~ DIARIO REGIONAL Editor: Ivaldo Pcre ira ato Grosso do Sul Bela VJnta 18 de Jull,o de 1 .991. N'l: 1.050 Pedrossian Recursos para o Porto de Exportação e Pavimentação de Rodovias Porto Murtinho -A cono truco do PORTO l'LUVIAI. -_ nesta cIdade, eri a re - denço do udoeste'e fron teira, a 1d@la do Prefer­ to Municipal Heitor Miran da dos Santos, de tran - fnnnnr noscrn regiiio no Vn leda Esperança, cnntn - com o npolo de todos on - Prc[nitos, Vereadores, Em presiirlos, Produtores Ru: rnis, enfim, do POVO, que v;; nesta implnntnçiio o meio para se vlnbilizar n quilo que o Governador Pe drnssian chnmou de "uma - estratégia de ação dire - c1onda para a modernida­ de, visando gerar mais cm pregos, maiores oportuni­ dndes paro o nosso po'·o maior rrecadaco de im - postos". Pcdrossinn falou isto a um dos repórteres deste ,Jornal, quando ern Sena - dor e isltava Bela Vis - ta. Naquela oportunidade, Pdro Pedrossinan 1i fala- Governador Pedro Pedrossian '"O na Porto Porto implantação de de Exportação Hurtinho. um em E Pedrossian, hoje - Governador, está procu­ rando sensibilizar o Go vemo Federal parn n concretização deste so- nho, que não é só dos murtinhenses, mas de to­ dos os sulmatogrossenses. • Ontem, Pedrossian en­ viou ao Prefeito Ileitor Miranda dos Santos o se­ guinte telegrama: "Cum pre-me comunicar vossa - senhoria que o meu Gover no encontra-se efetiva:: mente empenhado na cons­ truco do Porto Fluvlal de Porto Murtlnho, assim como no asfaltamento das Rodovias que dão acesso a esse Município. Para tnnto estamos envidando esforços junto o Gover­ no Federal no sentido de viabilizar inclusão Orçamento da União o exercício de 1992 DO - para dos recursos financeiros ne­ cessários a tal realiza- cão". Cabe, agora, aos. Sena dores e Deputados Fede:: rais por Mato Grosso do Sul,independentemente de partidos, formarem jun tos, com o Governador com o povo do Sudoeste e fronteira, na luta pela liberação dos recursos - necessários para a :lm plantação do porto e pa­ imentacão das Rodo Os Vereadores João Ka- life (PMDB), Paulo Melo - (PSDB) e Marcos Elias Ri­ os dn Cruz (PMDB), desen­ Yoh·••m nn Câmara Hunici - pal uma político voltado para o povo mais carente de Bela Vista. "Fazemos oposiçÕo 'Governo Municipal, no cnntr. as prioridades atual Administração, Paulo Mello diz que Ka.l1te diz que o opo- é preciso "priorizar a sição cm Bela Vista é educação, formar jovens "consciente, não soo! [_ snudá'·eis e cultos, :lm- nimigos do Prefeito,· so- #;' •' •- ,. plantar cursos técni mos adversários, somos-·, • • cos, formar mao-de-obra caminhantes, com o povo, • especializada, e mino - e a nossa caminhada tem re{:::; 0v- rar o sofrimento daque- sido difícil, pois os p~ '• ao les que tem fome e sede bies e marginalizados .-..,_..r:--~J to- de justiça". são sempt;e os últimos a d .- merecer atençao do Execu diz tivoKa"l.ife diz que a im = L ~ Kalife, entendemos que o povo precisa de mais as - prensa tem um papel im - • sistncia,não só no toca portante como formadora te a saúde, tll.'.lS também o- de opinião, "precisamos _ __: __ limentação, o povo esta - de uma imprensa vigoro - Vereador Marcos Barbosa passando fome, e cabe ao / sa, desvinculada de gru-. Município dar condições posou partidos, comes- de vida digna a este po - pÍrito crítico e sensibi o", conclui. lidade social" prosse­ guindo - neste caso a :lm prensa precisa ser livre prensa que o povo e nao servir aos inte - quer". Edito ial CONSELHO l1UtllCll'AL Dll DllSHNVOLVIMENTO U fato ocorrido neste mês de[xou-no preocupt dos com o futuro de Bela Vinta. O Banco do Bra 4 sIl, através do PCO, liberou recursos para vir1oi projetos em diversos Municípios de nossa refio para o comércio, indústria, agricultura, avi ult ra, suinocultura, etc. Porto Murtinho ganhou uma lndÚatrL1 to, vários financinmentos fornm fr,itos ju, Jardim e Bonito. Em Bela Vista no houve requer UM pedido, ne mesmo como curiosidade. Para saber co~o funciona,• • de rani • cn !faracn - 1 --à 1- Verendor João Vereador Paulo Mello Já o Vereador Marcos Elias Rios da Cruz, en­ tende que o Prefeito ' precisa dar mais."assis tência à periferia, cu! dar.mais dos bairros construir mais creches, , postos de, saúde, enfim, 'l, dar melhores cond1coes Kalife ·para os mais carenteR. aie do fiversári» Cilade O Presidente do Clube Esportivo Bela,·istense, Jorge de Souza Rosa, informando q~e o Conjunto - que abrilhantará o Baile de amanha, comemorath·o no amversário de BeL'l Vista será o CIRCUITO FE­ CllADO, de Campo Grande, e que este baile "tem a coL~bornc-=io da Prefeitura Municipal de Bela Vis­ ta, apoio do Prefeito Edson Medeiros de Moraes". 1'nra Jorge de Souza Rosa, "este Baile tem tu­ do para ser um sucesso, o Belavistense espera o ;resença de todos os sócios, ·c.on,-:ldados, ,-:LsitaE_ 'es que estão participando da EXPOBEL. 1 S<'rá uma noite de festa", dmc1u.iu. PRESTIGIEM! Prefeitura de Bela Preocupada Saneamento Vista A Administração Edson· serviço pronto dentro de Medeiros de Moraes, rece 90 dias. beu recursos do Fundo Ni O Sen·iço de Saoeamen cional de Saúde (FNS) - to Básico é ,-ital para ~ órgão federal vinculado ma cidade que está bus= ao Ministério da Saúde, cando sanar as necessida para a realização do tra des p-rimordiais do Mut­ balho de saneamento bns! cÍpio, o Preféito Edson co na área urbann da ci- Medeiros de Moraes rece- dade. beu esta ajuda'do Deputa, A responsabilidade da do Federal Vaidir Guerra; execução do projeto está vnle rêssaltnr que esta a cargo da Nacional En8! lê fase do seT""iço atin­ nharia com n supen·isão girâ aproximadamente do Engenheiro Civil Car- 5.000 metrôs de tubul.a -, 1 10s Iores, que vem se ".!!! cão dn Rede de Esgoto de-f' penhando para entregnr o Bela Vista. LllE juros, prazo, etc. Laocamos ;1 idéia, há pouco mal de dois anos de ser criado em nossa cidade o CONSELHO l{UNICI ' P.AL DE DESENVOLVIMENTO, parece-nos que crillrmo al go semelhante, mas que ficou RÓ no papel. Não temos uma Associncão Comercial, ne Clube de Lojistas, no tocante ao comércio, indústr1u,p~ quenos e médios produtores rurais, não temos entfl { dadcs que possam elaborar projetos, unir, fortul~ 1 , cer as classes que, no final, são as que par,ao m; is impostos ao Governo do Estado. E também uo tf1l:'. nicÍpio. • Tudo gira em torno dn pecuária. Não que aeja -' _ :; mos contra a pecuária, muito pelo contrÃrio,só cn • 1 ·! tendemos que é preciso dh·ersificar as atividade; '.· 1; produtivas em Bela Vista. 1½' 1 Sem a intenção de dissemi.nar o pessimismo, bn- ' .. 1; • 1 • neados na realidade dos fatos, obsen•amos que are4. &'j E±E.. tE..E.EE"±pi gado, a maioria GADO PAPEL. Com excessao de dez ' ou doze produtores rurais (pecuaristas) a maforia ' , jâ não têm a força econômica de outrora. • ÍJ '. Bela Vista não chega a ser uma "cidade quebra-' "!• ' da" - segundo comentário de um visitante (que com , ~) -----,,,----.