERAM 
E muita gente ainda 
nio entendeu, uu "foz 
que não entendeu" a 
mercadoria de um jornal 
é o ESPAÇO - Jornal que 
não é subsidiado, para 
sobreviver como empresa, 
precisa vender ASSINATU- 
o Planos, a Guerra no 
Golfo, os bancos, n 
verdade é que precisa - 
mos admlnistrnr nossos 
empresas com eflciin 
cln, nusteridndc e pes 
no chão". 
Falou e disse, che - 
fia. E o quadro está mu 
dando, 
RAS, PROPAGANDAS e ESPA 
ÇOS para aqueles que 
querem se prómover. No­ 
t!c.in é not!cia, matéria 
paga, (como diz o nome) 
é MATERIA PAGA. Será 
que agora dá prá enten­ 
der? 
CHOQUE DE LIDERANÇAS 
Havíamos dito, diver­ 
sas vezes, o governador 
Pedro Pedrossian nunca 
aceitaria ser MANIPULA 
DO, nunca aceitará e 
quem tem dúvidas a res 
peito, vai dançar. Folnn 
do no governador, cm su8 
posse muitos "líderes 
ficaram a ver navios 
não conseguiram nem uma 
palavrinha. Outros, en­ 
tenderam que estão "por 
cima"- quando, na verda 
de, estão mais por ba!­ 
xo que chinelo de molan 
dro. 
LIDERANÇA INQUESTIOAVEL 
r ---- -·--- 
! 
A bem da verdade, gos 
tem ou não, os ndversõ -: 
rios, em Belo Vista o 
liderança do Prefeito 
Edson Mornes é INQUESTIO 
IIÃVEL. Bosta lembrar n 
campanha para deputado - 1 
estadual, ele, com a ajo 
da de alguns componhei = 
ros, deram mais de 2 mil 
votos paro o Dedé, numa 
campanha difícil, pois 
não havia verbas para mo 
virentar a máquina. Quem 
não aceitar isto, não 
gosto da VERDADE. Não 
adianta ir a Campo Gran­ 
de, visitar os gabinetes 
, 
j 
1 
l 
e I ,.6.._i 	__. 
PREFEITO- EDSON KlRAFS 
palacianos, conversar - 
nos corredores, e falar 
o •respeito de um quadro 
que na realidade não e­ 
xiste. 
OUTRA LIDERANCA 
~ 
-., 
s' 
25 
e 
u" 
Outra não, outras li­ 
deranças, na região, ( e 
e Bela Visto), que fo - 
ta provadas e aprova - 
I 
' 
chn cm gabinetes, vai• 
procurar o povo. 
Já OSCAR GOLDONI, de 
scnvolvcndo om trabalho 
das nas urnas: DEPUTADO­ 
MORA e DEPUTADO GOLDONI. 
oka, é o de sempre , 
quinta feira esteve em 
Porto Murtinho junto com 
O deputado federal Vnl - 
dir Guerra, agilizando - 
diversos projetos naque­ 
le !>onic{pio, revendo ,­ 
cpanheiros e mantendo­ 
diversos contactos polí­ 
tios. Moka não esquece­ 
as bases, é quando visi­ 
ta a cidade não se fe- 
PODERA RENUNCIAR 
O vereador Sydncy Na - 
nes Leite, que pediu afns 
tomento do Rotary Club - 
por problemas de sade , 
poderá também pedir licen 
ça na Câmara Municipal. - 
Está certo, vereador, 
a saúde em primeiro lugar, 
JORNAIS DA REDE EM CAMPO GRANDE 
A Tribuna do Frontei­ 
ra (e os demais jornais­ 
da Rede) agora com SUCUR 
SAL em Campo Grande. A1 
gamos o prédio que era 
da ADJORI e contratamos 
um jovem belavistense, o 
Lauro, filho do Louci 
dia, para atender o es 
critôrio na capital. Os 
jornais da Rede estão 
sendo distribuidos para 
todos os deputados, se - 
cretários e assessores , 
em mãos. Nosso endereço- 
vamos cuidar do corpo ., 
afinal, o amigo tem mui­ 
to o oferecer a Bela Viu 
ta. 
f. melhor pan,r agora, 
por alguns meses, do que 
----, • 
parar para sempre. 
Não é mesmo? 
na capital: Rua 26 de a - 
gosto, 2.179. Jã estamos 
providenciando a instala­ 
cão de um telefone. É a 
"falada" modernização e 
eficiência. 
E falando em eficiên - 
eia, informomos aos nos - 
sos milhares de leitores 
que a qualidade das fotos 
em nossos jornais vai me­ 
lhorar, é um problema têc 
nico na impressora e es 
tã sendo solucionado. 
MÃO DE FERRO 
O governador Pedros - 
sian vai administrar o 
Estado com mão de ferro, 
em seu dfscurso de posse 
ele disse "é bem verdade 
que temos à nossa fren - 
te o caos institucionnli 
zado, o Estado literal= 
mente quebrado e o teci­ 
do social às.vias da rap 
tora. Os desafios acamo­ 
lados exigem uma respos­ 
ta vigorosa que so pode 
emergir da visão moderna­ 
dos problemas e um desem­ 
penho renovador de gover­ 
no". 
É bom lembrar que o 
CAIXA do Governo do Esta­ 
do será administrado di - 
retamente pelo Governa· 
dor, que terá um computa­ 
dor em seu gabinete. 
Quer dizer, acabaram - 
se os "esquemas". 
ri 
r 
I 
1 	BANCO DO BRASIL 
A Quando um pai pune o e competente. 
1 filho que não vai bem no O trabalho de gerente 
colégio, ele se sente mal do Banco do Brasil em Be 
ao deixo-lo de castigo ou la Vista, CILSON NUNES, 
de puxar-lhe as orelhas, não esti sendo compreen­ 
mas o pune, pois entende dido por determinada par 
que assim o fazendo está cela àe empresários e 
burilando a sua personal! produtorea rurais. Quem 
dade. 	deve ao Banco tem 
INEM!) # MIM'---+ 
nos adaptando, não é f ri 
c!l, é preciso coragem, 
sacrIffcfos e multo tra 
balho, mas chegaremos - 
lã. Precisamoq dar um 
voto de confiança no no 
vo gerente, ele não 
culpado pelos erros do 
passado, mas tem, e mui 
ta, responsabilidade pe 
rente os seus superlo = 
res, e agir de forma - 
contrária aos interes - 
ses do banco, ai sim 
ele ser conivente com os 
erros e ele velo para Ie­ 
la Vista para ajudar e co 
laborar no qoe for precl­ 
o, Acabaram-se os tempos 
do crédito fictl, hoje o 
dinheiro cio POVO prec!,;n• 
e deve ser bem aplJcudo. 
