RIEUnA tiiiin noii r i iii o i SIO VICENTE DE PAULI DE DELI como estava sendo atendi da, SÓ se atende boje - problemas grav!esicoa. SÓ para exemplificar, nossa cota de Internação é do 150/mêa, oendo que atend!nmoe mais de 200 internações meneaio, a - carretando mais despesas para o Hospital compl1 - cando ainda mais a situa cao. Fizemos mais uma pro­ moção no Sessenta Espor­ te Clube (Motocross) co­ locando na cidade mais de 2.000 ingressos paro a venda, só que foram vendidos apenas uns 40 ingressos, justificando aí a má vontade de todos em colaborar com a enti­ dade. Mas mesmo diante - dessa dificuldade nós es távamos firmes procuran- Prefeito Edson Medeiros de Moraes, Engenheiro Ricardo de Souza Rosa e ex do levar a diante aqui­ 'E!vwy_yret'5"? 1o que a cada dta se tor Secretário de Saude, Dr. ton ranaa .- nava impossível, que é real situação do Tiospi vel vinha se mantendo fazer o pessoal do Hospi tal. bem e atendendo a conten tal trabalhar com condr- Estive pessoalmente to a população de Bela çÕes e tranquilidade. no Ministério da Saúde Vista e região. Apesar de ser uma pes cm Brasília, pedindo en- Fizemqs no final de soa envolvida com a polI tão que fossem recomeç~ Junho de 1991 • o Primeiro tica, nunca usei dessa - das as obras de reforma "Arraia da Solidarieda- entidade para me promo­ e ampliação do Hospital, de", com o objetivo de ver ou tirar algum pro - fazendo meu papel como arrecadar para o Hospi- veito político, ao con - Presidente. tal, mas por inexperiên- trário procurei ser cor- A nossa preocupação eia nossa arrecadamos reto com todos ali afas- naquele momento era que muito pouco pelo que foi tando a política comple­ se reiniciasse as obras a festa, mas o objetivo tamente da vida do Tiosp_! Venho através des t a do Hospital nao observan sempre foi de ajudara tal. a um mês do término de do então o dia-a-dia do instituição. Como é do conhecimen- meu mandato como Presi - andamento da instituição, Veio o mês de Julho. to dos Senhores O corpo dente desta entidade, P~ visto que ali se encon - reinauguramos o Hospital clínico dessa entidade - dir meu afastamento def.! trava pessoa de capacida e aí começou uma nova e- pediu ao Conselho Fiscal nitivo de meu cargo por de e de confiança da di- ra para nós. para intervir e fazer u- motivos particulares e reção clínica. Meus Senhores, voces ma auditoria, mas o que outros explicados a se - Em Janeiro de 1991 imaginem se a nossa si - não entendo .por que fizera guir. fui obrigado a demitir a tuaçâo já estava difícil. tudo isso à um mês de mi Como é do conhecimen- Sra Helena Lopes Pereira no Hospital novo as difi nha saída definitiva da to dos Senhores, assumi- visto que não estava cum culdades aumentaram mais entidade. Não vou julgar mos O Hospital em Feve rindo o seu papel de ad ainda. Tivemos que con - ninguém com esta atitu - reiro de 1990, funcionan inistrar bem o Hospi tratar novos funcionari- de, acho que cada um faz do em vários lugares, c~ tal, deixando para nos os, comprar roupas para. o que bem entende e to - mo O ambulatório no Pos- a época uma dívida de pacientes, material para dos são responsáveis por to de Saúde da Prefeitu aproximadamente Cr$..... limpeza, material para aquilo que fazem. só não ra Municipal, o Centro - 10.000.000,00 (dez mi - lavanderia, ajustar o entendo a atitude de cer Cirúrgico na Enfermaria lhÕes de cruzeiros), fru funcionamento dos equipa tos médicos que tem pre­ do 1O9 RC MEC, as inter- to de uma situação que mentes novos com a vindã tensões políticas e se a nações e administraça proporcionava a ela sem- de técnicos, despesas a- cham no direito de acu = no Hotel são Geraldo. pre a desculpa de estar dicionais como queima de sar sem O mínimo respal- A minha intençao des- bagunçada a vida do Hos- auto claves, dijuntores, do procurando atingir di de O infcio era dar de tal, não dando condi - etc. reto a minha pessoa. Te= mim um pouco para o b~m- çÕes ao Sr. Celso Balta Como nosso faturamen- nho a consciência tran - estar desta instituicao de fazer os nossos Balan to continuou o mesmo, a- quila que fiz O que pude que é fruto do trabalho cetes. pesar de ser pedido novo fazer para o bem do Hos­ de tantos belavistenses As nossas dificulda - enquadramento do llospi - pital. Sei que não agra­ ilustres. A nossa gestao des aumentavam quando os tal, as despesas aumenta dei à muita gente, pois começou muito bem, os d~ salários subiam e o INSS ram muito, aumentando único homem que foi a­ is primeiros meses, Feve atrasava o repasse pa~a déficit mensal, vindo a gradar a todos o crucif! reiro e Março de 1990 , 0 Hospital. A cada mes prejudicar mais ainda a os nossos Balancetes fo nha acumulando déficit nossa situação. ram publicados na imPreP! ois a Receita do Hospi- tas a tudo isto nós sa local, e O Hospital~ tal nao pagava as despe- estavamos.superando bem pesar de tudo, das difi- as. ou mal recebíamos os re- culdades, estava indo Coloquei na época pa- cursos do INSS e pagava- bem. ra administrar o Hosp1 - mos alguns forne.cedores A Administradora do tal O sr. Mário ocãriz. - e a folha de pagamento. Hospital, na época. era de souza Rosa, confiante GOSTARIA DE FRISAR A­ a Sra. Helena Lopes Pe- +ue ajudaria a entidade OS SENHORES QUE A ENTIDA da tao pe q ar· meios para sair . DE DESDE QUE ASSUMI A reira, indica en - procur •· EN lo Dr. Carlos Alberto O- da"s d.ificuldades. Uma PRESID CIA NUNCA RECE cariz e Dra Azala Arlo- qe minhas determinações