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aro • 
BP.LA VISTA MA'l'O GROSSO DO SUL N0:1.031 - AN0:20 ·06/04/91 DIRETOR IIBSPONSÃVIlL: lVAl,DO PI.REI RA Cr$ !JO, no 
"rei, ti" 
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IRROMBIDO 
No Último dia 24/03,nA 
10:30 horns, foi detido e 
preso cm flagrante no Res 
taurnnte 
11
Pnnch<" Alegre"~ 
nestn cidnde, o elemento 
de nome João Apnrecido Fn 
chinl Ferreiro Pereirn 
brnsileiro, cnsndo, sem 
profissão definido, filho 
de José Aparecido dos San ' 
tos e de Emllia Ferreira­ 
Pereiro, nntural de Pontn 
Porâ-KS., nnscido cm 10/ 
12/60, residente à rua 
Ru'in Nu, nQ 1.528, nn ci 
dade de Pedro Juan Cnbnl= 
lero, República do Para 
guai. 
Na noite do din 23, sa 
bado o citado elemento ar 
rombou a residêncln de 
propriedade do Sr. Victor 
Baroldo Lino, situado n 
Ruo Deputado Hnrio Van 
Den Bosch, de ondr. furtou 
dl'crsos jóias e outros 
objetos, tendo entrado na 
l 
João Aparecido F11chJni Ferreira Pereira 
ESO EM FL 
casa após conseguir ti - ccr, dirigindo-se até o 
rnr o aparelho de ar Rcst~urnntc "Pnacho Ale­ 
condicionado de um dos gre", na sr.-!da da chia - 
quartos. Após o furto o de, onde encontrava-se - 
nrrombador ocultou-se - tranquilamente tomando 
à ccrvcjn e aguardando o Õ 
nibus para Campo Grande 
quando foi detido pelo~ 
Condições para a 
Polícia Trabalhar 
num matagal próximo 
Ponte soôre o Rio Apa 
de onde saiu ao amanhe- 
Prcs.da Câmara Ver. Jorge de Souza Rosa 
r.ente da Polícia Cl·11 0- 
1 h·eira Nicanor da Cunha 
pelo Soldado YH Milton 
e Carvalho, sendo teste­ 
munha o Sr. Odew1r Lopes 
r.arbosa. 
João Aparecido possui 
J:"lSSagec pela Polícia do 
Y:unicÍpio de Jnrdic, tam­ 
t,ém por furto. No noite 
'o dia 23 o elemento h,1- 
,·ia aind:, lm·adJdo m.1iR - 
trêR res!df!ncL,,:; r.ct nosaa 
·~OOLnJ_º !_,!s_oo c_09 __, 
Cachito quer revisão e 
-vistoria da rede elétrica 
C Presidente do Càmarn 
Xunicipal dr Bela ViRtn , 
Jorse de Souza Rosa, dis­ 
se que hã poucos dias rec.!:_ 
beu Ofício do Dr. João Ba 
tisra Pereira - Coordena= 
dor Geral de Planejamento 
Finanças e Adm.inistracàn 
da Secretaria de Seguron­ 
ca PÜblica, informando 
que esse Õrgào está estu­ 
dando a possibilidade de 
en•iar uma ·intura pnra fl 
destacamento da Polícia 
Militar de nossa cidade. 
O Vereador apresentou 
indicacào, no sentido de 
que "não seja estudada a 
Possibilidade, que seja 
t'osol'ido de imediato o 
Problema, pois o po,·o be­ 
la'istense estã intronqui 
ln, apesar da bon 'Ontadc 
de nossa Pol{cin, tanto n 
!'li como A Polcla Civ11 - 
tst~o sem condicÕes de a­ 
t@:ndcr o po,·o, nõo temos 
tiaturas, equipnmento e 
Ptec:isamos., também, de 
Rafor efetivo policial". dios. Lembramos, também, de mudanças, o Governo 
Foi oportuna a lembran que n nossa PolÍcin está PRECISA e DEVE pagar me­ 
Ca do Vereador, haja is- se portando eficientemen lhor os nossos poli - 
ta as inúmeras·ocorrênci- t;e, mas precisa de cond,!_ c!nis, ch·is e militares, 
as policiais doA últimos çÕcs pnta melhoràr ainda •SO assim poderemos ter 
esns, com assaltos, mor- ma.is n segurança dos ci- bons profissiClnais a ser O Vereador Marcos E­ 
tos e tentafvas de homicÍ dadÕos. E neste quadro ,·ico da segurançR do•po,·o. lias da Cruz está "preocu 
Integrar;ão Comera em (Casa ##± 
pa. 	mento de que alguns Vc - ciso dnr condicÕes dig - 
O exemplo começa em readoreS ,·ataram contr.:i nas para aquele povo vi- 
"Casn" .. Vi•emos num.A ci- o empréstimo de ciiquinas ·e:- e proctuzir, sem iStC 
dnde situada na faixn de para a Prcfeirura {Muni- nõo há razão de ser para 
fronteira, se não conse- cipalidnd de Bella Vis a chamada refora agrá - 
guiniios esta integracào ta (Paraguai) sendo que ria. 
nqui, entre duns cidn - estn fornrceria o cC'lmbus RefC'lrm« r1g·rária si:n, 
des, onde br;:isileiros e t!Yel. 	- mas criação de ía,·elas 
paraguaios estão ligados Acreditamos que hou,·e rurais não. 
atê. por laços famil~ares, mal entendido, e isto se Na sessão dn Câmara - 
então cstn ntegracção en ri esclarecido, pois os }1unicipal. desta se.rnann , 
tre os pa.íses do Cone nossos vereadores sao Marcos solicitou no Prc- 
Sul será mais uma p!ada conscientes e sabe do feitC'I n construi;Õo dP u- 
dns Rcpúblic:bs d(s Bnn_.'.1-· mome:ito histf'rico que es ma casna para o Professor 
tos fendo. que 'eciona no Assenta - 
menta e o atendimPntn ~~ 
dico-odontolÕgico pcl; 
menos uma vez por sccuma. 
Se isto não for poss{yel, 
que o médico e um dcntls 
ta ·isifali o ltSS<"ntacrnt; 
de dez rm dez dias. 
Se a preocupação do 
Go'ernador "edro Pedros­ 
sian com a ENERSUL é re­ 
lattva a auditoria par! 
ver como, onde e por que 
a empresa deve tanto, em 
nossa cidade o Vereador 
Carlos Alberto Ocáriz 
(Dr. Cachito) falando cm 
nome do povo, solicitou 
que se faça o mnis bre,·e 
possÍ'el uma 'lstoria e 
re'isio da rede elêtrica 
que serve (serve?) o Y.u­ 
nidpio. 
Eis as pala,·ras do Ve 
readorna Cãmara Munici= 
pal: 
•"A situação da ener - 
gia elétrica de nossa ci 
dadc é de tal fora pre- 
ç-Íria que jâ se tornou 
tema de piadas. As lumi­ 
nárias pÜblicns na sua 
maioria estão queimadas 
e/ou quebradas; nrs ruas 
~scuras já propiciam o a 
parecimento de vadios e 
ladrões. A instabilidaée 
dn corrente ê um tonnen­ 
éo para os proprietários 
de eletrodomésticos. A 
qualquer sinal de nu,·em 
que: prenuncie chu,·n, já 
VER 
e 
e id,,dc " Corn tn:nbrm nu - 
tor do roubo refd@ncIa 
do Sr. José Gor!bnldl da 
Rosa Neto, ocn-rrJdo 
mê_s de dezrmhro do ano 
passndo,dc o'lde foram fur 
tados dos revólveres,uma 
:u:Íqulnn fotográf icu, um n 
parelho de no e uc.1 - 
11
guaJac.J". Ao que tudo in 
dica o "ar:tlgo do alheio
11
- 
,· 1sita,·11 periodlcamente n 
cidade pnra praticar seus 
nn 
d@nc ias "e,colidas" para 
seun furtos. 
Dentro do poss!,·Pl a 
Ptefeüura Municipal de 
Bela Vista e não só a 
Prefeitura: mas, também, 
ªª entidades, clubes, em­ 
Prcsiirios dc'em colabo - 
ta ' 
B t com as autoridades de 
•lla Vista (Paraguai). E 
v 
1 
Ce-,•crsa. Afinal, a pn- 
"""Ta de orde agora é in 
n:&raçao. Temos quatro n- 
hs Para preparnr o cnrni­ 
hho, provar que nós, sul­ 
~ricanos, temos condi - 
s culturais, políticas 
econôtcas para criar o 
nonso Merca~o Comum (Mer­ 
ou1) exemplo da Euro- 
nas. 
Com auitn surpresa, n 
tê com certa decepção,E 
conheci = m,·ur.os, 
llll(A.os MORT~S A TIROS DB GROSSO CALIBRE - CRIME NA VILA 
COHAB CHOCOU A COMUNIDADE BBLAVISTBNSB 
l 
furtos,nuldo loo e 
seu Ida parn outras lo­ 
cal idades levando o pro 
duto de eu, roubo,,0 e 
lemento encontra-te na coa 
dd11 pÜl>lJc .. dr lldil Vfc:t,i, 
a diposcio da Justiça.O 
Delepado lo:,é E.a lruundo - 
Pinto l'ilhn inlnrr.,nu ?i r 
portnr;e□que estio edo 
Invetiadas ainda a prtI 
cIpação de alguns ele±n 
tons aqui em nossa cLda­ 
de,ao que tudo lr.,Hc., n nr 
rombador não har {a ido 
fiOL: !nho, pofsderorvstra to 
tnl c-onhcclmcnto <l:1a rc:..l_ 
l-b.rcns Ell;is Rio:; d .. r: Cru;,: 
Solicitou, nlcdn, que 
SPnsibiHze o Go,·err.~ co 
Estado para u atendimen 
to permanente aos asse- 
I 
/ 
/. 
ficamos sem luz, com cor nimn ntenç~o. 
tes que não raro attnge A situação é caótica 
marcas de record de doze e li chegou ao II!t> to 
horas sem energia, co - lerivel. !ão podemos crei 
gra,·es prejuízos a todos cer e desenvolver sem um 
e,· principalmente ao co- servico de enerin al­ 
mércio. A pontualidade e tura de nossas ecessida 
presteza do serYiçn só é des e do ,·n lcir p::.~o p,:, : 
obsen·adé na cobrança e- los usuários. 
ficientP. de altos valo - Contundo co::::: o no·:o 
res, inclusive da taxa espírito de rudança e 
de ilumina cão pblica. realização da nova adi­ 
Reiteradas as reclamaces nistração, enians nova 
da taxa de fluinação - rente nosso deseperado 
ter sido feitns e endere pelo e aguardaros ars!o­ 
cadas à Empresa,sem a mT sos a soluc.iio". 
m - [iifif 
, [f 	Lr..J [1LJ 
E# 
tados"dando condiçe a 
ra os aeses zraalhr­ 
e produzirem a!g. 
PRDRO PBDRRJ~ . l 
~-------------~ª - 03 1 
~ 
1 
±:

REIBERTU 
REU IRÍ P 
O Prefeito de Porto 
tf.,rLJnlio, lleltor t!irnndn­ 
dos Santos, esteve com o 
Prcfcltn Uroz Halo discu­ 
tindo a renllzaçiio de um 
encontro que deverá reu - 
ntr, em Dourados, os prc­ 
[e[to de regtoes com ca­ 
poe1dndc para cxportaçio­ 
dc produtos, quando será 
nnalisnda u viubilldade - 
clu rent_ivuciio do porto 
(luvlol de Hurtlnho, A es 
colhu de Dourados, segun-: 
do Heitor Miranda, deve - 
se no fato do município - 
ser o mais importante po 
lo desta região, com fac! 
lidades para envolver pre 
feitos, deputados, sccre-: 
tórios de Estado e mun1ci 
pais, e lideranças polit! 
cns nesse projeto. 
DE P 
EITO. 
TO FLUVIIL 
M DOURDDOS 
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Tratado prevê fim das 
barreiras tarifárias cn - 
tre Brasil, Paraguai, Uru 
guai e Argentina atê 1995 
Assunção - O presiden 
te Fernando Collor apro = 
veitou a cerimônia de as­ 
sinatura do Tratado de As 
sunçao, que criou o Mercõ" 
do Comum do Cone Sul (Mer 
cosul), para anunciar õ" 
suspensão da cobrança do 
Adicional de Frete para n 
Recuperação da Marinha 
Mercante (AFPRN) sobre 
produtos importados da Ar 
gentina, Paraguai e Uru-: 
uai. A consequência ime­ 
diata da suspensão e are 
duçào do preço dos prod­ 
tos importados dos parcet 
ros brasileiros no Merco­ 
sul. O gesto foi entendi­ 
do como uma dcmonstrnçâo 
concreta do desejo de se 
promover a integraçaÕ pre 
vista pelo tratado. - 
Collor e os presidcn - 
tes Luiz Lacalle (do Ur­ 
~uoi), Andrés Rodriguez - 
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10 LINHAS PARA: 
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llffll'Olt ►ltnANDA - l'RIWl!ITO UE 
fuRl'O HÜK'.flNIKJ 
Conforme informocões­ 
do prefeito visitante , 
outroE•·encontros já fo - 
ram realizados para ana­ 
lisar as viabilidades 
técnicas e econômicas da 
reativocào do porto, que 
foi fundado há mais de 
um século visando aten - 
* REPRODUZIDO DE "O FSTAOO DE SÃO PAULO" * 
(Paraguai) e Carlos Me - 
nem (Argentina) celebra­ 
ram a assinatura do Tra­ 
tado de Assunção com as 
mãos dadas e braços er - 
guidos. O acordo prevê a 
eliminação das barreiras 
para circulação de bens, 
mercadorias e pessoas en 
tre os quatro países ate 
1995. 
Até 31 de dezembro de 
1994, as tarifas alfande 
gãrias dos produtos ven= 
didos entre os quatro 
países sofrerão redução­ 
de 7Z por trimestre. Em 
julho, 47% dos produtos 
do comércio regional jÓ 
terão uma redução pro 
gressiva em suas tarifas 
Até janeiro de 1995, ca­ 
da País terá uma lista - 
limitada de produtos so­ 
bre os quais a tarifa zc 
ro não incidirá. Para - 
guai e Uruguai, cm razão 
das peculiaridades de sa 
as economias, ainda pode 
râo manter uma lista re­ 
duzida de produtos até 
Das várias inciativas do governo Co11or, ur.:a se destaca pe 
ln lmport;mcio ecc1_;Ô:Jica·polftlca no nível internacional: - 
Lrediata aproximação cor os países da Aérlca Lat{na a core ·­ 
çar pelos vlzint20s do Cone, Sul. No quadro atual de crescente - 
abertura derocritfca dos pulses europeus e dos novos cG"os • 
de alianças, Inpoe-se tarbé ao Bras!l acompanhar o estímulo • 
da nova política de couidades, nu rundo que não pode e raio­ 
sabe,mais conceber a v!da Isolada de países ou grupos fechados 
de n.1çoes. A un Lao dos Esta dos europeus é o gr.1nde r.ode lo e de 
saffo para_os denals continentes. A abertura para a democracLi 
e a ex.pertencia. que deu certo no pós-guerra, cor.:o exigência !n 
terno da Europa, ras tarbém externa. k redlda que a Europa sê" 
rcunlfl.ca, ta.:ibern se. nbrc nos outr~s continentes, desde que ha 
Ja una correspondente derocratfzaçao dos países coo eleiçÕes­ 
livres, pluripartidarismo .respeito e garantia dos dlreltos - 
fundaoentnls da pessos humana e do cidadão, enfi.J!, de::ocrn. - 
cfa cfetlvn._e concreta, e nao apenas na letra das constitui - 
0s. Para nos, brasllelros, nero sceprc é fácil entender os 
significados_da un!ffcação européia: esta:os ligados apenas te 
nuaente a patrta portuguesa; não pertencer:os no r:n.mdo (!e fali 
esp~nhola (a secunda ::ator 1 ngua do mundo!), o que nos afasta 
e nao nos Identifica totalrente co a Aérlca Latina; não rece 
beos todas as_Informações sobre as atividades Internas da co­ 
cuntdade 
1
turopeia, oas tao-soziente notícLas Jornat!sticos de 
atos pol tices externos; talvez só no nível dipl0:':tá.t1co 
05 
ór­ 
goos governai::enta.1s tenho..~ inforr:açôes burocráticas e depart.a· 
"tal!zadas dos atos coun!tártos europeus. Parece que nos • 
;#{2,";",$?? ,""si_ge +tvt =eresi&±si, <«e=ts,,e 
d Per d1plorãtfco, para propfc!ar o desenvolvi " 
cento e w::i.n. cultura c~un1tar1a". Sentl.cos que há de se a - 
pli~r o vohme e as especies de informações para que 
4 
pol!tl­ 
,7?_novo soverno inttuegte todos os e:::-c:a:::centes da nação bra 
2,1,["·_"eJa na o=preensão go fenGeo d confedera;i ,es - 
.sta os uropeus • seja na visão Lnt d 
proxt.C!ação pol!ttc.:i 1 - erna a abertura e alor a 
cil ra ouito em re açao nos países vizinhos. Se é difÍ· 
êi,'k.vi,, "render o stsntiag 4 untrteasie.eurs 
ih#±e±#; :$± 
rir«ires +rsss. », '5;";"", +galar ·s ·vetes 
barreiras fIslcas aboli.ãe nst!tut!vos, a derrubada da 
a tnstttut;i do passa],"? !!ente das trotetras ±Isca!s) 
d± (a ECY e sobretudo a _.";"": a 4strutcão de ua só e 
O Mercado Comum do Co- conâmico) dever-ão ter to dotada uma política co - trial, fiscal, monetà cao dessas conquistas (cenos «, .uropa 92, cor a_concretiza " 
ne Sul (Mercosul), que modo todas as inicio.ti :- m~rcial comum com rela - rio, cambial e de servi- Uc !ato novo vc.io reforça a roeda que se.ra nte o ano 2000). 
pre_vl! a eliminação total- 	coo a terceiros (países ços financeiros. fracasso do Muro de e{ 8 conquistas da Europa Unido: o 
d b 	. vos para que ele possa - nao membros do Merco~ul), 	* Quanto aos impostos, Leste Europc~ !rata-•e d e o fia: das 11.cútaçÕes políticos do 
as arreiros alfandega - vigorar oficialmente a hem como a coordenacao - taxa ou outros tributos- vi4ias s5 ázá c,,,"{2"aurar a Euros tradíe!os1, 4t­ 
rins no comércio entre o partir de 12 de janeiro- de 2osicões em fóruns e- internos, todos os produ judlcando o progresso dá co! ea osts5 araste+, r 
Drasil, Argentina, Parn - de 1995. 	conomicos, comerciais , tos originarios_de um Es e que teve co.:::o f
3t.
