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OIARIO REGIONAL 
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Bela VInta/MS - Terça-Feira - 20 de Monto de 1991 - N?: 1.07? - Jardim,±aracaju,Caracol,Porto Murtinho,Antonio 
GOVERNADOR· DO ROi ARY 
EM BELA VISTA 
O GOVP.RNADOR DO ROTARY CLlIB, DISTRITO 4470,QUE 
l'.NGLO!IA MATO GROSSO DO SUL E NOROESTE DO ESTADO - 
DE SÃO PAULO, Jose CALDERAN BODRIN, EH COMPANHIA 
DE SUA ESPOSA LIA, CHECOU A URLA VISTA, SEXTA-FE_! 
RA, ÀS 11: 30 HORAS, SENDO RECEPCIONADO NA ENTRADA 
DA CIDADE PELO PRESIDENTE DO ROTARY, CARLOS ALBER 
TO OCÁRIZ, SUA ESPOSA AZALHA, PRESIDENTA DA CASA 
DA AMIZADE; PELOS ROTARIANOS ELPIDIO GONÇALVES,GA 
RIBALDI DA ROSA (SUELI); IVALDO_ (ESTELA) ; SIMÃO E 
CHIWERRIA;GABINIO L.GABINO;RONEY SIMÕES; EDUARDO­ 
(ANA HARIA);IVAN MARQUES;GERARDO BOCCIA (DORINHA) 
E INTERACTIANOS. O PRES .IA CÂMARA HUN., JORGE DE 
S.ROSA, TAKBeM FOI ~Kê~TIGI.AR A CHEGADA DO COVER 
NADOR CALDERAN, QUE RECEBEU AS CHAVES DA CIDADE - 
DAS MÃOS DA SECRETÁRIA DE ADMINISTRAÇÃO, DORlNllA_ 
BOCCIA, REPRESENTANDO O PREYKITO MUNICIPAL EDSON 
HEDEIROS DE MORAES. 
APÔS O ALMOÇO, REALIZADO NO RESTAURANTE "PAN - 
CIIO ALEGRE", TODOS SEGUIRAM PARA O CLUBE ESPORTI­ 
VO BELAVISTENSE, ONDE O VEREADOR E ROTARIANO, RO­ 
NEY SIMÕES DISTRIBUIU CENTENAS DE COBERTORES AOS 
MAIS CARENTES, RESULTADO DA PROMOÇÃO DOS "JOGOS 
DA SOLIDARIEDADE". MATÉRIA 
====- 
COMPLETA 
- .S:..!LJ2- 
/(Hl • 
Presidente do Rotary de Bela Vista Carlos Alberto_ 
Ocnriz e Governador Jns<' Cald.,ran Bodrin 
NAS PÁGINAS - 09 e 10 
MÃE DENUNIA 
FILHO LADRÃO P 
c 
O Prefeito Edson Medeiros de Hora­ 
es, acompanhado de Secretários Munic! 
pais e Vereadores, promoveu uma reu - 
nião de trabalho na sede da Associa - 
çaÕ de MOradores do Distrito Nossa Se 
nhora de Fátima, ontem, segunda-fel - 
ra, para definir as etapas e como se­ 
rá realizado o Mutirão de Trabalhos - 
que será iniciado por aquele Distrito. 
Cerca de quatrocentos moradores do 
Distrito participaram da reunião, fi­ 
cou definido que será feito um cadas­ 
tramento geral de todos os pequenos - 
produtores que precismu dos serviços 
da Prefeitura Municipal em suas chác~ 
raspara preparar a terra para o plan 
tio. O Prefeito Edson Moraes pretende 
atender a todos os moradores com ara­ 
çaÔ_e gradeação de terras e forneci 
mento de sementes para os pequenos 
produtores. Em seu pronunciamento o 
Prefeito destacou os inúmeros sen·i 
<;os que, a r.xemplo de outros mutirões, 
serão P.xrcutados pelas equipes da Pre 
feitura Municipal no Distrito, tais - 
como atendimentos médico e odontolÓg_! 
co, fornecimento de rP.médios para· 'os res com relacão·a~ horário do Ônibus 
mnii; n·P.cessitados, patrolamento, cas- circulnr da Prefeitura que transporta 
calhamento, a limpeza de áreas, aber- os moradores para a cidade, segundo e 
tura de ruas,, além de outros atendi- le, deve ser feita uma reunião_ par~ 
mentas. 	definir o melhor horário, "n decisão 
O Prefeito também colocou aos mora' que ,:oc:ês tomarem· ·eu acatarei" dis­ 
dores do "Nunca-Te-V" a sua dispos1- se o Prefeito. 
cão de atender os pedidos dos morado-· 
~
r_: ( 
• / 
li: 
# 
Prefeito Edson Medeiros de 
O Sr. Firmino Quiro trabalha na Fazenda "pa 
ci", no Pantanal, e às vezes passa emnans use 
te, deixando fechnda n sua moradin, localizada 1 
Rua Nestor Fernandes, s/n, próximo à Cohab. 
Din desse, no retornar notou que tinha sido 
roubado, pois os amigos do nlhelo utilizando chi 
e falsa, entraram nna casa e urruplaram um tel 
visor colorido, marca "Seup", "23" polegadas, a! 
tena port,ítil, dois relógios, uma camsn e toa 
lha. A y{timn ficou desespernda e ofereceu um p 
mio de cinquenta mil cruzeirns para quem fornc•c1 
se uma plsta concreta dos larápios. 
MÃE DENUNCIOU O PRÕPRIO FILflO 
Pouco tempo depois, foi procurado por uma ,,u 
lher residente ,nas proximidades, que para receb 
a recompensa denunciou o próprio f Ilho menor co 
um dos envolvidos. Este, ao ser detido pelos ar, 
tes Aldenor e Damião, "entregou" m.aln cinco col< 
guinhas. 
Enquanto as diligências eram desenvolvidas, 
pequenos gatunos estavam foragidos, temerosos, , 
rante a noite deixaram o televisor na porta da 
sa ela y{tima. Posteriormente foram também detid 
e confessaram que pretendiam queicar a TV para 
não serem incriminados, lllRS a maioria achou p 
bem devolve-la. 
A Polícia recuperou os dois relógios e a cam 
sa. Depois de om·idos os pfvetes foram liberado, 
(Flnnino de Barros) 
'eeaor foney Eirepa nais 
70 Cilertnres aos nais Carentes 
'À 
ff, • 
»j- a 
...., 
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r 
. . 
/ . --.• 
Pessoas de todas as idades lotaram o Clube Esportivo Belaristense par 
receber os cobertores 
Com as presenças do Prefeito Edson Moraes, Primeira Dama Cecília, Pre 
sidente da câmara Jorge Rosa, Presidente do Rotary Club Carlos Alberto O 
cãri.z, Go'e:°ador do Rotary Distrito 4470 José Calderan, entre outros, 
um grande numero de famílias que superlotaram as dependências do Clube E 
portivo Bela,--istense. 
MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA 10 
Gorbachàv é Derrubado na UR 
Um golpe de Estado 
organizado pelo seu pró­ 
prio rlce-presidente der 
rubou ~-Presidente da u:: 
nino Soviética, M.ic:kail 
Gorbac:hov do poder, on - 
tem de madrugada. 
Apnn-eitando que o lÍ 
der soviético passa'a r1· 
rias fora da Capital Mos 
cou, o ice-presdiente 
·apoiado pelo Chefe da 
KGB (Polícia Secreta So­ 
ética), por alguns Ge­ 
nerais do Exército Verme 
lho e pelos comunistas= 
consen-adores de linha 
dura, que não concordam 
com a póiítica mais so - 
c:ialista de Gorbachov,to 
maram o poder e afasta= 
ram imediatamente, por 
Decreto, o Presidente So 
viético. 	- 
A notícia do Golpe de 
Estado na União Sm:-iéti­ 
ca surpree:ndeu os l.íde - 
res das maiores potênci.­ 
as e chocou o -:nundo e 
chocou o planeta,. pois 
Gorbac:bo._., após décadas 
de guerra fria entre so­ 
'l."iétic:os e americanos , 
foi o responsn'l."el pelo a 
quecimento das relações­ 
entre as duas superpoten 
e.ias e, consequentemen­ 
te, ali,--iou as tensões 
·de toda a humanidade - 
que temia uma guerra nu 
c:lear. 
gora, com a • tomada 
do poder pelos golpis - 
ta·s, só Deus sabe o que 
acontecerá na União So- 
iética e as suas cons 
quê.nc:i.as no resto do m 
do. 
Vamos esperar pa 
ver, na ediç,=io de a 
nhã maiores detalhes 
sobre o golpe c:ont 
Gorbac:ho'. 
Aguardet.1!

PAGINA O'.! 
