,. DIARIO REGIONAL Diretor: Ivldo Percirn 1e l a Vista ( M S ) - Sábado - 2 7 de Julho de 1 . 9 9 1 - N ? : 1 . 0 5 6 - Jardim, 1aracaju, Caracol, Porto Murtfnho, Antonio Joio, Bonito,Cuia L . d a L a g u n a - C r $ -- 1 5 0 , 0 UM URP.VR COMENTÁHIO BINCO DO BRASIL ESTUDI DESCONTO OI • DIVIDII DOS PRODUTORES INIDIMPlENTES SANEAMENTO B PARA JARDI O Banco do HrnIl es­ tá ntudando uma novn tna bela de descontos pnra = os produtores rurni11 que queirnm snldnr so1111 débi ton. O Hnto Grosno do Sul é o 2Q maior devedor do Drnsildo Brasil. Serno divulgadas alte raçoes no mecanismo de negocinção dos encargos dessn d{vida referente - aos empréstimos 'encidos até 31 de Dezembro de 90. Acontecc que há Empre ir1os, pequenos e médI­ oo, que também devem no 1111, muitos desses empre­ ar1os tiveram que nassi­ nar umn "tal" de Confis­ são de Dívida, desses de bitos, contraindo uma no va conta, nua ciranda - insuportõ,·el. Temos vá - rios desses cnsos em llela Vista e regtão, até agora não solucionados. Se o nn está estudan­ do reducao dos encargos para os produtores rura- REGISTRA NOVa·· ECO DO BOI MATÉRIA COMPLETA NA is, por quê não pode fa­ zer o mesmo com ns dfvI­ das dos pequenos e médi­ os empreuârios7 Muitos - dessea débitou têm como origem o famigerado Pla­ no Cruzado (sic). E há, também, d[vida de peso­ aa físicas, no mesmo ca­ so dos empresários, tam­ bém originados no Plano Cruzado. Cada caso é um caso. Entendemos que quem em - presta quer receber, mas PÁGINA 06 O Prefeito Municipal tia por Tempo de Servi - de Jardim, Joelson Marti ço - que se encontra em nez Peixoto está encami- atraso desde 1977, tendo nhando à Câmara Munici - passado por várias admi­ pal um Projeto de Lei - nistraçoes sem que nenhu parcelando a dívida da ma. pro,•idência fosse to= Prefeitura com relacção- mada para a sua regular1 ao FGTS - Fundo de Gara~ zaçao. Com essa iniciativa o Profeito Joelson preten­ de complementar a regula rização dos encargos ao= ciais da Prefeitura Muni cipal que estavam em a - traao há vários anoa,com o IAPAS, PASEP e FGTS. Já está em ritmo ace­ ler-ado os trabalhos para asfaltamento da Rua Mã - rio Van Den Boach, • que cruza em frente a Escola Municipal Castelinho En­ cantado, e Única ,-ia do centro da cidade que ain da não havia recebeido ~ benfeitoria. Atendendo uma reivin­ dicacão do Presidente da Câmara Municipal Veres - dor Jorge de Souza Rosa, o Prefeito Edson Medei - dade belaistense. roa de Moraes determinou O asfalfamento daque­ à Secretaria Municipal - le trecho da Mario Van de Obras que tão logo se Den Bosch era uma rei - ·indicacão de alunos , ja terminado o asfalta - meato da Rua General Soa 'pais de alunos e pro­ res da Rocha, onde estâÕ fessores da Escola Mu sendo feitos os acabamen nicipal Casteltnho En­ toa finais, a M.ario Van cantado. Den Bosch também seja as faltada, beneficiando - principalmente o grande número de alunos da Esco la Castelinho Encantado­ que nos dias de chu'l!a ti nham de enfrentar o incó modo barro e lama que se formavam naquele local. De parabéns o Prefei­ to Edson Horaes e funcio nários da Secretaria de Obras que não medem es - forcos para atender as reivindicações da comunf o· que restou .... / ry sem exploração,agiotagcm ou nrtimanlrns tidas como "legais". Os contratos bancários,com aquelas le tras miudinhas, onde se defende os "interesses" don Bancos, bem que me­ receriam um estudo do Go vemo. Ou até mesmo a a­ plicação do Código de De fesa do Consumidor.Pagar sim,mas seguir o exemplo do Brasil,que quer pagar­ sua d{vida externa sem ru bos e sacrif!cio11 do po,•o-: Não é mesmo? No tocante a Dela Vista, o atual Ge - rente (Cilso) e Gerente Adjunto (Wilson) não são culpados pelo caos, her­ daram os problemas, mas alguém precisa fazer al­ guma coisa, Bela Vista - naufraga. (PP). O Projeto de Lei - do Executh·o Municipal devera ser examinado e votado pelos integran­ tes do Poder Legisla­ tivo jardinense tão lo­ go termine o recesso - da Câmara. Edson Medeiros de Horaes Soldados do 1O RC MEC dão uma de Iraquianos e só .desistem da· briga depois de três _tiros PREFEITO AGILIZA VERBAS JUNTO AO BIRI O Prefeito Joelson Martinez Pefxoto Inforrou o» tem à nossa reportapem que está gIllzando junto o BIRD - Banco Interanericno de Desenvolvimento, os recursos necessários para a Implantaçao da Red de Esgotos em Jnrdim. Os trabalhos serão desenvolvidos pela SANESUL , inicialmente toda a área central da cidadti fier.~ IH neficinda, assim como, em fase poster(or, os bar­ ros mais populosos. 1- 1 1 l • ,/ I t ' l 1 .1 I / Prefeito de Jardim Joelson Martinez Peixoto Entende o Prefeito que "a partir de agora temo de pensar em Jardim como cidade polo da regi.ão, :' que mais cresce, e rlabllizar projetos a rédfo longo prazo. Medidas paliath·as já não resolvem o! nossos problemas, a rede de saneamento básico dev, ser - e será - prioridade em nossa Administraçá.o" Para Joelson, "não importa quem irá colher oi frutos de nosso trabalho, importa sim, que plante] mos as sementes do amanhã, Jardim clama por estes/ melhoramentos e nós atenderemos aos reclamos da p pula,;;ão". _ _ ·g Os bairros que na fase inicial nao serao atend dos, terão 840 instalações sanitárias, constru!da­ também com os recursos do BIRD, através da SANESUL Municipalização da Saúde Dando prosseguimento aos projetos referentes municipalização da saúde, o Prefeito Joelson empo sou ontem a Secretária de Saúde do Munícíp1o, Dr Maria de Lurdes dos Reis. Na oportunidade concre tizou a transferênc-ia de 17 funcionários do Estad à responsabilidade do Município. O Posto de Saúde de Jardim está apto a prestar sen-iços. à toda população, seguindo à risca os pl nos do Governo Federal para o setor. Falando ao Diário Tribuna da Fronteira, o Pre feito disse que "o binÕmio EDUCAÇÃO - SAÚDE exige grandes investimentos, desde o início de minha Ad ministracao venho priorizando estes setores, po entender que um povo forte e culto pode queimar e tapas e preparar a nossa cidade para ingressar n ano 2. 