-lpra e vendr gado), pois aí está 11 pujança da EXP~• . j', BEL para desmentir tal comentário, l!laC' sabe lá De r us como Lili Rondou, Lendro, Martlnho e dera.ais:: ,~,' - i:./l companheiros conseguiram realiza-ta. p.li y Nosso comércio definhn, são poucas as casas co ~1 1 •, • 1 - - , l merciais, e a industria se resume em pequenas em- 1 . ,; u presas de fundo de_quintal qué sobrevivem graça,:; no .. , .. , entusiasmo, pra nao dizer sacrifícios, de seus : • 0 1-' proprietárioR. Se a atid.dade pecm'iria é predocí- i oonte no Município, por que não direcionar o co - f ! ; mércio e a indústria, para os sub-produtos deriva - dos do bo!? Ter{amos indústria de pentes, artefa-; [' tos de couro, calçados, botoes, etc. etc. d: ,: 1 , , Poderíamos ter em nossa cidade dezenas de oi -11 l, , 't.~ crus e pequenas empresas gerando empregos e ma.is - • recu:sos _para o Município. , [·i( r;. Nao ha e nunca teve um programa ou projeto di-J ' , , ; reclonado a diversificar as atividades produti , 1 1 ~ • vas. Se o fazendeiro vai bem, o gado tem um boa-l '[ l preço, Bela Vista '·ai bem, se ocorrer o contra - r 1 • ri i id d - 1 : 1 ·, U r o, a c a e para. _ _ 1 , e Esta inic:lath·a nao cabe no Prefeito Municipal,';.. : 1 , 1 temos que acabar com. a idéia de que tudo começn e 2 1 termina do Executivo, é preciso unir os empresá -,~ ,:u_ 1 5 rios, vereadores, produtores rurais, profissiona- 'j/4" is liberais e, TODOS, encontrarao um CAMINHO pa- , •. , ; D ra que possamos trilhá-lo com entusiasmo, compe - - ; : ·, tência e modernidade. E-;{f Afinal, todos os anos,: centenas de jovens procul' , ram â,-idos o merendo de trabalho e nada encon - • .: 1 ; ;'ti trrun. & só obseT""Ur nas campanhas políticas a pr2 :· 1 1 '~' curn de um bico, seja como cabo eleitoral, distrih!', " buidor de folhetos, etc, são centenas de jovens - :'] que querem ganhar a ida honestamente, ter un ena-pi ; prego digno, estudarem, mns a realidade é outra. , '• '. 1 Os que pode vão para a Capital, a maioria,per} : !l manece em Bela Vista, sem esperança, engordando a • 1 • ,. grande massa de "deserdados" pela sorte, quando , l j ,'i, na verdade, estiio deserdados pela ineficiência e • 1 1 1 •• comodismo daqueles que podem, e devem, fazer algu-1 : , 1 :~~ ma coisa. l E nada fazem, deixando ao "futuro" a tarefn de construir algo de duradouro, e produth·o, mas o I', "futuro" prega peças, às vezes, e peças que depo- 1 j· ;: is se tornarão insolúveis. } 1 ; Aí estâ o exemplo, milhões de menores abandona ( I ; dos pelas ruas das cidades brasileiras. P.' fi. e • l '·j Ir resscs dÔs poderosos" concluindo, "esperamos que o Diário. Tribuna da Fronteira seja esta im- com Básico CRIIDI . ASSOCIICAO P AJUDAR DLCOOLICOS E DROGliDO MATÉRIA COMPLETA. NA PÁGINA 02 r IJIA . HI() Ru.(llONAL - DBLA VISTA, 111 DI JULHO DZ l99l • PAOINA - I a ' A o+"_"" "" ''' nunA DE CARACOi DO .TODAS 1 E IDIE NOVA e ' 1 Que esteve trocando i de no dia 1l de Julho - I rota H«cImetre ce Torres, que comple o e 1 anos de Lda - , un data tão bonito , ~~ ann uupcclnl e lnea - ecfvel. Espero que você E; i passará por Isso nova­ }ntPI Desejo sucessos o você'e que ecjun feliz - no lndo dnn peusoou que tr rodeiam. Felicidades, vocês merecem! O Sindicato Rural de uracol HS, agradece a ' iartic!paço dos Produto­ cs Kurais de Caracol, co o das cidades vizinhas - ue participaram do 122 - cilno de Godo de Corte , corrido no dia 06/07/91- , s 14:00 horas no tater - al do Sindicato Rural de 1 aracol. Foram leilondos 210 a­ imnls entre machos e fi­ eas, O qual relacionamos média dos preços dos a- Pl!UCIDADllS A você zé, que no dia 13 esteva trocando dei­ dncle, completou seus 18 anos, uma dota e tanto - pura você saber o que quer da vida! Por isso curta a vida porque u v! nindicato Rural .de Caracol nimais: Média da Vaca lisa .. Cr$ 64.000,00 Média do bezerro ma - cho atê 12 mesas Cr$ 38. 000,00 Média do bezerro ma - cho até 24 meses Cr$ 50. 000,00 Média fêmeas até 12 - meses Cr$ 26.000,00 O Sindicato Rural de Caracol, leva ao conheci mente de todos os Pordu= tores Rurais de Caracol, Açougue São Jorge O Sr. João Amádio .' Vieira, Oficial do Cartório de Registro Civil de Caracol-MS, faz saber que preten dcm se casar e apre= sPntararn os documen­ ' tos exigidos pelo Ar tigo 180 do Código= , Civil Brasileiro. 1 - JOSÉ ANTONIO­ TERRJ VILLELA e ROZE NY SERVIlN QUINTANí ele brasileiro, sol­ teiro, maior, cria - dor, filho de José - Villela Netto e de , Aurora Terra Ville - la, residentes e do­ miciliados nesta ci­ dade de Caracol-MS . ela lides do lar brasileira, soltei ra, filha de Louren­ ço Quintana e de Ma­ ria Servin Quintana, residentes e domici­ liados nesta cidade­ de Caracol-MS. 2 - DEJlLTil ANTO­ NIO FERREIRA GODOY e. MARILEY LEITE LARAN­ JEIRA, ele brasilei­ ro, solteiro, funcio nário público, maior, filho de Rafael Leão da é carta! Suceos! De amigos e amigas, OS NOSSOS PARABfiNS Para a garota Jaqucli ne Garcia que no dia 04 de julho comple.tou 14 anos, a ela nossos since ros votos de parabéns, e que consigo tudo que de­ seja! Felicidades garota vocc merece. Godoy e de Alcidia­ Ferreira Leite Go - doy, residentes e domiciliados nesta­ cidade de Caracol - MS, ela brasileira, solteira, lides do lar, maior, filha - de José Thomaz La - ranjeira e de Noema Leite Laranjeira , residentes e domici liados nesta cidade de Caracol-MS. 3 - CLAUDIVAM GO MES DE ANDRADE e MA RIA APARECIDA ANDRã DE, ele brasileiro, solteiro, lavrador, maior, filho de Car meu Tenório'de An - drade e de Analha - Mil Gomes, residen - tes de domiciliados nesta cidade de Ca­ racol-MS, ela lides do lar, brasileira, solteira, filha de José Francisco n - drade e de Lindaci­ Cavalcante Andra - de, residentes e do rniciliados nesta cT dade de Caracol-Ms. e cidades vizinhas, que­ fará realizar-se'no dia 03/08/91, a partir das 14:00 horas, o 132 Lei - lão. de Gado de Corte , convida à todos para par ticipar. - RECLAMAÇÃO O Sindicato Rural cha ma atenção das autorida= des competentes responsâ veis pelo IAGRO; pela - sua modificação em seu CIRCULANDO PELA CI­ Tv Quem está vinitnndo - Caracol são os gatinhos­ Franke e Tirn6tco. Espero que aproveite o máximo - dessas férias aqui em Cnrncol. PARA RilLFRTIR Cultive sempre a ami­ zade pelas pesGons. ONR. VOCÊ ENCONTRA CARNE; DA MELHOR QUALIDADE.. ACEITAMOS ENCENAS. ,'JE!,1HKl'.l'rro V:1 l'RTl'!l.Il RA ! VISITE-NOS E COMPROVE! AV. HAUllil.10 COIJO'f S/NQ ++ K ACORA COM FILIAL NA AV. BRASIL, ''. FREMIR AO LACRO - CARACOL - Mato Crosco do Sul Casa Econômica ONDR VOC!l El'óCO!'