0 
Qji 
1 
e: n reapro.xicaçno dos povos, 
gua! e Uruguai até 1995., .-. regionais e internactona tado-mebro terão os més E!s por que s relutá_;;;"}j; a_dtvtzio do ovo ale=io _· 
* A func;ao principal- is. 	- mos benef.Ícios nos dema ses, e a lideranç:a assU:iida 1 s Fst:idos, eo C!lt=nos de dez...,! 
estabelece sete pontos.· - do Mercosul será a de _ * Políticas macroeco- is territÕrios. ropeu se constituem na pia nova Alccanha no contexto eu 
principais. 	consolidar a livre circu nQmicas e setoriais deve * O Mercosul ficará _ d euréia, s:é «- ?"??"S'? de irreversfí1is@e ás st&+- 
Até 31 de dezembro _ 
1 
- 	- roo ser coordenadas en aberto para a entrada de sw, adesao a Co::unldade Par •, cujos países Ja pleiteara.:, - 
acao de bens e serviços tre os Estados-membros. 	trata, po!s, de era ut6','Roa latino-aer!canos, não se - 
de 1994, os quatro países entre os pa~se,; nlcmbros. 	* Out:.ras polítiças co qualquer país ou grupo - ra a isuai e=aeipaé5'{E"a4záve1, as catnho cerre.g 
que integram O Mercosul - 	* Será criado um im _ ordenadas abrangerao o de países da América La- co da Countdade Latino-A-, ."la e aperfctçoaento deocritl 
(riome oficial do blnco e- 	comercio exterior e os tina. 	tte deonstrar o 6vt.[cana. A_expertêncta _européta per° 
T
-----;--;:::;;;--;::;--;::;------P0-
6
~t·-º-""_·t_c_'=_o_~c~o~m-u __ m_e_a_-_.:_s~etores ngrícola, indus- •••1:nr•••• .... ••••u:u,, ee.nte cst.'l~elG se. n;3Õ 
5
~ unf:~~~tc nao h.1ver.i p.:i[!ies econtr.!"1C.,! 
Carlos Aurc t lo M. de Souza. - 
ta%ã. zeíro d$f 
. 	~ 	·- - 	~ 
~§URAlfÇA,.::....TRANQUILIDADE - CONFOIUQ 
Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Àntonio João, 
Ponta Porã, Bonito, Gula Lopes da Laguna, Meracaju, 
Aquldauana, Corumb~: Nioaque, Bodoquena, Sldrolân - 
dia e Cmpo Grande, 
A 
. ONIBUS PARA EXCURSSÕES 
-----=._r -= 
VIAJE BEM, VIAJE C 
A ffüJlEIRO 
J0E.ISO' PEIXOTO - PREFEITO DE.­ 
J RD 
der AS exportações da 
Cia, Mate Laranjeira 
principal interessada 
nesse canal para o trans 
porte da produção da épÕ 
ca. Existe~ vários orga= 
nismos internacionais em 
pcnhados na ampliação de 
projetos e utilização de 
MU:S lilf:NTF. - FF.RNAIIOO COU.OR 
janeiro de 1996. A por - 
tir daí, todo o comêrcio 
na região estará livre - 
de qualquer barreira al­ 
fandegária. 
Essas metas começam a 
ser cumpridas 30 dias a­ 
pós a ratificação do Tra 
tado de Assunção pelo L~ 
EDSON HORMES - PREFEITO DE. - 
lilffJ:vffi 
hidrovios, entre as qua­ 
is a ALADE (Associação - 
Latino-Americana de De - 
aenvolvimento), de Monte 
vidé,, que Já neocta f? 
nanciamentos Junto aÕ 
Uanco Interamericnno 
(Bird) para esses inves­ 
timentos. 
gislativo de pelo menos­ 
três dos quatro países . 
Conforme dados do Itama­ 
raty, cm 1990 o Brasil - 
exportou para seus par - 
ceiros do Mercosul cerca 
de US$ l,3 bilhão e im - 
portou US$ l,9 bilhão. A 
Argentina apresentou ex­ 
portações de USS 1,6 bi­ 
lhão e importações de 
USS 900 milhões. A balan 
ça uruguaia indicou US$ 
9?0 milhões de exporta - 
çoes e US$ 550 milhoes - 
de importações. O comér­ 
cio do Paraguai foi o ma 
is equilibrado: exporta= 
çÕes de US$ 380 milhÕes­ 
contra importações de 
USS 368 milhões. O Merco 
sul representa um merca­ 
do de consumo de aproxi­ 
madamente 190 milhoes de 
pessoas. O Tratado de As 
sunção está aberto à ade 
sao de outros países da 
Associnçao Int~ramerica­ 
na de Integraçao (Aladi). 
Chile e Colombia já mos­ 
traram interesse em fa - 
zer parte do acordo. E - 
ventuais pedidos serão a 
nalisados pelos países= 
fundadores do Mercosul - 
depgis de cinco anos de 
vigcncia do atual tratado. 
Atuoln.ente, n n.dorla 
das exportações com o 
escoan•cn lO da produç,io - 
regional, quando não é 
feita por via terrestre, 
passa pelo porto de Para 
naguã. Segundo Heitor MI 
ronda, no encontro de 
Dourados - que provavel­ 
mente ser~ realizado nn 
primeira quinzena de A - 
brll - os Municípios par 
ticipantes terão oportu= 
nidndc de conhecer os re 
sultados de recente estu 
do que comprova a viabi­ 
lidade de reativação do 
porto, por onde poderão­ 
sair mais de 800 mil to­ 
neladas da.produção da 
região. 
O encontro de Doura - 
dos vai envolver lideran 
as de todo o Estado e 
en part!culnr da3 rc - 
Iões de Maracaju, Ponta 
Porii; S ldroliind i,,1, Nio11- 
quc, Antonio Joôo, Ilelo­ 
Vistn, Guia Lopes, Jar - 
d!m, Cnrncol, Anastácio, 
Bonito, Dodoqurnn, Dois 
lrmiios, Arnl Moreira , 
além de Porto l!urtinho ~ 
Dourados que já se mal­ 
festaram Interessados no 
idêin. "Entendemos que é 
poss!vel reativar o por­ 
to principalmente agorn­ 
que o pa!s se nbrc novo­ 
mente às exportações. t 
isso que queremos diecu 
tirem Dourados, buscao: 
do a inclusão do porto - 
de Murtinho nesse proje­ 
to", di,;se Heitor Miran­ 
da dos Santos. 
LIÇÕES DE U IDADE 
PARA A AL 
1 '._::- 
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4 pos! 
CARLOS AlJRtLIO MOTA DE SOUZA

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heitor!.:: 
SERVI(()' .. PÔâii(ô' · FEDERAL f 
INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL 1 
---------- 
RO PED E 
o 11,~Pf.lOi: PA l<LC:[!TA FLOl:IIAI, Cl lll.l.A VISTA ESTAIJO bE )!Ai!) C?IJSSO rio 5ll, :10 u•o ~- .... , •. 
atrtu!sões faz d1vular una sIntee da INSIRÇlO MO'ATIVA '! 19, de 22.01,91, que prova 
formular[os para declaras,ao de rendimentos do Htl'OS1'0 DE RENA PESSOA F!SIC para o Eaerfeio - 
de 1991, no qu. al destaca os #euintes pontos principais: 
l- A declaraçig do I!POSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA eri entre»ue até 21.05.91; 
2- A rede bancaria esta autorizada a receber as declarações das pessoas fffcas na perlodo de 
22 OJ: AURII, À 27 DE MAIO DE 1991; 	' 
l· A declaração apresentada fora de prazo com Impostos a paar; a muita deverá ser paga 
ocas1ao da entrepa da decolara,ao; 
l.• A declaração de rendimentos con restitutção entregue 'fora do prazo, o valor h multa cerâ 
dedulld,J da lroportimcl.a a prr rer.tltulda; • • • 
5· Quando o valor do lr.ipd:.to a ser restltu[do íor inferior ao dn r::.ult.1, a d1íctcnc;a 1,erá ubJet<l. 
de noti flc.1çâoi 	" 	Çi • 
6- 0 trnldu f1nal do tmpàsto o png.nr poderá ser pavor até 06(efs) quotas Igal, rensais e sueg 
svas, observado o segufntet 
a)-m·nhuma quota , S<';~ infrrior 
será pago de uma ô vez; 
l>)·n pricelra quota ou 'luotn Únlc.a será paga até 27 DE MAIO DE 1?91; 
7· O IU}or de cada quota será ncrcsc:ido de encargo calculado co base na TRD desde 0 dc­ 
rc.1ro de 1991, ot.é o dia onterlor ao do pa~Mcnto. 
8- fica dispensada a Juntndn ô declaração dos conprovantes de rendirentos aprovados pela Inrtru 
çÕo Nonnativn RF nQ 01, de 08 de Jnneiro de 1991. 
IRJ-' El1 UEI.A VISTA(HS, 02 OE AERIL DE 1991 
ROQUE JOAQUUI PAES - RESP. P/EKPEDIEHE 
O 1N~PETOR DA RECEITA FEDERAL EH BELA VISTA, ESTADO OE t!ATO GROSSO 00 SUL, no uso de suas 
atribulçoeR legais e com a f1nolidnde de prestar orientação nos contribuintes deste Jurisdição, 
iníomo quanto da obrlgotorlednde d:1 apresentação d.:i dcc larução de rendirentos do lXPOSTO OE 
RE1''D, PESSOA. FlSlCA par., o corrente exerckio: 
Er.t~ obrigado ,1 o.prescntnr' dcclnraçiio de Tl'ndlmentos o contribuinte que, em relação ao 
de 1990, se enquadrar ern qualquer d,1s situações a sc.-guir: 
n)- Recebeu rcndfQcntos tributiivcls de uma ou mnls fontes pa&ndoros, cuja scn:1 !oi supt•rlor 
CrS 500.000,00, 
b)- Recetcu rendlTJcntos iscntoe, não tributáveis ou tributado~ exclustvru:::entc na fonte, cuja- 
soa foI superior o CrS 2.000.000,00. 
e)- Apurou g,,nho dP capital nd nllenoçiio de bens ou direitos sujeito a incldêncln do kposto. 
d)- Efetuou operações cm bolsos de valores, de mercadorias, de futuros e assere]hadas, 
e)- Teve o posse ou proprledade de {cóvels rurais cujas nreas ultrap:assnram, no conjunto 1.000 
todos os aspectos, O 
assassinatos ocorri - 
dos cm nossa cidade , 
quando duas famílias­ 
foram marcadas pela 
violência. Não vamos­ 
entrar no mérito da 
questão, abominamos a 
violência sob todos - 
os aspectos, não en­ 
tendemos o porquê de 
não manter cm nossa 
re,,•- cidade, nos meios re- ' 
ligiosos, grupos de 
familias bem estrutu- 	. -· 
radas orientando Ou- tr. arar«do Eribrto de_orai 
tras famílias, que nc, 	1UX> 
ccssitam de orienta ::- lou a respeito, che- __ ISSO J..: ~1
1
110 ~.!lt; 
ções e de exemplos. gou ª nossa cidade c/ São e:..1>•,•;0<;, prc- 
Talvez, cm deter- bastante entusiasmo ' cisamoi; d• J., 'JHJRI - 
minados momentos,o ho quere
nd
º colaborar pa AS, de EVL~1 ~ CULTU 
- ra as mudanças que se 
ano mem se julgue abando- e 	• . RAIS, pai o t» ulur, 
nado ' sem saída' a- • azcm nccessar ias' o dos, vida '1, c•,munl- 
a cassado, e não consi- ricntou, esclareceu' dade, tud~ i~►o e 
• • t mas até agora nada muito mai.. Forjando 
ga raciocinar corre a foi feito, na PRÃ'l'ICI 
mente, aí então estes 	jovens puro de 1dói 
gestos de loucura. O para AJUDIR os nossos as e de id ~•~, va: 
homem não nasce vio- jovens. 	mos ERRJDT.Ci; a vio­ 
E o leitor pergun - 
lento, a sociedade é- taria? 	- lcncia, no F~f'JRO. O 
que o torna violento. 	que ~e fe7 í rLc de 
! fácil criticar, mui ,ia Mas 
O 
que pode- todo um cor,le/4~O. 
lndiv!dual:icnte to fácil, o difícil e ser feito ? Pensem nisto. 
Dê uma idéia. 
d 1989 d entender, compreender 	PEDPDSSJA"I r r n 
e e ose· e através do entendi- - Neste jornal fa , _J.:I .:.~I~__Q 
menta, modificar. Não lamas ª respeito da FI DA UlL'CllfA CUII C/IH 
criação de uma GUARDA 
cabe a nós julgarmos, 	HOS OFJCJAJS 
mas esta sociedade e- MUNICIPAL - parece- 
goísta, falsa, cheia- nos que um vereador - O uso r.~ carros - 
de máscaras, cria os reivi
nd
icouª sua im- oficiais oarõ :.ins - 
seus próprios meios - plantação - e es
t
á in particulares acabou. 
de destruição. Sempre serida na Lei Orgáni=- A determinação do oo 
a todo instante, em ca Municipal - fala - vernador Pedro Pe ·- 
no uso de suas ntrlbuiçÕes,rcso.!. 	- mos também da criação d 
algum lugar, ha al- de uma GUARDA MIRIM' 'rossian, publicada- 
guém que está preci - 	no Diário Oficial na 
1- Prorrogar, até o din 15 de malo de 1991, o pr.:azo para entrega da declaraçio de rcndir.:cntos sando de uma mão ami que seria integrada - semana pi!Sf::Jda, cc:r.c 
das ressoas Jur[dicns tribut:id,1s com base no lucro presuoido ou .Jrbltrado, rclntivn ao e- ga, e nem sempre estã por jovens de 10 a 15 çou a ser cu:nnridu. -; 
xcrdcio financeiro de 1991, pcrlodo-base encerrado eo ll dc,dczer:ibro de 990. 	anos t • 	... 
