~ DIARIO RIIGIONAL O vice-governador do Estado Ary Rigo , que é também Secretá rio da Casa Civil ~ já está prP.parando .ª sua desfiliacão do Partido Social Traba lhista - PST - o que deverá acontecer den tro dos próximos dí= as. A decisão de dei­ xar o PST, segundo - algumas fontes,é mo­ tivada pela proximi­ dade das próximas e­ leições municipais e devido as atividades que o vice-governa - dor exerce como coor denador político do Governador Pedro Pe­ drossian, eleito por Vice-Governador Ary Rigo #E8 D ECSI EE E.G3 P2ME. SER LUME.MM Cerca de vinte di as após liberar os preços da carne de primeira o Ministé - rio da Economia já - está estudando a pos sibilidade de libe - rar também os preços da carne de segunda. Essa liberação, que deverá ocorrer em mea dos deste mês vai - coincidir com as pri meiras partidas da - carne bovina importa da da Europa pela Companhia Nacional - de Alimentos. Até a­ gora já foram desem­ barcadas nos Portos de Paranaguá e San - tos, 7 mil toneladas e na semana que vêm chegam mais 9,8 mil, devendo ser comple­ tada até o final de outubro a cota de 100 mil toneladas. A autorização da importação da carne foi uma tentativa - de segurar os pre - ços do produto as­ sim que houvesse o fim do congelamen - to, no entanto fri­ goríficos e pecua - ristas acreditam que o preço da car­ ne subirá ainda ma­ is, mesmo com ache gada da carne impor tada. Na semana pas sada o preço do boi gordo subiu cerca - de 10% nas princi - pais -regiões produ­ toras. O Brasil poderá - dentro dos próximos dias ter seu nome a­ nunciado em Genebra colocando o Pais nc restrito círculo de exportadores de car­ ne de primeiríssima qualidade para a co­ ·munidade economica - européia. O anúncio foi feito nesta ter­ ça-feira pelo Minis­ tro da Agricultura - Antonio Cabrera, em Campinas. - Com isso a pecua­ ria brasileira pode­ rá exportar para o mercado Europeu- 3, 6 mil toneladas por a­ no de carne da me - lhor qualidade, ao preço de OS$ 10 mil­ (Cr$ 3,43 milhões p~ lo câmbio comercial hoje). por tonelada. Para cada tonela­ da de carne da me lhor qualidade, o. Brasil ainda exporta rã cinco toneladas - ' de carne normal, sem taxação e sem tribu- tos, a US$ 2 mil (Cr$ 686 mil) a to­ nelada, acrescentou o Ministro que já - tem a informação ex tra-oficial do acor do com a comunidade económica européia. Com isso o ais pas sa a competir com a Argentina, Uruguai, Austrália e Nova Ze lândia, maiores ex= portadores de carne pela cota Hilton pa ra a CEE. Segundo Õ Além das compras da Europa, supermer­ cados vêm fechando - importações direta - mente com frigorífi­ cos do Cone-Sul,prin cipalmente do Para= guai. A Confederação Nacional da Agricul~ tura está questionan do na Justiça a im - por tacão de carne da Europa, sob o argu - mento de que os euro peus concedem subsi­ dios à agricultura.A Lei agrícola brasi - leira, ainda não re­ gulamentada, permite a cobrança de sobre­ taxas quando o produ to agríccla vier de País que oferece sub sídios a agricultura-:: Ministro Cabrera, o acesso do Brasil a esse programa signi­ fica a abertura de - novos mercados e o fim do protecionismo europeu ao produto - brasileiro. Parã ele, "esse é o aval para, que o País ingresse tam bém no mercado ja­ ponês, que até ho ·je não consome car ne brasileira". NHADO INCOMOD MUITA GENTE Há título pode pa , ao lado da rua Al­ recer meio cômico -; 1 cebía.des Bobadilha mas a situação en.