(IRA OS HAlS VARIADOS AJCrl.COS PARA PRESENIS li USO PESSOAL. PERFUKll DAS HAIS VARIAllAS MARCAS, BOLSAS, CINTOS, CMISTA] rovo horário de traba - DAS KKUJORRS CR.IFrES, CALÇADOS. lho, Isso só vem prejudi cando tantos produtores= · 11JOO lSSO R MUITO HAIS PARA Voc:R E SUA FILIA, PELO NENOR rurais, como os pr6prios P~ DA PRAÇA. caminhoneiros que se di- Dl!: SULEIDR LEITE rtgem aquele órgão, a AV. BRASIL S/NO partir das 13:00 horas , CARACOL - KS e mesmo se encontra fe - ;=:=========================::! chado, sendo que agência ·o .d M local fica aberta até as •)rquilea Iodas 17:00 horas, isso gerou­ várias reclamações. Se alguém souber de algum impedimento que oponha-se na forma da Lei. João Amãdio Vieira, O Oficial Caracol-MS., 08 de Julho de 1991. Criada lssacia;ão para ajlar Aloóis e rqnls to M$. Foi criada em Cam po Grande, a Socieda de Beneficente de Farmacodependentes , integrada por entida des civis e represen tantes do. governo dÕ Estado e que terá a finalidade de gerir­ todas as ações do Centro de Recupera - cão dos Alcoólicos e Viciados em Drogas , que funcionará no an tigo prédio na Ener­ sul. Com a presença da primeira-dama e pre­ sidente da Fundação­ de Promoção Social - de Mato Grosso do Sul (Promosul), Ma - ria Aparecida Pedras sian, foram empossa= dos os membros da di reteria. A diretora administrativa, é Nea Marlene Curvo e ·avice, Cleuza Baís­ Leal. A solenidade - foi na sede da Proma sul. Ainda integram= o centro os seguin - tes membros: secretá rio, João Augusto L pes; secretária-ad - junta, Vera Lúcia de Medeiros; conselho - fiscal, Helena Gaspa ROUPAS, SOCIAIS, 1TIAS, ESPORTE, JEANS, CONFECÇÕES EN CE- RAL, PARA HONENS, MULHERES E CRIANÇAS. CAMA, MESA E BANHO. DR: SUELl IDSEICAIIR AV. KAl:O GROSSO, NO 555 - CARAcot - Nato Grosso do Sul Consertos em Geral. Majuju rini, Amabilide Gen­ tille, Merli Tereza­ Cometk; tesoureira , Maria Alice Flores ; tesoureira-adjunta, Vânia Maria Cruz; di, retora-social, Arle­ te Alves e diretor - CTe património, José- cario ava.e+ro e} "-"= asteiri. Ainda inte = 1 ,E.±.± ELETRÓNICA órgãos do governo: a presidente da Promo­ sul, Maria Aparecida l'edrossian; o secre­ tário de Saúde, Car­ los Ascenço e o se - cretãrio de Justiça- Mesncos, ETC. e Trabalho, Augusto­ Correa da Costa. Es­ tes são membros efe- tivos da diretoria · - CARACOL Das entidades civis- Ma to Grosso do· Sul.· iign a «evsii --- -- -------" tes pessoas: repre -[ sentante ao Geies -1 Tribuna MS, da Sociedade de ?Jeurologia, Psiquia­ tria e Higiene Men - tal do Brasil; da As sociacão da Psicolo­ ia do MS; da Seção­ lo MS da Associação­ nrasileira de Psi quiatria; da Funda - ção Lowtons-Educação­ ~ Cultura -F.UNLEC , la UAH-MS; e da Asso ciacão Brasileira de Prevenção e Controle ao Uso Abusivo de Drogas. SR vod! RSIÁ PROCURANDO AS ROUPAS MAIS QtlENIES FAP.A SEU D VERNO, PROCURR BAZAR MAJUJU. - Là V0C ENCONTRA: CALÇAS JEANS 8EC E SEI-BEG JAQUETA S­ Pl!NCER, CAHISKIAS, ROUPAS INFANIIS CALÇADos cr::rro DOS, R AAKARimlOS EM GERAL. , ' , BRINQUE- DR: CIDA AN1JUIJ]A RllA: , llQUR DR CAXIAS S/11'1 - CARACOL - CENTRAL TV, RÁDIO, GRAVADOR, APARELHO DE Lo SOM, ELETRODO VISITE--NOS E COMPROVE! I 1 serve Pantanal FOI CRIADA EM CAMPO CRAIIDR A SOCIEDADE BERrTcir DÊ PAR!IAalDKPllNDEKms. Se a vo.cê A-ids não se . : • vai te Cuidar Pegar da ·Fronteira - DIARIO REGIONAL Fundação: 20,de Fevereiro de 1972 'Propricd.:Jdc: Rede lldavi. , • ccc.+a 15.s13.203/oo1 !" Te de remata Inscrição Ftaduna1: 28.209., 003 - Dlrctor - Rcd.ator a, ,- l • Diretor+ - Ai ,,";"? va14o rereta c cont.o toda nn sabe realmente qual é o a verdade. Flcn Iácil to::i:fr n problcmn da e.ame no R1o Gran decisão correta .. Deu uo proble­ dc, do algodão cm Mato Grosso ma com o café, é só ch.:mar os ou da soJn cm c~uís. As ag.ên- eerent.es de Londrina ou >tuz.ll!::lbl elas do bnnco são os olhos - nho. Deu proble:i.a com a carne : porque vCcc os problcmns e os é SÓ ouvlr os gerentes de Aroç.::a braços porque funclon.ac qu.an- tuba, Rio Crnnde ou de u::a.J. cldã do se prccisn fazer alguma - de de Colás. - colsn M nr.rlculturn. O PT - Costel do pacote agrIcola tentou destruir o 88 Cla.S está Ainda que ele tenh.l. sido usudo­ srndo dcstru{do antes .. O bnn- pol{tlcnoente e alnda que os: re co, com todos os seus de fel - cursos Mo sejan ,ruflcientcs, O '·i " tos, continua. sendo una Instru importante é a ensapen passada + DELFIM NJ:TO • ri r-------------------------"----------------------------1, { ;, " EDITAL DE PRO.CLAMAS 1.- 1 • JANl.LDK ROSA DOS SANTOS, Oflclnln do Cartório de Rcglatro olllt.Dr, Hlbo de Brlgldo llenitcs e .Ralmunda Rodrl11uc-s, ela J,: ! •, J ·c1vu do Clrcunscriçâo de llela _'ist.D-115., fa• saber que pre- des do 1ar, fIIha de Marcel1na Ortega. b,,2 tendem e casar e apresentaram os Documentos exigidos pelo - Se aluem souber de alun impediento que oponh-e r for [[! _ Artlgo 180 do CÓdlgo Clvl l Drasilclro: • • ""1 dn Lel. • j * ClLilERTO BENIIES e MARIA AI.ICE' ORTECA, ~obos brasllel - JANILDR ROSA DOS SANTOS - A Oflclala 1: (I, • ros, solteiros rC!Sillc.ntes e dociclllndos nesta cldade, ele Iela VIsta-HS., I6 de Julho de 1991. •. (, ~ - • ,·, '• p .% • ,, ' 'j +';: f e O Banco do Brá;il, cada yez mais ,·oltado a seus clientes, com o objeti·o de atende-lo, infon:..'.I •• principais produtos e serviços a sua disposição em qualquer agência no País: pelo premIdente Cotar, que é] mais ou pnos a seuinter de: , culpe, pessoal, nós crr,uno3 • ' ano passado, apora vocs pode l plantar que vanon apolar. Se ' deixarem o B.•mc.o do l'ntt.f 1 opl ,: rar, nio vaf faltar dinheiro, A Idéia de u banco azrfco1a , ' prlvodo e u.:J ,mnJ10 lrrc:1lfzn • 1 ve. Lha banco privado tern . , : trabalhar coo taxam de juros I clmn de 9' :10 nno. Qualquer j ro acima desse nível é Invfrz TI para a rcultura, porque a .', xa de retorno é lnf('rior a 9 1 Sccpre que aluu no tr..c ru.1 '~ 1 parn fazer, fala cm banco nr e.ola . Já temos um. E o Banco l BANCO D-O BRASIL Rua catai, s/ng t-·.,• .. Fone 439 1290 Escritório +, 439 1137 - Residência -' ti E%:' ±i OUROCARD Cartão de Crédito - Melhor apro,·eitamento do capital que pode ficar aplicado :,tê ~ data;· 1 da quitação do Extrato (até 40 dias, dependendo da data da compra) e reconhecimento no corércfo co-i]d no cliente especial. _ f , · CHEQUE-OURO - E'le,·ada aceitabilidade em todo territorio nacional, permitindo ao seu detente efeturh.i; 4 pagamentos com segurança e comodidade e ter acesso a diversos produtos e serviços de u grande Bar, co. ,p OURO-VIDA - Vigência imediata do seguro a partir de zero hora do dia seguinte ao paramento e ccd- , , dade proporcionada pelo débito em conta corrente do ,·alor dos premios mensais. : . •, -'4 POUPANÇA-OURO - Possibilidade de realizar, por telefone, abertura e moirentacão de conatns, depôs -f+' hl tos e saques (estes mediante consulta) e satisfação por contribuir para o desen,·oh·imcnto d.:i agro~;,-· i,, 1 cuâria e economia·nacional, seguro de acidentes pessoais para contas co saldo a partir de e,;.:• 130.000,00 e mais total isenção de imposto de Renda na fonte para pessoas físicas e jurídicas senti, fins lucrativos. ;° - .-.·.· ·.. +, POUPEX --Possibilidade de realizar, por telefone, abertura e movimentação de contas depósitcs e sa­ ques (estes mediante consulta) e acesso do poupador a financiamentos imob1liârio5; ~c,1sider~<;ào d, saldo médio das contas de poupança POUPEX na fixação dos 'imites do Cheque-Ouro; SeEuro ra!to acidentes pessoais para contas com saldo a partir de Cr$ 130.000,00; e total isencão de ±mosto 'Renda nn .fonte para pesso·as físicas e jurídicas sem .fins lucrat-ivos. : RDB/CDB - Garantia, segurança, tranquilidade, apliéaçÕes coo taxas de alto gar:ho, pos~ibllida~e fazer aplicações por telefone e resgate em qualquer agência do Banco no País . 