1.1 Fico prorrogado, paca o dln 15 de abril de 1991, o prezo paro o pagamento da prirelra quo mao aparece para aju- , - es .es Jovens - Todos os veículo:: do 
.siso«ris is.p rs s reri@@ • is sr+tj,j in « @e vos +«i is [dar, mas sim, ara a- ,jt?""i;{2;e'i Estado estão sendo - ] 
de 15 de dezcr:bro de 1988, devidas pelas pessoas jur{dicas de que trata este itco. tirar pedras. Todos _ 	nL cadastrados e: sua 
1.2 Pcmanecem Inalterados os prazos !ixndos para o pago.:tcnto das dc."l:lais 'iUOtf!S do !oposto e 	nas firmas e e C it .... 
do contrlbu!çiio social. 	_ 	nós somos culpados, e 	s r o- utilização será con- 
2- Prorrogar até o dla 31 de raio de 1991, o prn.zo para entrega do decl.lraçao de rcndú:lentos estamos cansados de rios de nossa cidade- tralada pelo Departa 
das pesso~s Jurldlcas tributadas com base no lucro real, relativo ao e.xerc!clo flnancelro- dizer isto, .pelo mun- (meio expediente), eg +ento de Tranorte- 
de 1991, perlodo-bnsc encerrado en )l de dezrbro de 1990. • 	cola e O que é mais 
d i d id I do que estamos Cri·an- ' ' " Q_Fi'ci'al - --~-o. Secrr._, 2.1 A prorro~nçÕo de que t::r.itn este itea nao abrnngc o pn~o:::ento o oposto, ev o pc as pes- 	. 	JJ 
,ons juridlcas, que devcr.i ser recolhido co observância dos prazos previstos nn legisla - do, ainda é tempo pa- .importante, aprende - tários e à1.r~tores -= 
çã.o co visor vencendo-se o prlmeirn quota ou quota unic.1 m JO de nbrll de 1991. ra se mudar, é preci- riam a viver e:n comu- de autarauias não te 
2,2 A pe:sso.:i JurÍdlcn obrlgado no recolhlltento do ic~sto eo doze po.rcclns devera paar a par- 	nidade Conheci· ui jo - 
d d 1,, 1 1 	BTI< ,,, apenas que às ho- • m rãa mais carro::; o'-o 
cel.1 rclotlv:1 ao mcs de abril sob o foma e duo ec o, p c o r e s o va or, eo. nueero de ,· 	vem que desde cedo a = 	_ 
Flscnl, do duodêcii:io do.r::es de earço, cultipllcado P4?r CrS 126,8621 e ncresddo de encarso roens (e mulheres) pos- 	Poder Publico. 
calculado coro bnse nas TRD, desde 0 de fevereiro ate a data anterior a do pagamento. suam um pouco mais de prendel a trabalhar , Foram r'2colhido::;- 
2.2.1 _ A pessoa jur{dlc.i que j:i houver apurado o seu lucro real podera calcular o duodecieo, a 	foi engraxate o-Ffice 
ser paso 
00 ce, de abril, tocando por base o soldo do IJ:posto devi~o. 	RELIGIOSIDADE, vejam b d d ' l ~ . ao pátio co Detran - 
2.J Para as dce.:1.ls pessoas jurldicas, todas as parcelas a sere pagas serao calculadas con ba- bem, RELIGIOSIDADE, e oy, ven e or, ivrel. Departarnenc.o Estac!u- 
se no imposto devido. , 	_ 	não RELIGIÃO _ para _ ro, jornalista e hoje al de Trânsito _ 
27
'< 
).. Fica m.intido O prazo de recolhlcento dn contr1buiçno social, de que trnt..1 a. Lei n<.:? 7.689, 	é'dono de jornal 
de 
15 
de dezembro de 1988, ben coo do Irposto de renda retido na fonte sobre o lucro il- entender que nós so- 	• veículos, ~'-'L _,crvi- 
nuldo, de que trota o nrt.· 3S da Le:i n9 7. 7ll, de 22 de deze..obro de 1988, devldos pelns - mos um um corpo uma Outro jovem co:ne- am aos ó=1c..õ:~ o, Übli- 
1 	' 	' ' çou a sua vida como - 
pcssonn Juddlcas tributados pelo lucro rcn • - 	humanidade, e que os 	cos estaC.1,.;ais r:C::t e; 
3.1 Fea mantido o prazo de rccolhicento do contribuiçao social, de que trata a Lcint' 7.689 de fatos se unem como u- camelô,hoje é dono de de a C • D - 
15.12.88, devida pelas lcro-epresas e socied:,dcs civl:. de que trata a D.Lei ng 2,397, de ma teia de aranha. •·m estacões de televi- n élpJ. .... a ... - c~ce 
21 de dc2.C!llbro de 1987. 	v - _ 	total, 19, r.c - 
½::===================SOT=AR=º=====================~1to de violência não- sao. Ha muitos exem - nhuna co::C::.~·.:0 :1.., 
r 	é um ato isolado, ele plos.E para tudo há uso, serão leilods ra 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA HA 20 ANOS COM VOCE! 	está ligado a todos - um começo. dentro de 3 dias 
t-----------------------------------------1os atos que ocorrem - CUJ3ES 	Depois de id..:r.ti:ic 
na comunidade. 	dos os ca=rcs reter= 
O mundo esti ca- Os clubes de nos- naro aos se:s ór d 
rente de AJo!OR, UNIÃO, sa cidade (Gremio, AA gãos de origer .. , res­ 
ENTENDIMENTO, COMPRE- BB, Belavistense, -ses peitando i1 nccessiã.:: 
ENSÃO; e hã um tempo- senta, etc...) podem de de caC depara - 
para tudo sim, até pa e devem, exercer um rnento do Go••ci-r.o. o 
ra entender que o ES Papel de destaque na excedente, secu.~êo e 
PORTE é fator de u- formação de nossos jo secretár:~ dc,Ad~i 
nião, de companheiris vens, promovendo even nistração, s~rgio 
mo, e não fator de de tos esportivo, cursos Bonfim, ~~ rá cesti::c, 
suniões, brigas e mor de natação, atletis - do a seguran;a, s.::ú= 
tes. Nós acreditamos=- mo, encaminhando os de e ao ~ctor de :is ,::i 
que esse estado de jovens para as práti- calização da Secrct~ 
coisas poderã ser mo- cas esportivas. Aos ria da Fazer.da. Aoc= 
dificado, desde que ."violentos" - cursos sar àe ai:;.cl.3 r.:3.o ~i:: 
como prega o ROTARY, de artes marciais, cu por de nnero, ne - 
ESTENDEMOS AS MÃOS,ab nalizando esta "vio - rr.esrno da •ro :: de 
dicando do EGOISMO e iência" para o beo , carros de :::..:::,,::lo, 
0 
da canalhice dos aco- quando encontramos um secretário ,.àj -1.nto _ 
modados. 	jovem forte, que gos- de Adnini tração 
só PAR. LEIBRAH ta de da.r murros, co- Carlos Osc·o: I.ooes 
loquemos em sua fren- acredita oue h~Ve~ú 
te um saco de areia-e uma substin::ial eco­ 
deixemos-o esrnurar es nomia àc co~Jstí _ 
te saco.até fura-lo • vel. "Na primeira 
Parece brincadeira • 
tas de congraçamento, - - · semana ac Govc:::-no o 
mas não é o País da. "as nao e, pois·a priconsuo de corpusti­ 
id@ias riieas. e- [;%,]?es mareia-vi ei 5.+aor ds 
bateu-se tanto o ESTA educa o JO- consumido na <~j~na­ 
TUTO DO MENOR E DO {i Vem. Conhecemos cam- que antecedeu a pos­ 
DOLESCENTE - 
0 
se- P:oes de karate que se do gon:rn dor- Pe­ 
nhor promotor de Jus:- são educados, respei- drossian, nesro com 
• . ,;adores !'?.lnt.egrados - todos os "'n., •os - 
t1ca, Dr. Eriberto,fa á comunidade. 'Aprendglicos " Y}; P! 
s en greve . 
a CrS L..l.40,00 e o ir.rposto de t.itor inferior a CrS 8.8 ·0,00 
c)-as quotan ncgulntcs vcncl!riio do di.o.•25 (vinte e cinco) de cada mes; 
por 
ha. 
()- No caso de at i ! idade rura 1: 
- O r.iontonte de sua pnrtidlpação nas receitas brutas do.s iOOveis explorados 
co pnrccria ou condom[nio, otu.,Hzado for superior D CrS S.000.000,00. 
- Teve excesso de lnves.tlmento constante da declaração relativa ao ano-base 
Je compens,1r co:t o resultado da ativld.ido rural de!ltc C.X<'rc!cto. 
- Deseje compensar prejuízos de ano--bose ontcriorc!'I. 
O contribuinte, rcesmo não se enquadroódÓ e qualquer das situações acira, deve nprcscntJr 
dccl.1raçâo de rcndlr.:entos paro receber o restituiçao de !oposto a que tiver direito. 
!RF EH BELA VISTA, OJ DE ABR?L DE 1991 
ROQUE JOAQUIM PAES - RESP, P/EXPEDIDó'IE 
O lNSPETOR DA RECEITA FEDERAL E11 BELA VISTA, ESTADO DE f!ATO GROSSO 00 Sl:L, no uso de suas a 
trlbuiçõcs legais faz DIVULGAR a Intera de Instrução Noratlva n? 20, de 26.03.91, publicada 
no 0.0.L'. de 27 seguinte., a qual dlspoe sobre a prorrogaçno do prazo p,u.o. entr-egn de declora - 
çÕcs de rcndi~cntos do !oposto de Renda Pesso.1 Juddicn: 
O DIRETOR DO OF.PARTA.'!Eh'l'O DA RECEITA FEDERAL - S1/BSI!Tu'l'O, 
1 
LA!LNIATL 
Lamentável, sob 
r,,m ,, Ja.:: 
iplinara 
c;c1, Lr.1n .... ;, ado 
·! ENIR IA IN RIOI. 
1 _<.,(l)[J:' 
Nem é p ci o di­ 
zer o qu, o ;,1 o! e.·· 
sores pou ;ao 'aze • 
pcln:1 JO'.' 
te; profe 
c:i:;ur:io _ 
ncrado:; 
1:11 DIA) 
Prego Produtos } 
Agropecuários % 
.,, 
'/ 
/ 
? 
} 
/ 
$ 
~; 
/ 
/ 
" 
SAL , RAcAo SBMBNTES, 
n A CASA DO PRODUTOR RORAL " 
ROA MARIO VAN 
FONE (D67) 
BELA VISTA 
DEN BOSCH, 528 
439-1391 
VASCINAS, ETC ... 
VISITE - NOS 
MATO GROSSO DO SUL 
Este é o País dos 
debates, dos discur - 
sos bonitos, das fes- 
sam ter TE'ULI0A­ 
Dr. e 51:GU.1, 'i ;A p a·il 
ensinar. s. «nu.inar - 
PAR/ l. VJ !'/. 
e

BJ-;LI VJSTI - MITO GRO3SO 00 SUL - 
JORNAL 'TRIUNA DhF""F"h" 	, 
··----- A e o n t e ceu n a 
Caserna 
untar 4 01:00 de ·?, fto , 
segunda-fera, te estava "tudo 
0'5 DE 18iUI, D!: 1991 
opfot « o wirero onv·rJor 
t, orlo, va o:. contar 
1 ,11 ,,.,Jl•. 1 I! 
D 
All._r, t.l..1 lmlr.r;iiu do SlôtP"• , 
concorrendo com dol s outro.'.. • 
candidatos olé!o eleitoral 
n•r1u1-ido i._ col 110 nnt f ~•1, C.Otl!O· 
n· vê ... ) caterla a mim condu­ 
,t r ao QC do l Exêrcl to o Slo­ 
an vencedor, em o!Ído rC::'.S - 
Fste pi«ódio defxa de lado posta que deveria estar datflo 
o efxo berna'o-Mato (Grosso rafado e ao{nada desde iba­ 
do ul p'do: fanterente no Jlo':B rlo no nnal do txpcd1l•nte, (rt! 
0in Aamtu}a, vez que se passa ando oente a decisão do Cat 
o I! MC à pua en que li ser otre o S1opa vencedor, 9 
vfa o lu• •1 l ••·•ll fr.r.tro lcn'-!nte- que oci,rr,!rln no cníé da manha 
1 Ito Mquis terelra, hoje se de 2e felra, no horário especI 
rtirfo particular do Presiden 1 de 05;30 horas, tanto para 
, •• J 1 1L Iro«d oo á o (ol ÓÔ r.omts:i~o coro pnro o próprio .. 
i l'' ,ld••ml· (,t•lM·l. 	Coronel Jor-é Cockceirn Lop~s. 
f 1u2 era nt do lQ llCC , t::rnn:; e duzentas outrn~ mi- 
na Avenfda ira«il, em Bonsuces" nücfns tinham sido ''holndn9
11 
- 
to, 110 !:lo d" Jrmclro, o Coro .. Jwlo Coronr-1 Codccelr;1 na nol-­ 
• 1 JcPH~ C:od1•c.:dn, l.oJll'fl, vlndo te de r.e.xta {!Dr.t viibndo e ti - 
,10 r:ttm· onae !orn lnntrutor - nhm:i uma razao de oert a rensa 
~'ºi nov,· nno-=, o que ícr. do i - gera urgcntinnlna de~cmlnava - 
111,,t.re 11llttur, vnlc dizer,• um que cada O do I Exercito te .. 
1 e. v• lnt1;u 1liivt•l na arte do ria que dar entrada de seu S)2_ 
''t.t.tudo de ttltu.1çóes
11
, gnm até os 12 horas, no Minls- 
?lm1u<•lc.- ,mo, :mlversnrlel R térlo do Guerrn (onde ficavi1 o 
+ de Mar,o, e un do:nlngo. e.m I Exército), dnqurle sÃbodo. 
pena torre de lllt1 Sheman, d(' • Não soube, Jarnnis, o motivo 
:lllh' qlh' n~o ire delx.1 esquecer pelo qual 0 Cul Codece1ra rc - 
/ holt1çÕo r,fixln~ do Ccl Codccel r.olveu adiar pnrn segunda-fel: 
r.1, a frosa ! Cla de Bnrros , ra (rnadnigada d~ segunda, e 
fnn.1d~1 N·d1:,ntt• rodízio de do· bem verdade) o cumprimento de 
(,.;. c:nrro., k t.o:o,;lJ..1te de cadn .. deternlnnçúo ct11anada do .Caoos! 
una das três Clas do Q0,, du " ssimo Gen 0svino mas presumo 
rante toos os dfas do ano, fo.:!_ que o ilustre militar tentou - 
«e dfa ante, donIngo ou feria- preservar de uma atltudc con - 
do volr., r. o l C.xcrc1to "º! .. tradltÓrl.:i os cnslnnccntos que 
Idos de o2, era ua prontidao .. cotldlannrJcnte trnnsnltta n 
conrtant ·, o ftJ~ não tHicr de seus oficinls segundo os qun - 
t-Un 1m - Olvtn;o Dllndadn'! ls, ''na nrte de dnr ordens, o 
~:o c1! :i,tno do!1 O(lclnl:,, 
0 tempo é 
O r.ielhor conselhclro". 
Tu, Uott.n .t:1:dsLla pc-ln TV R nas O Ccl Codcccirn tinha - 
lll'.'l ,,xl!JJ,ii.r, th• sou !dolo, 
0 nlguns trunfos e lL"..'l deles era 
rd.t..r Jot rr? 1 qunndo chego o cst!!_ de que eu devcrl.1 fazer cntrc­ 
feta i saa procura coro oficI - ga da resposta contendo o Slo­ 
.11-<lc-dl·,, cow t•cnsnget1 urgcn - gam num cajor do I Exercito , 
tlasloa, a1;;lnod.1 pelo Ccn. Os- seu ex-aluno na ECEME e lnclu­ 
vino i"crrclr;1 Alves, ait do 1 slvc. Jii contactado pelo ccstre 
Cx ~ rei to• 	e que, por su,1 conta e risco , 
tra una sexta-feira e, colo 41ongara o prazo telcfonlcarne!!. 
end,1 o p,1r dC'H ,1contecloentos - te sollcltado. 
na qualidade de Superior de A case mesco >tajor (para ha 
Jln, inc:i--:icL:i:-,,~ tclefonlcn?r:cn- ver 
O integral consclêncin dê 
Lt• o Cnt'"L•r.: cu"l r<'sidéncla cm que tudo correra conforme o 
Copa abana, para vê-lo en pes - conbinado) cu
1 
o portador dn 
soa, uma hora depois, no H? ICC, r.:ensngem eCJ moos, deveria per­ 
lnlciar : li 11t!v1dode lntclcctu 
a! preferida: o estudo de situa 
çao. 
rena:en nos era a rim 
... .10 Botto) dc teor desconheci­ 
do vez que e r,1 dlrigido confl - 
dC'nci.1lrt•ntc :10 Ct:do e, n.ssl.n , 
o.ente no sábado vim tonar co- 
nhecimento de seu texto ao 
ver Interaate de uma comisso- 
para suerir u Slogan para o 
111 ncc. Ju:·:.~1 .ente co::i um :apl­ 
tio, vfüvo que :orava no quar - 
tcl. de nc.n: C.lpe Ferreiro, e 
L1is o S.1b Cnt, Tcn Ccl Roseny 
l.cltc do ,=:ar.11 Coutinho. 
Le", 
1 t.rr,.untF>I e rt-c ... L.i u .. ,, rcs - 
posta altante tranquilizadora 
pois, (nrt·ndo p:.irt..: d.1 Ca!"tis~itO 
de S1onm (tIrel terceiro e ul- 
l tr,o tu: r) pm1 ·rln /1Labt1r "so­ 
brando'' nlg.o pura rIn coo dt - 
ria una personagem do Jo Soares, 
- Dla ao Cel Codecelra que 
não se preocupe. De fato, passa 
mos o sibado e domino aprecfan 
do todos o!I Slogan:; re,wetldos - 
e rie hóuvrr c.1dcfn paro al 
g@én, não será por motfvo de 
quebra de prazo, 
A curlosid~de nuncu foi o 
rcu (rnco cos aquela z.urorc<"n - 
dente revelação merecia de mi " 
nhn parte uma "conduta de comba 
te" e ossl111, o 1t.r1ls dlploi::ntlc!,!_ 
mente possível, Indauek,: 
- Existe posslbllldod•. de 
,;obrnr t...J pnrte para aluem , 
llnJor7 
- O Hajor respondeu que ''nn­ 
dn ncs~c sentido i!lnda estava - 
decldldo
11 
mas que estudava a 
posslhllld11de dn hl.pótesc parn­ 
o desaforado (njisio estava sen- 
do considerado) Slogam remetido 
pelo lntlcoruto Ccl Plfnlo Plt!!_ 
lug,t, Cmt do lQ R Rec Mec, de 
Cnmpinho: 
.. SÓ se ioprovlsn besteira. 
AN IVERSARJAJWi 
Dia 02 de Abril - Sgt Dlnlz; 
Dlo 03 de Abril - St F. Santos; 
Dln 06 de Abrll - Sgt Mo teus. 
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b, JORNAL TRIBUNA IA FRONTEIRA 
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' ( frndati';=J.;~-de (cvere lro de: 1972) 
OIRCTOR-RED,TOR-Cll!,n:: 1VA1.DO PEREIRA 
REDAC,O E AD:11SlSTIAÇÃO: AVE:ilDA TRIBUNA DA FRONTEIRA 564 BEL 
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e PARQUt GR,FICO: AVEXIDA TRIBUNA DA FRO.'IEIRA 564 
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JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA 	BELA VI A - MATO CPOSO DO SUL - 
- IA;LMA - 0 
VARIEDADE-S 
d» 
.a$. 
