TRIDURA no 
• 
O!AR2!O REGIOIAI 
BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - ANO: 20 
--- 
SÁBADO/DOMINGO - 01 e 02 DE FEVEREIRO DE l.292 No:1.160 DIREI ±: 1VALO PER EIRA 
DSSOCIIÇ 
R 
DO BIIRRO ITIBORII 
Í ÍRE D 
ti 
A respeito da ma 
téria veiculada na 
coluna INFORME 'l'F , 
em edição passada , 
onde alertávamos pa 
ra a necessidade de 
se solucionar a 
questão da doação - 
de uma área para a 
Associação de Mora­ 
dores do Bairro Ita 
boraí, o Advogado I 
van Afonso da Costa 
Marques, assessor - 
jurídico da Prefei­ 
tura Municipal, pro 
curado pela reporta 
gem, prestou os se= 
guintes esclareci - 
mentos: a doação , 
feita através de um 
projeto de Lei apre 
sentado na Câmara= 
Municipal e sancio­ 
nado pelo Prefeito 
Edson Medeiros de 
Moraes será concre­ 
tizada em muito pou 
co tempo, "estamos 
aguardando apenas o 
término das férias 
forenses para soli­ 
citar à Justiça um 
mandato judicial 
com um prazo máximo 
de 30 dias para que 
o morador desocupe 
a área e a Associa­ 
cão do Bairro Itabo 
rai possa tomar pos 
» 
/ 
Advogado Ivan Afonso da Costa Marques 
MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA 04 
Na edição de Quinta-Feira da TF, n2 1.159, anunciamos o Baile deste - 
domingo, dia 02, no Grêmio Pedro Rufino com animação da "BANDA OE OZ".Co 
mo nesse Brasil de hoje temos de fazer mágicas para sobreviver, vivemos­ 
com a mágica na cabeça e misturamos tudo, trocando alho por bugalho. Na 
verdade o Baile será animado pelo Conjunto Musical "VISUAL BANDA SHOW" , 
de Paranavní-PR, a partir das 22..:00 horas. 
Candidato à Vereador 
Sr. Candidato(a) à Vereador(a) - 'Temos um projeto edito 
rial-gráfico para a sua campanha. Venha conversar conosco. 
Procure o Departamento de Projetos Especiais de a TRIBO 
NA DA FRONTEIRA. 
"ESTAMOS AGUARDANDO SUA VISITA!" 
se no que já lhe per 
tence de direito" - 
disse Ivan. 
Segundo o Advoga­ 
do, "o morador da ã­ 
rea vem sendo o prin 
cipal impecilho para 
que essa doação seja 
concretizada de vez, 
ele se recusa a sair, 
alegando possuir di­ 
reito de posse, o 
que não é verdade 
porque a Lei do usu­ 
capião não se aplica 
sob bens da União,do 
Estado ou do Municí­ 
pio, como é o caso - 
dessa doação, escla 
reccu. 
Interrogado sobre 
quais as razões da - 
demora na concretiza 
cão da doação, a16 
da recusa do morador 
em sair do local, o 
Assessor Jurídico da 
Prefeitura Municipal 
esclareceu que "essa 
área era de proprie- 
Apesar das dificuldades eco­ 
nômicas que atravessa a Prefei­ 
tura Municipal de Caracol, a Ad 
ministração Dr. cícero Barbosa­ 
da Silva vem trabalhando inton­ 
samente para entregar ainda no 
més de Fevereiro duas importan­ 
t.es obras para a população da - 
quele importante Municipio sul­ 
matogrossense. 
Estas obras que o Chefe do E 
xecutivo prefere manter no "si­ 
qilo", são de interesse primor­ 
dial para a sociedade caracolen 
se. 
Dr. Cícero está com três a - 
nos de mandato, e quer entregar 
a Prefeitura com muitas obras - 1 
para o seu sucessor, nesta sex- -J 
ta-feira pp., ele manteve conta 
to em Campo Grande com a Secre 
taria de Segurança Pública do - 
Estado com a finalidade de pe - 
dir uma viatura para a Delega 
eia de Polícia Caracolense 
fim de auxiliar o trabalho 
vigilância do Município. 
A Reportagem do Diário Tribu 
na da Fronteira esteve esta se­ 
mana em contato com o Chefe do 
Poder Executivo caracolense e 
pode comprovar "in loco" as ins 
talações do Hospital são Judas 
Tadeu (agora na Fundação SESP)­ 
que a partir do dia 1o de Feve­ 
reiro estará dando atendimento 
odontológico à população. Agora 
Caracol poderá contar com o seu 
"dentista" graças a preocupação 
da administração com a popula - 
ção carente do Município. 
Caracol vem .sofrendo com 
crise económica assim como to 
das as Prefeituras do Estado 
que terão quase 50% do Fundo de 
Participação do Município - FPM, 
reduzidos de suas arrecadações. 
Mesmo assim, Dr. Cícero Barbosa 
da Silva e Dona Tina, estão 
buscando soluções para os pro - 
blemas que surgem, já foi fei - 
a 
de 
a 
dads do Ministrio 
da Agricultura, foi 
revertida ao Municí 
pio depois de insis 
tentes reivindicac 
es e posteriormente 
doada à Associação 
de Moradores do Ita 
boraí, esse proceg­ 
so todo exijo tempo, 
não é da noite pro 
dia, como querem al 
quns, que se resol­ 
ve tudo" finalizou 
o Advogado. . (UR) . 
( 
Dr. Cícero Barbosa da Silva 
to inclusive o serviço de pa - 
trolamento da Avenida Brasil 
via principal de acesso do Mu­ 
nicipio. 
Também vale registrar, 
trabaho que o Setor de Saúde 
vem realizando em Alto Caracol 
com relação à prevenção da C6- 
lera, além do serviço de orien 
tacão à populacão a Secretaria 
está de prontidão para qual 
quer caso que venha a surgir - 
na cidade. 
Neste final de semana,o Che 
fedo Executivo caracolense es 
tarã participando de um evento 
eclético que o honra muito, é 
a ordenação do Diácono Paulino 
Cândido de Oliveira que recebe 
rã sua ordenacão na Igreja Ima 
culado Coração de Maria,às 16- 
00 horas do dia lQ de Feverei­ 
ro em Nova Andradina-MS. 
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-----------------====·=·=·--- 
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Prefeito Municipal dê 
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DESTAQUE Do A 
, 
Promoção: Canal Livre - Luis H. N. C. (Lile) 
VEJA OS DESTAQUES NAS PÁGINAS 06 e 07 
1 
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BELA 'ITNI D FE EREIRO D - 
CIMIONETI OESCONTROLIDI· ITROPELI 
PEDESTRE QUE SOFREU rRATURIS E 
MULTIPLIS ESCORIIÇOES ,PELO CORPO 
Na noite do dia coriações, inclusive Delegado de ioiícia, 
por volta das 00:30 na cabe; . responderão processo 
hn, npfia nsaielir o O condutor do vni na Justiça, o primei 
Frntlvol du Calouros culo, João Oliveira ro por lesão, corpo - 
no Snpcrmcrcado Arco <lo Silva, que apurcn ral culposa te Pedro 
Irin, Ade lia Lidia tava entar embriaga- poieira por cn regar 
Hlaqn sequia para ca- do, scgunélo informa- veiculo à pessoa não 
sa pela Avrmida 'l'co- çÕes prestou socorro habilitada. 
doro Sativa, cm com- à vitima e a condu A ocorr6ncia foi 
panhia de s us fi - ziu até o Hospital - atendida pela Poli - 
lhos, quando repenti são Vicente de Pau - eia Militar; Adelia 
namente um veiculo: la, onde o médico de Haqn é natural da ci 
tipo camionete, des- plantão, Dr. Fernan- dade de Palmeira- RS 
controlado, subiu no do de Freitas Elias e esposa de Antonio 
meio-fio e colheu A- fez o atendimento de llagn, proprietário - 
drlia há cerca de emergincia. A camio- do Cortume "Barriga 
um metro dentro do nete foi emprestada Verde", localizado - euiram escapar, evi 
canteiro da avenida. a João por Pedro Bo- na avenida de acesso tando assim, o pi= 
l vitima foi arrasta eira de Oliveira, ca ao Parque de Exposi- or. 
da por aproximadamen pataz da Fazenda Pon cões, seu estado ins 
te 10 metros, sofreu deresa, cm nosso mu- pira cuidados e el~ 
quebraduras no pé , nicipio. Ambos, se - está in·ernada no 
bacia e múltiplas e~ gundo informações do Hospital São Vicente 
'Aftosa: Prazo para coinunicação 
a.o Iagro encerrou- ontem 
O acien e, ocor­ 
rido nas imediações 
fa Biblio eca Públi 
ca Municipal, por 
pouco não teve con­ 
sequências mais 
drásticas para a fa 
milia l!agn, o veicu 
lo só não colheu os 
filhos de Adelia 
ue a acompanhavam, 
porque notaram que 
e camionete descon­ 
t.rolada vinha para 
cima deles e conse- 
Teninaaa a vaci­ 
nação do rebanho bo­ 
vino de Mato Grosso 
do Sul contra febre 
aftosa, no último 
dia 15 de janeiro, a 
,gora, encerrou ontem 
o prazo para que os 
pecuaristas comuni - 
cassem a vacinação - 
ao !agro, sob pena 
de não o fazendo, so 
frer as sanções im - 
postas pela lei sani 
tária estadual. 
O alerta é do di­ 
retor de Operaçcos - 
do Iagro, Oswaldo Ro 
drigues, salientando 
que os pecuaristas - 
que deixaram de comu 
nicar a vacinação, a 
lém de arcar com 
multas, sofrem o ris 
co de ter sua pro - 
priedade interdita­ 
da, impedindo o trân 
sito dos anilais , 
quer seja para expo 
sição, leilão, aba= 
te ou qualquer tipo 
de comercialização 
ou movimentaqão. 
Na próxima.semana 
após o encerramento 
do prazo de comuni- 
E 
9 
cé,ção nos escritóri­ 
o: do 1agro, a dire­ 
toria do !agro reúne 
a imprensa para in - 
fc•rmar o número de 
cbeças vacinadas no 
E:tado. A meta do Go 
vc·rno do Estado era 
dr· atingir a 16 mi - 
lhões de cabeças. 
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Diretor - Redator Chefe - lvaldo Pereira 
Diretora-Administrativa - Maria Estela V. Pereira 
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na da Fronteira,564 - SEDE PRÓPRIA - Fone:439-1410 
Redação-Jardím-Rua 14 de Ka.io,342 - Fone:251-1669 
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(Correspondentes em Campo Grande, Brasília e prim 
cipa.i.s capitais) 
ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 - Ass. SEM.20.000,00 
PELO CORREIO - 40.000,00 
Não devolvemos odg.!Mis. O Jornal não se r:espon­ 
sabiliz;i Pelos Artigos erirados ou de origg de f'inida 
FUindo à ADJORI/MS e ABRAJORI 
I 
° 
' 
1 
1 
•

JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - 	BELA V7STA 0' D 
·---' ' "" "c " 
COLUNI OI TRIBUNI 
MUDANÇAS 
Pois é, a chefia - 
mandou e tudo bem ... 
mudamos o nome da co­ 
luna, agora é COLUNA 
DA 'TRIBUNA que sera 
publicada sempre na 
página 3 ao lado do 
EDITORIAL. Devagar , 
mas constante, as mu­ 
'danças estão sendo 
feitas neste diário. 
l DIRRA PESADA 
1 
O mar não está prá 
peixe, a barra está - 
pesada, mas concorda­ 
mos plenamente com as 

diretrizes para colo­ 
car a casa em ordem. 
I
A situação das empre- 
sas, sobretudo das pe 
quenas e médias, e 
iqual a do Brasil. t 
Preciso organizar , 
nao gastar mais do 
que se arrecada. A po 
lítica aqui no jornal 
está na base de "um 
por todos, todos por 
um", não houve e nem 
,haverá demissões; não 

houve e nem haverá - 
cortes, pois gastamos 
o estritamente neces­ 
sário; vamos aguentar 
lo rojão do aumento - 
'aos salários, só que, 
quem não afinar, até 
logo. Esta é a dire - 
triz geral. E o DIÃ - 
'RIO TRIBUNA DA FRON - 
TEIRA segue em frente 

haverá mudanças dura~ 
te o ano no visual e 
na apresentação das 
matérias. 
1 
JARDIM 
O Prefeito Joelson 
Peixoto, um dos ho 
(roens mais equilibra - 
l
dos e ponderados que 
conhecemos, não inven 
ta. Segue o estilo - 
l
~Marcilio, Ministro da 
Economia, e sua Admi- 
nistração, serena, ca 

seguiu normalizar as 
finanças do município. 