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São Gabriel do Oeste: 295 - 1328 Dourados: 421 4096 - 251-1455 - Jardim--MS l . l - - __ .._,__:......__._~ .. .. •.- PANIFICADORA osé LOJA l - AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 712 .- FONE- (067) 251-1713 LOJA 2 - Avmm>A DUQUE DE CAXIAS, 342 - FONE (067) 251-1833 ATACADO - AVENIDA ll DE nBZEMBRO, 164 - FONE (067) 251-llGl SUPERMERCADO ± PANIFICADORA SAO JOSÉ, DE JOSÉ LUIS DESTRFNL AONDE VHNDER BARATO SE TORNOU TRADICAO! JARDIM - MATO OROSSO DO SUL ,JOP!// 1 , 'rl1icâo, ce>ntrariando qua.lC'uer plnn - -··- • • - • - - - - • -- ----- • 1 .-conomico do Governo. 1 J. CONFIRA a QUALIDADE, as CONDIÇÕES, as GARANTIAS e os VALORES REAIS de no' s-ns produtos, para que -...ocê se torne ainda BOJE parte integrante TO. ENTRE EM CONTATO conosco e receba em'seu Escritório um V!DEO, "r.rdndcirc, "DESFILE" de alto -...alnr gP.1,ético. ATENÇÃO: "A SETE ES'IRELAS EHIIRIÕES não pc,ssu:i ~enhuma RESERVA • TEL., estando todos os produtos k disposição do mercado". r SETE ESTRELAS EMBRIÕES LTDA. CENTRAL DE, TECNOLOGIA: Rodovia BR 262, 1Cm 392 - Terenns (HS) Telefone/Fax (067} 383 - 5893 End. Corresp.: Rua Santa Amélia, n9 104 - CF.P 79.020 Campo Grande Hato Grosso do Sul contendo tu en seu ttN/ , THIIIIJNA l>A l'RON'lHIRA 1 s ( TA IA DE EDUCAÇÃO - MS DIÁIHO RKGIONJJ. - sento w/9, que entre l celebra o Estudo de Mato Croo do 'ul traves da ereta la d Wtado de bdua,ao, c intervenlencla da {eretarfa de Estado de oras Publicas atra • ·• (1., I}. portar·nto de rao Pibtian CXW/H.:t t· o Hiiwlcfplu de ,'nt.ouln Joao/tt'l JFlrll ;_q,llc:11 - ia de reurro, federal, dentInados ecuao dou projetos eerpeneIaf - Rede F[ata/E/s Aos las do me, d, do ano de hum tl no/ecnts e noventa e tum, o Estado d Mato Crosso ui, pr soa }urdia de dlrelto Interno, con sede no bloco n! do Centro Adfnftratfvo­ Ftpue dos Poder, nesta Capital, Inter!ta no CCC/MF oh n9 15,412.,257/0006-3, doravante nond noto tiplesnent Estada, teste to representado nos termos_do Artto 1? do Decreto n? , de 0' de janelro de 1979, pela Secretária de Estudo de Educação, Professora Leoc@dia ti etry leu, Aras!leira, casada, professora, residente e donfe{linda nesta Capftal, a A. lo d Cas!lo ! 3,9.1, Inscrita no CPF sob n2 171,4413,459-34, RG N? 472.23/5P-PI. c0 terventes[a da eretarfa de Etado de Obras Publicas, neste ato representada pelo creta o de Itado, inpenteiro Mericlfto José DInl? de Fiuetredo, doravante denominado 0P/MS, a ravé do Departamento de oras Pblfcns, neste_ato representado _pelo Diretor Geral, ingenheI o Renato Iatasama, o munfe[pio de Atonto Joio/!15, peso Jurldia de direito público In - • rno, com pede a lua Vitória Penzo s/n/, Inscrita no CCC/MI' ,:ob 11'1 OJ.567.9JU/000l·l0, dora· te denotado Implemente munfclplo, neste ato devidamente representado por eu Prefeito­ tufe! ova1dete Colete, Inserlto no_CYF sob n9 040594501-97, RG ng 052,859/sSP/MS, reso] im celebrar o prerente convento sob clausulas e condlçoes negufntes: (Lula prlrelra- Do Convento- 0 presente Convénfo estabelece os termos er» que_se pro lesará a sltncla técnica e financeira do Estado através da SE/MS com a Intervenfenc1a da 0P/?'/IS o M''unte[p!o par desenvolvimento das aços constantes do Anexo I - J>escrlç.ao .. /an M,ore. • " tabeláuula infca- As çóe previstas neste Convênfo constituem a 23 (segunda) ação do - ECon@relo ItermunlcIpa", parte Interante do proprama de Interação Estado/MunicIp1os, 1 CLaumula eunda- Do Objeto - F.stc_Conven1o tem por ~bjctlvo pronovcr .. o urtlculnçi.lo entre f«tudo, Secretirta de Estado de Educação, Secretaria de h,;tndo de Obrns Publico~, Ocportumcn­ , o de Obra Públlcn.s • t>OP/HS e l'n•felturns Mlnlclpnls, no sentido de conjugar esforços que Isas n expansão e melhoria da Rede F[sfca das Escolas da Hede Estadual de Ensino. J CtÕ11tailn Lcrc,•lru - Dons Mexon- Serão partes Integrantes destes Convénio os Anexos: I • /evcrtçio das Ações, II - Demonstrntivo de Exccuçiio }'lslco ~ Financclrn º• Ili • Rclatórlo relal de Execuçaó. .-. .- Clausula qunrta - Da Autorizaçno A nutori1.nçno pura o presente ConvCnlo c~tá contida cm , ,,np.icho 1•xarndo peln Srn Secretória dr• Rstndo de F.ducnçiio, ns ílr., 10 do Processo nQ 13/0151 /91. ClÕuuuln qulntti - D.'.l lixccuÇ.,Õo - O rcglrne de execução .do presente Convênio será por meio - 1 , lrllntifPrencln dos recursou no }lunlclplo qur 6e processarão npôs a liberação doA mesmos pe­ o !!111lstérlo du Educ.,çaÕ • HEC/Flmdo tlnclonal de Desenvolvimento da EducnçnÕ FrsDE, e Tesouro <> }:!;tndo - Fonte 00/Rccruno!l OrdlnÕ.rloc. Clausula sexta - Dan Obriaçoen do Rntndo • O Estodo ntrnvés da SE/MS obrlgn·so n: l • Re· assar ao nunlc{plo os recurson finoncciros de que trata a Ctáusuln oitava deste Corwênio , onforme abaixo especificado. a) - Os recursos supracitados serio repa.ssados em pnrcelon sc:c­ [re em conformidade com a liberação processada pelo MEC/FNDE e Tesouro do Eotodg • Fonte 00 / ·ecursoa Ordinários n SF./MS. b) • A Ubcraçiio da l! (primeira) parcela far-se-à Irediatamen­ ,!. npós 3 recessa aos recurso:; liberados pelo HEC/FNEDE. e) - As parcelns subsequentes terão­ ua lib~rar;do condicionada n nprcsentoçâo, pelo Munic{plo, à Inspctorio Setorial de Finnnçns­ [E/MS do Relatórlo Parclal de Execuçnõ Anexo 111. 11 • Colocar à disposição do Munlcfplo, npo o t~cnlco através da Dlretorlo de Rede F[slca e Inspetoria Setorlnl de Finanças SE/MS. ITI -: [rovidenclar a publicação, em extrato, no DLar!o Oficial do Estado, do presente Convênio, cor endo as despesas a contn dn SE/MS , CLinula sétima - Das Obrigações Da SOP/HS Através Do DOP/HS • 1 - Fornecer ao Hllclplo • ) - Projetos de ampliação; b) - EspcciflcaçÕcs técnicas dos serviços a serem executados; c)­ l!nnllhn de scrvlcos para rcforna e/ ou anpllnção; d) - Cronogrrunn !ls!co/flnancêiro; e) - O· Jif.•ntaç:So e f1scal11.nção técnica e, f) - Modelo padrão de placa dn obrn, conforme determina - ,ão do MEC/F~DE. 11 • Atestar o Anexo 111 devidamente preenchido pelo Munldplo, para flns de lberaciio Jns parcelas posteriores; III - Embargnr o obra quando for constntndn que n qualidn e dos serviços, bem co:no dos rnotcrlals, nõo ntcndco as especificações técnicos, pela avala­ ão do OOP/MS; IV - Efetunr o Termo de Rcccbir.cnto da obrn, ec conjunto com a Diretoria de cdt' Ffslca/~E/MS e Hunic{plo documento este, obrigntório no processo de prestação d€? contas­ elo Munlc{plo à. SE/MS; V - Proceder, por detcrninaçiio do Decreto nQ ~.322, de 28 de outubro­ e 1987, publlcado no llliirlo Oflclal do Estado do dla 29 de outubro de 1978, artigos 2? e 3?, tens "I a XVI", e da Lei F.ctndunl nQ 1,070/90, a licltnção rnro construção da obra, rcmetcn - o, oo Huniclpio, o processo licltotório e oinutn de contrato pnra respectiva contratação. Clii.r.Ulnoltnva • D.,ff Obrl!l'lçÕCe Do Hunlclplo - O 1-lunldplo se obriga a: l • Executar os a­ ões programadas, visando consecução dos objetivos propostos, coníome CGpeciflcaçiio no Ane o 1 - Dcscrlçiio dos açõc~; 11 - Movlncntnr os recursos repassados, ntrnvês de conta espec{fT .1 n ser nbcrta el"l contn b3nciirl.n, sempre ntravés de cheques nominais dC con(oro1d.:1de no estii clccl.do no Arttgo 2Q do Portarl11 08/1.C.F de 04 de maio de 1979; II - Apresentar a Inspeto - lo Setorial dt• Flnanç11s/SE/HS o Rclntórto Pnrclal de E.xecuçaÕ - Anexo 111, para fins de ncor.i .1nha:i.cnto do ,,xecuç.