~ 
DIÁRIO REGIONAL. 
a.--i-.em 
, tnh A L João,Bonito,Gafa 1..da Launa --cr$-- 150,hit 
Bela VIta (HS)-quarta--Feira - Jl de Julho de 1,991 - N9: 1.058 - Jardim,1aracaju,Caracol,Porto Murt .nlio,Anton..o 	' 
sitiai 
SEM TfRiiâSiESESPERIDOS IQ 
CDMINHIO EM BONITO, 9 RES 
Tllrctor: Iv:dt!o Pcrcdrn 
Dezenas de traba­ 
lhadores rurais,"sem 
terras", acampados 
às margens da Rodo - 
via que liga Bonito 
à Anastácio, saquea­ 
ram um caminhão boia 
deiro, abatendo nove 
reses no próprio lo­ 
cal. Segundo informa 
ções prestadas por 
telefone, "a cena 
foi dantesca,os sem 
terras atacaram oca 
minhão, armados do 
facas, machados, foi 
ces, e abateram o ga 
do ali mesmo, num es 
petáculo terrível".- 
A mesma fonte dis 
se-nos que anterior= 
mente, os sem terras 
/ 
I 
'"' 
haviam atacado um ca 
minhão que transpor= 
tava alimentos, do 
Mercado Atacadão,dei 
xando apavorado o mo 
torista. Os mesmos= 
"sem terras", também 
ocuparam a Prefeitu­ 
ra Municipal de noni 
to, reivindicando 
providências,pois es 
a- 
Vereador Jorae de Souza 
Alaíde Corrêa 
Interditada 
tão há muito tempo 
esperando urna deci­ 
são das autoridades 
e nada foi feito. 
Mais de 100 poli 
ciais interviram e 
prenderam diversos 
trabalhadores,todos 
despejados da Fazen 
da Taquaralzinho,em 
Anastácio. 
O combativo Ve - 
reador Jorge Rosa, 
PresidentP. da Câma­ 
ra Municipal de Be­ 
la Vista, apesar de 
a Câmara estar em 
recesso, atende to­ 
dos os dias, em seu 
Escritório, na pró­ 
pria Cãnara, ou no 
Clube elavistense, 
do qual é Presiden­ 
te, eleitores e o 
povo em geral. 
Jorge não faz 
0istinção partidá 
ria, procura benefi 
ciar a comunidade , 
por entender que foi 
eleito "para defen­ 
der os interesses 
de Bela Vista". 
Falando ao Diá 
Tribuna da Frontei- 
Segundo o porta­ 
voz do Movimento , 
"estes trabalhado - 
res estão sobrevi - 
vendo em condições 
lamentávies, mulhe­ 
ros e crianças es 
tão passando fome e 
o desespero os le - 
va a tomarem atitu 
des como estas". Mo 
radorcs de Donilo 
qaram para a Redacio, 
falaram do temor e 1a 
ceio de que a situado! 
piore e os srm tcrr 
invadam a cidadc,snt, 
qucando mercados."í 
nal, disse um destae 
moradores, um homem 
com fomc,vcndo os s 
filhos passarem nec 
didades é capaz de tdc 
0 
5 
fia 
L(Q1t. t: 
taras atividades 
produtivas cm no_ 
5 
cidgd:6 ver Bela id 
ta hoje, após a E 
BEL, as ruas cstã 
vazias, os comerci" 
tes passam o dia d.. 
versando,os funcid 
rios parados às Pi 
tas das lojas, é i 
quadro triste", , 
comenta - para 1. • 
gir com cntusia!' 
mo, "mas temos pq 
tencial, é só trat, 
lhar no sentido d 
7.. 
rão um pouco de si 
salientou o nob1 
Vereador Jorge 
Souza Rosa. 
Calçadas em Frente as Residência 
' 
A Rua Alaide da 
S. Corrêa, que corta 
os Bairros Primave - 
rase Costa e Silva, 
ligando este último 
ao Bairro Itaboraí, 
há vários meses en - 
contra-se praticamen 
te interdiata no tre 
choque dá acesso ao 
Itaboraí, onde for - 
mou-se uma verdadei­ 
ra lagoa devido as 
chuvas, com· as 
lamas impedindo o 
trânsito tanto de 
veículos como de pe- 
destres. 
Hoje, com a falta 
de chuva há vários - 
dias, formou-se um 
arande buraco fazen­ 
do com que o trânsi­ 
to fosse desviado pa 
ra as laterais da 
rua, assim mesmo com 
muitas dificuldades. 
Por enquanto ain­ 
da é possível, com 
um pouco de cautela, 
cruzar pelo local 
mas. em caso de uma pe 
quena chuva e devidÕ 
a região ser bastan­ 
te alagadiça com cer 
teza a Alaide S. Cor 
rêa nao dará passa - 
gem para quem vai do 
Bairro Costa e Silva 
ao Itaborai, ou vice 
versa, causando - 
transtornos aos mora 
dores e famílias que 
necessitam cruzar 
diariamente pela via. 
Provavelmente de­ 
vido ao ritmo inten­ 
so dos trabalhos de 
asfaltamento da rua 
Soares da Rocha e 
transversais,o Secre 
tário de Obras Mar - 
cos Câmara ainda nao 
tomou conhecimento 
do problema,com a no 
tícia provavelmente 
o Engenheiro determi 
nará o envio de uns 
caminhões de aterro 
e uma patrola para 
resolver de uma vez 
por todas a situação, 
atendendo a pedidos 
de vários moradores 
daquelas imediações, 
pois trata-se de 
um. serviço de fa­ 
cil e rápida exe­ 
cução. 
Vamos esperar pa 
ra ver! 
Rosa 
A coisa parece 
sintomática, na par­ 
te alta da cidade , 
tão logo o Prefeito 
Edson Moraes termi - 
nou as obras de as -­ 
faltamento,num total 
de 40.500m
2 vários - 
proprietários de re­ 
sidências começaram 
a construir suas cal 
çadas, numa demons - 
tração de responsabi 
lidade e preocupação 
com o visual e embe­ 
lezamento da Prince­ 
sa do Apa,além do fa 
to de que com o as= 
faltamento ninguém-· 
vai querer barro ape 
nas em frente da ca­ 
sa para sujar a resi 
dência. 
O mesmo já vem se 
verificando na Rua - 
General Soares da Ro 
cha e transversais: 
cujos serviços estão 
em fase final, vãri­ 
os proprietirios já 
estão se movimentan­ 
do para cônstruir as 
calcadas, até mesmo 
aquelas pessoas de 
menor.poder aquisiti 
vo estão procurando 
uma forma de execu - 
taro serviço. Como 
em toda regra exis 
ra, ele disse que 
"tão logo sejam rei 
niciados os traba 
lhos Legislativos , 
irá apresentar vá - 
rios projetos visan 
do criar alternati­ 
vas para o desenvol 
vimento de nossa ci 
dade, solidário com 
a campanha que a TF 
vem desenvolvendo - 
para agilizar oco­ 
mércio e a indús 
tria belavistense". 
"Nosso povo pre­ 
cisa de empregos 
diz Jorqe - e oco­ 
mércio e a indús 
tria são os que po­ 
derão gerar mais em 
pregos, alguém pre­ 
cisa fazer alguma 
coisa para desper - 
;, , 
ps 
Calçadas nas ruas asfaltadas, uma melhoria necessária 
tem excessões,alguns 
mais acomodados, in 
clusive mais favore 
e idos pela sorte ,c:ciii 
melhor poder aquisi 
tivo,preferem que a 
sujeira da frente - 
de suas casas conti 
nue,inclusive sujan 
do o próprio asfal­ 
to que é mantido sem 
pre limpo pelos jo­ 
vens "Garis"da LBAi 
PRONAV Municipal,e­ 
xemplo disso são os 
veículos que saem - 
da área das residên 
cias sem calçamento, 
com os pneus todo - 
embarrado. o Prefei 
to Edson Moraes por 
enquanto não pode - 
fazer nada,mas já an 
da pensando'no assun 
to,pois pretende a= 
tê o final de seu mari 
dato dotar a cidade 
de um aspecto pare­ 
cido com os das ci.da 
des do interior de 
São Pulo, toda asf. 
