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DIARIO REGIONAL 
#a.r.-E 
Ivaldo reira 
1ela VI«ta/MS - Saldo/Dom!no-- I e 15/09/91 - N: 1.089 - Jardim,M1aracaju,Caracol,Porto Murtnho,Antonio Joio,Bonito,Guia Lopes da Launa - .r$ -- 200,00 
pen e 
Vereador quer Promulgação de 
Lei ou o Afastamento do Prefeito. 
1 
l 
Em fevereiro do ano - 
passado, quando e prepa 
rava a venda de parte da 
Invernada Reina pelo Mu­ 
nfc[plo, o Vereador Syd­ 
ney Nunen Leite, do PDT, 
com o apoio dos Vereado­ 
res Hnrcos Rlins Rios da 
Cruz, JoÕo Kalifo, Ansel 
mo Lopes e Paulo de Mel­ 
lo, apresentaram o Pro­ 
jeto de Lei que revoga­ 
va Lei que autorizava a 
alienação da citada pro­ 
priedade municipal. 
O Projeto de J.ei foi 
aprovado pela maioria e 
com os votos dos citados 
Vereadores. 
Encaminhado ao Prefei 
to Municipal, para os 
fins legais, ou seja, a 
sanção ou veto, o Chefe 
do Executivo Municipal , 
alegando quP. já efetuara 
a transação imobiliária, 
não vetou nem sancionou 
a nova Lei, que revogava 
a anterior. 
Agora o Vereador Syd­ 
ney Nunes Leite, amparan 
do-se na Lei Orgânica Mu 
nicipal, Art.37, $ 79 
onde está previsto: "Se 
a Lei não for promulgada 
dentro de quarenta e oi­ 
to horas pelo Prefeito , 
nos casos dos Parágrafos 
30 e 50, o Presidente da 
Câmara a promulgará e, 
se este não o fizer em 
igual prazo caberá ao Vi 
ce-Presidente faz@-lo" 
requereu o atual Presi 
dente da Cãmara que a 
promulgue. • 
Segundo o Vereador 
Sydney Nunes Leite o Ar­ 
tigo 66, Parágrafo lQ da 
Constituição Federal es­ 
tabelece: "Se o Presiden 
te da República conside­ 
rar o Projeto, no todo 
ou em parte, inconstitu- 
.I 
Recursos do SUS Esperam 
Efetivação do Conselho 
Antonio João - O re - 
passe dos recursos oriun 
dos do Sistema Unificado 
de Saúde (SUS) para o 
Hospital Municipal de An 
tonio João está na depen 
d@ncia da efetivação do 
Conselho Municipal de 
Saúde, que encontra-se -­ 
eh formação. 
A informação foi dada 
pela Secretária Grral da 
Prefeitura Municipal, O­ 
dete Coinete, ao anunci­ 
ar o recebimento de um 
telegrama urgente do As­ 
sessor de Municipaliza - 
cão da Secretaria Esta - 
dual de Saúdr., Hugo Sou­ 
za Paes de Barros. 
b... .. * _ 
. o 
Vereador Sydney Nunes Leite- PDT 
cional ou contrário ao 
interesse público, verã­ 
lo-á total ou pareia'men 
te, no prazo de quinze= 
dias Úteis, contados da 
data do recebimento, e 
comunicará, dentro de 
quarenta e oito horas 
ao Presidente do Senado 
Federal os motivos do ve 
to". 
Dai se depreende que 
somente restam dois cami 
nhos: o Presidente da cá 
No documento, o asses 
sor informa que de acor­ 
do com as normas legais 
do Secretário de Saúde - 
do Estado, "faz-se neces 
sário o envio, por parte 
do Município, de cópia - 
da J.ei que criou o Conse 
lho Municipal de SaÚdP. , 
bem como Decreto de pos­ 
se de seus membros, para 
esta assessoria". 
Esta, segundo o asses 
sor, é a forma de se viã 
bilizar o "repasse do 
saldo da unidade para co 
bertura ambulatorial cor 
respondente ao MunicÍpiÕ 
de Antonio João". 
Garante também que so 
 
/ 
mara Municipal, de acor­ 
do com a Lei Orgânica Mu 
nicipal, promulgar a Lei-; 
ou, ainda, pedir o "im - 
peachement" -- ou impedi­ 
mento do Prefeito Munici 
pal por não ter publica­ 
do a Lei no prazo legal. 
Diz o Vereador que 
procurou o caminho mais 
suave, porém se a alter­ 
nativa proposta for recu 
sada, somente restará 
caminho de pedir o afas- 
depois do envio destes - 
Documentos à Secretaria 
de Saúde de Mato Grosso 
do Sul "é que será possí 
vel autorizar o repasse­ 
para a saúde do Munic{ 
pio". 
A Secretária disse 
que já mantevp contato 
com o Diretor do Departa 
mento de Saúde, Dr. ClÔ­ 
vis Alberto de Medeiros, 
no sentido de que agili­ 
ze a 'formação do Conse - 
lho e defina os seus in­ 
tegrantes. 
A partir da{ terá iní 
cio o trabalho do grupo­ 
que visa dar mais mobili 
dade ao atendimento den 
Dia da Imprensa 
Paraoeniza e Agradecimento (faz) 	• 
Senhor Dlretor 
Vimos, através deste, parabenizâ-lo pelo Dia da Imprensa. Solicitamos a 
V. S'!., qur. transmita os nossos parabéns a todos os colaboradores ao "TrIbu 
na da Fronteira". 
A Imprensa é dignificada quando pode contar com veículo de infon,açÕes - 
com a categoria do "Tribuna da Fronteira. 
Aproveitamos O ensejo para apresentar nossos agradecimentos aos inúmeros 
préstimos que este jornal tem endereçado a todos nós e à nossa comunidade 
scolar. CORPO DOCENTE DO NAES 
tamento do Prefeito Muni. 
cipal,porquP.,segundo a 
Constituição Federal, já 
houve a sanção tácita, e 
a Lei não foi publicada, 
unica e exclusivamente - 
com uma alegação pueril 
de que as terras já fo - 
ram vendidas,porém esque 
cendo-se de que o caso= 
encontra-se "sub-iudice',' 
ou seja,dependendo de 
pronunciamento da iusti­ 
ç. 
tro da Municipalização 
da Saúde. 
A lei qne cria o Con­ 
selho e o Fundo Munici - 
pal de Saúde (que vai ge 
rir seu funcionamento) , 
dá prazos estipulados pa 
ra a efetivação de ca 
da um, já que visa do= 
tá-lo de recursos fi­ 
nanceiros, dentro do 
orçamento do Município. 
FIQUE 
SABENDO. 
MATÉRIA COMPLETA 
NA PÁGlNA 03 
Briga e 
No dia 1? de Setembro, por volta das 0l·30 ho 
ras, Osvaldo Afala, soldado do I0O RC MEC, foI - 
esfaqueado na altura do abdoem pelo elemento co 
nhec ido como "Cepi", durante brIa envolvendo vá 
rios elementos na pista de Baile Santa R{ta,}air 
ro gua Doce. O soldado encontra-se hospital!za­ 
do e o autor do er:fnqu:l!Jento N;t.i forngidu. 
LESÃO 
Facada 
Esfaqueamento. 
CORPORAL 
Por volta das 19:00 hora do dia 08/09, no 
Bairro Costa e Silva, ilefrontc no bar da Srn. P:• 
trona, Guilherme Ramires fof vítima de leso cor 
poral praticada por, Celso Vlalba mediante um tl 
ro de revólver calibre 22 que atingiu Guilherme 
no braço direito e penetrou entre as costelas 
estando a vítima internado no Hospital Siio Vk(•n 
te de Paula em estaao grave. 
O autor do disparo evadiu-se do local, 
se apresentado espontaneamente ao Delegado 
Raimundo Pinto Filho no Último da 12, com 
no 
tendo 
José 
ar- 
ma do crime, onde alegou ter disparado contra 
Guilherme devido este ter tentado agredi-lo co::i 
uma faca. 