- tda Cunha,após a es frentada pelos. mora I qu • na R - dores do verdadeiro, "r com a ua A- , fonso Pena, é mui­ banhado localizado , to seria. MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA l (1 l ',0,;o -/ da' .. ! +1n1, rei« t tu o q r upo tucluzir o lhor ca nio do iras,il, a6 o final lo prõx iu,ri ;rno. Etrna dirmaç,.:o p,rtiu do re:;idonte do Consc­ d1o Admini'±ativo - [da E,apre... Comarqo - r:orran Inclu:,l:rial, o dcoromi::ta Fernando e Arruda Botelho,ao 'ceber na cidade de lodoqlWllll, ,l vinit.,1 le uua comitiva do ( ·ovcr110 do l'.:,tnclo, l_! erada pelo Scorctfi­ io de 'T'urismo,Indús ria e Comércio, AI­ /ayr llcbcrlc!. TUc 'rr; l:cvc acompunhaclo - inda dos Secretári­ ~s de ITabitacão e De :cnvolviJmmto Urbano, aulo Corrêa; do Me­ .o Ambiente, Emniko - tcsende e da Fazenda, losé Pelício. e O não cumprimento ~le um compromisso , :irrnado pelo Governo P1assado com a dire - P;5o da Camargo Cor - ~õa Industrial, aca­ ou por quase invia­ ilizar o processo - lc implantação da fá j rica de cimento Por ~:land, que o grupo :: ! i~presarial_iniciou fia quase tres anos. 1 Utilizando-se da i pressão "hoje, es- 5 :amos com a fábrica 1 r:oda no chão", o Pre ;idente do Conselho- 'dministrativo da .CI, Fernando Botel­ .o, explicou que "já :ompramos todo o e - [Uipamento, já estan lo ele há um ano e 1cio aqui cm Bodoque z1a e não pode ser - contado,não pode ser lltilizado, por uma b;érie de problemas - iU t mie relacion;;.mento 11 b:om o Poder Público v: da estrutura econõ jica nacional, com e·una sér ic de planos, que acabaram atrasan do o Mmprccndimcnto: O reprefa:ntante - do qrupo emprenarial explicou que o com - prominuo feito pelo Governo pannado nc referiu o prover ao inotnlaç6cu da fibri ca de uma rede de e:: nerqia de alta ten - são, o que acabou nüo ocorrendo até ho je. "Entretanto - en fat:iza ele - a maior falta é exatamente - dn energia elétrica, já, que de nossa par te havia o compromis so de entregar a fá= bricu cm funcionamcn to, desde que em con tra-partida, o Gover no anterior nos pro­ vensc de rede de al­ ta tcnoão. Tudo isso, somudo aos planos e­ conômicos do Governo Federal, representou três anos de atraso no cronograma da o - bra, o que significa prejuízo para a Em - presa e para o Esta­ do". ICM: AUMENTO DE 15 A 20% Mesmo admitindo - que, o início do fun cionamento da fábri­ ca de cimento em Bo­ doquena não aumenta­ ria de forma mais significativa a par­ ticipação da empresa na produção nacional, e que isso hoje esta ria na faixa de 1,5% o representante do Grupo afirmou que "só cm ICM para Mato Grosso do Sul, ela - representaria um a - crésci.rno de 15 a 20% em termos de recolhi mento para os cofres públicos. Assim sen­ do, para o Estado, e la é um empreendimen to muito importante. Paralelamente a isso, trata-se de um inves timento muito ousado, Tribuna da Fronteira DIARIO REGIONAL ~ Fumlaç:.::;o: :>o ~,. 'Ft"vcr,~lni lf~ 1972. Propriedade: kedo RelvIstenso de Jornal u CCC.MF 15.511.701/0001- 90 prInscricão Estadual: 28.209.003-1 n. Diretor- Redator Chefe- Ivaldo Perelra +,Diretora- Mdeinirtrativa- M:ria Ftela V, Pereira de rerente: {1on SI1v Santos ut &Pedaço, Mhninf:traço Parqu Gráfico: Aveniua Triburs da 15Frontr, 54 - SEDE PT)PIÁ - Fone: (067) 439 - 141o . rBedxçao- Jsr'l Rua I de Halo 32 - Fone: 251 - 1669 , CAIXA POS': 2) - TELA VISTA - ím (emosso 00 SUL 1 ~ SIIOJRSA!S TORT NURTT'O- As. Dr. Corr a, s/n%, . Fone: 287 - 1239 A;TIO 1O- Av. Nato Grosso, 675 • ' j MRACAJU - Av. '1 de Junho 91 i f"l"H-i'O - ~1:t Pi l:v1 Rcbu.,; ;/ns precisamos dele, a ra inciarmos o mais rápido possível os testes dos equipa - mentos, antes mesmo de que a Fábrica en tre definitivamente em funcionamento. Nós precisamos - disso para, no máxi mo, até março do a= no que vem. Afinal de contas já temos um potente forno lá em cima e precisa - mos saber se ele es tá bem assentado. Õ técnico que foi con tratado pela-Empre~ sa, não podê ficar mais um ano, aqui ,. • a espera