D 
D 
ELA VISTA -- MNTO 
HOMICÍDI 
DE CR 
Aproximadamente 
ão 0:i: 00 horou do 
dia lG/01/92, no ln 
tcrior do salão "v6 
nun cabeleireiro",si 
tuado na Av. Rio 
Bronco, a/no, na ci 
dado de Porto Murtj, 
nho, o proprictúr.iÕ 
do cutubclccimcnto, 
o cabeleireiro LUIZ 
GOMES VALERIO DA 
SILVA, de 28 anos - 
de idade, foi viti­ 
ma de homicídio com 
requintes de cruel­ 
dade (esquartejamen 
to) . 
Pelos levantamen 
tos efetuados cons­ 
tatou-se que alguns 
membros (braços e 
pernas) foram arran 
cados do corpo com 
a utilização de 03 
facas e na cabeça - 
haviam marcas de 
pancada. 
Ao tomar conheci 
mento do fato, por 
volta das 07:00 ho­ 
ras, a Policia Mili 
tar saiu na captura 
do principal suspei 
to, um menor de ida 
de (C.H.V.), de l'/ il 
nos, ao mesmo tempo 
cm que montou barrei 
ras em toda as Rodo 
vias pelas quais o 
ouspoito poderia uli 
lizar par.a evacli..r-c..i-: 
No km 09 da BR 
267, que liga Por.Lo 
Murtinho à Jardim 
foi encontrada uma 
bicicleta e alquns - 
pertences pessoais - 
dentro de 02 mochi - 
las do menor, que in 
dicava que ele teria 
saido da cidade. Per 
sistindo na persegui 
cão, que mobilizou o 
efetivo da Policia - 
Militar de Jardim , 
Bela Vista, além do 
de Porto Murtinho, o 
menor infrator foi a 
preendido na cidade­ 
de Bela Vista, por - 
volta das 07:00 ho - 
ras do dia 17, onde 
confessou a autoria­ 
do ato infracional e 
foi imediatamente en 
caminhado para PortÕ 
Murtinho. 
O menor dcclurou 
também que o fato de 
Dourados 
a Maior 
Carr e do 
, 
. 'a1S 
Escola e el tl feria para 
a Marra ido fá 
o Prefeito Edson Medeiros de 
Moraes informou ontem à Reporta 
gem que o Assentamento Barra do 
Itá receberá mais uma Escola - 
Primária, com quatro salas_ de 
aula e também a eletrificacao - 
rural através de verbas aloca­ 
das junto ao Instituto Nacional 
de Colonização e Reforma Agra 
ria - INCRA. 
A ordem de serviço para a 
construção da Escola no Assenta 
menta já foi dada e a Empresa - 
responsável pela obra sera a 
SEMEL Engenharia Ltda, que devg 
rã dar inicio aos serviços Jª 
nos próximos dias. A rede de e­ 
letrificação rural tambem ja es 
tá com as verbas alocadas e ain 
da neste semestre o assentamen­ 
to Barra do Itá estará sendo be 
neficiado com mais este grande 
benefício conquistado atraves - 
de insistentes reivindicaçoes - 
do Prefeito Edson Moraes. 
Vale lembrar que a Barra do 
Itá vêm recebendo uma completa 
assistência do poder público m~ 
nicipal,a exemplo do trator de 
esteira da Prefeitura Municipal 
que está há vários dias desma - 
tando e destacando áreas para o 
plantio de lavouras aos assenta 
dos, que receberam ainda no fi- 
lituoo foi consu a­ 
do com a presença de 
do is irmãos, REGIA, 
DO fU111, (' JIILBJ:trro - 
RAHL, JÚNIOR, filhos 
do proprirtárin da 
Pastelaria Rau' e 
que já encontram-se 
presos naquela cida­ 
de. O motivo real do 
crime c.1.t·{, o pn•r,<'ntc> 
momento não foi es - 
clarccido, poin ou - 
homicidas se contra­ 
dizem a rcsprito do 
fato, mas a Policia 
acredita que o moti­ 
vo seja fútil. 
O corpo da vítima 
foi removido para A­ 
quidauana, uma vez 
que a família reside 
naquela localidade. 
Alirio Villasanti 
Romeiro 
20 Ten PM - 7a CIPM 
Oficial de Comuni 
cação Social 
A Ceval Alinen os com sedo 
em Dourados poderá se ornar - 
em breve a maior indústria de 
carnes do Pais. A constatação 
é do Secretário de Turismo, In 
düstria e Comércio, Adayr no­ 
berle que visitou na semana 
passada o complexo industrial 
que está passando por uma qran 
de ampliac:io r conatrução de 
novas unidades frigoríficas. 
Acompanhado do superinten - 
dente da Coval de Dourados,Nes 
tor Ruschel, Aldayr Ieberle po 
de ver o projeto de ampliação 
do abatedouro de bovino, que 
permitirá a industrialização - 
de carne hambúrger e salsicha. 
só no uno de 1991, segundo 
informou Nestor Runchel a Ce - 
val/Dourados abateu 158 mil cu 
becas de gado, recolhendo 7 mT 
lhÕes 973 mil dólares em ICMS 
para o Estado, cerca de 9 bi - 
lhões de cruzeiros, atualiza - 
dos. O recorde de abate no ano 
passado ficou no mês de dezem­ 
bro, quando foram abatidas 14. 
798 cabeças. A média de abate 
é de 700 cabeças de gado/dia. 
SUINOCULTURA 
' 
. 
de !1uÍn0s, il C'cvil l já deu ini - 
cio a construção do seu projeto 
de HultiplicacnS de Matrizco. 
São 19 ur'! do distribuídas nu 
ma área de 200 hectares, que e 
qundo a :o, r!±ondente, dará 
O próximo passo da Ceval condiçó.. de fornecer 500 lei - 
informa Nestor Ruschel, é a to.:is/dia ;•,;•, prn-lutores intercs 
construção de um ubatedouro. de sados no projeto do integração. 
suínos e a industrialização da 1 Ccval fornece matrizes 
carne de porco (presuntos e sa que terão cria e os leitões en­ 
lames). 	- gordados r;erão <Jntrcgues pura o 
Para dar suporte ao abate abate. 
s..440 
EM$ E 
O Governo divul­ 
gou o novo valor do 
Piso nacional de Sa 
. lãrio, o salário m 
nimo. O valor é Cr$ 
96.037,33 e deve 
ser pago a partir - 
de Juneiro. O novo 
valor foi divulgado 
depois que o IBGE - 
entregou o resulta- 
Prefeito Edson Medeiros de Maraes 
nal do mês de dezembro um tra­ 
tor Massey Ferguson zero quilô 
meto repassado pelo INCRA, com 
equipamentos para o preparo da 
terra de todas as familias que 
residem na área: 
do do INPC - índice 
Nacional de Preços - 
ao Consumidor de de­ 
zembro que ficou em 
24,15 por cento,2,33 
por cento a menos - 
que o de novemt>ro. 
Esta foi a última 
vez que o salário l!lÍ 
nimo foi reajustado­ 
nestes critérfos. 
A partir de ago­ 
ra una nova políti­ 
ca salarial deverá 
ser adotada. 
O Governo já es­ 
tuda una proposta - 
para a nova políti­ 
ca e deverá entregá 
la até o dia cinco­ 
de marco. 
,. 
a 
A AIDS é uma doen 
ça cercada de muitos 
preconceitos e desin 
formações. 
Desde que adoença 
deixou de ser um pro 
blema exclusivo de - 
seus principais gru- 
pos de risco - os bo 
mossexuais, os hemo­ 
fílicos e os vicia - 
dos em drogas endove 
nosas - a AIDS se 
tornou um tema de in 
quietação em toda a 
sociedade. E esta 
preocupação se 
justifica porque 
todos estamos su­ 
jeitos à AIDS, in 
dependente de cor, 
sexo, idade ou si 
tuacão econômica. 
PÁGINA 08 
"Mimito" acaba de conseguir verbas para asfaltar várias 
quadras do perímetro urbano,num total de noventa e dois mil - 
metros quadrados (92.000m~). 
Não faz muito tempo, promoveu grande expansão da rede 
esgoto as principais artér1as estão sendo beneficiadas 
calçadôes de mármore. 
Matéria na Página - 03 
iJ 
adrão 
ImpeZa 
• 
J 
e 
-+ 
de 
COl:l 
a± 
Ji 
Cc 
s 
Aproveitando a ausência dos moradores, o indivíduo Pedro - 
mendes (25 anos, solteiro), residente na Vila do "Pedrão",pró 
x1mo ao Conjunto Habitacional da Cohab, arrombou a residência 
de Valdeci Pereira dos Santos, localizada na Vila Nossa Senho 
ra Aparecida e rez uma verdadeira limpeza. 
