~ 
DIARIO 	tretor: Ia d )reiro 
Bela VIta/MS - Quarta-Feira - I de Mgonto de 1991 - 1?: 1.06B8 - Jardim,)aracaju,Caracol,Porto MurtInho,Antonio Joio,Bonito,Cuia L.da Lapuna-- Cr - 200,0 
SILARIOS DO FUNCIONALISMO · MUN 
O Vereador Cárrnio A-­ 
cfoli, do PFL, preen - 
tou Indicação na Camara 
Municipal uolicitando 1_1:1. 
(ormoçÕen ao E.xccutlvo,n 
rcupelto do11 salóriou do 
funcional Ismo püblIco mu 
nJcipal. 
• CÓseio quer naber o 
por que do Prefeito nao 
rcpausnr aos funcioniri­ 
ou o aumento da Receita 
do P.P.H e ICMS, uegundo 
determina a Lei 872/89. 
Segundo os Balancetes en 
lados Camara Munfc1 - 
pal o aumento do receita 
foi na ordem de 100% e o 
reajuste no funcionalis­ 
mo não chegou a 50%. 
Preocupado com a situ 
ação doa funcionórioo e 
familiares,numa cidade - 
onde a inflaçii°'o é uma doo 
mnioreo do EHtado,devido 
o alto co·notante nos pre 
ç0 dos produtos de pri­ 
meira neceeeidadc,Cásoio 
quer uma política oalarial 
mais condizente com a rea­ 
lidade. 
INHEIRO 
RDBILH 
E os (uncionirios pu­ 
blicos municipais de Jar 
dim ganharam mais dois 
padrinhos por ocasião da 
passagem do Dia dos Pais. 
Os funcionários, na 
maioria pais de família, 
foram hornenngendos pelos 
Vereadores .José Francis­ 
co da Sih·a Filho, o "Zé 
Preto" e Odilon Vasques 
do Prado, com dois reque 
rimcntos hastnntc inte - 
reasantes. O Zé quer a 
redução da Jornada de 
trabalho dos funcionari­ 
os públicos municipais - 
para seis (06) horas <li~ 
rins, con(onnc expedien­ 
te endereçado ao Prefei­ 
to Joelson Peixoto. Já o 
Vereador Odilon, também 
em expediente ao Prefei­ 
to, pede um aumento nos 
L 
,. 
r 
t 
___ Ll 
Ver. Odilon Vasques do 
Prado 
salários do funcionalis 
mo segundo etc, bastante 
defasados. 
Com certeza os dois 
edis estão com a bola to 
Ver. José Francisco do 
Silva Filho-"Te Preto" 
da junto aos sen·idores 
do Município. 
Veja matéria comple- 
ta na Página 08 des 
ta edição. 
JARDIM 
Legislativo em Ação 
MATeRIA COMPLETA NA PÁGINA· - 08 
Nem mesmo o mau tempo 
que teimou em permanecer 
sobre a Princesa do Apa 
no Último finn.l de sema 
na tirou o brilho da fes 
ta e torneio de futebol­ 
promovido pela Associa - 
cão de Moradores do Bair 
ro Costa- e Sib;-a no Últi 
mo final de semana. 
Grande número de mora 
dores prestigiaram os jo 
gos que tiYeram início= 
no sábado a tarde, dia 
10. A noite, mesmo debai 
xo de uma fina garoa e 
muito frio, as dependên­ 
cias do Centro Comunita­ 
rio ZuJ.m.ira Ossuna este- 
No domingo os jogos - 
de futebol foram disputa 
dos pela manhã e a tarde, 
com o campeão do torneio 
recebendo como prêmio um 
bonito troféu e ainda u­ 
ma caix.a de cerveja gela 
dinha. Várias pessoas co 
laboraram com a Associa= 
ção presidida pela Sra. 
Donalda Pleitos, que jun 
tamente com sua direto - 
ria empossada no mês pas 
sado trabalhou muito pa­ 
ra o sucesso do evento. 
Os agradecimentos eo 
nome da Associação, da 
qual fazemos parte, ao 
Prefeito Edson M'edeiros 
ve torado pelas pessoas de Moraes, Presidente da 
que assistiram o Concur- Câmara Municipal Jorge - 
so "HIss Baby Costa e de Souza Rosa, Vereado - 
Sih·a" e a escolha da res Roney Moraes SimÕes, 
"Garota Costa e Sil~·a". Cassio Acioly, Paulo Me- 
lo e João Kallfe,Sr. Ccn 
til Varas da Rosa, Eva 
Confecçoes, Eva Noveda - 
de-Bella Vista/Paraguai, 
Cordil Distribuidora <le 
.Bebidas, José da Cruz To 
ledo, Marcos Lóris, Jo 
Garibaldl da Rosa Neto 
Lanchonete Barril 2.000, 
Jeep (Açougue Estrela) , 
Padaria Cinderela, Super 
mercado Lumar, Azuaga - 
Calçados e ConfecçÕes 
Sr. Nelson Luiz Matoso, 
Sra Helena Barbosa, Srta 
Miguela Mor1n1, Engenhef 
ro Marcos Câmara de Mo - 
raes (Outy), companhei - 
ros de diretoria, a.r:úgcs 
e pessoas que de uua for 
ma ou de outra dera sua 
parcela de colaboraç.Õo - 
para a realização da pro 
moçao. 
.MUNICIPII 
Temos em Bela Vista 
11111 grande potencial tu - 
rstico que não esta sen 
do aproveitado: a Praia 
do Apa. 
No verão, centenas de 
belavistenses procuram 
o Apa, um rio sem polu~ 
ça0, com águas transpa­ 
rentes, com uma praia - 
de mais de 500 metros, 
area de lazer, campos - 
MATÉRIA COMPLETA 
de futebol, quadra de vo 
leibol de areia, enfim , 
um diamante bruto que so 
falta lapidar. 
Está na hora de a 
Prefeitura Municipal de 
NA PÃGINA - 03 
Bela. Vista "comprar" es­ 
ta idéia e implantar o 
BALNEÁRIO MUNICIPAL DO A 
PA, tendo como exemplo 
Balneário de Bonito, no 
Rio Formoso. 
oraes têm extaen­ 
te 16 meses para concre 
tizar estes projetos. 
Lembran­ 
do que a partir de Ju - 
nho ou Julho será defla 
rada a campanha eleito 
Tal, quando Bela Visa, 
outubro de 92, elege 
ta o novo Prefeito. 