11 
Umbigo " 
Eram aproximadamente 01:00 hora da manhã do 
dia 09/09 quando, na altura da sede do Clube Pal 
merinha, após virem do Baile na Pista Santa Rita, 
Irineu dos Santos, que seguia para casa em com - 
panhia de um colega, foi abordado pelos eleren - 
tos Oraldo de tal, acompanhado de Anuncio de tal, 
armados de faca, que o agrediram com uma facada 
na altura do "imbigo", tendo os dois elementos e 
vadido imediatamente do local. Irioeu foi soco! 
rido por um irmão que vinha logo atrás e levado 
para o Hospital São Vicente de Paula, onde encon 
tra-se internado em observação. De acordo com ln 
vestigaçÕes preliminares da Polícia Civil, cons= 
ta que Oraldo havia se envolvido em briga duran­ 
te o Baile realizado na pista Santa Rita. 
Menores Voltam a Furtar 
Após alguns meses de calmaria na área dos ar­ 
rombamentos e furtos por parte de menores ami - 
gos do alheio, no dia 07 de Setembro eles volta­ 
ram à cena, e, como não poderia deixar de ser 
mais uma vez encabeçados pelo menor M.M., já de­ 
tido várias vezes por arrombamentos e furtos em 
nossa cidade. 
Por volta das 10:30 horas do dia 07/09, após 
forçarem e arrombarem um.a porta da residência da 
Sra. Elcy da Silva Fernandes, na Rua General Osó 
rio, os ladrões levaram vários objetos como reló 
gio Pierry Cardi.m, 2 anéis prateados com pedras: 
l aliança de ouro, duas facas de cozinha e l lan 
terna. 
No mesmo dia, às 11:00 horas, a residência do 
Sr. Haroldo Pinheiro, localizada na Rua Cel. DI­ 
as, também foi invadida pelos amígos do alheio - 
onde um deles adentrou à casa pelo vitro, abriu 
a janela para o comparsa e levaram um revólver - 
Taurus, calibre 22, um cronômetro digital Cas 
sio, relógio de pulso e bateria, corrente, anéis, 
outro relógio e bijouterias. No local do segundo 
furto os larápios deixaram alguns objetos estra­ 
nhos, como uma pulseira prateada, entre outros. 
Como o mal feito é logo descoberro. após a co 
municacão à Polícia dos dois roubos,os Policia= 
is rP.conheceram a pulseira prateada deixada na 
residência de Haroldo Pinheiro, eles haviam vis­ 
to o objeto anteriormente no --- 'o menor E.C., 
que após interrogado confessou a ;;utoria dos do­ 
is furtos em companhia de M.M., sendo que os de­ 
mais objetos deixados na segunda residência fur­ 
tada haviam sido roubados minutos antes da resi 
dência da Sra. Elcy. 	- 
Segundo o Delegado de Polícia Dr. José Rail:Jun 
do Pinto Filho, todos os objetos furtados das= 
duas residências foram recuperados em poder dos 
dois menores, inclusive um relógio que M.M., ha-­ 
via jogado no Ri.o Apa. 
M.M., sabia bem o lcoal onde havia jogado 0 
relógio e levado pelos policiais, após alguns 
mergulhos, acabou localizando-o. 
Vereadores do PST dão Show de 
Incompetência - Votaram c;ontra si pró. prioj 
Ignoraram os Cornpanhe,ros e Prejudica­ 
ram a População com Decisão Esquisita! 
J 
MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA 08

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL- 
Bf.LA VISTA. 1
4 
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Tribuna da Fronteira 
DIÁRIO REGIONAL 
Fundação: 20 de Fevereiro de 1972 
Propriedade: Rede Bclnvistense de Jorruils 
a;c. KF 15.SlJ.203/0001 - 90 
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Dlretor - Redator Chefe - Ivaldo Pereira 
Diretora - Admlnlstrattvn - Mula Estela V. Pereira 
Gerente - Cllson Sllva Santos 
Redação, Administração e Parque Gráfico: Av. Tribuna da ron­ 
teira, 564 - SEDE PRÕPRIA - Fone: (067) 439 - l.410 • 
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CAIXA POSTAL 23 - Bcln Vlst.a - Mato Crasso do Sul· 
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(Correspondentes em Campo Grande, BragIIia e principais - 
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ASSINATURA ANUAL •••• 15.000,00 - ASS. SEMESTRAL- 10..IXXl,ID 
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Não devolvemos originais. 0Joaml não se responsabiliza - 
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ATENDEMOS COM HIORA MARCADA DIA E NOITE. VENHA! PROCURE-NOS E FAÇA 00 SEU SOIO UMA REALIDADE 
* CO!if'ECCTONAHOS OS MAIS LINDOS VESTIDOS DE NOIVAS PARA VENDA E AWGUEL; OS MAIS l'ONUOS ARRANJOS E BUQUES IIAJURAIS; 
* ARJUJ!IA'40S E MAQUIAMOS A NOIVA NO LOCAL DE SUA PREFERÊNCIA. 
* IEl10S ROUPAS PARA ll'ttS; PADRIN!l!'S E HADRINlvS E FESTA EK CERAL, E PARA OS NOIVOS: SMOKINC, 
* CONFECÇÃO PRÕPRIA; TEMOS TRÊS ESTILISTAS A SEU DISPOR. 
RUA U DE MAIO, 2310 - FONE - (!'67) J82 - 3939 
RUA RU1 BARBOSA, 2249 - FILIAL - CAMPO <:RM'DE - MAIO CROSSO llO SUL 
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OS::: NA COMPRA DE UM VESTIDO voct CANIIARÃ 
mi ARRANJO GRÃTIS. 
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C L Í N I C A. G E. R A L 
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Hr'.DICO RESPONSÁVEL: DR. SANTANA 
ATENDIMENTO 24:00 HORAS ·- FONE: (067) 251-1011 
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JARDIM 
MATO GROSSO DO SUL 
Loubet 
DE; GENTIL VARGAS DA ROSA 
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HARACA.JU - MATO GROSSO DO SUL

JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA DIRIO REGIONAL - 	BELA VISTA, IA DE SFTEAHRO PAGI A 03 
~--- ----- - -- 
'FIQUE SABENDO 
Semana Turbulenta 
Esta emana não fol fã 
cll, tivemos que correr - 
(e como corremos!) para - 
levantarmos os recursos - 
necessários para a LI - 
QU1DAÇÃO TOTAL, dos débt 
tos de nosna empresa 
junto ao Banco do Bra - 
ell (contraido& durante­ 
o Plano Cruzado). Pois é, 
a novela Já durava uns 4 
anos. Não tem aquele II- 
, 
T r a n s p a r ê n e ia 
Pedimofl (nós e o povo) 
transparência nos negóci­ 
os püblicos, pregamos e 
vivemos na prática esta - 
transparência. Para evi - 
tar possível e prováveis­ 
comentários, tipo: "onde­ 
eles arrumuram dinheiro - 
numa crise destas? - e co 
mo nao temos o rabo preso 
com ninguém e nem precisa 
mos fazer mutretas e trai 
biques, explicamos de pÜ­ 
blico: 1 - Efetuanos recebi 
mentos de algumas Prefel- 
Estamos efetuando vári 
as reformas no prédio da 
sede do jornal, temos ti­ 
do alguns contratempos 
do, mais ágil, com me - 
lhor visual, mas sempre­ 
mantendo a linha editori 
al que faz da Tribuna da 
Devassa 
O Governador Pedro Pe­ 
drossian está efetuando - 
um levantamento na Admi - 
nistraçao do ex-governa - 
dor Marcelo Miranda. A A­ 
grosul, Enersul, Sanesul­ 
estão na mira do Governo. 
_J 
l 
O Brasil têm jeito sim, 
, só é preciso um pouco de 
vergonha na cara dos admi 
"Do jeito que vai, não 
será preciso o Exército - 
[intervir, muito menos co- 
, . 