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BONITO 
Natureza Desfile­ 
Show aconteceu dia 
23/03/91, no Clube - 
do Laço Nabileque 
(Bonito-MS) realiza­ 
ção Duende Art's , 
produção Paschoal Mi 
tidieri, as manecas­ 
que abrilhantaram o 
show foram: de Boni­ 
to, Daniele Braga , 
Garota Raly, Eliane 
Gomes do Prado, Mar­ 
garete, Katie, Claú-i 
dia, Adriana. De Be­ 
la Vista, Ana Pleu -j 
tim, Edileyde Pleu - 
tim, Miguela, Amé - 
lia, Cristina, Marga, 
rida Cardoso, Mari 
ley Cardoso (Miss Be 
Vista/90), e Katia - 
Conceição Nogueira - 
Miss Fronteira/90. 
PONTA POR 
Esteve nos visi - 
tando Luis Froes , 
coreógrafo de Ponta­ 
Porã, durante troca 
de experiências dis­ 
se-nos que na sua cL 
dade"recebem ô total 
apoio nos eventos ar 
tísticos culturais . 
"Patrocínio é que 
não falta". 
PONTO DE VISTA 
O Município deve 
dar apoio para promo 
çÕes artísticas cul­ 
turais e esportivas. 
E este colunista a - 
poiado pela Escola - 
Estadual Vera Guima­ 
raês Loureiro, acha­ 
mos necessário legi­ 
timar o assunto, en­ 
caminhamos propostas 
em 10/10/89, para in 
clusão na lei Orgãni 
ca Municipal. "Eis= 
na íntegra a propos­ 
ta". 
ESPORTE 
- Criar um centro 
esportivo municipal. 
- Assegurar e a_ 
poiar a participacao 
dos jovens na prati­ 
ca de esportes e ou­ 
tras formas de lazer. 
- Garantir atra - 
vés de leis, a promg 
cão, o estímulo, a 
orientação e o apo1o 
à prática e a_difg - 
são da Educação Fisl 
ca e do Esprote. 
CULTURA 
Criar espaço p§.· 
blico, acessíveis ã 
população, para li - 
vres manifestações 
culturais e políti - 
cas. 
- Dotações de re­ 
cursos para as repre 
sentações sociais ~­ 
culturais artisti 
cas. 
- Incentivo ao in 
tercãmbio cultural • 
entre os municípios. 
Bela Vistá-MS 
10/10/89. 
CÂMARA MUNICIPAL 
Na próxima semana' 
estaremos em contac­ 
to com os vereadores, 
para conferir o que 
foi aprovado na Cons 
tituinte Municipal - 
no setor de Esporte 
e Cultura. • 
EDUCAÇÃO 
Em novembro/90 , 
edição desta coluna, 
foi registrado inte­ 
resse dos secundaris 
tas que estão forman 
do e que querem uma 
faculdade de férias 
para Bela vista, ho­ 
je, os alunos do 30 
Técnico em Contabili 
dade estão mesmo dis 
postos em reunir au­ 
toridades e solici - 
taro Curso de Gra - 
duação de Professo - 
res. Justificaram o 
seguinte: que o 30 
grau será uma conti­ 
nuidade do currículo 
escolar na área con­ 
táfel. "E eles vão 
criar até Grêmio Es­ 
tudantil para forta­ 
lecer o pedido". 
MISS 
Arnambai, Jardim, 
Guia Lopes da Lagu - 
na e Corumbá, já ele 
geram suas represen­ 
tantes, que estarão 
concorrendo no Certa 
me do Miss MS/91. A­ 
qui em Bela Vista es 
taremos realizando - 
no mês de maio, o 
concurso de Miss Be­ 
la Vista/9l. Aoredi­ 
tamos que a nova 
miss, terá o total a 
poio dos órgãos com­ 
petentes, afinal se­ 
rá a representante 
de nossa cidade. 
SÃO PAULO 
Logo após, a rea­ 
lização do concurso­ 
de Miss Bela Vista/ 
9l, estarei viajan - 
do a São Paulo 
com o objetivo de a­ 
perfeiçoar o curso-• 
de Passarela e Mode 
lo Fotográfico, nã 
Academia de Joyce 
Kerman, coreógrafa - 
exclusiva do Grupo - 
Silvo Santos, e para 
os colegas interes - 
sados em fazer o cur 
so: Rua Oscar Freire 
no 720/SL, sub-solo­ 
Tel. 881 - 3533 S.P. 
"Com isso, este ano 
deixarei de lado o 
setor educacional 
que hoje, está so 
frendo muita compli­ 
cação: falta de tu - 
do! pagamentos, mate 
riais didáticos "1 
vros" curso de reci­ 
clagem etc ... E não 
gostaria de transfe­ 
rir essas complica - 
ções aos queridos a­ 
lunos". 
REGISTRO 
Com muita surpre­ 
sa recebi notícia do 
falecimento do Colu­ 
nista Social Alexan­ 
dre Bilo, sem soma - 
de dúvidas BILO, dei 
xou caminhos e gran­ 
desmarcas no setor­ 
social e cultural 
Foi o maior incenti­ 
vador nos concursos­ 
de Beleza neste Esta 
do, tem também, um 
griffe particular de 
Garoto e Garota Je - 
an. 
"O que não dá pa­ 
ra admitir que os 
grandes líderes du - 
ram pouco, na face - 
da terra". 
RAINHA 
Neste sábado dia- 
06/04/91, no Grêmio 
Pedro Rufino, estará 
sendo realizado Con­ 
curso da Rainha Ve - 
rão/91, "estaremos - 
presentes". 
AULAS 
Os professores da 
Rede Estadual inicia 
ram às aulas jogandÕ 
no bicho, mais por 
amor a arte, só que 
não está dando para 
ministrar aulas com 
super-motivação, até 
os alunos estão um - 
pouco timidos! "Ain­ 
da bem que o novo Go 
vernador usou sua - 
competência e criati 
vidade, e está cum - 
prindo com os_ acor 
dos firmados entre­ 
os Servidores PÚbli 
cos Estaduais". De 
inicio os meus para 
béns ao Dr. Pedro - 
Pedrossian". 
VEREADORES 
Nesta quarta fci 
radia 03/04/91 
estive ouvindo dis­ 
cussões na Câmara - 
Municipal, através­ 
da Rádio Bela Vis - 
ta, foi válido, al­ 
guns tem razão não 
podemos ficar para­ 
dos onde estamos , 
cada ano os vereado 
res devem lutar por 
conquistas fora do 
cotidiano, uma vez 
que nos anos ante - 
riores a Política - 
prejudicou o povo, 
perdemos muito com 
isso, exer.iplo: Agên 
eia de Educação e 
mais outras reparti 
cães públicas, tam­ 
bém a construção de 
12 doze salas de au 
las, pedido feito= 
em 1986 por este co 
lunista. Encaminha= 
mos ao sr. Prefeito 
Municipal da época, 
foi aprovado pela 
comissão da Secreta 
ria de Educação dã ' 
Agência de Educação 
achei que a respon­ 
sabilidade seria do 
novo agente de Edu-' 
cação da época. Con 
clusão: a obra no 
bairro Espírito San 
to .não saiu, segun­ 
do informações da 
própria Secretaria 
de Educação do Esta 
do, ninguém voltou= 
a reforçar o pedido 
é sinal que não es­ 
tão precisando, de 
J. 2 sa·las ,· passou pa 
ra 9 salas na últi­ 
ma. planilha que ve­ 
rifiquei estava com 
5 salas. A própria - 
política local cola 
borou para que os 
alunos ficassem com 
O zero salas de au 
la. 
ZONA URBANA 
Destaque da Sem 
do". 
NÍRCLA LOBO - CAROTA JEANS DE BONITO - ESTEVE PRESENTE 
REZA 
bairro Espiríto San­ 
to, âeverá ser enca­ 
minhado para o gover 
no do Estado. 
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"As coisas 1 
zen sentido, s 
colocarmos sen 
nas coisas". 
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da zona rural. Os 
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L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
DELA VISTA - MATO GflOSSO DO SUi. - 
0 DE MAÇO DE 199! 
--------------------------------------------- -,,_ --- - -------------------- --- 
REFEITURI MUNICIPAL DE BEL VISTM-IS 
urtigo 51, incieo IV, da Lei Municipal 
886/90, de 05 de /bril de 1990. 
DECRETA 
Art. 1o - É considerado ponto facultati 
vo nae repartiçõce pública& municipais o 
dia 28 de março de 1991,- Quinta-feira - 
ON MEDEIROS DE MOR/ES, PREPJHTO MUN_!. Santa. 
L, DE DELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO 	• 
ib
., - lh • Art. 20 - As disposições constantes do· 
1 JL, no uso de suas atr uiçoes que e 
~~onfcrida~ e eonsiderando o disposto - artigo não se aplicam aos serviços que por 
tigo 29 e eu parágrafo únicó, da Lei pua natureza não permitam a paralizacão'. 
+ipa1 n@ 904/90, de 28 de dezembro de Art. )O - Este decreto entra cm vigor - 
l
{ 	~ na data de sua publicação rcvpgadas as di~ 
• 	posições em contrário. 
.TA 
- - . 
;t. 1o - Este decreto regulamenta a co 
~Ga de preços públicos pelo municipio 
~~la Vista-MS, como remuneração pela 
tacão de serviços facultativos. 
~t. 20 - Para os efeitos deste decre - 
onsidera-se facultativo o serviço , 
(
• e que sua utilização depender da ven­ 
s do usuário ou de sua livre provoca 
, t. 30 - Os valores dos preços públi - 
f
os serviços enquadrados nessa catego­ 
ão os constantes da Tabela I, anexa a 
o decreto, calculados de conformidade - 
o custo estimado dos serviços e trans- 
1ado em unidade fiscal do município de 
ut Vista-MS (UFIC) . 
1 	, 
1
1:t. 40 - Este decreto entra em vigor - 
ata de sua publicação, revogadas as 
posições em contrario. 
TO NO 009/91 - GABINETE DO PREFEITO - 
Dr: MARÇO DE 1991 
equlnmentu a cobrança de preçon públ! 
ela prestação do serviços facultati - 
elo municlpio de Bela Vista-MS". 
-a 
TABELA 1 
D rtidocs e atestados, por lauda ou !rnçõo 
rmos de qualquer natureza, lavrados cm 
afros Municipais, por página de livro ou 
cação 	• 
glstro de marcas 
{xa de alvnrõ., transferência • 
I+dedor abulante de outo runic!pio 
oit (alvará) 
asão de veículos: 
1
rl.rtetro urbano 
9tras localidades - por kiloetro rodado 
"PS " Parques de 4tversoes e eventos 4t- 
, ERAco Dr PRED1os 
!l."'.:l'T.Jçao de prcdios, por ec::plac.n.ocnto 
l }gasto_DE EEg_E SE9OyENIES 
to·reenão por spccIe ou unl@de 
'-poslt.o, por dln ou frnçao: 
[A'veleuios, por untdade 
oh animais, por cabeça 
1t mercadoria. ou objetos por espécie 
sroy1_DE EDIFICA_ES E LOCAIO DE 1ERRE- 
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bote de celtérlo para adulto 
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Ol(ao dlo) 
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MARÇO DE 1991. 
EDSON MEDEIROS DE MOR/ES 
Pref. Municipal 
DE 
1,5 
0,5 
05 (ao dlo) 
01 
01 
l,5 
01 
01 
o,s 
01 
1,5 
OJ 
01 
01 
02 
08 
05 
l,5 
02 
01 
01 
l,5 
01 
OJ 
- GABINETE DO PREFEITO - 
1991. - 
,'Dispensa de licitação a firma ·Alfacar 
rulos e Pecas Ltda". 
e 
t
n:;DSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNI 
eL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ 
c;;UL, usando das atribuições que lhe são 
fferidas, e de acordo com o disposto em 
trtigo 51, inciso IV, da Lei Municipal - 
['?86/9o, de os de Abri1 de 1.990. 
aETA 
~ 10 - Fica 
'rma Alfacar - 
nrazão da mesma 
aos veículos e 
(ca Chevrolet. 
~ºArt. 20 - Este decreto entra em vigor -J 
ddata de sua publicação, revogadas asl 
f
~posições em contrário.. 	1 
ºRETO NO 011/91 - GABINETE
0
DO PREFEITO -.
1 
º: 26 DE MARÇO DE 1991. 	1 
1 	• , 
of'Considera ponto facultativo nas repar­ 
ccs públicas municipais, - Quinta- Fei- 
rsanta". 	' 
/F.DSON MEDEIROS ::>E MORAES, PREFEITO MUNI 
'AL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ 
"sUL, no use de suas atribuições legais­ 
:n, lhe são conferidas, e de acordo com o 
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li Juiz de Direito da Comarca de Bela - 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na 
forma da Lei, etc ... 
Usando das atribuições e faculdades - 
que são conferidas pelo Estatuto da Cri­ 
ança e do Adolescente (Lei no 8. 069, de 
13 de julho de 1990, publicada no Diário 
Oficial da União do dia 16 de junho de 
1990) e Normas de Serviço da Corregedo - 
ria-Geral da Justiça do Estado de Mato - 
Grosso do Sul, Capit. II, Seção I, item- 
10; 
Considerando a necessidade de regula­ 
mentação do acesso e permanência de meno 
res em diversões públicas, face aos cons 
tantes desrespeitos da legislação em vi­ 
gor frequentemente denunciados, 
CARLOS A. NAZARI DOHGllS 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
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Escritório: Rua T. Bernardes - N~ 825 
Residência: Av. Cel. Cnmisôo - N~ G57 
Jardi!:i - Mato Grosso do Sul 
RESOLVE: 
Art. 10 - Determinar que todos os bai 
lesou promoções dançantes realizados pe 
los clubes tenham acesso e a permanência 
de menores previamente regulamentados , 
por meio de alvará judicial; 
S 10 - O requerimento de alvará deve­ 
rá ser formulado ao Juiz da Infância e 
da.Juventude, com pelo menos 48:00 horas 
de antecedência; 
$ 20 - A concessão do alvará ficará - 
condicionada a prévio exame das condi - 
cões físicas e sanitárias dos estabeleci 
mentes requerentes; bem como colher-se= 
à a manifestação prévia do Promotor da 
Infância e da Juventude; 
Art. 20 - A infrigência do determina­ 
do no Art. 1, quer seja pela não-solici 
tacão do alvará, quer seja pelo não-cum= 
primento das determinações do Juiz da In 
fãncia e da Juventude, implicará na apli 
cação das sanções preyistas em Lei; - 
$ 10 - Compete aos responsáveis Lega­ 
is ou Diretores dos Clubese Casas Notur­ 
nas o cumprimento e observância das de - 
terminações do Juiz da Infância e da Ju­ 
ventude, segundo o disposto nesta Porta- 
ria; • 
Art. 30 - A fiscalização das determi­ 
nações imposta fica a cargo do Comissá - 
riado de Menores, que poderá solicitar o 
auxilio das Policias Civil e Militar , 
tendo livre acesso aos estabelecimentos 
referidos nesta Portaria, ficando os res 
pensáveis e Diretores obrigados a pres = 
tar todo esclarecimento solicitados pe- D~ VERA LO • 
lo Comissariado pre'stando-lhe todo o au- 	UREIRO DR ALMEIDA 
xílio indispensável aos trabalhos de fis 	D~ VII.l','!A DA SILVA 
calização, sob as penas da Léi; - 
Art. 40 - Determinar que a Delegacia- .!.!!Y.Q G A D AS 
de Polícia só forne·ça alvará de funciona 	- - 
mento, para as ativ,i.dades aqui enumera ] Rua: Cuiabã, S/N9 - - - - 
das, mediante prévia apresentação do Al- Fone: B~t§rio - 43S - 1290 
vará do Juiz da :Infância e da Juventude; Fone: Residência - 439 - 113 
Art. 50 - Os alvarás a que se refere- Bela: Vista - Mto 
7 
esta Portaria Poderão ser concedidos Ba-{feorosso do v ! 
ra mais de uma atividade, desde que inse , 
rida no calendário ~o Clube ou Casa No= 
turna, sempre que hbuver prévia concor - 
dãncia do Promotor. 
Remetam-se cópia
1 
desta aos Diretores­ 
de Clube e Casas Noturnas e as autorida­ 
des municipais. Divulguem-se através dos 
meios de comunicação da comunidade. Comu 
·niquem-se .a E. corregedoria-Geral de 
Justiça do Estado. 
Bela Vista, 25 de Março de 1991. 
Jost EDUARDO NEDER MENEGRELLI 
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OABIMS - 3.369 
CIC: 029.875.191 _ 
20 
ESCRITOR1o: Rua 19 ae 
Fone: 251 - 
1451 
Maio - N9 341 
RBSID.QNCIA: Rua OJ&vo B 
COHAB - Fone: 
251 
ilac - N9 1:6 
• • - 1410 
Jardim - 
Mato Chossn do S'-11

l 
• 
JOP~"l/L 'J'RllJUN/ Oi l'RO!lTJ:rrv, BEL/ VISTA - MATO GROSSO DO riUL 06 DE ABRIL DE 1.991. l',GIW 
AMARA E· NOTICIA 
Indicações Verbas 
VERP.AOOR PAIJLO llP. KELO 
Solicitou no ~refeito Municipal, ~Oe lnfonoe es­ 
ta Cnsn Leglslntiv~, qdnls as prioridades que a Pro 
feitura está atendendo atualmente, conforme offcto 
enviado á esta Casa, respondendo Indicação ng 038/ 
91 de sua autoria. 