000 com melhores perspectivas". O Prefeito disse que a "única política que c permitir na área de saúde, será. a política ,do bo ,ti;ndimento, sobretudo aos mais care.ntesJ este p vo sem esperança, e nós com a ajuda de Deus, torr remos realidade a esperanca do povo em merecer, p lo menos, um atendimento atencioso, hu:aano e cond zente com suas necessidades". ALGUNS SOLDADOS DO 109 REGIMENTO IE •• CAVALARIA MECANIZADO ENTENDERAM DE MA­ NEÍRA ERRADA A FESTA DA EXPOBEL, ELES Está em fase de estu- projeto que ampli.ará e, ACHARAM QUE ESTAVAM NO IRAQTlE, EM PLENA dos pelo Prefeito Joel - sideravelmente a área ' cava 6 coro. "%.3"2"."".22".. "a» «· oro. sr o tivando sobremaneira i PARA ELES TODOS QUE PINTAVAM PELA Dento para o Distrito de crescimento -e o d ' FRENTE ERAM INIMIGOS E' SUAS PROPRIEDADES , Boqueirão> O Chefe do 'E- senYOlvimento do Dis , DEVERIAM SER DESTRUÍDAS, SÓ DESISTINDO - xecutivo jardinense ana- trito de 'Soquei DA BADERNA E BAGUNÇA DEPOIS DE UNS TRÊS lisas viabilidades dese rio. "TRCOS" QUR SAIRAM DO BICO DE UM CALIBRE RETTFrc+cão • ~ Edltorfat' - O REALISMO Dr. PEDRO PEDROSSIAI - no ü1E l FOI ASSIM A HISTORIA: [Parcrafo, onde esti escrtto... "tornar o Ns. " novamente, v{ MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA -02 v c 7 ,< os c u [ co s d e a l i a d o s raeloat±".. +.q ·DOS OCASIONAIS. .-- e.a-se ALIA ~-~-..;,.;;~ =---- ;..,..._~ - ._..!._- - NOVO LOTE EN PARA O BOQUEI Ã d o .o c> sc ) IA. l PJ IIV" )H.NAí, 'l HIBUNA J>A FRONTEIRA- DIARIO RP.OIOKAI, ollda Policial So dados io 1 R MEC dão uma de . Iraquianos e só sistern da Briga Depois de l rês Tiros A 0' BELA VISTA, 2T DE JUL O Dt 1991- PNG'- ELOGl-0S ll A los olaado do 10? !HC entendernm de ma - t tra errada a festa da PuFt,, eles acharam que ! vnm no Iraque, em ple .errn do uoHfo, Para ,o todos que p[ntvam - [, trente n In!rios , a propriedn!es deve- ser destra[las, só t fst!do da b.:ttlernn o pra depois de ouvirem e: "tecos" que airam - :,ico - Tribuna· da . Fronteira . DIÀRIO • REGIONAL FundaÇ.Õo: 20 de Fcvere_iT'r - Redator Chefe - Ivaldo Peretr Diretor:, - Adainlrtrativa - Marta Fstela Gerente: GIlson SI1va Santos V. Pereira Pedação, Antstrço e_Parque cr5RI ' FronteIrn, 564 - SEDE PRPRIj afco: Avenida TrIbur1 da Redão - 1ar&te - Rua 14 « ,,$";_(067) 419 - 141o CAIA POSL. 23 - llr.t.A VISTA -'a,,"?-r : 91 - 1669 ·'" GR0sso DO SU1. • SIJOl'ltSAlS i'ORTO l1llRn1!!lo - Av. Dr. Corroa. /no ANTITO JXO - Av. Nato Grosso,'67s - • MARACAJU - Av. 'L de Junho, 91 "oro - na Pi3d Rebuá, sf+o • CAr.ACXlL - Av. Rra«t1, sf,o (Correspondentes em Capo trante p1tal). ' ', Brs[ta e rrtncfpaIs ~ . A.'!l!At.. • • •. • • • • • • <<-UJ RR?:10...... ••• •••• • •• •••••• • •••• • ••••••. 15.000,00 • • • • • • • • 'º • • • • • • • • • • • --+. 25 ,000 00 Ido 'Ds,m.ve_,,os O!UCillA.tS. O Jorn.,_ - • • • por arttos ninado ou de ort} {" responttza " te[InIdn ASSIN.lR4mmsru.i... '• • • • • •• • • • • • • • • ·-·.. 10.00, Fone: 2.87 - 1239 .JORNAi, TRIDUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL Modernidade e _ Ignorância Morlernldadc é hoje a palvra da modn. Covernan tcn, admln1ntradorco ; polftlcon enchem a boca a todo momento com a pala - vra mipfca. Nenhum jamais se preocupou em determf - nar as causas do atraso - brARilciro e o que é e - sencIal para se alcançar­ a modernidade. O Brasil é atrasado porque é subdesenvolvido. Isso todos sabemos. Mar; é nubdcscnvolvldo porque é ignorante. Ieao ninguém - ,diz. Oo maiores de 15 a nos de idade que não sa - bem ler, nem escrever, ac aproximam dos 18 milhões. E o número cresce a cada - ano, especialmente porque a recessão econômica que sufoca o País obriga os jovens de famílias po bres a procurarem desde - muito cedo o mercado de trabalho, que esti fecha­ do, para aumentar a ren - cnr. ,47.. de analfob':to5. 'J O Brªs1 ·1 é Atr· asado por "que preti;nde º governo 1 » e como pensam os polftf- é S bd 1 · d cos e adr.ilnir;tradores n:o que . u esenvo VI O, derntzar este PaIs, com tão elevado número de a- Isso todos Sabemos' m as ralfabetos adultos, co ,- a evasão escolar cm to - e Subdesenvolvido porque é .%.5%2" lgnorante, isso ninguém diz ih; ".t7 çào infantil para que as da familiar com o ganho- de promiscuidade que soo crianças possam assimi - de alguns míseros cruzei as penitenciáriao e as lar melhor os ensinamen­ ros. cadeias públicas do Pa,' tos recebidos na escola? Na falta de emprego , Hi quatro anos passados- C-s que vivem falando em os que têm engenho e ar- ~odernidade precisam an- o Estado mais rico da Fe d 1 d i te encontram meio de so- tes le mas na a m rar - _ deração - São Paulo, com i:e no exemplo doa tigres brcvivencía na economin- cerca de 25 milhões de sfitfcos. Eles cresce - . informal, como camelô ou habitantes, registrava_; ram rapidamente no campo batendo de porta em por- aproximadamente 10% de econômico porque agredi­ ts, oferecendo bugingan- adultos analfabetos. Um ramo analfabetismo, ata • gas e guloseimas, que dos Estados mais atrasa- cando-o simultaneamente= nem sempre conseguem ven d í em todas as frentes. Os os, o Piau , alinhava_- Ciacs são uma espécie de der. Os menos capazes = mais de 47% e o Maranhao, sao do futuro, mas 0 terminam por ingressar - que com o Piauí são as F 11 d 1 criminalidade, onde- ras. , para se mo ern - na duas unidades da Federa- ,zar, esta reclamando me- "às vezes encontram a mor çào onde O progresso tem. cirlas mais relacionadas­ te real ou a morte da - relatado em chegar, aca-- com o seu presente, sem­ personalidade nos antros sava em suas estatfsti - que_havera faturo mo'­ • to oroximo. BELA VISTA, 27 DE JULHO D1 1991 PAGINA t Violência A solução para o pro - blema da violência no caro po passa por três medidas indispensáveis: uma refor ma agriria que promova s ocupação dos latifúndios improdutivos; a criação - de uma Justiça Agrária suficientemente igil para julgar os conflitos e a presença efetiva do gover no nos pontos mais distan tes do interior do País i• especialmente nas regiões potencialmente conflituo­ sas. A afirmação foi fei­ ta pelo Ministro da Justi ça, senador Jarbas Passa= rinho, em depoimento pres tado perante à Comissão= Parlamentar de Inquérito- que investiga as causas­ da crescente violência - no campo. Segundo Passa­ rinho, é intolerável que apenas lZ dos proprietá­ rios rurais no País dete nham 417 das terras agri cultáveis, enquanto s grande massa de trabalha