BEU AJUDA FINANCEIRA DE ta 0cariz, indicados por ovo administrador é NENHUM POLtnco OU SÕCIO mim para_DrrecãoCnica que fosse feito o livro- DELA. - caz-~, com entrada e saí Para nossa surpresa o do Hospital. da N +Ln1 De abril em diante as da do movimento finance! I SS s p esmente parou co:l.aas começaram a se ro e das compras do Hos- de passar os recursos de complicar para O Hospi pita.l e assim até hoje - todos os Hospitais no j • estava esta· sendo -nnnrida essa Brasil intei~o inv:iabili tal, visto que [a - _U P' zando o funcionamento insuportável a situaçao determinacao. foi quando por meu inter Neste tempo. ainda, o médio fizemos uma repor- q d Hosp-ital a·pesar ·e ter u tagea na TV Morena e - z_. a ma d{vida ja considera - Campo Grande, sobre Exmo. Srs.: Edson Medeiros de Moraes Dr. Roberval Borges Luis Fernando Nunes Ron- don José G. da Rosa Neto llaroldo Braga Cavalheiro Jurandir Festi Filho,me~ bros da Diretoria da Be­ neficência Hospitalar de Bela Vista, eleita em Ja neiro de 1.990. ,. DIARID REGIONAL l II • Hospital, visto que não teríamos ma.is condições de atender a população - Antonio João - O Ve - resdor Sérgio Mohr foi e leito presidente da cimã ra Municipal desta e.ida= de. A eleição foi no dia l!? e não houve surpresas, tudo estava definido; os Vereadores do PHDB, em sintonia com o Prefeito Ovaldete CoInete, elege­ ran a tesa Diretora, Sér caram, mas procure com minhas próprias forcas , com no armas que tfnl1r1 fazer o posa!vcl para o bem dessa entidade. Como o Corpo CIInfco citou: estamos em um cu os administrativo, = - será que esoc conceitua­ do corpo clínico que por serem pessoas de curso superior e entendidas es tão reall:lente fazendo corretamente a sua parte para que o Hospital te nha um bom faturamento - financeiro? Coo d1z na gíria: "o macaco nao enxerga o . próprio rabo" e tem méd.!_ coque não procura cola­ borar com a entidade só tirando proveito dela e ainda jogando pedras - sem as mínimas condiçÕec para isso. Poderia tranquilamen­ te ficar até o final de meu mandato, que seria o correto, pois acaba no final de Janeiro, masco mo a minha 1ntencâo des= de o início era de aju - dar esta entidade, sinto que hoje a minha presen­ ça incomoda muita gente ao ponto de falarem que não ajudam o .Hospital en quanto eu estiver aa Pre s1d@nc1a, notícia esta - espalhada em versos e prosas por toda a cidade pelo corpo clínico desta entidade. Por esses problemas é que resolvi deixar defi­ nitivamente a Presidên - eia do Hospital, pois a­ cima de tudo faço isto, para o bem desta entida­ de, visto que com minha saída, todos poderno aju dar sem que tenham des = culpa de minha presença ali. Muita gente poderá in terpretar diferente esta minha saída e inclusive usar contra minha pes soa, mas tenho a cons ciência tranquila que es tou saindo um mês antes: para que outras pessoas consiga realmente a aju da de políticos, sócios: população, enfim, conse­ guir tirar o Hospital desta agonia que é a fal ta de recursos para ateÕ der as mínimas necessi.da des. - gio na Presidência; Xirú Bru, Ig Secretar1o, Sel­ so Penzo na 22 Secretaria e Dirceu Alves, vice pre-­ sidente. Fal.taram à sessão os Vereadores Venceslau Ca - brera e Celso Lozano. Sérgio Mohr, far±c@u­ tico de profissão, preten de dinamizar as ati if.a - Dene]o ao meu vice pre1dente, que apora no comando da entidade con­ tga o mal rápido ponsf vil, conseguir aenfzar a vida de todos al.i no I'anpftal e competêncfa e le tem para isto, poi contara com o apoio de mraIts pente, e eu tenho certeza que todos nós un1do o Hospftal natrá deste quadro difl.cil em que se encontra. Meus senhores, espero que entendam a minha de­ c1;io e que por ventura tiver que responder por alguma coisa a mais, es­ turel pronto, polo todo hoem público está sujei to an regras do Jo. " Em tempo: "e muito fá ci1 criticar, atirar pe­ dras, buscar culpas, às vezes, para encobrir as próprias deficiências aprendi com o meu pai a assunir acertos e erros, tenho a ombridade de ser aquilo que sou. Aos que me criticam, aos que se omitiram, minhas mãos es tendidas, o que importa­ é Bel.a. Vista". Atenciosamente Eng. Ricardo de Souza Rosa Presidente Fuzilado no Natal com Três Balaços O !3TAL FOI SANGRENTO NO "PROJETO GUAICURUS", LOCALIZADO SETENTA KI LOETROS DO PERÍMETRO UR BANO, NA ESTRADA QUE DE­ MANDA AO SALOBRA. DURAN­ TE UMA BRINCADEIRA DAN ÇANTE NA BASE DE TOCA DISCOS, UM JOVEM FOI BRU TALMENTE ASSASSINADO COM TRÊS BALAÇOS. MATÉRIA NA COMPLETA PÁGINA 08 Sérgio Mohr foi Eleito. Presidente da Câ - ara des do Legislativo antol niojuanense traba1han1; d e corum acordo com Prefeito Ovaldete, vis do, segundo suas pala vras, "at-endcr os re~ mos do povo de nossa c1« dade, que quer ver os sd us representantes tra ] balhando pelo bem-estar da pop-ul..:J.çÜo". Defesa da Amazônia MA TtRIA NA PÁCTNA 08 JOF ML TRIUNA D, FRONTEIRA Classificados Murtinhense Hotel Pousada do Pantanal PlJ{h JJHDIM U'MA GRANDE SURPRESA 1 Fealrent o Dai le do Revellion do Esporte Clube Jar­ dií foi uma grande surpresa para a o ciedadc jardinen - ao, que há muito - tempo não presti - giava mais os even too. o Baile foi a­ br ilhantaào pelo - conjunto "Casa Dlanca" e quem es­ perava que fosse - um baile "qualquer r,c enganou, poio - foi um uceso. PARABÉNS... Qucremoo parabe nizar o nosso ami­ go e Prcoidente zé Preto, polo grande preoente de Final de Ano. Zé já nos mostrou sua grande capacidade, espera mos que continue= assim e ainda me - lhor. 1992 (ponto de vista) Passou-se mais um ano, a princi - pio em cada passa­ gem de ano existia a perspectiva de - boas novas, proje­ tos e futuras rea­ lizações. Por mais que nada fosse bem, restava a esperan­ a, e baseados nes sa esperança nós - brasileiros bata - lhamos para que a peteca não caísse. Porém 1992 veio ne gro, em cada boca­ de pollticos, ho - mens de nossa con­ fiança, os quais - nós intitulamos nossos representan tes falam a uma sÕ voz: recessão, ve­ jam bem" Recessão não combina com Es peranca, Tranquil? Fu nd acao: 2 0 de Fevereiro dade, Paz e Confi:: CGC.HF 15.513.203/0001-90 anca. Em outras pa Inscrição Estadual: 28. 