~ 
DIARIO REGIONAL 
Editor: Ivaldo Pcre ira 	ato Grosso do Sul Bela VJnta 	18 de Jull,o de 1 .991. N'l: 1.050 
Pedrossian Recursos para o Porto de 
Exportação e Pavimentação de Rodovias 
Porto Murtinho -A cono 
truco do PORTO l'LUVIAI. -_ 
nesta cIdade, eri a re - 
denço do udoeste'e fron 
teira, a 1d@la do Prefer­ 
to Municipal Heitor Miran 
da dos Santos, de tran - 
fnnnnr noscrn regiiio no Vn 
leda Esperança, cnntn - 
com o npolo de todos on - 
Prc[nitos, Vereadores, Em 
presiirlos, Produtores Ru: 
rnis, enfim, do POVO, que 
v;; nesta implnntnçiio o 
meio para se vlnbilizar n 
quilo que o Governador Pe 
drnssian chnmou de "uma - 
estratégia de ação dire - 
c1onda para a modernida­ 
de, visando gerar mais cm 
pregos, maiores oportuni­ 
dndes paro o nosso po'·o 
maior rrecadaco de im - 
postos". 
Pcdrossinn falou isto 
a um dos repórteres deste 
,Jornal, quando ern Sena - 
dor e isltava Bela Vis - 
ta. Naquela oportunidade, 
Pdro Pedrossinan 1i fala- 
Governador Pedro Pedrossian 
'"O na 
Porto 
Porto 
implantação de 
de Exportação 
Hurtinho. 
um 
em 
E Pedrossian, hoje - 
Governador, está procu­ 
rando sensibilizar o Go 
vemo Federal parn n 
concretização deste so- 
nho, que não é só dos 
murtinhenses, mas de to­ 
dos os sulmatogrossenses. 
• Ontem, Pedrossian en­ 
viou ao Prefeito Ileitor 
Miranda dos Santos o se­ 
guinte telegrama: "Cum 
pre-me comunicar vossa - 
senhoria que o meu Gover 
no encontra-se efetiva:: 
mente empenhado na cons­ 
truco do Porto Fluvlal 
de Porto Murtlnho, assim 
como no asfaltamento das 
Rodovias que dão acesso 
a esse Município. Para 
tnnto estamos envidando 
esforços junto o Gover­ 
no Federal no sentido de 
viabilizar inclusão 
Orçamento da União 
o exercício de 1992 
DO - 
para 
dos 
recursos financeiros ne­ 
cessários a tal realiza- 
cão". 
Cabe, agora, aos. Sena 
dores e Deputados Fede:: 
rais por Mato Grosso do 
Sul,independentemente de 
partidos, formarem jun 
tos, com o Governador 
com o povo do Sudoeste e 
fronteira, na luta pela 
liberação dos recursos - 
necessários para a :lm 
plantação do porto e pa­ 
imentacão das Rodo 
Os Vereadores João Ka- 
life (PMDB), Paulo Melo - 
(PSDB) e Marcos Elias Ri­ 
os dn Cruz (PMDB), desen­ 
Yoh·••m nn Câmara Hunici - 
pal uma político voltado 
para o povo mais carente 
de Bela Vista. 
"Fazemos oposiçÕo 
'Governo Municipal, no 
cnntr. as prioridades 
atual Administração, 
Paulo Mello diz que Ka.l1te diz que o opo- 
é preciso "priorizar a sição cm Bela Vista é 
educação, formar jovens "consciente, não soo! [_ 
snudá'·eis e cultos, :lm- nimigos do Prefeito,· so- #;' •' •- ,. 
plantar cursos técni mos adversários, somos-·, • • 
cos, formar mao-de-obra caminhantes, com o povo, • 
especializada, e mino - e a nossa caminhada tem re{:::; 0v- 
rar o sofrimento daque- sido difícil, pois os p~ '• 
ao les que tem fome e sede bies e marginalizados .-..,_..r:--~J 
to- de justiça". são sempt;e os últimos a 
d .- 	merecer atençao do Execu 
diz 	tivoKa"l.ife diz que a im = L ~ Kalife, entendemos que o 
povo precisa de mais as - 	prensa tem um papel im - • 
sistncia,não só no toca 	portante como formadora 
te a saúde, tll.'.lS também o- 	de opinião, "precisamos _ __: __ 
limentação, o povo esta - 	de uma imprensa vigoro - Vereador Marcos Barbosa 
passando fome, e cabe ao / 	sa, desvinculada de gru-. 
Município dar condições 	posou partidos, comes- 
de vida digna a este po - 	pÍrito crítico e sensibi 
o", conclui. 	lidade social" prosse­ 
guindo - neste caso a :lm 
prensa precisa ser livre prensa que o povo 
e nao servir aos inte - quer". 
Edito ial 
CONSELHO l1UtllCll'AL Dll DllSHNVOLVIMENTO 
U fato ocorrido neste mês de[xou-no preocupt 
dos com o futuro de Bela Vinta. O Banco do Bra 4 
sIl, através do PCO, liberou recursos para vir1oi 
projetos em diversos Municípios de nossa refio 
para o comércio, indústria, agricultura, avi ult 
ra, suinocultura, etc. 
Porto Murtinho ganhou uma lndÚatrL1 
to, vários financinmentos fornm fr,itos 
ju, Jardim e Bonito. 
Em Bela Vista no houve requer UM pedido, ne 
mesmo como curiosidade. Para saber co~o funciona,• 
• 
de rani • 
cn !faracn - 
1 
--à 1- 
Verendor João 
Vereador Paulo Mello 
Já o Vereador Marcos 
Elias Rios da Cruz, en­ 
tende que o Prefeito 
' precisa dar mais."assis 
tência à periferia, cu! 
dar.mais dos bairros 
construir mais creches, 
, postos de, saúde, enfim, 
'l, dar melhores cond1coes 
Kalife ·para os mais carenteR. 
aie do fiversári» 
Cilade 
O Presidente do Clube Esportivo Bela,·istense, 
Jorge de Souza Rosa, informando q~e o Conjunto - 
que abrilhantará o Baile de amanha, comemorath·o 
no amversário de BeL'l Vista será o CIRCUITO FE­ 
CllADO, de Campo Grande, e que este baile "tem a 
coL~bornc-=io da Prefeitura Municipal de Bela Vis­ 
ta, apoio do Prefeito Edson Medeiros de Moraes". 
1'nra Jorge de Souza Rosa, "este Baile tem tu­ 
do para ser um sucesso, o Belavistense espera o 
;resença de todos os sócios, ·c.on,-:ldados, ,-:LsitaE_ 
'es que estão participando da EXPOBEL. 
1 
S<'rá uma noite de festa", dmc1u.iu. 
PRESTIGIEM! 
Prefeitura de Bela 
Preocupada 
Saneamento 
Vista 
A Administração Edson· serviço pronto dentro de 
Medeiros de Moraes, rece 90 dias. 
beu recursos do Fundo Ni O Sen·iço de Saoeamen 
cional de Saúde (FNS) - to Básico é ,-ital para ~ 
órgão federal vinculado ma cidade que está bus= 
ao Ministério da Saúde, cando sanar as necessida 
para a realização do tra des p-rimordiais do Mut­ 
balho de saneamento bns! cÍpio, o Preféito Edson 
co na área urbann da ci- Medeiros de Moraes rece- 
dade. 	beu esta ajuda'do Deputa, 
A responsabilidade da do Federal Vaidir Guerra; 
execução do projeto está vnle rêssaltnr que esta 
a cargo da Nacional En8! lê fase do seT""iço atin­ 
nharia com n supen·isão girâ aproximadamente 
do Engenheiro Civil Car- 5.000 metrôs de tubul.a -, 
1
10s Iores, que vem se ".!!! cão dn Rede de Esgoto de-f' 
penhando para entregnr o Bela Vista. LllE 
juros, prazo, etc. 
Laocamos ;1 idéia, há pouco mal de dois anos 
de ser criado em nossa cidade o CONSELHO l{UNICI ' 
P.AL DE DESENVOLVIMENTO, parece-nos que crillrmo al 
go semelhante, mas que ficou RÓ no papel. 
Não temos uma Associncão Comercial, ne Clube 
de Lojistas, no tocante ao comércio, indústr1u,p~ 
quenos e médios produtores rurais, não temos entfl { 
dadcs que possam elaborar projetos, unir, fortul~ 
1
, 
cer as classes que, no final, são as que par,ao m; 
is impostos ao Governo do Estado. E também uo tf1l:'. 
nicÍpio. • 
Tudo gira em torno dn pecuária. Não que aeja -' _ :; 
mos contra a pecuária, muito pelo contrÃrio,só cn • 
1
·! 
tendemos que é preciso dh·ersificar as atividade; '.· 1; 
produtivas em Bela Vista. 	1½' 
1 
Sem a intenção de dissemi.nar o pessimismo, bn- ' .. 1; 
• 1 • 
neados na realidade dos fatos, obsen•amos que are4. &'j 
E±E.. tE..E.EE"±pi 
gado, a maioria GADO PAPEL. Com excessao de dez ' 
ou doze produtores rurais (pecuaristas) a maforia ' , 
jâ não têm a força econômica de outrora. • ÍJ '. 
Bela Vista não chega a ser uma "cidade quebra-' "!• ' 
da" - segundo comentário de um visitante (que com , ~) 
-----,,,----.-lpra e vendr gado), pois aí está 11 pujança da EXP~• . j', 
BEL para desmentir tal comentário, l!laC' sabe lá De r 
us como Lili Rondou, Lendro, Martlnho e dera.ais:: ,~,' 
- 	i:./l 
companheiros conseguiram realiza-ta. 	p.li y 
Nosso comércio definhn, são poucas as casas co ~1
1 
•, •
1 
-	- 	, l 
merciais, e a industria se resume em pequenas em-
1
. ,; u 
presas de fundo de_quintal qué sobrevivem graça,:; no .. , .. , 
entusiasmo, pra nao dizer sacrifícios, de seus : • 
0
1-' proprietárioR. Se a atid.dade pecm'iria é predocí- i 
oonte no Município, por que não direcionar o co - f ! ; 
mércio e a indústria, para os sub-produtos deriva - 
dos do bo!? Ter{amos indústria de pentes, artefa-; [' 
tos de couro, calçados, botoes, etc. etc. d: ,:
1
, , 
Poderíamos ter em nossa cidade dezenas de oi -11 l, , 't.~ 
crus e pequenas empresas gerando empregos e ma.is - • 
recu:sos _para o Município. 	, [·i( r;. 
