TRIDUnA nROnT ·,otARIO, REGIONAL ELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL ANO: 20 SEXTA-EIRA, I DE FEVEREIRO D 1.992 N?: 1.166 DfRBTüil: lVAL!J(l l>f.l(hlfturtinho Mato Grosso do Sul EXTRAVIO O Sr. Selomnr Filipin, de CPF ng 404.026.140 20, re5idente na Fazenda !NUL PIJYTÃ, comunica que foi extrnvindo um Talão de Nota FiBcnl de Pro dutor Rural, de ~Q 1.235931 à 940, Insc. 28.564. 466-1. Maracnju - Mato Grosso do Sul S 1 1i r ' EXTRAVIO A Sadri Malhas Leda ME, estabelecida ii RuaQúa Lopes da Laguna, ng 61, no BNH, comunica que foi extraviado um Talio de Nota Fiscal, de n2 001 à 050, CGC ng 33.744.541/0001-83, Insc. ng 28.261 291-2. Maracaju - Mato Grosso do Snl Sá D ' Cruzeiro do UNO cs 89 - Gasolina - Bege UNO s 89 - Gasolina - Vermelho UNO s 88 - Alcool - Dege OPALl 84 LUXO - Alcool 4cl - Marron CHEVETT 85 SL - Alcool - Verde Metálico UNO S 90 - Gasolina - Bege UNO SX 85 Alcool - Azul Metálico UNO CS 87 Alcool - Bege BELINA 89 L - /lcool - Branca Caminhão Ford.74/Trucado/Verde P.1000 88- Branca/Preta-Diesel com ca- 4$5v pota fibra-inteira CARHLP:IRErRO Rua Tenente Ernany Gusmiio,66 - Centro PROPRIETÁRIO: ADIR LOU'3ET SÁ - .lARDir1 - MATO crnosso no SUL Inscrição Estadual: 28.209.003-1 Diretor - Redator Chefe - Ivaldo Pereira Diretora-Administrativa - Maria Estela V. Pereira Gerente - Gilson Silva Santos Redação,Administrac;âo e Parque Gráfico: Av. Tribu na da Fronteira,564 - SEDE PRÓPRIA - Fone :439-14ÍÕ Redação-Jardim-Rua 14 de Maio,342 - Fone:251-1669 CAIXA POSTAL-23 - Bela Vista - Mato Grosso do Sul SUCURSAIS Porto Murtinho - Av.Dr. Corrêa,s/nQ-Fone:287-1239 Antonio Joao - Av. Mato Grosso, 675 Maracaju - Av. 11 de Junho, 91 Bonito - Rua Pilad Rebu'ã, s/nQ Caracol - Av. Brasil, s/nQ (Correspondentes em Campo Grande, Brasilia e pri:!! , cipais capitais) ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 - Ass. SEM.20.CXX>,00 PELO CORREIO - 40.000,00 Não devolvemos originais. O Jornal não se respon­ sbi11za pelos drtigs asstndos ou de orig_definida Filiado a ADJORI/MS e ABRAJORI .C! be de Verão ·NEW 8_TAR" • • t 1 Piscinas, quadras de voleibol de areia, futebol e um pitoresco recanto para possnr mo:nentos de lnzer. Restaurante e Lanchonete de maior qualidade. Vendas de tftulos no local ou pelo Telefone: 435 - 1310 PROPRIETARIO: ALDO PEREIRA SOARES PRÓXIMO À CERÀMICA SANTO ANTONlO ANTONIO JOÃO - MATO GROSSO Dô SUL J JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA -- DIÁRIO REGIONA, B E L A V I S T A - M S , IA D E F EV E R I R O D E 1 9 9 2 - P C I N A - 0 L J l J 1 r Classificados Murtinhenses Eletrónica Oriental Eopccioliznda cm conscrtoo de TV, PI e a cores e nparelhos de uom em gernl. l'errcira Técnico Rua Traves da Praça Thomas La­ raneeirao, s/n9. PORTO MURTINHO MATO GROSSO DO SUL Hotel Pousada do Pantanal Conforto - Qualidade nom Atendimento OLMES FERREIRA GOMES DONA MERCEDES VIGlRA GOMES PROPRIETÁRIOS Rua Alfredo Pinto,141 FONE: (067) 287 - 1325 CEP: 79.280 PORTO MURTINHO - MS ( Casa Americaná DE: NELSON RIBEIRO FERES Aceitamos Cartão Ouro-Card. DIs­ tribuidora COPAGAZ. Artigos para presentes, roupas, Supermercado, Li vraria, Papelaria, Artigos para Pes ca, armarinhos. Secos e molhados em geral. 