«n as.ses+ ""y "" """""" 
PRONUNCIIMENTOS 
Eet o nio s an polltl • ". »mm, portanto pode adinfstrar para uma mela diria de pessoa, e mfn na to 
n au contra na tual ptt,.o..no e fevar Menef[efos da n tomunfdade", Agradeceu o onvfte da Sindicato dos Professo 
o povo a porca de campanha nao proedr, lela VInta esta rei para partirlpar da elaboraçao de emendas no Ftatuta do Ma- 
af tonta e fano é notado por todo que chea na cidade, on ntérlo Municipal en tralte na Camara, afirmado que todas as 
ordaos quw entá faltando atendfento a perlferla, realente- untes oferecida pela clanse terao neu apolo, 
sta preclando, na ene atendimento Já enta hendo e vaf co Paulo cobrou tbm ao hefe do Exetutlvo para que repasse - 
ar remnna que vem pelo 'Nunca-Te-VI', nforou .Jore Hona, O logo o dinheiro da Cansara "para que estn Casa possa cuprir o 
dII falou t bn obre o Connorcfo Intermunicipal em relaço- meus toprolnos" fez ua denuncia, "a Escola Vera Cu[mar aes 
o atendimento n entradan de produtoren ruraln, "no o Pre- Loureiro enti tona meus alunos extravfados pela Idade, tons a - 
e[to que deteria a execuçao dons nerviço, apena coordena, Is em todo canto, t em palpe emprestados, lo una lrrs 
produtoren rural que procuram o Consorcio, papa os com ponabl1idade de quem ndlnlntra a Escola e as obras, pois nn " 
uatlveln e alimentação do petonal para excuio dons erviços tens de coçarem ena reforma deverfaa determinar us local para 
, recuperaçao de uan etradas, o Consórcio Governo do Fntado/ nbrlpar os nlunos" criticou <> Vereador, fazendo nlusio taabn - 
refelturan de nona relo ó us don pouco que enti realmente ditincfs que multo alunos necessita percorrer para rece- 
unclnn111uJn no Jfotar:1o". 	lwr nul:u:: .. 
Na TrI1una o EdlI Marco Cruz criticou II mttJ1lnl11lrnçi'io rnunl- Tnmf>4':o t'l1 r.c.u pronunclor!)('nto o Vcrf'...lldor Paulo Melo leebrou a 
lpal veementemente, neundo ele "então pintando novamente os necennIdade de re fazer a Ilação da Instalações de ipua na Fs 
elo-fon do centro da cidade, nquanto a periferia enta bando cola Pedro M)la, Halrro kua Doce, "onde bn.nhelrn:1 f! cozl.n!u:t - 
ada, apora coa a chepada da poca da elefçoen vao começar a no funcionam apenas por faltn de liaçao da rede de pua. En - 
evar an benines do poder publico aqui e ali, o povo enta pe tendemos que a Prefeitura deve primeiro cufdar de nu responsa 
ludo, o povo enta cobrando" nrrematou o par lentar pendebf- bIfdades pnrn depoIn asnumlr a paternidade alhefa, com o dl - 
n. 	nhclro w1sto r..11 obrnR nos Ecolan Estadual, como na fmplnta 
lloncy SlmÕcs: 
11
VPrendor H.1rcos, o ex-prcíelto de vocês é <JUe ção de um pont.o odonto1Õr.Jco nn V.r.col11 Joaqult111 Hurtlnho, dartn 
,; nltndln o povo cm. Í'pocnn de eleições, hoje nona cidade esta para fazer as Intalnaçõe hidráulicas e 110.nitártas nn Encola Pe 
ln bonftn, limpa, mal de 600 velhos ão atendidon permanen- dro A)la, que nté apora no funciona nob n alepaçio de falta - 
1•t!J(•nto.. fA·VttClO!l mttln dc• um nno para nrrumar na Cana de[ada pe- de vrrbns", finnllzou o edil. 
o ••x-prcfc>llo, o que o nobre companheiro enta fazendo Í! poHtl O pnrluru<.·11tnr pxtt:lot..n Sydney t,,
1
unr11 I..clte Juntlítcou llUJl au­ 
a renquinha, mas fique prearado que mal obran vêm a[, concor @ncla nn enão nnter for. tHnsc-se surprcendlc!o rRla r.em:mn - 
as que ventá faltando um ator ntendimento à periferia, nan quando enteve na Fórum por TI"c)ncmçôes da J>ror,otor c1e Justiça - 
mutlren então chegando, Você fol 111ulto Jnjunto ao noa rcs- que tcrln sollcltndo várion documentos À cãmnra que .. 'l'io ott en - 
K111t:nhfll.znr ywlo problf'M d,1 lcl1•vlRiÍo, nooos nfl('nnn lcglnlndo vlou. J'nrn o Vereador "estamos Rendo discriminados pelo Sr .. Pre 
en, nu acha que er[amos imbecln de pedir pura não resolver Õ fclto coo n-lnç.ão no ntrndltM.:nto de nossn.a rclvlndic.i~" e cT 
•rohJ,•oa d11 trlevtnõo, todoR nÓR nomo!I rcnponsiiveln", í1unllz<ru tou o exemplo do trevo dn Run Tlrndentes, "ondc o,i; ped~stTe:s -= 
Vereador. 	necessitam colocar pedras para poder passar", dstacou o 
Pnulo Hclo ia.ais umn 'YCZ voltou a cobrar do Prefclto, "niío se nobre Vercndor. 
Os governos de Ma 
to Grosso do Sul e 
'lato Grosso vão atu­ 
ar em conjunto nas 
atividades de preser 
vacão da região pan­ 
taneira. 
A compatibiliza 
çaõ das ações foi 
jiscutida, em Cuia 
bá, entre técnicos e 
~s Secretários dos 
jois Estados. 
O Banco Mundial - 
leve liberar, em se­ 
tembro, 920 milhões 
fle cruzeiros para se 
rem aplicados no Pro 
3rama Nacional de 
'·1eio Ambiente - Pro:­ 
jeto Pantanal. 
Os recursos desti 
nadas a M<ito Grosso do 
,ul-440 milhões de cru 
zeiros - serão apli­ 
:adas no licenciamen 
to de atividades po­ 
luidoras: monitora - 
nento da qualidade 
jas águas; recupera­ 
'cão de áreas degrada 
ias (Bacia do Taqua= 
ri); fiscalização os 
tensiva da fauna~ e 
flora; educação am - 
biental; capacitaçaõ 
de técnicos no mane­ 
jo do jacaré e capi­ 
vara; monitoramento 
dos serviços de ga - 
rirnpagem; e implanta 
cão do Centro de 
Reabilitação de Ani­ 
mais Silvestres. 
O encontro em 
Cuiabá, segundo o Se 
cretário adjutno do 
Meio Ambiente, Edson 
Espíndola, permitiu 
um ajuste nas propos 
tas dos dois gover - 
nos corrigindo as 
distorções existen - 
tes. 
/ reunião serviu 
também para que os - 
programas fossem ade 
quados aos valores= 
que serão liberados 
pelo Banco Mundial, 
já que anteriormente 
a previsão era de 
que fosse concedido 
1 bilhão para o Pro­ 
jeto Pantanal. 
Além da redução - 
dos valores, a Secre 
taria do Meio lnbien 
te tem pouco menos - 
de quatro meses para 
colocar em prática 
os programas de 
preservação da Re 
gião Pantaneira. 
O Departamento de Pessoal da Prefeitura - 
Municipal de Maracaju, CONVOCA a Sra APA­ 
RECIDA SOUZA NASCIMENTO, recepcionista , 
portadora do CTPS n9 96. 549 Série 0002, para 
se apresentar no seu local de trabalho, ate o 
dia 30 de Agosto/91, ou se caracterizará A - 
BANDONO DE EMPREGO. 
UTILIDADE 
• InGE CONVOCA 
O IBGE CONVOCA as pessoas que fize - 
ram inscriciio para o Concurso de RECENCEA 
DOR no Correio, para entrar em contato e 
seu Escritório, para regularizar sua inscricao, 
até às 17:00 horas do dia 21 de Agosto de 
1. 991., quarta-feira. 
OBS: O NÃO COMPARECIMENTO, CA - 
RACTERIZARÁ ABANDONO E DESCLASSIFICA 
CÃO. 
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Tribuna da Fronteira 
- DIARIO REGIONAL 
Funcbçao: 20 de Fevcretro d 
Proprtedad±: Rede Be1av{ " 1972 
C:CC. HF_ll.513.203/000i _ t;:;"" de Jornat,, 
lnsc:rlçao Estadual: 28 209 
Dlrct= - RedAt= a, ~ .OOJ-1 
Dircera - ia=ii..4, 'a4o rereta 
Gerente - ciso silva s,""a Este1a v. meretra 
Redação, Adainutração e Pn . 
Fronteira, 564 - .SEllR PRO~ Crií!'ico: Av,,n1c1:, '.rr-1. 
~ - JArdla - ltua 14 a« },,[,e: oi5 39-1,a 4a 
rosu - + virá - & " ;3i- 1«o 
SUº1RSA!s 
l'Olm) H1JRinmo - Av Dr Co -· 
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ASSlllilURA, . . 	" Princtp.:,lll "" 
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arretes assinas46, ,";""S-oura1 +a~''.00o,0o 
ASSillillDl.l SJillls:ntAL ort- defin1c1:,., ~ ll1zap-lal 
• • • • • • ••• • • • •. • • • • • • • • • 10.000,00

1ORNAI, 'TRIUNA DA FRONTEIRA 
4 
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CI- 
B 
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KK 
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- DIARIO REGIONAL 
IDADE! 
Ao voltar na última sexta-feira da capital do Estado, o !'residente do Sln 
dlcnto, Sr. .Jonê Pereira, no voltou de mio vaziam. Trouxe o projeto assina 
do pelo IOII, para o desenvolvimento da hnbftaço nete MunfcIpio de Maraca - 
ju, pra construçio de I00 casnas populares pela COHAI, sendo assim fica esta 
bclecido que quem tem dlrd to ucrii a população de baixn renda de nossa cidn: 
de. Segundo o l'reniclm1te, o novo COnjunto Hnhitacionnl rwr:Í cot1,;tru!do na Vi 
ln Enldlo Ribeiro e terá o denomlnnçiio de VII.a do lloindelro, com as áreas 
conAtrufdas cm modelo moderno. 
Cnda terreno ncr:Í de 12 x 22 metros, a exemplo de outros Conjuntos, será 
dotn<lo de todn infrn-eHtruturn " boas condições, como ;Ígun, es1;oto.e energia. 
