R0!O DO UI 
João Freire de.Oliveira 
Uma Administração 
Voltada para o Povo 
Antonio João - 0 cand1 
Jato a Prefeito João Frei 
e de Olveira, Ifder nas 
pesquisas de op1nfão pá - 
Mlca, em entrevista à 
fr.prenRn, ( n I ou sobre as 
cbras e serviços real!za- 
dos durante o perfodo de 
1979 a 1985, qunndo foi 
Prefeito de Antonio João 
p la prlmelrn vez. 
Embora sendo nomeado, 
sem contar com um vlce - 
Prefeito, João Freire - 
realizou umo administra­ 
çáo séria e voltada para 
o_accndlmento da populn­ 
ça0. 
PÁGINA - 06 
PRES. DO SINDICDTO RURAL 
DGRDDECE aos QUE 
COLIIBORBRDM COM a EXPOBEL 
rf Presidente em exerc-f ' 
elo do Sindicato Rural de 
Bela Vista, Leandro Acio- 
ly, disse ontem que "a Ex 
pobel é uma festa de Beli 
Vista, de seu povo, e 
não apenas dos integran - 
tes do Sindicato Rural". 
Leandro agradeceu a 
colaboração da imprensa , 
falada e escrita, que co­ 
briu o evento, e disse 
que "vários fntorcs impe­ 
diram uma organizaçao 1m­ 
pecável, sem falhas, mas 
Isto é normal, devido as 
densas dificuldades que 
atravessamos, mas, graças 
à Deus, soubemos superá - 
las e a 21U Expobcl foi 
realizada". 
O Presidente do Sindi­ 
cato Rural agradece aos 
expositores, empresários, 
cocerciantes, laçadores 
enfim, à todos aqueles 
que colaboraram para o 
sucesso do evento. 
Sem citar nomes, Lean­ 
dro disse, ainda, que "sem 
a ajuda de abnegados pro­ 
dutores rurais seria im - 
possível realizar a Expo­ 
e1". 
Para o ano que vem 
Mircto Antonio Rodrigues e Leandro Acioly(Presidente do 
Stndlc:ito Rural de Rela Vista) 
segundo o presidente, ''!!_ 
mos preparar com bastan­ 
te antecedência a reali­ 
zação da exposição, con­ 
vidaremos diversos seg - 
mentos a participarem da 
festa, e vocês, da im 
prensa, tomarão conheci­ 
mento destes convites as 
sim ninguém poderá recla 
mar que não foi convida= 
do a participar da orga­ 
ntzacão". 
Chegarão a Bonito no 
dta 27 de Agosto, uma 
equipe de pesquizadores 
franceses do grupo do 
cientista Jacques Cos - 
teau, com o grupo fran­ 
ces, virá também uma e - 
quipe de reportagem do 
"Globo Repórter", que 
irá realizar uma 
matéria sobre o potenci 
al turístico e ecológi­ 
co do município. 
A equipe francesa de 
verá permanecer em Boni 
to por 17 dias realizan 
do estudos nas grutas , 
rlos e demais pontos de 
interesse científico e 
ecológico. Entre seus 
componentes estarão biÜ 
logos, mergulhadores - 
espeleólogos (especia - 
listas em cavernas e 
grutas) e demais espe - 
clnlistas, inclusive u­ 
ma equipe de pesquizado­ 
rcs brasileiros, do gru­ 
po Bambu{ de Minas Gera­ 
is. 
Quanto ao Globo RepÓ! 
ter, Bonito Irá ser br! 
dado com uma edição que 
deverá Ir ao ar este ano, 
dentro da linha ecológi­ 
ca adotada pelo progra - 
ma. A Iniciativa da visi 
ta partiu do grupo Bam - 
buf de Minas Cernis, que 
já esteve em Bonito alu 
mas vezes realizando mer 
gulhos e pesquis..-is, eles 
entrara em contato com 
o grupo (rances e após - 
o contato a con­ 
firmação com o Diretor - 
de Turismo do Estado. Au 
rélio Rosas, que de !me= 
diato aprovou a idéia e 
está dando todo o respal­ 
do para que tudo se real! 
ze conforme o estipulado. 
Dentro da programação 
da diretoria de turismo - 
estadual e a Prefeitura - 
de Bonito, está a fdéta - 
de utilizar os caminhões 
que irão até o Rio de Ja­ 
neiro trazer os equipamen 
tos da equipe francesa, 
pnra maior de divulgação 
de Bonito, através de (ai 
xas à serem afixadas nos­ 
mesmos e de panfletos dis 
trfbufdos durante todo o 
percurso até Bonito. 
Tudo isto, vem confir­ 
mar o fato de que Bonito 
definitivamente, está se 
firmando como o maior pó­ 
lo turístico do Estado e 
quem cabe futuramente, de 
todo o centro-oeste. 
N ORME TF 
Garibaldi crescendo 
Zacarias na parada 
Fraude na disputa 
PÁGINA - 08 
Em diligência realiza 
da em conjunto pelas Po­ 
lícias Civil e Militar 
de Bela Vista foi recupe 
rada a Motocicleta CG ML, 
placas B 176, que havia 
sido furtada no ilt!o - 
dia 26 do estacionamento 
Ancião desaparecido 
desde o dia 24 foi encontrado 
morto no Rio flpa 
PÁGINA 03 
do Parque de Exposições 
Rio Apa, durante a rea­ 
lizacão da 21? Expobel. 
PÁGINA - 07 
t 
AGRADECIMENTO E 
CONVITE PARA 
MISSA DE 70 DIA 
A Flia de Marco- 
O ancião Henr1·aue 	lina Gomes de Mello 
cerca de duzentos me 
Vieira, 75 anos, que tros abaixo da esta agradece as manifes 
estava desaparecido ção de caotação de 
desde a última sexta i 	' tacões de pesar re- 
agua do SAAE - Servi 
feira, dia 24, foi ço Autônomo de Aguas cebidas por ocasião 
encontrado morto nas e Esgoto de Bela Vis 
águas do Rio Apa, a ta. PÁGINA - 
07 
'/de seu falecimento 
l	[e convida parenteg 
IMPORTÂNCIA DA ECRIMINDLOEGIE55 
MO COMBATE I ECRIMIRALIDADUE F± 
radecem a todos que e r 
zere presentes. 
---- - 
-

- 
'" tl !J 
. t •• 
propota pelo_banco do hra1 M c 
fl ,1,, ,! 1 • , • ,, "'1 lfH'.J J,QHtlr<i PI 1ro, • 
Ite por ente lufo e tartórlo Judfefal, que nos d1as 0) 
e ete oro de 199/, rei/pectfvante, as 1:0 toras, 1O 
lo al dentfnado a hntas plicas, no fd±{to dno Fórum lo 
l lto na Hua Barao do Ladirfo, 195, nesta idade, o lel 
J, i,o n ado levar na publico prezo de venda e arreata 
mal der e ator lanço oferecer, Importando a ava 
» dos bn e Cr 217,000,000,00 duzentos e dezessete 
de cruzeiros), porquanto vao a 1eflo os pen que 4s° 
de ureve; a) quarenta novIlhas de dois anos de fdade, 
utlae nelore, e detefto tIfcos, e bom estado andtg 
rio, , .dJ,,-, M por C:rS 700,000,00, cada una, no otai de Cr 
k.OHO.CJfJ0,00; b) trezentos e quarenta vacas de, mstla ne 
lore, de três a quatro anos de Idade, em defeftos fscos ' 
to estado sanf arlo, aval{adas por Cr$ t,t;o.oou,oo, no lo­ 
t,,1 rlr• C'T lSl.000.0CIIJ.OO: d· um trator Valet mod, 11- I 
o 4, motor 0-2250631905, aval1ado por Cr'., )S.000.(100,0'J ; 
t)· lia furadeira marca Tatu, com 0) brocas, ano 86, avalfa­ 
da por tCr$ ),700,000,00; e) • uma roçadelra desbravador Avare 
uno flh 11v,1ll11d,1 JltJI' Cr5 1.500.000,CJOi f) - WI ,,n1dor dC' ;1r - 
rasto éo cllsc.os, r:,,1rcn Unldun, ano 86, nv.1lludo por CrS 
1.0<l0.<)0t1,001 v) • UMíl cnrrNn e/ 01. rod,rn, cnpnclrlnd~ pnra 
1 ,0) k ., no H6, aval1ada por d00.000,00; h) • u:" plnnt11 • 
defra Se eato, PS 0, wérle A, ano 6, avaliada por CrS J..,000 
000,00; t) 'ma SemeadeIra Semeato, SG-19-D, com J? llnhos nCJ 
15791/10, ano +l, aval1ado por CrS 2.000.000,00; J) • um tn!! 
que para combustível, e/ rodas, para s, ooo lltros, 1'!nrcn .. - 
Mt.uh!eto, ano 6, aval1ado µor CrS 2,000,000,00, Todas as no­ 
r111l1111,1 .1clM11 mc.•nclonndas c-ncontrnm-sc em bõf'1 esLndo de conser 
vaçio e funcionamento; 1) - L'nrn fflH1c nrndorn ri:irc:n Holdnn, 
com 18 discos de 26", controle remoto, avaliada por CrS 4,000 
000 Of) C'M bom estado d~ connc-rvnç;io l' funcionar11C'nto. Os bens 
CllC~llt;mft•)H' 11ll Fíl7.Cndns SÃO Fellp<' C Rr<•Ji10 neste IDUntcípto. 
No prI iro letão os bens niio scriio nllcnudos por_prC'ç'.? lnf.!: 
rtor no~ dn nvn 11 nçiio 
I sendo que no s ·gundo, que so tera opor 
tuntd.1de ,a, r<'sultnr ncgutlvo o prtrnciro, os bens serno vendi 
dos l'f1 (rnnco lctliio, n quem mats der e nnlor lanço oferecer 
a Indo <pi• por preço abnlxo da nval lação. ~:iio ho~cndo l'Xpedic!! 
te rn quntqucr dos dltis dcntgnndos para os lclloes, t'St€'S rc~ 
llzar-sc-iio no ncsoo horiirlo e local dos dias Úteis ir.t!dlata- 
1!',entc segulntl'IL ,-;o cnso os devedores niio scj,urencontrndos - 
flcnm desde já lntlrnodos cor este Edltal, dns dota9 deslinn 
das para os leilões. As maquinas constantes deste Edltal cn - 
contrnm-sc 1otnr..Yhs tnnbém nos autos de Execuçôo n9 87/89 
tendo como exequente o Banco do Brnsll S/A. E para que ntn 
ftUét:1 possn alegar lgnoriincla fol expedido o EdltAl com prazo 
de quinze dlus, que será publicado e afixado na fonnn da lei. 
