D D ELA VISTA -- MNTO HOMICÍDI DE CR Aproximadamente ão 0:i: 00 horou do dia lG/01/92, no ln tcrior do salão "v6 nun cabeleireiro",si tuado na Av. Rio Bronco, a/no, na ci dado de Porto Murtj, nho, o proprictúr.iÕ do cutubclccimcnto, o cabeleireiro LUIZ GOMES VALERIO DA SILVA, de 28 anos - de idade, foi viti­ ma de homicídio com requintes de cruel­ dade (esquartejamen to) . Pelos levantamen tos efetuados cons­ tatou-se que alguns membros (braços e pernas) foram arran cados do corpo com a utilização de 03 facas e na cabeça - haviam marcas de pancada. Ao tomar conheci mento do fato, por volta das 07:00 ho­ ras, a Policia Mili tar saiu na captura do principal suspei to, um menor de ida de (C.H.V.), de l'/ il nos, ao mesmo tempo cm que montou barrei ras em toda as Rodo vias pelas quais o ouspoito poderia uli lizar par.a evacli..r-c..i-: No km 09 da BR 267, que liga Por.Lo Murtinho à Jardim foi encontrada uma bicicleta e alquns - pertences pessoais - dentro de 02 mochi - las do menor, que in dicava que ele teria saido da cidade. Per sistindo na persegui cão, que mobilizou o efetivo da Policia - Militar de Jardim , Bela Vista, além do de Porto Murtinho, o menor infrator foi a preendido na cidade­ de Bela Vista, por - volta das 07:00 ho - ras do dia 17, onde confessou a autoria­ do ato infracional e foi imediatamente en caminhado para PortÕ Murtinho. O menor dcclurou também que o fato de Dourados a Maior Carr e do , . 'a1S Escola e el tl feria para a Marra ido fá o Prefeito Edson Medeiros de Moraes informou ontem à Reporta gem que o Assentamento Barra do Itá receberá mais uma Escola - Primária, com quatro salas_ de aula e também a eletrificacao - rural através de verbas aloca­ das junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agra ria - INCRA. A ordem de serviço para a construção da Escola no Assenta menta já foi dada e a Empresa - responsável pela obra sera a SEMEL Engenharia Ltda, que devg rã dar inicio aos serviços Jª nos próximos dias. A rede de e­ letrificação rural tambem ja es tá com as verbas alocadas e ain da neste semestre o assentamen­ to Barra do Itá estará sendo be neficiado com mais este grande benefício conquistado atraves - de insistentes reivindicaçoes - do Prefeito Edson Moraes. Vale lembrar que a Barra do Itá vêm recebendo uma completa assistência do poder público m~ nicipal,a exemplo do trator de esteira da Prefeitura Municipal que está há vários dias desma - tando e destacando áreas para o plantio de lavouras aos assenta dos, que receberam ainda no fi- lituoo foi consu a­ do com a presença de do is irmãos, REGIA, DO fU111, (' JIILBJ:trro - RAHL, JÚNIOR, filhos do proprirtárin da Pastelaria Rau' e que já encontram-se presos naquela cida­ de. O motivo real do crime c.1.t·{, o pn•r,<'ntc> momento não foi es - clarccido, poin ou - homicidas se contra­ dizem a rcsprito do fato, mas a Policia acredita que o moti­ vo seja fútil. O corpo da vítima foi removido para A­ quidauana, uma vez que a família reside naquela localidade. Alirio Villasanti Romeiro 20 Ten PM - 7a CIPM Oficial de Comuni cação Social A Ceval Alinen os com sedo em Dourados poderá se ornar - em breve a maior indústria de carnes do Pais. A constatação é do Secretário de