MATÉRIA COMPLETA NA PGINA 03

--- 
Sinais dos 1.'empos? Sim, dos Tempos de Mudanças 
i.., 
de }] ao a tu,ter um 
r sro n «Inato! har­ 
bar! o. f faquena-la e de 
pote cortar o corpo em pe 
d , tom a e tlesse 
e natdouro, uhaten- 
do n!ralo, 
t, ,, ,·J :ln, dl.irfm,"11 
te, nns tela d«televl - 
óe, I ayen4 de um mundo 
que teimamos em Ignorar, 
Vemo menoren abandona 
dos, e vemos menores assas 
«1nos, Fome e mtsérla , 
1111·11lnnr: fl<' pronllt11lndo , 
magen degradantes de um 
cenirfo mncabro, onde se 
faz a apologia do nexo e 
da violência. 
ll'J _jornuio e a TV 
mostram "famosos" junti - 
cetros ds favelas Paul1s 
tas, e o povo, o 'Zc Hu - 
mllde" clogin a misso 
rlouecu justiceiros. 
O trabalhador defende 
o neu snlnrio, um salário 
que mul d~ para o rancho. 
Pobre nüo pode ficar doen 
'te, Doença, paro o pobre: 
é a morte. 
Meninas, na flor dai­ 
rlndc, inebriadas peloo e­ 
xcmploA das vedetes e ma­ 
nequins da vida, no pri - 
meira oportunidade ven 
demo corpo e o alma, pa­ 
ra quem pagar mais. 
Hoje é comum, é normal, 
o lesbianismo, o homosse­ 
xualismo e as drogas. 
E lancnm-se planos, cm 
fcrências, de combate à~ 
drogas, mas o exemplo não 
parte de onde deveria par 
tir, do LAR, dos PAIS. - 
t normal aceitar o trnm 
bique, o roubo oficial,~ 
o honesto, mais parece um 
pateta, um ser alienado - 
d:i realidade. 
A realidnde, hoje, é! 
ccitnr, tudo o que era er 
rado, normal, na gernçoo 
faz parte de no so ot!­ 
d1ano. 
Certa felta, nun on­ 
remo de Jornal!nta 
d[ase que a IMPRENSA, de 
pendendo da e!ra como 
dIvulrva ns notf!as poli 
e1als, era também culpa­ 
da pelo caos, pelo bandI 
t1mo, pela onda de crf-­ 
n!n11Lidndo, d ,1()!H1lto'1, 
estupros, tudo na @ns1a 
de vender mafs Jornafs , 
de obter mula ponton no 
lllOl'I'., 
Culpados omos todoo 
n6u, partciroa de mono - 
tro9 crlndos noq entro - 
nhas de nossa soclednde. 
E cetarnoo no 11mlar dr 
um novo mtlinlo cnbendo 
o todos nós semear a se­ 
mente do nmnnhii. 
Poderemos colher fru­ 
tos saborosos, mas, pode 
remos colher,outrossim: 
umo colheita malditn, que 
errndicará o homem da fa 
ceda terra. 
S"imis dos Tempos. To­ 
das as religiões falam 
nesses "sinais" profeti­ 
zando o Apocalipse, mns 
o Senhor da Luz não criou 
o homem sua imagem e 
semelhança para extermi­ 
na-lo, Afinal, o que per 
manece, sobre,•i•e no-; 
vermes e deterioração 
nao e o corpo, mas o es­ 
pírito, ESTE é e foi e 
sempre será a CENTELHA 
DE DEUS no homem. 
E muitos se esquece - 
ram disso. 
Todas os mudanças im­ 
plicam em rupturas com o 
ordem vigente e todas as 
rupturas provocam cho 
ques, ondas, e depois 
surge a no,·a ordem. 
~ preciso fnzer algo 
urgente, estnmos cansa - 
dos de faladores, preci- 
pav de s Jado os 
ermo , te[a nn arena 4- 
nfcfpal, estadual ou fe­ 
•I. r,11. 
f uns a !tude 1,1! 
ta e eofta. Se o over 
no não faz, por que eu 
vou fazer? Culpamos os 
v!zInhos, Jogamos pedras 
nos adrfnfstradores, no 
homem e pedimos, as ve - 
zes, té a pena de morte 
para os cri1no9os ma 
nio olhamos para dentro 
de nós. 
Somos uma geraçao da 
crltlcn. E dn liberdade 
que GC confundiu com a 
l lber t Jnagcm, 
E hoje, por mais porn 
doxul que pareca, multo-;; 
oram ogfadocendo o surgi 
mento da AlDS, uma doen­ 
coque impediu a prolife 
ração de várias Sodomas 
e Gomorras pelo mundo, 
l'reclsnmos PÃRAR, 6 lC 
PÁRAR, para pensar, nuo­ 
cultar o Íntimo de nossa 
consciência, se olndn há 
o que escutar: A cada un 
seja pobre ou rico, cul­ 
to ou sem cultura, cabe 
o responsabilidade pelo 
que está acontecendo e 
pelo que poderá vir a a­ 
contecer. Somos todos pas 
sageiros de um barco eh; 
mado TERRA, jn enfrenta:­ 
mos tempestades, maremo­ 
tos, tufões, e durante 
milênios, ·!vemos ONDAS, 
e a todas soubemos ven - 
cer, multo sangue foi 
derramado, matamos até 
um CRISTO, e sempre ti•e 
mos a oportunidade de RE 
COMEÇAR. 
Os Senhores da Luz 
os Construtores, nos en­ 
viaram vários sinais e 
nós, teimosos, orgulho - 
sos, donos do mundo e da 
verdade, fingimos nao 
t nte n ar dor de 
rae ao er o fII!o " r­ 
rer por falta de a • ! - 
tenta; oda as vezes 
que Induz1nos vfoln­ 
c1n scrrs crlndo~ pnrn 
a PAZ, retrocedenos co­ 
to ere humanos e pas­ 
ramos condtçio de ant 
CstudnR, livros, cur 
os, nada forma o home 
como ser cómico e não 
t h•er o amor, a coc.pro­ 
ensão, a aceltacào de 
que somos todos fIIhos 
da mesma Fonte. 
Sei, sei, que muitos, 
a grande maioria, sorri 
rã ao ler rste artigo: 
"fantnsista". ºcoreta", 
"fora do tempo e does­ 
paço" "piegas", mas uns 
poucos entenderão. Bas­ 
ta que UM SÕ OUÇA mi - 
nhas palavras e já me 
darei por satisfeito. 
Religiões, religiões, 
ah! As religiões ... são 
tantos, com tantos tem­ 
plos e se esquecem que 
o TEMPLO principal é a 
pr6prio alma do homem. 
Não, o mundo não pre 
cisa de religiões, pre:­ 
cisa de RELIGIOSIDADE. 
O homem RELIGIOSO roo 
mata, abre os braços pa 
ra o mundo, vive de a:­ 
cordo com a sua consci­ 
ência e é um auxiliar 
das Forcas do Bem. 
Inicie, HOJE, agora, 
em sua cidade, um PROJE 
TO MENINO, se és empre­ 
~ário, admita alguns me 
nores em sua empresa 
tire um pouco de seu lu 
r 
(• r- 
2tio, 
to (. r ! i 
doatr!r 
LíGtJ.o, 
51G pro roas E 
1,ICTÀO DA VIDA. 
E.ar , +o. 
todo Instante, no per 
ta quc em sua !dnd, · n 
d1os abandonados an - 
de pelas ruas, estenda 
:1s I:Uar; r.a.os. 
Erqueca os Governos , 
vamos, nós, POVO, UNIDOS. 
recomeçar, construir a 
ocfedade do futuro. Li­ 
berdade sin, nas coo e - 
quilíbrio, sensatez, or­ 
den, tudo na natureza é 
han::onloso, a liberdade 
do natureza é o calor e­ 
xemplo, observe a seu re 
dor, tudo é EQUIL!nRIO ~ 
Às vezes, é o BOMF.M que 
quebra este equilíbrio. 
Vazos começar a ran­ 
de tarefa, envie cartas 
as emissoras de televi - 
são, rádios, jornais,roo 
aceite a violência cooo 
uo fato nor.nal; pressio­ 
ne os políticos (eles ga 
nham para atender o o - 
vo), e comece a rudar 
na sua casa, no trabalho, 
no clube, na escola. 
turals, anuncf 
que Ifparao a t rra 
suas ujefras; nao te a, 
em m vento al, « nl 
festa,ão do MAL; ele tg 
n!fIc que o BEM ex! te. 