Dnc1o o pns:rndo ncstn cidade e Comarca de llcln Vista, Estndo 
de Mato Grosso do Sul, oos vinte e seis dins do mCs de Junho 
de 1992, Eu, (Ed~nrd !banhes), escrlvão Gubstltuto, o dntllo· 
r,rnfd. (o) Pedro Vcrglllo da Sllva), cscrlvão Judlclnl por 
dc•trrminnção. 
EDITAI. OE PROCLAMAS 
Janllde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório 
de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-HS, 
faz saber a quantos o presente Edital de Procla­ 
mas virem, que apresentaram os documentos exigi­ 
dos pelo Artlgo 180 do Código Civil Brasileiro, 
incisos, 1, II, 111 e IV e pretendem se casar: 
Nestor Florencio Arguelho e Graziela Torales 
Ortiz, ambos brasileiros, solteiros, residentes 
nesta cidade, ele, filho de Antonino Arguelho e 
Juliana Marim, ela, estudante, filha de Jorge Or 
tiz e Silvéria Torales. 
,v,:; PMLA 'RA, (.!MJ 
( 
v• nJ4 :,f 
r 
' ' 
z. l 
!1za r (. 1 .. 
Se agluém souber de algum impedimento que 
oponha na forma da lei. 
Bela Vista-NS., 29 de Julho de 1992 
JANILOE ROSA DOS SANTOS 
Oficiala 
se 
Foca - Nomes sobrero­ 
mum, na acepção de )orn -t 
llaL,1 prlnclplrint, ?. 
fJCI pr•· O f OC,!, ,,,, J11 ilo - 
mem ou mulher. 
Nascer a/Nascer em 
Antes de dnt·a o uso 
ou cm~ Indiferente. 
to fa1. nascer a 9 de 
lho como nascer em 9 
Julho. 
/l 
Tan 
ju­ 
de 
Tgu ln - Do verbo i - 
gualur, que é tomar Jgu.-il 
nivelar. O subscanttv6 , 
que slgnifico ldentldad 
de condiçio ou poslciio - 
social, é lgualha: "gen 
te de suo lgualha", "so-:. 
mos da mesma lgunlhn". 
Cal - Nome fem1n'lno 
O plural é cais ou ca - 
lcs. Usucapiiio também é 
feminino. E torquês, pa­ 
tinete, mascote, grnfi - 
te. 
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o ll<>utor A1:1aury da Sll'8 Kukllnskl, Juiz de Dlrelto d11 2~ 
'nr:t C[vcl/Cr1minal da Comnrcn de Mnrncnju, Estado de Mato 
Grosso do Sul, na formn dn l..e1, etc. 
FA2 SAJ1ER que, cr.i cuwprlrr.cnto nos tr.initcs tera.is do Pro­ 
cesso ele Execução co curso pcrnntc este Ju{zo entre partes , 
como Exequente: ARLAN AQUINO DR A7.A>UIWA e cor.:o Executado : 
ANTONIO !IIÃCIO fT.RRF.lRA (nutor níJ 041/89), no iitrlo do Edlf! 
elo do Fórum desta Co::inrcn, ii rua l.uiz Porto Sonrcs, s/ng , 
nesta cidade, às 13:30 horas do dta 04 de agosto de 1992, sg 
rao levados a publ tco prcgao de venda e arrcr.iataçno cc:: pr;1ç..1 
pública, a quen mais der acina da n.vallação ncnclonadn abai­ 
xo, os bens penhorados ao Executado no referido processo, a 
seguir descritos: "01 (u:n) lote de terreno urbano, deter:ing 
do pelo ng 0 (quatro) da quadra n2 08 (oito) do lotcar.,ento 
San Raphael, nesta cldi1dc, coo a .ircn de 525 r.i: (quinhentos 
e vinte e cinco metros qundr.:idos) r.intr!culn l.482 do CRI lo - 
cnl, avaliado e□CrS 12.922.547,00 (doz~ rnilhÕcs, novecentos 
e vlnte d ols nl 1, quinhentos e quarenta e sete cruzeiros) P 
01 (ur.) tcrnlna.l telefônico rcHidcnclnl prefixo 454-2754, a­ 
valia.do cm CrS 7.550.674,00 (sete• olthÕcs quinhentos e cln - 
qucntn □il, seiscentos e_setenta e quatro cruzeiros)"., Não 
const,1 nos autos a cxistenci.1 de onus sobre os bens e o fei­ 
to não está sujeito a recurso pendente de Julhar.icnto. 
Se nn d;1ta indlcadn, os bens não alcnnçnrc:n lnnço superi­ 
or à a.vallação, no ccs~o local, às 14:00 horas do dL:1 20 dt• 
mtosto de 1992, serão levados hov.imcntc à venda e arreata - 
çào cr.J scgund.1 e Últlna praça, dcsprc:r.a.dn a avaliação e ven­ 
d ido a qucw rn.11s der. 
Eu, !'lar la de Jesus Ortiz dos Santos, Escrivã do Juizo ex­ 
tra{ o presente dos autos indicados, o conferi e subscrevi , 
nesta cidade e Cor.i.arc.1 de HaracaJu, aos vinte ~ dots de ju - 
nho de 1992. 
DR. AIAIJRY DA SILVA KJlCI.INSl(l 
Julz de OI rclto 
(fundado cm 20/02/1977) 
Publlcnçiio c1n Rede 11<:lnvlstense ele Jornais - AvPnfdo Trl 
buno da Fronteiro, 564 - POllll: (067) i,J9 - J/,10 - Cx. P. 21 
ll<•lo Visto - tt,,to Gro:.so do Sul 
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lv:ilrlo P::rPl?",J 
arta Estela Velásquez 
Diretor RcsponsiivcJ 
!v-1Jdo Pt:rc·lr.1 
Rcport,1gens 
t:b.1ldlno Rodrl •ucs 
LuLz Henrique Nunes Corra LILE) 
Pereira 
Gerente 
Cllso!l Sllvn Sar.tos 
Redação, Adcl.nistTação e Parque CrÚfl.co Avenida Tribun.1 
do fronteira, 564 - Sede prÓprla - fone: (067) 1,39 - 1410 - 
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Antonio Jo.io, Porto ':urtlr:ho, •::irac;iju, Bonito e Car.Jcol 
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C/ Garibaldi e Lili Rondon 
R

DIARIO RE,AO! A 
IMPORTÃCI DA CRIMIII0LO 
NO COMBATE à CR I LIDI E 
DA FRONTEIRA 
Ao abordarmos a 
impor.ancia do nsi­ 
+ criminológico no 
eio policial brasi- 
1 
1Lo devcmon lni ci­ 
a1mente definir ·ssa 
·iência jovem 'omo - 
sendo: "a ciência 
que estuda o crime , 
riminoso, criminali 
3ade e vitima a fim 
ec cs ab 1cc r fato­ 
res que estão na ori 
q<:n do comportamcn to 
!i social para ob­ 
,.,r os melhores mci­ 
·; de luta contra es 
e comportamento as­ 
nm como as medidas 
dcquadas à sua prc- 
1 inçiio e os métodos 
,ficazes de rcssocia 
lizar os delinquen - 
tese os criminosos' 
Na última década, 
o avanço da produção 
científica relaciona 
da à Criminologia a 
nível de resultados 
alcançados para 
compreensao desta 
problemática tem des 
pertado um interesse 
a 
nignifica ivo do6 
diferentes campos - 
do conhecimcn o que 
pesquisam es.a que s 
tão. 
Diante d·se qua 
dro percebemos qu 
a Policia Mili ar - 
somente poderá es - 
rar no século XXI 
•xecutando eficaz - 
m n e seu trabalho 
preventivo e elabo­ 
rar numa política - 
criminal no espaço 
que lhe confere a 
Scgurarr.a Pública - 
s • estudar com pro­ 
fundidade o crime, 
o criminoso, a cri­ 
minalidade e a viti 
ma. 
A Policia como - 
órgão administrati­ 
vo e visa, antes de 
mais nada, a prescr 
vação õa ordem, ã 
garantia dos direi­ 
tos e liberdades in 
dividuais e a protc 
cão do cidadão con­ 
tra os "delinquen - 
tes". E para aten - 
1 
. A Compnnhia de Desenvolvimento Eco­ 
no:i!co de Mato Grosso do Sul - CODEMS, 
quer transformar a rcgiiio ele Bonl to cm 
1 
w:: polo de produção e beneficiamento - 
de oármore. A primeira inicintiva nes­ 
te sentido aconteceu a publicação no 
! Diário Oficial, do edital de 11.citaç~o 
l 
?ara o arrendamento das jazidas de mar 
re localizadas no município. As em - 
resas interessadas deverão encaminhar 
tuas propostas no dia 24 de agosto , 
is 09:00 horas, nn Rua ~larechal Cândi­ 
lo Rondon 1. SOO, onde funciona a sede 
!a entidade. 
O diretor de mineração e gás da Co­ 
'ezs, Yassuo Kasai, adiantou que cerca 
le 40 empresas e pessoas físicas já h~ 
la mostrado interesse, anteriormen - 
te, em explorar as jazidas. Por isso , 
tias estão sendo contactadas para par­ 
ticiparem da concorrência que está 
lendo divulgada como determina a lei• 
A proposta da Codems é incentivar 
extração com recursos financeiros e~ 
~ os do Fundo de Desenvolvimento para 
lCentro-Oeste e a isenção de diferen­ 
tlal de alíquota do ICMS em máquinas e 
~uipamentos. Para a indústria de bene 
'leiamento, hã previsão de benefícios 
ilscais. Além de gerar empregos e movd 
entar economicamente a regao, o mir­ 
~re de Bonito noderia ser utilizado - 
t1:,l,êm pelas indústrias que fazem poli­ 
eto, cortes e acabamento do material 
~ Estado e compram fora o produto. E! 
lt ê o caso, por exemplo, de Vânia Ma­ 
' Medeiros Bachenheimer, proprietária 
't !arbras. Instalada há 32 anos em 
po Grande, a empresa importa todo o 
~l'l::ore que utiliza de outros Estados. 
umas peças chegam a vir do Nordes - 
, o frete é responsável por 50% do 
:eço do produto. A expectativa de Vã­ 
aê que o mármore de Bonito - cu­ 
,
1 
qualidade ela garante, por _jã ter 
•Ido contato com O material - e de que 
~e não seja utilizado todo para a ex­ 
:rtaçào mas sirva também para abaste­ 
t as empresas locais. 
