ta v1a - 10T0. 40599.99 1"E. 9NINA-"MIMA.. l2 PR. II E. 1922 	N? 1.23é PI TN; I"N9 NINEIMA mm"	IA "" 1..- 
1· JOGOS IBERTOS DO cosra E Sll VI 
PROMOÇÃO DO VEREADOR RONEY FOI SUCESSO 
,- 	; 
1 
1 
- 
d --- _ ... -~ .. ~ 
Vereador Roney Moraes Simões em seu pronunciamento 
' 
1 
1 
'A 
-- i Alunas paraguaias que_ttzera_ua_tontta_apresentação_de Danças_T[picas_na_abertura_do_I_Jogos 
Abertos do Bairro Costa e SI1va 
No Último sábado e do­ 
mingo, dias 11 e 12, ove 
reador Roney Moraes Sim6- 
es realizou mais uma gran 
de promoção esportiva 
com o apoio do Prefeito - 
Edson Medeiros de Moraes, 
1 
3l 
 
. 
... ... 
da Associação de Morado­ 
res do Bairro, e do 102 
Regimento de Cavalaria , 
os 12 Jogos Abertos do 
Bairro Costa e Silva con 
tau com a participação - 
de 47 equipes nas modali 
dades de futebol suiço - 
(adulto e mirin), voley­ 
bol masculino e feminino 
e foi sucesso absoluto, 
contando ainda com os 
seguintes colaboradores: 
Marcos Rondon, Haroldo 
Atenção Proprietários de Aviões 
O Comando do 10g Regi 
menta de Cavalaria Meca­ 
nizado - Regimento Anto­ 
nio João, informa a to - 
dos Srs proprietários de 
aviões particulares que 
110s dias 22, 23 e 24 de 
Julho no período das 08: 
00 às 16:00 hs estará 
sendo realizado tiro re­ 
al com Morteiro 81mm. 
Maiores esclarecimen­ 
tos sobre o uso de aero­ 
naves nesses dias, os 
Instrução 
interessados deverão· pro 
curar a Seção de Rela; 
es Públicas. - 
SÉRGIO PACHECO OLI - 
VEIRA - CEL CAV 
CMT 109 R C MEC 
Militar 
, 
1 
1 
. , 
1 
1 
[. ----.I 
Dando prosseguimento - pa nos dias l6 e l7 de de tropa não interferi- 
às atividades de Instru - Julho, em âreas urbanas ra nas atividades norma 
cão Militar programadas - e rurais das cidades de is da populacão. 
para 
O 
presente ano, o Bela Vista, Antonio João SÉRGIO PACHECO OLI 
109 Regimento de Cavala - e Caracol. 	VEIRA - CEL CAV 
ria Mecanizado irã reali- A eventual movimenta- 
zar um exercício com tro- cão de pequeno_ efetivo CMT 1Og RC MEC 
Comentando 
Por Nancy 
PÃGINA - 08 
.. 
 
 
L· 
", 
g 1;a 
e, -+ • 
s 
.. 
Braga Cavalheiro, Luiz 
Alexandre Loureiro Pal­ 
mieri (candidatos ave­ 
reador), Jorge de Souza 
Rosa, Carlos Alberto 0- 
cariz, Getulio Lino Fi­ 
lho (vereadores e candi 
Éstrioi a ~anpala Pliira e ianis: 
Nercy e Darci Impugnados 
Bonito - Os boniten­ 
ses estão vivendo um 
clima de muita tensão e 
expectativa, pois os do 
is Únicos candidatos a 
Prefeito tiveram suas 
respectivas candidatu - 
ras impugnadas, sendo - 
este fato histórico. Jâ 
estamos às vesperas das 
eleições e com esse im­ 
passe a movimentação po 
1{tica parou por comple 
to. Os co:nitês estão em 
silêncio e ninguém estã 
apostando em quem vence 
rã as eleições, porque 
oficialmente estamos 
sem candidatos à Prefei 
to! 	- 
Fortes argumentqs in 
dicam que um dos dois • 
ficarã fora das eleiçõ­ 
es e nos bastidores jâ 
O Presidente da Asso­ 
ciacão de Moradores do 
Bairro Antonio João, Ber 
nardino Hoffeister, re­ 
solveu deixar o cargo e 
neste domingo, dia 12 
em reunião realizada em 
·sua residência, apresen­ 
tou a carta de renúncia. 
O vice-presidente da As­ 
sociação Adão Afonso, as 
sumiu o cargo de Presi = 
dente, a reunião contou 
com as presenaçs da maio 
ria dos diretores da As· 
sociacão do bairro Anto­ 
nio João e de moradores. 
O ex-Presidente do 
bairro Antonio João vi - 
nha enfrentando dificul- 
datas à reeleição), Eng2 
Marcos Camara (Sec. Muni 
cipal de Obras), e aindã 
e loja Azuaga Calçados , 
o empresário Luiz Carlos 
Caliari Machado e o can 
didata a Prefeito José 
se comenta em possíveis 
nomes para substituir - 
quem for julgado e Lm 
pugnado. 
Realidade 
dos Fatos 
Os prefeitáveis são: 
Nercy Soares dos Santos 
(PFL) e Darci Bigaton, 
pelo PDC. 
A Câmara de vereado­ 
res, que em peso apoia 
Nercy Soares, apresen - 
tau pedido de impugna - 
cão da candidatura de 
Darci, porque o mesmo - 
foi condenado pelo Tri­ 
bunal de Contas do Esta 
do a devolver mais de 
um bilhão de cruzeiros 
aos cofres públicos, de 
Garibaldi da Rosa Neto. 
TA 
LEIA MATÉRIA COMPLE- 
PÁGINA - 03 
vido irregularidades em 
sua administração do tem 
po em que era Prefeito 
da cidade. 
A liderança de Biga - 
ton, também entrou com 
pedido de impugnação da 
candidatura de Nercy, a­ 
legando que o mesmo não 
se desligou da Direção 
do Banco Credibon, sendo 
esta uma exigência do 
Tribunal Eleitoral. 
A situação vai perdu­ 
rar até o dia lJ de Agos 
to, último prazo no ca • 
lendário eleitoral para 
os postulantes estarem - 
devidamente habilitados 
para concorrerem ao ple! 
to. 
• (Firmino de Barros) 
Presidente da Associacão 
de Moradores do Bairro 
Antonio João Renunciou 
dades desde que criticou com a renúncia de Ber 
o Prefeito Edson Mede! - nardino Hoffe!ster. 
ros de Moraes através da 
Rádio Bela Vista, as No dia_20 de julho , 
obras de asfaltamento- por ocasião da inaugura 
que estão sendo executa-- çao do asfalto da Ruã 
das no bairro estavam Duque de Caxias, no 
comprometidas e os mora- bairro Antonio João, 
0 
dores corriam o risco de Prefeito Edson Moraes - 
não receberem esse gran- deverá anunciar a execu 
de benefício, que sera ção dos 60.000- de as­ 
gratuíto para todos. O falto que iriio benefici 
Prefeito Edson Moraes - ar todo 
O bairro Anto • 
foi claro "não posso exe nio João e 
O 
Conjunto 
curar a obra quando Residencial Dr. Ely de 
Presidente da Associação Araujo Barbosa, gratui­ 
de Moradores a critica", tamente. 
O impasse foi resol - 
Vida no final de semana, 
; 
e 
d 
e

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Espaço Cultural da Caixa Leia e assine o. 
Econômica Federal em Bela Vista Jornal Tribuna 
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pcrlcdo <la 17 a 27 
<lc J u 1 hc de 199 2, <1:l:.; ....,,------:--=----:-=----==--:---..., 
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no Espaço Cultural da 
Agência Cidade de Be 
la Vista da Caixa 
"""" CUIDAIS PIRA 
PREVENIR I DOENÇI. 
A FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, - 
A Caixa Económica 
Federal, tradicional­ 
mente um Banco oci - 
al, que vem atuando - 
fortemente no mercado 
como 'anco Múltiplo , 
oferecendo a seus cli 
entes diversos produ­ 
t.or.. corno u Poupança , 
Func1o <l Rc•n<ln l'ixa 
CDD o RDD, entre ou - 
Lroo, nbrr ugora um - 
espaço ema suas aqgônci 
as, denominado ESPAÇO 
Clll.'I'UH/T., (JU0 tem por 
objetivo incentivar a 
cultura, em suas di - 
versas áreas, reali - 
:ando exposições de 
trabnlhoa de artistas 
locais e naclonoiu. 
1 cidade de Bela 
Vista inclui-se neste 
Projeto Cultural e a 
Agência da Caixa Eco­ 
n6mica Fodcrnl, nesta 
cidade, estará abrin­ 
do seu Espaço Cultu - 
ral com a Exposição - 
de Quadros pirografa- 
,dos cm madeira, do ar 
tista NOEL DISPO DOS 
r---------==============:;-;-----------------__J 
5MATO. 
Noel Hiapo doa 
Snntoe nnoccu cm Sol 
vador, na Bahia, mas 
reside em Bela Via - 
ta. Aprendeu a traba 
lhar com pirogravura 
aos 15 anos e desde 
então, alternadamen­ 
te, vem praticando - 
cote trabalho como - 
"hobby", lazer e te­ 
rapia, sempre procu- 
rando desenvolver e 
divulgar a nobre e 
nrriocnda arte de 
desenhar ou gravar 
cm madeira com pon­ 
ta incnndcaccntc. 
A mostra contará 
com vinte quadros e 
estará aberto ao pQ 
-------------=-================== 
Edital de Proclamas 
Jonilde Rosa dos Santos, Ofictola do Cort6rio de Registro Civil de Be­ 
lo Viuto-MS., faz saber o quantos o presente Edital de Proclamas virem 
que pretendem se casar e apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 
180 do C6digo Civil Brasileiro, incisos I, II, III e IV. 
SÉRGIO LUIZ. RIBEIRO LEITE e CREI.KA RECTNA ESCOllM NAllAN, brasileiros , 
residentes nesta cidade, solteiros, ele, motorista, filho de Adolfo Ribei 
ro Leite e Lidy~ Ajalo Leite, elo, estudante, filho de Robinson Geronco 
Noban e Conceiçoo Escobar Nabon. 
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha na forma da lei. 
Bela Vista-MS., 13 de Julho de 1992 
A Oficiala: JANILDE ROSA DOS SANTOS - Cart. 2Q Ofício 
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taro contágio pelo bacilo da cólera. 
* Beber somente á­ 
gua clorada ou fer­ 
vida. 
* Lavar sempre as 
maõs antes das re - 
feições e antes de 
manusear alimentos. 
*Lavar sempre as 
mãos depois de usar 
o banheiro. 
* EVitar alimentos 
crus mal-passados ou 
pouco cozidos. 
* Lavar frutas com á 
gua e sabão. 
*Lavar verduras e 
legumes com água elo 
rada. A mistura de ã 
·gua com vinagre nem 
sempre mata o bacilo. 
* Não deixar alimen­ 
tos descobertos, so­ 
bretudo depois de co 
zidos. Moscas e bara 
tas podem transpor - 
taro bacilo. 
*Evitar comer peixes 
e frutos do mar crus. 
O bacilo da cólera - 
sobrevive até cinco 
dias nesses alime 
tos, que devem ser 
cozidos à 70 graus. 
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Diretor Responsável 
lvnldo Pereira 
Reportagens 
Ubaldino Rodrigues 
Luiz Henrique Nunes Correa (LILE) 
Cerc.ntc 
GUson SUvo Santos 
Redação, Adtnistração e_Parque Gráfico Aventda Tribuna 
a Fronteira, 564 - Sede propria - Fone: (067} 439 - 1410 - 
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lllun:ic:1

PELA VISTA, I5 DE JULIO DE 1.992 	OJ 
------------ 
1· JOGOS IBERTOS DO cosra E Sll VI 
PROMOCAO 00 VE EAOOR RONEY f OI SUCESSO 
1 
 
 
• 
.-.-	« -- 	--- 
Bairro Gosto e Silvo contou com grande numero de 
No último sábado e do­ 
mingo, dios 11 e 12, o Vc 
reador Roney Moroes Simõ= 
es realizou mais uma gron 
de promoção esportiva,com 
o apoio do Prefeito Edson 
Medeiros de Moraes, da As 
sociacão de Moradores do 
Bairro, e do 102 Regimen- 
to de Cavalaria, os 12s 
Jogos Abertos do Bairro - 
Costa e Silva contou com 
a participação de 47 equt 
pes nas modalidades de fu 
tebol sulco (adulto e mi- 1 
rin), voleibol masculino 
e feminino, e foi sucesso • 
absoluto, contando o inda ! 
com os seguintes colabora ,". 
dores: Marcos Rondon, Ha­ 
roldo Braga Cavalheiro 
Luiz Alexandre Loureiro - 
Palmieri (candidato à Ve­ 
reador), Jorge de Souza - 
Rosa, Carlos Alberto Ocã­ 
z, Getúlio Lino Filho g 
readores e candidatos a 
reeleicno), Engenheiro 
Marcos Câmara (Secretário 
Municipal de Obras),e a1n 
da alojo Azuaga Calça 
dos, o Empresário Luiz 
Carlos Caliori tlachado e 
o candidato Prefeito Jo 
sé Gariboldi do Rosa Neto. 
No sábado pela manhã - 
foi realizada o solenidade 
de abertura dos jogos,pre 
sentes ao palanque ofi 
cial as seguintes autori­ 
dades: Prefeito Edson Me­ 
deiros de Moraes, Inspe - 
tor Chefe da Receita Fede 
ral em Bela Vista- Dr. AI 
do Viegas Santos,Engenhet 
ro Marcos Camara, ex depu 
tado Henrique Moraes De 
dé, Corredor Eienilson 
 
O atleta Elenilson da Silva, Inspetor da Recei­ 
to Federal Aldo Viegas e o Prefeito Edson Moraes - 
fazem o hasteamento dos pavilhoes 
-- --- J 
do Silva, Vereadores Ge­ 
tulio Lino, Carlos Alber 
to Ocâriz e Roney Simôe"s; 
Horoldo Braga Cavalhei - 
ro, !!arcos Rondon, Paulo 
Simões de Lima e José Ga 
ribaldi da Rosa Neto. 
Após a execução do Ht 
no Nocional Paraguaio, o 
Prefeito Municipal, o a­ 
tleta Elenilson da Silva 
e o Inspetor do Receito 
Federal, sob o som do Hi 
O promotor do evento e 
atuante desportista, Ve - 
reador Roney Moraes Simõ­ 
es, foi o primeiro a usar 
da palavra, para ele "ao 
contrãrio do que dizem al 
gunas pessoas, os prime!­ 
ros jogos abertos do Cos­ 
ta e Silva no são jogos 
políticos, pois desde o 
início do nosso mandato - 
assumimos um compromisso 
cem o esporte de nossa c_! 
dade e jã mostramos isso, 
a prova maior de que não 
estamos fazendo política 
coa o esporte será a rea­ 
lização dos Jogos do Su 
doeste, no mês de novem - 
bra, depois da eleições , 
tunicipa1s e independente 
do resultado dela" desta 
cou Roney. 