dores rurais vive em re­ gime de miséria absolu - ta. O Ministro, que no Se nado representa o Estado do Pará, fez um históri­ co da violência no campo em todo o País, afirman­ do que, de longe, o sul do Pari é a região mais perigosa, onde ocorrem com maior freqUência no Campo con(litos que muitas ve­ zes resultam em mortes . Segundo o senador, hi uma longa lista de pes - soas, no Pará, Juradas - de morte. "E essa lista­ fatídica vem sendo cum - prida à risca, demons trando o grau de deteria ração das relações nÕ campo. "De acordo com Passarinho, ceréa de 400 policias federais estão­ destacados atualmente pa ra prestar garantias de vida a pessoas que se Julgam ameaçadas, e mes­ mo assim os crimes nao são evitados. A causa primiria des­ tes conflitos, conforme o Ministro da Justiça , especialmente no Centro­ Oeste e na Amazônia, é a forma equivocada da ocu­ paçao das terras dispon! veis. A colonização pela pa ta do boi, conforme Pas­ arinho, gerou grandes - latifúndios, ao mesmo - tempo em que o estímulo­ ê migração promoveu um excedente populacional - que, sem outra altemati va, buscou na invasão terras uma saída para a Eobrevivência. Mudar essa distorcida estrutura fundiária tor­ ra-se assim, imprescindí vele urgente. - Higiene e Segurança do Trabalho e Produtividade No desempenho de - suas atividades o ho­ mem se encontra dian­ te de riscos e de a - meaças à sua saúde e à sua vida, que ele procura afastar por - meio de medidas pre - ventivas. Antigamen - te, a adoção de medi­ das voltadas à preven cão do indivíduo era um problema apenas de le. Entretanto, com o passar dos tempos . , foi-se chegando a con clusão de que a exis­ tência humana, com o nínimo de riscos, é jo interesse de toda a coletividade. Daí surgiu a intervenção do Estado nas rela - ções de trabalho, im pondo normas a serem obedecidas pelos in­ tegrantes do contra­ to de trabalho. Desta forma, com­ preendeu-se que não somente sob tais con dições interessava a sociedade a preserva cão da saúde e da integridade física - do trabalhador. O conforto nos locais­ de trabalho, a ilumi nacão, o ar, a tempe ratura e a umidade em conjunto, consti­ tuem elementos que contribuem para a me lhoria da produtivi­ dade. O afastamento dos riscos de.acidentes, impedindo os proble­ mas de impacto causa do pelo sinistro, a paralisação da produ cão, a necessidade= de adaptação de ou - tro empregado às fun cões exercidas pelo= acidentado, a preca­ riedade da contrata­ cão eventual de um substituto, a reabi­ litacão nem sempre - completa do acidenta do e o pagamento de seu período de afas- 1 ------ 0 Real ismo de Pedro Pedrossian A HORA E A VEZ DOS PREFEITOS Nunca falou-e tanto em municipalismo como nos dias de hoje, plataforma de vários partidos (e de inúmeros politicos) o mu nicipalismo hoje é uma realidade. Hà at nicipios cujos cofres estão abarrotado±s de dinheiro, e em muitos desses municipi os os prefeitos realizam obras, diqna d elogios, Navirai, Caarapó, Dourados, Ie la Vista, entre outros. Uma confirmação­ de tudo aquilo que este jornal vem pre - gando e defendendo há vários anoG é prc· ciso fortalecer o municipalismo. Temos ouvido queixas de prefeitos vereadores, alegando que o Govcrnndor Pc dro Pedrossian não está ajudando os mun cípios. Acontece que Pcdrossian prefere· ensinar a pescar do que dar o peixe. Para alguns prefeitos era bem mais f cil (e servindo como justificativa de suas incompetências) culpar o Governo à Estado, nos tempos em que era comum vi ver às portas dos Gabinetes e na Casa Ci vil, reivindicando verbas. No aspecto político, outros criticam­ Pedrossian por não assumir urna linha po~ lítica "condizente" com as aspirações d. seus aliados, correligionários ou seja la o nome que tenham os que o apoiaram - na campanha eleitoral. i Nos dias de hoje, é preciso ser adep­ to de uma política pragmática, e mais a-l inda, soltar o barco na correnteza para, ver até onde vão os navegantes. Têm nnitat gente-passando de comandante quando não ser­ vem nem para marujo, desconhecem as cor-1 redeiras e cachoeiras, pois nunca navegiJ ram em tempos como estes que vivemos. Pedrossian não está traindo ninguém muito menos favorecendo velhos ou novos-' aliados, ele está acompanhando o racice~ nio do POVO, este sim, conhece os rios mares da política. • Sem esta de partidos, virou uma qran de e incomôda piada (sem graça) falar en partidos políticos no Brasil de Collor - de Melo. E mais sem graça, ainda, é cul­ par o Governo por desvios provocados po1 falta de capacidade administrativa. Ai ' está o municipalismo que tanto pediam , hoje a hora e a vez é dos prefeitos mun. cipais, dos vereadores, cabe as liderany cas municipais indicar os caminhos ( administrar recursos). Não é preciso ser guru, muito menos mágico, para ver que Pedrossian caminha· firme, liberando gradualmente suas idéi as, pois se assim não proeedesse, provo caria uma verdadeira revolução nos qua · dros políticos no Estado, alguns se cho­ cando, outros trombando, mais perdidos - que soldado iraquiano no deserto depois dos scuds americanos. Pedrossian não ±ndicou e não indicar candidatos por enquanto, procurará se a f_inar com a vontade popular, pois, n verdade, o que Pedrossian quer é fazer uma boa administração, tornar o MS, nov mente, viavel sem os casuísmos de alia: dos racionais. • i I , o senador Jutahy - obtidos até o momen- preconizava o gover Magalhães manifestou- to comprovam que nem no. - preocupação com a no- a nossa indsutria se Jutahy Magalhães va política de libera modernizou e tampou- acrescentou que a - lizacão das importa co os nossos produ - lém desses péssimos ções brasileiras. tos melhoraram ou ti resultados, a tão t que, no seu en - veram seus preços dI proclamada abertura tender, os resultados minuidos, conforme das importações vem ---------T-==· =========---·--------- .