RIU lll'. I.J VL1A ·- M! ANO: 20 POLÍCII CIVIL REC • Conforme vínhamos no-­ tielando há varlos me - e, praticamente desde n lnfclo do ano, a Poli­ d a CIv 11 cl e ela Vista enfrentava érIas dIfI - euldaden com relaçao a falta de uma viatura po­ IieIal adequada para o trabalho da unidade, fa-­ tor que muitas vezen Im­ pcd1u a realfzaçao a con tento das dIlI@ne1as po ltcIals, como Investia­ coe e atendimento as o­ corrênclos. Desde a época o Pre - [cito Municipal Edson Me deiros de Morucs vinho= pleiteando Junto à Secre taria de Segurança Pá±1 cn do Estudo, reiterada= mente, n soluçiio deosc - problema em Dela Vista , mostrando Àquelas nutori dades a necessidade emer 'gencial de uma vlaturn - para o nossa l'ollcia Ci - vil. Esta semana o Delega­ do de Polícia de Bela Vista, Dr. José Rolmundo Pinto Filho, [oi chamado à cidade de Aquidauana - pela Diretoria do Depar­ tamento de Polícia do ln terior, onde recebeu uma Viatura nova, tipo "cam­ buriio", totalmente equi­ pado. A solenidade da entrego realizou-se na Delegaicn Regional daque la cidade e contou com­ as presenças AFONSO, 242 - FONE, 4J9-1216 Na oportunidade,o - do executado a tro- Ozório Miranda dos wu vasa - oro anoso o s. [sr. Feliciano arcos- ,2,"ii;2?',2!2,_ ea do teia4o do re santos, vem executa ç':::::::::::::::=====================~de Brito nos infor ferido prédio, por do as obras de micrÕ 't 1 e -· •·.' . 1 t t b lh- rio Municipal de In t lh d t i t drenagem cm vários - O n s e r m a q: mou que es e ra a o fra-Estrutura, Sr. O e as e e ern • «. . • instituído em sua ges zório M. dos Santos, Lembramos que a setores da cidade. É tão, faz parte de um atual cobertura se adminitracão PMDB he bem como, o Presiden - " trabalho, que tem por te do Diretório MunI encontrava_em pessi queimando etapas e finalidade atender ci al d PMDB VereG mas condições, tra- cumprindo promes aos carentes no trata d P F 1 °i i 'M - zendo inumeros pro- sas. - or e e ano arcos - entg_y±g_bucal=======================se_legs_g_iregã9_ê!_------------------ ~~--L-p_f_~_?_c_M_~c-A,__A J_E_R_:_R_E A L __ ::::::=::::~::=~:=::::::::===~!~:::=:=~~:::::;=:=:~;:=~=~:===::::::;:::===::!===;;;~;;:~ Cruzeiro do Sul Veiculos Ltda. MM 410 (+O'O 1 UL Disque Gula's 454-2252 PHAÇA NESTOR VUlES IWUJOSA rnmrr;AflQ!; EII SUA CASA A l'AR'.IDI PA5 ).8:00 J!ORAS M/7MELA; NAPOLITANA; À GREGA; PORTUGUESA; PALMITO; ATUM; f'if llÔ!VllA; 1 (1.fllO; CLAIREZA; RAVINA; FRANCO; 4 QUEIJO; CIA' S. Rosa Loubet DR: cmm VARGAS DA ROSA t Medicarenton veterinário em peral; fabrica de gelo; I +e; arrelrentos diverso; vacinas, g, l - ct.tmCA CIJIAL - PARTOS - CIR1JRC1AS - HELIIAMO MARCUS DE HKIIO· rKE>. KJIA» 'aü ) r. MkIIM C( ASS!S-i.1'JIC1A ttCNlCA EM HÃQlllNAS DE: ESCREVER EI!:IJuCAS OU [lC, FtXrnDNICAS E IIANUAIS SOMAR E CALCUUDORAS RUn'RONICAS. l 1 RUA - 11 Dll JUNHO, 95 - FONE - 454-l.98J pd ARACAJU - HATO GROSSO DO SUL 1 ~j à 1 e o' mo' ai' ma. L -­ ca xi ;re (e AtL"iDUIENTO 24:00 HORAS - FONR: (067) 251.-lOU ~~I RIJA SAJL HORAES DE DEUS, NQ l.21.2 - VILA BRASU. do· JARDDI - MATO GROSSO-DO SUL , -_·::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~ re: se ou, oi re # do, m71e! 20 « ... 12'1 ...L j ---- A NOVA CASA DE SADE DE JARDDI - 115 KlmlCO RESPONSÃVKL: DR. 5ANTAllA fJ.r.doç~a: 20 de Fcverclro de 1972 l'roprkdade: Rede llcl.ivlstense de Jornal.a CCC. MF 1.5.513.203/0001-90 ln:acrlç;o Estnd1'11: 28.209.003-1 Uirctor - Redator a,ere - lvaldo Pcrclra Ulr<:lorn - Adl:>lnistrntlva - H.,rln Estela V. l'erelrn erente - CIIson SIIva Santos ~ !' 1tiç~o, Adwinlntr~ç;o e Parque Criflco: Av. n-i.buna da. Fron- 1.·lr., 1 564 - SEDE PRÕPR1A - l'one: (067) 439-141.0 : '.1ç.1..o - Jordln - Ruo l.4 de lblo, J42 - Fone: 251.-1.669 'A POSTAL 2J - llcln Vlsta - lbt:o Crosso do SUl suams.us 1 feltro !fi!Rl:UntO - Av. Dr. Corra, s/n? - Fone: 287-12.l9 /1,',.,U~IO JOÃO - Av. Mato Grosso, 675 1 "l!/CA.lU - Av. ll de Junho, 91 tc,:uo - nu., Pllad Rcbu.'í, a/n'i!. CAZACL.- Av. Iras11, s/no (CO'r=:;p-0ndcntcs = C=po Grande, Brns[U.o e prlnc.lpru.s e.:> pi t'11.:J). - ASSI.'v11.IRA M1JA!. ... 2.5..000,00 - ASS. SEMESTRAL 15.000,00 PJ:'.,Q aJRRElO ••••••• : • .35.000,00 sé;o d~volv=os ori!,lnaJa. o Jornal não se responsablUui - + r1os artipos assinados ou de origens definida. ' ' Gráfica & Editora Apa TUDOS OS TIPOS DE PRESOS. CTIOS PREÇX)S D1 SEUS CRTÓE3 e !CAL, CASAMENTO, ANIVERSÁRIOS, DO DAS, ETC •.• !.SllY-f.OS li r A Jt 1 , I (, 1 <, . ,, r 1 ROTIRY CLUB EMPOSS ' -- -·- -- --- ---- 0 Ruo'ar, lb de e l a V f , t a , q u e tem na Prerfdenrfo o d i o C a r l o n, 41, to orirl», «dando cont fuja«de a eu plano de expanusao, rmpors,ou : reunfáz, f±,tf9a oito novos otio,, que passam inteyrnar os quadros do Rotor,y. Ef; ,1 ,un, fprante, der,tu reuniao, quando o novo rócfon receb!am o dfntfntfu, d,, lll)l/1IY C:f.l h,: ovo ÓCIO i 11~ li I ;MIA, recebendo o distintivo doe «nu» «posa, tc-ndo no lado o Pre­ s!deu:.s!o !te, Dr. «achito Acl_voi;_.1dP l,,~~_Av,·1 ir1,1 ,. SI lva, recehnao o di.ti+tfvo de ·,u espe ,, __ ,_ ,d ~J;,1d;1 H/11{ 1 A C:F.1.1·'.STF -------------- q l hCl 1 ~d L pc, o' d' t r a pel c1,i 1 mo +o ,jl.! nh ti ma lll, I C' o mo di. ma e- il zo ' -:>-i J , .... ~•s_c._ 1 "' • --- ----- ·-·------, "'G rus vr,;1r 11•s ' -l. .à- +kl - • • Pra .ala _Artota ocir,Pro-stdente da casa da Amizade. ti vn cm 'ARCOS RONflON 1 oi , vF.fü -- -- -- --- ,~ :-----------=------- . J -+ --" coloca o d isc in j O ~oc-í • V<>t, r 1110, •• d!, FIORJ '1('1,ANO, «doe t.1mh,·m m,:cf r-;:-;;- <~~AI.O< '1lfR.'iO ' .1. , cfl f 'nt Ivo t•m fflho,o 1, - ,/ j ! - O n,,:dlco R,•nato de !'.ou7.a Rosa, empossado pela sua ,•sposa l'ATRlCIA i . l I O r:-'::fcitu l111nic-lp.1J F.dson Medeiros motor Publico, ERlllERTO DE HORA!s de Moracs, coloca d .____, o 1stfntfvo no Pro 24 D Vereador oI) Mas, Idade o data de nane hnt: [r, 'iydy unes La{te, nau«Ido «mn }ela Vf4/4% os 1 d1as do me de Julho d l'JJO, 02) Pfn, empoa o ffIho:!t Iho de tento Fernandes Lef+ { Áurea da Concelçio 'unes Leite, Cado com a ra Madalena Pren ,a Lette, possuem tre ffIho ? 'ydney Juntar, Julfo Cear e A­ lessnndra, 0)) Coo Ingre»ou na poIft ca? Tendo me aposentado coro • Juiz de Direito do Estado ar•· Rrcnsndo it minha cidade enten d1 que _seria a a,ão poltten - partidarfa uma das formas de pnrtlclpnr nro luta pelo dcncn • volvtento do Munlclpto e pros­ per Idade do povo, Com alzuns a­ mos criamos o Partido Democri tlco l'ruhnlhlot11 (PD'I) que é õ canal leal para o desenvolvi - mento dessa luta, Indkndo pcln Convcnçiio Municipal pnrn concor rcr o caro de Vereador, obtl­ vc o conlldnço do belnviatenoe que ma elegeu pnrn exercer un mondnto de quntro nnon, 04) Qunl o ncu partido? Par· tido Democrático Trobnlhlotn • PD'I • OS)_No eeu entender, qual a oltunçno doo Pnrtldon Polltl coo? A vltnlidndc do partidos políticos é uma condição cnocn· clol à exlotencin e aobrcvtvên• cio do rcglmo dcmocrntico. An - tes da 1,964, tlnhnmos três grandes pnrtldos pol[tlcos na - pngnvn cooo seu lema o frooc, clonais (PSD, UDN e PTB) ,outros "Roubo mas faz", A grande vir· da exprcosõcs regionais (PSP e tudc de uma administração pú • PR) ou de cnroctercs ldeolÓgl • bllcn é a decência de seus a· cos (PSB, PCB, PL e PRP). Duran tos, é a transparência de suas te o rugimc militar existiam A- ações. A atual administração - RENA (depois PDS) e MDB (depois publico municipal realizou um PMDB), ombos consentidos para· concurso público para preenchi dar uma aparência democrático a mento dos cargos, arrecadando­ ditadura Instalada no poder.Com uma taxa de Inscrição bastante a aburtura democrática surgiu u elevada, e,já decorridos quase mo multidão de siglas, umas jÕ dois anos, não nomeou os apro· falecidas (PP), e muitos apenas vodoa, mas fez o inverso, mon· "apelidadas" de partidos pollt_! teve contratado ou contratou • cos, para alimuntar apetites • alguns ruprovados. Da mesma pessoais, tudo cm nome dos di • foma, obteve parecer contrã - reitos dumocráticos, O que ocor rio a aprovoção do movlmento • reu? Alguns "polltlcos", por me flnonceiro do ano da 1989 por ro capricho ou melindre pe8WB1~ parte do Tribunal de Contas do salta de galho em galho, manos· Estado, e um dos motivos foi o prezando e violentando a venta· Prefeito ter recebido mais do de, popular que o consagrou nos que o Lei lhe autorizava. A ic urnas. Outros "eollticos" são prensa ten publicado denúncias fiaiolÓglcos, tem que aderir o contra • atual ndmlnistraçiio • qualquer Governo que esteja no rauniclpal por mau uso dos bens poder, a fim de usufruir vanta· públicos, r.iotlvo pulos quais gens, opl 1cando a chamada ''Le 1 os Vereadores da oposição re - de CcrsoR 11 : lcvor vantagem cm qucreram a instalação de una tudo. E o povo? Passou o desa - Comissão Especial de Investia creditar nos pol{tlcos e partl· çao. Contra a atual administra dos pol{ticos, Nccusaárlo se çiio (>Úbllca foi instaurado uiii foz uma reforma de Lei, com o inquerlto policial por utili • fim de uvltar a proliferação de zar funcionários públicos muni legendas e instltu{do a fideli· cipais um obras particulares.