ão dos recursos e libcracão das porcclns subsequentes, devldnmente atestii o pc-lo DOP/MS; IV - Flcnr ciente de que o n:io cunprlmento da nplicoçáo dos recursos destina-= os ôs nçõcs dC'scrttns no Anexo 1 - DcscrlçÕo das Ações, impllca.ni nn dcvoluç:1Õ total dos f:'CS os, de .,cordo con a lcglslac;,io vigente. - SubcllÍusuln Única - As despesas decorrentes deste Convênio deverão ser realizadas n::é o mó lreo d,· 30 (trlntn) dlns npós a llbcrnçiio de cndn pnrceln. - Cli°iu:mln nona - Da Prcstoc;âo de Contas - O riunlclpto prestará contas dos recursos recebi - os, a lnseetoria Setorial de Flnança•/SE(MS, até 10 (dez) dlas após o venclr:,ento deste Convé t.o, atraver. das sesulntcs pcçn:1 contábeis, conforme estabelece n Portaria 08/79/ IGF de 04 7 .ilo/1979; 1 - Oficio de encamlnhnmcnto; 2 - Balancete flnanclero; 3 - Dr-r::oostrntlvo de dc:s­ eso.s p.J.gns; 4 - Conclllnçâo bo.ncnrtn e rcspcctlvos extrntos; S - Recibo de depósito bancá - lo (original); 6- Pr!reiras vias do processo llclUtÓrlo. ' • Clinlln décl= • Do V..:,lor • O Estado por lntennédlo dn SE/MS destinará mediante transferên la ao Munlclpio, recursos no valor de CrS 14.325.000,00 (quatorze ollhÕcs, trezentos e vinte' cinco r.'11.1 cruzeiros). clrusuln. décim.a primeira - Da Vigênctn - Este Convênio terii vigêncln a partir do ato de sua ~slnntur.i atê 28.9.1991. Clá.n.iln décll::ia &cgund.1 - Adltru:cnto e Rcsclsiio - Os slgnatárlos deste Termo poderiio aditá . o ou denunciá-lo no todo ou rm parte, t:cd!nnte comunicação prêvtu e. escrlta, no rpnzo m{nimÔ e 30 (trinta) dias, sendo casos de rescisão todos os atos que impliquem Cl'l lnodimplecento - as obrigaçoes_assumidas no presente Convento. Clnw:mln dec1.r.i.:l tcn:clr..1 - Rcscls.no Adl:linlstratlvn Por Ato Escrito Unllnternl - O Estndo- 1 e reserva o dlrc.ito de rescindir admlnistrativMente o presente Convênio, por ato escrtto u­ lateralrente, nos casos indicados e regulamento, co o que concorda c.xpressru;:çntc o Munic{ io, '!traves ~esta Clausula, Lel Estadual nll 1.070/90, aritos 92 a 95. " j Clausula decl.m.:l qu.nrt.n - Do Foro - Fica eleito o Foro da Conarca de Cru:po Grnndc Capitnl t..ll o F.s;ndo de Mato Grosso do Sul, p3.ra dirl.c.ir qualquer _qucst.ã.o oriundo deste c.onvêni~- ' Cl:iusulll dccuin qulnt., - D.,• Tcntcounhru, lnstru1:1Cntarlas • Para flns do Artigo 135 do CÓdl o Clvll, e validade do que ficou convencionado, fIrou- o presente instrumento e.e única ":' lia de 06(seis) laudas, na presença de 02 (duas) testemunhas que tarbén o subscrc:veo pnra que. 1 rod.UZ/ seus lcs::iis e Jur{dicos efeitos. HEI.A VISTA, 111 DE JULHO DE 1991 - PÁGINA - Oíl ------ • ---·------------------ ,. Seminário Jurídico do Interior l Cm:.po Grande- MS. , Prof~ Leocádla. A&loé 'Pt!try La:,c • Sccret.árla de &stDdo de Educnçno Dr. llcrocllto José Diniz de Figueiredo - Sccretnrlo de &stodo de Obras Sr. Ovaldete Coinete - PrcfcUo HunÍclpal de Antonio Jo.iio/HS. Dr. Reanto Katayaa - Diretor Cerol do Dcpartn:oento de Obros !'Übllcas/NS TESTINUNA : 1. - Dr. Antonio Co.rloa Ribeiro Arroyo • Assessor Especial do Covemndor l'Úb li CJlS /NS Pro .oçiio Subseção - da Ordem dos A!voados do Brasil na c'dade de .Jarr., ,nnclcr1c1 tlaciel - Procurndora Gernl da De fensorla Pblfea Dr. O­ taviano da Silva Pres SIndIcato dos Defenso - res Pblicos; 12:30 Almoço; ll.;00 - JuiZd o Especial de Pequenas Causas Dr. Ademar Pere! ro Jo1z de Direito d,1 62 Vara Cvel em Doura dos-HS Dr. Tcnir Miran­ da-Juiz de Direito da Zi! Vara Criminal da Co­ marca de Dourndos-MS 17:00 - O Estado e a Justiço - Direitos e De veres Dr. Augusto José Correa da Costa Secret~ rio do Estado de Justi­ ço e Trabalho Ação Soe! al; 20:00 - O Estatuto­ da Criança e do Adoles­ cente Novas Regras Pro­ cessuais Dr. João Adol­ fo Astolfi Juiz de Di - PE! [JLA MO!T' .A REALIA 0A MULHER SULMATOGROSSENSE Uma pesquisa realiza­ da pelo Movimento Popu - lar de Mulheres, pelo Mo vimento de Mulheres Agri cultoras e pela Pastoral da Sade de Dourados re­ vela dados assustadores­ sobre a sa.:de da mulher­ no Mato Grosso do Sul. A pesquisa foi feita em J2 ~unicÍpios, e 67J mulhe­ res foram entrevistadas. Ela abrange desde o aten dimentoâ mulher gestan - te, atê o serviço de in­ formação sobre o éorpo da mulher. Segundo a pesquisa 447 das mulheres em ida­ de fértil já estão com - as trompas ligadas. 61 7 delas usa pílula e anti­ concepcionais injetáveis de forma incorreta, cor­ rendo risco de engravi - dar indesejadamente, ou esmo, de adoecer. Meta­ de das entrevistadas são da área·rural, desta , 447 nonca fez exame pré­ natal. Essa porcentagem­ cai para 42%, nas mulhe­ res que vivem nas cida - àes. Diante disso, a Secre taria de Estado de SaCde está começando a imple - mentar de maneira efeti­ va o Programa de.Assis - têncin Integral à SaCde- da Mulher (PAISM), esse programa, que conta com o apoio das prefeituras atende a mulher em to - das as iases da vida. DA ADOLESCE'.NCIA A VELUI CE Em vários postos de saCde da capital e do interior já está sendo­ feito o trabalho de ori entação âs jovens que iniciam a atividade se­ xual, com relação aos - métodos contracepticos. Nessa orientação, as mu lheres recebem informa= çÕes sobre a pílula, o método mais usado, e muitas vezes, de manei­ _ra errada. Depois de casada a mulher tem a possibili­ dade de receber a orien tação no planejamento familiar, nos exames· preventivos do.câncer e no esclarecimento sobre a_esterilização, cüjo - metodo mais usado é da laqueadura de trompas . Essa cirurgia vem sendo feita indiscriminadamen te pelas mulheres menos esclarecidas, e por is­ so o risco de vida, no caso de ~ma cirurgia é maior.