Você, é um er !mor 
tal, luz da luz, acred­ 
te, é fator importante - 
no concerto da Orquestra 
do Senhor. Ele con a com 
voce. 
líojc, i1gorn, vr:-!lor, ft­ 
judnr nn CONS'.rnlJÇÁO dr 
umna SOCIEDADE maIs Justa 
equilibrada, frntcrna, a 
miga, vnMos p,1ror de o : 
lhar pnrn o chiiu e 0111.,r 
para o nlro, confinntr~, 
e não vamos ter vergonha 
de CHORAR, de nrn, ele C/,i:/ 
TAR, e de ACREDITAR. S!CT 
é possível, desde que to 
dos, todos nós, nos der­ 
tr.os as oaos e formos a 
grande roda que oo~erá a 
TERRA, como um todo, e 
direção a seu destino 
onde todos se encontra - 
rao. 
(I.P) 
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Diga não a 
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1 
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1 l 
', à,/t is + o 
Doln Colegios t•Btno arndo ronstruÍdos: um c:om quatro salas nos nltcrn dn - 
Vila Don~rln (foto) r outro com duas salas na Vlln Mnrnmbala 
Pnrn encerrar n sun admtnlstrnçÜo com "chave <ln ouro'', ~nt~ acelerando as 
obrafl do sonhado "Hercndo Munlctpal", Colégio com quatro snlns de aulas nos 
altos da Vtlo l)onárin; prédio da "SnlA" (S,•cretnrlo ~o Melo Ambiente) ao la­ 
do do FÕrum l' outro Colégio com duas salas na Vila Mi,rambaio. 
TRfiS ANOS DE ADMINISTRAÇÀO 
Em apenas tris anos de administraçÜo, o Prefeito Noudemir Xavier revolu - 
clonou 
O 
setor educacional, com as construções e ampliações de Escolus,crla~ 
do vogns pnra mais <lP mil alunos. 
Obra do Mercado Municipal esta cm fase de acabamento 
, s ·de pública tambêm recebeu grande Impulso, considerando que odor.tolo- 
au 	, { 
istas e médicos foram contratados, oferecendo aos ?'unícipes um esmerado aten 
dimento e farta distribuiçao de remedias, acabando com aR filas na unidade - 
sanitária. 
POPULAÇÀO RECONHECE O DINAMISMO 
Deixando de lado as rusgas políticas, a_maioria da população reconhece que 
"}limito" está fazendo uma boa administ:açao, levando em conta que estamos a­ 
travessando um negro período de recessao e mesmo assim ele vem conseguindo - 
manter em ordem as folhas de pagamento, tanto de funcionarios como de fome 
cedc,res. 
Ladrão Cheiroso Fez Verda ira 
limpeza na Ca a do Trabalha 
Aproveitando a ausencia ie or 
dos (25 anos, solteiro), residente 
ao Conjunto Habitacional da Cohab, 
deci Pereira dos Santos, localizad 
cida e fez uma verdadeira limpeza. Surrupiou u 
e branco, toca-fitas, bicicleta, cinco camisas e cinco 
jeans novas, um par de tênis e dois frascos de per 
car cheiroso. 
PRESO E EU BARRACO 
Quando a ví .ima Valdeci Pereira dos Santo chegca da 
com seus familiares e constatou o arrombam nto, com.oi :ou ir 
diatamente a Policia. Em poucas horas de diligencias os sold •• 
dos Galeano e Lopes localizaram o amigo do alheio em eu barra 
co, na Vila do "Pedro". Toda a muamb foi apreendida e o qatu 
no declarou que foi necessário quatro viagens para transporta1 
os objetos. Levado para a Delegacia, recolhido ao xadrez, foi - 
autuado em flagrante eu~ tnnto cheiroso. 
nISPAllO A ESMO NO l!Al.NBÃJ{!O 
O funcionário da Enersul Pedro Paulo Gauna Mendonça, estava 
um tanto "alto'', efetuou disparo a emo no Balneário Rio Pormo­ 
so e dcaacatou o Guarda Municipal Fernando Andrade. Por cau•, - 
disso, foi detido pelos soldados Sabio e Vargan, que apreenae - 
ram seu revólver "38" e o encaminharam à Delegacia, onde foi a 
tuado em flagrante. 
BOAS VINDAS AO MAJOR BARROS 
Nossas boas vindas ao Major-PM Darros, que recentemente assu 
miu o Comando da Cia de Policia Militar, de Jarclirn, em substi - 
tuição ao Capitão Julio Cesar Beckcr, cuja marcante atuação se­ 
renou os ãnimos entre os "sem terra" aqui em Bonito e até evi - 
tou episódios de consequências mais desastrosas. 
Enquanto isso, o eficiente Sargento Clodoaldo, tanb6m csc, - 
de volta e assumiu o Comando do Destacamento da PM, de Bonito , 
que estava a cargo do competente Cabo Tito. 
Repete-se a estória: "O bom filho a casa retorna". 
Prefeitura Recupe a 
Dezenas de Pontes 
Bela Vista - Praticamente desde o início de sua arlí:iinistraçii0, 
o Prefeito Edson Medeiros de '1oraes tem recuperado e refor:...alo 
dezenas de pontes nas estradas vicinais do Município e nas Fodo 
vias de acesso as cidades vizinhas, como Apaporé, Bela Vis~~ ;· 
Caracol. 
A porite sobre o Rio Caracol, na Rodovia Bela Vista/Caraco• 
está send~ recuperada totalmente pela Prefeitura Municipal, com 
colaboraçao do DERSUL, que forneceu o madeiramento, devendo ser 
concluída ainda nos próximos dias. 	• 
No início do próximo mês, mais duas pontes, uma de acesso ~ 
Fazenda Cnracol e outra sobre o Córrego "Nhoatyn" serão reforma 
das pela Prefeitura Municipal de Bela Vista, o orçamento parã 
as obras ja estao com o Prefeito Municipal que está providenci­ 
ando 0s recursos para executar os serviços o mais rápido possí­ 
vel, tendo em vista o precário estado de conservacão dessas pon 
tes. 
Obro: Rcgion0l·SEMA 
onito-MS 
eIrto_Regiona1aa"SERA"(secretaria_ao_Meto Ambiente) ser instala 
do em predio proprio 
, 
SECRETARIA DE OBRAS 
0 
Sr. Otoni Alves de Souza, Secretrio de Obras Públicas, além de receber 
amplo apoio do Prefeito, vem consegu!ndtl a colabciroçao d.e propr1etorios ru - 
Tais para manter em ordem a manutenção das estradas vicinais. Combustível e 
nt.ê pneus são oferecidos por pessoas que deseJ.:im 12.:1rc:icipar d_ireta.m.e~ttl na - 
diistração pública, evidenciando assim que estao coesas com o che e do o- 
xcutivo local. 
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,J 
·,

B 
nitidamente que a política bonitene etá mais dividi 
ljo ui .o": Três candidatos es.ão confirmados para, 
+ ou m e oleies municipais que se aproximam e mui .os acr i 
1
1 l•,: .,,q,r<· w•. ri" úLt,ii,,,, hor,1, O•i pr,,fcit,ivcir; ainon c:,•_,-oj 
ao. .o, ", pois até o momon o não se alinharam com as lideran - 
1 ;as Ou optaram pela agremiação que vão concorrer. 
1 
(1 , ,,pr<" iiri0 r_inn;y :.onr<'!J e!?:; ~nn -o~, prnprieuírio cJ,; filZ')ntl1 
,"Ser linho" e diretor do Hospital de Aquidauana, vem ai com re 
'ade do Governador Pedrossian, deputados Alberto Rondon, Valdir 
:,r v":. u r.ir Coldrrnl, prC!fci o Nnuucr:iir Xavier e naioria dos VP- 

rr, ,, ,r1 , , 
NHTTCY SOARES THM PASSE LIVRE 
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nd 
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O pome do Nercy Soares como can<licJato à prefeito está muito - 
bem tado perante a opinião pública, porque não é político e 
1 t" l ., -e do um administrador de cnpacidacJc comprovada, pois cm 
ua tenda instalou um verdadeiro campo de pesquisa com a perma 
ni',noJ,, de lÚcnic.:oH da Embrapa e Empaer. Com eona tecnologia con­ 
:1i1<Jtc,11-nc corno o maior produtor de milho do nrasil e tem passe - 
livre junto as esferas governamentais. 
GRANDil P.XPRESSAO NA ÁREA DB SAÓDB 
ti 
ma 
lh 
e 
o 1 
mo, 
di 
onito 
rês Pre1eitáveis de Bonito 
Nercy é um grande destaque na área de saiidc, tornou-se dirc - 
tor cio Hospital de /quidauana e já andou correndo atrás de Minis 
tro o Secretário de Saúde para acelerar a conclusão do Hospital 
Municipal de Bonito, com trinta e seis leitos, que está sendo 
construiuo no Jardim Andréa, defronte ao BNH. 
Para concorrer as eleições, já transferiu o seu titulo de e - 
leitor que era de Aquidauana e promete fazer uma campanha limpa 
e arregimentar ao máximo correligionários que realmente se preo­ 
cupam com a expansão do município em todos os setores. 