.. 	Jmc.•n- 
tadinha,calçada,grren 
mada,com água,luz ostG 
esgotos atendendo de 
da a populacão. ' e­ 
das medidas que ele "" 
de adotar é constr dia 
calçadas e depois """ 
contar no IPTU dos dia­ 
radores, com uma 
salva, essa opcão a. 
dera sair bem mai 
ra do que o propr 
r1o mandar fazer : 
feitoria. ª--

'! 1)1 J'IIO!ITP.J Ili 
l' . poli', ,, ,. ' por 307 da produção de 
:l ,.!:io ,to f:r;tn,to, com o ,•qulvalent.,, 
? m!!h. de arrobas/ano, a Coopei 
fva tgcon ai-'torosense Lt di-- 
COPAS'L,, !Aada em !avira[, acaba de 
·roywr a Spr Intendêncfa Regional'do 
isco do Bali, o financiamento pra 
a implantação de um complexo Inda 
rial, tos ri produzir pela primeira 
·,; 110 I· .. 1 oo, ,, fJo ,J,, nlr.otl:io p 1r-1 
IndGst'+ til. A ren!o de apre 
vnt «to la proposta aconteceu no fa- 
1 
btete do cretãrto de Tor1mo, ln - 
dostla tUorcfo, Aldayr Helerle, 
A fibrtea de flos de algodão,a ter 
!1 ,,t.11,,rl;, nu•.·1 nn,pln ,trou, no MunJ'.c{- 
p 1 o de A.,ra, deverá absorver 257. 
do totnl du prodo de toda u coopc­ 
r,tt1vn, 1,e- ,L,,·,lmentc conta cou 3000 
a±so Lados, trabalhando apenas no se-· 
u,r ,ln pro,1 ação de alodo. Isso quer 
' !}zer qa, cenforme o diretor-presi - 
t Ol!ll1 e da Cosul, Sakae Kamttaní, "a­ 
} 1em te poder oferecer ao mercado Ln - 
•; tsruo o odto fi induetrinlj.zndo' , 
1
/ poder ato: co:.t luar exportando para 
outros E .. tnrlos, principalmente oa1· do 
sul do Puld, o dlgoclio pnra ser e- 
íllbtlo", 	/i,· 
?RODliÇÃO: 2 mil kg/mês t 
,: 
Caso realente se concretize o 1- 
1131c 1 ~,11wnto global do comple.xo indus­ 
trl~l. que prevê n obtençio de recur­ 
os através do FCO - Fundo tonetitu - 
1: cional de Financiamento para o Centro 
, Oeste, do Finame, além de incentivos 
flscnls do Estado e do Município, sua 
produçio inicial será de 200 mil qui­ 
los Jc fios, por mês, podendo o alio­ 
dão ser beneficiado nos medidas 20,24 
e 30, as quniq aio destlnndns exata - 
ocntc a atender o mercado de malharia 
" confecco de tonlhas e muitas outras. 
lll A.H IO RP.G IONAL, 
Por sua vez, o Superintendente Rc - 
gionnl do.Banco dct Bras!l,Manoêl Pinto, 
Souzn J~nior, gru:antiu que a "institui­ 
cão não vê nenhum lmpecilho em contri-; 
buir para que o s.9mplexo seja implan~ 
do. Essa não ,é_ a pr,imcira vez que a c!!J 
pasul Íecorre no·nanco do Brasil e se~ 
pre se'mostrou altamente competente na 
destinação dos recurs~s". O SuperinteA 
dente do BB, Manoel Pinb se fazia a -, 
companhar do Coordenador~dn Gabinete~ 
do Sur_erintendência, Jorge 'Tamashiro , 
tendo participndo de encontro, o Geren 
te do;~nco da cidade de Naviraí,_~1ã; 
dt~ e Sbares, o diretor-secretario 
,t~â • su'f"i Edsc:A1 Y. Shingu além de 
.... - ~~-· - 
 MICROS E PEQUENAS EMPRESAS ..co kdz Carlos MInechtnne, agrong 
} 	mio a coor :rattva. 
1 
Para o Pu,fcito da cidade de Navi- '· :' INVESTIMENTO: US$ 2S MT 
. ral, Onevam de ~attos, que acompanh~- , 
 va os dir!gentes da Cooperativa, j Para que comece a produzir os cerca 
implantaçao desse complexo, reveste - de 200 mil quilos de fio de algodão 
sé ninda de uma maior importância, já por mês, previstos no projeto inicial, 
que deverá resultar no surgimento de a ind~stria deverá absorver um investi 
várias micros, pequenas e médias em - menta da ordem de Cr$ 9 bilhões (o e= 
presas de confecção, gerando assim - quivalente a US$ 25 milhões), isso ln­ 
muitos empregos e tributos para o Mu- cluindo a parte de estrutura física do 
nicÍpio e uo Estado. Nós estamos ofe- complexo, mnqulnários e equipamentos - 
rccendo teclo apoio a essa iniciativa necessários para a sua operacionaliza­ 
e nos colocando ô disposiçio dos orga çào. Ao final do encontro,o Seci,·ãrio 
nlsmos oficiais, como o CDI (ConselhÕ de Turismo, Indústria e Comércio, Al - 
de Desenvolvimento Industrial), para dayr Heberle, manifestou sua confi,.nça 
avaliar a proposta". 	no projeto,que agora será subpietido ao 
=anuir =wu=ame»en a« m e u Conselho de Desenvolvimento Industrial. 
O nü.r:iero crc~ccntc. de autooó 
veIs circulando hoje pelas ruis 
era, entre di·crsos probleoas, 
w:. trâwlto tntc11so e contínuo. 
Pnra ag.rnv.1r J. situação, ao­ 
an-se as con:Iões das vias pi 
blica!l (> a :::..:.i.r.ut.1.:r..;ão dos vefeu­ 
los que, aia-se de passagema , 
em ruitos casos, é deficitária. 
E é neste àlt!ro que vanos - 
nos d<'tcr. 
Para !ncllitar o cntcndl.ccn­ 
to, ::,c.::oi- qm.· :..1.bcr dlfercnclAr 
os dols tlpos de mn.nutençnõ : 
1 
rretiva e preventiva. 
t:'-t;uanto ,l corrctlvn é ut1U. 
zada quando bO::OS obrigado& ã 
reparar alçus couponente ou pe- 
e 
a, a preventiva procun1 nnte­ 
cipllr-se, evitando quebras~, 
consequente.mente, transtornós. 
Alem do que, nodo é -pior" .do 
que um.o fila de carros butinan 
do atrás do seu veiculo. - 
lnfcllzoentc, a. grnnde e.li 
oria_dos motoristas'preocupa­ 
se so com a corretiva, esque - 
cendo-se de que a preventiva , 
alem de e.ais segura, e ais ba 
rata. 
