I 
Iela VIta/H; 
# 
DIARIO REGIONAL 
Ivaldo P reira 
100, o0 
O Verendor Roney Mora 
e S1moes, do PT3, na 
penso de ontem, realiza 
da na COHAB, elo1ou 6 
trabalho que O Deputado 
Federal Fluv!o nerz! vem 
denenvolvendo em Iras[ - 
lin cm beneficio de to - 
dos os Municípios do Es­ 
tado. 
"Como legítimo rcprc­ 
sentante de nossa reg1ao 
na Camara Federal, o De­ 
putndo Flávio Derzi têm 
se desdobrado no atendi­ 
mento às reivindicações 
do povo de Bela ViRta e 
"ciiiii 
E ft 
II I#.V%l 
_ ___... _..,. 
Dep. Federal Flávio Derzi 
u 
A Câmnra Municipal de Bela Vista, 
sob a presidência de Jorge de Souza.'- - 
Rosa e com a presença de todos os Ve- . 
readores realizou a sessão ordinária ' 
desta quarta-feira, dia 23, nas depen 
ciências do Centro Comunitário Adalber 
to Rodrigues de Santana, no Conjunto­ 
Residencial Dr. Ely de Araujo Barbo - 
sa, dando prosseguimento à iniciativa 
de promover as reuniões do legislati- 
vo Belavistense em vários Bairros da 
cidade para que os Vereadores tenham 
a oportunidade de conhecer .mais de • 
perto as necessidades de cada comuni- 
dade e, consequentemente, desenvolver 
ações no sentido de solucioná-las. Es 
sa iniciativa da Mesa da Câmara Muni: 
cipal de Bela Vista oferece uma gran- 
de oportunidade à toda a população,re 
presentada através de suas associaçÕ: 
es e líderes, de mostrar os seus pro- 
blemas e cobrar as soluções através_,._ 	_ 
de se~s representantes na câmara. Presidente da Câmara Vereador Jorge de 
Aproveitando a oportunidade ofere. Souza Rosa e Secretário Ver. Jaao Kali1fe 
cida, a Associação de Moradores do 
Conjunto Residendial Dr. Ely de Arau­ 
jo Barbosa, através do seu Presidente 
Adão Florentino, apresentou aos Verea 
dores uma lista de reivindicações mui 
to bem elaboradas. A Associação quer­ 
que, através dos Vereadores, o Prefei 
to Municipal Edson Medeiros de Moraes 
execute vários serviços no conjunto, 
dentre eles destacamos: abertura da - 
rua que faz a ligação com o Conjunto 
Residencial Apa, Projeto "João de Bar 
ro"; canalização de 250 metros do es­ 
goto da rua da Constituição; patr'ola­ 
mento e cascalhnmento de todas as ru­ 
as do Conjunto; limpeza da área verde 
do Conjunto, na Rua Pedro Ferreira A­ 
lencastro; resposição de lâmpadas 
queimadas, etc ... 
O Centro Comunitário Adalberto Ro-­ 
drigues de Santana recebeu um bom nü­ 
mero de moradores do conjunto Residen 
cial Dr. Ely de Araujo Barbosa e tam­ 
bém de outros Bairros, as reivindica­ 
ções dos moradores foram recebidas 
por todos os Vereadores se colocando 
à disposição para ajudar na medida do 
possível, os Vereadores ligados ao 
Prefeito Edson Medeiros de Moraes in­ 
formaram que já nesta. quinta-feira 
l
as máquinas e pessoal da Prefeitura 
t 
Vereador Roney Moraes Simões 
1 
» 
1 
 
I 
j_• 
Hunicipnl estariam no Conjunto para a 
execução dos serviços de acordo com - 
as reivindicações dos moradores, um 
compromisso do Prefeito Municipal, de 
pendendo apenas da melhoria do tempo 
em nossa cidade. A sessão do Legisla­ 
tivo Municipal transcorreu normalmen­ 
te até o momento dos pronunciamentos, 
aí a coisa ficou feia, mais uma vez - 
as discussões políticas, acusaçoes 
disse que disses e politicagem demagó­ 
gica baixaram o n!vel da sessão, numa 
verdadeira agressao aos moradores, se 
nhoras e pais de famílias que foram - 
ver de perto o trabalho dos seus re - 
presentantes e não mereciam ver o que 
viram. 
Ao final da sessão o Vereador Pau­ 
lo Melo por pouco não foi agredido 
por um dos assistentes que queria 
dar umas "cacetadas" no edil, bastan­ 
te nervoso Paulo chegou a acusar o 
Vereador Roney e o Secretário de Fa - 
zenda José Bonifácio de Moraes dele- 
doeste e Fronteira, dis­ 
se o Vereador, completan 
do,"1lervi conne;ruiu !n - 
cluir no Orçamento da I!­ 
nfão para 1992 a constru 
çio de um Matadouro Munl 
eipal, a pavimentação as 
fáltíca de Bela Vista a 
Antonio João, Creches,ma 
neaento, enfim, todas - 
os reivindicações de Be 
la Vistn • encamlnhadau - 
pelo Prefeito Muuiclpul, 
Edson Moraes, foram nten 
d1das pelo Deputado". 
Para o Vereador Roney 
Moraes Simões, "era de - 
se esperar esta dedica - 
cão de Flávio Derz1 à Ie 
la Vista, não nos surre 
Inaugurado Posto 
Policial no Boqueirão 
var o rapaz para batê-lo. Zeca, res - 
pondendo a acusação de Paulo disse 
que "não preciso de ninguém para ba 
ter em você". 