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AUGUSTO BARBOSA MARIANO 
Augusto Barbosa Mariano, médico veterinário, empresário e pe­ 
cuarista. Trata-se de um jovem dinâmico e foi o primeiro a lan - 
ar a candidatura sem ao menos conhecer os adversários. Recente­ 
mente declarou à nossa reportagem que continua firme na parada e 
está filiado ao PMDB. Disse que espera obter muitos votos junto 
a juventude, esportistas e pecuaristas de toda região. Com a sua 
assist~ncia veterinária visita diariamente todos os redutos. 
RX-PREFBITO DARCI BIGATON 
O ex-prefeito Darci Bigaton também é candidato e está em ple­ 
na ca,-.pnnha e terá que fazer um grande "jogo de cintura" para fi 
car Jo lado do Governo, uma vez que está filiado ao PMDB. 
O,- nrefeitáveis sabem perfeitamente que vão ter que gastar 
muito dinheiro, porque a miséria e enfermidades campeiam em mui­ 
loc ~~trcs. t certeza que uma verdadeira avalanche de carentes in 
vadir5o so comitis em busca de alimentos, 6culos, remidios e a= 
tendincntos médico/odontol6gico. 
(Firmino de Barros) 
Edital de Proclamas: 
JANILDE ROSA DOS SA.'lTOS, Ofiicala do Cartório do Registro Cidl desta ci­ 
dade, faz saber a quantos o presente Edital de'Proclamas virem que apresenta 
ramos Documentos exigidos pelo Art. 180 do Código Civ11 ngs I, II e IV, e 
pretendem se casar: VALDECIR DUARTE RODAS e MARIA SEBASTIANA SELA.IA. Ele, nas 
cido aos 10/06/65, em Bela Vista-MS, resid. nesta cidade na rua Rosalina Li= 
no Leite, )), filho de Basilio Rodas e Evangelista Duarte, de profissão mili 
tar. ±la, nascida aos 12/12/65, em Jardim-MS, resid. no endereço do preten 
l
cente, filha de Teodora Selaja, de profissão lides do lar. 
DEKECIO ADENIR RODRIGUES e KARIZA CARDOSO LEIVA. Ele, nascido aos 28/12 / 
l
iO, er Bela Vistn-MS, resid. nesta cidade, na R. Amiilia Paim Rosa, s/ng, fi­ 
lho de Verr!ssimo Rodrigues e Lúcia Coronel, de profissão militar. Ela, nas­ 
cida ;,os 04/02/7~, em Caopo Grande-MS, resid. nesta cidade, na run são Mar - 
tins, iilha de Pio Leh·a e Maria Cardoso, de profissão lides do lar. 
Se nl~uém souber de algum impedimento, que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vistn-MS., 07 de janeiro de 1992 
A Oficiala - Janilde Rosa dos Santos 
~ TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL - PREÇO DO EXEMPLR - 500,00 
coo intuito d 
1evar ácua trat da 
para 95 por cento - 
da população at o 
final da atual admi 
nis racção. Os servi 
os es á em andamen 
Lo e novo-:. íín n<:í;-;­ 
Tentos e ão sondo 
viabilizados para 
c•ue a me a pretendi 
da pelo governador 
Pedro Pedrossian se 
ja dc[initivancnlc­ 
lcançada. Além de 
recursos do Governo 
J'cclcral, o Estado - 
l>usci.l agora ur:i cm - 
pr6slimo junto ao 
nanco Mundial, para 
estender seu proqra 
ria de saneamento pe 
los municípios sul= 
ratogrossense. O ob 
jetivo primordial e 
possibilitar maio - 
res condições de saii 
de a toda comunida­ 
de, principalmente 
quela residente em 
regiões perifiricas 
e que por consumir 
água de poço casei­ 
ro, está sujei til acs 
rais variados tipos 
de doenças, tais co 
MO a c6lera, que ja 
atingiu vários Es­ 
tauus brasileiros , 
~ hepatite, entre 
outras. 
Enquanto o obje­ 
tivo proposto pelo 
qovernador Pedrossi 
n não é alcançado, 
outros programas es 
tão sendo executa= 
dos, no sentido de 
combater a entrada 
da c6lera no MS, bem 
como de outras doen 
ças. A empresa de 
Saneamento de MS-Sa 
resul, está enganja 
da nas campanhas e, 
lém de executar o­ 
hras de saneamento, 
levando água trata­ 
da para população a 
té então servida a= 
penas por poços ca­ 
,.eiros, realiza tam 
hém um trabalho de 
orientação informan 
GO sobre os cuida= 
dos que devem ser - 
tomados para se evi 
tar doenças, atra = 
vés do consumo de 
água dos chamados - 
poços caseiros ou 
cisternas. Atualmen 
te, 84,20% dos sis= 
temas de abasteci - 
z1d ') 
r tados 
de i pla 
~ifH.c; , .. 
continua e 
to, com o objetivo 
de lvar mais do 
para oda popula - 
çdo sul-ma .ogrosen­ 
se. Nas unidades on­ 
de não há sistena de 
tratamen o por clora 
cão, a água consuni­ 
da pela comunidade é 
tida como de excclen 
te qualidade, justa­ 
ncntc pelo fato de 
que a captüção é a - 
través de poços tubu 
lares (poçon arte::.iã 
nos), localizados cm 
regiões livres de im 
pureza:::;. 
CLORAf>ORES POR DIFU­ 
SÃO 
ara 
roa 
Ç1D 
:. pra ., 
c1ordor 
. e; l'llll 
ílio do um 
l nll .. 
, ÍO 
nylon, que dovo 
r errado fora 
d cisterna, em qual 
quer ponto de apoio 
(geralmente na pro­ 
pria ara). O reci 
pinte deve ficar - 
dentro da aqua, mas 
próximo à superfí - 
cie. A mistura é su 
ficiente para tra - 
tar dois mil litros 
de água. Entretanto 
quando a quan idade 
for superior, ou a­ 
inda quando houver 
ur.u rc irada diário 
muito grande de á - 
gua, ou seja, rápi­ 
da renovação do len 
co1 d'água pode ser 
necessário colocar 
mais um clorador. O 
tempo de pcrmanên - 
eia do mesmo no po­ 
co é de 30 dias. O 
clorador é o siste­ 
ma mais simple::; e ba 
rato de desinfetar 
a água. O cloro não 
é um produto caro e 
a areia e a embala 
gem também reprosen 
tam custo baixo. Pa 
ra ser feita a mis­ 
tura do cloro e areia 
há necessidade de se 
utilizar luvas e, ccrn 
auxílio de um funil, 
colocar o produto - 
em uma embalagem 
fechando-a bem, em 
seguida. O tratamen 
to da água de eis - 
terna através dos 
cloradores, é uma 
das medidas mais a­ 
dotadas no Brasil, 
para se evitar con­ 
taminação. Como se 
sabe, as águas sub­ 
terrâneas podem per 
feitamente serem = 
contaminadas atra - 
vês de infiltrações 
de águas de enxurra 
das, de águas resi= 
duais de vazamento 
de esgoto e fossas, 
fossas localizadas 
pr6ximas e acima da 
cisterna, etc ... A 
Sanesul, ao mesmo 
tempo que presta ta 
is informações, a= 
lerta sobre a neces 
sidade de ser feito 
um exame bacteriol6 
g1co em caso de aG­ 
vida sobre a quali­ 
dade da água dos 
chamados poços ca _ 
se1ros. 
-------===----- 
Como se sabe a á­ 
gua pode transmitir 
doenças consideradas 
perigosas para seres 
humanos, especialmcn 
te crianças. No caso 
de um poço caseiro - 
ou cistena que é mal 
constru~uo, há neces 
sidadc de protegê-lo 
de possíveis contami 
nações e ainda desin 
fetar a água. No ca­ 
so, conforme informa 
çÕes da Sanesul, o 
mélhor desinfetante 
para a água a ser 
consumida é o cloro 
e uma maneira práti­ 
ca de aplicá-lo é a­ 
través do uso de elo 
radares por difusão. 
O clorador por difu­ 
são é uma mistura de 
cloro em p6 (hipoclo 
rito de cálcio ou 
cal clorada), 340gra 
mas, e areia lavada; 
850 gramas. Essa mis 
tura é colocada em 
uma embalagem plãsti 
ca (de agua sanitá = 
ria, a mais usada) - 
de aproximadamente - 
um litro de capacida 
de. Sao feitas duas 
perfurações de o 6 
centímetros de diáme 
troa 10 centímetros 
abaixo do gargalo,pa 
ra_que o cloro possã 
sair a partir do mo­ 
mento que o clorador 
se)a 1nstalado no po 
e
ço~ A_f~nçao da are.{ã 
facilitar a libera 
Viação Cruzeiro 
CONFORTO - SEGURANÇA - :Rl>JCltNCIA 
LINHAS PARA TODOS OS MUNICÍPIOS DO MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
do Sul 
- 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
ma Estrela Brilha na 
Constelação ·do MS."