209 .003-1 lavras tiram-nos o Diretor - Redator Chefe - Ivaldo Pereira nosso sentido de - Diretora-Administrativa - Maria Estela V Pereira vida ou seja a Es- Gerente - Gilson Silva Santos • perança. Conclusão, Redação Administra~;; p - • ..,..o e arque Grafico· Av Tribu rei ..===================================!- estamos indo não - na da_Fronteira,564 - SEDE PRÓPRIA _ ' . • - q selltc' li AÇQLJGLJE ESTRELA sabemos para onde! Redaçao-Jardim-Rua 14 de Maio 34 Pone.439-1410 - CAIXA POSTAL-23 _ B la • 2 - Pone:251-1669 to SEMPRE QUE PODE e Vista - Mato Grosso do Sul A galera jardi- SUCURSAIS nense que estuda - Porto Murtinho - Av.Dr. Corrêa si o F - Antonio João - Av. MaE ç, '»' /n-/one:287-1239 fora nao se esque- • na O rosso, 675 ce das maravilho - Haracaju - Av. 11 de Junho, 91 sas águas do Rio Bonito - Rua Pilad Rebu '5, s/no Formoso, quando en Caracol - Av. Brasil, s/n9. qualidade. Temos também linguiça e carne de porco defumado contra-se .em suas- (Correspondentes em Campo Grande, .r,~_ férias colegiais , cipais capitais) Bras.u.ia e pr~ ~ iprodução própria) Rua Guia Lopes,727 - Fone: (067) 439- 1897 como de costume,lo • go após se diverti ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 - Ass SEM. l I BELA VISTA - MATO GROSSO DO SOL rem em nossa cida-= PELO CORREIO - 40.000,00 - • 20 .000,00 wE #.5±° • "Canaã" ~.lotrônica Oriental l Iop,·cl11llv,d11 TV, Pll e core e parelho connerto om ena peral. T + Ferreira -- Técnico PORTO HUll'rINIIO - MATO GROSSO DO SUL - de do un 'Travenn da Praça 'Thomn La-­ rnpetrnn, u/n? CC- 1550271/0001.07 - INC. EST. 28.2141704-3 0LMES FERREIRA COMES DONA MERCEDES VIGTRA G0l1F.S PROPHIETÁRIOS Ruo Alfredo P 1nto, lld FONE: (067) 287 - 1325 - CRP: 79.280 PORTO MURTINHO - MS Casa Americana 1>8: NELSON Rllll!lllO l'RllllS Aceitnmo Cartão Ouro-Card. Dia- Atendimento dine nolto, conocr - tribuldoro COPACAZ, Artigon purn - too de pnoun e cômnrn. proacntoo, roupuo, Supermercado, Li Profer1.Cr'lçn :ni: ·1,1lt.,rju, j fomenta um elevado pe [ drão de ét!ca e tclu nas prof!sses e ajud estabelecer a boa vo:tu de e a paz no ando. - Uma a:so{aio de 1.131.734 de 1deres de­ dfcados a prestação de serviço, que pertences a 25.682 Kotary Club3 e~ 491 distritos e 17 pa[ ses. Os Rotary Clubs se reunem semanalmente pura que seus sócios possa u sufruir de um mútuo espf rito de comp:rnheirl, r.io ;;­ discutir as pecas de ser. vtco do clube. A aft1la-] ção a um Rotary Club de­ pende exclu~iva~ente der convite, e e feita na ba se de um representante de cada ramo de ncgÕciosJ profissão e iustituição, f u sistema de classifica] cao que asseura a forma] ao de um, o represenf tativo da c nidade. O Rotary nternacio - nal é a associação de to dos os Hotary Clubr d~ mundo, Para este ano o Iagro já conta com um projeto de atuação junto aosfF==~~========================z:::cm;m111:111m EEE:a;:;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;:;;;;;;;;;;;;;~ E±E#±E] Cruzeiro do Sul Veiculos Ltda. campo no 'município de Ja raguari; serão erradica­ das as plantações de no­ ,·e propriedades rurais em Caracol, para a poste rior liberação; e serã concluída a liberação de 43 propriedades e Sidrg lândia, onde será feita a revisão da rebrota. Hoje, no Estado ape - nas 27 municípios _estao liberados Para o Plant!o do genero 'citrus • Sao eles: Corumbá, Ladário , Sonora, Pedro Gomes, Co­ xim, Rio Verde de Mat.o Grosso, Costa Rica, Cha­ pado do Sul, Cassilan - UNO CS 89 - Gasolina - Bege UNO S 89 Gasolina - Vermelho UNO S 88 Alcool - Bege OPALA 84 LUXO - Al.cool 4cl - Marron CHEVETT 85 SL - Alcool -·verde Metálico Voyage GL 87 - Alcool - 5 marchas- verd.Met. MONZA 83 HACTH - Alcool Vermelho CBT 76 com lâmina Orfeu Bais caem caminhões ambulan tes. Como forma de in = tensificar o combate es tão proibidas no Estado o cultivo de Limão Gale go, Pomelo e das laran= jas Bahia e Baianinha, que, segundo Sebastião Freitas, são as varieda des mais suscetÍ'eis i doença. Além disso, é importante que o produ­ tor ou interessado no culti'o de cítricos pro cure o !agro para maio= res orientações. Com o controle da doença a produção de cítricos po de duplicar. Hoje si~ 957 hectares plàncados no Estado. UNO S 90 - Gasolina - Bege UNO SX 85 Alcool Azul Me!:álico UNO CS 87 Campo Grande MS Al.cool ROTAR'{ P flOl-'ORC IONt..: ' - Sen·iços à juventu-! de através do apo1o a] instituiçoes de ensino e'I grupos de escoteiros outras organizações ju'e nis, assim coco através­ de programas de orienta­ ção sobre carreiras. - Serviços aos idosos através do apolo a projel tos de habitação de bai-/ xo custo, de assistência, médica e outros serviços' especiais. - Serviços aos defici entes através de trata= menta médico, progranas de reabilitação, de tra­ tamento profis5ionalizan te e recreativos. - - Serviços profissio­ nais atra'és da prática e promoção de ele'ados _; padrões de· ética e condu ta nas relações de neg0- 1 cios e profiss!onais. - E ira vartada série de projetos culturais,co munitários e ambientais-; coo a ·finalidade de acenl der as necessidades espe'. cíficas da comunidade.