· reito da 'ara de Mtenor na Coar de Dourados !S. dia 01.0fl.91 08:J0 - A Pena de Morte o, rime maior - Dra. Ele nice Pereira Carille Pre­ sldcnte do Conselho Secio nnl da Ordem dos Advog dos no Estado de Mato Grosso do Sul; 10:30 - O SiHtcma lh•cru"n1 Hrasi lr•.!:_ ro - Dr. Marco Antonfo Cindia Desembargador- Tr! bunnl de Justii;a do f'.sl,1- do do Moto Grosso do Sul; 12: JO - Almoço de Con[rn­ ternizaçao. InscriçÕe:; e Iufoni,a - çÕcs: Nas oubneçÕes da 0_!: dec:t dos Advoados do Jlra­ oil e Sede do Conselho S! cion,,l ou pelo telefone : 251-1974. Em Campo Grande, o Pos to de Atendimento Médico: do lnamps, o PAM, já está operando can um trabalho - de puericultura, Ou seja­ º acompanhamento do cres­ cimento e do desenvolvi - mento do recém-nascido Outro trabalho que deverá ser desPnvolvido.nos pró­ ximos meses é o de sade­ da criança pré-escolar trabalho este que é de fundamental importância - para a detecção de possí­ veis deficiências psico - motoras, que na maioria - das vezes só são observa­ das na idade escolar. Na­ meia idade, as mulheres - poderão ter atendimento - na fase da menopausa, que muitas vezes é de difícil resolução para as mulhe _ res. Com esse leque de a­ tendimento aberto a todos os períodos da vida da mu lher, a Secretaria desa~ de visa, no Governo de­ Pedro Pedrossian, avançar consideravelmente nesse - programa, o mais importan te a nível nacional co relaçao à saúde da ma lher. PREÇO DO EXEMPLAR: CR$ - • 150,00 ENTORPBCRNTES CAMINHO PARA A LOUCURA ... ·ou PARA A MORTÉ PREMATURA " CONHEÇA A NOSSA FRONTEIRA " te " SEGURANÇA-- TRÂNQOILID,ADE - 'CONFORTO " LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, •ÁNTONIO JOÃO, PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACA JU, AQUIDAUANA, CORUMBA, NIOAQUE, BODOOUENA, Sr­ DROLÀNDIA E CAMPO GRANDE. "'ÔNIBUS PARA .BXCURSSÕES* VIAJE TRANQUILO, VIAJE RRM COM A CRUZEIRO no SOL BELA VISTA, 18 DE JUl.HO DK 1991 • PAGI A t'l Prefeitura. Municipal de Bela Vista-Ms· ll.r.RHO l:G 1)/".I • <,1,Blt.LlP ) PRFHIO F )8 DE J!AIO DE 1991 [IJ',0'1 Ili 01.Jl•OS DE MOAS, PREFEITO MUNICIPAL DE EELA VISTA - ESTADO IE 'ATO GRO!O DO U1., usando das atrfbutçõei que 1he ,:,,o COI Íl'r I cios e de acordo com o d Isposto do Artfo 6j8 4 6? da Mel n2 986/90 de 0 de ArII de 1.990 e Artfo 43 dtél Fede - rol. nQ 1,.120/h4. ll!"CllnA: ArL.JQ· !for, ~ern,o.s do Lcl ::unlclpnl nQ 90J/90, Artluo 111 - ílcn aberto um Credito Adlefonal Suplentar no valor de CrS ll,.500.0llU,OU (•1untor1.<' r.1llh,,..n ,, qulnhcnto,; rull cnuelros) li er deslnado nas eufntes Dotações Orçamentar1as. 01.00 • 1 x1:c:1111vo 02.01 - CEM;1 o PRrYr1To 0)070102.02 - ,ase::r;orn"'""to 5upcrlor J,l.J.2 • Outroc s<'rvlço,; e r11c11q;os ·•••··••••·•• 2.000.000,00 02,05 ,- SECRETARIA DE FM!E'«D 0108021/69 - mtenao da Secretar!a 3,1),2- outros serviços e Encargos..········+ 500,000,00 02.06 - !il:r:HliTARIA llE SAODE PHO'IOÇÃO SOCIAi. 1375,11 - SerVf;os de IaIGlras;ao Cera1 ). l. '.O • llatHlul dt• <:onsur::o ., • .. • • .. 1.000,000,00 1)754281.06 • Construçõea de Pooto de Sa~dc 42.1.0- Aqutlção de Imóvefs 2.000.000,00 07.07 • SECfU;TARIA DF. EDUCAÇÃO F. ClJL1U1A DESPOl!TO 0B8421R72.15 - Manutençao dos Scrvlço,; AdminlHtrntivoo J.l. 20 • Mnterlnl de Consumo , . . . • . • 3.000.000,00 02.08 -· SECRETARIA DE V /01RAS I: SEllVI S PIJBLlCOS 16!!8SJ42. • • anutençno do erv ç0s da ccrctar li J,l.2.0 • Muterinl de Consumo . . . . .. . .. . .. .. .. .. . 6.000,000,00 Soma•••·•··•····•········•··•··•·•··"'"·•··••· 14.S00.000,00 Art. 22 - Pura cobertura do presente crédito Suplementar íol· cancelada a l..rnportiincla de CrS 14.500.000,00 (quatorze mllhÕes e qulnhcnlos mll cruzeiros) das seguintes Dotações Orçamentnrl.as. 02.00 • f.XF.CIJTIVO 02.08 • si:ffiTAITTA DE V /OilllAS E SF.RVI S PÜBLICOS 10573161. • Construçao de casa popu.ares 4,1.1.0 • Obras e Instalações ,. 2.000.000,00 10580251. l4 - lripluntoçiio e renovação de calçadas e passe los 4.1.l.0 - Obras e Inst.1lnçÕcs , . . . • . .. . 2.500.000,00 10583281. 15 • Construção C:, 1i ._.](CH1,.• ·1 ~, .. n:- :_) J- , t to. Se, na data Id!ada, ot) tens) mio a. a superior à svaltaio, no emo leal, e 1;« hem de et Mbrs de 1990 ertG) 1evade() nv « se reatação en eanda e ó!t!ma prosa, d vend[do(a) a 'quem r fs der. Tu, (ORLANDO CORIEA DE LA! ), Ervão do Lo ir etr +u o presente dos autos Irdlados, o conferi revl, I c!dade e Comarca de Mar+aja-s, eo 1 de A to d D±. 7N1O-MM!Ir Jaz de Dlreito IIDI DISCRIMINAÇÃO VALOR Cl!S . -··--- 01 CORRIDA MlNHIA (Sa{dn do Ponto) 800,00 02 DENTRO DOS LH!lTES: a) llalrro Espirita Santo 1.100,00 b) Bairro ltnboral 1.100,00 c) llalrro Antonio João 1.000,00 d) Dalrro Prcvlsul 1.000,00 e) Bairro das Prlmavcras 1.000,00 f) Cemltério de Água Doce 1.300,00 g) Ãgua Doce • Posto/Trevo . Porá 2.000,00 h) Ponte do Rio Apn • Salda para P. J.000,00 1) Aeroporto 2.500,00 j) Igreja Siio Patrlc1o 1.500,00 k) Expobcl 1.500,00 03 DISTRITO NOSSA SE~l!ORA DE FÃTDIA 4 .500,00 a.) Igreja. Soo Cleente - b) Escoln h'unic. de ll! Grau Josc m Polm1cr1 6.000,00 c) Cemitério 3.000,00 d) Escola Munlc. de l.Q Grau Costn Reúno 2.500,00 04 IhTIRNACIOXAL 1. 500,00 a) Pnrnguny até Colorado os b) Pa.rnguny - outros pontos - a co::lbinnr VIAGENS PÕrkilomctro percorrido 200,00 06 POR TEMPO PARADO À SERVIÇO DO USUÃ.RIO a) !!oro po rodo 4.000,00 b) Horn comercial 5.500,00 07 DAS 22: 00 110lAS ÀS 06: 00 HORAS 'tera acresclmo dl! So1i (clnqucntn por cento) no valor da corrida. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICiiUO - ,JUÍZO DE DIRI:lTO DA CO''.A"(', ll,; 11A RACAJU. EDITAL D E PRACA O Juiz de Direito da 2a Vara C/Crim da Comarca de Maracaju-MS, na forma da lei , etc. FAZ SABER que, em cumprimento aos trâ­ mites legais do processo de execução cm curso perante este juízo entre partes, co mo exequente(s) Município de Maracaju e como executado(s) Abel Verissimo de Azam­ buja. (Autos no 013/90), no átrio do Edi­ fício do Fórum desta Comarca, à Rua Nioa­ que, s/no, nesta cidade, às 14:00 horas - do dia 06 de agosto de 1991, será(ão) le­ vado (s) a público pregão de venda e arre­ matáção em praça pública, a quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, o (s) bem(ns) penhorado(s) ao(s) executado­ (s) no referido processo, a seguir descri to(s): 01 (um) Lote Urbano no 663, quadra 36-A, Vila do Prata,- sito à rua Nioaque - "asfaltada", possuindo um murei ao centro­ do lote, que o divide em dois no sentido­ frente fundos, com 800,00 m. Avaliado em Cr$ 1.008.595.48; 01 (um) Lote Urbano rio 664, quadra 36-A, vila do Prata, sito à r.ua Nioaque esquina com a Rua Eva Rodri gues "ambas asfaltadas", com 800,00m 2 e . sem benfeitorias .. Avaliado ·em Cr$ 1.073 211,82. Valor atual da dívida Cr$ 75G 171, 93 (setecentos e cincoenta e seis mil cento e setenta e um cruz0lros e no-, venta e três centavos). Caso o devedor - . não seja encontrado fica desde já intima do por este edital. Não consta nos autos a existcia de. ônus sobre o(o) bem(ns) e o feiLo não es tã sujeito a recurso pendente de julgu - mente. Se, na data indicada, o(s) bem(ns) não alcancar(em) lanço superior à uvali~. ção, no mesmo local, às 14:00 horas do dia 20 de agosto de 1991, scr~(ão) lcva­ do(s) novamente à venda e arrematação em segunda e última praça, desprezada a av~ liação e vendido(s) a quem mais der. EU, (MARIA LOURDES BORTELIN)., Cscri -: vão do Juízo fiz extrair o presente dos autos indicados, o conferi e subscrevi nesta cidade e comarca de Maracaju-MS aos 16 de maio de 1991. • Total da avaliação Cr$ 2.081.807,30. DR. AMAURY DA SILVA KUKLINSKI Juiz de Direito .PREFEITURB 1 i DECRETO N? 037/91 - GABINETE DO PREFEITO EM: 12 DE JULHO DE 1991 