O jornal, rádio ou TV­ 
que não caminhar junto 
: com o povo, denunciando , 
informando doa a quem do- 
E preciso dizer, o ex­ 
. prefeito de Bela Vista 
turas, Câmaras e amigos 
empresários. Recebemos­ 
dn Prefeitura Municipal 
de Bela Vista, da Pre - 
feitura Municipal de 
Jardim, da Prefeitura - 
Municipal de Caracol 
da Câmara Municipal de 
Bela Vista, da Viação - 
Cruzeiro do Sul e da Ca 
mara Municipal de Cara­ 
col, Pref . Mn. de A.João. 
Tudo dentro dos con­ 
formes, tínhamos verbas 
para receber (e ainda - 
mas estamos nos prepa - 
rando para ingressar em 
1992, com um projeto de 
jornal diário, renova - 
O Brasil e os brasi­ 
leiros querem e isto 
mesmo, um combate rigo­ 
roso da corrupçao. Quem 
roubou, terá que devol­ 
ver aos cofres pÜblicos 
o fruto de seu roubo e 
nistradores e um pouco­ 
mais de fiscalização 
por parte do POVO. AÍ - 
locar os tanques nas ru 
as, o povo darã o golpe, 
acabando com os corrup- 
er, sera repudiado. Jor 
nal água com açúcar, t..:!:_ 
po está tudo bem, manco 
munado com o poder, vi- 
A Bem 
temos), depois que o for 
nal passou a DIÃRIO, evi 
dentemente, os custas au­ 
mentaram e também o pre­ 
ço das publicações. Se o 
"Sr. LÜdio" pagou Cr$ JO 
milhões pela publicação­ 
de uma Nota de Apoio ao 
Presidente Collor, em 
quatro ou cinco jornais­ 
diários, por aí dá para­ 
saber o custo de uma pu­ 
blicação, guardando - se 
as devidas proporções (lÓ 
gico que a TF não pode 
passar uma temporada na 
cadeia. E não é só na ca 
pital não, por aqui, em 
nossa região, muita gen­ 
te terá que explicar-se. 
Tem nego que enriqueceu­ 
da noite para o dia, nun 
em 
tos, intervindo, a situa 
ça0 caminha para um con­ 
fronta, POVO e GOVERNOS" 
Imprensa 
da 
Abrão Zacarias, saiu da 
Prefeitura mais pobre . 
entra o trabalho dos VE­ 
READORES, do Poder Legis 
lativo, que devem DENUN 
vendo às custas do era - 
rio público, não servirá 
nem para privada de bei­ 
ra de estrada" - comentá 
••• 
vro "BrasIl Nunca Maf4"? 
Estamos nesta, financia­ 
mentos "neste Brasfl' 
NUNCA MAIS. 
se comparar ao Estadão), 
so que aqui na região, em 
circulação, ganhamos de 
goleada. Nas antecipa 
çÕes de recebimentos de­ 
mos descontos substânci­ 
ain, os clientes pagaram­ 
abaixo da tabela, bem a­ 
baixo. Depois de tudo ex 
plicado, e nao temos na­ 
de à esconder, o n0ss0 - 
jornal (agora LIVRE das 
pressões econômicas) vol 
tou a CRESCER. 
Fronteira o jornal mais­ 
lido na região. 
ca soube o que era a cri 
se e, como milagre anda= 
difícil, a explicação é 
urra so: MUTRETAS e TRAM­ 
BIQUES. 
Corrupção 
CIAR tudo o que estiver­ 
de errado na Administra­ 
ça0. 
"Quem Dará o Golpe Será o Povo" 
comentários de um amigo­ 
preocupado com a CORRUP­ 
ÇÃO. 
rio de outro cidadão. 
CRUZ CREDO. 
Verdade. 
Antes tinha várias fazen urr sufoco, ninguém pode­ 
das, carros, depois ... foi dizer o contrário. 
- 
Não é Bem Assim Companheiro 
l 
Não se faz política 
sem companheirismo, copa 
nheiro,,na política, é a­ 
quele que está conosco 
nas horas boas e ruins ; 
na vitória e na derrota ; 
não muda de camisa (po_H­ 
ti.::a) de acordo com as 
circunstâncias; mantém-se 
fiel à princípios e idea­ 
is. 
Editorial 
Hora e a Vez 
do Povo 
o 
Outro dia, um polít..:!:, 
co nos cumprimentou as­ 
sim: 
- E aí, companheiro, 
tudo bem? Vamos ver se 
faturamos ano que vem, 
temos que continuar com· 
a obra do Edson. 
No tocante "continu­ 
ar com as obras do Ed - 
son", tudo bem ... é .só 
Golpe 
aperfeiçoar alguns obje­ 
tivos e tudo bem mesmo. .. 
o Moraes está trabalhan­ 
do. 
Quanto ao "companhei­ 
ro" .e "continuar no po - 
der" - é outra história, 
atualmente, companheiro­ 
MESMO, são poucos, esta­ 
mos afinados com o Gover 
nador Pedro Pedrossian 
O golpe de Estado que- c-usto, fr.acassou simple_!- Partido Comunista nada­ 
os velhos e ultrapassados mente por um enor:e erro pode impedir a vitória­ 
integrantes do bolchevis- de visão histórica dos das reformas econômicas 
~o intentaram na União So • que o lideraram. Estes - e políticas na URSS. E 
Viética, com 
O 
objetivo= não compreenderam que sem essa unidade começou a 
de manter o poder a todo- a unidade monolítica do_ ser quebrada no 20Q Co!! 
rzr sarruasrzzrttrrtrtrrrrrrrarmnrtrtrtramararmrrrsrstrarrrapa 
-- 
(por uma questão de esti 
lo, filosofia administri 
tiva e métodos de traba­ 
lho), "companheiro na DO 
lítica" - é outra his­ 
ria, não é bem • assim­ 
"COKPANHEIRO" - ninguém­ 
engorda cachorro do vizi 
nho, preso, de preferên­ 
eia Doberman, para depo­ 
is brigar com este vizi­ 
nho e ver a fera atacá - 
lo". Sacou? 
Fracassado 
gresso do PCUS NLkita­ 
Kruschev fez as sérias - 
denúncias conta Stálin e 
o stalinismo. Começava a 
abertura, a glasnost, que 
Gorbachev formalizaria - 
alguns anos mais tarde. 
Por que optar pela candidatura de DE­ 
Df para prefeito de Bela Vista? 
Sentimos, no decorrer desta semana 
conversando com moradores da hqua Doce 
do Nharão, no Nunca-Te-Vi, das Primave 
ras, e até mesmo do centro da cidade, um 
sentimento de revolta, é isto mesmo, de 
REVOLTA. 
O povo está revoltado. Mas com espe - 
rança. 
Não adianta as elites privilegiadas 
dizerem o contrário, a verdade é que o 
povo está preocupado com trê::. item:;: 
19 ALIMENTAÇÃO; 
29 - SAÚDE; 
Jo - FUTURO DOS FILHOS, 
Evidente que todos querem ter a nua 
casinha, com luz, água e saneamento bási 
co; querem um bom emprego (e não pedem - 
muito, um salário razoável), se posnívcl, 
uma bicicleta. Mas a preocupação maior é 
com a COMIDA e com a SAÚDE. 
Não é preciso, numa Administração, e­ 
xecutnr grandes obras, é preciso, isto - 
sim, penas SENTIR o que o povo sente e 
procurar atender as suas necessidades bá 
sicas. 
Não se administra uma cidade para os 
ricos, mas para os pobres; os ricos po - 
dem pagar ASFALTO, TAXAS ALTAS DE ENER - 
GIA, de ÃGUA, podem construir, e não tê.m 
problemas com o que comer amanhã. Possu­ 
em contas nos mercados e não perguntam 
preços ... COMPRAM. 