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PORTO 111/RitJfüO MATO GROSSO 00 SUL Casa de Carne São Judas Aceitamos go, ete. Avenida Rio PROPRIETÁRIO: ÉDER cosr,o CARNEIRO encomendns de cerne, temos linguicns, leitão defumado, fra Branco, n9 260 "O MELHOR PREÇO DA CIDADE" PORTO MORTINHO - MATO GROSSO DO SUL Frutaria Amazonas DE: FRANCISCA P. VARElllO Frutas e legumes em geral Ótima qualidade. Aos sábados e quartas. Rua 13 de Junho, n9 1318 "SERVIR BEM PARA SERVIR SEMPRE" PORTO MURTINHO - MATO GROSSO DO SUL O Corneteiro da Ditadura IENE! BRIOL.A Governador do lllo de Ja!'tt' 1 ro l Se há al&ul!m dpico dcote período po:.: guerra, ente alt;urm é o Sr. no­ berto Marinho. e o primeiro da lista da nomenklatura de privileIadons­ do sistema economfco e políticos destes tmpos. Nos ultimos trinta anos, a r.ombra da ditadura, tornou-se o horem mais rico e poderoso do Branil. Hoje comanda um cartel que cobre todo o território nacional, formando um verda­ deiro monopólio do sistema de televisão. 2 As Orgnni. zaçÕcs Globo c.resc. eram, tornaram-se gig,1ntei;cn,; rrr~cnr: ao 1:io­ delo econômico e aos governos comprometidos com a mplantaçao desse - sistema. Privilégios, isenção de Impostos, câmbio favorecidon, concesnõcn, verbas públicas, jogo de inCiuência sobre político,; e militares, valia tu­ do para expandir o império e seus lucros. Assim foi se for1:1ando este gi­ gantesco cogumelo que, hoje, é uma espécie de poder paralelo. O País tor­ nou-se ingovernável, com este monstro deformando e dintorcendo o funciona­ mento das instituiçÕes. O poder da Globo é Lmcompatível com a existência - de um povo livre. Nenhuma Nação que se preza adnitiria uma nituaçÕo como a que está criada aqui com a Globo. 3 Muitas ditaduras foram impostas, inclusive aqui no Brasil, em nome da­ democracia. Com métodos semelhantes, o sistema Globo invoca a liberda­ de de imprensa para encobrir seus propositos de poder e fortuna. Ora, nin­ guém está pretendendo que a Globo seja impedido de fazer a cobertura jora lÍstica do carnaval, com o aproveitamento dos tres minutos que estao a dia posição de todas as emissoras. Esta é a prática, a lei. g o mesmo que o­ corre nos campeonatos de futebol e outros eventos públicos. Se fosse uma - questão de liberdnde de imprensa, porque a Bandeirantes, o Sl!T e as outras não poderiam também transmitir? Nada disso. O que se questiona é a exclusi vidade que ela negociou, como se sabe, com notórios banqueiros do bichq.Na verdade, o carnnval, para ela, nada tem a ver com a liberdade de imprensa. Trata-se apenas de negócios, negócios, negócios. No primeiro carnaval da passarela, além de tentar sabotar a sua construção, a Globo não quis fazer a transmissão porque simplesmente achava que não teria lucros. .ÂJ Maior gravidade ainda tem sido a influência destrutiva, ao contrário - ~ da função da televisão, que vem sendo praticada pela Globo. Não é mero acaso que o crescimento dos assaltos, dos roubos, da violência, enfim, da criminalidade, coincida com o crescimento deste polvo de mil tentáculos. E agora, estamos vendo esta máquina avassaladora de propaganda, como se fo­ ra um partido único sobre a Nação, criar uma espécie de torpor nacional q/ pode levar este País à venda e à desintegração, ao assimilar, como vem fa zendo, a ideologia de Nações e grupos que querem nos Manter colonizados. f;:. A Globo sempre usou e abusou das pesquisas em suas man!pulaçÕes.Chegou ~ no ponto de criar uma agência própria - a INFOGLOBO - para fazer "pes­ quisas" ridículas como a que publicou no dia 06 (resultados da Globo a favor dela própria). Uma rádio ouviu pessoas na rua e o resultado foi mui­ to diferente: dois terços dos entrevistados acharam que a Globo deve ser - punida pela campanha negativa que vem fazendo contra o Rio de Janeiro. O Sr. Roberto Marinho esquece que, se durante a ditadura era diferente, ago­ ra as verdadeiras pesquisas são as eleições. E que, em várias delas, a Glo bojã recebeu um não da população do Rio de Janeiro. 