2 Ten PM Alirio V1llasan Romeiro 
der essa sua missão 
prccípua e indecliná 
vcl são necessários 
subsídios. E esses - 
subsídios serão, cm 
granàc parte, forne­ 
cidos pela CriminolQ 
gia. 
Portanto torna - 
se fundamental o 
ensino criminológi­ 
co para que haja u­ 
ma modernização na 
Polícia Militar, po 
(ODEMS AIUER TRA JSFORMA BOJTO E 
UM Gl.A IDE PRODUTOR DE MÁRMORE 
ou moral. « 
ta, pois, de 
ques ão de 
cia, que tampouco 
resolva pela força 
prepotê. ci.,, rn,1s por 
uma ficácia de aco­ 
·s, pois a maioria - 
das vezes e que a 
Políci Militar tem 
que intervir, as o­ 
corrGncias precisam 
ser analisadas com - 
cuidado para não se 
agravarem os proble­ 
mas que as geraram. 
Para resolver essas 
situações não é ne - 
ccssário somente bom 
senso, mas urna boa 
dose de conhccimen 
tos técnico profis - 
sionais. 
Todo esse questio 
namcnto do ensino de 
criminologia visa cm 
preender um sen ido­ 
mair, dinâmico e reno 
vador cm matéria de 
ensino policial mili 
tar criminológico ~ 
senco que em um pri­ 
meiro plano entende­ 
mos que se fazem ne­ 
ccssári.:is transforma 
2 
J 
Para a Iniciativa 
Privada 
O Processo de concessao para ex- 
trair o mármore na região de Bonito 
teve início em l98I, quando a Code­ 
sul, antecessora da Codems, reque -­ 
reu ao Ministério de ~inas e Energl 
as autorização para pesquisar cincÕ 
áreas de mil hectares cada. Em 184 - 
foram iniciados efetivamente os tra­ 
balhos de pesquiso mineral e dois a­ 
nos depois foi entregue um relatório 
final de pesquisa ao Departamento Na 
cional de Produtos Minerais contem: 
plando apenas três áreas, já que as 
duas restantes n;o se revelaram pro­ 
missoras para esse tipo de extraçiio. 
Ensnios e testes físicos feitos - 
no Instituto de Pesquisa Tecnológica 
de São Paulo revelara que o mármore 
de Bonito tinha excelente qualidade 
comparável ao de Carrara, considera­ 
do o melhor do mundo. As cores do 
produto de Bonito, também foram con­ 
sideradas atrativas para sua explora 
ção, pois variam entre os vários ma: 
tizes de branco, cinza e rosa. 
Em 1989, finalmente foi aprovada 
a viabilidade econômica da explora - 
cão das jazidas. Já a Concessão de 
Lavra, foi publicada no início desse 
ano. Embora a Codems seja também uma 
empresa de mineração, e tenha autort 
zação para explorar as jazidas, pre­ 
feriu repassá-la à iniciativa priva­ 
da, seguindo as recomendações do Go­ 
verno do Estado. Conforme explica Ka 
sai, um dos objetivos da Codems C 
"fomentar, apoiar e desenvolver o se 
cor mineral", por isso ela já cura 
priu o seu papel ao investir na pes­ 
quisa e na autorização para a explo­ 
ração do mármore de Bonito. 
Segundo o edital, as áreas serão 
arrendadas separadamente, embora não 
haja impedimento p9ra que uma mesma 
empresa possa explorar mais que uma 
área. Nas contas feitas por Kasai, a 
produção vai ser gigantesca: os estu 
dos calcularam que a reserva total e 
de 150 milhões de metros cúbicos. Ca 
so apenas 20 por cento desse tota1 - 
fosse explorado, isso significaria - 
JO milhões de metros cúbicos. Se fos 
sem explorados mil metros cúbico~ = 
por'mês - o que é considerado uma 
produção em alta escala - ainda as - 
sim seriam necessários 2.500 anos P! 
ra esgotar essa reserva parcial. 
Diante 
Transite 
- 
com a 
de 
em 
vla 
Escolas e 
Velocidade 
e Redobre 
Hospitais. 
Compativel 
a Atenção 
ções iaternas e, cm 
efi 
s m- 
polici­ 
al mili tar. 
Por fim, dizemos 
que o ensino de cri­ 
minoloqia deve susci 
tar o in eresse € 
p••rouirlcío de· 1.1titu 
d.sinterrogativas , 
lançando-se ao encon 
tro de suas respos - 
tas, e de claras a -­ 
b•rturas para um pos 
sível e melhor entR 
dimcnto da crimin li 
dade hoje exis.ente 
e, especificamente , 
maior desenvolvimen­ 
to das gurança PÚ - 
blica. 
20 TEN PM ALIRIO 
VILLASSATI ROMEIRO 
PELOTf.O ?M DS RF.LA 
VISTA/MS., (é natu - 
ral de Porto Murti - 
nho). 
ASSOCIACO TOS FAMILIARES E AIDOS DAS V(TIAS 
COMANDA!TF DO 30 
DA VIOLÊNCIA 
DE MÃOS DADAS CONTRA A VIOLENCIA PELA PROTEÇÃO DA VIDA CO AIS AMOR E PAZ. 
PARTICIPE DE NOSSA CRUZADA EM 
BUSCA DE UM MUNDO MELHOR 
Ajude-nos a levar PSta rnensngeo a todos os recantos do País! 
A AFAVVI é urna entidade composta por pessoas que já tiverao familiar vi­ 
timado por erices violentos, ou que nao estão de acordo com a iopunidade 
reinante para os assassinos. 
Os objetivos da AF,VVI são: 
- Divulgar a necessidade de se alterar o Código Penal Brasileiro para se 
rem punidos com mais severidade os criminosos que cometem delitos graves co 
mo: tráfico Je entorpecentes, sequestros, estupros e roubos seguidos de mor 
te. 
- Pleitear indenização e assistência as famílias das vítimas de assassina 
tos e inválidos da violência. Estas devem dirigir-se a AFAVVl. 
- Apoiar a criação de muitas associações em todo o País ?ara, 
próximo, criarmos a Confederação de Proteção e Assistência às Vítimas e Fa­ 
mílias. 
futuro 
SE O PREZADO LEITOR CONCORDAR COM O OBJETIVOS DE NOSSA ASSOCIAÇÃO, IDEN 
TIFI'QUE-SE POR CARTA PARA: 
CAIXA POSTA 148 
CEP 96930-000 CANDELARIA, RS 
COLABORAÇÃO

D1KPIC REGI 
ELEIG 
Instruções sobre Propaganda (Eleições 
S 92 
de 3 de Outubro de 199 2) 
R OIu;ão no 17.891 - Processo n0 12,296 
C 100 Brasília - pF - Relator: Min. 
Hago Gueiros, 
o Tribunal Superior Eleitoral, usando 
da atribuições que lhe confere o artigo 2 
lX do Códiqo Eleitoral, e o artigo 54, da 
Lei n0 0.214, de 24 de julho de_1991, resol 
ve expedir as sequin es instruçoes: 
ClP!'J'ULO I 
D/ PROPJG/NDI EM GI::ílAL 
SEÇÃO I 
DISPOSIÇÕES PRELIMINJRES 
Art. 10 - / propaganda dos partidos poli 
tlcon dao coligações e dos candidatos a 
cnr<Jo;; eletivos é permitida nos termos des- 
tas instruçõs. 	. 
s 1o - A propaganda, qualquer que se)a a 
sua forma ou modalidade, mencionara sempre 
a legenda partidária e só poderá ser feita 
em língua nacional, não devendo empregar 
meios publicitários destinados a criar, ar­ 
tificialmente, na opiniao publica, estados 
mentais, emocionais ou passionais (Código 
Eleitoral, art. 242). 
20 - Sem prejuízo do processo e das Pe 
nas cominadas a Justiça Eleitoral adotara 
medidas para fazer impedir ou cessar imedia 
tamente a propaganda realizada com infraçao 
do disposto no parágrafo_anterior (Código 
Eleitoral, art. 242, paragrafo unico). 
$ 30 - No caso de coligação, além da le­ 
genda partidária, poderá ser indicada sua 
denominação própria. 
§ 40 - Quando realizada pelo rádio ou te 
lcvisão, a propaganda eleitoral restringir­ 
se-à única e exclusivamente ao horario gra­ 
tuito previsto nestas Instruções, com ex­ 
pressa proibição de qualquer propaganda pa­ 
ga. 	. 
S 50 - Será permitida, na imprensa escr~ 
ta, a divulgação paga de propaganda, no es­ 
paço máximo a ser utilizado, por ediçao, p~ 
ra cada candidato, de 1/8 (um oitavo) de pa 
gina de jornal padrão, e de 1/4 (um quarto) 
de página de revista ou tablóide (Lei no 
8.214/91, art. 45). 
Art. 20 - A propaganda de candidatos a 
cargos eletivos somente é permitida após a 
respectiva escolha pela convenção, salvo a 
intrapartidária com vistas à indicação pelo 
partido (Lei no 8.214/91, art. 30; Código - 
Eleitoral, art. 240; Res. 16.271/90). 
Art. 30 - t vedada, desde quarenta e oi­ 
to horas antes até vinte e quatro horas de­ 
pois da eleição, qualquer propaganda políti 
ca mediante radiodifusão, televisão, comici 
os ou reuniões públicas (código Eleitoral , 
art. 240, parágrafo único). 
Art. 4 - AS entidades ou empresas que 
realizarem pesquisas de opinião pública, r~ 
lativas ãs eleições ou aos candidatos, para 
serem levadas ao conhecimento público, são 
obrigadas a registrar, no prazo minimo de 
três dias antes da divulgação, na sede da 
Zona Eleitoral ou no Tribunal Regional Elei 
toral, nas capitais, previamente notifica~ 
dos pelo Juízes os partidos políticos e coli 
gaçõcs, as informações mínimas a seguir re­ 
lacionadas: 
I - quem solicitou a pesquisa; 
II - de onde proveio o montante global - 
àos recursos despendidos nos trabalhos; 
III - a metodologia e o período de reali 
zação da pesquisa; 
IV - o plano amostral e ponderação no 
que se refere a sexo, idade, grau de ins - 
trução, nível econômico e área física de 
realização do trabalho; 
V - O nome do financiador do trabalho; 
VI - O sistema interno de controle e ve­ 
rificação, conferência e fiscalização da 
coleta de dados e do trabalho de campo. : 
§ 10 - As informações especificadas nos 
incisos deste artigo ficarão ã disposição 
àos partidos políticos, das coligações e 
dos canàidatos registrados para a eleição, 
gue a elas terão livre acesso. 