Nao ha e nunca teve um programa ou projeto di-J ' , , ; 
reclonado a diversificar as atividades produti , 
1 1
~ • 
vas. Se o fazendeiro vai bem, o gado tem um boa-l '[ l 
preço, Bela Vista '·ai bem, se ocorrer o contra - r 
1 
• ri 
i id d - 	1 : 
1 
·, U r o, a c a e para. _ 	_ 
1
, e 
Esta inic:lath·a nao cabe no Prefeito Municipal,';.. : 
1
, 
1 
temos que acabar com. a idéia de que tudo começn e 2 1 
termina do Executivo, é preciso unir os empresá -,~ ,:u_ 
1 5 
rios, vereadores, produtores rurais, profissiona- 'j/4" 
is liberais e, TODOS, encontrarao um CAMINHO pa- , •. , ; D 
ra que possamos trilhá-lo com entusiasmo, compe - - ; : ·, 
tência e modernidade. 	E-;{f 
Afinal, todos os anos,: centenas de jovens procul' , 
ram â,-idos o merendo de trabalho e nada encon - • .: 
1
; ;'ti 
trrun. & só obseT""Ur nas campanhas políticas a pr2 :· 
1 
1 '~' 
curn de um bico, seja como cabo eleitoral, distrih!', " 
buidor de folhetos, etc, são centenas de jovens - :'] 
que querem ganhar a ida honestamente, ter un ena-pi ; 
prego digno, estudarem, mns a realidade é outra. , '• '. 
1 
Os que pode vão para a Capital, a maioria,per} : !l 
manece em Bela Vista, sem esperança, engordando a • 
1 
• ,. 
grande massa de "deserdados" pela sorte, quando , l j ,'i, 
na verdade, estiio deserdados pela ineficiência e •
1 
1
1
•• 
comodismo daqueles que podem, e devem, fazer algu-1 : , 
1 
:~~ 
ma coisa. l 
E nada fazem, deixando ao "futuro" a tarefn de 
construir algo de duradouro, e produth·o, mas o I', 
"futuro" prega peças, às vezes, e peças que depo- 1 j· ;: 
is se tornarão insolúveis. 	} 
1
; 
Aí estâ o exemplo, milhões de menores abandona ( I ; 
dos pelas ruas das cidades brasileiras. P.' fi. e 
• l 
'·j 
Ir 
resscs dÔs poderosos" 
concluindo, "esperamos 
que o Diário. Tribuna da 
Fronteira seja esta im- 
com 
Básico 
CRIIDI . ASSOCIICAO P 
AJUDAR DLCOOLICOS E DROGliDO 
MATÉRIA COMPLETA. NA PÁGINA 02 
r

IJIA
. HI() Ru.(llONAL - 	DBLA VISTA, 111 DI JULHO DZ l99l • PAOINA - I 
a ' A o+"_"" "" ''' 
nunA DE CARACOi 
DO .TODAS 
1 
E IDIE NOVA 
e 
' 1 
Que esteve trocando i 
de no dia 1l de Julho - 
I rota H«cImetre 
ce Torres, que comple 
o e 1 anos de Lda - 
, un data tão bonito , 
~~ ann uupcclnl e lnea - 
ecfvel. Espero que você 
E; 
i passará por Isso nova­ 
}ntPI Desejo sucessos o 
você'e que ecjun feliz - 
no lndo dnn peusoou que 
tr rodeiam. Felicidades, 
vocês merecem! 
O Sindicato Rural de 
uracol HS, agradece a 
' iartic!paço dos Produto­ 
cs Kurais de Caracol, co 
o das cidades vizinhas - 
ue participaram do 122 - 
cilno de Godo de Corte , 
corrido no dia 06/07/91- 
, s 14:00 horas no tater - 
al do Sindicato Rural de 
1 
aracol. 
Foram leilondos 210 a­ 
imnls entre machos e fi­ 
eas, O qual relacionamos 
média dos preços dos a- 
Pl!UCIDADllS 
A você zé, que no dia 
13 esteva trocando dei­ 
dncle, completou seus 18 
anos, uma dota e tanto - 
pura você saber o que 
quer da vida! Por isso 
curta a vida porque u v! 
nindicato Rural .de Caracol 
nimais: 
Média da Vaca lisa .. 
Cr$ 64.000,00 
Média do bezerro ma - 
cho atê 12 mesas Cr$ 38. 
000,00 
Média do bezerro ma - 
cho até 24 meses Cr$ 50. 
000,00 
Média fêmeas até 12 - 
meses Cr$ 26.000,00 
O Sindicato Rural de 
Caracol, leva ao conheci 
mente de todos os Pordu= 
tores Rurais de Caracol, 
Açougue São Jorge 
O Sr. João Amádio 
.' Vieira, Oficial do 
Cartório de Registro 
Civil de Caracol-MS, 
faz saber que preten 
dcm se casar e apre= 
sPntararn os documen­ 
' tos exigidos pelo Ar 
tigo 180 do Código= 
, Civil Brasileiro. 
1 - JOSÉ ANTONIO­ 
TERRJ VILLELA e ROZE 
NY SERVIlN QUINTANÃ­ 
ele brasileiro, sol­ 
teiro, maior, cria - 
dor, filho de José - 
Villela Netto e de 
, Aurora Terra Ville - 
la, residentes e do­ 
miciliados nesta ci­ 
dade de Caracol-MS 
. ela lides do lar 
brasileira, soltei 
ra, filha de Louren­ 
ço Quintana e de Ma­ 
ria Servin Quintana, 
residentes e domici­ 
liados nesta cidade­ 
de Caracol-MS. 
2 - DEJlLTil ANTO­ 
NIO FERREIRA GODOY e. 
MARILEY LEITE LARAN­ 
JEIRA, ele brasilei­ 
ro, solteiro, funcio 
nário público, maior, 
filho de Rafael Leão 
da é carta! Suceos! 
De amigos e amigas, 
OS NOSSOS PARABfiNS 
Para a garota Jaqucli 
ne Garcia que no dia 04 
de julho comple.tou 14 
anos, a ela nossos since 
ros votos de parabéns, e 
que consigo tudo que de­ 
seja! 
Felicidades garota 
vocc merece. 
Godoy e de Alcidia­ 
Ferreira Leite Go - 
doy, residentes e 
domiciliados nesta­ 
cidade de Caracol - 
MS, ela brasileira, 
solteira, lides do 
lar, maior, filha - 
de José Thomaz La - 
ranjeira e de Noema 
Leite Laranjeira , 
residentes e domici 
liados nesta cidade 
de Caracol-MS. 
3 - CLAUDIVAM GO 
MES DE ANDRADE e MA 
RIA APARECIDA ANDRã 
DE, ele brasileiro, 
solteiro, lavrador, 
maior, filho de Car 
meu Tenório'de An - 
drade e de Analha - 
Mil Gomes, residen - 
tes de domiciliados 
nesta cidade de Ca­ 
racol-MS, ela lides 
do lar, brasileira, 
solteira, filha de 
José Francisco n - 
drade e de Lindaci­ 
Cavalcante Andra - 
de, residentes e do 
rniciliados nesta cT 
dade de Caracol-Ms. 
e cidades vizinhas, que­ 
fará realizar-se'no dia 
03/08/91, a partir das 
14:00 horas, o 132 Lei - 
lão. de Gado de Corte , 
convida à todos para par 
ticipar. - 
RECLAMAÇÃO 
O Sindicato Rural cha 
ma atenção das autorida= 
des competentes responsâ 
veis pelo IAGRO; pela - 
sua modificação em seu 
CIRCULANDO PELA CI­ 
Tv 
Quem está vinitnndo - 
Caracol são os gatinhos­ 
Franke e Tirn6tco. Espero 
que aproveite o máximo - 
dessas férias aqui em 
Cnrncol. 
PARA RilLFRTIR 
Cultive sempre a ami­ 
zade pelas pesGons. 
ONR. VOCÊ ENCONTRA CARNE; DA MELHOR QUALIDADE.. 
ACEITAMOS ENCENAS. 
,'JE!,1HKl'.l'rro V:1 l'RTl'!l.Il RA ! 
VISITE-NOS E COMPROVE! 
AV. HAUllil.10 COIJO'f S/NQ 
++ K ACORA COM FILIAL NA AV. BRASIL, ''. FREMIR AO LACRO 
- CARACOL - 
Mato Crosco do Sul 
Casa Econômica 
ONDR VOC!l El'óCO!'(IRA OS HAlS VARIADOS AJCrl.COS PARA PRESENIS 
li USO PESSOAL. 
PERFUKll DAS HAIS VARIAllAS MARCAS, BOLSAS, CINTOS, CMISTA] 
rovo horário de traba - DAS KKUJORRS CR.IFrES, CALÇADOS. 
lho, Isso só vem prejudi 
cando tantos produtores= · 11JOO lSSO R MUITO HAIS PARA Voc:R E SUA FILIA, PELO NENOR 
rurais, como os pr6prios P~ DA PRAÇA. 
caminhoneiros que se di- Dl!: SULEIDR LEITE 
rtgem aquele órgão, a AV. BRASIL S/NO 
partir das 13:00 horas , 	CARACOL - KS 
e mesmo se encontra fe - ;=:=========================::! 
chado, sendo que agência ·o .d M 
local fica aberta até as •)rquilea Iodas 
17:00 horas, isso gerou­ 
várias reclamações. 
Se alguém souber de algum impedimento 
que oponha-se na forma da Lei. 
João Amãdio Vieira, O Oficial 
Caracol-MS., 08 de Julho de 1991. 
Criada lssacia;ão para 
ajlar Aloóis e 
rqnls to M$. 
Foi criada em Cam 
po Grande, a Socieda 
de Beneficente de 
Farmacodependentes , 
integrada por entida 
des civis e represen 
tantes do. governo dÕ 
Estado e que terá a 
finalidade de gerir­ 
todas as ações do 
Centro de Recupera - 
cão dos Alcoólicos e 
Viciados em Drogas , 
que funcionará no an 
tigo prédio na Ener­ 
sul. 
Com a presença da 
primeira-dama e pre­ 
sidente da Fundação­ 
de Promoção Social - 
de Mato Grosso do 
Sul (Promosul), Ma - 
ria Aparecida Pedras 
sian, foram empossa= 
dos os membros da di 
reteria. A diretora 
administrativa, é 
Nea Marlene Curvo e 
·avice, Cleuza Baís­ 
Leal. A solenidade - 
foi na sede da Proma 
sul. Ainda integram= 
o centro os seguin - 
tes membros: secretá 
rio, João Augusto L 
pes; secretária-ad - 
junta, Vera Lúcia de 
Medeiros; conselho - 
fiscal, Helena Gaspa 
ROUPAS, SOCIAIS, 1TIAS, ESPORTE, JEANS, CONFECÇÕES EN CE- 
RAL, 
PARA HONENS, MULHERES E CRIANÇAS. CAMA, MESA E BANHO. 
DR: SUELl IDSEICAIIR 
AV. KAl:O GROSSO, NO 555 
- CARAcot - 
Nato Grosso do Sul 
Consertos em Geral. 