1 T O R L 
Poderíamos atê dizer 
que·durante 4 meses o 
Prefeito terá que se em­ 
penhar na campanha polí­ 
tica, caso queira fazer 
o seu sucessor, e Moraes 
niio vai se omitir, é ob­ 
vio. 
Então ele têm, na rea 
lidade, 12 meses de tra- 
bolho. 
Concordamos com a sua 
idéia de fazer Bela Vis­ 
e.; uma cidade mais fe 
liz. 
Com mais ruas asfalta 
das, casas populares 
rede de esgotos. mas .,o 
tempo será suficiente pa 
ra o Prefeito'ter 
nar as obras? 
No cremos! 
Então, será de suma 
importância Edson Moraes . 
fazer o seu sucessor, um 
homem afinado com suas i 
. dê ias e projetos. . . - 
MATÉRIA COMPLETA 
NA ,PÁGINA.- 03 
Projeto do Deputado Os0ar Goldoni Regulamenta 
Cobrança Contra Fazenda Pública ' 
1 Mana diz que em 4 Me 
Tolas as Crianças $era 
firaias das Ras 
A Presidente da Fundação de 
Promoção Social (Promosul), e 
E! Dama do Estado, Maria Apare 
cida Pedrossian afirmou que em 
quatro meses, tódas as cr1an - 
ças carentes e desocupadas se­ 
rão retiradas das ruas da Capi 
tal e de algumas cidades do fii 
terior, mrudando definitiaen 
te o panorama das cidades, que 
boje: se deparam cou crianças - 
mendigando, drogadas e enfren­ 
tam problemas com a formaçaÕ - 
de gangs. 
A primeira dama explicou 
que através do Projeto "Pê-De­ 
Moleque", que vem sendo dese.n­ 
vol"t"ido pela Promosul, essas 
crianças estão seo,do le'adas - 
para a Casa da Cr1anca, em l2Da.ado EaEae 
Campo Grande, ondé recebem to- M!_Aparecida Pe 
da a assistência µecessãri.a .. drossi.an 
desde alimentação, tratament-o 	· , 
médico, alfabetização, e semi-profissionalização. 
MATÉRIA COMPLETA NA PGINA 02

JONNAL, 'TRIUNA DA PONTEIRA - DIÁRIO REGIONA 
DROGAS ISSUNTO ENTRE • 
PII E FILHO, SEM GRILOS 
A picoterapeuta especializada :t família o hã 30 anos pro 
fora na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ( PUC 
-P) Universidade do São Paulo (USP), Lidia Roembera Aratan 
qy, lan, no próximo dia 22, na Livraria Cu]Luru, em São Paulo, 
o livro "Doce; Venenos- conversas e desconversas sobre dro­ 
qa", pela recém-criada Editora Olho d'Mqua. o crescente conou­ 
no de droqas é preocupação, cada vez maior, de pai,_ professo 
rc•r, e• o~J próprio:; jovcn:;. li Goluçao do problcn:lil nao e factl nem 
rápida. 
'Talvez um dos primeiros passos para a solução seja desco - 
bri1 "qual ó exatamente o problema". Em geral, a droga aparece­ 
em famílias em que pgis oe filhos conversam pouco. 
l~;:10 oignificn que basta pais e filhos dialogarem 9/ a que.:!_ 
tão das drogas estará resolvida? Claro que não - e ai e que es­ 
 :, o prubJ cmo. Na opinião de LÍ dia Ara tangy , "ter conversa de 
111cnL i dnhu é tiio nngativo quanto niio ter conversa". E ressalta: 
6 prcci~o evitar a todo cuato um tom de acareação, uma falsa in 
Limld.ick com o filho, "com o intuito exclusivo de evitar as dro 
qas". 
Lidia observa que a verdadeira intimidade comos filhos não 
se improvisa; ela já começa antes de o filho nascer, nu gravi . 
dez, "f muito complicado inventar uma intimidade com o filho de 
20 anos quando, aos cinco anos, ao chegar cm casa querendo con­ 
tar as novidades da escola, ele era desestimulado por pais que 
pensavam em outras coisas ou se interessavam por outras pessoas 
"sr hi então esse bloqueio, o que fazer? 
Em primeiro lugar, lembra Lídia, ser honesto. A essas altu­ 
ras, a divida idos pais.e o filho está começando a cobrá-las". 
A psicoterapcuta recomenda uma cautelosa busca de pontos de con 
tato: "atenção para o que as duas partes gostam de fato; pode - 
ser qunlquer coisa, ati novela da TV, ou o Chaves". 
Eis algumas dicas de Lídia para se conquistar um filho ( ou 
um pai): 	• 
- Redescobrir o prazer de sair junto 
- Aprender a ouvir 
- Ter a coragem de relatar as próprias imperfeições 
- Saber estar por perto ("Tem sempre uma horinha, em que ele es 
tií desarmado") 
UMA PUGA DO MUNDO 
Nenhum pai ou mãe está livre de encontrar um cigarro de ma 
conha na bolsa ou gaveta da filha ou filho. "Isso não é o fim - 
do mundo", garante Lídia. Ela pede para os pais não fazerem o 
filho jurar que não· fumará mais. "Isso é obrigá-lo a mentir", a 
lerta, Para ela, o filho fumar maconha pode significar várias - 
coisas, um sinal de alarme, ou ati de curiosidade. "Se os pais­ 
acompanham a vida do filho, intuem o significado de suas ações, 
e se niio sabem, que.perguntem e mostrem claramente sua reação , 
partilhando o que sentiram". 
A intimidade possui mão dupla. "Não posso querer que minha­ 
filha se abra comigo se não me abro com ela e não capto a ela - 
minhas perplexidades e fraquezas", lembra. 
e alguim conseguir conversar com seus filhos, eles não esta 
rão n~cessáriamente vacinados contra as drogas, mas vai ajudar­ 
bastante, diz Lidia "o diálogo não impede que minha •filha en 
gravide sem querer, mas se isso ocorrer, com o clima de intimi­ 
dade é mais fácil participar do seu problema e evitar que ela - 
va parar na mao àe uma curiosa que faz o aborto com agulha de 
tric6
11
• 	• 
. De acordo com a· autora de "Doces Venenos", o consumo de 
drogas ocorre porque "o mundo está muito sem graça, sem perspec 
tiva" Para ela, os políticos estão fazendo muita besteira as= 
empresas estão agredindo demais a ecologia. Resultado: as novas 
geraçocs tem a scnsaçio de que niio há salda. "Nesse quadro, pu­ 
lar .fora torna-se uma alternativa muito sedutora". 