Vamos aceitar a reali­ 
dade, pois do contrário o 
barco chamado Braoll vai 
-8 
O KM ABAIXO DA TABELA 
Chevette DL, 91/91, gasolina, cinza escu­ 
ro 
Chevy, 91/91, gasolina, prata níquel 
Chevy DL, 91/91, gasolina, cinza escuro 
Chevette Dl, 91/91, gasolina, azul metâli 
co 
Kadett SL, 91/91, gasolina, marrom metáli 
co 
Kadett SL, 91/91, gasolina, azul tiza 
Kadett SL, 91/91, gasolina, preto formal 
D-20 Custon luxo, 91/91, verde jaíba 
D-20 Custon L dupla, 91/91, azul calça 
USADOS 
Monza SLE, 90/90, 2x2, gasolina, vermelho 
rhodes metálico 
Monza SLE, B9, álcool, 2x2, com trio, a - 
larme e som, prata 
Monza SLE, B5, fase l, álcool, prata 
Passat Flash, l.B, BB, álcool, branco 
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I 
REUNIÃO COM OS SECRETÃR10S 
Esta senanao prefeI­ 
ta Edson reuniu-se co·::n 
todog os seus assessores, 
Por tulis de 2 horas o 
Prefeito {nlou o respei­ 
to do momento atual 
Taco objetivos, deli - 
de base, ligando, procy' 
rondo saber as dificul­ 
dades dos municípios 
contatando vereadores, 
apresentando Indicações 
na Assembléia em defesa 
dos menos favorecidos • 
O quadro va! se defini 
do, aos poucos vamos sa 
bcndo quem está com o 
povo e quem está com os 
podérosos. Vamos ficar­ 
com aqueles que estao 
ao lado do povo. 
O plano de modernidade pagar, é uma Lei do Mer­ 
e eficiêncin do BB parece cado. O gerente tem pro­ 
a atitude desse pai: Mora curado o diálogo, o en - 
lizando, demitindo, trans tendirento, o BB não 
ferindo, cqbrando o rene- quer quebrar ninguém , 
gociondo. . quer, isto sio, que Sela 
O Brasil tem jeito sim, Vista volte a crescer 
a verdade é que o brasi- que os empresários gerem 
neo retas, e pediu pa 1eiro trabalha pouco e mais empregos, mas é 
ra trabalharem muito • mal; falta eficiência e preciso ACRITAR A REALI­ 
com eficiência e dedica rodtividade. Acabaram - DADE, o Brasil mudo e o 
ça0. 	se os tempos de trnmb i - BB mudo j nto com o Bra 
Foi uma reunião peso es e favorecimentos, n s11. u u !:. 
pesado. 	hora é de trabalho sério- Nós também estao,os- 
Michail Gorbachev· 
O Presidente da União Soviética, mudou 
história, esfacelou a ilusão Comunista, abriu 
espaço para a derrubada do Muro de Berlim 
mudou a Geografia do Leste Europeu. 
Seus discursos, traduzidos para o .Português 
foram reunidos em cinco volumes, j@ à disposi - 
çao do publico. 
s voures coLEcio cor ' 
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a 
' 
1 
r 
' 11 
Rr·temente, vol­ 
tand. do Rio de Janoi 
ro, cnde prestava uma 
Con Ia'1 Jurídica, 
durar,+ mês de fcve 
reiro, i surpreendi 
da coa 9tícia do 
que mi : cansa, aqui 
em D'.« vista, havia 
sido a ombada e que 
o fato a inha sido 
co111U"'lt'núo oficialmcn 
te, u oridades 
comp,• 1 (!r: t ,:.,, por meu 
pai. 
No ,, 1 ü 03 de março, 
após algumas 
provdntas de ordem 
profii,•;i. ,nal, anteri­ 
ormente apendadas em 
Campo Grande,aqui che 
guei, pare constatar 
pessoalmente, a quan­ 
tidade dos objetos 
roubndoz, e os danos 
materiais efetivados 
pelos 'adroes para 
conseguir o seu inten 
to. 
A lista foi grande, 
tanto de como de 
outro. Os prejuizos - 
contabilizados já vão 
à mais de Cr$ . 
100.000,00. Mas ai , 
vem o lado notável da 
estória, que merece - 
destaque to meu reco 
nhecimento público:os 
diligentec /gentes de 
Polícia, Z1ldete Al - 
ves Pereira e Francis 
co Ca;alho, com o tÕ 
tal apoio do Sr. Dele 
gado d Policia, Dr. 
José Raimundo Pinto 
FilhC', h,·, iam não só 
desccbe.to os autores 
do crie (roubo ou 
furto quaiificado, in 
vasão ~~ üomicílio ~ 
danos ateziais,etc), 
como tarem recupera­ 
do 9+ as bens sub - 
trnidor,, (objcLos de 
família ou adquiri - 
dos nos meus trinta 
anos de trabalho) , 
que para serem reti­ 
rados da Delegacia , 
lotaram uma pick up 
Fiat., , 
Estivemos nu Dele 
gacia de Polícia de 
Dela Vista, onde a 
datiloscopista Marli 
Salomão Sereno, com­ 
plementando os exce­ 
lentes serviços des­ 
sa eficiente poli 
cial, lavrou o ato 
de entrega e recebi­ 
mento dos referidos 
bens. 
Na ocasião, no Ga 
bineto do Delegado, 
ficamos conhecendo - 
os meliantes e choco 
dos com o seu cinis­ 
mo e frieza. Um de - 
los, que por ser me­ 
nor, matreiramente - 
confessa e assume to 
da a responsabilida= 
de criminosa, para 
esconder o resto da 
gang, acintosamente . 
vestia uma camiseta 
furtada entre os me­ 
us bens pessoais. 
t gente cuja recu 
peração moral e so­ 
cial sómente por mi­ 
lagre de Deus poderá 
ocorrer. Estão dis - 
postos a qualquer ti 
pode violência e ja 
fizeram (apesar de 
tão jovens) uma níti 
da opção pelo ladÕ 
ilícito da vida. 
Mas voltando ao 
que é bom, o que rcs 
ta desse fato, é o 
descmoenho correto e 
eficaz de uma Repar­ 
tição Pública, e de 
uma equipe de funcio 
--------- 
0s mono e ora0 O 
bandidos que en:ron­ 
taremos a 6 lá e a - 
pós ua maioridado - 
treinados, formado 
e doutorados na esco 
la da crininalicladc~ 
Que tal, autoridn 
des civis e milita 
rcs montarmos nas 
saídas da cidade, um 
serviço de cancela e 
patrulhamento preven 
tivo, como já fize = 
ram com sucesso algu 
mas cidades do Sul~ 
a cxempln de Joinvi­ 
le-SC, onde o foras- 
tiro ao chegar ou 
sair sentirá que pe 
la Vista só quer re 
ccber os homens de 
bem. São apenas su­ 
<J<'SlÕcs, à título - 
de colaboruc5o de 
uma vítima de ato 
criminoso, neutrali 
zado tão sómente pê 
la pronta e eíicien 
te ac5o policiül. - 
O meu agradeci - 
monto p6blico i Po­ 
lícia ele Bela Vis 
ta. 
Vera 'l'ylcle de 
Castro Pinto 
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JUR'AI MI!ASA DE CARACOL. 