• ---=====-==-= tamente improdutivo, tudo isso,-veio a constituir um encar go que recai sobre= a própria economia­ do Estado. Daí a conclusão­ de que a preservação da saúde do traba - lhador, pela imposi cão de medidas de higiene e segurança (I.P} do trabalho, é um i--------------------------1 dever da humanida - de, impondo-se como medida capaz de ga­ rantir ao Estado maiores possibilida desde alcançar su= as metas. =----·========= contribuindo para a nossa estagnação in­ dustrial e para o de semprego, comprovan­ do o que classificou de grande fiasco nas medidas oficiais de modernização da eco- nomia. Debate Sobre o Jogo O Senador Marco­ Maciel defendeu a promoção, no ãmbito do Congresso Nacio­ nal, de um amplo de bate sobre a legalI zacão do jogo no Brasil, tendo em vista que caberá ao Legislativo decidir sobre a questão. Marco Maciel que é contrário a reabertura de cassi nos no País, exor tou a todos a manterem alertas com relação a arg mentas favoráveis medida e que, sua opinião não têm bases sólidas Marco Maciel cons dera ilusão esper que os cassinos s jam capazes de ge rar receitas apre ciáveis para o Es{ do e achar que o t rismo nacional re berã um grande fl xo can a volta do j0 r E: 'a din n, o .Ôni -------------- ) cE' IA, plan, 2 no ?R0.R? PLA! SÉ WOCÉ SE CIIDAR A MS NÃO VII TE FEAR RNA. 'TRIUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL ---------------------------- • A 04 BELA VISTA, 27 DE JULHO DE 1991 - PAGIN - 1 .------ --------------------,- • I ( ! 1 l ' J 0BIENT&DOR PROFISSIONAL & COMERCIIL dvocacia C,..ltl..OS A. NAZARI ll0l1Gl(S pet a te ar ate aar Caova Civeis e Criminais ia - I' de Novebro - N? 505 Fone - 439 - 1382 - Uc ln V .16 tn Mato Grosso do Sul NELSON CHAGAS Advogado OAII - MS Fones - 251 - 1721 - 251 - 1712 - Escritór.lo - Residência Escritório - Run T. Bernardes - N? 826 Hcoidêncin Av. Gel. Camissiio - Nf! 657 1- Jardim - , Mato Grosso do Sul f@socais '1 ITAl.0 FRANCISCO ESTEFANINI Advogados Rua~ Dr. Acy Coelho de Oliveira - Fone - 251 - 1489 - Centro - Jardim - Mato Grosso do Sul Dr. José Ribamar Cruz da Silva * Consultório Médico e ClnecoJÓg1co *-Partos e Cllnica Geral Rua - General Osório Fone- 39 - 1248 Cen - 79.260 - Bela Vista-- 11.uto Grosso do Sul N9 593 Escritório de -ff dvocacia DR!! VP.RA LOUREIRO DE ALMEIDA DR! VILMA DA SILVA Rua Advogadas catabà, s/ne Fone - 4)9 1290 - 439 - llJ7 - Bela Vista - Mato Grosso do Sul Escritório Residência Advogado MARCUS ANTONIO RUIZ Rua - 14 de Maio Fone - 251 - 12)0 - 251 - 17)6 Cep - 79.240 Jardim - Mato Grosso do Sul - Nf! 470 - Residência - Escritório Advogado IJR. SALVADOR LOUREIRO OAB/HS CIG: 029.875.191 - 20 Escritório - Av. Duque de Caxias - Nf! 783 J.369 Fone - 251 - 1761 Residência - Rua Olavo Bllac Fone - 251 - 14'10 - Cohab - Jardim - Mato Grosso do Sul - N<:! 146 PROMATRE CLÍNICA GERAL - CLINICA CEP.AL • PARTOS - CIRURGIAS • A NOVA CASA DE SAl)og DE JARDIM tlS Hfi>HXl R.ESPONSÃVEL: Dr. SAKIAJiA ATENDIMENTO- 24:00 bs • FONE: (067) 251- 1011 RUA SAUL HORAES DE DEUS, NO - 1217 VIA BRASIL JARDIM - MATO CROSSO DO SUL ,J .J SETE ETREE S EMIB: .IÓE A SETE ESTRELAS EMBRIÕES convida você ã conhecer de perto, os extraordi­ nários resultados alcançados em seu primeiro ano de trabalho comercial. 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"Os sete objetivos dietéticos" Os sete objetivon, que visam a orienti-lo nos assuntos nutri cionais, são conselhos que umã pessoa deve esforçar-se para se guir. Vejamos: - 1. Coma uma variedade de ali mentos. Fazer isto, assegura a ingestão adequada de todos os nutrientes que se precisa e re­ duz sua exposição a qualquer a·· limento que possa ter contami - nantes em excesso; 2. Mantenha seu peso ideal Faça isto, equilibrando sua in­ gestão calórica e suas ativida­ des. Este equilíbrio será discu tido, mais detalhadamente, em futuras notas informativas; 3. Evite alimentos gordura·· sos; 4. Coma alimentos com quanti dades adequadas do amido e fi = bra; 5. Evite açúcar demais. Isto equilibra sua ingestão calórica com suas necessidades o reduz também, a possibilidade da cá ries; 6. Evito comidas salgadas Fazer isto ajuda a prevenir-se contra a pressão alta; 7. No caso de ingerir bebida alccólica, fazê··lo moderadamen­ te. "Viva mais. Mantenha-se em forma". "EXERCÍCIOS ABDOMINAIS PARA DI­ MINUIR GORDURA LOCJLIZJ1" Esta é uma das muitas cren -­ ças que envolvem o treinarnento­ fisico. Os exercícios abdomina­ is são de grande importãncia p~ ra a prevenção de dores lomba - res, para urna boa estética cor­ poral e também desenvolvem rnú~­ culos importantes na manutençao de uma boa·postura. Porém, não existe perda significativa de gordura na região abdominal por conseqüencia de exercícios loc~ lizados. Existe alguma gordura armaze nada em todas as células do nos so corpo. Geralmente, o local - de maior concentração é a regi·· ao em volta da cintura, pois· é nesta área que encontramos a maior quantidade de células gordurosas. Ao realizarmos os e x·rcícios abdominais, o organis mo não utiliza, especificanen " te, as célula gordurosas loca lizadas nesta região como fonte do energia para o trabalho fis! co. Afim de que haja uma diminui c;ão desta gordura corporal, te= mos que realizar os exercícios­ aeróbicos. Estes exercícios uti lizam quantidades de oxigênio em uma complicada cadeia de rea ções químicas, que irá propor= clonar uma "queima" destes depô sitos de gordura. - ~ importante salientar que também é necessário haver um controle da ingestão alimentar, pois de nada adiantará o exerci cio sem um controle balanceado~ de sua alimentação. "EXERCÍCIOS F1SICOS X CALOR" O nosso organismo possui um sistema de regulação da tempera tura corporal que procura man -. ter a temperatura interna em t.àrno de 37QC. Ao realizarmos e xercícios físicos, o calor gera do nos músculos, que estão sen­ do exercitados, aumenta nossa - temperatura corporal interna Com isso, passa a ocorrer uma - elevada troca de calor, princi­ palmente através da evaporação­ do suor produzido, entre o erga nismo e o meio ambiente. Devido ao aumento da quantidade de su­ or, perdemos vários componentes importantes para o bom andamen­ to de nossas funções intirnas tais corno, água, sódio, potás - sio. A transpiração impõe deman das às reservas liquidas do or­ ganismo e produz um estado rela tiva de desidratação. se a transpiração for excessiva e o· líquido· não for reposto'. con­ tinuamente, o volume sangüineo­ dirninui e a temperatura interna pode alcançar niveis letais. O risco de ocorrência das "doenças térmicas" pode serre­ duzida, significativamente, por meio das seguintes precauções - reposição adequada de á Florestal Apreende Barcos, Armas e P·escado na Região Sul do MS barcos a motores. A Polícia Federal ago ra está investigan­ do denuncia de mora dores de que outros caçadores estariam­ aginclo na região , matando em média 15 animais silvestres-­ por semana. APRP.RNSÃO DE PESCA­ DO balho foi mais do o rientacão aos mo'O • ristas públicos cn geral sobre o conpo» a.monto para rviL,,l'· danos à natureza. Outro trabalho relizado durante opcruç,io,. foi .1 vir· toria ·m peixarias • is Dourados, pedid pela Comi são Munic pal de Defesa do Me­ io Ambiente. 