Lidia observa: "atualmente sinto na juventude uma ansiedade 
de fazer par te de qualquer grupo,· mesmo que para isso seja ne­ 
cessario !e d~ogar. "A psicoterapeuta recorda que os jovens da 
sua geraçao nao tinham medo éomo hoje da solidão que, antes,pos 
suia ate o charme do poeta. Elà atribui a exploraçio das drogas 
I
A f~l~a ~e alte~n~tivas e à falsa exigincia de "pertencer ao 
ban~~-. Fal~a_a ?.uventude atual maior engajamento político, fi 
jloso.ico, poetice. (Aginci~ Estado) 	- 
1· OIMI DIZ QUE 
EM 4 MESES TODAS AS CRIANÇAS 
SERÃO RETIRADAS DAS RUAS 
.ação governamentl,_ambém 
via ilizando a geracao ae e 
g0, nos proprios orqaos ·s' 
ais, como por evomplo, o 
Gráfico que está sendo 1 
do elo Gove nador Pedro 
·sian que irá empregar cera s 
d 100 menores. 
A presidente da Fundação 
de Promoção Social (Promosul) , 
e la Dama do Estalo, Maria p_ 
recida Pedrossian afirmou que 
cm quatro meses, todas as cri­ 
anças carentes e desocupad. s - 
serão retiradas das ruas da 'a 
pital e de algumns cidades <lo­ 
interior, mudando definitiva - 
mente o panorama das cidades , 
que hoje se doparam com crian­ 
ças mendigando, drogadas e en 
frcntam problemas com a fonna­ 
çiio de gangs. 
A primeira dama explicou - 
que atravês do projeto "Pi de 
moleque", que vem sendo desen­ 
volvido pela Promosul, essas - 
crianças estão sendo levadas - 
para a casa da Criança, em Car 
po Gr~nde, onde recebem toda a 
assistência necessária, desde a 
lirnentação, tratamento midico~ 
alfabetização e semi-profissio 
nalização. Apôs esse atendimen 
to, quando encontram dificuld~ 
des em conseguir um emprego, ~ 
travis dos convênios que esta­ 
mos firmando com a iniciativa­ 
privada, áinda orientamos e as 
colocamos no mercado de traba­ 
lho", explica Maria Aparecida­ 
Pedrossian. 
Salientou ainda a Primeira 
Dama, que o.motivo que leva es 
sas crianças às ruasJ ia fal= 
ta de ocupação. A partir do mo 
menta que passam a ter uma ocu 
pação acabam largando o vicio= 
e principalmente as drogas. A 
VICIADOS E DESOCUPADOS 
Mas não são apenas as cria 
ças que estão merecendo atenç 
da Promosul. Mrndlgos alcool 
tras, também estão sendo atendi 
dos pelo órgão assistencial, r 
cebcndo tratamento médico eu 
ocupação. Segundo a primeira D 
ma do Estado, estas pessoas~-­ 
tão carentes de tudo: de afolo, 
de atenção, de empregos e snl~­ 
rios. nAp6s o tratamento,princ! 
palmente dos alcoolatras, tc~c 
conseguido até mesmo a reconci­ 
liacão deles com a própria fami 
lia, ou seja, estas pessoas, p 
ra deixarem às ruas, a exemplo­ 
do trabalho que estamos desen­ 
volvendo com as crianças, nece 
sitam de uma ocupação, de adqui 
rirem responsabilidades e sen­ 
tir-se útil perante a sociedade 
Dai a importãncia da comu~ 
dade, na participação destes 
programas de atendimento aos g 
nos favorecidos", salientou u 
1a Dama do Estado Maria Aparcc~ 
da Pedrossian. 
SE VOCE SF. CUIDAR, A AIDS 
VAI TE PEGAR! 
t Missa 
A FAMILIA DE 
de 7
2 
Dia 
+ MARIA DE FÃTIMA FERREIRA DE JLM.EIDA 
CONVIDA PARENTES E AMIGOS, PARA A MISSA DE 79 DIA, QUE SE­ 
RÁ CEL-0:l'RADA HOJE, DIA 14/08/91 ( QUARTA FEIRA), ÀS 18:30 
HORAS, NA IGREJA MATRIZ DE SANTO AFONSO. 
,., .. r, 
- .... ' 
• A.KM 
.: oco 
.±t4: 
; dr 
2.s € 
• 
ALI 
+ ±Jcs 
B 
" voce foi a alegria dos que a conheceram, 
Agora e a tocha de luz que permanecera 
sempre acesa iluminando a todos nós" .. 
S em 
... S"!'am&-:1 
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(1
r,J/lf, 'i'JJJIHJJ'7 Dl FJl(JNTElRl 
,J . 
DIÃRIO REGIONA!, 
BELA VISTA, IA DE AGOSTO DE 1.991 - PCIN 
.-- 
FIQUE SABENDO 
Assim Caminha a Humanidade 
l. 
Vivemo num Plane 
ta charrndo •rerra. - 
No Universo cm mo 
vimento a 'r'erra "ca-­ 
minha". Seu::; habita_!! 
te são caminhantes 
do Cosmos. 
Temos tr6n tipos 
de caminhantes. 
o que olha além das 
cstrclas,o que passa 
0 tempo olhando para 
o chão, não têm tem­ 
po de olhar para o 
alto; e os que não o 
lham nem para o chão 
nem para além das es 
trelas. Ficam indeci 
sos, ora olham para 
º alto, ora para o 
chão e caminham cm - 
yoltas, sempre retor 
narn ao mesmo lugar. 
Vamos definires­ 
tes caminhantes oao: 
SONHADORES, REALIS - 
TAS e ADORMECIDOS.Es 
te Último sofre in - 
fluência dos REALIS­ 
TAS, e dorme quando 
a realidade é dura 
demais ou curel para 
o seu entendimento ; 
e quando dorme rece­ 
be alguns sinais dos 
SONIIJDORES. 
O REALISTA está a 
qui e agora, têm co- 
mo objetivo wna vida 
material melhor,qucr 
boas casa, carros , 
pooiçõeo e i tido co 
mo. "moderno", aceita 
ao mudanças. 
Os fins justifi - 
cam os meios. 
Os SONHADORES tam 
bém trabalham, bus:: 
cam uma vida melhor, 
lutam pela conserva­ 
çaõ do planeta, pela 
justiça social, não 
aceitam a violência 
do cotidiano e tudo 
o que fazem é visan­ 
do a humanidade como 
um todo. Acreditam - 
num mundo sem pátri­ 
as ou bandeiras. Fa­ 
lam do espírito, das 
artes ,e entendem ser o 
homem, um ser em aper 
feiçoamento. Ser e 
mais importante do 
que ter. 
