TRIBUnAs 
~ 
DIARIO REGIONAL 
MELA VISTA - MATO CROSO DO SUL - ANO: 20 	QUARTA-FEIRA, 1 DE JANEIRO DE 1.992 
--- ---~----- 
Prefeito Anuncia 
Construção do Conjunto 
Habitacional • 
Antonio João - o 
Prefeito Ovaldctc - 
Coinotc/PMDB, dcota 
cidade anunciou en­ 
ta emana que o Go- r 
vcrnador do Estado 
devorá iniciar até 
o final do mês de 
janeiro a constru - 
çaõ do Conjunto Ha­ 
bitacional Guarany 
om Antonio João. Se 
rão construidas A 
casas em uma área - 
doada pela Prefeitu 
ra Municipal, loca= 
lizada na Vila Pen­ 
zo. Os recursos a se 
rem repassados pea 
Caixa Económica Fe­ 
deral e a obra vai 
ser administrada pe 
lo Estado. O Prefei 
to Ovaldete Coinete 
comentou que fez um 
pedido oficial ao 
Secretário Estadual 
de Habitação, Paulo 
Corrêa no sentido - 
de apressar- o iní - 
cio da obra, visto 
que é uma necessida 
de muito grande em 
nosso Município. As 
casas serio entre 
gues à população ca 
rente do Município, 
principalmente para 
aqueles que moram - 
em casa sem qualquer 	------- 
infraestrutura na .re	ovaldete Coinete 
periferia da cidade, 
e 
O 
pagamento será de 208 do salário mínimo, mensalmente. 
MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA 06 
Abraão Conf • ma: 
'' Sou Ca.nct·cta o a 
Prefeito de Bela Vista" 
Lotesul Lança Nova 
Série da "Raspadinha" 
Falando ontem a 
nossa reportagem, o 
ex prefeito de Bela 
Vista, Araão Annoa 
Zacarias, confirmou 
a notícia de que no 
rá mesmo candidato 
ª Prefeito nas pró­ 
ximas eleições. 
Lembrando a sua 
Administração, A­ 
braão disse que a 
sua prioridade será 
"atender aos menos 
favorecidos, adotan 
do urna política so= 
cial condizente com 
as necessidades do 
povo". 
Para ele "é im - 
portante pavimentar 
ruas, mas devemos o 
lhar com atenção as 
prioridades básicas 
do povo sofrido, so­ 
bretudo no tocanto 
SAODE, EDUCAÇÃO e A 
LIMENTAÇJO". 
Abraiio foi c•nfá t 1 
co, "hoje não posso 
ajudar o meu povo , 
niio tenho condiçõco 
para isto, mas den - 
tro do pos5Ível te - 
nho atendido, às ve­ 
zes até com sacrifí­ 
cio pessoal, mas te­ 
nho um projeto de Go 
verno que impulsiona 
rá os pequenos negó­ 
cios, as micro empre 
sas, a exemplo do 
que foi feito nos Mu 
nicípios do Paraná , 
gerando ernprcgos,co~ 
dicões de vida, pois 
o pobre não quer es­ 
las, quer empreqos 
e alarios justos". 
, sou candida 
to a Prefeito do ne­ 
la Vista - disse 
prosseguindo, "o meu 
povo, o povo sofrido 
precisa de mim, e e5 
tou à altura para a­ 
tndr os eu anreios" 
Pinall:.wndo, mani 
festou a sua crença 
dc que "a campanha - 
cm Dela Viota ocrá - 
liMpa, críticas our­ 
qirão, sem dúvida al 
qumna, mas o povo 
quer idéias, quer 
planos para melhorar 
as condic;Ses de vida 
e olhar o futuro com 
copcrança". 
Invasão das Águas 
Com três milhões do chegará ao merca- 
do o bilhete "jogo - 
de cruzeiros para 
O 
da velha" que deverá 
primeiro lugar, ª oferecer prêmios de 
LOTESUL - Loteria - 
de Mato Grosso do até 5 milhões de cru 
Sul - lançou no Es- zeiros. 
- Segundo a direto- 
tado uma nova se ra executiva da Lote 
rie áa raspadinha: 	b th z 
A sul, Eliza e oc - 
o trevo da sorte. cante Dias, a partir 
grande atracão, no de 1o'de marco será 
entanto, fica para· adotad,o um novo sis- PÃGINA - 08 
O mg de março qlh I 
No final da sema 
na passada, quando­ 
caiu urna forte chu­ 
va em Bela Vista,pe 
lo menos seis mora= 
dores em áreas que 
foram alagadas pe - 
las chuvas ligaram 
para a redação, to­ 
dos queriam a pre - 
senc;a do Repórter - 
para verificar in 
loco a verdadeira 
invasão das águas - 
em suas casas e 
quintais. Infeliz - 
mente não estávamos 
em nossa cidade,mas 
fomos informados 
que em alguns locais 
a enxurrada foi tão 
forte que os morado­ 
res tiveram de dei - 
xar suas casas e cor 
rer para os vizi 
nhso. 
Esta semana um a­ 
migo que há anos tem 
seu quintal e resi - 
dência invadido a ca 
da vez que chove for 
te, disse à reporta= 
gem, "vou mudar da - 
qui, já estou enjoa­ 
do e não aguento ma­ 
is, a cada chuva mi­ 
nha casa vira um la­ 
maçal e podridão que 
ninguém aguenta". 
flela Vista é uma , 
cidade cortada por ·- ' 
valas e canais cm vá 
rios pontos, ao loo­ 
godo tempo ningué:M 
procurou pelo meno 
amenizar o problema 
que provoca grandes 
enxurradas, não é fá 
cil solucionar todos 
esses problemas deu 
ma vez, oas acreditã 
mos que com a implan 
tacão do sistema de 
esgotos na cidade , 
que está em execução, 
a situação deve me - 
lhorar bastante. (UR) ,., 
tema de distribui - 
caõ dos bilhetes, a 
tingindo todos os 
Municípios do Esta- 
- do. Atualemnte, se- • 
gundo ela, existem 
cerca de 300 postos 
de vendas e o obje- 
ttvo é dobrar esse 
numero. 
' 
Rossi Defende a 
Privatização do Sistema 
o Presidente do 
Instituto Nacional 
do Seguro Social - 
(INSS), Josê_Arnal­ 
do Rossi, afirmou - 
que "o Estado de - 
monstrou, ao longo 
de 40 anos, ser 1n 
MAT.8R1-A 
PRESIDENTE DO ôRGÃO DESMISTIFICA INSS 
ompetente para admi tribuicão mensal co 
histrar a Previdên - mo se houvesse assi 
cia Social" e classi nado um contrato de 
ficou como "iludi - capitalizacao com o 
dos" os trabalhado - Governo, mas esse - 
que contribuem - contrto nao exis - 
res 
O 
sistema. "To- te. O que a Previ - 
para 	a : 	s 	- 
d undo paga a con- encia patrocina e a 
0 111 
simples repartição 
dos recursos arreca 
dados. NA PÃGINA 
03 
INFORME TF 
Matérias na Página - 05 
FIQUE SABE o 
Ia atue estamos Pr----a	..-y 
falando em políti- , 
ca, parece-nos que 
a corrente Bela 
Vista Unida já de­ 
cidiu: o candidato 
será o GARIBALDI - 
DA ROSA NETO. Mas... 
olha o mas, o gru­ 
po dos Souza Rosa, 
Jorge e Gão, não 
estão nada satis - 
feitos. 
Cabe ao Prefei­ 
to Edson Medeiros 
de Moraes aparar a 
restas e UNIR nova 
mente a BELA VISTA 
UNIDA. 
Pecuarista e Bancário José Garíbaldi 
ESSAS E OUTRAS MATÉRIAS NA PÁGINA 03 
9 
» 
I 
r : 
3 r 
2 
~ 
' 
3 
2 
Pesquisador da Embrapa iz que 
Mercosul AI etará Agrop ária 
O pesquisador a 
posentado da Embra 
pa e membro titu ~ 
lar da Academia 
Brasileira de Ciên 
cias, PhD Ady Raul 
da Silva, disse em 
Dourados que o Tra 
tado -00 Mercado cõ 
mum do Sul (Merco - 
sul) é "um mal acor 
do para o Brasil" e 
que "afetará nossa 
agropecuária". 
• O cientista fez 
as advertências du­ 
rante a XI Reunião 
Sul-Matogrossense -- 
de Pesquisa de Tri­ 
go, promovida pela 
Embrapa de Doura 
dos. "E diícl en - 
tender que o Brasil 
tenha concordado em 
participar de uma - 
sociedade,como o 
MERCOSUL". 
Página-OS

r r>, 
, 
- . 