6 E isto é_uma simples reação ao papel perverso que a Globo desempenha - em relaçao a nosso Estado. Ela, simplesmente, suga o Rio de Janeiro e os efeitos lesivos de sua atuação estão por toda parte. Para obter as pol­ pudas verbas de publicidade do Governo e de grupos empresariais de são Pau lo, tornou-se não apenas omissa, mas cúmplice do processo de esvaziamento= econômico do Rio de Janeiro. Silenciou diante de verdadeiras mostruosida - des, como no caso da Light, dos "royalties" do petróleo, do gasoduto que leva para São Paul.o o gás de Campos, negado no nosso Estado. Ela própria. que gera aqui o seu faturamento de bilhões. nada reverte em benefício da comunidade. Conseguiu, à custa de escandalosa coação sobre a Constituinte­ Estadual, isenção de impostos. Isenção, poréi:, não significa imunidade tti butaria. Por esta razão, determinei à Fazenda Estadual que proceda ao le = vantamento dos vaJ.ores que a Globo deixa de recolher aos cofres públicos e que, em consequência, não podem ser reinvestidos em obras e serviços para­ a coletividade. 7 0 recente arreganho de poder da Globo, explicito como nunca, tem um significado além, muito além dos fatos que desencadeou, t talvez. um dos toques finais de um grande corneteiro da ditadura. daquele cuja voz - de mando sobre este País sempre foi incontestável. Os tempos jã não são os mesmos. Ja nao pode intimidar, impor. coagir impunemente, sem que seja de­ nunciado e exposto ao julgamento público. Nada é igual: contra as pesqui - sas , ha eleicoes; em lugar do AI 5, uma Constituiçao; cm vez de ditadores um Presidente eleito. E até mesmo o mIlitaressabem agora que, de tudo aqui lo, quem lucrou e enriqueceu foi a Globo. - 8 A fÚria da Globo é brutal, violenta e desesperada coco o abraço de um afogado, que sabe que está sendo inexoravelmente tragado para o seu - fim. A Globo, além de sustentáculo, é uma espécie de flor podre de um mode lo econõm:ico cruel e inviável, de um sistema que é contra o mais elementar direito humano: a vida. Isto porque significa, sempre. pobreza, ?:d.séria marginal.idade soci.al. e o próprio despojo e destruição da economia e das ri quezas de nosso País. Quando os dias fizerea,coc.o ínevitavell:iente farão c/ que venham ao cbao estas estruturas podres, junto coe elas ruirá um impé _ rio que hoje, ainda no_auge de seu poder, jã exibe os raivosos sinais da decadcncia que o levam a morte. { Leone1 Brizola) MANDADO PUBLICAR PELO PDT AHNDONO DE EMPREIO Solicitas ao Sr. VALDOIRO ORIIZ, Portador da CIPS n2 9027 • - pra= ii=o I'. ,Jf.111 li O l1f: )'u7 AI iíl:IIA íl•1 11} • PAR E" TVI A COIRAM! PMRCF'A'I O VI­ HUI L 6AA'A A JMFO I a.FICO - FC1 E Í ·r 1 .1 , , mnflpal de Porto 'turt fio, Estado de ''9to r fia , her ou a iara unf[pa! decreta e tu vinfoo itr Lel; rt. I?- F!cu o Poder icutfvo antourtrato i, m no do mo nfcpto de Porto Mirttnho, Ltdo de Mato Grosso do Sul, contra tar pare!atento !de d[fta par com o FGIi, través da Cata f­ conoda idoral, na for ta Ryoiuo n! !2 de ) de junho de 1+9i, do Conselho atador do FGI, no valor do dblto d1d! rente atullado, -- rt, 22 Para a nrantla do principal de acresortos, fica o Poder Lcut fvo autorizado a utflzar parcelas do Ipato no,re .