Acreditam nas téc 
nicas, nas conquis - 
tas da Ciência, a 
plaudem quando uma - 
nave espacial é lan­ 
çada ao espaço e so­ 
nham ... 
Falam até em Go - 
verno universal. Fe­ 
deração das Nações U 
nidas. 
Estamos em 1991 , 
faltam nove anos pa­ 
ra ingressarmos nO - 
no IIIº milênio. • 'l'o­ 
dos os profetas fa - 
1am em uma NOVA ERA, 
a Era do Aquarius. U 
ma era de paz, pro - 
qresso e justiça so­ 
cial. 
E há os que falam 
também, que estamos 
próximos do FIM, mui 
to perto da batalha 
final, do Grande Con 
flito. E o "afther 
dayfl é nada mais que 
o aniquilamento des­ 
ta-civilização, qua_!! 
do então os REALIS - 
TAS darão início a u 
ma nova civilização. 
Sobreviverão os 
REALISTAS? Ou os SO­ 
NHADORES? E os ADOR­ 
MECIDOS? 
ASSIM CAMINHA A 
HUMANIDADE 
O que será preci­ 
so para não aconte - 
cer o Grande Confli- 
to? O que é preci­ 
so fazêr para que 
todos os caminhan­ 
tes se unam,moldem 
suas maneiras de - 
ser? O REALISTA pre 
cisa um pouco maia 
de SONHOS; o SONIHA 
DOH,olhar um pouco 
mais para o chão e 
ver que nem todos 
podem acompanhar os 
seus sonhos,há os 
que caminham dcva­ 
gar,c os ADORMECI-­ 
DOS,despertarem 
captando um pouco 
mais das idéias dos 
SONHADORES e dos - 
REALIS'I'AS. t scrrp.re 
mais fácil ensinar 
uma cirança a cami 
nhar do que um de­ 
ficiente físico. É 
muito melhor apren 
der a moldar a ar= 
qila,fabricando lin 
dos bonecos,do que 
comprá-los prontos. 
Teremos a satisfa­ 
caô da criação.Nes 
te aparente caos em 
que vi vemos, pode-se 
notar,desde já,mu - 
danças,elas estão 
se operando em todos 
os níveis,quem têm 
olhos para ver, veja, 
é só observar a sua 
volta. Está nascen 
do o HOMEM NOVO. Ele 
está entre nós. Des­ 
de que o mundo é "mun 
• do" ,a humandiade ca 
minha, só que a par­ 
tir do IIIO Milênio 
• caminhará para o 
ALTO. (PP) 
Balneário Municipal do Apa 
Temos em Bela Vis 
ta um grande poten - 
cial turístico que 
não está sendo apro­ 
veitado: A PRAIA DO 
APA. 
No verão,centenas 
de belavistenses pro 
curam o APA, um rio 
sem poluição, com á­ 
guas transparentes , 
Com uma praia de ma­ 
~s de 500 metros, á­ 
rea de lazer, campos 
de futebol, quadra - 
de voleibol de areia, 
Ger. do Banco do 
Brasil em Porto Mur 
tinho Roberto Hu1ler 
( 
. ( ' 
enfim, um diamante 
bruto que so :làlta. 
lapidar. 
Está na hora de 
a Prefeitura Munici 
pal de Bela Vista - 
"comprar"esta idéia 
e implantar o BAL, - 
NEÁRIO MUNICIPAL DO 
APA, tendo como e - 
xemplo o Balneário 
de Bonito, no Rio 
Formoso. 
Poderemos cons - 
truir quiosques, mi: 
ni lanchonetes, me- 
lhorar o visual da grande, potencial 
Paria, implantar ma- nós temos. 
is quadras de volei- Não podemoses - 
bol, área de estacio quecer que brevemen 
namento, enfim,criar te teremos o asfal­ 
uma infra-estrutura to para Jardim, va­ 
gue motivará a vinda mos nos preparar pa 
de turistas à nossa ra isto, visando a= 
cidade. 	trair turistas e fu 
Estes turistas po turos investidores, 
derão passar o fim - fixar o belavisten­ 
de semana em Bela se em Bela Vista , 
Vista, durante o dia do contrário, o que 
a Praia do Apa,a noi veremos,será o êxo­ 
te o Cassino Para - do nos finais de se 
guai. Vamos pensar - mana. Quem viver verá. 
EM P-0810 MORTINHO 
Segundo dados for 
hecidos pelo Banco ["E" 
do Brasil S/A a mé _!­ 
dia de produtividade 
de feijão no Munici- 
Pio de Porto Murti - 
nho é de 400kg/ha ou• 
Seja, 6,66 sacas de 
60ka/ha. Em acompa - 
hhamento feito pelo 
Bscritório da EMPAER 
na Colônia Bocaiuval 
em lavouras que fo - 
am plantadas nesta 
Safra da seca,ou se­ 
Ja, fevereiro à a - 
bil de 1991. 
d Sem a introdução • 
e nenhum adubo· no 
Plantio, e nem em co 
ertura somente com 
PP?tro1e de ervas da 
l.nhas e pragas foi constatada na lavou O Senador Márcio Lacerda - 
Ob+; 	- 
d 
...... aa uma produtivi ra do Sr. Vi tório - (PDB/HT) encaminhou a trami- 
ade entre 25 a 30 - Ruiz mais conhecido tacão projeto de Le.l que obrl 
a as Escolas de primeiro e 
sacas/ha, ou seja , como "Toio". segundo graus, púbU=a ou 
l.soo a l.800kg/ha. A intenção do privadas, a Inclulre e seu 
C 	currículos matérias esclarece 
omo pode ser técnico da EMPAER - doras sobre as consequência 
LER p 	do uso de drogas. 
CULTURA, É SEP INFORMADO! 	A iniciativa de Marclo La - 
LEIA E ASSINE O ,JORNAL TRIBUNA D7 cerda dá copetencia ao Conse- 
. lho Federa 1 de Educação para e 
ONTEIRg ·, REGIONAL! 	1atorar _currículo_iétco para 
DIARIO 	que os Conselhos Estadwús, to 
mando por base a realidade so­ 
clnl e cultural de cada Esta - 
(João Moreira Mar 
ques) é de para pró­ 
xima safra coletar.a 
mostras de solo para 
análise e com o apo­ 
io do maquinário da 
Associação executar 
um bom preparo de so 
• lo juntamente com aT 
guns produtores efe­ 
tuar plantios com a­ 
dubação no plantio e 
em cobertura,bem co 
mo controle de er:: 
vas daninhas e pra­ 
aas,com o objetivo 
• de no. fianl da sa - 
fra ·alcançar uma pro 
dutividade de 40sa­ 
cas/ha,ou seja,2400 
kg/ha. E provar que 
Porto Murtinho tam­ 
bóm é um bom produ­ 
tor de feijão. 