O Vereador anunciou 
também a criação da Se - 
cretaria de Esportes co­ 
mo um dos compromissos - 
do candidato á Prefeito 
José Garibaldi da Rosa 
Neto, "com a criação des 
sa Secretaria varos in 
centivar ainda mais e 
dar apoio todas as 1nt 
c1ativas esportivas de - 
Bela Vista". Roncy Si - 
oões agradeceu ainda à 
todos os atletas partici 
pantes, às autoridades 
presentes e colaborado - 
res do evento. 
O corredor belavisten 
se Elcnilson·da Silvo 
J 
no nacional Brasileiro e 
xecutado pela Banda do 
lOQ RC }!EC fizeram o has 
teamento dos pavilhões • 
Municipal, Paraguaio e 
Nacional, respectivamen­ 
te. Alunas da vizinha ci 
dade de Bella Vista Para 
guai fizeram a apresenta 
cão de danças t!picas pa 
raguaias,sob os aplausos­ 
de grande nürero de atle - 
tas e populares presentes. 
que está correndo pelo - 
Sao Paulo Futebol Clube, 
,·cio à Sel:, Vista aten - 
dendo convite do Verea - 
dor Roney Simões especi­ 
almente para participar 
da solenidade de abertu­ 
ra dos jogos do Costa e 
Sih·a, onde reside sua - 
família, e foi homenagea 
do com uma placa de broh 
ze entregue pelo Prefei­ 
to Edson Moraes que, jun 
tamente com o Vereador • 
Roney, patrocinam o atle 
ta em Siio Paulo. - 
Destacamos também .a 
presença do Grupo de Es­ 
coteiros Estrela do A 
pa. 
. ., 
a-a. h»- 	--o 
Vereador Roney Moraes Simões em seu pronunciamento 
PREFEITO EDSON MORIIES 
---------- 
«ai 
$. 	• 
' 
Prefeito Edson Medeiros de Moraes declarou aberto os Jogos 
O Prefeito Edson Me - 
deiros de Moraes elogiou 
o trabalho realizado pe­ 
la Secretaria Municipal 
de Obras, comandada pelo 
Engenheiro Marcos Cama - 
ra, que organizou toda a 
infra-estrutura necessa­ 
ria e a montagem dos cam 
pose quadras para a rea 
lizacão dos fogos, dese­ 
jou sucesso a todaa as e 
quipes participantes, pe 
diu disciplina e lealdo= 
de aos atletas e decla­ 
rou oficialmente aberto 
os primeiros jogos do 
Bairro Costa e Silva 
logo em seguida as dia 
putas foram 1nfc1a 
das. 
Os Resultados 
Após dois dios de com 
petição, foram apontados 
os seguintes resultados: • 
- Futebol Suice Adulto: 
lQ lugar - Novo Bela Vis 
ta; 2Q. lugar - "Los Gati 
tos"; 39 lugar - E.B. 
- Futebol Suice Mirin : 
lQ lugar - Escolinha 
"Bom de Bola Bom na Esco 
la"; 2g 1ugar - Escola 
do Paraguai; JQ lugar 
Baixada Corinthfana. 
- Voleibol Masculino:lQ 
lugar - Os Amigos; 2Q lu 
gar - Galo Esporte Clu = 
be; JQ lugar - Kactus 
Lanches. 
- Voleibol Feminino: lQ 
lugar - As Intocávei.s;2Q 
lugar - Nova Bela Vista; 
JQ lugar - Sandayser. 
- Artilheiro do Futebol 
Sulco Adulto: Darci FIet 
tas. 
- Atleta Revelação do 
Futebol Suice Mirin - Pre 
tinha (Escola do Para :: 
guai). 	O atleta Elenilson da Silva 
menageado 
(Soró) sendo ho-

2r EIPOWEI - EIREEITIY DE BONS 
EGÓCIOS E MUITAS TRICOES 
ela Vista estará 
promovendo a partir 
do dia 1w, próximo vi 
bado, a maior fota - 
<ln lronlrlrn e Sudocn 
to, a 218 E:pobel. " 
A expectativa dos 
expor±tores, comerci­ 
antes, brrequeiros , 
de que neste ano os 
neqócios superem os 
dos anos anteriores , 
quase todos os lotes 
foram vendidos ou alu 
qndo1. e a procura tem 
:,ülo intC'n'JO. Os pro­ 
priotários de bares e 
rcntcturant:t'!!:1 estão 
providenciando esto - 
quer; condizentes com 
demanda. 
Já no primeiro dia 
naugurações 
No dia 20, data em 
que Bela Vista comemo 
ra o seu 74Q aniversã 
rio, o Prefeito Edson 
Moraes entregará vári 
as obras à populacão, 
destacando-se a pavi­ 
mentação asfáltica de 
60 mil metros de as - 
falto no Bairro Anto­ 
nio João, obra esta - 
em execução. 
Segundo informaçõ­ 
es, dezenas de autori 
dades estaduais e fe­ 
derais estarão presen 
tes, assim como, lide 
res polítios de todos 
os municípios da regi 
----=========--- 
1p to qto ]m]d[lqllme 
ral, com Desfile Co 
untry e hasteamento 
doa Pavilh6cs, havc 
rã várins PencaG - 
com Potros Inédi 
t.os, Rodeio Amador 
e o grande Leilão - 
Doi Branco, machos 
do corte. Aa 22 ho­ 
ras, na sede do 
Clube do Laço, acon 
tecerá o Baile d 
Abertura da 210 Ex­ 
pobcl. 
No domingo, acon 
tecerá o vibrante= 
]'t{ [}1 o ho]( soasoossoro	so	«roo«l o. 
o Baile de Aniversã 
rio da Cidade, no 
Grêmio Pedro Rufino 
e no Clube do Laço. 
ao. 
Para o Prefeito 
Edson Moraes, "a Ex 
pobel é uma festa= 
de congraçamento de 
todo o interior do 
Estado, contamos 
com as presenças de ' 
todos os prefeitos, 
vereadores e dopo­ 
vo de Jardim, Guia 
Lopes, Nioaque, Bo­ 
nito, Maracaju, Por 
to Murtinho, Ponta­ 
Porã, Caracol, en - 
fim, dos que cami - 
nham conosco na es­ 
trada do progresso, 
nossos companheiros 
de caminhada". 
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Na 
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I 
DÍVIDA EXTER 
Goverrio 
Eta é a integra 
do pronunciamento do 
Presidente Fernando 
Collor sobre o acor­ 
do da Dívida Eterna 
com os Bancos comer­ 
ciais. 
Minha gente. Boa 
Noite. 
Venho hoje aos la 
res brasileiros com 
diz 
boas noticias. 
Finalmente, de 
pois de várias tenta 
tivas, de vãrioo a - 
nos de trabalho, o 
Brasil chegou a um a 
cordo com os Bancos 
Comerciais Estrangei 
ros, a quem devemos 
quase a metade de 
nossa divida exter - 
que 
na, cujo total al 
cança 120 bilhões - 
de dólares. 
Foi um bom acor­ 
do, negociado de 
forma digna e sobe­ 
rana, seguindo sem­ 
pre a vontade dos - 
representantes do 
povo, como manda 
nossa Contituição. 
VOê TRA L..AD0 
A senhora, dona 
de-casa, poderá es 
tar-se perguntando , 
neste momento, qual 
a importância dessa 
notícia que estou 
dando: qual o efeito 
que um acordo tão di 
ficil e técnico, apa 
rentemente distante, 
pode ter sobre sua 
Não tinhamos um a 
certo para cumprir e 
superar os compromis 
soas da dívida e is­ 
so trazia efeitos 
muito negativos. 
Nossa credibilida 
de internacional es­ 
tava abalada e nossa 
capacidade de obter 
recursos externos Pa 
ra voltar a crescer 
estava prejudicada. 
Acordo foi bom 
A 
. ,. 
vida no dia-a-dia. 