-! ~ Bege BELINA 89 L - Alcool - Branca Caminhão Ford.74/Trucado/Verde F.1000 88- Branca/Preta-Diesel com ca- sã pota fibra-inteira Rua Santa Amélia, no 104 - Fone: 624 - 7055 BELA VJ STA, O'.J DE JA. EIRO "" 7ao "0" """" "" "" Municipal DR 1992 - PAGINA 0 1 Prefeitura Municipal de Jardim li I ((OU' MA# !9 UM/91-6- D I DE. A0TO DE. l','Jl. DL/MI OM! O E AI/IO LO, IVIES 1ELICD, DE JARDIM-M5 o PreteIt, Muntlpal de JardIn, Estado de Mato Crosso do Sul, FMI AMEk que a irara Munfpal aprovou o ele ancfona a se " ) u1nt• l.t l: 1ft 1 - CAPÍTULO NICO - DAS DISPO'SI,E PPELI'AI'AES Art, Ie- Etna Lef Intftui o reire )ur[dto ünfo dos er v1dores públicas do Mtunfe[pfo d Jardim, de sus autarquias pa MI1cas, • Art, 22 - Rele Jurídico, para fefto desta Lei e o confun­ to de dIre{tos, deveres, protbfç@e e responsabIIIdade estatele c1das com bane nos prinlplos constftucfonals pertinentes e no precetto leyals e reprulaentares que reem as relaçoes entre o M'anfelplo e seus servidores, • Art, 32 - Na aplicação desta 1el serio observados, alem de outros, os seufntes conceftost 1?- Servidor é a pessoa lealmente Investida_em cargo pu­ bllco no nJt.e de 40". p § lQ - O servidor contará, para este efeito, todo o te:::.po de ~erviço ~ prestado ao Hunidplo, inclusive na c diçao de contratado. 5 29 - O odic!onal ppr tempo de serviço é devido a partir do dia 1.1:!ediato aquele ea que o servidor co::pleur o qutnuê nio. • § 39 • O s~rvidor investido eo cargo de provl:::ento eo cc:: sao continuara a perceber o adicional P?r te::::ipo de serviço. 5 4Q - Quando ocorrer aproveita.-:ento ou reversão serão e, siderados os quinquentos anteriorente atingidos, bé. coo !raçao do quinquenio interro::pido reta::a.."ldo-se a cont.age:J partir do novo e.xerc{clo. 5 5g- O adicional previsto neste artigo é devido, nas re: mas bases e condlçoes, aos aposentados e disponíveis que te nham coople;ado, na atividade, o te.::po de serviço necessário sua percepçao. SUBSEÇÃO 1V • Dos adtcionai& de insalubridade e de pericu: sidade, Art. 102 - Os servidores que_trabalha e locais Insalutr eo contato permanente com substancias toxi.cas, ou con r!sco e vida, fazem Jus a u,:, adicional de 40 sobre o vcncl.i::ento é cargo efetivo. Art. 103 • O servidor que fizer Jus nos adicionais de In lubrldade e ~e periculosidade dever.i o·pc.nr por u:J deles, nE sendo acu:tuln.veis estas vantagens. $ 1g - considerado coo Insalubre os serv!ç.o, de coleta de lixo. § 2.11 • O direito ao adfcional de fo~alubrldnde ou peculos< dade cessa cc a eli!nação das condições ou dos riscos -é dereo. causa a. sua c.oncessa.o. Art. 104 - ~proibido, à servtdora gestante ou lactante, troba.lho eo atividades ou oper.açoes cansiderz:d:is L,salubr~s 0 perigosas. Art. 105 - Na concessão dos d!c!ena!s de Insalubridade og periculos!dade, serão observadas as situações especificadas lesislai;ao npUcavel no nervldo.r pÚblico. $ Ctco_- O adicional de insalubridade or trabalho e Ra! X ou substa.nciaas ra:dioa.tiv.ns correspondera a qll.'.lrenta. por cc t.o do venciento do cargo efetivo, e ser.i conced!do na !o:::!a • d.a lcgLolnçao pertinente, . Ar:. 106 - Os l.o:;n.ia de t-rnb-.1lho e 03 servidores c:;;u~ operu: e~ Raio X ou substancias radioativas deve ser rant!dos 3r controle peranente, de ::odo_que 45 dose-D de rc:i.d!.~;.:i., !o:,iz.,e,n tea na.o ultrapasc:J o nível ·ou.imo pre.vi.sto n,1 leR"i.slncé.o p:--Õ • prta. § Cntco: Os servidores a que se refe..re este .r:.rt1E,:> dc:ve.:i ser subettdos a exames clínicos e laboratoriais periódicos. SUBSEÇÃO V • llo Adicional po~ Serv11:o Extrnordln.Ír!o. .. Art. 107 - O serviço extraordinário será rezunerado cem 11 ~~~~~~- de cincoe.nta por cento e relação à hora zorra1 di § _'1nico - O serviço noturno, prestado er horr!o capreeng do entre 22 (vinte e duas) toras de u dia e 5 (cirzo) ±e,,i do di.11 se:sui}tc tera o vnlor-ho·ra 4c.r-csc.ido de 25t.. (vinte cin· co P~'t' cc.nto , c.oc:putll!ldo•se cactn. ho-rn co-o 5., !:l.inu"'o'"' inc:i dente sobre a reuneraão prevista no "-ir" e«ré ará. ;- 1 1 O DB tH'.? PÁGINA - 0( "" ""v "· "A" """ Preiu1tura tuntcipal de Jardim ,,Ã, O MHIIKL DE PP1A Art, Hl adepewtit. ente de uollftação, ri pago ao • er 1dar, a trar d {, .-i .• ,, IJ dffonal de pelo tenos 0 (cinquenta tor cento) da reraio correspondente ao r,t.•r{odo trfaa. , 1•. - 0 adicional In!d'ri, sempre, sobre a remuneração de u tê«, atnda qu o servidor, por força de lel, possa gozar fe 8ris er[o'o s .p,•rJur. . • .. l,, LO ,~1 ,I,> ,,.,r-11 (,110 r,ntt·rtor, o J,rrv!dor pcrccbrrn M, d'e{onl quando do povo da pretro ptrÍorlo de trlntn dlns­ U ct" ... , l,t .. li ,, 1J - 1) J,f•rvl,'nr, ,. 1 rr J, • d ueuulaio leal perceberá o alfelonal de férias calculado sobre a vencimento dons dois cet o, 4 4,0- 0 n!lfol de que ri 1,, {"f.t.(· ;irtlgo scrd pngo no q prJ~,,1ro ,1l,1 1 w·t o h(r!"•'T 1.•r,trnr em•~º'º Jc rértn,;. 1!+0 Estatuto dos Funcionários Publico Municipal li 1 rt, tu! • rvtço noturno, prestado cr.t horário coroprecn- t) dl1lr" ,11tltl' .'.I C• . .fr e dua ) horas de urt1 dln, e S (cinco) ho - t; r.1• d,, dl.1 11 uilll< .. , •1 i ,ln I-lo u,1 11dlclon,1l dP 25 (vinte e q. Inca) por cento obre os venfréntos do srrvtdor. d ;u1 sc,y, 'l 11 - r ll,Tll IC:A~Ãw'.rc pcd.