Sem choques ou planos 
[mirabolantes. Fará o 
'seu sucessor, tudo in 

dica, o ex-prefeito - 
Pires, aparando-se pe 
quenas arestas políti 
;cas, unindo o povo-de 
iJardim em torno do 
candidato do povo- PI 
RES. 	- 
i 
] Confirmado mesmo - 
itrês candidatos: ABRA 
IÃO ZACARIAS, FERNANDO 
DE FREITAS ELIAS e GA 
RIBALDI DA ROSA NETO. 
"Já estão falando na 
!
'dobradinha FE~AN~O - 
GARIBALDI - pois e , 
tudo é possível daqui 
prá frente. E falou - 
,se também que o ex-de 
:putado Dedé seria o 
vice de Abraão. 
BELA VISTA 
2% em 1993. Nestes 
primeiros seis mne - 
ses vamos apertar o 
cinto um pouco mna - 
is, o povo está a - 
pertando o cinto há 
muito tempo, falta 
o Governo apertar o, 
seu. 
RECLAMAÇÕES 
Alguns políticos 
reclamaram dos pre­ 
ços cobrados por 
este diário, será 
que não sabem que 
PAGAMOS papel, tin­ 
tas, filmes, ener - 
gia, telefone, fun­ 
cionários, desgaste 
das máquinas, via - 
gens, etc ... 
Muitos comercian 
tes encaram propa = 
ganda como despesa, 
estão errados propa 
ganda é INVESTIMEN­ 
TO. E bem feita é 
certeza de retorno, 
mais vendas, mais 
clientes. 
ELOGIOS 
Após a cirurgia 
feita no Hospital - 
São Vicente de Pau­ 
la, a diretora CO - 
mercial deste jor - 
nal dobrou os elogi 
os a respeito da ca 
pacidade de traba - 
lho e competência - 
dos médicos belavis 
tenses. A equipe qé 
participou da cirur 
gia teve no comnzndo 
o Dr. Carlos Alber­ 
to Ocáriz (Cachito); 
Dr. José Ribamar Cruz 
e Silva, Dr. Fernan 
do de Freitas Elias 
e Dra Azaléa Arlota 
de Ocáriz. Após 3: 
30 hs de cirurgia , 
a dona Estela ficou 
em repouso. apenas 3 
dias. Já está traba 
lhando. - 
PFL f: PODER 
O PFL - Partido da 
Frente Liberal - é PO 
DER haja vista a nomea 
ção aos novos minis= 
tros, são todos do 
PFL. 
l 
FMI 
E o Brasil fechou 
o acordo com o FMI 
com isto ficará mais 
fácil a renegociação 
da dívida externa. Na 
proposta inflação a - 
baixo de 10% até de - 
zembro deste ano, e 
ENGANO 
PARA LER, MEDITAR E, 
SE POSSÍVEL, POR EM 
PRÃTICA 
ceitas do Estado e­ 
ram gastas com a fo­ 
lha de pagamento de 
pessoal e ainda fica 
vam faltando outros- 
30% para completar . 
Hoje, a folha leva 
50% do orçamento. Os 
outros 50% nós usa - 
mos para investimen­ 
tos e para a manuten 
ção da máquina admi­ 
nistrativa. Mas o Cea 
rá continua sendo po 
bre, com 40% de anal 
fabetos. - 
"Todo mundo é bon 
zinho com os funcio­ 
nários públicos. Pa­ 
ra mim, funcionário 
público não merece - 
pena. Merece respei­ 
to. Ele ganha da po­ 
pula;ão para traba - 
lhar e, se o salário 
não for bom, ele de­ 
ve trocar de empre - 
go. Mas se ele está 
ali tem de trabalhar 
com competência". 
Veja - E a corrup 
cão? 
Ciro Com corrup 
ção, o país não sai 
do buraco. Aqui, no 
Ceará, somos intran­ 
sigentes com a cor - 
rupção. Afastei o se 
cretário de Justiça, 
Antonio Tavares, por 
causa de uma denün - 
eia feita pelo depu­ 
tado oposicionista - 
Carlomano Marques 
do PDS. Ele fez uma 
denúncia específica­ 
acusou a secretaria 
de favorecer uma em­ 
presa fantasma numa 
concorrência-, eu a 
fastei o secretário- 
e pedi auditoria ex­ 
traordinária do Tri­ 
bunal de Contas. No 
Ceará é assim: pri - 
meiro nós afastamos 
os acusados, depois 
apuramos e mandamos­ 
º caso à Justiça. Se 
a denúncia não proce 
der, processamos o 
caluniador. 
"O presidente Col 
lor fez uma agenda 
do consenso que ex - 
clui todo mundo. Ele 
precisa ter humilda­ 
de, confessar que 
não vai resolver o 
problema sozinho e 
ter a capacidade de 
trazer mesmo os ad 
versários para em 
preitadas comuns, e 
não pedir a adesão 
pura e simples das 
pessoas ao seu modo 
de ver o mundo". 
Veja - Quais as 
chances de o ex-go - 
vernador Tasso Je - 
reissati se lançar 
candidato à Presidên 
eia da República? - 
Ciro - Todas, ape 
sar de ele não seco 
locar como candida - 
to. Tasso tem tudo o 
que precisamos: reta 
guarda moral, perso­ 
nalidade limpa, vi - 
são estratégica, in­ 
formações, modernida 
de, apoio político e 
empresarial. Reconhe 
ço todos os atribu 
tos nele. 
(Trechos de uma 
entrevista com o go 
vernador do Ceará 
Ciro Gomes, publica 
da na revista Veja) 
Veja - Como é que 
o senhor consegue - 
manter as contas do 
seu Estado em dia e 
a maioria dos gover 
nadares não canse= 
gue? 
Ciro - Começa 
por não roubar 
não deixar roubar 
A partir daí, é o 
cumprimento disci - 
plinar de uma estra 
tégia de planejamen 
to plurianual. Nos= 
so Estado está re - 
partido em regiões 
e hoje cada uma já 
sabe quanto o gover 
no pretende gastar­ 
até o final de mi - 
nha gestão. Nosso 
dogma é a geração - 
de superávit todo 
mês, com um rigoro­ 
so controle das des 
pesas. Colocar as 
finanças em ordem, 
reconheço, não foi 
um trabalho apenas 
meu, mas também do 
meu antecessor, Tas 
so Jereissati. Quan 
do o Tasso assumiu, 
100% de todas as re 
e 
F.M.I 
O QUE SIGNIFICA O NO 
VO ACORDO 
A aprovação do a­ 
cordo do Brasil com 
o Fundo Monetário In 
ternacional, previs- 
ta para hoje, deve­ 
ra facili ar o aces 
o do Pais a recur­ 
os externos, incen 
tivando a queda dos 
juros e a redução - 
aos custos financei 
ros das empresas 
No curto prazo, po­ 
rém, os brasileiros 
continuarão a viver 
sob o impacto da 
recessão. As metas 
definidas no progra 
ma de estabilização 
deixam claro que a 
política recessiva 
se mantém. As previ 
coes são de cresci­ 
mento zero do Produ 
to Interno Bruto 
(PIB), de redução - 
inflação para 279% 
este ano e de supe­ 
rávit nas contas do 
governo de 3% do 
PIB. 
O acordo poderá 
trazer as seguintes 
vantagens a longo 
prazo: 
- Recursos exter 
nos - Ao facilitar 
0 acesso do País a 
recursos externos , 
permitirá a queda 
aos juros, a conse­ 
quente redução dos 
custos financeiros­ 
las empresas e a 
possibilidade de me 
lhores preços para 
os consumidores. 
- Inflação - A 
ueda da inflação , 
prevista no acordo, 
Lrará mais estabili 
dade e castigará me 
nos o consumidor. 
No curto prazo, 
o impacto será o se 
cuinte: 
- Salários - 
conjuntura recessi­ 
va dificilmente per 
mitirá que os salá­ 
rios acÕmpanhem a 
inflação ou tenham 
anhos reais. 
- Empregos - A 
instabilidade conti 
nua e a redução da 
oferta também. No 
zno passado, houve 
ueda de 7% na ofer 
ta de vagas na in - 
aústria paulista 
uma perda de 129,3 
mil postos. 
- Consumo - A po 
lítica recessiva - 
prevista no acordo 
deverá manter os ju 
ros altos, o que im 
põe restrições ao 
consumo. As compras 
~ crédito continua­ 
ram difíceis. 
- Empresas - As 
falências e concor­ 
datas continuam e 
os empresários te - 
rãa de usar o mãxi­ 
mo de sua criativi­ 
dade para aumentar 
as vendas. 
IMPRENSA 
P.ECESSÃO LEVA GRUPO 
ESTADO A CORTARDES 
PESAS 
As empresas do 
Grupo Estado deram 
início a um progra­ 
ma de contenção de 
despesas para ade - 
uarem-se ao quadro 
recessivo da econo­ 
mia do País. As me­ 
didas jã adotadas - 
implicaram um rea - 
iuste do quadro de 
pessoal com a dis - 
pensa de cerca de 
s,si dos seus fun - 
cionários, em redução 
do 5% do consumo de 
papel no periodo de 
fevereiro a abril e 
em redução de 15 das 
despesas operacionais 
e admiistrativas. 
Os cortes no consu 
mo de papel exigirão 
certas adequações de 
ordem aráfica e edito 
rial com vistas a as 
segurar aos leitores 
a qualidade e quan i­ 
dade de informações . 
O caderno Jardino , 
por exemplo, publica­ 
do às segundas-feiras 
pelo Estado, circula­ 
rá a partir da próxi­ 
ma semana incorporado 
ao caderno Cidades. 
REPORM.A AG RÃRI A 
O Governo do Esta- 
tr pera a9- 
tamíli­ 
as de s m terras d 
ta .o Grosso do Sul. 
Segando informou o 
ecre ário de Aari­ 
cultura, José Améri 
co Flores do Ama 
ral, o processo se 
encontra em fase de 
documentação. As á­ 
reas serão adquiri­ 
dos pelo INCRA e pa 
gas com TDAS's - { 
tulos da Dívida A - 
grãria. 
COLERA, QUALQUER 
SINTOMA PROCURE O 
HOSPITAL MAIS PRÓ 
XIMO. 
A 
falando a erdale 
Quando as coisas não vão bem, às veze~ 
muitos de nós culpamos até Deus, como se 
Ele fosse o culpado pelos erros dos ho - 
mens. Quando vão bem, agradecemos, "gra - 
ças a Deus". e o hábito dos brasileiros. 
Entendemos que está na hora de contar­ 
mos mais com as nossas próprias forças , 
do jeito que o mundo vai achamos que até Deus 
está precisando de mais colaboradores, ar 
tífices confiantes na criação de uma Ter= 
ramais equilibrada. 
Já não há o perigo de uma hecatombe 
pelo menos, aparentemente, os "donos das 
bombas" estão se entendendo. só falta en­ 
tendimento entre os "donos das bombas so­ 
ciais", talvez muito mais perigosas 
que as outras (atõmica, neutron, etc). 
Através de alguns livros sobre o Japão, 
tivemos noções a respeito da vida naquele 
país, do relacionamento patrão-empregado, 
empresário-comunidade, sucesso e progres­ 
so. Conceitos sobre a relação ontem - ho­ 
je - amanhã. 
Não temos condições de acompanhar ora 
ciocínio de um trabalhador ou empresário­ 
japonês, eles possuem a mística do traba­ 
lho, conseguiram unir a tradição com o 
progresso, numa simbíose que tem na disci 
plina e no respeito o "leit motiv" de su= 
as vidas. 
No Brasil, quando se aumenta o salário 
mínimo, os empresários falam em demissões. 
Como se demitir fosse a saída. 
Está tudo errado. A ganância é muito 
grande. O egoísmo prolifera. Não há O es­ 
pírito coletivo, há apenas a lei de Ger - 
son, levar vantagem em tudo. 
Não se administra para o futuro, procu 
ra-se viver o presente e culpar tudo e to 
dos pelo fracasso de ontem. E falta VERGO 
NHA NA CARA para reconhecer aue está erra 
do. E que é preciso mudar. 	- 
Como não ternos vaidades tolas, não te­ 
mos medo de assumir erros, e os acertos - 
nos motivam a prosseguir na luta. 
A nível de administração jornalística 
e gráfica, erramos muito no passado, três 
anos amarrados, presos, ao Banco do Bra 
sil, e muitas vezes culpamos o Banco, 0 
Governo, quando, na verdade, os maiores 
culpados fomos nós mesmos. 