­ dada partidÕrla. Sem essa e ou· Loteou lrregulan:iente praças • tras medidos, os "fisiolÕglcos" públicas nos Bairros Boa Vista continuarão a reinar, a jovec - e Novo Horizonte e distribuiu democracia bras!laira pericllt!!_ turrcnos e alguns apnniguodos, rã. HÕ urna necessidade de Corta Não presto regularmente as ln­ lecer os partidos_pol{tlcos, c~ fornnçôes solicitadas pelos Vc mo melo de salvaçoo dn noçao e readores. Os Bairros estão a - do Piitrlo. bandonados. O salário dos fun- 06) o que fazer para malho - cloniirios públicos r:uniclpais ror um pouco ma.is a Imagem do foi "achatado", levando a som­ Legislativo no Brasil, t.no cri- bra dn r.itsêria ns portas de. se tlcado ultl=l:>cntc? us lares huclldes. A lluolna -: Mudar o sistema elcitorol ,c! çaõ pública é uma calamidade , tabclccendo distritos eloitora- com ruas totalmente às escu - is e malorln absoluta de votos. ras dificultando ou lmpudindo Excn>plificando: o nosso Estado o trânsito tranquilo do contrl possue 24 Deputados Estoduais , buinte, uma vez que a taxa de' então seriam criados 24 Distrl· iluminação pÚblcla, destinada tos Eleitorais, e o candidato - a esse fin, acompanha, mensal­ somente poderia ser votodo cm mente, a conta da energia elé­ seu Olstrlto. Com essa cedida , trica consumida. O que quer di o cau Deputado, opÓS cumprir UC zer que pagaos por aquilo que candato eletivo, certa.mente se- nôo possuµllos, e nc.c tec:x,s no­ ria repudiado pelo eleitor, tidas para onde vai o nosso • Moralização interna do Lcgi_! sagrado dinheirinho, A receita 1ativo, extinguindo-se as mordo pública municipal, perante as cias, criando-se salarios jus - administrações anteriores, é tos e cli.oinando os que atenta- uma maravilha, pois com a nova rcm as boas narinas de conduta - Constituição Federal diversos pública e privado, Pautando a lopostos fora transferidos pa !Wl atuação legislativa no cam! ra a o.lçada de arrecadaçao dõ nho do defeso do interesse do Munidpio. Vej8l!IOS: imposto so cidadão, ábon>lnan~o os ·tnteres· brc o transferêncla de bens 1= ses pessoais, salários eleva- ôvwts (2); irposto sobre co dos, tordo!as e outros pendurt bustívets(3); imposto sobre a colhos, venda de gaz de cozinha (2,) , Faço ua ressalva, Neste Pa- Assim, quando o leitor estiver {a niio é somente o legislativo cozinhando, colocando cocbusti que está desacreditado, nas ta vel em seu veículo ou copran­ bê o Poder Executivo. Ha!a vts dg u terreninho qualquer, es­ to as Últimas denuncias referen tá contribuindo, atravea de te a aquisição de bens e outros lmJ)ostos para oa cofres ci;nlc_! contratos trregulares. pais. No rês de novembro ultl• Enfim, é necessário que se o estive em 'JUo Brilhante • trate a coisa pública co tran constate! quo naquela cldado a P nrenci4, parn qua ':"º existam Prefeitura ~nlclpal uf!ltou dÚvldaa quanto a açao daquele • a cidade do graça, lato o, os que foi guindado .ao poder poli· proprietár!o• de imóveis bene· tlco para agir dentro das nor • flclado1 nao pagare uc conta· ena da dccencla. vo sequer, E Bela Vista? a Prs. 07 ) 0 qw, acha do eoverno - feitura, apesar de utilizar de Collort o povo que o_dlga, En&,! ·culto catcrial gratuito (pednl, nado por pro:essas vis, pela tiquinas) o povo te que pa - falsa iagencrfada pelos meios gar. Quando lei:os os jornais • do comunicaç.ão,_multo especial· da região constata.::oa :oulta mente a televtaao, votou no propaganda pessoal do Prefel • "Salvador da Pitra". E ogora - to, inclusive algu:?!flS "cac.cta• Jo.e - 7 Temos que resistir mala daa" noa Vereadores da oposl • A d tlu• ,aõ, m,oa nunca vi.moa ou ;tvc - três anos de_agruras. Ies: :os no{c1as da,publicaç.ao de aiio popular é tão grande que etp1esta1anéete. Qual a rMcntc se econtra um eleitor.. razio? Sera que sua tx.ce.lcncia do ·prcaldente Collor, •• •• "tº não quer quo O povo to:,e conhs_ conrá .:iquelc - quem trabalha precisa ser bem que meu partido Jndic,'lr, e remunerado, para que seu servl- que deverá estnr circundado ço renda plen:imcnte. Nlnguéra - de bons idC!ins e hons princ{- trobalha de borriJZa vnzin. pios, pois "cachorro cordldo 10) O que llcla Vista preciso de cobra ten> r.iedo de llmml • pnrn deslanchar, progredir, gc.- ça". Reln Vista possui tru.itos ror m.als eaprcgos? A essa per • bonR nanes para exercer o e.ar gunta respondo con outra: em go de Prefelto, alguns no que cstô nmp..1roda n economia bc são pol{ticos rr.ilitantl's, mas lovlstense? A resposta é breve? capazes de fazer uma boa adi snlário de funcionários pÚbli - nlstraçâo. O PITT pod<-r,i ter e.os civis e rnilitnres, pccuá.rin, candidato próprio ou fazer u­ lndústr1os de colcáreo, extratf ra aliança, dentro de um pro­ vn vegetal e cerllrnica. r: muitÕ gramn administrativo viável e pouco, Gera pouquíssimos epre- popular. Nada de alianças fi­ gos e salário dos servidores es siológicas ou elitistas, an - tão defasados. A solução sertã tes perder que obter uma vitó um plano sério de descnvolvlmcn ria de Pirro. Outrossim, Jã to cconÔ:nico da redão, com a- existen na lista bons nomes , gumas frentas especificas. Vej.'! inclusive dos quadro do PDT. cios: 14) Enumere alguns de seus Turismo - Construção de um projetos, indlcnçoes, tr.'.lbn - balneário às margens do Rlo Apa, lhos mais importantes realiza que alem de trazer riqueza ex - dos nn Cá.m.-,ra? En princ{pio­ tcrna, criaria muitos empregos todas as ninhas r<-ivindicaçÕ­ e as E:mprcsas, desde o hunildc es, por M!liS humildes que se­ carrinho de pipocas ate! os Su - Jam, são irnportantes, pois re permcrcados prospcrarian. flctc:i os anseios poputnres.- Fruticultur-a e llorticulturn· Has aponto alguns: ProjHo de São atividades para pequenas .ó- Lel que revogava a venda da reas, e, além de exigir uc bon Fazenda do Munic!pio (cm con­ número de cão de obra, é b.lstan Junto corri os Vereadores: do o· tu rentnvel. Quando Pero Vaz posição); Projeto de Lei rei!)!_ de Car.iinha, o 'iecretário Execu- lando os transportes urbanos; tiva da amade de Cabral, es • Projeto de Lei rci;ulando os crevla a El Rei que "nesta ter- lotcMentos urbanos; Requeri­ ra tudo se plantando dá", pare- rentos, Moções e Indicações ... eia que se referia ao sudoeste diversas, pedIndo Escolas,cen de nosso Estado. Banana, laran- tros ccm.unlt.ários, casa do n'r Ja, elaneta, telão, manão, co- tesõo, balneário ·no Rio Apa -; co da Bahia (ou fruta cocoJ ,oan conserto de ruas, outirões: , ga, goinbo, cnju, abóbora, aba= contra a prorrogaç.â.o dos c.an­ cax.1, repolho, chu~hu, tC:!late , dates dos atuais Prefeitos e etc., representam culturas de ... Vereadores (e:1 conjunto coe - fácil manejo e adaptáveis à re- os Vereadores dn oposição) , tão. Para não falar de piqui e etc ... No entnnto, creio que car::ielo que aâo nativos de nos- o trabalho ma!s portante - sos cerrados. O perigo é se fa- foi a parttcipaçõo na. elabora zer L.i"4 "morrtelada." sem t1arnc - ção da Lel Orgânica do MunicT lo, por te que se correr o p lo. - risco. 