Uon. simples análise nos mos 
tra que os riscos são bcc c:e--=­ 
nores e as despesas mAis nuoii 
veis quando esta Última ê colÕ 
cada e.e prática. 	- 
,S1.cples cuidados, como: 
1 
- troca de Óleo do ootor 
- veriílcaç.ão dos freios a ca- 
da 5.000km 
- alinh.o.oento direção/suspe.n - 
são a cnda. 10.000kD 
- trocn de nr::ortecedores o ca­ 
da 30.000k:11 
- substituição dos filtros de 
coobustlvel, de Óleo e de .or , 
conformc indicações, s.ão cuito 
in.portantes para a sua seguran­ 
ça, 
~ boc ta.cbém não esquecer - 
que uma veriflcacão scc.anal, a­ 
brangendo: pressão de pneus, nl 
vel de águ., do radiador, lnape": 
çõ.o da bnteri4;io e.xamc geral das 
condlçÕCs das lnntcrnns, do 
1
.
991 
PGINA 
iniao e4 nAo 
RORAL EM TEREMOS 
A prIelra reanfão do 
Programa "Nosso Campo 
'.ossa Forçn", co::i produ­ 
tores a scrcn bcneflcla­ 
dos con ~lctrificaçito r~ 
ral, aconteceu no Clube 
Feminino de Terenos. A 
nformaço é do Prefden 
te da Erresa de Pesqul­ 
oa, /so1utênc1o Técnica 
e Extcnt;Õo Hural - Ec:pa­ 
er -, e o Coordenador cio 
Programa, Djcrson Farioo 
de Novaes. 
O Programa "Nosso Ca 
po, Nossa Força",foi la!!_ 
çado no ~ltimo dia 16/0i 
cm M1rnnda, pelo Governa 
dor Pedro Pcdrosainn e 
prevê a implantação de 
l,JOO km de redes rurais, 
nos próximon 14 meses.Ao 
, todo serão eletrificadas 
I• cerca de 1.400 proprteda 
1
) des rurais, representan­ 
do um incremento de BZ 
na quantidade de propri~ 
dades eletrificadas em 
todo o Estado, em pouco 
mais de .,.ui ano. 
• Na reuniio em Terenos, 
que foi presidida pelo 
Assessor Especial do Go­ 
ver.nador, Antonio Carlos 
Arrio, os produtores ru­ 
rais irão conhecer as 
condições de financiamen 
to oferecidas pelo Gover 
no e outros deta).~es tês: 
nicas. Segundo Djerson - 
Farias, o prqdutor irá 
financiar apenas SOZ do 
custo da obra, -~isto que 
o restante sera pago pe­ 
lo Governo do Estado. 
O custo médio do qui- 
1Grietro de rede está or­ 
çado em Cr$ 2.300 mil e 
a parcela a ser financia 
do pelo produtor poderá 
ser paga em 6 anos com 
carência de sté 01 (um)a 
no. Os encargos variam= 
de acordo com o tamanho· 
da propriedade. Para os 
grandes produtores será 
de 1007 da Taxa Referen­ 
cial Diária (TRD) mais - 
BZ de juros ao ano. Para 
os médios proprietários, 
90% da TRD mais 7,2% e 
para os pe·quenos, BOZ da 
frelof do 11m~odor dt: pâra-br.!. 
so, n vel de oleo e fluídos 
pode tirá-lo de situações dlfÍ 
ce:1s. 	- 
NÃO SE PRF.J1.IDIQUE PÓR •• 'IÃO 
POUCO, CUIDE-SE, CUIDANOO BEM 
00 SEU CARRO. 
ZELE PELO PATRIMOIO MAIOR: 
SUA VIDA E A DE OIJIRAS PESSO - 
AS. 
GUIO ARIEIE 
, EFE DE SEGURANÇA - MOR 
,, 
J 
An~onio C. Arroio 
TRD mais 7,2Z de 
ao uoo. 
juros 
AUMENTO DA PRODUÇÃO 
O financiamento da 2 
bra 1,erií feito pc 1o Ban 
co do Brasil, com recu_r 
soa do fundo Constitu - 
cional para o Centro 
Oeste - FCO,estando pre 
vis,o um inves,imenLO - 
,o.al de US$ 9,2 milhõ­ 
es. A Emipaer é quem irá. 
realizar e encaminhar - 
para o Banco do Brasil 
o plano de crédi.o para 
o produ.or ruraf. A E - 
nersul, por sua vez, 1- 
rã realizar o projeo 
02 
cnico da obra. . 
E Terenos deverao e 
beneficiados ·om elerIft 
!Ieacão eere de 45_pro 
prfeirto rorais ja a - 
dasrados pela Empaer 
principalmene na refio 
do Córrego Varredor, que 
presena uma grande con­ 
cenração de proprlda - 
des. Segando o Presldene 
da Empaer ese é um dos 
crJ ,ér1os udo..i doo p.ira a 
execaçio do programa, que 
prevê o aendfmeno de Ol 
proprJ,,rfnt!•~ p.tr,• cocla qui- 
1amc.ro de rede irnplan,n­ 
dn. A média hoje no Fsa­ 
do é de npenos l proprie­ 
dncle por 2km de rede elé­ 
.rica. 
As próximas reun!Õen - 
do programa "Nosso Campo, 
Nossa Força", serão renli 
zadas em Jaraguar1 e Ban­ 
deiran.cs, dia Ide agos- 
o e RIo Negro d1a 02. 
Ao odo a Empaer sele­ 
cionou 20 localidades pa­ 
ra parLiciparem do Progr~ 
ma, .ornando como base 
priocipalmen.e as áreaR - 
produ.ores de grãos de pó 
los de bacia le1.e1ra,v1= 
sanda com isso garan,ir o 
aumen,o da produ.ividade - 
no campo. 
LER É CULTURA, É 
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JORNAL TRIBUNA DA 
FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL; TODOS - 
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CARACOL - Av. Brnall, s/nQ 
(Correspondentes er, c,, 
capital.). • mpo rade, Bras{1ta e nrlnclpals 
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NÃO DEVOt.~X}S O'UCU'.AIS O --··•·-~ 25.CX'0,00 
nor nrt[go!. nsaln.:idou OU d • Jornal n:to se rc..."1pons;1blliz..o 
e ortg,,,:, deflnldn. 
ASSI!IAIURA SEMEs!:RAL 
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JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA 
f>IÃRIO REGIONAL 
BELA VISTA, 3I DE JULHO DE 1.991. - PÁGINA - 03 
0POSl(ÃO CONCORDA 
Semnna pnnada, conversnundo com um migo de a 
Tribuna du_Fronteirn, ex-integrante da Coligação 
dns Opontçoen "BEi-, VISTA UNIDA" e, pelo menos em 
um ponto ele concordou conoaco, "Bela Viata cotá 
Ucando bonitinha, o homem cotá trabalhando direi 
tnho" afirmou, referindo-e a administração Ed-­ 
non Horaes. 
Com iauo sentimos que algum motivo cotá prO'O°"' 
cnndo o nquccimento das relações entre os dissi­ 
dentes e os que permaneceram fiéio a união de par 
tidos que mudou o curso da história política e Õ 
próprio destino da Princesa do Apa. O que será he 
im7 Pel~ jeito tem gente começando a enxergar-que 
n divisao política cm noosa cidade oó intereooa à 
um partido, o PMDB de Abraão Zacarias e, convenha 
mos, ninguém vai querer entregar a rapadura para 
o adversório depois de cotar com a faca e o quei­ 
jo na mão, certo? 
Ginásio de Esportes 
Em totnl abandono há 
algum tempo, o complexo 
esportivo de Bela Vista, 
construído pelo Governa­ 
dor Pedro Pedrossían em 
seu governo passado, de­ 
verá agora a partir do mês 
de agosto, ingressar nu­ 
ma nova era. Estio em an 
<lamento os entendimentos 
para que o Governo do Es 
tado, através da Funda:: 
cio de Esporte e Lazer, 
sob a presidência do jo­ 
vem e dinâmico Francisco 
Lagos, passe a adminis - r 
tração do Ginásio de Es- " 
portes para a Prefeitura 
Municipal, vislumbrando­ 
se novos tempos para o es 
porte de quadra belavts 
tense. 