No final chegou a turma do deixa 
disso e os ânimos foram serenados. 
O Diagnóstico 
da Crise 
Jardim - O Prefeito - 
Municipal de Jardim,Joel 
son Martinez Peixoto, a-· 
companhado dos Secretá - 
rios llelio Battilani Fi­ 
lho (Obras) e Hernando 
Martins Barbosa, Chefe 
de Gabinete, inaugurou 
esta semana o Posto da 
Polícia Militar no Dis - 
trito do Boqueirão. Est! 
veram presentes o Cmt do 
Quartel da PM em Jardim, 
Capitão Julio Cesar Beck, 
o Delegado Regional de 
Polícia Civil Dr. Gilber 
to Artero, outras autori 
dades e grande numero de 
moradores do Distrito. 
O prédio que vai abr! 
gar o Posto Policial do 
Boqueirão foi construído 
pela Prefeitura Munici - 
pal tendo em vista a 
grande necessidade daque 
la comunidade no sentido 
de possuir uma maior se­ 
gurança e tranquilidade, 
pois o Distrito localiza 
do há cerca de 30 quilo­ 
metros da sede do Municí 
pio enfrentava sérias di 
ficuldades quando da o - 
corrência de casos que - 
da requerem a presença 
autoridade policial. Com 
a instalação do Posto Po 
ende a sua copeténcia 
poIs sabíamos que o Ide­ 
al do Deputado e oadu­ 
na com os nossos fdeats, 
o de ver uma fronteira - 
progressista e undla". 
Roney, nesta reuniao, 
defendeu o Prefeito Mora 
es de acusaçoe feitas - 
pelo Vereador Paulo Melo, 
falando ontem a TRIBUNA 
DA FRONTEIRA, ele disse: 
"até por questão de conns 
cfencla, não podemos per 
m1t1r ntuquen gratu!ton 
ao nosso Prefeito, crftf 
cas construtivas sao bem 
recebidas, ataques repre 
sentam a pequenez na po­ 
lítica". 
Prefeito Visita Obras 
Jardim - Aproveitando 
a inauguração do Posto - 
policial no Boqueirão, o 
Prefeito Municipal Joel­ 
son Martinez Peixoto a - 
companhado do Secretário 
PÁGINA 03 
Secretário de Obras Hé­ 
lio R:l.ttilani Fil.ho 
1 
' ,,. 
licial, com certeza os - 
moradores do Boqueirão - 
terão muito mais seguran 
ça e tranquilidade, aí: 
niciativa agradou toda a 
comunídade do Distrito 
de 
ni 
Prefeito de Jardim Joelson Martinez Peixoto 
Obras Helinho Batti½ 
e do Chefe de Gabine­ 
te Hernando Martins Bar- 
bosa, esteve também em 
visita às obras de cons­ 
trucâo de um Posto de 
SaÜde no Distrito, já em 
fase de acabamento. Essa 
obra, cujo término está 
previsto para o prÕximo 
mês, virá sanar definiti 
vamente a grande necessf 
dade do povo do Boquei - 
rao com relação à área - 
de SaÜde. Para se ter u­ 
na idéia das dificulda - 
des enfrentadas pelas 
pessoas doentes e pelos 
moradores que precisam 
de um atendimento médi 
co basta dizer que é 
1 
J 
qué tinha nesse setor a 
sua principal deficiên 
eia, sanada • agora pe 
la Administracão "VER­ 
DADE, BEM E BELO". 
necessário tomar ônibus 
na ROdovia, no horário 
da nanhâ, ir a tê o n:édí 
co na cidade e voltar= 
para casa somente no pe 
rodo noturno, perdendo o dia 
inteiro nesse percurso e 
ainda tendo de gastar 
com passagens e aliren­ 
tacão, o que para os ma 
is carentes é quase 1 
possível. Elogiável sob 
todos os aspectos a in.i 
ciativa do Prefeito J­ 
elson Peixoto et:1 dotaT 
o Distrito do Boqueirão 
de um Posto de Saúde e­ 
quipado e apto a aten - 
der todas as necessfda­ 
des daquela comunidade 
trabalhadora. 
COMENTANDO-- 
Matéria Completa na Página 08

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JOJINAr, 1'ltll!IJNA l)A 
FRONTE1R, , 
0 ia.gnóstico 
Manas Devem caçar 
Ate a Administração 
Reformnr, reformular 
modernizar são palavra4 _ 
muito urdas no Brasil de 
hoje. 'a, quando se pro 
funda o exame de cda um 
das Iniciativas 'reforma- 
l d r 
11 
" d I o na ou mo e:nizanteo" 
sente-ne que nao se pensa 
realmente em mudar ou 
modcrnlznr, msa, sim, mnn 
'ter • o que a{ está, com 
,outra roupagem. • 
As medidas econômicas 
sugeridas não quase todos 
de natureza fundomoneta - 
rista, as mesmas que des­ 
de o tempo da ditadura, 
lem sucessivas cartas de 
Intenções e infindáveis - 
negociações, se impõem ao 
País. 