Pois bem, minha 
gente, o acordo que 
o Brasil concluiu ho 
je com os Bancos Co­ 
merciais põe um pon­ 
to final na longa e 
penosa novela das 
nossas relações com 
a comunidade finan - 
ceira internacional. 
Além disso, como 
as negociações ante­ 
riores eram sempre - 
parciais, e muitas - 
vezes impossíveis de 
cumprir, as pressões 
externas se multipli 
cavam, impedindo que • 
as decisões de polí­ 
tica internacional - 
encontrassem uma si­ 
tuação internacional 
positiva para o Pais. 
Isto significa - 
f como se levan­ 
tássemos uma hipote 
ca, um fardo que 
desde 1982 vem pe - 
sando sobre o Bra - 
sil. 
Ganhamos liberda 
de, possibilidades 
renovadas de uma a­ 
tuação econômica ma 
is eficaz. 
dificuldades para u 
ma execução adequa­ 
da das políticas 
fiscal e monetária 
realimentando a, in 
flação,afugentando 
novos investimentos' 
o que tornava a cri 
se econômica ainda 
mais dramática e a 
possibilidade de 
saldar a própria aí 
vida exerna ainda - 
mais remota. 
Que precisava ser 
definitivamente rom­ 
pido, porque isso a­ 
cabou enfraquecendo 
a capacidade de o Es 
tado investir naque­ 
las áreas em que seu 
papel é insubstitui­ 
vel, como saúde, edu 
cacão, habitação, in 
fra-estrutura,enfim, 
no que é mais impor­ 
tante para promover 
o bem-estar de nosso 
povo. 
Foram mais de on­ 
ze meses de negocia­ 
ções duras e demora­ 
das, minha gente. 
Mas,valeu a pena. 
Chegamos a um a - 
cordo em que o peso 
da dívida foi redu­ 
zido e seus custos 
foram mais bem divi 
didos entre nós e os 
nossos credores. 
O fundamental é 
que os pagamentos 
que agora vamos fa­ 
zer estararão ajus­ 
tados às nossas pos 
sibilidades. 
A voltar a cres - 
cer de forma sadia 
sem inflação. 
Quero mostrar con 
eretamente os benefI 
cios que obtivemos. 
Em suas linhas ge 
rais, o acordo que - 
foi fechado prevê se 
is mecanismos alter­ 
nativos, mas os Ban­ 
cos tenderão a con­ 
centrar-se em duas - 
opções que apresen - 
tam avanços importar 
tes para nós. 
Na primeira, pode 
rão preferir ter nos 
sa divida a juros de 
mercado. 
Nesse caso, a con 
tra-partida é que se 
rão obrigados a ofe­ 
recer-nos um abati - 
mente em nossa divi­ 
da de 35%. 
Em uma dívida de 
44 bilhões de d6la - 
res, caso todos os 
Bancos optem pores­ 
sa primeira alterna­ 
tiva, noss divida.se 
ria reduzida, pura e 
simplesmente, em na- 
da menos que 15,4 - 
bilhões de dólares. 
Dinheiro que dei 
xa de ser mandado 
para fora para ser 
aplicado em provei­ 
to direto de nossa 
gente. • 
_Na segunda op­ 
çao, caso os bancos 
não concordem com 
esse desconto de 
35%, eles se compro 
metem a aceitar uma 
taxa de juros fixa 
em torno de 68 ao a 
no, e ainda fazer 
uma redução desses 
juros nos próximos 7 
anos. 
Com isso, caso o 
mercado internacio - 
nal volte a ter ta - 
xas, como já aconte­ 
ceu no passado, de 
até 19% ao ano,o ris 
co é todo deles, po-- 
Ganhamos 
Assim, um tempo 
precioso para arru - 
mar nossa casa, po - 
dendo distribuir de 
forma estável e pre-­ 
visível nossos paga­ 
mentos. 
Até hoje nenhum - 
outro País havia nego 
ciado um. acordo tão 
úME#0$ SÃ0 LA1OS 05 
Enquanto em 1.990 
os recursos que vie­ 
ram do exterior fo - 
ram de 5,3 bilhões - 
de dólares, em 1991, 
saltaram para 11,6 - 
bilhões de dólares - 
e, neste ano,em 1992, 
apenas nos quatro 
primeiros meses, já 
tínhamos recebido 
6,2 bilhões de dóla- 
Definitiva de nos 
sas relações finan - 
ceiras com o resto - 
do mundo, o Brasil a 
fasta de vez esse 
risco de isolamento. 
Agora, o caminho 
é perseverar na bus­ 
ca do .ajuste interno: 
tenho certeza de que 
as mudanças que esta 
is nós estaremos pro 
tegidos por aquele - 
teto máximo de 68 ao 
ano. 
São trinta anos - 
de tranquilidade na 
área cambial, COIT! u­ 
ma vantagem adicio­ 
nal: s6 teremos que 
inovador. 
E as condições 
que conseguimos sao 
melhores do que as 
obtidas por qualquer 
outro Pais em suas 
negociações. 
Isso reflete a 
confiança da comuni­ 
dade internacional - 
res. 
Depois do acordo, 
esse número vai cres 
cer ainda mais, Õ 
que significa novos 
investimentos, novos 
empregos e,portanto, 
mais desenvolvimen - 
to. A confiança recon 
quistada reflete o a 
certo de nossa estrã 
tégia de buscar uma 
Com a normalização 
A democracia é u­ 
ma conquista irrever 
sível dos brasilei 
ros. 
As instituições 
funcionam com total 
normalidade e permi­ 
tem que acordo como 
o da Dívida Externa, 
que perseguíamos há 
mais de uma década 
de incertezas, pos - 
mos fazendo para mo 
dernizar nossa econo 
mia vão obter o mes­ 
mo sucesso. 
E as medidas para 
reconstruir o Brasil 
estão sendo tomadas, 
como todos sabem,com 
coragem e visão do - 
futuro. 
pagar os juros, pois 
1008 do rincipal de 
vido no fim daquele 
periodo serão salda­ 
dos por meio da en - 
trega dos próprios 
títulos que agora es 
tão sendo oferecidos 
como garantia. 
no futuro de nossa e 
conomia. - 
Mas é preciso di­ 
zer que, mesmo antes 
de fecharmos o acor­ 
do de hoje, o Brasil 
já estava retornando 
ao mercado interna - 
cional de crédi 
tos. 
integração dinâmica, 
competitiva e sobera 
na na economia inter 
nacional. 
No mundo contempo 
rãneo, nenhum Pais - 
pode viver isolado : 
desenvolvimento sig­ 
nifica integração , 
participação, parce­ 
rias económicas ati­ 
vas. 
Minha Gente 
sam ser alcançados. 
Com confiança e 
muito trabalho have­ 
remos de superar e 
esgotar todos os pro 
blemas políticos com 
que alguns pretende­ 
ram imobilizar o 
eu, o nosso Governo, 
e não conseguiram 
nem irão conseguir. 
Os rumos estão 
O próximo grande 
passo é o ajuste fis 
cal, que vai dar um 
novo impulso para o 
crescimento económi­ 
co e permitir que o 
Estado cumpra sua 
função de servir ao 
povo da forma mais e 
ficaz e concreta. 
traçados; o povo bra 
sileiro sabe o que 
quer: um Brasil m1O - 
derno, dinâmico e se 
cialmente justo. - 
Hoje, demos mais 
um passo para con 
quistá-lo. 
Nada haverá de 
nos desviar-desse ca 
minho. Deus haverá 
de nos ajudar! 