de uma de­ finicão•. CONFIANÇA NO GOVERNO Ao finalizar,ele . afirmou que "apesar de não ter o Gover­ no passado consegui do honrar seu com= promisso, tivemos - nossos ânimos reno­ vados, com a vinda de quatro Secretá - rion de Eotado,vioi tar nossas instala­ çõco. Hoje, n6n rc­ ccbcmon a informa - ;ão do compromisso do Governador Pedro Pedrossian e nele - nós temos uma gran­ de confiança". GERAÇÃO DE 1.30() BrfPRBGOS Após o desembar­ que, por volta das 09:30 hs no Acropor to de Bodoquena, ã comitiva governamen tal foi levada ate o complexo industrl al da fábrica de cI mento, onde após u- Governo Para Sem ma visita às instala ç0e, ouviu uma ex planacão detalhada - de empreendimento feita pelo Enqenhei­ ro Francisco Antonio Dias. Um dos pontos por ele destacados diz - rcspc i to à gc ra ç,ío •• de empregoo para to­ da a região. Confor­ me disse, "nos próxi mos meses, dos mais dc 380 empregos atuQ lo, atingiremos um pi coque irá absorver um total de 1300 fun cionários. Isso, scn do algo em torno de 500 provenientes da mão-de-obra local e OCIO d,• i ::o-dt>·-obrtt •• eterna". Todo o im-­ pacto orial, que um investimento de tal vulto representaria para a rcqiio, já faz parto de estudos, de senvolvidos pela pio pria CCI, assim como já está devidamente aprovado pela SEMA -­ Secretaria do Meio Ambiente- o relato­ rio do im .. ,; o ,•.nhi­ ental devendo qrande pa rt.c dos ITJCUI;,OO 5C.TI!ffi aplicados em filtros e até um Iaboratór1o, para minimotorização, mesmo antes do funcio na.menta da fábrica , de todo o cco!:;sistonu. Designa Delegado Especial Acompanhar Prisão de Terras em Anastácio o vice-Governa - dor Ary Rigo, acom­ panhado dos Secretá rios de Segurança= Pública, José Riz - kallah e de Justiça e Trabalho, José Au gusto Correa da cos ta, recebeu em seu Gabinete uma Comis­ são de Sindicalis - tas, Políticos e me.mbros dos movimen tos dos sem terra , que foi reivindicar providências com re lação a prisão de= 11 trabalhadores ru rais efetuada pela Polícia Civil de A­ nastácio no último dia 27/07, em fun - cão do saque de um caminhão de bois. Entre as reivin­ dicações apresenta­ das está a liberta­ cão imediata dos 11 presos, o que, se - gundo o Secretário de Segurança, é uma atribuição exclusi­ va da Justiça. "Nos casos de roubo e saque - dis se o Secretário - a Polícia prende, la­ vra o flagrante e o Juiz é quem libe ra on não o preso. O .. Secretário a - diantou, por outro lado, que está en - vianda à Anastácio um Delegado Especi­ al, que irá supervi sionar o inquérito­ que está apurando·a aenúncia de espanca menta, tortura e roubo de objetos dos presos. Segundo José Riz kallah o Delegado= de Polícia de Anas­ tácio, Valdir Benet ti, não será afasta do de suas funções-; cabendo ao Delegado Especial garantir a imparciabilidade do . inquérito. · Quanto a possi L -- Vice-Governador Ar; Rigo vel ilegalidade das pr1soes, José Rizkal­ lah, firmou que na o­ portunidade em que o­ correu a detenção dos sem terra, " o crime se fazia ainda visí vel, caracterizando portanto o flagran te". O Secretário de Se ~urança garantiu que quantos saques hou _ verem, tantas serão - as prisões". . No caso específico de Anastácio, o Secro tario esclareceu que a açao da Polícia s deve em ..função de ter s~ apresentada uma denün eia concreta por pa-­ te da vitima, que _pontou inclusive o no me dos autores dosa= que, e com base mandato judicial num solicitava o aes,]" qe1o da Rodovia An tãcio/Bonito e o 4," sarma.mento dos se.me - terra. •• ±.