0 governador Pe - EDSOX MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA _, dro Pedrossian lança ESTADO DE HATO GROSSO DO SUL, Usando das orrlbuiçocs que lhe soo durante as comemora­ conferidns, e de acordo com o disposto cci o Artigo 107 do Let F cães do 2310 aniver- dera1 ng 4.320/64, de 17 de l-larço de 1,964, sário do município - • DECRETA de Miranda, o maior- • Art. lQ • Flcn o Scrvlço AutÕnoc:o de Água e Esgoto • SAAE situado no cunlclplo de Bela Visto - MS, autorizado a efetuar - programa de eletrifi de tnrlfas e ta.,as em 65'1. (sessenta e cinco por cento), n partir cação rural já real}:. de 01.oa.91. • zado pôr um governo- Art. 2g - O reajuste de tarlíns e to.xas de serviços referen- te 00 consumo domes de Julho, scriio calculados 20 (yintc por • em Mato Grosso do c,.,nto) nbaixo do tabeln da Sanesul. • Sul, Até o primeiro­ Art. 39 • Este dccrctQ entra em visor na data de sua publica· trimestr~ de .1992 , çãa, revogadas as ,disposições er contrário. . mais de 1200 km de pEcREr. a s/91'- çAIErr 00 PREFEITO EM: 15 DE JULHO DE 1991 redes de distribui - .,. • • ·erNERLô NIcrPA_o_DA_19DE JULHO DE1991, ção rural serão im - EDSON MEDEIOS DE RtES; PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA r plantadas erri todo o CS:ADO DE MATO GROSSO DO SUL, .no uso de suas atribuiçoes legais. Estado, beneficiando DECR..<"1'.A: ·' •• ' . At't.llf"· Pica· decretado feriado municipal no dia 19 de julho mais de lOQO propri.;. de 1991, em razão do 732 aniversário de Eanc!pação Política e dades de pequeno, me AdrLnlstrativa do Município de Bela Vista-MS. • - Art. 2g - Este decreto entra em vIor na data de SUA publlca· dio e· grande porte çio, revogadas as disposições e contrario. Além disso, estão Gabinete do Prefeito Municipal, aos 15 de Julho de 1991. também previstas a rnsoN Hl.1lEIROS DE noRAES . Prcfclto Municlp_al execução de obras • pa --~-....:_ ra fins de irrigação totalizando a implan tacão de cerca de 1300 km de eletrifi­ cação rural, dentro­ do Programa. 'Nacional LER LEIA DA É CULTURA, E ASSINE FRONTEIRA É o - DIÁRIO AGORA TODO DIA TfCIAS EM PRIMEIRA SER INFORMADO. JORNAL TRIBUNA REGIONAL. TRAZENDO MÃO AS NO LEI .NO 964/91, DE 29 DE MAIO DE 1991 Dispõe sobre o Quadro de Professores Leigos do Municipio de Maracaju e dá ou tras providências. Eu., Luiz Gonzaga Prata Braga, Prefei­ to Municipal de Maracaju, Estado de Mato­ Grossn do Sul, faço saber que a-~ãmara Mu nicipal de Maracaju-MS., aprovou e eu san clono a seguinte Lei: - ' Art. 1o - Fica criado o Quadro de Pro­ fessores Leigos~do Município de Maracaju, que terá um total de GO(sesenta) cargos - e, perceberão uma remuneração igual à da tabela 4, padrão I, do Anexo II, do Plano de Cargos e Ven"cimentos .• Art. 20 - Os Professores Leigos que ai quiriram estabilidade pro froca do dispos tivo constitucional, terão direito as van ~ tagens e incentivos constantes do Estatut•j: :, ' do Magistério. , Art. 30 - Os Professores Leigos serão 'l : contratado por tempo determinado e se:::-a-(:. ' u regidos pela Consolidação das Leis do Tra ,l balho - (CLT} Art; 40 - Esta Lei entra em vigor na d ta de 01 de maio de 1991, revogadas as di posições em contrário. • Maracaju-MS., 29 de maio de 1991. LUIZ GONZAGA PRATA BRAGA - Prefeito nicipal. GNVERMANO LAII;A EM MIRAI)I PROCRAM ELETRIFICA,IO PIRA ESII de Irrigação (PRONI). Em Miranda, o go­ vernador Pedor Pe drossian estará fa - zendo o lançamento - dos primeiros 90· km' de redes rurais para atender 200 proprie­ dades, localizadas - nas m1.croreg1.oes de. Furruel Pires1 Coiô­ nia Brejão, Imbiru - cu, Bocaina, Paxixi, Vereda, União, Para­ tudal, Poeira/Gravi­ e Carrapatinho. Com estas obras, haverá­ um salto imoortante­ nos índices-de aten­ dimento: das 934 pro priedades existentes no município,, atua1; mente -17'% conta· com energia elétrica· , com,ó início_dê Pro> grama, esse índice - pa·ssar"ã :a,ífo.i•,· . cri' seja, 358 propriedà­ des terão os· ..benefí-- cios da eletricida­ de. Essa mesma rela­ cão estará ocorren­ do de agora em dian te em termos estadu­ ais. O governador Pedro Pedrossian pretende reverter o quadro atual de bai xo atendimento das propriedades, am pliando significati vamente os niveis - de distribuição de energia rural em to dos os municípios • De acordo com a pro posta do governadoi ao contrário do aue vinha_sendo feito­ pelos.governos ante. r1Qres, quanqo ·na maioria dos. dasos , implantacão de ±e des rurais.servia - Para'dr conforto - aos'proprietarios , o que se pretende a r-1u E -! ' j ') .,, Jl- ., ±: $ ~" ,, ' ! 'i ± gorai canal!z3r a-.~ utilização de cletr,... , 1 cidade para o a;en ·' d • - ' ' to ta pro@u.ao aro- ,i pecuaria. Nesse scn tido, a Secretar ia 1 h 1 de Agricultura, :1:.:'T.-:j ; . ' trabalho conjunto }l com a nersul, jà i ' • dentiicou em vria regiões àQ Lstaco , r quais as iocalidsdc i"} apcas a receberer::l Q • / ' benefícios do Pro:;;r_ 1 . ~~ ma de eletrificação • '· rural, visando atens " der o requisito de ' aumento àc produti v 1 . àade. O governador • 1 Pedro Pedrossian es i l 1 '' ta· conver.cido que e, •· sa é a saída para • qúe o· ~1S 'dê u.=ii sal t, qualitativo ruro moâer-h{'da'cle, res;a tando a divida soci al e ·aumentando n g• raçio de suas rique zas. ANUNCIE AQUI: JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL - LIGUE P,'.RA - 439-1410 E FACA SEU ANUNCIO. IORMAL, TUNA DA FRONTEIRA PAGINA 0s - ------·---- ----------------------'---~-------------------------------------- llfü,A VW'l'A 20 de Julho nela - i.,t,1, u·,Lii aniveroa­ +dnd com muitas ho­ jenaqen.., com o decor ser do tempo espera - ,os ums pela Vista,mo »,na. Como trabalha­ )} os no setor do Educa e ano, aguardamos deci- 4oe: mait amplas as - o)im como: xtonsão u­ viver,itiria, nos se- • a, t t+,orces de esportes e tu!tua, estamos ques }[!"!:1orando pois ainda 22:° , ir,do existe umn progra- 1 • .. , proj0. o, que ve - ha atender as nossas iccesidades, são as­ oy;untos de épocas de 15:n1punha, quando fa - li,: • +4.ema promessas. Iloje os incentivos são pou '?:os. Sabemos que os n,,oli ticos cs tão conse uindo muitas coisas­ ;;ara a city, mas é ;;[cm lembrar o que es­ u,,1amos aguardando, a - E,roveitando o ensejo, ,,'[arabenizo todos os - 22,celcwistenses, em es- ecial a luta dos Edu •adores, Produtores = ;;'e odag, Meios de co unicacões e às Auto­ o:idades, estamos rumo !};o progresso e acredi 4.{amos no empenho de - IG:!lada cidadão conscien !6:0c do exercício da ci .adania. JULHO No dia 20/07/1969, Jeli Arrnstrong setor J ou_o primeiro homem- - pisar no solo lunar. olo ll, Nave Norte­ ericana que levou - astronautas Edwirn 'l· ~ldrin, Michael Col - jins e Neli Armstrong um voo de quase qua­ ro dias, até a Lua. i as esta não foi a n 1 rimeira conquista do l ,ornem em relação ao - "? s spaco. O primeiro ho em a viajar pelo es­ naaco foi o soviético GrL Gagarim, a bordo .