Conversando com o ex-deputado DEDÉ , 
que possui trânsito livre em todas as 
áreas, partidos e grupos, ele disse que 
"se os meus companheiros de Bela Vista - 
assim o quiserem, sairei candidato sim, 
acho que tenho um projeto de Governo afi 
nado com o povo, com os mais carentes"~ 
Esta foi a primeira preocupação de Dedé­ 
"um programa de Governo afinado com o po 
vo". 	- 
Depois, manifestou a sua confiança 
num trabalho de equipe - quem conhece o 
Dedé, a sua humildade, a sua maneira de 
conviver com aliados, amigos e adversá - 
rio, sente sinceridade em suas palavras­ 
"formarei uma equipe técnica, para cada­ 
setor, o homem certo, e manter um estrei 
to contato com as Associações e lideran­ 
ças de bairros, administrar com o povo é 
ter o povo junto com você". 
E falou mais, de pequenos projetos a­ 
grícolas, apoio a chacareiros, micro em­ 
presários, turismo, esportes, eséolas , 
enfim, traçou um plano de trabalho. Nun­ 
ca se esquecendo de colocar em primeiro­ 
plano, o atendimento permanente aos me -' 
nos favorecidos, não assistencialismo, mas 
apoio, vida digna. 
É só uma idéia, não queremos (longe - 
disso) fazer a cabeça de ninguém, mas es 
tá na hora, mais do que na hora, é TEM= 
PO, de o povo ter sua vez na Administra­ 
çaõ do município. Entendemos que, com o 
Dedé, isto será possível. 
Você, leitor, têm outro nome? 
É sempre bom lembrar, não concordamos 
com as idéias de Lula, mas concordamos 
com uma de suas colocações: 
"O trabalhador não quer muita coisa, 
quer um bom café da manhã, almoço, jan 
tar, de vez em quando sair com a famíli 
beber uma cervejinha com os amigos, um 
emprego digno, escola para os filhos e 
assistência médica quando precisar". 
É pedir muito? Não, é pedir o essenci 
al para se ter uma VIDA DIGNA. 
Pensem nisto. 
(IP) 
ASSENTADOS OBTEM 
R$ 50 MILHÕES 
Foram liberados Cr$ 50 milhões para aplicação-• 
em investimento nos projetos de assentaento 'ar 
cos Freire", em Dois Irãos do Buriti e "I", 
Bela Vista. 
Os recursos foram viabilizados pela Comissão_ 
Estadual de Coordenação do Programa Especial de 
Credito para Refora Agrária - Procera - junto ao 
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrá­ 
ria - Incra - segundo infor:nou o presidente da 
Comissao do Procera, Gerson Salarnense. 
LEIA E ASSINE o JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - NEGÓCIOS A OPORTUNIDADES PINTA DE TUDO 
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.. 
LEI NO957/90, DE O3 DE JULHO DE 1990. 
Dlr,pÕc nobre 
O 
Rcr,l.me Jurídico Onlco dos Se.rvldores Munlclp,118 e dá outras provldênclaa. 
1:.11 LUlZ CONZACA PRA'.IA BRACA, !'refeito Hunlclpal de Maracaju, Estado de Mato Grosso do iu!, 
raço ;aber que 
II 
Crunarn lluniclpal de Haracaju/115., aprovou e eu. sanciono a .seguinte lei. 
A t, 19- O reine Jurídico Ünfco dos Servidores Municipais é o Estatutarfo, que se ree­ 
rá ~I~ P_;;tatuto dos Servidores que será encaminhado a est..-J Casa de Leln "º pr1120 11.snlnndo - 
ro art. 2JJ, da LeI Orinfca do Município. 	·{ 
Art. 29 - Para os efeitos destll Lei, os Servidores ad::!ltidos por outro regfr.><' Jur dlco ., 
stâvels e não cst.iiveis que, no lateresse da ndmi.nlstraç.ao dcvnc pumonc.cer no quadro, terao 
,cug contratos de trabalho rescindidos com a consequente batxa em suas c.nrtclrns pro(loslon~ 
's não implicando em rompimento do vinculo empreg;,dclo. 	, 	• 
s 1e- Para atender 
00 
disposto oeste artil!,O, Hcar criado o Quadro f.speclal, que tera dy 
ação até a realização dos Concursos e c.onsequeotementes provJ..cento dos cargos. ,,, 
§ 20 - No registro rescisório a ser procedido na Cnrteira ProUsslonal constam G"~ a ba.!_ 
vi decorre da mudança do Regire Jurídico Único, na fora determinada por esta LeI. 
§ )Q - Os Servidores não estiveis que for= dispensados terao suas rcscisoes contrntwils· 
consolidadas nn forma d11 legislação pertinente. 
Art. JQ - Aos Servidores do Quadro Especial serão aplicadas as disposiços contidas no Eg 
tatuto dos Servidores de que trata o artigo lQ. 
Par. hnfco - Os Servidores estáveis, segundo o preceito constituci.onal vigente, seo pre • 
Ju[zo dos obrl&açôes estatuuírios, só se beneficiarão dos direitos e vantagens do Estatuto 
quando estes nao se destinarem exprcss.amentr., n servidores efetivos. . 
Art. 4Q - Os Servidores que adquirJr11111 estabilidade por força do artigo 19, do Ato das 
l'lsposiçôes Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, promulgada cm OS de outu • 
l•ro de 1988, terão seu tccpo de serviço contado COllO t!tulo quando se submeterem a Concurso-- 
rara fins de efetivação. _ 
Art. SQ - O Concurso de efetivoçao de que trata o artigo anterior será de provas e t!tu • 
los para todas as cateorias funcionais. 
S 1? - O Poder Executivo expedira ato regulamentar a== do Concurso de que trata este • 
nrtlgo. 
§ 2Q - A inscrição do Servidor ao Concurso será "ex-of[cio" e independente de pag.ru:,ento • 
de taxas. 
§ JQ - O Servidor somente poderá concorrer ao cargo para o quol foi adoltldo e e cujo e 
werccfo se encontra. 
Art. 6Q - Os Servidores nprovados no Concurso de efetivação integrarão ao Quadro Perancr 
lc e serão enquadrados no c.orgo a que concorrerco, na classe e referência que peroit!r o t~ 
ro de efetivo exerc[cio pres~ado ao crunidplo,. observado o disposto no Estatuto dos Servido 
rcs e no Plano de Classificacao de Cargos e Salarios. 
Art. 79 - Os Servidores oáo contemplados com a estabilidade se sujeitarão a Concurso de 
provas ou de provas_e títulos, oportunidade en que scrão_1nscrltos "ex--offldo "; caso não a 
provados permanecerao no Quadro Especial, ate a rea.llzaç.ao _ de outro Concur-so, que serao lns· 
c-rltos tnmbem "cx-offlclo", caso nesta nova oportunidade nao scjna aprov.odos, serão exonera 
<4os "ex-of{iclo
11 
... 
Art. 8Q - O tempo de serviço público prestado ao llunicfpio, sob qualquer regime será con· 
Lado integralmente para fins de adicional por tempo de serviço_e licençn especial. 
Art. 99 - O Servidor que for aprovado em Concurso e cujo solaria percebido for superior • 
no da rcfercncui em que for enquadrado, receberá a diferençn salarial a dtulo de vantagCOl • 
pcssoal a ser nbsorvlda em futuros reajustes de vencicentos. 
Art. lOQ - O Poder Ex.ecutlvo baixara os regulamentos e instruções que se fizeres necessa 
rias õ 'execução desta lei .. 
Art. l.19 - Lei Especlal regulará a contrataç;ío de pessoal para os quadros funcionais do 
Município na fora prevista no inciso IX, do art. 37, da Constituição Federal. . 
. Art. 129- Esta Lei entrara em vigor na data de sua publicaçao, revogadas as dispos1ço° 
e contrario. 
jl 
1 
Haracnju-HS., OJ de Julho de 1990. 