Editorial 
Pefcito Sício -Só dá ele 
Mais adiance, ainda se refe­ 
rindo a atual administração, o 
amigo que representa inclusive 
uma liderança política expres­ 
slva em Bela Vista, em tom de 
brincadeira, afirmou: "até pa­ 
rece que o alcaide é sócio de 
'ocês, só dâ ele no jornal". 
t, temos de concordar que o 
prefeito Edson Medeiros de Mo­ 
raes 'em ocupando um considerá 
vel espaço em nosso Diário Re:­ 
gional, mas diga-se de passa - 
gem, ele tem feito por merecer, 
pois a cada dia que passo Bela 
Vista ganha novas formas e a­ 
quele estado de abandono, as 
pecto de vila, fica cada vez 
mais longe. Pela Yerdadeira 
e feliz transformação que vêm 
operando na Princesa do Apa 
o prefeito honra e dignifica 
a grande votação que recebeu 
nas urnas e transforma-se no 
maior e mais respeitado lí­ 
der político da região,caben 
do a nós da imprensa apenas 
e tão somente divulgar a rea 
lidade hoje a vista de todos, 
só não enxerga quem não 'quer, 
os ülti- 
Francisco Lagos 
e;:-- 
.. 
A 4? Prova Internacional, Mini-Maratona da In­ 
dependência, realizada na fronteira entre Ponta Po 
rã e Pedro Juan Caballero no último dia 27, con - 
teu com a participação de corredores nacionais e 
estrangeiros. O corredor belavistense Elenilson da 
S11'a, 'encedor da prova _do ano passado, chegou em 
terceiro lugar, ficando por uma diferença mínima 
atrâs de um corredor de Foz do Iguaçu-PR e de um 
paulista. Na quarta colocação chegou um atleta de 
Cuiabá-MT e em quinto um representante da capi - 
tnl Paraguaia, Assunção. A prova foi disputada em 
21 quilÕoetros nas ruas de Pedro Juan Caballero e 
Ponta Porá e teve um final emocionante com a che­ 
ada dos três primeiros colocados muito perto um 
do outro, conforme mostra os tempos da corrida:lQ 
lugar (Fo: do Iguaçu) - I hora, 6 minutos e 2 se­ 
gundos; 2Q lugar (São Paulo) - 1 hora, 6 minutos e 
15 segundos; 3Q lugar (Bela Vista) - 1 hora, 6 m1 
nutos e 2l segundos. 
Após a corrida, falando à reportagem! Elenil - 
son da Silva, que seguiu para Ponta Pora em compa 
nhia de seu treinador OdÍlio Paredes em carroce­ 
dido pelo Prefeito Edson Moraes e total apoio da 
Prefeitura Municipal, destacou a importância de 
sua participação nessa prova para efeito de expe­ 
riência e aperfeiçoamento técnico de suas condiç~ 
es. O corredor belavistense foi o Único entre os 
sul-matogrossenses a chegar entre os cinco primei 
tos, comprovando suas qualidades excepcionais pa 
ra o pedestrianismo. Parabéns Elenilson. 
" O Povo 
Essa afirmaçao é co­ 
tum no meio de alguns Pg 
líticos oposicionistas, 
referindo-se às obras de 
asfaltanento que vêm sen 
do executadas pelo pre­ 
feito Edson Moraes, o que 
trata-se de uma terrível 
dor de cotovelo, pois es 
ses políticos que assim 
Se referem não enxergam 
0s benefícios que essas 
obras trazem para as fa­ 
RI1ias belavistenses que 
hao coem asfalto, masco 
iam, e como; a poeira 
levantada das várias ru­ 
hoje asfaltadas. 
E de mais a mais, di­ 
er que o prefeito devia 
e reocupar mais com o 
- 
nao 
( I 
mos RCOn­ 
tecimen - 
tos polÍ­ 
ticos pro 
va isso. Moraes, "deraca sóltda na 
tiMM É 
A Câmara MunicipaL ae Bela Vista volta do re­ 
cesso parlamentar após o dia lQ de agosto, a pri­ 
meira sessão do segundo semestre deste nao será rea 
lizada dia 06.	- 
O Presidente da Câmara, vereador Jorge de Souza 
Rosa está tentando junto ao prefeito Edson Moraes 
a liberação do restante do repasse do mês de junho· 
para poder cumprir com alguns compromissos do Le­ 
gislativo ainda pendentes. Vale lembrar que os fun 
cionários da Câmara e vereadores receberam os seus 
salários normalmente, ficando os fornecedoresnaes 
pera. 
povo carente que nao tem 
o que comer, com os mais 
necessitados, etc., e py 
ra demagogia barata, po­ 
is não querem enxergar 
o trabalho da LBA/PRONAV 
Municipal que atende ho­ 
je mais de 3.000 pessoas 
mensalmente entre jovens 
·adultos e idosos, ofere­ 
cendo todo tipo de aten­ 
dimento necessário, in­ 
clustve alimentação. Ede 
pois, grande parte des­ 
ses que se dizem caren - 
tes, necessitados, 'verda 
de seja ditá, são pesso­ 
as mal acostumadas aba­ 
ter na porta da prefeitu 
rapara pedir, que nãÕ 
querem trabalhar enten - 
fronteira. 
"Nian-e Pá" andonalo 
Aproveitando que a Câmara Municipal está voltan 
do do recesso nos próximos dias, seria mister que 
um vereador desse uma passada lá pelas bandasdeum 
dos monumentos históricos de Bela Vista, o 'Nhan­ 
de Pá", localizado nos altos do bairro Clarão da Lua 
e solicitar sen·icos de limpeza e restauração do 
mais importante marco da história da guerra do Pa­ 
raguai que se encontra abandonado, entregue às era 
ças e sendo destruído pouco a pouco, o que não fi= 
ca bem nem para a cultura, nem para o ch·ismo e nem 
para o espírito patriótico de um povo. 
Come Asfalto 
dendo que o poder pübli­ 
co tem a obrigação de sus 
tentá-los. - 
Ou não é verdade que 
diáriamente tem gente sa 
dia e forte, apta para 
trabalho, pedindo ajuda 
para compraralimento, re 
médios, etc ... e muitas 
vezes saindo da prefeitu 
ra e indo direto para um 
buteco beber cachaça? 
A verdade é uma só, tem 
muito neguinho ai que não , 
quer é trabalhar, eades 
culpa de que em Bela Vis 
. ta não tem serviço não cÕ 
la, porque para quem quer· 
realmente deixar a pre­ 
guiça de lado e trabalhar , 
serviço tem e bastante. 
" 
----------- ---- ----- - - 
Muita gente nao vai 
gostar, vão até me conde 
nar, mas a verdade tem 
que ser dita, doa a quem 
doer. 
Futebol 
Jardim é um exemplo para as demais ci­ 
dades, no tocante ao vigor de suns Jnso ~ 
ciações e sindicatos. Todas as classes 
possuem representatividade, são ágeis 
defendem os interesses de seus filiados . 
Em Bela Vista temos alqumas associa 
ções de moradores que estão trabalhando 
poucos sindicatos, realmente, atuantes 
com excessão, evidentemente, do Sindicat 
Rural, patronal, dos fazendeiros. 
Hoje vamos falar a respeito dos comer­ 
ciantes e lojistas. Estes não têm uma en 
tidade para defende-los de injustiças o 
para traçar planos e objetivos, até me 
mo, para ministrar cursos de aperfeiçoa 
mento. 