O terreno pnra construc;iio da Vlln do lloiodeiro foi doado pelo Prefeito 
ttunlclpnl, Sr. Luiz Gonzaga Prata Braga, e as casas terão 2 quartos, sala 
cozinha ,~ hnnheiro, e o inicio daa obrou dc'erá acontecer ainda ete ano. 
Os flnnnciomcntos neriio [c1ton pela Calxa Econômica Federal e o cadastro 
para a escolha dos cnaas aeriio feitas na sede do Sindicato dos Puncion:ÍrJos 
P1Íhlicon Municipaia, em data a ser anunciada nos prÓxlmos meses. Com mais 
eBta conquista, o Sincllcnto atra,·és de seu Presidente, olconc;a mais uma "'i - 
tório. 
il 
a 
~ 
teira 
TRIBUftADE 
Sindicato dos Funcionarios Públicos 
Municipais de Maracaju 
DECRETO N2 178/91 
O Sr. Luiz Gonzaga Prata Braga, Prefeito Municipal de Maracnju, Estado de 
Mato Grosso do Sul, usando de suas atributç~es legais, e considerando ... 
Decreto 
Art.12 - Ficn a partir do dia 01 de Agosto de 1.991, a Empresa Concessio­ 
nár1a em Transporte Coletivo Urbano, autorizada a aumentar sua tarifa de CrS 
60,00 (sessenta cruzeiros) para Cr$ 80,00 (oitenta cruzeiros). 
Art.22 - Este Decreto entrará em vigor a partir do dia 01 de Agosto de 
1.991, rcvoKadas as disposições em contrário. 
Gabinete do Prefeito Municipal de· ttaracaju/MS., em 31 de Julho de 1.991. 
Luiz Gonzaga Prata Braga - Prefeito Municipal 
_Edital de Convocação 
O Presidente do SINTREHA - Sinãlcáto Municipal dos Trabalhadores em Educa 
çno de Mnracnju, no uso das atribuições que lhe conferem os Estatutos da En- 
tidade, CONVOCA todos os associados com no mínimo seis meses de filiado e 
quhes com a Tesouraria para a ELEIÇÃO da nova Diretoria da Entidade que 
realizar-se-á no próximo dia 09 de Setembro de 1.991, na sede do Sindicato. 
Mnracaju-MS., 09 de Agosto de 1.991. 
Jorge Miguel Bagolin 
A B A N D O N O D E EMPREGO 
A COAGRI - Cooperativa Agropecuária Industrial Ltda, comuni 
ca ABANDONO DE EMPREGO do Sr. PEDRO CHAMORRO, CTPS no 60.532 , 
série no 285, CPF no 356.034.881-15, por mais de trinta dias - 
(30), o não comparecimento do referido funcionário, tomaremos 
medidas por força do Artigo 482 da C.L.T. 
"ORE 
COM TR8s PARA MELHOR ATENDER 
EM JARDIM 
Av. Duque de Caxias, 507 - Fone: 251 - 1091 
NA" VILA CAMISÃO 
Av. 11 de Dezembro, 63 - Fone: 251 - 1341 
E EM GUIA LOPES DA LAGUNA 
Pca. Coronel Camisão - Fone: 251 - 1194 
"CONFIANÇA NÃO SE IMPÕE, ADQUIRE-SE" 
Indica;o de autoria do Ve - 
reador Paulo Pereira da Silva , 
ao Diretor Peqional da TELENS , 
solicita a instalação do um "o­ 
rolhão" defronte ao Posto Fis - 
cal Cachoeira. 
"f de suma importância a e - 
xi !Jtência dr. un, tel. fone no re-­ 
ferido local, para que os via - 
jantes, principalmente os cami­ 
nhoneiros, tenham á disposiçaô 
um maio de conLato co~ patrões, 
quando surg<'m problemas com a 
carga que transportam ou com ai; 
notas a ela referentes. 
Alêm do 0xposto, na Rodovia 
HR 267, que liga Rio Brilhante 
à Maracaju e à Jardim, é pouco 
servida de postos de serviços - 
e menos ainda de telefones pú - 
blicos, para contatos de viajan 
tes com familiares, até mesmo em caos de 
tificativa do Vereador peemcdebisla. 
Abertura 
O Vereador Paulo 
Pereira da Silva, a 
través de um Reque= 
rÍJTlento apresentado 
na sessão ordinária 
da Câmara Municipal 
do dia 13/08, ende­ 
reçado ao Prefeito 
Municipal para que 
este providencie a 
abertura da Rua das 
Oliveiras, ligando 
..À HÁ 
------- - 
Ver.Paulo Pereira da ils 
a Rua Noroeste com a 
Rua das Indústrias. 
"Solicito o expos 
to, visto que (ui 
procurado por inúme­ 
ros moradores da lo­ 
calidade, bem como - 
de proprietário de 
secadores, para que 
fosse efetuada aso­ 
licitada abertura. 
Além do exposto, 
urgência", foi, 
1 
0e u. . a 
1 
muito iria benefici 
ar os moradores 
Vila Adrien, que t 
riam mais uma passa 
gem para a Vila Ju 
quita e também mi1i· 
próxima ficaria a V 
la Margarida", afl 
mou o Vereador Paul 
Pereira da Silva. 
Euclides. Ivani 
Felini, Vereador do 
PDT, apresentou re­ 
querimento na câma­ 
ra Municipal endere 
çado ao Prefeito Mu 
nicipal para que e= 
le responda aos ex­ 
pedientes da Câma - 
ra, como requerimen 
tos e indicações, - 
com maior clareza e 
sem evasivas "uma 
vez que as respos 
tas devem ser lidas 
em plenário para 
que a população ma­ 
racajuense tome ci­ 
ência,tanto das rei 
vindicações desta de granae interesse 
Casa como das provi da população maraca­ 
dências tomadas pe- juense, e várias são 
lo Poder Executivo solicitadas pelos 
à respeito das mes- mesmos, através des­ 
mas", afirmou. ta Casa que os repre 
"Todas as indica senta. No entanto,as 
ções e reivindica= 
respostas.que temos 
çnes feitas ao Po - reéebido do sr. Pre­ 
der Executivo, são feito são evasivas e 
Vereador Euclides Ivani I'elini 
nada esclarecem 
o 
Outro requerimento de autoria do Vereador Pedetista Euclid 
Ivani Felini solicita o envio de expediente ao Prefeito Lu~z 
Gonzaga Prata Braga e à Chefe da Vigilância Sanitária - Sra. 
quel Mercadante - para que tomem as devidas providências quan 
a fossa situada ao lado da sede da Prefeitura, que está des:o 
nando e parcialmente aberta, causando odores desagradáveis e 
proliferação de insetos nocivos à saúde humana. 
Temos observado que ha mais de dois meses a referida foss 
encontra-se parcialmente aberta, provocando odores ruins e r 
liferando insetos nocivos, sem que nenhuma providência se; , 
mada pelo Executivo ou pela vigilância sanitária d ~ ;~~~: ~ 
Assun sendo to · · · · 
0 
.ur. __ ,. )~o 
- manos a iniciativa de alertar os responsivo e 
ma vez que na mesma são despejadas águas sanitárias ai·~-d, 
tros_dejcs ofensivos_à sa@áe. Per ser dever dos éoã. 
cipais tarem ons exemplos, inclusive de higiene e asseio z _ 
munidade maracajuense, solicitamos providê "...- 
quereu o Parlamentar. 	nc1as urgentes , 
' povo. Por tais raz 
es solicitamos re 
postas □ais clar ... ~· 
objetivas,para qu 
Presidência dest d 
sa determinar a le, 
tura das mesmas 
plenário,para cif;. 
eia de todos", res 
saltou Euclides. 
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SEMEPASTO - um novo conceito cm 
Aconteceu na ·caserna 
Os constantes pronunciamentos de expressivos segmentos da 
sociecladc, acerca da problcrrática da Amazônia, po&m a nu un_as° 
sunto de extrema gravldade, posto que extrapola a esfera m1t­ 
tar para espraiar-se pelos mais diversos setores da administra- 
çÕo pública. 
Fica evidente que urge serem acelerados os trabalhos do Pro­ 
jeto Calha ortc que, é forçoso reconhecer-se, vêm sendo condu­ 
zido , principalmente, graças à atuação da vertente militar. 
o cn~ajamento definitivo de substantiva parcela do poder fe 
deral é requisito imperioso para a ocupação racional do colosso 
verde - património da sociedade brasileira. A comitiva de mer 
bros do Legislativo, que, durante cinco dias, acompanhou o tra­ 
balho do comandante de selva na região amazónica, parece ter fi 
cado sensibilizada com esta verdade. 
Declarações recentes do Secretário de Assuntos Estratégicos 
no sentido de fortalecer-se o "Calha Norte", sinalizam a prcocE_ 
pação crescente do poder público para este projeto que, ao_con­ 
trário do que faz supor a crítica leviana, não tem conotação mi 
litarista. 
Para que a gente brasileira possa desfrutar, cm harmonia e 
com equilíbrio, deste pródigo manancial de riquezas insuspeita­ 
das, há que se trilhar um imenso e penoso caminho através dai­ 
mensa hiléia até poder afirmar-se nossa plena soberania sobre - 
este vasto relicário. 
O brado de "Selva", hoje prerrogativa do homem de farda,de­ 
ve traduzir a vontade nacional de preservar íntegra a Amazônia­ 
de todos nós. 