%.2 o Secretário de Se guranca garantiu o Governo Pedro Peque drossian "tem sido severo na punição - de agentes que pra­ ticam a violação - dos direitos huma - nos". O Secretário de Justiça e Trabalho Augusto Corrõa d~ Costa, lembrou à tí tulo de exemplo que recentemente foi de m1tido do cargo - um_ agente peniten c1ario que teve - Comprovada sua par ticipa. - çao no espan- camento de presos que tentaram fu - gir d ri ª penitenciá ,,', de segurancá G ima de Campo - rande. LER f: CULTURA, SER INFORMADO. LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA FRONTEIRA R.Io DA REGIONAL SEMPRE COM AS NOT!CIAS EM DIA. Lei l.ã o em Car à; e ol UM DIA PARA REALIZAR GRANDES NEGOCIOS "TEMPOS DE RFICI8NCIA E COMPETITIVIDADE. O G.RANDE LEILÃO· DE GADO DE CORTR R .- · t ERECE A OPORTUNIDADE" - voce ESTA VENHA. CARACOL ESPERA A SUA VISITA, NO DIA 03 DE ACOSTO, A SEDE DO » N CLUBE DE LAÇO CARACOL.. REALIZACO - PORTEIRA LEILOES. VAMOS INVESTIR CERTO. E, EVIDENTEMENTE. RETIRO DE • .., • GANiiAR DlNliElRo. LIGUE - (067) 495-1104 - ESPERAMOS POR OCE , l 1 j i .... JORNAL 'TRIBUNA DA PRONTEIA - DIARIO REGIONAL 1 DE AGOSTO DE 19 - ----- • ------------------------------------------· PAGINA 03 + ----- ....,.. Fiscalização do Comércio Mato Grosso do Sul deve ar recadar neste mês de julho a importância de Cr$ 15 bilhões­ com ICMS (Imposto Sobre Circu­ lação de Mercadorias e Servi - ços). Nomes de junho a arreca dacão foi de Cr$ 13 bilhões.Ei fevereiro não passava dos Cr$ 7 bilhões. Sem dúvida houve u­ ma boa recuperação da capacida de de arrecadação do Estado. Mas a meta é atingir,ain­ da este ano, Cr$ 20 bilhões de ICMS. "Esse é o potencial de arrecadação do Estado" - afir­ ma Antonio de Darros Filho, su per intendente de Administração Tributária da Secretaria de Fa zonda, que está à frente da "o peração Planilhamento", um vi­ qoroso esforço do Governo Pe­ dro Pedrossian para botar a casa em ordem, garantir o au-­ mento da arrecadação e coibir­ a sonegação fiscal. Participam da Operação 150 agentes tributários que, graças a um decreto do Governa dor Pedro Pedrossianm, de no 5.945 de 17/06/91, têm quase o mesmo "poder de fogo" de um fiscal de renda, Antes deste decreto um agente tributário a tuava apenas na fiscalização-: de mercadorias em trãnsito,con ferindo quantidades e notas - fiscais. O decreto ampliou as atribuições de agente permitin do que ele possa fiscalizar,aÜ tuar e multar. Ao todo a Secre taria de Fazenda credenciou - 368 agentes tributários comes tas novas atribuições. Hoje e­ les se somam ao trabalho de 185 fiscais de renda do quadro de secretaria, agilizando em muito o serviço de fiscaliza - cão. 1 • A operação planilhamento­ teve inicio efetivo hà duas se manas, visitando, porta por porta, os estabelecimentos co­ merciais de todo o Estado.Ore sultado é surpreendente: dos 3.652 estabelecimentos visita­ dos 15% não são sequer ins­ critos: 208 apresentam algum - tipo de irregularidade e 6.5 i estão totalmente inadimplentes com o fisco. o maior problema­ diagnosticado, no· entanto, pe­ la Secretaria de Fazenda é a sub-arrecadação: o comerciante lança o imposto devido nos li­ vros mas só paga uma ínfima percela dele para fugir do sis tema de triagem computadoriza­ do da Secretaria. Aparentemen­ te este comerciante está pagan do regularmente os seus impos­ tos todos os meses. Mas, anali sando os livros mais de perto, através da operação planilha mento descobre-se a inadimplên eia parcial. SEM PERSEGUIÇÃO Em recente debate com os comerciantes do Estado,do qual participaram pelo menos 34 pre sidentes de Associações· Comer­ ciais, o Secretário de Fazen­ da José Antonio Felicio garan tiu que a operação não teve ob jetivo punitivo, nem de perse­ guição à categoria. "Ocorre q/ pelo menos soi dos estabeleci­ mentos comerciais de nosso Es­ tado nunca receberam a visita­ de um agente fiscal"-explicou­ José Felicio. De