15) O que o Prefeito não Crlaç.iio de Pequenos animals- fez, que dcverl.a ser feito? coelhos, porcos, cabritos, e.ar• 1'essa entrevistA já. respondi neiroa, etc... grande parte da. pergunta, to­ Pilclcultura e Apicultura - a dovla, ressalto: melhorla dos nossa região é prop!cta. ao de - salirfos dos funcionários pi­ senvolvlmento dessas atlvlêllcs. blicos munlciapls; regularizo Inc!Ústria de Tranafünoaç.iio - ção de vldn funcional desses indúatrtoa de doce e da deriva- scrventuãrios, Inclusfve a dos de onicais 1 !Õbrtca de sa. - convocoção dos aprovados c b4o, lactlc{ntos, etc... concurso; rcsularlznçõo da. d{ Seria U1!1 marco no desenvoIvt vida pübltca para co a PrcvT r:ento do Munte!to e represenG d@neta e FCTS; as!stneta E ria a amancipaçoo cconõoica C dica e dentir1a aos carentes'; socl~l • de 1.1"1 Eovo. SerlA a ex - plano de dcscnvolvl.oeoto eco• t!nç@o da !séria que assola a nico do Mn!e{pio, publica­ regtao, e nosso.s filhos tcrillQ çao tos balancete.s na ii:pren- um futuro garantido. sa local. Ter{a-os de valtA a Pernabu 16) Coco cstà o r-el,iciOUA• cana, Bur!, Rtachuclo e outras- cmnto cc:= o Prcfct,o! Apcni1s t?:preaaa que fechara as portas foral. CID nossa cidade porque seus cm· 17) Qunl a =a opin.f.Do a prccndbcntoa catav40 sendo de- respeito dos acguintc:a t.e:::uu:i? !lcitó.rtoa e antfeconô!cos. Pena de porte: sou contra. Entã:o porque não .invcsticos Pnrl~ntArLs::o: sou co:,t·r'.i.. nesses 1etorc1? _t te pl.c.no .a.u - Mcnorca zib.aodonados: S uo. dos dacioso, as o único carinho- ata graves probleas brai - que resta. eiras, Fruto da r!sêrfa e da _ 11) Qual era a participa - degradação :oral de uma sole ao doa Vereadores nease proces dade, FIhss Inocentes da t o? Integral. Estou certo &e perins!a de Estado. tão, E? que os componentes da atual Cã- tado e Mtgntc!pio tê que se • rara !tunicipal, coo qualquer- dar as mãos para encontrar u­ cidad~o de ::edtona visão, :-tão r.a. solu;.êo, rob pena de, e nega.rtio o seu apoto no dcscr.-vol breve, 4 r.nç.Do brJ.:J:ilotra viento do ttunt{pio e prosperI transforar-se en za nova Ir ( .o • Mate-se os e peculo ! !zt-s« a protuio, ai'! s a tnfla,i, + da TI, fu al que os alore« e asf!xfa 5ta r • Af!r ,>, de x!tIr pcc:.;; rt,!,_. ',•. A ,1 • envfo aos belav{nt. rh mersasm de um FEL{ E UM MO Ao OO, f1ação e recessão, of res, melhoria sal«rt' prados e pro/per1d te clo dos presarfo, o' te nsfm teremo4 s r um Bras!1 refor, Relatório de Atividades do 2!1 Semestre de I ')- 1 91 e Relação de pessoas físicas e Jurídicas que/ colaboraram coe a Sociedade neste mesmo período,, para a canutenção do Abrigo de DesAmparados. "ESPEREI COM PACIENCIA NO SENHOR, E EI..F. ATENDEU" (Salmo: 40-01) Relatório de Atividades: 1 - Deu-se continuidade a ocupação racional d,1 / Sede da Sociedade na Ãgua Doce, com as ser,uintc• ":123 • te r « «l colaboram para a subsistencia dos abrigados. I *!dem da horta *Limpeza do pomar e páteo. *Conclusão da Casa de alvenaria destinadD; r!_ j sidincia da funcionária responsável pelo at mento aos abrigados. *Continuação da construção de galpão ,_. re,:;id~ eia do funcionário responsável pelo ru'dado da eh; cara e das vacas leiteiras. - *ContinuaçaÕ das obras de manutenção do prtdic já existente, com feitura de forro para o teto , substituição de pia da cozinha e outros coner - tos. Eventos e Promoções: *Realização de almoço Abrigo. *Participação nos Jogos da beira do Apa barraquinha. *Realização de Bazar de Natal em prol do go. *Realização de Culto de Ação de Graças e inau­ guração da casa da Dona Élida. Outras Atividades: o 1 ili- • na AABB em benefício do j '5 e Abri- 1 1 *Assinatura e cumprioentp de Com·inio coei LBA para manutenção Asilar. *Inclusão pela LBA de projeto de autoria da so ciedade, no orçamento de 1992, para construção =1 de Escola Profissionalizante no terreno urbano - de propriedade da Sociedade. , Renovação de Cadastro junto ao CNSS-l1AS-Conse J lho Nacional de Sen·iço Social do Ministério dã, Ação Social. *Concessão de assistincia física, moral e espi 1 ritual aos abrigados. Relação de pessoas físiccs I DA. e jurídica~ que colaboraram com a Sociedade para a manutençao do Abrigo de Desai:iparados no 22 se­ mestre de 1991. Abdala U::u!irlar; Aladyn Nunes; Anita Ferreira ; ,Antonio Cesar_Alves_de Lima; Aracy Mendes Gonçal ves; Associaçao Atletica do Banco do Brasil; Ba; is­ co do Brasil; Banco Bradesco; Candido Pinheiro 7 Cerâmica Jate~í; Clotilde de Castro Pinto; Deo - Re cleciano de Vasconcelos; Escolas Castelo Branco 1 ~'i e Perpétuo Socorro; Fraru:ieco Laranjeira; Hortên cio Escobar; Hospital São Vicente de Paula, lgrc • ja Batista; Interact; José Luiz Loureiro; Klcber • Sampaio; Leda Marina de Castro Pinto; Legião Brn sileira de Assistência; Luiz Fernando Rondon;M­ cos Rondon; Maria Madalena Marques Barbosa; Ma .- ria Jose (Zezé); Marruá Jeans; Nini Cabeleirei -1 ra; Nishikawa; Odilon Nunes Lei.te; Olfupia Lo - reiro; Osvaldo Miranda Mello; Posto de Saúde, Rn S dio Bela Vista; lOQ RC MEC; Ro~ary Club; Saul Silveira de Barros; Tribuna da Fronteira; 1.'ern Lucia Barbosa; Vera Tylde de Castro Pinto· Zélin JS Pinheiro. ' BELA VISTA, DEZEMBRO DE 1991. Elda Moraes Simões - Presidente. a 505 ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SUA CIDADE! NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES, PINTA DE TUDO! - e-nice.e roo SKOL ITR!UI:'A ' SEI AS IA!EMA LTA Cerveja P!!ser m l@ta e n garrafa ' Ref. !gerantes{Gugrana , LÍmao e Laranja) " iqgarde'e;/@lho Earrelfo,OncInha, Fa. Cil'.,,F.lni.;;neir;>),Ac;uél :1!r1er~l L:ri 01/, t',AGt:ü VAZ Geren·_e Rua Conde de Porto V Sta R.BARÃO DO LADÂRIO, 799 - ex postal 25 ·ones:439-1332/1383 FONE:439-1270 R.ANTÔNIO MARIA COE­ Li!O(Antiga UDR)N/C RUA M:TONIO - tl/ e • A, 1. Feliz 1992 r ( ..... ,. ·' _ , '- Joclson Martinez Peixoto - Prefeito Municipal de Jardim- MS O trabalho nos manteve lipados todo cte no, gora , o Natal nos leva a refletir sobre tudo o que passou, para juntos se(ruirmos cm frente, progredindo e crescendo no Ao Novo. (1ue o Nntnl sejn nuilo feliz, íluminando ele "PAZ" e "AMOR" todo ano que se inicio.. Fel • z FELIZ NATA!.! FELIZ 1992! llFI futuro folie onde u pa. 1 , O trabnlho e fonte de recuro reli:coe, que em 1992, possos continunr juntos, crescendo e trabalhando com lerina, amizade e esperança São oo votos de: JOSÉ DESTEPANI Vice-Prefeito de Jm•díin 1'1:i * Felicidadeg ' • Feliz Natal e Próspero 1992 Onde há uma vontade, há UJ:J caminho. Onde há Boa Vontade, há muitos caminhos. a todos aqueles que nos ajudaram a abrir caminhos no ano que passou e que forjaram conosco, na temperu da lide, uma corrente sólida de boc. vontade, o nosso muito obripadoe melhores votos de harmonia e crescente prosperidade. BOAS FESTAS! refeito mm. de Porto t1urtinho-MS O Natal é um Ótimo momento pra repensar o presente e traçar novos planos para um futuro de esperanças e realizaeões. BOM NATAL B PRÓSPERO ANO NOVO! * DA * * * s i05 DEPUTADO BSTADUA.:. i6 São os votos de OSCAR GOLDONI r' L"r " " ""r1"" """I = ./ llA J RRONTEIA DARIO R,IONAL eliz 19 ' 1, D ). e-, ). cl ' ,\) Uilil.-10 llJ COWl'10RAÇAO 11: D/'I A ~IAXIMA ])A CíllSTANDADE ()ili nn lll·.Sl~.1/H-LIIJ-: os Ml.iLIIO!lES 'tiTO:, DE (JM Fl·'.I.IZ NATAL 1. VJ·.N'l'llltOSO J W NOVO! OVALDRTE COINETE PREFEITO MUNICIPAL DE r )J xi' rê ; r6.' so,° ma! do:_ rei.' '{ se, ] qu< to ; re ti nel ão 1 ;, mer 20 llr.1 BHINU8 POH TUDO Dll BOM QlJP. RfüLIZM10S, HSPEHANDO QUE O ANO NOVO CONCORRA PARA NOSSA PAZ E PROSPERIDADE. QUE AS ALEGRIAS DESTE NATAL SE PROLONGUEM POR TODO ANO QUE SE INICIA. E QUE OS SINOS DE NATAL SEJAM PORTADORES DE ALEGRES ESPERANÇAS E QUE O ANO NOVO SEJA REPLETO DE PROSPERIDADE. ' as Fe o o • ., . ·, ... : ..