Nossa cidade está completamente isola 
da no que se refere à luta dos trabalhad 
res, seja por melhores salários, seja pa 
ra unir a classe, às vezes, surge a tent 
tiva de uma ação por parte de algun:; dir' 
gentes isolados, dos professores ou do: 
trabalhadores rurais. 
Em Bela Vista é proibido falar cm 
dicalismo. Quando se fala, lembra-se " d 
PT, das esquerdas, etc". Não é nada dis 
so. 
O mesmo vale para os Sindicatos patro 
nais. O Sindicato Rural defende os inte 
resses dos produtores rurais. Justo. 
Uma Associação Comercial ou Clube dos 
Lojistas, defenderá os interesses dos cm 
presários, comerciantes ou lojistas. 
Basta ver a reação popular quando di 
vulqam-se tabelas, é um Deus nos acuda , 
os comerciantes passam a ser vil6es, ini 
migos da pátria, exploradores e caçados 
de esquina em esquina. E os pobres coita 
dos correm atrás de tabelas, pois estas 
nunca chegam-lhes às mãos no momento cer 
to. 
Nas negociações com os bancos (quando 
são devedores), nos contatos com fornece 
dores, enfim, quando é preciso uma ação 
conjunta, lá vai ele, o solitário empres 
rio belavistense lutar sozinho contra o 
abusos, o David contra o Golias. 
Criou-se aqui a Associação Industrial, 
Comercial e Agro Pastoril de Bela Vista, 
iniciativa louvável de uns poucos empres 
rios e que não despertou. 
Poderemos agilizar esta associação, v 
mos transforma-la apenas em Associação C 
mercial de Bela Vista, englobando peque 
nos, medios e micros empresários e indus 
triais. Com prioridade para os comercian 
tes. 
Não se pode culpar todos pelos erros 
de uns poucos, há como os há em todas a 
classes, os gananciosos e exploradores 
mas estes serão derrotados pela própria 
força do mercado, do consumidor. 
Agilizando a Associação Comercial, es 
ta terá braços longos para determinar re 
gras, modelos e estratégias visando o de 
senvolvimento comercial de nossa cidade. 
Bela Vista parou no tocante as ativi 
dades comerciais, e quando o asfalto par 
Jardim for concluído, o que muitos pens 
ser a salvação de nosso comércio, poderá 
ser o tiro de misericórdia. A maioria do 
belavistenses, vão preferir fazer suas 
compras, em ... Campo Grande. 
E isto muitos já estão fazendo, mesmo 
sem o asfalto. 
Alegam preços, qualidade e, até mesmo 
atendimento. • 
Numa guerra, vence o Exército melhor 
preparado, mais bem equipado. E hoje viv 
mos uma "guerra• de competitividade e ef· 
ciência. 
Precisamos preparar o nosso Exército 
de comerciantes e empresários, equipa-lo 
com as melhores armas {eficiência, moder 
nidade, estratégia e união), caso contrã 
rio, os inimigos (de outras praças) vã 
transformar o nosso comércio num campo de 
batalha arrasado. só restará a poeira n 
ma cidade que já foi considerada mercad 
regional. 
Pensem nisto. 
{I.P) 
Após o bom campeonato' 
de futebol organizado pe 
la Liga Esportiva Bela= 
Istense, esperamos que 
o futebol belavistense 
tenha despertado de vez 
e não mais caia no ma.ras 
mo e total abandono. 
Palco para os grandes 
:embates futebolÍsticos te 
mos, o acolhedor Estádio 
Octávio Fontoura. 
, 
SE VOCÊ SE CUIR 
D IIDS NiíO VII 
TE PEGAR 
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São Gabriel do Oeste: 295 - 1328 
Dourados: 421 - 4096 
l.JNHAS PA]A: BELA VISTA, PORTO MURTINHO, JARDIM, •ÁNTONJO JOÃO, 
PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACA 
JU, AQUIDAUANA, CORllMRÀ, NIOAQUE, BODOQUENA, SI­ 
DROLÃNDIA E CAMPO GRANDE. 
5t 
- 251-1455 - Jardim?S 
n 
== 
=

1ORNAI, 'TRIHUNA PA FRONTEIRA nIÃRlfl RIWIOHAI, 
BELA VISTA, 1 DE JU!HO DE 1.991 
(1 
------- 
Emiko propõe o Turismo 
Ecológtco ·no Pantanal 
l 
1 
A implantação do turismo o 
colóqico no Pantanal, definido 
dentro dos critérios altamente 
técnicos de conservação, funci 
onará como inatrumento de de= 
envolvimento sustentado da re 
qião. proposta, da Secretá - 
ria do Meio Ambiente de Mato - 
Grosso do Sul, Emiko Resende 
deverá ser incluída no Relatá­ 
rio do Brasil para a conferên­ 
cia daa Nações Unidas sobre - 
Meio Ambiente e Desenvolvimen­ 
to. 
Com esse objetivo, Emiko - 
Rcscridc participou de dois en­ 
contros cm Brasília. Com todos 
os secretários estaduais da á­ 
rea, Emiko discutiu a elabora­ 
ção do relat6rio na Secretaria 
Nacional do Meio Ambiente e 
no IBAMA, tentará incluir a 
proposta de aproveitamento eco 
n6mico com a preservação do 
Pantanal. 
Segundo Emiko, para viabi­ 
lizar o projeto, no entanto,há 
necessidade de investimentos - 
em conhecimento científico e 
infra-estrutura. 
"O desenvolvimento susten­ 
tado do Pantanal passa obriga­ 
tóriamente pelo tratamento in­ 
tegrado da Bacia do Alto Para­ 
guai, compreendida por regiões 
serranas, planaltos e planíci­ 
es inundáveis, cujas altitudes 
variam de 75 a 650 metros" diz 
a Secretária. 
ZONEAMENTO ECOLÓGICO 
O documento de Mato Grosso 
do Sul, que deverá ser incluí­ 
do no ret6rio, afirma que o em 
basamento técnico passa neces­ 
sãriamente pelo zoneamento eco 
lógico da bacia, numa primeira 
etapa e posteriormente, a con 
dição mais importante, decodi­ 
ficação da linguagem técnica, 
para uso dos administradores - 
1o Estado e dos municípios. 
Para a Secretária do Meio 
lnbiente, o desenvolvimento 
sustentado da região serrana e 
los planaltos deve ter primei­ 
ro a definição das aptidões - 
le uso desse espaço territori­ 
al, a "ser efetuado com politi 
2a adequada de conservação de 
;o los. Um dos instrumentos mais 
2ficientes neste sentido tem 
sido o programa de microbacias 
já implementado em outras épo­ 
:as, e que necessita ser reto­ 
nado urgentemente como politi­ 
:a de pesquisa que procuram al 
:ernativas adequadas de cobertu 
:a vegetal dos solos, mesmo f~ 
:a dos períodos usuais de plan 
Coluna Espírita 
Escamas 
1n 
( 
Sec. do Meio-Ambiente Emtko Resende 
tio na região, como cobertura­ 
verde e plantio direto. 
A questão da reserva legal - 
de no mínimo 20% da propriedade 
averbada em cartório, segundo E­ 
miko Resende, constitui instru - 
mento de extrema importância co­ 
mo um dos mecanismos de manuten­ 
ção da diversidade genética dos 
ecossistemas sob uso agro-silvo­ 
pastoril. 
"Há que se desenvolver ainda 
uma política de fiscalização com 
corpo técnico mais qualificado e 
profissionalizante para exerci - 
cio dessa função", acrescenta a 
Secretária. 