J)J I 1· !0 Tffr,J<, , 
DNIONIO João 
ANIVERSARIOU 
Por: 
André Luiz 
LEIA E ASSI 
G1ONAL. 
ASTATU «A ANUAL: Cr$ 
Quem eeLá partindo pnro 
Rº l.lznel Tclxelrn Sonren, 
to no r:xérclt o llrnr;J.1.clro. 
'No vmmÃo 
servir a Pátria neste fnIclo de no é o nosso amt 
na cfdade de Bela V!nta. Desejamos que tenha xi­ 
rr-llcldnde ... 
EM BREVE 
Segundo on comnntár lou clrcul.uclos em nossa city, brevemente entará presen 
tn mnln umn Companhia de Hodcto em nor;sn cidnde. Estumos aguordnndo nnr;!or;a:: 
mente ente evento que com certeza terá mu[to sucesso. 
SUPliR AGITO 
Um ponto de encontro do Juventude nnton loj uoncnsc e das cidades visinhus 
que realmente merece elogioR, pois sempre tem rcnlizado &Pnsoclonniu festas 
oferecendo à garotada, ulegres e dcscontrn-!das opções de lnzcr. Estou fnlan­ 
do do Clube Flnsh Dance. 
IN FOCO 
• 1 
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1 • 
15 ANOS 
Numa brilhante festa reali?:ada no Clube de Verão Nev Star, a jovem Eliane 
Pereira Soares comemorou seus 15 anos. La compareceram seus amigos e paren - 
tes, para comemorar junto com Eliane_esta data tão especial. Desejamos à vo­ 
ce Eliane, muitas felicidades. Parabens. 
ANIVERSARIANDO 
Anto 
o 
Il l O João 
T 
1 
Comercial 
Barreto 
No dia ?.7 de Janeiro coa zerteza sera uma 
niversariando o Prefeito Ovaldete_Coinete 
sejamos muitas felicidades. Parabens. 
TROCANDO IDADE 
data marcante neste ano, estarã a­ 
e este colunista. Ao prefeitâo de- 
 
Neste próximo dia 25 de ja~eiro estará trocando de idade a vice prefeita 
mirim, Sílvia Eduara. Um montao de felicidades e que tenha muitos anos de vi 
dn. 
PARA REFLETIR 
f
• em si mesmo, homem de vontade forte, tem como palavra 
O homem que tem e - 	- 
de ordem -- "Agora". Nunca dispoe de tempo futuro. Agora e sempre para ele o 
• Í 
1 
Este minuto. Este segundo, e a realidade que lhe oferece a 
momento prop c o. 	d 
d d onseguir resultados eficientes; de ter, e terminar o que i 
oportunida ei ieicr 
O 
que precisa ser iniciado; de corrigir o que foi feito - 
niciou· de n c ª - - 
n' ano; de tomar uma resoluçao ha muito adiada; de cumprir_a promessa - 
por e g i d. o cumprida: de reconquistar o tempo perdido ••• 
feita e a na na ' 
Av. Eugênio Pcnzo, 565 
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. • I , . ' , l 
COMEN'TANDO 
ANIVERSARIO: 
o e. Jo,é Carlos 
Per·ira de Carvalho , 
u no ano posado ce 
Lotou ua la missa , 
Iqreja Matriz de 
Santo Afonso om Dela 
vi t1, aniversariou " 
f no dia 10 do janeiro. 
fl Atualmente Pe. Joé é 
b] Feitor no seminário 
Dioceano M» mae da 
Tqreja om Paranavaí - 
R. ri i61! 
j 1'5/0l - A funcioni 
r la do Pronav Carmem 
cl Ho J u.; . 
d 15/01 - sra 'isa 
t E'sCObr N?vedo. 
i I5/0l- quara ·­ 
o} nista de Direito Claü 
e, dl I Lour0ilo Oc:iiri·;.- 
ti! 16/l>l - Sr.:i Lídiu 
Velasquez, que foste 
r' jou a data com ucu 
4 lento churrasco, ro - 
t& deada dos filhos, no­ 
d ras, netos e genros. 
t 21/01 - Flávia Es- 
::,1 cobur Azevedo. 
tc 
hc 
.2"- 
1:. a Diretoria do Asilo 
pq dos Desamparados, man 
rS dou publicur no Jor = 
G nal do dia 25/12/91 , 
t~ faltou na relação a 
! colaboração mensal do 
Re Grimin Pedro Rufino . 
Pe o asilo agradece essa 
d.J val iasa colaboração. 
pC 
c O CASAL FLÁVIO E 
qu 
Fanny Loureiro da 
nh Rosa, felizes com o 
ti nascimento de Marina, 
ma que veio ao mundo no 
lh belo amanhecer do dia 
e 17/01/92, pelas mãos 
o do médico Dr. Renato 
mo de Souza Rosa. A lin­ 
di da Marina pessou 3, 
ma 500 kg. Parabéns ã 
a toda família! 
xi 
re 
6 
so 
ROTARY NÃO TEM DO­ 
NOS 
r 
ma Na distante e his­ 
do tórica noite de 2 3 de 
re fevereiro de 1905, na 
se conturbada Chicago 
qu Paul Harris e sous 
to três a;:iigos cr iararn 
, ) 
AHIVLllbÁ!llOII Jl,/01 - DR, CARi.OS AIJlt:RTO OCÃRIZ (CAt.illTO) A!-llCOS FORAM A'ff'. SUA RESIDtNClA 
l'AltA QDll'Rl}t!D<rÃ-Ul, 
- 
LUAL 
FONE: (067) 439-1165 
RUA CONDE DE POR'J:_O ALEGRE 
RUA DUQUE DE CAXIAS 
BELA VISTA 
realmente uma enti­ 
dade impar na vida 
da humanidade. No 
centro americano de 
maior indice de cri 
minalidade e dissi­ 
pção moral da épo­ 
ca, paradoxalmente 
nascia uma Ordem cu 
jos principios basi 
lares eram justamen 
te a paz, o amar e 
a igualdade. Em po~ 
co tempo Rotary cres 
ccu e se difundiu - 
por todos os qua - 
drantes do mundo 
proscrevendo a into 
lerãncia religiosa~ 
política, étnica e 
irmanando milhões - 
de homens e agora 
também mulheres - em 
centenas de países 
e regiões geográfi­ 
cas. 
A recente e exi­ 
tosa campanha de,va 
cinacão mundial an­ 
tipólio foi mais 
uma eloquente de­ 
monstração de que 
nossa grandiosa or­ 
ganização não só 
gravita em torno de 
princípios, mas os 
concretiza e aplica 
no crescente campo 
<las desigualdades e 
anseios sociais. En 
tretanto, para man - 
ter Rotary nesta po­ 
sição, prestigiando 
seus 86 anos de pro­ 
ficua atividade, é 
preciso corrigir mui 
tos comportamentos - 
que travam a marcha 
necessariamente apre 
ssada de RI, como 
por exemplo o dos 
sócios poucos assídu 
os, omissos ou indi­ 
ferentes; ou dos que 
mercantilizam a con­ 
vivência clubística; 
ou ainda daqueles 
que julgam que o Clu 
be é de sua proprie­ 
dade exclusiva, por­ 
que são mais antigos, 
mais ricos ou melhor 
titulados intelectu­ 
almente. 
A essa última ca­ 
tegoria devemos ob - 
servar, fraternalmen 
te, que o Rotary não 
lhes pertence porque, 
antes de tudo, é um 
sagrado e inaliená - 
vel património de to 
das as comunidades - 
onde atua, por mais 
pobres e humildes 
que sejam. 
FERNANDO UNDERLICH (do Rota 
ry Cub de Rto Pardo, RS- Ds 
trito 4680) 
Provavelmente nes 
te final de semana-­ 
(se nao chover) Re­ 
ina (Kawany) e Ma­ 
·istela estarão pro 
movendo um LUJL na 
Praia do Apa. Será 
uma noitada em vol­ 
ta de fogueira, com 
nuita música propor 
cionada pelos pre - 
sentes, eles mesmos 
dedilharão seus via 
loes e cantarão 
nons vinhos farão - 
parte da noitada! 
CURSO DE COMPUTA 
ÇÀO 
Estará sendo mi­ 
nistrado a partir 
de fevereiro. As 
inscrições já estão 
bertas na Duque de 
Caxias (ao lado da 
:awany). 
E AS AULA 
Estão previstas 
z iniciarem no dia 
10 de fevereiro, is 
to é, se antes os 
professores não en­ 
trarem em greve, pr 
melhores salários. 
* TUDO EM JEANS E O 
MELHOR PREÇO DA CI 
DADE! 
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FONE - 439--1843 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
RESPOSTAS AO TESTE B - 
BLICO Ne 11 
71 - At:os cap. 2ler 
siculo 5. - 
72 - Zacarias cap. l 
"ersicul:o 20. 