'---------Llll-2 COSZACA PRAIA BRAGA- Prefetto llunlcipal 
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14 DE SETEMBRO DE 1.991 -. PÁGI 
JORNAL, 'TRIBUNA DA PPONTEIRA 
DJÃRI() REGIONA!, 	- 
Relatóri1 da 2· Etapa da Campanha 
Nacional de Multivacinação 
Local: MunlcIplo de Iela Vista - Mato Groso do 'ul 
rverfodo: Agoto de1.99I 
lfotoo: Crioncn::i mcnorcu de um ano ....... ,........................... 666 
Cr lanças de l ano à menor de 5 111wu 	, • 2. 44 J 
TOTAL , . , ...................................•.......... J.109 
1O) - A segunda etpa da Campanha Nacional de Mult1vnc1nnciio em Dela Vis­ 
cn dividiu-ao em duas fases: I! - área rural 
2! - área urbana 
29) -- Contnmos com o partJclpaçiio do 10!? Regimento de Cavalaria Mecaniza­ 
da que nos cedeu quatro viaturas tipo JEEP com os respectivos notoristaa, a 
Prefeitura Municipal noa cedeu o combustível e o Secretario Municipal de So~ 
de nos cedeu rccuroos humanoo o apoio técnico, a PRONAV/LBA Municipal nos 
forneceu lanches e rcfcicÕes, o Ministério da Saúde através da Fundação Na - 
cJonnl de Saúde, a Secretario Estadual de Saúde - Regional de Jardim nos as­ 
senorou nas partes técnicas e fornecimentos de materiais de Cnmpanha, a Rá­ 
dio llela Visto apoiou noG divulgnçÕea, além das comunidades rurais e entida­ 
des civis. 
J~) Esta Cumponhn Nncional de Mult!vacinação, além das vacinas tradicío - 
nafs as crianças menores de 05 anos; Anti-poliomielite, Anti-d:lftcrio, Anti­ 
tétano, Anti-coqueluche, Anti-sarampo e Anti-tuberculose, foi plicnda a va­ 
cina Anti-tetânica em mulheres em idade férteis (15 à 49 anos) objctivºnndo - 
proteger o recém-nascidos do tétanos neo natal. 
42) - A primeira fase da Componho (área rural), iniciou-se em 19 de Agos­ 
to de 1.991 com três equipes de vacinadores composta de um motorista 1 regi! 
trador e um aplicador. 
Os obstáculos encontrados na área rural foram as longas distâncias entre 
uma e outra, quebra dos veículos de transporte, estradas rudimentares, ou 
mesmo falta de estradas forcando o percurso a pé; desgastes físicos ocasiona 
dos pelas duas semanas de Campanha na área rural. 	- 
Solicitamos que nas próximas Campanhas se delimite as áreas • in - 
ter-municípios, principalmente a região da Fazenda Aurora e que outros ór 
gàos públicos que tão bem conhecem as áreas rurais tais como a ex-Sucam, Ia­ 
gro, Empaer, etc., participem das Campanhas. 
22 FASE - ÁREA URBANA 
A segunda fase da Campanha Nacional de Multivacinacão foi realizada na á­ 
rea urbana no dia 31 de Agosto de 1991 (sábado), onde foram instalados 10 
Postos fixos em locais de maior densidade populacional e três equipes volan­ 
tes percorreram a periferia. 
Os locais de vacinações ficaram abertos das 07:00 às 17:00 horas sem 1n - 
terrupçÕes. 
Contamos também com duas vacinadoras de Della Vista - Paraguai. 
RESULTADOS 
Vacina anti-pólio - foram vacinadas 447 crianças menores de 1 ano ou seja 
67Z da meta, e 2.296 crianças de um ano a quatro anos incompletos perfazendo 
94% da meta. Acreditamos que houve erros de registros, registrando crianças 
menores de ano na faixa etária maior de ano, visto que houve diferença con 
sideravel entre os resultados em relação as metas. 	- 
Porém em resultados absolutos (2.742) atingimos 88% das metas, o que pode 
mos considerar bom pois, chegamos ao mesmo resultado do primeiro semestre = 
(2,798). 
_Lanchonete 
PROPRIETÁRIOS: TEREZA E FLÁVIO 
LANCHES - PIZZAS DE CALABREZA PORTUGUESA - ATUN 
GO- ROMANA MILHO BERDE e OUTROS ... 
SERVE REFEIÇÕES - ABERTO 2.4 
RUA Dr. 
e Pizzaria 
Corrêa S/N2 
PORTO MURTINHO - 
2 Irmãos' 
HORAS POR DIA 1 
MATO GROSSO DO SUL 
-- FRAN 
VEREADOR DEFENDE A 
DIAFANEIDADE NO LE<ilSLA TIVO 
,ntor.ío joão - O lí - 
der do PST na bnc»d do 
Lez!slatIvo, tabê pre­ 
sidcnte do Partido Soci­ 
al Trnbnll!l sto, Vereador 
Dirceu Ah·ea do Silva 
falou aos jornalistas 
quando reunia-seco ;.eu 
Gabinete, sobre a 6UO i­ 
niciutiva cm defender o 
diafaneidade, o absoluta 
transparência no Legisla 
tl-o Municipal. Todm·ia, 
recentemente solicitei - 
do Presidente da CÕmara 
quando usava da Tribuna 
dessa Casa de Leis para 
que divulgasse na Impren 
oa o valor da remunera - 
çáo dos Vereadores, como 
também do Prefeito e vi­ 
ce-prefeito. Evidenteme~ 
te, faz jus que toda po­ 
pulaço tnforme-no do va 
lor real de nossa remune 
rnçao, para em momento - 
algum criar imagens de - 
que ganhamos demasiada - 
mente. Aparentemente po­ 
derão julgar que ganha - 
mos uma boa remuneração, 
mas na realidade gasta - 
mos tudo e mais um pouco 
contribuindo com os mais 
carentes, com as famíli-• 
as mais necessitadas que 
nos procuram constante - 
mente. Visto que a Pre - 
feitura Municipal não 
concede uma Assistência 
ampla aos descamisados , 
não sei o porque, porém 
condições obtem. 
Referente ao nosso sa 
lário, é preciso uma to­ 
tal transparência ao pú­ 
blico, no entanto, somos 
sabedores que tem muita 
gente que não donne,preo 
cupad em saber·o valor 
exato da remuneração dos 
Vereadores, a qual, fre­ 
uentemente sao emprega­ 
dns na compra de remédi­ 
os, alimentação para as 
pessoas de baixo poder a 
quisith·o. - 
Contudo, os 257 mil 
cruzeiros que um Verea - 
dor recebe, com arraso 
torna-se insignificante. 
Complementando,é iro­ 
portan te que o povo sai­ 
ba que um Vereador rece­ 
be realmente 257 mil cru 
zeiros, o Presidente da 
Câmara recebe este valor 
Vereador Dirceu Alves da Silva - PST 
mais 50Z, o Secrêtário 
os 257 mais ]0%. Já o 
Prefeito Municipal fa­ 
tura UM MILHÃO E VINTE 
OITO MlL CRUZEIROS e o 
vice-prefeito, 685 mil 
cruzeiros. 
Mais uma vez, nesta 
Última sessão, foi o - 
brigado a criticar o E 
xecuth·o, cujas críti= 
cas aconteceram, pois 
sou um Vereador e te­ 
nho o dever de defen - 
der o nosso povo,os ca 
rentes, os funcioná - 
rios públicos que há - 
vários dias não rece - 
bem. Sabemos que a Pre 
feitura repassou ;, cã= 
mara pela Última ·vez 
no mês de junho, hoje 
estamos em setembro 
l 
..l 
1 
MOER CALÇADOS 
& MORENA VIP 
** NÃO PERCAM ESTA NOVA ATRACÃO NA MORENA CALÇADOS 
...... 
RUA COMANDANTE CAMISÃO, 178 
MARACAJU -- MATO GROSSO DO SUL 
BOTINA SUPER TRA-­ 
TORADA DA MORENA·­ 
CALCADOS 
COMPRE A SUA PELO REEMBOLSO POSTAL 
LIGUE PARA - 454-2081 
' 
portanto os funcioná - 
rios estão com dois me 
ses sem receber seus 
salários. 