acordo com ele" a fiscalização é um dever do Estado e um direito do con­ tribuinte, que paga 17% de ICMS no ato da compra de urna mercadoria e espera que estes­ recursos sejam repassados para o Estado e aos municípios e revertidos em obras e servi cos". · _ ·o sistema de fiscalizacao anterior era falho e dava mar­ gem para "perseguições" ou fa vores" - afirma o coordenador­ da operação planilhamento. An­ tonio de Barros explica que a fiscalização era feita com ba­ se numa listagem de inadimplen tes: "o fiscal já saia da exa­ toria sabendo qual estabeleci- Sec. de Fazenda José F<,lÍcio monto iria visitar e muitos esta belecimentos jamais apareciam nesta lista porque praticavam a sub-arrecadação, driblando o sis tema de triagem". O sistema adotado hoje pela Secretaria de Fazenda irá sanar estes problemas. Todos os 35 mil estabelecimentos comerciais e in dustriais do Estado irão receber a visita dos agentes tributários e dos fiscais de renda da Secre­ taria. "Não haverá excessões,fa vorecimentos ou perseguições" a-= firma Antonio de Barros. De acordo com o Superinten dente este tipo de fiscalização-= não será episódio ou se dará ape nas durante esta operação."A fis calização total passará a ser u~ ma rotina" - garante Barros. SEM UNIFORME A principal polêmica desen­ cadeada com a operação planilha­ mento - o uso do uniforme pelos­ agentes tributários - já foi re­ solvida. O Secretário da Fazenda recomendou que fosse evitado ou so de uniforme na ficalização em áreas urbanas, atendendo assim a um pedido das Associações Comer­ ciais. Nos postos fiscais e nas­ estradas o uso do uniforme perma nece por razões de segurança. - Para agilizar o processo de fiscalização o Governo do Estado revogou ainda uma portaria que - permitia a manutenção da maioria dos livros de controle do comér­ cio nos escritórios de contabili dade. Uma nova portaria foi publi­ cada determinando que o livro de apuração da arrecadação do ICMS­ seja mantido dentro do estabele­ cimento comercial, para permitir uma fiscalização mais rápida e completa. • Em reunião com o Sindicato - dos contabilistas ficou acordado que no período de l à 10 de cada mes será permitido o envio deste livro aos escritórios. No período de 10 à 30, no en tanto, o estabelecimento que for visitado e não apresentar o li­ vro de arrecadação será autuado­ e multado. Negocios & Oportunidades. Pinta de Tudo. Empresários do MS Participam d Feira Agroindustrial em Assão Um grupo de 150 ·mpresrios brasileiros participou no nal de semana, em Assunção, no Paraguai, da 4a Feira Agroin trial e de Serviço, que em uma semana reuniu quase dois m. l!ô de pessoas e movimentou mais de US$ 100 milhos. os ·mpresáríos acompanhados pelo secretário de Turismo,ida dústria e Comércio do Mato Grosso do Sul, durante o sábado e fen mingo participaram de seminários e conheceram detalhes do comer' cio, da Indústria e dos serviços paraguaios, expostos na feir o grupo de empresários, Lficnicos do governo e convidados po foram ao Paraguai cm um avião fretado da Vasp. O Secretário Aldayr Heberle liderou a comitiva do MS e d rante os dois dias em Assunção, anunciou para 1992, a formnçJo- de um "pool" de empresas da região Centro 0o;te, a fim de viab:d lizar a instalação ele um Stand na feira paraguain. 'l'amh"m f.