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J0!. C!+ IO JARDINENSE 
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J01+AL 1EM.«A DA NARACAJU 
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JOKM I; ATUIO JOÃO 
- A1TO J0MO - 
J0 AI. TKH! A NU'KTINIIENSE 
• l'OIOU MUltrl NI IO - 
- i''ºU,  lST, - 
ITo 
.. _,; . 
nários público,que 
mesmo cm estado de 
greve, perfeitamen­ 
te justificável, f 
ce as péssimas con­ 
dições em que trabe 
lham (baixos salá - 
rios, total ausên • 
eia de equipamentos, 
etc), continuam trr 
bolhando e querendo 
sanear a cidade, p 
ra que não deixe do 
ser o que sempre 
foi: uma aprazível 
cidade onde ainda a 
tê bem pouco tempo 
a violência não fa­ 
zia parte do coti -­ 
diano. o meu depoi­ 
mento, é também u~ 
apelo, para que ou­ 
tras pessoas viti -­ 
mas ou ameacRdas 
por tentativas de 
arrombamento e fur­ 
to, procurem a Dele 
gacia de Bela Vistã 
e registrem tais o­ 
corrências. O Dr.Jo 
sé Raimundo é bach 
relem Direito, com 
experiência profis­ 
sional anterior ao 
seu ingresso no Ser 
vico Público. É au­ 
toridade proba e in 
teressada em zelar 
pela segurança de 
nossa cidade e seus 
cidadãos. Contudo, 
muito pouco podern 
fazer a nosso favor, 
se naõ colaborarmos. 
Aproveito para - 
fazer uso dos meus 
direitos de cidada­ 
nia, apelando ao 
100 Regimento de Ca 
valaria Mecanizado 
(RC MEC), na pessou 
de seu Comandante , 
Sr. Ten. Coronel Je 
siel Gomes Ribeiro, 
e o Prefeitura Muni­ 
cipal, na prssoo do 
Sr. Edson Medeiros - 
de Moroes, para que 
apoiem institucional 
mente e logísticamen 
te o trabalho prevrn 
tive e repressivo 
que a Delegacia de 
Polícia vem tentando 
realizar, amenizando 
assim, as carências 
daquela reparti cão 
pública, motivadas - 
pela total omissão 
administrativa e po­ 
liticado Governo do 
Estado. 
Quem sabe Comun 
dante, a instituição 
de uma ronda de pa - 
trulhamento noturno, 
feita pelo pessoal - 
do 100 RC MEC não re 
forçaria em consis 
t:ência o trabalho rea 
lizado pela Polícia­ 
local, sem recursos 
humanos e materiais 
suficientes? 
Senhor Prefeito, 
não seria possível , 
através de suas Se­ 
cretarias Municipais 
da área social e Pro 
nav, instituir. em 
cooperação áo Poder 
Judiciário, um cadas 
troe um acompanha= 
mente de todos esses 
menores meliantes 
que a Delegacia de 
Polícia encontrar na 
rota do crime, em Be 
la Vista? Essa pode 
ser uma função soci­ 
al preventiva, que 
saneie o quadro so - 
cial da cidade para 
o futuro. Do contrá­ 
rio, se não tiverem 
morte prematura cm 
razão de suas ativi­ 
dade criminosas, es- 
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FY±REIRO E MARÇO" 
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JORNAL 'l'HIBUNA DA FIONTJ·!l HA 
ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL 
23 DE MAÇO DE '.992. 
- 
,tcnd5 
Ao conwntnr o retorno 
do Engenheiro Pedro Pedro 
lan ao caro de governa­ 
dor de Mato Grosso do Sul, 
o Deputado Federal pela 
Grande Dourndon, José E­ 
Uns Moreira (PTll), disse 
que está espcronçoso de 
que o go'crno que se ins­ 
talou ncstn oextn-feiru - 
pp,, possn desen'ol'er um 
projeto odministrntivo 
que venha de encontro no 
anseio de todos os segmcn 
tos da população sul-mot~ 
grossense. 
Zé Elina frisou que o 
empenho troçado cm compo­ 
nho paro eleger Peoros 
slan deve ser redobrado 
em ações que poaaom mor - 
cara retomado no desen - 
voh·imento em MS. "Com 
certeza, Dr, Pedro forã 
u governo onde as reivin 
dicaçÕes de todo o povo 
deste Estado estarão sem­ 
pre em prioridode, porque 
ele conhece todos os rin­ 
cões de Moto Grosso do 
Sul, e sobe que, sómente 
com muito trabalho, dedi­ 
cação, austeripade, e po­ 
sições enérgicos, aern 
possível equacionar . os 
problemas que atualmente 
tanto nfligem toda a pop~ 
lação", 
O ex-prefeito douraden 
se disse ainda que, uma 
boa atuação do governador 
Pedro Pedrossian, somado 
ao projeto de reconstru - 
tão do Po{s, lançndo pelo 
JOSE ELIAS C ·. • FIANTE 
na Retomada do _.Crescimento 
José Elias: "Com Pedrossian e Collor, nas ques 
toes que possam marcar a retomada do crescimento 
de Mato Grosso do Sul e do País". 
presidc-nte Fernando Col­ 
lor de Mello, são os es­ 
peranças de melhores di­ 
as para os sul-mntogros­ 
senses. "E, por tudo is­ 
so, é que estaremos sem­ 
pre dispostos a dar nos­ 
sa parcela de luto, cm 
benefício de decisões 
que venhnm reverter o 
problema do desemprego, 
e que possn acirnn de tu­ 
do, mnrcnr o processo de 
desenvoh·imento do Esta­ 
do e sua gente", disse - 
o Deputado José Elios no 
garantir que dará todo 
o respaldo necessário , 
em Brosílin ao Go,·erna - 
dor Pedro Pedrossian,bcm 
como ao Presidente Fer - 
nando Collor de Hello,na 
tarefa de viabilizar mu­ 
danços que possam incre­ 
mentnr o desen,·ol,·imeoto 
sócio-econômico do País. 
UNO 	1986 
VOYAGB 1983 
CHBVRTTB 1985 
PRBMIOS cs 1988 
GOL 	1984 
BBLINA L 1989 
CORCEL 1984 
' 
(OMPRA E VEN_DA D.E VEICULOS 
NOVOS E USADOS 
' 
L CERTEZA DE ·eoNs NEGoc1.os 
p 
D 
Governador Pedro Pedro:sstan e Dcp.Londres Machado 
ca.obnlldn r:t.·•u; er.pt·rnnco­ 
sa naqueles que estao a 
traçar o eu rumo bus­ 
cna da rota que, tuperan­ 
do todos os percalços,ja 
que procurará unlr, num 
Único ideal, n capacJd:i­ 
de técnica co o descor 
t!nio político, a faça 
suportar, com scgurnoça, 
num porto feliz", pregou 
Londres Machado. 
COKPROHISSO 
RUA - 
FONE - 
CAMPO 
SANTA 
GRANDB 
AMEL1A, 104 
624 - 7055 
MATO GROSSO Do S01. 
"se o momento é dIff - 
cIl para o País, mal de­ 
Ifcada ainda é a situação 
do nosso Estndo, que se 
debate em inpular crise 
de ordcn econômJ co-f inau­ 
cei ra", :ioallr;ou o pre.ol­ 
dente da Assembléfa Lels 
latIva do Estado, Deputa-­ 
do Londres Machado, em 
diucuruo de snudac;iio no 
Governador Pedro Pedros - 
oinn. Londreu concJ;mou n 
classe política à conjura 
ciio de e,:forço,: para supc 
ração da crise e projetou 
que a retomada do proces­ 
so de desenvolvimento po­ 
de ser comparada na uma ba 
tnlha que colocará cm tcs 
te n capacidade política-:­ 
A seu ,·er, é preciso bus­ 
cor o união entre os pode 
res, sem prescindir de 
sun outonam.ln e indepen - 
dência, o,·oliando que os 
polÍticos, no Legislativo, 
e os governantes devem es 
tar conscientcR da neces­ 
sidade de "redobrar seus 
cs(orcos". 