E s tudantes 
Drogas· e 
, do, estabeleçam a melhor fora 
de aplicação da matéria. 
O projeto do senador pato - 
grosense derruba o tabu co 
relação ao trataento do pro 
blea das drogas. , ' 
"Nossas' crLanças precisa 
ser orientadas para que 
quando Jovens, nio caiam no 
cgu{voco do v.fct.o caus:ador de 
t;ragéd las. i,,conúvels nas ao· 
cidades de quase todo o 
mundo", arguenta Márcio La­ 
cerda, en defesa da proposI 
ça0. 
O Prefeito Municipal dson Mora eu! 
com grandes projetos, no set r habiteio 
nal, saneamento e urbanismo. 
Várias ruas estão sendo pavimentadas , 
com ajuda da própria comunidade, ao pro 
prietários de imóveis pagam o asfalto,4es 
de que tenham condições para isto. f, o] 
chamado asfalto comunitário. 
Centenas de casas populares serão cone 
truidas em Bela Vista, assim como a r de 
de uaneamcnto básico. 
Moraem têm exatamente 16 meses par a con 
cretizar estes projetos. Lembrando o e a 
partir de Junho ou Julho será deflaar aia 
a campanha eleitora l, quando Bela isto , 
em Outubro de 92, elegerá o novo refeito. 
Poderíamos até dizer que durante 4 ae-­ 
ses o Prefeito terá que se empenhar a can 
panha politica, caso queira fazer o se su 
cessor, e Moraes não vai se omitir, s ób­ 
vio. Então ele têm, na realidade, 1? 1o 
ses·de trabalho. 
Concordamos com a sua idéia de ~iJ:tcr - 
Bela Vista uma cidade mais feliz. Com ma­ 
is ruas asfaltadas, casas populares, red<J 
de esgotos, mas o tempo será suficicr1tc! - 
para o Prefeito terminar todas estas o 
bras? Não cremos! 
Então será de suma j •noortância Rcfron 
Moraes fazer o seu sucessor. um homem afi­ 
nado com suas idéias e projetos. 
Bela Vista precisa de um Terminal Rodo 
viário(Bonito construiu o seu); deu~ JIER 
CADO MUNICIPAL (Jardim e Porto Murtinho - 
têm o seu) e de um Balneário no Apa, quan 
do poderíamos explorar mais o turismo (J~ 
dim, BOnito e Porto Murtinho souberam ex­ 
plorar esse potencial). Um dos resultados, 
vários hotéis foram construídos nessas ci 
dades,mais empregos, maior arrecadação de 
impostos. 
Precisa iniciar uma obra que além de 
empregos para belavistenses, trará Lamb6rn 
mais arrecadação de impostos e riqueza 
permanente.· 
Não, não estamos criticando a sua Admi 
nistração, não somos contra o asfalto, ca 
sas populares ou rede de esgotos. Muito= 
pelo contrário. Só que nestas casas prcci 
saremos de gente para cnorar, e que :::;erão­ 
beneficiadas pela rede de esgotos. E gen­ 
te para pisar orgulhosa o asfalto: 
Tudo passa, a Administração de Mores 
também passará, certo que ficará na histó, 
ria, mas EDSON poderá marcar aind;, 1.1.;is a 
sua Administração, como o homem que trans 
formou Bela Vista, na forma e na cstrutu-­ 
ra. 
-O homem que abriu as portas para os me 
nos favorecidos, oferecendo-lhes novas 
perspectivas de vida, com maiores alterna 
tivas para trabalhar e aqui fincar!":r, raí:: 
zes. 
A Prefeitura de Bela Vista arrecada 
mensalmente algo em torno de Cr$ 80 rnilhÕ 
es de cruzeiros. Através de sua Secreta:: 
ria de Planjeamento, ou de sua Secretaria 
de Agricultura e Pecuária (ou seja, lá onome 
que tiver) pode elaborar projeto~ para pe 
quenas e mini-empresas, _fortalecendo os 
micro empresários, cs quais poderão ampli 
ar os seus ne9ócios, gerando mais empre - 
gos, dinamizando a atividade comercial em 
nossa cidade. 
Seriam dezenas, talvez centenas de pes 
soas, com empresas de fundo de quintal , 
produzindo, trabalhando, gerando empregos 
e movimentando Bela Vista. 
A Prefeitura dispenderia uma verba men 
sal para auxiliar_ (no iníciof estas ativi 
dades, poderia realizar feiras, eventos , 
promoções, enfim, fazer o que centenas de 
Prefeituras estão fazendo, sobretudo em 
Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Goiás, 
só por exemplo. 
~ só unia i.déiacom sua inteligência vi­ 
são administrativa e com a capacidade e 
competência de seus Assessores, Mores sa 
berá dar início e manter este projetos 
lL .. apenas uma idéia. (IP} 
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1 
• DE JOSÉ LUIS DESTEFANI 
AONDE VENDER BARATO SE TORNOU TRADIÇ.ÃO 
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL

Rosemary onqhin. 
1-..------------------------ 
lll,A ClnAl)J{ JU!SIS'J'E 
'Taquar itinqa- A 
bela e triste histó - 
ria ele "Cincmu Parad_i 
o" chegou até os mo-­ 
radores de Taquaritin 
g,1 (80 quilômetros dr­ 
Ribeirão Preto) no 
meio cln prnça púhli - 
cu, entre a criança - 
da, sob o chuvisco [i 
no que caía na noite­ 
de 20 de abril. O ape 
lo dn festa tinha dei 
tino certo fazer com 
que a Prefeitura com­ 
prasse a briaa pela - 
1 m1.1nutenção do Último­ 
cinema da cidade, o 
Cine Teatro São Pedro, 
hoje de portas fecha­ 
das e prestes a en 
grossar a lista dos 
templos evangélicos - 
da região. 