5ecund o comando da flores tal for um fiscaliza dos também feiras 1 vres, lanchonrtco até residências qu mnntêem pescado Pm • depósitos. MATERIAL APREENDIDO (TOTAL) Armas de fogo ..1 Caças abatidas.0 Gaiolas 25 Alçapões lC Fisgas p/caca..0 Barcos O~ Lanchas 2~ Espinhe! ! ...... 1.500 metros Rede de pesca .. , .... 15 mil metros. Caixa térrnicas.61 Tarrafas ._ 1 Pescado . 3.500 quilos. I gua; - aclimatação ao calor; e - exata avaliação das condi- ções ambientais para a prática- de exercícios físicos. • ANIVERSARIARAM Dia 21 Julho - Ten Eucl·ides-· e Andréia (esposa,Ten Ramos) Ext':RCITO! Brasileiros irman­ dadas sem distinçaõ de raças classes ou credos. CLAUDIUS VINICIUS DE CASTRO AL­ MEIDA RODRIGUES - Cap Cav - Re­ laçoes Publicas - 109 R c MEC. Uma blitz relam­ pago da Polícia Flo restal nos rios do r,ourados,Rio Bri - Jhantc, Nnviraí 0 vinhema, resultou­ r.uma das maiores a­ preensões de materi l irregular de pes ca já feita no Mato Grosso do Sul. Uma patrulha volante nos rios Dourados , nrilhante e Ivinhe­ ra, atê a "Ponte da Angêlica", culminou com a apreensão de 25 lanchas e a de - tenção de 60 pesca­ dores, sequndo in­ formações do cornan­ lante da Policia I'lorestal, Paulo Marques Vaz. As lan chas foram apreendi das no Rio Bahia ~ <:ue passa nos muni­ cípios de Nova 1n - dradina, Angélica e Ivinherna. O trabalho da Po J.icia Florestal taiii bém registrou a a= preensão de vários­ nateriais de caça - ~spingardas, muni - rãa, revólveres e é.rrnadilhas além da prisão de quatro pessoas. Os caçado­ res foram encaminha dos a Divisão da Po licia Federal de Dourados, onde fo - ram autuados em fla rante, de acordo= com nota distribui­ la pelo comando da I'lorestal. Na Federal foram relacionados os se­ uintes materiais : caça abat_ida., qua - t.ro espingarda; fis as,dois cães, se­ J.ibrins, além de A "operação-re - lârnpago" da Flores­ tal na região sul - do Estado ainda re­ sultou na apreensão de três mil e qui - nhcntos quilos de pescados, além de redes e tarrafas Segundo informou o comandante da Flo - restal, Paulo Vaz , depois de autuar os pescadores na regi­ ão do Rio Bahia, os reuniu, para conver sar sobre as penalI dades às quais es tão sujeitos, caso venham reincidir na contravenção. Paulo Vaz garantiu que os 60 pescadores flagrados atuando - irregularmente fo - ram orientados so bre a proibição da pesca pror"issional­ naquela região eco mo devem se prece= der, no caso da pes ca amadora. - Durante o final­ de semana também, a Florestal montou barreiras nas rodo­ vias que dão aces­ so aos Municípios~ de Nova Andradina, Dourados, Angélica,' Ivinhema e Navirai. Neste caso, o tra - PROMOSUL MONTA B, RRACA , KARTODROMO DA CAPITAL ; Acontece em Campo Grande, nos dias 27 e 28 de julho, o 269 Capeonato BrasIleIro de Kart categorlns jÚnlor menores e Júnior nov~to. A Flm-t.>ção de l't'c>iooção de "Nato Grosso do Sul (PR· llASUL), c,c,ntou umn barraca e vai coercializar alimentos durante toda esta semana que antec c~e a rc..:il.lz.açDo das provas. A renda revertida p:irn o projeto Pé-de-Moleque, que ajuda menor carentes de Campo Grande. A barraca da Proaosul ale de atender,o publico que vai co::tparece. o Kart6droo nos dias das provas, (cinco mil pessoas) também servirá refeições e lanchem p ra os ingredientes das equipes do "circo do Kart". Os organizadores da prova Informaram ontem que todos os det.alhe.s para o circuito de Car Crande ja estão acertados .. A pista, inclusive, está rig.orosaoc:nt.e dentro das normas: e.stnbel cidns pelos õrgâos supcrlo['t!!; do knrtl.smo nacional. O plso fol revestido e as zebras e pneu. • cie segurança foram pintados de aarelo e vermelho, para facilitar as manobras dos pilotos. l Segundo os organizadores, apenas as arquibancadas no estio prontas, mas devem estar te radas até o meados da semana .. s arquibancadas, segundo preve a Confederação Sul-Mato-Crosz re de Kart deve abrigar ais de cinco m! Pessoas- 1. NOSSO REBANHO TEM QUE EMBARCAR.. CARIMBE O PASSAPORTE NELE. o dln ansf o 65 VACINA ANTI-·AFTOSA ATi3O DE JULHO. Secretaria de Esta do de Agricultura PecuirLa e Lrento Agrário ul, ' aca' ' ) GE IA, p!Ln to ti 27 DR JULHO DE 199I - PAGINA 06 JORNAL TRIUNA A FRONTE1IR P''?_"@"O"" AR NS VEM A MS E PARTICIPA DA EMPOSSADOS OS NOVOS IHAUCiURA(ÃO DA "CAIUÁS" MEMBROS DO CETRIN/MS O Secretário Nacional de Ia t.ação, Ramon Arnüs Filho par­ cipou da inauguração do Con nto Residencial Caius, cm A­ bai. 5equndo Paulo Correa, Secre rio de llabitação e Dc:;envolv!. nto Urbano do Estado serão en coques 106 casas para familias , m renda mensal de até 3 sala­ os mínimos. 1 Com cana inauguração, o Go­ l rno totaliza a entrega de 643 sas populares, de um projeto- c prcy6 a construçao, ate o [nal de 93, de 45 mil moradias 1 As cidades beneficiadas ate ora foram Dourados (260 unida [s); Paranaíba (115); Sidrolãn , a (100); e Fátima do Sul (62 idades) . , A Secretaria de Habitação , qundo Paulo Correa, deve ini­ ' .ar nos próximos dias a cons - 'ução de dois conjuntos de a­ rtamentos para os servidores­ Polícia Militar e da Secreta a de Educação. Até o final de vembro serão inaugurados_ no­ s residenciais, nas regioes - is carentes do Estado. As casas do Conjunto Caiuás Amambai, possuem dois quar - 1s, sala, cozinha e banheiro , o dotadas de água potável e de de esgoto, além de estarem ~calizadas próximo aos servi ' ,_i -------------------------'------, ! Secretário de Hnbitncõo Pnulo Cor rcn. ços essenciais, como educação Saúde, telefone e segurança blica. Na solenidade de Inauguração o vice-Governador Ary Rigo repre sentou o Governador Pedrossian. ' __, ----· -------- DESCONTO DE ATÉ -...