• o '•·:::' ABRÃAO ARMOA CARIAS. FELIZ NATAL PRÓSPERO ANO NOVO! ZA- SÃO OS VOTOS DE: AVELINO GODCY - VICE-P:REFEITO DE CARACOL - MS DEPUTADO ESTADUAL V ALDEMIR MOKA 1 1 BOAS FESTAS • FELIZ NATAL E QUE O ANO NOVO SEJA , REPLETO DE FELICIDADE E MUIT O AMOR DESEJO DE COR.ACÃO • Aos AMIGOS QUE COMIGO LUTARAM Nos MOMENTO ----------------------------1.-=:::::=-----..::::::::::::=. A_L_E_G_R_E_s-=E-D=I:F~i:C:E:Is:·:_ s __ J F l • N t e l z a a i' l " , • ,,1 io ::- n, l :. .... .. .... .. u..a dela' cuid ::- c..o:- '.J • a Jt l 1 li , . l lizer em toda, as di:ensoes • COM Tnfis PARA MELHOR ATENDER * EM ,JARDIM: AV. DUQUE DR CAXIAS, 507 - FONE - 251-1091 AV. 11 DE DEZEMBRO, 63 - FONE - 251-1341 EM GUIA L. DA LAGUNA: PRAÇA CORONEL CAMISÃO FONE - 251-1194 "CONFIANÇA NÃO SE IMP08, ADQUIRE-SE" Sotolane Artigas "FAÇA-NOS ·uMA VISITA" AVENIDA DUQUE DE CAXIAS, S/NO JARDIM MATO GROSSO DO SUL Comercial B aran a t . -» •. ,1 : í COMÉRCIO VAREJISTA DE FERRAGENS, FERRAMENTAS PEÇAS DE MOTORES E BICI ... ,'-° ,. ' ' CLETAS, CUTELARIA. ., .. ALUMÍNIO - PLÁSTICOS E PRESENTES EM GERAL. - • ' FONE: (067) 251-1005 Edital de Procla MAL.DE. ROA OS A "., (f( iala de trio do R t .... tr0 t'f.rt ct EER a qunvos o presente Edital de Frolat a vlrem que pr rentars os dou tentos lo rt.1e0 do Câdlo Ctvtl 's I,II,Zll, IV,e preteudem se Casar. «ter artes Ade1Ina Centurfo Ar+o. Ele nascido aos s/02/7, em Bela Vista-s, resld. na kua c! tas, ' se, nesta ídad, fIlho de Roque !arques de Arai]o e de Marta Io!anda Corres, li tnr. E1a tas!da aos 11/04/71, en Jerdi-ts, resd. no a«trro It»oral, Iha de Frldol!no Dochor Aro e Julla enturtao Arco , de prof!são Cozt' souber de nlpun Impedirento, ue se oponha na forma da Lei, Nela V!sra-!t5, 1) de dezembro de 1991. J A N I LD E ROSA DO S SA!TOS, O!fala do CnrtÓrlo do ,:, i;Jstn> ClvJ l d• ,t 1 , l 1 !e, IlER a qu.n.nt.us o presente Edital de Proclama virem que apresentaram o Documentos e. I lo ARt. 180 do Codli;o Civil !,Js 1, TI, ll1, lV, e pretendem,., ,a8.1r: f.,oé flllte>n d l'.arla Joana Pnrede• Gil. Ele nascido e 01/01/64, em Cruze!ro d o a Pelxotos-M#, reld nesta cidade n as A • Teodoro Satfva, 33, Cllho !ar!H ,ern.rnc!r, d,J .,li- .. , , natura!s de Minas Gerais, de profissão comerciante. Ela nascid:t nos 25/01/59, nesta cfdade, resfd. nesta cidade na Av, Teodoro S 1l J , {!lha de Pedro Pl!nio Cll e dunn Ninfa Paredes, Tos quartos coa vent.11.adoren e sc.rvllX>s umu deliciosa cozida caseira Ru3 - Alfredo Pi.n to - esqulrui co:a Dr. C.Ortt,1 Fooe - 287-132.l PORTO K!JRITh1IO MA.o CR0sS0 DO SUL Borracharia Guara~ DE - JUSTINO FERNANDO Atend.1ccnto d.la. e noite, concertos de pn e cara. Preferido.:, pelos turistas. Agradeccos a prefcrênc:.I..i Rua - 13 de Junho 542 Fone - 287-1376 PORTO MRTINTO - MS P.s- • • Mercearia Guarar Oferecemos o melhor preço da Idade. S Teos secos e olhados. Prcsc.ntc::., Frio:. cc Cer:.il. :s Al>e.rto do:;,in,.o:: e fc~l.odnc:. 505 Rua- 13 de Junho, 373 PORTO r.mo:Lx,:o HAI0 GROSSO DO S'U CRETIRII MUNICIPDL DE OBR TIYIDIDE PERMDNENlE NO DECORRER D0 A inquanto muitas Prefeituras trabalharam apenas em meio perío o ,•1,t,.. ,1110 ti<: l '.J'J 1, c.uLrü:J chegaram até, a fechar as porta:;, e; !, •l a Vista o que viu foram máquinas e homcr1G da SccrcLaria t'.uni cipl de Obra trabalhando dia e noite e até durante OG s.:iba - d<) .. , domingos e feriados, numa atividade permanente que r sul - tou em grande: melhorias para nosna cidade, como a conclusão das quatro etapas de ar.falto jii cxccutadar, pela atual ndmini::; - l raça0, aumento nos vencimentos dos funcionários que recebem re- i iqiosamente as suas horas extras e o ütcndimento às reivindica ;0os de toda a comunidade. - Sob c1 direção do Engenheiro Marcos Cfimara de Moraes, a Secrc Larin Municipal de Obras começou o ano realizando, cm conjunto­ com n rosid~ncin ereir.:i - Companhia de Conando dn 1.-] RegiZ.o Mllitnr (Juiz de Fora-MG) . - 1!2 Snq~cnto Loonnrdo Sontunn - z·3g llntalhiio Logístico (Mnrabá-AM), - 29 Snrgcnto Ouvalclino l'. Setúbal Filho - 17~ llrlgada de Infnntarí,'l de Se_!_ va (Porto Velho-RO). - 2g Sargento Carlos Alberto de Souza Matcuu - 239 Batalhão Log!otico (Ha­ rabi-AM) . - 29 &iq~nto José Francisco Bento - ! Companhta de Engenharia de Combate Mecanizada (Jardim-1-IS). - 29 Sargento Edson Soares de ALmcidn Souza - 179 Grupo de Artilhnrin de Campanha (Natal-PR). - 19 Sargento Lourenço dos Santos - 239 Batalhão !.og!stlco (Marabá-AM). - 29 Sargento Dirnei Alves Pinto - Conpanhia de Comando da ]e Brigada de Infantaria (Goiinia-GO). - 29 Sargento José Moreira da Silva - 19 Regimento de Cavalaria tle Guardas (Tlrasília-DF). - 2g Sargento Dario Sérgio S. Pereira - 109 Esquadrão de Cavalaria Mecani- zado (Recife-PE). - 22 Sargento Germano Orlando Domingues - 199 Regimento de Cavalaria Meca- nizado (Sanata Rosa-RS). -- 2g Sargento Antonio Braz de Oliveira - 29 Batalhio Especial de Frontei - • ra (Boa Vista-RR). - 3g Sargentc Moisis de Castro Lodoro - 109 Batalhão de Infantaria (Juiz~ Fora-MG). - 39 Sargento Silvino Cássio Augusto - 29 Batalhio Especial de Fronteira - (Boa Vista-RR). Aos companheiros transferidos a família Militar deseja a todos sucessos plenas realizações e muita paz e harmonia no novo ano que se inicia. DOAS VINDAS AOS NOVOS SARGENTOS t+« gtt % ' o 4w4a $4 $t,# .. ~ .. ,, A NOVA SENSACO ,! DO MOMENTO!! o Regimento Antonio Joio recebeu os seguintes Sargentos para completar seu efet'lso. - 39 Sgt Claiber Costa dos Santos Combate (Rosário do Sul-RS). - 3g Sgt Rudimnr Moraes de Lima - oriundo do 49 Regimento de Carros de Com bate (Rosário do Sul-RS). . - 39 Sgt Claudio Roberto Faria - oriundo do 29 Batalhao de Caçadores ( São Vicente-SP). • _ 39 Sgt Homênio Gonçalves da Silva - oriundo da Escola de Material Belico (Rio de Janeiro-RJ). - · Aos novos integrantes do 102 R C Mec desejamos uma feliz permanencin nossa cidade. o o C&LÇ.& l)OTINA :·l PI' THATO!lill, !l MORENA CAMC IS Compre a Sua 'elo Reembolso 'o a, Telefone 454-2081 RUA COMANDANTE CAMISÀO, 178 - MARACAJU - MATO GROSSO DO •;1 oriundo do 49 Regimento de Carros MENSAGEM NATALINA DO 102 R C MEC de t Natal. Há uma sensação de ale- gria no ar. As famílias e~ belezam suas casas; no tra balho, ns pessoas enfeitam suas seções como podem ' com singeleza e criativida de comoventes. Há um bri - lho renovado de esperanç~- o olhar das pessoas, a. n • nas como que uma tregua preocupações do dia-a-dia, te as cores 1 Por toda par • • vo r do Natal propiciam um no ânimo aos homens de boa !. d " t tempo de dito­ vonta e • . t Na _ sas recordaçoes,.. a, 1 Natal, Nascimento e C tai. t~ Natividade, Que r s • - onde nasça a compreensao +ue 1 ida nao existe, q e a a n d é incipiente • cresça on e f rte nos de que permaneça O - mais coracoes· 2. onfra - Natal e tambem + - iDO e oa ternizaçao! u~ermos que a- vontade, Saoaturalmente copanha" resteJos Jus esta epoca id' Deixemos tos e merec os, timentos que os nobres sen em RAÇi')ES EM GERAL, SAL MINERAL, PRODUTOS VETERINÀIUOS, SEM!~I, TES DE PASTAGENS, DISTRIBUIDOR EXCLUSIVO PUnINA NA HEGIÀG-; i05 ORNAI TRIUNA DA FRONTEIRA DIAIO REGIONAL. - EDIÇAO DE NATAL .j e ,1 L n a p c1 I i a n t: !11 l e 'O lT d m .... X Secretaria Municipal de Obras, em um Ano e Meio Bela Vista Recebeu mais de 110.000m 2 de Asfalto Cupr1do um dos programas de u administraçao apresentado en sua campa - nha ru ... o no Poço llun1c1pnl, o prefeito Eduon Mcdciron dt: Moraes promoveu uma verdadeIra transformação no visual de Bela Vista, "QUERO VER BP.T.A VlSTA DE CAHA NOV~' dizia n propoatn do Beln VJstn Unida, o povo ncrcditou e hoje n!n ué dwvtda, Bel VIta está de cara nova, bonita, diferente e fazendo jus ,,n psc,udÔnlmo ele PRINCESA no APA. A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, sob direção do Secretirfo Marcos Camar a de Mornes, contando com uma equipe das mal competentes, com o npoio irrestrito do Prefeito Edson HE_ raes e das demaf Secretarias da administraçao municipal, é 11 principal res- ' ponãvel peln verdadeira transformaçao promovfda em todos os setores de sua ntlvldudP. A cxccucão l lor'! ~lul tas coir.ns positivos po - dcm ser cmmcrados, como o nbc! tur.1 mnior no o~rcndo externo; ~vnnços c0nslntentcs nn renogo­ cia;no da d{vidn externo; o dcs lllnche do progrnmn_de prlvt1tlz~ çio enxugando a niquina perdu lária do Estado e dl.lllinuindo o dêficlt público. Apesar dos percalços, livrou-nos de un pro cesso hlpcrl.nfloclonnrlo imlncn te, co possIbL1idades agora ra Is, com n novn or1cnt.açao ccon,2. nica de um período de um a do- is n~os, elevarmos o PIB e vol­ tnnnos a incrementar o desenvo! viento do País, co a conse quente dúninulçao dn recesso.o. Por outro 1ado, dexou-se tamInar pela corrupção e se nao corrigir o rumo e punir vcrda - de!rarente seus maus assessores, cair~ co descrédito mnior que ",3""Tio.rosas r Mor.1cs? Su.,~ virtudes e. seus d!