S 20 - Em caso de descumprimento do dis 
posto neste artigo, os responsáveis pela 
empresa ou instituto de pesquisa e pelo 
orgao divulgador, no limite de suas respon 
sabilidades, estarão sujeitos à pena comi= 
nada no artigo 322, do Código Eleitoral 
(Lei no 8.214/91, art. 32, Ia VI, §§ 10 e 
29). - 
. Art._5o: S_vedado aos órgãos da Admi 
nistraçao Publica direta ou indireta fede 
rais, estaduais ou municipais, realizar 
qualguer tipo de propaganda paga, que se 
possa caracterizar como de natureza eleito 
ral. 	- 
Art. 6o - Independentemente do horário 
gratuito de propaganda eleitoral, é facul­ 
taàa a transmissão, pelo rádio e pela tele 
visão, de àebates entre os candidatos re - 
gistrados pelos partidos políticos e coli- 
SEÇ~O II - DA PROPAGANDA EM GERAL 
Art. 70 - Toda propaganda eleitoral s~ 
rã realizada sob a responsabilidade dos 
partidos ou coligações e por eles paga 
imputando-se-lhes solidariedade nos exces 
sos praticados pelos seus candidatos e 
adeptos (Código ELeitoral, art._241) 
$ 19 - Em cada municipio serao reg1s - 
trados Comitês compostos de tres a cinco 
membros, que aplicarão os recursos finan-. 
ceiros destinados à propaganda durante a 
campanha eleitoral (Lei no 5.682/71, art. 
93, I e IX). 	. 
§ 20 •· Em municipios com mais de um mi 
lhão de habitantes, o disposto no paragra 
fo anterior aplicar-se-á a cada unidade - 
administrativa (Lei no 5.682/71, art. 22, 
$ 1). 
§ 30 - Os Comitês serão constituídos 
por partidários que não disputem qualquer 
cargo eletivo (Lei no 5.682/71, art. 93 , 
§ 10} . 
§ 40 - Um dos membros do Comitê, obri­ 
gatoriamente, será registrado como tesou­ 
reiro. 
§ 50 - Os Comitês municipais serão re­ 
gistrados no Juízo Eleitoral, o Tribunal 
Regional designará o Juiz competente para 
proceder ao registro dos Comitês. . 
Art. ao - Nenhum candidato a cargo ele 
tivo, sob pena de cassação do respectivo­ 
registro, poderá efetuar, individualmen - 
te, despesas de caráter eleitoral, inclu- 
sive com alistamento, arregimentação e 
propaganda, devendo processar todos os 
gastos através dos partidos ou Comitês 
(Lei no 5 . 8 2 /71 , ar t . • 9 3 , § 2 o) . 
Parágrafo único - Nos municípios em 
que o partido não dispuser de Diretório , 
a propaganda será feita por Comitê desig 
nado pela Comissão Executiva Regional ou 
Comissão Diretora Regional Provisória. 
Art. 90 - Nenhum partido poderá despen 
der, na propaganda partidária e na de se= 
us candidatos, quantias superiores às que 
ele fixar, nem receber, dos seus filiados, 
contribuições e auxílios fora dos limites 
determinados nos estatutos (Lei no 5.682/ 
71, art. 89, I e II; Lei no 6.043/74, art 
10}. 
§ 10 - Antes de iniciar a campanha e - 
leitoral, os partidos deverão comunicar - 
ao Juiz Eleitoral qual a importância máxi 
ma que despenderão em cada eleição e qual 
o limite máximo para contribuições ou do­ 
nativos (Lei no 5.682/71, art. 93, X). 
§ 20 - Para cada eleição (Prefeito e 
Vereador), o partido deverá indicar o li­ 
mite máximo de despesas, as quais serão - 
feitas em igualdade de condições para to­ 
dos os candidatos que disputem cargos da 
mesma categoria pelo mesmo partido (Res. 
7.886, art.· 40, § 20) 
§ 30 - Havendo coligação, as Providên­ 
cias previstas nos parágrafos anteriores 
serão adotadas, em conjunto, pelos parti-· 
dos coligados. 
Art. 10 - t vedado aos partidos: 
I - receber, direta ou indiretamente 
contribuição ou auxilio pecuniário ou es­ 
timável em dinheiro, inclusive através de 
publicidade de qualquer espécie, proceden 
te de pessoa ou entidade estrangeira; - 
II - receber recurso de autoridade ou 
órgão público, ressalvadas as dotações or 
çamentárias destinadas ao Fundo Partidá = 
rio: 
III - receber, direta ou indiretamente 
auxílio ou contribuição, inclusive atra - 
vês de publicidade de qualauer esnécie 
de autarquias, empresas públicas àu co~ 
cessionárias de serviço, sociedade de eco 
nomia mista e fundações instituídas em 
virtude de lei e para cujos recursos con­ 
corram órgãos ou entidades governamentais; 
IV - receber, 
sob qu lquer for ou pr 
cão, auxílio ou recurso Pr 
prosa privad, d finaldi d 
tidade de cla se ou sindical 
682/71, art. 91, I IV). 
Ar . 11 - So ilícito 
nanceiros de que tr t 	- , 
O im como o uxilios e contribuições cu 
ja origem não sej mencionada ou 
cida (LPi no 5. 82/71, art. 92- v. 
222 e 262, IV, elo Código EI i oral). 
Art. 12 - A Justiça Eleitor l, través 
de odos os sous órgãos, fisc. lizari o 
processo lei.oral, fazendo obt var, en­ 
re outras, as seguintes normos (Lei n@ 
5.682/71, ar . 93): _ 
I - obriga.oriedade de só receberem ou 
aplicarem recursos financeiros, ·m campa­ 
nhas politicas, de_c:minados dirigentes 
dos partidos e Comitês legalmente consti­ 
tuídos e registrados para fins eleitora - 
',,- caracterização da responsabilida­ 
de dos dirigentes de partidos e Co:nit6~ , 
inclusive do tesoureiro, que responderão 
civil e criminalmente por quaisqu r irre- 
gularidades; _ _ . 
III - escrituraçao contabil, com docu­ 
mentação que comprove a entrada e saída - 
de dinheiro ou bens recebidos e aplica 
IV - obrigatoriedade de ser conservada 
pelos partidos e Comitês a documentação - 
comprobatória de suas prestaçoes de con - 
tas, por prazo não inferior a cinco aos; 
V - obrigatoriedade de se depositar , 
no BB, Caixa Econômica Federal e Estadua­ 
is, ou sociedades bancárias de economia 
mista, os fundos financeiros dos partidos 
ou Comitês e, inexistinto esses estabele­ 
cimentos, no banco escolhido pela Comis - 
são Executiva, à ordem conjunta de um di­ 
rigente e de um tesoureiro do partido; 
vI - obrigatoriedade de prestaçao de 
contas pelos partidos políticos e Comites 
ao encerrar-se cada campanha eleitoral; 
VII - organização de Comitês Interpar­ 
tidários de Inspeção, bem como publicida­ 
de ampla de suas conclusões e relatórios 
sobre as investigações a que procedem; 
VIII - obrigatoriedade de remessa das 
prestações de contas, de que trata o inci 
so VI, aos Comitês Interpartidários de 
Inspeção ou, ainda, às Comissões Parlame. 
tares de Inquérito que as solicitarem (Lei 
no 5.682/71, art. 93, I a VIII). 
Art. 13 - Os Comitês Interpartidários 
de Inspeção serão integrados por três me 
bros de cada partido, indicados ao Juiz 
Eleitoral pelos Diretórios Municipais ou 
respectivas Comissões Provisórias. 
§ 10 - No caso de coligações, cada Pª! 
tido coligado indicará um membro. 
§ 20 - As indicações serão feitas até 
trinta dias antes das eleições; 
S 30 - Se algum partido ou coligação 
não fizer a indicação, o Juiz Eleitoral, 
até quinze dias antes da eleição, através 
dos registros de filiação partidária, de­ 
signará os res~ectivos representantes .. 
§ 40 - Realizadas as eleições, os Col!I}. 
tês partidários deverão enviar suas pres­ 
tações de contas, no prazo de trinta dias 
ao Comitê Interpartidário de Inspeção, 0 
qual, no mesmo prazo, deverá examiná-las 
e apresentar relatório ao Juiz Eleitoral 
para os fins do inciso VII, do artigo 12, 
destas instruções. 
§ 50 - Caso os Comitês não cumpram as 
determinações contidas no parágrafo ante­ 
rior, ficarão sujeitos, seus responsáve - 
is, as penas do artigo 347, do Códiao E - 
leitoral, passiveis os candidatos de cas 
sacão dos registros e perda dos diplomas 
se Ja expedidos. 
§ 60 - Qualquer candidato poderá exar-i 
nar, na Justiça Eleitoral o relatório do 
Comitê Interpartidário e ~s Prestações de 
contas anexas, para os fins previstos n? 
paragrafo unico do artigo 266 do código 
Eleitoral, 	' 
Art. 14- ão será tolerada propaganda: 	~-! 
l - de guerra, de processos violentos para subverter o r± 
7e, a orde política e social ou de preconceitos de raça su V 
classe (Código Eleitoral, art. 243, 1); 	, 
11 - que. provoque antros!dade entre as Força: Aradas _" 
contra elas, ou delas contra as clsses e Institutçes cisv+é 
(Cod!go Eleitoral, an. 243, li); 
11! - de incitru:.c:nto de atentado contra pcsson ou bens cci~ 
digo Eleitoral, :irt. 243 TII)· 
IV- de Instfga;ão à desobeét@neta colet!va ao cuprLent? 
de lei de orden pblica (Cdigo E1e!tera1, srt. 23, ty; 
V - que t::p11que. oferecIento, proessa ou sol!cltaçlo de 
d1nhelro, dádiva, r!ia, sorte!o óu vantagem de qualquer natuT 
za (Código Ele!tora1, art. 243, ); 	. .. 
 1 ; que perturbe o sossego pÚhlico, co algazarras ou " 
so de instrumentos sonoros ou sina!s acústicos CGdtgo Ê!e!ta 
ra1, art. 243, VI); 
VII - por elo de !pressos ou de objetos que pessoa 1nex 
r!ente ou rústica possa confundir co moeda (CGdf±o E!eira» 
nrt. 243, VTT); 
VIII - que prejudique a htztene e a estétle urbana a» 7 
travenha a posturas unlc!pais ou a outra qualquer restriça 
"e !!reiro (c±to E1et±orá1, urt. 2«3, Iií; 
e'_""? g1untar, dttanar eu injurtar quaisquer Pese" . 