Majuju 
rini, Amabilide Gen­ 
tille, Merli Tereza­ 
Cometk; tesoureira , 
Maria Alice Flores ; 
tesoureira-adjunta, 
Vânia Maria Cruz; di, 
retora-social, Arle­ 
te Alves e diretor - 
CTe património, José- 
cario ava.e+ro e} "-"= 
asteiri. Ainda inte =
1 
,E.±.± ELETRÓNICA 
órgãos do governo: a 
presidente da Promo­ 
sul, Maria Aparecida 
l'edrossian; o secre­ 
tário de Saúde, Car­ 
los Ascenço e o se - 
cretãrio de Justiça- Mesncos, ETC. 
e Trabalho, Augusto­ 
Correa da Costa. Es­ 
tes são membros efe- 
tivos da diretoria · 	- CARACOL 
Das entidades civis- 	Ma 
to Grosso do· Sul.· 
iign a «evsii --- -- -------" tes pessoas: repre -[ 
sentante ao Geies -1 Tribuna 
MS, da Sociedade de 
?Jeurologia, Psiquia­ 
tria e Higiene Men - 
tal do Brasil; da As 
sociacão da Psicolo­ 
ia do MS; da Seção­ 
lo MS da Associação­ 
nrasileira de Psi 
quiatria; da Funda - 
ção Lowtons-Educação­ 
~ Cultura -F.UNLEC , 
la UAH-MS; e da Asso 
ciacão Brasileira de 
Prevenção e Controle 
ao Uso Abusivo de 
Drogas. 
SR vod! RSIÁ PROCURANDO AS ROUPAS MAIS QtlENIES FAP.A SEU D 
VERNO, PROCURR BAZAR MAJUJU. 	- 
LÃ V0C ENCONTRA: CALÇAS JEANS 8EC E SEI-BEG JAQUETA S­ 
Pl!NCER, CAHISKIAS, ROUPAS INFANIIS CALÇADos cr::rro 
DOS, R AAKARimlOS EM GERAL. , ' , BRINQUE- 
DR: CIDA AN1JUIJ]A 
RllA: , llQUR DR CAXIAS S/11'1 
- CARACOL - 
CENTRAL 
TV, RÁDIO, GRAVADOR, APARELHO DE 
Lo SOM, ELETRODO 
VISITE--NOS E COMPROVE! 
I 
1 
serve Pantanal 
FOI CRIADA EM CAMPO CRAIIDR 
A SOCIEDADE BERrTcir DÊ 
PAR!IAalDKPllNDEKms. 
Se 
a 
vo.cê 
A-ids 
não se 
. 	: • 
vai te 
Cuidar 
Pegar 
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Fundação: 20,de Fevereiro de 1972 
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'llO!ll1'0 - Rua Pi lad Rcbu.i • 
cAricoL. - iv. Brs1, },"e 
(Corn,apcmdcntes·e,a c..po· • • 
capital«). 	Crande, Braa[ta e rtnclate 
ASSINATURA ANAL. 
PELO <XlllREio •• .'.::: :: ::::- ••••••••• • • •· •• • • ••••• 15.000,00 
NÃO D!Mll; 	• • • • • • • • • •• • •• • • 25. 000,00 
~ ORICDIAlS o .J - 
por artLos assinados ou aé,"Fal não e responstI11z 
definfda 
ASSIKAlURA Sl!KESDw.. ' • 
• • • • • • • • • • • • • ••••• • • • • •• 10.000.00 
Fone: 2B7 - 1.239 
,.

TRIBUNA DA l'RONTBIRA - DIÁRIO REGIONAL - 
------------ 
BELA VISTA, l!! Df. JlJLIIO DE L991 - PAGINA 
INDICADOR 
Profissional 
Advogado 
MARCUS ANTONIO RUIZ 
ftun - !/1 de Maio 
l'onc - 2Sl - '12J0 
2Sl - 1736 
Ccp 79.240 
• Jnrdim - Mato Groo do Sul 
Res1d@nc 1a 
Eu cri tório 
Escritório de .Advocacia 
CAJU.OS A. NAZARI. IIORCES 
Rua 
Fone 
Causas Civeis e Criminais 
15 de Novembro NO 505 
439 - 1382 
nela Vista 
Mato Grosso do Sul 
NELSON CHAGAS 
Foi aprovada pela­ 
C5mora doe Deputados­ 
ª Lei que diociplina­ 
rá as eleições munici 
pais do pr6ximo ano. 
Ao principais inova - 
çõcc contidas no novo 
texto aio a redução - 
do tempo da propa­ 
ganda eleitoral,. o au­ 
wento do prazo da fi­ 
liaçio partidária de 
6 meses para um ano e 
o fim da famosa "boca 
de urna", que nio ma­ 
is será permitida .no 
dia da eleiçio. o -pra 
zo de domicilio elei­ 
toral de um ano foi - 
mantido. 
Ficou definido em 
90 minutos diários pa 
ra'o rádio e para . a 
TV, çom 45 minutos pe 
la rnanhi e 45 à noi - 
te, o horário· eleito- 
SAI LEI PARA. ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 1992 
eleitor aepositou 
r;eu voto. rut 1 • 1 
racterstics d n 
Lei é que .c +or 
partidos com repre 
sentação no 'onar 
so Nacional , · /. ·e, 
bIéia Leqisletiv t 
rio direito ao hor 
rio eleitoral qrt 
to. No que diz re 
peito à censura 
tribunais eleitora, 
perdem o poder 
suspensão ds proqr 
ras elei orais pol 
rádio e TV. O parti 
do ou candidato q 
se julqar ofendido 
terá somente direit 
de resposta, a s 
aprcciaào pelos Lri 
bunais. Finalmente 
antes da escolha d 
candidatos, não ser 
mais pcrmilidn a e, 
panha para cr.colhü 
dos mesmoP. S0Donc1 
será aceita campan 
interpartidária, 
dias antes da data 
da convcnçiio. 
ral gratuito. Pela­ 
nova lei, os parti­ 
dos políticos ~cdn­ 
rão registrar candi 
c
1.atos para il cúr.:arã 
Municipal at6 o tri
1 
plo das vugns nos= 
coligações de dois­ 
partidos e at6 o 
t.riplo mais 501 do 
triplo para as coli 
caçoes de mais d 
1 
t:rês part'idos. 
A lei eleitorul­ 
proibe a transferên 
eia de domicílio e= 
leitorul dos atuais 
prefeitos e vice 
prefeitos para ou - 
t.ros municípios du­ 
rante a vigência de 
neus mandatos, sal­ 
vo em caso de renún 
eia. As eleições de 
92 serão realizadas 
~ .3 de outubro e a 
posse dos eleitos se 
dará no dia JQ de Jil 
neiro de 92. A nova­ 
lei também prevê que 
s6mente poderão re - 
gislrur candidatos - 
ou pnrticipar da co­ 
ligação para as ele! 
çõea municipaia d~ 
92, os partidos poli 
tices que tcnlli.ln se·::: 
us estatutos e o di­ 
rct6rio nucional cle­ 
vidamcnte registra - 
dos no TSE at6 5 de 
julho de 92. A frau­ 
de eleitoral será di 
ficultada com a nova 
lei, que ainda terá­ 
que passur pela san­ 
ção, presidencial 
Para as cidades com 
mais de 100 mil habi 
tantes, a apuração~ 
dos votos se dará no 
mesmo local onde o 
Foi Aprovado pela Câmara dos Deputados· 
a Lei que Disciplinará as Eleições 
Municipais do proximo 
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,; ºO gocmo Collor cometeu uc 
erro prlmârio quando trntou mal 
o Ilanco do Brasil no ano passa­ 
do. Os olhos e os brnços do go­ 
_verno são o BB. A estupidez que 
Uzcrnm com o ngrlcultura no - 
ano passado não teria sido fel­ 
ta ne o banco tivesse sldoouvl 
do. Não Clco ·nc:m lll!I. pouco preo­ 
cupndo quando vejo que o prcsl­ 
dcnt'e Collor tem uoa llnhn dlrc 
ta de contato com o presidente-= 
do Banco do Brasil, Lafa!!'te - 
r.outlnho. O presidente n.10 v,31 
romper n hlerarquln só porque - 
fnla coa o Lnfalctc. Isso aran 
te qu_e ele sejn lnformado sobre 
o que ncontccc no Brasil real. 
Bras[ia fica a 40 ll k do 
Brasll rcnl e o pessoal que vi­ 
•• . vc. tii est.ii completamente perdi­ 
do. !: um grupo endog,'ü:ilco que - 
anô 
Brasil." 
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produzindo uma cnstn que con- governo não perceba isso. Se 
trola. n metrópole. O Rllnco do acontece tu problema coa a la - 
Brasil é o ÚnJco canal parn - ranjn, por CJt.etrplo, você ouve o 
que n metrópole fale com a co plantndor que dfz uma col.Ra, o 
lÕnlo que somos nós. - csmag;idor que dlz outra e o 
Quando cu era ministro da transportador que da una tercei 
Fazenda, tinha o maior xodÓ - ra versao. Al você cha.::1,, o ge -: 
pelo Jllnco do Ilrasll. só o rente de Matão e eh> cont.o toda 
nn sabe realmente qual é o a verdade. Flcn Iácil to::i:fr n 
problcmn da e.ame no R1o Gran decisão correta .. Deu uo proble­ 
dc, do algodão cm Mato Grosso ma com o café, é só ch.:mar os 
ou da soJn cm c~uís. As ag.ên- eerent.es de Londrina ou >tuz.ll!::lbl 
elas do bnnco são os olhos - nho. Deu proble:i.a com a carne : 
porque vCcc os problcmns e os é SÓ ouvlr os gerentes de Aroç.::a 
braços porque funclon.ac qu.an- tuba, Rio Crnnde ou de u::a.J. cldã 
do se prccisn fazer alguma - de de Colás. 	- 
colsn M nr.rlculturn. O PT - Costel do pacote agrIcola 
tentou destruir o 88 Cla.S está Ainda que ele tenh.l. sido usudo­ 
srndo dcstru{do antes .. O bnn- pol{tlcnoente e alnda que os: re 
co, com todos os seus de fel - cursos Mo sejan ,ruflcientcs, O 	'·i " 
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·c1vu do Clrcunscriçâo de llela _'ist.D-115., fa• saber que pre- des do 1ar, fIIha de Marcel1na Ortega. 	b,,2 
tendem e casar e apresentaram os Documentos exigidos pelo - Se aluem souber de alun impediento que oponh-e r for [[! _ 
Artlgo 180 do CÓdlgo Clvl l Drasilclro: • • ""1 dn Lel. 	• j 
* ClLilERTO BENIIES e MARIA AI.ICE' ORTECA, ~obos brasllel - JANILDR ROSA DOS SANTOS - A Oflclala 	1: (I, • 
ros, solteiros rC!Sillc.ntes e dociclllndos nesta cldade, ele Iela VIsta-HS., I6 de Julho de 1991. 	•. (, ~ 
- • ,·, '• 
p .% 
• ,, ' 'j 
+';: 
f e 
O Banco do Brá;il, cada yez mais ,·oltado a seus clientes, com o objeti·o de atende-lo, infon:..'.I •• 
principais produtos e serviços a sua disposição em qualquer agência no País: 
pelo premIdente Cotar, que é] 
mais ou pnos a seuinter de: , 
culpe, pessoal, nós crr,uno3 • ' 
ano passado, apora vocs pode l 
plantar que vanon apolar. Se ' 
deixarem o B.•mc.o do l'ntt.f 1 opl ,: 
rar, nio vaf faltar dinheiro, 
A Idéia de u banco azrfco1a , ' 
prlvodo e u.:J ,mnJ10 lrrc:1lfzn • 1 
ve. Lha banco privado tern . , : 
trabalhar coo taxam de juros I 
clmn de 9' :10 nno. Qualquer j 
ro acima desse nível é Invfrz TI 
para a rcultura, porque a .', 
xa de retorno é lnf('rior a 9 
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V2OO b- aIle Popular 
DIA 20/07 - S,MOO 
UC:JO h~ - 11rlnlcln das laçodo• 
[08: 00 hs - Abcrturn do Porque 
JS:00 h'1 - l'cncn de Potlços (Anlvcra,Írlo do Cidode) 
L6:00 h - Haunlhnda 
17:0IJ hc - foot llol 
19:00 hs - 7n 1.cllÕo Nelorc Apa (lt.:itrizeo e Reprod. l'O e 1'01) 
1
?2:00 IIJ - llalle de Encerramento - Sede Soclol do Clube do Lnço 
lll2:00 ho - llallc Popular 
DlA 21/07 - roi!N<Xl 
'06:JO hs - Dluputn Tnçn de Bronze 
00:00 hs - Abertura do Pnrquo 
09:JO hn - Dloputn toço de Prntn 
lO:JO IIG - Dlnputn Toçn Pntrão 
11:00 ho - Disputa Toçn de Ouro 
14 00 1•• - Entrena de Troféus (Laçadores) 
tS 00 lrn - Corrido• 	_ 
16 00 hs - Poot Bol Decisão do Campeoruito co:, entrego de pr=los 
16 00 h• - Final do Rodeio coo entrego de premloa. 