Solicitou ari Prefeito Municipal as seguintes in­ 
fonnncões: à respeito do asfalto da Rua General !:lia 
rcs da Rochn; à respeito dn Creche da LBA; i respei 
to dn ,·crbn destinada no llospitnl de Bela Vista. - 
Solicitou no Prefeito Municipal, no sentido que 
nailize o funcionamento das instalações sanitárias 
do Colégio Pedro Ajnln no Bairro Água Doce. 
Solicitou ao prefeito Municipal para que determi 
ne a colocação de bueiros na rua Ala!de da S. Cor= 
réa, atendendo solicitação de uma moradora do Bair­ 
ro Novo Horizonte, solicitando ainda,a extensão da 
rede de água ao referido Bairro. 
VEREADOR CARLOS ALBERTO OCÁRIZ 
Solicitou ao Prefeito ~unicipal, o empenho na 
'inbilizncio dos recursos,junto ao Governo do Esta­ 
do, paro o asfaltamento dó centro dn cidade. 
Solicitou ao Secretãrió de SAÚde do Estado, no 
sentido de se fnzer em Bela Vista, um curso de cnpa 
citacào profissional. tendo em vista as obras de am= 
pliacno e reforma do Hoapital, já cm fase final. 
VERF.ADOR JORGE llE SOUZA ROSA 
Solicitou ao Prefeito Municipal com cópia ao Se-' 
crct~rio de Obras que determine com a máximo urgé~ 
eia a canalização de uma mina d'água existente em 
frente ao Rotory Clube na Rua Geraldo de S. Rosa 
solicitando ainda, que n mesma seja cascalhada e p~ 
trolnda. 
Sala das Sessões, 
J oào K,i lifo 
l!! Secretário 
27 de marco de 1.991. 
Dr. Jorge de Souza Rosa 
Presidente 
Projeto e festão " 
"Constitui Comissão Permanente da Camara Municipal" 
A C~mnraHunicipaldc Beln Vista, Estado de Mato 
Grosso do Sul, Resolve: 
Artigo IQ)- Na sessão extraordinária realizada 
no dia 25 de (e,·crciro de 1. 991 foi eleita e empos 
sada a Comissão de Finanças e Orçamento, ficando 
assim conRtituÍda: 
Presidente: Vereador Paulo de Melo 
Vice-presidente: Vereador HoraesºSi~;cs 
Membro: Vereador Anselmo Lopes 
Artigo 2Q)- Esta resoluciío entra em vigor na da 
ta de sua publicação, revogadas ns disposiçoes cm 
'ºº"Píoieto ·de. Resolução .. ,,,, 
"Constitui 4 Comissão Pc.rmanc.nte 
da Gamara Municipal 
A Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Ma­ 
to Grosso do Sul, Rcsoh·e: 
Artigo lQ)- Na Sessão Extraordinârla realizada 
no dia 25 de Fever~iro de 1.991 foi eleita e em - 
possada a COmissào de Legislação, Justiça e Reda - 
caõ Final, ficando assim constituída: 
Presidente: Vereador Sydyney Nunes Leite 
Vice-Presidente: Vereador Carlos A. OCa.riz 
Membro: Vereador Marcos Elias Rios da Cruz. 
Artigo 22)- Esta resoluçao.entrn_em vigor 
na dnta de sua publicaçn<', re,·ogadas 
ioi@io ie Rsla» 
"Constitui a Comi.sano Permanente 
• da Ca11U1ra Municipal" 
A ciímora Municipal de Bela Vista, Estado de Ma- 
to Grosso do Sul, Resol'"c: . 
Artigo lQ)- Na sedao extraordinaria realizada 
no dia 25 de fevereiro de 1.991, foi nomeada a Co­ 
'tlissão Permnnc-nte de Licitnçao, ficando assim con.!. 
tituída: 
Presidente: Vcrendor Jorge de Souza Rosa 
Vice-presidente: Vereador Marcos Elias Rios da 
Ct-uz 
Relator: Vereador João _Kalifc 
Arti~o 22)- Esta resolução entra e ,·igor na 
d " 	- d as dispos'icêies 
nta de sua publicaçao, revoga as 
c•r,, contrário. 
"Oi - b AE RetificatGrlo_ao_Pro[to 
s oc so re o o 
O 01 
BS" 
Decreto Legislati.-o n_ . . 
cara Municipal de Bela Vista, Esta
d
o de ?a 
to Grosso dn Sul, fnz saber que o_plcnnrin npro:OU 
e. eu pronulgo a seguinte rcsoluç
4
o: _ 
Arttgn lº)- TC'tido cm ,•istn a extincno do .V.R. 
(mator valor referencia), que servia como parame - 
tr 	- do Prefeito e 'ice- 
o referencial da remuneracao d di 
Prefoitn desce Nunic!plo, ficn retifica o o spog 
to no Artigo JQ e seu parirafo inlco do Projeto De Artigo 22)- Ao vice-prefeito seri trlbu!da 11 
creto Legislativo ng 0l/ de 03/03/85, passando a ma verba de Representa,ao equfvalente a 50 (ln 
ter a seguinte redaçao: 	quenta por ento) do total da remuneração atrIbaf 
Artigo 12)- A rer.runcr,,çno do Prefeito Municlpnl da no PrefP1to .1~unl<:lp1l. 
denta cidade, será calculda com base a 1,5! '( um Artigo3!)- Fsta resolução entrri em vigor na 
ponto cinco por cento) da Receie,, PPM e ICMS,.ef<'t_! darn de sua publicaçao revogadas ns disposlçoe - 
vnmente rrnllznda n~EiR r pagn no mis subs•quente;, em contrirto. 
$ Cnfc - A verba de Representação será equiva - 
lente a 2/3 (dois terços) de sua remuneração. 	Sala das Sensóes, 2i de março de 1.99I, 
Joiio Knlife l!'! Sec:ré'bÍrio 	Dr. Jorge de Sou>.n llos,1 - l'l"<'Hld<'lll<' 
INf O:ftME TF 
"PODA" DE ÁRVORES NA RUA GUIA LOPES 
Alguns r.ioradorcs da Ruo Guin Lopes, Ml nossa cldad<', e ta.n 
ém pessoas que tran,itao pela rcferi<!ó1 via, trouxera:: à re -:­ 
portnge::, esta senana suas preocupações p.,ra co::> .1 sltunçâo de 
perigo vcriftcado noquelê locnl. O eroblema são :u árvores d:i 
Rua Gula Lopes, entre a Rua Scbnstlao Crhpln do Rego e Anto­ 
nio Hnrin Coelho, que devido ao tw:,1nho tom•~ totali.:e~te a:t 
laterais da rua encontrando-se 1 oJe col'l seus &Alhos quase ar­ 
rnstnndo no chÕo. A foltn de- luninártas nos postes colabora - 
para que a escuridão seJnc uci p<•rfclto esconderijo par,1 ele • 
entos perniciosos coo arrobadors, que Inclusive, Já agi - 
ran naquelas lcediaçoes dios atr.:lS, aler: do pouco esp,tt,o exis 
tente pora o trãnsito de ve!culos devido o avanço das "si!'>ipT 
na" sobre a via. Fica o reglr.tro, com a palnvra ns autorl-= 
dades responsáveis, n solucão s,·ria a ioediata "poda" da5 ár­ 
ores e a colocoçüo de luainárlns no trecho referido, de grtJ_!! 
de 1t-ovimento, localizado no centro da cldnde. 
ILUMINAÇÃO PÚBLICA 
Já que toca.oos na teclo,vao,,s n dianU!. A ENERSUL e Bela 
Vista nos Últi.cos tei::no• rleixou culto a desejar, proble."'las - 
de todo order., se veriflcarar.i nos scrvlcos prestados pela em­ 
presa de Energia t.létr1ca de Mato Grosso do Sul, coro toda a 
populnçiio é sabedora. Mas, a r.uilor injustiça proticad.1 con - 
tra .a. nossa populacão, snfadezn, irresponsabilidade, co::o 
queiram, é a 
11
tooral
11
, ilegal o incorreta cobrança cfa fMige 
r.a.da 'tJ'.AXA OE ILt.'MlNACÃO POBLlCA" qu.:indo poucóls restdénc!as­ 
e nossa cidade possuem en frente das resras uma lapada a­ 
ce§:a. Ruas totalmente escuros. 1ã..11padas quebr.1das ou quei.::.a­ 
dos e coopl•to abandono é o que se verifica há te."':pos e::s Be­ 
la Visto. Es_pcr:soo!l que agora, co::i a novil odr.llnlstrac.io da 
Emprcs.:i o nlvel estadual a ENERSUL cu:npra co:t1 o papel para o 
qual percebe de seus consw:iidorcs elevild3s tilrif.a.s ccnsaloe_!! 
te. 
O "PAU" COME EM CARACOL 
De u lado alguns 'erc.1.dorcs :icus..-1::: o Prefeito Cícero Bar 
bosa da Silvo de nbondonnr o SC'U Município e de n.lo estar -= 
cu:cprindo co::i os co::ipro:r:iissos nssu::idos eo cru:panhil. Do ou - 
tro lado, políticos ligados no Prefeito dizem. que tudo não 
possa de "pol1ticalhil
11 
dos ndvl"rsârios e de gente querendo - 
tirar proveito d.:i st~nção. A verdade é 1mt1 só, isso tudo 
não•vat levar .a. nodo e no final queo será 'prcjudic.ado, cais 
ltla vez, scrii. o povo caracolense. 
PREFEITO "LOUCO" 
Esta se::uma esteve vislt.nndo nossa cidttde ut1 velho a.::tgo 
jordincnse. Esteve três di.'.ls ilndondo pela. cidade, as pecul.ia 
ridades de nosso Munic{eto. Fal.:mdo sobre a odminlstr.1ç,lo cÜ 
niclpol o ooigo foi enfattco. "Sou pol{tlco hÓ vários .1nos -; 
tooci porte et: viirios movi.m4!ntos desde a épocn de escola, co 
nhcç:o Bela Vist.a. desde 1978 e vejo hoje com. alegria a cid.:idê 
sendo form.oda rndicalocntc, por todos os lados e.:dste~ obras 
da Prefeitur.1, pelo que observei todos os setores da com.mi­ 
dade estio recebendo benefícios da municipalidade e pelo jel 
to esse prcfei to é louco, pois não se entende como ele estã 
conseguindo realh:.1r esse o.:i:gn!Hco trabalho e .11lnda n;o tcn 
do, co::co ~e dissera.,:i. recebido r.cm c.esr:o IJ.04 agulha do ex-go­ 
vernador do Esta.do. t, fica a 1nterrognção, 101.cur.a. ou co::i - 
pro=isso, rcsponsabi 1 idnde, criot 1.vidode e co=pctenci:i. 
MORAES IMBATfVRL 
Essa frase é de ll!:I conhecido -eoi!tico de nossa. ctd.Jde, li 
gado a ala dissidente da C.olignç-.10 dos Oposições. Segundo e­ 
lc, "cot:1 os lnwr:cros serviços da Preft!itur.1 espalh.1dos pel.4 
cidade, as grandes obras que deverão serena executadas breve­ 
cente, coco asfalto da Rua General Soares d:i. Rocha e trans - 
versais, esgoto Jl:mit.Õrio, t.enuin.11 rodovl.irio e outras, po­ 
de.o se Juntar os "turcos", e outros que não ser3o pireos pa 
r.l enfrentar o "hoe"! A opintõo e de que sabe o que cst.i 
Calo.ndo. 	• 
RECUPHRACÃO DA VIA INTERNACIONAL 
O Prefeito Edson_Medeiros de Moraes está ult!ando o pro­ 
jeto parn recuper.nçao do ttccho da via lntcnrnctoru1l dc accs 
so a RcpÜbllL.<1 do Paraguai, derde o i::onueento até 4 ponte sÕ 
brc o Rio Apa. 	- 
O r(!fertdo u-echo encontro-se coe o seu .ns(.1ltx=::ent.a ccr.n 
pletnl!:.cntc dcterior.1do CO.'l enores buracos en'toda a sua. c.x-= 
tensão dev!to a Infiltração de água ex!stente no longo da 
via de aceso à vizinha República do P:ar.:igll-3.i. 
O Projeto para a execução da obra já esti e andaento , 
segundo o Prcfc1to n. v1a. sc.r_; t.ot.al=:cnte reeúpcr.'.lda desde a 
Avenida T(!odoro Sat1va at.ê a ponte sobre o R!o Ap.1. 
II!! JOGOS DR VERÃO 
[st.arã sendo real1z.1do ncstr.s dia:. 06 e 07/0:. no ?raio do 
PepIlio e nossa cidade os II? Jogos de Verão, nua prco - 
ç.:10 do 'cr~ador Roncy nora.e.s S1.eôcs e.o~ .1poio da Prc!eitur.1 
Hunlcip.a.1 de Beltl Vista e 10~ rc M!C. 
Durante- os dois d1as estarão sendo disputados vários }o - 
os nas nodalidades de volei o!fctal e e dupla, (asculuno 
e !eolntno), futebool su!ço :idulto e 1.nfo:1til. To.:Sn!. .:i.s cedi 
das para total segurança daqueles que forcr.: até a. tr.'.l.dlcio -= 
nal pr.ila do Ap.1 prcst1.gL1:- c::tu re.:ili::a;.:io c,tiio sc>r:<!o to­ 
adas, botes para passeios pelo iUo, corcfas de r.egu-r:mça e 
quipes de "s.th•a .. vida.::•• e de segurança, nutto so, alegria e 
aniaçio serão os Ingredientes que darão coa certéza tr!­ 
lho todo espccl.1.l a êstc .Jcor.ti'cL·:rcr".tO que. a UC!:lplo do pri 
reIro, prorete svtrentar a Princesa do Apa. Vaos li cq;e­ 
rir, lebrando sepre que increras pessoas, entidades e é - 
presas participa desa trilhante realizaçao. 
ASSASSINATO CHOCA A socmDADH 
Toda t1 ::ockd~de bel:avh:en.ce e:-:contr.a ... e chocada co o 
brutal assassinato dos Irias !fcolu Afonso e !dc.nir Afonso 
ocorrido n:i Vlla Om.i.b no Ültir.o d!:a 06, s:lb.;,.:!o de: Alt-luia 
confere reportagea nesta edtço. Os Irãos fora ortos { 
ttros'e ex0peta_a!ire 20 e revê!ver calibre 38 Cc: tr.ú-- 
Ubnldiao Rodrigues 
r.eras perfurações pelo corpo, na porta de sua re!dnfa, Enon 
tra'!arl'·ae.na ca,r,a ai;ifo do13 irr,ion dn.'t JOV<n11 as~~A,;if,.,.n'1o.:, u; tf 
Irra, na rae e uma criança de apenas aluns mexes de fdade, Real 
rente chocante e triste o acontecido,Aos fa!!lares da vIr!ra - 
nossos sentfrento de pêsames e solidariedade, 
POLICIA PEDR SOCOftJtRO 
A situação vivida pelas Pol{ciati Civ!l e Xilftar e::i uPJ..t VI·· 
ta ultioPoe-ntt: é de verdadeira c,11n-,id,1c:!e pÚtJllc,1. 5<. • ., v1-'fcu - 
lcs, verbas para cobust[vefs e ramutençio, a Rol[ela de Bela 
V1cta pedi" socorro. 	'- • 
Para se ter u::a idéia d3 sltu..1ção, corn.• pelo r:enos q:i:ltro - 
cantos do cidade co:::entártos de qut! " filha de u::i do:ii a.:.:.tore~ 
do cri.rA! dos doi!J in:iôos no Vi la Cohab chegou a lar pura a o 
I!cia avisando que o pai estava de .. control.ado e 'tl!e h,1•1111: S!11d; 
para :ntar, recebendo ecoo reseosta ,1 ,1{irmaçôo de qu'-! "J FoJI­ 
cto não podia fazer nada por nao dl.Dpor de ve[culo p,,rn !le loco 
oover". Por falt.J. de re:1pont.1bilidade, prlr.c!pal!rt.nte ,for. "X·/Õ 
vernantes de nosso Estado, responsavefs pelo caos na Segurança 
PÚbllca e tor:.bé:i e.o outros setores da a:!11:L'liatra;âo, .icontec,:;:o 
caso::i ecoo esse, onde du.as vidas de jovens no nuge de uas ex[« 
têncLas poder1ar ser evitadas se os responsives pela Segurançi 
?Úbllca tivesseo condições de agircw pront.a=-t•nte qu.i~do ~olJcl· 
ta.dos. 
MAIS UMA MENTIRA 
.2, pois é, receber-os a infor:.JJção de qU(! .:i notfcia (sic) trn 
zida nos belnvistense pelo ex-diretor do DETA!-MS, Sr. Ares 
Cafure, a pedido segundo ele, do ex-governador Marcelo M!rarda, 
d.1.ndo cont.a da viabiliz.aç..ão para Reln Vist.4 d.a e:-uls3o e do 1.rn­ 
perebIl!zante necessário para o asfaltarento da Rua do lgspi­ 
tol Sao Vicente de Paula, nno era verdade. OJ seja, tu.dor.ao • 
passou d(! ::ais ~ grande centira desse "povc" que no lon~o c!o 
tecpo só praticou de:r.ng.:,gla e eng,n.nação c.on~rn cc~unll"'ade !l,ct.,­ 
vistense. Será que o Ayres Cafure não sabfa que era tudo rentl­ 
ra de safados no fechar das cortinas? Ficou refo chato r.er t.1.x.; 
do de .. carreg.ldor de rec.aéo tr.entlroso , n.lo? !-'.as .J rc~.,li'd.H1f" C 
ur-..a so, "co:: ajuda ou seo ajuda do Co1.'crno J Co;Jt.1 con cn,,d 1.':11 l ! 
dade e Mig.os cm todos os luga.re.:;, va::os trabalh.1r e !,1z('r, áê 
UQ.4 foma ou de outra, esssa obra de lUif.altnr:ent.o Cn So.!in•1 d~ 
Rocha", polav-.:Js do Prefeito Edson 1'!ede1ros ~ Mor.ies. 