A maior parte dos poli 
ticos que, subitnmente, se 
travestem de reformadores 
representa o que há de ma 
is antiquado e fora de 
tempo. Por outro lado, as 
fórmulm; e iniciativns 
na economla e na admini- 
mendas constitucionais - ntstração do País, a par 
tir de um projeto renova 
dor, voltado para o esfor 
ço nacional, distante dos 
mndelos neoliberais que 
já provaram sua ineftcâ­ 
Cla a:µl e en atrasregtos 
Crise Nacional Exige 
uma Ação nais ilrangente 
duvida e sobre a tdé 
ia do governo a respeito­ 
do acordo político possí­ 
vel. Pelo esforçn do Pre­ 
sidente da República cm 
vender à Nacão a idéia de 
ser indispensável emendar 
a Constituição em vigor• 
é de se crer que o gover­ 
no vê como única - ou, Pe 
lo menos, a mais iavel 
saída da crise a aprova - 
ção de emendas constitu - 
clonais para aumentar a 
arrecadação do Estado. In 
felizmente, porém, o emnen 
dão, seja ele qual for • 
não resolve, isoladamen 
·te os problemas do Bra - 
,siÍ. A solução da atual 
:crise nacional exige uma 
ação muito mais abrangen- 
te e completa do que a 
mera reforma constitucio­ 
nal pretendida pelo gover 
no. 
propostas nda têm d 
'O, 
no 
No momento em que os 
financiamento~ interno - 
clonais scasse fam ou so 
direcionados pnrn o les­ 
te europeu e outras áre­ 
as de interesse prioritn 
rlo <las grander; potêncf: 
ao capitalistas os prnje 
tos apontam Rempre poro= 
recursos externos que mn 
ca chegam, não saindo : 
nssim, do papel, Debili­ 
ta-se o capacidade invee 
tidora <lo Estado aindn = 
necessária em muitos cam 
pos, criando-se expecto= 
tivas frustrnntes na opi 
niào pública, Em nome dn 
salvação nacional com e- 
ou projetos com aquele - 
vício de origem, convoca 
se o País o entendimen­ 
to. Em momentos difíceis, 
há, sempre, a tendência­ 
ª esses apelos, embora - 
Na realidade, o Bra - 
sil sofre umn grave cri­ 
se de identtdnde, e e ne 
cessãrio resolvê-la com 
urgência. 'É preciso mes­ 
mo reformar o Estado! Mas 
essa reforma só pode ser 
feita depois de a Nação 
chegar a um entendimento 
a respeito dos campos 
nos quais o Estado pos - mas urge, antes, se en - 
sa, ou não, interferir . tender sobre o destino - 
Nno basta privatizar.~ dos recursos obtidos com 
tes de tudo, o Estado 
precisa sair de vários - 
campos em que atua, para 
poder investir mais na 
áreo social. A sociedade 
de,·e definir, com a mãxt 
ma clareza possível, que 
pontos são esses, e qua­ 
is as prioridades dos 
investimentos estatais . 
A reforma tributária 
também não pode ser resu 
mida ao atendimento à ne 
. É Preciso que se 
Modernize a Constituição 
.  
1 
1 
rAUO MAL!E PDS/Sr 
Sem otimismo exagerado 
e sem pesslmismo radical, 
o PDS a! assumir uma POs 
'cura independente para~­ 
nalisar emenda por emen a 
1 	- 
,à Constituiçao • - a re 
l 
-e e,·idente que 
60 
-­ 
forma constitucional n:o 
resolverá o problema -
0 
, . - li inflaça() 
déficit pub cor A{vida 
!
balança comercial, 1· 
desemprego, sa ~ 
l
e_xterna, ualidade­ 
rin ou, enfim, q 
'q, eda Acredito entre 
 e ,; . ,.. d do 
!
tanto que mais ce o 1 
que se esperava a atua - 
csr tr@tio evel"%"; 
. De ois da queda O u­ 
r a'ser1 e ao conheci 
mento público da falên - 
eia das economias centr~ 
lizadas dos regimes com~ 
nistas, torna-se obriga­ 
tório modernizor nossa - 
Constitüição, sem o que 
o Brasil ficará condena­ 
do a ser uma naçao do 
Terceiro Mundo. 
É ponto comum uma ban 
cada federal do PDS que 
o país precisa hoje de 
dois choques: um de entu 
siasmo e outro de éttca. 
A população não pode con 
tinuar apática e margin~ 
lizada do processo de 
desenvolvimento; e os re 
contes escmnd'is exigem 
ME.IVA MUr..+A PI'SY 
no nosso caso esteja ntn 
da longe de configurar - 
ec umn sltuoçêin limite - 
que ex1[ o "sangue, su­ 
or e lãr!mas" da dramá­ 
t l ca mensagem de Chur­ 
chll 1 nos lngleses depo 
is do ocupoçiio da Europa 
ocident11l pelo nazismo 
Mas A solução dn atual - 
crise brnslleirn exige - 
bem mats que uma unidade 
heterogenen e de Inspira 
coes por vezes discrepan 
tese que, em certos po­ 
líticos, esconde apenas­ 
interesses fisiológicos. 
Demanda, slm, grandes 
~estos políticos e pro - 
fundas e reais mudanças- 
cesstdade de resolver os 
problemas de caixa da 
União. Antes de saber 
que impostos cobrar, e 
de quem, o País deve fa­ 
zer um acordo sobre opa 
pela ser desempenhado= 
por União, Estados e mu­ 
ntcfp1os. Não é suffcten 
te saber como tributar 
os impostos arrecadados. 