A idéia de mobili­ 
zar a população par - 
tiu do sugestivo "Gru 
poda Praça", que não 
poderia ter escolhido 
melhor fita para 'sua 
"avant-premiére", ca­ 
lorosaircnte aprovada 
, por quase duas mil 
pessoas que lotaram a 
sessão na Praça Cente 
nário. "Taquaritinga:::­ 
é uma típica cidade - 
festiva do interior - 
que não pode perder - 
suas raízes", diz o 
arquiteto Guilherme - 
Franco, um êos organi 
zadores do movimento. 
Como a maioria das 
"CINEMA PARADISO" - GrupO da Praça posa para foto em frente 
ao telão da praça Ce~tenário. • 
20 pessoas que inte 
gramo grupo, Fran­ 
co saiu há anos de 
Taquaritinga. Assim 
que perceberan que 
o sobradão neoclás­ 
sico do centro da 
cidade estava anea­ 
çado, ele e o grupo 
montnram o projcto­ 
"Cincma da Praça" - 
para chamar a aten 
cão das autorida 
des De abril para­ 
cá, outros filmes - 
foram -para o telão­ 
da Centenário e a 
.° 
d.g_.sc 
pressão começou a sur 
tir efeito. 
Fla sh 
Parabéns ao casal­ 
Kady o Aline, que ago 
ra sãn "papais", pnl~ 
nascimehto da garot 
nha Kaline. Dizem que 
o papai está dispen - 
sando todos os cuida­ 
dos, e até trocando - 
fraldas; as vovós en­ 
tão, nem se fala .... 
COM TRSS PARA MELHOR ATENDER 
.EM JARDIM 
Av. Duque de Caxias, 507 - Fone: 251 - 1091 
NA VILA CAMISÃO 
Av. 11 de Dezembro, 63 - Fone: 251 - 1341 
E EM. GUIA LOPES DA LAGUNA 
Pca. Coronel Camisão - Fone: 251 - 1194 
"CONFIANÇA NÃO SE IMPÕE, ADQUIRê:-SE" 
No dia 07 pp, mu 
dou de idade o ami­ 
go Munir, que rece­ 
beu uma serenata de 
seus amigos Rúbia 
Preguinho, Sarico 
Viviany, Patrício , 
Tinão, Mazinho, e 
outros, ao som· do 
violão de Rosana . 
Parabéns Munir, que 
a vida lhe dê a fe­ 
licidade que você~ 
merece! 
Está de volta à 
city a gatinha Gra- 
Através de expedien 
te, encaminhado, ao se 
cretarto de Estado da 
Segurança Pública, Jo­ 
sé Rizkallah, o gover­ 
nador Pedra Pedrossi 
an, enalteceu a ação - 
das Polícias Civil e 
Militar do Estado, por 
sua eficiência e "de - 
monstração de campetên 
eia", na prisão das 
sequestradores do em - 
presiria Wagner Canhe­ 
do Filho. 
O go,·ernador citou­ 
nominalmente os nomes­ 
dos agentes e delega - 
dos que participram da· 
prisão dos sequestrado 
res, afirmaram que s80 
profissionais "à altu­ 
ra da determinação do 
Estado de garantir o 
ordem, paz e segurança 
aos nossos cidadãos", 
A SEGUIR, NA INTE - 
GRA, A NOTA ASSINADA - 
PELO GOVERNADOR. 
Senhor Secretirio, 
Ao agir com profis­ 
sionalismo e presteza­ 
na prisão dos seques - 
tradores do cmpresirio 
·Wagner Canhedo Filho , 
a Polícia de Mata Gros 
so do Sul resgata, aos 
olhos da governo e da 
populacào, os valores- 
O Novo Pon o de 
encon ro da society 
é o Gul 's, íJ. orr~ - 
:;ob direção do 
colunis a. Modéstia 
à parte, a melhor - 
pizza d. city. Ep 
rimente o delicioso 
rodízio aos sábados. 
. A garotada rccl~ 
ma que raramente a­ 
con ccc um baile ou 
umu dir;cotcc;:i para a­ 
gitarem um pouco , 
mas quando alguém - 
se encoraja e reali 
za, eles passam das 
medidas e abusam 
Estamos falando da 
discoteca que houve 
na MBB, onde o pau 
quebrou. Acho que 
quem quiser reali - 
zar algum evento 
desse tipo, vai ter 
que contratar enor­ 
mes leões de cháca- 
rapara aplicar a 
Aniversaria 
próximo ais l 
any A!corto rseu 
mniqos avia. "pc, 
sperar que 'ai 
VOCE SAIA... 
·..que para prepa - 
rar um arama de mel 
a abelha visita cer 
ca de 10 mil flo 
res? 
... que o cérebro do 
coelho é wwdo 11, 
indústrifl farmacêu­ 
tica para fabricar­ 
anticoagulantcs? 
... que há cinco mil 
anos os egípcios 
criavam o qanso co­ 
mo produtor de car­ 
ne, de ovos e ani 
mal de guarda? 
... que o ato sexual 
dos escargõs dura - 
em média dez horas? 
Maro (Gol Verde), 
/Go odiant., viajar uo dia 15. 
Uâo é só você que g.ostn de n­ 
cordar aniversariante à mela­ 
noitc. 
K-Lango, 
A ll.Cl.lZ.'.Jde 
às vcz.cs é tão 
g.rr.mdc que pa­ 
rece lnflnl ta. 
Mas por um sl.J:I 
pies ato pode­ 
ncahar lnunda- 
d1. 
Ex Companheira 
Sua Amiguinhu 
Nandinho, , 
ks vezes soros obrfados falar­ 
o que o coraçao não ente, E o ar 
rependiento fá chegou e bateu R 
clnha porta. Será que não é tar<!c? 
Eu gosto de flores. 
a 
Cristiano Vieira 
.. Soubeoos do eu anIver 
arfo dols dias depois nas - 
s.alba que você mor.t ec 'no.:Jso:'i 
corações! 
Amigos Sinceros 
Luiz Henrique, 
Fstao dizendo que vo­ 
ce e o mais novo Rlear ... 
dao maracajuense. As ga 
rotas que se cuide, né? 
Fofoquinha Inocente Marcelo, 
. ffe Se queres saber o 
Juruor (TINÃO}, quanto. te,n.-.o, crultlpllque- 
Te curto crult.o! 	as CGtreln.s do céu pelas gq 
Loira 	tas do oceano. -- 
Luc-iana 
VERNADOR EXALTA EFCINIZA 
DA POLÍCIA NO CASO CANHED 
sim como da nossa Polí­ 
--:-•7 eia Militar' mostrm:i-.s,. 