CUDIGO DR DEYESA DO CONSUMIDOR 
EM VIGOR 
.. O C.Õdigo de De!esa do Cons~iC:or, U!i redE."r.1! n9 B.078 ,Jrí: eE._ 
ta e::s vigor e o Estado, .1.traves do Hlnl.sterlo Pu~lico (Prv.--..oto­ 
ria de Justiça) tem n Incubéncta de prestar assistência gratuf 
t.J aos cidadaos carentes. Co=i isso os consuoidores do:: o.·tls: d{':' 
versos produtos - gêneros ali.centlcios, cóve!s, elctrodoeéati - 
e.os, peças, aparelhos elétricos cu ranuah, enfio, todos os :.1· 
pos de serviços oferecidos vIa corercIalfzaçaô- te agora uma 
legislaçao ex.c:lusiva, destinnd.a. o alterar conGider.aveI.r-e.~t.~ us 
relações entre !ibr-ic.ant.es, co=.erciantes, prest.Bdores de r.crv t­ 
ços e_consu::iidores. Aos que costuan nfIrar_que a Lei extste , 
a..u .sono pnpel, prlnclpalcente co::i relaç:.ao .o. Sela Vista, !ic., 
o alert.a.: 1E-do engano, cor.hece:::os de perto a ntuação e o cirprol 
cisso para co::: o cu:::pri~:1t.o re.1.l ~ irrestrito da.s Leis do Pro7 e 
eotor de Justi~ e Co:.,rc.a de Bela Vi:.t.3, Dr. Cernrdo Erl.l>erto 
d.! Mor.o.is, o que nos dá a certez..t de que o Mi-,tstério ?Úb!ico , 
pcl~ cenas e~ ~la Vis:t.a., exercerá. r..1. sua t.otnl!d.,c!t! .ia dt!ter.:11 C. 
naç-oes da. Lei Federal n2 8.078. 
ALERTA AOS FORNECEDORES 
~o qu~ avis . .i ai:iso é, fic,1 o alerta aos ece.crcLcl!l:.es 6?j !" 
nos!ª cidade que estio se aproveitando, por exeplo, da fnlt:1 -j 
de olco de cozinha no rercado para prooverez a venda ca.s.-:-l!;t,ot.:. 
seja, só leva o Óleo de cozinhil. que~ .:idqulrl.r u::: "r.:1colÔ::t" de' ' • 
ccrc.adoda.s. Essa pr.âtica: cst..i previst..:J no CGdIo de Defesa do 
Consu:ldor co:::o proibida e :i pena. p·revist..1 5c.ndo pu:i!çÓC.,:. a~::-1· 
nistrativas por parte do Poder Público que inclue::: =ult.D.-;;, .:.i 
pree.nsiio de produtos, lnterdiç..ã.o p.arcia.l ou totnl do c:.u.?mle-d 
cento, suspensão das atividades, irpos!ção de contratos de ro­ 
pasanda, entre out:ros. As ::ult.ns v.:J.rt.ri de 300 ctl .1. J :::.11!-:Õe; 
de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional -±7- u {dize - 
que venha a subst1tu.Í•lo .. O &1viso es:t.á d.J.do, c;ue::. prnt1c.1 o co· !" 
ercfo Irregular, coo o cxgplo dado acia, vendas fora ds - 
preços t..obelados, e.spccul.'.l;.ão co produtos e escassez, urda 
de_ercadorlas co vistas a conseguir melhores preços e cutras 
prattco, prefudc{ais aos consu!dores, pode perfeltarente ser 
enquadrado no CÕdJ.s:o de Oc!c.!l.1 do C:0:'!..!:U."':1dor. bast;m<!o p.:ir;J i.:;­ 
so u::.1 si:::ples dc.cu:m:L1 do c.ons~do:-- que se !.C.n:tlr ;:::-<"J'.!d!c.J~::> 
de alsu=-n .:.:me.ira. O P't"c::otor de Just.lça Or. c~r::r.'"110 Erl!)e?':.o - 
de Morn1s afIrou seana passada e reun!ão na Sede do it:lt::-r,· .. 
Club de Bela Vista que "se alui te que ccear a fazer e 
que essa Lei seja cumprida fntezralente, eu vou coe;ar, pote 
ter certeza", colocado seu Gabinete a d!spostão de todes, - 
'pois est.a.:::os .:a ~crv.iço do povo , ress.nlt.ou o ..,,1~r.J:1tc Pro::ot.:::-. 
E pode ter certeza, a Tr!ara da Fronteira, será o traço !! 
reito dessa Le! e nossa cidade, po!s estas cansados de ver- 
as Injustiças, as especulações, os atgsos e todos os tipos de 
explorações possíveis praticadas por pessoas Inescrupulcsas on 
tra o povo sofrido, trab!llh.Jdor e o:-d<-iro de r:os!=.a Õ!:l., Vls:!.J.- 
0 NOVO CHEFE DA RECHITA FHDERAL 
Eh Bt-ln Vlst:1, Roque P=e!I :ossU!:1U as h:::;óes s:c~~.,. p.lt:!.;:.!, 1 
e aluas rudanças ]a estas sendo :,o:..otfa.:: ;,,cl:u: p('r.:-...:,..-.-1;. t;i.:t! c:-J 
Z:t!:i a f-Tont.it-ira. Brnstl{Pnr.:J-;Wll ou vlct".-ve.r::'ó.1.. 	- 
SeguIndo_deter!ações_do Caverno Federa! qu prevê a p:te] 
ta Integração entre os países vizinhos, a Receita Fedra; de 1.. 
la Vista, segundo nos disse a eresir!s de mossa cidade, a7! 
ara cuprindo o seu verdadeiro pape! de tal!u;o e tia­ 
te ao contrabando e_deixando de 'enh" o saco de quer esti z:a-] 
balhando', ao contrirlo do que v[ha acontecendo ator!ore"t 
quando alguns funcIsnirips da Receita "Invoca-" :e s3 a 
velhinhas vendedoras de "atum", "pusvi", etc. (sais, 
"",'> sue cru=rva para o trastipsra sa±sr «1uns =ru= 
Ao Roque votos de sucessos frente a Receita Federal em 
lo Vhto.

JOHN/L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
íl!-:L/ 1/l S'rTI - 11A .O CPOS:~O DO SUL 
CONCLUSÃO AS OIS "O CASTE1.O 
o Presldente da Câmara Municipal de Bela Vista , 
Veredor do PTI Jore de Souza losa sol icJ tou na 
peso do dla I8/0) pp. o endereçamento de exped1en 
te no Exmo, Sr, Governador do Estado com captas à 
s,,cr,•t;Ídn <lt• Educação de, Estado, I:xmn. Sr. Prefc-i­ 
to MtunfeIpal e aos Deputadon Estadual, Alberto llon­ 
dnn, lnldtmlr l-lnkn, O!.cnr Cnldonl e WnldomJro Con - 
alves, pra que se]a agilizada com urgência a con- 
1 • 	'I • 
1 
e lusiin rlllf-l obraH da fü;cola- Estadual ~e I e II Graus 
"Castelo Branco", "tendo em vista, Ja estunnos no 
tal do m@n de março e, até o momento, não temos 

~( c~quer prev1u~o cte qunndo Pnsa ohrn ~er~ conclu{da, 
sendo que na eunda--feira dia Ol/OG/91, teve in! - 
1
1 
clD o nno luti'o da referida Escola, com auxílio de 
d • 	- ' 
h,, virias entidades que cederão salas para que os alu- 
nos naP ycjnm prrjudicndns em seu aprrndlzndn. 
'1 
s 
p 
A A E NOT C 
Na ses4o do a:a zu ae março do lezfmslatio be 
lavistense, o Vereador e médico Carlos Alberto Oeá 
rLz apresentou Indt ·aço para que se[a end regado 
expediente ao Depus ado Federal Valdfr Guerra, soll 
citardo empenho do mesmo Junto aos orgnao: competen 
tes no sentfdo de vfabil!zar lIberaçao de verba do 
SUS, orçada em Cr$ 100.000.000,00 (cen !lhes de 
cruzeiros), destinada a copra de equipamentos pa­ 
rn o Hospital São Vicente de Paula, nesta cidade, 
"Achamos '1Íl ldo recorr<:r à V. Excin., r:,bcdores 
que somos do vosso Interesse em solucionar os ta­ 
ves problemas de aüde do Estado, Pela urgenein 
que temos da l!beração desses recursos, ji que da 
aquisição do equipamentos, depende o Início do 
funciona ento das instalações novas do Hospital , 
com obras praticamente concluídas", disse Cachito, 
dr fieu::; f11hnc;
11
, ressaltou Knli!c. 
"Para que seja endereçdo expediente ao Exr.m. Sr. 
Prefeito Munlclpal, solicitando qu • determino o 
cancelwncnto do lPTU do Sr. l.uclann Ferrc:,ira", {o­ 
cegra de outra indlcaçio to Vcr~1odr João Kalifc. 
" referldo imposto deve ter sldo lançado por 
engnno tendo em vistn que o lotr em questao encon­ 
tra-se forn da irca urbnn, e de acordo com nn Leis 
vigentes do Hunic{pio, o JPfU i devldo no pcr!me J 
tro urbano", lembrou Kalife. 
Preocupado com o estadc das cstrndas de acesso 
is propriedades rurais dos seguintes proprietários: 
José SImpleio da Costa Mrques, Oscar Salomão, Do 
roteu F. Conçnlvcs, Gilberto Alves Correa, Rinoldo 
e Otac(liP Corrêa, o Verecdor do PTB Roney Moraes 
Simões solicitou através de Indicação ao Prefeito 
Edsn Moraes providências urgentes na recuperaçaó 
dessos estradas que, segurdo ele, ''encontram-se em 
precirias condições de trânsltP, Impedindo até mes 
1'10 os sen•lços essenciais", ress:iltou o edil. 
1 
l 
t 
I
~~ P'--r-c~s-_l_d_e-.,-,t-~ da Câmara Municipal de Bcln Vista, Ve 
.,j rcndor Jorge de Souza Rosa 
~
1 Tal situação torna-se incperPnte, tendo em ,·ista 
,1 n distância dos locnis cedidos, principalmente, pa- 
1 ra o corpo docente, ficando mais de mil alunos pre- 
i;ljudicados no an:S~:~:T:-::1~~:tse o Vereador. 
l
o No dia 16/03 o Vereador pctebista Jorge de Souza 
i. Rosa apresentou indicação endereçando expediente ao 
t 
Prefeito Municipal, com cópia ao Secretário de 0- 
brns, solicitando o cascalhamento das Ruas A. Tri­ 
t buna da Fronteira e Visconde de Tnunay, principal - 
~ 
mente no trecho que liga a Escola Ester Sil•a com a 
Avenida Teodoro Sati"l:n e em frente a Serrnria Serra 
h sul. 	- 
fJ COLOCAÇÃO DE IllJElROS 
lil o Primeiro Secretário da Câmara Municipal, Veren 
l
d dor do P)!Dll João Knlife na sessão ordinária d"c: 
d dia l8 de marco, pediu ao Prefeito Municipal, atra­ 
vés de Indica;ao a colocaçao de bueiros na rua Gol­ 
[id eia Miranda Lino,_no Bairro Costa e Silva, nás pr~ 
tximidades da residencia da Senhora Estanislada de 
1 Souzn. 
11
Tnl solicitação faz-se ncccsi;;Rrin umn ,·ez 
·- que, devido _as chuvas forma-se naquele local uma la 
'e goa com as aguas in,·adindo ,·arias residências", jus 
l - e !ficou Kalife. 	- 
~ 
REVISÃO ODONTOLÕGICA 
De autoria do Vereador Joio Kalife indicncaõ en 
dcreçuda .'.IO Prefeito Municipal com cópia à Secretá-: 
ria Municipal de Educaçao, solicita que seja deter­ 
r minada a revisio odontológica na clientela estudan- 
!
e til da r~dc municipal de ensino, "uma vez que exis­ 
n. te várias reclamaçoes de dor-de-dente e, constata­ 
e do o problema , que os mesmos sejam encaminhadoa. ao 
c Posto para o devido tratamento", enfatizou o edil. 
f 
t TESTE DE ACUIDADE VISUAL 
Ti s .. • 
!, j _ Tam em atra'CS de indicaçno o Vereador do PMDB 
Pi Joao Kalife pede o endereçamento de expediente ao 
ln' Prefeito Municipal com cópia à Secretária de Educa­ 
a çaÕ, solicitando que seja determinada com urgência 
ri teste de acuidade 'isual na clientcjl;a estudantil do 
n;MunicÍpio, e aqueles que apresentarém as dificulda­ 
o' dcs sejam. encaminhados ao médico para providências 
p cabÍ-eis, "Tal solicitação faz-se necessária tendo 
fo
1 cm 'ista ,·,irias reclamações de falta de ,
1is5o e do­ 
" de cabeça", disse o Vereador. 
si 	DOAÇÃO DE TORRE 
fº Outro lndic:iç:io apresentada na Ciimara.Municipal 
]o pelo Vereador João Kalife cndereçnda ao Presidente 
:, •da TF.LENS, toe: copia ao Prefeito Municipal, solici­ 
o, tn n doacão da antiga torre da referida empresa à 
e,Prefeitura Municipal. 'A torre cm questão est;Í desa 
rifada pela empresa. Creio que seria de grande 'a 
(lia para a Prefeitura instalar suas antenas de tele 
ivisão, já que a existente, segundo Informações, en-­ 
,i contr:i-sc com principio de dct<lriorizaçào. lleln Vis 
n c ta seria m a i s 	u m a vez m u i t o grata à TELEMS e 	f f .c a = 
piria orgulhosa, como toda mãe, pelo despreendimento 
o 
CANCEI.AMF.NTO UE 1 !'TU 
RECUPERAÇÃO DI! ESTRAílAS 
füCRO ONIBUS PARA AS "CAIEIRAS" 
Indlcnçâo endereçado aP Prefeito Municipal, so­ 
licitando a colocação do rrlcro-Õnibus pelo menos u 
ma ,·ez por semana para trnsportar moradores da re 
giâo dns "CnleirAs" à cidcde, foi apresentada na 
Cimnra pnlo Vereador Roney Moraes Simões. 
Em sua Justificati'a, <'isse o edil, "constatei 
com moradores daquela reglâo e pre~enclei de perto 
as dificuldades de locomoção dos mesmos. Gostaria 
de citar por exemplo: existe um funcionário do Mu­ 
nicípio que para vir a cidade receber seu salário, 
que é salário mínimo, ten de fretar uma camionete 
de um vizinho, pagando at Cr$ 6.000,00 (seis mil 
cruzeiros) para se desloc,r atê a sede do MunicÍ - 
pio. !lesmo que V. Excia. cobre umn tarifa dos mes­ 
mos, facilitaria em muito suas vidas, tanto econõ­ 
mica como socialmente
1
'. 
tlOÇÃO DE AGRADECIMENTO À VALnIR CUl'.RllA 
Tl".RMINO DO POSTO ílAS "CAIEIRAS" 
Outrn indicai;aõ de autC'ria do Vereador Roney M~ 
raes Simões, endereçada no Prefeito Edson Horaes - 
solicita o término das obras do Posto de Saúde das 
"Caleiras". "O problema de locomoçao das Caleiras 
é muito sério para seus moradores, por isso pedi - 
mos com urgência a concreti.zaçÃn dessn obra para - 
que aqueles moradores possam também usufruir dos 
benefícios médicos que têw direito" ,afinnou o edil. 
CORREDOR BOIADEIRO/RODOVIA 
De autoria do Verendor líder do PDT na Câmara - 
Municipal Sydney Nunes Lelte, indicação ao Diretor 
Geral do DERSUL, com cópis ao Secretório de Obras 
do Estado, no sentido de cue sejam procedidos estu 
dos necessélrios para transformar em Rodovia o a­ 
tual corredor boiadeiro e,·istente nas divisas do 
Município de Bela Vista e Jardim, ligando as Rodo­ 
,·ias Rela Vista/Jardim, Jrrdi.m/Porto Hurtinho, par 
tindo das proximidades da Fazenda Santa Vitória e 
atingindo as imediações dC' Calcário ~odoquena. 
_ "há muitos anos existe o Corredor Boiadeiro na 
divisa dos Municípios de Pela Vista e Jardim, qua­ 
se em linha reta. ligando as Rodovias supra cita - 
das·, que tem sen·ido para o trânsito de boiadas 
conduzidas por terra e con uma distância aproximn­ 
dn de 30 kilÔmetros, margcando as di•isas das c!i - 
versas propriedades rurais da região. Tal medida 
beneficiaria um grande núrrero de propriedades ru - 
rais localizadas nessa reyiâo, e hoje servidos por 
péssimas estradas de fazerdas, dificultando o crá­ 
fP.go e o escoamento de pr~dutos locais. A abertura 
da rodovia no atual corredor boiadeiro, dará no,·o 
estímulo ao progresso e prosperidade dessa_regiio, 
melhorando as condições de tráfego e encurtando - 
distâncias. Sen·iria como rodo,·ia tronco, de onde 
partiriam estradas para as fazendas ou proprieda ·­ 
des rurais da região", justificou Sydney. 