Se a União, por exemplo, 
pretende transferir aos 
municípios as respnnsabi 
lidades pela educação ba 
sfca, por que, então, cons 
truir CIACs? - 
O Governo 
çáo precisam 
uma verdade: 
projeto para 
e a oposi - 
enfrentar - 
falta um 
o País. 
da Crise 
A SOLUÇÃO ESTARÁ NA 
CONSTRUÇÃO DE'. 
UM NOVO PROJETO 
TASSO JEREI SSáII -F SOB/CE 
uma atuação de nível fe­ 
deral, estadual e munici 
pal que não deixe dÚYi = 
das quanto às intenções­ 
de austeridades dos di - 
versos níveis de gover - 
no. Acreditamos que um 
diálogo hones·to e since­ 
ro entre- o Executh·o e 
Legislativo possa trazer 
luzes e soluções para os 
gravíssimos problemas 
brasileiros, entre os 
quais, hoje, o do desem­ 
prego, achatamento sala­ 
rial, recessão, assim co 
mo a obtençaõ de recur = 
sos para os problemas 
crônicos da educacão, saú 
de pública, habitação,.! 
limentaçâo e saneamento 
básico. 
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o JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL­ 
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' 
Procurar soi<lan - 
pra o Brasil siqni­ 
fica, fundamentalmen 
te, realizar um novÕ 
projeto poli ico-in2 
titucional, comple - 
tamente diferente do 
que aí está 0 do que 
até agora vigorou no 
País. Esse novo pro­ 
jeto, respaldado por 
um segmento claramen 
te majoritário do po 
vo brasileiro, impli 
ca profundas trans 
fonnações, cujas li­ 
nhas gerais são as 
que seguem. 
No campo econômi­ 
co, os passos mais -­ 
importantes são do - 
is: uma radical re - 
distribuição de ren­ 
das e aumento de pro 
dução. O primeiro im 
plica uma política= 
salarial digna e de­ 
cente, uma política 
anti-recesiiva de em 
pregos e de estabili 
dade e em várias e 
progressivas formas 
de taxação sobre as 
grandes fortunas. O 
aumento da produção, 
por sua vez exige uma 
reforma agrária - cu 
ja elaboração e con­ 
dução deverá contar 
com a participação a 
tiva dos próprios - 
trabalhadores - bem 
como políticas agrí­ 
colas, priorizando - 
pequenas e médias pro 
priedades, além de 
uma política de segu 
rança alimentar. E~ 
ainda, uma política 
industrial que incor 
pore tecnologia mas 
não desestruture o 
mercado de trabalho, 
cujas alterações de­ 
vem ser acompanhadas 
l 
pela sindica os. 
No campo das po­ 
líticas sociais e 
culturais, as carên 
cias são tão gri .an 
tes que as mudancas 
dispensam maiores - 
iusti(icativas. To­ 
dos os brasileiros 
precisam de servi - 
cos públicos de edu 
cação e saúdo gra - 
tuitos e de qualida 
de; abastecimento a 
lirnentar compatível 
com as necessidades 
básicas; habitação­ 
decente, bem como - 
transportes coleti­ 
vos (urbanos e in - 
termunicipais) bons 
e baratos; uma poli 
tica ecológica que 
não ceda à varieda­ 
de especulativa e 
encontre seu equilí 
brio com necessida­ 
des <la produção; fi.n 
dos sociais que se­ 
jam totalmente admi 
nistrados pr_,o repr~ 
sentantes dos traba 
lhadores. E, final= 
mente, o lazer in - 
dispensável à produ 
ção e ao uso de bens 
culturais. Para tu­ 
do isso é indispen­ 
sável uma verdadei­ 
ra revolução no Es­ 
tado e nas relações 
entre o Estado e a 
sociedade. fuma re 
volução que não ape 
nas deve ser demo= 
crática em si, mas 
deve conduzir à cria 
ção de uma democra­ 
eia econômica, soei 
al, cultural, poli= 
tica e institucio 
nal. Isso quer di - 
zer, basicamente, o 
fortalecimento dos 
controles democráti 
cos d+ sociedde o­ 
bre o aparelho ota­ 
tal, o reforço do L 
ailativo e do Judi 
ciário obro o Execu 
tivo, a introducão - 
d ormas vordadoira 
mvnte populares de e 
fetiva participação 
nos processos de fig 
calização, r.onsultü 
e dcliboraciio. t pr,: 
ciso interromper, , 
essa escandalosa po­ 
lítica ele privalizn-­ 
cão do Governo CoJ­ 
lor, cm prc)uizo do 
público e benefício 
de alguns apnnigun - 
dos. E mais: conba e 
pennanente à corrup­ 
cão, à inércia e à 
irracionalidade admi 
nistrativas; respei­ 
to ativo às minorias 
e aos grupos sociais· 
específicos; sujei - 
ção de interesses 
privatistas às ncces 
sida<les da coletivi­ 
dade; reformas tribu 
tárias e fiscais ~ 
bem como controle da 
inflação e fim dopa 
gamento desregrado - 
da dívida externa 
E! por fim, ombora - 
nao por ser menos im 
portante, a impres - 
cindível e inadiável• 
democratizacão dos 
meios de comunica 
ção, que não pode 
restrinair-se à liber 
dade de imprensa e= 
xercida pelas empre­ 
sas, mas sim o direi 
to da sociedade de - 
gerar, receber 
transmitir informa 
ções e de expressar 
anseios, reivindica­ 
ções propostas, idéi 
as e sentimentos. - 
e 
-----------=====- 
Saída há de Ser Politica 
Porque o Estado f alio 
• • : - 	- NEY MARANILA9-PRN'PE 