__,. 30% EM SUAS COM PRAS À VISTA! - . ·-- . PRESENTEI COM CARINHO, PRE­ SENTEIE COM A MORENA CALCA DOS! A SENSAÇÀO DO MOMENTO - SA,PATO TRATORADO; BOTINAS UP SllOES; CALÇADOS AZALÉIA, BOTAS, ETC ... RUA COMANDANTE CAMISÃO, 178 - FONE - 454-2081 MARACAJU- MATO GROSSO DO SUL De entores de um mandato de dois anos e com o objeti o­ maior de elaborarem as normas­ e diretrizes legais p/ o tran­ sito de Mato grosso do sul, to maram posse no gabinete do Se­ cretário de Segurança Publica, os novos integrantes do Conse­ lho Estadual de Trânsito - CE­ TRAN/MS. A composição do Conselho - tem um caráter dcmocrático,uma vez que os sindicatos e insti­ tuices indicam e o Governo do Estado homologa e nomeia seus membros. Apenas seu presidente é definido pelo próprio gover­ no do Estado. A partir de ago­ ra, o CETRAN terá alguns me­ ses, para que apresente o pla­ no de normas e diretrizes para o trânsito. OS INTEGRANTES Foram empossados, como pre sidente professor Raimundo No­ nato Teixeira, além dos se­ guintes membros e respectivas­ entidades e órgãos de origem: Rudel Espíndola Trindade, do Detran; Manoel Mendes Martins­ Filho, do Dersul; Cal Paulo de Gusmão Delino, do Ministério - do Exército; Horst Otto Schley do Sindicato .de Transportes de Carga; José Joaquim da Silva , da Prefeitura de Campo Grande; Luiz Carlos Spengler Filho; do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos, e final mente, Josinori Higa, do Toü ring Club. O Conselho Estadual de trânsito é um órgão normativo­ e tem como objetivo zelar pelo Sccrctiirio de Scgurancn Pública, Jose Rizkallah. cumprimento da Legislação, en­ caminhar consultas ao CONTRAN; propor medidas para o aferfei­ coamento das leis de trânsito, regulamentar a expedição de au torização para conduzir veícu­ los a traçã~ animal, e ainda, propor os valores das multas - cobradas no Estado. Os membros do Conselho de trânsito não recebem remunera­ ção do Governo, e por ser um órgão máximo normativo do Esta do, deve prestar informações= detalhadas, periódicamente ao CONTRAN, em Brasília. - " DROGDRIA SINJ0. a,T0NIO OH IRES PARA HELIIOR ATENDER DI JARDJH Av. Duque de CLas, 507 - Fone: 251 - 1091 NA VIL CAMISÃO ERCDDO REGISTRA NO LT NOS FAEÇS DO 80 O preço da arroba do boi gordo teve alta de 7,1% na semana passada, quando subiu de Cr$ 7 mil para Cr$ 7,5 mil, para paga mentes à vista. Segundo Itacil Gamero, presidente do Sindicato das Indústrias do Frio (Sindfrio}, a principal causa da alta é a redução da oferta de bois para abate. Isso por que o pecuarista continua a reter o boi no pasto espera de melhores preços, afirma Gamero. Ele acredita que a concorrencia da carne de frango possa frear novos aumentos no preço da carne bovina. Para Sylvio Lazzarini, presidente da As sociação Brasileira dos Confinadores (Abraco), a alta no preçÕ da arroba deve-se ao aumento da demanda pela carne bovina. os­ preços da carne de segunda estão congelados e acessíveis a ma­ ior parcela de consumidores. Já a carne de primeira - 1 • b d - d . . d , com pre ços 1 era os, e a quiri ~ pela faixa de maior poder aquisiti­ vo. REDUÇAO Conforme estimativa de Victor Nehmi FiIhc a 3 d D t t d E . d .• . o,. iretor - o epar amen o e conomia {o Sindicato Nacional dos Pecuaris tg5 d@ado }g grte (sindipee). este ano serão confinadas 7 5 mi ca eças e ovino contra 850 mil no ano pass d . • 1 d d - d fi a o. A princi- pa causa are uçao o con namento, segundo el - - dos grandes pecuaristas por atividades mais lu et, _eª opçao O:· E:tad ·1,· crativas h s cincto s af osdBra 1 s 9 i 9 eiros que~mais confinaram s;us reba n os na en ressa ra e O foram: Sao Paulo 200 s - Minas Gerais, 135 mil; Goiás 130 mil Paran - 70 . mil cabeças, Grosso do Sul, 60 mil. . ' ª mil e Ma to- Av. ll de Dezebro, 63 - Fone: 251. - 131+1 ! E EN CUIA LOPllS DA LACUNA Pç,,, Coronc, c.ml.:!iio - Fone: 2.5J. - 11s94 'CONFIANÇA NIO SR INPOE, ADQUIRE-SE" L--=-=------~---------_:• _ _Ll ~==:.:::;::::::====:.:::==::=:::::::::::=::::=:::::::a:::;.::!::==:;: 2 -il I JORNAL TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIARIO REGIONAL BELA VISTA, 27 DE JULHO DE 1991 PAGI 07 ------- T.RIDUnA fflURTlftHEnS MDSCI DOS CHIFRES Rotary Club de Porto Mortinho: Inicia-se um novo Tempo J é de conhecimento de todo o produtores rara ln envolvidon nn pacuárln de corte e leite, da exs têncIa da Moca do Chifren, que vem atacando o re­ banho bovino cm quOSI' todoN os municípios do Estado e outro Estados. A Mosca dos Chifres é uma praga - que uc difunde com grande velocidade nas fescs íres cas dos n1mais e causa preJufzo de 307 no ganho de peso e 407 na produção leite!ta. Esta praga deposi­ ta OH OVOS nas fezes frcscno dos nnimnio, ovos cs - ten que se trnnsfonna em lnrva e posterionnente em pupo o cm seguida uma nova mosca para atacar os bo­ vinos e colocar novos ovos. ERtc ciclo de ovo a ovo dura mais ou menoA 15 di nfl portanto flua reprodução é muito rápida e se não= forem tomadas medidas de controle em pouco tempo e­ xistiri um grande número de moscas na propriedade e os preju!zos serão grandes. Para se tentar amenizar a situacào vai ni algumas recomendacões técnicas fornecidas pela EMIIRAPA para controle da Mosca dos Chifres: 1 - Tratar os animaiR em maio, utilizando-se um produto à base de piretróide mais tratamento contra llelmintos (Vennes). 2 - Não tratar os animais durante a época de se­ ca (junho, julho, agosto), quando o n~mero de mos cas é baixo. 