(
cõ 1 o.gaos ou e.ntldnde:s qu~ cxcrç.J"'1 auto:-id:dc- ri::.illc.J 
digo Ele!tora1, rt. 23, fx). 
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AI 	,. 
O Desalio 
u 
l- 
l- 
l- 
os 
Menagem do MInltro 
4a Agricultura e Reforma 
rrl, os produtores 
e 1rnhn'lhndorcn r11rnl11 - 
o Dia da Ar!cultura 
28 de Julho de 1992, e-­ 
ectalmente dirigida ao 
orna Is aoc .1 ndon dn 
AijRA.IOl<T. 
A afr 91/92 está 
per1tIndo recuperaçio 
da econor I n nnc lonn 1 , ln 
entfvando os negócios e 
a t Lrcul r.iío de rccurnoo 
f!nnnccirn!J no Interior 
do paf. Neste ano, a 
,otor purceln de crcsci­ 
ento do PIB - Produto - 
Jntorno Bruto, (Õrmuln - 
que mede a riqueza era­ 
da pelo trabalho da popu 
Inç:io, íicnni por coo tn 
da ngriculturn. Os estu­ 
dos técnicos mostrnm o 
quanto II indÚstrln _vai 
crescer 1%, a produçao a 
gropccuárin crescerá 7%! 
Cstn grnnclc safra, de 
ls de do!s anos de bat 
ra produçao, mostrou que 
o agricultor brnsilciro 
tc::i muit11 ,·ontnde de tra 
bnlhar, e não tem medo - 
dos riscos e dos proble­ 
cns. Ficou comprovado , 
tnmbém, que n agricultu­ 
ra é uma nti•idndc muito 
importante, pan1 o llrn - 
sil e par,, todos os bra­ 
sileiros. Os armazéns e.:! 
tão abarrotados de ali 
centos, o comércio e 
indústria estão rccupe - 
i- 
r­ 
a- 
,s 
rando as suas vendas 
as pessoas estão mais 
con[iantes no futuro. 
e 
A 
safra encheu, também, os 
corações de fé e de espe 
rança. 
No começo do colhei - 
ta, em nlgumas regiões , 
os preços de mercado che 
aram a ficnr mnis bni - 
xos do que os Preços Mí­ 
nimos. 
O que aconteceu é que 
ha,·ia um ex.cesso de ofer 
ta. Nuitos produtores es 
tava querendo é que sua 
safra, mesmo podendo 
transformar seu débito - 
de custeio cm EGF, com 
prazo de 6 meses para li 
quidar. O Sistema de ar­ 
azenagem particular cs- 
A Agropecuária, prod~ nbertos - parn contato - 
zindo matérias-primas pa permanente do produtor - 
ra a indústria e a expor com o consumidor. Com 1.:! 
taça0, gerando empregos so, encontraremos uma So 
e pagando salários para lucao criativa para fi - 
os trabalhadores no cam- nanciar a modernizaçao 
po e na cidade, é a me - tecnológica e o aperfci­ 
lhor mnncira de cstimu - çoamento gerencial, nns 
lar o progresso e o de - propriedades e nos esta­ 
scnvolvimento. E, também, belccirnentos agropecuá - 
a base dn segurança ali- rios, transformando-os - 
mentar, garantindo à po- em empresas rurais modc! 
pulação o abastecimento nas e lucrativas. 
regular das suas neccssi A produçao agropecua­ 
dades, sem depender d; rin de caráter empresa - 
produtos importados, que rial tem que estar volt! 
sempre custam mais caro da pnra as nccessidndes, 
e beneficiam, npenas, os as exigências e a capaci 
produtores estrangeiros dadc de pngamento do con 
e os intermediários nas sumidor. O endividamento 
aquisições. 	dos produtores rurais 
junto á rede bancária 
que se avoluma na medida 
em que aumenta a difere! 
ça entre o custo de pro­ 
dução e o preço do merca 
do, é uma questão de in 
teressc comunitário, e 
não apenas um problema - 
Por isso, convoca to­ 
dos os brasileiros cons­ 
cientes, para a grande 
tarefa de fortalecimento 
do setor rural. Nossos - 
companheiros e irmãos 
que vivem e trnbalham no 
± 
Programa Garante 
Safra e Integração 
s 
o 
± 
d 
de 
pO 
oU 
taa ara desestruturado 
e no hufa trnsport 
uficl(•ntc· para <11co,r, 
de uma vez, toda a produ 
çao das loura, Esta - 
situação empre faz co 
que os preços e redu 
zmu, prc>JudJcando o pro­ 
dutor. 
A safra 92/93, 
Com o "Fronteiras do 
Futuro" o Governo Pedro 
Pedrossian preterrdc asse 
gurar a definitiva inte­ 
&ração do Sudoeste ao Es 
tado e melhor infra-es - 
trutura de escoamento da 
safra pnra os produtores 
sul-matogrossense. O pro 
jeto vem comprovar ainda 
o espírito empreendedor 
de Pedrossian que, com 
isso prepara Mato Grosso 
do Sul para a sua inser­ 
ção no Nercosul. 
Na área específica do 
ERSUL, por exemplo, _o 
Ptoj eto de pa,·imentaçao 
de Jardim à Porto Murti­ 
ho tem n finalidade de 
arantir uma canal efi - 
Ciente de escoamento de 
&rnos e minérios, tendo 
eo vista que neste ~lti­ 
"° Município dever.:i ser 
Construído ainda um ter­ 
OinaI portuário, abrindo 
desta forma as portas do 
l-!ercado Comum do Cone 
Sul (Mercosul) paro 
Produtos do Estado. 
A restaurnçào do tre­ 
cho da Rodovia Mirnnda / 
Bodoqucnn, visa por ou - 
tro lado, adequar a es - 
rutura rodoviária da re 
lo para o incremento 
os 
CJU • CQ 
meça ser plantada no4 
próximos 60 d1ai , está - 
oendo plnnejndn com o 
objetivo pdncip1,l de m(• 
lhorar a renda do produ-­ 
tor. Esta snfra deverá - 
ser o ponto de partida 
pnro n conquiato dn auto 
oomi n. f Inance Ira do se • 
tor rural. f multo impor 
tnnte que se evite n ln= 
terfer@ncfa do Governo - 
nos preços, no comércio, 
nos ncg6cios. 
Vivendo o rcnlidndc - 
do Merendo, o Agropecun­ 
rista pode plancjnr me - 
lhor o seu trabalho e ln 
gressnr nn Era do Descn­ 
voh·imcnto Sustcnt,Í,·cl. 
Isto signifi~a trnbalhar 
a terra, ns agunas, a na­ 
tureza - de modo Conscr­ 
vacionista, sem destruí- 
çao, paro que a 
seja permanente 
do tempo. 
produção 
no longo 
que haver.:i a part!r da 
entrada cm operaçno da - 
fábrica de cimento Eldo­ 
rado (da Camargo Corrêa 
Industrial), que está 
sendo construída em Bodo 
qucna. O Diretor d: O= 
bras do Dersul, Joao Da­ 
niel Pacheco Leal lembra 
ainda, que a pavimenta - 
cão da Rodovia entre 
Guia Lopes da Laguna e 
Bonito, sen·irá para me­ 
lhorar o turismo na re - 
gião e o cana; de escoa­ 
mento do calcareo, uma 
das grandes riquezas de 
Bonito. 
O asfaltamento da Ro­ 
dovia Jardim/Bela Vista, 
por sua vez, vai repre - 
sentar um novo meio de E. 
cesso ao Paraguai, um 
dos integrantes do Mercg 
sul. Com vistas a isso, 
o Governo tio Estado vai 
pavimentar também n Rod~ 
via MS-164, passando por 
Vista Alegre. Com isso , 
encurta-se pelo metade a 
distôncin entre Mnraca­ 
ju e Ponta Por, na fro 
teira com o Paraguai. 
Embora não esteja co! 
teplado no Programa, o 
projeto de asfaltamento 
da Rodovin Sidrolnndia / 
dem e querer 
e precI am d 
c.ond !c;Õt" d· 
ração Junta, uro ar[ 
cola effcfer:e, side, e 
ducnçiio, lnf,,r· nç:io o l 1 
7C'T - como todos os de • 
mas brasileiros. 
Para consultar esses 
justos benef'c'os, temos 
um enore desa. lo ii nos­ 
sa frente: tornnr a pro­ 
duçÕo ainda moiH cílcJc~ 
te, capaz de competir 
com produtor dr outros - 
países, conqui•,tnndo 110- 
vos padrões de produtfvI 
dade, reduzindo perdas , 
prejuízos e desperdfcI - 
os. Com isso, venceremos 
os altos custos, ofertnan 
do malor qunntldade de! 
limentos saudáveis e ma­ 
ls baratos, melhorando - 
as condições de nutricão 
e snÚdc da :,opn L,çào de 
menor poder aquisitivo. 
A burocracia e o a 
travessador,prccisnm ser 
vencidos, com a implnnt! 
çào de mercados livres , 
Escoamento da 
dos Municípios 
Naracaju complcncotarã 
esta integração, facili­ 
tando também o escoamen­ 
to da safra.· Esses dois 
Municípios são grandes - 
produtores de soja na sa 
frade verão e trigo, no 
im·erno. Além disso, cm 
Sidrolandia estão insta­ 
ladas várias unidades ar 
mazcnadoras e cerealis 
tas, coo Ceval, Ma tosul 
e Coagri. 
Para garantir o desen 
volvimento do interior - 
o Governo Pedro Pedras - 
sian está oferecendo a 
tra,·és do "Fronteiras do 
Futuro", não só infra-es 
trutura mos também ince~ 
tivos fiscais. Para esti 
mular a abertura de no= 
vas fronteiras agrícolas, 
o Go·erno está conceden­ 
do redução da carga tri­ 
butária do ICMS em nté - 
80 durant os prÕximos 
três anos, nquelcs que - 
expandirem suas áreas de 
lavoura. Esta reduçao 
prevista incialmente pa­ 
ro ntendcr apenas as re­ 
giões Sudoeste e Sudcs - 
te, foi estendida a todo 
o Estado a partir de ju­ 
nho. 
T 
prt nto 
r onslderdos co o 
reponab II Idade conjun­ 
Llt da,; 1u-,t1Lul(..Ô ·;, <lo 
Governo, do sfntema ff - 
nancefro e dos agropecua 
rfsta. 