Aprendemos cor os erros. 
_ Muitas empresas, pequenas, médias e a­ 
te grandes, estão trabalhando errado no 
Brasil, e esperam os famosos pacotes l 
ngs, choques milagrosos, quando a si{z 
çao exige trabalho, equilíbrio, competên­ 
cia, honestidade e fibra. 
Falta administrar prioridades. 
Temos de parar de culpar o Governo e, 
aprender a caminha: com os próprios pés 
No tocante_aos politicos, nós é que os 
elegemos, e fácil acabar_com os corruptos 
e mal intencionados, é só não elegê-l, 
mais. 	.os 
o Brasil tem jeito sim, e o Novo Bra 
sil começa aqui, em nossa cidade 
sa empresa, em nosso trabalho • em nos- 
Um amigo, ex-gerente de banco, produ - 
tor rural, financista de mão chei • - 
nosso guru nas horas dificeis. ' ? o 
c, ih = 	• uz e e "o 
amin o e este mesmo, a situação . , 
criatividade, trabalho talen, ex1ge 
l - 	.o e contro 
e, quem nao agir assim, vai cruebr • ,.- - 
to vale para todos, fazendeir, 'ar. Is 
rios, profissionais liberais s, empresa­ 
donas de casa enfim pa; t' enpregados 
,- _ _ , · , - a odas 
Nao. é fácil transformar estrut 
caicas, vicios do passado ·uras ar- 
na tentar, não só vale a , mas vale a pe-r 
a vida ou a morte de no pana, representa 
ssa economia. 
(PP) 
do 
ir 
p 
d

l ltO,,T1 f l' 
cL 
l. 
• 
de· 1991 
-- 
lun m 
Câmara Municipal de Porto Murtinho 
Balancete Financeiro do Mês • e Dezembro 
--- -- - - - -- - 	- - 7 
.J : • I , ., : ."' - ------ ------ 
----- !_______ -·- ._,.~r:_$_/1. __ ,-;T--,r,-H-T_O __ Cr. 0(, ··rs 1CrS iCU~1llLII)/ 
""TU1LOS Cr! ANTERIO R_1 Cr9 DO MfS !" ACUMULADA TTULoS - 	-- 
OHÇ/''.L"TJRlN", 	,
1 
01 - 1eais1ativo 46.398.206,78 12.142.709,59, 5.540.916,37 
sub Total........... 46.39.2o,7ai.ia2.709 59,58.540.916,3l 
P.XTRJ-ORÇIMJ:•;TAR I / S 
Desp. a pagar (paqt) 
Consig. INSS (Pngt) 
Consig. rRRP (Pagt) 
Salário Família 
.. 
--- - -- --------- --- - 
R E C r. I 'I' A 
S11b •rot u l . 
----------- ---------- - ---- - 
T'.XTlll-O RÇI.M r.wrfi R 11S 
Repasso doe Duodécimo 
Desp.a Pagar (Contrapart 
Cons. a rec. - INSS 
Cons,a rec. - IRRF 
Salário Família 
45.098.610,84 
]7.463.773,49 
347.246,17 
1.336.520,70 
10.459,19 
12.990.680,97 
667.588,23 
62.881,33 
148.533,75 
58.097.291,7'i 
18.l31.361,7?. 
410.1:?7,50 
l.4fl5.053,9S 
10.459 19 
Sub Tolnl. 	64.256.610.39 13.877.683,73 78.134.294,12 
SlI.ro 00 EXERC. /Wl'ERIOR 
Disponivol: 
Caixa 
Banco do Brasil c/MOV 
5.120-9 •• •••••••••••• 
Suh Total •••••••••••• 1----------1-----------1f-----------, 
Rosto a Pngar 
Suh Total . 
SAI lX) P /0 F:XERC .Sf,;,lJINTE: 
Disponível: 
Caixa 
Banco do Brasil S/1 
C/MOV. 5.120-9 
Sub Total. .. 
17.130.568,30 
195.851,93 
59.191,
0
3 
333.522,68 
17.719.134.84 
30!:.?.05,1'1 
6.775,64 
1.535. 741,94 
23.520.14 
17.438.773,49 
202.627,57 
1.535.741,94 
82.712,07 
J]J.522,68 
'.P74.2/42,91 19.593.377 75 
0,00 o,oo 
TO'l'/L GERIL 	64.256.610,39 13.877.683,73 78.134.794,]7 'l'OTAL GEl<IL 64.117.341,62 14.016.952,50 78.134.294 12 
JOEL lLDERE'l'E CONTADOR 	VEREADOR ALEIXO FRÔES - PRESIDENTE 
CÂMIR/ MUNICIPAL DE POl?TO MURTINIIO - '/'1'0 GROSSO DO sur..' 31 DE l)F.ZF:"lflRO DE 1.c;91 	1 
,____ 	_ 
2: 
• 
Umn comlss~o do Banco 
Mundial aprovou na sema­ 
na passndn em ílrns{lin o 
orçnmento para o Projeto 
Pnntnnnl de l992. O pro­ 
jeto faz pnrtr do Progra 
ma Nncionnl do Meio Am - 
biente, que começou a 
ser clnhorndo em 1986 e 
que só em outubro de 
1991 recebeu n primeira 
pnrceln de recursos (450 
mllh~es de cruzrlroR),re 
ferentes assinatura do 
conv~nio, em julho do - 
mesmo nno. O Proieto Pnn 
tanal está sendo executa 
do em conjunto con o Es­ 
tado de Mato Grosso e es 
tá orçado em cerca d 
US~ 18 milh~es, no longo liberados nt~ mnrço pr~­ 
de tris anos e meio, que xtmo, a Secret5rta dn Es 
serão divididos entre os tado de Meto Ambiente 1': 
dois Estados. miko Resende pretende a- 
o Programa visa basi- tncar frontalmente entre 
camentc e proteção do - vários problemas enfren­ 
Pantanal e o uso adequa- tados pelo Pantanal, cs­ 
do dos recursos natura - pectnlmente dois, os 
is, os quais dois terços quais ela considerou co­ 
est~o no Mato Grosso do mo prioridades: o asse~­ 
Sul. Ao todo são 400 mil sornmento do Rio Taquari 
km
2 
ele bacia. Dessa área, e o ordenamento do turi:; 
e0% está no Brasil, cn - mo no Estado. 
bendo uma pequeno parcc- A Secret5ria Emiko Re 
ln ao Paraguai e à noJ{- sende apresentou tambJm 
via. f. a maior área tnun o projeto de execução do 
dável do planeta. plano contendo a descri- 
Com os recursos de ção dos objetivos espec{ 
quasr quntro milhÕPs d<> ficos para 1992, a eles - 
dólares, que deverão ser crtçno das atividades e 
a descrlcão das tarefas. 
Das etapas do programa a 
serem realizadns este a­ 
no, a Secretária ressal­ 
tou o Plano de Conserva­ 
ção dn Bncin do Alto l'n­ 
rngu~f como sendo o mnis 
importantP deles para es 
te nno. O orçamento do: 
nanco 'lund lnl prevê um 
repasse de US$ 451. 900,00 
para o pL,no cuio objet i 
vo é, entre outros, iden 
tificar e delimitar áre­ 
as críticas, com prob
1
c­ 
mas ecológicos, para pro 
por ações específicas de 
flscalizacão, controle e 
recuperaco dos ambien - 
tes naturais degradados. 
O TRAllAl.110 CONJUNTO 
Porn a realização dos 
vários estudos que serio 
rcnllzados no Pantanal - 
em todos os nfveis n SE­ 
~IA dever~ contar com o a 
polo dP várias outras 
fnstitulç;es, ntrnvis da 
reallzacào de convênios. 
Estio programados para 
este ano trhlhos em 
conjunto cor Fr!rap1,Fu­ 
naf, FS, Secretarias - 
de Estado de Agricultura 
o Pecuária; Turismo e In 
dtÍstrl,1 e Com,;rclo; Err.pa 
er,Dersul ,entidndes eco= 
lógicas e ambientalistas 
entre outras. Desde o re 
passe· rt e Cr$ 450 mf!hões 
em outrubro do ano passa 
do,a Sec. do Melo Ambte# 
te já realizou uma exteh 
sa lista de atividades.ii 
ma desas foi o treinnme~ 
to de dezenas de técn 
cos na Cetesb,em São Pau 
1o, na FEEMA,no RJ, Uh+. 
versidade Federal do Mio 
f:rnndc do Sul e nn Embra 
pn de Campo Grande. Ta­ 
hém fornm ad~ulrtdos oi­ 
to cnrrns,sPndo que tris 
deles (Toyoto) foram re­ 
passados para a Polfcin 
FloreRtal. Alémdisso foi 
ndquirldo todo o equlp;,men 
to parn o lahoratôrio d<',:; 
n.Íllse físfco-qufmicas. - 
• 
Competência e Boa Vontade Tem N orne: 
D 
•Viação Cruz-eiro do Sul 
CONFORTO SEGURANÇA RF1CIÊNCIA 
LINHAS PARA TODOS OS MUNICf PIOS DO MS 
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
''Uma Estrela Brilha na 
Constelação do MS." 
1 
( 
j 
s 
s 
: 
1.: ã 
1. 
e 
C' 
f, 
1 
r 
de 
l
eu 
no 
• -

. IOl!NAL TllllllJNA DA FHO. 'l'ElllA D!APIO REGIONAL 	íll.l.A VJSl'A, OI !)! fl"'[:Hi U:O ll . 
COMENtfANDO 
MENSAGEM AOS 
ASSOCIADOS DA 
ABIGRAP 
O homem é um ser so 
eia!. í-'. o éí defl<lc que 
nosce, nu convivêncin 
com suo fomf!io, nn csco 
ln, omizndes e comunidn 
de. Assim, porticipu,t17õ 
hnlh11ndo, cstudundo e 
1 runsformundo n renlido­ 
de que o cerenu. 
Existem muitos munci 
rus de ser e trnnsfor -­ 
mor. 
Quundo você se dis - 
põe, por exemplo, o door 
sungue poro salvar pes­ 
sons sem conhecê-los, é 
um exemplo clnro dn que 
você estú ujudnndo u me 
lhornr u suÚdc de todos. 
Nossn tnrcfn no !lemo 
sul, é fuzcr o múxlmo -­ 
pum pm·ontir o quolidndc 
elo snngue coletuelo eles­ 
tinuelo uos pocicntcs. 
Você, no rcnliz11r umn 
donçiio, comprovo que 11 
solidnriedodc existe. 
Por este motivo, nós 
ngrodcccrnos se~ gesto e 
convidumos vocc n repe­ 
ti-lo e contugior outros 
pessoas com seu c.xemplo. 
Você reccberú os rc­ 
sultndos dos cxnmcs que 
rcnli znmos no seu snn - 
guc: sorologiu puro hcp~ 
tito, aids, chngos e sífi 
!is, além elo tipogcm e fo 
tor RH. 
Serviremos também lo 
go npós II donçiio, um 
gostoso lanche. 
Você niio corre nen - 
nhum risco, pois todos - 
os mmerlnis utilizados no 
colctn siio dcscnrtiivcis. 
Venho oo Hcmosul ! Nós 
e o vicio, teremos muito 
11 lhe ogrodcccr. 
llemosul - Av. Fcrnun 
do Correu do Costa, 1304 
(Antigo 31 de Murça) 
Fone: 382 - 3259 
CURIOSIDADES DO 
VERNÁCULO 
CHATRANDO A XODÔ 
f 
I '- 
Realização: , 
DUENDE ART 
Prooiucão: . , 
~ Paschoal 
MITIDIERI 
NATUREZA DESFT.LE SHOW - Estará rcolizando no 
Clube Belavistense dla 08 de Fevereiro. Além das 
manecas Prnta da Casa cstar~o mostrnndo Gcu char 
me manecas de Ponta Porii, Jardim, Bonito e Anto­ 
nio Joiio. 
PRF.STIGTEM! ! 
Courupó, 17 de Jnnci­ 
ro de 1992. 
Prezado Ivnldo 
Recebemos através dn 
JÚiia Cardava Molinn, nl 
gurrns edições do "TRI­ 
BUNA DA FRONTEIRA"c 
constul'l.'1'IOS o cvoluçii.o so­ 
fridn pelo Jornal dirigi­ 
do por você, que, juntn 
mente com na Estele, di-­ 
nomiznrom o t rr.bolho jor 
nolÍstico aí nu rcgiii.o. - 
Belo Visto esta de pn 
rubéns por ter um Jor ::­ 
nnl DiÓrio de tiio boa 
quolidnde, fazendo jus 
cult uro do povo belnvis­ 
tese, to esquecido pe­ 
los nossos governnntcs, 
rrns que é, no cenário - 
culturol do Estndo, um - 
dos principais destaques. 