(Transcrito do Noticiário do Exército) 
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Dia 12/08 
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LEI HUNICil'Al. NQ 913/91 - GAIHN'ETE DO PREFEITO EM 
08 DE JULHO DE 1991 
SUL 
cAI,ÇJOOS ' 
·1A Sf 
aDA DM 
,çADOS 
- NAL 	BELA VISTA, 20 D8 AGOSTO DE 1.991 PAGL A 
"%"N 7"" " """""" """"""" 	1 
~Prefeitura Municipal de Bela Vista 
1DICE 
AtrIblen do ConeIho Municipal do DIreftos da Cr Lança e do 
Mdolecnte Mrt, 7 
Da Cnptaço de Recuras Mrt, l? 
Da Corpetêncla do Conselho Tutelar rt. 1% 
Da {Competencfa do Fundo Municipal para Infancia e na .Juventude­ 
Art • JfJ'! 
Da Constitulçio e Coposição do Conselho Municipal dons Direi - 
tos da Criança e do Adolescente rt. ll! 
l)..1 rrJaç:ao e natureza do J-'tmdu Hunlclpnl J>ara Tníãncln f" a Ju .. 
ventude Mrt. A0 
Da estrutura blca do Conselho Municipal dos DIreftos da CrI­ 
ança e do Mdolecente Mrt. 17 
Da proclamtçao, nomeação e pose dos ele[tons rt. 270 
ll:t r<'11ll1.nçiio do plrlto An. 23!! 
La remuneraçao e da perda do mandato Mrt, 369 
Das atrIbulçóen do Conelho Tutelar Mrt, 329 
Dan diposfçóen fInalns e trannftór MArt. ? 
Dan disposições preliminaren Art. 1 
Do Conulll11n Hunlclp.,t doa lllroltou d,, Crlnnç11 e do Adolcr;ccntc 
Art. 62 
Do tmdo Munlclpul pnrn lnfâncln e a Juventude Art. 409 
[)og Com;clhn,o 11tolnn,a Art. 1/,Q 
lloo Jmpcdlr.wnlos Arl. Jl!! 
Dona Órion da Polffcn de Atendimento Mrt., 59 
Dos rcqulnltou e, do reltro das candidaturas Mrt. 17e 
- ---- - ----- - -------- 
"DISPÕE SOBRE A POL!TICA DE ATENDIMENTO DOS DI - 
REITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, E DÁ OUTRAS PRO 
VIDENCIAS". 
Edson Medeiros de Mornes, Prrfcito Municipal de 
Bela VlAta, EAtndo <le Moto Grocso do Sul, faz sn 
ber que a Cimara Municipal aprovou e cu sanciono a 
seguinte Lei. 
T1TULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art. 1g - Esta Lei dispõe sobre a política muni 
cipal de atendimento aos direitos da Criança e do 
Adolescente e estabelece normas gerais para a sua 
adequada aplicação. ' . 
Art. 2Q - O atendimento dos direitos da Criança­ 
e do Adolescente no Município de Bel1 Vista-MS, fa_r 
se-a através das políticas sociais basicas de educa 
çâo, saúde, recreação, esportes, cultura e lazer 
profissionalização e outras, assegurando-se em to - 
das elas o tratamento com dignidade e respeito à li 
herdade e à convivência familiar e comunitária. 
Art. 3g - Aos que dela necessitarem será presta­ 
da a assistência social, em caráter supleth·o. 
Parágrafo IQ - t'. ,•edada no município a criação - 
de programns de caráter compensatório da ausência - 
ou lnsuíiciência das políticas sociais basicas sem 
a privia manifestação do Conselho Municipal dos Di­ 
reitos da Criança e do Adolescente. 
§ 2Q - Os programas serão classificados como de 
proteção ou sócio-educativos e destinar-se-ao: 
a) À orientação e ao apoio sócio-familiar; 
b) - Ao apoio sócio-educativo em meio aberto; 
c) - À colocação em família substituta; 
d) - Ao abrigo; 
e) À liberdade assistida; 
f) À semiliberdade; 
g) À internação. 
Art. 4g - Ficam criados, no município de Bela 
Vista-HS, os seguintes serviços: 
I - O serviço especial de prevenção e atendimen­ 
to médico e psico-social às vítimas de negligencia­ 
m~us-tratos, exploração, abuso, crueldade e opres - 
sao· 
i- O sen·iço de identificação e localização de 
pais, responsáveis, crianças e adolescentes desapa­ 
recidos. 
Parágrafo único - Caberã no Conselho Municipal - 
dos Direitos da Criança e do Adolescente expedir 
normas para a organização e funcionamento dos sen·_! 
ços neste artigo. 
T!TULO II - DOS ORGÃOS DA POL!TICA DE ATENDIMENTO 
CAPITULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 5g - são órgãos da política de atendimento­ 
dos Direitos da Criança e do Adolescente: 
I - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e 
do Adolescente; 
II - Conselho Tutelar; 
III - Fundo Municipal para a Infância e a Jm·en- 
cIedade c!!l organizada, visando o interee co­ 
letivo. 
SEÇÃO II - DAS ATRIVIÇÕES DO CONSELHO 
Art. 7! - Ao Conselho Municipal dos Direito 
da Criança e do Adolescente comp te, privativamer 
te, o controle da riaço de qualquer proleto ou 
progrncns no territódo do munJcfpJo, por lnicln­ 
t lvo públ lcn ou privada, que tenham como objetivo 
Assegurar Direitos, garantindo a proteção Inte 
gral Infância e Juventude do MunlCÍ pl o de Bela­ 
V J Bta-MS. • 
Parágrafo Cnfco - A competência dn CoosPlhn Mu 
nlclpal do Direito da Criança e do Adolescente in 
cidlrã sobre os Projetos e Programas de dcfcsn 
dos Direitos e de estudos e penqulso3, 
Art. 89 - A concessão pelo podar pÚblfcn de 
qualquer subvenção ou auxílio a entidades que, de 
qualquer modo, tenham por objctlvon n protnçno 
promoção e defesa dos DJrnJtos dn Crança e do 
Adolescente, dever~ entar condiclnnadn no cndas - 
tramento pr~vto da nntidnde junto ao Conselho Mu­ 
nicipal de que trata este artigo e i escrlturaçio 
do verba junto ao Fundo Municipal. 
Art. 9Q - As resoluções dos Direitos da Crian­ 
ça e do Adolescente só terão validade quando npr~ 
vndas pela maioria absoluta dos seus membros e 
após sua publicação no Órgão oflcial dP imprensa­ 
do município. 
Art. IOQ - Compete ainde ao Conselho Municipal 
dos Direitos da Criança e do Adolescente: 
I - Propor alterações nE legislação em vigor e 
nos critérios adotados par o atendimento à crian 
ça e au adolescente, sempre qu~ necessário; 
II - Assessorar o Poder Fxecuth·o Municipa 1 na 
definição da dotação orçamentária a ser destinada 
à execução das Políticas Srciais básicas de que 
trata o artigo 22 desta Lei; 
III - Definir a políticõ de administraçno e a­ 
plicação dos recursos finarceiros que venham a 
constituir o Fundo Municipel para a Infância e Ju 
ventude, em cada exercício; 
IV - Difundir e divulgar amplamente a política 
municipal destinada à criarça e ao adolescente; 
V -- Promover capacitaçãc dos ticnicos e educd­ 
dores em·oh·idos no atendirrento diretCl à criança­ 
e ao adolescente, com objetivo de difundir, discu 
tire reavaliar as políticas sociais básicas; 
VI - Controlar os registros das entidades go - 
,·ernamentais e não-go·ernarrentais, de atendimento 
aos Direitos dn Criança e do Adolescente, com se­ 
de no Município de Bela Vista, as quais tenham 
programas de: 
a) - Orientação e apoio sócio-familiar; 
b) - Apoio sócio-educativo em meio aberto; 
c) Colocação em família substituta; 
d) Abrigo; 
e) Liberdade assistida; 
f) Semilibe:dade; e 
g) lnternaçao 
VII - Manter intercambic com entidades federa­ 
is, estaduais, municipais congeneres com outras 
que atuem na proteção, prorroçào e defesa dos di - 
reitos da Criança e do Adolescente; 
VIII - Cobrar dos Conselhos Tutelares a super­ 
visão do atendimento oferecido em delegacias espe 
cializadas de polícia, entidades de internação e 
acolhimento e demais instituições públicas e pri­ 
,·adas; 
IX - Incenth·ar e apoiar campanhas promociona­ 
is e de conscientização dos Direitos da Criança e 
do Adolescente; 
X- Elaborar o seu regirrento interno que deve­ 
ra ser aprovado por pelo menos dois terços de se­ 
us membros; 
XI - Fixar a remuneraçac dos membros dos Conse 
lhos Tutelares nbsen·ados os critirios PStabeleci 
dos no Artigo 37, desta Lei; 	- 
XII - Dar posse aos membros do Conselho Munici 
pal dos Direitos da Criança e do Adolescente, pa­ 
ra o mandato sucessivo; 
XIII - Propor modificações nas estruturas dos 
sistemas municipais que visam à promoção, prote - 
ão e defesa dos direitos da Criança e do Adoles- 
tude. 
CAPITULO II - DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS 
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 
,SEÇÃO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 62 - Fica criado na forma do que dispõe o 
pnrágrafo" 12, do artigo 97, da Lei Orgânica Munici­ 
pal, o Conselho Municipal dos Direitos da Cria~ça_e 
do Adolescente do Município de Bela Vista-MS, orgao 
delibr.rath·o, consultivo e controlador das ações em 
todos os nh·eis, que atenderá aos seguintes objet_! 