Turismo, In düstria e Comércio, Adayr no­ berle que visitou na semana passada o complexo industrial que está passando por uma qran de ampliac:io r conatrução de novas unidades frigoríficas. Acompanhado do superinten - dente da Coval de Dourados,Nes tor Ruschel, Aldayr Ieberle po de ver o projeto de ampliação do abatedouro de bovino, que permitirá a industrialização - de carne hambúrger e salsicha. só no uno de 1991, segundo informou Nestor Runchel a Ce - val/Dourados abateu 158 mil cu becas de gado, recolhendo 7 mT lhÕes 973 mil dólares em ICMS para o Estado, cerca de 9 bi - lhões de cruzeiros, atualiza - dos. O recorde de abate no ano passado ficou no mês de dezem­ bro, quando foram abatidas 14. 798 cabeças. A média de abate é de 700 cabeças de gado/dia. SUINOCULTURA ' . de !1uÍn0s, il C'cvil l já deu ini - cio a construção do seu projeto de HultiplicacnS de Matrizco. São 19 ur'! do distribuídas nu ma área de 200 hectares, que e qundo a :o, r!±ondente, dará O próximo passo da Ceval condiçó.. de fornecer 500 lei - informa Nestor Ruschel, é a to.:is/dia ;•,;•, prn-lutores intercs construção de um ubatedouro. de sados no projeto do integração. suínos e a industrialização da 1 Ccval fornece matrizes carne de porco (presuntos e sa que terão cria e os leitões en­ lames). - gordados r;erão ro. Esta foi a última vez que o salário l!lÍ nimo foi reajustado­ nestes critérfos. A partir de ago­ ra una nova políti­ ca salarial deverá ser adotada. O Governo já es­ tuda una proposta - para a nova políti­ ca e deverá entregá la até o dia cinco­ de marco. ,. a A AIDS é uma doen ça cercada de muitos preconceitos e desin formações. Desde que adoença deixou de ser um pro blema exclusivo de - seus principais gru- pos de risco - os bo mossexuais, os hemo­ fílicos e os vicia - dos em drogas endove nosas - a AIDS se tornou um tema de in quietação em toda a sociedade. E esta preocupação se justifica porque todos estamos su­ jeitos à AIDS, in dependente de cor, sexo, idade ou si tuacão econômica. PÁGINA 08 "Mimito" acaba de conseguir verbas para asfaltar várias quadras do perímetro urbano,num total de noventa e dois mil - metros quadrados (92.000m~). Não faz muito tempo, promoveu grande expansão da rede esgoto as principais artér1as estão sendo beneficiadas calçadôes de mármore. Matéria na Página - 03 iJ adrão ImpeZa • J e -+ de COl:l a± Ji Cc s Aproveitando a ausência dos moradores, o indivíduo Pedro - mendes (25 anos, solteiro), residente na Vila do "Pedrão",pró x1mo ao Conjunto Habitacional da Cohab, arrombou a residência de Valdeci Pereira dos Santos, localizada na Vila Nossa Senho ra Aparecida e rez uma verdadeira limpeza. MATÉRIA COMPLETA NA PGINA 03 --- Sinais dos 1.'empos? Sim, dos Tempos de Mudanças i.., de }] ao a tu,ter um r sro n «Inato! har­ bar! o. f faquena-la e de pote cortar o corpo em pe d , tom a e tlesse e natdouro, uhaten- do n!ralo, t, ,, ,·J :ln, dl.irfm,"11 te, nns tela d«televl - óe, I ayen4 de um mundo que teimamos em Ignorar, Vemo menoren abandona dos, e vemos menores assas «1nos, Fome e mtsérla , 1111·11lnnr: fl<' pronllt11lndo , magen degradantes de um cenirfo mncabro, onde se faz a apologia do nexo e da violência. ll'J _jornuio e a TV mostram "famosos" junti - cetros ds favelas Paul1s tas, e o povo, o 'Zc Hu - mllde" clogin a misso rlouecu justiceiros. O trabalhador defende o neu snlnrio, um salário que mul d~ para o rancho. Pobre nüo pode ficar doen 'te, Doença, paro o pobre: é a morte. Meninas, na flor dai­ rlndc, inebriadas peloo e­ xcmploA das vedetes e ma­ nequins da vida, no pri - meira oportunidade ven demo corpo e o alma, pa­ ra quem pagar mais. Hoje é comum, é normal, o lesbianismo, o homosse­ xualismo e as drogas. E lancnm-se planos, cm fcrências, de combate à~ drogas, mas o exemplo não parte de onde deveria par tir, do LAR, dos PAIS. - t normal aceitar o trnm bique, o roubo oficial,~ o honesto, mais parece um pateta, um ser alienado - d:i realidade. A realidnde, hoje, é! ccitnr, tudo o que era er rado, normal, na gernçoo faz parte de no so ot!­ d1ano. Certa felta, nun on­ remo de Jornal!nta d[ase que a IMPRENSA, de pendendo da e!ra como dIvulrva ns notf!as poli e1als, era também culpa­ da pelo caos, pelo bandI t1mo, pela onda de crf-­ n!n11Lidndo, d ,1()!H1lto'1, estupros, tudo na @ns1a de vender mafs Jornafs , de obter mula ponton no lllOl'I'., Culpados omos todoo n6u, partciroa de mono - tro9 crlndos noq entro - nhas de nossa soclednde. E cetarnoo no 11mlar dr um novo mtlinlo cnbendo o todos nós semear a se­ mente do nmnnhii. Poderemos colher fru­ tos saborosos, mas, pode remos colher,outrossim: umo colheita malditn, que errndicará o homem da fa ceda terra. S"imis dos Tempos. To­ das as religiões falam nesses "sinais" profeti­ zando o Apocalipse, mns o Senhor da Luz não criou o homem sua imagem e semelhança para extermi­ na-lo, Afinal, o que per manece, sobre,•i•e no-; vermes e deterioração nao e o corpo, mas o es­ pírito, ESTE é e foi e sempre será a CENTELHA DE DEUS no homem. E muitos se esquece - ram disso. Todas os mudanças im­ plicam em rupturas com o ordem vigente e todas as rupturas provocam cho ques, ondas, e depois surge a no,·a ordem. ~ preciso fnzer algo urgente, estnmos cansa - dos de faladores, preci- pav de s Jado os ermo , te[a nn arena 4- nfcfpal, estadual ou fe­ •I. r,11. f uns a !tude 1,1! ta e eofta. Se o over no não faz, por que eu vou fazer? Culpamos os v!zInhos, Jogamos pedras nos adrfnfstradores, no homem e pedimos, as ve - zes, té a pena de morte para os cri1no9os ma nio olhamos para dentro de nós. Somos uma geraçao da crltlcn. E dn liberdade que GC confundiu com a l lber t Jnagcm, E hoje, por mais porn doxul que pareca, multo-;; oram ogfadocendo o surgi mento da AlDS, uma doen­ coque impediu a prolife ração de várias Sodomas e Gomorras pelo mundo, l'reclsnmos PÃRAR, 6 lC PÁRAR, para pensar, nuo­ cultar o Íntimo de nossa consciência, se olndn há o que escutar: A cada un seja pobre ou rico, cul­ to ou sem cultura, cabe o responsabilidade pelo que está acontecendo e pelo que poderá vir a a­ contecer. Somos todos pas sageiros de um barco eh; mado TERRA, jn enfrenta:­ mos tempestades, maremo­ tos, tufões, e durante milênios, ·!vemos ONDAS, e a todas soubemos ven - cer, multo sangue foi derramado, matamos até um CRISTO, e sempre ti•e mos a oportunidade de RE COMEÇAR. Os Senhores da Luz os Construtores, nos en­ viaram vários sinais e nós, teimosos, orgulho - sos, donos