-------·------------ 
H 
IIRI "I Vil 
O ''DISSE O 
Jatonio João - O 
to desta r:i<ln­ 
, ova)dote Coinet.e 
lo que "a vitória 
oi da população 
to a disputa pe- 
t pr uld&nci da Cá 
rara Municipal, onde 
<• '!c•r,•ndor GPrg io 
• )hr Joi í!lllito por 
unanimidade", A elei 
c6no da nova Mena DI- 
etora da Câmara,a 
co n to c e u no diu 1 o - 
fl., ,J,1nr:iro, num cli- 
11,1 quo podcmoi; conu_i 
derar até 1esmo tran 
quilo, visto que 
chapa que deveria re 
ceber o apoio do ex­ 
nrcnidcntn da C5.marn 
Veroudor Juncir Mar­ 
ques/PST, acabou sen 
d do dc•:,articulada an- 
tes da eleição. O 
j cnndidato de Juneir 
1 
Marques, era o Verea 
' dor Celso Luiz. Loza­ 
c;r. no/PST, que acabou - 
t não comparecendo à 
::,, scssii.o, sendo também 
t. acompanhado do seu - 
hd companheiro de Parti 
ci rlo Vereador Vences - 
n lau C.:ibrcira. 
t Com a vitória de 
,r Sérgio Mohr, muita 
ct' coisa vai mudar nes­ 
nl 
te ano, pois, sogun­ 
c1o o Chefe do Ex e c u ­ 
-ivo Municipal, oval 
detoe Coinete, quem - 
gnnha é o Município, 
já que agora o dois 
podcroa undurão jun­ 
too na tentativa de 
se resolver oo pro - 
blemna cxiutcntco, o 
que não acontecia nu 
gcotão paaoada, poiu 
o cx-prcoidente, ~u­ 
neir, procuravn oem­ 
prc dificultar o tra 
bolho do E;cecuLivo - 
criando problomaa 
normalmente contorná 
veis e que agora fe­ 
lizmente deixarão de 
existir. 
Na entrevista, o­ 
valdete salientou 
que "o trabalho do - 
Legislativo é do fi~ 
calizar, indicar e 
também cobrar do Exe 
cutivo as soluções-: 
para os problemas,co 
mo também apresentar 
sugestões para resa! 
vermos da melhor ma­ 
neira os problemas e 
xistentes em nossa - 
cidade. Agora, quan­ 
do não existe este - 
entrosamento, o prin 
cipal prejudicado - 
em dúvida algum 
tenpro é a populaçao, 
atinaida até mermo - 
por questões pessoa 
is, o não isso o 
que queremo, 
T:nta!'if)f, inicl. ndo 
um novo ano, novo" - 
planos, novas fren - 
teu de trabalho prr­ 
tendemos implantar - 
contando com o apoio 
do Governo Estadual, 
que é muito importan 
te, contando tamb6n 
com o c•mpenho efeti­ 
vo tlon rcpresontan - 
tes politicoo a ni - 
vel fcdPral, no oen­ 
tido de ngiliznr oo 
recursos para que 
rralmento poooa ucr 
colocaoo cm prática 
todo esse trnbalho. 
Independentemente 
de estarmos vivendo 
um ano de eleiçõeo , 
queremos que a popu­ 
lação antoniojuanen­ 
se ganhe os benefí - 
cios necessários, e 
por isso mesmo vamos 
empenhar com muita - 
luta, com muito tra­ 
balho para que possa 
mos transformar nos­ 
sos pensamentos ern - 
realidade",garantiu. 
Comentando • 
Anotando 
pareceram 
1 
1 
de senana p., foi o Parque, 
e divertiram--e aito. 
QUALQUER 
y & Eq i 
POR: 
ROSELI LOPFS 
NOS V JGIT JN no 
onça dos il stres 
, com muito prazer que regi tramos a presei a 
+ 	+o Io à' E d. + 	7 	[ qm ,o  - 
ilni
no" • Jo"é 0ober to e 11ii::-cio ( Dcur,,dos) , qi.:c e o~ cr, • •• , 
9 Si > r 	e • 	C, c l estara 
nº
G'JO. cidnclc dlatribuin:Jo sicc lu " <t:"'.litadc • ,1r,,. 
0 
• 'h 
" 	d tintas e o- 
sempre de braços abertos pura acolher pessoas ' " 
ncnta:o. Ador3~00 n vioitn de vocês, voltc::1 :;cr!'.)rc. • • 
FÉRIAS 
O pessoal tom reclamado muito que estão 
tom onde ir. Pergunto cu: - Sera que a JUV 
não deveria pfcatigiar um pouquinho mais 0s 
dirigidos aos meomos? Para que qucn prcwove 
satiafcito. Caracol precioa de União, vnr..oa 
em [ér iur:; e não 
ntuêc Cnrncolcn□c 
são - 
inta 
cvcntoD que• 
também se 
nos UNIR. 
O Cl.UBB 1~ DE MAIO 
Infelizmente esse parece estar completamente abandonado. 
Perguntamos: Por que? Afinal o 10 de Maio, é um Clube Social­ 
da Cidade, ou pelo menos era antes ... Vamos pensar nisso! 
MUITA G E N T E 
De fora circulando cm nossa cidade, a essa gente querida - 
que está por aqui, a hospitaldiade do povo caracolensc ••• 
DE "LOVE" FIRME 
O gatinho Edson (Gringo) está firmíssimo com sua gata, o o 
lha que já tentaram colocar ventilador na farofa deles. Mas 
nao liaa não Edson, pois eu tenho certeza que ambos sabem o 
que querem. 
LIMPEZA 
Pedimos is autoridades ou pessoas responsáveis, para que - 
deem um jeitinho na limpeza das ruas. Afinal, é tempo de féri 
as e precisamos dar um novo visual em nossa cidade, pois ha 
tanta gente que nos visita. 
;à, 1· --·· 
as, 
PC l romtsos HRU)I ESCOBAR, o!icl 
da (al efettvo do Retstro de Iv@ 
ls, do nunlc!pto e Comarca de 

Jordlro, Estado de 11.oto Grosso 
mn do Sul, no fon,a da Lel, etc ••• 
se# Faz aber qu_oram apresen- 
... , 
1 
tados nc.i:.;c Clrtorio de Regts - 
U' tro de Ir@veis para Exare de ln 
l 
tcrcs::1ndos, de co1,formldadc coi 
nh o nrtl~o l'l da l..cl 6766, de 19 
t 
. t!c dcz.c:,ibro dl' 1979, o Meoorin l 
l. Dcscrltlvo t.• "plnntl, devida .. 
na; rente Aprovados peln Prefeitura 
lh l'.unlclpol de J,rdlm•MS, Certldo 
' [s, bens coro todos os dena1s do 
irentos reativos o "LOTEAE 
O TO RESIDE:-.CUL lWIARACÃ", loca 
mo 1 11.:ndo nest~ cidade de Jardu:i :: 
di MS, co::.post<> de 03 (três) qua • 
dras e 51 (cinquenta e uo) lo· 
T1a' tes c área total de 30.000 
a ' (trina ril retros quadra - 
xj, Idos), de propriedade de Dr. Ncl 
son C<Jnçllves Brandão, brasileI 
;rC. ro, cactdo, a.dvogado, nsldent'e 
fé; e do!c!lido nesta cidade de 
so: Jordin-~tS, inscrito no CPF sob 
o nw..ero 030.241.134•87; l'nrn 
ma I efeito de, decorrido o prazo de 
do1 15 (quln>c) dlos, contados da 
rei datn du Últloa publicação e na. 
ausência de qualquer impugnação 
~e~ de terceiros, proceder-se-À no 
gu /copetente resistro, nos temos 
to do Artigo 19 da rcferidn Lel. 
Dado e passado nesta cidade e 
'ce:reide Jrdt, Estado de ?a 
ti to Grosso do Sul, aga "29 vLr­ 
ne 1 te e no!e dl.ng do ces de novco- 
• bro ~o nr:o de huo cil noveccn - 
CO . t= ~ noventa e ui:, "1991". E'u , 
me! 'ED:ISO BRM! ESCOAR), O~Ie!- 
7o aI do Registro de lt:Õvcis Hz 
-< ""E;;};2"r, escreve, «os é 
EDITAL COM PRAZO DE 15 (QUINZE) DIAS 
Il10BIL1ÃRIA JARDIM LlDA 
2 
l ) 
3 
,. 
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Inseri.cão Estadual: 28.209.003-1 
D-1.retor - Redator Chefe - Ivaldo Pereira 
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Gerente - Gil.son Silva Santos 
Redacào,Admin:lstração e Parque Gráfico· Av Tr 
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Carocol - Av. Bras1.l, s/n2 
(Correspondentes ez:, Campo Grande í.l 
cipais =pit:iis) 	, Bras ia e pPrin 
ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 
PELO CORREIO - 40.000,00 Ass. SEX.20.IXXJ,00 
Nao devolvemos ori i 4- 0 - 
sabLa !inaIs. JoraI nao se respon- 
~ Artlp ass:1mdae cu à? ar1p de f in.ida 
Filiado a ADJORI/MS e ABRAJORI

-íOIHl/í, '1 Hill( MA DA FRONTEIRA LIA 
1 , , - H O REGIONAL. 
FIQUE 
ANO NOVO ... VIDA NOVA 
Ent lvPntoA era Pontn Porà semana passada e f l c.mno11 
abismados, enquanto Pedro Juan cresceu, o eu comer 
cio e pujantr-, com ccutcnnr; de turintne compran:lo 
nas lojns, no mercados, o comércio de Ponta Por 
está entregue as moscas. Interessante que o mesmo a 
contece em Bela Vista, nosso comércio definha, o de 
llclln Vlr;tn (Pnrnguni) "ainda'' vende, Algo prccir,n 
ner fclto._A110 Novo, vl<ln nova, que tal rcatl'ntmos 
n Afrnocloçno Comcrclnl e Jndustrilll de llcL"I Vinta e 
com ~rlnt!vldn<le buscar uma salda para difícil si - 
tuacno'/ Nno vnmoa fnlnr cu1 crise, preferimos fnlar 
cm "sJt11ac;iio difícil" e bota difícil nisso. 