,·os: 
l - Definir, no·ãmbito do município, políticas - 
públicas de pro_teção integral à Infância ! Juvent':'­ 
<1,e de Beln Vista-MS, incenth·ando a criaçao de con­ 
dições objeti•as para sua concretizaçao, com ,·istas 
ao cumprimento das obrignçÕes e garantia dos direi­ 
tos previstos no Artigo 22 desta Lei; 
II·-·controlar ações governamentais e naÕ-gover­ 
nnmcntais, com atuacão destinada à Infância e Juven 
tudc do Município de Belo Vist>1-MS, com ,·istas o 
consecução dos objetivos definidos nesta lei. 
Parágrafo ÜnicCl - Entr.nde-se por politicn públi­ 
ca aquela que cmann do poder Governamentnl e da so- 
cente. 
SEÇÃO III - DA CONSTITUIÇÃO E COMPOSIÇÃO DO CO_!!: 
SELilO 
Art. II - O Conselho Muticipal dos Direitos da 
Criança·e do Adolescente é coposto de 08 (oito)­ 
membros sendo: 
1g - 03 (três) membros representando o municí­ 
pio, indicados pelo Poder Fxecutivo, diretamente­ 
ligados aos seguintes Órgãcs: Sec_retaria Munici - 
pal, de Educação, Cultura e Esportes; Secretaria­ 
Municipal de Saúde e Assistência Social e LBA 
Pronav Municipal. 
2!!-- 03 (;rês) representantes indicados pelas­ 
organizaç~es representativ2s de participação popu 
lar legalmente constituída; 	- 
J!! - 02.(dois)" representantes do Poder Legisla 
th·o Municipal, que serão indicados por maioria = 
relath·a; 
42 - O mandato dos Conselheiros será de 02 (do 
is) anos permitida uma reccndução por igual períÕ 
do; 	- 
52 - A função de Conselheiro ser.; consideradn­ 
Sen-iço Público rele,·ante, sendr- em exercício 
- MS 
prioritr!o e jutificadas as 
outros ser!o , quando letr! 
cimen'o a se ses do Cone lho a , 
em dfl!@nelas autorizadas por e te; 
69-- O membros do Conselho la 
quer tipo de remuneração pela 
ta; 
72 - Perderá o mandato, o , 
que se ausentar injustlfl damente em C} 
si·se consecutivas ou em 05 tine) alter 
no mesmo mandato, ou for ondenado por sentens 
irrecorrfl, por erte ou contravenção penal; 
8? - No prazo de5 (quarenta e cinco) die n- 
terformente ao érmino do mandato, o Conselho Munt 
cipal de defeso dos Direi .os da Crfanca e do Ada 
lescente o!iettará aos órgaos competentes ind!­ 
caço dos novos membros, represent ntes do Poder 
Pblico e promoverá a Assembléia das ert{d d na 
governamentais, conforme os parágrafos 10, 20e 2 
deste artto. 
SEÇÃO IV - DA ESTROTlfR.A BÁSTCA J)() CO.ISCl.!.O 
Art. 12!:! - Nospricriros 05 (cinco) dl.1·· d,, cr:r!,, 
mandato o conselho escolhera entre seus pares, re 
peJ tando altcrnodtrmcnte a orgiem de suas represen­ 
taçóes, os integrantes dos seguintes cargos: 
I - PresidentP; 
II - VicP Pres1drnte; e 
III - Secretnrio Geral 
Parigrafo 12 - Na escolha dos Conselheiras par 
os cargos referidos nest artigo, será xfgída a 
presença de no mínimo 2/J (dois terços) de m-~b,nn 
do Órgin, escolhidos por maioria relaLi'a. 
Paragrafo 22 - O regtento Interno definirá as 
competências das funções referidas neste artigo. 
Art. l3 - A adminfstraço municipal cederá 
espaço físico, as Instalaçoe e os recursos hunn - 
nos para a manutenção necessiriaao regular funcio­ 
namento do Conselho. 
CAP!TULO III - DOS CONSELHOS TUTELARES 
SEÇÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 149 - Ficam criados os ConRelhos l~cela 
res, órgãos permanentes e nutõnomos com funçno n;o 
jurisdicional, encarregados pela socir.dade de se - 
lar pelo cumprimento dos direitos constitucionais 
da criança e do adolescente. 
Parágrafo!!! - O número dos Conselhos Tutelares 
e a sua distribuição geográfica, por setores, s~rn 
definido pelo conselho municipal dos Direito" da 
Criança e dn Adolescente. 
Parágrafo 22 - O Conselho Tutelar será composto 
por 05 (cinco) membros, eleitos para um mandato de 
03 (três) anos, permitida uma reeleição. 
Art. 152 - A escolha dos conselheiros se fari - 
por ,·ato facultatiYo e secreto dos cidndÕes do mu­ 
nicípio, em pleito oresidido pelo Juiz da Infância 
e Juventude e fiscalizado pelo representante do Mi 
nistirio PÜblico. 	- 
Parágrafo Único - Podem votar maiores de 16 a 
nos, moradores na área de atuação do respPctívo 
Conselho Tutelar. 
Art. 162 - O pleito será convocado por resolu - 
cão do Conselho Municipal dos Direitos da Criança­ 
e do Adolescente, na forma desta lei. 
SEÇÃO II - DOS REQIIISITOS E DO REGISTRO DAS CAlIDI 
DATURAS 
Art. 17? - A candidatura é individual e sem In 
culacão a partido político. 
Art. 18g - Somente poderão concorrer ao pleito­ 
os candidatoR que preencherem, até o encerramento­ 
das inscrições, os seguintes requisitos: 
I - Possuir reconhecida idoneidade moral - ce~­ 
tidão da polícia; 
II - Ter idade superior a vinte e um anos - cer 
tidào de nascimento; 
III - Residir no município há mais de dois anos 
qualquer documento; 
IV - Estar no gozo dos direitos políticos - a - 
testado do Cartório Eleitoral; e. 
V - Ser alfabetizado - declaração do próprio p~ 
nho. 
Parágrafo único - São inelegíveis os não rez!s­ 
trados. 
Art. 19 - A candidatura deve ser registrada r.n 
prazo de 03 (três) meses antes do pleito, mediante 
apresentação de requerimento endereçado ao presl - 
dente do Conselho, acompanhado de prova de preen - 
chimento dos requisitos estabelecidos no artigo a 
terior. 
Art. 20 - O pedido de registro será autuado pe­ 
la Secretaria Geral do Conselho }lunicipal, que fa­ 
rã a publicação, na imprensa local, dos nooes dos 
candidatos a ~im de que, no prazo de quinze dias 
contados da publicação, seja apresentada :ú::pugna 
çao por qualquer munícipe. 
Parãgn,fo Único - Vencido esse prazo, serão a - 
bertas vista-· ante do MInstêrlo PCb; 
co para e....a Impugnação, no prazo de quinze di 
as, decidindo o Juiz em igunl .prnzo. - 
Art. 21 - Das decisões relativas às ii:,pugnaçÕcs 
caberã recu_rsos ao próprio juiz, no prazo de 05 
(cinco) dias.

.IOlil•AI, TJ!lllllNA DA FllON'I.P-IHA - PJÀRIO REGIONAL 
€) Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Parágrafo inlco - Se manter a dec{rio, fará o 
Juiz a reme a super for Instncla, em 05 (cInco 
dfs, par o reexame da materln, - 
Art, 22 - Vencldn n fane de Impus,nnçao e recur - 
o, o Jufz mandará publicar edital com nomes dos 
dfdatos hbIlItndos ao pleito. 
~l!<;ÃO llT - llA Rl'.AL17.AÇÃO DO PLEITO 
Arl, 21 - A olnlciio ocr~ convocodn pelo JuJx de 
Infância e da Juventude, mediante edital publicado­ 
na Imprensa local, 06 (els) meses ante do término 
,l11r, m11mlntnn ,ln11 membro,; do Conoelho Tutelar. 
Art. 24 - f ednada na propagnnda cleitnrnl _non 
ve[eu)os de comunicnçao social, ou a sua ffxnçao 
em Jnc,dH p1Íbl'lcoA ou pnrticulures, admitindo-se 11~ 
r11•11tP n renlizr11;:Ão de debntes e entrc,·itstllfi cm 1 - 
puldade de c-nnclicÕes. 	. 
Art. 25 - An cédulas rlr.itnruiR seroo confeccio­ 
nnclnn pela prcfritura Municipal, mcdillnte modelo 
pn,,·inm<'ntc npro'ndo pelo Conselho. 
Arl. 26 - A mPclidn que os 'Otos forem sendo apu­ 
rado:;, poderão oo cnndldatos upresentnr impugna 
çes, que scriio decidldns d,•_ plano pelo juiz. cnbe~ 
do recursoo à nuperiot 1nstancia. 
SEÇÃO IV -­ 
ELEITOS 
Art. 27 - Concluída a npuraçan dos 'otos, o Juiz 
proclamará o resultado du elelçiio e os sufrágios r~ 
ceb idos. 
Art. 28 - Os cincn primeiros mais votndos serno­ 
considerados eleitos, ficando ns demais pela ordem­ 
de votacao, como suplentes. 	_ . 
Parâgrnfo único - Havendo empate na votaçao sera 
cons1derndo eleito o cand1dnto que possuir: 
l - Comprovada experiincia no trato com assuntos 
da Criança e Adolescente; 
11 - Maior grau de escolar1dade, e 
III - O mais idoso 
Art. 29 - Os eleitos serãn proclamndos pelo Juiz 
nn Infiincin e da Juventude, tomando posse no cargo­ 
de Conselheiro no diu seguinte ao término do mnndu­ 
to de seus antecessores. 
Art. 30 - Ocorrendo a vacância no cargo, assumi­ 
rá o suplente que houver obtido o maior número de 
DA PROCLAMAÇÃO, NOMEAÇÃO E POSSE DOS- 
votos. 