Os trIbu os, Ipotos 
e axas, aplicado à a - 
ropecuária, precisam le 
var em consideração os 
n[veis de risco e a redu 
zidn rentnbilldnde do ·e 
e agropecuárfa, e truturn­ 
da de fo a empresarfal 
rodernn, terá que huscnr 
tlSROCincÕcs, cooperncDo, 
pnrcerlas e nuto-njudn - 
parn consolidar posições 
rn rcndol6gicns adequo 
l'or outro lado, n a das - fugindo da depen - 
griculturn brasileira - dência do Governo, cons­ 
prccisa transformar-se - truindo com suor e lágr! 
numa vendedora de produ- mas, 
0 
seu caminho paro 
tos lndus t rializdos, e 
O 
a::ianhà. 
não apénns rnntérlas-pri- 
mas, aumcn tnndo o valor A sol ucão e a ef iciêE_ 
das mercadorias e multi- c!n, n produtividade, o 
plicando a renda obtidn. dc-s<.>mpenho. Mesc:o na mnis 
Parn isso, é necessá- simples das ntividndes , 
rin urnb 1ntegraçio agro- ninguém chegará a lugar 
industrial, que conte - algum sem produtividade 
com a pnrtlcipação do e sem competição pela 
mnior número possfrel de qualidade. Não se fará !! 
produtores, em busca dn gricultura coderna, sem 
nmpll.,çno das cxportaçÕ- que 
O 
produtor tome a de 
es que trazem divisns e cisão pessoal de buscar 
recursos para investime eIhor desempenho, u. re 
tos de longo prazo e em sulcado mais favorável , 
condições vantajosas. 
tor, cobrando n justa 
ndequndn pnrt1cipnr.5o 
que no pode ser a mesa 
dr. Cf,pl'cul:1r.:io f J noncci- 
ra ou dos ganhos de capI 
tnl. 
podemos descuidar 
de Pesquisas, L bor - 
tórlos e As fsténcfa 
Têcnlca Epeefalfzada 
para vencer o atraso te 
nolá] fco. Voltada para a 
liberdade dom rcodo, a 
urna reco::ipensa c:elhor P!, 
lo seu trabalho, pelos - 
de. 
A p 
c for 
terra a 
nent 	que 
ve, quebra do n har nfa 
da convivêncfna, de! .ando 
um rastro de /esolação e 
pobreza . No luzar desa 
pressões, precisamos pro 
mover a cooperação, 
participação social e ln 
tegrnr a crintivldnde 
com a CIencfa e Tcno­ 
looln, devolvendo no rr 
balhador a força da ntu 
rezo e a mafor das Iber 
dades- o d!rdto vI 
da, no trabalho e á pn~. 
llrnsHin - 28 de .Julho - 
de 1992 - Dl/ DA AGRJCU!. 
TUltA 
Antonio Cabrera 
Ministro da Agricultura 
e 
Reforma Agriíria 
A história 
A análise criterioso e isentn de acontecimentos pretéritos contribui pnra, 
que umn ~ação estabeleca valores, enalteça heróis, trace, enfim, o seu per - 
fil histÕrico, instrumento valioso para v·ivencinr-se o presente e forjar-se 
o pon·ir. Constitui dever indeclinâvel do bom historiador rctrntar, com fide 
lidnde, os episÕdios como efetivamente ocorreram, abstendo-se de emoções ; 
radicnlisrnos, que terminam por distorcê-los e geram imensos hiatos entre o 
fato e a versão. Essas considerações tên muito a ver com fenõrneno que vem 
sendo percebido no panorama cultural brasileiro. Homentos de um passado re - 1 
ccnte, que tiveram sua origem na Revolução Deocrtica de 1964 - movimento 
que, cumpre enfatizar, foi deflagrado pelo clamor popular, a exigir a preser 
'ação de uma nação amençada pelo passional ismo ideológico, ,·ê!!J sendo reescri 
tos segundo Õtica deturpada, porquanto tendenciosa. 
A atuação pronta e determinada dos mecanismos de defesa da Nação, naquela 
oportunidade, consubstanciou o inconfon:iismo de esmagadora naioria da socie­ 
dade com os descaminhos impostos por ninoria radical, inspirada eo doutrino 
que 1-oje agoniza, vítima de seus próprios erros, dos quais avulta o de preten 
der impor-se pela ,·iolência. Frustrados con oais aquele .fracasso, reedição - 
do epílogo da malfadada intentona de 1935, os agentes da desordem lançaram - 
se à sutn•crsão indiscriminada, causadora de angústia e sofrimento em tontos 
lares brasileiros. Como seria de esperar, a sociedade brasileira negou apoio 
aqueles sub'ersh·os ! cornpromissados com o terrorisno internacional, corpos - 
estranhos a uma Nação amante da Paz. A memória dos "re,·isionistas de plan - 
tao , propositalmente, nno registra que o estopim de quase dez anos de emba­ 
tes fraticidas foi a ação tresloucada de jovens iludidos pelos membros deu­ 
ma "nova ordem",_ que, cm soturnos ,·alhacoutos, engendravam a desestabiliza - 
çao do Estado - unica forma ,·islumbrada para cooquistareo o poder, tornando­ 
se títeres da tirania internacion~l. Estudantes recé-saídos da adolescência, 1 
espírito contestador e rebelde proprio da idade, foram presas fáceis daque _ 
lcs arquitetos do horror, em sua maioria incógnitos sob 
O 
manto da co,·ardia. 
'
Àqueles mentores dq caos deve ser debitado o flagelo de muitos brasileiros 
que tanto teriam a dar ao País, não th·essem sido le,·ados para os des,·ãos do 
barrli tismo irresponsâ,·el. 	· 
Não foram_a5 forças legais que doutrinaram ingênuos sonhadores, a ponto - 
de transforma-los em assaltantes, sequestradores e homicidas. Não forao sol­ 
dados que perpetraram atentados, que mutilaram e oataram inocentes e logra­ 
douros publicos. Nao vieram dos quarteis as ordens de "justiçaoento" (cínico 
eufemismo p~ra o as~assinato a sangue-frio de companheiros que ousaram aban­ 
donar as açocs ou nao mais sen·iam à "causa"). - Ath·ado, 
0 
poder cilitar a _ 
giu energicamente, sim. Foi compelido, sim, a combater, 
005 
caopos e nas ci­ 
dades, ato de legítioa defesa de um Estado e de seu povo, ,-ulneráveis aos pro 
sclitos do vandalismo. Esta postura, necessariamente coercith·a, não ir.ipediÜ. 
contudo, que o cidadao fardado continuasse a ,·elar pelos irnãos desassisti _ 
dos, ampar~ndo-os apoiando-os nas horas de angústia. Vítimas houve, lastioa 
das por amoos os antagonistas. Afinal, lâgrinas não são ,·ertidas de um só lã 
do da face. A nossos mortos, bravos abatidos traiçoeiramente, ou er., confron= 
tos, de,·otac:os oracoes, as oesmas que dedicamos a fortuitos ad,·ersârios. Di­ 
f:rcntenente agem os que exploram a oemoria destes, tentando com·ertê-los en 
r.10rti::es e deles ,·alendo-se, pusilanincmente, para tentar conspurcar 
O 
n=c 
do F~ercito, arguindo-lhe suspeição sobre crimes hediondos co 
O 
· 
trei nd b 	• , ::i se nomens - 
. n. _os pnra com ater o bom combate, descendo ao nível de seus mnlsinados 
adersarios, fossem capazes de praticar gestos d:sumanos contra naturnis de 
seu País, rnesoo que eventualmente e contraposição id »lA 1 ...- 
Í • 	..,e eo og ca. Lentavel que 
neste exerc cio de maniqueísmo, sejam iludidas consternadas famílias ' 
algum lugar do passnd, , Ilud. 	4. como,em 
g'. .s sa.o, ;oram idos os seus entes queridos A hi - i d 
Exercito sempre foi escrita cora o sangue de seus heróis desde.G stor a o 
rarapes, sítio heróico da formacão de nossa nacionalidade· G uarnra?es.Gu~ 
porto do Re Jf l d 	s ·uararapes,aero 
• c. e., pa co te uma das mais cn1éis demonstrações de vilania d~- 
se tem notícia em nossa Pátria. Guararapes,imae s{bolo ara 1,,_.,"i!e 
chec!da, que iaa!s esquecer ou desamparará os 1ue pum- ""tuicio 
dn que .-, ~ncao brasi1cira ficasse ii c:ercê de deÍ1-nq~ent~s .• ,.:, p .. rda i:::pe - 
lndin 5 o 	•• 	,ravesci os de 
·+ 10s. momento nacional está a exigir conc!lação e concGrd±, Pa 
s suaves ventos da anistia que lograram sufocar a proceIa a, >;· Rara isso, 
que abateu sobre o País durante quase uma década,tingindo a_ o 6, 
hnci d<' nossa t-.,rr:t,de'em continuar a soprar t:b, Bda ta111en: • • • • • ~"b•u," 1 
• 	7---r-- 	{O Serra«cete do OG 
que não foi contada

o 
JOIO FREIRE 
UMA ftOMIHISIRAÇAO VOL l 
efeito João Fred 
1 , 1 1 11 , l [der nas 
de opfnfáo pi - 
1 l't1Lr<'Vlülll n l111 
prema, falou obre a 
e serviços renlfza­ 
de durante o per[odo de 
1979 1985, quando fol 
Prefeito de Antonto .Joao 
pu la primeira vez. 
hora endo nomeado 
nem contar com um vfce­ 
prefeito, Joao Freire rea 
l f : ou o seu primeiro man­ 
dato, Joo Frefre mostrou 
a populaçao antonio juanen 
e ser um bom administra­ 
dor e com grande capoc Ida 
de de trabalho, juntamen­ 
te com toda a sua equipe 
UI a nova i m a g e m f o L dada 
à cidade e às regiões ru­ 
rdl~ dn munlcÍplo, onde 
[oi levndo o atendimento 
no homem do cdmpo, Assls­ 
têncln tiio descjnc!a e ln!:_ 
Kistenlc anteriormente 
priorizou-se a educação , 
a saide, a comunidade e a 
nsslstincia social e com 
IRSO 11m:i grande transfor­ 
tn(l<;ào, para melhor, foi 
promovida no município de 
Antonio João, evidencian­ 
do-se a luta Incansável - 
do Prefeito João Freire 
sempre atento, atencioso 
e humnuo no trato com to­ 
dos os m11n{cipes, rígido 
na hora das decisoes mais 
importn1,t•!S e fazendo uma 
ampla contenção de despe­ 
sas para que o dinheiro 
público fosse gasto ape - 
n1as em ntendimcnto ao po­ 
vo e distante das mordomi 
as tão comuns em nosso Pa 
{s. Jono procurou si; 
modernizar a cidade, Anto 
n f_o J,,:io em sua admlnis ::: 
r, 
0 candt 
EIRI 
PARA O POVO 
1 
 - 
João Freire e Dona Nilcc, Dona lones e José F.l,iJ 
tração ficou mais boni­ 
ta, mais saudável e ma­ 
is gostosa de viver. 