BELA 
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ABANDONO DE PP0o - socteasas en""%"}{iejé ne zá.is.«s«roo 
da nesta cldadê Ma.ra.cu1u/MS; PORTADOR: tundonárln Amlrtc•1: de 
-05, DECLARA, para firu; as ara9g "E;"%" ta- - ull05 MS. nUnndo­ 
Ollveira _SUva, portadora díl CTPS n-u: 482 da CLT, Letra "I". 
nou o emprego cm )2.01.91, conforme • 
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me vejo. 	. tod llB minhas forcas 
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por teso peço que ilumine meus caminhoa, concedendo me a graça q 
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bem trilhamos o caminho da modernidade, com tecnologia 
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Osvaldo Posar I 
pli· 
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·E. 
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cada à pecuária: estamos presentes à 20a EXPOBEL, (orça 
garra do povo belavistense. 
~ salutar verific~r "in loco" que a união, a competenci 
e o entusiasmo, provocam realizações a exemplo da EXPODET,. 
Os produtores rurais, os organizadores, o Prefeito 
son Moraes, os Vereadores, enfim, o POVO DE BELA VISTA, 
tá de parabens, podemos acreditar no FUTURO, pois o FUTURO­ 
é AGORA, e prova maior desta assertiva está na realização - 
da 20il EXPOBEL . 
PARABtNS BELA VISTA! 
. ,, 
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• 
·r. 
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2 o· E X P O B E L ',:! 
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"fora e Garra lo Povo eaviste#g"4 
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s ( TA IA DE EDUCAÇÃO - MS 
DIÁIHO RKGIONJJ. - 
sento w/9, que entre l celebra o Estudo de Mato Croo do 'ul traves da ereta 
la d Wtado de bdua,ao, c intervenlencla da {eretarfa de Estado de oras Publicas atra 
• ·• (1., I}. portar·nto de rao Pibtian CXW/H.:t t· o Hiiwlcfplu de ,'nt.ouln Joao/tt'l JFlrll ;_q,llc:11 - 
ia de reurro, federal, dentInados ecuao dou projetos eerpeneIaf - Rede F[ata/E/s 
Aos las do me, d, do ano de hum tl no/ecnts e noventa e tum, o Estado d Mato Crosso 
ui, pr soa }urdia de dlrelto Interno, con sede no bloco n! do Centro Adfnftratfvo­ 
Ftpue dos Poder, nesta Capital, Inter!ta no CCC/MF oh n9 15,412.,257/0006-3, doravante 
nond noto tiplesnent Estada, teste to representado nos termos_do Artto 1? do Decreto n? 
, de 0' de janelro de 1979, pela Secretária de Estudo de Educação, Professora Leoc@dia 
ti etry leu, Aras!leira, casada, professora, residente e donfe{linda nesta Capftal, a A. 
lo d Cas!lo ! 3,9.1, Inscrita no CPF sob n2 171,4413,459-34, RG N? 472.23/5P-PI. c0 
terventes[a da eretarfa de Etado de Obras Publicas, neste ato representada pelo creta 
o de Itado, inpenteiro Mericlfto José DInl? de Fiuetredo, doravante denominado 0P/MS, a 
ravé do Departamento de oras Pblfcns, neste_ato representado _pelo Diretor Geral, ingenheI 
o Renato Iatasama, o munfe[pio de Atonto Joio/!15, peso Jurldia de direito público In - 
• rno, com pede a lua Vitória Penzo s/n/, Inscrita no CCC/MI' ,:ob 11'1 OJ.567.9JU/000l·l0, dora· 
te denotado Implemente munfclplo, neste ato devidamente representado por eu Prefeito­ 
tufe! ova1dete Colete, Inserlto no_CYF sob n9 040594501-97, RG ng 052,859/sSP/MS, reso] 
im celebrar o prerente convento sob clausulas e condlçoes negufntes: 
(Lula prlrelra- Do Convento- 0 presente Convénfo estabelece os termos er» que_se pro 
lesará a sltncla técnica e financeira do Estado através da SE/MS com a Intervenfenc1a da 
0P/?'/IS o M''unte[p!o par desenvolvimento das aços constantes do Anexo I - J>escrlç.ao .. 
/an M,ore. 	• 	" 
tabeláuula infca- As çóe previstas neste Convênfo constituem a 23 (segunda) ação do - 
ECon@relo ItermunlcIpa", parte Interante do proprama de Interação Estado/MunicIp1os, 
1 CLaumula eunda- Do Objeto - F.stc_Conven1o tem por ~bjctlvo pronovcr .. o urtlculnçi.lo entre 
f«tudo, Secretirta de Estado de Educação, Secretaria de h,;tndo de Obrns Publico~, Ocportumcn­ 
, o de Obra Públlcn.s • t>OP/HS e l'n•felturns Mlnlclpnls, no sentido de conjugar esforços que 
Isas n expansão e melhoria da Rede F[sfca das Escolas da Hede Estadual de Ensino. 
J CtÕ11tailn Lcrc,•lru - Dons Mexon- Serão partes Integrantes destes Convénio os Anexos: I • 
/evcrtçio das Ações, II - Demonstrntivo de Exccuçiio }'lslco ~ Financclrn º• Ili • Rclatórlo 
relal de Execuçaó. .-. .- 
Clausula qunrta - Da Autorizaçno A nutori1.nçno pura o presente ConvCnlo c~tá contida cm 
, ,,np.icho 1•xarndo peln Srn Secretória dr• Rstndo de F.ducnçiio, ns ílr., 10 do Processo nQ 13/0151 
/91. 
ClÕuuuln qulntti - D.'.l lixccuÇ.,Õo - O rcglrne de execução .do presente Convênio será por meio - 
1 , lrllntifPrencln dos recursou no }lunlclplo qur 6e processarão npôs a liberação doA mesmos pe­ 
o !!111lstérlo du Educ.,çaÕ • HEC/Flmdo tlnclonal de Desenvolvimento da EducnçnÕ FrsDE, e Tesouro 
<> }:!;tndo - Fonte 00/Rccruno!l OrdlnÕ.rloc. 
Clausula sexta - Dan Obriaçoen do Rntndo • O Estodo ntrnvés da SE/MS obrlgn·so n: l • Re· 
assar ao nunlc{plo os recurson finoncciros de que trata a Ctáusuln oitava deste Corwênio , 
onforme abaixo especificado. a) - Os recursos supracitados serio repa.ssados em pnrcelon sc:c­ 
[re em conformidade com a liberação processada pelo MEC/FNDE e Tesouro do Eotodg • Fonte 00 / 
·ecursoa Ordinários n SF./MS. b) • A Ubcraçiio da l! (primeira) parcela far-se-à Irediatamen­ 
,!. npós 3 recessa aos recurso:; liberados pelo HEC/FNEDE. e) - As parcelns subsequentes terão­ 
ua lib~rar;do condicionada n nprcsentoçâo, pelo Munic{plo, à Inspctorio Setorial de Finnnçns­ 
[E/MS do Relatórlo Parclal de Execuçnõ Anexo 111. 11 • Colocar à disposição do Munlcfplo, npo 
o t~cnlco através da Dlretorlo de Rede F[slca e Inspetoria Setorlnl de Finanças SE/MS. ITI -: 
[rovidenclar a publicação, em extrato, no DLar!o Oficial do Estado, do presente Convênio, cor 
endo as despesas a contn dn SE/MS 
, CLinula sétima - Das Obrigações Da SOP/HS Através Do DOP/HS • 1 - Fornecer ao Hllclplo • 
) - Projetos de ampliação; b) - EspcciflcaçÕcs técnicas dos serviços a serem executados; c)­ 
l!nnllhn de scrvlcos para rcforna e/ ou anpllnção; d) - Cronogrrunn !ls!co/flnancêiro; e) - O· 
Jif.•ntaç:So e f1scal11.nção técnica e, f) - Modelo padrão de placa dn obrn, conforme determina - 
,ão do MEC/F~DE. 11 • Atestar o Anexo 111 devidamente preenchido pelo Munldplo, para flns de 
lberaciio Jns parcelas posteriores; III - Embargnr o obra quando for constntndn que n qualidn 
e dos serviços, bem co:no dos rnotcrlals, nõo ntcndco as especificações técnicos, pela avala­ 
ão do OOP/MS; IV - Efetunr o Termo de Rcccbir.cnto da obrn, ec conjunto com a Diretoria de 
cdt' Ffslca/~E/MS e Hunic{plo documento este, obrigntório no processo de prestação d€? contas­ 
elo Munlc{plo à. SE/MS; V - Proceder, por detcrninaçiio do Decreto nQ ~.322, de 28 de outubro­ 
e 1987, publlcado no llliirlo Oflclal do Estado do dla 29 de outubro de 1978, artigos 2? e 3?, 
tens "I a XVI", e da Lei F.ctndunl nQ 1,070/90, a licltnção rnro construção da obra, rcmetcn - 
o, oo Huniclpio, o processo licltotório e oinutn de contrato pnra respectiva contratação. 