Estnr.1os en fruta con 
Belo Vistn, cidade que - 
sempre sobe_ acolher mui_ 
to bem, porem por moti­ 
vos lheios a nosso von­ 
tade, niio temos estado - 
aí jÚ hÚ algum tempo,mas 
dentro em breve 1rernos­ 
visitar a Princesa do A­ 
pa, nprecinr o seu pro - 
grcsso e rever os om1 
gos. 
Um abraço. 
AdÕo carlos Batista e 
Flia. 
CnarapÓ - MS 
Autora: XodÓ Chnrruo 
~-•inh11 amir:a XorlÓ , 
paro me ensinar n difc­ 
rcnçl' Cl't rc "r.hntcnr" e 
"encher", nproveitou e 
fez uma sopa de lctri 
nhns e cnchru-mc de 
"chuscos, choques,chis 
tcs, xixicns, xinxins 
xnropcs e xenomnPios. 
TOdns estas cxplicuçÕcs 
me foram feita cm suo - 
chiicnrn, que tem umn - 
choça, onde os pússn - 
ros chilreiam e o Chim­ 
panzé que nii.o choco 
no gosta do chiqueiro. 
Ento vamos l Xo - 
c1Ó, o que é uchuteur"? 
- "Chntcnr", é us - 
sim: você telefono purn 
o Escritório de urna 
Doutoro bem xereto e 
diz: Alô! que;- me cho­ 
mnr por fnvor u gutíssi 
mu Xuxn que é um chÜ 
chu? 
- Aqui niio tem ner­ 
nhumn Xuxu Chuchu. 
DOÍ n alguns minutos 
você ligo de :,ovo: 
- A Xuxu Chuchu 
por gentileza" 
- Xo! Vocc de novo? 
Niio scj11 chotu se nõo 
vou ter _que ser charro 
com vocc. _ . . 
- Mas nno e do num~ 
ro tnl? 
- É rnns niio t1·nbalho 
Xuxa Chuchu aqui! 
llais cinco minutos , 
você ligo o mesmo nume 
ro: 
- Por favor u Xuxn 
Chuchu jÚ chegou? 
Vê se te manca sus 
Chichisbêu Ximbevo, se 
nüo mundo chnrne.1· o Xe 
rife e nem que cu te 
nha que lhe oferecer u 
mo xixica, mando te­ 
colocar no xadrez. 
- Mas ela mesmo me 
disse que trabolhuva 
aí... 
- Niio chateia!! 
Bem, atê nqui ê "chu 
t2ar"!... 
Agora, porn "en 
che.r" - p11eientemente, 
espere pnssur upoximo­ 
damente quinze minu 
tos. 
Fnço novo ligaçÕo: 
- Alô! Quem falu? 
Quem fn.!11 aqui e a Xu­ 
xa Chuchu. Alguém lcle 
fonou prii mim? (... e 
desliga rapidinho... ). 
Texto de: Helen Mury 
V. C. Jorge 
ANIVERSÁRIOS 
24/01 - ,Joi,o Carlos Vc 
IÓsqucz; 25/01 - Rigobcr 
to VclÚsqucz; 26/01 - 
llnÍrn Godoy Dclvollcs. 
NASCERAM 
As "mocinhos" Loura 
e Luízn, filhos do Dr. 
Renato de Souzo Raso e 
Pl'trÍcio. "Chcgarnm" no 
dia 23/01/92, li:idos e 
suudiivcis. Felicidades! 
--- - ~ ----- 
Ho róseo p o 
Certa ·nte, os teus esta libra Ao suas dividas pod 
dos eoc lonaIs no acom- /g 22/I) er o produto de Intui 
punha o rito do que po oe alto cert 
deria ner feito no atf. 	voe preta afta aten ] 
to do trabalho, Provavel 	io ao qu as outra pen' 
~~ 	IIK'ntc-, vocP C'6LÍ s~tsL.an:. ~ t 	t~o 1:J ll1t> dl7.< , Jl(
1
tlt• ,1 -1 
e.lo lC1"po dr- alr. ocup.111 - ffi c.C1'll<•c.t..r (.jlF' IM •' vor 
<ln-se coo tt5!ltmtos q11c.' - j 	ct",;_t cf 11it :111.1,i l11tnlc.-u·is-1 
lj' ' nio terão oloção apora. } 	para seguir cone lhos 
9 - f áblo poder dedicar-se 	não tio certos asst. o] 
plenamente iquflo que a 	Ilenelo da olfdao pode 
L-----------º-'_,.,_r_t_,_"'_'_d_a_d_,._,_•_1t_._•· ,__ 	" :_"'11~f:_1r 1 ~d t 1 , 1 1-..,., 
T'ouro Poderá coprovar na prá- Escorpiao o cmintos que a ua a 
'.!1/4 n 20/5 tlca que, apesar de voce 23/10 fl 2/II bico d!ta 4ao muito 
sentir-se mals seguro e 	fs rurto do que o que 
confortiivel ;,gJndo r.o:r.l- 	:a-. 1><'9
1,0ili lult•r,•t,dhl.
1:•-1 
nho, grandiosidade dos 	Ihe propoem., Por fo , 
seus planos o Ievarii Jnt• rM vc-n a st .. ljtJÍr un.1 u•rtJ -~ 
vltavcltlc-nte a fõJzcr as-= ~ ••q. t•sl.1[
1
,n,çnu, "" Llf 111,n,·ll 
mocfaçe. Estas etao- 	ra que a voce ter que de 
dentro do tempo correto. 	cfdir entre os teus pró- 
O que cria resistência é 	prios Impulsos e a pru -, 
a su.1 próprJ.1 1>ernon.1lf- 	ch.·ncl,1 qw· lhr• r- dft11d-1 
dade que no aceita o fa 	socialmente. A escola é 
to. 	toda nua, 
Arics 
21/3 20/4 
Gêmeos 
21/5 a 20/6 
O silêncio pode conduzir 
você até melhores lupa - 
re !i do que as tuas p.,Ja­ 
vr,1s. Deve p<•rcC'hPr que­ 
r., 1 .:1 m.'l 1 ::i elo riu e n boc., , 
e que multas vezes as 
colas que você fala ão 
produlo chmJl intufç.=io 
c1uc c:;tá cn dcscnvolvf -, 
ocnto, e que- por f,:;so t.1 
Is Informações não etão 
cornplctnmentc corn•tn!i. 
SngHÚrio 
22/11 a 21/12 
e cada uma das vuas [a 
lavras representasse um 
esforço realizado pratl­ 
caente a e:ta altura da 
sua vida voce já terla a 
cumulado a maior fortuna] 
d,, r.umJo. Proc11rc• n.10 :.:, 
Lfo;fnn•r-,a· nix·n·t!I e,~ :ÍI 
filosofia e com a fdei­ 
a.s. Operar no mundo f[si 
o tem as una vanta - 
ens. 
Câncer 
21/6 a 21/7 
Por cnqus.to, 1e corve] 
dclx.,r os seus assuntos­ 
en movimento sem torar -] 
ncnhur:i.1 dcc(são dcfinltl 
va. Pode p.1rcccr-Jhc quê 
età perdendo terpo. Es­ 
te é UD t:<'do que E rcc i sn 
suportar. Minda nno é o 
tempo certo de definir 11 
sua vida p.,r., este ou a­ 
quele caminho. A e:pera­ 
c certn. 
CapricÓr-iio 
2:/12 a 20/1 
Talvez voc se int r. 
is a vontade sendo inde­ 
pendente e não tendo que 
prestar contas a ninyr. 
M; deve considerar que­ 
este tempo é d[ferente - 
de todo e qua!quer outro[ 
que Jn trnh:1 •1ivftfo. Por 
Js:=o, .,ssoci.,r-r.l' :1 .li -j 
uem parece amora como a, 
necemidade, e a u i 
dependência ar obstáculo. 
Lciio 
22/7 2 22/8 
A intensa força que lm - 
prie à vida coa as suas 
vontode:; pod<'rii fazer - 
com que você ccsmo crfc­ 
o seu d, ... sconforto. Por - 
J sso, tn 1 vez tenha que - 
trabnlha:r e esforçnr-,;c­ 
cuito c.,ls do '}UC cspcr., 
va. O que parece fãcf1 - 
podcr5 acabnr r.cnclo ex - 
trcc . ..-imcntc dir!cil. l'tls 
não coloque a culpa ena 
nlnr.uém. 
Aquário 
21/1 a 19/2 
/;} 
... 
Se o r:unc1o :;oc f ;11 t•:; t.~ -,
1 
conturlJ:u.Jo, n .. io por_J~;:·o 
os Sl.'U.f.' cst.1doc; d•· ,iníc:o/ 
devem acompanhar tais - 
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e COD ls~o LC'r.Í as:::~i,tur.::!I 
do beneficios que no a­ 
parecer1an caso voe6 ;e­ 
uisse a 1inta que a vi-] 
da social lhe dita. I -, 
que na sua. 
A PALAVRA PEQUE 
NINA QUE SE REPETE, 
É UMA EXPRESSÃO DE 
CARINHO/BELA VISTA 
~ una cidade pequenina 
O seu encanto e legal! 
SLngela coo a bonlna 
Cldndc pequenina. 
Minha terra Natal! 
II 
Taobéo r.cu lar é pcquenlno 
?-iclc há u:J encanto c..-itin.Jl ! 
O sol e o~ belos pnssnri.nhos 
Te cnfcltno com carinho! 
Minha tcrrn Natnl ! 
III 
Mlnhn qucrlda Bela Vlsto! 
Eu qulzcrn nlm,, de art isto. 
Parn cnntnr descrever o teu 
(perfil) 
Cidade pequenina, 
Ncsgulnh:i do Brasil! 
IV 
Cidade! Dos sonhos ccus ! 
Sccpre nlcgnmdo o meu viver 
Eu quero nqut te bendizer, 
Cidade pequenina. 
Presente de r:cu Deus! 
V 
Figura meiga e nosso mapa, 
Serpre a espelhar-te.no Apa! 
V1brn:-ido por cst,, frontc.1.rn 
~Unha ctdade hospitalctra! 
A cnnção da a::.izndc ! 
Autora: Irai Angelina 
A PALAVRA COMO 
DEVE SER: 
Despercebido/Desperce 
bido - O que nno e per 
cebido,ou niio é l"olndÕ: 
é dcspP.rcebido. 
DesapercP.bido - é des­ 
prevenido, desprepnra­ 
do. 
Obeso 
b(é)so. 
plural. 
- Oign-se 
Ob(é)sns, 
o­ 
no 
Virgem 
23/8 a 23/9 
~ 
As suas palavras nao con 
scr,ucm revelar o que vo­ 
cê rcalccntc Gente. }L1s 
Mo dcvcrla r..::ist.Jr t.,r.m­ 
nho c:.forço tcntimdo ex­ 
plicar-se para esta ou 
aqucln pcsso.,. Você naG­ 
ceu viriniano para de - 
constrnr o que pretende­ 
no "un1do através do tra­ 
balho e da atividaas. To 
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JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA 
DIA RIO REGIONAL 
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.l()flNiL 'l'HlllJNA Di FRONTEIRA- DIARIO REGIONAL 
BELA ·rsTA. 01 DE FEVEREIRO DE 1.992 
l',GI. 'A • 07 
 
DESTAQUE DO ANO 
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Destnque Especinl: Elenilson do Silva- 
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Destaque Especial: Fábio Festi 
( 
,G;:_. 
Soró 
 
- ·- 
Destnque Especlul: Deputudo Estuduul Oseur Gol cloni 
Primeira Duma de Bela Vista Dona Cecflia Pereira de Moracs 
. 
. . . 
. -• .... 
&$ 
a 
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: 
Melhor Vereador: Roney Moraes Simoes 
11·1clhor Evento Social: Jogos das Primaveras do Vereador Roney M. Simões 
RHUHCIE E VALORIZE o JORNAL DE sua 
CIDADE - DIARIO TRIBUNI DA • FRONTEIRA 
7 
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1 
A, I A DA RONTTIPA - DIÁRIO REGIONAL, - 	BI A V IA,UI DI FEVEREIROD 199- P 
,111nuna DE mAnACAJU 
Vereador Olimpio Yargas fala a Verdade Sobre Praia 
Em entrevista con­ 
cedida dia 28 PP, ;:,, 
Rádio Cidade de Mara- 
caju, o vereador 0lim 
pio Varqas falou al - 
qumas verdades obre 
a administração Prata 
Braqa. 
li firmando que, "quan 
Lo t.1O tratamento com 
as pessoas, Prata é 
um leão", devido a 
fal a de ednc ;ão o 
renpei o <.:0111 o próxi­ 
mo, Olimpinhn g,1r.tn - 
tiu que não dará apo­ 
io 110 Pr0feito. 