Para o Presidente do 
Assembléia Legioloth-o, o 
momento de dificuldades~ 
xige unm espécie de tré - 
gua para que o objetivo - 
de reconstruc;iio do P.stodo 
sobreponha às posições a!! 
·rsas. 'Esta crise se a­ 
presenta como UJll desafio 
capaz de aguçar e testar 
ns nossos inteligências e 
cnpocidade política de so 
lução de questões cmergen 
tcs que se colocnm como - 
anteparo tendente a tra - 
var o desenvolvimento 
( ... ) e a grande oportuni 
dade oferecida ao homem= 
de provar o seu devotamen 
to, interesse, capacidade 
e compreensão no coca.mi - 
lhamento de soluções que 
:onduzam a um porto segu­ 
ro a nau do Estado, hoje 
' çÕcs. 
. Coo rembro do PDT-Par 
tido que nas eleic;oes.pns 
sndas fez coligação co; 
o PMDB, Goldotii lembra 
que continuará seguindo a 
filosofia dq seu partido. 
Todavia, explica que não 
deixará de ouvir ns rei - 
vindicacôes das bases pa­ 
ra votar favoravelmente ou 
não nas mensagens de go - 
verno."Eu entendo que um 
Deputado de for= alguma 
pode pensar e interesses 
próprioo e legislor de 
for= o prejudicar o po - 
·:,", disse. 
Oscar Goldoni comenta 
·bém que o pro;raa de 
Londres Machado reite 
rou a disposição do Le - 
gislath·o c.m abrir a d1s 
cussão de propostas vol­ 
todos à recuperoc;ão do 
Estado. Os deputados, se­ 
gundo Londres Hachao,es 
tão dispostos a oferecer 
"o necessário e indfspc_!! 
sável suporte legol para 
o desenvolvirento de su­ 
as açoes que busquem, e­ 
feti"amcnte, encacinhar 
o Estodo na direção do 
seu progresso pleno, coa 
o adequada distribuição 
da justiço social, coro­ 
lário maior de qualquer 
trobolho adm.Jnistrntivo 
que tenha como centro 
das atenções o hoocm , 
rcsponsá·el pelo cresci­ 
mento do Estado e que, 
consequentemente, deve 
ser o primeiro e caiar - 
beneffclárlo dense pro - 
ccrrno': O PreG!dentc dn 
Assembléfna LeIslat tvna a 
lertou, porém, que tal 
co□pror.tlsno "preRsupÕc ~ 
m., cnlaboraçiio !nrlrui e 
conotnnte onde no entan­ 
to, há de ser respeitnda 
a independência que nor­ 
tela e dirige nas ações - 
deste" Parlamento, cons11- 
grando-o ao longo dn hie 
tória como instrumento~ 
nico cnpaz de, coe nute~ 
t1cidade e firmeza,retra 
tar os de·Jos e aspira­ 
çoes de um povo 
- Há de ser entendida - 
coo:o ,·álida a tomada de 
.posiçâo dos senborer; de­ 
putados quando,em defeso 
do Estado, adotam atitu­ 
des, mesmo que nao sejam 
estas compreendidos por 
w:i.o parcela da cocunid.a­ 
de", observou Londren,nu 
na alusão a votação da 
rensagem de aumento pro­ 
posto pelo ex-governador 
Marcelo HIranda.E deu ou 
tro alerta:. "não se pode 
entender que o c.omprotús 
so aqui expresso, de co­ 
Laboracão com a açi0 ad­ 
ministroth·"• tranafonne 
esta casa e seus Lote 
grantes em meros horola 
dores da vontade manIfes 
toda pelo cxocut:h-o" ,disse. 
Sllui: Me Comissn é com o ?v 
"O respaldo politico •
1
•• • . • ·, - · · • ' 
no go,·ernodor Pedro Pe- 	: 
drossion serã dado na me­ 
dida em que este faça u- 
ma odm.Jnistrac;Õo que ve - 
nha o atender as aspira - 
çÕes populares, disse o 
Deputado Oscar Goldoni 
(PDT), ao salientar que ,.:, • 
sua postura como parlame~ h 
tar estará diretamente li ~ 
gadn às necessidades dos 
sul-matogrosscnscs. "Não 
posso deixar de lutor em 
benet!cio daqueles que em 
mim confiaram", afirmou - 
Coldoni, que foi o segun- 
do Deputado Estadual ais 
votado nos Últimas elei - governo a ser colocado quinta-feira, dia 14 , 
Pm nrática por Pedro ?e- quando ?edrossian oante- 
./ 
--- cpusa oa &a,f 
drossian traz en seu bo­ 
jo ocôes importantes. 
"Gs temos que dar u 
voto de confiança pois 
Pedro Pedrossion assume 
um Estado com diversos - 
problemas, inclusive so­ 
frendo os reflexos do 
crise que se ·erifica e.e. 
todo o Pais. Agoro, é i□
portante tnmbêc que tudÕ 
isso o.ão fique apenas no 
papel. Daí ser o nosso 
responsabilidade :::uito - 
grande no sentido de fis 
calizar e exigir que 
novo governador coloque 
cm prática todos esses - 
projetos". Na rcu.niâ.o de 
ve contatos com os parla 
oentares da oposicão,Gol 
doni disse que toou co­ 
nhecimento de todos os 
pontos 1portantes que a 
no,:a administração -pre - 
tende colocar em prático. 
Ressalta que o disposi - 
cão de Pedrossian em ter 
no diâlogo o canal pera 
nente com o Legisl:,th·o­ 
represen tn "ur:ui f on::::.a de 
se pensar em soluções :::a 
is adequadas para recon= 
duzir Noto Grosso do Sul 
ao caoinho do desen,·olvi 
ento para obter assi 
destaque oerec.ido ã n! 
vel !aciona1". 
Anuncie e Valorize o 
J ornai de sua Cidade

Di FRONTEIRA BELA VISTA - HATO GROSSO DO sur. - 
23 DE MAÇO DE 1991 
- PliGlNA - 0G 
MENTANDO POR NANCY 
ANIVERSÁRIOS: 
6/3 - O bancário Rei 
nnldo Campos Azcvc - 
do, que está atual - 
monto está em Salva­ 
dor. Parabéns! 
15/3 - 2 anos do ga­ 
rotio Gabriel, filho 
do casa! Jorge (Rin­ 
Jo) e Celma que orga 
nizou uma animada 
fe,tinha, para jun - 
to com dmiguinhos 
cantar os "parabéns 
ã vcc6• o apagar ve­ 
linhas. 