CANDIDATO 
Muitos nmigoa comenturnm que o empresnrio e pro­ 
dútor rural Osvaldo Possnri poderia, veja bem, pode 
ria, ingrossnr nn político e cnndidatnr-se a deputã 
do estndunl. Segundo um destes amigos, "n polítlca­ 
precisn de pessoas integras, competentes e empreen­ 
dedores. O povo está cnnsado de FALADORES, quer FA­ 
ZEDORES, construtores, e Possnri deu exemplos sufi­ 
cientes de sun capacidade de trabalho e competência. 
Prá qu , O, O • e,!,, 
empresa d cateoria i 
mercado com qua!{da4d 
ro Sul nem é preciso r, hoje 
50 munfeIpfos. Só que... POSARI ao 
rrnr 110 carreira polfrta. tz ele, " __ . __ 
no meu mefo, ou se'a, na minhas atv{iad 
nhapo!_'tfca@ o trala1iG". 
ENTENDIAINTOS 
Vamos ver o resultando, as qu já esta provo­ 
cando calafrios em muita ente, está. Estaos fa­ 
lnnclo noo entendimento-:; do l!/1D!! co•, o PF!., T 1Y1 , 
PT e parte do PTB. Isto em Bela VI»ta. Fofoca. Lo 
ge disso. O ex-prefeito Ahrn~o Zncarlae. npesar 
de afirmar que nao é candidato, nunca conversou - 
tanto com ex-dverárfos como agora. l ua co!­ 
su está acontecendo r,09 bn~·tJdorcs. '11 o r! co - 
brir. 
,TÁ QUll ESTAMOS 
Falando em políticn, parece-nos que n corrente 
E c o flc a caodld tura do atual 
o Fern ndo de Freitas Hl!a Ele n o 
a cand!d. tura a Prefefto. E te 
t. • , Al bcrto r cncfo:1. 
SlLllNCIO 
Por enquanto, estao no recesso, os vereador 
estão em sIlencfo, as vem chuubo grosso por «f, 
TRANSCRIÇÃO 
Pela sua importância, transcrevemos térl 
b li cadn e□o ESTADO DE SÃO PAlH.O. 
Leia co:-i ntcncao. 
tu respeito dn Pre'idincio. 
Rossi Defende a Privatiza,ção do Sistem 
PRESIDENTE DO ÓRGÃO DESMISTIFICA INSS 
llARA BKRGA11ASCIU e 
NAUR.ICIO OJRRRA 
i 
l 
1 
 
BRASlLIA - O presidente do 
Instituto Nacional do Seguro So 
clnl (INSS), José Arnaldo RossT, 
afirmou que 'o Estado' demons - 
trou, ao longo de 40 anos, ser 
incompetente paro administrar a 
Previdência Social" e classifi­ 
cou como 
1'1h.rlidos'
1 
os trabalha­ 
dores que contribuem para o sls 
tema. 
11Todo mundo paga a contrI 
butção mensal coroo se houvesse 
assinado um contrato de capita­ 
lização com o governo I mns esse 
contrato não existe. o.que a 
Previdência patrocina e a sim· 
ples repartição dos recursos ar 
recadados", 
Segundo ele, essa é uma das 
expllcaçóes para a eterna falta 
de dinheiro nos cofres da ~revl 
cencia. Rossi defende tambem a 
necessidade de obter CrS 11 tr! 
lhÕes extras para cumprir opa­ 
gamento dos benef{clos este ano, 
número que vem sendo considera 
do por deputados e associaçoes 
de pensionistas. Para o nini• • 
tro da Economia, Marclllo Mar • 
ques Moreira, a cifra de CrS 
11 
trilhões é n correta, una_ vez 
que já considera a inflaçao no 
pedodo. Para obter esses recuf 
sos argumenta o ministro H.arc_ 
110' não é possível penalhar 
as épresas. O aumento da con - 
tribulçiio para a iniciativa prl 
vada poderia, segundo M•
rd110
• 
provocar mais desemprego. 
Hoje o lNSS niio conta se • 
quer éo um cadastro organizado 
pelo nome de seus quase 13 mi : 
lhÕes de aposentados e pensio .. 
nistas. O controle exts;ente e 
feito unicamente pelo nUlllero do 
benefício. Apesar de ter 1mplaP 
tado alterações no funcionaen 
to do WSS após a reallzaçao da 
CPl da Previdência, concluída 
no início de ngosto, Rossi a­ 
credita que a salda definitiva 
é a privatização do si&tema • 
'Ternos que deixar o !NSS cui - 
dar apenas dos miseraveis. Q.lJ1l 
pode guardar un pedaço de car­ 
ne para comer amanha, pode ta 
bém recorrer à aposentadoria - 
complementar". O Plano de cus­ 
teio e Benef!cios e01 vigor prc 
vê a criaç.fto do sistema de° 
previdênsia facultativo compl~ 
mentor publico e privado, que 
terá que ser reguJarnentado em 
lei. 
E:nguanto o projeto de refor 
mulaçao do lNSS nao e implant.!!_ 
do, o governo tenta conter a 
"repartição simples" de sua 
arrecadoçao com fraudadores e 
patrocinadores de desmandos ad 
ministrativos. 09 obstaculos, 
no entnnto, não são desprez!ve 
is. O lNSS conta com 900 proc.i 
radores e auditores em todo Õ 
País para acorpanhar a tramit.!!_ 
ção de 2 mllhoes de processos 
contra o Órgão na Justiça. O 
número de fiscais também é ir­ 
risório diante da demanda. Até 
hoje, foram suspensos 242.091 
bene [{cios frmidulentos na a - 
rea rural. A meta do INSS é 
cancelar cerca de 2 mllhÕes de 
nposentadoEias e pensões. A i!!. 
formatizaçao dos serviços, que 
promete acabar com og flln.s - brir as despesas c:0:3 os pagnne.n 
nas ·agências bancárias, só de- t.os de .aposentadorias, pensões­ 
verá ser conclu{da em 199). e outros hcnef[c:ios. Hoje, com 
a Previdência Social sofrendo 
de um c:inl crônico que se ngra - 
vou com a recessão, o governo - 
tenta. a soluçªo cats sil:lplcs , 
enfiando as maos nos bolsos dos 
contribuintes para eguillbrar 
as c:ontns previdencl.1.rias. "Es­ 
sa Previdência. Social não cor - 
responde à realidade brt1Sllei - 
ra. Suas bases foram beo. elabo­ 
radas, mas nura época em que o 
País tinha 50 10llhÕes de habi - 
tantes. NIngué quer colocar o 
A Previdencia Social brasi­ 
leira é um exemplo clássico de 
apllcaçiio d• chamada Lei de 
Murphy (uma coisa que nasceu _ 
para dar errado, jama!s • dorn 
certo). Criada por E1oi Chaves 
hã 69 anos, a Previdencia nao 
constituiu um patrimonio suf1· 
ciente no longo dos anos, e 
1.mõveis ou no giro do mercado 
financeiro, tendo rendimentos 
que fossec suficientes para co 
guAITTOS DITPENDEH DA PREVIDRl!ClA l 
Núacro oflcinl de segurados no Pafa, por Estado 
1 
ESTADOS SfCUIWlOS PARTlCil'AÇÃO io TOTAi. () 
RondÓnlll 	41.000 	0 12 
Acre 
27 ·ººº 
0 21 
A.'r!azonas 
103 ·ººº 
0,80 
Pará 	250,000 	1 + 
Maranhão 
3J7 ·ººº 
2 (,] 
Plau{ 	237.000 	1,85 
Ceará 	510.000 	3,99 
Rio Grande do Sul 237.000 	2.63 
Paraíba 
334 ·ººº 
2 1 
Pernambuco 669.000 	5 7 1 
Alagoas 	265.000 	2 Oi 
Sergipe 
123 ·ººº 
0,9 
Bahia 
855 ·ººº 
t,. q:, 
Minas Gerais 1. 381.000 	10.78 
Eso{ri to Santo 
202 ·ººº 
1 58 
Rio de Jane Iro l. 710.000 	11 3f- 
São Paulo 2.930.000 	22 89 
Paraná 
613 ·ººº 
4 79 
Santa Catarina 394.000 	3 08 
Rio Grande do Sul 980.000 	7 65 
Hato Grosso do Sul 99 .000 	O, 7 7 
Mato Grosso 78.000 
- 
O 61 
Goiás/Tocantins 
298 ·ººº 
2 13 
Distrito Federal 106.000 	O 83 
Total 12. 779.000 
100 ·ºº 
Fonte: Dataprev /Sintese 
dedo na ferida, r.::,1s nunca es - 
cCndi essa preocupação. Dessa 
nnneira, ela. vai arrebentar" , 
dlsse o ministro do Trabalho e 
Previdência Social, Antênto Ro 
;r!o Magr! • Quase sempre crf 
ticodo por ser lr.'la espécie de" 
11
Rainh11 da Ingl.:iterrn" no seu 
mInlstêrlo, Magr, nesse ponto 
etã con a razão. EtJ te.:.e, o 
sistema de Previdência. Social 
dt.veria funcionar d,1. mcsoa for 
nn que os fundos de pensão pU­ 
hl lcos ou prlv."ldos t: as cc-npa­ 
nhias de seguros .. Esses seto - 
rcs nrrcc:adx:J contribuições~ 
TIPO 	Gl:CU DO:, 
Pensão 	22,47 	2,871.4441 
:,:.A':.:c":.:.'!:.._l:..:lc,o ~;.,•c.,..._--in-~,.~~-----,..-JJ'",'c.,J/,...,?~----~l---:"7··1··:..:...,_J_..1:.t. 