"Eu n<lo dou meu a­ 
poio à político menti 
roso", afirmou. 
Ol Lmpio V 1 11 1.;, du 
rante il Gltima campa= 
nha eleitoral, traba­ 
lhou para a candidatu 
ra de Prata Braga o, 
l<'nc1o nanho 1 l , l 1 
lha, apoiou-o duran­ 
te três anos do manda 
to. Porém, hii muito= 
vem reclamando em se- 
us pronunciamentos 
Cãmara Municipal, 
aclminisLracão e 
nao cumprimu1 lo 
na 
da 
do 
das 
acordo com o candi­ 
dato m. i forte, ua 
voz que, se nao for 
elei o, o povo q e 
precisa de mim é 
quem vai prder".Pg 
ra vereador, Olim - 
pio Varqas tem la­ 
nos de candida ar - 
seu filho Celso. 
Ainda quanto às 
eleições, a irmou - 
que "um grupo dr 
cinco vereadores fi 
zeram acordo de apo 
iar um único candl= 
dato à Prefeitura , 
e Olimpio garantiu 
que o grupo realmen 
to "unido", além­ 
de forte. 
Olímpio, aprovr.i 
tando a oportunida= 
de informou que se­ 
rá ins aurada uma 
auditoria na Prefei 
tura, mas que isso 
custará cerca de 
dez milhões de cru­ 
zeiros, e como a câ 
mara Municipal nâo 
dispõe de recursos, 
pediu auxilio aos a 
gricultores, pecua- 
D0$ TERÃO RÉTO PALA A'VESTIMENTO AG 
promensan feitas cm 
palanques. 
E:; te• vcrrador 
sempre n<' _nforçou 
para nuxlliar a co­ 
munidade carente 
principalmente no 
tocnntc à saúde , 
com doação de remé­ 
dios. Agora que o 
Hospital Municipal 
está fechado ao pú­ 
blico, e provavel - 
mente interditado - 
pela Saúde PGblica, 
Olímpio disse que - 
"o Hospital é um 
grande bem que o po 
vo perdeu devido a 
má administração e 
o descaso e com o 
povo que rele fuzia uso". 
Ao ser questiona 
do pelo radialista­ 
quanto às próximas 
eleições, Olimpio - 
disse que fora con­ 
vidado", por vários 
candidatos à Prefei 
to, para lançar suã 
candidatura à vice, 
mas que ainda é ce­ 
do para decidir, po 
is deverá fechar- Vereador Olímpio Vargas 
Os asscntac1on de Mato Grosso 
do Sul contam nqorn com finan - 
ciamento para investimentos. A 
mudnnca foi anunciada no Progra 
rna Terra. Pnrn o Secretário d~ 
Agricultura, Pecuária e Desen - 
volvimnnto Agrário, José Améri­ 
co Flores do Amaral, a noticia 
vai trazer grande animação aos 
produtores rurnis assentados no 
Estado, que não dispunham de re 
cursos nesse setor. - 
Antes, os produtores assenta 
dos não tinham qualquer linha­ 
de cr0dilo que permitisse reali 
zar investimentos na produção-; 
como adubos, fertilizantes para 
correção de solo ou mesmo meca­ 
nização da lavoura, explica Jo­ 
sé Américo, salientando que ape 
nas contavam com recursos do 
?rocera. 
Através do FCO (Fundo Consti 
tucional do Centro-Oeste) os as 
sentados contarão com 10 por - I 	d 
JOSt AMtRICO FLORES DO JMARJL 
cento dos ·recursos destinados 
ao Estado. SÓ no ano passado, 
Mato Grosso do Sul obteve do 
FCO cerca de Cr$ 12 bilhões , 
o que daria Cr$ 1,2 bilhão em 
financiamentos para os produ­ 
tores em projetos de assenta­ 
mento. 
O secretário explica que 
este financiamento através do 
FCO sofrerá apenas 50 por cen 
to da correção monetária e 
juros de 4 por cento ao ano , 
o que viabiliza qualquer in - 
vestimenta no setor, comenta: 
MAIS Cfil:DITO 
Mas não sâo apenas os pro­ 
dutores assentados que foram 
beneficiados. Seus filhos, a­ 
través do programa Terra, tam 
bém poderão adquirir suas­ 
próprias terras, através de 
programa Terra, também pode - 
ristas, e todos que 
puderem, para col. bo 
r rem com doações e 
assim colocarem o 
plano em prática. 
• Finnlizanrlo, o v0 
reador Olimpio Var - 
qas respondeu a per­ 
qunta de um ouvJntr•: 
"Por que só no ülti­ 
mo nno r qur os vr - 
readores estio que - 
rendo tomar providon 
cias quanto à má nrl­ 
minis ração?" E a 
responta foi:"Na ad­ 
ministração do Jair 
do Couto, a Câmara - 
deu qualro anos de 
confiança, para ver 
bons resultados, o 
que não acontecru 
tanto que várias 
prestações dr contas 
dele, foram rejeita­ 
das pelo Tribunal de 
Contas do Estado e 
pela Câmara; e para 
o Prata, foram dados 
três anos de crédi - 
to, mas ele não sou­ 
be aproveitar". 
rao adquirir suas próprias ter 
ras, através de financiamento 
pelo Crédito Fundiário, infor­ 
ma José Américo. Nrste caso , 
os filhos dos produtores vão 
pagar a terra com a própria pro 
dução. 	- 
Neste aspecto o secretário 
de Agricultura, Pecuária e De­ 
senvolvimento Agrário conside­ 
ra importante a participação - 
do Governo do Estado, através 
de suas empresas, Empaer, Agro 
cul e Terrasul, identificando­ 
as terras para agricultura ap 
tidão ao tipo de cultura e do 
produtor, localização, estra - 
das e at~ mesmo, ajudando na 
comercialização. 
• 
LEIA E ASSINE O 
NA DA FRONTEIRA 
_GIONAL. - EXEMPLAR 
• 
JORNAL TRIBU­ 
DIÃRIO RE - 
CR$ 500,00 
D E 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Of!cbln do Cartório do Registro Civil destn cidade, faz saber a 
quantos o presente Ed!tal de Proclaras virem que nprescntara.o os DocLL-::cntos e.xii:;ldos pt"!lo A:-t. 
180 d0 Cd!o C!VI! !s I, II, III e l, e pretende se casar: ADIR ROERO e ERMINIA VOCADO 
PENAIO. Ele, nas!do aos 25/03/67, en Bela Vista-'S, restd. na rua F.duardo Peixoto, s/n'J, fi - 
lho de Li!o Raero e Joz{na Aparecida de Melo Roero, de proflssíl.o borracheiro. Ela, n.1scld,1 
aos 05/08/75, e Bela Vista-!!S, res!d. na rua LÚc:ln Echc'errl.i s/nc:J, bnlrro Itabora{, filha 
de Afonso Penado e de Maria Neves Pena!o, de profissão lides do lar. 
Se alue souber de alga impedimento, que se oponha na form.3 dn Lei. 
Bela Vista-!s., 17 de Janeiro de 1992. 
JANIIJlF. ROSA IJOS SAh'TOS - Ol'lCIAU 
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1,

1'U'AI, 'TRIUSA DA FRONTEIRA 
FLA VISTA DE FEVEREIRO DE. 
Variedades 
Froilan Cnrdo•;o 
IHMÃ 
Reristrumos o fnleci 
monto do Dor Alves Co 
Isso, "Irm Angelinn" , 
di 24/01/92, com 83 - 
nos de idnde. Iniciou 
sua vida reliiosn em 1%/ 
05/1927, n Penha em 
So Pulo, 1? Vo!o Reli 
C'ioro, cm 18/J?./1!)29, Vo 
to Pm·pétuo, 0(i/0!l/ l!l'.!4 ;-­ 
e conhcc u ílclo Vistn 
desde l.!l47. 
Sem som de duvidns 
p11rn n comunirlnclc Cntó­ 
lia de el Vistu, eln @ 
considerdn um Snnt, 
umn iluminnç1io hlstórlcn 
de luz, mor, fe, luta­ 
p ln comunidde belnvis 
tcnsc, foi professoro cic 
erçoes, segundo co­ 
mentnrios qundo eln 
se nproximnvn dns pes­ 
sons, com um sorriso 
meigo, trnnsmitiu pz, e 
niio mediu esforços pnrn 
sir d clclndc, indo do 
Chnrrcte nos Bnirros­ 
pnrn lccionur e trnsmi­ 
tir n fé cristõ , mesmo 
como Professora posn­ 
tndn pelo Estndo, nuncn 
dcixnvn de pnrlicipnr 
dos fcsliviclndr.s escoln­ 
rcs, principnlmente dn 
Eseoln Perpétuo Socorro, 
no qul ela tinhn sun 
verdndcirn orlornçÕo, tnm 
bem solicitou o ilndre Vi 
centinn mesmo vencendo­ 
o seu tempo gostnrin de 
ficnr em Belo Visto, até o 
Último din de sun vicln, e 
ficou, din 25/01/92 rece­ 
beu dn Mndrc Edinn Gon 
çolves Leite, ilnclrc Pro-= 
vinciol dos Irms Vicen 
tinos cio Centro Oeste , 
um Documento de Fidcli­ 
ctncle rr.ligioon nssinnrlo 
pela proprin Irma Anye 
linn, em 1928, como sim 
bolo de um dever cum­ 
prido e d passngom de 
vidn pnrn o céu, n Mis­ 
sa do Corpo Presente 
foi cc!rbrndo no lgrej!' 
Snnto Afonso, pelo cx­ 
nluno, Padre Rosewelte 
~ledciros, cnvinrlo espc­ 
cinlmcnte pelo Bispo dn 
Diocese de Campo Grnn­ 
de, tombem pelo Podre 
Romõo, do Pnrnguoi e 
um Scminoristn. A Igrc­ 
jn super Jotndn, desde 
os mois intclectuuis ntc 
os mnis humildes, todos 
unidos, pnrn prestnrem 
o Último homenr,gem pn­ 
ra n nosso querido Pro­ 
fessorn, Como registro 
finl umn frase da Ma - 
dre Edinn: A lrmii An­ 
gelino é Poulistn. Porn 
quem duvidu o corpo es 
piritunl, sonho ou mila­ 
gre, existe. Pnrobens o 
comunidndc br.lnvistcn - 
Por: 
jine Romeiro e Eclson Jor. -rrirn (foto nr 
uivo, flrrnnte no Gnrotn e Gnrota Im rensn )1), 
nrnbcnizumos o mnne uim ue foz niversnrio nes 
te dia 01 de Fevereiro (Sobndo) 
se , vocês fizcrnrn boPi- nnceititvel n propostn do 
to, e junto com voces- Governo Estndunl,na cons 
vou scPtir snuclndcs rlcs ciéncin cios servidores - 
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tnbilidnde pnrn trocos - 
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vns propostos e plnn0jn­ 
monto no setor,n cndn - 
no procurnmos trnzer n 
Beln Vista, melhorias pna 
rn o segundo grnu cm 
Contnbi!idndc, inclusive 
fomos cl<lssificrdos n ní­ 
vel de Agê:1cin de Edu 
cnçno. 
REUNIÃO 
No din 26/01/92, no 
Grémio Pedro José Rufi­ 
no, houve um reunino 
com o Sindicnto dos 
Trnbnlhndores dn Dersul 
presidido pelo Engenhei­ 
ro Dr. Orlnndo Costu - 
Marques Leite; Presiden 
te Si:1der. Pnrtieipnrom 
cln rcunino, os servido - 
res públicos estndunis , 
dn Dcrsul. Fórum e os 
Professores, o sunto - 
estvn bnsondo nego­ 
ciaçno salaril, segundo 
o Sr. Prcsidcr.tc, jÍl nno 
ngucr.tnmos mais ns per­ 
dns snlorinis que ncontc­ 
ceu desde mrço nt· ho­ 
je, e uma vergo::h é i- 
vorno, caso a greve s­ 
jn deflngrndn. Um Esto­ 
rlo cm <lescnvo!vimento, 
rico cm todos os senti - 
dos, se nno vnloriznr os 
prcstndorP.s de serviços 
"Trnbnlhndorcs" vai vn­ 
loriznr quem? Porqu0 os 
politicos no esto que­ 
rodo o bem-estnr do - 
ser humnno? 