17/3 - Aniversariou 
o ?relcito Edson Mo­ 
rars. A bonita e a - 
co:.c.!'c.,; ... nte P-azcnda­ 
Pr1mnvura ficou re - 
plota ic amigos que 
foram praça-lo pela 
data 
A NT DE BEM 
Reccber que já e 
peculiar no casal Ed 
Son1 o Cecília como 
serprc, oi alvo de 
muitos ~logios. Deli 
cioso almoço, chur = 
rasco e muita bebida 
servidos por eficien 
tes garçons! 
UM CON.JUNTO 
Musical alegrava­ 
com seus sons os con 
vidado. Após o almo 
ço o vereador Roney 
Simõe:s __, Dr. Cachito 
usaram o microfone - 
para proferir algu - 
mas palavras em home 
nagem ao aniversari­ 
ante. Logo após, Ed­ 
son muito emocionado 
agradeceu o carinho 
de que era alvo por 
parte de amigos e fa 
miliares. - 
VlItH..DOS 
E deliciosos do - 
ces foram servidos 
Assim como o bolo 
(feito pela Sra. Maí 
sa). 	- 
ENl:'IM, A COMEMORAÇÃO 
r 1 
Baltazar e MO Ivane­ 
is nodrigues e Rosa­ 
na, filha de Juliio­ 
c Elvia Dcnites. 
APÔS A CERIMÔNIA 
Civil os inúmeros 
convidados presentes 
foram recepcionados 
com gostoso almoço , 
suculento churrasco­ 
e muita cerveja na 
residência da noiva. 
1  NOSSO 
Repórter Ubaldino 
e sua jovem esposa - 
desejamos felicida - 
des na vida que ini­ 
ciam l 
00,US VOTOS DE 
Muita saúde, paz­ 
e felicidade à Sra . 
Teilú que aniversa - 
riou dia 9 pp. Na o­ 
casião amigos e fami 
liares foram até suã 
residência para abra 
ça-la pela data. Fi= 
no e delicioso jan - 
tar foi servido aos 
presentes. Parabéns! 
J NO Dll 11 
O casal Eduardo e 
Ana Mij Ocáriz come - 
morou mais um ano de 
casados. Na residên­ 
cia de Reinaldo e 
Maisa foi assado um 
gostoso carneiro pa­ 
ra comemorar a data. 
Parabéns! 
CORRESPONDRNCil RECE 
BIDI 
Conforme oficio - 
circular no 0030/91, 
recebido da Agência 
Regional de Educa 
ção, infonnando que - 
no Conselho Estadual 
de Educação encontra 
se o Processo de au­ 
torizacão de Curso - 
de Suplência de 50 a 
8a série,e esteestabele 
cimento de Ensino es 
tá planejando ofere­ 
cer este curso, ini­ 
ciando com as duas - 
10 etapas sendo: la 
etapa Português e a 
20 etapa História 
E.M.C., Geografia e 
O.S.P.B., e para 19- 
92 ofereceremos a 30 
etapa que é Ciências 
e Matemática. 
Pedimos a sua co­ 
laboração para divul 
gação, e os interes­ 
sados deverão se a 
EEPG., Professora Ve­ 
ra G. Loureiro para 
melhores esclareci - 
mentos e para fazer­ 
nro~ uma pi-ê-matricu-· 
la e levantamento do 
número de alunos. 
Contando com a 
sua valiosa colabora 
cão, subscrevemo 
nos, 
Atenciosamente 
Profa Ruth Janete Ca 
lestini - Diretora - 
da EEPG Profa Vera - 
G. Loureiro 
PROCJWIAÇÃ0 DA Sl?IANA SAIIIA 
Dia 24/03 - DONINO DE RAHOS 
Matriz de Santo Aíonno - 
7:00 hs , MIssa co benção - 
dos rncos. 
Capela de StQ Antonlo 
(Daacuê) 9:30 h, missa 
bat Lzodos e bençao dons ra - 
nos; Capela de St@ Rita por­ 
tlclpa Junto. 
Cnpcln do Divino Eaplrlto 
Santo - 17:30 ho, mlssn com 
benção dos raos. 
H...1trlz Santo Afonso - 19: 
00 hs, al1ton. coa benção dos 
raros. 
Dia 25/03 • 20 FEIRA 
Cnpcla do Divino Eepirito 
S!lnto 19:00 hs, conílssõcs - 
Comunitárias pnrn n Juventu­ 
de, 
Dla 26/03 • 30 FRlRA 
B,c.oç.ão dos Õlcos Sontos - 
em Nlooquc coa Sr-. Blapo , 
COCI o Padre Nilo vnt coa L0.1 
equipe de Bela Vl&ta. 
Dln 27 /OJ • 40 nnRA 
Cnpcln do Divino Esplrlto 
Snnto - conClsoão lndlvldunl 
18:00 hs., e 19:00 hs Isa 
e conflssoes cocn.mltnrl.011. 
Convidados 
De nais um ano de 
vi<la de nosso dinãmi 
co Prefeito foi de 
um dia de muita ale­ 
gria na Fazenda Pri­ 
mavera. Ao Edson nos 
sos voos de felici­ 
dades, e à Cecília e 
auxiliares parabéns 
pel.:-, ,:..,lícias servi 
do±! 
NO D-::..'. 16 pp 
Uniram-se em ma - 
trimonice o casal U - 
baldino, filho de 
Dln 28/0J • 5~ F'ElRA 
K.:Jtrlz de Santo Afonso - 
19:00 hs missa da lnstltJl - 
cão da Eucaristia e do 1ava 
pcs. lnstituiçno do Saccrdo­ 
clo. A partir d,is 21:JO hs 
inlcio dn adornç.Õo do Santfs 
sio, coreando pela cntcql.le 
se, Javcno lcgloniirlos e ter 
ninando a mela noite co l­ 
nlstros e lideres. 
Dln 29/0J • 6l! FRlRA 
Matriz do Santo Afonso - 
in{cio iis 8:00 hs Vln S.Ocrn. 
8:00 às 9:00 hs Catequese - 
9:00 às 10:00 he Lcgloruirl.n:o 
10:00 Õs ll:00 jovens - li : 
0O às 12:00 MLnlstros e L[de 
reo de Cocrunldndc.s. LiturgG 
da Paixão e Procissão b ris 
to Horto - lnlclo na Cnpclii°"­ 
do Espírito Santo is 17 hs - 
tcn:d.nondo na Matriz de San­ 
to Afonso 
Dln JO/OJ • SÃlWlO 
H.l.trlz. Snnto Afonso - sii­ 
b.odo de Alchd.n H.lssa. da Re 
surreição Benção do Fac.o e 
logo Batizados. 
OI.a Jl/OJ • DCt<INCO OI! PÃS • 
COA 
8:00 h MIs na Escola - 
Srutto Antonio, (Belo llorlzon 
te) • 10:00 hs Missa na Esco 
la João Manoel Rodrigues 
(Caleiras), 17:30 MLssa na 
Cnpela do Divino Esplrito • 
Santo - 19: O0 hs Missa na Mi 
triz dc-S4nto Afonso. - 
FEL 1Z P ÃSCOA Ã TODOS. 
'  . 
%2 li 
:,;- 
Flagrantes 
do Casal IlDSON e CECÍLIA nn Fazenda Primavera: 
·:.0 
• .. Sa 
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• ·ão : 
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ier e 
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5:: 
, 
e 
REFLEXÃO 
Deus está dentro­ 
de você! Mas está 
também dentro de to­ 
das as criaturas que 
voc_ê encontra. 