Arta17ar '!± 	U .e 
cor:oirírrzf T,T 	sul.' 
Acrzud1±3-±2zr12 y.71 .o1.1Li 
A'dente de trabalho 3,440 	k5.st 
à= ih;i ld	,2iy 
·++...'1.- 
tririr nlra, l.	sf: 
O 01 	·, ~,, 
Total 
A DIVISÃO DOS BENEFÍCIOS 
PARTICIPAÇÃO NO TOTAL ) 
Fonte: Dataprev /Sintese 
100,00 
pessoas e esse bolo cl, = fira1::d 
rm é ~l..!có:> an Jm:M,!s ru ro i=ca:!Õ 
fLnnrcLra Groderolo de rar­ 
!C6 }Xird O 5 part:1.cip::,tE ni> axxT'er á 
ao eso ter:yo, .. o fundo, en - 
"'°• smpre !Er:l sa..re fmrce1r.:l p:,ra 
bancar a sua erevlsão de gas­ 
tos e.a decorrencia de cortes 
ou aposentndortas. No Br.:l.511, 
entretanto, a Previdência So­ 
cial sofre de cAles que com - 
proeten a sua saúde !ina:ncei 
rn. l'r.: deles é o fato de cxis 
tire, no País, aproxiadzeE 
te 60 milhões de pessoas eii 
• condiçÕ<.-s de trabalha, as hã 
Bpe"'a!J JXJ.C0 r.::""....s d? 23 r.:i~.; ~ air- 
tle:lms ass:lm:!.1S. Clr.D w z;x, Hlt.:Xb: e 
penstristas srngae13n!Is de 
pes.sa,:;, a prpr,ao de pesas que trs- . 
lnll= (ecµ, "-"= a Pre-'1.<Í1-ein cc:n 
suas contrtbutções)é depns 1,3 
para c.x:!a !r.::tlvo (~ ru_;xr.sl.:> 
Tistas). "Há 2 as, essa pro bo er 
de els peru.ije, 'a'!:0.; .. 1,9 p:r u: 1:, 
ate ao final desta decada, a 
proporção será de~ ccr.trit:u!.n 
t.e para un Inavo, o que si '.nT 
ffearã a verdade!ra exp!so dT 
Previdê::c.ia Soc!al", alf'rt:i ~ 
!nistro Msgri. 
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vs o veículo na rão de direção e r 
i nua a velocidade no e aproximar do 
tja tpre tonto aos veículos d sua frente, e dor 
dO'lj 
rol baixo ao cruzar outro veículo é obrigatório por lei; 
cr ntir ua segurança no transito ó prolongar sua vidn; 
Hoje, amanhá e sempre ... úir i.jn. cora 1;cyur,rn',,'.1; 
'1í1,,i
11_''/' COP, Hin,~l [l <l!t(!ÇÜO CJUO V0(;" lrH '"tJUJr; 
J,1 1,,1 ,1 dl.d j,1 com oono ou ombriagaclo; 
Lembro--e que o trânsito faz parte de sua vida; 
t,ot.oqud.ro, o uoo do onpnccto protege voe" conLru 11cidontco fp. 
tais; 
!l1111r:n j nvucllr n ft,ixu do pode ::ilruu; 
0)sr ve os retrovisores, cuidado com motorlr,t,ILJ .ir:ip1ucl<•nLc11; 
[pedestres, ando sempre nas calcadas e atravesse na faixa; 
•(1<'111 olwc'lnC<' o nJnulizociio, ovitn uoidcnlcr.; 
Reapite os limito de velocidade; 
t,c1,1pto clô pr.cJ:crônciu uo pcdcotrc1 
'J'ronnilu <•m volocidndc compatível com a tequrança própria e co· 
letiva; 
lJJt.i::apnnou uuinpro polo ooquorda do outro VP.Í.culo1 
Voce também é responsável pela educação da criança no trfinoitoi 
Xi111111r nüo rooolvo, o importante é dirigir com nt0nc;:i.01 
1.,guczuguo entro oo ourroa !lÜo utitudc::i porigofJilD t' proibida□• 
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Soliciamo aos Srs. Gennil Neves de Oliveira, portador do 
CPF nQ 294.574.081-87, e João Caetano de Souza, a comoarecer - 
no prazo máximo de três (03) dias após essa publicaçãÕ, no Es­ 
critório do Sr. Gerson A. Marcondes Junior, para justificar o 
seu não comparecimento no serviço por mais de 30 dias. 
O não comparecimento de V. Sas. implicará sua rescisão por 
justa causa conforme Artigo 482, Letra Ida CLT, sendo seu úl­ 
:immo dia de trabalho dia 07/10/91. 
assificados 
u tinhense 
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S.209.373-7, ,·em ~e publico comunicar o Extravio de seu Livro ng 01 de Rc 
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ESTRELA 
_ Oh! Santn Clnra que. seguiste a Cristo com tua ,·ida de pobre::a e oraçao - 
tazei que entregando-nos confiastes à pro,·idência do Pai Celeste no intei - 
':" nba:i<lo~o .-iceitemos ucrenamente tua dh·ina ,·ontade. Santa Clnrn bela e 
termosa ilu::iinais os mi,us caminhos para a GlÕria e para a ,·itÕria li'~ni - 
::e do
5 
ir...inigo3 e dos proble□aê.. Peço a milagrosa Santo Clnrn que' cubro mi­ 
n
h
a cab~çn e:o ceu Nnnto Sagrndo. Guia~me Santo Clarn para que possa resol - 
ver todos os meus problemas. Aén. Rezar esta oração ais 9 Ave Mar!as du 
rate S dias com uma vela acesa na pão e no 9Q din publicnr. Fn::er 3 pedi - 
uos ! ce n gocios e 2 it:rposs--!·eis .. 
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UBALDINO RODRIGUES 
INFORME TF FIRME I FORTE 
Depois de alquns dlan esfriando a cabeça, o Informe 'l'l" volta 
com a menma linha quo o caracterizou doodc o início, compromcti­ 
d~ oomcntc com a vcrdndo, nôitna de. tudo, doo a quem doer. Em 92 
r1uo vu1no11 invc.nt:ur nado e nom fazer um jornaliorno clifcrcntc do - 
quolc que foz denta colunu uma da□mais respeitadas editorialmen 
to, to·ntarPmou oim melhorar cada voz maio norma: atuação em defe­ 
ou doa dircitoo o dn melhoria dau condiç6oo do vida do nou□o po­ 
vo, ó 01100 O único comprominuo, 
OARlUALDI ABSUMll O JIOBPITAL 
O bancário o pocunriotu Josó tonta milhôco de cruzeiroo, lc­ 
Gnribaldi da Rouu Noto, vice vando-se em consideração os a - 
prooidonto do lloopital Siio Vi - trasos por mais de quatro mosca 
conto do Pnuln, nosumiu o dire- dos ropasoc□do INAMPS. A min - 
ção dn unidada hospitalar cm □ão ó árdua, mau competência e 
virtuda da renúncia ao cargo do muita vontade Garibaldi pooaui, 
Engonhoiro Ricarda do Souza Ro- além de contar com o apoio dao 
sa. Goribaldi torá pala fr0nto clasoos produtorao, omprooaria­ 
a missão de colocar a casa em - io e políticas de nossa cida - 
ordem e acertar ao contas do de. Desejamos sucesso ao amigo 
Hoapital quo, ocgundo informa - na difícil empreitada quo ter 
cõos, giro hoje cm torno de se- pela fronte. 
MORABS CONTINUA ASFALTANDO 
Muita gente não - ~ade", Nesse início com homens, máquinas 
entende como o Pro - do ano o Prefeito já o equipamentos ado· 
feito conoogue tocar anunciou, vai execu- quados para o servi­ 
as caras obras de os tar mais 15,000m~ de ço, além da ajuda 
faltamento em Bela asfalto, benefician- junto a outros Pre - 
Vista, com recursos do as ruas laterais feitos e empresas 
próprios e sem con - à Conde de Porto Ale que o Prefeito sabe 
trair dividas, nes - gre. Mas os serviços como ninguém canse - 
ses tempos de crise não param por ai, o guir. 
e recursos mingua Bairro Antonio João Até o final do 
dos. Ele mesmo dá a será o próximo are- ano Bela Vista mais 
fórmula, "com compc- ceber o asfaltamento do que ninguém fará 
tência administrati- da Prefeitura Munici jus ao pseudônimo de 
va e muita criativi- pal que conta hoie ~ "Princesa do Apa". 