3 - Tratar todos os animais em setembro, utili - zando-se um produto ORGANOFOSFORADO (houve troca de princípio ativo) mais tratamento comtra Helmintos (vermes). Este tratnmento irá agir contra a Mosca - dos Chifres, carrapatos, bernes e helmintos (ver mes). Desta fprmn os animais entrarão no período chuvoso em melhores condições para enfrentar os ní­ veis altos de infestacão esperados. A partir daí, não tratar mais os animais até a média geral do rebnnho alcançar 200 HOSCAS/ANIMAL Neste momento o produtor poderá optar pelo uso de uma tratamento de IMERSÃO, ASPERSÃO, "Pour-On" ou ainda, o Brinco (Piretróide), desde que o mesmo se­ ja retirado em fevereiro, em funcào da criação de resistência pela Mosca. Aliado a este tratamento, recomenda-se a utiliza cão do BESOURO (ONTIIOPHAGUS GASELLA (ROLA BOSTA)) °i pastagem em quantidade suficiente e de boa qualida­ de. FONTE - EMBRAPA/CNPGC (DOCUMENTO 45) Caso ~steja ocorrendo ataque desta praga em sua­ propriedade procure os escritórios da EMPAER para e fetuar o REGISTRO DE OCORIÚ'.NCIA. Vacine a seu Febre Gado Contra Aftosa para que possamos tocar­ na pessoa de um cidadào­ humilde, trabalhador , com personalidade marcan te, compreensivo, enfim­ uma pessoa diferente que para conhecê-lo me - lhor, só trocando umas idéias com ele. Empresário, vereador, hoje Presidente do PMDB­ e Presidente do Rotary - Clob pela 22 vez. Cida - dão preocupado com o pro gresso de Porto MurtinhÕ. principalmente na área - da Educação, Meio Ambien te e Assistência Soei: al, que ao seu ver, são áreas que necessitam uma atenção especial, levan­ do-se em consideração a saúde, que é incluída na parte da Assistência So­ cial. O Rotary Club de Por­ to Murtinho-MS, tem par­ ticipado ativamente dos acontecimentos do Municí pio, realizando um traba lho de grande relevância social. Com o Sr. Feliciano - na Presidência, que assu me pela 2~ vez, pois no biênio 86/87, o Presiden te do Rotarv Club êambéi foi o Sr. Feliciano, que LESÃO CORPORAL No dia 1.4.07.91, por volta das 02:JO hs, CARLOS CORO!ffiL e UURO BARROS e outra pessoa na ser idcntlflcadn, ngredlrnm _fls! carente, coa socos e pontapes AINTRSON SOARES SILVA, causando­ lbe ferimentos, A vitima keis da t:rou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Policia, foi enca fnhado para a realização de ex.ru:cc de corpo delito e a nuto ,::Idade poUclal instaurou tn qué.rito policlol pora npurnr - os fatos. INVASÃO DE DOMlCfLIO Com o lema: "OLHE MA­ IS ALÉM DE SI MESMO", o Rotary Club de Porto Mur tInho, no d1 06.07.91, l deu posse ao seu ,novo presidente, Sr. Felicia­ no Marcos de Brito, quP regerá os destinos dessa Casa no biênio 91/92. Falannos na pessoa do Sr. Feliciano Marcos de Brito, se torna um pou - co difícil, não serla por não termos o que fa­ lar, mas pelo simples fa to, que as palavras a se rem usadas, se tornariam obsoletas, os adjetivos­ um tanto descoloridos raje reconduzido ao car­ go, grandes acontecimen­ tos estão por vir. Para o biênio 91/92 , e Presidente da Casa já possui um programa traça do, que relacionamos i ego!r: Rotary Club de Porto­ ~urtinho-MS - Objetivos­ principais para este ano Fotário 1991/92. Presidente - Felicia­ ro Harcos de Brito. lQ - Feitura do piso­ c'a Casa da Amizade. 20 - Mobilizar Casa - da Amizade - Secretaria, Cozinha, Salão de Festas. JQ - Aumento do qua - dro socia! oara 25 (vin­ te e cinco) sócios. 42.- Trabalhos junto­ E comunidade no sentido­ de orientàcão profissio­ ral apoio profissional e reconhecimento profissio ral. - 50 - Serviços à como­ ridaedl'1t=cnte una equipe das Policias Civil- de Gala Lopes da Laguna S. Relação dos Preslden­ tes do Rotar; Club. 1976/77 - Horácio Cat dim dos Santos; 1977/7€­ Hermes Alves da Silva ;/ 1978/79 - Melson Ribe1r1 Feres; 1979/80 - Valde mar Leite dos Sntos 1980/81 - Lino Gauna ;J 1981/82 - José Luiz de Oliveira; 1982/83 - Jo - nas Am.arage; 1983/84 Arthur Heyn; 1984/85 Antonio Carlos Dias Bar­ reto; 1985/86 - Xisto Salvador Antunes; 1986 / 87 - Feliciano Marcos de Brito; 1987/88 - FIro - Luiz da Fonseca; 18/89 Waltencyr Albernaz Coe - lho/Felix llerminio Fere~ 1989/90 - Neri S. More!-. ra O. Paiva; 1990/91- An tonio C. de Serra Gonça ves; 1991/92 - Feliciano Harcos de Brito; 1992/9J Ma,rfcto DavolI (ELEITO) Q e MIILtar dIrtgfu-se até o lo· cal dos fatos e const.:Jtou :i i verdade. Aviso aos Irreponca veis de Plantão, falsa ccunt­ caçao de crie e de li to c.1 te, l gado em nosso código Penal e as eventuais irrcsponsabil{da­ dcs serão apu:ndnow. COCI rigor. PANIFICADOR osé LOJA 1 AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, 712 - FONE (067) 251-1713 LOJA 2 - AVENIDA DTIQUH DE CAXIAS, 342 - FONB (067) 251-1833 ATACADO - AVENIDA II DE DEZEMBRO, 164 - FONB (067) 251-ll61 SUPERMBRCADO a. PANiFICADO~ SÀO JOSÉ, DE JOSÉ LlliS.DESTEFANI, AONDE VBNDER BARATO SE TORNOU TRÃDICÃO! JARDIH - MATO GROSSO DO SUL l"i iini 1 nf o Ôni sc CE ± no ·07i lo um PLA! PAGINA J IOK t,aba P'Autrco 'Torre, tura! denta Idade de rto Murtinho, Condan o Dntacamento de Po ta Mflttr desta efd I - , tende que qui retor a, ven empreendendo nu­ ão de recuperar a o +d,de da olfct MI- t, u tanto denerI- pela opulacio, em ri t!'l•• da ! ltn de apo­ f dos Órion Governamen ire. - ( (EM É O CAIO PLU - •,,'ARCO TCJlltliS 4 BELA VISTA, 2T DE JULHO DE 1.9 91 tl. 'l'HIHU!IA J>A PllONTF.ITlA J>lnRIO REGIONAi, '-' Iun munTInH&t SE Comandante do DestaCamento de Policia Militar Preocupado com a Segurança dos Murtinhenses mlr Moka, Sr. Ozórlo M. dos Santos, I' Dama MIry­ n C. dos Santos, Ver ·a - dor .11.lelxo l'rÓc:;-l'r<':< ldet1 te da Camara Municipal f?rnncl.sco Hojn:; - Chefe de DIIsão de Esportes 2! CIa Fron, Zé da Pron telru, Prenldrnte dn Llgn Esportiva MartInhense-Jus tino Acosta, Sr. Llno Gnu na, Zun1ld:1 J,opcn,Dr. Gi= bin Netto, Vereador Ulpfn no Jacquet, Cllp. PM JtÍU-;; C. Iek, e população em e ral. .li. semente está. lançada, cabe portanto n população Murtinhense, estender o seu apoio, abraçar esta - nobre causa, pois, temos certeza que esta e uma brilhante iniciativa do • Cabo Torres. UM ANTIGO InEAI. O Pollclnl, in 'rzcn uno é cmsprc,•ndido pela soe fedade, é coma nos dLas de hoje, pois, me torna mais fácil, pnra quel,,n que cotão do lnd-;; de fora, criticar, sem no menon •·rr,uer um dedo equer, no sentido de a­ judnr, npoJnr, pura que em conjunto nR 1niclntl­ "UB flurjmn e se concrcti ze, através da fora d1g nn, que é o trabalho. Snbcruos da atual si Natural desta cidade, -lllio d,, peusonu huruil - 2s, ode cursou o prima l,o, e posteriorncnte o 2 grau. Prestou Concur- 1 o pura a Polícia Mili - ar, onde o mesmo foi a­ rovalo e consequentemen e ingressou na Academiã e I'olícin Mllttnr de upo Grande-MS. i Durante cinco anos, e ,.crceu sua funçao de Po­ ,;icinl como Soldado, pc- ·íodo este, cm que este­ •c destacado em Jnrdim, lurtinho e Nioaque, sen­ j, • lo que nesta Última cida le, o mesmo empreendeu; 'a Campanha para cons tru ;ão do Destacamento de ~olícia Militar naquela :idade, na forma de muti ,rão, juntamente com os ·1ernais Policiais, daque- le Destacamento. No decorrer de sua vi como Policial, o mes­ íez curso para Cabo - PM, sendo aprovado e lposteriormeatc designado para Comandar o Destaca­ cento da Polícia Militar desta cidade. 