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As ins­ 
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a qer. ção teve tan­ 
to êxito como o Ja - 
pão em ·merqir das 
cinzas <lü guerra 
(aquando a produção 
caiu pela metade) pa 
1 .1 1,(' tornur a Gcgu!!_ 
d, potência econômi­ 
ca do planeta. E (a­ 
z-lo com adequado - 
bnlanconmento entre 
o crescimento econô­ 
mico e o bem-estar - 
social. É o que nos 
revela recente estu­ 
do de Luiz Fernando 
Pinto, intitulado Ko 
nosukc Matsushita, O 
Senhor do Tempo {T.A. 
Queiroz, Editor). 
O livro não é ape 
nas uma biografia de 
Matsushita, um dos 
grandes estratcgis - 
tas industriais de 
nosso tempo, o mági­ 
co rei da eletrônica 
de consumo, conheci­ 
do no Brasil por su­ 
as marcas comerciais 
Panasonic, National, 
Technies e Quasar. 
Começando com uma 
pequena oficina de 
reparos em 1918, com 
um capital de 100 ie 
nes e dois trabalha- 
D! 1.992 
BELA VISTA, 15 DE JULHO E	- 
.,, <T,I kA !, IÃ 1 ,,,,,,,, !<,'IM. . . 	.. _ . . . . _ 	• o 
0 SENHOR DO TEM?2... 
1lar o respeito a insuperável, a fraca à quisa de grande 1ar. naturalmente,no.+o, que é o e- 
- 'Ih .família, é comum o - " can pon- • 
tradição com a busca agregação de mi a 	"hino da firmar ' iasamento cultural 
incessante da moder- res de seguidores sindicato por erpre ado com a ginástiC zregnado pelo 
n1d0de. 	sem coação". Ou se- sa, e não por cate92 atinal, que nas E ±±ido, o código 
Esta é definida ja, a "mobilização ria profissional. I :id t is pa- ~ 
i 
o torna os Sindica- presa" Oc on ª • d de honra dos samu - 
por Luiz fornondo com entusiasmo', ca- s 	"° receria um gesto, rais; o Kendô,que é 
Pinto como "um com - racterítica comum - toa mais sensíveis :. .1 ub:essivida ' a· 
promino permanente também às missões jg os problemas empresa resive) s ?" o núcleo de con _ 1. 
com 
O 
vanguarda tcc- auf>-icno na Am6rica- riaio e favorece a dc.Coioas que soam - cionantcs dcf~c:o;e 
nolo
.gica, a dcnriida- Lac1na. 	solidariedade intra- 	- o wA, que_ref .ee a 
um pouco ingenuas 	da har 
de C(
·.ono-mica e a agi 	emrneoar ia 1. Enqu_ an- 	d preocupa C ao . - 
Na dcocontínua in • 	sob a ótica oci cn d Junto 
1 idade fi
nanceira a= 	to no ocidente ha do 	monia o cor; , • 
tcração com o Ociden 	tal transformam-se 	d, origem 
lind
a•.,· à melhoria do 	- is conflitos competi 	Mt Tudo isso a • 
te, ao longo de séc 	= na filosofia da ia ·- 	- de 
bcm-c!ltar oocinl e 	tivas - o "vertical, 	t. ao Espaço-Do, on 
los, avultam duas 	d oushita, num ins ru- • 0 
q
ualidade de vida da 	entre oo trabalha o- 	li se cquac1onrun s 
P
ersonalidades. Wil- 	mento de "cata sa - 	f 
sociedade". 	rcs e o patronato, e 	- problemas e se or- 
liam Adams, o piloto "horizontal", cn _ ção, aglutinac~o, r::9. roam cstratcgias cm- 
o capitalismo ja- inglês, que após o e 	bilizacão e acao co- • i ond 
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onôn ó animal um dito de expulsao dos tre diferentes empre munitária". Há dois presaria. s na c E. 
sas - , a competição- 	d cão de programas , 
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ouco misterioso. Du católicos, cm 1614 , - - i , aspectos dignos e 	• 
no Japao nao prnci- 	d é planos e projetos. 
vidava-se mesmo que orientou o Shogum To 	nota. o sistema e 
o capitalismo pudes- kugawa para substi palmente "horizon incentivos não se As gra
nd
es empreas 
i 
- tal". E mesma esta e 	• d, nipônicas nao sao a 
ue viajar naquelas - tuir a evangel zacao 	realiza atraves a 
P
lagas. Tanto Karl dos jesuítas portu - atenuada por dua5 participação societ penas fábricas de 
- instituiçoes:os za 	lucros, segundo a 
Marx como Max Weber gueses pelo comercio 	• i i- ria dos trabalhado - 
bastsu" (famil.as n 	sim contabilidàde econ_ô 
acreditavam-se que - puro e simples com , i ) • -- res nos lucros,e 
dustria.s , no pre - 	mica. são experimen 
às culturas contem - ingleses e holande - 	"k i através de contratos 
plativas, como o bu- ses. Era a cidade guerra, e os e rie~ de longo prazo e de tos de Engenharia - 
dismo e o hinduismo, terrestre substituin su", ou seja, 
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s s- um pacote seletivo - Social. 
hi 
- i do a cidade de Deus. tema de participacõ- 	- • 
ou erat cas, com a 	es acionárias cruza- de serviços no ãmbi- 
confuciana, faltavam E, separado por três das, no pós-guerra. to da família corpo- 
a aquisitatividade e séculos, o genial 	rativa. E há uma 
a racionalidade ne - Douglas McArthur. E~ Konosuke Matsushi preocupação obsessi- 
cessárias e eclosão te, vitorioso na ta foi um misto de va de distinguir en- 
capitalista. guerra, decidiu-se a Empresário e Filóso- tre "paternalismo" e 
Os sucessos do Ja manter.os símbolos - fo, uma esquisita "serviço social". No 
pão, Coréia, Taiwan~ políticos e religio- mistura de tradicio- primeiro caso não se 
Hongcong e agora das sos do Japão, respei nalismo exacerbado e espera contrapartida 
zonas econômicas es- tando a instituição- intransigente moder- dos recipientes e,no 
peciais da China co- imperial "a fim de - nidade. Com singular segundo, exige-se 
munista {a região de assegurar o sucesso previsão, criou em que adquiram um con­ 
maior crescimento e- das reformas da ocu- suas Empresas e "Dia junto de novos conhe 
conômico do mundo} - pação e o renascimen de Meichi" {5 de ma- cimentos relativos a 
nos Últimos dois a - to democrático da na io de 1932) ,ou seja, modos de trabalho e 
nos provam o centrá- ção". 	a revolução da mis - regras de viver. 
rio. No caso especi-, As característi - são corporativa". 0- A obsessão de qua 
fico da cultura japo cas algo exóticas do lhando para o futu - lidade integral des­ 
nesa, os ingredien- capitalismo japonês ro, estabeleceu seu pontou cedo em Kono­ 
tes religiosos, se - têm sido objeto de horizonte de planeja suke. Já em 1942 , 
gundo nota de L.F. interminável discus- menta abrangendo um quando os produtos - 
Pinto, trouxeram ca- são. Hoje se~•-fÓstuma prazo de 250 anos, a japoneses eram consi 
racterísitcas espe - distinguir entre . 
0 ser enfrentado em derados tosco refu 
ciais. 	modelo americano de dez eStágios de 
25 ª go, proclamou o "Cô­ 
- Do xintoísmo, pro- capitalismo bucanei- nos. Isso na econo - digo de sete artigos 
veio a preocupação - ro (chamado de "Texa mia brasileira pare- de qualidade total". 
dores, Konosuke ti - da harmonia; no"), acerbamente - ceria um sonho cômi- E em 1956 criava o 
nha deixado ao mor - - Do confucionismo,a competitivo e alta - co! A parte esse de- "Quality Assurance - 
rer, em 1989, uma me disciplina ética e a mente especulativo senho visionário, es Laboratory", insis - 
gaempresa capaz de organização social; 
0 capitalismo euro - tabeleceu simultanea tindo na avaliação - 
faturar anualmente - - Do budismo, o auto peu regulado {também mente um tripé opera= dos produtos, não 
US$ 43 bilhões, o e- domínio e o desenvoI eh.amado de "Renano"), cional em que, além sob o ponto de vista 
quivalente a mais de vimento físico, espi no qual há apreciá - dos objetivos bási - do lucro do produ 
um décimo de todo o ritual e psicológicÕ. vel intervenção esta cos, comuns nas Em - tor, e sim da satis­ 
PIB brasileiro... Menos conhecida é tal; e o "capitalis- presas Ocidentais, e fação do consumidor. 