FACULDADE 
Tomos mnis um bela­ 
vistcnsc, formndo em Di 
rcito, o jovem Wng,,ct• :: 
de Almcidu Turhi, Colo 
ço de grnu nos dis 18 
o 19/12/91 (FUCMAT) a 
ele e nos seus pais que 
estilo muito cortcntcs pe 
lo sucesso de Wngner, de 
sejnmos um fcliz/92. - 
FÉRIAS 
Lembre-se de que o a­ 
mor ao próximo é o segredo 
de nossa felicidade!!! 
Estado de Mato Grosso do Sul - Poder Judiciário - Juízo de Di­ 
reito da Comarca de Maracaju - Mato Grosso do Sul 
Edital de Praça 
O Juiz de Direito da I? Vara da Comarca de Maracaju-S., na forma da 
Lei, etc. 
Faz Saber que, cm cumprimento aos trâmites legais do processo de execu - 
cão em curso perante este Juízo entre partes, como Exequente(s) Luiz Carlos 
Queiroz de Souza e João Carlos Queiroz de Souza e como Executado(s) Amadeu 
Fava (Autos ng 078/90), no átrio do Edifício do Fórum desta Comarca, à Rua 
~ioaque, s/n2, nesta cidade, às l~:30 horas do dia 04 de_Fevereiro de 1992,. 
serã(âo) levado(s) o público pregao de venda a arremataçao em praça pÚbli - 
ca, a quem mais der acima da avaliaçao mencionada abaixo, o(s) bcm(ns) pe - 
nhorado(s) ao(s) Executado(s) no referido processo, a seguir descrito(s):01 
ârea de terra 63 ha e 5.000 ; terras pastais e lavradias da Fazenda Santa 
Gertrudes neste Município de Maracaju-MS., objeto da matrícula ng 064, fo 
lhas OI, livro 02 do CRI local, avaliado(s) em Cz$ 35.348.699,00 (trinta e 
cinco milhões, trezentos e quarenta e oito mil, seiscentos noventa e nove - 
cruzeiros). Não constn nos autos a existência de ônus sobre o(s) bem(ns)e 
0 
feito não está sujeito a recurso pendente de julgamento. 
Se na data indicada, o(s) bem(ns) não alcançar(em) lanço superior à avn- 
1:u,ciio, no me.soo local, às 14:30 horas do dia 18 de Fevereiro de 1992, se - 
râ(ào) levado(s) novamente à venda e arrematação em segunda e Última praça, 
desprezada a avaliação e vendido(s) a_quem mais der. 
Eu, ~!nrildo Barbosa Barros, Escrivo do Juízo fiz extrair o presente dos 
autos indicados, 0 conferi e subscrevi, nesta cidade e Comarca de Maracoju, 
aos 06 de Dezembro de l • 991. Dr. Paulo Rodrigues - Jui.z de Direito 
l?erreir:a - Técnico 
Rua Travessa da Praça Thomas La­ 
ranr,eiras, s/nCJ 
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- MATO GROSSO DO SUL - 
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t ('í: 'iic1o fr•l o em 
Campo Grande, a Promo 
ul - Fundação de Pró 
mor;.'.io :-Jocinl de Malo 
Grosso do Sul, ini 
cin, no pr6ximo dia 
10, <·m CorurnbJ, ur.1 
programa voltn<lo pura 
o ntPnc1imcnto de mcno 
ros abandonados, prin 
·ip,lmcn e para aque­ 
lcs que uoom drogas . 
Numa ãrea de 40 hoc a 
res, crianças que ho­ 
je perambulam pelas 
A proposta feita - 
pelo Governo aos pro­ 
[essoreo, de aumento 
5% ouperior ao índice 
a ser concedido aos 
outros servidores , 
vai representar aumen 
to real de 80 por cen 
to para a categoria , 
somente no ano de 
1992, segundo Leocá - 
dia Petry Leme, secre 
tária de Educação do 
Estado. Para ela, a 
proposta é boa, mas 
foi bem entendida pe­ 
la entidade de elas - 
se. 
"Mais importante - 
que a incorporação do 
rua parti ir r o - 
de atividade« t. r - 
pêuticas. UI a vez 
que, a criança ain 
da na fazenda, erí 
profissionalizada - 
no setor agropecuá­ 
rio. 
Sequndo a presi­ 
dente da Promosu! , 
Maria Aparecida Pe­ 
drossian, em Corum­ 
bá o desafio de com 
bater o uso de dro­ 
gns entre as crian­ 
ças s.rã maior, em 
abono de 30 mil cru 
zeiros, é a propos­ 
ta de recuperação - 
salarial, lembra a 
Secretãria. O abono 
significa, cm algu­ 
mas classes, um au­ 
mento importante , 
mas o aumento de 5% 
além <lo que sorá 
concedido pelo crcs 
cimento da arrcca<li 
cão, vai represen - 
tar uma recuperação 
real. Segundo Lcocã 
dia Leme, represoen­ 
ta 80 por cento de 
aumento no primeiro 
ano e 220i no scgun 
do ano, levando i 
Telesine Ga nt 
V 
,J 
t a reajo 
d ·idncia • 
d 	s anos juve- 
vido a 
1>roxi i 
or a Bolívia • 
n e-foi, ela pre 
r t 'ir o re­ 
os obtidos na 
l qul"! m f,eis 
nese, através de do 
iH CrntroG, já recu­ 
p:-rou tot; 1 mcn e 	3 O 
crianças das drogue. 
Atualmente esses mr­ 
nores trabalham e re 
,..,rtr_ 
Scc. de Educação - Lcocãdia P. Leme· 
Inxor ações Empregos 
Através do telefo­ 
ne 157, o Serviço Na­ 
cional de Informações 
e Empregos está aten­ 
dendo os desemprega - 
dos da capital e em - 
pregados que necessi­ 
tam <le mão de obra. 
Rc~tivado desde o 
último dia 20 de ja 
neiro, o Telcsinc = 
já está atendendo - 
cerca de 60 chama - 
das/dia. Segundo ex 
plicou o diretor de 
Mão de Obra do Sine, 
Jorge Contos, o ser­ 
viço de atendimento 
pelo telefone está 
restrito às pessoas 
que já compareceram 
à sede do órgão, pre 
enchendo a ficha e 
se cadastrando. De 
casa Ou de um tele­ 
fone público, o can 
<li<lato a um emprego 
liga para o 157 e 
c•btem informações - 
sobre emprego. Jor­ 
ae Contos revela 
ue isso possibili- 
lf [ffi 
TRIDUNA DA FRONTEIRA- Diário Regional - comemora neste mês 
o seu 200 ANO de circulação e quem faz a festa é voce. 
- Assinatura Válida por um no -­ 
Assinando o TF neste mês ocê pagará 
20 mil cruzeiros apenas 
ate 
cu 
ter 	Ap r 
cid, 	n I 
,r 	o nu- 
m fazenda, perten­ 
cente a Secretaria 
ce Justia e Traba­ 
lho e, inicialment 
pretende a'ender 
100 crianças. Além 
do trabalho de rccu 
reração das drogns~ 
zs crianças desen - 
volverão a ividad~s 
I 
.... 
er crianca de rua 
arícr, '1!, e ..... o ·o.!. 
r u1 
;-n . i- 
no 
rio no Centro de Co 
rumb regime in- 
eqrl. laria Apare 
cida Pdro sian dis 
e que pretende at. 
r em conjunto com 
a Delegacia de feno 
res prestando assis 
tência e mostrando 
as famílias e aos 
~~norrs ~ 1Mpo tãr.­ 
cia do programa 
e 
fica- 
remuneração dos pro 
fessores a um nível 
melhor. O compromis 
so do Governo do E 
tado, assumido em 
5 de março, recorda 
ela, é de recupera­ 
ção dos salários 
dos professores du­ 
rante o atual gover 
no "e isso vai sei 
cumprido com essa - 
proposta." A médio 
prazo os professo - 
res terão um salá - 
rio digno. Devemos­ 
lembrar que somos - 
muitos e o Governo 
não teria como recu 
perar imediatamente. 
ta ao desempregado­ 
uma economia subs 
tancial evitando 
gastos com coletivos 
e ao mesmo tempo, di 
minuindo as filas na 
sede do órgão. Tam - 
bém o empregado po- 
principalmen e na re 
cuperação do vici do 
e m drogas. A i n 	t a l a 
cão do Centro numa - 
faz nda, segundo a 
ore ;idPnt da Pro,.o­ 
sul, contribui par 
que as crianças de - 
senvolvam atividades 
agrícolas, como .era 
pia e possam, longe 
dos trafican es, dei 
xar <l<' fini Livamcnt 
o uso do droqas e 
conseguir a rinte - 
aragão a sociedade e 
o rotorno aos seus - 
familiares. 
POSTI SILIRIIIL 
A olha de janeiro - 
significou J bilhões 
de cruzeiros, na Edu 
cação. Somente a in­ 
corporação do abono 
representará um bi - 
lhão de cruzeiros. A 
lém disso, com o pla 
no de carreira, o au 
monto para os profcs 
sores tem um efeito­ 
cascata". explica a 
secretária. Dessa for 
ma, a recuperação gra 
dativa, através do aü 
menta de 5% é consi=­ 
derada uma proposta 
boa, que vai recupe­ 
rar os salários da 
categoria. 
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serviço pelo telefo 
ne, bastando ligar­ 
para o 157 e infor­ 
mando o número de va 
gas e maõ de obra - 
que necessita. Além 
disso, os empregado­ 
rgs e empregados tam 
bem por telefone pode 
obter informações sobre 
o seguro-desemprego. 
íll s para o 
D 
al 
1 - Lembra-te de que o lar foi formado por Deus no princí _ 
pio da raça, para que nele o homem encontre toda a soma de fe­ 
licidade possível na terra. 
2 - Lembra-te de que o primeiro ataque de Satanás foi con - 
tra o lar, e que ele, através dos séculos, tem feito todo 
O es 
forço possível para destruí-lo. 
3 - Não te esqueças de que Deus te colocou como cabeça 
Jar. Cumpre com firmeza e alegria de chefe da casa. 
4 - Coloca o lar em primeiro lugar na lista de tuas priori­ 
~ades. Ele deve ser mais importante do que qualquer outra coi­ 
ca desta vida. 
5 - Cumpre a tua responsabilidade de providenciar 
O supri - 
~ente material, moral e espiritual para o teu lar. 
6 - Sê pródigo em dispensar à tua esposa e a teus filhos o 
e.mor de que. eles precisam, tanto por palavras como por obras. 
7 - Considera sempre os filhos como pedras preciosas, que 
precisam ser lapidadas constantemente, a fim de que se tornem 
o adorno do qual possas te orgulhar sempre. 
8 - Procura viver de tal maneira que os teus filhos oossam 
seguir os teus passos tranquilos e confiantes. • 
9- Mantém sempre aberta a linha de comunicação do lar, a - 
t.raves da qual desentendimentos e problemas, que porventura 
surjam, possam ser resolvidos alegremente. 
10 - Lembra-te de que a tarefa que Deus te deu é pesada dem~ 
is para te desincumbir dela sozinho. Por isso busca orienta - 
ao divina atraves aa oraçao e da Palavra de Deus aue não só 
mapa que nos mostra como chegar ao céu, mas ta.Il'.bé~ é bússola 
para nos ensinar como nos conduzir na terra. • 
do 
., 
AIDS! _ 
Previna o que 
tem Cura 
- 
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') 
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do vopor, com mui tno cul.'tos infonnondo o ue estu 
plntuntlo no sociccludc de todo Mato Grosso do Sul e 
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Votos de sucesso o Presidente cio fEBHAtn5 Vc­ 
rn Martins e puru nu nossu Presidente da ACI:S/6 Lo­ 
ret Zardo. 
Centro de Computação 
_ Agora cm nossn city surgiu o Centro de Cooçu­ 
tnçuo Bcln Vista - C.C.B.V, locnlizudo nu Av.Duquc 
de Cnxi us,66 perto do Supermercado Arco- ris can 
otcndimcnto de segunda Ü sexto-feira dos 8:30 os 
22:00 horos e aos sóbodos dos 8:30 Üs 17:00 horns. 