NOSSA FRONTEIRA 
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SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO 
LINHAS PARA: Bela Vista, Porto Murtinho, JarQim, Antonio João, 
Ponta Porã, Bonito, Guia L0pes da Lagun~. MaracaJu, 
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dia e C?.mpo Grande. 
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0NIUS P ARA. xcuRss@s 
VIê._JE BEM VIAJE COM 
A...Ql.UZEIRO DO SUL. 
ruzeiro d@S 
] 
-,

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 	BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - 
23 DE MARÇO DE 1991 
- GIA - 07 
Aconteceu 
DIA DO JORNALISTA NO 
ó0ir1.-cNrAL, 1o 
ixÉ.RerTO 
O Ministro Carlos 
Tinoco prestou home­ 
nagem aos jornalis - 
tas em 29 de janei - 
ro, pelo transcurso 
do dia sagrado à 
classe. 
Nu oportunidade 
órgãos de imprensa - 
da Capital Federal e 
de outros Estados , 
na pessoa de seus di 
retores, diretores - 
locais ou represen - 
tantes, foram recebi 
dos no QG EX, pelo - 
ilustre Chefe Mili - 
tar. 
Posteriormente, o 
Ministro do Exérci - 
to, na Sala de Im 
prensa, cumprimentou 
os jornalistas cre - 
denciados junto ao 
Centro de Comunica - 
ção Social do Exérci 
to. 	- 
HISTORIAS DA CASERNA 
CARTA.AO 100 R C MEC 
DESPEDIDA -- 
Escrita pelo Ex - 
Sd Ramão Leite Ozô - 
rio do 1 Esqd Cav 
Mec quando do seu FICA VINAGRE MESMO 
licenciamento do ser 
viço ativo em 08 d 
março de 1991. 
"Talves você, len 
do-me agora, possa - 
entender o que se 
passou,entender que 
de certa maneira é 
muito bom estar den­ 
tro do Exército Bra­ 
sileiro. 
A principio tudo 
era mlito árduo, éra­ 
mos tratados duramen 
te pelos instruto - 
res, mas com respei­ 
to, foi uma época 
muito difícil pois - 
eu naõ conhecia qua­ 
se nada a respeito - 
da vida militar, Por 
tanto foi preciso 
bastante ânimo para 
assim superar aquele· 
per iodo, na qual foi 
denominado de "perío 
do básico" foi onde 
aprendi o fundamen - 
tal ou seja o primei 
ro saber, o primeiro 
degrau. Ai então pas 
Samos a ser conside­ 
rados como "solda 
dos". 
Após o período bã 
8ico passamos a ter 
Uma qualificação, ca 
da um dentro de um 
determinado cargo , 
foi ai que percebi - 
que se consegue mui­ 
to através do compa­ 
nheirismo e dedica - 
ão, pois toda forca 
e débil se naõ for 
Unida. Mas o tempo - 
foi passando e fui - 
me tornando diferen­ 
te, aprendi a cum - 
Prir com o dever, a 
ser pontual e a ter 
responsabilidades e 
também a ter sempre 
Um comportamento e - 
emplar, enfim adqui 
Fi muita experiência 
amigos de verdade 
que dificilmente se 
&pagarão de minha - 
ente. Hoje para mim 
_um dia bastante di 
cil pois estou dei 
do s viaa iiiear 
5 o que certamente 
"tirei saudades de 
" isso que un dia 
Conforme o número 
anterior desse Sema­ 
nário, vamos contar­ 
nesta edição: 
1 
é, 
7 
foi meu lar, o palco 
do minha maturação e 
também uma grande os 
cola na qual obtive 
um ótimo resultado 
A vocé que esco - 
lher a profissão - 
de soldado, zela e 
ama a nossa pátria, 
trabalha sempre para 
que tenhas um pouco­ 
mais de conforto, se 
sacrifica para viver 
melhor, se tornará - 
um escravo do dever­ 
para que todos te ·­ 
nham liberdade, se 
arriscará para que 
as pessoas possam 
ter segurança e se 
preciso morrerás na 
guerra para que'ou - 
tras pessoas possam 
viver em paz. 
Acho que diante - 
de tudo só tenho al­ 
go a dizer "Obrigado 
Senhores" 
(Ramão Leite Ozório) 
O personagem des­ 
te capítulo é, hoje, 
um vitorioso homem - 
de empresa, na quali 
dade de Diretor Exe­ 
cutivo da Mineração 
Urucum S/A, em Corum 
bá, Mato Grosso do 
Sul. 
O nome completo - 
do nosso herói deixa 
se para o final, po­ 
is divulgá-lo neste 
segundo parágrafo t_i 
raria todo o "suspen 
se" da narrativa. - 
Coxria o mês de 
Janeiro de 1952 e, 
nas alas do primeiro 
piso da AMAN, preci­ 
samente na ala "F", 
do primeiro ano aca­ 
dêmico, o Ten Dirceu 
de' Araújo sã Bitten­ 
court tratava de, na 
segunda formatura do 
P-9 dar o "nome de 
guerra" de seus ca - 
detes. 
A providência im­ 
punha-se, vez que L 
obviamente, das cin­ 
co origens normais - 
dos cadetes da "Aca­ 
demia Militar das A­ 
gulhas Negras" ( MC­ 
Meio Civil; Cm - Co- 
1égio Militar; e das 
três EPC-EPISPA, EPO 
FE e EPPA, respecti­ 
vamente, são Paulo, 
Foratlêza e Porto A­ 
legre) provinham iná 
meros "bichanos" com 
idêntico sobrenome - 
que era mistér diver 
sificar. 
o Ten. Dirceu re - 
comedou que, à medi­ 
da que fossem sendo 
chamados, os epecea­ 
nos respondessem o 
"antigo nome de guer 
ra", isto é, o de o= 
rigem na respectiva­ 
EPC. 
O mesmo Tenente - 
Dirceu explicou que, 
em uma segunda eta - 
pa, cuidadaria do MC 
e do CM ( que as mas 
línguas diziam ser 
MC e CM, a mesma coi 
sa, isto é, "paisa - 
no", termo 'deprimen- 
EXERCITO BRASILEIRO 
Segurança e Integração 
na Caserna 
te cm se tratando de 
qualificativo desti­ 
nado a um militar , 
pois significa "sem 
vocação") não muito­ 
afeitos ao assunto. 
Feito a recomenda 
cão começa a· canto - 
ria, cada qual rezan 
do para que o novel­ 
companheiro não ti - 
vesse o mesmo sobre­ 
nome - vale dizer o 
mesmo "nome de guer­ 
ra" - pois seria du­ 
ro dizer para os ami 
gos mais chegados: - 
- Meu nome de 
guerra agora é Amei 
da ... 
Isso, para um 
brioso cadete dos a­ 
nos 50, seria o mes­ 
mo que, nos dias atu 
ais, o Tarcisio Mei­ 
ra chegar em casa e 
dizer para.a Glória 
Menezes que, a par - 
tir daquele momento, 
por imposiçaô da Glo 
bo, passaria a se 
chamar, Pedro Ozório 
Figueiredo. 