CURSOS PROFISSIONALIZANTES 
A PRONAV/LBA Municipal, sob a coordenação da Primeira Dama Ce 
cília Pereira de Moraes estará começando nos próximos dias a mi­ 
nistrar vários cursos profissionalizantes ses ir.tcn,ssados,inclusl:_ 
ve curso de inseminação artificial, uma prática bastante comun - 
no meio pecuário de nossa regiao._Maiores informa!oes na sede do 
PRONAV/LBA Municipal, Os cursos sao direcionados a pessoas de 
todas as idades, do jovem ate os mais idosos. Como se diz popu - 
larmente, "tem pra todos os gostos • 
TRATOR PARA A BARRA DO ITÃ 
e 
1 • 
O assunto realmer 
te merece algumas 
consideracôes. Diss~ 
mos no final da re - 
portagem noticiando 
a entrega de um tra­ 
tor MF aos assenta_­ 
dos da Barra do Ita 
que "quem quiser tra 
balhar está com a fa 
ca e o queijo na 
mão", isso porque vi 
rios proprietários= 
de áreas no assenta­ 
mento até hoje não - 
produziram pratica - 
mente nada, segundo 
eles, a falta de uma 
máquina para prepa - 
rara terra, mas o 
que não se entende é 
como outros, mesmo - 
sem trator a disposi 
cão plantaram eco= 
lheram-vários produ­ 
tos. 
De qualquer forma 
daqui para frente es 
sa desculpa não cabe 
mais. 
DESCONTENTAMENTO 
dente da Associação de Moradores da Barra do Itá, Atai 
O Presi tomar cuidado para que não seja promovido um des - 
de Greff deve tre os moradores, não permitindo a formação de 
contentam7nto 7~ilegiados e nem interferência política na utili­ 
grupos mais pr 
zacão do trator. 
CHUVAS PHOVOCAM 
ESTRAGOS NA CIDADE 
Devido as fortes 
chuvau que vé:n cni!! 
do conotantcmontc - 
cm Bela Viota e to­ 
da a região, s ru- 
110 de no□AU cidade, 
principnlrncntc noG 
Bairro□e periferia, 
cotão bnatnnte dnni 
ficn<lao, a Secreta= 
ria Municipal de o­ 
brun já tentou por 
vária vezes roali­ 
zar oo oorviçoo do 
recupornção rnaa tem 
oido obrigada a pa­ 
ralioar oo aerviços 
devido aa prccipit~ 
ç6cs pluviométrica□
quaac que diárias. 
Resta esperar a boa 
vontade de São Po - 
dro para que as vi­ 
as públicas possam 
ser cascalhadas o 
patroladas, 
CASAS POPULARES 
Uma das grandes 
necessidades hoje - 
de nossa cidade se 
encontra na área da 
habitacaõ, centenas 
de famílias não pos 
suem casa própria~ 
dependem de aluguel 
e com preços lã em 
cima e salários bai 
xo cresce a cada - 
dia o número de bar 
racos e casebres - 
nos vários cantos - 
da cidade. Para ame 
nizar o problema o 
Prefeito Edson Me - 
deiros de Moraes já 
conseguiu junto ao 
CDHU-MS a aprovação 
de dois projetos pa 
ra a construção de­ 
mais de 100 casas - 
populares, nos Bair 
ros Itaboraí e Cos= 
ta e Silva, obras - 
que deverão ser rea 
lizadas também este 
ano. Muita gente es 
tá torcendo para es 
se projeto sair 10= 
ao do papel e para 
o início das obras. 
OA.Ul:lALDl/D. D 	l HA 
,.. 
429 LEILÃO APA COR 
TE 
Será no Parque 
de Exposições no 
dia 16/01/92 ( 5a 
feira). 
Nesse leilão taro 
bém serão vendidos 
os animais doados 
em benefício do Hos 
pital. O Sindicato 
Rural de Bela Vis­ 
ta, aguarda sua 
presença. 
da . N t 
L E ri,o Mor 
Ftfoito e a vieco 
respectivamente, cunham contornos e podom 
sr os noves preferido pelo Prefeito Ed - 
on Medeiros de Morem para 'ucd+lo. E- 
ta snana um o.itico lig do Coliga,ão 
que venceu as oloiçêes municipais pssadas 
confirmou à repor pum que as dupla vem wn 
do bas ante cogitada nos bastidores da Pre 
feitura Municipal. Ur dupla respeitável, 
scn clúv id,1. 
PFL PODE COLIGAR COM O PMDI 
Já que o aun:o é sucessão municipal e 
cono ·m política tudo é possível, no es - 
tranhen se amanhã ou depois o Pnrtic'.lo d 
Pronto Libral, presidido pelo Verendor 
Cassio Acioli o atualmente bantanto ligado 
ao Pref ito tdnon 10:roen, coligar com o 
PMDB de Abraão Zacarias, Evillo Miranda 
e outros. Porque não? Já {ln até ·m en - 
tcndimontoo cri re Abraão acarins o Edon 
''orvs. Ao que tudo Indica toremos rlmer 
te um noventa e clois difcrcn e,, e chC'io do 
aurpreona. 
ESTE ANO SERÁ O ANO Dli Hfü,A VISTA 
Do ncordo com as pornpoctivns bastante 
animadoras, tudo indica que 1992 sorá un 
grande ano paro a ad~iniotracão da Prefei- 
to Edson llecleiron do Moracn e, conncquonto ; . 
menta para nossa cidnde. AlJuns projetos - 
já foram aprovados cm Brar,ília devendo be­ 
neficiar vários setores de nossa comunida­ 
do, gerando emprego□e divisa□par~ o Muni 
cípio. Espera-so alguma coisa também do Co 
verno do Estaclo quo, com a rolagcm da dívi' 
da herdada por Pedro Pcdrossian poderá re@ 
pirar melhor e atender as reivindicações=· 
dos Municípios, além de dar continuidade - • 
às obras já em cxecuçõo, como é o caso do, 
asfaltamento da BR 060 ligando Bela Vista ' 
à Jardim. 
BAILÀO DA FRONTEIRA 
Está mais do que provado, o povão gosta 
do que é bom en matéria de opções e lazer, 
o Bailão da Fronteira, no Bairro Antonio - 
1 
João, en ~essa cidade é um exemplo. 
li 
«na	s ato 
Wilson Fernandes, proprietário da •w11 
son's Sonorizaçao" e do "Bailao da Fron - 
teira" 
1 1 
Edson Moraes, 	;er beneficiados igualmente, indepen - 
dos devem s 	• t· Al t 
Em resumo, to . uer diferenças que possam ex1s 1r. .er.amos 
dentemente de quais4' :4 ouvimos algumas reclarnaçoes nesse sent~ 
para esse fato porque ". ao Prefeito Edson Moraes, aos Deputa 
do. nopois 6 só_a2j", e ao 1cA por este grande beneficio 
dos ?1ávio Derzi e ' 
Dara todos. 
Sob a competente direção de Wilson 
proprietário da "Wilson's Sonorização" e 
contando com o dinamismo de seus compa 
nheiros, o Bailão da Fronteira ganha dia­ 
a-dia a preferência daqueles que gostam 
de divertir-se ao som da música sertane - 
ja, polcas paraguaias, chotes, vanerão e 
também sucessos nacionais e internaciona­ 
~s, além, é claro, dos samhas e músicas - 
carnavalescas. Com ~ualidade Dusical e se 
gurança interna própria, o Bailão da Fron 
teira ê hoje a melhor opção para aqueles­ 
que não possuem condiçê~s de arcar com os 
pesados custos para frequentar os grandes 
Clubes da cidado .- --i- As as noi 
tes, de sexta à ãominqo e a maior prova 
ão que afirmamos, vale a pena conferir 
na Rua Alvares Cabral, nQ 1.000. 
1 
· I 
1 
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ie 
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5 
e 
p, 
e 
MENSAGEM 
MEUS CAROS COMPANHEIROS! 
Vocês foram uma das ci.rcunstâncías vivas que me cercara durante 1991 
e tive o maior prazer de conviver com voc.ês. 
Neste ano que findou, enfrentamos momentos difíceis, mas eles foram_ 
superad~s graças ao carinho recíproco entre nós. 
Tamber:, tiv?'os falhas e erros, mas isto não me preocupou e nem deve - 
preocupar voces, pois tenham a certeza, "a perfeicão não faz parte deste 
mundo . 
_As co:1qu.istas_foram poucas, mas elas viera depois de n:uita luta. Xu.i 
tas conquistas hao de vir, tenho plena certeza, pois co·ntinuar-er-os luta'n 
do com :calor determi:1açao para conquistá-las. É hora de não perden::os ;:;­ 
esperança, de lutarmos, de acreditar neste País, de acreditar nas pesso­ 
as, de dar cm pouco_de si, de dar a ao certa na hora incer~a. É hora de 
e levar nossos coraçoes, pensando carinhosamente naqueles que cozpar!lha 
ran :onosco a jornada deste Ano - _esses companheiros, nossos sinceros l 
gradecientos por e.oda a. colaboraçao. E a todos os belavistenses 
novo repleto de realiza,;;oes. FELIZ 1.992. 	• u ano 
VEREADOR JORGE ROSA - PRESrDENTE DA CÃMARA DE BELA VISTA

Prefeit • 
l  T O N I 0 10X O 	•• 1/ 
prefeito Ovaldete Col 
neto - jMI, anunciou 
eta emana que o o­ 
VI rn,1dor r)o 1::.1,,do Ú" 
verá iniciar a é o fi 
nnl (!o Jn('f; ele j;,n, lro 
a construção do Con- 
1 Ili to llnbi LüC ion,1 l 
Guarany em lnlonin lo 
ão. Serão construida- 
46 casas cm UI!1d ,Í rr•;;­ 
dondo pela Prefeitura 
Municipal, localizada 
nn Vila Pcnzo. O::; rc­ 
cursos a serem repassa 
dos pela ' 
mica Federal e a obra 
vai ocr od111iniul1adn­ 
polo Eut:odo. 