É uma Ótimo oportunidade poro quem quiser en­ 
trar no carpo da "infomiático". Melhores info1mn­ 
çÕes pelo 439-1843, 
·Antonio João 
Destaques do Ano 91 
(I 
Nesto sexta- feira às 19:30 horns no Grêmio Pe­ 
dro futfino ocontcccró u_entrego .dos Dielanns nos 
Desloques do Ano 1991. E o terceiro vcrsoo deste 
ocontccimcnto social que é prcmovido por Este Caiu 
nisto. 	- 
A volorizoçÕo dos profissionois e outoridodes, 
que lllOis se dcstoeorom cm suos Óreos de otuoçÕo é 
muito grotificontc. 
O jantar {?ri':'ê , levo o nssinoturo do Dono Lur 
eles. A nnimoçoo o cargo do JUSSO'n - Juscel ino Ro 
drigucs e show musical co Rey e Portes. 
QUEM FORAM OS DESTAQUES 
Foram impressos um mil cúpons na Gráfi 
ca Tradição de Jardim,gentilmente doados X 
Este Colunista pelo amiqo Doo Areco. 
hn Bela Vista foram distribuídos 800 cu­ 
pons, sendo que 500 cúpons foram entregues, 
para computação dos resultados. Somaram-se 
300 cúpons não entregues,122 cúpons bran­ 
cos,81 anulados e 297 cupons válidos. 
BAIRROS PESQUISADOS:Parque das Primave 
ras,Planalto,Vila Militar,COHAB,Antônio JÕ 
ão,Vila Nova,Centro,Previsul,Baixada Corin 
thiana,Baixada Fluminense,Espirito Santo , 
Ãgua Doce e Costa e Silva(, ~'.haron) 
BAIRROS NÃO PESQUISADOS:Caiera,Distri­ 
to Nossa Senhora de Fatima(Nunca-Té-Vi) 
Itaborai,Itaverá,Serradinho e Cancha. 
Consta dos votos apurados 197 nominais 
e 100 votos anônimos. 
* Melhor Midico:Luiz Mario Corr6a Couti­ 
nho com 122 votos. 
* Melhor Advogado:Dr.Ivan Afonso da Cos­ 
ta Marques com 117 votos. 
* Melhor Professor(a) :Marly Loubet Pi­ 
nheiro da Escola Ester Silva com 66 votos. 
* Melhor Vereador:Roney Moraes Simões c/ 
110 votos. 
* Melhor Supermercado:Supermercado Arco­ 
lris da família Paredes & Paredes com 151 
votos. 
* Melhor Lanchonete: Barril 
2000 do Dário e S6nia Marques 
somou 147 votos. 
Dário (foto ao lado) este 
ve promovendo inúmeros paque­ 
ras,desfiles de moda,animando 
a sua lanchonete e conquistan 
do a juventude e a clientela, 
que mais uma vez o aponta co­ 
mo Destaque do Ano. 
Parabins pelo sucesso e 
votos de que continue a incen 
tivar os eventos sociais de 
Bela Vista. 
* Melhor Farmácia: Droganossa do Jair Me 
na Barreto com 203 votos. 
* Melhor Auto-Elitrica:Dinâmica do Luiz 
Carlos Calliari Machado, com 156 votos. 
* Melhor Oficina Mecânica:Tupâ do Artur, 
com 83 votos. 
* Melhor Despachante:Cuiabá do Cuiabano, 
com 154 votos. 
* Melhor Bicicletaria:P.X do Baiano com 
129 votos. 
* Melhor Panificadora:K-Karolina com 155 
votos. 
* Melhor Loja de Confecçâo:Confecções N_! 
mia com 110 votos. 
* Melhor Boutigue:Marruá Jeans com 158 
votos. 
11ATO CROSSO DO SUi. 
* Melhor Evento So •-----------+-------------+ 
cial: Jogos da Prima 
vera promoção do vo­ 
reador Roncy Moraes 
Sirões;85 votos. 
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* Melhor Represen­ 
tante de Cerveja: 
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tante dos Produtos 
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Siqueira;167 votos. 
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prenentados por eu@ herde!ros, cor prazo de 10 (r!+ta) ta, , 
do ermos da petfço fn!efa1 do /. •t >• é,• l r 1 7J /' 
e que ão representantes .J0É DOS SANTO, SANCHES: Ao I 
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M, José do Sam+os Sanches, bra H1e!ro, s!te!ro, 
readente e domlel!{ado e !)nr
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II, Inscrlto no CIC sob mi 254,56,5l1-72; por eu prorur dor 
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de, onde recebe Intimações; vem a presença de V, Ela., co 
11 d('Vldn Vt'nln, 11jut1nr n A<.,;ou tlt• l'1rncnplnn t1P ,nrrn11 parr le:u­ 
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rr)~ulnrtznr ui; fh'U!J rllrcft:Oli sohr(' o reírrJdo l/!'loVcl pcJn Ata.o 
de I'sucapfio, o Imóvel em referência t os seu!ntes Ir!tens: 
r cnnfrontnçõen: lo e de tnrrrno 1:rhonri, des111.nado j'f'lo n'-' <) 
da quadra )6 do bairro paraguai, neste MtunfcIp1o de 'tar caju - 
!1S, cl<' confl1~urnçio r<'tannulnr, con ,'irN1 dt• M)O n', cu-:. 11 9<" - 
)tllntr locoçÍlo o d•·scrtçil,,: o pnrtir c1o nnrco 1•xlr.tt·nt,
1 
11,1 ru,t 
Jorge Bacha com a rua Gonçalves DIns mediu-se 1O metros no al! 
nhar-rnto dn Rua Joq••· Hnchn e c1n{ prosse.,;ulu-s•• nos 1-,p, ul111 t~~ 
iinr.ulon t• dlstônctnn, mnrcou-sc: o "}, d! o 270g e a dtsti 
ctn de 0 metros, marcou-se o M-2, da 2709 n dlstunct.1 '1P t,) 
Ot·lros nnrcou-~P o ~1-l., dn{ co:i 270Q li dl"-tânctn d" 10 rt•tros, 
cncontrou-Re o M- 1, determinando o lote. Unftc~ e <.:unfronto - 
cõcs: Ao nnrtf' cor: n rua f.onç-nlves Otns por 40 r-.('tro!'i; Ao sul 
com o lo ng 09 o por uo metros; o leste cor a n1,1 .lon,• H_!! 
chn por l.O nctros; Ao oeste CO:'t o lot~ nCJ 08 por l O metros. Re 
r~rldo irável, confor.:-e fn1. prova a certldáo expcdldn p
1•lÕ 
CortÓrlo de· Reglatro rlc lr.:Õveln local está transcrito er nore 
do Sr. Leonnrdo Annnlns, já fnlecldo confortt" foz. provn n crr­ 
tldno de Óblto - (cópln n11tentlcada). 11 - llO lllRF.110 • ,: prt12 
cipio corrc·nte do dtrclto cIvII brasileiro que naquele que 
por 20 nos em Interrupção e ne oposiçao, possuir coro seu 
tr.Õvcl ,.1°ch1utrlr-lht'·n o du:- .. [nto ti1d1.!pC'mh:11tc de tltHlO ,!,· Lo., 
rê, que o declare por s,•ntençn, 11 qunl servlr,i c1e t (tu1o p.,r., 
tr,ltl":;criçâu no Regstro de Imivcls - (CÓdlr;o Ctvil, Ar . 550). 
teste caso, te dec!d!do os Jufzes e tr!bunn!s, ao 'sucnp{ante 
só c,,bt' provn ÔL' posse, continua e pac[flena do Irável co.7 .Ínl­ 
no de• dono, por 'lntt• An0•;. O:; rrqulc;itos c!r Ju'-.tU tft11lo ,. 
bo,1 fé Oiio dl!;pensndos - (ClÜvls lh.•vll.ÍJ11,1), (Ci)di,:o Civil <.:o .. , 
Vol. O); Sll Pcrcirn, ~l,1nuril CÓd[go C[vll p. 23:!). Rt's.:ilt,•-?-.c .1 
Inda, que o requerente legItIo proprtetárto de seu Irôve! 
conírontnntC' cm lott• objeto d:1 pr,•sente ,ç,io, conf)r-t"' côpl.1 
ela ::ntrfcula ci, anC'xo, ri·frrerHl! .,o lotC' de n2 09-A4, 5at!sa - 
1.cndo corio sntls{a1. oi; n·quisltor. p,1r:i. U!;llC:ip1iio do r::,•nc1on.1do 
inóvel, presente que estio a posse vinteniria, a pae!'!cada - 
desta e a sua continuação por_tempo superior previsto pela Lei, 
be cono o ";rnir::us c1or.i.lnl", n,1L> h.1 cor.io llll' nt.')'nr ., prl"tcnç:10 
njul:zndn. 111 - DAS l'HO'AS - Pretendo o requerente, além dos 
docw:cnto, lehnls t•:-dgldos e CO:"J fund,r·cntor. no:> ,l1spoi:.1tl'OS 
leais prenabulamente citados, requer a V. Ex(a., que se dg 
nc deter[nar: a) - A desfnaçao de d!a e hnr.1 p,1r.1 rc.111.'.nc;,rn 
de AudfneIa de Justlf!caio de Posse, ovIndo-se as testeu - 
nh.1r. ,,tw1xo ,1rrolad.1s; b) - A cltai.;.ío por Edttnl (o~ hen!t-lru:~ 
l' ~uc,•ssorC's tlc l.,•0n.1rdo An.1nl.1s, C''.":l cujo no:-é ,•:,co:lt r.1-.i;c• 
tr.,n-.crlto 11() lr.Óvc•l, ,1!-!'õin co:-:o confro:,t:i.;.lo no O,•~t<' -  lotL' 
n? O); e dos réus Incertos, ausentes e desconhecidos; c) - Se 
Jn dtitlo eIene!a ao Ilustre representante lo !tn!strto Pá!! 
co; J) - Se)a IentIffeadas a Fazenda Fiblfca Munfctpa1, Esta 
dual e Federal, para que manifestem sobre o seu Interesse no 
L:vel usucap!rendo; o)- seia finalmente após a Justificação e 
d.•corrldo u p~·.11.n dt· contt•~t.1c;iin, Jul1:.ulo procL•,!~1llC' o p1•,lfdo., 
a fim de que lhe seja declarado o do[nfo do Iróvel usucapfen 
do ror n,111cla<!o n tr.,nsC"rt,·5o junto .,o C:irtôrt,, 1 oc.11. P.11~dn-!'ói' 
a prcsrntc o 'nlor de CrS 10.000,00; 
11
as-cnut<'1•in", proU.'!H:l 
provnr o alegado por todos os r...-ios dP provns r~ dlrt·tt,l .1<.!:-l­ 
tido, ainda os docuentos Inclusos e rol de teste:ut!as .ll.,,ti - 
xo. Tcr~o•; e:, C]:c pcdt: e c•spcr.i dctcrlr:.ento. :-1.1r:ic:1Ju-~IS, :::'.<l 
de r;over.bro de l')<lO. Antõnto lvantr RitH·lro 0.B/~:s 1!.iü - H.u.1 
ll de junho n-.:' lRO, ~laracnju-~IS. Rol d~ Tt•ste-:unha:;: Joõo Fcn­ 
rIque da SIlva - Rua: Jorge Dacha s/n! - !la !ar:nr!da; erI 
no Do::in~ucs Dlas - Ru.J.: ~cstor Plrcs s/n'l - 'iln ~llq:.irid.1 ;' 
!oacIr Carlona- Rua: Jorge Bach1 n! O - V!la Mar;ar!da, Des 
pacho de f1s. 9; Proc. nQ 212/90. Redes!no audiêncta de }u­ 
tlflcaçzio d~ Posse par., o DIA 26 DE FEVERf.lRO DE 1992, ÀS 13: 
30 HORAS. Refac;:i::-sc teJ,it,. .1!: inti:::nçu,•r.. Quanto ,1 put>llcai;ao 
dos l'dlt.1ls so::icnte na I:prensa Offetal, face d1o so:ente d!­ 
R-0, f.1cc :1 .:ilegaçâo de circulnç:lo lrrc~ul.1r do Jornal 1oc.'.ll 
t.tl niio t~, poss{v~l rois só se .,utorlzil publicar cdltnl no 
D15.rlo OflcL1l quando inexistir jorn.11 locnl (Gf. TER, l•..' Tur· 
r..1, AC. 52.795 - SC, rcl. ~iln. Cost;i Lelte. J. !...10.98, v.u. , 
DJU 21.0J.89, p. 3,923. 2,) col., c:--cntnr). lntir:i:~.-sc. ~l.1r.1c.1- 
ju-!IS, 03 de Dezebro de 1991. DR. PAULO RODRICUES • JUlZ nf. 