crise existe e ninguem a nega, muitas sao as causas: infla• 
ção, recessão, estancamento de desenvolvimento. As consequênci­ 
as sociais desses problemas estão ai, gritantes: desemprego, po 
breza, fome e violência generalizada. Em meio a essa forja õe 
problemas o_que é preciso é naõ perder a esperança, uma esperan 
ça com os pes na realidade. E a realidade é esta· o país está=· 
com enormes dificuldades para funcionar administrativamente. En 
tao, a esperança esta na necessidade do entendimento nacional - 
O Pr7
sidente_d~ República já fez esta convocacão aos lideres e 
partidos politicos para com grandeza, encontrar uma saída para­ 
as dificuldades_do pais. É uma saída eminentemente política, 
porque a crise e grave, pois o Estado, disse o Presidente, está 
falido. Com a recessão, tudo deixou de crescer e a arrecadação 
de impostos diminui. Num Estado de Direito, há uma Constituição 
que cria e delimita poderes e circunscreve a ação do Estado. Ee 
te nao pode fazer o_que quer, a revelia da Constituição. Vene 
rar a Constituição e comezinho comportamento de qualquer Estado 
democrático. Mas, a Constituição não é intocável. Dentro dos 1i 
mites legais, pode ser modificada, embora uma Constituição crue­ 
se_preze vem para durar ... A nossa, que ainda vai comnletar· _ 
tres anos de nascida, precisa ser retocada, pelos menÔs, em al­ 
guns aspectos como nas regras dos tributos corno na nossibilida­ 
de de entrada de capital estrangeiro no país. Para Ô Estado re­ 
tomar o desenvolvimento e vencer a inflacão, é urgente uma re -­ 
forma tributaria. E mais, estamos necessitados de investimentos 
em moedas fortes. Nossa econonua precisa ser privatizada e a­ 
brir-se ao capital estrangeiro. Caiu o muro de Berlin. Findou--s 
o_pacto de Varsóvia e a União soviética se acabou. Tais acon 
cimentos exigem repensar as ideologias e os nacionalisnos. Re - 
pensando-as, o entendimento nacional deve viabilizar a nossa P­ 
conoia com a entrada de capital estrangeiro. Assim, saire.nos - 
da crise. O Estado retomarão desenvolvimento e os problemas so 
c1ais encontrarao_sua solucção. Mas para isso, que não é una G 
mula magica, os lideres politicos, os políticos em geral - 
partidos a sociedade inteira, têm de se sentar para pensa " 
se entender sobre tais pontos, tentando ir além das vaidades - 
pessoais_das ideologias e posições políticas. Através do enten­ 
dinet nacional. tenho_grtera, encontrarenos a sida para acrisedo País.

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PÁGINA o 
IO, 'IML, TPIHJMA DA PJ!TEIA 
- 
Onibus para o Bairro Cambaraí 
Marca]u - O Vereador Roberto de Oliveira .Juno:, 
entá nolicitando ao Emprenirlo ErcI de Souza, da Em 
prena de Transporte Coletivos Tapajós, na ponslb 11 ! 
dade de 1mplnntnr uma 1 lnhn circular no Bairro Ca­ 
baral, pastando pelo Clube "Pê Iranco". 
Segundo o Vereador, "enta relvIndlcaçio vem en­ 
do feIta pelo moradoren do referido Bairro há mui­ 
to tempo, esperando um melhor atendimento, pois em 
dIan de chuva e Inverno, no prejudicados". 
ClTIISOS DE. CORTE E COSTURA E ournos 
Também o Vereador Roberto de Oliveira .Junior, rc 
quereu solicitando à Secretar la Municipal de 
Prooçao Social, Aure Dulcel Romero, que estude a 
v1nhilidnde de proporcionar ''curuon de corte e Co-­ 
turu, tricô e outros, normalmente realizados pela 
Secretaria 1100 nâbadoo, para atender no mulheres 
que trabalham durante ou dias ,iteis dn semana e que 
gontnriam de fazer tain cursoo visando favorecer 11 
economia doménticn, podendo até mesmo aumentar seus 
orçamentos com os trab11U1os manuais. 
Para o Vereador lloberto de Oliveira Junior, "a 
Secretaria poderia até cobrar das interessadas umn 
taxa de inscrição e mensalidade, desde que razoâ 
Vereador Pede Recuperação da 
Rodovia Maracaiu / Nioaque 
Mnracaju - O Vereador 
Paulo Pereira da Silva , 
solicitou na Cimara Muni-· 
cipal providências para a 
recuperação da Rodovia 
que liga Maraca1u a Noa 
que. A referida estrada 
que beneficia centenas de' 
pequenos produtores ru -, 
rais, passa pela Fazenda 
São Miguel/Água Fria e re 
presenta a única via de a 
cesso a nossa cidade para 
os moradores da região. 
O Vereador encaminhou 
Ofício ao Engenheiro resi 
dente do DERSUL, nesta ciL 
dade, solicitando que de: ----------~ 
termine a recuperação da Vereador Paulo Pereira 
estrada. 	da Silva 
Em sua justificativa , 
o Vereador Paulo Pereira 
da Silva disse que "a Via 
çao Cruzeiro do Sul, que 
faz a linha Maracaj u/ 
Vereador lloberto de Oliveira Junior 
veis, com o objetivo de repassar o montante arre­ 
cadado aos Instrutores dos cursos, como gratifica­ 
ção ou horas extras, o que também viria colaborar 
com a melhoria de ganho destes servidores. 