= !cltos? , O Prefeito Edson Mores e um grandC' ncl-'.'linistrndor,. h.1Jn vis­ t .. ' o dt:'scnvl1lvimcnro da ctd:,dc, sons«sitas es qul- Que o seu povo acredite na pamer.tm do l!ospltal. sua cidade e invista aqui. Pre 15) O que o Prefeito niio clsomos de ligação de asfalto fez, que deveria ter feito? com Jardim e Antonio Joiio. Prc Investido mols nn educ,1c;ão e ctsrunos de agrolndÚstrtas, de nn saúde b,Íslca. maior Lnvest!Jllento no educa;iio 16) Como eauí o relncionrunen e nn saúde, Precisamos crinr a to com o Executivo'! - trnt !vos turhtlco• para fazer Bóm. o visitante chegnr oté n nossa 17) Qunl a sua oplnlno n ?"<";! e idade. Uma maior liberdade de peito dos seguintes temns':' comércio com o Para 0 unl, o e - PENA DR MORTE - ~iio dlnlrui xemplo de Ponta Pora seria um o ·criminnltdndc, n~o ocrNlitc, - cruninho; Incentivo a festas rc coml> soluçiio. gionals (loço, peão boiadeiro-;- PARU..>!ENTARISl-10 - r. a □eu ex.posições agropccuãrias, etc) ver o formí1 r.i;ils Justa de govcr também germe tur1stafl e rccur- no e n mnls onad11rccid:i. Cum Õ sos; Quem sabe un Incentivo n poder desccntralizndo e n odr.t .. tempornda• de pesca (festiva - nlstroçíio efotlvo•do Pa{, entre is) 1 Óbviamente com uma prog~_!! guc. a un PrLitciro }anistro, qur' moçoo que respeite a leglloçao niio tem mnnd~to pré dete:-mlnn - e com oricntnçno do IBA.MA. do, estando sua pemnnêncJn su- lnfclizmentc, nlé.m das diíl bordlnactn no seu sucesso no no­ culdades da crise econômico C vemo; fortnlcce-se o Conr.rcs - dos mÃs condições das estradns, so, que tem o poder de dcrrub.'.1r o que mnls otravnnca o desen - e/ ou elr.,:cr o 19 Mlnlt::tro e o volvimcnto prlnclpnlr.iente no Pa{H é efctivnncntc governado setor do comércio e do lndús - pelo hnmonin entre os podl.?rc::.; trla é o péssimo serviço de dl!Lcultn o croprcguisro por apn energia elétrica com que- conta drinhnnento e er:? contraparttd raos. !'. dlf!cll convencer um cm os cargos nd::ilnlstrntlvos tem prc.só.rio s«!rio n. montar umn lii ttai.s <;hnnce: d an:ntod.l c:r..x!.:I mlreci,c1- tn no mapa, reconheça que: seus do nosso povo. Estnrnos habitantes que pagam a 11 peso .. no ti.cite cáxie10, qunsc ini:.upor de ouro" um péssir.lo serviço , tâvcl de ser testC'nunhn.s da ex": r,ereccm respeito e lnvcstimcn- tc.-rmin:ição de r.ienorcs, lii car~n tos. tcs, sofridos, corro{do!i pt!la - u.) Qual sc.rl.n a porticipa- fome, exploração, pelas drogas, çâo dos vc.rcadorcs neste pro - etc .•• t preciso que .1 soclcd.1- ccsso? de deb;.e de. ser .rp~n:1s testecu- 0 ;crcndor é eleito básica- nha e se rr.oblllzc: cid:Jdílos, go mente para fiscalizar e ocomp!!_ verno, enpresas privadas, todoi nhnr o Executivo nos seus pro- pnra. rntnlrnlzar e- quic;ii acabar - jctos e tanbên criar leis, qu co o problema. Sabe ... os que o do neccssarios,. pn:rn. ndequar o que cstã sendo i"citu, lnicllz - crescimento da. cidade num pr!? raentc, é insuficiente. HÕ. vÕ.ri­ t";rc.sso sndto. Autor1za.r ln as iniciativas sérins co divcr­ lotenmcnto num brejo, sem nin! sos Estados que servem como e - rn.ns condições .. de urbanizaçn~_, xcwplo e incentivo. o Cst.1tuto por exemplo, e um crl.JiJc. Nao do N~nor e UO.J. cspernnç., enro. ri estará sendo resolvido problc- paio e nortcnne.nto çlas .,c;ocs. - roa. hobitacion:il nenhum e sim MERCOSUL - EspeornntiJ concn!"' As decepções sucessivas do cri:mdo outros, cu:1iorcs e dc tn de dcscnvolvlncnro da retãa, povo br-osilciro., cOtJ: tantas so soluções mais complexas. O vc- ser.indo un maior e r.11:> lucrnti luçôes milagreiras "''aere.scnt.a-=. rea.dor, tem de estar todo o vo lntcrcn.4lbio cc;nc.rctnl cn-:- tlll!i para a crise econor.:i.ica e tempo vigilante, n:ts contos , tr-c os pa[se-s envolvidos, co:i qle, 61.lce-ssivnmcntc falharam e nas obras> inc::entivnndo os b:ns consequente nut'Jcnto de rtquczn. lc-varmu n situoç.âo n piorar ca projetos e !tnpedlndo o que tr!!_ INFLAÇÃO .. ~ o mnl do sêcu - dn vez maia, tivc..ram co::o con~ ga prejuízo 3 cidade. Instalo!_ lo. É a geradora da situação a sequência um desregraoento mo­ sc, por c.xc.mplo, no munlc)pio is cruel poss{vcl, enrlquccendÕ rr.1, uon descducaç.a.o doa ho - urnn i.ndústrla -poluidoro e o.tr_:! os ricos e c.r.ipobreccndo os po - n<·ns, uma n:-ent.lllidade cada vez so, não é progresso e o vcrca.- bres~ Auccnta a desi.su.:ildadc. u muis de-stitulda de humanist:d > dor ten fora pn.ra coordennr o n[vels geradores de m!séria e prevalecendo a 1dela "de que tg desenvolvimento da cidade, rc!!_ vlolência. do e Justlf1cavc1 para atingi!: guardando n ... qua.11dadc de v·lda ACIO'LCEH? OFICIAL E PAla:IQJ se o lucro ou .a vo.nt.age.0, c:es- dos unfcipe. LAR- ~ fruto podrc_do slstea ro il{cit.runcnte. 1. 2 ) voce é candld'1tO n rec- cconomlco ln(laclon.,rio e ln.Jus A ddl.a contribui despejao- leiçio'! sim. to .. Valoriza o e.spei:ut.1 1 ol" é d.C em nossa.a casas toneladas l3) lioJc, quem seria o sc.u • faz soírf'r o trob~1lh.:1dor, desc1:, dr v1oJCnc1a,, sexo, obsce.nid.1- cn·nd1d4to a prefeito de. Bela. timulnndo o lm·cstill't:.nt..> no t.rA de, v11lore.s o.fet:ivos e fmnilln v·lst:.D? Por que? balho 2rodutivo. - rc-s tot~'llo-ente distorcidos., ê 0 perfil do cnndldnto ide - POLI.:ITCA E POLWCOS - A po- o Ünlc.o que podecos fazer é nl, scrln uma pcsson b.nslcanC_!! l{tico é a ciJncin que c::oorden:i trntar dtalor;nr e convencer - te honesta, empreendedora, bem e determina os rumos da socfeda nssos f{lhos que nen tudo que sucedld.:1. em s1ia vida p.'.lt"t;cu - de, do sl.stcoa., o desenvolviei aparece na IV é correto, nem Inr e com projetos e proposi - to, cnf!o tod:1s n:; :1r;oca ,!o Pn- rudo e :isstc ••• to.s de continuar O desc.nvolv-i- !s. Qucirnr:os -.1u não todos cst-::!, A acbinistr~ão péb1ic:a c:o cento ini.clndo com o atual pe mos sujeitos ;, ~ln .. Todu nos.s.n tcdos o!; n{vcl.:::, coo rnr.is e hon feito. Este perfil nind,1 nno uti.vid,:idc é lnflufdn f!Cln r,01í- rC's:.1s c-xces:ões, está conbülinã tem nome. vários cooponhe:i.ros tica. r: vital que ex!sta para dr pela corrupção, cerzada de P ode.r;o se. encai:<'at' nolc. Ço!.l lz:ovlocnrnr •' ordcn..~r n socicda- cr-c.nndalos_ O que m!s se ve 0 tc=po hnvc:.remos de divuli;_a - dê .. Qu.,ndo Ô ôe!':I t1dr.1tnft-t.rr.c.la - .:! o lt•rre: t-rãHco de in.flue:n - todo::; :1c hcncfici~, d,"> co:itT,-Í- c--Jn, .'l f..:llt,"l de honc.stid.:!dc, o '' Eue re alguns de seus rto todos _oirc>. Por Isso não fvorItL:o pessoal, os Inves­ proJctos, i.Jjd:icaçocs, t:r:1b.'lll'a. sõ os pol-[tlc0-.5 co::. rnnd~ito too tt.::.,~nt.os suspcl.tos .. ala Lrportantes realizados na obriacics; todo o povo teu que- Ttr:i.mhn é ,1 di.storç.iio e t"Do cia.irn ltlnlcipa.1. se to!IlLzar e ser participai- generalizada, que aquele que é Atuação efetiva na elabora- vo na co:-:unidrJc. e nl) r:o..;: o - hC1nesto e procura s-er fLe.l ílOS Ç .. - 0 da tci n-r-nãnic..a; inúmeras sistema dg overro, democrit!co pdres éticos e morais de rc­ indtcaçGes 00; Uma g!"ade aradora oarca Baldan c/1;. di.,c:,_ e:.,:- ... la e controle remoto, avaliada eo CrS 260.00U,C-O; r--1 1...r, .