São estas coisas 
contrária a razão, es- 
sas absurdidades que def 
xa-nos revoltados. Afi - 
nal, sabemos que a Pre - 
feitura obteve uma rece! 
ta de quase 38 milhões: 
de cruzeiros no mês de 
Julho. Onde foi emprega­ 
da esta verba, pois não 
temos presenciado nenhu­ 
ma execução de obras e 
nem pelo menos efetuou o 
pagamento dos funcioná - 
rios, que é o mais iopo_! 
tante. 
Finalizando seu pro - 
nunciamentoo Vereador - 
DIrceu Alves enfocou aos 
v .. rendores da oposição - 
de que conforme a Lei OI 
gânica, como líder do - 
PST- na Bancada, tenho tg 
do direito de falar e 
nome dos meus companhei: 
ros, porém não é necess! 
rio que todos os Veread_!!. 
res usem da Tribuna para 
dar explicações ou pare­ 
cer sobre qualquer proJ: 
to. 
GRRMIO DOS SUR-TENENTES E SARGENTOS PEDRO RUFINO 
BALANCETE PERIODO DE O08 A 31 DE AGOSTO DE 1.991 
A - SALDO DO MtS AliTERIOR 
: 5:5.. 55:r ........... 
- Cai.x.4 E:xonÕmlca Federal • • • • • • • • • • • • • • • • ••• • • • • • • • • • • • • • • • • 
• • • roüi.: : : : : : : : : : : : : : : : :·:: : : : : : : : : : : : : • • • • • • • • 
B - RECEITA liO MJ;s DE ACOSIO DE 1. 991 
- Secretaria (Mensalidades).....».··+.·.·.·.··.·.····.·..··········· 
:Z 5 ."............ 
............................. ·:rõiii.·::::::: :::: 
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11 Dl:. :;:,TI .. Uh'J DE: L ')''1 
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-------r- 
vereadores do PST dão um show 
ncompetência. Votaram contra s1 pr?p~10s, 
ver@ mm Nfts 	mm os companheiros e 	p	r	e	j u	d	i c	a	- 
0 1 
lo de Jbllelro ,; n1ncla o mlor centro nJlltar cio l'of,;, Fncontr111·,~se 
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1 gnorara 	• 't ,, 
r,,rndn il!J prlnclpniR eacol11n nl]ltnre,1, dt:!Jd<l n_Ac·ad<•mln clü'l i;ulhnG l,e;;r:1,- laça-o com decisão llesqu1s1 a 
té s escolas de comando e Estado-!ator da três aras. A VII '1Irar on- Ta[] a popu 
1 r
". nur1rniçÕ1•r; cio Fxército O comando da Esquadra nao e udou- 	1 t 
repa as ma /oi'eti { 	'' 	, l passa por me tas multados e trstr, para t. 
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;i,rt; o Plnnnlto Ccnlrnl e '? <lll Ae~on;ÍutJc_u cont Jnu,1 pertinhCl ''.º ;1ern,.porto11 -_ Ant.ordo Joj_o - O t mlcfplo dP A:!tou r, o-ao .. ,,.,~•~ ó: c1:~~.-utc11<tl~ nto•1 liJnto <l .... ntto ('(Jllõ. 
- - 	f 	I 	d. Ja;ano, Ate aora uma rr una 	fL Idades (I 
Santo, Dumont. Fm consequencIa, é no RIo que se sentem mais sonIS @ Pi fellldad peral la populs'·,' egaIdade, por conta das d leu1 1ades Inaneelt4 
Í 
d ,, 1 	t , forn du ]Pf•lulutJvo r;era. ,u1 clJ.e.a !"lc tnt:r, ~ r,. ... _..~
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<.!J Ülll-11--....1 P.f'p.,,md,1-l<•lr~.1, UH ctn!"o ~,~ 
sace, do humor dos prof fsslonnls que Maur cIo le Nassau chamava a gentes- , A'til«traio munfcIpal atravessa. a ++ "" 	M aues, Vence { 
' 	pelas quais a Inlst'a ' ,,f 1 Tra!aitfta (PT) - Junelr Murt lnez Mar4, 'Vau a 
da puerra'', 	redores da bancada do Partfdo {oIl 	4, Silva e elo Feno dera u verdadeira. 
O humor anda azedo por do! motivos prInc1aps: 	brelra, selo Luls 1ozano rodrtes, irra "",,,, o reJeltare Projetos que ala de t 
I - Motlvos era!s, que têm ver con a própria função constitucional das toy dé Lncoerneta pol(tua e de tratalho 1""%""" 
l b 11 i 
t ffclnr a p<>pulnç.=io, for,,m pedido~ por Pl~5 pnt>oP•', ::;11e1c; 1)(Jlt .. •1tco~, 1ro11lc-n1: e :1tt~ ''C':;Qulslto.,,.- 
l
'orcn•.,' /r11,,·,,·l11".·, /tunlmentc, or; orçarncntofi tnil tares ras e ros estao en rc-_ A ff b ; a te conturbada e aprern' # 	3 41 1 1 	• 
V 	1 	• 	esao [o! astantr ' " Iam te potar contra o ilgtema de MdmmInIMtrA 
os ma!s bfos do mundo. Para dar um exemplo: o orçamento do Exército, que e Delcarando.se contra o Prefelto quando de",ente, leando ao cumulo_de votar contr 
n 111,dnr, r'. inferJor ao nrçnmcnto cio Prcoidência do Republica, A consequcncia çiio), os etnco Vereadores do PSI e perderan ",';éa4ao r st" na situação. 0s anton e 
-. 	f: ·» O d«taca os_tnterens±en do povo coa a de«eu1pa d @"""""h Laano, ceto Penro, Dtrcu Aves e a. 
der11;u peniírln aân dificuldndcll ate para guarnecer as ronte rns, es .tclnAr,,ro qunndo º" cl.J,,.o edis (Junelr,K. f1 ··•. dldo de ur,·:ncla" 1000 drpols 1,,rn:~ contra CI 
mnto de oitenta homens que se encontra em Tralra, onde houve conflitos con eslau Cabreira) e potctonara favoravH_",',,s 22 t1toes (para pagamento de torrecedo - 
colomh!nnon, é obrigado u deixar todo o ueu equipamento para os soldados c1ue pro{cto• que previa!]" wpte,xntncao rm e, r<".' e c1 oleta de 1txo) e tartén de cr$ 500 til 
·oi»tis, civis« oi.. os ·«e icssi@sois o «cor«s «o@» • :: ..2%z1.%:.2.+j;,"r: z !%.%% .7%°; 
rcduçÕo de proj<•tot, de pcr;quina nos qunis os milit~res opostnm para adquirir ln.entranho de todn hlntor111 foi que no caso 1a carrera '," refora 4 uadra, o Vereador bt 
Ul'I nl[nitno de POG
IJibilldade pnrn npoinr a formulaçoo de uma político externa proprloB vereadores que n,lvlndlcorm:,. Apes,,r de ter pedld k tarde de ont - 
ceu Alvc'" Da Sllvn votou contrn o l'T'ojeto do Prefeito Ovaldete Cofnete. a 	"" a 
independente, 1-:m;eft projctolJ são o de um submarino nuclear, que a Marinha d tnuéa havia entendido o motivo que levou os Vereadores a decidirem votar contra ar. Jnterc,•:,, 
'senvolvectn Arnmar, são Pnulo, e o de um lançador de satélites n partir da ba- dos moradon•n de Antonfo Joao: 	Id ti ' tr ( 
s<. cr,pacinl de Alciintorn, no Marnnhão, Ioso sem falar nas ameaças de sucata Nos projetos rejeitados deverão conter os motivar. para o que fol conn era o ano rn e•G•. 
mento de setores da Indústria bélico, como o cio fabricaçao de blindados e nlt:::•cr!ttcns ji Adr:tlnlr.trnç.Ío do Prefeito Ovaldete CoInete erpre ocorrera na Camara, as ri 
t'1.Ões, poro noções mais gerais, como n redução de programas importantes, a malorlra dns ve1.e,: de forma construtiva por parte dos edis de oposiçao, Ma ultima serunda- fel • 
- 	dlfi Jel d 	ra reconhecendo que o povo de ANton/o João erLa beneficiado, os Vereadores Ser,fo Ltz Hohr, 
c,bsolcscencia dos equipamentos, as cu. n es em se prepararem pnra cum A1f,;1r de Olivelra Ellr.!Úrlo Xavier Brum Haurlo Pereira votnra,:i fnvornvr.18 "º" l'roje.tos do! 