[rolai de Mercador las e Serviços- IC'!S, durante o prazo de vlencfa do parcelnento autorfzndo por ent LeI, ,rt. h.1 - O Poder Ercutfvo conslnará no orçamento anual e plurianual do tanffpto, durante o prazo que vier n ficr rstllLr· lectdo para o parcelamento, dotações suficientes à amortização do principal t acessórios resultantes do cumprimento desta li. Art. t,1} ~ l:,;to Lt·.l onLrnrá fl'l v1~ur ,, p;1n.lr d,, dntll de su,, publleio, revoadas as disposlçôs em contrárto, r.r.1 t:'! no IJll J0 IJG JAtlR]J(0 UH 1')92 ,lfl Olll ZA o l'OíJl:ll t:XLCUT!VO co:IPU '-lt.NTAR P,llTr. llA CIIÂCAIA LA­ ~n,1 1•11nu,L, DQ,11),1 A IJAllAJA !nNr.RAÇÃO C cm1(.RCIO L'tf)A., CO'IFOI• tlf: LEI N! 66l DE 2 DE SELE!IRO DE 19990, li DÃ 0t;11!AS !'JlOVIDC~­ C IA!l. U Prcíolto ?untcipol de :..o do Sul., Faço saber que a Camara r,ul11tc tc1, Art, Ig - Flca o Poder Executivo autorizado a coplerentar - pnrtc. da áre da chácara Lagoa Pirtzal, dood,1 õ ?!11rajÁ ~tnera .. çiio e Comércio Ltda, através da Lei nl,1'J H, l2/.J'-3,b7 li l30.Sl7,71, IH 113.790,t.l. H U7.l15,IO 20 140,563,5 21 1,8%8,94 21 151,l.98,94 7 l JLO.I.Oú, 1't 2 167624,67 15 175.1',7,78 16 183.050,33 27 191.287,59 28 199,895,53 79 20d,890,!l2 30 218.1'J0,90 Jl 230.2%,89 JZ 242.963,21 33 256. 326,18 3 270.424,11 35 265,297,43 )6 300.988,78 37 Jl7.543,16 38 3)5,008,03 )9 353.1,JJ,47 1,0 172.872,)J A/IEXO l - TABKLA J - PLANO DE CARGOS 8 !U':IIIJ! 20,691,0» ('A[-J í 156.50,27 15 s4.776,85 l!l.':•1J,12 t'U-111 138.291,75 25 ).'... 5 i) ,,.,. 172,%7,1 1 ! ·• '· C.Af•iV !25.1 1 ·&,07 1 ] ..... ;,, , • -Ji. 144,055,99 JJ•:! 1.11 924 Jlü JO J). JANf'lf;O l)R 1992 DlSíÔC so::RI' O lJ:A;, srr DAS 'J AilFLAS r;; v;::.r. íHE111U'., 1)05 S1.H­ VllJORrS DO ror,rn LEGISLAI1O NICIPAI., E DÁ O'IRAS PROVIENCL AS, O Prefefto Mtunfc!pal de Porto MurtItho, Estado de Mato Cros so do Sul., fnç.o sater que a Cirara Nunicipnl 11pruva eu sanciona a e gulnte Lei: _ Art, 12 - Os valore.s do, 'er.cir-",tos, grlti!icaçoes, prov !!. tos e p•nsõe, do Poder L,glslntivo ~:unlclpal de Porto llurt!nho MS,, fica reajustados nas forras dos anexos I, II, III e lV - desta Lei. § lQ - Os valores dos a,nxos I e II, vigorarão nos rtf'.Ses de janeiro e fevere1ro/92 1 e os nr.exos III e !V, terão vigenc1s a partir de mnrço/92, nte ulterior del1ber,çno. Art. 2Q - Os valores a que se rtfere o artto 1? são exten· nlvos tar.ib~r.i aos Inativos e rensionlstas. Art, 3g - O valor do Sa1irlo-Faf1ta a partir de 12 de Jn - neiro do corrente ano, possa n ser de CrS J.000,00 (três mll cn1zeiroa). 1 , Art. 4? - As despesas decorrentes da aplicação desta lr1, serao atendidas n.traves de recursos orça..!Dentiirlos próprios su ple:tentados se ncce5stÍr1o. ' - Art. 511 - Esta Le1 entra eo vl~or a p~rtit: de 11? de Jnneiro de 92, revogando ,1s d1spostções cm contrãrto. 1 ANEXO II - TABEU II - GRIJPO lll e IV - DOS V,E!;ClKRlfflJS CRl/POS EFKTIVOS REFERfiiCIA 01 02 0J 04 05 06 07 08 09 10 11 12· 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Jl 32 33 34 35 36 37 38 39 40 Vf:NCIKEtm> MENSAL 96.037,33 97.477,88 98.940,04 100.424 ,14 101.930,50 lOJ.459,45 105.011,34 106.586,51 108.185,30 109.808,00 112.553,27 115.367,10 118.251,27 121. 207, 55 124.237,7) 127 . .Jl.J,67 130.527,26 133. 