­ aradora ma.rc::a Balda.n co:o 18 discos cor vermelha e co:ra! remoto, avaliada eo CrS 14.0.000,00; U d{sr!utdor te •. rio m.a.rca SEMBRA cod. 1000 cor verelha ava!fato u r .o 000.,00, todos e.:D bO:? e perfeito estado de consi.: rv,..Jç?o..-! c1onmento. O valor atualizado dn d{vida e::, n.O'l.~l e é' CrS 11.321. 740,50, Caso o devedor não seja encontrado fic.,a de.sc!e t:5: irtt ·, - ' do, por este EDITAL. Avo.Uado(s) e::, CrS 5.540.0CO,Õ•i (d;cn cllhoe.s, ouinhentos e qun.rent.a mil cruzeiros). Não consta nos n.utos a ex.1stêncL1 de ônus so"hn.' o(-~) ~, (ns) e o feito Mo está sujeito a recurso perdente d> 'u2 1- mento. Se, na data indicad:l, o(s)--be.m(n.:;) n.:iD .:t1c~-i;-_:-i -1 lanço superior â avallaç.ão no ces..:io locnl, lls 1-4:!.5 -;:,:- dia l.8 de 'fevereiro de 1992, será(âo) Jevo~o(s) nc,•...:,,-,., venda e_arrectataçã.o em segunda e êltlr::.1 pr.:tç.'.l, dt·~~- • ... <.! avall.açao e vend.ido(s) o que.e r:!s der. Eu, (ARCUO CARLOS DE SOUZA), Escrivão do JuLzo : tz "-",> PAZ E AMOR. BOAS FESTAS! .. !'{AUDBMIR JCAVIB~ EBBITQMUNU:IPAL,... ·-·----~ ·- i BONITO - MS CAMARA MUNICIPAL DE CARAco;-+,, ,.._ ATO GROS DO SUL Feliz Ano Novo h todos aqueles que ao nosso lado fizeram a Oração do trabalho no ano - que se encerra, enviamos os melhores- voto de Feliz Natal e que, no me 3I1O Novo, continuemos compartilhando ideais de Paz, Anor e Prosperl dade. CONSUL EDUARDO OCARIZ FELIZ NATAL! Aro o3 Feliz Natal e Pró s p e r 0 1992 tornando este inesquecível. ato-- JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO FELIZ ANO NOVO! Feliz Através do trabalho estivemos ligados no ano que se encerra, que em 1992 continuemos tra e Ano Novo Boas Festas ], balhando, crescendo progredindo juntos. SÃO OS VOTOS DE: SÉRGIO PEREIRA DROGARIA SANTO ANTONIO - JARDIM - MS Felicidades! / I Que neste Natal possamos refletir no exemplo simples e humilde de JESUS, para construir no Ano Novo, a verdadeira felicidade. FELIZ NATAL! ADÃO HERODES XAVIER ANTONIO J0O - MS Este é o momento para agradecer àqueles que tanto nos ajudaram, desejando-lhes que a PAZ do Natal ilumine de AMOR e FELICIDADE todo Ano Novo! JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA ANTONIO JOÃO - MATO GROSSO DO SUL r-··,,--;----------------7 1 - • 1 l SÃO OS VOTOS DE: 1, Feliz Na O Natal nos desperta os mais profundos sentimentos de amor e fraternidade. Que em 1992 esses sentimentos cresçam trazendo muita esperança para toda humanidade. Um Eliziário Brum Xirú Antonio João-MS Ao comemorarmos nascimento daque- o leque é a LUZ, ª ESPERANÇA e a VIDA, lembramo -nos os mais quem merece sinceros votos PAZ, FELICIDADE PROGRESSO. de de e BOAS FESTAS! ATARCISO BRESOLIN PRES. DIR. PMDB ANTONIO JOÃO - llS Feliz is82 Nesta época, fazemos questão de nos lembrar de todos aqueles que estiveram­ ao nosso lado na batalha do dia-a-dia. A estes amigos, desejamos que o Natal traga muita felicidade, e o Ano Novo surpresas alegres e duradouras. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO! SÃO OS VOTOS DE: t « Es- JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES JARDIM - MS a • "' s IS R 505 - - r, #, ' .) I , I .., 1...1 J ; 1 l ,i 1 • 1 UBALDINO RODRIGUES Elenilson Classificado para a São Silvestre Comprovando as suas excelentes qualida­ IAR U/l>VJC. i...-. d s l l-4i. .t 1 ., . ---- AUTORUJADFS COIIVlDADAS t'A7D1 O IIASTI-Wll:lm) DOS PAVlUIÕES NACIONAL, ESJ'ADUAL Y. HUNTCTI'AL O npresentador Luis Henrique (Lile) convidou para o hasteamento dos pavi - 1hões: Nacional - Dr. Valdemar Ludvig , Estado - Dr. Gerardo Eriberto de Mora 1s, Município - Sr. Edson Medeiros de Moraes que concedeu a honra ao Intenden te de Bella Vista - Paraguay Sr, Ruben Garcete. Todos cantaram o Hino Nacio :: nal Brasileiro ao som da JUSSOM - Sonorização Profissional do Juscelino Rodri -, gues. Dando prosseguimendo'a solenidade foi convidado o Sr. Roque Joaquim,Paes para fazer uso da palm·ra "o trabalho da Receita Federal em nosso município - sempre recebeu o apoio do Prefeito Edson Medeiros de Moraes e das autoridades brasileiras e paraguayas, espero que este intercâmbio de boas relações contJ­ nue para que ambos possamos desem·oh·er com responsabilidade as nossas fun coes". 1, r- ,, ' .r 3 ! i 's Ainda o Chefe do Executivo belavistense disse ''atendendo as reivindica_ çÕes de brasileiros e paraguayos resoh·emos dar prioridade para a pa,·i.CJent!!_ çao asfáltica da Avenida Internacional pois estava una vergonha tanto para r.Ós moradore~ de Bela Vista e de Bella Vista - Norte termos u□a er.trada pa­ ra nossos·países rias péssimas condições que se encontrava". Lembrou Edson Moraes "em nossas andanças por Brasília reivindicamos jun­ t as autoridades co .. petentes recursos para a realizaçao deste asfalto, mas rao foi possível mar.dar una eopreiteira para realizar o trabalho, resoh·e ll'OS assumir este compromisso e hoje inaugur~os mais vinte cil e duzentos metros quadrados de asfalto com recursos propr1os da Prefeitura" F-1.nal!zou Edson Moraes "quero agradecer àqueles que colaboraram para a realiza~ao desta obra: a minha equipe ~e trabalho que muitas 'e2.es traba _ lhou ate altas horas da noite, ao Calcareo ltamar:ti que cobrou a pedra bri ta a preço de custo, ao DNER que mandou um caminhao de emulsão e tivemos = que comprar outro pois nao foi suf1.ciente, as autoridades para . guayas que fe charam o trafego na ponte_Internacional do Rio Apa por dois dias para tue fosse possível a realizaçao desta obra, meu muito obrigado!" q Segundo Roque Paes "a arrecadação do nosso município em ICMS é considerá - vel, e é através do trabalho da Receita Federal que estamos colaborando para a arrecadação de divisas para o município; quero agradecer em nome da Receita Federal e dos funcionários esta obra que o Prefeito Edson Xoraes está entre - gando à nós, pois tem um valor inestimável". Ainda Roque acrescentou "agrade­ o ainda a presença do Delegado da Receita Federal de Nato Grosso do Sul - Ir.. Waldemar Ludvig e esposa que vieram prestigiar esta solenidade, ele que sem - pre está ajudando está inspetoria federal no que precisa, meu muito obriga­ do!" A seguir fez uso da palavra o Dr. Waldemar Ludvig enfatizando "tenho pouco a acrescentar as palavras do amigo Roque Paes, pois sei da importância de tão elevada obra, quero neste momento me congratular com o Prefeito Edson Medei - ros de Moraes pela iniciativa e dizer que sempre estaremos realizando o nosso trabalho com dedicação e competência". Paro o Delegado da Receita Federal do XS é importante "o intercâmbio entre os dois países, Brasil e Paraguay, este laço de amizade vem colaborar em mui­ to para o trabalho de ambas aduanas. Quero parabenizar o Prefeito Edson Mora­ es por esta obra que ê u:n presente de Natal para todos os belavisteoses". Quando fez uso da palavra o Prefeito Edsoo Medeiros de Moraes falou empol­ gado que "graç~s ao trabalho desta minha equipe que vestiu a camisa da admi - nistração ,ue e possível apesar da crise, realizar obras, esta mara·ilhosa e­ qui~e da Secretaria de Obras do Município chefiadas pelo Engenheiro Marcos C@ ara de Moraes, que ver desempenhando com competência e dedicação o seu traba lho". vEIn _rrzxAcroAL, rrLQFrF _ASFALTAnA_PELA_PREFEITURA_N1crPAL,_c_RECURSOS PRÔPRlOS REPORTAGEM - LllE FOTOS: UBALDINO RODRIGUES Vereador Paulo Melo 1) Nomn, cidade n data do i 07 d nane mcnto? Paulo Melo, Bela Vinta, em Ie Fevereiro de 1953, Porto Murtinho - 0 0 VEREADOR PAULO MELO 2) Pais, esposa e filhos? Athanásio de Almeida Melo, Maria Sa lomé Portocarrero de Melo. Maria de Fátima Pinheiro de Melo. Bru na Pinheiro de Melo, Maria Paula Pinheiro de Melo, Matheus Pinhel rode Melo. 3) Como ingressou na política? Porque nasci politico, por fa­ zer parte de familia literalmente politica. Candidatei-me à Ve - reador por insistência de vários amigos. 