Clii.r.Ulnoltnva • D.,ff Obrl!l'lçÕCe Do Hunlclplo - O 1-lunldplo se obriga a: l • Executar os a­ 
ões programadas, visando consecução dos objetivos propostos, coníome CGpeciflcaçiio no Ane 
o 1 - Dcscrlçiio dos açõc~; 11 - Movlncntnr os recursos repassados, ntrnvês de conta espec{fT 
.1 n ser nbcrta el"l contn b3nciirl.n, sempre ntravés de cheques nominais dC con(oro1d.:1de no estii 
clccl.do no Arttgo 2Q do Portarl11 08/1.C.F de 04 de maio de 1979; II - Apresentar a Inspeto - 
lo Setorial dt• Flnanç11s/SE/HS o Rclntórto Pnrclal de E.xecuçaÕ - Anexo 111, para fins de ncor.i 
.1nha:i.cnto do ,,xecuç.ão dos recursos e libcracão das porcclns subsequentes, devldnmente atestii 
o pc-lo DOP/MS; IV - Flcnr ciente de que o n:io cunprlmento da nplicoçáo dos recursos destina-= 
os ôs nçõcs dC'scrttns no Anexo 1 - DcscrlçÕo das Ações, impllca.ni nn dcvoluç:1Õ total dos f:'CS 
os, de .,cordo con a lcglslac;,io vigente. 	- 
SubcllÍusuln Única - As despesas decorrentes deste Convênio deverão ser realizadas n::é o mó 
lreo d,· 30 (trlntn) dlns npós a llbcrnçiio de cndn pnrceln. 	- 
Cli°iu:mln nona - Da Prcstoc;âo de Contas - O riunlclpto prestará contas dos recursos recebi - 
os, a lnseetoria Setorial de Flnança•/SE(MS, até 10 (dez) dlas após o venclr:,ento deste Convé 
t.o, atraver. das sesulntcs pcçn:1 contábeis, conforme estabelece n Portaria 08/79/ IGF de 04 7 
.ilo/1979; 1 - Oficio de encamlnhnmcnto; 2 - Balancete flnanclero; 3 - Dr-r::oostrntlvo de dc:s­ 
eso.s p.J.gns; 4 - Conclllnçâo bo.ncnrtn e rcspcctlvos extrntos; S - Recibo de depósito bancá - 
lo (original); 6- Pr!reiras vias do processo llclUtÓrlo. ' 	• 
Clinlln décl= • Do V..:,lor • O Estado por lntennédlo dn SE/MS destinará mediante transferên 
la ao Munlclpio, recursos no valor de CrS 14.325.000,00 (quatorze ollhÕcs, trezentos e vinte' 
cinco r.'11.1 cruzeiros). 
clrusuln. décim.a primeira - Da Vigênctn - Este Convênio terii vigêncln a partir do ato de sua 
~slnntur.i atê 28.9.1991. 
 
Clá.n.iln décll::ia &cgund.1 - Adltru:cnto e Rcsclsiio - Os slgnatárlos deste Termo poderiio aditá 
. o ou denunciá-lo no todo ou rm parte, t:cd!nnte comunicação prêvtu e. escrlta, no rpnzo m{nimÔ 
e 30 (trinta) dias, sendo casos de rescisão todos os atos que impliquem Cl'l lnodimplecento - 
as obrigaçoes_assumidas no presente Convento. 
Clnw:mln dec1.r.i.:l tcn:clr..1 - Rcscls.no Adl:linlstratlvn Por Ato Escrito Unllnternl - O Estndo- 
1 e reserva o dlrc.ito de rescindir admlnistrativMente o presente Convênio, por ato escrtto u­ 
lateralrente, nos casos indicados e regulamento, co o que concorda c.xpressru;:çntc o Munic{ 
io, '!traves ~esta Clausula, Lel Estadual nll 1.070/90, aritos 92 a 95. 	" 
j Clausula decl.m.:l qu.nrt.n - Do Foro - Fica eleito o Foro da Conarca de Cru:po Grnndc Capitnl 
t..ll o F.s;ndo de Mato Grosso do Sul, p3.ra dirl.c.ir qualquer _qucst.ã.o oriundo deste c.onvêni~- 
' Cl:iusulll dccuin qulnt., - D.,• Tcntcounhru, lnstru1:1Cntarlas • Para flns do Artigo 135 do CÓdl 
o Clvll, e validade do que ficou convencionado, fIrou- o presente instrumento e.e única ":' 
lia de 06(seis) laudas, na presença de 02 (duas) testemunhas que tarbén o subscrc:veo pnra que. 
1
rod.UZ/ seus lcs::iis e Jur{dicos efeitos. 
HEI.A VISTA, 111 DE JULHO DE 1991 - PÁGINA - Oíl 
------ 
• ---·------------------ 
,. Seminário Jurídico do Interior 
l 
Cm:.po Grande- MS. , 
Prof~ Leocádla. A&loé 'Pt!try La:,c • Sccret.árla de &stDdo de Educnçno 
Dr. llcrocllto José Diniz de Figueiredo - Sccretnrlo de &stodo de Obras 
Sr. Ovaldete Coinete - PrcfcUo HunÍclpal de Antonio Jo.iio/HS. 
Dr. Reanto Katayaa - Diretor Cerol do Dcpartn:oento de Obros !'Übllcas/NS 
TESTINUNA : 
1. - Dr. Antonio Co.rloa Ribeiro Arroyo • Assessor Especial do Covemndor 
l'Úb li CJlS /NS 
Pro .oçiio Subseção - 
da Ordem dos A!voados 
do Brasil na c'dade de 
.Jar<lin-11S, 
J,ocul:.. i'lenórlo do 
J.:ri da Connrca de Jor - 
dim/MS - Rua Coronel Stu 
ck, 51 - t:ep 79.240 -Jar 
dim-HS - fone. 251-1974. 
Data - OI, 02 e 03 de 
Agosto de 1991. 
!'ROGltAHAÇÀO 
Dio 01.08.91 - 20:00- 
Mbertora solene; 20:JO - 
A;a Cível PblIca Dr. - 
Luiz de Llmo StefAnini - 
Procurador Geral da Rep~ 
blica no Estndo do HS. - 
Dia 02.08.91 - 08:J0- 
O Advogado no Mercado de 
Trabalho - Dr. Ahamed Ar 
fux e Dr. Carlos de Dar: 
roG Leite - PreRidentcs­ 
das Subseções do Ordem - 
dos Advogados em Doura 
dos-MS e Corumbá-MS. 
10: 30- A Defensoria Pá 
h11ca - !Jrn ,:clolza l'c­ 
l<>r., ,nnclcr1c1 tlaciel - 
Procurndora Gernl da De 
fensorla Pblfea Dr. O­ 
taviano da Silva Pres 
SIndIcato dos Defenso - 
res Pblicos; 12:30 
Almoço; ll.;00 - JuiZd o 
Especial de Pequenas 
Causas Dr. Ademar Pere! 
ro Jo1z de Direito d,1 
62 Vara Cvel em Doura 
dos-HS Dr. Tcnir Miran­ 
da-Juiz de Direito da 
Zi! Vara Criminal da Co­ 
marca de Dourndos-MS 
17:00 - O Estado e a 
Justiço - Direitos e De 
veres Dr. Augusto José 
Correa da Costa Secret~ 
rio do Estado de Justi­ 
ço e Trabalho Ação Soe! 
al; 20:00 - O Estatuto­ 
da Criança e do Adoles­ 
cente Novas Regras Pro­ 
cessuais Dr. João Adol­ 
fo Astolfi Juiz de Di - 
PE! [JLA MO!T' .A REALIA 
0A MULHER SULMATOGROSSENSE 
Uma pesquisa realiza­ 
da pelo Movimento Popu - 
lar de Mulheres, pelo Mo 
vimento de Mulheres Agri 
cultoras e pela Pastoral 
da Sade de Dourados re­ 
vela dados assustadores­ 
sobre a sa.:de da mulher­ 
no Mato Grosso do Sul. A 
pesquisa foi feita em J2 
~unicÍpios, e 67J mulhe­ 
res foram entrevistadas. 
Ela abrange desde o aten 
dimentoâ mulher gestan - 
te, atê o serviço de in­ 
formação sobre o éorpo 
da mulher. 
Segundo a pesquisa 
447 das mulheres em ida­ 
de fértil já estão com - 
as trompas ligadas. 61 7 
delas usa pílula e anti­ 
concepcionais injetáveis 
de forma incorreta, cor­ 
rendo risco de engravi - 
dar indesejadamente, ou 
esmo, de adoecer. Meta­ 
de das entrevistadas são 
da área·rural, desta , 
447 nonca fez exame pré­ 
natal. Essa porcentagem­ 
cai para 42%, nas mulhe­ 
res que vivem nas cida - 
àes. 
Diante disso, a Secre 
taria de Estado de SaCde 
está começando a imple - 
mentar de maneira efeti­ 
va o Programa de.Assis - 
têncin Integral à SaCde- 
da Mulher (PAISM), esse 
programa, que conta com 
o apoio das prefeituras 
atende a mulher em to - 
das as iases da vida. 
DA ADOLESCE'.NCIA A VELUI 
CE 
Em vários postos de 
saCde da capital e do 
interior já está sendo­ 
feito o trabalho de ori 
entação âs jovens que 
iniciam a atividade se­ 
xual, com relação aos - 
métodos contracepticos. 
Nessa orientação, as mu 
lheres recebem informa= 
çÕes sobre a pílula, o 
método mais usado, e 
muitas vezes, de manei­ 
_ra errada. 
Depois de casada a 
mulher tem a possibili­ 
dade de receber a orien 
tação no planejamento 
familiar, nos exames· 
preventivos do.câncer e 
no esclarecimento sobre 
a_esterilização, cüjo - 
metodo mais usado é da 
laqueadura de trompas . 
Essa cirurgia vem sendo 
feita indiscriminadamen 
te pelas mulheres menos 
esclarecidas, e por is­ 
so o risco de vida, no 
caso de ~ma cirurgia é 
maior.· 
reito da 'ara de Mtenor 
na Coar de Dourados 
!S. 
dia 01.0fl.91 
08:J0 - 
A Pena de Morte 
o, rime maior - Dra. Ele 
nice Pereira Carille Pre­ 
sldcnte do Conselho Secio 
nnl da Ordem dos Advog 
dos no Estado de Mato 
Grosso do Sul; 10:30 - O 
SiHtcma lh•cru"n1 Hrasi lr•.!:_ 
ro - Dr. Marco Antonfo 
Cindia Desembargador- Tr! 
bunnl de Justii;a do f'.sl,1- 
do do Moto Grosso do Sul; 
12: JO - Almoço de Con[rn­ 
ternizaçao. 
InscriçÕe:; e Iufoni,a - 
çÕcs: Nas oubneçÕes da 0_!: 
dec:t dos Advoados do Jlra­ 
oil e Sede do Conselho S! 
cion,,l ou pelo telefone : 
251-1974. 