Para a planície pantaneira , 
além da pecuária extensiva já 
praticada por mais de 200 anos - 
em convivência relativamente har 
mõnica com o ambiente, devem ser 
procuradas outras alternativas - 
de utilização econômica que con­ 
sigam valorizar o ambiente rei - 
nante na regiao, às áreas sazo­ 
nalmente inundáveis", diz o doeu 
mento do Estado. 	- 
O docuemtno pede ainda incen 
tivas para pesquisas que procu 
ram viabilizar programas de mane 
jo sustentado da fauna e da f1o­ 
ra da região, aliada e uma legis 
lação adequada para tais finali= 
dades. "Especial atenção deve ser 
dada á fixação do homem pantanei 
ro à região que, ao longo de mui 
tos anos, tem desenvolvido uma= 
cultura própria de convivência - 
harmônica com o meio Ambiente". 
Preserve o Pantanal 
Sul .. Ma tQ_grossense 
° 
" E logo lhe cairam dos olhos como que umas escamas, e re o 
cuperou a vista". - (ATOS, 9:18) 
J.1 
A visita de Ananias a Paulo de Tarso, na aflitiva situa ir 
ção de Damasco, sugere elevadas considerações. 
Que temos sido nas sombras do pretéri o senão criatura 
recobertas de escamas pesadas sob todos os pontos de vis a? 
Não sómente os olhos se cobriram de semelhantes excrescênci­ 
as. Todas as possibilidades confiadas a nós outros hão sido­ 
eclipsadas pela nossa incúria, através dos séculos. Mãos,pés 
língua, ouvidos, todos os poderes da criatura, desde milêni-­ 
os permanecem sob o venenoso revestimento da preguiça, do 
goismo, do orgulho, da idolatria e da insensatez. 
õo, 
O ocorro concedido a Paulo de Tarso oferece porém, en ua 
sinamente profundo. 	to: 
Antes de recebê-lo, o ex-pesquisador rende-se incondici 
onalmente ao Cristo; penetra a cidade, cm obediência ã reco 
mendação divina, derrotado e sozinho, revelando extrema re­ 
nuncia, onde fora aplaudido triunfador. Acolhido cm hospeda­ 
ria singela, abandonado de todos os companheiros, confiou em 
Jesus e recebeu-lhe a sublime cooperação. 
~ importante notar, contudo, que o Senhor, utilizando a 
instrumentalidade de Ananias, não lhe cura senão os olhos , 
restituindo-lhe o dom de ver. Paulo sente que lhe caem esca­ 
mas dos Órgãos visuais, e, desde então, oferecendo-se ao tra 
balho do Cristo, entra no caminho do sacrifício, a fim de 
extrair, por si mesmo, as demais escamas que lhe obscureciam 
as outras zonas do ser. 
Quanto lutou e sofreu Paulo, a fim de purificar os pés, 
as mãos, a mente e o coração? 
Trata-se de pergunta digna de ser meditada em todos os 
tempos. Não te esqueças, pois, de que na luta diária poderás 
encontrar os Ananias da fraternidade, em nome do Mestre; a­ 
pro'ximar-se-ão, compassivos, de tuas necessidades, mas não 
olvides que o senhor apenas permite que te devolvam os olhos 
a fim de que, vendo claramente, retifiques a vida por times 
mo. 
TIJOLOS DE 8 e 6 FUROS E MACIÇOS. 
O MELHOR PREÇO DA CIDADE. 
RUA - JOSÉ LEMES BUGRE, SINO 
FONE - 439 - 1329 
BELA VISTA - MS 
VENHA. VISITE-NOS E COMPROVE! 
n 
d 
i.m 
d 
s 
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·, n 
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e 
ORAÇÃO PELA FAMÍLIA 
Nós vos bendizemos, Senhor, pois .quisestes que o vosso Pilho ruiscesseos 
e crescesse numn família, experimentando as dificuldactes e s nlegrias - 
que cercam nossa vida • Mos vos pedimos por esta fnmilin: protegei-a,gua::lº 
dru-n;e ncompnnhru os: passos de seus membros com o vosso olhar de Pai :ye 
conduzi-os pelos caminhos do mor e da fé; e, vivendo a vocaçno nssumi-":1-1. 
da no sacramento do matrimônio, realizem u□Igreja doméstica e sejam tes 1.v~ 
temunhns do vosso amor. 	ra • 
Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito_m 
Santo. 	o 
Jesus, MariR., José, protegei nossas familias, t d 	• tã : , 	(ornanuo as sempre ma1t 
urudas e respeitosns, dando n torlos uma boa morte para que possamos um­ 
dia nos encontrar unidos para sempre no cu. Amem. 	ne- 
PRECO DO EXEMPLAR Cr$ 150,00 
O TRÊS PARA HELIIOR ATENDER 
EN JARDI 
Av. Duque de Cartas, 507 - Fone: 251- 1091 
NA VILA CIISÃO 
Av. 11 4e Debro, 63 -roe: 251 - 1341 
1 
atu Lrss pi au 
1 . •  
rça. coroe1 Ciso,Tie: 251- 1194. 
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"coNF LA idt D, AQTIRr-Sr" 
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gosto 
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ll 
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dia- 
•

.10, •1111, 1 JtlllllNA l>A FRONTEIRA DIARIO llEGIONAT, 
Uolou confoitu<loa, 
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qadas; 
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Parati LS 83/83 - Cor Cinza Metal. 
Uno 87/88 - S - Cor Vermelho. 
Passat Village 84/84 - Cor Cinza metal. 
Belina 79/79 ·_ Gas - Cor Bege. 
Fusca 83/83 - Cor Branca. 
Premiu CS 87/88 - Cor Azul. 
FALAR COM MÃRCIO OU ANTONIO 
Fone - 624-7055 - Campo Grande - MS 
:i~ m: ,JUI.11O DH 191 PAGINA - 01> 
----------·- 
1 L UM I N I O: 
Problemas nos Solos Brasileiros 
------------ 
REPORTAGENS FOTO - 
GRÁFICAS 
Casamentos, Batiza 
dos e 1iversários 
Tratar com Ubaldi­ 
no neste jornal. 
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No transcorrer d+ 1» Rum1ião Netont te s""" as tr±o a tott»d 4o a- 
Dourados, ocorreu, no d1a 2 pp., una palestra sot" '' aro, do htttuto Agreleo A« 
1@inlo, proferldda pelo pequlador Carlo Eduardo de Ca+n» 
Capinas HAC). 	• « as reles tritfolan, ão_altos, Isto é, 
Smundo Carro, a rande malorLa dos rolos, ",, [o o alfo, o magnésio, o potásto 
possuem TI baixo, pou d1pon!tidade de nw",,to prova o rentarto devido rua 
r o f6foro) e elevados teores de atu[nto. F",'a sorte ares ± p'·ta. As raízes- 
toxidade, causando uma dratlu reduçao das rai?"" ' P' er tas idade de buscar j. 
o1 descrvotv+tas tornas 1ata atas «ensfve1 "",,"""{"k roans e rrtG« coo 
ua na camadas tis profundas do rolo. Problema est ' .ral ocorro deflefencfa hídrica 
norll' do Parana, Sao Paulo e .:to r.ros::o do Sul, onde "~ J. , 
durnnte o ciclo cfa cullur-a, 
- 	- de diferença no comportamento das ln- 
Entre as diversas espécies cultivadas ha una ran a. o nlIho e o arroz ão pifes 
tas com relação ao alulnlo. Camaro xerplifIcou que_a )",ire suscetível da variabllj4, 
que toh•rn:s r.k1fr.: o nh1e1[11Lo. Por nutro J.ndo, o trigo e una tsp 	- 
de de tolerancfa entre as cultivares. 	_-. , g. e eva o P# do solo, torando o 
0 pesquisador do_IAC explicou que a aplicação de calcar!o" anda ariét ao roo - 
aluInlo no toxlco ns planta. Entretanto, a calaena vaf corr!» 