4) Qual o seu partido? PSDB 5) No seu entender,· qual a situação atual dos partidos políti cos? Atualmente os partidos, com raras excessões, são formados por pessoas que não defendem uma filosofia partidária; servindo apenas de "porto" aos politicos que precisam de uma legenda para se candidatarem. 6) O que fazer para melhorar um pouco mais a imagem do Legis­ lativo no Brasil, tão criticado ultimamente? Acredito que o le - gislativo só se fortalecerá, a partir dos momento que os legisla dores se conscientizarem da importãncia do seu papel na socieda­ de. 7) O que acha do Governo Collor? O que se vê estampado na ca ra do povo brasileiro. 8) E da Administração Edson Moraes? Suas virtudes e seus de feitos? Fraca, frente a minha concepção de Administração Públi - ca. 9) E o Governo de Pedro Pedrossian? Ainda é cedo, para avali­ ar a sua administração. 10) o que Bela Vista precisa para deslanchar, progredir, gerar mais empregos? Precisa assumir a sua vocação natural que é a A­ gropecuária, com incentivo e investimento dos orgãos competentes. 11) Qual seria a participacao dos vereadores neste processo ? Reivindicar ao poder Executivo o amparo aos agropecuaristas, fa­ zendo com que cheguem até eles os benefícios que os levarão pro­ duzir mais, ex: assistência técnica agrícola e pecuária, arruma­ cão de estradas, etc. 12) você é candidato à reeleição? No momento não posso negar e nem afirmar a minha intenção. 13) Boje, quem seria o seu candidato a prefeito de Bela Vista? Por que? Seria alguém que tivesse um compromisso "sério" princi­ palmente com as classes menos favorecidas. 14) Enumere alguns de seus projetos, indicações, trabalhos ma­ is importantes realizados na Camara Municipal? Apresentei vários projetos de leis, mas infelizmente os que foram aprovados namaio ria não foram executados e outros foram vetados por motivos poli tices. 15) O que o Prefeito não fez, que deveria ter feito? Mantidoun bom relacionamento com o Legislativo. 16) Como está o relacionamento com o Executivo? t de submissão: 17) Qual a sua opnião a respeito dos seguintes temas: PENA DE MORTE - Uma .injustiça PARLAMENTARISMO - Uma alternativa MENORES ABANDONADOS - Uma consequência MERCOSUL - Uma saída· INFLAÇÃO - Um mal curavel AGIOTAGEM, OFICIAL E PARTICULAR - Uma vergonha POLÍTICA E POLÍTICOS - Uma coisa séria RELIGIÃO - PAPEL DA IGREJA NO MUNDO ATUAL - Junto com a evan­ gelização conscientizar o povo do seu direito e obrigacao. Hospital César Bordallo, Rece e Equipamentos na Ordem de Cr$ 60 Milhões O Hospital Césr bordallo, acaba de receber equlp. ntos na 60 :11hões de cruzeiros, entregues pelo Prefe!to Heitor M. dos Santo , dia 18/12/91, na presneça de fn&eras utorIdades e funcfcnirfo a saúde. Conversamos com Inúmeras pessoas de nossa comunfdade , notaos a atis­ fação, a alegria dessas pessoas, ao aberen que o Prefeito leitor, acaba de cumprir umn de suas processas. Realmente, é um fato de se refstrar, pois desconhecemos na histórfa de Porto urtinho, u Prefeito 1n sr!r tanto e educaçao, saneaento e saúde, Mas, para quem conhece os objetivos e met Is - do Prefeito Heitor Miranda dos Santos, isso é no. l po!s, no seus planos, o povo está em primeiro lugar, sepre esteve. Hoje, o povo :urtfnhLnsc, jci pode se dirigir ao Hospital, tranquilo, confiante, pois abe que lá, ex!ste um bom médico, um Hospital aparelhado, e, além disso, pessoas competentes - para atendê-los, e, assim resolver os seus problemas de saúde. 'ão fo! fá - cil, conseguir mais esta vitÕria, não fo5ae o esforco do Pref ito lloitor , hoje ainda estorinmos relegados no csqueci:nento. I.Írior, cquipnr.:entor;, n:odcr nos, de Última geraco, foram entregues ao Hospital César Bordallo, os médí cos que lá estavam, ficaram satisfeitos, pois de ora em diante, a vida dos pacientes ganhava mais aliados, ganhava mais chances de sobreviver. APÕS QUARENTA ANOS DE USO MESA CIR0RGICA 1:: SUllS'fITU!llA Após quarenta anos de uso, a n:csn cirúrgica do llospitnl Céi;ar Bordnllo , seri substituída. Milhares de pessoas se deitaram nessa mesa, rnultan 6obrc­ viveram, e, poucas não. Hoje, ela será enconstada, cansada talvez, pelos longos anos de trabalho. Hoje, Inicia-se ua nova htstorta na área da saide em Porto Murtinho. O povo de Porto Mortinho, não foi enganado como das ou - troa vezes. Hoje, os murtinhenses sabem, cada uma dessas pessoas, é respei­ tada pelo seu Prefeito, i amada pelo seu Prefeito, e que, não mais estno de samparadas, mercê dos descasos e demandas de outrora. - AVISO DE REMESSA DE MATERIAL - FUNDACÃO NACIONAL DE SAODE - P MUR'llINHO ITEM DESCRIÇÃO DO MATERIAL PREÇO EM CR$ QUANTIDADE Unitário TOTAL Enviada Recebida 01 Escada com 2 degraus 17.260,00 34.520,00 02 02 Idem 17.260,00 17,260,00 01 03 Ll.xeira cm tald Lne tapa apedal 28.000,00 84.000,00 03 04 Detector Fetol do me,a (SOKAR) 73.920,00 147.840,00 02 05 Autoclave vertical 619.000,00 01 06 Amârio vltrf.n e de vidrd 51.627,27 154.881,81 03 07 Mesa Antoroétrfca 26.400,00 01 08 Eletrocardiógrafo 9B0,000,00 01 09 Fotocolorimetro 483.333,00 01 5 seue 10 Balança Pediatrica 65.200,00 195.600,00 Ol 11 Braçadeira para injeção 18.158,18 36.316,36 02 12 Carro curativo 40. 871,82 01 13 Lrpeda sctalitta errerp;ria bater1a) 359.790,00 719.580,00 02 14 Porta-saco 35.711,82 71.423,64 02 l5 Refletor Parabólico 29.830,00 149.150,00 05 16 Balança adul to 103.500,00 JlO. 500 ,OO Cl 17 cadeira strples chapa ferro ernltado 11.170,00 4.680,00 04 18 !'.eso de cabe_ç,,ira (com gaveta) 27.813,64 55.627,28 02 19 Aspirador cirúrgico 160.000,00 01 20 Banqueta giratória 26.000,00 5.552.000,00 02 21 Bisturi Elétrico (tenno·cautério) 92.750,00 01 22 Mesa para anestesia 43.025, 35 01 23 Mesa p/refetção a1t. regulável 33,210,00 01 24 Suporte para·soro 22.600,00 90,400,00 04 25 Mesa para Cl<8llle cl!nico 01 segue 26 Mesa semi·circulor 01 OB - EQUIPAMENTO PARA HOSPITAL DEVIDA'ENTE EMBALADO SEGUE CONDU IDO PELO SR. ARLIDO. 01 Colchão de espuma adulto 02 02 Idem . . . Infant 11 04 03 Bacia Inox 04 04 Jorro Inox 2 litros 02 05 Comadre Inox 0 06 Papagaio Inox 0. 07 Caneta alta rotação 01 08 CaLxa ?ttaliea Iro, d. 1900cm 01 09 Hntcrial de sutura 01 10 Material de curativo 01 11 Material de dlsseci;.áo de veio 01 12 Martelo para reflexo 01 13 Otoscópio 01 EDITAL DE PROCLAMAS JAIIILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do Canórto do Registro Civil desta cidade, f.,z saber a quantos o presente Edital de Proclamas virem que apresentara os Documentos ex!z1dos pelo Art. 180 do Codlgo Civil nQs 1, II e IV, e pretendem se casar: Oscar Lefte Ribeiro e Geral­ do Hoffmeister. Ele, nascido aos 27/07/69, nesta cidade, resid. nesta cidade, na rua do Constituinte, stn2, !ilho de Jose Ribeiro dos Santos e dona Carcen Ros!na Leite R!beIro ele nascido aos 07/11/47 e ela aos 17/05/SJ, de profissão t1irar. Ela, nascida aos 05/01 f 62, e nesta cidade, restd. nesta cidade, na rua Vol. da Pãtral, 1098, f!Lha de Augusto Ho~ freister e_CAna Davalo Hoffetster, de profissão de lides do lar. - Se alguen souber de algum 1.rnpedi.I::ento, que se ponha-o na forra da Lei. Bela Vista-M., l8 de Dezerbro de 1991. JANILDE ROSA DOS SANTOS - A OEIc{a1 Supermercado São José DIVISÃO DE ATACADO ATENÇÃO COMERCIANTES DE BELA VISTA, JARDIM, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJU, BONITO, PORTO MORTINHO, NIOAQOE, ANTONIO JOÃO, CARACOL ANASTÃCIO, LADARIO, AQUIDAUANA, MIRANDA, CORUMBÁ, BODOQUENA. OS_MELBORES PREÇOS - OS MELHORES PRODUTOS Loja 2 - Av. Duque de Caxias, 342 - 251-1833 ATACADO - Av. 11 de Dezembro. 164 - 251-1161 DE: JOSÉ LUIS DESTEFANI "AONDE VENDER BARATO SE TORNOU TRADIÇÃO" JARDIM MANTO GROSSO DO SOL J!) ' - ~~~:~~~~-~~~~~~~~~~:_------~~~~~~~~~~~~-_!_l~ll::L:_A~~':l$~'1~A~. --~!1~D'.:.:l;:_'.f~ll=-:Z~!:_:·'~!~H~·:._•(~)_:_!~);:,:___l_ll_l_i _ ·1 HI JI.,,/• J), l·HO'!'J J.lflA IJIÍl<íO HJ-.c;J()'l d, !,!'', ') IJ1 ,';/,. AL - ----- Veread r Marcos Elias Rios da Cr z Vereador João Kalif e , dhe data de na«h nta? o KalIle r, r pai e Ilhas? MI! rto Yal!fe e Prefna e ,r· l i1 1 f !