~loaque está encontrando 
dificuldades para mantê­ 
la funcionando nonnalmen 
te, devido a impossibili 
dade do trinsito tão lo: 
go o DERSUL recupere a 
estrada, a linha poderá 
voltar a funcionar nor - 
malmente, beneficiando 
os usuários, com isto ha 
verá maior demanda e au­ 
mento das compras e ven­ 
das no comércio local". 
PATROLAMENTO E 
CASCALHAMENTO DE 
ESTRADA 
( 
O Vereador Paulo Pe - 
reira da Silva, solici - 
tau também, o patrolamen 
to e cascalhamento da 
I 
estrada que demanda à 
Fazenda São Cerrito, e 
o conserto da ponte so­ 
bre o córrego Estreito 
que se encontra em pés­ 
simo estado. 
O Vereador Paulo Pe­ 
reira da Silva disse 
que "recebemos diversas 
reclamações dos pro - 
prietários de Fazen - 
das e usuários da 
estrada, prejudicando 
o trânsito nonnal nu 
ma região produtora: 
que merece a atenção 
dos responsáveis pela 
conservação das es - 
tradas do Município - 
de Maracaju, Estado - 
de Mato Grosso do 
Sul";ressaltou o no­ 
bre Vereador. 
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- Fundo: com partes remanescentes da mesma arena; 
Lado-direto: com parte remanescente da mesma 
área; 
- Lado esquerdo: com o lote de ng 13 (treze), da 
mesma quadra. 
Art.22) - Fica destinada a área de terreno men­ 
cionado no Artigo anterior desta Lei~ conotruçiio 
de um prédio para funcionamento da Er.iprena Hranl - 
leira de Correios e Telégrafos em no asa cidride. 
Art.3?) - Esta Lef entrará em vigor na dnta de 
sua publicação, revogadas as dispos iões em contra 
rio. 
Paço Municipal, em 04 de Outubro de J.991 
LEI NQ 257/91 de 18 de Outubro de 1.991. 
Dispõe sobre a autorização para oPodcrExecuti,o 
doar· área de terreno para construção de Casas Popu­ 
lares e dá outras providências. 
O Prefeito Municipal de Caracol, Estado de Mato 
Grossso do Sul. FAÇO SABER que o Legislativo Muni­ 
cipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art.JQ) - Fica o Executivo Municipal autorizado 
a outorgar escritura de doação do terreno de sua - 
propriedade, constante das quadras nQs: 34, 35, 44 
e 45, com área total de 30.000 (trinta) mil metros 
quadrados, junto ao Agente Promotor N.W. ENGENHA - 
RIA LTDA para hipoteca junto ao Sistema Financeiro 
de Habitação. 
Parágrafo Onico: A área de terra constante 
te Artigo destina-se a construção de Unidades 
tac!onais pelo Programa de Ação Imediata para 
taçao Popular, do Ministério da Ação Social. 
Art.2Q) - Fica igualmente autorizado o Executi­ 
vo Xunicipal a executar as obras de infra-estrutu­ 
ra tais como: rede d'água e energia elétrica e 
meio-fio no terreno especificado durante a fase de 
construção, devendo 1 
estar envo vidas conjuntamente 
des­ 
Habi 
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Expresso Guacurus 
Linha: Cidade/Projeto Gauicurus, ida: Dia­ 
riamente às 15:00 horas (MENOS QUARTA-FEi 
RA). 	- 
Volta: 6:00 horas da manhii - Diariamente, 
Linha: "Jaboti" - uma vez por semana. 
Aos domingos faz a linha: Centro/Balneário. 
Rua - Pilad Rebuá,· 1350 
Fone: 255-1455 
Bonito - Mato Grosso do Sul 
com as mesmas. 
Parágrafo Onico: para fazer face às despesas do 
presente Artigo, serão utilizados recursos do Orca 
menta Municipal. 
Art.)Q) - O terreno objeto desta Lei bem coco 
ª sua infra-estrutura, serão repassados a custo ze 
ro para o cutuario final. 	- 
Art.49) - Esta Lei t. - 
d - en rara automaticamente revo 
$;;, onus rara o antcf1o se nau razo d 
as corridos a parti d b • - 
1 i - ' r a pu licaçao desta - 
e nao se concluir o processo de financiamento - 
~unitola Caixa ExonÕmica Federal/Ministério da Ação 
oc a . 
Parágrafo 1º _ Tão 
1 
N E h • ogo sej ª formalizado pela 
• • ·Penlaria Ltda o contrato de financiacento - 
Junto a Caixa EconÕmi F d 1 
de - - ca e era, cessar a condição 
Feversao da área para o domínio do Município 
aragrafo 20 - o prazo a iro 	• 
ser ampliado - _c ª enunciado poderá 
tetis , •• 1"Z;;s covinct 4e - 
çaÕ por escrito do S pias, atraves de autoriza- 
Art 5º) E r. refeito Municipal. 
• - - sta Lei ent - 
sua publicação r d rara em vigor na data de 
rio. • evoga as as disposições em contri 
Paço 
Municipal, em 18 de outubro 
= 	de 1.991. 
LEI NO 256, ======e=e==e= 
= /
91
, de 18 de outubro de 1.991. 