do mundo e da verdade, fingimos nao t nte n ar dor de rae ao er o fII!o " r­ rer por falta de a • ! - tenta; oda as vezes que Induz1nos vfoln­ c1n scrrs crlndo~ pnrn a PAZ, retrocedenos co­ to ere humanos e pas­ ramos condtçio de ant CstudnR, livros, cur os, nada forma o home como ser cómico e não t h•er o amor, a coc.pro­ ensão, a aceltacào de que somos todos fIIhos da mesma Fonte. Sei, sei, que muitos, a grande maioria, sorri rã ao ler rste artigo: "fantnsista". ºcoreta", "fora do tempo e does­ paço" "piegas", mas uns poucos entenderão. Bas­ ta que UM SÕ OUÇA mi - nhas palavras e já me darei por satisfeito. Religiões, religiões, ah! As religiões ... são tantos, com tantos tem­ plos e se esquecem que o TEMPLO principal é a pr6prio alma do homem. Não, o mundo não pre cisa de religiões, pre:­ cisa de RELIGIOSIDADE. O homem RELIGIOSO roo mata, abre os braços pa ra o mundo, vive de a:­ cordo com a sua consci­ ência e é um auxiliar das Forcas do Bem. Inicie, HOJE, agora, em sua cidade, um PROJE TO MENINO, se és empre­ ~ário, admita alguns me nores em sua empresa tire um pouco de seu lu r (• r- 2tio, to (. r ! i doatr!r LíGtJ.o, 51G pro roas E 1,ICTÀO DA VIDA. E.ar , +o. todo Instante, no per ta quc em sua !dnd, · n d1os abandonados an - de pelas ruas, estenda :1s I:Uar; r.a.os. Erqueca os Governos , vamos, nós, POVO, UNIDOS. recomeçar, construir a ocfedade do futuro. Li­ berdade sin, nas coo e - quilíbrio, sensatez, or­ den, tudo na natureza é han::onloso, a liberdade do natureza é o calor e­ xemplo, observe a seu re dor, tudo é EQUIL!nRIO ~ Às vezes, é o BOMF.M que quebra este equilíbrio. Vazos começar a ran­ de tarefa, envie cartas as emissoras de televi - são, rádios, jornais,roo aceite a violência cooo uo fato nor.nal; pressio­ ne os políticos (eles ga nham para atender o o - vo), e comece a rudar na sua casa, no trabalho, no clube, na escola. turals, anuncf que Ifparao a t rra suas ujefras; nao te a, em m vento al, « nl festa,ão do MAL; ele tg n!fIc que o BEM ex! te. Você, é um er !mor tal, luz da luz, acred­ te, é fator importante - no concerto da Orquestra do Senhor. Ele con a com voce. líojc, i1gorn, vr:-!lor, ft­ judnr nn CONS'.rnlJÇÁO dr umna SOCIEDADE maIs Justa equilibrada, frntcrna, a miga, vnMos p,1ror de o : lhar pnrn o chiiu e 0111.,r para o nlro, confinntr~, e não vamos ter vergonha de CHORAR, de nrn, ele C/,i:/ TAR, e de ACREDITAR. S!CT é possível, desde que to dos, todos nós, nos der­ tr.os as oaos e formos a grande roda que oo~erá a TERRA, como um todo, e direção a seu destino onde todos se encontra - rao. 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Brasil• s/nQ (Correspondentes em Campo Grande c:ipais capitais) • Bras!I.i.a e prin ASSINAI1J1lA ANUAL: 30.000,00 PELO CORREIO - 40.000,00 - Ass. SEM.20.CXX>,OO N.io devolvemos o-' 1 i O - • s:i>il:i::t pelas "Afins_ Jornal_não se respon- -::- Art:ipÍs asslcob1 ou de 011e1p defitúda Filiado a ADJORI/MS e ABRAJORI ' 1 l ', à,/t is + o Doln Colegios t•Btno arndo ronstruÍdos: um c:om quatro salas nos nltcrn dn - Vila Don~rln (foto) r outro com duas salas na Vlln Mnrnmbala Pnrn encerrar n sun admtnlstrnçÜo com "chave usci.l agora ur:i cm - pr6slimo junto ao nanco Mundial, para estender