+rto hur. y, tauroter! }, Inf e A!!fatora, pna{tlea! For entenrr qu po!r!a pr tr , l ,[1( 1,) Qual o seu partido? Sou flllodo no PMIJB, 5) No r.cu ~ntcnder, quol n nltuação otunl dos partidos potlt!.coo? Não creio que, os partidos po{Llcus <-slt·J.:i:r: en s1tunçúo diftrcnte de outros momentos dcc-ocrático qualquer, a busca de es­ P•~~ ,. hterc.•~c!l porticulnres dos pol[ticos aproveitadores de oportunidade, no flnnl de UJ:2 pe· r{oJo de tnm:..1c;iio, cnusn essa parníurnalha toda, a riedidn er.1 que a democracia for sendo oelhor entondld11 e pr~tlcadn os partidos pol!tlcos se consolidam e cor., Isso o desopnrecl.mento das f1 - s1olo tla ;. 6) O que fn7or purn celhornr ura pouco pals a !Jange.a do Legislativo no Brasll, tão crltlcndo 1 ull l=nenl<·? Na rroporçiio em que os pol[tlcos forem Mllindo a necessidade de indeeendência en - trc- os poderes, pra fortalecimento da dcnocracin e sull própria sobrevivência politica. Dai, dl L1lm1lr a,; trocnR de favores - e lÓgico dessn (oran dará lugn.r a aplicuçiio correta das verbas -::- que hoir sio desviadas. 7) O que nchn do C'.overno Collor? Uo desgoverno com Cabral, Zélla, Hogr1 e Oiiarel ll quando - pnn'"cl ._t"~tnr ton:rndo o rumo, erlnclpalmente com Marcllio na econor.1ia o Sr. Presidente dá outro de ao e desacata os cmprcsnrlos, parece-me multo mnl. B) E d Adr,lnlstrnçíio F.dnon Hornee? Suas virtudes e seua defelton? r. necessário dizer que an o ~1d'<'nto e!,, Constituição de 88 o sistema de arrecadação e distribuição de recursos rnudou multo, rrl-:iclpnlr.t•ntci para os munlc{plo!J, hoje as prefciturns tem condições de fazer obras que antes_ - c-rn t:'".posslvt-1. Sl'r.l njudl do poder centrnl. Vlrtudes e defeitos, npcsAr de serec terrros antago­ nicos, todos nós possulros, no reu entender cxistcc de fel tos que sao lcperdoávcis, principalmcn ::.e p11rn o~ polltlcos, ou seja: não ínlar a verdade, não· ser autentico, não dar transp:irfncia de' NI'• nton, ~ier concentrador e principnlrncnte usar o nepotismo paro frun{lia e amigos, isto é, 1- - r,.l e desonesto. Esses defeitos obscurece qualquer virtude. 9) E o r.ovcrno de Pedro Pcdrossian? t a terceira vez que governa o Estado, tem tudo para sn- i onde tora s coru)as . aros esperar para ver como ficao. as placas. to) O q<>c lldn Vista prcclsn p4ra deslanchar, prosrcdlr, gerar mals empregos? De um plano de lh,u""H?'nvolvl="t--':itu (Jl'l' seja realista co::i nossas condlçoes n curto médio e longo prazo, que seja - e onceb!do dentro das características dos homens nativo desta terra, de suas habilidades e con - vleões, Só como exerplo - Quando prefeito Dr. Castro Pinto, contratou un técnico e deu ln{cio te t--rl"ntaçno tJo crinPic do lHcho lh•!;riortho de tttlctisoo de nosso cidade, hoje. aprovado e ccr.i. recursos contenplndo no 1ct Jc orçTt..•nto do =.ur.:iclpio para 92. tS) O que o Prefeito Mo fez, que deveria ter feito'? Tenho a visão de que sem JJll projeto c.al­ c. e etudos ér!os f{carros sc?:?pre patinando no molhado. U Inicia o outro nbnndona. O que ' ug de fazer o prefeito deve saber mais que eu. Jó} Cor>o t..•r:tii o rclo.c.ionacento coe o Executivo'? Entendo que entre poderes não existe bo.":l ou - .; t 1ec!or. .-,,r,to C quest3o de dever de cada um, e tncbêm entl'ndo que o.::.izade p.1rticulor, não : . ·,1 a ver: com o trabalho., Creio que, nnlznde, negócio e trabalho não podem ser confundldos. .,. /) Qu.ul n sun optnl.iio n respeito doo ueguintes tc=n.d: 1 PENA DE NORTE - Não relo ser n solução. PARLAMENTARISMO- Qualquer regime, depende dos homens que os conduzem. R ABANDONADO- Lra vergonha nocional em .um país de dt.":C"C:SÕcs continentnl e rlque:zas in .. • ''ll Í'ti:J. E3SUL.- Se ben orientado, pode.rã ser a sraride ss[d.i econôoica para os pa[ses participan - tes. 11'~,.çJ.O - O.,om onls quer, pode "1enos. Flea mal o consucldor. AGUYIACOI. OVlGIAL R PAJITian.AR - Condenável cm qualquer lnstâncla. l'OúnCA - u,-, necessldode parn todo cldadiio. POLITICXJS - t:stiio desgastados, e.relo ser nlnda, reflexo do período nutoritário. RJ:UG!.~O • PAPlil, DA JGR~1J.-. NO MUNDO AIUAL • Uma grande responsobllidude no crunlnho da r.:oral, ... :. ro depender C..1'1 culto de co~ seus r.ilsslonários o:ndgnc despertar os seguidores part1 a~ pena!1idade. SPrR'IAR 06. l}.El., VlSTA - coeo e o que fazer para desenvolver a Princesa do Apa - Nn décinn ·' zrefo ter respondido e!l parte. t':n plano nbrnngcntc, CO:'l particlEnção ativ.:1 da comunidtt­ • • r-sol•.3 todos os scguUtlcntos dn sociedade, dentro das corncter{sticas de cadn setor e ~ .• . • l I viãv~l e co::: objetivos clnros incentivando cooperathns e assoctções de produtores. ,.. 16) Con:;ldé.rnçÕc.s Fin.u.is - Teca. livre - Costnria de dizer que no !lnal deste nno e ao in1c1.4r a, r:óx.t .... o, devo aradecer todos que de umn ou outra maneira. njudarom eo ne.u trabalho, pedir de,! F ~:...:'r.1: ror nl~o que eventunloe.ntc dclxci de íazt:r, posso afin::ia.-r,. se.::i cedo de error, que se al- 'o detet te fazer não foi por fa.lt.1 de vont..nde, mos sü:i por dificuldades que ultrapnssar:ic m! ~,nha capstdade de St.pcr11-l ,l!1. lrtrete (Pau que nasce torto, a:orre ..• ) por ser U.1!1 ano pol[tico, não poder--..os nos furtar W dr: , •. 1". 'lO de eleger nossos representantes, tem muita ente que fala bonito, na verdade precI :: .. r se o!lar o passado de cadn candidato sem nenhum.1 paixão partidaria, precisanos ser honestos P '-~" ..... e.~';('•,~ ou cont:1nunr-c.rc:os no caminho do atoleiro. • • d -=tr . .il:-t.~rc o todo belo.vistensc que ama esta tern e seu povo c:iro.vilhoso, nDo deixe de pa.rti irar, quettone Intensamente, política é o carinho por onde obrlgatcria.i:cntc pnssru:i e sê t • .:..."' .,~ cr.,::~t•!; dc.cisÕc:; públicas ad!:!in1.st:rativns .. Todos de.veoos portictpa.r. O povo não pode a +o deve ftsr ararem das soluções dos seus problemas. e t o t " Vh'RF.AOOR • JOÃO JCALl FE eliz Ano Novo QIJE OS MAIS ALEGRES ACORDES DO FATAL SOEM POR TODO AflO NOVO, ESPALHANDO Sl'A liOSICA DE PJZ E ALF.CRIA ... CRUZEIRn DO SUL VE[CULOS LTDA - e. GRANDE ' rala, epon e fLIos! Ho to tar a d cru: "e r!a Aln+!' ta Cru,, '1los - '!lton A!!da da Cru, A Ida da rur. Ara de evite for,lado por ' )) Coo Irresou na políttn? 4 oportunfd te, Ara o Zac.rias, 1 t,) Qu.J.J o Meu perttdo? p - Part!do do 9) No eu entender, qual a ituçio nauta1 do « fortalecendo. do LllatIvo no branfI, tão crItleodo ) O que fazer para melhorar u pouco nats a ',,, 'entre_os candidatos uls que - ultima ·nte? rlentar melhor o povo ar qu sa! ,ar d!d!r o veto no dta da e!el. o melhor va! reprenentar no caro a que se propoe, qu , oro curta o u prazo, mas o /I por sso, te que ser ri!to consciente, o mandato To e por afs curto que seja é lono demafs, f,ver o certo pelo cuf - 7) o 11 n.e acha do Governo CoI1or? 'o meu entender começou quere nd o .ai" ndlt!'r:'ltu J'n t· m 1 f ~ n'o errado como e pude«se detxor de Ido o lfstattvo; a Jus!!ssr '.",, e pelo jrasf1, aradurecIdo e ftzer aluas reforas mfnlster!ala e manter determtnao de nts rperan,as Inda nio estio perdidas, u[·tude Dtneteno e ) E da fntstração Edon More! Suas virtudes e us defeito? ·',, .,, ovént- 1 • m t.er.e[Jdo do noA o r-~n e P 'l c:r.' , .. • crpacldnde e•rn conre.,u r coopera,ao para soar en " , 1 do asfálto da A ,, ar. c.CY.'1 o Ex<•rc1to I!rnsileiro, recurso do overno federa!, INEK. Para au, ° C " to Eodoque­ n1da Internacton+1,_ta!tdaáe de relacionamento co tiras coo Itaarat: " ",'ára nH cons~!lulndo doaçots o preços ,:,ais baixos na •~ufslçoo de pedra brJtadn, r •• l 1 nob o Consórcfo Intermunicipal, que_soado a equfpada Secretarta de Obras tem rob!Idade par gtanden r('l111:>:nçÕcs co::lo tl t'>..tens« iirc11 .,sfnltadJ n'"ste nno. Deleltoa - C<'ntrnllzaçiío do poder e suas próprias naôs (Cabtnete do Prefeito) de[ando s S~·creturt,us scn nutonooin para resolver; o que é melhor para as mesmas, - Esquecer s areat ra Ir afastada do centro urbano ffcando a desejar nessa rea o ntcndllrento