Mas voltemos ao 
P-9 Romito continua­ 
va Romito, o Bonacos 
sa continuava Bona= 
cossa mas já ocorre­ 
ra impasse em rela - 
cão a uns dois ou 
três desafortunados 
cadetes que o Ten 
Dirceu anotara e 
iria resolver, depo­ 
is, na base do com - 
plicado sistema da 
"maior antiguidade". 
O Ten Dirceu A - 
raújo sã Bittencourt 
chegou, finalmente, 
no caso de nosso per 
sonagem, hoje como 
já disse, um ilustra 
do bacharel em Admi­ 
nistração de Empre - 
sas, líder como sem­ 
pre, e alguns anos - 
atrás, um decidido - 
«Cmt de Subunidade I­ 
solada, a famosa 20 
Cia de fronteiras 
atual segundo Be 
front, em Coxim, na 
fronteira com a Boli 
via. 
- Cadete 1304 , 
gritou o Ten Dirceu, 
mando para o espaço 
o número de nosso he 
rói. 
- Vinagre, respon 
deu o dito cujo, em 
berro possivelmente 
ouvido em Volta Re - 
donda, cidade a 40 
Km de Resende. 
O P-9 inteiro , 
quase morreu de rir 
e o cadete Mota, do 
MC, ou seja, do Meio· 
Civil, na hora, con­ 
seguiu seu "licencia 
mento sustado" por 
três sábados consecu 
tivos, para começar:- 
Sanado o inciden­ 
te, não sem ameças - 
do Nono Pelotão fi - 
car detido até o -na­ 
tal, o Ten. Dirceu - 
dirigiu-se novamente 
ao cadete Vinagre e 
perguntou à meia voz, 
quase imperceptível, 
para não causar ou - 
tro alvoroço: - CADIE­ 
VINAGRE, você não trem ou­ 
trO oDr?nane p/ 'hy,A,[oooooroo 
guerra"? - Tenho sim e­ 
nhor. - QJal?, indagou. 
- Marimbondo, 
Nova onda de ri - 
sos, novos licencia­ 
mentos sustados, do­ 
is para o Romito 
dois para o Bonacos­ 
sa, um para este au­ 
tor deste Bom,Dii , 
Azambuja, que estava 
ao lado do Vinagre - 
por questão de pos - 
suirem ambos, à épo­ 
ca, a mesma altura, 1------------------------, 
O Ten. Dirceu , 
ultrapassada a fase 
repressiva, voltou - 
se para o quase cade 
te Marimbondo e co - 
mentou baixinho. 
- Fica Vinagre 
mesmo. 
Era exatamente o 
que desejava o valo­ 
roso cadete Enéias - 
Marimbondo Vinagre, 
de Infantaria, que - 
continuaria ao cor -1------------------------1 
rer dos anos, um ex­ 
cepcional militar, 
até se revelar, já 
na reserva, um admi­ 
nistrador de empresa 
bem sucedido. 
Em Corumbá, MS 
como já disse, por - 
ter ouvido do pró 
prio e de viva voz. 
Que aliás, conti­ 
nua trombet.eante. 
EXÉRCITO BRASILEIRO­ 
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na que vem, a cober tu 
ra ornalístlca das 
atividades da Câmara 
Municipnl do Bela Vis 
ta l.f'rii um enfoque aI 
ferente. Neuta ediçãÕ 
jú upro!J ntumo::i al 
guns coboço!J de co­ 
mo será a coluna CÃ 
MARIA É NOTICIA E IN 
FORMIÇlO .• Esperamos 
que essa cobertura 
agrado aos leitores 
de a 'l'F, 
PREOCOPJÇÃO 
Uma das preocupa - 
çõeu da atual Mesa D! 
retora dd cãmara é a 
agilização de seus 
serviros, não só no 
atendimento às reivin 
dicações do povo, mas 
também no que se refe 
re .:io próprio funcio:: 
namcnto da Casa. l 
bem da verdade, e pa­ 
ra que o povo seja 
BEM lN[CRMJDO, quere­ 
mos dizer que a Câma­ 
ra de Bela Vistp é 
uma das mais pobres - 
de nossa região, é is 
to mesmo, há Câmaras­ 
que possuem estrutu - 
ra inveiável, em nos­ 
so caso os vereadores 
não podem nem usar o 
telefone, se alguém - 
pede um auxílio (pas­ 
sagem, receitas, etc) 
a verba tem que sa­ 
ir do bolso do ve - 
reador. Segundo in­ 
formações, um verea 
dor na cidade de An 
tonio João (muito= 
menor que Bela Vis- 
ta) ganha mais 
de Cr$ 200.00 
por mês e 
lá a cãmara tem NO­ 
VE FUNCIONÃR.IOS. 
Os vereadores de 
Bela Vista não que­ 
rem TANTO, querem­ 
apenas RECEBER em 
dia os seus salári­ 
os e condições para 
trabalhar. 
Esse negócio de 
1-0RIXlMll não existe 
no Legislativo bela 
vistense. - 
CJNlLIZAÇÃO DO CÓRREGO 
O vereador João Ka •,---------~ 
life apresentou indi­ 
cacão solicitando que 
o Prefeito Municipal 
inicie logo os traba­ 
lhos de canalização - 
do córrego que passa 
na Baixada Corintia - 
na. Kalife quer tam - 
bém isenção do IPTU 
aos funcionários do 
Dersul que estão à 
disposição da Prefei­ 
tura Municipal. 
hnlicapes errais 
DA SESSÃO ORDINÃRIJ 
VER. CARLOS ALBER'l'O 0CÁRIZ 
Para que seja ende 
recado Moção de Con 
grntulaçõco ao Ilm 
Sr. Dr. Ricardo de 
Souza Rosa, Presi - 
dente do llonpital 
Saô Vicente de Pau - 
l.1, extcnnivo ,i to - 
dos os funcionário 
pela inauguração dé 
novo Hospital. 
CUMPRIR l LEI 
Poulo Mello ende - 
recou expediente ao 
Prefeito Municipal , 
no sentido de cumprir 
a Lei no 733/82 
Na foto um dos atu 
============= 
Ver. JOÃO KAL1f1: 
·, 
' 
Solicitou que-- ·i 
fosse endereçado Mo- 
cão de congratula 
ções ao Governador - 
entrante Dr. Pedro - 
Pedrossian e equi­ 
pe pela posse, dese­ 
jando que Deus o ilu 
mine na sua caminha= 
da e lhes mostre o 
rumo do progresso 
do desenvolvimento e 
da paz social para o 
nosso Estado; 
- Solicitou ao 
Prefeito Municipal, 
no sentido que se 
viabilize projeto - 
de lei criando o Fun 
do Municipal de Saú= 
de e o Conselho Muni 
cipal de Saúde; tais 
providências se fa - 
zem necessárias e ur 
gentes para adequar­ 
º Município no setor 
de saúde ã fim de se 
integrar ao SUS (Sis 
tema Unificado de 
saúde), sem o que 
seria impossível re­ 
cebimento de verbas 
e ressarcimento do 
atendimento efetuado 
pelo Município à cl! 