o Prefeito ovaldr 
'' te Coinctc comentou - 
que fez um pedido oíi 
ciol ao Secretário E 
tadual de habitacão, 
·' Paulo Corroa no senti 
do de apressar o ini- 
d cio da obra, visto q/ 
é uma necessidade mui 
to grande em nosso mu 
nicípio. 
t As casas serão cn 
€ tregues a população - 
11 
~arente do municipio, 
~~ rincipalmente para~ 
t,I ueles que moram em - 
h casa sem qualquer in­ 
c fraestrutura na pcri­ 
p feria da cidade, e o 
pagamento será de 2oi 
do salário minimo,mcn 
,.l salmente. - 
d 
A construcão des- 
L' te conjunto habitacio 
F' nal é uma antiga roi­ 
ª vindicacão do Prcfei­ 
p.·· to Ovaldete Coincte - 
da 
que garantiu que as 
1 0 
casas vão ser destina 
das exclusivamente pa 
;.~e." ra beneficiar as pes­ 
'ill soas menos favoreci - 
:~h das, informou também, 
Li que o critério basice 
rra para distribuição das 
lh 
eia Cnnstroçã do 
Habitacional 
(' 
o 
mol 
ai' 
m1a3' 
a 
xi. 
;rc 
r6: 
SO! 
ma 
do1 
re1 
se 
qu 
to 
I 
. » e 
PREFEITO OVALDETE COINETE 
casas será a compro­ 
vacão de baixa renda 
No entanto, só i 
rão receber moradias 
quem receber no máxi 
mo tres salários mi= 
nimos. Coinete, ain­ 
da pretende constru­ 
ir um Centro Comuni­ 
tário nas proximida­ 
des da vila, onde i- 
·vende .. se 
Antonio João 
Comercial 
Barreto 
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Finalizando, O-] ANTONIO JOÃO - HS Ônibus) - centro - Prop. Car- 
valdete informou quL 'r."els!zl 
o processo de licit~ 	----------- 
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.J()ll NA L 'l HI li UNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
--------- 
O D 1 + I'A l' 7 
Tribuna de 
• 
Prefeitura Municipal de Bonito· MS 
Bala,ncete Financeiro do Mês de Novembro de 1991 
r ,,... o os±a-.. I...... sr	±. .-.I 
} IT1 o [iSM	TFKIO [C7SI.lfS [RSMCTÍ, Il	i1os í	jiiüi_is ojt; __nu @c tü@ 
RECEITAS ORCA!EMIkRIA_ 	DESPESAS ORÇA!ELARIA 
RECEITAS CORE!IES 	CI - CRARA MUNICIPAL 
eceftan Trfbutirfan 	55,865,504,59 20,031,906,65 75,917.411,24 Despesas de Custe!o 
Receltnn Patrimoniais 	1.660,4465,20 -0- 1,80,465,20 Transferências Corrent • 
Receitas_Industriais 	-0- -0- -- 1mvestLentos 
Transferenefa Correntes 	396,002,501,22 64.418,310,90/460410,812,12 O2 - EXECUTIVO 
Outras Receitas Correntes 	2,181,385,57 94,353,00/ 2,275.738,57 TESPESAS CORRENTES 
RECEITA DE CAPITAL 	Iespeas de Custe!o 
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 	-0- -0- -0- Transferênclas Correntes 
Aliennçiio de Bcna 	230,000,00 •O· 2JO,OOO,OO TEPESAS DE CAPITAL 
Mortizaço de Empréstimos 	-0- -0- -0- Iest tentos 
Tr11nofcrcnc1as de Capitnl 	•O· •O· ·O· Jnversóes Flnar.cdru 
011trns Receitas de Capita1 	799,221,42 62379,03. 861.650,47 Transferênctas de Capital 
456.779.128,00 SOA 
llliCBITA EXIRA·ORÇAMEl'TÃIIA 
Convênio 
Depósitos INAMPS 
Dcpósiton IRRF 
 Fundo Aposentadoria· FAS 
Despesas a Pagar (Contrapartida) 
Resp, A apurar DIv Resp, 
Antccipaçao dn Receita 
Contribuição Sidical SSPHB 
SUB-TOTAL 
SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR 
Caixa 
Bancos Conta Movimento 
Bancos Conta Especial 
Bancos Conta Vinculado 
TOTAL GERAL 
50,829.200,00 
9.889,808,95 
·O· 
2,500.747,16 
247.014.182,16 
99,922,80 
·O· 
747,119,30 
767,860.108,37 
84.606,949,60 541,386,077,60 SOA 
PESPESA EXTRA·ORÇAME!ô'!ÁRIA 
f.onvênlo 
Tespesas a Pagar Pagaento) 
r.estos a Pagar 
fnllÍrlo Fnmi lla 
Salárto Maternidade 
Fesp, a apurar DIv. Resp. 
rundo de Aposentodorl..4 FAS 
recolhlll:ento de INPS 
Contribuição Sidicsl SSP:-il! 
2.820.356,15 
2,027.968,27 
•O· 
488.008,45 
691.996,31 
109,786,02 
·O· 
173.899,95 
650.24,12 
5.211.943,71 
·O· 
SJ.649,556,15 
11.917,777,22 
·O· 
2,988.755,61 
247.706.178,47 
209.708,82 
·O· 
921.019,25 
90,918.964,75 858. 779,073,12 
SUB•TOTAL 
34.155,21 SALDO PARA O MES SEGUINTE 
fuprimento de rundo 
Calxa 
5.862.187,83 rances Conta Movimento 
Fancos Conta Especial 
ra.ncos Conta Vinculada 
Ativo realizável • Duodêcli.:o da Câmara 
864.675.616,16 TOTAL GERAL 
-- -o- 
NAUDEMIR XAVIER • Prefeito Municipal 
Prefeitura 11uniclpal de Bonlto·MS., 29 de Novecbro de 1991 
CARLOS ARAÜJO BEZF.RRA • Tesoureiro 
118.473.196, 
' 
s:,,J ••'•ll,07 191,817,833,96 
11.282.493,00 2.523.09,61 13,805.582,1 
9.811.646,90 6.5+3,919,85 96,155,586,75 
23.000.000,00 •()• 23,000.00,0 
4.54.239,07 277,804,5 6.42.071,5 
467.131.575,81 64.709.501,09 SJ! ,&1,1.076,90 i 
'-6,603.031,14 1.44.406,15 2.447.437,29 
193.633,693,26 20,163,951,45 215.817.64,71 
14.537.623,37 ·O· 14,5)7,62),37 
355.715,5 272.161,62 627.1197,16 
138.612,50 -O· 138.812,50 
99.922,80 109.786,02 209.708,32 
·O· -o- ·O· 
·O· ·O· ·O· 
374,475,26 ·O· 114.475,25 
726.874,869,68 89.U9,t06,33 815,994.676,0l 
441,417 ,61 
1.19.687,15 
352.635,19 
l. 7)3.000,00 3.264.522,34 
37.455.000,00 7. soo.coo,oo 44. 955.000,00 
864.675.616,16 
HERCULANO ALVES SACHES - Contador 
·Prefeitura Municipal de Bonito 
a MS 
DECRETO DE SUPLEMENTAÇÃO NQ 048/91 
1.500.000,00 
200.000,00 
Dispõem da abertura de Crédito Suplementar de 
Cr$ 56.130.000,00 (cinquenta e seis milhoes e cento 
e trinta mil, cruzeiros). Sr. Naudemir Xavier, Pre­ 
fieto Municipal de Bonito-MS, no uso de suas atribut 
çÕes legais que lhe são conferidas por leis: 
DECRETA: 
Artigo lQ _ Fica O poder Executi•o }!unicipal de 
Bonito-MS, riutorizado a abertura de Credito Suple 
mentar no valor Cr$ 56.130.000,00 (cinquenta e seis 
milhões e cento e trinta mil cruzeiros), para refor 
ço da dotacão orçamentária no orcamento programas 
deste Município vigente para o presente Exercício : 
09 - 02 Executivo 
02
.
01 
_ Gab. do prefeito 
3
.000 _ Desp. Correntes 
3
.
100 
_ Desp. Custeios 
3
.lll _ Pessoal Civil: .. Cr$ 7 .000.000,00 
17 - 03 - Sec. Administraçao e finanças 
03
.
01 
_ Gab. do prefeito 
3
.000 _ Desp. Correntes 
3
.
100 
- Desp. Custe1os 
3 111 - Pessoal Civil ••• Cr$ 
25 - 03 - Sec. Administ. e finanças 
03
.
01 
- Dept de contabilidade 
3
.000 _ Desp. Correntes 
3 200 
_ Transf. Correntes 
,
261 
- Juros Div. Contratada- r$ 20.000,00 
3
• S administraçao e finanças 
29 - 03 -- iec. 	d 
03
.
01 
- Deptg de contabilida e 
3 000 
_ Desp. Correntês 
3 200 
- Transf. Correntes 
3,280 - PASEP...........Sr? 
31 - 03 - Se. de administração e finanças 
03
.
02 
- Dept2 Tributario 
3
.000 _ Desp. correntes 
3.10o - es. "2E1? .s 1.soo.o,0o 
111 - Pessoal v • • • 
3. Administ. e financas 
36 - 03 -- Sec. - 
03
.