O livro, mais que a importância atri - mo comunitário" do xiste um "credo" dos Interessante. é a 
uma biografia, é uma buível ao catolicis- Japão, com sua tradi funcionários e um ideaiização esquemá- 
profunda imersão na mo. Este, sob a in - cão de hierarquia e "catecismo" de "sete tica do substrato 
cultura japonesa , fluência de São Fran gregarismo. ·princípios". Nesse - cultural do desenvol 
desde a herança feu- cisco Xavier, mos certamente a com- catecismo figuraram vimento japonês,atr 
dal do shogunato até trou ser possível,nu petição no Japão é palavras poucos abi- vés da metáfora dos 
a revolução M_eij i ma "sociedade compar diferente. como as - tuais no credo capi- três Planos-Mestres 
cultura que é um es- timentalizada e· de Empresas são organi- talista, como "grati que são formas de' 
forço tenaz de conci um formalismo quase zadas verticalmente, dão", ou "cortesia e comportamento sedi- 
Roberto Campos, Economista, Diplomata de carreira, Deputado Federal(PDS/RJ)), foi Ministro do Planjamento 
japonesas 
são tão ad 
mirãvois - 
como inex- 
potl :'.ivei!i. 
Nenhum Pa-- 
Carlos Alberto Oi Franco 
06 
O primeiro livro 
de L.P. Pinto, o So 
cial Inadiável, pu­ 
blicado em Julho de 
1984, é um ensaio - 
de miseriologia.Pre 
ocupa-se com a men­ 
suração e a causa - 
da probreza das na­ 
ções. E antes que - 
se tornasse óbvio o 
colapso do comunis­ 
mo soviético,· pro - 
clamava que o Bra 
sil e a União sovi 
tica tinham aproxi­ 
madamente o mesmo - 
estoque de miserá - 
veis, com a agravaE 
te de que o nosso ! 
ra estacionário e o 
russo, crescente. 
No livro, O Se - 
nhor do Tempo, o te 
ma é mais ameno: as 
causas da riqueza 
das Nações. Na tec­ 
nologia do enrique­ 
cimento, o Brasil , 
estagnado, tem mui­ 
tas lições a apre 
der do Leste Asiat.! 
co. A primiera de ; 
las é que "recurso 
não é riqueza. Ou 
tra é que, como dlZ 
Konosuke, "não exi5 
te maior risco do 
que tentar zerar 
0 
risco. Não existe 
surpresa maior do 
que desenhar Ulll !ll!: 
do sem surpresas • 
Lições do lorna.lista 
11dade informativa, mas ainda de. 	Então, .1caba se acredita
nd
" 
manifesta sintomas da síndrome O jornalisro te
nd
e a. se ª - personagem desse oundo._ .. 
suspeitas e incompreensões. ...rn. ajudar este ou aquele poli· opin:itlva. 	ch!lr 1.mportonte: convive com Mas não é, ele é do outrO 
C.-:,, recente ~ ,______ Alguns, excessivamente inst~: tico, este ou aquele partido ... Alguns seduzidos pelas lu- gente importante, ass1mila a .. mundo. 
entrevista à Re 	lodos 
00 
passado, vislumbram a- ou mesmo, no limite esta ou zcs da ribalta sucumbem à ten quela coisa e passa a se achar .r - 1 • u;:a 
vista Imprensa, 	- L aquela idéia, senão a idéia da - 	- portante. 	ia vem ª arroganca eI 
~~ts~ linho editor ol dos - verdade". 	taça.o do protagonismo opinatt- "4 yove repórter entra ·sérte de coisas qW? são .Dt&-•J. 
[z;; }? 	outros, asuerrt4os tia - coa essa artrwsi, Franz - ',a estes o cansemo o e roft±sãs e vê u unte, que vaspara_o exereteto ;rf± 
co decano dos - 	tes da imprensa. engajado, temem Olivicr Gicsbcrt, diretor de: pc.riente Castelnho: "hunt1da- ele não ira!nava existir. são". Vale_una_ret1ex&g 
nossoa colunls- 	redação do Le Fignro, onuncin- 	t ic:.> 
tns políticos , 	fissuras no seu arcabouço nuto vn o vigo-mestrn do seu proje· Carlos Alberto Oi Franco, Chefe do Departamento de Jornau..,....o e Professor Titular de t 
revela o atalho 	ritârio. 	- to de·modemização do tradlcio Jornallstica na cásper Úbc:ro, e representante da universidade de Navarro no Brasil. --1 · 
que conduz 00 - 	Na verdade, um noticiário 1 nol jornal francês. - --====-----------------=------------;-------= 
jornalismo de • ------'-' sento jam.ois pode coprometer Sua trajetória profissio	- 
qu.nlidad~: "Eu 	a linha do Jornal. nal, trilhada na Imprensa de - 'e 
pr<>tcndo que o que escrevo se- t perfeiton,ente possível , esquerda (foi repórter espe - 
a aceitável e copreendido, erbora_pressuponha talento e/cial, editor de política e D!- 
c.1.s nao tenho a nspirnçao de c:ompetênci..o, harmonizar flnne- rctor de redação do semanário 
;nnuir ec nodo. Minha intençiio za editorial cora f..mporcioli - Nouvel Observateur), não o L­ 
,~ in(orn:irc esclnrecer"( ... } "A dnde informativa. 	pediu de nssuoir sem constra.n- 
penas quero oferecer 
O 
quei:, vaT O jornalismo descditxrloliza - gl.mento o coroando do Figaro. 
ler ua análise a mais desenga- do represento uma l.mportnntc - . Seu plano visava fazer do 
Jada e objetiva possível". conquista. 	Jornal un veiculo de Infora - 
Cnstclino 72 anos e 54 de O leitor, cada vez m4is cr! çíio linear. 
pror;s53:o, é. .. ur paradigma de - ttco e fcl.ct::1.w, .. cobra informa-=- "Não se trata de rudi-lo po 
saudavel opça0 prefere.ncla.1 pe- ao clara, corajosa, bem apura liticaoente", esclarecia Gics-=­ 
ln lntomaç.ão. Su.a c-oncepç.i:io da da. 	• - bert. 11t um Jornal que tem uma 
atividade Jornalística, ancora- Ê Lrportante que os repórtg tradição, una alra, que sempre 
da na c:odé.stia dos grandes, ex- res e os responsaveis pelas re foi O Jornal dos 11bern1.s e. 
para o perigoso vl.rus do estre dações tomem consciêncin dis 
7 
dos conservadores, e que vn.1 
lisr::o: "A innuC.ncl.a é: a dos rã so: a 1.cparcinlidade (que não continuar sendo. 
to!: qu~ revelo. A oinha, pes_- é neutralidade) é o oelhor ln- o projeto é fazer o celhor 
soal, e muita Indireta e advén vestirento. 	jornal. Orais rápido, o mais 
<l:i c.npacl.dode que eu posoo ter Felizmente é o cclhor crea- inventivo, o mais &crlo e d.1 - 
de corrlslr u1S,l.l:l4.!i informações c:ente o número de proflss1o - vertido, ao mesmo tempo, o ma­ 
e apresenti-las nu contexto- nas que se coproretem com u- is ô.gil e a.gradável de ler". 
co pregnsIvel para o leitor! a política editorial de impor Fidelidade ii verdade dos f.:, 
. O Publico co:,pra nodcu, • cinUdade informativa. - tos: essa é a pedra de toque - 
nao cora pacote opinativo. Sabe, no !-undo, que o jor- do jornalismo de qualidade. 