íc& J acertada a participação de um grupo de empresários paraguaios ·.. na Fcrinter/91 que acontece no próximo mes em Campo Grande. ao, Durante a visita, os empresários e técnicos ào Governo c'Jcun __ Estado intensificaram as discussões sobre a criação da Câmara .to: de Comércio entre os dois países. "Esta será a largada para uma nova relação comercial entrgs brasileiros e paraguaios, disse o secretário Aldayr Heberle, a' discursar para os empresários do país vizinho. uo- o l .n - No sábado, de manhã, o secretário de 'l'urismo do MS conhg.c,~­ ceu vários standes da feira paraguaia, acompanhado do vice­ nistro de Comércio e Indústria do Governo Paraguaio, Ruben Faâ-- 5 • lala. . g Durante a conversa, o vice-ministro paraguaio enfatizou ~ 3 r os paises sul-americanas precisam de mecanismos mais eficazes r ra viabilizar a comercialização de vários produtos, espccialrnlJ .. te no campo agroindustrial. ! A autoridade paraguaia lembrou a reunião de Montevidéo,&d' de os países do Cone-Sul das Américas discutiram o livre comé~qu cio. . n Este é o momento propício para que instensifiquemos nos-~ 5 sos contatos com os brasileiros como de outros paises vizinhoa Para o vice-ministro Ruben Fadlala, é fundamental que os empré• sários busquem saídas alternativas a fim de melhorar as rel~ d cões comerciais dos povos latino-americanos. "É um mercado ruis to grande e de grande potencial", acentuou. ca A opinião do vice-ministro foi compartilhada pelo Cônsul' do Paraguai no Mato Grosso do Sul, Calixto Peralta, responsávta pela recepção dos brasileiros em Assunção durante o final a semana. Segundo o Cõnsul, o Paraguai tem intenção de comprar ~ri Brasil principalmente produtos derivados do couro, além de tec 0 .- nologia no manejo de grão. v1 Pretende seu País, segundo Calixto, vender para o Brasil e carne bovina e, principalmente, intensificar o transporte fld vial por meio do Rio Paraguai. n O Secretário Aldayr Heberle, disse, durante entrevista a.d missoras de televisão paraguaias que o Mato Grosso do Sul estáim se preparando para modernizar a comercialização dos seus produ d tos. "A feira paraguaia é um exemplo de cuidado que o Estado ' tem para vender bem seus produtos. Vamos trabalhar para melhorar nosso trabalho de exposiçãc de produtos, pois assim estaremos abrindo caminho para atrair novos investimentos para o Estado, disse Aldayr. ENCONTRO V AI DISCUTI NA RE, JIRONTP.IRA •• DIÀRIO RHGIONAJ, •• 1991 PAGINA • u{ .l .''"AG08Tl> J)E • - HEt,A VISTA. - -------~- --- O B I E N T AD O B OFISSIONIL & - COMERCIIL ,, lt i r, ri d1, E )! ) I dvocacia r.Alll,0S A. NAZAlll liOllGP.S ai a t'.1uC1tll Clvcls e Crimlnn ln 15 - 24:00 bs - FOlfE: (067) 251 - 1011 RIJA SAUL HJRAES DE DEUS, f;Q - 1212 VlU. BRASIL JARD Ili - HAro CROSSO DO SUL z1 $é,E ESTELA3 id EM.ERICES A SETE ESTRELAS EMBRIÕES convida você à conhecer de perto, os extraordi­ -t nárlos resultados alcançados em seu primeiro ano de trabalho comercial. Atualmente você pode encontrar BEZERROS SETE ESTRELAS, produtos de trans 15 r ferências de embriões em diversas regiões do país, como Paraná, São Paulo , da Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Pará, Bahia e Rondônia. - tr rl 1o11 AtC"nçÕo: "A SE'rli ESTRELAS Din1U0r:s Mo possui nenhum RESERVA e eu PLANTEL., cst.nndo to - na ,S ao os produtos à dispostão do mercado". te + u:::: ( r' 4" y t· ~~ () p. "±t 1, " 'e IA , SETE ESTRELAS EMBRIÕES LTDA Central de Tccnologln: Rodovln BR 262, K 392 - Tcrcnos (MS) Tclcfonc/Fnx 067. JSJ-5893 ~:nd. 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RUA COMANDANTE CAMISÃO, 178- FONE 454-2081 MARACAJU - MATO GROSSO DO SUL os ro a l1 :4 d> _j ). :; E20DOR2IA 0O M //HEI2O ATENÇÃO COMERCIANTES DE BELA VISTA; JARDIM; GUIA- E: LOPES DA LAGUNA; MARACAJU; BONITO; NIOAQUE, ANTONIO JOÃO E CARACOL ATACADÃO SÃO JOSt PORTO MURTINHC t»-72; rren '! ostG de l.."