SINALIZAÇÃO DA BR 060 
O Vereador do PMDB J-1,.1rcos Elias Rio~ da Cruz so 
licitou _atrà,·és de indicação na Câmara Municipal -:­ 
em sessão ordinária do dir 26103, o em·io de expe­ 
diente ao Diretor Geral d<' DERSUL, Engenheiro Gil 
Aze'edo Leal, para que seja determinada a sinaliza 
cão da Rodo,·ia BR 060, trecho asfaltado, inclusi·; 
da Ponte estreita sobre o Rio Mnchorra. 
CAMPUS AVANÇADO 
O Vereador Carlos Alberto 0cariz apresentcu i.n­ 
dicação na Câmara Municipl endereçada ao Prefeito 
Municipal, com cópia à Secre.tária Municipal de Edu 
caçio, solicitando proposição de se trazer à Bela­ 
Vista um Campus Avançado cu Faculdade de Férias. 
"A seriedade e as bo,is intenções da adminiscrn­ 
ca municipal, na área de educação saltam aos o 
lhos dos críticos mais se,·eros. A promoçno da me - 
lhoria do padrão profissional, resultado natural - 
do investimento, complemertaria as acoes e viria 
suprir anos de descnso e defonnaçÕcs n('I quadro pro 
fissionnl mais vital à sociedade responsã,·el pelã 
formação do mesmo povo", disse Cach.ito. 
'EQUIPAMENTOS PARA O !lOSPITAL SOLICITADO 
EKPENUO DO DEPUTADO VALDIR GUERRA 
De autorin do Vereador Carlos Alberto Ocárlz , 
foi apresentada na sessão do dia 20/0)pp., uma Mo­ 
ção de agradecimento ao Deputado Federal Vnldir - 
Guerra por seu empenho viabilizando recursos para 
as obras de reforma e ampliação do Hospital São Vi 
cente de Paula, nesta cidade. 
ISENÇÃO DO IPTIJ 
Através dP indicaç~o 0 Vereador AnselmP Lopes - 
(PMDB), solicitou ao Prefeito Municipal que deter­ 
mine a ise_nção do IPTU da Sr! Margarida Milton, ha 
ja ,·isto que a mesma encontra-se doente, conforme 
anexo atestado médico. 
DOAÇÃo·oE TERRENO 
Também de autoria do Vereador Anselmo Lopes, ln 
dicação para que seja endereçado expediente ao Pr@ 
feito Municipal, solicitando que encaminhe à Câma­ 
ra Projeto de Lei doando o terreno onde se encon - 
tra a antiga torre da TELEMS, na Vila Ko'a, ã Asso 
ciacâo de Moradores daquele bairro. - 
BURACO NO ASFALTO 
Endereçada no Prefeito Municipal, foi apresenta 
da na Câmara indicação de autoria do Vereador dÕ 
PDT Sydney Nunes Leite no sentido que deteroine ao 
Órgão competente que seja tapado·o buraco existen­ 
te no asfalto, ao lado do meio fio, existente na 
Rua Antonio João, entre o Ponto de Táxi e .'.I Casa 
do Arroz, "cuja providência deve ser com a máxima 
urgência possÍ'el em razão de seu taoanho e dos - 
problemas que poderá ocasionar essa cratera, não 
sono proprio asfalto, como meio-fio e calçamento~ 
lembrou o edil. 
INSTALAÇÕES SANlTilrAS NO "JOÃO DE BARRO" 
O Vereador petista Sydney Nunes Leite, atravis 
de indicaçao endereçada ao Prefeito Edson Medelros 
de ~oraes, s~licita a edificação urgente de insta­ 
lac:cs_sanitarias (privada e banheiro), no Conjun­ 
to Joao de Barro". 
"Segundo consta, existem apenas três casas coe 
esse benefício, e os demais moradores do Bairro,~ 
tilizam-se de um pequeno matagal existente no re 
dondeza, para realizar suas necessidades fisiolÓ - 
gicas , .ressaltou Sydney. 
Indicações Verbas 
Sessão Ordinária 27/03/9l 
VEREADOR MARCOS E.LIAS RIOS DA CRUZ 
Solicitou ao Prefeito Munici l deter- 
mine ao Secretári d O pa para que 
lhamento d 
O 
e bras 
O patrolaoPnto e case! 
Parque a'{";"g «ue !4sa a cate de errada do 
xp .coes ate o CLube do Laco ua vez, 
que o mesmo tem a d - " ' 
Dersul. sua isposiçao os caminhões do 
VERRAf>oR ANSEI.Ho LOPES 
Solicitou ao Prefeito Municipal determine - 
ao Secretario de Obras que 
menro da Rua Rosali 
O 
patrolamento e cascalha " 
Peixoto e A. ,,,"O Lino entre as ruas Eduardo " 
. • eo oro Sativa 
Solicitou ao Prefi , • • . 
ne ao Secretário de to dunic1pal para que determ! 
e cascalhamento da Obras que faça o patrolamento 
a Avenida Tri, rua Eduardo Peixoto esquina com 
una da Fronteira. 
VEREADOR SIDNEY N1JNEs LEITE 
Solicitou ao Pref i 
a limpeza geral no e to Municipal, que deterzine 
do ladário q trecho asfaltado da Rua Barao 
ue se cncont b 	s 
pecialmente rei, fI ra co erta de istritos e_ 
recer, que a li a uvial, atualmente, quer cepa­ 
radentes fica mdpeza e feita somente até a rua Ti- 
• n o dali t - r 	·T 
total abandono. a;e o Bairro Agua Doce e· 
VEREADOR_RONEY HORAES SIMÕES 
Solicitou ao P f 
Chef;;, Regi.on·il d r; eito Municipal com cópia do 
1hão nos ai" FEEMS a instalação de u ore 
os taboray d 
Solicitou ai d e as Prima,·eras. 
ta a cste ai,2?g "reteto ateia1 ses <­ 
luminârias n., b i Sli1. local, a r"cuperaçao das 
era do Apa. 
Contlnuação 
na P:Ígin.a - 09

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se " 
xaa, i• 
MERCOSUR 
Empresariado será el principal protag·onista 
El empresariado de 
nuestros países será 
el protagonista indi~ 
pensable de los dias 
que vendran, afirmó - 
ayer en su discurso 
el presidente uru - 
guayo, Luis Alberto 
Lacalle Herrera,quien 
precisó que los cua - 
tro jefes de Estado, 
al crear el MERCOSUR; 
no hicieron sino "a­ 
brir las puertas a la 
oportunidad ". Defi - 
nió a los gobernantes 
democráticos como "fu 
gaces y transitorios" 
y agregó que "si algo 
queremos recordar pa­ 
ra nuestra propia y 
efímera presencia al 
frente de nuestros 
países, que algún dia, 
en virtud de lo que 
hoy estamos realizan- 
SI NO HAY VIDA IGMA,LOS 
PELl<iROS DE RECiRESION 
SICiUEN AMENAZANTES 
IS 
El jefe de Estado, An­ 
drés Rodriguez, resoltÕ - 
nyer onte sus colegas de 
Argentina, Brasil y Uru - 
guni que "está demostrndo 
que donde no se dan las 
condiciones pnra uno ,·idn 
digna, lo libertod es pre 
cor ia y J •'S peligros de 
regresiõn sigom laten - 
tes y amenazantes". Cali­ 
flcÕ ln constituciÕn del 
MERCOSUR COMO UN "ineludi 
ble desafio de integra. - 
ciõn de nuestros países 
en una época en que ln u­ 
nidod y la mancomuniõn de 
esfuerzos son requisitos 
esenciales paro nuestros 
comunes objeti•os de de - 
sorrollo econômico y so - 
ciol, en libertad y demo­ 
crac.io" .. 
Rodríguez dio la bien­ 
venida a los jefes de Es­ 
tado visitantes y poste - 
rlormente e,q,resõ: "Ali~ 
pulso de la democracia q/ 
hoy preside _el destino de 
nuestras naciones latinoa 
~ericnnas, y como un man­ 
dato inexcusable del tie 
po que nos tocn '·iYir, n!!_ 
ce e~ Mercado Común dcl 
Sur para ensanchar nues - 
tras posibilidndes y pro­ 
mover la complementncion 
de nuestras acti'idades - 
produtivas, eliminando 
los obstáculÓs que aten - 
tan contro el crecimiento 
econômico, ~l empleo Y la 
libre competencia". 
do, alguien nos re - 
cuerde y diga, ellos 
se preocuparon por a 
delantar la aurora~- 
Interrumpido en 
várias ocasiones por 
sostenidos aplausos, 
habló el mandatario 
oriental, quien en 
un pasaje exhortó a 
"repensar·nuestras 
maneras de trabajar; 
tenemos que repensar 
nuestras querellas , 
nuestras divisiones, 
que necessariamente 
en el horizonte del 
Mercado Común queda­ 
rán reducidas en su 
tamano. Tendremos - 
que cambiar y tendre 
mos que adaptarnos ã 
pensar de manera aun 
más amplia, aun más 
grande y generosa ca 
da uno de nuestros 
actos". 
Segui.damente sos­ 
tuvo: "Pienso que el 
empresariado de nues 
tros países, ese pro 
tagonista de los di­ 
as que vendrán, hoy 
tienen sus mercados 
agrandados, hoy tie­ 
nen millones y millo 
nes de consumidores pÕ 
tenciales. Pues en 
él confiamos para 
que, agrandada laca 
pacidad de crecimien 
to, sea ese empresa­ 
riado el que,con sus 
obras, nos diga que 
hicimos bien en a­ 
brir las puertas a 
este nuevo tiempo". 
"Pienso en los tra 
bajadores. La inte - 
gración para ellos 
no es esta ceremonia. 
Para ellos la inte - 
EL D.'.ITO NO DEPENDERA 
DE 
de lo~ gobiernos o como 
fruto de largas negocia­ 
ciones, sino mediante un 
compartido anhelo y ac­ 
ciÕn recíprocas de nues- 
tiras sociedades, respon­ 
diendo a nuestra herman­ 
dad de origeny a nues - 
tros irreductibles dere­ 
chos de vivir en liber - 
tad, iqualrlnd y democra­ 
cia como la ,·ia más ode­ 
_cuada pnra arribar· a la 
ansiada jus tida social". 
- A continuación, sena­ 
lÕ: "La política econõm_! 
ca que nos propus imos de 
sarrollor desde el ini - 
cio de nuestro mandato 
se ratifica hoy cpn nues 
era firme adhesiõn a los 
grandes princípios de lá 
integraciõn lntinoameri­ 
cana, cuyo objeti•o prio 
ritário .es compntibili = 
znr y proyettar la libe.E_ 
tad y ln democracia al 
compleio campo de la actl 
·idad econômica". - 
"América Lntin~ tiene 
que dejar de ser, defini­ 
tivamente, solo una gran 
productora de materins 
primas. Su derecho nl de­ 
sarrollo es integral, de­ 
bÍendo también ampliar y 
mo,dernizar su capncidad - 
industrial, y participar 
de la evoluciÕn tecnolÕgi 
CIJ- El nue·vo ordem mundi= 
al debe, en ese sentido , 
caracterizarse no por una 
retórico solidariedad, si 
no por una real y efecci= 
va cooperación internacio 
nal". 	- 
Fihalmente,instÕ a sus 
demás colegas a trabajar 
en mancomunión de esfuer­ 
zos para forjar la prospe 
ridad y la justicia que 
se merecen nuestros pue - 
blos. 
MERCOSUR 
O MERCADO COMUM DO 
CONE SUL- 
tos COBIERNOS 
Más adelante,Rodríguez 
sostu·o: "Es preciso re - 
arcar que el êxito' del 
MERCOSUR no solo depende­ 
rã de la efectividade de 
las.medidas que adopten - 
los gobiernos, sino cam - 
bien, y eo gran medida,de 
lá creatividad, del tale~ 
to, del esfuerzo y de la 
soscenida dedicaciÕn de 
los emprcsarios, y aun de 
nueatros pueblos en gene­ 
ra1", 
"La integraciõn no al­ 
cnnzaremos como resultndo 
•xcluslvo de la decisiÕn 
trâmite del tercado 
Común. Y buenos es - 
quizi que nsI ocurra, 
porque esta no cs o 
bra suceptible de 
ser atrapada en lon 
estrechos limites de 
un mandato, ni pucde 
ser patrirr.onio de los 
gobernantes democrá­ 
ticos, fugaces y tran 
sitorios por defini­ 
ción. Tiene que ser 
obra que hagamos po­ 
niendo el oído al pe 
cho de país~ de cadi 
uno de los países , 
sientiéndonos mera - 
mente un eslabón más 
en la cadena, sint.i­ 
endo que tenemos es­ 
te momento para de - 
cir nuestro roensaje 
y que otro vendrá 
después a retomarlo 
y amplificarlo". 
REGIMENES QUE PRETEN 
OIERON DAR CERTEZA 
OESAPARECIERON 
ca dcl r:O•,q{:, 1•1 e! 
safio d! la «anane1 
o lá pérdda, a 
el tr men!o ,«to1 
las socid• . n 
das parte del mun 
do", reflexiono. 
"Dr? d II Í , e . 1i 
dos amigos, que no 
corresponda nono 
tros, nada ma y na 
da menos, a abrir 
las puertas a la o - 
portunid.d, que quis 
ran nuestros empresa 
rios, nuetro traba 
jadores transitar 
por ellos, que hngan 
uso de esas oportuni 
dades. 	-- 
Eso es lo que hoy 
estamos edificando", 
pontual.izó en otro 
momento. 
SEJA 
MAIS BEM 
00 
NE 
DA 
DA 
LEIA 
os 
REDE 
RENSE 
o 
REGIÃO. 
E 
Brasil - El presiden­ 
te brnsileno, Fernando 
Collor de Mcllo, nbogõ ~ 
yer en su discurso por 
el perfeccionamiento de 
las instituciones demo - 
crãcicàs; exhorto n dar 
lugar a la capacidad ro­ 
creativa y n estimular 
las fuer:as dcl merendo 
as! la economia. Fue a - 
yer nl dirigirse n ln 
çoncurrencia, tras fir - 
mar e1 'Tratado de Asun 
c.1tin". "Este cnc.uentro 
que hoy celebramos cons­ 
tituye el mar.eo de ind.is 
cutible signUicndo e-;:; 
ln historia de nuestros 
cuàtro países y de Amêri 
cn l.ntina. PrescncL-u!los­ 
en ~~tê acto de for.:,.ali­ 
i:aciõn del·trrtado parn 
ln constituciõn del Mer­ 
cado Común dcl Sur, el i 
nIelo de 1a material!z. 
ciÕn de a lgunas de las 
mãs altas y antiguas as- 
gración se realiza­ 
rá cuanpo sobre su 
mesa haya un poqui­ 
to más de prosperi­ 
dad y para sus hi - 
jos un poquito mus 
de esperanzas. Esos 
son los que van a 
marcar el éxito de 
lá .integración", a­ 
seguró. 
"Pienso en nues­ 
tros hijos,que cuan 
do lleguen a las d~ 
cisiones ya defini­ 
tivas de la vida , 
tendrán esta chance 
que no tuvimos noso 
tros y, portanto, 
pienso en el siste­ 
ma educativo, que 
hoy, manana mismo , 
tiene que comenzar 
a incorporar en los 
programas de estu 
dios todo aquello - 
que nos vincule· y 
prepare, por tanto, 
nuevas generaciones 
para esta grande y 
nueva tarea" .. 
Más adelante, La 
calle Herrera dijo: 
"Amigos, esa tarea 
llevará los próxi - 
mos 5 anos. Habrán 
cambiado las cir 
cunstancias de los 
gobiernos, ya no es 
tará este Presiden= 
te del Uruguay cuan 
do se concluya eT 
"Nuestra preocupación 
ya no es una guerra ara 
da. Nuestra preocupaci0n 
más importante debe ser 
la paz. Pero no una paz 
inerte, no una paz h!bri 
da,sino ln paz del crecI 
miento, la poz de la ver 
dadera libertad, una paz 
creatia", sostuvo oyer 
en su discurso el presi­ 
dente argentino, Carlos 
SaÜl Menem. Fue luego de 
formalizar el Tratado de 
As .. nciõc. 
Seguidamente, d1jo:"Pa 
ra olcanzar este objeci= 
,·o, es imprescindible 
que ante todo nos reco - 
nozcamos )os latinoaoer.!_ 
canos como una gran na - 
ción, capaz de autoges - 
tionar nuestro crecimien 
to por regiones. Nada de 
esto será posible si no 
seguimos, precisamente, 
el ruitO ~ue nos indica 
tanto la historia como 
la sabidurín de nuestra 
naturaleza, que de norte 
a sur extiende sus rins 
y su cordtllera en un 
mismo cuerpn". 
pirncioth?~ de nuestros 
pucblos", .nanifestõ Col - 
lor de Mcllo. 
Seguidamente expresó 
que al quedar formalizndo 
el tratado, "reafirmamos 
la i~nlterable voluntnd 
política de los gobiernos 
da Argentina, de Paraguay 
de Uruguay y dcl Rrnsil, 
de sumar esfuerzos en la 
tnren solidaria de cons - 
trución de una sociedad 
is próspera, ris justa y 
"Así es que como 
lo siento, como creo 
que todos los senti­ 
mos. Estamos abrién­ 
dole el campo a una 
oportunidad,no a una 
certeza. El mundo si 
algo ensenã hoy, es 
que los regimenes 
que pretendieron dar 
certeza desaparecie­ 
ron. Y vuelve la éti 
, 
IL 
2E 
En c,tro •T"!ornento, 
nec .:ifinnó: "Celebra:nos 
este mundo más inclina­ 
do a la cooperaciõn que 
a la confrontación. em 
mundo, en síntesis, que 
esperil!:los sea más respe 
t-uoso del hobre". 