seu proqra ria de saneamento pe los municípios sul= ratogrossense. O ob jetivo primordial e possibilitar maio - res condições de saii de a toda comunida­ de, principalmente quela residente em regiões perifiricas e que por consumir água de poço casei­ ro, está sujei til acs rais variados tipos de doenças, tais co MO a c6lera, que ja atingiu vários Es­ tauus brasileiros , ~ hepatite, entre outras. Enquanto o obje­ tivo proposto pelo qovernador Pedrossi n não é alcançado, outros programas es tão sendo executa= dos, no sentido de combater a entrada da c6lera no MS, bem como de outras doen ças. A empresa de Saneamento de MS-Sa resul, está enganja da nas campanhas e, lém de executar o­ hras de saneamento, levando água trata­ da para população a té então servida a= penas por poços ca­ ,.eiros, realiza tam hém um trabalho de orientação informan GO sobre os cuida= dos que devem ser - tomados para se evi tar doenças, atra = vés do consumo de água dos chamados - poços caseiros ou cisternas. Atualmen te, 84,20% dos sis= temas de abasteci - z1d ') r tados de i pla ~ifH.c; , .. continua e to, com o objetivo de lvar mais do para oda popula - çdo sul-ma .ogrosen­ se. Nas unidades on­ de não há sistena de tratamen o por clora cão, a água consuni­ da pela comunidade é tida como de excclen te qualidade, justa­ ncntc pelo fato de que a captüção é a - través de poços tubu lares (poçon arte::.iã nos), localizados cm regiões livres de im pureza:::;. CLORAf>ORES POR DIFU­ SÃO ara roa Ç1D :. pra ., c1ordor . e; l'llll ílio do um l nll .. , ÍO nylon, que dovo r errado fora d cisterna, em qual quer ponto de apoio (geralmente na pro­ pria ara). O reci pinte deve ficar - dentro da aqua, mas próximo à superfí - cie. A mistura é su ficiente para tra - tar dois mil litros de água. Entretanto quando a quan idade for superior, ou a­ inda quando houver ur.u rc irada diário muito grande de á - gua, ou seja, rápi­ da renovação do len co1 d'água pode ser necessário colocar mais um clorador. O tempo de pcrmanên - eia do mesmo no po­ co é de 30 dias. O clorador é o siste­ ma mais simple::; e ba rato de desinfetar a água. O cloro não é um produto caro e a areia e a embala gem também reprosen tam custo baixo. Pa ra ser feita a mis­ tura do cloro e areia há necessidade de se utilizar luvas e, ccrn auxílio de um funil, colocar o produto - em uma embalagem fechando-a bem, em seguida. O tratamen to da água de eis - terna através dos cloradores, é uma das medidas mais a­ dotadas no Brasil, para se evitar con­ taminação. Como se sabe, as águas sub­ terrâneas podem per feitamente serem = contaminadas atra - vês de infiltrações de águas de enxurra das, de águas resi= duais de vazamento de esgoto e fossas, fossas localizadas pr6ximas e acima da cisterna, etc ... A Sanesul, ao mesmo tempo que presta ta is informações, a= lerta sobre a neces sidade de ser feito um exame bacteriol6 g1co em caso de aG­ vida sobre a quali­ dade da água dos chamados poços ca _ se1ros. -------===----- Como se sabe a á­ gua pode transmitir doenças consideradas perigosas para seres humanos, especialmcn te crianças. No caso de um poço caseiro - ou cistena que é mal constru~uo, há neces sidadc de protegê-lo de possíveis contami