prir as suas missões constitucionais, 	_ 	xecutlvo ma• .. cabnram sendo superndos pela oalorla dos Verendores do PST. E todos os casos, 
2 - Hoti'OS específicos, que azednm o humor pelas mesmas razoes que fazem houve e:o~ate, e O Presidente do f.egislatlvo, Junelr Marques (voto minerva), acabou votando ca 
06 
funcionários civis sentirem a 'ida azeda: falta cada vez mais mês no fim- o bancada do seu partldo, trnlndo o co<r:proclsso fl.rn,.,,do entre ele e on co01pnnhdron do kglsla· 
dos seus salários. E mais: consideram não estarem sendo os sac;,rifÍcios da """~, os «use coto«vos o Plenário da Camara estranhara a podçiio dos Vereadores Pe•setlst,u 
crise dividos com justiçn entre todos os servidores públicos. A irritnção e 1gados ao_Deputado Fernando Saldanha. O_Vereador XIrü Brum usou da Tribuna para protestar ; 
muito grande com 
O 
fato de trabalho igual não merecer um sAlário igual: Por "nao e poss[vel o que esta acontecendo. Nao est:110 tendo conscl~ncln do que eat.ao fazendo. Pare 
l 	1 i ce brlncadelro isso aqui. Aprovaram por unanimidade uma caminhao para coleta de Uxo e aora re 
<'Xemplo: um motorista ele Opnla quatro portas pode gan rnr apenns um sa ar 
O 
cuaam a compro de uma carretn .para O trator. Nno esta havendo decencla, pot,, todos sabe::, do ne· 
mínimo, se esth·er ao serviço de um prefeito do interior ou vinte mínimos cesnldade precente do ~ldplo adqulrlr este ve[culo". sérgio Hohr chegou a dlr!gir-r.e nos•· 
se for chofer de senador ou deputado federal, Pior: trabalhadores não espe dls "oposlonlstos" expllcando que n colet.a de llxo iria proteger "lncluRl.ve o snude de vosu 1! 
h 
i 	mllln" (falando a Selso Lozano). 
ciolizados, como um ascensorista do Congresso, podem gnn nr ma s que os espe O Prefelto Ovaldete Colnete dlsse que, tru::bénn.'iocntendeu dlrelto a "revolta" dos Vero.1do~u 
cializados, como um piloto de caça, por exemplo. Ganham certamente mais que- do PST 'esmo porque os projetos que enviel ao legislativo foram apenas para atender eles pro - 
os médicos e engenheriros da odministração direta. Esse problema, aliás, es- prlos, em Indicaçoes e requedmentos enviados ao Executivo". Várlon desportl.staa do Hunldplo • 
tá sendo fortemente sentido pelos diplomatas também. Quando no Brasil os se- procuravam infonnações na mnnhii de terça-felra na Prefeltura p.trn tenar ui!'-' expltcaçno dos""! 
vos que levaram os Vereadores a votarem contra a reforma da quadra "Uonl fac lo Jaquet", as na 
us salários sÕo menores ainda que os dos militares. O comportamento do Con hovlnm argum<'ntos suC1clentes, o que deve Hc:ar a cargo dos Vereadores contrários aos Projetas, 
gresso aumentou a irritação militar. A MP 298, que aumenta'a os salários ci- O Executivo tem alnda na cámoro Hunlclpal vários projetos de interesse do população: u:s de- 
vis e militares com percentuais de.siguais descriminados a aumentar O leque _ les é o roe outorlza o Prefeito o contrair empréstl.mos Junto à Catxa EconÔt:llca Federal para pa 
vlmcntaçiio asf1Ílt1ca. Este documento Já cst.ó há qMse um mês na câ.::ia:ra, sem uma decl.náo e ea • 
salarial militar e diminuir o leque salarial civil, deixando de fora algumas quanto isso" coarunld'1dc sofre a fnlta de asfalto. Devido o '1traso d" vot:,ção do projeto (q~ • 
categorias importantes, como os professores, foi derrubada sem que se 'Otasse espedflco pnra asfalto), os Vereadores podem vir n deixar o Hunldplo sem pavimentação. Outro 
logo uma alternati'a, o decreto lceislati'o apro·ado de afogadilho não reso_l projeto é o que vlablliza recursos poro substltulçno d'1s lw,1.nârln.• do Avenida Eugenia Penzo • 
Hnto Grosso, cujas lâmpadas retiradns serão levadas para os llélirros onde não e.xlste l]u.=lnnçio 
veu O problema. Criticam-se os parlamentares por terem criado um ·ácuo legal pública, é mals um beneílclo que flcou "enc3lh3do" no Le&f,slatlvo, ji mercê da oplnl.Õo dos V•~ 
e saído de férias, sem se preocuparem com as consequências dos seus atos. F.!, dores locn!s. Nem mcsc,o o est,ituto do funclonallsi:,o pÚbllco fol votndo, mesmo tendo ldo p.tr• • 
nalmente, os desmandos nas câmnras de "ereadores, assembléias legislativas , cámorn em março deS
t
e ano. Outro problema é 
O 
pedido de aumento no preço dns dúÍrlns da Prefd· 
turo, que atualmente s~o de cerca de ÇrS 2,5 mil (que rui dá sequer paro dols sondulches). . 
no Judiciário e na Pre·ielênciA, desmAndos sempre impunes, irritam tAnto os Como frlsou na Sessao o Vereador Sergio Mhor, "gost,irln que todos os Vereadores vlesse::i • 
civis como os militares. Notícias referentes a esses fatos são regularmente- TrIbuna explicar porque esta decisão de lr contra os projetos que nós mescos pedimos". Para l 
expostas nos quadros de a·iso. 	seria uma oportunldade para se ouvir os motivos, o que nao ocorre. Por conta no atraao de rep~ 
_ 	se do duodécimo da câmara (os Vereadores pediram CrS 5 ,5 cilhÓC.s este c:ês) o boncad.t do PS'! 
Os grupos militares mAis atingidos sao, principalnente os sargentos e as se poslcionou contra as necessidades da população, seio levar e conta que 0 ot.raso não fol 
camadas intermédias do oficialato, majores e cenentes-coronéis, gente que por culpa da Prefeitura e tambem sem considerar que os demais funcionários tambén aguardas o d! 
tem filhos no secundário ou nas universidades privadas. Um tenente-coronel - nhclro do pag:mento. Realld
3
de l:rl.ste que, para os que foram assistir a sessão "sÓ denigre • 
nosso Legislativo e preclsn acnbar". No final da sessão o Vereador Altair de oi1velra usou ü 
com 28 anos de serviço recebe, líquidos, 320 mi.l cruzeiros. Pnga de aluguel- Trlb e,r.1 i d v d uno para g r os erea ores do PST ais respeito para co a comunidade, oflnnando que'! 
e condomínio 120 mil. Caso tenha três filhos no secundiirio, terá de contar - te camlnho ndot,ido pelos pcssetlstas "nao e o que ajudara o nosso Munic!pio". P-'.lra sérg,lo )!ol'.r, 
com 90 mil de mensalidades, 80 mil de alimentação, 35 mil de roupas, passa - 
0
• cinco Vereadores do PST pensaram apenas neles "e esqueceram Antonio João e o povo que os elt 
gens e despesas de luz, gáS e telefone. No fim do mês esta'ta com um tombo de eu". 	(A.1.P.). 
35 mil, sem contar combustÍ'el, empregada doméstica, lazer e saúde. Já um 
segundo sargento recebe 175 mil cruzeiros líquidos. A soma dos seus gastos - 
com as mesmas coisas que o oficial chega a 160 mil, caso more barato em um 
subúrbio distante. Um coronel antigo pôs no bolso neste mês 490 mil cruzei - 
ros e um general-de-brigada recebeu 520 mil. Nenhum dos dois pode pensar em 
comprar um carro no'O, mesmo que já se tenham livrado dos encargos com os f.!, 
lhos. 