Em Campo Grande, o Pos 
to de Atendimento Médico: 
do lnamps, o PAM, já está 
operando can um trabalho - 
de puericultura, Ou seja­ 
º acompanhamento do cres­ 
cimento e do desenvolvi - 
mento do recém-nascido 
Outro trabalho que deverá 
ser desPnvolvido.nos pró­ 
ximos meses é o de sade­ 
da criança pré-escolar 
trabalho este que é de 
fundamental importância - 
para a detecção de possí­ 
veis deficiências psico - 
motoras, que na maioria - 
das vezes só são observa­ 
das na idade escolar. Na­ 
meia idade, as mulheres - 
poderão ter atendimento - 
na fase da menopausa, que 
muitas vezes é de difícil 
resolução para as mulhe _ 
res. Com esse leque de a­ 
tendimento aberto a todos 
os períodos da vida da mu 
lher, a Secretaria desa~ 
de visa, no Governo de­ 
Pedro Pedrossian, avançar 
consideravelmente nesse - 
programa, o mais importan 
te a nível nacional co 
relaçao à saúde da ma 
lher. 
PREÇO DO EXEMPLAR: 
CR$ - • 150,00 
ENTORPBCRNTES 
CAMINHO PARA A LOUCURA ... 
·ou PARA A MORTÉ PREMATURA 
" CONHEÇA A NOSSA FRONTEIRA " 
te 
" SEGURANÇA-- TRÂNQOILID,ADE - 'CONFORTO " 
LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, •ÁNTONIO JOÃO, 
PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACA 
JU, AQUIDAUANA, CORUMBA, NIOAQUE, BODOOUENA, Sr­ 
DROLÀNDIA E CAMPO GRANDE. 
"'ÔNIBUS PARA .BXCURSSÕES* 
VIAJE TRANQUILO, VIAJE RRM COM A CRUZEIRO no SOL

BELA VISTA, 18 DE JUl.HO DK 1991 • PAGI A 
t'l 
Prefeitura. Municipal 
de Bela Vista-Ms· 
ll.r.RHO l:G 1)/".I • <,1,Blt.LlP ) PRFHIO F )8 DE J!AIO DE 1991 
[IJ',0'1 Ili 01.Jl•OS DE MOAS, PREFEITO MUNICIPAL DE EELA VISTA - 
ESTADO IE 'ATO GRO!O DO U1., usando das atrfbutçõei que 1he 
,:,,o COI Íl'r I cios e de acordo com o d Isposto do Artfo 6j8 4 6? da 
Mel n2 986/90 de 0 de ArII de 1.990 e Artfo 43 dtél Fede - 
rol. nQ 1,.120/h4. 
ll!"CllnA: 
ArL.JQ· !for, ~ern,o.s do Lcl ::unlclpnl nQ 90J/90, Artluo 111 - 
ílcn aberto um Credito Adlefonal Suplentar no valor de CrS 
ll,.500.0llU,OU (•1untor1.<' r.1llh,,..n ,, qulnhcnto,; rull cnuelros) li 
er deslnado nas eufntes Dotações Orçamentar1as. 
01.00 • 1 x1:c:1111vo 
02.01 - CEM;1 o PRrYr1To 
0)070102.02 - ,ase::r;orn"'""to 5upcrlor 
J,l.J.2 • Outroc s<'rvlço,; e r11c11q;os ·•••··••••·•• 2.000.000,00 
02,05 ,- SECRETARIA DE FM!E'«D 
0108021/69 - mtenao da Secretar!a 
3,1),2- outros serviços e Encargos..········+ 500,000,00 
02.06 - !il:r:HliTARIA llE SAODE PHO'IOÇÃO SOCIAi. 
1375,11 - SerVf;os de IaIGlras;ao Cera1 
). l. '.O • llatHlul dt• <:onsur::o ., • .. • • .. 1.000,000,00 
1)754281.06 • Construçõea de Pooto de Sa~dc 
42.1.0- Aqutlção de Imóvefs 	2.000.000,00 
07.07 • SECfU;TARIA DF. EDUCAÇÃO F. ClJL1U1A DESPOl!TO 
0B8421R72.15 - Manutençao dos Scrvlço,; AdminlHtrntivoo 
J.l. 20 • Mnterlnl de Consumo 	, . . . • . • 3.000.000,00 
02.08 -· SECRETARIA DE V /01RAS I: SEllVI S PIJBLlCOS 
16!!8SJ42. • • anutençno do erv ç0s da ccrctar li 
J,l.2.0 • Muterinl de Consumo . . . . .. . .. . .. .. .. .. . 6.000,000,00 
Soma•••·•··•····•········•··•··•·•··"'"·•··••· 14.S00.000,00 
Art. 22 - Pura cobertura do presente crédito Suplementar íol· 
cancelada a l..rnportiincla de CrS 14.500.000,00 (quatorze mllhÕes e 
qulnhcnlos mll cruzeiros) das seguintes Dotações Orçamentnrl.as. 
02.00 • f.XF.CIJTIVO 
02.08 • si:ffiTAITTA DE V /OilllAS E SF.RVI S PÜBLICOS 
10573161. • Construçao de casa popu.ares 
4,1.1.0 • Obras e Instalações 	,. 2.000.000,00 
10580251. l4 - lripluntoçiio e renovação de calçadas e passe los 
4.1.l.0 - Obras e Inst.1lnçÕcs , . . . • . .. . 2.500.000,00 
10583281. 15 • Construção <le Arcas <le I.Jlzer e Arborização Urbana 
4.1.1.0 • Obras e Instalações .. .. .. . .. • . . . . • . • • • 2.000.000,00 
16885)41. 19 • Construção de Pontes 
4.1.l.O • Obrns e Instalações .. . . . . . .... . . . . . • . • 5.000.000,00 
16885321. 20 - Construçiio do Termlnol Rodovlãrto • 
4.1.l.O • Obrns e InstolnçÕcs.................... 3.000.000,00 
Soma ....•..... , ..........•. , ......•..•.•••..•••• 14.500.000,00 
~rt. JQ - Este decreto c~trarã cm vtgor no doto de sua publi­ 
caçao Revoadas, as dlspoalçoes cm contrnrlo. 
DECRETO NQ 035/91 • GABINETE· DO PREFEITO EM: 11 DE JULHO DE 1991 
EDSON HEDEll!OS DE MORAES; PREFEITO MUNICIPAL DE BEi.A VISTA 
1 
ESTADO DE MAIO GROSSO DO SUL, no uso de suus atributõe$ 1eais, 
DECRETA 
Art. H? • Flco dcllberodo que os preços dos corridos de tâxt, 
serão cobrados conforme tabela cc anc.xo. 
Art. 2Q • Este <lccrcto revogo o Decreto nQ 003/91, de 04/02 / 
91. 
Art. JQ - Este decreto entro cm vigor nn datn de sua publica­ 
ção, revogadas ns disposições cr.i contrário. 
EDITAL D E P R A_ C A 
forma da !el, erc. 
FAZ. SABER qug, «primento aos trifes leais do pro " 
cesso de recuão e curso perante este alo enre partes 
coo exequentes () MUI!r!O D MAJACAI' e coo executa@sta) 
PAULO IIÓ IMZ Autos n9 06/90), no 4trto do EAtf!o do FG 
run desta Comarca, i Rua 'foque, s/?, neta c!dade is 1):J0 
horas do dia 1 de setembro de 1990, será(u) levada(a) a ps­ 
bllco prrio de venda e arr atação en praça publica, a quer 
mais der acLa da ava!fação mencionada abato, os) bem(ns) - 
erhoradfs),aq(@) executado(s) mo referido processo, a seutr 
ffeccrlto (G): 
01 - Crade Aradora, More haldan, cor 20 discos, ano 19%4, 
vista e·aviil1ada e:n CrS 35.000,00 (trinta e clr.cn r.itl cruLet .. 
roa). 
OHS: caso o execut11do não for <:ncontrac!o fie.a desde-- Já l'i- 
na TIMO pr e t Fttta1. 
Ma!!adi(a) r$ 35,06, (trltA in-o 
o orsta ros autos a ltn!a de r M 
<r.,) ~ o 1,·tto '."-:.> C:, 1i ._.](CH1,.• ·1 ~, .. n:- :_) J- , t 
to. Se, na data Id!ada, ot) tens) mio a. a 
superior à svaltaio, no emo leal, e 1;« hem 
de et Mbrs de 1990 ertG) 1evade() nv « se 
reatação en eanda e ó!t!ma prosa, d 
vend[do(a) a 'quem r fs der. 
Tu, (ORLANDO CORIEA DE LA! ), Ervão do Lo ir etr +u 
o presente dos autos Irdlados, o conferi revl, I 
c!dade e Comarca de Mar+aja-s, eo 1 de A to d 
D±. 7N1O-MM!Ir 
Jaz de Dlreito 
IIDI DISCRIMINAÇÃO 
VALOR Cl!S 
. -··--- 
01 CORRIDA MlNHIA (Sa{dn do Ponto) 	800,00 
02 DENTRO DOS LH!lTES: 
a) llalrro Espirita Santo 	1.100,00 
b) Bairro ltnboral 
1.100,00 
c) llalrro Antonio João 	1.000,00 
d) Dalrro Prcvlsul 
1.000,00 
e) Bairro das Prlmavcras 	1.000,00 
f) Cemltério de Água Doce 	1.300,00 
g) Ãgua Doce • Posto/Trevo . 
Porá 
2.000,00 
h) Ponte do Rio Apn • Salda para P. 	J.000,00 
1) Aeroporto 
2.500,00 
j) Igreja Siio Patrlc1o 
1.500,00 
k) Expobcl 
1.500,00 
03 DISTRITO NOSSA SE~l!ORA DE FÃTDIA 	4 .500,00 
a.) Igreja. Soo Cleente - 
b) Escoln h'unic. de ll! Grau Josc m Polm1cr1 
6.000,00 
c) Cemitério 
3.000,00 
d) Escola Munlc. de l.Q Grau Costn Reúno 
2.500,00 
04 IhTIRNACIOXAL 
1. 500,00 
a) Pnrnguny até Colorado 
os 
b) Pa.rnguny - outros pontos - a co::lbinnr 
VIAGENS 
PÕrkilomctro percorrido 
200,00 
06 POR TEMPO PARADO À SERVIÇO DO USUÃ.RIO 
a) !!oro po rodo 
4.000,00 
b) Horn comercial 
5.500,00 
07 DAS 22: 00 110lAS ÀS 06: 00 HORAS 
'tera acresclmo dl! So1i (clnqucntn por cento) no 
valor da corrida. 
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICiiUO - ,JUÍZO DE DIRI:lTO DA CO''.A"(', ll,; 11A 
RACAJU. 
EDITAL D E PRACA 
O Juiz de Direito da 2a Vara C/Crim da 
Comarca de Maracaju-MS, na forma da lei , 
etc. 