790,44 137.135,20 140.563,58 L46.888,9L. 153.498, 94 160.406,39 167.406,39 167.624,67 175.167, 78 183.050,33 191.287 ,59 199.895,53 208.890,82 218.290,90 230.296,89 242.963,21 256.326,18 270.424,ll 285.297,43 300.988,78 317.00B,OJ 35).433 ,47 372.872,31 J AlfITRO / 92 • ANEXO I - GRUPO l e II - D.A.S • JANEIRO - 1992 SlXBOLO VRNCIBENTO PERCENllJli - REPRE- IU!.AL P, L.D.S 214.671,67 80' 17l. 737 ,JJ 386.409 ,oo P.L.A.S.l 214.671,67 70% l.50.270,18 364.941,85 P.L.A.S.2 214.671,67 70' l.50. 2 70, 18 )64.941,85 • DTREÇÃO DE ASSESSORAHENro SUPf:RIOR Porto Murt1nho-NS.' 30 de Janeiro de HEITOR MlRA.~DA DOS SA.>,rog _ 1992 f cr.ac_m •••-------._ Prefe.ito Hunlc.lpal -----. ... Cont. Página - 05 e., ç CONFORTO SEGURANÇA RFIClRMCiA LINHAS PARA TODOS OS MONICfPIOS DO MS CONBXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL "Uma. Estrela Brlha na C nstelação do MS." do Sul - ---- -------....._ 0 L J0INAL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, BELA VISTA, I4 DF FEVEREIRO DE 1992- P ·- 05 ! - ---------- Prefeitura Municipal de Porto Mortinho - MS Cont (li, ANEXO III - GRUPO III E IV - DOS VENCIMLN­ TOS - GllUPOS EFETIVOS MÁRÇ0/92 REFERENCIÁ VENCIMENTO MENSAL MARÇO/92 t 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 96.037,33 98.918,44 101.885,99 104.942,56 108.090,83 111.333,55 114.673,55 118.113,75 121.657,16 125.306,87 129.066,07 132.938,67 136.926,83 141. 034, 63 145.265,66 149.623,62 154.112,32 158,735,68 163.497,75 168.402,68 175.138,78 182.144,33 189.430,10 197.007,30 204.887,59 213.083,09 221. 606, 41 230.470,66 239.689,48 249.277,05 259.248,13 268.578,05 279.321,17 290.491,01 302.113,77 314.198,32 324.686,25 337.673,70 351.180,64 365.227 86 GRUPO I E II - DIREÇÃO DE ASSESSORAMENTO - SUPERIOR - D.A.$. MARÇO/92 SÍMBOLO VENC. P.L..D.S. 237.268,69 P.L.A.S.1 237.268,69 P.L.A.S.2 237.268,69 PERCE REPRE TOTAL TUAL SENT ÇÃO 80 189.268,69 427.083,64 70% 166.088,09 403.356,64 70% 166.088,09 403.356,64 Porto MurtInho-!S., 30 DE JANEIRO DE 1992 HEITOR MIRANDA DOS SANTOS - Prefeito Municipal • ( EDITAL DE PROCLAMAS Pedro Barcelos do Vale, Oficial Substituto do Cartório do 2Q OfÍcio da cidade de Bela Vista-MS, faz saber a quantos o presente Edital virem, que apresentaram os dócumentos exieidos pelo Art. 180 do Código Civil brasileiro, de ngs I, II e IV, e pretendem casar-se GREGORIO ROMEIRO e MARIA SANTA CHIHENEZ, ele nascido aos l l de fevereiro de 1964, filho de Antonio Romeiro e dona Hortência Ocampo~ ambos residentes na Fazenda Machorra, neste muni­ cípio. Ela nascida aos 17 de fevereiro de 1971 , filha de Pedro Chimenez e dona Anatólia Medina hu menez, ambos residentes e domiciliados no bairro Nossa Senhora de Fátima. Se alguém souber de al - gum impedimento, que se oponha na forma da lei. B.Vista/24/01/92 - Pedro Barcelos do Vale CARTA À REDAÇÃO ela Vista, 12 de Fevereiro de 1992 sr. Diretor, Com relação à reportagem "CONSELHO MU­ NICIPAL DA CRIANÇA SEM PRÉDIO PARA SUAS INSTALAÇÕES", gostaria de fazer algumas observações: Entendo que um prédio do porte da Pa - raibann ~ ideal para qualquer atividade - e, até algum tempo atrás, cheguei a comen tar que seria um bom prédio para se criar a Casa da Cultura de Bela Vista, só depen dendo de uma boa reforma, como ao que pa­ rece, externamente olhando, foi feito. Isto não vem ao caso, o que na rcalida de aconteceu, foi que, tão logo fui elei to Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e