73 - Josué cap. 2 
versículos 18 a 21 e 
cap. 6 versiculos 22 a 
25. 
74- II Samuel cap. 
4 versiculos 5 e 8. 
75 - JÕ cap. 2 versi 
culos 11 a 13. - 
76 - Est:er cap. 7 
,·ersiculos 9 e 10. 
77 - Jeremias cap. 
52 versiculo 11. 
Colaboração do Escr_!: 
tório Vasconcelos . 
ANUNCIE AQUI! 
Sonhos de Xavante 
é tema de -Livro 
Para o fndlo avante o sonho uma conqufsta 
cultural, além de ser sempre profétteo, ±stas ao 
apenas duas entre as várias con lusoes a que che 
ou o sul-mnatogros +nse (de Bela Vteta) Ser1ol! 
fz k. de Medeiros em sua tese d mestrado sobre 
o Sonho do Xavante, defendida eu novembro de I9- 
90. Sua dissertação foi ed!tada em livro, Int!tu 
lado "O Dono dos Sonho" (Editora Razão Soe1al), 
lançado em novembro passado em Sao Paulo e que 
chega este mês s Ifrarfas da Capital por cr$ 
10 mf1. Neste livro Sérzfo Medeiros, que e ra_ 
dundo em Letras pela Fucmt, captou as recorda;o­ 
es e narrativas oníricas do xavante Jerônimo, o 
Wamar!tede'a da aldeia xavante de Sangradouro - 
(240 ka de Cu1abá, no Estado do Mato Grosso). a 
maritedc'va é u:na espécie de sonhador oficlnl do 
tribo, cnp.1l de prognost:icor o futuro ou simples 
r::cnte 'Cr no sonho um ca:ninho que possa gu!ar os 
Índios. Mas a tnrefn de Jerônimo nao se limita na 
penas a prever o futuro através dos sonhos. Ele 
procura também pacificar as desavenças ocorridas 
na tribo ou entre esta e outra tribo. Alén rlis - 
so, exorciza o espírito de alguém que Já morreu, 
impedindo que ele pratique vinganças contra os 
vivos. 
Segundo o autor, a pesquiso durou dois anos 
(de 87 a 89): "Visitei diversas 'ezes as rcser - 
vas xavante de Sangradouro e contei com a valfo­ 
sa ajuda de etnógrafos salesianos", explica. "O 
Dono dos Sonhos" está embasado em vasta biblio - 
grafia, onde o autor abrange as teorias de Mnli­ 
nowski sobre o mito como "uma realidnde concreta 
mente vl·enciada" e nao coco mero relato de uma 
história, e as enlaça co:n os ensinamentos de Lé­ 
vi-Strauss, que traça um fecundo paralelo ent:re 
a forma mítica de pensar e a ideologia política. 
A narrativa feita por Jerônimo é redundante e, 
segundo Sérgio Medeiros, "esta é sua marca esti- 
1{stica a!s profunda. É através da repetição que 
ele chega no arquétipo, recorrendo a figurns de 
linguagem como a metáfora, a compnraçao e a con­ 
densação". Entre todos os sonhos relatados ao pes 
qu1sador, o grande amaritede'a, restabelecido 
de urna doença, cont:a este: "Sonhei que iria f1 - 
car bom e ver por mais u:n ou dois anos, até - 
cont:ar todas as histórias que eu tenho para con­ 
tar", diz, certo de que o grande homem co::i asas 
de jaburu passara por Sangradouro e o le·ará pa­ 
ra o céu quando essa hora chegar. Esse "anjo" a:rn 
asas de jaburu Já lhe apareceu outras vezes em 
sonho, ensinando alguns feitiços e revelando ao 
"Dono dos Sonhos" a estrada que conduz o xavante 
para sua Últ:ima morada. Jerônimo descreveu e= 
detalhes a entrada neste mundo, descoberta com 
muit:o esforço. O céu não ê muito diferente da al 
deia onde vive. Reproduz a imagem gerada por uoa 
vontade cultural, que nada teria de sobrenat:ural 
ou ext:raordinâria. "Os relatos ::Út:icos perr:iite:n 
certa dose de in·encão, mas os sonhos sempre a - 
pontam uma possibilidade real. Jerôni.:::io descreve 
a vivência mítica até com mais detalhes do que 
seus relat:os históricos", cont:a o autor. Através 
de "O Dono dos Sonhos", ficamos sabendo que Jerô 
nimo sonha com o deus dos crist:ãos há anos. N 
lh·ro "Jerônimo Xavante Sonha", dos padres Barto 
loeu G1accaria e Adalbert:o Heide, há a transcri 
çao de relatos do "sonhador dos xavante" e, e 
pelo menos dois deles, havia a presença-de Jesus 
aparecendo para est:e povo Índio: nwti batizado e 
nua festa da t:ribo, a Waya. Alê de pesquisador, 
Sergio Hedeiros, que i::ora em são Paulo, é tanbém 
tradut:or e crítico lit:erário. Atualment:e prepara 
sua tese de doutoramento sobre O conceito de he­ 
roi entre os povos de língua e cultura gês. Ain­ 
da para est:e ano, ele pret:ende lançar seu mais 
recent:e trabalho, u:n ensaio sobre o grande poeta 
Manoel de Barros, intitulado "O Pai do Poema", i 
lustrado com os bugrinhos de Conceiç.aÕ dos Bu 
gres: "Nest:e ensaio analiso a est:êtica da obra - 
de Manoel de Barros; '"erifico a ,·isão do mundo 
do bugre e coo _ele i.nflui na poesia deste escri 
tor', explica Sérgio. 	- 
Mas seu trabalho não para por aí. Sérgio Me - 
deiros ja est:a preparando u livro sobre Marcal 
de Souza. Para reali:ar as pesquisas, Sérgio co~ 
tacaa bolsa da Fundaçao de Apoio à Pesquisa do Es 
tado de São Paulo, que tabê patrocinou sua es 
quisa de Mestrado. 	- 
(Correio do Estado de 15/01/92) 
? 
NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES, 
·PINTA DE TUDO! •

T.f. 
A' . 
ri , e Econômica faz aumentar 
Numero de Ocorrências na 
Delegacia da Mulher . 
• 
crise econômica que o Bra­ 
il atravesa tem se revelado co 
mo a mais impor antr rausa da nú 
mero de agressões a mulheres no, 
últimos tempos. A Delegada Tiu­ 
lnr dcasn Delegacia cm Campo - 
Grande, Zenóbia dos Santos Pedro 
sa, explica que, aliada ao alco 
lismo, a falta de dinheiro e Õ 
desemprego estão causando muito 
desentendimento entre casais, - 
culminando muitas vczca cm vio­ 
lência íir,ica. 
A Delegacia da Mulher atende 
a uma média de 45 mulheres dia­ 
riamente, com casos que vão de 
comprovada agressão até uma sim 
plcs conversa onde fazem um de­ 
oabafo com a Delegada ou a Psi­ 
c6loga. Em quase. seis anos de - 
funcionamento foram 50 mil aten 
dimentos a mulheres de todas as 
faixas etárias, níveis de esco­ 
laridade e classes sociais. "A­ 
té mulheres cultas e com nível 
social elevado procuram a Dele­ 
gacia da Mulher para se queixa­ 
rem de agressão praticada pelo 
companheiro", constata a Delega 
da. 	- 
Além da ingestão de bebida - 
alcoólica provocada pelo desem­ 
prego ou por salários irrisóri­ 
os, outra causa de agressões 
contra esposas ou companheiras, 
que contribui com 10% do total 
das ocorrências é o machismo. 
Arraigado na cultura do País , 
esse tipo de procedimento faz 
com que os maridos não aceitem 
a separação, impedindo que a ex 
mulher possa vir a ter outra fa 
milia. A absorção da mulher no 
mercado de trabalho também tem 
deixado muitos maridos aflitos 
e inseguros. "A independência - 
já alcançada pela mulher de ho­ 
je provoca muita reação machis­ 
ta dos homens", admite Zenóbia. 
E para lidar de forma eficaz 
com as vítimas que procuram a 
Delegacia da mulher, quatro de­ 
legadas, incluindo a titular , 
duas inspetoras, l2 agentes_ ' 
três escrivãs e quatro psicolo­ 
gas estão prontas a ouvir. Se­ 
gundo a Delegada Zenóbia, saber 
ouvir atentamente é a principal 
qualidade exigida de suas fun - 
cionárias. são casos de espanca 
~entoa esposas grávidas, a mu- 
lheres com filhos pequenos e 
que,por isso mesmo, são víti - 
mas também de agressão, casos 
em que a mulher chega a abor - 
tar por causa da violência.Por 
causa disso, a Delegacia da Mu 
lhcr é diferente de todas as 
outras. Lá o atendimento tem 
de ser diferenciado e abrangen 
te a toda a famílai. "Nós faze 
mos papel de mãe, policial, s~ 
ccrdotiza e conselheira", diz 
a Delegada. 