/lo lado do Prefeito 
João Freire, sempre es­ 
teve umn pessoa que e 
considerada ati hoje a 
mãe dos pobres, sua es­ 
posa, Dona NIlce, coor­ 
denadorn do PRONAV Muni 
cipal e que sem dÚvid;;­ 
em muito ajudou a admi­ 
nistraçio do seu espo - 
so. A difusão do espor­ 
te na ala jovem, parti­ 
cipação em todos os e - 
ventos cívicos munici - 
pal e nacional, assis - 
tência social aos mais 
carentes e necessita - 
dos, distribuição de 
roupas, remédios e brin 
quedos para as crianças 
são alguns dos Inúmeros 
trabalhos descnvolvtdos­ 
por Dona Nilce durante o 
admlnistra<;io João Frei­ 
re de Oliveira. Por ou - 
tro lado, juntamente com 
voluntários, introduziu 
os trabalhos manuais e 
obras de artezanato vi - 
sanda a angariação de 
fundos para a assistên - 
eia aos carentes e inega 
velmente a Primeira Dama 
desempenhou um papel de 
primordial importância 
no campo da assistência 
social aos menos favore­ 
cidos pela sorte do seu 
município. 
Entre as muitas obras, 
realizações e serviços - 
desenvolvidos na admlnis 
tração João Freire, podi 
mos destacar a constru - 
çào da Praça Carolina 
Wilder Penzo, parque in­ 
fantil, implantação do 
sistema de comunicações 
DDD/DDI, início da pavi­ 
mentação asfáltica, sin~ 
lizacão urbana, constru­ 
ção da Creche Dona "Li - 
li" - obra pioneira exe­ 
cutada pela Primeira Da­ 
ma - construção da Esco­ 
la Municipal Ubaldo Ba - 
rém, Escola Municipal R~ 
ral Neres B. Prestes, im 
ncha, 
rede de ene 
ca, Imp 	1 
u can l 
ra recep 
ti 
reira dos anto, cons - 
t rução de quatro escolas 
rurais, construçao do Pa 
;o Municipal, construção 
da clube comun!tárfo, re 
forma do prédlo da Cama­ 
rn '!unJc!pal, crln~ "to do 
slstema de assistnc1a 
soc!nl, distribuição de 
terras no Distrito do 
Campestre - uno luta de 
r.:uitos unas travado e e! 
ninistrnç6es anteriores. 
Com João Freire de 
0liveiru, Antonio João 
teve ordem, tranquilida­ 
de e trnbalho, uma novn 
Imagem, novos rumos eu­ 
ma cidade que se rnodernl 
zou, mnis bonita mais 
saudável e mais gostosa 
de se viver". 
"l!oje acredito que te 
remos possibilidades de­ 
realizar culto mais, po­ 
is tenho ao meu lado um 
homem como o José Elói 
dos Santos, um homem sé­ 
rio, honesto e coerente" 
disse João Freire, res - 
saltando que "ao nosso 
lado teremos também a es 
res- 
que "t os u 
de governo que 
bran e as necessidades 
do unte!plo n s áreas - 
de saúde, educa io, hab! 
tacão, além da criação - 
de uma cooperativa al! - 
ment {ci,1, construçao da 
rodoviária ínfctpal , 
cons ruçao do posto odon 
t0lógico, mercado municf 
pal, asfaltamento, conv 
n1o agrícola, privatiza­ 
ção da coleta do lixo , 
albergue noturno, en - 
cre outros''. 
A unfão João Freire/ 
José El Ói ten somente u:n 
objetivo, trabalhar pelo 
engrandecimento do muni­ 
cfp!o, haja visto que 
essas duas pessoas ji de 
monstraram suns quollda: 
des, vontade, competên - 
eia administrativa e ho­ 
nestidade, com a vitória 
em 03 de outubro de João 
Freire e Zé Elói Antonio 
João estará recuperando 
o progresso que o povo - 
há tanto tempo espera. 
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,JOT/N/J. 'l'JIJ HIJN/ IJI PJ O l 
POLICIA RECUPERI 
MOTO FURTIDI 
OURANTE I EXPOBEL 
o 
o 
h 
•' 
le 
,­ 
·ª 
'º .o 
pela Virta - P diligência r1{­ 
z ada em Conjunto peles Polícias Ci­ 
vil e Miliwr a..-. Bela V iota foi ro 
cuperada a Motocicleta CG MI, 
placas BV 176, qu havia sido 
furtada no Ültimo dJa 26 doca 
tacionamento do Parque de Expo 
fiiçocs Rio /pa, durante arca= 
li2ação da 21 EXPOBEL. A mo.o 
cicleta foi encontrada na resi 
dência de um dos au ores do 
furto, o adolescente R.R. 7 a­ 
nos, morador no Bairro An onio 
João. Ramão Casanova, vulgo 
"Nik-Nik", que já responde a 
dois inquéritos policiais por 
roubo, foi acusado pelo adolcs 
conte d participação no furto 
da motocicleta e ainda ontem o 
Delegado de Polícia requereu a 
prisão preventiva de "Nik-Nik" 
e o in ternarnen to do adolcscen­ 
te, devido a gravidade do deli 
to. 
Segundo as informações, na 
segunda-feira, dia 27, o Solda 
do PM Nogueira, Comandante ai 
Guarnição da Polícia Militar - 
que estava de serviço, foi co­ 
municado pelo proprietário da 
motocicleta furtada que "Nik­ 
Nik" e o adolescente R.R. fo - 
ram vistos empurrando o veícu­ 
lo no estacionamento do Parque 
de Exposições na noite do fur­ 
to. Imediatamente esse fato 
foi comunicado ao Delegado de 
Polícia José Raimundo Pinto Fi 
lho e ao Comandante do 30 Pelo 
tão de Polícia Militar, Tenen­ 
te Villasanti, que deram novos 
rumos às investigações, já que 
a princípio a Policia acredita 
va que a moto roubada tinhas! 
do levada para o Paraguai. 
Nesta quinta-feira o Delcg~ 
- - 
J 
do de Polícia José Raimundo 
Pin:o filho, em Companhia do A 
gente de Polícia Nery Gonçal 
vos e dos Soldados Pms Noguei­ 
ra e Oliveira, inves iqando a 
residência do adolescen .e RR., 
lograram -xi ·o na op ração e 
localizaram a mo ocicleta fur­ 
ada escondida cm um dos cõmo­ 
dos da casa localizada na Rua 
José Lemes Bugrc, Bairro Anto­ 
nio João, próximo ao Conjunto 
Residencial "Joio de Barro". 
Ao ser conduzido à Delega - 
eia de Polícia, o adolescente 
R,R. admi iu a autoria do deli 
to, a motocicleta foi apreendi 
da, constatou-se que tentaram= 
fazer ligação direta no veícu­ 
lo que, após o exame pericial 
será entregue ao seu proprietá 
rio. 	- 
Com a prisão dos dois "mãos 
ligeiras" e a recuperação da - 
motocicleta as Polícias Civil 
e Militar de Bela Vista compro 
vam mais uma vez a sua eficiên 
eia e agilidade nas investiga= 
ções dos delitos, no mês passa 
do a PM prendeu em flagrante= 
um paraguaio que tentava fur - 
tar um automóvel em pleno cen­ 
ro da cidade, durante a EXPO - 
BEL outro elemento, residente 
em Ponta Pori, foi preso cm 
flagrantc por Policiais Pms 
quando tentava furtar outro au 
tomóvel do estacionamento do 
Parque. 
Também os homicidas não es- 
tio conseguindo escapar das 
garras da Lei, basta recordar 
os crimes ocorridos nos Ülti 
mos meses e que foram esclare­ 
cidos rapidamente pelas autor! 
dados policiais de Bela Vista. 
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Cr$ 
53.920,00 
Taxas Válidas para os Meses de 
Julho - Agosto e Setembro de 1.992 
Bela Vista O an 
cião Henrique Viei - 
ra, 75 anos, que es­ 
tava desaparecido 
desde a última sexta 
feira, dia 24, foi= 
encontrado morto nae 
águas do Rio Apa, .a 
cerca de duzentos me 
tros abaixo da esta= 
cão de captação de á 
gua do SAAE - Servi= 
ço Autônomo de Aguas 
e Esgoto de Bela Vis 
ta. 	- 
Nesta quarta-fei­ 
ra, por volta das 
15:30 horas o solda­ 
do da Aeronáutica 
Wagner Brizola comu­ 
nicou à Polícia que 
estava nadando no 
Rio Apa e encontrou 
o corpo de um homem 
de idade avançada Importante ressal 
g"": e-ire2 ;" "" """ri 
@ €CRUZEIRO DO SUL 
.'4 A0 HAIS UI SEI 
JN +SOL 
±±±!] 
e 
1 
na margem do Rio. 
Imediatamente a 
Polícia providenciou 
a retirada do corpo 
constatando que tra­ 
tava-se do ancião 
Henrique Vieira, que 
estava desaparecido 
há quatro dias. O De 
legado de Polícia de 
terminou a realiza= 
cão do exame de cor­ 
po de delito e foi 
revelada que a causa 
mortis foi afogamen­ 
to. Foi aberto inqué 
rito policial para= 
se investigar as cir 
cunstâncias da morte 
do ancião que desapa 
receu misteriosameh­ 
te na Última sexta - 
feira. 
DE 
DO 
do, assim que foi co 
municado o desapare­ 
cimento do ancião 
as Polícias Civil e 
Militar concentraram 
as investigações no 
Rio Apa, que foi vis 
toriado várias vezes 
no trecho desde a se 
de do 60 EC até are 
gião da cancha, ten­ 
do em vista o ancião 
residir na Baixada - 
Fluminense, imedia 
cões do Rio Apa. 
Acredita-se que 
o corpo estava en­ 
roscado no fundo 
do rio, por isso 
não foi localizado - 
nas buscas efetua­ 
das anteriormente.