FAZ SABER que, em cumprimento aos trâ­ 
mites legais do processo de execução cm 
curso perante este juízo entre partes, co 
mo exequente(s) Município de Maracaju e 
como executado(s) Abel Verissimo de Azam­ 
buja. (Autos no 013/90), no átrio do Edi­ 
fício do Fórum desta Comarca, à Rua Nioa­ 
que, s/no, nesta cidade, às 14:00 horas - 
do dia 06 de agosto de 1991, será(ão) le­ 
vado (s) a público pregão de venda e arre­ 
matáção em praça pública, a quem mais der 
acima da avaliação mencionada abaixo, o 
(s) bem(ns) penhorado(s) ao(s) executado­ 
(s) no referido processo, a seguir descri 
to(s): 01 (um) Lote Urbano no 663, quadra 
36-A, Vila do Prata,- sito à rua Nioaque - 
"asfaltada", possuindo um murei ao centro­ 
do lote, que o divide em dois no sentido­ 
frente fundos, com 800,00 m. Avaliado em 
Cr$ 1.008.595.48; 01 (um) Lote Urbano rio 
664, quadra 36-A, vila do Prata, sito à 
r.ua Nioaque esquina com a Rua Eva Rodri 
gues "ambas asfaltadas", com 800,00m
2 
e 
. sem benfeitorias .. Avaliado ·em Cr$ 1.073 
211,82. Valor atual da dívida Cr$ 75G 
171, 93 (setecentos e cincoenta e seis 
mil cento e setenta e um cruz0lros e no-, 
venta e três centavos). Caso o devedor - . 
não seja encontrado fica desde já intima 
do por este edital. 
Não consta nos autos a existcia de. 
ônus sobre o(o) bem(ns) e o feiLo não es 
tã sujeito a recurso pendente de julgu - 
mente. 
Se, na data indicada, o(s) bem(ns) 
não alcancar(em) lanço superior à uvali~. 
ção, no mesmo local, às 14:00 horas do 
dia 20 de agosto de 1991, scr~(ão) lcva­ 
do(s) novamente à venda e arrematação em 
segunda e última praça, desprezada a av~ 
liação e vendido(s) a quem mais der. 
EU, (MARIA LOURDES BORTELIN)., Cscri -: 
vão do Juízo fiz extrair o presente dos 
autos indicados, o conferi e subscrevi 
nesta cidade e comarca de Maracaju-MS 
aos 16 de maio de 1991. • 
Total da avaliação Cr$ 2.081.807,30. 
DR. AMAURY DA SILVA KUKLINSKI 
Juiz de Direito 
.PREFEITURB 1 
i 
DECRETO N? 037/91 - GABINETE DO PREFEITO EM: 12 DE JULHO DE 1991 0 governador Pe - 
EDSOX MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA _, dro Pedrossian lança 
ESTADO DE HATO GROSSO DO SUL, Usando das orrlbuiçocs que lhe soo durante as comemora­ 
conferidns, e de acordo com o disposto cci o Artigo 107 do Let F cães do 2310 aniver- 
dera1 ng 4.320/64, de 17 de l-larço de 1,964, 	sário do município - 
• DECRETA 	de Miranda, o maior- 
• Art. lQ • Flcn o Scrvlço AutÕnoc:o de Água e Esgoto • SAAE 
situado no cunlclplo de Bela Visto - MS, autorizado a efetuar - programa de eletrifi 
de tnrlfas e ta.,as em 65'1. (sessenta e cinco por cento), n partir cação rural já real}:. 
de 01.oa.91. • 	zado pôr um governo- 
Art. 2g - O reajuste de tarlíns e to.xas de serviços referen- 
te 
00 
consumo domes de Julho, scriio calculados 20 (yintc por • em Mato Grosso do 
c,.,nto) nbaixo do tabeln da Sanesul. • 	Sul, Até o primeiro­ 
Art. 39 • Este dccrctQ entra em visor na data de sua publica· trimestr~ de .1992 , 
çãa, revogadas as ,disposições er contrário. . mais de 
1200 
km de 
pEcREr. a s/91'- çAIErr 00 PREFEITO EM: 15 DE JULHO DE 1991 
redes de distribui - 
.,. • • ·erNERLô NIcrPA_o_DA_19DE JULHO DE1991, ção rural serão im - 
EDSON MEDEIOS DE RtES; PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA r plantadas erri todo o 
CS:ADO DE MATO GROSSO DO SUL, .no uso de suas atribuiçoes legais. Estado, beneficiando 
DECR..<"1'.A: ·' •• ' 	. 
At't.llf"· Pica· decretado feriado municipal no dia 19 de julho mais de lOQO propri.;. 
de 1991, em razão do 732 aniversário de Eanc!pação Política e dades de pequeno, me 
AdrLnlstrativa do Município de Bela Vista-MS. 	• 	- 
Art. 2g - Este decreto entra em vIor na data de SUA publlca· dio e· grande porte 
çio, revogadas as disposições e contrario. 	Além disso, estão 
Gabinete do Prefeito Municipal, aos 15 de Julho de 1991. também previstas a 
rnsoN Hl.1lEIROS DE noRAES . Prcfclto Municlp_al execução de obras • pa --~-....:_ 	ra fins de irrigação 
totalizando a implan 
tacão de cerca de 
1300 km de eletrifi­ 
cação rural, dentro­ 
do Programa. 'Nacional 
LER 
LEIA 
DA 
É CULTURA, 
E ASSINE 
FRONTEIRA 
É 
o 
- DIÁRIO 
AGORA TODO DIA 
TfCIAS EM PRIMEIRA 
SER INFORMADO. 
JORNAL TRIBUNA 
REGIONAL. 
TRAZENDO 
MÃO 
AS NO 
LEI .NO 964/91, DE 29 DE MAIO DE 1991 
Dispõe sobre o Quadro de Professores 
Leigos do Municipio de Maracaju e dá ou 
tras providências. 
Eu., Luiz Gonzaga Prata Braga, Prefei­ 
to Municipal de Maracaju, Estado de Mato­ 
Grossn do Sul, faço saber que a-~ãmara Mu 
nicipal de Maracaju-MS., aprovou e eu san 
clono a seguinte Lei: 	- 
' Art. 1o - Fica criado o Quadro de Pro­ 
fessores Leigos~do Município de Maracaju, 
que terá um total de GO(sesenta) cargos - 
e, perceberão uma remuneração igual à da 
tabela 4, padrão I, do Anexo II, do Plano 
de Cargos e Ven"cimentos .• 
Art. 20 - Os Professores Leigos que ai 
quiriram estabilidade pro froca do dispos 
tivo constitucional, terão direito as van ~ 
tagens e incentivos constantes do Estatut•j: :, ' 
do Magistério. 	, 
Art. 30 - Os Professores Leigos serão 'l : 
contratado por tempo determinado e se:::-a-(:. ' u 
regidos pela Consolidação das Leis do Tra ,l 
balho - (CLT} 
Art; 40 - Esta Lei entra em vigor na d 
ta de 01 de maio de 1991, revogadas as di 
posições em contrário. 	• 
Maracaju-MS., 29 de maio de 1991. 
LUIZ GONZAGA PRATA BRAGA - Prefeito 
nicipal. 
GNVERMANO LAII;A EM MIRAI)I PROCRAM 
ELETRIFICA,IO PIRA ESII 
de Irrigação (PRONI). 
Em Miranda, o go­ 
vernador Pedor Pe 
drossian estará fa - 
zendo o lançamento - 
dos primeiros 90· km' 
de redes rurais para 
atender 200 proprie­ 
dades, localizadas - 
nas m1.croreg1.oes de. 
Furruel Pires1 Coiô­ 
nia Brejão, Imbiru - 
cu, Bocaina, Paxixi, 
Vereda, União, Para­ 
tudal, Poeira/Gravi­ 
e Carrapatinho. Com 
estas obras, haverá­ 
um salto imoortante­ 
nos índices-de aten­ 
dimento: das 934 pro 
priedades existentes 
no município,, atua1; 
mente -17'% conta· com 
energia elétrica· , 
com,ó início_dê Pro> 
grama, esse índice - 
pa·ssar"ã :a,ífo.i•,· . cri' 
seja, 358 propriedà­ 
des terão os· ..benefí-- 
cios da eletricida­ 
de. 
Essa mesma rela­ 
cão estará ocorren­ 
do de agora em dian 
te em termos estadu­ 
ais. O governador 
Pedro Pedrossian 
pretende reverter o 
quadro atual de bai 
xo atendimento das 
propriedades, am 
pliando significati 
vamente os niveis - 
de distribuição de 
energia rural em to 
dos os municípios • 
De acordo com a pro 
posta do governadoi 
ao contrário do aue 
vinha_sendo feito­ 
pelos.governos ante. 
r1Qres, quanqo ·na 
maioria dos. dasos , 
implantacão de ±e 
des rurais.servia - 
Para'dr conforto - 
aos'proprietarios , 
o que se pretende a 
r-1u 
E 
-! ' j 
') .,, 
Jl- 
., 
±: 
$ 
~" ,, 
' 
! 
'i 
± 
gorai canal!z3r a-.~ 
utilização de cletr,... ,
1 
cidade para o a;en ·' 
d 
• - ' ' 
to ta pro@u.ao aro- ,i 
pecuaria. Nesse scn 
tido, a Secretar ia 1 h 1 
de Agricultura, :1:.:'T.-:j ; . ' 
trabalho conjunto }l 
com a nersul, jà i ' • 
dentiicou em vria 
regiões àQ Lstaco , r 
quais as iocalidsdc i"} 
apcas a receberer::l Q • / ' 
benefícios do Pro:;;r_
1
. ~~ 
ma de eletrificação • '· 
rural, visando atens " 
der o requisito de ' 
aumento àc produti v 
1 
. 
àade. O governador • 1 
Pedro Pedrossian es i l 1 '' 
ta· conver.cido que e, •· 
sa é a saída para • 
qúe o· ~1S 'dê u.=ii sal t, 
qualitativo ruro 
moâer-h{'da'cle, res;a 
tando a divida soci 
al e ·aumentando n g• 
raçio de suas rique 
zas. 
ANUNCIE AQUI: JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL - LIGUE P,'.RA - 439-1410 
E FACA SEU ANUNCIO.

IORMAL, TUNA DA FRONTEIRA 
PAGINA 
0s 
- ------·---- 
----------------------'---~-------------------------------------- 
llfü,A VW'l'A 
20 de Julho nela - 
i.,t,1, u·,Lii aniveroa­ 
+dnd com muitas ho­ 
jenaqen.., com o decor 
ser do tempo espera - 
,os ums pela Vista,mo 
»,na. Como trabalha­ 
)} os no setor do Educa 
e ano, aguardamos deci- 
4oe: mait amplas as - 
o)im como: xtonsão u­ 
viver,itiria, nos se- 
• a, t 
t+,orces de esportes e 
tu!tua, estamos ques 
}[!"!:1orando pois ainda 
22:° , 
ir,do existe umn progra- 
1 • .. , proj0. o, que ve - 
ha atender as nossas 
iccesidades, são as­ 
oy;untos de épocas de 
15:n1punha, quando fa - 
li,: 	• 
+4.ema promessas. Iloje 
os incentivos são pou 
'?:os. Sabemos que os 
n,,oli ticos cs tão conse 
uindo muitas coisas­ 
;;ara a city, mas é 
;;[cm lembrar o que es­ 
u,,1amos aguardando, a - 
E,roveitando o ensejo, 
,,'[arabenizo todos os - 
22,celcwistenses, em es- 
ecial a luta dos Edu 
•adores, Produtores = 
;;'e odag, Meios de co 
unicacões e às Auto­ 
o:idades, estamos rumo 
!};o progresso e acredi 
4.{amos no empenho de - 
IG:!lada cidadão conscien 
!6:0c do exercício da ci 
.adania. 