>~o nd')ul•ltlvo de férins seríio- t <1:dpldoR do:-c r:l'si.?:. dt• ,.-x';rc{clo. .. .( ~ l!! - r. vedJdo ev.1r J conta do ferias qualquer Cnltn no Ç( sorvlço, . tt 311 - r. f,1cult,1tl.l .10 J:rvl<. 1 nr converter 1/l (uro terço) - .... c1a9 férlns l'':1 i1bc:,o pt1cunl.Írlo, desde que o rrquelrn com prlo .... ~ r-(•no:• 15 (q11ln1<') cH, vlntr dl·H con~t-cutlvos de férias por !eoestrc de n­ . 1 l1' 1 !dt1cl<- pro:"l'l:·doru1, 11rolbtda, cm quulqucr hipotcs", a acum~ F laçno. n Art. lH - As (érlus r.or.onto poderão ser inten;ompidas por t 1 r~otlvos dr calnrnidudl• pÚl,llca, conoção lntcrnn, ~Yocaçôo pa- r d rn jlÍrl! serviço ou eh"itoral ou por r.iotlvo de sup'Crtor inte - rC':.:C' publlco. a CM!Ttll(• lil c1...' tipo,r ' r dev!do r I4do ervfo trardrár{o pa • , , , , 1 (11, r f ,• : , r( , v l l, !'fio Õ , 1 . .w to{ao ou fur áu de 'Ifouel previsto no rtlo ante CA?11..t.O l'i - l).~s UCE,Ç,~ - srÇÀO I - DlSi'OSJC()F.S GERAIS Art. 116 - Concrc1rr-!:t>--i Uc1..·•1ç:,: I - ara trata·to de 4@d+; t l - i'•'1' reto de doença n pessoa da fnn{lin; !1 l - ;, rt'"'' tl,l •~ ! ' - " l~ <"1 .. 1 ' ' 1 •: de gale, «ri observado o dgfdo sf!lo tre o laudos e a - tentado« 'd1os, Art, 12 - No curso da licença para tratento de ad, o erv{dor abster-se-i de atl/Idade re unerodas, sob pena de f trrrupção da licença, to perda total do ver!ento, desde o flc!o destas atfvfdades a até que te srua o cro, nto - o per[odo compreendido entre Interrupio da lt­ cena e a reassunção será considerado coro licença pen venL - tento, bem como estará su)e!to as sanções do rt. l8 esta - !d• Àrt. 125 - O cHvidor niío podni• recu,r.r·r-<' á fn,pt•ção eédi cn, sob -pt?nn de susecnsâo do pazarento do IPr.clr:.e!: o, até que we real !,e ,. lnn11eçno. Art, 126 - Consi~orado opto {!Jll Inspeção réd!CA, o s~r•,!dor­ rênasur,lrÁ o ~xrrc:[c:to, sob pt-nn de S"'re.rl co-~ut1tdos CC':lO fn.J.­ to.!I os dlns de lllJ9ênc1n. Art. 127 • No curso dn licença, podcrã o ccrvidor rcG•:ercr- lnspc.clÍo rédica, caso e Julgue em condições de reassumir o eYerclcio. Art. 12i! • 5Há sernpre integral o vencii:,énto ~ r•~p,1ctlv3s• vantnPcns do servidor l lcencJado p,,r,q tratnme.nto de saúde-. Art. 129 - F' cuso de acidente de trabolho ou de doença pro rt ss lona!, será tnllntido lntegra Ir.ente, durnnte a 11 cença, Õ vencimento do ucrvidor, correndo ainda por conta do município os despe••• con o trntnmento ,-,;dlco e hosplrnlnr do servidor , que scrl renli1odo, se1T1pre que necensário tn t.'stabelcc1r.,("nto - de nosloti-ncla i:r.édlcn, § 19 - Considera-se ocidente do trabalho todo aquele que se verifique pelo exerclcio das atrlbuiç~es do cargo, provocando, direta ou indiretamente, Jcsiio corporal, perturbnçiio funcionnl ou doença que ocasione n 1'!orte, a perda parcinl ou totnl, pH· mnnente 011 temporíiria do cnpncidode !lslca ou mental pora o trnhalho. § 29 • Equipara-se no acidente no trabalho n ogress.io, qunn do não provocnda, sofrida pelo servidor no serviço ou em rnz.80 drlc e n ocorridn no desloc:oncnto pnrn o serviço ou deste parn a sua rcsldê.nc:la. § 39 - Por doença profisslonnl entende-se a que se deve • - trlbulr, como r-elnçâo de fclto e causa, às condições lnerentt's ao serviço ou fotos nele ocorridos. § 4Q - Nos casos previstos nos l'arágrafos 10 e 2l!•·,· llt· a~o-,;in,l1:'l":l•Jtt, d"" cõnJusc ou companheiro; 'll - r,tr.1 {1t.i L·I, .. }(' pol[":h.l~ VI!I- per pulo por s.«tiu 'al; IX- pra o trato de tvrree particular; X - rnrn o•· a•rc{d .. ('i• ,.,t)~· ... , clnssistn. $ 1e- 0 rvltor ·vi.. ·e' pertanecer em liccnca dn. mesma espécie por período super;ex v!te e quatro meses, salvo os cu:;us dos Inetso ! H, 'I! e • , 2°- Seri coas!ter d3 nro:rzção de licença quando o ser vtdor _forular pedf'o, ' re •:--r:, t'Spé.cic, nntes de 60 dins dÕ :.cu te.rmlno. ~ rn!co - O p~dt(!~, 6, -:'ror:-c-c;t..;5o 5cr,1 nprescntndo antes de Indo o prazo de terça; c fnge!crido, contar-se-à como de licença, _sen vencizento, o perlodo compreendido entre a data - de seu 'tcrnino C! ,::, rlo l'C.1h1•cinc:11to oficlnl do desp11cho dcnega­ torlo. Art. lli - i licença tétlc é concedida pelo prnzo indicado no l.::i:udo ou atcstndo. 2!- De!s dias ates de ter1nado o prazo, haverá nova - inspeção e o_laudo tédio concluirá pclit volta no f.erviço, pe­ t~ prorros.1çao da 1 lccnça:, pela L1poscntadorio. ou pela readapto Ç",10. - 22- Se o ser!dor e apresentar à nova _ inspeção opôs a epoca prevista no pararafo anterior, caso não se Justifique a prorror:oç1n • .:-er.'.lo con!'ltdcrndo~ cano f:ilto os dtns descober - to. Art. 116 derado coo loç i,.,. Art, li? - q' se ver!tear, coro resultado de Inspeção­ re:dlc:i ;,elo ori~·i,> cc--::-prl-:-i'tc tlll Muntclpto, TC"duçiio de cnpacida de ílslca do servidor ou estado de saúde que lDpossibillte õ exercito das funçoes Inerentes ao seu c:1.rgo, e desde que não se anfaure a necessidade de aposentadoria nem de licença paro trat.1.r:-cnto de sa~de, podern o servidor ser rcadapt.ado. § ir .. !,'" hlpott!se deste ortlgo, o servidor subrueter-se-á. obrigatoriamente, à_inspeção rédfca, no término do prazo fixa- do para a readaptação. t _ ! 