SEÇÃO V - DOS IHPh1lIMENTOS 
Art. 31 - são impedidos de sen·ir no mesmo Cnnse 
lho, marido e mulher, ascendentes e descendentes 
sogro e genro ou nora, irmãos, cunhados, durante o 
cunhadit>, tio e sobrinho, padrastn ou madrasta 
enteado. 
Parágrafo Único - Estende-se o impedimento do 
Conselheiro, na forma deste artigo, em relação à 
autnridade judiciária e no representante do Ministé 
rin Público com atuação na Justiça da Infância e da 
Ju,·entude, cm exercício na comarca, Foro Regional - 
ou Distrital. 
e 
I - Dariedade do atendimento, inclusive domfn 
o e ferindo; 
li - l'lantiio nnt11rno 
Art. J4- A admfnlstraço pública muntc1pal f1 
cari responsável pelas Instalações f[fca e fun - 
clonal necessártas ao funcionamento do Conselho e 
por t;u:, runnutrnçno. 	_ 
1'nrn1trnfn 1Ínico - O ConfC•lhn Tutelar onntera - 
umn Sccrctnrlu Adrnlnlntrnt!va Pncnrrcgncln d<' pro­ 
ver ao funcionamento adequado dos serviços e In­ 
talnçÕes <lestlnndos is ati'ldndPo do orgao. 
SF.ÇÃO VlI - DA COHPETtNCIA 
Art. 35 - A compPtêncJn ,wrÃ detcrmfnnr!a: 
I - Pelo domicllin dos rols 011 responsnvel; 
II - Pelo lugar onde e encontra a Criança ou 
Adolescente, à falt a dos peiR 011 responsa,•p 1; 
lQ - Nos cnsos dento irfraclonal pratlcndo 
por criança, ser competente o Conselho Tutelar - 
do lugar da ação ou o!sso, observadan as regras 
de conexio, continência e prevençao. - 
2Q - A execuçÕn das medidas de protecao podera 
ser delegada no Conselho Tutelar da residencia 
dos pais ou responsn'el, ou dn lncal onde sediar-­ 
se a entidade que abrigar E crinnça ou adolescen­ 
te. 
SEÇÃO VIII - DA REMUNERJÇÀO E !:A PERDA DO MAN­ 
DATO 
Art. 36 - O Conselho Muricfpal tios Direitos dn 
Criança e do Adolescente deveri fl~ar remuneraçno 
ou gratificação de'idn ao!' membros do Conselhn Tu 
telar, atendidos os critirtos de cnnveniincia e 
oportunidade e tendn por bse o tempo dedlcadn n 
funçno e às peculiaridades tocais. 
Parágrafo I? - A remuneração eventualmente fi­ 
xada nnn gera relaçãn de rnprego com a Admlnistr~ 
cão Municipal e toma por bse os nfvels do func1o 
nalismo público de nível superior. . . 
Parágrafo 22 - Sendo eleito n funcfnnarln pu - 
blico em atividade, fica-lhe facultado, em cano - 
de remuneraçao, optar pelos vencimentos e vanta - 
gens de seu cargo, vedada a acumulação de venci - 
mentos. 
Art. 37 - Os recursos n cessÕrios à eventual - 
remuneração dos membros do Conselho Tutelnr ternn 
nrigem no Fundo Administrado pelo Conselho Munict 
pal dos Direitns da Criança e do Adolescente. 
Art. 38 - Perderá o mandato o conselheiro que 
for condenado em sentença i rrecorrh·el, n pena s~ 
perinr a quatro unos ou por falta grave, assim 
considerando o descumprimerto grave e reiterado - 
de obrigação própria de sue função. 
Art. 39 - O exercício efeti'o du função de Con 
selheiro constituirá serviço pÚblicn rele·unte 
estabelecerá presunção de idoneidade moral e asse 
gurará prisão especial, em caso de crime cnmum 
té o julgamento definitivo. 
SEÇÃO VI - DAS ATRIBUIÇÕES DO CONSEUIO • 
Art. 32 - Sãt> atribuições do Cnnselho Tutelar: 
I - Atender as Crianças e Adolescentes nas hipõ­ 
teses previstas nos artigos 98 r 105, aplicando as 
,medidas previstas no artigo 101, Ia VII, todos da­ 
Lei Federal ng 8.069/90. 
TI - Atender e aconselhar os pais ou responsÓ'el 
aplicando ns medidas pre,·istas no artigo 129, .I à 
VII, do mesmo Estatuto; 
III - Promover a execucõo de suas decisões, ,p~ - 
dendo para tanto: 
a) - Requisitar sen·iços públicos nas áreas de 
Saúde, Educação, Serviço Social, Previdência, Traba 
lho e Segurança; • 
b) - Representar junto à autoridade judiciária - 
nos casos de dnscumprimento injustificado de suas - 
deliberações; 
IV - Encaminhar e ;1compRnhar, junto aos Órgãos - 
competentes, denúnciaR de todas as formas de negli­ 
gênci.a, omissão, discriminação, excludência, explo­ 
rac;iio, 'iolPncia, crueldnde e opressão contra a Cr! 
nnça e o Adolescente, controlando o encaminhamento­ 
dos medidas necessárias a sua apuração; 
V - Pro,·idenciar a medida estabelecida pela auto 
ridade jurídica, dentre as previstas para o adoles­ 
cente autor do ato infracional; 
VI - Expedir Notificações; 
Vll - RcquisitRr Certidões de Nascimento e de O­ 
bito de Criança ou Adolescente quando necesssãrio; 
VIII - AssPssorar n Poder Executivo local na ela 
boraco da proposta orçamentária para planos e pro­ 
gra□ns de atendimento dos Direitn~ da Criànca e do 
Adolescente; 	• 
IX - Representar, em nome da pessna e da familia. 
c~,tra ~ 'Jolaçâo dos Direitos previstos no artigo- 
220, 5 3g, inciso II da Constituição Federn.l; 
X - Representar ao Ml.nistêrio Público, para efei 
to das nçÕes de perda ou suspensão do Pátrio PodPr~ 
Art. 33 - O atendimento oferecido pelo Conselho­ 
Tutelar 5<,r;Í informal e personalizado, "'antendo-se 
Registro das Pro,·idênclas adotadas em cadn caso. 
Pnrágrnfo Único - O horário de ntendimento será­ 
defi~id~ pelo Conselho Municipal de Direitos du Cri 
onça e <lo Adolescente, sendo indisponÍ'eis os se - 
.'rtes regimes: 
CAP!TULO IV 
A JUVENTUDE 
DO FUNDO MUTICIPAL PARA INFÃNCIA E 
SEÇÃO I - DA CRIAÇÃO E li'ATUREZA DO FUNDO 
Art. 40 Fica criado o Fundo Municipnl para a 
Infância e a Juventude, órgão captador e aplica - 
dor dos recursos que serão utilizados de acordo - 
com as deliberações do Conselho dos Direitos da 
Criança e do Adolescente, o qual estnrâ direta - 
mente 'inculado. 
SEÇÃO II - DA CAPTAÇÃO DE RECURSOS 
Art. 4l - O Fundo de que trata no artigo ante­ 
rior será constituído: 
l - Pela dotação consignada anualmente na Lei 
Oq::amentãria do Município; 
II - Pelos recursos provenientes dos Conselhos 
Estadual e Nacional dos Direitos da Criança e do 
Adolescente; 
III - Pelas doações, auxílios, contribuições e 
legados que lhe 'enham a ser destinados; 
IV - Pelos ,·alo-res pro,·enientes de multas de - 
correntes de condenaçao em ações civeis ou de i­ 
posição de penalidades ad.-1.nistrath·as pre,·istas 
na Lei n2 8.069/90; 	- 
V - Por outros Recursos que lhe forem destina­ 
dos; 
VI - Pelas rendas e,·entl•ais inclusl•e as res - 
sultantes de depósitos e arlicaçÕes de capitais. 
SEÇÃO III - DA COKPErtNCIA DO FUNDO 
Art. 42 - Compete ao Fu~do Municipal: 
l - Registrar os recursos pr_o,·enie.ntes das caP 
taciies prerlstas no artigo anterior; 
II - Manter o controle Escritural das aplica - 
çÕes financeiras levadas a efeito do município 
nos termos das resoluções do Conselho Municipa.l - 
dos Direitos da Crinnca e do Adnlescente; 
III - Liberar os recursos a serem aplicados em 
benefício de Crianças e Adolescentes nos termos - 
das resoluções do Conselho MunicipQl dos Dir~etos 
da Criança e do Adolescente. 
lV - Administrar os recursos espec!ficos para­ 
os programas de atendimento dos DirP.itns da C-rian 
ça e do Adolescente, segundo as resoluções do Con 
Olr-dtos; 
- MS 
CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓI 
AS 
Art. 4! -- Fica upena a 
tlgos denta lei, pertinentes 
Tutelar, vigorando as demas 
tos e atribuições. 
Art. 45 -- Ficam 0s poderes Fxccutlvn e LerIsla­ 
tvo Municipal, autor(zdos a constituírem um Con­ 
selho Tutelnr temporário com as atrfbu!coes previs 
tos no Artigo 32, até que seja lnotnlo<ln o Conse - 
lho Tutelar definitivo. 	. 
Parágrafo 1~ - Os Poderes supro citndoo ter~o o 
prazo de 20 ('inte) dias, ã partir da puhlicaçan 
desta Lei, pura indicarem os membros do Conselho - 
Tutelnr Temporário, sendo 03 (tres) pelo Executl'o 
e 02 (dois) pelo Legislativo. 