DIREITO. E para que n!nué possa alegar Ignorância e para que 
chegue ao conhccicento de todo::;, n,,ndou .':-tpcdlr o prcscnt .. que 
scr-:1 .1.fh,ndo n.1 sede .. teste Ju{zo e publlcado n.1 for~-, d.t lei . 
D.ido e pnss:idu nesta c ld:idc e Co::i.,rca dl! n.·1rnc.1Ju-~1s, ao:; o; 
~e Dcccobro de 1 'lºl. Eu, (ORLA'DO CORRA DE LIA) dat I lo,:c., 
fd. ~J (!~RILDA B. lARROS) subscrevi. 
DR. PAULO RODRIGUES -JUIZ DE DIREITO 
• 1,orn a :1aíoria 
d a cri a-;õ,,., de gacto 
de corte no Brasil u 
Lilizr rncno índia - 
nas, ainda nxi& rn - 
pouca» informações 
sobre o comportamen­ 
to dnns•& animais no 
País, onde o nnncjo 
e a própria situação 
geográfica são bem 
diferente~ da região 
de orig m do zebu 
Por exemplo, cn ra 
os Estados, vcrifi 
cam-sc diversas for­ 
mne d manejo, como 
criação intensiva 
no Sudeste e extensi 
vn no Cen ro-0este 
par icularmcntc no 
Pilntanal do Mato Gros 
so. 
Entre as falhas - 
verificadas em rela­ 
ção aos dados sobre 
o zebu, pouco se sa­ 
be sobre a puberdade 
e maturidade de novi 
lhas. O pecuarista - 
interessado no assun 
to certamente encon= 
trnrã muito material 
sobre raças européi­ 
as, como hereford , 
chianina e holande - 
sa, entre outras. Mas 
pouco sobre as raças 
zebuínas. Exatamente 
por isso, nos Últi - 
mos anos realizaram­ 
se estudos sobre a 
reprodução do zebu 
nos trópicos. 
PESAGENS E ROTAÇÃO 
Essas experiênci- 
ora realiz,da 
fazend experi - 
: .er. t l da l "pr a - 
< n P squi .,a i,•3r:or,c­ 
c uária de Minas Ge­ 
rai-: íF:pa::iig) , <, 
Cov..,rn11dor: Valada - 
res, região de pas­ 
t age::-, degrcJdadil. rJ,, 
capin coloni5o. A 
idéia básica erasa 
ter até que ponlo ~ 
1uplcmcn açio ali - 
ren ar de b 7 .rcas 
r.clorc duran e o pc 
rlodo de s ca inflÜ 
rnciava na antecipa 
ç-ão da idade rcpro= 
clutiva. Hoje, mos 
t.ra-i;e comum a in - 
trodução de novi 
Jhas com idade cn 
torno de 3 anos e 
peso aproximado de 
300 quilos. 
Para a realiza - 
rio dos experimen 
Los utilizaram-se - 
55 bezerras desmama 
aas, de 7 meses de 
idade, divididas em 
nois tratamentos 
com suplementação a 
limentar. Os trata= 
mentos aconteceram 
em dois períodos de 
r:eca consecutivos , 
entre julho e outu- 
1,ro, de 1987 e 1988. 
0s animais foram se 
rii-confinados cm 
pasto de capim colo 
nião com suplement; 
,ão alimentar de c; 
na-de-açúcar picadã 
~dicionada com ur6- 
ia a 1% e soja moí- 
ela. 
Bo,1 p.utc dn populnç,io Slll-.:i.ltC•t~rossrns(', e::i cspectnl dos 
r.:t:nlc{pios onde o Governo do Est.ndo cst.Í lnvcstlndo na area - 
de s:nÍdC". constn1ln<!o huspltals e hP::oct•ntros, cst.i :1:1,tos,1 f'l' 
L1 conclu,;il, d.is obr,,s, que dcvc:'l cstnr pronr.,s .1té OJtt1hro :­ 
dc•s;c ano, co exceção do Hospl tal Regional de Dourados, que 
scr.1 con..:lufdo no prlr.:c-lro sc:--t'.!.r.trc c!c <)1. 
Es!-., cunst .1t.1ç.:io foi vcrl f1c..idn por técnicos d11 Sccrctnrl.1 
de Sn1Íd•.!
1 ,1corpanl1.1dos pC'la secrct.irln-;idjunt.i, 'er:i 1.ticf.1 1'0- 
dj.1oi;,:lnnlan quando s.rervl.sionnra:-:'l 11:; obr.1s p .. •10 intc•rlor. 
l':-J L'XL·'1plo disso ~ o ::iuniclplo dc C~iracol, dist.:inte !.l5 qul 
lÔ:-.ctros da C..iplt,11, que não dlr;pC"c de qul,::v1i:cr unidade hospt7 
t,1lnr. O Único Posto de Saúde exi~tentc na cidade, doado (1 Pn.• 
feitura Municipal pela Fundação Cesp, só ten e seu qu .. 1dro c!C 
funclo~éirtos u::::,..1 t"nfcr:'7'cira, não tCcndo nc~~m::. :-:édlco no r:unicf 
pio. 	- 
Segundo o S1.."'crctárto do C.ihlnc-tc cl.:i Jlrc-fcit11ra de C1r.1cnl . 
J.1tr So11::.1 :-:cto, .,pcsnr da disposição do prefeito e querer - 
contr.1ta:-- um rdfco para atender os 3.200 habitantes do r.-.unkÍ 
pio, .,tê hoje n.iõ foi poss{vcl porql:e ,1 falt.:1 de u,"J hospital::­ 
.it.:ist.1 os prof!sstona!s, nao desprtando Interesse dos rédfcos 
SOLIJÇÃ('I 
P::ir., !-Oluclon.,r~cstl' problcca ,'e :1t,•ndir.:cnto nl áre,1 d::i s11Ú 
de, os h;1bit:mtcs recorre:= no r.mnJcÍplo vizinho de nct.1 'ist.1-; 
dlstnnte 56 qu11Õ:::ctro5, ou então, procur.-i:: .1tcndioento na c.,­ 
p I tn 1. 
O Co'crno do F.st.1do está construlnd..> e;:, Car.1co1 u:'l,1 l'~ld.,dc 
de ~i,tn de s~uide, co::1 13 leitos, ,1..-JbulatÕrlos, ralo X, centro 
e ln.Íq;ico, B,1nco de sangue (cclet), enfLn, un hospital capaz 
de prestar toda a assistência réd!ca-hospttalar que os habita:, 
tcfi n.:io dsper ainda, total!zando una area constru{dn de 1:- 
300 etros qu:u!r ados. 
B z rra Nef ore 
o tI'i'l­ 
cab - 
0 qra­ 
oí.'' 
por di , de 
7,5 de proteína 
bruta. J no s• aun­ 
do tratamento, 1or­ 
nec• u- 1,5 quilo 
<'!e . 0Jc1 oici cabe­ 
a por dia. O mesmo 
procedimento repe - 
:iu-r-C' no nno se 
guihtc, durantP o 
segundo período de 
seca. Aunentou-se , 
C'ntret, nto, a quan­ 
tidade de volumoso­ 
cana picada, de a - 
cordo com n catego­ 
ria animal. Ao lon­ 
go do período cxpr­ 
rirrntal, os anima­ 
is permanecernm cm 
pastos âe capim co­ 
lonião, com pesa 
gens e rotação de 
pastagens a cada 28 
dias. 
t 
PÔS DESMAHJ 
Como resultado 
do estudo, conse 
guiu-se antecipar a 
cobertura das novi­ 
lhas nclore para 26 
meses, com peso mé­ 
dio de 300 quilos , 
embora, entre 55 no 
vilhas utilizadas - 
apenas sete, o que 
significa 13_ entra 
ram cm cio. Postcrí 
ormentc a esse tra= 
balho, na mesma fa­ 
zenda experimental 
foram feitas altera 
ções nos ingredien= 
tcs da alimnntação, 
coo .,1ll.o cl1 !.n~p - 
ar do co palha e sa 
bu •o, co'1C"t' r. • r nrlo 
pro.tú ,.cu, uréia e 16 
d, proccín 1 !Jrut11 
rornecido» na b.se 
d,• 1, 'i cio pl'SO vi ·e~ 
dur1nL• o período d 
. ec , com r. •lhorcs - 
L xns de prvnhez 
cerca de 90 , aoa do 
is anos de idade. Nes 
ta nova experiência, 
as novilhas foram dj_ 
vidid.is •m tr-s gru­ 
pos de oi .o, doze e 
quinze animais, rea­ 
pec ivar:,ontc. No prj,_ 
meiro grupo, elos 
não receberam qual - 
quer ~upl •rncntação ~ 
limentar r, como re­ 
sultado, apennn 37, 
51 tiveram pr nh z 
Já no segundo grupo, 
as novilhas recebe - 
ram suplementação du 
rante a segunda seco 
pós-desmama e a apre 
sentaram 50% de pre­ 
nhez. O terceiro gru 
po, suplementado nã 
primeira e segunda - 
seca pós-desmama 
chegou a 93,3, de 
prenhez. 
JOSP. ROl!SO~ Hf:ZD<RA SERl'.1.0 
~ vet<·rinárto cto Centro de 
Pesquisa Ar.ropecuárta do Pan­ 
tnnnl _(CPAP), Órg,.Õo da fiupre­ 
:;.o Hr.1r.l J,-.f r11 de Pc!.qulsn A - 
?;ropccwÍrin (Embrnpn), em Co­ 
ru::ibá, HS .. 
ua 
------======== 
AMPL l AÇÕES PRf:V I STAS 
A secretar!a-ad/unta de a@de do Estado, Vera iod'aozlan!- 
an1 ex1!cou que todas_as unfdades hospitalares e: construção 
·recera nu!ta atenção dos técnicos e pro!et!stas, tendo o 
cu .. ~.1do de tau•r pl.1r.!..1.; pn•vc=-:do ,-is ar:pl l,1_;Õcs dos p:-édJos , 
con. omc o_ aurento pcpu 1 ac inn.11 c!c cada t"l!n f e { uio. Todas as 
un!dades sao do tIyo rotulado, sai!enta ela, acrescentando - 
f'}UC' .15 ohríls poc!ern.o ser fclt.:is !it::. r:c·cc~.tt>it.i.r a Jntc·rru:>(,;.:io 
dos serviços, bastando no f!nal quebrar apenas _una parede, A­ 
lt•:i dJ rcdt: !"fsica, o Go·c>rno do Est:1do Jt1 Pstá trah,1lhar.do - 
no sentfdo de arant!r os recursos r:cc"'ssúr!.os para c-qulpar - 
todas as unIdades de saúde en construção. 
OBRAS NÃO PÃRAM 
A Secretaria de Saide alerta ainda às erre!tetras e à po­ 
plllaçao e- ,:er:il, que as obras em .1nda:-e::to r.,Ío sofn·::: qu,'.!l - 
quer r!sco de para!!sação. Os recursos_estão arant!dos atra­ 
ves de convento co o M!!nfsterfo da Saude, ass!nado e outu - 
bro do ano past..Jdo, no V;ilor de CrS 6/i bilhões. 
Co;-: ('Sta vcrb<], o Gover-r:o do Est:.ido estj construfndo un!C:;1 
des !stas de saúde, hosp!ta!s e_hemocentros. Após a cone1u - 
sao, 'ato Grosso do Su! zarant!ra a população ur atendIzento 
dr- bo:: r.!'cl._TA".:bt>~ O$ cuidnc!os n,,s PSpccL.1lidndes estão r.::.e­ 
recc-nd,., atcnçao do C,o'êrno. 
A intenção do governador ?cdro P<:d:-o!ic:: 1an é de ;ia:-a.nc.1r 
0 
.itl•nd ir.:cnt9 d,1 ccnun ldnde na propr 1.a 1 oc,1 lidade, ev 1 tnndo a 
superlota,ao na Capital e Dourados, ou nos centros retona!s 
GUC d!spoe= de hos;iita!.s. 	e. 
"A pop1aio, co certeza, Irã dtsor de elhor a.tendi.cen­ 
to ~1ir.d:1 este a.r:o , e:i.ntiza ,1 secretaria-l!djuntll. 
E TUDO! 
·clube de Verão 
66 
N E W :s TA R" 
Piscinas, quadras de voleibol de areia, futebol 
e um pitoresco recanto pnra passar momentos de 
la.zcr. 
Restaurante e Lanchonete de maior qualidade. 
Vendas de títulos no local ou pelo Telefone: 
435 - 1310 
PROPRIETÁRIO: ALDO PERB1RA SOARES 
PRÓXIMO À CBRÀMICA SANTO ANTONIO 
ANTONIO JOÃO MA TO GROSSO DO SUL