nações e ainda desin fetar a água. No ca­ so, conforme informa çÕes da Sanesul, o mélhor desinfetante para a água a ser consumida é o cloro e uma maneira práti­ ca de aplicá-lo é a­ través do uso de elo radares por difusão. O clorador por difu­ são é uma mistura de cloro em p6 (hipoclo rito de cálcio ou cal clorada), 340gra mas, e areia lavada; 850 gramas. Essa mis tura é colocada em uma embalagem plãsti ca (de agua sanitá = ria, a mais usada) - de aproximadamente - um litro de capacida de. Sao feitas duas perfurações de o 6 centímetros de diáme troa 10 centímetros abaixo do gargalo,pa ra_que o cloro possã sair a partir do mo­ mento que o clorador se)a 1nstalado no po e ço~ A_f~nçao da are.{ã facilitar a libera Viação Cruzeiro CONFORTO - SEGURANÇA - :Rl>JCltNCIA LINHAS PARA TODOS OS MUNICÍPIOS DO MS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS do Sul - VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL ma Estrela Brilha na Constelação ·do MS." J)J I 1· !0 Tffr,J<, , DNIONIO João ANIVERSARIOU Por: André Luiz LEIA E ASSI G1ONAL. ASTATU «A ANUAL: Cr$ Quem eeLá partindo pnro Rº l.lznel Tclxelrn Sonren, to no r:xérclt o llrnr;J.1.clro. 'No vmmÃo servir a Pátria neste fnIclo de no é o nosso amt na cfdade de Bela V!nta. Desejamos que tenha xi­ rr-llcldnde ... EM BREVE Segundo on comnntár lou clrcul.uclos em nossa city, brevemente entará presen tn mnln umn Companhia de Hodcto em nor;sn cidnde. Estumos aguordnndo nnr;!or;a:: mente ente evento que com certeza terá mu[to sucesso. SUPliR AGITO Um ponto de encontro do Juventude nnton loj uoncnsc e das cidades visinhus que realmente merece elogioR, pois sempre tem rcnlizado &Pnsoclonniu festas oferecendo à garotada, ulegres e dcscontrn-!das opções de lnzcr. Estou fnlan­ do do Clube Flnsh Dance. IN FOCO • 1 r· -- ------ 1 Perdeu- , (qu tro) t rle D-l, pertenent s a Estabelecfd rua 1e d «0. 1u«.rtio_Estadual n_ Vende-se FAZEtmA 280 has. Município de Caracol _ ClSA-MANGUEIR0-4 lÇlJDCS-COHRf' GO-/ DlVISÕI:S-t>lRTi: FOR:-11Dl.­ Campo Capim Puitã, cerrado le vc fácil de formaçJo Dinheiro ou gado Transfere conlruto base J vacas/has Tratar DR KLEDER FONE (067) 439-1176/439-1692 Rua B.do Ladário - 1620 Bela Vista - Mato G. do Sul 1 ~ A Plimeira Dama do MunicipiÕ~~ Sccri:,târta Gi:,ral.do Executivo, Senhora Odej te Nunes Coinete, ,li:,xnndra" Luizinho, fotografados no COncurso Garoto & Ga rota Estudantil/91 Vende-se Um carro COEL II - 78 'ator no o Cambio novo Bem calçado Pin ura boa Preca Cri ?.OD0.000,00 TRATAR R. rüNE (OG7) KLE!Jf.H 439-1176/439-1692 U:;i bo;n nPgóciol Rua Darão do Ladário, 1620 Bela Vista - Mato G. do Sul 1 • 15 ANOS Numa brilhante festa reali?:ada no Clube de Verão Nev Star, a jovem Eliane Pereira Soares comemorou seus 15 anos. La compareceram seus amigos e paren - tes, para comemorar junto com Eliane_esta data tão especial. Desejamos à vo­ ce Eliane, muitas felicidades. Parabens. ANIVERSARIANDO Anto o Il l O João T 1 Comercial Barreto No dia ?.7 de Janeiro coa zerteza sera uma niversariando o Prefeito Ovaldete_Coinete sejamos muitas felicidades. Parabens. TROCANDO IDADE data marcante neste ano, estarã a­ e este colunista. Ao prefeitâo de- Neste próximo dia 25 de ja~eiro estará trocando de