!' $ e- OS MELHORES PREÇOS - OS MELHORES PRODUTOS. a"" Loja 1 - Av-. ·Duque de Caxias, 712 - 251-1713 Loja2- Av.Duque de Caxias, 342 - 251-1833 ATACADO - Avenida ll de Dezembro, 164 - 251-1161 DE JOS8 LUIS DESTEPANI • ' AONDE VENDER BARATO SE TORNOU TRADIÇÃO • • JARDIM - MATO GROSSO DO SUL r,UNA DA FRONTEIRA J>lARIO REGIONAL, - IRO COMUNITÍRIO DESMONTIDO O C'nutro Comunitá­ io No: a Senhora Npa cida, localizado no .drro l'ri1.1<.1vcra, pró í GIO flt) Cn., ta e Sil :. ., , que e!iL11va rcprc-· entando per iqo as gestoa; que nele se qeun iam :semanalmente­ evido ao péssimo e­ ado em que se encon- rava :sua cobertura , cujo, madeiramento e nva ccclcnclo ponco a mur:o, foi desmontado i alquns dias, o ma­ lriromrnl:o defeituoso oi retirado e o per! , "º j i'i não existe ma - t r; . ,t O gngcnheiro Rica_E lo de Souza Roa, res onáveI pela obra er ju ida por ele gratui­ .amente e entregue à comunidade católica daquele bairro, per ccbendo o perigo que o madeiramento­ do teto estava re - prcnentando para o grande número de mo rndoreo do bairro - das Primaveras que [requentava o ccn - tro comun1 t.ário qua r:c que diariamente, dctrrminou u retira da de tqda a cstru= tura da parte de ci ma do prédio para que fonse erguida - uma nova, dentro dos padrões de seg~ rança necessários , isso, vale rcssal tar, por sua pró pria conta. !lá alguns meses­ confonne veiculamos TA 01 U " ªGOSTO JJE 1991 - 1:'AGlNA [ IS r rv - -- 06 Capacita€ã O 'Teve sua 1 '/J OI e em nosso diário, o prefeito Eduon Mcd A ros de Morae havia­ uc comprometido cm solucionar o proble­ ma do Centro Comuni­ tário que estava na cminéncia de desa bar, alqumas semanas atrás cm conversa com o repórter o En­ genheiro Marcos Câm~ ra de Moraes, Secre­ tário Municipal de Obras, diosc que pro vavelmente no mês de agosto seriam execu­ tados os serviços ne cessários no referi= do prédio, porém pc,;: cebendo o perigo que a cobertura estava - representando o Eng~ nheiro Ricardo Rosa, que tem responsabili Aconteceu dia 29/07 PP'.------------------==-------< ~ abcrturn dn primeira '07 Mui# aio « c (INl [Pgjp22qgptq 1(142/2 li2ci 4os coordenar«] [l) Il üllllllll i llKlU JU! ]UI ç%%.2.2E_I Ingpgrtqgtgg pfgg j 1s". ««e tera 4sras@sol lllll] ll llll@) ll!) rle 40 horns/aula e que ,·.!_ d sgor sr siri.[f99lh 9lha «]age ~paga#kppq(/0/p2@? 2zz ;2:.1.%.:/ll4 dlll/ ló lbülllóllülGô 5õicos de diversas agên­ reias de Educnçao de Mnto- ]rosso rio Sul. Segunclo infonnaçÕes li , ncrndas peln Diretoria - •i ~e Dcsem·olvimento de !l.ecursos ílum,~nos (DDRII) , da Secretaria de Educa - zçio, "o Prorama consta- c-Je diversas etapas mas - lcssa primeira reveste bse de fundamental m, b ,; i t5ncia, pois visa dar subsídios no trnbalho - de monitores, que irão ntunr junto nos coorde­ nadores pedagógicos que, nn realidade são - os especialistas e Edu cação (os antigos super­ visores e orientadores - - c-ducacionnis). de Mlnas Gr.rnis. A par - impor Com suas ntlvidndes n tlr desse treinamento E$1E'E E #, MM 9 %.35 Me O A Secretaria de Turis- 'mo, Indústria e Comércio ,,i promoveu uma reuniao com­ r 1 a participaçao de repre - q sentante do Procon, Asso­ "' ciacão Brasileira de Nor­ '' as Técnicas (ABNT), Con­ p selho Estadual. de Ciência "' e Tecnologia, Vigilância- tt - d Snnitaria e Departamento- ut de Pesos e Hcdidns (DPH), ,'para definir acões conjun ,,., tas que impliquem num ma­ ', ior controle de qualidade dos produlos ao mesmo tem r Po que gurantn a cflc.