JULHO 
No dia 20/07/1969, 
Jeli Arrnstrong setor 
J
ou_o primeiro homem- 
- pisar no solo lunar. 
olo ll, Nave Norte­ 
ericana que levou - 
astronautas Edwirn 
'l· ~ldrin, Michael Col - 
jins e Neli Armstrong 
um voo de quase qua­ 
ro dias, até a Lua. 
i as esta não foi a 
n 1 rimeira conquista do 
l 
,ornem em relação ao - 
"? 
s spaco. O primeiro ho 
em a viajar pelo es­ 
naaco foi o soviético 
GrL Gagarim, a bordo 
.• rela Nave Vostok-l, no 
Ma+ia 12/04/1961. 
F A E 
dos Nas Escolas, foram 
listribuidos catála - 
10s, aos professores, 
,a.ra análise e esco - 
ha de livro e carti- 
has para serem adota 
'os na vida escolar - 
~s alunos. "Livros a 
é hoje -não chegaram­ 
.as Unidades Escola - 
es, mas o comentário 
Dia 28/06/91,reu 
nião com a Agente - 
Regional de Educa - 
çaõ de Jardim, Pro­ 
fessora Eliane Cafu 
re Peixoto, junta - 
mente com duas téc­ 
nicas de Educação - 
da Secretaria Esta­ 
dual de Educação e 
Assessora da Agên - 
eia Regional, foi o 
ponto máximo do e 
vento com a comuni­ 
dade escolar de Be­ 
la Vista. O esclare 
cimento sobre o oL­ 
jetivo do Colegiado 
Escolar corno forma 
de organização da 
comunidade escolar. 
Foi muito questiona 
do o descontentamen 
to da eleição em B 
la Vista, onde fi = 
ccu assegurado para 
que as normas das 
próximas eleições - 
sejam propostas le­ 
vantadas pela cate­ 
goria. Tudo bern,mas 
o mais importante e 
ra a eleição para= 
Diretores, urna vez . 
que, do Diretor é 
que se espera conhe 
cimento técnico pe= 
dagógico, se o Dire 
tor não é detentor­ 
de profundo conneci 
mento no setor, a 
Escola Estaciona. 
Alguns professo­ 
res mais conscien - 
tes do exercício do 
Magistério e da Ci­ 
dadania, desconten­ 
tes com os resulta­ 
dos das Eleições 
estão sendo removi­ 
dos a pedido para - 
outras Escolas, ou- 
tros solicitaram a- 
0 
DIÁRIO JlP.GIOWAL 
Por Froilan Cardoso 
é aue estão sendo - 
tliatribu[doo, atê - 
quando podemoo ocre 
ditar na verdade?" 
COJ.RGIADO 
. OBJETIVO DO COLE 
GlADO é a par.ticipã 
cão de todos, pais, 
alunos, professores 
funcionários adrni - 
nistrativos, coordc 
nadares pedagógicos 
e diretores, nas de 
cisões da Escola ~ 
conntruindo assim - 
relações democráti­ 
cas que possibili - 
tom a formacãc de 
cidadãos críticos e 
participativos nas 
decisões mais am 
plas da sociedade. 
RBUNIÀO 
fantamcnto, de manei 
ra discreta foram se 
acomodando, com objc 
tivo de desenvolver­ 
um ensino maiG part.!:_ 
cipativo e dcmocráti 
co. 
MISS 
Este ano, não foi 
possível a presença 
da Miss Bela Vista/ 
91, no certame esta­ 
dual que será reali­ 
zado no dia 20/07,no 
Circulo Militar em 
Campo Grande. A deci 
são foi no dia 12/07, 
com Sr. Prefeito Mu­ 
nicipal de Bela Vis­ 
ta, Edson Moraes,Pre 
sidente da Câmara - 
dos Veredores Dr.Jor 
ge de Souza Rosa, Ma 
ria Ester Barbosa cã 
bral, Miss Bela vis­ 
ta/91, e este colu - 
nista. A justificati 
va foi devido a Semã 
na da Exposição, anI 
versário de Bela Vis 
ta, são atividades • 
onde requer muita 
responsabilidade, on 
de pedimos desculpas 
para os coordenado•­ 
res. "Segundo comen­ 
tário Bela VIsta, 
realizou um concurso 
de Miss com muita be 
leza, com participa­ 
cão de Miss-MS/90 , 
Miss Campo Grande/90, 
e que fomos elogia-. 
dos nos jornais da 
Capital. Mesmo assim 
vai sobrar um tempo 
para assistirmos o 
concurso e torceremos 
pela cidade arn1.ga de· 
Jardim - Miss Jar 
dirn/91. 
.MISS E MISTHER 
Já estaremos in - 
formando aos leito - 
resa realização do 
III Concurso de Miss 
e Misther Fronteira/ 
91, Grife deste Colu 
nista. Aguardem! 
MENSAGEM 
Todo .,tipo de even 
to é um acontecimen­ 
to social. Por tanto 
todas as pessoas que 
realmente fazem par­ 
te. de urna sociedade 
tem cpmo obrigação - 
de comprar; patroci­ 
nar ou mesmo colabo­ 
rar com o evento por 
que este faz parte= 
da cultura de cada - 
Município. 
RIA SIINTO . INTONIO 
1 
CO TRÊS PARA MELHOR AlEllllEll • 
lll .JARDIM 
Av. Duque de Caxias, 507 - Fone: 251 - 1091 
IA VILA CAMISÃO 
v. 1l de Dezebro, 63 - Fone: 251 - 131 
! 
li E CUIA LOPES DA LAa1RA 
1 
Pça. Coronel Cataão - Foe: 251- 1194 
"Olll'IAIICA NÍO ,SE IPOE, ADQUIRE-SR" 
• 1 
BELA VISTA, 18 DE JULHO DE 1.991. 
SECRETÍRIO OE FIZENDI 
DEBITE COM COMERCIINTES 
O Secretar!o de Fa - 
zenda, José Antonio Fe­ 
)Ício, participou deu□
amplo debate coo, pelo 
menos, 36 associações - 
comercia1s de todo o Es 
tado, promovido pela Fe 
deração das AssoctaçGes 
Comerciais'- FACEMS. A 
reunião aconteceu na 
sede da Associação Co - 
mercial de Campo Gran - 
de, cujo auditório foi 
pequeno para abrigar - 
quase 250 cooerciantes 
que fornm nté lá discu­ 
tir com o Secretário n 
nova política de fisca­ 
lização adotada pelo Go 
vemo Pedro Pedrossian:- 
0 principal questio­ 
namento fonnulndo !oi - 
quanto ao uniforme ado­ 
tado pelos fiscos que , 
de acordo com a op1nfão 
dos comerciantes, tem - 
muito semelhança com· o 
da Polícia Federal e "a 
temoriza e espanto os 
clientes". O Secretário 
de Fazendo esclareceu - 
que n adoção de unifor­ 
me para os fiscais foi 
uma solicitação feita - 
pelo Sindicato da Cate­ 
goria, com o objetivo - 
de identificar clarrunen 
te os fiscais, princi = 
palmente nas estradas. 
José Fellcio garan - 
tiu aos comerciantes - 
que irá "estabelecer um 
diálogo com o Sindicato 
dos Agentes Tributários 
para que o uniforme não 
seja mais usado", garan 
tindo que o objetivo dÕ 
Governo "não é atemori­ 
zar ninguém, mas sim - 
plesmente exercer uma a 
tribuiçâo do Estado que 
estava sendo relegada - 
ao segundo plano há mui 
to tempo". - 
CORRUPÇÃO PUNIDA 
As denüncias de cor­ 
rupção e extorsão, se - 
gundo o Secretário nao 
mais serão apuradas a - 
través de comissão de 
sindicância interna com 
posta por sen•idores dã 
Secretaria. 
1'Iremos ins 
talar no mês. de agosto 
uma promotoria pÜblica 
na Secretaria para enca 
minhar todos os casos= 
em·oh·endo corrupção de 
agentes e casos de sone 
aco fiscal" - disse 
Secretário. "Para garan 
t!r a rigidez nas apura 
çoes - afirmou - as Si; 
dicâncias serão feitas­ 
por policiais da Delega 
eia FazendÁria da Secre 
caria de Segurança c>ü=• 
blica". 
1· 
Sec. de Fazenda Jose Antonio Fellcio 
O Secretário adiantou 
que um caso de denüncia 
de corrupção.já está em 
andamento na Secretaria 
de Segurança Pública. De 
acordo com Felfc1o, os 
casos serão apurados,"ar 
rebente onde arrébentar~ 
O Secretttrio esclare­ 
ceu aos comerciantes que 
manifestaram preocupação 
quanto aos valotes eleva 
dos das autuações fisca= 
is, que "caso o comerci­ 
ante julgue o valor in - 
correto, ele tem amplo 
direito a defesa, em pri­ 
meira e segunda instãn - 
eia dentro da própria Se 
cretaria e em terceira= 
instância na justic;a".Jo 
.sé Fel1cio garantiu que 
nao e objetivo do Gover­ 
no prejudicar os comer - 
ciantes, "mas constata - 
mos em uma análise feita 
em todos os Municípios 
que a arrecadação.na mal 
oria delas era excessiva 
mente baixa", afirmou. 
Exemplificando que o 
Município de Rochedo ar­ 
recadou apenas Cr$ 120 
mil, José Fel!tio, adian 
tou que o Governo deverá 
fechar 407 das Agências 
Fazendárias no Estado , 
pois "o que gastamos so­ 
mente com os salários 
dos funcionários lotados 
nestas agências é maior 
do que a arrecadação do 
Município". Segundo ele 
os postos desativados da 
Secretaria de Fa'zenda se 
rão usados pelo IAGRO e 
a EMPAER para auxiliar o 
produtor rural. "N6s es­ 
tamos tirando os agentes 
das func;Ões burocráticas 
e colocando-os na rua pa 
ra fazer a fiscaliz; 
cão", ressaltou o Secre 
tário José Felício. - 
Extravio 
FOI EXTRAVIADO O FORMULARIO AU- 
TO DE INFRAÇÃO. N~ 0757768/775 DA SUNAB 
QUANDO, CONVENCIONADO COM A 
. 	PREFEITU- 
RA MUNICIPAL DE BELA VISTA MS. • 
LEIA 
NA DA 
NAL 
E ASSINE 
FRONTEIRA 
AGORA TODO 
ASSINATURA 
ASSINATURA SEMESTRAL: 
O JORNAL 
DIÁRIO 
DIA! 
ANUAL:. Cr$ 
Cr$ 
TRIBU 
REGI.Q 
20.000,00 
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