22 ... RcndljUirid..1 ,1 c•1;,.1citl.Jdc- rlstc.n, o servldot" re:tornn­ rn as .ativid.1dcs prôpr1t1s r1e seu cargo. li 3Q - Pnr ,1to do PT-cf('tto. o servidor poderá. ser rendptlldo de!Intt[vare·, !ede que: reecenda«da essa provtdnela atra - ves da Luc» édica especializada. nh ti ma lh e o moj dil a ,a xi: re, fé: so 1 ma do1 rei se& QU ol res ± ao° e# :-o 7--{ ~ .. O tc-::.po nc,ccs:ijrlo J.i tnspe,;4o será se.wpre c:onsl­ llccfC'l, 11f'!de qu! n.10 fique cnracterizndll o. slcu- SEÇÃO li - DA LlCT~CA PARA 1'.RAik'G:!n'O D5 SA0DE A.rt .. 120 - A llcr:-:;- .. 1 pura tr:itaoento de saúde será conccdl­ fdo C.Q1"".'•·c~r, 1 no 111 'l em que o servidor reassumir o exercdclo. · - Art. 14l - o n.l;Jr' .. ra de erv!dores de tum mesmo_orao ou en­ tfdade em ozo simultâneo de licença-prfo f!cara Itnftado na seulnte fora: I • nté 20 ,ervldor•s, 20% do total; II - aclna de 20, até 40 servidore1, 15"< do tot,11; III • aclm,, de 1.0 servldore,, 10, dó totnl; § Cnlco • O crlt1'.r!o de ordem p::ira o de(cr!r.cnto dn llc~nça, terá cor.:o base a data e ":orá.rlo do recel.ilr.;{'nto do rr:querJ~!'ltO pelo Setor de Pessoal. Art. 142 • Pnra efeito de nposentndoria e dlnponlhilldJó,, , será contndo e,:, dobro o tc:-po de llccr.ça-prr-:-fo que o Rervl~ur não houv<"r nozndo .. SEÇÃO X • ílA LJCESÇA PARA TRATO DE H/n:RJ:SSE PARllCULAR Art. 143 • A cxltério dn Adninlstraçiio, pod«r,Í •er conc<'di­ da no servi.dor eFtâvel lfcem-a pnro1 o trato de assunto~ partl­ culares, pelo prazo de até dots anos consecutivo!t, sem rernine­ raçáo. § 12 - A llunça ?Oder;Í ser lnterro:ipida a qu.tlquer te,;,po , a pedido do servidor ou no Interesse do serviço. § 2Q - 1.iio se concederá nova 11cença antes t1e dfl-corrldoa do ls anos do témino d.i nnterior. - Art. 144 - Ao onnte de caro em comfssão ou funçaó df' con fiança, não se conceder.ó, nessa qualidade, J lcenç;i pAra trnt.or' de Interesse partlcu~lr. TA SEÇÃO XI - DA LICEIÇA PARA O J}ESEl'IPf.'lllO DE MANDATO CLASSIS- Art. 145 • O servidor Rern lic~nciado para o deser.tpcnho de mandato e~ confederaçao, associaçao de classe ou sindicato re­ p~esentatlvo de categoria ou entidade fisc.alizadora rla profis­ sao, sen prejuízo do vercnento e vantagPns de cargo. .,S 19- S00€ntc podera.o ser lic-enciados servidores estávef 5 , ate o J?axi.mo de dois, eleitos para cargo de direção ou repre .. sentaçao. § 2Q - A licença terá duração, igual a do mandato, podendo­ ser prorrogada no caso de reeleição e por UP'la. únfco1 ;ez § JQ - O per{odo e.e que o servidor eermanecer afnstndo para o desempenho de nandato classista, ,;era co~putado para todos - os efeitos. CAPÍTULO V • DO AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO ENTIDADE Ol! Art: 1~6 - O servidor poderá ser cedido para exercício eo outro erga.o ou entidade dos poderes da Cnião, dos Estados rlo Distrito Federal e dos Mun1c!pios, n.1s s~guintes hlpÓtese~: a - para e.x..crc!cio de c.:irgo em coo!ss,10 ou função de confi­ ança; h - nos casos pr<;_vlstos ec te.is espc.c!f1cas 4 Cntco - Na hipótese da alInea "a" deste nrtigo, 0 ônus dn remuncraçao sem do org.ao ou entidade ccsstonária. CAPITULO VI - DAS COSCESsôES Art. 147 - Sem qwilquer preJufzo poder.i o servidor ousentn_r se do serviço: I - por ur., dla, para doação de sangue· II - até uni dia, para se alistar cotto 'eleitor· Til - 3tê oito dias, por cotivo de: ' a - casamento; b - fa.leclment..o do cônjuge, companheiro pais madrasta padrasto, fflhos, enteados ou irmãos.. ' , ou IV - durante o per{odo ec que estiver &ervindo 110 T lb I- do Jurl. r una Art. 148 - Ao servidor licenciado para tratacento de saúde que deve ser deslocado ~o m.mic{pio par~ outro ponto do ter-ri~ , torlc tn:ionol, P!?r exigencla de laudo a?edico, poderá ser conce dldo transporte a conta dos cofres cun1cipals, inclusive - uma pes.soa de sun fam[lia. para CAJ>lIULO Vll - DO TEMPO DE SERVIÇO Art. 11,9 _ • A apuração do teo,po de serviço será feita ei:, di- as, que scrao convert.idos C!l o.nos, coo.siderado o ano co::io d trezentos e sessent4 e cinco di.os.. e § Onico - Fei~ a. co~versão os dlns rest.antes, até c:.ento e . oitenta e dois, na.o serno cçeputados, arrendondando-se iara ano quando e..,c.cedereo este nu?:?ero, pnra. efeito de aposen~ador~ Art. 150 .. Os d!as d~ efetivo exerc.Icio serão apura.dos • vista de docu:oet~ç.ao propria que co=prove a frequêncta. " S Onlco - Sera considerado como de efetivo e.xerc! todos os bencflcios previstos neste estatuto 0 tez: e!~, pa.ra-­ ço inlnt.errupto prestado a reretura tí,a; ~;;g_"erv± celctista. r- e ar .u..i Cc>::!O _ Art. 151 - Ad!:litlr-se-.i co:o doeu::entaç.ão - torta do tempo de serviço; propria c.o::iprob:1- I - certidao circunstancla.da, fl.mada por nut.o-ri tente, contendo todos os eventos registrados nos dade c~pe- cionnls do lnt~ressndo, p~r!odo por período. assentos fun- Il • certidao de _f'requencia; UI - Justlfic:nç..:io Judicial, nos cnsos de •-osslbU'd de ouc.ros meios de provas. .__.., 1. ade S 'llrúco: A Justific,,ç.io judicial vi sr.grise, ises ±seríssâ' k"2" ,«o m1__­ g.,o publico c:uniclpal for devi,fon:entc inti=d ;,o se o _or­ cia. 0 para .a .-iud1cn - Art- lSÍ - Ser.i c.;nsiderado co:::o de cfutivo trun:ento -eor motivo de: e.xerc!cio o afag I - ferias; .. l_I - C4S.l.t::C:ot.o e lut.o, .até oi.to dias; III - exerdciQ de outro carso f - di're-ção de provlc.ento e= cosi.ssk ! E"ao de severo ou t!e ço 'PÚl>!-i.co ':W'iclpal, Inclusive nas resp!"~sltitulçao, no servi fundnçoes publicns· e vas aut.Jrqu!as e IV - e.xerc{cio de outto cargo ou fu .. - direção, de provtrento en corlssã ·na0 de governo ou de viço publico d::i On.ião, do Estndo .