O HOMEM E A DELEGACIA 
O comportamento de muitos - 
homens, considerados verdadei­ 
ros carrascos machões pelas cu 
posas, chega a surpreender a 
Delegada Zenóbia. Segundo ela, 
a grande parte dos maridos acu 
sados de agressão se apresen - 
tam na Delegacia completamente 
diferente do que a esposa rela 
tou. Houve atê um caso cómico, 
quando um marido, intimado a 
comparecer à Delegacia por ter 
agredido a esposa, foi até lá 
acompanhado de dois seguran 
ças. A Delegada pediu que ape­ 
nas o intimado entrasse em sua 
sala para a entrevista. Apavo­ 
rado e tremendo muito o marido 
perguntou: "Mas será que eles 
não podem ficar ali no portão~ 
RECEITA DO SUCESSO 
Logo que foi implantada, a 
Delegacia da Mulher chegou a 
ser motivo de chacotas no meio 
policial. Muitos não acredita­ 
vam que ela seria o principal 
meio de auxílio a dezenas de - 
mulheres agredidas diariamente 
na Capital. Mas hoje, como uma 
das mais bem sucedidas insti - 
tuições do País, a Delegacia - 
da Mulher de Campo Grande tem 
na perfeita integração com o 
Poder Judiciário o motivo do é 
xi to que vem obtendo em seis a 
nos de funcionamento. "No iní= 
cio existia também ciúmes de - 
colegas delegados que chegavam 
a debochar da instituição, mas 
hoje somos respeitadas em to - 
dos os níveis, especialmente - 
pela colaboração dada pela Im­ 
prensa local", admite Zenóbia. 
------------------==-=====----- 
-----------------------===---- 
Pardo diz qe vai Manter a 
esma Política no Previsul 
O Coronel da Reserva do Exército, José Maria de Paula Pardo, 
nomeado pelo Governador Pedro Pedrossian, Diretor-Geral do Ins­ 
tituto de Previdência Social de Mato Grosso do Sul - PREVISUL - 
disse que vai manter o mesmo sistema de atendimento ao órgão e 
que pretende aperfeiçoar os beneficios concedidos atualmente a- 
os servidores publicos. 	_ 
Ao ser empossado no cargo pelo Secretario de Administração, 
Sérgio Bonfim, Pardo anunciou a única mudança no órgão. Convi 
dou o Engenheiro Reinaldo Prado de Albuquerque Mello para ocu - 
par a Diretoria de Administracao e Finanças do Previsul, no lu- 
gar de Arnaud de Almeida Braga. . 
O Coronel José Maria Pardo exercia, na_Secretaria de Adminis 
tração, a Superintendência de Administração Geral. 
Pardo disse, durante o ato de transmissão do cargo, que pre­ 
tende inicialmente tomar conhecimento dos projetos desenvolvi - 
dos no órgão, para em seguida anunciar as medidas para aperfei­ 
çoar ainda mais 
O sistema de atendimento aos segurados do.Previ 
sul. 	. . _ . 
"O sistema foi totalmente modernizado_e hoje considerado - 
Um dos mais avançados no campo da previdencia, garantindo como­ 
didade aos serviuvres. 
Vamos mantê-lo com eficiência e buscar melhorar ainda mais a 
sua qualidade", afirmou Pardo. 
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ARBITRAGENS PREJUDICAM PROMOÇOE ESPOR 
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O pro'le é de nfvel nacional e patente em nos 
a c!dade nos últimos tempos, Non re erimos as r 
j, bitraens que, quse na sua total!dade, prejudicam 
a beleza e o nível das promoçoes esportivas real!- 
·' dns em el V!ta, we]a futebol de cnmpo, alio, 
" olefbol, et., fazendo com que as equipe mu1tas 
, 'ozen delem de parte[par dons torneios realizados 
j neste ou nnquele bairro devido s roubalheiras e 
falt das mfnfmn condições das arbitragens para - 
, d!rtplr um Joxo, provocando ainda, como consequen- 
ela, brigas, dIcussoes e xingamentos, Pobre espor 
te fronteiriço, desse [efto nó tem de andar mal 
das pernnu, 
ia J • LI li t • 
Just! 
volvI 
cfon 
de de e 
0f AI 
r r• o 
ti c!ente d p' 
reso1-lo. o 
I 
11 llt 
11 
d 
um rate n ero 
'e .ela V!ta 
arfas correntes 
,  ,; rJ ('I ' 
r o o le! 
o de ont!- 
! 1tio, at!no de contas o alir1o 
ao Ma,tan e unl ator s, O pe'o de nossa cidade , 
z 1t te olt!ado, deve e colher be os seut 
representam1e, Frtre oi e,ndtdutos, deveremo 
ter para todo_o! gton, desde os aventure!roe , 
os I'ud!ds pela pi!ttca, os protene1ovos e, " 
claro, o bon candfdatos, renpon veis e compro­ 
eIdos realmente em dar a nua parcela de colabo­ 
ra,ao para o prore o e o desenvolvimento do mu­ 
n![po. M'tu(tos estio se perguntando, Bela Vista 
teri 09 ou II vereadores na prãx!ma lugtulatura ? 
A qurustio afnda vat ser decId1da nos próximos me­ 
ses e provnve!mente teremos mais dofs ver»adores, 
' 
• 
,l 
O número crescente 
v de autom6vcis circu - 
)< lando hoje pelas ruas 
l gera, entre diversos 
,, c1, problemas, um trânsi­ 
o r; to intenso e contí 
nuo. Para agravar a 
el situacão, somam-se as 
1 condições das vias pú­ 
blicas e a manutencâo 
dos veículos que, di­ 
ga-se de passagem, em 
! a mui tos casos, é defi­ 
d citária. E é neste Úl 
ª1 timo que vamos nos 
n n deter. 
f 
4 
Para facilitar o 
n c entendimento, temos - 
CT: G: que saber diferenciar 
p: o os dois tipos de manu 
~4 v1 tencio: corretiva e 
preventiva. 
Enquanto a correti 
va é utilizada quando 
somos obrigados are­ 
parar algum componen- 
nl R~ te ou peca, a preven­ 
t; n~ tiva procura anteci - 
m S' par-se, evitando que­ 
yb bras e, consequente - 
e l mente, transtornos. A 
o d 1ém do que, nada é pi 
rn d, or do que uma fila de 
d: di carros buzinando atrás 
r;,, 5 ( do seu veículo. Infe­ 
c1 te lizmente, a grande ma 
xi 'ioria dos motoristas­ 
r 
t 
t 
s 
m1; 
a 
r, f 
S( C 
a " 
te t 
+r 
nc 
de 
TTl( 
( 
- 
I preocupa-se so com a 
corretiva, esquecendo 
se de que a preventi­ 
va, além de mais segu 
ra, é mais barata.UM 
simples análise nos 
mostra que os riscos 
são bem menores e as 
despesas mais razoáv~ 
is quando esta última 
é colocada em práti - 
ca. Simples cuidados, 
como: troca de óleo 
do motor, verificacão 
dos freios a cada 5. 
000 km; alinhamento - 
direcão/suspensão a 
cada 10.000 km; troca 
de amortecedor a cada 
30.000 km; substitui­ 
cão dos filtros de 
combustível, de óleo 
e de ar, conforme in­ 
dicacão, são muito im 
portantes para a sua 
segurança. 
!: bom também 
r 
não 
CINTO EVITA O PIOR 
ACIDENTE 
O cinto de segu­ 
ranca evitou graves 
ferimentos e pode 
ter salvo a vida do 
engenheiro Fernando 
Issao Kato, lotado 
no ESS, durante um 
acidente ocorrido - 
na BR-267, envolven 
do um veículo fun 
cional da Telepar e 
um caminhão Volkswa 
gen. A colisão acon 
teceu no contorno - 
do Parque Barigui 
saída de Curitiba 
para Campo Largo 
quando o caminhão , 
que vinha pela, BR 
em direcão ao cen - 
tro, fez uma conver 
são proibida à es - 
querda e foi atingi 
do ao atravessar a 
pista de sentido con 
trário. - 
Segundo Issao de 
clarou no laudo da 
Secão de Seguranca 
e Medicina no Traba 
lho, "a colisão foi 
inevitável". O veí­ 
culo Elba, BR-4464, 
que ele dirigia à 
velocidade de 70 a 
80 quilômetros horá 
rios aquaplanou na 
tentativa de evitar 
o choque e foi ba - 
ter no rodado tra - 
seiro direito doca 
minhão, desgovernan 
do-se. Chovia no o= 
casião. Os danos no 
carro da Telepar fo 
ram de elevada mon 
ta. O acidente ocor 
reuno dia 1o do 
mês de outubro. Gra. 