Parágrafo 2Ç - Os membros do Conselho Tutelar - 
Provisório, tomarão posse, no prnzn de 05 (cinco)­ 
dias ã partir da indicnçÕo, em seRr,ào solenP pro"'~ 
y[da pelo Con,;elho Municipal, perante os Poderes E­ 
xecutivo e Legislátlvo. 
Art. 46 - O primeiro Conselho Municipal, n par­ 
tir da data de posse de seus me~bros, terá o prazo 
miximo de 30 (trinta) dias o~ra elaborar o seu re­ 
gimento interno, que disporá sobre o seu funciona­ 
mento e atribuições de seu Presidente, Vice-Presi­ 
dente, Secretirio Geral, demaiR conselhcir0s e Se­ 
cretariA Geral. 
Art. 47 - UmP comissão provis6rin, compoRta de 
02 (dois) técnicos indicados pelo Executivo Hunici 
pal e 02 (dots) indicados pelo F6rum Municipal d; 
Defesa da Criança e do Adolescente, terá as sPguin 
tes competências: 	- 
I - Apresentará ao Executivo Municipal uma pro­ 
posta concreta de instalações e de manutençaÕ do 
Conselho Municipal de Direito da Criança e do Ado­ 
lescente; 
II - Articulará a comunidade municipal e as en­ 
tidades pnrticulares, registradas conforme o arti­ 
go 261 da Lei n2 8.069/90, para a Assenbliia Geral 
de que trata o artigo 11, parigrnfo 22 desta lei. 
Parágrafo Único - A comissão de que trata este­ 
artigo disporá do prazo de 60 (sessenta) dias para 
cumprir suas atribuições. 
Art. 48 - Fica o Poder Executivo autorizado a 
abrir cridito adicional especial no
0
valor de CrS - 
5.000.000,00 (cinco milhões de cruzeiros), podendo 
ser suplementado se necessário, para atender as 
defesas iniciais decorrentes do cumprimento desta­ 
lei, sendo utilizRdas Dotações Orçamentárias con - 
signadas nn Lie Orçamen:ária do Município. 
_ Art. 49 - No prazo maxfmo de 40 (quarentn) dias, 
a contar da publicaçao desta lei, serão indicados- 
9° Presentantes de que trata o Artigo II, $ 1g , 
2 •• e 3-, ao Poder E.xecutivo que tera· mais 05 (cin 
co) dias, para haixar o ato de nomeação dos canse= 
lheiros. 
Art. 50 -_Esta Lei "ntra em vigor na data de 
sua publicaçao, revogadas as dis i - 
rio. 	pos coes em contra 
pltcabflfdade ds ar 
à eldçiio do Co11selho 
atfnentes na requlsf ·- 
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, AOS 08 DE .JUIID/91 
Edson Medeiros de Koraes p 
- Tef. Municipal 
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mente dos óraãos de at t~do o runciona - 
eo do Departáheneo E,}ipento a pá1i­ 
DETRAN. Em Campo Gra,,"ia. de Trânsito - 
tinua:sendo realizado e 
O 
atendimento con 
rio das 12 às 17 h normalmente no hora 
• 	oras e nas d . . - 
des durante O horário • . emais cida- 
macão foi dada pela ?"ercia1. A infor­ 
Detran, Sandra Helena M.s~ora Tecnica no 
A diretoria do De"ado Gomes. 
cupaçao quanto aos boat manifestou preo­ 
teria interrompido o ",de que o 6±são­ 
co, garantindo que estae~ imento_ao públl 
1 u tamente irnproceclen t ,. n fonnacao é abs2 
do Detran, inclusive e.P Todos os setores 
Campo Grande, estão rº 
1
~
st0 
Bancário de 
cos de rotina externoea 7zando os servi 
mou Sandra Helena. e interno" - afir - 
Preserve 
0 
Pantanal

1ORNAI, 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIARIO REGIONAL - 
GOVERNIDOR DO ROTDRY EM BE VI 
" SOMOS OS RESPONSÁVEIS POR UM MUNDO MEL O 
li 
ds4, 
Conset 
qut«!. 
·n1sM. 
11m Ct·. 
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BEL,A VISTA, 20 DE AGOSTO DE 1991 PAGIM A 
o Governador do notury Clube, Dístrito 4470, que engloba Ma­ 
to Grosso do Sul e Noroeste do Estudo de são Paulo, . José Cal 
deran Dodrin, cm companhia de sua esposa Lia, chegou a Bela Vis 
ta, àn 11:30 hs, sendo recepecionado na entrada da cidade pelo­ 
Presidente do Rotary, Carlos Alberto Ocariz, sua esposa Nzaléa, 
Presidenta da Casa <la Amizade: pelos rotarianos Elpidio Gonçal­ 
ves, Garibaldi da Rosa (Sueli): FduardoOcariz (AnaHaria): IvanA. Co~ 
ta Marques; Ivaldo (Estela); Simão Echeverria; Gabinio Loureiro Gabino; Roney 
M. Simos e Gerardo Doccia (Dorinha). Os integrantes do INTERACT também recp - 
cionaram o Governador oo:n uma faixa de boas vindas. Lá estiveram a Pre­ 
sidente Daniela Rodrigues e os jovens, Marcos, Robson, Elaine , 
Agnaldo, Ernandes, Romia. O Presidente da Câmara Municipal, Jor 
ge de Souza Rosa, também foi prestigiar a chegada do governador 
Calderan, que recebeu as chaves da cidade das maõs da Secretá - 
ria de Administração, Dorinha Boccia, representando o Prefeito-, 
Edson Horaes. 
Após o almoço, realizado no restaurante Pacho Alegre, todos­ 
seguiram para o Clube Enportivo Delavistense, onde o vereador e 
rotariano Roney Moraes Simões distribuiu centenas de cobertores­ 
aos mais carentes, resultado da promoção "Jogos da Solidarieda-, 
de". 
Reunião de Trabalho 
As 16:00 hs, na Câmara Municipal, o governador reuniu-se com 
os rotarianos, Cachito, Ivaldo, Garibaldi, Sidney, 1idio. Ra 
hal, Gabinio, Gerardo, Eduardo, Roney e Simão. Foram tratados - ' 
diversos assuntos de interesse administrativo do clube. 
Todas as avenidas de serviços (setores) apresentaram os pla-i 
nos e projetos para o ano rotário 91-92. 
O governador falou a respeito das atividades desenvolvidas-, 
pelo Rotary Internacional, disse que Bela Vista têm condições - 
de ter dois Rotary Clubs, cada um com 30 sócios. "Potencial pa­ 
ra isto vocês possuem" - frisou Calderan. 
Várias perguntas foram feitas ao Goverandor, sobretudo ares 
peito do funcionamento interno do clube, quando ficou definido­ 
que os Estatutos do Rotary devem ser seguidos fielmente. 
As senhoras da Casa da Amizade reuniram-se no Hotel Panara - 
ma, para saber das determinações da embaixatriz da Casa da Ami­ 
zade, Lia Calderan. Presenças das senhoras, Dra Azalêa Ocariz , 
Ma Estela V. Pereira, lleith G. Delvalles, Dorinha Boccia, Enoly 
L. Assis, Ana Ma L. Ocariz, Neire Simões, Selva dos Santos, Te­ 
rezínha Vargas, Zulema Vargas da Rosa, Maruce O. Rahal, Elpídia 
Miranda e Elza Echeverrias. 
O Governador reuniu-se com os integrantes do INTERACT, falan 
do a respeito do trabalho <los jovens, "rotarianos de amanha". 
Jantar Festi v Q 
À noite, na Sede da Casa da Amizade, o Rotary Club de Bela 
Vista recepcionou o Governador Calderan e sua esposa Lia com um 
jantar festivo. 
Registramos as presença do Prefeito de Bela Vista, Edson Mo­ 
raes e esposa Cecília; do Promotor de Justiça Gerardo Eriberto­ 
de Morais e esposa; do Presidente da Câmara Municipal Jorge de 
Souza Rosa; do Capitão Fantini (RepresentandooCelJesiel, Comandante 
do 10o RC MEC) e esposa; do Capitão Claudius Vinicius e esposa; 
do Prefeito de Bella Vista (Paraguai) Ruben Garcete e esposa 
do Presidente da Ilonorable Junta Municipal de Bella Vista Rosa­ 
lina Gonzales e esposa; do pecuarista Tibiricá Loureiro de Al - 
meida e esposa; do pecuarista Genil de Assis e esposa Enoly, Se 
cretária de Educação do Município; dos interactianos, Daniela , 
Romia, Elaine, Ernandes, Jean, Leonarda, Robson, Cristina, Luis; 
e dos rotarianos, Cachito (Azaléa); Eduardo (Ana Maria); Ivaldo 
(Estela); Rahal (Maruce); Suliman; Roberval (Teilu); Miguel - 
(Ileith); simão (Elza); Gabinio (Jurema); Gerardo (Dorinha); Ivan 
(Graça); Elpidio (Brasilene); Garibaldi (Sueli); Roney (Neire); 
Evilásio (Elpidia), Sidney; Dilon (Lenir). 
JOVENS DO INIEKACT IAMBÉM REECIONMM O JEJAIOR 
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REUNIÃO DE 'IRAB.AI.110 COH OS ROTARIANOS, A TARDE, NA CÃ.>IARA 
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O GOVERNADOR REUNIU-SE TAMBÉM COM OS INTERACT1ANOS 
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NA ENTRADA DA CIDADE COVERANDOR JOSÉ CALDERAN RECEBE AS CHAVES E Ê RECEPCIONADO PELOS RTTARIA­ 
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" OLHE MftlS ALÉM DE SI MESMO " 
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PRESIDENTE CARLOS ALl!F.R:ro 0CARIZ SADCDA O COVER!WlOR DO DISTRITO 70 
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JORNAL, TRIUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 
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Vêfê8dór RoneY Eõtreua mais de 
700 Cober::;:: ·aú;i mais Carentes 
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BELA VISTA, 20 DE AGOSTO DE 1991 - PAGINA 10 
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VEREADOR ROEY HORAES SINES - OOERTORES PARA OS 
ELAVISTENSE. 