02 
_ Dept2 Tributario 
3 000 
-- Desp. Correntes 
• 	oas 
3. 250 - Transf • ª pes° es 00 00 
l.
• i Família, lO.O • 
3.253 - Sa ar 
O 
- finanças 
38 
_ 
03 
_ Scc. Administraçao e 
03.03 - Dept2 de Pessoal 
3
.000 _ Desp. Correntes 
3
.lOO _ Desp. Custeias 
3 
111 - Pessoal CivU ••• crS 
45 - 03- Sec. Adinist. e finanças 
03.04 - Dept2 Coord. Auxiliar 
3
.
000 
_ oesp. Correntes 
3.100 - Desp. Cu
st
e1os ; 000 000 00 
3 
lll _ Pessoal CivU •• CrS • • - ' 
49 - 03 - Sec. Adinist. e finanças 
03
.
04 
- Dept? Coord. Auxiliar 
3.000 - Dcsp, Correntes 
J.IOO _ Dcsp. Custeias 
3
.132 - 0uE. Serv. Eng0s .r$ 2.000.000,00 
500.000,00 
50 
52 
57 
67 
78 
79 
95 
100 
105 
106 
111 
112 
03 - Sec. Administração e finanças 
03.04 - Dept2 Coord. Auxiliar 
3.000 - Desp. Correntes 
3.250 - Transf. a pessoas 
3.253 - Salário Familia Cr$ 60.000,00 
04 - Sec. de Obras Sen·. Urbanismo 
04.01 - Deptg de Obras e Urb. 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeies 
3.111 - Pessoal Civil Cr$ 8.000.000,00 
04 - Sec. de Obras e Sen·. Urbanos 
04.01 - Dept? de Obras e Urb. 
3.000 - Desp. Correntes 
3.253 - Salário Familia CrS 4.000.000,00 
04 - Sec. de Obras Sen·. Urbanos 
04.02 - Dept? Est. e Rodagem 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeies 
3.111 Pessoal Ch-il Cr$ 3.500.000,00 
04 - Sec. de Obras Ser. Urbanos 
04.02 Deptg Est. e Rodagem 
4.000 - Desp. Capital 
4.300 - Transf, de Capital 
4.351 - Amort. Div. ContratadaCr$ 250.000,00 
05 - Scc. Municipal de Saúde 
OS.OI DeptQ Assist. Med. H. P. Odont. 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeies 
3.111 - Pessoal Civil Cr$ 1.300.000,00 
06 - Sec. de Educaçãc ·e Cultura 
06.01 Deptg de Educação 
3.000 - Desp. Correntes 
3.111 - Pessoal Civil C-C$ 12.000_000,oo 
06 - Sec. de Educaçãc e Cultura 
06.01 - Dept2 de Educação 
3.000 - Desp. Correntes 
3,250 - Transf. a pessoas 
3.253 - Salário Família Cr$ 200.000,00 
06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.01 - DeptQ de Educação 
4.000 - Desp. Correntes 
4.100 - Investimentof 
4,120 ·- Equip. Mat. Permanente Cr$ 520.CXXl,00 
06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.02 - Dept? Apoio Adm. 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeios 
3.111 Pessoal Civil Cr$ 1.000.000,00 
06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.02 - DeptQ de Apoio Ado. 
3.000 Desp. Correntes 
3.250 - Transf. a pessoas 
3.253 - Salário Família CrS 10,000,00 
06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.03 - Dept? de Cultura 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeies 
3.111 - Pessoal Civil CrS 300.000,00 
117 - 06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.03 - Deptg de Cultura 
3.000 - Desp. Correntes 
3.253 - Salário Família CrS 10.000,00 
119 06 - Sec. de Educação e Cultura 
06.04 - DeptQ de turismo 
3.000 - Desp. de Correntes 
3.111 - Pessoal Civil Cr$ 2.700.000,00 
128 07 - Sec. de Promoção Social 
07.01 - Dept? de Promoção Social 
3.000 - Desp. Correntes 
3.100 - Desp. Custeios 
3.111 - Pessoal Civil Cr$ 1.500.000,00 
133 07 - Sec. de Promoção Social 
07.01 - Dept2 Proo. Social 
3.000 Desp, Correntes 
3.100 Desp. Custeios 
3.132 Out. Serv. Encargos CrS 800.000,00 
Total da Suplementação CrS 56.130.000,00 
Art. 22 - O recurso para ocorrer a abertura do 
Crédito Suplementar que trata o artigo primeiro 
serao havidas conforme lei nQ 4.320/64, Artigo - 
41 e 43 inciso II da lei 585/91. 
Artigo 3Q - O presente decreto entrará em vi­ 
gor na data de sua publicação, re·og=-se as dis 
posições em contrário. 	- 
GABINETE DO PREFEITO MUXICIPAL DE BONITO-MS 
ao primeiro (OI) dia do cês de no·embro/91 
NAUDEMIR XAV1ER - Prefeito Municipal 
Atenção 'ercadores e 
. Candidatos a Vereador 
Temos um projeto de Divulgação e Mar 
keting Político, entre em contato com õ 
Diário Tribuna da Fronteira e Gráfica e 
Editora Apa, falar com Ivaldo, telefone 
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l ribuna de Bonito 
Ir1 1.IP0ç10 M9 09/21 
DIpn da hrtura de ré!tto uplentar de Cr 6,600.000, 
) t«Is Ihôs e[centos !i cruzeiros), Sr, Maudlr av 
er, Prefe!to Municipal de Monfto-!!Ss, no uso de nuas atrful,os 
lgts que lhe tio conferidas por lefst 
Dr +!A 
W, I!- Fta o p0dr LecutIvo Mtunlfpal de Jonlto-!'S, au­ 
tortz«do a abertura de Crédito Suplementar no valor Cr3 6.600 
O Ou Gel mllhôes e e!certo mil cruzeiros), para refor,o 
d datiio urçarentárf no orçamento programa deste MuntcIpto 
viente para o presente exercfcfot 
h1 0l -· Caara unfctpal 
1,01- Le, Municipal 
l- Legislativo 
1,000- Desp, Correntes 
1,100 • Desp, Cuotelos 
J.111 • PHOOOUl Clv11 Cr$ r,,600,000,00 
fol1ol 1ln S11plcn•·ntuçnÕ CrS 6,600,000,00 
Artta 29 - 0 recurso para ocorrer a abertura do Crédito Su­ 
plerentar que trata o artfo primeiro serão havidas conforme " 
ef n9 4,320/64, Artigo «1 e «3 Inetso II da Lef 585/91. 
Arttgo 1g - 0 presente decreto entrara em vigor na data de 
tua publicação, revoan-ne as dispostçéos em contrÓrf.o. 
m,r.run-o DR fil/Pl.llMl!Hl"AÇÃO NI/ 050/91 
l j 
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7o 
Prefeitura Municipal 
de Bonito - MS 
l>lop,ici:i da abertura do Crédito Supler.entnr de C:rS 9,320,000, 
00 (nove mIhes trezentos e vinte mil cruzeiros), Sr. Naudemir 
Xbvl,·r, Prcfolto llunlclpal de ontto, MS,, no uso de suas ntr!­ 
hul>'Õco l(•gals que lhe sõo conferidas por leis: 
IJEC.!1.HA 
Artigo lQ • Fica o poder Executivo Munlclpnl de Bonlto·!IS , , 
nutorl,ndo a abertura de c·rédlto Suplementar no valor CrS 9,llll 
000,00 (nove mllhÕcs trezentos o vinte mll cruzeiros), para re­ 
forço da dotação Orçar.,entÃrla no orçacento programa deste !:uni· 
clplo, vigente para o presente exerclclo: 
09 02 • l:xecutivo 
02.01 • Cab, do prefeito 
3,000 • Desp. Correntes 
3,100 • Desp. custeies 
J, 111 • Pessoal Clvll CrS 
27 03 • Soe, de admlnlst, e flnanços 
03,01 - Dept2 de Contabilidade 
3.000 • Desp, Correntes 
J.200 • Transe. Correntes 
3,265 • Juros de C>Jt, dividas CrS 
29 03 - Sec. de Adrnlnlstroção e finanças 
OJ,01 - Dept? de Contabiltdade 
3,000 • Desp, Correntes 
3,200 - Trans!. Correntes 
3. 280 • PASEP 
38 03 • Sec. Adrulnlst. o flnanças 
03,03 - Dept? de Pessoal 
3,000 • Desp. Correntes 
3,100 - Desp. CUsteios 
3,111 • Pessoal CI v ll CrS 
45 03 • Sec, de admlnlst, e finanças 
03.l¼ • DeptQ Coord, auxiliar 
3,000 - Desp, Correntes 
3,100 • Dcsp, CUstelos 
3.11l - Pessoal Civil 
60 04 - Sec, de Obras serv Urbanos 
04,01 - Dept? Obras e Urb, 
4,000 - Desp, Capital 
4. 100 • Investimentos 
4,110 - Obras e Instalações 
69 04 • Sec, de Obras Serv. Urbanos 
04.02- Dept? Est. e Rodogec 
3,000 - Desp. Correntes 
J .120 - Mat. de Consumo 
97 06 - Soe, de Educação e CUltura 
06.01 - Dept? de Educação 
J.000 - Dcsp, Correntes 
J.100 - Desp. (:tutelo• 
3.120 - Mat. de consumo 
99 06 - Sec. de educação e cultura 
06.01 • DeptQ de educação 
3,000 • Desp, Correntes 
3,100 - Desp. CUsteios 
3.132- Out. serv. encargos CrS 720,000,00 
- Total da supleenração Cr$ 9.320.000,00 
Artigo 2Q - O recurso para ocorrer a abertura de crédito Su­ 
pleentar de que trata o artigo prireiro serio havidas confore 
1e1 ng 4.320/64, artigo +l e 43 inciso II da lei 585/91 
Artigo 3Q _ .. O presente: decreto entrará em vigor na data de 
sun publlcaçno, rcvogrun-se as disposições em contrário. 