VER. MARCOS ELIAS R. DA CRUZ 
Solicitou ao 
Prefeito, para que 
determine ao Secretá 
VER. ANSELMO LOPES 
- 1 
Ver, CARIDS ALllllKl'O OCÃIUZ 
entela pela universa 
lização do SOS; - 
Solicitou ao 
Prefeito Municipal , 
que seja criada uma 
linha de õnibus cir­ 
cular que atenda às 
necessidades de liga 
ção do centro ao 
Bairro Ãgua Doce; 
- Solicitou ain - 
da, que fosse endere 
cada Moção de Congra 
tulações ao novo che 
feda Receita Fede - 
ral pela posse. 
-=-=-=-======== 
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is 
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ea 
rdo. 
sto 
·coa 
": tt-ab 
VER. JORGE DE SOUZA ROSA 
PONTE DO ITÃ 
O vereador Cássio 
Acioly solicitou a 
recuperação da Ponte­ 
do ltá, na rodovia Be 
la Vista a Caracol - 
tendo em vista 
o madeiramento 
podre, podendo 
sar acidentes. 
que 
está 
cau- 
------------------=---============ 
- Solicitou ao 
Prefeito Municipal - 
com cópia ã Enersul 
a colocação de lumi­ 
nárias na rua Barão­ 
do Triunfo entre a 
lv. Teodoro Sativa - 
até o Bairro Espíri­ 
to Santo; 
VER. PAULO MELLO 
- Solicitou ao 
Prefeito Municipal - 
com cópia à Enersul, 
que seja colocada pe 
lo menos 02 luminá = 
- Solicitou ao Go 
vernador do Estado - 
com cópias ao Secre­ 
tário de Segurança - 
Pública e Cmt. da Po 
licia Militar, nÕ 
MOÇÃO 
- Solicitou à Me­ 
sa Diretora da Câma­ 
ra Municipal, que 
encaminhe cópia a,p 
Of. no 054/91 do 
Prefeito Municipal 
a todos os vereado 
res desta Casa. 
rias no quarteirão - 
que liga o Bairro I­ 
taboray, na saída •do 
Distrito Nossa Senho 
ra de Fátima. 
sentido que viabili­ 
zem, com urgência , 
úm veículo para Poli 
cia,Militar.desta ci 
dade. 	- 
CÃMlRA DE VEREADORES 
DE CONGRATULAÇÕES 
Se de lua coisa e Ifvrei, entre as doenças prof la«fora- 
1.8 do Jornalinta, fof dessa que, eundo Ealle enrlot, Mata 
de tédJ.o o JornalIta oa 50 anos, pof "tudo continua a lhl' 
interessar, a4JI ele não ré e nada porque vJu tudo e n.:uia M 
ia o diverte". 	- 
laso dlzla Cario• LocerdA, no est Lulante ensafo A KlSSÃO• 
DA INPRE!ISA, publl..cado pela Agir ea 1950. 0 texto, coa prefi­ 
clo de Creaílda Medina, fol reeditado na coleção Clássicos do 1 
Jornal1o Braleiro da Escola de Counfcações e Arte da U- 1pi 
nlversIdade de São Paulo. E ua convJte à reflcxÃo, St!III dÚv1 ~ tld 
da. 
O pensamento de Lacerda é m.-1 estocada nos profisalonalt - 
da am.argura. De oot.e:a e de hoje. Arremete contra os que oca·rl 
ctaa ua cetro "Justificador de colacncIas e capitula - 
çes". Cinfso, cetiso, ioa refervida, ferentaçao de des 
peltoa, requintados azedumes tudo uso Lacerda pura. 
De fato, o au cetlao (há o boa cetfsao, base do jornalfs 
110 lnvestigatlvo) e una persistente "sinistrose Informativa " 
aõo alntOG41J inequ!voeos de doel'lÇJI proflssLoruil. O jornDlbmo 
de qualidade recla= wa tral>alho l.nve.atlgatlvo. O proflsslo • 
nal, ao garl.mpllr a Lnfonaçao, deve lr fundo. 11.io pode {J.ur 
M apar'encia, no gesto, na frase de efeito. ná, portanto, t11 
jomallJ;:mo lnveatigatlvo sé-rio e absolut.a:,ente nece:osário. ()J 
tra coisa, totalmente diferente, e o que podemos defl.nlc cO.Õ 
jomal1"""' de unpeita. O profissional uspicaz é essencial 
mente uia m{ope. Nao tesa "olhos de ver" .. koo adi:ilte que possa 
existir honradez, abneacio, decência. Tudo passa por ua fll 
tro n=.argo e corrosivo que se traduz nuci..1 difllcud.ade cre.s.un 
te de elogiar. 
A l..cprena4, dirão, não tem a funçao de apresentar ua rea 
lldDde cor-de-rosa. Te u papel de dcnÚncl..a, de cootrapooto. 
Sem dúvida. E de demüncia enérgica, contundente .. 
No entanto, a obsessão pelas aiia not!cl..rul MO sera usa for 
a de desinforação! O probleas não eta na veiculação_de ng 
t[elas e Imagens de catástrofes (a guerra no coto Pér«lo, a 
pesar da carga trágica de desuantzaçio, Justifica u rplo 
notl.clarlo}. O problema esta na [ndroe de catástrofe que P 
rece perear aluas coberturas ordinarfas. 
De fato, de alguza terpo para ca, a Lages do mundo transa! 
tld:l por a.lguna telcjorn.a.l..s se tornou desoladora. As novelas, 
u dos esportes prediletos dos brasileiros, estão progrra4ai 
na sequencia doa notlclarloa c:.ocx:, fon:an de ollvl.Dr u t:,en.50fl 
acumuladas coa a overdose das nas noticias. 
E.ss:a pn.ssion.ali.ulç.ao da not[cLa, contudo não é l..nÓctJ.2.• Jts 
verdade, podemos estar percorrendo perigoso' ltt.nerárf.o• 
0 
da separação da fdLa ea relaçaio oo público. 
A vida_te luz.e.a e sOC1bnu1 .. 'talvez a imprensa esteja C4rfl' 
g.o.ndo o. nao nas sobras. E o público coaeç.o. a dar ostras de 
c..o.nsaço .É coodo e relativamente facfI provocar eaoçóe..s .. tn­ 
foraar coa profundidade outra conversa. Exige trabalho, 
p,etcncla e talento. Cocio enfat.1.zou Carlos Lacerda "o egre 
do dt> Jornalúmo consU'te es:a t.ocLllr multo a séerto oá fatos co 
tldlanoa, &ea,_ao mcsao tes::po, perder .a. perspectiva d3 relr 
tiva desportancla de tais fatos ena face do tempo- 
_ Essa. combinoçno de atualid4dc e perannêncLa é. que d.i coa '"' 
teudo a.o Jornall.s=o, na pedida ena que esses d.ois fatores t 
cobina para forar a substancia do jorna1". 
A definiçao, carregada de aer-cno realim:ro conta a recel 
ta para o joraliso de qualidade: equt1{6 Lnforativo- 
CARLOS ALBERTO DI FRANCO- é professor-titular &e Ética 7 
da Counicaçao na Casper Libero e representante da Fauldad 
de Cicncias d.A Inforaçio da Universidade de Krvarra o Da - 
&11. 
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