(20 CD) dclx,rndo o r.ub,mlo ácido. 	. 	1 1 . , 
A olução Ideal para o prohlea é o melhorwento genético, ou se)a, criar cult /vare qur 
seJan tolerantes, As cultivares brasileiras foras selecionadas em solo acidos, portanto 
siio tolerante mas este materiafn nao tens pot.enclal de rendimento. 
As Institutçe de psquina trlt[cola no HrasII realizam cruzaento entre a cultivarem to 
tcrnntes e 11..,; ru,1ls produtlvan, procurando ohtt•r novas cultivares com entas duas Importantes- 
cnr,,cter{stfcnn. 	- 
O trabalho apresentado por Carlos Camaro mostra una metodolofa que emprena_oluçao nu­ 
trltlvn contendo nlua[nlo o que pemltc seleclon~r o a.oterlal 6"Ul'tcrtlvel , qm• t" l"l lmln.ido, 
e o to1ernntc, que pnssn ;nra o CM.lpo pnrJJ ser iseleclon,1do para outrn~ caractl"rÍsllc:tR ta::a - 
bée1 descjiivcie .. Este método p<"ndte elt~ln.ar uc...1 grande quant Idade de plantns ensível em - 
um curto eBe,:iço de tccpo enquanto o campo é nec.essiirlo todo o perlodo d~ um., t:nfra,. 
A tolcrancla. o alulnfo no trJg.o e una necessidade para plantio em arcas cIdas, poIs - 
nestes solos n cultivar tolernnte tem urs siatean radicular mais profundo, o que capacita a 
plnntn obter água e nutrlentcn CJ.I cncuu.f.á& mais profund..1s.. . 
lato n.io acontece coca as cultivares suscct{vela por poasu!rcm rnlzes Q..'11 dctH."nvo1v(da:i , 
finalizou c..-.rlos Eduardo Cl.m.argo. 
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JORNAL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA DIÃRIO REGIONAL 
BELA VISTA, 31 DE JULHO DE 1.991. 
l'ÃGI NI o 
y DISIRIUIuR E 
Lo!E /BEBIDAS IPANEMA LIDA 
:":-'~~----------------::::--:----1 	GUARANÁ LI.11 
FANDANGO 	1a- 
LARAN,
1
A ir 
vm.no HARfiHII j 
" 
Este semana a "bronka" vai contra co­ 
merciantes desonestos que contratam (o-não 
pagam) p·r:cntaçÕP.s de oerviço,divulgaçiio ra 
diofônica e até memo divulgação em jornal 
são os "caloteiros" da sociedade, que es 
quecem do honrar seus compromissos, são da 
quclc tipo de pessoas que na hora do ·acer­ 
to tem a "cara de pau" de dizer que não ou 
viu a propaganda no rádio (também não 11= 
gou o aparelho) ,não recebeu o jornal ( tam 
bém não assina o jornal) e o serviço nao 
ficou "tão bom". 
Pessoas desse tipo fazem parte da 
lista negra (ou branca) de emissoras de rá 
dio e jornais da região. Não são de confi= 
anca. Esta chamada de atenção é diretamen­ 
te para "dois" comerciantes de Bela Vista, 
se não honrarem seus compromissos terão 
seus nomes colocados nesta coluna na pr'óxl, 
ma semana. 
n 
AGRADEÇO 
O convite enviado pelo Sub.Ten. ELY 
MENDES RIBEIRO - Presidente do Grêmio dos 
Subtenentes e Sargentos de Porto Murtinho, 
para participar da festividade de inaugura 
cão da piscina daquela entidade. - 
Parabéns aos sócios e à competente di 
reteria do GRES pela bonita iniciativa que 
vem trazer mais uma opção de lazer para to 
dos murtinhenses que frequentam o Grêmio. 
TETE FRAZAO 
Ainda em tempo quero parabenizar 
amiga Tetê Frazão que trocou idade no 
22/7 pp. a ela os votos de um sem fim 
felicidades. 
Tetê Frazão faz um ótimo tiabalho 
jornal Pantaneiro de Aquidauana. 
REDE GLOBO 
cão às crianças. 
Didi,Dedé,Mussum ... merecem o 
_aplauso. 
É exemplo a 
fez 65.500 m? 
a 
dia 
de 
no 
A vênus platinada- emoci_onou o Brasil,_ 
quando da apresentação do programa 25 anos 
dos Trapalhões, a Campanha em prõl dos me­ 
nores carentes feita pela UNICEF em con­ 
junto com a Rede Globo de Televisão, foi a 
lém das expectativas. 
Já estava na hora de se dar mais aten 
O Restaurante 
e Lanchonete Sol de 
Verão estará promo-· 
vendo no mês de 
agosto na cidade de 
Caracol, um grandio 
o "fandango" que 
será animado pelo 
conjunto Essência 
Nativa. 
Reservas de me 
sas pelo telefone: 
495 - 1140 falar c/ 
Dona Lurdes. 
PASSEANDO 
Quem esteve vi­ 
sitando os pampas , 
foi o gaúcho CÉZAR 
LIMA e a esposa SAN. 
ORA - Diretora da 
Escola Ester Silva. 
Os amigos esti­ 
veram também em Cu­ 
ritiba no Paraná,em 
Santa Catarina além 
de várias cidades 
gaúchas. 
Estavam matando 
saudades da ter­ 
rinha natal. 
Welcomel 
ACOMS 
Em minhas maos, 
a ficha de inscri­ 
ção enviada pela As 
sociação dos Colu­ 
nistas Sociais de 
Mato Grosso do Sul, 
afim de participar 
como membro da enti 
dade. 	-, 
Agradeço o cari 
nho da Presidente~ 
LORETA ZARDO para 
com Este Colunista. 
OUÇA O LILE 
Das 10:30 às 11:30 
hs na Z.P 23. 
ADMINISTRAÇÃO EDSON MORAES 
ser seguido,com competência e dinamismo Moraes 
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JOHNMAL, TRIUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 
••INFORMATIVO•• 
SINDICIITO RURIL CIR CDL 
::TllillC/'I'O RIJJUL flE CAHJCOI, 
DIRETOR l 
- ---- • -· 
Presidente: Moedir Codoy da Silva 
1o Vice-Pres: Juvino Godoy 
2o Vice-Pres: Orestes Godoy 
Secretario: Adão Rodr ique, Antunes 
'Tooureiro: Aral Rodriques 
CONSE
1,HO i'ISClt. 
Ramao de Arruda Farias 
/lirto11 rloriano dos Santon, 
AIherr Godoy 
DELEGADOS JUNTO A FAMASUL 
_Noi..10011 r.oitc Laranjeira 
Dccio Albuquerque Godoy 
o:::;-..;:_-,--------------------- 
FUNÇÕES 
(MÉDIA DE SALÁRIOS PAGOS REFERENTE AO MÊS­ 
DE JUNH0/91) 
tlÊlllA HlHIHA HfJJIA HÃXI>IA 
l'c110 Q1mpdr~ , , , ,22.070,00., Jl,890,00 
Ldtdro, l'cno , 18.000,00, 27. 5)0,00 
J":lt<'l to, Rct Ire Iro 	26. 750,00 )0.600,00 
r.npnt,1z de cnmpo .....•........... 37 .320,00 60.080,00 
Atlminlr.trndor ......•.....••.. , .•• 78. 7)0,00, ••••.. --- 
l'rnclro • • 	, .•. 19.210,00 .•..••. 24.370,00 
r.ozinhclro/fa,.cntln , ,., lij. 200,00, ...... 24. 750,00 
Tratorista, pneu , 25.240,00 .••...• )6. 790,00 
, cntelrn •...•... , •... ,29.900,00, 4l.OOO,OO 
lnr.~mlnntlor 	, 55.JJO,OO •• • --- 
tlccnnlco 	, ,4). 700,00, . 