° substituic:no, no ser­ do o o.fastaccnto houver sido autortuid outr~s ~ntc:Ipio-s. ql!.1n­ Ju!za 4 ve o n? 03.492.147-0001-34, na pessoa de seu representante legal, que se encontra en luar - incerto e. nao sab.tdo, que c.ste fie.o. citado du existê.ncia. dã demanda e notificado para copargcer à audfncta designada pa ra o dia 27 de Janeiro de 1992, às 13:00 horas, a realizar-ze nesta JCJ, sita a Rua Jono de Alccidil C..'lstro, 75, nest....1 c:1.dn­ de de Aqutdauana, para prestar depoimento pessoal, sob pena - de conftssao, devendo trazer defesa por escrito co as pro - vas que Julgar necessirtas, Lrportando o seu_nã coparefen to na aplicação da pena de revelia_e confissão quato à rz ria de fato. O presente edital será afixado na sete do Juízo e publicado na fora da le! e seu prazo correr da priretr; - publicaçao,_considerando-se vencido ssi que decorra o pra- 70 d cita;g. Dado e passado nesta c!dade Aqutdauns-'t, ao O ... dias do es de deze.::bro de 1991. (a) Eu, Jcio Et!sra da SIIva - Diretor de Secretaria dar1ografe! e nssir:o .. (n) rbr- c!o Eurico Vitral Aaro- Ju!: Presidente. IHOBD.IÃIUA JARDIM LTDM 2 l 1 RUA R u A P. s l à o 3 SANTA 1 1 4 l: u R A u A s à s o à 5 o 6 EDITAL DE CITAÇÃO COM PRAZO DE 30 (TRINTA) DIAS O Doutor Jonu lias• Silva Júnior, J_uiz de Direito da ecoar ca do Porto Murtinho, Estado de M4to Crouo do Sul, na foma da Lei, etc.,, FAZ SABER a todos quntos o presente Edital virem ou dele conhecimento t!verem, expedido nos autos n? 441/91 de Usuca!­ oo Extraordinor!o, er.i que fi~ura coroo requerente SOClEDADI! Dll INSTIWÇÃO B BENEYICE!iCIA CX>r<;RI:CAÇÃO DAS IRMÃS FR}J;C1.SCA/Wl DA Il!AO/LADA CX>NCl!lÇÃO e COSlO requerido ESPÕLIO DR mumsm ll1l LlO 00 PRADO, ern tramite por este Ju!zo o Cartório C!vel 1 po-: lo preoente Edital fica::, CIIAOOS: o Eopóllo de Ernesto llelio do Prado, oua cspooo D. JõiiTrliãcho do Prado e oo herdo!roo os interessados auocntc•, incertos e desconhecidos, que por ven­ tura posuo alcr,or direito sobre o ir.Óvel uoucapiendo constan to de tooio (1/2) lote do terreno urbano, situado à. rua I:t-, Cos to !-'.arques, quadro 30, n 68, t:edlndo quinze (15) metros de frente por cinquenta (50) r-etroo de fundos, lir.ltando-ae ao norte COtl o lote nO 701 oo sul, cen o reso lote n? 68; A lcs to, com o lote nQ 69 e a oeste, co::, o i!uo Dr. Cesta Marque, 7 Registrado sob o n2 933, FIs. +6, L? 3-C, e data de 10,11.50 no Cartório de Registro de Ioóveis de P. ~rtinho-MS. Ficando ainda, o Espólio de Ernesto Hélio do Prado, sua esposa Jonlr Bocha do Prado, os herdeiros, oa interessados ausentes incer­ tos e: desconhecidos, r:-.TI}(.AOOS, para co:npn:recerem perante es­ te Ju!zo no dln 04/mnrço/1992 1 às ll.:30 horns, para l!udiéncia preliminar, ficando 2utrossim, cientific.oJdos que poderão con­ testar a referida a~.:ao, no prazo de 15 (quinze) dias, conta - dos da data de audiencia preliminar, sob pena de revelia e conflssao, valendo a c!taç.10 para todos os atos do processo , advertidos ficam que, não sendo contestada a ação, presti::lirão como verdadeiros e aceftos os fatos articulado pelo autor no inicial. E para qu!: chegue ao conhccioento de todos e nlngué..:: possa alegar ignorancta, randou expedir o presente Edital que sera afixado no lugar de costu::-e e publica.do na leprensa Ofi­ cial do Estndo. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Por- to Murtinho, Estado de MAto Grosso do Sul, aos trinta e W'J - (31) dias do mês de outubro de rnll novecentos e noventa e t.:r.J (1991). Eu, Escrivã Substituta que datilografei. Eu, Escriviio JudlcÚll que conferi e subscrevi. DR. JONAS HASS SILVA JUNIOR Juiz de Dl..rdto t Comuni do Tribuna da Fronteira - Diário Regional, sas todas as assinaturas CORTESIA. . _ Comunica, outrossim, que as publicaçoes dos mesmos (antecipadamente). As matérias A PEPIDO so serao de acordo com a Tabela de Preços Não nos responsabilizamos por comunica que a partir de hoje ficam suspen de EDITAIS serão feitas após o pagamento - publicadas após o pagamento (antecipado) das mesmas do jornal. matérias ASSINADAS ou de ORIGEM DEFINIDA. A DIREÇÃO . IVALD0 PEREIRA - Diretor p, PJIESERVE O PANTANAL SULMATOGRO o rib una Fuzilado no Natal com Três Balaços O Natal foi sangrento no "Projeto Guaicurus", localizado há tenta quilometro do perímetro urbano, nd estrada que demanda ao Salobra. Durante uma brincadeira dançante na base de toca-dig coo, um jovem foi brutalmente assassinado com tres balaços. Com confundo, gritaria e cenas e esterismo estabelecidas, os impli cados no bárbaro crime evadiram-se. A ocorrência foi atendida pe lo agente Damião e o guarda municipal Andrade. i. ; o t , r d s ! n t me 1 cl e b V ' .. ti d r 1 r., el (" ti Grande multidão ermaneceu ao lado do cor o o rias pessoas desmaiaram, sent..ram-se mal e foram enfermeiro "Careca" BRINCADEIRA DANÇANTE Em comemoração ao dia de Natal, os elementos "Pedro Gordo" e Cícero Domingos, resolveram realizar ama brincadeira dançante em "Carraranchão" coberto de "Bacuri", de propriedade da Associa ão dos moradores daquela localidade. Segundo depoimento õa testemunha Pedro Donizete dú Oliveira - (34 anos, solteiro, lote no 31), "Pedro Gordo" havia tomado em ·stado um cristal de toca-discos do lavrador Lírio de Souza nos, solteiro, lote no 32) e este foi o estopim da tragédia. BARRADO NA PORTA Consta que por volta das 17:00 horas, Lírio de Souza foi até ao local para participar da brincadeira, mas foi barrado na en - trada por ·•nedro Gordo", porque estava com uma faca na cinta e o mesmo queria