Coe as presenças do - 
Prefeito Edson Moraes 
Primeirn Doma Cecílin 
Presidente da C@mar Jor 
ge Roa, Presidente do 
Rotrry Club Carlos AIber 
to Ocariz, Governador do 
Rotnry Distrito 4470 Jo­ 
sé Cnldcrnn, entre ou - 
tros, e um grande número 
de fnmÍlins que superlo­ 
tnrnm nsdependêncins do 
Clube Esporth·o Ileln,·is­ 
tennc. o yer<-'ador Rnnc.y - 
!-'..ornes Simões procedeu a 
entrega de mnis de 700 - 
cobertores as pcssons ma 
is carentes de nosso mu­ 
uicÍpio, os quais foram­ 
adquirldoR com o dinhei­ 
ro arrecadado nn rr.nlizn 
cio dos Jogos da Solida­ 
rlednde no mês passado , 
prorno,·idos p<,lo ,·erenclor, 
com apoio da Prcfcitura­ 
tunicípal e inimeras pes 
1 soa,,; de nossa e idade. - 
O Presdonte da Cama 
ra Municipal, vereador - 
Jorge de Souza Rosa, em 
pronunciamento parab,rni­ 
zou o colega Roney pela 
iniciativa em pr6l dos 
mais necessitados e dis­ 
sr defendê-lo em qual 
quer oportunidade daque­ 
les quP. upor incompetên­ 
cia e inveja criticam 
U..'"ll realidade tão bonita 
como cssn". Fizeram uso 
dn palavra o Presidente­ 
do Rotary Club e também­ 
vcreador, Carlos Alberto 
Ocariz e a Primeira Dama 
Cecília Pereira de Mora­ 
es, Presidenta da LilA / 
PRON:AV Municipal, ambos 
nonlteceram o gesto de 
Roney Moraés doando a 
grnndc quantidade de co­ 
bertores naqueles que 
realmente necessitnm e 
que serão obrigados do 
frio por muitos anos com 
o presente que receberam. 
O Prefeito E<lson Me - 
,leiros de Moraes colocou 
con r.ruita propriedade n 
importiincin da uni.ão en­ 
tre todos os segmentos -­ 
da ,;ociedndP. pnra que a 
cidade possa atingir su- 
as expectativas de pro - 
grcsso, cfcsen,:olvimentn­ 
e melhoria das condições 
de ida para todos. Pa.ra 
benizou o vereador Roney 
SL,Ões pelr. maneira como 
prnc.redeu a distri.buição­ 
dos cobertores, "sem dls 
crir.d.nncno nenhuma, le - 
ando em conta apenas a 
necessidade de cnada um , 
é si que deve de ser 
feito, fomos eleitos pa­ 
ra trabalhar pelo povo - 
de maneira geral e não 
para alguns" pregou o 
Prefeito e destacou: "Sou 
A I S CA R EN TES 	Q U E SUPERLOTARAM O C LU B E - 
f 
< 
CONTIIHJACÀO .•• 
Governador do Rolary ell Bela Vista 
" SOMOS OS RESPONSBVEIS POR 
UM MUNDO MELHOR " 
Falando de improviso, com um estilo simples e direto, o go - 
, J Calderan Bodr in, marcou a sua par;r.agern por lk-- 
vernaaor 'ose 	i. 'b'lizaram os ro 
1;, vista como wn dos governadore::. que ma s ;ens1 I 	» -- 
tnrianos. 
Calderan falou dos trabalhos que o Rotary desenvolve no mun- 
do destacando o pagamento das vacinan conla a Polio (mais de ?6 
mi1hões de dólares) foram qastos pelo Rotary dos diversos pro)e 
• ; - - d g'tência às comunida- 
tos desenvolvidos em varios paises, 1e as51 
des menos desenvolvidas e mais cnrcntes_. 
t i "não é a 
com palavras fortes, definiu o que e ser rotar ano, ,. . 
penas frequentar as reuniões, pois o Rotary nao e um clube soci 
aJ. mas um cluhe de servicos"; enfatizou que "somos os responsa 
vei.s por um mundo melhor, a nós cabe deixar wn legado para . os 
nossos filhos e netos"; enfocou com muita propriedade, "a mis 
sno e o dever de cada rotariano na comunidade, somos todo::; ho - 
mc-ns ocupridos e não podemos nos omitir num momento grave corno 
esse que a travessamos, temos mui to o que fazer". 
Calderan sintetizou toda a filosofia do Rotary, falou desde­ 
a criação do Interact, Rotaract, Fundação Rotária, enfim, deli­ 
neou o quadro rotário no mundo. 
Foi, diversas vezes, incisivo, ao lembrar que o Rotary não é 
ur clube social; mas de "trabalhO" - de ação permanente, de ho­ 
mens ocupados e preocupados em "melhorar o mundo". 
Sacudiu estruturas, definiu novos rumos, e disse que o Rota­ 
r y de Rela Vista PODE e DEVE CRESCER, pois "não houve crescimr!l_ 
te, nos Últimos 20 anos". 
Elogiou o trabalho que o prefeito desenvolve, roas disse que 
cabe aos empresários, produtores, comerciantes, a ação para o 
desenvolvimento, os políticos só administram, cabe a nós ares­ 
ponsabilidade da produção, da geração de empregos e riquezas." 
Foi muito aplaudido e deixou, com a sua visita, um exemplo - 
de rotariano, de homem preocupado e afinado com o ideal do Pre­ 
sidente do Rotary Internacional, o indiano, Rajendra K. Saboo , 
"OLHJ.R MAIS ALÉM DE SI MESMO". 
. . 11 
PRESIDENTE DA CÃ.'WlA JORGE ROSA AJUDOU NA DmUX:A oosroníiro
1 
I 
RES. 	- 
o Prefeito de todos os 
belavistenses e trnbnlho 
pensando na minha cidade 
como um todo, som discri 
minnr ninguém, defende= 
rei sempre o lema da "Be 
la Vista Unida", porque= 
é com a união de todos - 
que promoveremos a verda 
deira transformação de 
Ilossa cidade", e fez uma 
alusão especial no trabn 
lho do Rotary Club em Be 
la Vista, aproveitando 
presença do Governador - 
do Distrito 4470 do Rota 
ry José Calderan, "Go,·er 
nador, sou testemunha d~ 
trabalho do Rotary Club 
de Bela Vista, desde que 
fui Presidente do Hospi­ 
tal São Vicente de Paula 
já sentia no Rotary preo 
cupaçao constante com a; 
maiores necessidades de 
nosso povo, o Rotary em 
Rela Vista realmente tra 
balhn Governador" desta- 
cou Edson. Bastante emo- 
clonado com o carinho do 
grande número de presen­ 
te.a no Clube Beln,-isten- 
nos amigos que doaram n 
variada premiaçao ofere 
cida durante o transcor 
rer dos jogos, ao Pre - 
feito Municipal Edson - 
Moraes pelo total apoiq 
ao 10g RC Mec, à LBA / 
PRONAV Municipal e nos 
sc-us companheiros de e;;; 
mnra, vereadores Jorge­ 
Rosa, Cassio Acioli e 
Carlos Alberto Ocariz 
"que me apoiaram inte - 
gral.mente, sem nenhum 
rr.sscntimento, desde o 
começo, inclusive cola­ 
bornndo para que os Jo­ 
gos da Solidariedade a­ 
tingissem as ex-pectnti­ 
vas". Agradeceu tnmbé.m­ 
a amiga Vcrinha, da LBA/ 
PRONAV Municipal, pela­ 
sua dedicnção e grande­ 
colaboração para o su - 
cesso da iniciativa be­ 
neficente, dizendo es - 
tar muito feliz pelo a­ 
poio e participaçiôo re­ 
cebida da parte de to - 
dos. AD finalizar suas 
palavras de agradecimen 
to e satisfaçao Roney - 
deu .início no momento - 
mais esperado por todo 
n entrega dos coberto - 
res aos presentes que, 
com seus respectivos 
tickts nas maõs recebi­ 
am um a um o seu presen 
te. Foi bonito de ver~ 
jovens, adultos e ido - 
sos saindo do C1ube Be- 
laistense com o seu 
cobertor debaixo dos 
braços, com a alegria e 
a satisfação estampada­ 
nos seu semblantes. 
GOVF.RNAOOR JOSt CAI.DERAN, AO L'.00 DA E:Sl'OSA LIA E PRES !DENTE CARLOS ALIIERTO ClCARIZ 
! 
-- 
se, o vereador Roney Mo­ 
raes Simões foi o último 
a faln.r, começou agrade­ 
cendo a todos que colabo 
ram desde o coeco, quan 
do idealizou n realiza= 
cão dos Jogos da Sol.idn­ 
riedade com o objetivo - 
de arrecadar recursos pa 
ra a compra dos coberto- 
res nos mais carentes 	(U. R) COVETXADOR JOSÉ CALDERIN PRR e 
'-------------..,---,,_c:-c-. "'·•-=-- =--~-~-~--=-~~=,,,,,, 	-4-_E~:.no ~ y CAIU.OS AUu:ta-o ~ E!Qlur,4 DR <XIBEKIOIUlS AOS CAIU!h'TES, Acn!PA.'ffiADO no PRESl- 
- - .- ·, PREFEITO EISO HORAES E ESPOSA CECÍLIA.