Observação: As Médias Salariais acima nio Incorporam o Mono a 
riaçio da Cesta Iiiea (CrS 3.1)1,68) e nem o abono da Let Fede 
rol 8.178/91 (CrS J.000,00). 	- 
SAI.ÃRO (EH CRS) 
DIPRHITADAS 
(VAI.ORES Hf:DIOS J>ACOS DI JUHll0/91) 
Valores e CS) 
Lnmplnar poAtc 	450,00 520,00 
Flncnr postr, 	,.,. 150,00 ·IB0,00 
Lampinar Ire....·.······'''y··· Jl5 ,oo )S0,00 
Flncnr flrnc 	, •_:- l!I0,00 2~0,00 
CAKll11ÃO llOIADKIRO 
(VALORES PIOS EXERCIDOS ATÉ O DIA 10/07/91). 
Hf:DIA HlHIHA Mlilll.A IIÃXlHA 
KM PF.RCXlRRlllO 	VALOR (E>I CRS) 
±e, CA+E 
acima de 50 (p/km rodado).......··...·.......... 100,00 
XÃQtlINAS ACRI COI.A, 
(VAIDRES ltf.tT.l(J;'(f'F.S AO KP.5 DR JUUI0/91) 
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Trator pemu r«d{o porte 	4 .100,00 
Trntor- J>tc'llUri rt"NHlC porte 	5. )00,00 
IMPLEMENTOS 
(VA! QR_KEYEEIIS AO ÉS_DE JUB0D%) • 
ia ãQ. - 	(CRS) 
l.200,00 
450,00 
850,00 
450,00 
850,00 
Eleição 
No último dia 19, foi elei­ 
ta a nova diretoria da Fama 
nul - Federação da Agricultura 
de MS - pennilnccendo nil presi­ 
dência Eduardo Machado Metcl - 
lo, pecuarista de grande lide­ 
rança junto a classe produto - 
ra. No decorrer dos anos, Me - 
tello tem se destacado pelo cs 
plrito sindicalista, pr.omovcn­ 
do eventos que contribuem para 
que MS destaque-se corno Estado 
cm crescente desenvolvimento - 
dentro do constexto Nacional . 
Sua participação nas d<?cisões­ 
política e económica a nivel - 
nocional e internacional repre 
sentando a CNA - onde ocupa - 
uma vice-presidência - permite 
aos produtores de Mato Grosso­ 
do Sul acompanharem de perto 
as perspectivas de merr.ado e 
outras questões inerentes a 
produção agrícola. 
Uma chapa nota 10 é o que 
se vê a seguir: 
DIRETORIA EFETIVA 
Presidente - Eduardo Macha- 
do Metello. 
10 Vice - Teldo Kasper 
- Afábio Lopes C. Sobrinho 
- José Roberto Antunes s- 
trang 
- José Queiroz Moreira 
na 
- Manoel Martins de l 
me ida 
lo Socrct. - Jon6 Ar - 
mando C. /modo 
20 Secret. - A;ef Bu­ 
ainain Neto 
30 Secret. noberto - 
de Oliveira S. Júnior 
1o Tesour. - Louc1dio­ 
Pcrcirn da Cunha 
20 Tesour. - Noilson 
Leite Laranjeira 
Jo 'l'esour. - Alfredo 
Antunes Soarns 
CONSELITO FISCAL 
Paulino Estraliotto 
Leoncio de Souza Brito Pi 
lho 
Aparecido Fernandes 
DELEGNnS REPRESENTANTES 
Albenah Garcia Filho 
Paulo Cesar de Queiroz 
A reeleição de Eduardo 
Mctello com chapa única, 
foi acompanhada de outros 
membros da diretoria, à 
exemplo do agricultor ~el 
do Kasper na vice-presi 
dência, expressivo nome - 
da agricultura local que 
exerce -grande liderança , 
dada a vasta experiência­ 
no trato das coisas da 
- ------------·-----------======~====--=--- 
Naquele tempo os médico& do interior não possuí 
ama nenhum apoio das maquinas, ou laboratórios para 
ojuda-los na profissao - tinham que ter, assim, o 
dom do diagnóstico intuith·o, muitas ,:ezes perto - 
do milagroso, par vencer na profissão. 
O Dr. Vespasian,, Martins, usava seus sentidos­ 
aguçados, quase sobr~naturais para descobrir as 
doenças e problemas que accometiam seus clientes. 
Não apenas o "sexto sentido", que ele tinha muito­ 
descm·oh·ido, mas os sentidos comuns. usados cons­ 
tantemente da maneira invulgar. 
Assim, bastava observar o andar de uma pacien­ 
te, para saber, com segurança, se ela estava graí 
da ou nao, antes mesmo que a própria interessada: 
ti..,.esse certeza do seu estado. 
Certa vez, foi, com seu filho Hélio na casa - 
dos Razuk, a chamado, para tratar de 2 pessoas que 
estavam doentes. 
Ao entrar na residêncie. virou-se de repente e 
fnlou para o menino: 
- Vá para casa imediatamente, tome um banho bem en 
saboado e se desinfete com álcool. Fale para sua 
mae preparar o mesmo para l!lim, que eu já estou in­ 
do. 
Fama sul 
terra. Secretaria e te:sou 
raria tambem mantiveram ·­ 
os nome; de José Armando­ 
c Lauc.ídio Pcrcd r,, dn Cu­ 
nha iro.porLnn te:, Cilr<JO!; r..:i 
condução da linha sindi 
cal, o que nos vale con - 
cluir que a Famasul pre - 
tende continuar o bom ::;cr 
viço que presta os produ­ 
tores com equipe cxperien 
te. Este sindicato curnpri 
menta a todos os membros­ 
da diretoria, augurando ê 
xito nas iniciativas o a 
liando-se na condução, do 
que, todas as Entidadcr. - 
unidas, possam contribuir 
para o bom desenvolvimen­ 
to do Estado. 
REAL 
Mostrando uma tendên - 
eia nova e vontade de tra 
balhar e produzir, o dia­ 
da elcic5o não foi vazio, 
aproveitando a presença - 
dos presidente e delega - 
dos sindicais, foi organi 
zada uma real que tratou= 
da tributação excessiva - 
dos produtos agropecuári­ 
os. A reunião contou com­ 
a presença do Prof. Per - 
nando Rezende, João c. e.ar 
valho e Gervásio Alves do 
Oliveira Júnior como pa - 
lestrantes,_e dirigentes­ 
de associaçoes e sindica­ 
tos rurais como debatedo­ 
res. Muito produtivo os 
debates. 
Mais tarde o Hélio fi b 
• cousa endo que o pai 
._.erificara que os pacientes e t 
_ s a vam com tifo! 
entr~dos como vocide_soube, papai, se mal tínhamos 
na reR encia? 
Pelo cheiro, meu filho, respondeu o médico.Eu 
sinto o cheiro de algumas doenças. 
Assim era o Dr. Vespasiano • 
Vespasiano. 	• 
0 
fantastico Dr. 
(Eduardo Machado Metello) 
Vacine seu Gad 
Contra a 
Febre .. Aftosa 
FONE: 
Lei lã o 
UM DIA PARA REALIZAR GRANDES NEGÓCIOS 
"TEMPOS DE 'EFlClliliCIA E COMPETITIVIDADE. O GRANDE LEILÃO DE GADO DE CORTE OPERE~ 
. 	'"" A voce ESTA 
:JPORTUNIDADE" 
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