Secretaria Municipal - 
de s;ia, - P de Saude e Conselho 
au e e da outras providencias" 
O Prefeito Munici al d 	• 
Grosso do Sul: FACO ~ERe Caraco;, Estado de Mato 
provou e eu sanei• que a Camara Municipal a 
Art 1 º) Fi ano a seguinte Lei: 	- 
• - - ca criado na Sec . 
de Saide, o Conselho Munice±, 'retarta Municipal 
ao colegiado d .-, 'Pal de Saúde - CMS, ór- 
- 	e carater delibe i 
finalidade atuar na f . rat vo que tem por 
corro1e as ceeeuã"[}ççi da esr@reia e e 
ra municipal, confo dp 
1 
tica de saude, na esf! 
Art.29) - No rme iretrizes do SUS. 
ur as é1uaa2"?2",",3° ruo 4iss. + sr -! 
pedirá Decreto reg 
1 
ei, 
0 
Poder Executivo ex-l 
as dispo i - u amentador do CMS observadas, 
s coes legais 	• 
Art.32) - Esta Lei • - 
sua publicação r d entrara em vigor na data de 
rio. evoga as as disposições e~ contrã- 
Paco Municipal. C1II 
18 
d, Ou 
• e tubro de 1.991. 
Dr· Cícero Barbosa da Silva 
Prefeito Municipal 
"Cri.a a 
Municipal 
CIDADE! 1  
e	i -l	o Povoe Pelo_Povo '_raalha J

, 
Ili 
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MATO GROSSO DO SUL

IRNAL, TRIUMA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL - 
ELA VISTA, 2S DE OUTUHRO DR 1991 
COMEN'TANDO 
dia 
Anotando 
e 
c 
(ROSEL.I LOPES - CMACOL.) 
DIA DOS PROFESSORES 
Nenre dfa houve uma feuta, na reyfdêncla do Sr. 
!Jobnrto CoPlho rm homennnrmnoo proíPoRoreo, onde 
fltos compnreceram, para festejar juntos e foi 
[servido um delicioso Jantar acompanhado com muita 
bebfda. 
ANIMAÇÃO 
Ficou por cnntn dnn ncguintea peosoos: João Amo 
dlo Vlrlrn, Hrln, Geraldo, Luciano, Nerys André 
Xerllsn P Julinno. Tocnrum, e alguns contaram, co­ 
mo a: Nerlsa e Juliano. Quem 'iu gostou, formaram 
uma duplo pcrfe!ta. Os agradecimentos o todos que 
colnhornram poro que fosse reolizoda essa animada 
rPunião: JoÕo Amodio Vieira, Prefeito Dr. Cícero e 
10 Damo Sra Leontina, Nunez, Ricardo, Roberto Coe­ 
lho, functonrtos do Banco Bamertndus. Enfim a to­ 
dos que deram a sua participação. 
 
1 
A nossa querida professora Suzanir Al'es Coelhq 
, que taubém recebeu uma festinha em suo. homenagem 
: À senhora nossos parabéns e muitos felicidades. 
ANIVERSARIOU 
PAGI 'A o: 
QUEM ESTEVE 
Curtindo férias em outras plagas foi a nossa a­ 
miga Rosa Jara. 
MISS E MISTHER FRONTEIRA CARACOL 
No dia 19 pp., houve um lindo desfile, para ele 
gera Garota e o Garoto mais bonitos da cidade. Es 
se [oi programado pelo professor Froilan Cardoso= 
(B.V). Ele fez um excelente trabalho, tanto que a 
sociedade diz que o espera novamente, porque hi 
muito tempo não se via um desfile bem organizado. 
Após o desfile um grandioso e animado baile, to 
dos dizem que esse concurso mereceu nota 10. Real:: 
mente, vimos que o Sr. Fro1lan não é de brincadei­ 
ra, pois ha meses atrás, esteve um certo Sr. na ci­ 
dade, dizendo querer fazer um desfile para eleger­ 
uma garota que receberia a faixa com título de 
Mies Caracol, e disse às garotas que eram concor - 
rentes, que tinha de voltar até B.V, por uns dias 
pois hovia de comparecer a um compromisso inadii - 
vel. Portanto, sabe o que aconteceu? 
Simplesmente esse Sr. não teve a responsabilida 
de de ,·oltar. Deixou as meninas esperando, como se 
fossem empregadas a espera de ordem. Por isso foi 
um pouco difícil que o Prof. Froilan c~nseguisse - 
njuda , mas o povo resolveu ajudar e nao se arre - 
pendeu. Portanto queremos agradecer, ao prof. Froi 
lan, pelo lindo desfile, e dizer: Volte sempre. E 
tacos esperando! 
QUEREMOS AGRADECER 
A todas aquelas pessoas que colaboraram 
que saisse esse desfile, principalmente ao 
to Dr. Cícero e à 1~ Dama Sra Leontina, ao 
Hajuju da Sra. Cida, que nos cedeu a roupa 
maneeas usarem (trajes esportes). 
QUEM ESTEVE NOS VISITANDO 
Foram as gatinhas Andresa Galeano Valadio e Mô­ 
nica Galeano Valado. Esperamos a volta de voces - 
para - 
Prefei- 
Bazar 
para as 
novamente. 
AGORA EM NOSSA CI-­ 
TY 
Mais uma lojinha, 
para atender você . 
Estou falando de Ipa 
nema Modas. Do Rio 
os Últimos lançamen 
tos em bijouterias, 
jeann, linho e ma - 
lhas. E você tem ma 
is em opção: Se não 
encontrou roupa pron 
ta de seu gosto, a 
proprietária Sra. 