.'yrtso, o texto Jornalfsti- na!iso engajado, de direit.:l • o esforço pela corrcçno do 
co nho dC'vc ser paut.udo pelo - ou de esquerda., não está npc - noticiário, responsável pela. 
L~lU•o do p:ilco ilu:ol.nndo, i-'.IG nas dcscooeassado coe os prin- credibllld.:ldc dos velculoa, e­ 
pela trabalhosa exnt!dão da ma- cIptos da ética. 	xige um peranente controle da 
térLn 1nío:-r.~t1v.1. 	E!Jti c.r.:i rota de coliGâo coo qualidade ética dos textos. 
sa proposta, pereada de o próprio leitor. 	o JorMll•oo brnsileiro tcm 
profissionalizo, esbarra co "Eu faço Jorrtsmo, não p vnnn'o rn 1n da 'r'- 
1 
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eoõpptnemiv! zs@auttno? eotejom8 _IiviO piorinsn 
z1d0 sb obzrteinimt -msons1d 9 
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0T33 3c3 ·AI33A 32OL OIOTA f 
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ser? 
L

INF O E TF 
1!h:1ldl110 lt<><lrir,uen 
 
O Presidente da Aso 
cfaço de !oradores do 
bntrro /111tonio lniio, lrnr­ 
nnrclino Mof (m<''lt,ll'r, qul' 
vinha cnfrcnlando dlflc:ul 
rlnden frente h ~nLldndc ~ 
pós desentendimentos com 
o Prefeito Eduon Hc<lciron 
de Moraes, resolveu def - 
xar a Presidência da Asso 
ciaç.iio e neste domingo 
d{a l2, apresentou a sun 
renuncia, assumindo o vi 
ce-presidente Adão Mon­ 
o. A atitude de licrnnr­ 
dino lloffmr'i!Jtcr fui CO!ê_ 
rente e, prlncipnlmcntc, 
embasada no Intulto de 
no10 pi:c.Judlcnr a ma'lorla 
dou murndorco do bairro 
que poderiam [Jcnr ecm 
n dcscjnclu ohrn de asfal 
E o Candidato 
Semanas atrás veleula­ 
mos um t6pico cm nossa co 
luna intitulado ADVOGiDO­ 
OU ENGENHEIRO? onde per - 
guntávomos a respeito do 
formacão profissional de 
um determinado candidato 
avereador que, para al - 
guns seria advogado, para 
! outros engenheiro. Bem , 
.=::!-. depois disso soubemos que 
.I ( j 
o dito cujo andou falan­ 
do por af que este reda­ 
tor o havia atacado e 
que provavelmente esta - 
ria querendo dinheiro 
Primeiro a cnrapuca ser­ 
viu, quem niio snbia quem 
era o candidato ficou sa 
bendo, sem que precisás~ 
semos citnr o seu nome 
Quanto ao seu dinheiro - 
IDENTE 
tanento, cno ele pcrma­ 
nccrr:f;c na presidência - 
da Associação de Morado­ 
res. Tudo isso porque a! 
gunu politiqueiros metc­ 
ram a colher no meio e 
fizeram com que a Asso - 
cinção fosse misturada 
com a politicagem. Coi 
sns da po1Ít1ca, diriam 
os f116sofos. 
nobre candidato, fique - 
tranquilo porque sabemos 
muito bem que "grana" V!?_ 
cê não tem, levantamos o 
Asfalto Gratuíto 
Alguns "boca-aber 
tas" andam falaudo pe - 
las "·qulnn.; do ba lrro 
Antonio João que o as - 
falto grntu!co ~ todoG 
os moradores, será co - 
brado depoJG d;;c elciç~ 
es. Só se for pelo can­ 
didato deles porque o a 
tual prefeito e o candf 
Eotou me coçando pa­ 
ra contar para você uma 
novidade que deve sur - 
gir nos próximos dias , 
trata-se de um candida­ 
to n vereador que está 
louquinho para "bande - 
ar" para o outro lado , 
depende apenas de al - 
Jogos Abertos do Costa e Silva 
O vereador Roney Mo­ 
raes Simões realizou no 
Último final de semana 
assunto porque temos um mais uma grande promo - 
compromisso de levar a cão esportiva, 
08 pri - 
verdade nua e crua aos meiros jogos abertos do 
nossos leitores, doa a bairro Costa e Silva , 
quem doer, para nós ª que contou com a parti­ 
mentira tem pernas cur - cipacão de quase.50 equi 
tas! 	pes nas modalidades de 
Abraão Zacarias 
E o candidato da Coli­ 
gação PMDB/PST/PDT está 
tocando a sua campanha à 
todo vapor, todos os dias 
Abraão e alguns candida - 
tos a vereador saem à cam 
E.squina Interditada 
Teve grande repercos 
são a notícia veiculadi 
no Diário Regional Tri­ 
buna da Fronteira ares 
peito do fechamento das 
barreiras policiais de 
nossa região . As auto­ 
ridades e representan - 
tes do povo de toda a 
e 
~ 
± 1 
# 
 
z 
5 
do 
o 
ªº 
muE 
íl 
íl 
po para visitar e conver 
sar com os eleitores, a 
estratégia, segundo fon­ 
te dn Coligação, está 
dando mais do que certa, 
"saimos na frente e a 
Artefatos 
maioria dos eleitores vo 
ta no candidato que che­ 
gar primeiro pedir o seu 
voto", disse à reporta - 
gem. 
d to a sua suce sao pela 
corrente Bela V!sta n!- 
roos do tipo desses que 
andam e palhando fofo - 
cas por af. Tendo em v!g 
ta essas conversas menti 
rosas, o Prefeito Edson 
Moraes fará u pronuncia 
menta por ocasião da 1: 
Surpresas 
guns acertos finais, o 
problema está LJendo ape­ 
nas alguns outros cnndi­ 
datos que não o querem - 
ao seu lado. A situação 
está sendo contornada e 
ainda esta semana a "ban 
de.:ida" deve se concreti = 
zar. 
Futebol sui~o adulto e 
mirim, voleibol masculi­ 
no e feminino. Alguns en 
ciumados e que nunca íi~ 
zeram nada semelhante 
disseram que a promoção 
era política, se esque - 
cendo que o vereador Ro­ 
ney incentiva, participa 
e realiza eventos espor- 
região condenam a idéia 
e não admitem o fechamen 
to dessas barreiras que 
dão seguranca e tranqui­ 
lidade à todas as pesso­ 
as, moradores ou transe­ 
untes pelas rodovias do 
Sudoeste. "Até parece - 
que tem gente querendo 
nauur ;ao do a falto 'a 
rua Duque de Cas[as, no 
arro Atonto .Joio, no 
dfa do aniversár!o da c! 
dade, e vai dizer de vi­ 
va voz à todos os morad 
res presentes que 0 A - 
FALTO É CRATU(TO PARA TO 
IJOS, O RESTO P. SE!lV!C,,'O - 
OE fOl:'OQUF.rROS! 
f esperar para ver e 
ler . TF para ffcar sa 
bendo de primeiro o que 
corre pelos hnstJdoren 
da polítJcn r.uniclpnl 
nós felizmente cotamos - 
sc>r.:pre bem inforw1dos. 
tivos desde que foi elci 
to. 