à altura da det-ennina - 
·J cão do Governo do Est-a­ 
do de garantir arde□
paz e segurança aos nos 
sos cidadãos. - 
Delegados Roberto Jo 
sé Medeiros, André Lui; 
_da Costa Pacheco e Oda­ 
ir Rodrigues de Barros; 
Inspetor MaurÍlio Lo 
j Pes da Silva: 
' Agentes Carlos Rober 
to de Oliveira, Orlando 
i Felix do Nascimento, Ed 
} son Braga Falcão, Anto­ 
..,__,J nio Bianco le to, Eudp_! 
GOVERNADOR des Melo Ramos Sérgio- 
Pedro Pedrosstan Ferreira Retro, a1de 
y Fernandes e Ayr Gut- 
de disciplina, preparo Pares Dias: 
eficiencia que a dignLi gentes de telecou- 
ca:n c-omo instituição. tcações Altair Ferrei­ 
primento a Secretaria - ra da Sil"'ª. 
Segurança PÜblica ~e - • ' 
, d tscrivaes José Rica! 
pessoas dos paliei· i nas o Fu 1 - 
a s a r an, Jose Esoen - 
baixo discril!Ún d - e • • 
~ 	d 	a os, fa- 	'e r 	G o n z a g a , 	J o ã o Are 
em.o-se constar o elo do Preza da Silva, Nel- 
gio nas suas fichas On Rodrigues de oraes 
fissionais. 0 G., Pro- Jactara da Silva Mor 
do Estado em ernador es. 
• nome d 
sociedade sul-~ato-grosª A eles, pelo Governo 
sense, sente-se honrado= e pela sociedade, os 
com ta! demonstrac;ào nossos elogios. 
competencia 
O 
. de 
naliso e a&,Pfiss1o' Governador - 
P 
c a e- a o d- P .e d r 	.. - - 
nossa 'olícia Ce ta 7ossian. 
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Deputado Oscar Goldoni 
O deputado Oscar Goldoni apresentou projeto-de-lei gu~ r~ 
gulamenta os artigos 100, da Constituição Federal e 111 da Cons­ 
tituição do Estado, que trata do cumprimento dos precatórios ju­ 
diciais, na execução de sentenças proferidas contra as Fazenda 
Públicas e suas autarqµias, quer quando estabelecerem dissocia­ 
ção dos créditos, tendo em conta sua natureza, quer quando conce 
derem moratória relativamente aos créditos pendentes. - 
Em seu projeto, o parlamentar estabelece que os pagamen - 
tos devidos pela Fazenda Pública e autarquias estaduais, em vir­ 
tude de sentença judicial, serão exclusivamente na ordem cronoló 
gica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos res­ 
pectivos. Terão ordem cronológica autônoma de apresentação e pa­ 
gamentos, os precatórios referentes aos créditos de valor infe­ 
rior a vinte mil Unidades Fiscais do Estado de Mato Grosso do 
Sul e os de natureza alimentar de qualquer valor. 
Com 10 artigos, o projeto-de-lei prevê a obrigatoriedade­ 
da inclusão no orçamento das entidades devedoras, de verba neccs 
sária ao pagamento de seus· débitos constantes de precatórios a­ 
presentados até primeiro de julho, data em que terão atualizados 
seus valores, fazendo-se pagamento até o final do exercício se-, 
guinte. o pagamento dos créditos de natureza alimentar e não ali 
1
, 
mentar inferiores a 10 mil Unidades Fiscais será feito de uma 
só vez, devidamente atualizados até a data do efetivo pagamento. 
No artigo 39 da proposta de Oscar Goldoni fica estabeleci 
do que os precatórios serão dirigidos ao presidente do Tribunal= 
de Justiça, acompanhados de cópias devidamente autenticadas, em­ 
ciuas vias. 
Além de outras determinações, o projeto prevê que é compe 
tencia privativa do presidente do Tribunal autorizaro requeriren 
to do credor prejudicado em seu direito de precedência, o seques '• 
tro da quantia necessária à satisfação do débito. O objetivo de 
-se trabalho do parlamentar é para que sejam tomadas providências- l} 4 
que abreviem, o quanto possível, o cumprimento de precatórios , 
1 
S
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Assinatura

.J(lHflAI, THIIIIJHA l>A l'ROHTIHRA 
DIÁRIO REGIONAL 
DFLA VISTA, 1 DE AG0S10 DE 19'.ll - PAGINA • O 
IIIRDIM • 
' 
1 
Re.dução da Jornada de Trabalho 
O vereador lo4& Fran - 
eIco da SI1ea FIIho (PT) 
em Indicação ao Prefeito­ 
!funlrlp,11 .Joul11on PcJxntC 
r.ollcl1:rn1 !Jl'ja tl,•t,,nnlnn­ 
do ao etor cotpetente da 
mu111 e! p,il I dncln prov.l c1;;11 - 
eIs no ent fdo de se re­ 
duzl.r II horário de traba­ 
lho ,l0°1 :,,•rddorcn pÚbl1- 
c.or; elo 11111nlcfpio pora umn 
Jornada de els horas dli 
rJnn. 
''A rr·duciio rln Jornnda­ 
de trabalho do servido - 
rcn pÜbllcoo do munlcÍpJC 
permft[ri aos mesmos a 
reulizn~no de trnhalhos - 
cxtrnn que pndcriio oumen­ 
tnr a renda mensnl, uma 
vez que, com n defnsogem­ 
salarial existente, os sa 
lírios que recebem é Lnsu 
ficiente pnrR levar umn 
vidn dlcno, ~ altura de 
suno nccessldadrs. Enten­ 
demos ser ,imn mnnelra de 
nu.xllin-los, rnzno peln 
to. 
LEGISLITIVO EM· IÇ 
Luminárias nas Vilas 
L ,~ . J - 
VIOOWJOR JOSr. FRANCISaJ DA SILVA FIUIO 
qual esperamos que nossa ln adrninistra,;.io nunicip.-.J." 
sugestão seja aceita pe- foi a justtficatka do edil. 
NIE EE CM UE III E 
ILREMEI7IDO PRA ! 