Dirce, confecciona 
o modelito que você 
escolhar. Fica na 
Conde de Porto Ale­ 
gre. Fone- 439-18431 
vá lá e confira. 
PRATICAR A PESCA É 
BOM PARA A SAÚDE 
A pesca é um dos 
esportes mais prati 
cados no mundo e ca 
da vez mais difundi 
do no Japão, nos E 
tados Unidos e em 
países europeus. Mé 
dicos a recomendam­ 
com frequeência ao 
homem moderno, como 
um eficaz instrumen 
to, no combate ao 
stress e doenças rer 
vos as. Nesses casos, 
mais importante que 
comprar peixes para 
justificar a pesca­ 
ria que não deu cer 
to é levar para ca­ 
sa a aparência de 
tranquilidade que - 
se adquire longe da 
poluição, à margem­ 
do rio ou do mar. 
Aqui, os resultados 
podem ser ainda ma­ 
is positivos para 
os amadores. 
É COM GRANDES 
Expectativas que 
alunos, funcionári­ 
os e professores da 
Esc. Castelo Branco 
aguardam a "entre - 
ga" do colégio que 
está sendo totalmen 
te reformado para 
entrar em funciona­ 
mento. De acordo 
com previsões 
Secretária Est. 
da 
de 
ducação, 'eocádi 
o colégio será entre 
gue na 1à quinzena - 
de novembro. 
ATÉ QUE ENFIM 
Todos do Castelo­ 
voltarão a ter con - 
íorto para desempe - 
nharem Guas funções: 
Afinal, há quase do­ 
is anos centenas de 
lunos assistem suas 
nulas cm clubes o 
~ue em muito desisti 
Mula o Corpo Docente 
e Discente! 
TORCEMOS 
Para que a Direto 
ra Francisca e toda­ 
,.ua equipe se insta­ 
lem com a maior bre­ 
vidade no Castelo 
nranco, para quedes 
sa forma o trabalho 
de todos alcance mai 
ores Índices positi= 
vos, afinal, o maior 
número de alunos de 
nela Vista, concen - 
tra-se na Esc. Caste 
lo Branco! - 
É NECESSÁRIO 
Que a Prefeitura­ 
oriente alguns mora­ 
dores que agora tem 
sfaltos em suas ru­ 
«s, para que evitem 
deixar que as águas de 
cozinhas, tanques 
Ptc ... , "corram" a 
céu aberto pelo as - 
falto! Providências 
urgentes nesse senti 
ao devem ser toma 
<las l 
APERFEIÇOAMENTO SO 
CIAL 
E: 16 curso que Ber 
to Basso estará mi 
nistrando durante 40 
<lias para adultos e 
crianças. Maiores in 
formações pelo fone 
439-1544 com Kiqui - 
nha. 
JÁ ESTAMOS 
Com mostruário de 
Cartões de Natal. Se 
interessar é só li - 
ar para 439-1410 e 
falar com Estela e 
mandaremos nosso re- 
PENA DE MORTE 
O 
· D ,>u •ndn Estndunl elo P,,r.1n,í, l1t"·, 
n1ca 'P :1: 1ol' ti (PDT) 
a 12a Legislatura, Emi.ia De 1na, 
está empenhada numa campanha de conscien­ 
tização contra a pena de morte, cuja ado­ 
ão é prevista na Emenda Constitucional - 
no l, do Deputado Federal Amaral Neto 
(PDS-RJ). 	, 
Emília Belinati :omou esta iniciativa, 
preocupada com os expressivos indices de 
acei.ação da proposta pela sociedade para 
naense, especialmente da Capital, Curiti­ 
ba onde as pesquisas indicam que conse - 
guiu a aprovação de 70% da populacão. 
PARA REFLETIR 
Embora sozinho, continue a caminhada! 
Se todos o abandonarem, prossiga sua jor 
nada. 
DESTAQUE DA SEMANA 
- " 
1 
1- 
[ 
l 
) 
) 1 
/ 
(Í 
A gata Ana Carla de Almeida de~onito 
( TONY FOTOS) 
CONVITE 
O Patrão do Clube de La 
para festa que sera r,{{","° caraco1 utz O lLnto convida 
programação: 	da em ua ede, eo:,, a seufnte 
; } :A- -a.o »» 
D1a ll/ In!clo TorncJ.o de Laço 
ll - FLnal do Torneio de Laço 
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" (Jrqilan Cardoso J 
Estarei viajando à Bonito, para real!zar 
também quero registrar una excursão ;ue , a!s una etapa do MIss e M 
ca, sore a coordena;ão do eu ai ',,, "t!nará para aque1a co~?r Fronteira/1, 
ssur., unior. 	• tua a cidade tur!sti· 
Variedades 
PROFESSOR 
Os professores da Rede Estadual f1 . 
través da erér!a_Assota.ão de Pk.d,,ç"? "e coeorações no Da ao 	[ 
nossa missao nno e so Enslnar. 
5 
organizar um Encontro com Pro-ess~r, deveria a- 
todos nos. afinal ~ r 
- 	ALUNOS . - 	1 
A.os ~eus alunos do Iecnico de Contab · 	/ 
a respeito do afastaento da Licen E illdade, logo que O Go 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 	,- direito adquirido. Essa nota vale ~! special • para mim é u::i./~rno r:ie responder _por escrito j 
4- i	ausseii.@isa it. erres4sras, si& a ora reera:, s • 
• 	la para notar » que e u 
$	l	i 	que estou fazendo fal , • 
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