Vá em frente vereador, 
as pedras que lhe atiram 
servirão para estimulá - 
lo a continuar batalhan 
do pelo esporte belavs­ 
tense . 
Barreiras da PM 
transformar as calmas e 
pacatas cidades de nossa 
fronteira ec rotas do 
contrabando e tráfico de 
entorpecentes" disse uma 
conceituada autoridade à 
esse redator. O pior é 
que a Única explciaçâo 
plausível é essa! 
JÚ. está fnzcndo r.mls de mês que a esquina da uas Alvares Cabral co Alceb!ades Bobndilha da 
Cunha está intcrditatln, tudo por causa de una adutora do sistema de agua que se ropeu no sub-sg 	± 
lo. o SAAF. - Serviço Autõnoco de ,~u~ e F.scotoa cstii trnhnlhando no local Ja faz a1u tempo,nus 	NEGOCIOS ± OPORTUNIDADES, PINTA DE TUDO! 
será que demora tanto ass ln para se fazer o conserto? 
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Jnntar, uuculcnto 
churrauco regado a 
bom Scotclw o muita 
cerveja, foi comemo­ 
rado os 15 anos da 
qatinha Lívia Costa 
e Silva 1 
A RESIDENCIA 
Do GCUG pais, Ave 
lino e Colcoto foi 
pnlco dessa agradá - 
vcl o bonita fonta • 
Muitos jovenn dcafi­ 
lnrnm por li sua be­ 
lczn o deocontraçio, 
além do inúmeros ca­ 
ais! 
O GOSTOSO JANTAR 
Feito pela Sra Clau 
dote Rios, o churras 
co ficou a cargo dÕ 
Sessenta Esporte Clu 
be, o som foi de Jus 
som, filmagem do gor 
do simpático: Jean 
Pierre Batilani e o 
bolo da Sra Arcenia. 
EFICIENTES 
A bonitn gnuchinha - 
de Roarfo do Sul/RS 
L.1dine Flores, tem 1) 
aninhoo e fLIha de 
Manoel Carloo e Boemia 
Ploreo. Uá pouco tempo 
na Prince do Apa, mas 
já cativou à todoo por 
sua oimpatia que ator­ 
na ainda maio bonita. 
Eat curando 72 
série no Reter Silvn. 
r 
O SINDICATO ,JOVf',1 
. 
Garçons atendiam 
a todos com a práti­ 
ca que lhes é peculi 
ar! 
L1VIA 
Muito feliz circu 
lava sua simpatia en 
tre os tantos ·.. ta 
tos que foram abraça 
la. 
O CASAL 
Avelino e Celeste 
de parabéns pela ar­ 
te de bem receber. 
A ANIVERSARIANTE 
Desejamos que a a 
legria dessa idade - 
seja constante em seu 
semblante, porque a 
felicidade não tem 
idade. 
NOSSOS PARABÉNS 
Doo concursou que 
participou, ganhou to - 
doe. O Último foi Garo­ 
ta Dourada do R1o Gran­ 
de do Sul/92, eram 57 
candidatas e saiu vence 
dora, recebendo como 
prêmio um Buggi O Km. 
Ela também cotará - 
deofilando sua beleza - ---.;:=~~====!::::~~====~==~:..::...~_jJ 
no Concurso Rainha Expobel/92. 
De Bela Vista, da gestão 199! que tinha n D!­ 
lretoria: Humberto Acioly, Raquel Zacarias, ar - 
cos Castilhos e Eduardo Pinheiro, com o dinheiro 
arrecadado na Expobel/91 aplicaram e fizeram doa- 
çoco. 
I 
1 
1 
Com essas doaçoe: Hospital - 24 toalhas de ba 
nho; Asilo- 10 cobertores; Aeicia Branca- 31 co 
bcrtores. 
A ESSA I)INÀMICA 
Diretoria nossos elogios pelo excelente trabalho 
realizado e pelas douçoes as entidades citadas, po 
is reulmentc necessitam! 
ANIVERSARIOU 
Ao Sr. Glaucy Flo 
res pelo seu aniver 
sário ocorrido no 
dia 12 pp. Um chur - 
rasquinho para os ma 
is íntimos marcou a 
data. 
--------========= 
AGRADECIMENTO 
A Direção, professores, pais, alunos e 
funcionários das Escolas Municipal Rurais 
do Distrito Nossa Senhora de Fátima, agra 
decem pela parcela de total apoio a todos 
aqueles que de uma forma ou de outra cola 
boraram para a realização da festança nÕ 
dia 02/07, quinta-feira pp. 
Ficamos orgulhosos pelo apoio e apre­ 
sença maciça das pessoas que muito contri 
buíram para o êxito da festa: num ambien= 
te· harmonioso, onde sentimos o carinho e 
a satisfação de todos. 
Esperamos podermos contar sempre com a 
colaboração de todos, porque é dela o su­ 
cesso que sempre alcançamos. 
O nosso muito obrigado à todos, de co­ 
ração. 
Profa Nilda Inês Gimenes - Diretora 
BAILE DO ANIVBRSÀRIO DA CIDADE 
O Grêmio Pedro Rufino, estará realizando o 
Baile do Aniversário da Cidade, no dia 19 de 
Julho, com Visual Banda Show, composto por 
13 elementos, sendo 2 cantoras e 1 cantor. 
O traje será Esporte. 
Os preços das mesas: 40. 000, 00 para sócios, 
50.000,00 para não sócios, Ingress~s 15.000,00. 
~Ócio em dia não paga ingresso. 
Reservas de· mesas pelo Fone: 
(067) 439-1339. 
12/7 - A Dra Azaléa OcÕr1z. 
Passou a data cm companhin de fnmilfares no 
Rio de Janeiro. 
NASCIMENTO 
De parabéns o casal Cap. CJaucilus e Mocmn pc 
lo nascimento de Thaíssa, que aconteceu no dia- 
13/7 /92 na Maternidade do Hosp. São Vicente de 
Paula. 
Nascida em Rio Brilhan 
te, há muitos anos moran 
do em Antonio João, a 
morena Lucine.idc Guima 
raes tem 18 anos, é fi- 
lha do casal Francisco 
e Dionísia Guimarães. 
Cursa o 19 Cientí­ 
fico, quer ser Advo­ 
gada! 
Pratica voley. 
JÓ. participou de 
vários concursos , 
onde saiu vencedo 
ra, o Último foi - 
como Miss Anto - 
nio Joã,o. 
' 
Eln também estará concorrendo ao Título Rainha Expobel/92. 
NO DIA 
10 pp., comemorou 
mais um ano de vida o 
sr. Paulo Simões. 
Um jantar -para ami 
gos e familiares mar­ 
cou a data. 
••••••••••••• 
IESIE BlnLia> 
155- Qual é a única pessoa de quem dizem as Escrituras P2 
ver espirrado? 
156 - Qua1s são os dois homens descritos cm o Novo Testa 
menta como tendo sido cart irizados? 
157 - Qual foi a cidade sentenciada a ser destruída qua"° 
um vaso de barro fosse quebrado? 
158 ... Quando fof esmurrado no queixo un profeta por cutr 
profeta? 
159 .- Quando forar assassinados 24 Jovens em coobatc jc•
t
.:1. 
cente antes de uma batalha? 	• 
160 - Quando a avareza de un hoe quase derrotou ur ex"F 
cito, inteiramente? 	# 
16l - Quando un reI de Israel Incendiou seu próprio pal 
cio, perecendo nas chaas? 
162 - Quando forar transformados espelhos em objeto de V 
para o culto de Jeova? 
Colaboração do Escritório Vasconcelos. 
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São José 
Loja I - AVENIDA DUQUE 
DE CAXIAS, 712 
Fone: (067) 251-1713 
Loja 2 - AVENIDA DUQUE 
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Fone: (067) 251-1833 
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mos 
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