• rela Nave Vostok-l, no Ma+ia 12/04/1961. F A E dos Nas Escolas, foram listribuidos catála - 10s, aos professores, ,a.ra análise e esco - ha de livro e carti- has para serem adota 'os na vida escolar - ~s alunos. "Livros a é hoje -não chegaram­ .as Unidades Escola - es, mas o comentário Dia 28/06/91,reu nião com a Agente - Regional de Educa - çaõ de Jardim, Pro­ fessora Eliane Cafu re Peixoto, junta - mente com duas téc­ nicas de Educação - da Secretaria Esta­ dual de Educação e Assessora da Agên - eia Regional, foi o ponto máximo do e vento com a comuni­ dade escolar de Be­ la Vista. O esclare cimento sobre o oL­ jetivo do Colegiado Escolar corno forma de organização da comunidade escolar. Foi muito questiona do o descontentamen to da eleição em B la Vista, onde fi = ccu assegurado para que as normas das próximas eleições - sejam propostas le­ vantadas pela cate­ goria. Tudo bern,mas o mais importante e ra a eleição para= Diretores, urna vez . que, do Diretor é que se espera conhe cimento técnico pe= dagógico, se o Dire tor não é detentor­ de profundo conneci mento no setor, a Escola Estaciona. Alguns professo­ res mais conscien - tes do exercício do Magistério e da Ci­ dadania, desconten­ tes com os resulta­ dos das Eleições estão sendo removi­ dos a pedido para - outras Escolas, ou- tros solicitaram a- 0 DIÁRIO JlP.GIOWAL Por Froilan Cardoso é aue estão sendo - tliatribu[doo, atê - quando podemoo ocre ditar na verdade?" COJ.RGIADO . OBJETIVO DO COLE GlADO é a par.ticipã cão de todos, pais, alunos, professores funcionários adrni - nistrativos, coordc nadares pedagógicos e diretores, nas de cisões da Escola ~ conntruindo assim - relações democráti­ cas que possibili - tom a formacãc de cidadãos críticos e participativos nas decisões mais am plas da sociedade. RBUNIÀO fantamcnto, de manei ra discreta foram se acomodando, com objc tivo de desenvolver­ um ensino maiG part.!:_ cipativo e dcmocráti co. MISS Este ano, não foi possível a presença da Miss Bela Vista/ 91, no certame esta­ dual que será reali­ zado no dia 20/07,no Circulo Militar em Campo Grande. A deci são foi no dia 12/07, com Sr. Prefeito Mu­ nicipal de Bela Vis­ ta, Edson Moraes,Pre sidente da Câmara - dos Veredores Dr.Jor ge de Souza Rosa, Ma ria Ester Barbosa cã bral, Miss Bela vis­ ta/91, e este colu - nista. A justificati va foi devido a Semã na da Exposição, anI versário de Bela Vis ta, são atividades • onde requer muita responsabilidade, on de pedimos desculpas para os coordenado•­ res. "Segundo comen­ tário Bela VIsta, realizou um concurso de Miss com muita be leza, com participa­ cão de Miss-MS/90 , Miss Campo Grande/90, e que fomos elogia-. dos nos jornais da Capital. Mesmo assim vai sobrar um tempo para assistirmos o concurso e torceremos pela cidade arn1.ga de· Jardim - Miss Jar dirn/91. .MISS E MISTHER Já estaremos in - formando aos leito - resa realização do III Concurso de Miss e Misther Fronteira/ 91, Grife deste Colu nista. Aguardem! MENSAGEM Todo .,tipo de even to é um acontecimen­ to social. Por tanto todas as pessoas que realmente fazem par­ te. de urna sociedade tem cpmo obrigação - de comprar; patroci­ nar ou mesmo colabo­ rar com o evento por que este faz parte= da cultura de cada - Município. RIA SIINTO . INTONIO 1 CO TRÊS PARA MELHOR AlEllllEll • lll .JARDIM Av. Duque de Caxias, 507 - Fone: 251 - 1091 IA VILA CAMISÃO v. 1l de Dezebro, 63 - Fone: 251 - 131 ! li E CUIA LOPES DA LAa1RA 1 Pça. Coronel Cataão - Foe: 251- 1194 "Olll'IAIICA NÍO ,SE IPOE, ADQUIRE-SR" • 1 BELA VISTA, 18 DE JULHO DE 1.991. SECRETÍRIO OE FIZENDI DEBITE COM COMERCIINTES O Secretar!o de Fa - zenda, José Antonio Fe­ )Ício, participou deu□ amplo debate coo, pelo menos, 36 associações - comercia1s de todo o Es tado, promovido pela Fe deração das AssoctaçGes Comerciais'- FACEMS. A reunião aconteceu na sede da Associação Co - mercial de Campo Gran - de, cujo auditório foi pequeno para abrigar - quase 250 cooerciantes que fornm nté lá discu­ tir com o Secretário n nova política de fisca­ lização adotada pelo Go vemo Pedro Pedrossian:- 0 principal questio­ namento fonnulndo !oi - quanto ao uniforme ado­ tado pelos fiscos que , de acordo com a op1nfão dos comerciantes, tem - muito semelhança com· o da Polícia Federal e "a temoriza e espanto os clientes". O Secretário de Fazendo esclareceu - que n adoção de unifor­ me para os fiscais foi uma solicitação feita - pelo Sindicato da Cate­ goria, com o objetivo - de identificar clarrunen te os fiscais, princi = palmente nas estradas. José Fellcio garan - tiu aos comerciantes - que irá "estabelecer um diálogo com o Sindicato dos Agentes Tributários para que o uniforme não seja mais usado", garan tindo que o objetivo dÕ Governo "não é atemori­ zar ninguém, mas sim - plesmente exercer uma a tribuiçâo do Estado que estava sendo relegada - ao segundo plano há mui to tempo". - CORRUPÇÃO PUNIDA As denüncias de cor­ rupção e extorsão, se - gundo o Secretário nao mais serão apuradas a - través de comissão de sindicância interna com posta por sen•idores dã Secretaria. 1'Iremos ins talar no mês. de agosto uma promotoria pÜblica na Secretaria para enca minhar todos os casos= em·oh·endo corrupção de agentes e casos de sone aco fiscal" - disse Secretário. "Para garan t!r a rigidez nas apura çoes - afirmou - as Si; dicâncias serão feitas­ por policiais da Delega eia FazendÁria da Secre caria de Segurança c>ü=• blica". 1· Sec. de Fazenda Jose Antonio Fellcio O Secretário adiantou que um caso de denüncia de corrupção.já está em andamento na Secretaria de Segurança Pública. De acordo com Felfc1o, os casos serão apurados,"ar rebente onde arrébentar~ O Secretttrio esclare­ ceu aos comerciantes que manifestaram preocupação quanto aos valotes eleva dos das autuações fisca= is, que "caso o comerci­ ante julgue o valor in - correto, ele tem amplo direito a defesa, em pri­ meira e segunda instãn - eia dentro da própria Se cretaria e em terceira= instância na justic;a".Jo .sé Fel1cio garantiu que nao e objetivo do Gover­ no prejudicar os comer - ciantes, "mas constata - mos em uma análise feita em todos os Municípios que a arrecadação.na mal oria delas era excessiva mente baixa", afirmou. Exemplificando que o Município de Rochedo ar­ recadou apenas Cr$ 120 mil, José Fel!tio, adian tou que o Governo deverá fechar 407 das Agências Fazendárias no Estado , pois "o que gastamos so­ mente com os salários dos funcionários lotados nestas agências é maior do que a arrecadação do Município". Segundo ele os postos desativados da Secretaria de Fa'zenda se rão usados pelo IAGRO e a EMPAER para auxiliar o produtor rural. "N6s es­ tamos tirando os agentes das func;Ões burocráticas e colocando-os na rua pa ra fazer a fiscaliz; cão", ressaltou o Secre tário José Felício. - Extravio FOI EXTRAVIADO O FORMULARIO AU- TO DE INFRAÇÃO. N~ 0757768/775 DA SUNAB QUANDO, CONVENCIONADO COM A . PREFEITU- RA MUNICIPAL DE BELA VISTA MS. • LEIA NA DA NAL E ASSINE FRONTEIRA AGORA TODO ASSINATURA ASSINATURA SEMESTRAL: O JORNAL DIÁRIO DIA! ANUAL:. Cr$ Cr$ TRIBU REGI.Q 20.000,00 10.000,00