O· 
GAROTIDA BOA DE L ÇO 
t 
__ , 	..... Ibald1no kodr 1ue 
f DNDE NI DISPUTR 
Por ocasfio do l 
n•nl1u•!u dur," a 
tenses que na 
foram uma a a 
<l 1 n 
de parabên 
uem pena que o can 
d1dto do PL, Frande da 
SIlvna Coutinho vnal ser­ 
vIr de "bof de piranha" 
n o próximas elelçôes - 
ui icpais, está redon- 
d, te enganado, o seu 
note m tendo uma ran 
de aceltacio em todos - 
o segmentos da ocleda 
de elv1tens e poder{ 
surpreender os grupos - 
polItlcos considerados u 
mts forten, Frnde Cou 
tInho fol um do funda­ 
dores da Asoclaço Co­ 
,.,, rclnl ÔL llcln Visto , 
bastante conhecido por sua amabilidade no trnto 
con oa mais hum1Jdcs, aos quais sempre esteve de 
mos estendidas para ajudar e confortar, muito an­ 
tes de ser candidato II qunlqucr cargo. Além disso 
o cnndldato do Pnrtldo Liberal cm Beln Vistn pos - 
aul um grnndc poder de comunicnc;ão com as pcssons, 
multos que nem mesmo conheciam Frnnde, depois de 
um conversa com o cnndidato, afirmaram qu<' "é de 
um homem como o Coutinho que Bela VIsta precisa, 
le conhece o problema dos mais carentes, dos peque 
nos produtores, dos chacareiros, sabe o que Bela - 
Visto precise pnra se desenvolver e tem cnpacidadc 
pnrn procurar o progresso que todos desejamos". 
Cnndldnto ~ Prefeito 
Frnndc dn Silvo Coutinho 
O candidato à Prefei­ 
to JosJ Garibaldi dn Ro­ 
sn Neto está com o sua - 
candidatura ganhando es­ 
paços a cada dia, nos 
Bairros e periferia da 
cidade muita gente que - 
só tlnhn visto [alar cm 
José Gartbaldi tiveram a 
oportunidade de conheci­ 
lo nos ~ltimos dins e cs 
tão aderindo o sua candi 
datura, uma moradora n6 • 
B.iirro Costa e Silva, f;, 
1 
lando à reportagem, afir 
r:1ou que "apôs conhecer 
seu Gnrlbnldi Já decidi 
que vou votar nele, é un..t 
ho:em sério e que inspi- Candidato i "refeito 
ra confiança". Garibaldi da Rosa Neto 
O ex-prefeito Abraão 
Arroa Zacarias também es 
ti na parada nas pró • 
mos 0leiçÕcs municipais, 
tem o seu eleitorado 
fiel e vai tentar vencer 
todos os obstáculos que 
encontrar pelo caminho - 
para voltar ao Paço Muni 
cipal. 	- 
Segundo muitos eleito 
rcs fiéis de Abraão, " 
turco não perde essas e­ 
leicões de jeito nenhum, 
é só ndar pelos bairros 
e periferia do cidade 
que comprovamos isso"! 
C,.ndidnto á Prefeito 
Abraão Aroa Zacarias 
VI FUMIR 
O Dr. Athanázio Lemos 
Seco, Advogado e Pecua - 
risco do Município de 
Jardim e um dos pionei - 
rosna fundação de Clu - 
bes de Laço cm nosso Es-­ 
tado, é o novo Presiden­ 
te da Federação de Clu - 
bes de !.aço de Mato Gros 
so do Sul. 
O Dr. Athanázio ,·cnccu 
a eleição realizada no - 
ISQ encontro de Clubes - 
de Laço realizado pelo - 
Clube de Laço Portão Que 
brado, no Último dia 25 
I
de junho e foi empossado 
no [6Q Encontro realiza­ 
do pelo Clube de Laço Be 
la Vista durante 212 - 
EXPOBEL. 
O belavistense Dr. I­ 
rineu do Amaral Cardinal 
é integrante da nova di- 
Pelo andar da carruagem, estas eleições cm Bela 
Visto será uma das mais disputadas dos Últimos 08 
anos e aquele papo de que "vamos fazer uma campa - 
nhn de alto n:h·el, sem atacar ninguém", usado por 
todos os candidatos, é só para inglês ver, quando 
a cobra começar a fumar, podem ter certeza, vai so 
brar labareda por todos os lados. 
'ItInho Ro'as (Clube de la,e 
0 raTT T Tu±ar TT+Ti 
$5o GraTaT T. Tu.ar 7GGATrL 
71a2o Cufabano (1u!e de La0 - 
f6Ta Ta7 7T Tgar +a.Tri 
·FEDERACÃO DE CLUBES DE LACO , 	, 
retoria da Federação on­ 
de ocupa o cargo de 
Uma Grande Festa 
Digna dos maiores elogios a real! 
zação do 16Q Encontro de Clubes de - 
Laço em Bela Vistn, tendo como anfi­ 
trião o Clube de Laço Bela Vista 
que através de sua diretoria e cola­ 
boradores deram um exemplo de garra, 
fibra e muita dedicação culminando - 
com uma perfeita organização da gran 
de festa do homem do campo. Temos 
l!-!PUGSADA CANDIDATURA DE DARCI BIGATON EM BONITO 
Se undo noticias veiculados pela imprensa da ca 
pital do Estado, o ex-prefeito de Bonito, Darci Bl 
gaton, que queria voltar à Prefeitura nas próximas 
eleições, te,·e a sua candidatura impugnada pela Jus 
t iça eleitoral e ainda terá de devolver aos cofres 
do município a .9uantia de um bilhão de cruzeiros , 
valor esse que o ex-prefeito teria desviado duran­ 
te o seu mandato. 
Se tudo o que ncusam Bigaton for verdade, a Jus­ 
tica Eleitoral tirou do páreo um grande corrupto , 
pena que geralmente esse tipo de crime sempre fica 
por isso mcsoo e pnra a cadeia, onde é o lugar des 
se tipo de político, ningucm vai. Muitos ainda de:: 
fendem o ex-prefeito e dizem que ele está sendo I 
Li~~ de perseguição poiitica. Coisas da política.- 
Dr. Athanazio Lemos Neto 
Primeiro Secretário. 
certeza que todos os int~grantes 
dos Clubes de Laço de to 
dos os recantos de nosso Estado, que 
participaram do Encontro em Bela Vis­ 
ta, le,·arão daqui as melhores impres­ 
sões possíveis, pois a arte de bem re 
ceber, característica marcante do po­ 
vo belavistense, esteve presente em to 
dos os oomentos da grande festa capeira. 
n lmporiância das Barreiras 
Uma motocicleta foi furtada duran 
te a 21ª EXPOBEL e um larápio fo1 - 
preso ao tentar furtar um veiculo no 
estacionamento do Parque, junto com 
outro elemento. Os dois casos ocorre 
ram no mesmo dia, o elemento preso - 
pela Polícia é residente cm Ponta Po 
rã· e suspeita-se que a moto foi le,·ã 
da por integrante do mesmo grupo que 
tentou furtar o veiculo. Essas ocor­ 
rincias só vim reforçar a grande ne­ 
cessidade de se manter as barreiras 
policiais existentes nas Rodovias de 
nossa região e que podem ser extin - 
tas pelas autoridades estaduais, a 
título de contenção de despesas. Pa­ 
ra se ter uma idéia mais clara dn ne 
cessidade que representa as barrei: 
ras policiais em nossas Rodovias bas 
ta dizer que caso ocorra u furto ou 
outro crime em qualquer cidade de 
nossa região, a Polícia tem tempo su 
Sucesso absoluto a 
realização do rodeio du 
rance a EXPOBEL, tanto 
em touros como en cava­ 
los, sentimos apenas - 
não termos nenhum bela­ 
vistense classificado - 
entre os cinco finalis­ 
tas, afinal de contas - 
nossa cidade possui qu~ 
tro grandes campeões br~ 
sileiros de montaria,~ 
lém da tradição de sem­ 
pre marcar presença coo 
, excelentes cavaleiros - 
.J nas finais de rodeio d;: 
rance a nossa exposi - 
çao. 
ficiente, se comunicado a tempo,·de - 
se comunicar com essas barreiras e fe 
char o caminho dos marginais. Com a 
extinção, como pretendem algumas auto 
ridades que ,·h·em nos gabinetes e não 
conheaem nossa realidade, vamos ter 
com certeza, todo o sudoeste do Esta­ 
do cranformado em rota de contraban - 
do, tráfico de entorpecentes, roubos 
de carros, etc ... Ê só quererem enxer 
gar como era essa região de fronteirã 
antes da instalação das barreiras po­ 
liciais e todas as nossas Rodovias , 
so nao enxerga isso quem não quer, ou 
quem quer que isso aqui seja entregue 
aos marginais e delinquentes de todo 
tipo. Entendeoos que existem muitas ou­ 
tras maneiras de se fazer contenção - 
de despesas que nao sejam cão prejudi 
ciais a segurança e a tranquilidade da 
populac;;ao ordeira e trabalhadora do - 
Sudoeste do Estado. 
RODEIO DE 
BRAVOS 
A 
OI 
o 
DO 
s 
Essa assistimos de 
camarote quando v!nha - 
mos do Parque de Expos! 
çÕes de circular. Ao 
ser solicitado a pagar 
a sua passar e n: pelo co­ 
brador, um passageiro - 
(com uns goles de cach 
ça a mais na cabeça) 
prontamente respondeu 
"pagar o que o eu, es­ 
se Õnibus é do ~!oraes , 
ele tá pagando tudo, eu 
voto nele, não vou pa " 
gar nada"! ! ! O cobrador 
ainda insistiu coo o - 
"João Cana Brava", i - 
zendo que a circular e­ 
ra particular, mas não 
teve jeito, ele insis - 
tia que o ônibus era do 
Moraes e que por isso - 
não pagava nada. 0 ei 
to foi o cobrador desi 
tire deixar o ilustre 
passageiro deseobarcar 
sem pagar a passageo, e 
ainda insistiu "pensa - 
que eu não sei que esse 
Ônibus é do Horaes ! ! " 
CDNDIDITURI IMEaçaoa 
Uma granrlc bomba pode ameaçadn e, segundo in- 
- 	as co:n a J ti -1 i - 	tu e. 
estourar nos proximos d_!: fornaçÕes, atê o rr:omen- tal. u~ ça t. e to TF esta se.pre ate 
as em'Bela Vista, a can- to o candidato não con- 	- a qualquer novidade to 
didatua de um dos líde- seguiu regi1trar 
O 
seu 	caremos a bola de ri - 
rcs de nossa cidade cst:1 nome, de,·ido à Prole-, io vaos dar maiores neira para os nossos 
etnlhes, mas o IKFOR!-!E leitores. 
• ±z 
0 1 
1 !sca 
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"to d, 
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