Hã, ainda, o agravante da falência dos sen·iços públicos, pelo menos nas­ 
grandes cidades. Anos atrás, as escolas públicas primárias e secundárias da· 
Urca, onde moram os oficiais que cursam o Eceme, Escola de Estado-Maior do 
Exército, recebiam os seus filhos. Hoje, um pai de classe média pensa mil ve 
zes antes de confiar o futuro das crianças a professores mal treinados e em 
greve quase perpétua. Pudera. Quando se paga a uma professora menos que a 
uma cozinheira, não se pode esperar que ela saiba muito mais que a cozinhei­ 
ra. E às despesas das escolas prh·adas há que acrescentar os complementos edu 
cacionnis que são quase·obrigntórios: cursos de inglês, de judÕ ou balé, de 
informática. O resultado é que as esposas dos militares estão maciçamente.­ 
no mercado de trabalho, formal e informal, tratando de complementar osga 
nhos dos maridos. Isso, por vezes, cria novos problemas, de vez que as mulhe 
res têm de largar as cArreiras que iniciam quando os maridos são removidos= 
de uma cidade para outra. A insatisfação militar, fruto da inquietação quan­ 
to ao futuro e de insatisfação com o funcionamento das instituições, não ten 
de a apoiar inten·ençÕes inconstitucionais na Yida pública. Existem, por ce'i=' 
to, pequenos grupos antidemocráticos e foscistóides. No entanto, os oficiais 
de maior respons~bilidade são unânimes em considerar irrela'ante a sul influ 
ência. Como argumento em favor dessa afirmação apontam na clandesti.nidade ri 
gorosa que eles tratam de adotar. Os mais velhos contrastam essa clandestini 
dade com a maneira aberta da propAganda contra João Goulart em·l934 ou a ra­ 
vor de um endurecimento do regime autoritário, em 1968. 
Segundo as informações que se podem recolher,·a grande mAioria da oficia­ 
lidade quer soluções para o País, sim. Está ansiosa e desagrada com a situa­ 
çao da administração pública, tal como a maioria da população. Mas deseja - 
manter-se estritamente dentro do funcionamento legal dos poderes da Repúbli- 
ca, 
I'ÁGlt'i 
,JOJINl, TIH HtlNI UA F~OHTEJ JfJI. 
IHARIO RLGIONAT, 
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MAIS . POR TER ·QUALIDADE 
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ESTADO DE HATO GROSSO DO SUL.- PODER JUDICIÁRIO - 22 VARA 
DK JRDIH- HS - PROCESSO NO [G - CARIA PRECAÍORIA 
Edital d e 
CARTÕRJ O DO 2Q OP'l C1 O - ~ 
Leilão 
• Dos(s) hem(ns) _penhorado(s) a GUSTAVO BERONl. FELIX, nos nutos de Execu ão contra devedor • 
solvente que lhe e movida por ITILI'ON CARCEZ, Agr. Ind. e Coércto. " 
O Doutor Geraldo de Alu:cldo S'1ntlngo, MeritÍssimo Juiz de Dlrelto da 2'.! Vara Civel da Co • 
arca de Jardú:I - Kato Grosso do Sul, nn. forma do Lei et.c 
FAZ SABER, a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecLnento tlverea e {nte:res .. 
sar possa, que, no dia 20 de Setembro de 1.991, as 14:00 horas, 
00 local destinado às asta" 
publica?, na Rua Ccl. Stuck, n? 51, o leiloeiro nomeado Jev.:irá a público p .. 
0 
de venda e•!. 
r-c.mctnçno n QJem m.nis der e maior lanco oferecer, I.mportantdo a avnllação ~CrS 4~0s.000,00 
(quatro mUboes e cinquenta mll cruzeiros), porquanto val(âo) a lelláo o(s) bee(ns) 
que assim se descreve(m): 50 (cinquenta) vacas nelorndas de , ano lci-3 
8 
b !JtO <d! 
1+scens 4versas, ses d«tiros tísicos • os ara reriscso, ..' ' ]2"; ?#'sã v 
vendo lanço superior no do av-'.lllaçno, flco des~e ja designado 
O se ndo Lel1- ara o dla l? 
de outubro de 1991, ru: 14:00_hor-'.ls, no local Jn clt,ido. gu no P 
Podendo ser examlnado(s) o em poder do_executado- Fazenda Nossa Senhora AuxI1Ladora, ne+ 
ta Comarca de Jardlm·MS. Caso o devedor nao seja encontrado fi d d < 1NTIADO por 
te Edital, da dato designada para o Iellão do(s) a«s s.:ç$"" .. ·tis 
e, 4os muros, ws so»re o«) osso(«) consta se csistr os, C'! "".';'e ser 
mento. IJ-3do e passado _nesta cidade e Comarca de Jnrdlm-Mato Cro d s 
1 
pc 
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d Agosto· 
de 1991. Eu, Tadeu Jose Bueno dos Santos, Escrlviio watt+ a., 33%," ;:? • ele .suJ>s • 
crcvi. , 	L!.:. ara, at ogra e 
Todeu José Bueno dos Santos Es 1 - 
PI!PP"miei Nele! 
Edital de Intimação 
DE JOÃO MIJZZI E SUA ESPOSA, SEUS IIERDEIROS 0D SUCEsSoRES 8E!1 CCMl OS RtlJS AIJSDIIES ~ 
CERTOS E DESCONHECIDOS - CO PRAZO DE 20 (VIN'IE) DIAS. 
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O Doutor raulo Rodrigues, HM. Jui:r: 
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de Direito cm sub tltul - 
1 
V c{vcl • 
Criminal desta Co::lorca de Maracafu/s., na fora da Lel s çao egal nesta 2i! ani 
FAZ SABER a todos qunnto o presante Edi 
1 
• etc.·· • 	-e> 
u - ta vlrem ou dele conhecimento tiver= que se P 
sa por este Ju o e Cartorlo d-3 E V:ir:, C[vel os nut d USUCAPIÃO (Proc ll5/91) que IlW 
JOS!l SANiANA e SWI esposa 01.CA DE CAMPOS SANTAN 'o$ 1e '· 	,y [ 
SUA ESPOSA seus herde.lros ou , através deste ficam DrrnVJlOS JOÃO ,wu.• f 
• .", _ 
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sucessores, os rcus .iluse.ntcs, l.nccrtos e desconhecidos, que pO 
este Ju zo ""' data d" lJ! de ago5to do _eorn,nte nno, rui 14:00 horns foi consldenid,i JustiJlif 
~a a posse dos Requerentes sobre. o il:2ovcl denominado a,ã~rn 5.lntana com l.OJ2S .hectares, ~ 
ront,indo com terrns de Leandro Arguelho Valensuela, Te!Jlto Rovemo Roos e Rua C'lrcul.>r, JoC" 
ll:r:ad:i no Vlla Juqultn neste Município, feando e te ·Itadc 	ara c0 
- - ( 	, '-U. e en e os e a os acLa que o prazo ' t? 
{";234 ,3? "!""ç das cotes 4s ta&i6 ««a«- E. rira se ere se os"­ 
nhecld _ _ spo: , seus herdeiros ou sucessores, os reus ausentes, ince:rt.os 7- 
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ue se;~ e rif' f" qu;~dfüturo nao poss.nm alegar li:norâncl.a expediu-se o Presente Edita li! 
a pu C3 ° e ª 0 no lug;.ir de costu::,c. D.'.ldo e passado nesta cJd:lde e: Coan-rc4 dr .. 
2ç!""-y,ge" 5,4as does de acosto do ano de ha t1 novecentos e noventa • a. " 
r .:a, scr'va, dat ografei e subscrevi. 
PP rt= 
Cólera 
.,Qualquer Sintoma Procure lmedia­ 
tarnente o Hospital mais Próximo 
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