,, _ j 
Importante requerien- 1 
to de autorln do 'ereador ~ ~ 
Odilon Vnsques do Prndo - ,JQ ' 
(PST) deu entrada na êâmn ' 
ra Munic1.pnl nn primeira:: • "~ 
sessão legislativa desse- ' -+' 
semestre, dia 06/08, no )/7 
~ - . 
qual o parlamentar solici ~ ~ 
ta o envio de expediente- 
ºº Secretiirio de Estrido e 
de Justiça, Trabnlho e 
Ação Social, solicitando­ 
a intercessão do mesmo 
junto ao TRT, em Bras{ 
lia, para que seja insta­ 
lada em Jardim uma .luntn 
de Conciliação e Julganen dor Odilon do Prado 
No entender do erea - 
.  . 
r 
f"- 
• vKR-. oonnii~:s oorRÃJ. 
a 
instalação da Junta de 
Conciliação e Julgamento 
P.m nosso município é ne­ 
cessirin tendo cm vista­ 
o crescimento acelerado­ 
da cidade e também por 
sua localização estraté­ 
gica que lhe permite cen 
tralizar as ações traba:: 
lhistas e dar atendimen­ 
to à toda região. Como - 
todos sabemos, toda are 
giào sudoeste do Estado:: 
não possui esse benéfÍ - 
cio de fundamental impor 
tância para os nossos - 
trabalhadores" ressaltou 
o edil em sua justifica- 
Construção de Calçadas 
1 
1 
O Prc·9iclentP da Cii::::_0. 
ro Kuniclpdl, vereador­ 
CIreno Trelha Falcão 
fof autor de um requer! 
rrento endercçndo 11 E.NE._!! 
StfL onde sol lcita n co­ 
locação de luminárias e 
substituição das que e 
riverem queimodns nus 
Vilas S;rntn Luzia, SEAC 
e l'nnornmn. 
"t crítica a sltu11 - 
çio dcsfin□vilns no que 
se refere i ilumlnnçio- 1 
dr suas runu, principa.!_ r, 
rrcnte n vila Snntn Lu - • PRe5llli~<rn l>A CÃMAAA HUN)Cll'AI. 
CIRENO TRELIIA FALCAO 
z1a, que se encontra qu 
Pequerimen to do 
vereador Eduardo 
Grubert P.nclereçado à 
ANESUL, com cópia­ 
para o Ministério - 
da Saúde e para os 
Deputados de nossa­ 
regiáo,· reivindica­ 
implantacão da re 
de de esgotos em 
nossa cidade. 
"Estamos reite - 
rando proposição que 
já foi aprovada pe­ 
lo plenário desta - 
0asa. 
O vereador do PTB Ci 
reno Trelha Falcão, Pr 
sidente da Câmnrn Muni:: 
cipal, quer que a Pre - 
feitura Municipal execu 
te em todas as ruas d; 
nossa cidade uma opera­ 
çao tapa buracos" o ma 
is rapidamente possh·ei 
l, 
REDE DE ESCiOTOS PARA JA 
Para que seia de - 
terminado ao setor 
competente da munici­ 
palidade a construção 
de calçadas nos can - 
teiros centrais da 
avenida Duque rle Ca - 
:ias, trecho compreen 
dido entre a Câmara 
Municipal e Hotel - 
Brasil, foi requeri 
do pelo vereador do 
PMOB José Barbosa - 
Cristaldo. 
"Nesses locais 
não existe condi 
ções de plantio de 
grama devido ao trân 
sito de pedestres" - 
disse o edil, pedin­ 
do também para que - 
..sejam- deixados nos 
canteiros espaç~s pa 
ra o plantio de árvores-: 
se na total ecu,lá 
C:1h' fri ·, r que a f 
naço pübllc ur'ns 
um fator de ss 
ra pessoas que ec 
tam a!r noite, pri 
pnlmente naquele Nair 
ros, distantes do ce t 
da cJda<IP. r•,p•·r-- "• 
nossa proposfçáo me! 
t<-ndldJ pcln UU!SllL 
com a maior urenc1a j 
sível", disse .dreno I 
CélO. 
A questão de csco­ 
tos, cm nossa cidade 
e um problema sério - 
que exige uma soluçãt 
rápida, nntcs que r'.!­ 
is ruas sejam pavi , 
ta das e que, future ~ 
mente, o asfalto te - 
nha que ser qucbrndo, 
causando maiores des­ 
pesas ao município" , 
justificou Eduardo 
Grubet. 
Na foto o verca 
...., dor Eduardo Grubcrt. 
"As ruas de nossa ci­ 
dade encontram-se, em 
sua grande maioria, em 
péssimas condições, sen­ 
do necessária o realiza­ 
cão de urna operação tapa 
buracos. Esperamos que 0 
Sr. Prefeito Municipal~ 
tenda noss;i rei'indica 
M 
çao, de forma a dahil! 
zar o trânsito seguro - 
em nossas avenidas, ta 
to nas via asfaltadas - 
como nas demais", disse 
o edil em sua Justific~ 
ti•o. 
.r 
11 l 
.1 tei 
'<ta 
s-a 
R	E	A	J	U	S	T	E PARA O	S 	S	EI '1ORES 
A realização de estu Peixoto. - 	Vn' 
dos neceRsá--1.os para • 	tando de conpetência e.r - 
Na justificativa de 
concessão de um aumento 	clusiva do chefe do Exec 
sua proposição o atuante 
snlarinl aos ser,:idores 1 	ti'o Municipal, resta-~•' 
par a,mentar afirma, " é 
ounicipais foi objeto - do nosso conhecimento apenas formular o prese 
de requerimento do ve - 	te, sugerindo os melhcr-• 
que os valores dos venci 
reador Odilon Vasques - mentos do funcionalismo:: mentos cabíveis", destl! - 
do Prado (PST) endereça publico municipal estão- cou. 
do ao Prefeito Joelson- defasados, mas em se 
Drenagem na Bota.dota 
Próxima ao Motel 
De autoria ao ve 
reador do PFL Geral 
do Nantes Martins 
foi apresentada in-­ 
dicaçâo na Câmara - 
solicitando ao se - 
tor competente da 
municipalidade a e-. 
xecucâo dos servi - 
,;;os necessários e 
drenagem na rua Boi 
adeira, na região= 
próxima ao Motel 
Chalana. 
"No local acima­ 
referido, em dias - 
de chuva, os terre­ 
nos das residências 
ficam completamente -­ 
inundados, o que ê 
lamentável, pois al! 
residem municipes 
que merecem as aten­ 
ções do Poder Públi- 
Co, sobretudo porque 
e colocada em risco­ 
a saúde de crianças, 
.Esperamos que nossa­ 
. P:oposiçâo seja ate_!! 

,' d ida, com urgénciª,..' 
Pelo Sr: Prefeito-·::! 
nicipal", pediu 
0 
. edil. 
l 
Na foto o verea - 
dor Geraldo Nantes 
Martins. 
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