C/..BlNITE ~ PREFEl"IO tlUNICIPAL DE BONITO-S., aos dezoito (18) 
di:is do i::es de nove.obro de 1991. 
CrS 
CrS 120,000,00 
CrS 
CrS 
CrS 
600,000,00 
240,000,00 
1.300.000,00 
700.000,00 
2.000.000,00 
3.000,000,00 
40.000,00 
LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEI­ 
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NAUDE::-IIR XAVIER • "Pt-efelto Municipal 
F 
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À. 
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f."'. l>:ro 
calm+ 
d Cienc1as, PI!D kl 
Raul da i] '/, 
1 d L' • 
se em Dour dos que o 
'Tratdo do Mercado 
Com!m do Sul (Merco­ 
sul) "um al acor­ 
do pura o Brasil" e 
que "afetará nossa d 
gropccufirin". O cie~ 
tista fez as adver - 
ténciau <lur1.1ntn <1 XI 
Reunião nulmatogroo­ 
sense de Pesquisa de 
Trigo, promovida pe-­ 
la Embrapa de Doura­ 
dos. 
"E difícil enten­ 
der que o Brasil te­ 
nha concordado 0m 
parlicipar de uma sO 
cie<la<lo, como o Mer­ 
cosul, cm que ele en 
tra com 801 da mão= 
de-obra (população), 
801 do valor (merca­ 
do medido pelo PIB), 
com recursos natura­ 
is ainda em maior 
proporção e os ou­ 
tros países com apo­ 
nas 201, têm o mesmo 
poder de decisão so­ 
bre a operação do 
Mercosul, questiona 
Ady Silva. 
De acordo com ele, 
o trigo brasileiro 
não terá condiçocs 
de concorrer com o 
produto argentino , 
que é subsidiado pe­ 
lo governo e tem cus 
tos menores, devido- 
apropriado.. O 
rconal prevê que 
', verá berrei - 
alfandegária - 
nem taxa d inpor­ 
t ;o e que os pto­ 
du.os de um pis te 
rão inteira liberdg 
de de circulação co 
mo e fossem nacio­ 
nais. A indústria 
r10.1c:cira tam.bé::1 oc­ 
rá afetada. 
A indúatria e a 
~gricultura c□tabe­ 
lecida num país po­ 
de exportar para os 
,,ut.ros e concorrer 
Em igualdade de con 
clicões com a produ­ 
caó nacional. 
"As consequênci­ 
es do Mercosul para 
t agricultura prin­ 
cipalmente da regi­ 
o Sul são de gra - 
ves prejuízos, dis­ 
se Jdy Silva, exem­ 
plificando que " há 
um forte deslocamen 
t.o de produtores ai 
rroz do Rio Grande 
<lo Sul para o Uru - 
ruai e Argentina 
levando capital e 
0rande experiência 
t.écnica, com a fina 
lidade de exporta= 
rem para o Brasil". 
Na avaliação de 
Ady Silva, além das 
culturas extensivas, 
"o Mercosul afetará 
produtos de elevada 
renda por área como 
a fruticultura de 
Io1 da Embrapa diz que 
Afetará Agropecuar1a 
a Continuando Ad Sil­ 
va disse aue "o u - 
vento do mercado t 
a10r, medido pelo 
Produto Interno Bru­ 
o (PIB), em dólares, 
é de apenas 24,6° 
correspondendo a 86,6 
bilhões de dólares - 
porque, . nqu<1n to o 
Hrsil tem um PIB de 
US$ 352 bilhÕU!l I d 
Argentina tem US$ 74, 
5 bi1hões, o Para - 
quai USS 4,7 bilhões 
e o Uruguai USS 7,4 
bilh5cs", <ladoa de 
1988/89. Esses dados 
indicam que o merca­ 
do para a Argentina 
cresce em 488%, para 
o Paraguai em 9.329% 
e para o Uruguai m 
5.925 . "S6 se juati 
fica o Mercosul, si 
ele provocaaae um mai 
or desenvolvimento 
para todos os parti­ 
cipantes, mas pelas 
evidências é muito - 
vantajoso para os 
outros três países e 
muito prejudicial ao 
Brasil", sentenciou. 
O Tratado prevê a rc 
tirada de um país - 
desde que faça a de­ 
núncia formalmente e 
cessarão todos os e­ 
feitos dois anos de­ 
pois. "O Brasil deve 
fazê-lo imediatamen­ 
te, antes que entre 
em vigência total o 
que se dará a 31 de 
dezembro de 1994",fi 
nalizou Ady R. da Silva. 
e.: - - 
.,. ,- 
Com 3 milhões de cruzeiros para o pri­ 
meiro lugar, a Lotesul - Loteria de Mato 
Grosso do Sul - lançou no Estado, uma no­ 
va série da raspadinha: o trevo da sorte. 
A grande atracão, no entanto, fica para o 
mês de marco quando chegará ao mercado o 
bilhete "jogo da velha" que deverá ofere­ 
cer prêmios de até 5 milhões de cruzeiros. 
Segundo a diretora executiva da Lote - 
sul, Elizabeth Zoccante Dias, a partir de 
10 de março será adota<lo um novo sistema 
de distribuição dos bilhetes, atingindo - 
todos os municípios do Estado. Atualmente 
segundo ela, existem cerca de 300 postos 
de vendas e o objetivo é dobrar esse núme 
ro. Hoje são comercializados 300 mil bi - 
lhetes e a proposta é cttingir os 700 mil. 
Para isso, a Lotesul contratou, atra - 
vés de licitação, os serviços da empresa 
carioca ISA - Impressão e Segurança - res 
pensável pela venda da raspadinha no Rio 
de Janeiro. A empresa pretende iniciar con 
a série jogo da velha e já em abril colo­ 
car no mercado dois jo~os. Para oferecer 
e_ssa proposta a ISA rectlizou uma pesquisa 
e descobriu que é possível, em pouco tem­ 
po, abrir pelo menos mais 40 novos postos 
de venda no Estado. 
c:-L perado 
iria1iz. 
;ão, coo é o caso 
da vi±vinicultura, 
da indis ria de pés 
go e do conservas 
em aeral, além da 
nua;á. Tal6r serão 
muito afetadas a 
produção de Ltici­ 
nios e de lã". El 
acrescentou ainda 
que "no lado das 
vantagens teríamos 
principalmente no a 
çÚcar e nas frutas 
tropicais, banana e 
abacaxi". 
Além dessas ques 
tõcs, o cientista= 
Ady Silva, cita da­ 
dos estatísticos in 
dicando que o McrcÕ 
sul é um bom neg6 - 
cio apenas para a 
Argentina, Uruguai 
e Paraguai. Ao Bra­ 
sil só restariam ma 
is desvantagens dÕ 
que vantagens. 
"O aumento de 
mercado (para o Bra 
sil) é de apenas 26Í 
considerando que o 
país tem 147 milhõ­ 
es de habitantes, a 
Argentina tem 132 - 
milhões, o Paraguai 
4 e o Uruguai 3 mi­ 
lhões, constituindo 
se num mercado to= 
tal de 186 milhões" 
explicou ele duran­ 
te a palestra que 
proferiu na XI Reu­ 
nião Estadual de 
Pesquisa de Trigo . 
61 
aspainla " 
A série ouro da raspadinha comerciali­ 
zou l milhão de bilhetes e o último prê - 
mio de 2 milhões de cruzeiros saiu para 
Luiz Pedro, de Campo Grande. O trevo· da 
sorte, segundo Elizabeth Zoccante além 
dos 3 milhões_para o primeiro lugar, vai 
oferecer tambem 200 mil cruzeiros para o 
segundo, 80 mil cruzeiros para o terceiro 
lugar e valores menores para os outros bi 
lhetes. 	- 
A Lotesul, com seu bilhete tradicional 
também aumentou os valores. Com extração 
semanal o prémio pode chegar até 1 milhão 
de cruzeiros. Antes o valor era de 500 
mil cruzeiros. A Lotesul oferece ainda 
cinco prêmios menores. Do valor total ar­ 
recadado com a_venda dos bilhetes, 47 por 
cento sao destinados para a premiação. 
A importan_cia da Lotesul, segundo Eli­ 
zabeth_Zoccante, está no objetivo social 
do orgao. O dinheiro da venda dos bilhe - 
tes, excluidas as despesas, é destinado a 
programas soçiais desenvolvidos pelo go - 
verno. Em novembro, por exemplo, a Lote - 
sul arrecadou 39 milhões e 650 mil cruzei 
ros. Os valores, no entanto, explica zoe= 
cante'. variam conforme o volume de vendas 
dos bilhetes mensalmente. 
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