Ícin l li nos proc-,,-sos ce dcfei;a - do consumidor. O0 objetivo da Secretaria é cstabclc ccr programas pennanen - tes de apoio aos cmpresá rios e consumidores de forma a resultar em an­ tagens para ambos, den - tro dos critérios estabe lccidos pelos Órgãos e entidades em·oh·ion Star• - Há 50 anos, Bruno­ Mussolini, filho do Duce, morria em aci­ dente de aviação. •· Há 50 anos, Getú­ lio Vargas, presi - dente da República, 0.ra eleito, por "a­ clamação" para a A­ cademia Brasileira­ ae Letras. Os dema­ is concorrentes " .. num gesto de reco - nhecimento às altas nutoridades (?) do novo candidato, re­ tiraram seus nomesª ("O Estado de são Paulo, 08/08/1941 págs 1 e 8) •• Há 50 anos, mor ria Rabindranath Ta Tore, poeta e fi16- sofo indiano, Prê - nio Nobel de Literá tura (1913). - KAWANY noUTIQUE Comunica. sua clientela que está fazendo Promoção - de Inverno com 50% àe desconto para compra a vista. FALANDO Em Kawan", até hoje a Regina está recebendo elogios - pela produção e rea lização do Desfile= no Clube do Laço , nnde a linda Cris - tiana .de Oliveira - àesfilou e como con vidadas a exibirem­ r.uas roupas Marruá­ eans e a Confecção de Regina Tomazzo de são Paulo. Saú. e da Tratamenl u her Terá special J.-------P-=- ----- . - .,,_ SEOIBTÁRIO 06 SAÔDE - CARLOS AIJERTO ASO:NÇO 0 Governo do Estado está c::,pcnhado nn J.cplantaç.'io do Pror,ra de. Asslst:éncla lnU-gral à Saúde de Mulher - PAIS!! - e.a, to = dos os centros de Smüde de Mato Grosso do Sul, A &nrantln foi­ da.dn. pelo Secretário de Saúde., Carlos .Alberto Ascenço, à Pres! dente do Conselho Estadual da Mulher, Juss[mar a B.nch.-., dur.-mte rcunino para discutir o assunto. O Secretirlo reconheceu o lmportiincla do Prograa, detalha do e= ua relatorlo dn entidade, que propÕe U::D Lrat.nmento dlfe­ renclado e ru::plo ec todos os aspectos para a mulher, "Não que remos mais_ que n mulher vá .. nos centros de saúde npcna.11 p..ira. :­ con!ulta ocdlca. Quere00s e conhecer e culdar do aspecto pst­ cologlco e soclal da c:ulher 11 - dl.cs(! Jussiaarn Bnch.i. Segundo ela, para que Isso ocorra é necenário que haja ru­ dn~tn no nutnl modelo de ntendfccnto doa post.os e centros de Saude. A presidente do Conselho defende aInda n nssistencIa cl[nlco - ginecologlca desde .3 ndolcsc.éncia até a velhice d4 Iher, mu processo educativo que garanta as Inforaçoes ne - es8.4rlas para 4 mulher exercer um p..,pel ativo na prcvenÇ.Do - das doenças. Una das causas da falta de saúde das mulheres, eundo a presidente do Consclho, _sao as nas condlÇÕea do::. servlç.os pÚ - blfcos de atendirento médico, agravado pela dupla Jornada de "Ph9, is condlcGe« de vida, desesreo e, atnda, a v1olé c1a tostfca e sexual, que te coo alvo prLcfa1 a mulher. Sobre s condiçoes de atendimento, 0 secretário Carlos As - ?" ' Gu o prora» estadual &e sa@de ecti passando por re oru coes, a partir da descentraliza - d terminado pelo Sistema Uoifl d _,ao os serviços, de ecos e secretsrts, o cor' ,";2ide. co» ta«o, de seor4o dade de coordenar e flsc.1.]. I _ fIca coa a. rcspons.ablll­ ando de ser executor ~.,"" acocs »átcas de «aüde, de! E funçao dl.sso o &ccret.ii 1 - todos os ref i ' - r O ecpera reunir no prox!mo pes o ia' •{:2z,"; aw vai ri«no«r._os eiít.­ à Saúde d Mulher. "Ne que O 1 Proer.n,a de Assistência Integral­ cm alguns cunlclplos a.aia t sso seja pons{vcl a c.urto prazo - ratos, Três Lroas Pon,'{Furados, coo Capo Grande, Dou ora , concltúu o secreta.rio. r CRDno DOS SUBTENENTES E 5AACENros PEDRO RUFJ/.-0 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Tendo co vista o Conselho F 11 presldêncta do CSSPR isca} ter ~&t.I::lldo lntcrln.a::=ente to 19 4o Art. 49 ao r,,"? Prccontza a 1etra "a" ao parira- 0 Presl! Bela Vlst.,-NS 3 roto as"!',,""_" "uso a« 1s9 • Conselho Con.tultlvo IR IIDSNIO VI IR f l '* TODÕ MELHOR DE! * ARTIGOS DE COURO: EM JEANS E O PREÇO DA CIDA · + . ~ ,-Laços, Calças, Selas '* BIQOINIS , !•~MODA INTIMA, BERMU­ • /DAS, CAMISETAS, ETC.. DE LtllSZETHE DUARTE RUA ·.da4tigre . ' 'RELA· VlSTA - MS 1 • • • ..' BOUTIQUE SENSARo DA ÍCITY MODA RIO +'SR • .. 1o noirzo" PAULo + E BE KAANy RUA DUQUE DE KAWANY! (067)439-174