1 No uno de 1987, assu­ miu o Con,,:,,ndo do Destaca mcnto de Polícia Mllitnr de Porto Murtinho, onde o o.esmo encontrou a Polí cio Militar funcionando­ precariamentc, sem vefcu lo, com pessoal efeti·o­ reduzidíssimo, enfim, pa }ra o novo Coandante,no , era apenas, como priori­ dade, manter a ordem , mas além de todas essas tarefas de rotina, a maior missão do Comandan te era o de resgatar a 1 ooral da Polícia Militar nesta cidade, assim como também, dotá-las de mel- os necessários, para o seu devido funcionamento. tuaçio do Governo Esta dual, disse o Cabo Tor - res n nossa imprensa,por isso, a exemplo do que - fizcmÓY cm Nioaque, pre­ tendo dnr início nesta - cidade que hó muito ~-em' sofrendo na árcn de Segu ronca. Disse ainda o Coman - dante, por 1numeras ve - zes, procuramos os auto­ ridades locais, em busca de apoio, requerendo nos Órgãos da esfera estadu­ al, apoio, no sentido de dotar Porto Murtinho, de um Destacamento digno,on de se possa exercer as funcões de um Policial - condignamente, pois cre­ mos que todo comunidade Hurtinhensc, siio sabedo­ res de local onde atual­ mente funciona o nosso Destacaemnto. Recorda-se também Cabo Torres, que todos os Setores Municipais,sc mostraram preocupados com a Polícia Militar por inúmeros vezes, foi doado ao Departamento , pneus, combustíveis, re­ forma de WII antigo vcícu lo, mas que apenas são a poios cmcrgencinis, se: na verdade, o que preci­ samos é um apoio constan te, queremos dotar o Des tacamento de Polícia Mi: litnr de uma infra-cstru tura, que possa atender­ a área rural e urbana , uma tarefa WII tantÓ dif{ cil, no situação que nos encontramos agora,• con ~ cluiu o Comadnante. o construir um Dentacamen- to rm nonsn c1dndr. Pra tanto, o Cnbo Torre, promoveu uma reu nfo co on seus efetf = NOSSO OBJETIVO 0 objetivo da Polícia Militar, naturalmente com o apoio maciço'dn co ""1nidadc Hurtinhensr., se baseia unicamente, em von e demais pessoas, pna ra que de Infcfo pude - fiem crlnr urna F.ntldndc, para que atravéns deln e Jam feitas ns promoçõen, cnm n finnlidnde de ar - recndnr fundo para 1ní - ct,, da obra. Com o apoio da Prcfei tura, do emInente Prefel to Heitor, o terreno se­ ria doado pela Municip~­ lidade, sendo que even - toa a serem realizados, Yisorá somente para nrre cadar fundos, com o obfe tivo da compro de materi ais para constn,ção. - INICIO DOS TRABALHOS lia rcunJ ão pror:11n--f.dn pelo Cabo Torres, criou­ e a Equipe Assoe1ação A tlética Tiradentes, qu~ nn dia 20/07/91 iá parti cipou de um e,·ent!'" rg~ nizado pelo Cabo es, onde renlfzou-se ' e - r,w atividades es rtl - vos, como futebol de a- 1ão e futebol de campo, com a pnrtlcipacâo deu­ ma equlp± de .Vallemf, co mandada pelo Alcatde,Sr. Pablo .11.lcnraz, bem como de uma rquipe dn Colônia Carmelo Peralta - Para - guoi. O evento transcorreu normalmente, se defronta ramas seguintes equipe~ A.A dn Colônia Carmelo - Peralta x Associação A., A. Tiradentes (Futebol - ), de Salão). Participaram também, duna equipe.,; I-"­ fanto-Juvenll de Porto Murtinho-HS, e duas e - quipes de Futebol de Sa Lio Femlnino de Porto - Murtiuho. Futebol de Salão, ne defrontaram a E{juipe de Vallem-1 x A.A. Tirnden- tes de Porto Mortinho , cujo resultado fo1 o se guinte: 6 para a Equipe da Casa e 4 para a equ! pe v-iaitante. No futebol de grana­ do o resultado foi o se guinte: 8 paro a A.A.Ti radcntes de Porto Murtf nho e 3 para a equipe de Vallemi. O evento teve apoio das seguintes personali dadea: Deputado Valde = F Dama Leva às 'olonias Cliertor e Calor wano cisamente na Colônia Bo cafuval, Cursos para Ma lheres e Menores, lem = brando que, esses Cur - sos serão escolhidos pe las pessoas daquel.a co= lÔnia, leYando-se em consideração, a aptidão de cada um. O PRONAV, também ja 1 niciou Cursos de Acol = choado no Km 06, '"ÍSando a Campanha do Agasalho, tudo isto, atendendo sempre ao apelo da comu nidadc carente. - Inúmeras tarefas es­ tão programadas» este dia 28, estará aconte - ccndo no Grêmio dos Sub tenentes e Sargentos u Chá Beneficente, coa {- nício previsto para às 15:00 horas, com inúmeros prêmios. Este evento tam­ bém do PRONAV, tem por ob jetivo também dar apoio= constante a comunidade ca rente. As diversas camadas so ciais, tem respondido altura a todos os mados de colaboração PRONAV, isto sip,nific.~ que o trabalho que vem - sendo'executado pela 1a Dama, vai de encontro aos anseios da comunidade ca­ rente, em todos os sentidos, um trabalho - que todos aprovam, pois a seriedade, o amor co mo base de tratamento só poderá dar bons frutos'. 1~ Dama de Porto Murtinho- Miryan S. dos Santos Com WII intenso traba- Há que se frisar to lho desem·oh·ido pelo das as vezes, para que o PRONAV Municipal, sob o exercício desta tarefa , comando da l~ Oama do Mu não basta ser l? Dama do nicÍpio, Sra Mlryan su:: Município, é antes de tu vestre dos Santos, a co- do necessário, sermos - munidade Rural, vem rece bastantes humildes, ter­ bcndo todo apoio necessá mos muito carinho pelos rio, na área da Assistê~ nossos semelhantes, e a­ eia Social, nesta época- mor pelo trabalho, fato- de muito frio cm nossa res estes, que podemos - região. obsen·ar na 1~ Dama do Neste mês de Julho, a Município, Sra Hiryan l2 Dama Miryan, já envi- que indiscutiYelmente , ou à Colônia Bocaiu'al,i desde que assumiu a dire númeras vezes, assim co- co do PRONAV, en trans mo também às ColÕnias Ca formando em ações de gran choeira e Ingazeira, fa- de re1e."âoc.ia social es- TELEFONE: zendo entrega de coberto ta missão de amor e cari (0 67 ) 439- 1410 res aos necessitados,que nho pe1os necessitados.- t - - MAIORES INFOR.MAÇO- E" nes a epoca se encontram Na area Rural, também µ a mercê do'inverno. estarasendo realizado pre Sra ESTELA. :::::== ==-- - - - - - -1 Gráfica & Editora Apa IMPRESSOS TIPOGRÁFICOS, PANFLETOS. 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