Al abogar por la in­ 
tegraciõn regional, el 
Manda~rio argentino se 
-ÕalÕ: "r:uestra apucsta­ 
en fa,·or de ln iotcg::;i­ 
ciõn no es ideológica. 
Por el contrário, se 
trata de un redio para 
sumar eficiências". 
"Esta es la única y 
a la ,·ez la mejor estra 
tegia pnra que nuestraS, 
sociedades potencien la 
recon'ersiõn y den el 
ran salto cualitativa 
de sus economias": 
"Este es el arco a­ 
decuado para que nues - 
tras ventajs utuas se 
ioterrelncionen de mane 
ra tal de asegurar a 
estros pueblos el acce­ 
so a más y cejores bie-· 
nas". 
SALUDABLE COKPETDICIA 
nbiertamente cooprometi 
da coo las lihertads ; 
srnciales de un rêgimen 
del!!ocrático". l'osterfor 
mente destacõ que "e..st; 
ejemplo de cooferación 
que hoy exhibfios orgul 
Hosarente al mundo ea =R 
penas un punto de pnrri 
da pnra la realizac1Õn­ 
de obras ayores", 
. ,segurá lucgo que su 
país sfepre presto y 
seguirá prestando su to 
Maiores 
LP.I'l'OR 
IN!'O.Rl-111- 
JOIUlAIS 
11fl"LAVIS­ 
JORNAI5 
infor­ 
Ponc: mações pelo 
ASSI- 
439-1410 
E 
PosterJor. ~te, :::...1n!­ 
festó: ''En cl riFxo ser­ 
tido, se Ir.pulsa asf una 
r:aludable co::pet<::icia e,, 
precios y ser!c1os. E6-­ 
te es un catino s!n r - 
torno y es el r:cjnr'
1
• 
Refirfênd3se a la cons 
tituciÕn d,l MERCOSl/R 
expresó: "[rtc .1cto =-~· - 
sulta un.a L:<.?C&l;ii.•Í:l c:i"':­ 
ra de la dct :-e ::11cíÓn - 
de nuestros pueblcs d 2 
vanzar hacta un futuro -­ 
conjunto.De dar inicfo a 
una nueva etapa e las - 
relaciones de· ::ue,;tro.~ 
cuatro países, que ccnsa 
l1darãn aun ás los laz 
de paz y amisrad ertre - 
::uestrns dcr::ocrnc:-i.:is". 
"Desde el irar de 
la lucha por ln Indepen­ 
dencia, muestros h&roes 
nacionales sonarn con a 
vanzar hacia la cree4, 
de un potrln. cc-nju.nt.1. 
Este tratado que a,a' 
firaos significa u: 
paso is haeia la reli­ 
znción de este s-..:..e.:10
1
', e.:.. 
fa tizÓ. 
COLLOR AB0<iÓ-P0R LA LIBERTAD DE MERCAD 
tal apoyo s las infetai 
vas de irrezrón. Se l 
gu[damente d!jo: "ar:a 
reros por etapas, en e­ 
preendim!nos acreto , 
conscientes de las rea 
les potenei.'iludes de 
da país,dencdoano fr 
trar alzonas de naestra 
is carsesperanzas aso­ 
ciadas a la InteraefGnr 
i;icnal". 
(OatrLas Traritas do AB 
Calor • d,- -"'.;..u,;.Õo).

------ ---------- --- -- 
JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA 
RP.l,A VI !;'I'/-HJ'1'0 GROSSO DO SUL 
06 DE ARIL DE 1991 
PÁGINA- 10 
** POR NANCY** 
»IVER!AR10S 
02/04 -- comemorou 
·uns I4 aninhos a jo­ 
Volasquoz- 
----------------- --- 
1 
Um delicioso jan- 
t(ar (feito pela Sra. 
laudetc) para famili 
1(res e alguns amigos, 
arcou a data. Para - 
e, ens ! 
t 02/04 -- Nessa da­ 
e a também festejou su 
s 14 primaveras a qa 
tinha Renata Rosa Pi­ 
D heiro. Felicidades! 
a 03/04 -Bianca Ve­ 
asquez nesse dia fes 
ejou seus 12 aninhos. 
~ 04/04 - Um churras 
uinho para amigui 
1hos e familiares mar 
eeou a data cm que a 
~~
atinha Gabr~ela Ve - 
asquez Pereira come­ 
orou 10 anos! 
l'0RRE O COLUNISTA ALE 
~- NDRE BILO 
i • O colunista social 
lexandre Bilo morreu 
lia 02/04 às 15 ho - 
r'as, no CTI da Santa- 
g 
f: : --~ 
t~ ·_:.~··1'· 
r º 
foi anual o ininter­ 
rupta até o ano pas­ 
sado. Além deste, O4 
troo concursos do ge 
nero realizados pe­ 
lo colunista social­ 
tornaram-se tradicio 
nais como Mulata de 
Ouro e a escolha de 
misses Campo Grande 
e Mato Grosso do 
Sul, desde 1986. 
Muitas ganhadoras 
'destes concursos têm 
hoje projeção nacio­ 
nal e internacional, 
como Adriana Graeff, 
por exemplo, modelo 
que fez trabalhos no 
Japão e outros paí - 
ses. 
No jornalismo, A­ 
lexandre Bilo come - 
çou pelo Jornal da 
Manhã, passou pelo - 
Diário da Serra, es­ 
ceveu para o Correio 
do Estado, Revista - 
Executivo Plus, l 
Crítica, Folha de 
Campo Grande e ou 
tros órgãos de im 
prensa, sempre no co 
lunismo social. Foi 
diretor da Imprensa­ 
trabalhou no Tribu - 
nal de Contas. (Cor - 
reio do Estado) 
"PERERECA" 
Foi encontrada 
dentro de uma lata 
de óleo da Sadia com 
prada em Campo Gran­ 
de. A Deleg. de Defe 
sa do Consumidor, 
agiu rápido ao rece­ 
ber a queixa: desco­ 
briu que o enlatamen 
to do óleo foi feito 
em Rondonópolis-MT. 
Foi instaurado in 
quérito policial pa­ 
ra apurar 'crime con­ 
tra a saúde pública! 
BlILE 01 lLELUII 
Sábado pp., n 
Grêmio esteve anima 
díssimo. Casa lota 
da, Conjunto Musical 
Agradou! 
E A MARRUA JEANS 
·n 
te. 
~ i~ Ele estava interna 
Jo desde sábado ú1i- 
• o com problemas de 
nsuficiência respira 
ora, consequenc1a - 
le forte processo in­ 
~cccioso. Logo após - 
nua mor Le, o corpo - 
·e·oi levado para a Ca­ 
c,ela Monte Fuji da A- 
'enida Mato Grosso - 
quase esquina com 
~ Rua Pedro Celesti - 
Po). Alexandre Bilo - 
1a,asceu no Espírito - 
janto mas vstava no 
Plato Grosso dd sul há 
P"quase 25 anos e iria 
º;omplcta:: 35 anos de 
P,dade no próximo dia 
"1 de_ju1o. 
- Além de uma filha, 
1exandre Dilo deixa 
'im importante traba - 
0 
ho de divulgação das 
elezas do Mato Gros- 
~ !o do Sul, prlncipal- 
0
ente revelando mode­ 
'os e manequins atra - 
s .de grandes concur 
los e desfiles de mo­ 
a. 
" Come.,;ou cm 84 com 
, Garoto e Garota Je­ 
P•ns, c-uja repetição - 
CRIM.P. NI VILA COlllD­ 
CHOCOU A COMUNIDADE­ 
BELAVI STENSE 
No último dia JO, 
Sábado de Aleluia , 
por volta das 23:30 
hs., foram mortos a 
tiros de espingarda, 
provavelmente cali - 
bre 20, e revólver - 
calibre JB, os ir - 
mãos Nicolau Afonso 
(casado, serralhei - 
ro, 26 anos, residen 
te na Vila Espírito­ 
Santo) e Edenir Afon 
so (solteiro, 20 a 
nos, soldado do 100 
R C MEC!, em frente 
à residência da mãe, 
senhora Felipa Cáce­ 
res Afonso, locali - 
zada à Rua Dcna Rufina 
Cáceres, s/no, Vila 
Cohab. Os autores 
dos disparos, Odemir 
Ossuna ("TUCA"l e 
Oraldo ssuna ("VA - 
DO"), também irmãos, 
após o crime evadi - 
ram-se do local. e en 
centram-se foragidos 
da justiça. 
OS FATOS 
Segundo informa - 
cões em depoimentos­ 
~ Polícia Civil de 
Bela Vista, tudo co­ 
meçou com uma discus 
são na "Lanchonete • 
do zé" entre Oraldo 
Com muitas novi 
dades em jeans, cami} 
setas, calcinhas 
soutiens. Tudo da m 
lhor marca por pre 
ços acessíveis e fa 
cilidades para com 
prar em prestações. 
vá e confira. Fica 
ao lado da Farmácia 
do Jair. 
JÃ RETORNOU 
Após 2 semanas cm 
Salvador a Sra. Maí­ 
sa Escobar Azevedo. 
O Reinaldo já estava 
com saudades! 
Irmãos Mortos a 
O DE OSSO CILIBRE 
Ossuna e Nicolau A­ 
f_onso, após uma par 
tida de futebol , 
tendo ambos partido 
para briga, Um <los 
irmãos de Nicolau 
P.dson /fonso, inter· 
viu segundo ele pa­ 
ra "apartar", quan­ 
do foi atingido por 
uma cadeira desferi 
da por "Tuca". Nes­ 
se momento o outro 
irmão, Edenir Afon­ 
so também interviu 
batendo com uma ca­ 
deira na altura da 
cabeça de "Tuca" , 
'que caiu práticamen 
te sem sentidos. O­ 
raldo Ossuna ("va - 
do"), segundo infor 
mações, teria tam - 
bém sofrido machuca 
duras pelo corpo d 
rante a briga. - 
Cessado o inci - 
dente os irmãos A - 
fonso seguiram para 
a residência de sua 
mãe, localizada na 
Vila Cohab. Mais 
tarde, por volta 
das 23:30 hs., quan 
do Nicolau saia pa­ 
ra ir à sua casa , 
localizada na Vila­ 
Espírito Santo, foi 
surpreendido por um 
disparo de revólver 
calibre 38 que 
o atingiu na al 
tura da coxa, tendo 
Mienlifi:alo assaltante 
da lanchonete Xanadú 
A Polícia Civil de Bela Vista após inu 
ras investigações chegou a identificação:: 
de um dos elementos autor do assalto à 
Lanchonete "Xanadú" ocorrido no último 
dia 26. 
Trata-se de um elerrento de na•cionalida­ 
de paraguaia, residente em Bella Vista Pa 
raguaia cujo nome não .pode ser divulgado 
para nao atrapalhar no andamento das in - 
vestigações. • 
Após a identificação do elemento o De­ 
legado José Raimundo Pinto Filho entrou - 
em contacto com as autoridades paraguaias 
pedindo a colaboração para elucidação do 
caso. 
A polícia do pais vizinho esteve na re 
sidência da mãe do elerrento sendo informa­ 
do que o mesmo não se encontrava. 
Foi armada então uma "campana", (to - 
caia) para prender o acusado assim que 
chegasse em casa. A noite a "campana" foi 
retirada, pois teriam ligado para a poli­ 
cia paraguaia informando que o acusado se 
ria apresentado no outro dia cedo. - 
Se aproveitando do "descuido" das auto 
ridades paraguaias o assaltante "picou a 
mula" e encontra-se foragido da polícia - 
do país vizinho, que desenvolve operações 
em toda a região no sentido de prendê- lo 
o mais ~ipido possível. • 
caído e arrastado-se 
para dentro de casa. 
Na sequência do acon 
tecido, seu irmão E­ 
dcnir Afonso saiu pa 
ra chamar um vizinhÕ 
com o intuito dele­ 
var Nicolau ao Jlospi 
tal, ao voltar tam - 
bém foi surpreendido 
com disparos de es - 
pingarda que o atin­ 
giram na altura das 
nádegas e rosto. vá­ 
rios disparos foram­ 
efetuados contra a 
residência da famí - 
lia onde também se 
encontravd, além da 
mãe, mais dois ir 
mãos, uma irmã e uma 
crianca de pouco - 
meses de idade. Por­ 
tas, vidros e cober­ 
tura foram quebrados 
a bala, tendo os pro­ 
jéteis atingidos ain­ 
da outras residenci­ 
as vizinhas. Os ir - 
mãos foram socorri - 
dos por familiares e 
vizinhos, levados a­ 
inda com vida ã en - 
fermaria do lOQ R C 
MEC on<le vieram a fa 
lecer logo após. Ni= 
colau recebeu dois - 
tiros disparados de 
revólver e Edenir re 
cebeu também dois 
disparados de espin­ 
garda "cartucheira". 
O Delegado de Po­ 
lícia de Bela Vista, 
Dr. José Raimundo 
Pinto Filho instau - 
rou Inquérito Políci 
al para apurar o du­ 
plo assassinato, fo­ 
ram ouvidas várias - 
pessoas que testemu­ 
nharam o desentimen­ 
to na Lanchonete do 
Zé e os disparos na 
Vila Cohab, dependen 
do apenas do resulta 
do da Perícia Técni- 
ex aue esteve no lo­ 
cal do crime e do e­ 
xame necroscópico pa 
ra su conclusão. Fo 
ram encontrados no 
local do crime uma 
cápsula de cartuchet 
ra calibre 20 e 04 
projéteis amassados, 
sendo 03 do puro es­ 
tanho o 01 de esta - 
nho com revestimento 
de cobre. 
Informou ainda a 
autoridade policial­ 
que os irmaõs Olde - 
mir Ossuna e Oraldo-, 
Ossuna apresentaram­ 
se dia 02, tcrça-fei 
ra ao DPI - Departa­ 
mento de Polícia do 
Interior - em Campo­ 
Grande acompanhados­ 
do advogado Cirio 
Falcão. 
Aquele Departamen­ 
to manteve contacto­ 
com o Delegado José 
Raimundo ficando com 
binado com o advoga= 
do dos acusados de 
ser feita a apresen­ 
tação de ambos nes­ 
ta quinta-geira, dia 
04, às 09:00 hs e 
Bela Vista. 
Na quarta-feira, 
dia 03, foi decreta­ 
da a Prisão Preven­ 
tiva de "Tuca" e "Va 
do", a informação - 
"vazou" e a apresen­ 
tação não aconteceu, 
estando os crimino - 
sos foragidos da jus 
tiça. 	- 
t 
z 
SEJA VOCE MAIS UMA 
PESSOA BEM INFORMA 
DA. 
LEIA E ASSINE O 
JORNAL TRIBUNA DA 
FRONTEIRA. 
******* 
DESEJAMOS 
!- 
Pronto restabele­ 
cimento ao amigo Mã 
rio Rosa que. no dia 
S pp., foi a Campo - 
Grande para tratamen 
to de .saúde! - 
PARA REFLETIR 
Aproveite ao máxi 
mo os momentos de a­ 
legria, para agrade­ 
cer tudo o que tem - 
recebido da bondade­ 
divina. 
Edi.tal de Proclamas 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofieila do 
Cartorlo de Registro Civil dn Circunscrição de 
Bela Vista-MS., fnz saber que pretendem casar 
e apresentaram os Documentos exigidos pelo Ar 
t!go 180 do Codigo Civil Brasileiro. 
Robe.rto Akita Fukui e Crlstiane Santos Nu­ 
nes, ambos brasileiros, solteiros, e residentes 
nesta cidade, ele. estudante, filho de Yasuo - 
Fukui e Eva Cardinal Fuku!, e.la estudante 
filha de Sebastião Aral Nunes e Elba Santos - 
Silva. 
Se alguém souber de algum impedimento 
que oponha-se na forma da Lcl. 
Bela Vista-MS., 06/04/91 
Janllde Rosa dos Santos - A Oficlala 
Edital 
001/91 
o Serviço Autonomo de .a 
de B 
1 
. . gu e Esgoto 
e a Vista - Mat G 
0 rosso do Sul: 
FAZ PCBLIcO - 
interessados para conhecimento dos- 
eri6a a ; 2",grão aterras, no 
1991. 	a ri a 12 de abril de 
As inscrições 
blico destinado para~ Concurso Pú­ 
ao Provimento a selecionar candidatos­ 
no Plano de cargos efetivos criados 
d P cargos e sal - • - 
a Portaria no 
029 
.ar1os, atraves 
go de ajudante. de 28/05/90 no car- 
SAAE - 
BELA VISTA 
- MS 
-REABERTO O- CASSINO 
BELA VISTA • 
A fronteira conta" 
com mais uma atra Bella Vista Para 
çao, e, sem dúvida gvai. 
os moradores de a,'. O CASSINO BELLA­ 
dim, Maracaju, .'F- VISTA conta com vii 
to, Guia Lo,' "- rias aracões, e a 
to Murti,,''s, Por- so a 
João ,hho, António Piedade belavis 
,oaque e Bel tense o frequenta. 
!F?a evidsnee,,"_ Venha a e1ia visa 
r prestig; .s e viva uma noite de 
Novo é o;{do o sonhos. 
NO DELLA VIs+,SSI A sorte te esPe 
vizinha cida na ra. 
a e dc 
Prestigiem!