ças ao uso do cinto 
de segurança não su 
cedeu algo pior ao 
engenheiro da Tele­ 
par. 
CINTO REDUZ ESTAT1S 
TICAS FATAIS - 
esquecer que uma veri 
ficacão semanal, a - 
brangendo: pressão dos 
pneus, nível de água 
do radiador, inspeção 
da bateria, exame ge­ 
ral das condições das 
lanternas, etc... 
Um estudo da Po 
1icia Rodoviária ao 
Estado de São Paulo 
demonstrou quedes­ 
de que foi implanta 
do o uso obrigató - 
rio do cinto de se­ 
gurança nas rodovi­ 
as, diminuiu em mu1 
to mortos e feri 
dos graves. A esta­ 
tística mundial a - 
ponta uma reducão - 
de ordem de 50~ no 
número de vítimas - 
quando é usadP o 
cinto de segurança. 
A possibilidad 
de morte num aciden­ 
tc grave, com o cin­ 
to, é do um para mil 
segundo a Volvo <lo 
Brasil. 
Para se ter u1a 
idéia do trauma ti: :o 
evitado pulo enga 
nheiro da Tolepnr 
basta lombar que 
uma criança de 25 
quilos ·lançada p,.ra 
frente, do banco Lr, 
seiro, numa colis~~ 
a 50 quilômetros por 
hora, atinge o equi­ 
valente a 2.500 qui­ 
los na hora do inpac 
to, por causa da ;-:r-Õ 
tecão. Dai a nece=:i 
dade de cintos ou ca 
deiras especiais tam 
bém para as crian 
ças, tanto nos ban - 
cos traseiros como 
na fro . 
No dia 08 de 110 - 
vembro de 1982, por­ 
tanto quando o uso 
• do cinto de seguran­ 
ça ainda não era o - 
brigatório nas rodo­ 
vias, um Volks scdan 
a serviço da Telepar, 
com dois ocupantes , 
foi atingido lateral 
mente por um veícul; 
Chevette, dentro do 
perímetro urbano de 
Curitib~, a colisão, 
na parte dianteira , 
foi fatal. 
Um dos ocupantes 
do veículo da Tele - 
par não usava o cin­ 
to de sequrança. Ele 
foi projetado com o 
choque, do banco do 
acompanhante para fo 
ra do carro, sendo a 
tropelado pelo pró= 
prio auto:óvel. O 
condutor, instalador 
reparador, que usava 
o cinto sofreu apenas 
algumas escoriações 
no tórax. 
O Brasil detém una 
estatística trágica: 
um milhão de aciden­ 
tes por ano, 50 mil 
mortos e 350 feri 
dos. são àois milhõ­ 
es de dólares em pre 
juízos sociais um 
quinto do que o País 
poderia ser poupado. 
Apoio: Detran/HS­ 
Pribuna da Fronteira. 
Não se prejudique 
por tão pouco, cuide - 
se, cuidando bem do 
seu carro. Zele pelo 
patrimônio maior: sua 
vida e a de outras 
pessoas. (Gino Ariete 
Chefe de Segurança 
Morunbl) -cri=o= 
Anunci 
' • 1 
Dirija com Cuida 
A Aida é uma doença cercada 
do muitos preconceitos e desin 
formações. Desde que a doenca 
deixou de ser um problema eX - 
clusivo de seus principais gru 
pos de risco - os homossexuais, 
os hemofílicos e os viciados - 
em drogas endovenosas - a Aids 
se tornou um tema de inquieta­ 
cão em toda a sociedade. E es­ 
ta preocupação se justifica 
porque todos estamos sujeitos 
Aids, independente de cor , 
sexo, idade ou situação econõ­ 
nica. E é uma doença que mata, 
e, para qual, não existe, ain­ 
na, uma vacina preventiva ou 
um medicamento para a cura. 
Para se evitar a Aids, a 
prevenção é o caminho. 
Quanto aos portadores do ví 
rus, devemos lembrar que toda­ 
pessoa doente precisa do seu 
apoio e carinho. o controle e­ 
ficaz da doença depende da a - 
ceitacão do portador da Aids - 
pela sociedade, pois s6 assim 
ele irá procurar cuidados médi 
cos sem medo, nem vergonha. - 
Admitindo a doença, o pro - 
cesso de transmissão se inter­ 
rompe e isso é fundamental pa­ 
ra o seu controle. 
Enfim, com a Aids o precon­ 
ceito não resolve e o carinho 
pode ser o único remédio. 
O que é Aids? 
Aids ou Síndrome de Imunode 
ficiência Adquirida é causada­ 
por um vírus chamado HIV, que 
ataca o linfócito, célula do 
sangue, responsável, em parte, 
pela defesa imunológica do or­ 
ganismo. Assim, a pessoa fica 
debilitada e passa a apresen - 
tar infecções graves e tumores 
malignos. 
Como se transmite? 
O vírus da Aids pode ser 
transmitido de urna pessoa para 
outra através de: contato sexu 
al com pessoa contaminada; uso 
comum de agulhas contaminadas; 
~angue do indivíduo contamina­ 
do em contato com feridas ou 
cortes em outros indivíduos ; 
sangue contaminado em transfu­ 
~ào; mãe para filho, antes, du 
rante ou logo após o nascimen­ 
to. 
Principais sintomas da Ai­ 
ds: Cansaço persistente, que 
não se relaciona com esforco 
físico. Grande perda de peso 
sem motivo aparente, e cm cur 
to espaço de tempo. Febres per 
sistcntes acompanhadas por cã 
lafrios e suores noturnos que 
se prolongam por várias sema­ 
nas. Diarréia frequente. !n - 
guas em várias parteo do cor­ 
po. Tosse seca. 
Quem .corre risco? 
Hoje convivemos com uma do 
ença séria e preocupante. Pro 
fissionais do mundo inteiro= 
estudam o vírus da Aids e pro 
curam uma vacina para a sua 
prevenção. Esta preocupação e 
a busca incessante se justifi 
cam porque todos estamos su 
jeitos à Aids. 
Contrair esta doenca com 
maior risco estão todas as 
pessoas que mudam frequente - 
mente de parceiros, bissexua­ 
is, homossexuais e heterosse­ 
~uais. Parceiros heterossexua 
1s e portadores do vírus da 
Aids. Usuários de drogas injg 
taveis. Hemofilicos. Criancas 
nascidas de mãe portadora do 
virus da Aids. 
Este quadro se agrava quan 
do a sociedade rejeita 
O por= 
tador do vírus e ele passa 
numa atitude de fuga, a não 
admitir e a esconder a doenca 
podendo transmiti-la a muitas 
outras pessoas. 
MEDIDAS PREVENTIVAS ESPECIFI­ 
CAS PARA AIDS 
Reduzir o número de pareei 
ros sexuais. Evitar a prática 
sexual com parceiros desconhe 
cidos. Usar preservativos (e 
misinha-de-vênus), caso nao 
conheça bem o parceiro. Usar 
~eringas ~ agulhas descartáve 
1s. Se na6 for possível, ui­ 
lizar os esquemas de esterili 
zaçao adequados. - 
A 
Metodos de esterilização 
utoclave ou 
1 - Pane a de pres 
sao - 30 minutos. 
Estufa - 120 minutos 
FU!!D!: >li.nú tért.o da Saú • • 
tona1 de centro1e da Sti,-. Por Ma 
do Inforattvo Te ,_·/AIDS. (Transcrito 
FTa e ente) 
Edital de Proclamas 
JANILDE ROSA DOS SA.~TOS, Oficiala do Cartório do Re 
cidade, faz saber a quantos o presente Edital d p giS
t
ro Civil desta 
D 
• 	e 'roclaas v 
presentnra:c os 'ocuentos exigidos pelo Art 
18
O d - re que a - 
II e IV, e pretende.::, se casar: EDUAkDo cézkk r4"], dtse ci1 sgs I , 
TA GIHDELLA. Ele, nnsc.ido aos 23/02/64 em B l ,
7 
RO e CRISTIANE ACGUS- 
- - , 	' e a i1sta-'1S id 
Barão do Ladar1o, 1472, nesta cidade f11Eo d 2,° " ' res • na Ruil 
- ' • e oao Lour 1 p 
:;n~ir Pinheiro, de pro(i.ssao pecunr ista Ela 	e ro 1:i!'eiro e 
Caçapava - são Paulo, restd. aesta etdaa '' Pac!da aos 18/08/70, e 
11ha.de Marco Aurélio Ghtde!la e Mtarle.',"" a 5duardo retoro, +10 
são estudante. 	Ir:as GHfdella, de prof!s - 
Se alguém souber de algu impedimento, que se oponha na fora da 1e±. 
ela Vista, 20 de Janeiro d, 
199
2 
ILDERQsA_os_gros'_;óiíe±a1a. 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL _ S00,00- 
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