que ele lhe entregasse a arma. Em consequência, hou ve acirrada discussão e "Pedro Gordo" sacou de um revólver. FUZILADO COM TRÊS BALAÇOS O fato despertou a atenção dos presentes e Lindomar Bernardo Tavares, conhecido por "Chico Preto" (20 anos, solteiro), empre­ gado de "Pedro Gordo", também empunhou um "38" e desfechou três tiros contra Lírio de Souza, que foi atingido com um balaço no rosto, um no coração e outro na nuca. Mesmo assim saiu cambalean do e tombou morto a trinta metros do local. FUGA E REVOLTA d é· r p s t q d t 1 r t n d "Pedro Gordo" e o seu empregado "Chico Preto", de armas em pu nho, ainda ameaçaram parentes do morto e em seguida fugiram, to­ mando rumo ignorado. Houve uma grande revolta e os irmãos da vítima declararam urna ameaça para os moradores. POLICIAMENTO URGENTE n e d s Alguns representantes de classe declararam à reportagem que - rn t as autoridades precisam providenciar com urgência um policiamen­ z o· to preventivo para o "Projeto Guaicurus", nem que seja nos fins a ' de semana, pois a maioria das pessoas anda armada com facas e re r. vólvercs, "desde que desativaram o Posto Policial da Polícia Mi­ litar", as quest6es estão sendo resolvidas na base da força bru­ ~; ta e salve-se quem puder!, afirmaram. (Firmino de Barros) I ri c de vá­ pelo -A andono .de Emprego Solicitamos aos Srs. Germil Neves de Oliveira, portador do CPF no 294.574.081-87, e João Caetano de Souza, a comparecer - no prazo máximo de três (03) dias após essa publicação, no Es­ critório do Sr. Gerson A. Marcondes Junior, para justificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30 dias. O não comparecimento de V. Sas. implicará sua rescisão por iusta causa conforme Artigo 482, Letra Ida CLT, sendo seu úl­ timo dia de trabalho dia 07/10/91. AIDS! Previna· o que não tem Cura! Bonito NOIICIÍRIO GERAL - CLEUZIMIR MIZINI - tt r, ! VERÃO t iuso ai galera, chegou o Verão com muita alegria, porque " junto a ele vem ao férias eocolarcs. os Íi r epletos de peaooao que Rios, os campos, as fazendas .cam z4 ao delícias dao fcr ao saem a procura da natureza para gozar com muito sol e muita agua fresca. O VERÃO Pode ser gozado em toda a sua plenitude com os seus rios b 1 naturaio cantando e mares, céu azul e todas as suas e .ezas cantando aos olhos e a alma. PORTANTO A NATUREZA sábia só tem a fazer o bem a todos. GHOST-DANCETERIA Inaugurou na noite de 20/12, em Bonito a Danceteria Ghost. PARABÉNS Aos sócios prprietários Odiley Soares, Amiltton Gritth e Ro­ berto {TV Color). GRAÇAS A eles Bonito ganhou mais um espaço onde a sociedade possa - deleitar-se nas noites bonitense. NOVA LANCHONETE DO PEDAÇO Estamos falando da mais nova Lanchonete, que é a Carandá Lan ches de propriedade dos amigos Pedro Cardoso de Moura e sua es­ posa Edileuza. Aos novos Empresários desejamos boa sorte e uma feliz clientela. A ACÁCIA BRANCA Promoveu o Baile do Hawai que foi realizado nas dependências do Clube do Laço Nabileque. Foi sucesso. O Clube decorado com muitas frutas e animação foi da Bando OZ. EXPORTAÇÃO ILÍCITA DE . RIQUEZAS E IMPA TRIOTISMO Após classificar impatriótica a expor tacão ilícita de ri­ queza de privilegia­ das pessoas físicas brasileiras, que, se gundo informou, já a tingiu em depósitos de Bancos no exteri­ or a soma de US$ 55 bilh6es, o Deputado Jones Santos Neves - {PL-ES) encaminhou - requerimento à Mesa da Câmara solicitan­ do que o assunto se­ ja examinado pela Co missão de Economia.O Parlamentar citou o livro "A Suica Lava Mais Branco" de auto ria do Professor de sociologia da Univer sidade de Genebra e Deputado Federal,Jean Ziegler, que enume - ra várias denúncias contra o narcotráfi coe o sigilo banca rio e comenta ainda a existência de con tas numeradas de brasileiros em ban­ cos suíços. "A si - tuação é muito gra­ ve, nas veias de nossa economia", a­ lertou o Deputado. Jones Santos Ne­ ves informou ainda ter participado da 78a Reunião da Con­ ferência Internacio nal do Trabalho,rea lizada em Genebra , onde pode constatar uma imagem do FMI - bem diferente da que usualmente apre senta ao cenário in ternacional,dirigin do mensagem aos paf:" Polícia ses industrializados para que apliquem "o mesmo rigor na condu cão de suas economi­ as que aqueles que - reclamam dos outros paises". O parlamentar in­ formou que o diretor geral do FMI, Michel Camdessus,abriu fran camente o debate so­ bre as subvenções protecionistas e condenou os paises - que se permitem redu zir artificialmente­ os precas dos produ­ tos de primeira ne - cessidade, insistin­ do para que as sub - venções não sejam suprimidas de forma linear, o que, para Jones Neves, será de sastroso". Federal o en- Nelson Trad (PTB-MS) fez um apelo ao Ministro da Justica·pa­ ra que faca o Governo cumprir dispositivo constitucional, pro - porcionando à Policia Federal as condições materiais necessári­ as para combater o narcotrafico. Segundo o Deputado, em Cor':mhã, por exemplo, existem apenas 20 Agentes para combater o tráfico de drogas na divisa com a Bo livia, numa área de cerca de 300 km? e com todas as dificulda des inerentes. a uma operaçao eficiente. . Defesa da Amazônia Antonio de Jesus (PMDB-GO), ao condenar qualquer tentativa de internacionalizacao da Amazônia, sustentando que "a soberania na região e intocável , ressaltou o trabalho que vem sendo realiza­ do pelo Exercito, Marinha e Aeronãutica em defe d Ama - i e' de nossas fronteiras. sa ª zona .PRESERVE I FIUNI