idade a vice prefeita mirim, Sílvia Eduara. Um montao de felicidades e que tenha muitos anos de vi dn. PARA REFLETIR f • em si mesmo, homem de vontade forte, tem como palavra O homem que tem e - - de ordem -- "Agora". Nunca dispoe de tempo futuro. Agora e sempre para ele o • Í 1 Este minuto. Este segundo, e a realidade que lhe oferece a momento prop c o. d d d onseguir resultados eficientes; de ter, e terminar o que i oportunida ei ieicr O que precisa ser iniciado; de corrigir o que foi feito - niciou· de n c ª - - n' ano; de tomar uma resoluçao ha muito adiada; de cumprir_a promessa - por e g i d. o cumprida: de reconquistar o tempo perdido ••• feita e a na na ' Av. 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' , l COMEN'TANDO ANIVERSARIO: o e. Jo,é Carlos Per·ira de Carvalho , u no ano posado ce Lotou ua la missa , Iqreja Matriz de Santo Afonso om Dela vi t1, aniversariou " f no dia 10 do janeiro. fl Atualmente Pe. Joé é b] Feitor no seminário Dioceano M» mae da Tqreja om Paranavaí - R. ri i61! j 1'5/0l - A funcioni r la do Pronav Carmem cl Ho J u.; . d 15/01 - sra 'isa t E'sCObr N?vedo. i I5/0l- quara ·­ o} nista de Direito Claü e, dl I Lour0ilo Oc:iiri·;.- ti! 16/l>l - Sr.:i Lídiu Velasquez, que foste r' jou a data com ucu 4 lento churrasco, ro - t& deada dos filhos, no­ d ras, netos e genros. t 21/01 - Flávia Es- ::,1 cobur Azevedo. tc hc .2"- 1:. a Diretoria do Asilo pq dos Desamparados, man rS dou publicur no Jor = G nal do dia 25/12/91 , t~ faltou na relação a ! colaboração mensal do Re Grimin Pedro Rufino . Pe o asilo agradece essa d.J val iasa colaboração. pC c O CASAL FLÁVIO E qu Fanny Loureiro da nh Rosa, felizes com o ti nascimento de Marina, ma que veio ao mundo no lh belo amanhecer do dia e 17/01/92, pelas mãos o do médico Dr. Renato mo de Souza Rosa. A lin­ di da Marina pessou 3, ma 500 kg. Parabéns ã a toda família! xi re 6 so ROTARY NÃO TEM DO­ NOS r ma Na distante e his­ do tórica noite de 2 3 de re fevereiro de 1905, na se conturbada Chicago qu Paul Harris e sous to três a;:iigos cr iararn , ) AHIVLllbÁ!llOII Jl,/01 - DR, CARi.OS AIJlt:RTO OCÃRIZ (CAt.illTO) A!-llCOS FORAM A'ff'. SUA RESIDtNClA l'AltA QDll'Rl}t!Dli.nú tért.o da Saú • • tona1 de centro1e da Sti,-. Por Ma do Inforattvo Te ,_·/AIDS. (Transcrito FTa e ente) Edital de Proclamas JANILDE ROSA DOS SA.~TOS, Oficiala do Cartório do Re cidade, faz saber a quantos o presente Edital d p giS t ro Civil desta D • e 'roclaas v presentnra:c os 'ocuentos exigidos pelo Art 18 O d - re que a - II e IV, e pretende.::, se casar: EDUAkDo cézkk r4"], dtse ci1 sgs I , TA GIHDELLA. Ele, nnsc.ido aos 23/02/64 em B l , 7 RO e CRISTIANE ACGUS- - - , ' e a i1sta-'1S id Barão do Ladar1o, 1472, nesta cidade f11Eo d 2,° " ' res • na Ruil - ' • e oao Lour 1 p :;n~ir Pinheiro, de pro(i.ssao pecunr ista Ela e ro 1:i!'eiro e Caçapava - são Paulo, restd. aesta etdaa '' Pac!da aos 18/08/70, e 11ha.de Marco Aurélio Ghtde!la e Mtarle.',"" a 5duardo retoro, +10 são estudante. Ir:as GHfdella, de prof!s - Se alguém souber de algu impedimento, que se oponha na fora da 1e±. ela Vista, 20 de Janeiro d, 199 2 ILDERQsA_os_gros'_;óiíe±a1a. JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL _ S00,00- )